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                  <text>144

CDD 020.212
CDU 31:02

AVALIAÇÃO DO EMPREGO DA ESTATIsTICA
ESTATiSTICA EM
BIBLIOTECAS TECNO-CIENTIFICAS

MARIA ANGELA LAGRANGE M.REIS
Bibliotecária do CCS/UFRJ
Professora da USU e FEFIERJ

SÉRGIO DE SOUZA TELLES
SERGIO
Bibliotecário do IMPA/CNPq

RESUMO

Situação das es
estatísticas
tatisticas em ciência e tecnologia. Nor
No£
malizaçao
maliza
ção de definições e de Itens
itens empregados em formulários. 0
ensino da estatística aplicada
apl içada a bibliotecas como gerador de mu
profissional
danças na atuação profiss
ional do bibliotecário. Resultado de uma
amostragem
amostr
agem aleatória envolvendo
envo Ivendo quarenta e duas (42)bibliotecas.
Conclu
Conclui-se
i-se que ocorre uma conscientização profissional
oriunda
dos pr
próprios
óprios bibliotecários
bibliotecári os e não do universo em que atuam.

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13

14

�145
1

INTRODUÇÃO

Inlcialmente,
Inicialmente, foi realizado um levantamento bibliogrã
biblio grã
fico da literatura especializada
especiali zada em estatística
estati itica de bibliotecas
bibliote cas
e publicada no Brasil nos úl
últimos
Localizou-se
timos oito (8) anos. Localizou
-se
cinco (5) artigos (12 a 16); destes, apenas três (3) são oriun
or iun
dos de autores brasileiros e tema principal de seus trabalhos.
trabalho s .
Esta ffalta
alta de informação pertinente nos levou a extra
polar o assunto para as areas
áreas mais amplas da ciência e da tecno
tecn£
logia, como uma tentativa de aferirmos a posição da estatística
nesses universos
universos,, por serem as norteadoras dos métodos a serem
empregados pelos seus bibliotecários. Verificou-se quais as m£
didas tomadas at
atéi então para normalizar e coordenar a coleta de
dados estatistic
estatísticos
os necessários ao desenvolvimento de atividades
específicas em cciência
especificas
iência e tecnologia.
Sendo a estatística objeto de estudos diversos, eman£
eman^
dos em geral de organismos internacionais, . objetivando a racio^
racÍ£
nalizaçao dos itens e termos empregados, efetuou-se também, um
nalização
levkntamento bibliográfico visando o conhecimento de algumas"re^
levcintamento
algumas"rje
comendações" para normalizar este aspecto da estatística.
Outro fator considerado foi o ensino da estatística
para bibliotecários, com uma tentativa de ser aferido o conhec^.
conhec^
mento especializado destes profissionais.
Finalmente, através de uma amostragem aleatória col^
cole
tada por intermédio de bibliotecários atuantes em bibliotecas
bib1iotecasde
de
ciência e tecnologia procurou-se sondar quais os itens mais con
con.
siderados para aferições estatísticas.

2

LITERATURA ESPECIALIZADA

No Brasil,
Brasil Stumpf &amp; Saraiva (15) frisam que a compila
r
■ * 'i-iS-LUi
V»
_
^
ção regular diária.
diaria, mensal e anual deve ser um embasamento e£
e^^

cm

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stem
GereacUnictito

�h
146
sencial para se comprovar a eficiência e crescimento de uma
bi
blioteca, como possibilidade para comparação de bibliotecas. Lem
bram também a necessidade de serem seguidas as recomendações da
os
UNESCO para normalizaçao dos itens estatísticos e enumeram
principais tipos de estatísticas para bibliotecas.
Silva (13 e 14) em dois trabalhos apresentados, disco£
discor
re sobre diversas avaliações a serem efetuadas
efetuad as através da coleta
de dados estatísticos e estuda o movimento de
d e empréstimo e consulta de dez (10) bibliotecas universitárias subordinadas ãa Uni
Un^
versidade Federal de Pernambuco. Este estudo foi alicerçado
em
índices estipulados pelo autor.
Bo
A UNESCO (16) publicava periodicamente
period icamente uma seção no ^o^
letim de la Unesco para Ias bibliotecas para informar sobre a s^
tuaçao da estatística em geral — países, bibliotecas, normasnormas da
tuação
própria UNESCO.
Dias (3) nota a importância de uma determinada obra e£
tar presente em várias bibliotecas, como indicador de sua qualidade,
dad
e, um fator válido para a avaliação da mesma.

|P- |c

A metodologia estatística foi vista por Rza
Rzasa
sa (ll)como
ioteca.O au
au^
detectora
detec
tora de muitas das razões para frequência aã bibl
biblioteca.0
tor cconsiderou,
onsiderou, através de um questionário distribuido
distribuid o entre alu
al
razões
princ£
nos ddaa Purdue University que dentre as onze (11) razõ
es
princ
pais citadas como motivos para idas ã biblioteca, as de
número
um (1
(1)) e a sete (7) podem ser descobertas através de
metodologia eestatística.
statística. São
são elas — encontrar e ler material exigido pa
ra de
determinado
terminado curso, ler material para aperfeiçoamento
aperfeiçoamen to por con
ta pr
própria,
material
lei
Spria, ler por distração, tomar emprestado mater
ial para le^
tura posterior, pesquisar para trabalho a ser apresentado
pa
apresen tado ou p^
rraa um livro a ser publicado.
Nos Estados Unidos (8) a Comissão de Relatórios e Est^
Est£
tisticas da Medicai Library Associantion (MLA) publica com fretísticas
quência notas no Bul1etin
Bulletin da MLA. Tem como meta coletar e unifor
unifo£
mizar estatísticas de bibliotecas que possam ser comparadas com
as de outras bibliotecas. Entre os trabalhos almejados está o de

cm

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stem
GereacUracnt»

�147
desenvolver linhas de atuação
atuaçao e reunir uma relação
relaçao de termos
tatisticos e de definições para as bibliotecas biomédicas.
biomidicas.

3

es

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Em 1972, o Dr. Frank R. Pfetsch (10) da Universidade de
Heidelberg, Alemanha, foi comissionado pela UNESCO para escudar
estudar
a situação e os problemas da estatística relacionada ã ciência e
tecnologia no Brasil. Esta missão escava
estava incluída no contexto de
um projeto piloto visando o desenvolvimento de estatística em al^
a^
guns países latino-americanos selecionados anteriormente, nesse
mesmo ano, pelo Departamento de Estatística da UNESCO. Entre as
sugestões oferecidas escava
estava o treinamento e a educação da equipe
que iria coordenar os serviços especializados, o papel do então
IBBD como coordenador do projeto no Brasil e a assistência têcn^
ca proporcionada pela UNESCO. 0 IBBD ceve
teve uma participação ativa
nos escudos
estudos do Dr. Pfetsch que voltou no ano seguinte, quando m^
nistrou um curso sobre aplicação de estatística em ciência e te£
niscrou
ce£
nologia.
A turma era composta essencialmence
essencialmente de bibliotecários
e o objetivo do curso foi o de preparar pessoal para coletar
e
analisar informações para uma política científica enfatizando m£
m^
todologia e técnicas para iniciar e conduzir pesquisas,aplicando
codologia
conhecimentos estatísticos com o objetivo de analisar dados qua^
quan
titativos.
cicacivos.
Devido a mudanças de diretrizes seguidas pelo CNPq, o
projeto foi desativado. Mas, dele nos ficou a consciência de de^
d£
fasagem da aplicação de estatística em ciência e tecnologia
em
geral e em bibliotecas dessas áreas em particular.
t
Na biomedicina a estatística ê empregada regular e nojc
no£
mativamente devido ã atuação da Organização Mundial da Saude(0MS)
que, de cinco em cinco anos atualiza a codificação internacional
aprespde doenças.
ÊÉ a única área em ciência e tecnologia que aprese-ta
»
. • — i; »ta
w
uma normalizaçao
normalização estatística aceita por grande numero
número de países.
parses.

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�148
•*

ENSINO

Alguns currículos plenos dos cursos em nível de gradua
ção de biblioteconomia apresentam "estatística" como disciplina
optativa. Entre estes, podemos citar a Universidade Federal Flu
minense (UFF) e a Universidade
tJniversidade de Brasília (UnB) que no seu Cur
so de Biblioteconomia oferece a disciplina Probabilidade e Estatística.
tistica.
Em relaçao ao conteúdo da disciplina, hã um inconvenien
te a ser evitado: a teorizaçao
teorização exagerada da estatística, isto é,
e,
ausência de ensinamentos práticos. Tal situação provoca desinte
resse do aluno pela matéria.
Esta falta de motivaçao também ocorre em outras áreas,
tendo Feinstein (4) chamado atençao para que há mais de oitenta
(80) anos os próprios estatísticos tenham dúvidas sobre
quando
ensinar estatística para outros profissionais e também, em ^ que
nível deve a estatística ser ensinada —'segundo,
— 'segundo, terceiro,ou quar
to grau? Qual a orientação a ser dada a este ensino?
Snfase em
"teoria" ou"prática"? Qual deve ser a formaçao do professor? Ba
se principalmente de estatística, matemática ou familiaridade com
as aplicações da estatística? Um relatório apresentado por Theodore Colton e citado por Feinstein,op cit, nos informa que trin
ta e cinco por cento (35%)
(35Z) de professores entrevistados em facul
dades de medicina consideraram que a maioria dos estudantes con
siderava o curso de estatística com desagrado ou aborrecimento.
Tais sentimentos sao
são compartilhados pelos estatísticos que responderam a um questionário durante uma conferência sobre estatís
tica médica realizada na Inglaterra em 1971 (4). No ítem"Como de
ve a estatística ser ensinada aos alunos (de medicina)" assinal£
assinala
ram "Não deve"
deve"..
Mas, ex
existem
istem diversas alternativas para este dilema.As
sim, uma das solu
soluções
ções é que a estatística conste do currículo em
nível de segundo grau para dar um embasamento geral e que conhe^
cimentos posterio
posteriores
res sejam adquiridos no último período do curso
iblioteconomia, quando o aluno já tiver conhe
de graduação
graduaçao de bbiblioteconomia,

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CiercacUnicnto

*

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14

�149
cimentos profissionalizantes adequados para uma aplicação da e£
tatistica aprendida. Outra solução é a disciplina ser ministrada
como curso de extensão. Poderá então entender o valor da estati£
estatis
tica como instrumento de avaliação de tarefas executadas,da atu£
atua
ção da biblioteca e de aperfeiçoamento.
A situação atual nos leva a considerar que talvez a
falta de conhecimentos estatísticos leve certos bibliotecários a
nao perceberem toda a potencialidade do conteúdo dos dados cole^
colje
racionalmeii
tados ou possiveis de serem coletados permanente e racionalme^
te .
te.
Os procedimentos metodológicos devem compreender:
1.

Métodos para estipular e conduzir pesquisas

2.

Métodos para reunião e apresentaçao
apresentação de dados

33..

Métodos para aqalisar os dados para determinar
associações, fazer comparações e tirar conclusões .

ignifica que o estudo da estatística parabiblio^
0 que ssignifica
parabibli^
tecários deve ser criativo, adequado a situações
profissionais
teórico
ico sem exageros, visando um objetivo definido.
pertinentes, teor

5

NORMALIZAÇÃO

A normalização de estatísticas em bibliotecas tem sido
objeto de vários estudos a ponto de gerar uma seção no boletim da
UNESCO (Cap.2). Este mesmo organismo internacional elaborou uma
recomendação em 1970 que foi seguida de resoluções diversas e de
complementaçoes resultantes de trabalhos da International Standard
Organization (ISO) e da International Federation of Library Ass£
Asso
ciations (IFLA).
A parte dedicada a definições ée bem extensa refletindo
a preocupação com a possibilidade de interpretações duvidosas.

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�150
0 problema das definições es
estatísticas
igualmente
tatisticas foi
igualmente
indicador
sua
visto por McCarthy (7) como um indicad
or que se destaca por
por
sua
falta de precisão,
precisão. Segundo este autor, nunca se sabe o sentido
sentido de
de
"um volume" nem se pode avaliar a util
utilidade
idade dos mesmos.
Nao há
ha dúvida
duvida que as definições devem ser simples, ser
vindo de diálogo entre bibliotecários e usuários. 0 emprego da ter
minologia técnica é importante e não conflitante com uma linguagem natural
natural..
atenta para a normalização de estatísticas
A MLA atanta
como
possibil
possibilidade
idade para obtenção de uma coleção permanente de dados,um
banco de dados nacional para as bibliotecas. Este é o objetivo fi
nal cuja
cujass metas sao
saoaa identificação e relação
relaçao do universo das biblioteca
bliotecass biomédicas nos EEUU e, um relatório continuado
deste
universo.
universo

6

COLETA DE DADOS ESTATÍSTICOS

Tem sido uma constante nos úúltimos
Itimos encontr
encontros
os de bibli£
biblÍ£
tecários e cientistas da informação a queixa de muit
muitos
os expositores sobre a falta de dados estatísticos
estatístico s para um melh
melhor
or embasamenSentimoss também a fal
falta
ta de análise
to dos trabalhos apresentados. Sentimo
outras
dos dados reunidos. A ausência de dados
dado s tem ocorrido em
áreas.
Lima (6) clama por dados estatísticos ou
atualizaçao
dos mesmos, tendo de apresentar quadros estatísticos com
"dados
estimados" e publicar uma obra já defasada ao ser editada.
Alves &amp; Silva (1) enfocam a falta de análise de
dados
coletado s em relação ao uso do material e frequência ãs bibliot£
coletados
cas consideradas,
cons ideradas, fazendo com que os estudos realizados ate
até então,
puramentee quantitativos, não espelhassem os hábitos e atitudes dos
purament
usuários.
usuário
s
Procurando sondar a situaçao
situação atual da coleta de

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dados

�151
estatísticos, distribuiu-se um questionário entre sessenta (60)
bibliotecários, representantes de.bibliotecas em ciência e te£
nologia. Visou-se principalmente os dados relativos ã seçao de
eirculação dessas bibliotecas.
Circulação
Foi uma amostragem aleatória de um universo a ser po£
(45) questionários
teriormente melhor examinado. Quarenta e cinco (45)questionários
terem
foram respondidos, tendo sido três (3) inutilizados por
suas respostas prejudicadas.
e
As respostas aproveitadas foram oriundas de vinte
tre
sete (27) bibliotecas de instituições de ensino superior, de tr^
ze (13) biomêdicas
biomédicas e de duas (2) tecnológicas.
A pergunta sobre quem determinara os tipos de formula
formula^
rios empregados foi respondida que pela:
"equipe de biblioteca"
- 13
"responsável pela biblioteca"
- 19
"responsável pelapela Seçao de Circulação"
Circulação"-- 3
"comissão da biblioteca"
- 7
0 Item
item relativo a frequência da coleta de dados
respond ido:
respondido:

foi

"diariamente"
-36
iariamente"
- 6
"determinadas horas diariamente"
d
em
Todas as bibliotecas responderam
respond eram afirmativamente
relaçao ãs coletas clássicas
relação
classicas de consulta
consul ta e empréstimo de livros,
livros.
dados sobre
sobre consultas
consultas
Já trinta e nove (39) responderam coletar
cole tar dados
nalam
o
movimento
de con
de periódicos e vinte e sete (27) assi
assinalam o movimento de
con
sultas e folhetos.
As verificações de livros consultados ou emprestados
e editados em determinada ocasião não são feitas,
como pelo
título do livro ou quais os títulos menos procurados. Estas v^
rificaçoes sao realizadas em bibliotecas norte-americanas.
Pela determinação dos formulários empregados sentiu-se
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*

ii

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13

1

�152
que ainda há
hã falta de espírito de equipe entre os bibliotecários.
A resposta de que sete(7) formulários foram elaborados pela comis
sao da biblioteca (geralmente composta do bibliotecário-chefe
bib1iotecário-chefe e
profissionais da área a que a biblioteca éá ligada) surpreendeu^
surpreendeu pe
lo caráter de irregularidade que marca estas comissões.
0 fato de col
coletas
etas em determinadas horas serem executa
das apenas por seis (6) bibliotecas explica-se pelo movimento in
tenso que ocorre nessas bibliotecas.

7

CONCLUSÃO

A estatística não pod
podee ser considerada como instrumento de avaliação de serviços de bibliotecas científico tecnolõgi
tecnológi
cas no status em que se encontra,
encontr a, pois falta uma visão analítica
da estatística realizada.
Geralmente, a coleta de dados estatísticos á feita au
tomaticamente, sempre havendo incidência de alguns itens (volumes, número de leitores, assunto) e desconsideração de outros(for
outros(fo£
maçao dos usuários, edição e título dos volumes emprestados,títu
los de periódicos). Nota-se a ausência de definições; os cabeça
Ihos dos formulários prestam-se a diversas interpretações.
Algumas bibliotecas centrais precisam iniciar a coord£
nação dos serviços relacionados a estatísticas e realizados nas
bibliotecas da rede bem como normalizar as coletas estatísticas.
Entretanto, deve ser permitida uma certa criatividade das bibli£
tecas que fazem parte da rede. Esta criatividade almeja uma ha£
har
monia global sem perda da notação de dados específicos que costu
mam caracterizar algumas bibliotecas.
A conscientização por parte de muitos
bibliotecários
tem provocado uma normalizaÇao
normalizaçao de formulários estatísticos. Isto
acontece já em caráter executivo, como no caso da rede de biblio
tecas da Universidade do Rio Grande do Sul (URGS) ou em
etapa

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stem
GereacUracnt»

�153
preliminar de estudo do problema, como estã
esta ocorrendo no Núcleo
de Documentação da Universidade Federal Fluminense (UFF). Esta
atuaçao tem sido originaria
originária dos proprios
próprios bibliotecários e não
e um resultado de necessidades do universo onde atuam,ainda não
estruturado neste campo.
É preferível que os cursos
cu rsos de estatística
estatistic a sejam opt£
tivos ou de extensão mas voltado
voltadoss para a aplicação d a estatisti
estatísti
ca a realidades
não como gerad
gerador
r ealidades bib1ioteconômicas
biblioteconômica s e nao
or es de conhe^
ciment os puramente teóricos,
cimentos
teóricos. Dev
Devee ser levada em cons
co ns ideração a
grande força emanada da motivaçã
motivaçaoo do aluno através d a possibil^
dade de
d e uma aplicaçao
aplicação quase imediata
imed iata dos conheciment
conhecime nt os práticos
adquir idos .
adquiridos.
Concluindo-se, espera-se
esper a-se que a dinâmica dos bibliot£
cários interessados, conscientes
conscient es das falhas existentes e da
d a im
portância da estatística como instrumento de avaliação de servi
ços de bibliotecas, supere a situaçao
s ituação atual.

8

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Avaliação do emprego da estatística em bibliotecas tecno-científicas</text>
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              <text> Telles, Sergio de Souza</text>
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              <text>Situação das estatísticas em ciência e tecnologia. Normalização de definições e de itens empregados em formulários. O ensino da estatística aplicada a bibliotecas como gerador de mudanças na atuação profissional do bibliotecário. Resultado de uma amostragem aleatória envolvendo quarenta e duas (42) bibliotecas. Conclui-se que ocorre uma conscientização profissional oriunda dos próprios bibliotecários e não do universo em que atuam.</text>
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