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                  <text>Modelo 1
XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
22 a 24 de julho de 2015

Resumo expandido

ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO: CONSTRUINDO UM SITE PELO
PRISMA DE UM BIBLIOTECÁRIO ARQUITETO

Priscila Rodrigues Campos, Licencianda em Biblioteconomia (2015.1), pela
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, Formada como
Tecnólogo em Design Gráfico (2006.1), pela Universidade Estácio de Sá UNESA. priscilacampos0302@gmail.com

Palavras-chave: Arquitetura de Informação;
Acessibilidade; Interação Humano Computador.

Bibliotecário;

Usabilidade;

Introdução:
A tecnologia é só um meio e não um fim, ela deve ser usada de modo a
facilitar a vida do usuário da informação. Para usarmos a tecnologia devemos
trabalhar com valores humanos, entender o que se passa nos pensamentos do
usuário, nos colocarmos por diversas vezes no lugar dele, Com o objetivo de
simplificar o uso da informação sem perder a qualidade do serviço. Com um site
na web não é diferente, várias ferramentas são utilizadas na construção de um
ambiente virtual no qual o cliente, (usuário) é o foco de toda criação, tudo deve ser
pensado diretamente para ele, a Arquitetura de Informação utilizada como
ferramenta para um Bibliotecário, vem trazendo um novo olhar organizacional
sobre o ambiente web.
Este artigo trata especificamente de apresentar as ferramentas e conceitos,
que darão base para o pleno funcionamento da Arquitetura de Informação pelo
prisma de um Bibliotecário Arquiteto, como ela (AI) se comporta em sua total
interdisciplinaridade, trabalhando em conjunto com o Design e o Desenvolvedor.
Serão apresentados o passo a passo da construção de um site no ambiente web,
e como o profissional Arquiteto da Informação é importante e fundamental para o
sucesso de um projeto.
Segundo Titão e Viapiana (2008), o princípio do século XXI traz um grande
marco, a sociedade é chamada agora de “sociedade do conhecimento” por conta

�da globalização. A internet, que para muitos trata-se de um mundo ainda inóspito,
mostra-se a cada momento como um “eldorado” para algumas áreas, este cenário
se apresenta bastante convidativo para os profissionais de informação, visto que
em sua formação desenvolve competências e habilidades referentes ao uso e
disseminação da informação, seja registrada em
livros ou periódicos e,
atualmente, em ambiente digital.
Metodologia:
A metodologia utilizada para esta investigação foi de natureza bibliográfica,
pois recupera o conhecimento científico publicado sobre o tema e aplicada pois
estabelece o passo a passo na organização de um site por um Bibliotecário
arquiteto de informação. Adota a abordagem qualitativa uma vez que os dados
obtidos são avaliados indutivamente.
Resultados e Discussão:
Segundo Agner e Silva (2003) o Arquiteto de Informação é o profissional
dedicado a tornar as informações mais compreensíveis e de forma ordenada,
diante disto, o profissional que tem em sua formação competências que o tornam
aptos a organizar, classificar, disseminar e recuperar a informação é o
Bibliotecário, sendo eficiente na entrega do serviço. O Arquiteto deve possuir
senso crítico e estar ligado em diversas áreas para ampliar o seu conhecimento
junto a (AI), ele deve interpretar tarefas, conhecer novas tecnologias, saber como
funcionam os procedimentos junto aos seus parceiros de Design e Desenvolvedor,
pois este profissional não trabalha sozinho.
Devemos salientar, que não é obrigatório que um Arquiteto de Informações
seja um Bibliotecário, mas mostrar esse ponto como um grande diferencial neste
profissional, pois sua bagagem como Bibliotecário vem abastecida de ferramentas
e ideias que são extremamente úteis para um Arquiteto de Informação, dentre elas
o fato de que um Bibliotecário é direcionado a organizar seu pensamento
classificando e, na maioria das vezes hierarquiza as informações a partir de algum
padrão, assume o usuário da biblioteca como seu público alvo e cria essa
interação com o usuário de forma “real” no ambiente físico (biblioteca), sendo
assim, porque não pensar neste bibliotecário trabalhando no ambiente virtual ?
Quanto à atual arquitetura do ciberespaço, nota-se que ela ganha
ares de cunho científico, onde os arquitetos podem ser engenheiros
do conhecimento, desenvolvedores de interfaces, criadores de
softwares, cientistas da informação, etc., assumindo um papel
semelhante ao dos arquitetos tradicionais responsáveis por produzir
o ambiente material. No mundo virtual estes seriam responsáveis
pelo ambiente do pensamento, da percepção e da comunicação do
século XXI. Esta arquitetura serviria para organizar o que facilmente
se desorganiza, objetivando facilitar a vida de seus habitantes, em
uma comparação intuitiva, a informação seria organizada porque
ela facilmente se desorganiza por possuir um caráter expansivo. A

�virtualização da arquitetura do ciberespaço implica em um
desprendimento do aqui e agora. (PAIVA, 2014 p.4)

O Bibliotecário Arquiteto de Informação, deve utilizar seus conhecimentos
como bibliotecário ao máximo, contextualizar sua experiência junto aos livros,
periódicos e tantas outras fontes de informação, dentro da sua nova possibilidade
como Arquiteto, ele tem a chance de mostrar a interdisciplinaridade tanto da
biblioteconomia como da Arquitetura de Informação, e criar uma forma de
solucionar o problemas de seus usuários, criando conteúdos organizados com
clareza, garantindo assim sua usabilidade e acessibilidade como veremos
contextualizado neste artigo.
Considerações Finais ou Conclusões:
Este artigo atinge seus objetivos, conduzindo o leitor o passo a passo da
criação de um site web pelos olhos de um Bibliotecário Arquiteto e demonstra o
uso de cada uma das ferramentas envolvidas no processo. O Arquiteto de
Informação quando planeja um site, deve seguir um protocolo, ou seja,
hierarquizar procedimentos para alcançar o sucesso em seus projetos.
Um site que apresenta conteúdo muito denso de informações, com o
carregamento de diversas telas, sabendo que seu público alvo tem a característica
de ler pequenas informações e logo obter a resposta que deseja, será fatalmente
descontinuado e cairá em desuso por seu público. Segundo Ellis e Vasconcelos
(1999) que falam sobre o filósofo Ranganathan, devemos “Poupar o tempo do
leitor” e cabe ao Bibliotecário Arquiteto realizar uma síntese do conteúdo de forma
organizada que junto ao Design, estabelece um ambiente estável, confortável e
eficaz para navegação. Transformar o complexo em simples, poupar o tempo do
navegante e por fim procurar evitar que os usuários não se percam a cada
“clique”, está no cerne deste artigo.

Referências:
AGNER, Luiz; SILVA, Fabio Luiz Carneiro Mourilhe. Uma introdução à arquitetura da
informação: conceitos e usabilidade. In: 2º Congresso Internacional de Pesquisa em
Design. Artigo. Rio de Janeiro. 2003.
ELLIS, D.; VASCONCELOS, A. Ranganathan and the Net: using facet analysis to search
and organise the World Wide Web. In: Aslib proceedings: New information
perspectives. Emerald, 1999. p. 3-10.
PAIVA, Rodrigo Oliveira de. Um olhar para a arquitetura da informação no ciberespaço.
DataGramaZero - Revista de Informação , v.15 n.5 out., 2014.
TITÃO, Fábia Porto; VIAPIANA, Noeli. A importância da organização da informação no
século XXI: reflexões. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina,
Florianópolis, v. 26, n. 1, p. 26-36, 2008.

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