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                  <text>262

CDD 025. 32
CDU 025. 3

CATALOGAÇAO NA FONTE;
CATALOGAÇÃO
avaliaçao
avaliação e critica
crítica

Esmeralda Maria de Aragao
Carmélia Regina de Mattos
Professores do Departamento de Biblioteconomia
Documentação da UFBA.

e

Abordagem em termos de avaliaçao do programa "Cataloga ção na Fonte no Brasil", destacando as duas centrais de cataloga ção: câmara Brasileira do Livro CSP)
(SP) e Sindicato Nacional de Edit£
res e Livreiros CRio).
(Rio). Critica
Crítica aã adoção do programa por parte de
editores avulsos, que não apresentam a ficha normalizada. Soluções
para uniformização.

1 . INTRODUÇÃO

A Biblioteconomia Brasileira não conseguiu ao correr dos seus 68
anos de vida a partir de 1911, quando se criou o primeiro curso
na Biblioteca Nacional, uma efetiva soma de êxitos nos chamados ’
planejamentos nacionais de caráter oficial, notadamente. X
â
mercê
das benesses da política, esses planejamentos nascem, chegam
a
crescer, mas, não atingem o desenvolvimento desejado. As mudanças
políticas lhes cortam as possibilidades de manutenção e crescimento funcional.
0 SIC criado em 1940, no DASP, pela dinâmica bibliotecária Lydia Sambaquy e que teria sido um dos melhores recursos para
estimular e desenvolver a organização das bibliotecas brasileiras,
no que diz respeito iã organização dos catálogos, não conseguiu e£
e^
trutura para um funcionamento desejável. Assim aconteceu também ’'
com o "Serviço Nacional de Bibliotecas" que foi criado antes da re
voluçao e que se propunha coordenar, normalizar e incentivar
os

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stem
Sy st
em
GereacUracnt»

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serviços das bibliotecas públicas brasileiras. Não
Nao temos, em ver^
ver
dadedade senão o INL como unica instituição que vem se mantendo, cum
prindo os objetivos de distribuir e divulgar livros.
Nao queremos, porém, neste trabalho, fazer uma analise
dos erros e acertos dessas instituições ou serviços, criados, re^
r£
criados ou mortos.
0 nosso intento ié justamente destacar, numa analise
análise im
parcial, o que consideramos ótimo em termos de programaçao cont^
nuada - a "Catalogação na Fonte" sob a responsabilidade da GamaCâmara Brasileira do Livro e do Sindicato Nacional de Editores e
vreiros.
0 estudo do assunto nos cursos de Biblioteconomia tem
proporcionado, a professores e alunos uma avaliaçao
avaliação crítica
do
trabalho que ambos realizam.
Esta é a nossa intenção; avaliar e sugerir, para con^í
nuo êxito do programa, normalização por parte de outras entida des que fazem a "Catalogaçao na Fonte" sem os cuidados de unifor^
midade técnica necessários e um respeito maior à qualificaçao ’
profissional.

2.

histOrico
HISTÖRICO

2.1 -

0 programa nos Estados Unidos
ünidos

A Catalogação "pré-natal" teria sido, realmente, a pr^
meira experiência realizada pelo Ranganathan na Índia,
índia, em
1948
e sugerida a L.C. para diminuir o tempo gasto entre a impressão'
de uma obra, o seu processamento catalográfico até chegar ás
as
'
maos do usuário. (2)
C2)
SÓ dez anos depois dessa experiencia ter sido realizada na índia e levada aos Estados Unidos é que a L.C. partiu para
testar as suas vantagens, tendo em vista os inúmeros problemas '
que enfrentava a Instituição para colocar em dia o seu processamento catalográfico face ao fluxo sempre crescente da produção '
bibliográfica nos Estados Unidos e no estrangeiro.
Assim, nasceu entre 1958 e 59 a CIS (Cataloging
in
Source) com subvenção da "Council on Library Resources" e com o

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auxílio da Library of the United States of National Agricultura
auxilio
Agriculture
Library.
Etnbora contasse o projeto com o apoio dessas duas im
Embora
portantes instituições norte-americanas, e ficasse provada
a
sua viabilidade após o período de experiência
experiencia que durou de ju nho de 58 a fevereiro de 59, fatores subsequentes, determinaram
o fracasso ou sua nao continuidade. Entre êles, destacam-se: o
o'
alto custo da catalogaçao
catalogação pela admissao de maior número de cat^
logadores; a pressão dos editores sobre os catalogadores da LC
para apressar o trabalho, o que determinou grande número de êr^
er^
ros técnicos e outros, de menos importância, como a exigência
de datas de nascimento dos autores e a não
nao adoção
adoçao de pseudôni
pseudoni mos para entradas, cabeçalhos inadequados, etc.
Apesar do minucioso relatório publicado pelo Departamento de Processamento da LC ter relacionado outros dados, con^
tatou-se, posteriormente, que a grande maioria de editores
e
bibliotecários fora favorável ao projeto em caráter
caráter’permanente.
permanente.
Curiosamente, porém, mais dez anos se passaram
para
que o CIS voltasse a ser revisto em 1969 durante a Conferência
anual da ALA em Atlantic City pelo Comitê Mixto da Divisão
de
Recursos e Serviços Técnicos da Associação de Editores Americanos. 0 artigo de Joseph Wheeler pedindo reexame do programa de
pré-catalogaçao em 1970, seria analisado pelo relator que o
pré-catalogação
a^
presentou na Conferência Anual L. Quincy Munford com 11 perguntas C4).
(4). Posteriormente, a 20 de julho de 1971 a L.C. decidiu
fazer um programa experimental denominado então de CIP (Cataloging in publications).
Os resultados desse programa foram divulgados em
se^
tembro de 1976, na reunião de Washington na sede da L.C. quando
foram discutidos problemas e responsabilidades para o registro
de obras publicadas por editores internacionais.
2.2

Experiência Russa

Embora os norte-americanos só chegassem a admitir
a
importância da "Catalogação na Fonte" ou na publicação, como d£
de^
nominaram a partir de 1971, a URSS desde 1959 através da "Ordem"

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emitida pelo Comitê Central do Partido comunista sob o
título
"Condiçoes e medidas para melhorar os serviços das bibliotecas em
"Condlçoes
todo o país" dava instruções para organizar um sistema centraliz^
centraliza^
do de classificação
ciassificaçao e catalogação de livros.
livros, Vê-se,
vê-se, dessa forma,
"Instruções" tendiam para uma normalização e unificação *’
que as "instruções"
dos serviços através do sistema centralizado, amplamente divul gado naquele país. Citam-se as Câmaras
Cãmaras do Livro, Biblioteca
Nacional de Lenine,
Lenlne, Biblioteca Nacional de Literatura Estrangeira.
ÊÉ evidente que o programa centralizado em outros países
tendería
tenderia também para acordos entre editores e bibliotecários
ge^
rando projetos de "Catalogação na Fonte" além dos exemplos
dos
países citados. EÊ nosso intuito, porém, destacar o trabalho feito
no Brasil, apresentando um breve histérico, prosseguindo com
a
pretendida analise
análise ou avaliação do projeto executado por outras’
instituições fora das duas que se considera mais importantes.Câm£
importantes.Cãma^
ra Brasileira do Livro CS.P.) e Sindicato Nacional de Editores e
Livreiros CRio).
2.3

-

0 Programa no Brasil

2,3.1
2.3.1
câmara Brasileira do Livro CSP) - Verner Clapp, em seu ar^
tigo publicado no "Boletim da Unesco para as Bibliotecas" COpcit)
(Opcit)
refere-se com destaque ao trabalho iniciado em 1971 pela cãmara
câmara *’
Brasileira do Livro sob a coordenação de Regina Carneiro. Feliz mente, até hoje ela é a coordenadora do programa que se desenvolve muito
multo bem graças ã sua segurança e dinamismo.
cãmara Brasileira do Livro surgiu em julho de 1971 ’
A câmara
como resultado da proposta aprovada durante o 39 Encontro de Editores e Livreiros CS.P., 1970) e ratificada com o 49 Encontro (MG,
1971) .
Desde então, ela vem conseguindo maior número de edito res participantes, cobrindo a área do Estado de Sao
São Paulo,
o
maior parque editorial do País e outros estados próximos como Minas, Paraná e Rio Grande do Sul.
A partir de 1974, edita o anuário "Oficina de Livros" :
novidades catalogadas na fonte, apresentando índice de autores e ’
colaboradores, índice de Títulos, índice de editores e participan-

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tes. 0 último anuário de 78 registra 1.748 obras catalogadas. A
tualmente, congrega 102 editores
editores.ee já
já.catalogou
catalogou 9.416 obras. Ex
cluem-se, por enquanto, publicações periódicas e seriadas, mate^
mat£
rial audio-visual e publicações de caráter efêmero.De acordo com
as informações de Regina Carneiro, o último anuário ainda no pre^
pr£
lo apresentará as fichas com a normalização do ISBD,.
Snel - 0 Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Rio
de Janeiro) iniciou suas atividades alguns meses depois de a Câmara haver começado o seu trabalho, exatamente em novembro
de
1971. Congrega menor número de editores participantes, cobrindo
o Rio de Janeiro, Espirito Santo e editores esparsos de outros ’'
estados. Publicou de 1973 a 77 o Resumo bibliográfico (RB),
b^
bliografia brasileira corrente. Posteriormente, fez convênio com
a Biblioteca Nacional, para remeter aesta,
a esta, cópia das fichas catalogadas que são divulgadas na Bibliografia Brasileira da BN.
2.4

OUTRAS CENTRAIS DE CATALOGAÇÃO
CATALOGAÇSO E A CATALOGAÇÃO NA FONTE

A grande repercussão que a "Catalogação na Fonte" teve’
através dos dois programas liderados pela Cêmara
Camara e pelo SNEL, mo
m£
tivaram o uso da ficha catalográfica em publicações editadas por
orgaos oficiais tanto do poder público como de empresas privadas
órgãos
brasileiras e, especialmente, nas Bibliotecas Centrais Universitárias. Rarissimas
Raríssimas são, assim, as publicações oficiais brasileiras que não
nao apresentam a sua "ficha catalográfica" numa crescente conscientização da sua importância para a publicação em si, e
bi
na simplificação do trabalho catalográfico realizado pelos
b^
bliotecarios em todos os setores de atuação profissional.
Isto ficou evidenciado quando o deputado José Roberto '
de Faria Lima apresentou dois projetos de lei "o 19 de n9 1168 /
73 e o segundo n9 450/75 determinando a obrigatoriedade da
in
clusão da ficha catalográfica, respectivamente, no estado
de
Sao Paulo e em todo o pais.
país.

3 . AVALIAÇÃO DIDÃTICA
DIDÁTICA E RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL
A catalogação
catalogaçao na Fonte, como unidade de programa de ca

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maçao? E o que julgamos de grande importância, como contribui
ô
programa, se errado, para a organização dos serviços de bibliotecas do interior do Brasil? Sabemos que elas contam em sua grande
maioria, com bibliotecários para ver e corrigir os erros da ficha
impressa.
Para nao ferir os pruridos éticos
éticos*profissionais
profissionais muitos
dos exemplares recolhidos para estudo em aula, não divulgamos nes
te trabalho embora seja do domínio publico. Destacamos um apenas,
na suposição de nao ter sido feito por bibliotecário tal o contra
senso das informações alinhadas;
Ficha bibliográfica
Pimentel, Fernando Castim
Castlm
Souza, Inalda Rodrigues de
Machado, Nery
CURSO DE LIIERATURA:
LIEERATURA: literatura brasileira: conceitos
e
divisão; características dos "estilos de época"; dados biogrã
ficos dos principais prosadores e poetas; textos, la. edição.
Inojosa Editores. Recife, 1977. 172 págs.
pãgs.
Bibliografia
Testes de literatura brasileira.
CDD - B869.09 x
CDU - 82.869(81) x
X
refo rmulação total a esta
Os alunos fizeram uma reformulação
ficha
pois, ela está
esta errada desde a entrad
entradaa a descrição a começar pelo
titulo e sub-titulos
título
sub-títulos que nao sao
são os reproduzidos na pagina
página de ro^
to e a sequência
sequencia dos elementos não
nao eestã
Observa-se
stá correta. Ob
serva-se ainda,
a ausência da pista e notação
notaçao Inexat
Inexataa para o assunto.
assunt o .
Se uma ficha assim fosse colocada
c olocada num catalogo,
cat álogo, evidentemente recuperaria ou localizaria o livro pelos au
autores,
tores, mas
o
titulo poderia confundir ou tratar-se
título
tratar-s e de outro, porque
o
que
por que
aparece na página de rosto e;
é: "Liter
"Literatura
atura Brasileira
Brasileir a para o
29
grau e Vestibular". E o pior é que ssee fez uma ficha fora das nor-

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�r
268
talogação na Escola de Biblioteconomia («aUFBA,
ca UFBA, tem
despertado
muito interesse por parte dos alunos, face à participação
dos
mesmos na analise da ficha.
Na verdade, no estudo da sala de aula os objetivos
do
programa sao enfatizados, especialmente como os relacionou Alice
Principe Barbosa Copcit).
Copcít). São
Sao eles: a) contribuir para a uniform^
zaçao
zação da catalogação
catalogaçao em âmbito nacional; b) facilitar a recuperação e o intercâmbio de informações bibliográficas; c) criar cond^
çoes para a integração do Brasil no sistema internacional de con
o
trole de informações bibliográficas; d) facilitar, sobretudo,
serviço das bibliotecas do interioe do Brasil, carentes de mão de
obra especializada de recursos financeiros e de material. Ora,vêse, claramente, que esses objetivos sõ
so poderão ser atingidos
se
o processamento catalográfico produzido nas centrais de catalogaçao forem uniformes, padronizados e sobretudo, que a sua responsa
responsa^
bilidade fique evidenciada pelo registro de quem, entidade
ou
profissional, a elaboroi.
0 que temos visto contudo, ressaltando-se o
trabalho
das 2 centrais de catalogação citadas Ccom menor incidência de er^
ros) ê uma enxurrada de fichas com erros que são anotados frequen
temente: a) entradas erradas; b) colocação dos elementos da ficha
desordenada; c) ausência da pista; d) erros na determinação da no^
tação dos sistemas de classificação decimal; e) cabeçalhos erra dos ou incompletos,
ÉÊ lõgico que essas frequências de erros determinan conflitos no estudante e cerradas críticas
criticas dos usuários principalmen
te quando são eles pesquisadores e observadores da técnica biblio^
teconomica. Por que se cometem tantos erros? Não há uma segurança
de dados para se determinar os assuntos ou falta preparo profis sional? são
Sao bibliotecários que fazem as fichas de todos os livros
das editoras? Por que todas as fichas não são feitas pela CBL ou
SNEL? Essas perguntas geralmente são respondidas com certa habili^
habil^
nao ferir a ética profissional numa tentativa de salvadade para não
guardar os princípios e os fundamentos da técnica.
Esses erros sao avaliados pelos alunos em função dos o^
jetivos; notando-se também os de padronizaçao ou normalizaçao que
jetlvos;
impedem uniformidade da catalogação; será fácil recuperar a infor^

cm

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mas e-i!
e denomina-se
denomlna-se ficha
flcha catalogrãfica

4 - SUGESTÕES PARA UNIFORMIZAÇÃO
UNIFORMIZAÇSO
4.1 - Avaliação
Decorridos oito anos da implantação,
implantação do Programa "Catalo_
"Catalo^
gaçao na Fonte no Brasil", achamos que e tempo suficiente
gação
auficiente para se
fazer uma avaliação criteriosa por parte dos responsáveis das
2
instituições (CBL e SNEL), com a participação de professores e
bllotecarlos que lecionam ou chefiam seções de catalogação.
bliotecarios
4.2 - Divulgação
Faz-se mister dar maior divulgação das normas adotadas*
pela câmara e SNEL para elaboração da ficha.
4.3 - Responsabilidade
Exigência do registro de responsabilidade técnica ou au
aii
toria da ficha.
4.4 - Normalização
Designação da normalização adotada catalogrãfica CCAA
ou ISBD CM)
Cm) ou bibliográfica e indicação dos sistemas de classificação .
REFERÊNCIA BIBLIOGRÃFICA
1 - BARBOSA, Alice Principe
Príncipe -— Novos rumos da catalogação:
catalogação;
■
*’ ’orga
orga^
nlzação, revisão e atualizaçao
nizaçao,
atuallzaçao de Elza Lima e Silva Maia.
Mala.
Rio de Janeiro, BNG, Brasilart, 1978. 246p.
2 - BOLETIM MENSAL; SNEL. Rio de Janeiro, SNEL, 1974
3 - CARNEIRO, Regina - Câmara
Camara Brasileira do Livro. Catalogação
na fonte. R. Bras. Bibliotecon. Doc. 3 '(4/6):
&lt;4/6); 174-175,
abr./jun. 1974
^4 “-

PÖVOA, Neyde Pedroso - 0 centro de catalogação *’
e POVOA,
na fonte da Cãmara Brasileira do Livro; atividades
e

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�-270
270
perspectivas de cooperação. R. Bras. Bibliotecon.
Biblíotecon. Doc.
2C1/3); 62-79, jul./set. 1973.
2C1/3):

t

5 T CLAPP, Vetmer
Venner W. - Catalogaciõn
Catalogaclõn en publicacion;
publlcacion; um nuevo pr£
grama estadounldense
estadounidense de catalogaciõn
catalogaclõn previa a la publicaciõn con observaclones
observaciones referentes a alguns programas. B.
Unesco. Bibl.
Bíbl. Paris, 27
'2J_ CD?
CDs 2-11
2-11,, 1973.
6 - OFICINA DE IIVROS;
LIVROS: novidades catalogadas na fonte CCentro de
Catalogação na fonte, cãmara
câmara Brasileira do Livro) São Pa^
Pa£
lo, 1974.

SUMMARY
SÜMNART
Evaluating approach to cataloging
cataloglng in
In publications
publlcations program
in
Brazil emph.asizing
Brazll
emphasizing th.e
the two Cataloglng
Cataloging agencies: Câmara
Camara Brasileira do Livro CSP) and SNEL CRio).
(Rio).
Critical remarks on the way independent publishers adopt the caCriticai
taloging in publlcation.
publication. Proposals towards standards for cataloging.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <text> Mattos, Carmélia Regina de</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Curitiba</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>FEBAB &amp; Associação Bibliotecária do Paraná</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>1979</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
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              <text>Catalogação na publicação</text>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Abordagem em termos de avaliação do programa "Catalogação na Fonte no Brasil", destacando as duas centrais de catalogação: câmara Brasileira do Livro (SP) e Sindicato Nacional de Editores e Livreiros (Rio). Critica a adoção do programa por parte de editores avulsos, que não apresentam a ficha normalizada. Soluções para uniformização.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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