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CDU 02:174:304 (81)

BIBLIOTECONOMIA BRASILEIRA - UM PROBLEMA DOS BIBLIOTECÁRIOS

MARIA ISABEL SANTORO BRUNETTI
Professora de Administração e Organiz£
ção de Bibliotecas da Escola de Biblio
teconomia e Documentação de São Carlos.
Bibliotecária da Biblioteca do

Campus

de Araraquara, da Universidade

Est£

dual Paulista "Júlio de Mesquita

t

.

Iho".
Membro do Conselho Federal de Bibliot£
Bibliote^
conomia.

valería de
DE assumpção
ASSUMPÇÃO pereira
PEREIRA da
DA silva
SILVA
Bibliotecária da Biblioteca do Campus
de Araraquara, da Universidade

Esta^
Est^

dual Paulista "Júlio de Mesquita

F^

Iho".

RESUMO
0 presente trabalho aborda o problema do "status" so
s£
ciai do bibliotecário brasileiro. Analisa em linhas gerais o com
portamento do profissional e propõe uma modificação coletiva

de

atitudes profissionais visando uma unidade de

n£
n^

ação a nível

cional.

cm

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gentilmente por:

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Sc a n
stem
st
em
I Gereaclanmta
Gereaclanent»

11

12

13

14

�12
BIBLIOTECONOMIA BRASILEIRA - UM PROBLEMA DOS BIBLIOTECÄRIOS
BIBLIOTECÁRIOS
1- INTRODUÇÃO
IUm país em desenvolvimento como o Brasil, que está assistindo a
uma brusca transformação
transformaçao político-social, economica, técnico-cientí
técnico-científ^
ca, precisa realmente de uma infra-estrutura cultural e

consequent^

mente de uma política de informação,
informaçap, de Biblioteca e de

Documentação

que condicione o tao
tão almejado controle bibliográfico nacional.
Para atingirmos esse objetivo é necessário que os profissionais
ligados a área da informação sintam a necessidade e a

responsabi1id£
responsabilid^

de social a que está vinculada esta proposta.
Sõ conseguiremos um trabalho significativo a nível nacional
SÓ

se

efetivamente dermos nossa cota como parte do sistema. Nossa participa
çao pode ser analisada sob dois aspectos:
ção
aspectos;
a) A instituição Biblioteca
b) 0 profissional bibliotecário
Em qualquer tipo de biblioteca que estivermos atuando é
cindível o estabelecimento de um trabalho integrado com: a

imprej^
impre^
Institu^

ção a qual a Biblioteca está filiada e com outras Bibliotecas, princ^
palmente as do mesmo tipo.
Da integração á que depende a tao sonhada Política Nacional

de

Informação, e essa será a infra-estrutura para estabelecimento do si£
tema.
E evidente que o elemento que condiciona o trabalho integrado i
o bibliotecário, que, consciente desse objetivo, deve fixar o

inte£

câmbio entre as entidades. Portanto, na realidade, o trabalho da
cambio

In£
Ins^

tituição Biblioteca nada mais á,
é, do que o reflexo das atitudes,
ciativas, programações, etc, què
que o profissional bibliotecário se

pr£
pro^

põe a desenvolver.
Concluímos daí que todo o problema da nossa Biblioteconomia

cm

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gentilmente por:

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^ca
R stem
st e m
Oereaci*
Crereflclanento
mento

11

12

13

se

14

�13
concentra no profissional bibliotecário.
cúncentra
0 Bibliotecário, como um profissional que atua isoladamente
numa instituição, mesmo que consciente e responsável pelo seu tra
balho, está beneficiando especificamente essa entidade. Porém

se

ele estiver aberto aos problemas da sua classe profissional,

se

estiver sensível a responsabilidade a que sua Biblioteca

desempe^

nha no contexto social ele poderá beneficiar a naçao.
Nesse sentido é5 que chamamos a atençao dos colegas,
que nossos trabalhos, nossas atividades sejam voltadas para

para
essa

contribuição: cada um de nós é um elemento-chave na Biblioteconomia brasileira, portanto os problemas dessa Biblioteconomia

sao
são

nossos e só nós poderemos resolvê-los.
Nada mais útil aqui, do que uma rápida análise sobre:
- o nosso trabalho propriamente

dito,

- as nossas atitudes em relação a colegas de profissão e
- a nossa responsabilidade social a nível de comunidade

,

municipio, estado e principalmente país.
2- ANÄLISE
anAlise de
DE atitudes
ATITUDES
É realmente o momento de nos posicionarmos em relação
relaçao ã pr£
fissão que exercemos, e para isso colocamos as seguintes

quej^
que£

tões :
- Estamos satisfeitos com a nossa produção?
- Esse é o limite da nossa capacidade de trabalho?
- Não temos condições de produzir mais?
- Ou falta vontade para isso.
Para respondermos^isso necessariamente devemos fazer

alg^

mas anális
anã 1is ees:
s:
2.1 - Is
Isolamento
o 1 amento
Essa atitude, muito bem estudada por A. Miranda (10),é

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stem
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12

um

13

14

�14
fato concreto entre os bibliotecários. Somos uma

classe

, que se

preocupa apenas com a Instituição onde desenvolvemos nosso trabalho.
Assistimos, por exemplo, os seguintes casos:
casos;
~Bibliotecas Universitárias que só abrem suas portas para os
“Bibliotecas
elementos da própria Universidade, o público da municipalidade

não
nio

tem acesso ã coleção;
-acervos de periódicos que nao podem ser emprestados, ãs

v£
-ve_

zes, nem mesmo para uma cópia xerografica;
xerogrãfica;
-bibliotecários que nunca efetuaram um serviço de " Emprésti
mo entre Bibliotecas";
-e outras situações que preferimos não registrar.
Sentimos que o dever social da Biblioteca está seriamente

pre

judicado e vem repercutindo na imagem do profissional, que se traduz
na interpretação de que o bibliotecário é um elemento estático,

que

permanece fechado entre as quatro paredes da Biblioteca e preso

as

atividades de rotina, principalmente ao processamento técnico da

c£

leçao (o famoso fazedor de fichinhas).
leção
"Os nossos críticos mais agudos costumam acusar as nossas

B£
Bi

bliotecas e congêneres de serem "fechadas", elitistas, preferenciais,
isoladas do contexto em que devem atuar e excessivamente

voltadas

para os serviços meios que se transformam em seus próprios fins ( n£
tadamente os processos técnicos, a burocracia e a vigilância e

pr£

servaçao do patrimônio)" (11).
Realmente, o que temos apresentado para modificar essa imagem?
Quantas sao as Bibliotecas que já implantaram pelo menos um

Serviço

de Referência?
citamos esse serviço porque acreditamos ser o principal objet£
Citamos
vo da Biblioteca o atendimento ao usuário, e,
e^ um usuário bem

atendi

do êe o melhor propagandista da Biblioteca.
Notamos que mesmo realizando outras tarefas, o

cm

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Oe reads ncnto

11

bibliotecário

12

13

14

�15
nao tem conseguido modificar a figura que representa. Esses "
tros serviços" não
nao estão sensibilizando ou atingindo

ou

diretamente

o usuário, a ponto de alterar o conceito que ele tem sobre

esse

profis sional.
profissional•
Qual seria então, o real motivo dessa situação? Se entre os
próprios bibliotecários existisse uma interação, onde

houvesse

troca de experiências
experiencias «de
•e de informações, divulgação de novas
cas , poderiamos chegar a um

ticni
técni

consenso e a definição de padrões

objetivos. Teríamos também atitudes profissionais coletivas

e
que

concretamente favoreceriam uma reestruturação no nosso status

so_
so^

ciai .
ciai.
2.2 - Bibliotecário x Usuário
Através da observação dos trabalhos rotineiros da

Bibliote^
Bibliot£

ca, principalmente o atendimento ao usuário, verificamos que
pendendo do grau de relacionamento que os bibliotecários

de
de^

mantem

com seus leitores, oferecem melhor nível de informação ao solicitante. Vejam: numa Biblioteca Universitária onde o

Bibliotecário

mantém constantes contatos com, por exemplo, cinco

professores

porque estes são
sao os que mais assiduamente frequentam a

Bibliot£

ca; automãticamente,
automaticamente, o bibliotecário fica conhecendo as

áreas

de interesse desses docentes, suas necessidades e o nível de

in

formação que procuram (um relacionamento frequente leva a isso).
Consequentemente

a esses usuários é oferecido um melhor serviço,

ou seja, a informação precisa, concreta e mais rápida.
Concluímos que o conhecimento do usuário é condição

fund£

mental para o bom atendimento. E esse conhecimento só se concret^
concreti
zará
zarã se o bibliotecário estiver consciente disso, como

necessid£
necessida^

de fundamental, para desenvolver sua programação
programaçao de serviço.
De acordo com Coelho Neto (2) "o receptor estimula a
ao precisar de uma informação e utiliza-a conforme seus
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Sc
an
sí
stem
em
Gerenciamento
Gcrvoclannito

11

12

fonte

próprios

13

14

�16
interesses". Portanto, a Biblioteca precisa condicionar o conhecimen
i;"
"
'
to desses interesses.
Â atividade de montagem do perfil do usuário, a análise e
A

a

adaptação dos serviços que a Biblioteca oferece ãs suas necessidades
exige do profissional bibliotecário:
- grande responsabilidade;
- consciência e crença no trabalho que vai desenvolver

e

posteriormente oferecer;
- uma abertura quanto a possíveis mudanças e adaptações

em

seus serviços e, principalmente, um posicionamento de firmeza na

d£

cisão, açao e divulgação de seus serviços.
0 profissional consciente dos problemas atuais da Bibliotecono
mia precisa certamente de uma mudança de atitude, no sentido de

res

tabelecer seus objetivos profissionais, redefinir seus meios e proce
dimentos para atingir os objetivos e mais ainda acreditar na sua

ca

pacidade profissional.
Bibligtecário x Bibliotecário (descrédito ãs
às iniciativas de c£
2.3 - Bib1igtecário
legas)

'
Esse aspecto já apresentado pelas bibliotecárias Angela B.

L.

Farias e Lígia M. Silva (5) tem nos preocupado bastante.
Nosso trabalho, na realidade, não vem sendo reconhecido por au
toridades, outros profissionais, e ãs vezes até pelos usuários,
rêm, nao podemos permitir que as novas propostas sejam
rém,

p£

desacredita
desacredit£

das pelos próprios colegas,
Todo estímulo deve ser dado a qualquer iniciativa bibliotecon£
mica, e se discordarmos de algumas proposiçoes, e isso ée muito

pos£

tivo que se faça, devemos contrapropor soluçoes;aí estaremos efetiv£
mente mantendo uma colaboraçao e integração a nível de classe profis_
profÍ£
sional..
sional
Quantos bibliotecários

cm

nao devem ter desacreditado no TAÜBIP?
TAUBIP?

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Sc a c
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12

13

14

�17
No entanto, isso se tornou realidade, não apenas porque prefeitos e
autoridades de São Bernardo do Campo despenderam recursos e

acred^

taram no sucesso do sistema a ser implantado, mas,sim,
mas sim, porque
equipe de bibliotecários apresentou um projeto propondo uma

uma
automa
autom^

ção dos serviços de Bibliotecas aproveitando e aplicando
çao

racional^
raciona^^

mente os recursos e canalizando-os em sentido objetivo e

concreto

de: oferecer o melhor serviço possível no menor espaço de tempo

e

para um maior número possível de usuários.
Hoje o TAUBIP áé oferecido a todas as Bibliotecas públicas

Bras^

leiras (III Encontro de Bibliotecas Públicas e Escolares do

Estado

de são Paulo e o V Encontro de Bibliotecas do Interior do

Estado

de são
Sao Paulo)»
Paulo).
Será que ao lado de toda problemática financeira, da

conscient^

zação de autoridades e da população,
populaçao, em relaçao ao valor e importaii
cia da Biblioteca, também nao
não nos deparamos com um profissional ap^
apâ
tico, isolado, ãs vezes egoísta e até desinteressado em relaçao:
- ã carreira profissional dos colegas bibliotecários?
- aos caminhos das nossas entidades de classe?
- e aos problemas biblioteconômicos
bib1ioteconômicos nacionais?
Terlamos uma série de situações para exemplificar esse problema,
porém vamos nos deter apenas em mais uma, a qual julgamos muito

se^

ria: infelizmente ée um fato concreto que Bibliotecários chefes de signam oficialmente para substituição pessoas nao habilitadas,

£
^

brindo precedentes, a ponto dessas pessoas até
ate ficarem definitiva mente nestes cargos, quando os chefes se aposentam. Isso em

entid^

des que possuem outro bibliotecário. Situaçao essa que revela muito
bem a falta de confiança entre colegas de profissão.
2.4- Desconhecimento da entidade Biblioteca pela populaçao
- Ja
Já afirmamos que: um usuário bem atendido ée o melhor
dista da Biblioteca, mas nao podemos depender só disso.

cm

2

3

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stem
GereacUracnt»

propagan
Primeiro

�18
porque nem sempre isso acontece, segundo porque ele divulgaria

a

Biblioteca numa comunidade muito restrita
Muito oportuno seria lembrar a frase da colega Márcia Cruz:
"...0 grande público nao conhecendo as vantagens de uma biblio
teca, deixa de reivindicã-la
reivindicá-la junto ãs autoridades". (3)
Consequentemente, é responsabilidade total nossa (biblioteca rios) a divulgação do que é Biblioteca, o que essa entidade ofere^
ofer£
ce ou pode oferecer 5á comunidade, etc.
Para isso sugerimos que através da ABEBD
ÂBEBD e das Entidades
Classe fosse estudada a possibilidade de uma campanha
visando, não
nao s5
sõ a divulgação, mas também uma melhor

de

unificada
conscientiz£
conscientiza

çao e utilização de nossas Bibliotecas pela população.
E que, os problemas das nossas Bibliotecas, principalmente

da

Biblioteca Pública Municipal, comecem a ser problemas do povo.

3- PROPOSTA
- Considerando que nossa area
área de atuação é num município do In
terior do Estado de São Paulo,
- Considerando que, por esse motivo, sentimos que dentro de

_uu

ma mesma cidade as informações se desencontram,
- Considerando que as Bibliotecas não
nao desenvolvem nenhum trab^
traba
Iho integrado, em benefício da comunidade,
- Considerando que os profissionais também nao apresentam

um

bom índice de interação,
- Sentimos a necessidade de propor:
19 Que os profissionais façam uma reflexão em relaçao
relação ao

seu

trabalho frente a classe e aos problemas da Biblioteconomia Bras£
Bras^
leira.
29 Que cada um decida estudar uma maneira de integrar sua

Bi

blioteca numa Política Nacional de Informação.

cm

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CiercacUnicnto

11

12

13

14

�19
Conscientesdisso nós apresentamos uma pequena contribuição
qne, se aprovada, poderá ser mais profundamente desenvolvida
que,

,
e

ate aplicada, como projeto piloto, em algum município:
até
Sentimos que, em hipótese alguma nosso trabalho pode

continii
continu

ar isolado; portanto, o fortalecimento da Biblioteca Nacional

co

mo a entidade que efetivamente controla toda produção Bibliogrãfi
Bibliográfi
ca Nacional e a possível coordenação, por parte dessa mesma

ent^

dade de um intercâmbio de informação entre todas as

Bibliotecas

Brasileiras visando atingir concretamente o controle

bibliogrãf^
bibliográf^

co seria, a nosso ver, a única solução.
CO
É evidente que respeitamos aqui o excelente trabalho das redes
e sistemas de informações existentes, como: BIREME, BINAGRI
BICENGE, IBICT, etc. A Biblioteca Nacional continuaria

,

atuando

nas áreas em claro, onde efetivamente não há controle.
Exemplificamos, através de uma comparação de trabalho que

uma

Biblioteca realiza isoladamente e o que poderia ser realidade

se

existisse um vínculo das Bibliotecas de um município com um sist£
siste^
ma nacional.
Ao nosso ver a Biblioteca Pública Municipal poderia, além

de

executar suas tarefas normais, exercer as funções de elemento
ligaçao entre as Bibliotecas do Município, as Bibliotecas

de

Estadu
Estad^

ais e a Biblioteca Nacional.
Em municípios onde não existe Biblioteca Pública essa atividade poderia ser exercida por outro tipo de Biblioteca ou pela

Bi^
B^

blioteca Pública mais próxima.
Para a descrição das atividades das Bibliotecas haveria

nece^^
nece£

sidade de um estudo muito mais aprofundado, porém gostaríamos
exemplificar nossa proposta num rápido quadro objetivando

de

anal^

sar a idéia , que, se aceita poderá ser posteriormente detalhada.
No quadro a seguir temos de um lado uma de nossas
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Scan
k System
sí em
C.ereaclaro«nto
Gerencia
ncnto

ysjjULiJ 11

Bibliotecas

�20
jã existentes e do outro a Biblioteca Pública Municipal que exerc£
jS
ria o controle a nível municipal. Essa teria acumulada as suas

^

tuais funções, além das que estamos propondo.

cm

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3

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I 2c a n
stem
I CiercacUnicnto

II

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13

14

�BIBLIOTECA municipal
MUNICIPAL CONTROLE
biblioteca
controle

�22

cm

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gentilmente por

^Scan
Ciemclanento

ÉÊÊÍÍ2
”

12

13

14

�E outros trabalhos que mereceríam melhor estudo; porém

23
desses

trabalhos queremos destacar um que seria uma atividade unificada:
programaçao cultural integrada,ou seja,,
Desenvolvimento de uma programação
seja,;
por exemplo, um município a tal ponto interligado em suas programações culturais, que entidades como:
- Comissão de Arte e Cultura
- Biblioteca Pública
- Bibliotecas universitárias, escolares, infantis, e outras
- Clubes de serviços (Rotary, Lions, etc.)
- Clubes recreativos e Sociais
- Casa do artista - Grupos teatrais, etc.
poderíam, orientados e auxiliados por bibliotecários, que

est^
esta^

riam integrados num objetivo comum, melhorar o nível cultural

do

povo brasileiro, desenvolvendo um único plano de atividades, onde
pelo menos uma vez por mes, aquele município tivesse uma

grande

promoção e onde cada entidade promovería um tipo de atividade. l£
Is
to seria programado de acordo com interesses da coletividade
diferentes locais e o município seria beneficiado nos

em

seguintes

aspectos:
- haveria constantemente uma atividade cultural,
- as promoçoes seriam melhor organizadas e programadas,
- as promoçoes seriam realizadas cada vez em um local

diferen^
diferen

te, permitindo assim a divulgação e promoção de todas as

entida
entid£

des..
des
Alem de outras considerações uma, talvez das mais significativas, seria termos Bibliotecários como elementos divulgadores

da

cultura num trabalho de íntegraçao com a comunidade.

4- CONCLUSÃO:
Gostaríamos que
(}ue desse Congresso o bibliotecário brasileiro
Digitalizado
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se

�24
_
definisse em relaçao a sua participaçao e colaboraçao efetiva dian
te do Sistema Nacional de Informação.
Informação,
Nossa proposta insiste numa mudança coletiva de atitudes profi^
profÍ£
sionais que proporcionará ã classe de bibliotecários uma

unidade

de açao a nível nacional.
"Mas, para que tal fato ocorra é necessário que esse

profissÍ£

nal tenha sensibilidade para mudança e esteja preparado tecnicamei^
tecnicamen
te para exercer as novas funções decorrentes da evolução

histõr^
histõri^

ca .
Assim, para que possa ocupar seu lugar, deverá ser sempre
profissional aberto ãs novas idéias e métodos, de forma

a

um
poder

atender ãs novas e maiores exigências inerentes ao trabalho com

a

informação" (4).

ABSTRACT
The presente study deals with the problem of the social status
of Brazilian librarian.
Is general terms it shortly analyses the conduct of the
professional worker and recommends a collective modifications

of

pr of es s i ona 1 ''a 11 i tude s having in mind a uniformai actions through
professional'attitudes
out the nation.

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Digitalizado
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Scan
k sí em
Ciereaclaro«nto
Gerencia
nento

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Trab.
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cm

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stem
sí
em
I Gerencl
C*ereaclaniaro«nt
CTIto

12

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cm

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Sy st
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GereacUracnt»
Ciereoclannita

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Documentação&#13;
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Brunetti, Maria Isabel Santoro </text>
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              <text> Silva, Valeria de Assumpção Pereira da</text>
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          <name>Coverage</name>
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          <name>Date</name>
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              <text>O presente trabalho aborda o problema do "status" social do bibliotecário brasileiro. Analisa em linhas gerais o comportamento do profissional e propõe uma modificação coletiva de atitudes profissionais visando uma unidade de ação a nível nacional.</text>
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