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                  <text>DOCUMENTOS IMPRESSOS E DIGITAIS: PLURALIZANDO TÉCNICAS DE LEITURA E
FORMANDO DIFERENTES LEITORES
1 INTRODUÇÃO
A prática da leitura corresponde a uma ação que acompanha as sociedades desde os
primórdios da civilização. Consolidado a partir da invenção da escrita, o ato de ler não vem
se constituindo de forma uniforme no decorrer dos tempos, sobretudo com os avanços
acometidos aos suportes que materializam os textos. Desde tempos antigos até a
contemporaneidade, percebe-se que “[...] o texto vive uma pluralidade de existências. A
eletrônica é apenas uma dentre elas” (CHARTIER; LEBRUN, 1998, p. 152).
A leitura para existir requer a presença de um suporte que materialize informação.
Mesmo sendo a mesma informação, ao ser materializada em diferentes tecnologias
acarretará interferências na compreensão do leitor, além de viabilizar diferentes relações do
leitor com o texto. Assim, o leitor ao se deparar com novos formatos de texto “[...] é
condicionado a adotar novas estratégias de leitura, de busca e seleção de fontes, surgindo
novas ambiências que podem interferir em seu estado físico e psicológico (SANTA ANNA;
PEREIRA, 2014, p. 1695).
Estando ciente da função da biblioteca como provedora de informação em diferentes
suportes, haja vista atender diferentes necessidades demandadas, presume-se que os
profissionais que gerenciam essas unidades possuam comprometimento em contribuir na
geração de leitores. Isso se justifica, pois, na função de agente socializador da informação, o
bibliotecário poderá contribuir de diferentes formas, de modo a facilitar “[...] a aprendizagem
dos indivíduos através das mais diversas formas de leituras e suportes, como também em
suas práticas, ajudando o leitor a atingir nível elevado de complexidade no processo de
leitura/escrita e na produção de sentidos [...]” (RASTELI; CAVALCANTE, 2013, p. 157, grifo
nosso).
Sendo assim, esta pesquisa desenvolveu-se junto ao serviço de pesquisa bibliográfica
oferecido por uma biblioteca especializada, vinculada a um curso de Graduação, cujo
objetivo era responder à problemática: quais as interferências acometidas ao processo de
leitura quando essa se realiza em diferentes formatos, seja em fontes impressas quanto
digitais? Por decorrência, o presente estudo objetiva analisar as diferentes estratégias de
pesquisa com foco nas técnicas de leitura e suas interferências na formação dos leitores da
referida unidade de informação.
2 MÉTODO DA PESQUISA
A biblioteca analisada nesta pesquisa fornece serviços de pesquisa bibliográfica a
alunos de um curso superior. São fornecidos serviços de pesquisa bibliográfica através da
consulta a livros e artigos científicos, seja no acervo impresso quanto na busca de materiais
disponibilizados em base de dados eletrônica.
Curioso que, alunos do mesmo curso têm diferentes preferências quanto ao uso dessas
fontes em diferentes formatos. Assim, o método utilizado neste estudo foi qualitativo,
conduzido por meio da aplicação de um roteiro contendo nove perguntas abertas a dois
alunos finalistas após a elaboração de seus trabalhos de conclusão de curso: um dos alunos
preferiu o uso das fontes impressas, o outro preferiu o uso das fontes digitais.
Após aplicação da entrevista a esses dois sujeitos, estruturou os resultados em formato
de quadro, tendo em vista facilitar a análise comparativa entre os resultados obtidos com a
opinião de cada um dos sujeitos investigados.
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

�O roteiro para entrevista foi composto por nove perguntas abertas, contemplando
aspectos relacionados ao suporte da informação e aspectos relacionados ao processo de
leitura. Os dados coletados sobre a opinião dos entrevistados quanto à tecnologia utilizada
para sustentar o texto estão exposto no quadro 1.
Pergunta

Resposta leitor fontes
impressas

Quais fontes de informação foram utilizadas
na construção do seu TCC?
Como foi realizado a análise e síntese dos
conteúdos existentes nas fontes?
Como foi feito o processo de busca,
recuperação e seleção das fontes a serem
utilizadas?
Para destacar partes mais importantes das
fontes, você utilizava algum recurso para
destacar o texto? Eram feitas anotações?
Em que locais se realizam anotações?
O espaço físico delimitado para estudo, bem
como para acondicionar as fontes exigiu
muita organização a fim de estabelecer o
controle sobre os materiais utilizados?
Em média, quantas vezes precisava de ler
uma fonte a fim de assimilar melhor o
conteúdo?
Quadro 1 – Comparativo entre as respostas dos
Fonte: os autores (2015).

Livros e artigos impressos

Resposta leitor fontes digitais
Revistas, artigos e livros digitais

[...] com base em fichamento para Lia partes mais importante do texto como
posterior utilização.
resumo, introdução e conclusão.
Busca no catálogo da biblioteca, e Busca na internet com ajuda do bibliotecário. E
ajuda ao bibliotecário para pedir em quando há relevância baixava o documento e
outras unidades.
imprimia para uma melhor leitura.
Como se tratava de cópias minhas, Fazia a revisão de literatura no computador e já
era tudo muito anotado, quando era da salvava o texto em andamento para não perder
biblioteca fazia fichamento. OBS: tudo informação.
era feito na base da escrita.
[...] meu material era tudo muito bem A grande quantidade de material virtual e a
organizado. Necessito de espaço, não atenção prestada no uso da tecnologia
consigo fazer nada em espaço atrapalhavam o raciocínio. Por isso, imprimia
pequeno.
muito material para ler com mais atenção.
Às vezes leio uma só vez, mas tem Leio o texto na íntegra uma só vez. Só retorno
texto que eu retornava nele de duas a ao texto caso tenha dúvida de algum termo,
três vezes.
expressão ou parte não entendida.
leitores de fontes impressas e digitais – relações com o suporte

Dentre os dados obtidos, depreende-se os seguintes resultados: os materiais utilizados
nas pesquisas de ambos os entrevistados são da mesma modalidade, só que em formatos
tecnológicos diferentes. O leitor de fontes impressas realiza uma leitura mais minuciosa (com
fichamentos), atento aos detalhes, enquanto o outro leitor, através dos recursos
disponibilizados na internet, tem a possibilidade de analisar o conteúdo da fonte sem recorrer
à leitura na íntegra. Em ambos os casos o leitor/pesquisador recorria ao bibliotecário.
Parece haver, no que tange ao espaço físico, similaridades entre os leitores, pois
ambos precisam delimitar um espaço para estudos. O excesso de informação na internet e a
atenção prestada no uso do ciberespaço interferiam no entendimento do leitor digital.
Os textos impressos condicionam o leitor a ler o texto inúmeras vezes, já o texto digital,
devido à facilidade de navegação no próprio texto, facilita que o leitor recorra apenas a
partes do documento, em caso de dúvidas.
Essas evidências permitem-nos dialogar como Chartier (1994, p. 187), ao afirmar que “a
revolução do nosso presente é, com toda certeza, mais que a de Gutenberg. Ela não
modifica apenas a técnica de reprodução do texto, mas também as próprias estruturas e
formas do suporte que o comunica a seus leitores [...]”.
A seguir são apresentados os dados e resultados da relação estabelecida entre fonte
de informação e a forma como a leitura é conduzida pelos leitores entrevistados.
Pergunta

Resposta leitor fontes
impressas

Resposta leitor fontes digitais

Para assimilar os conteúdos das
fontes, foi realizada muita leitura?
Como?

Li muitos livros e artigos. Gostava de
ler em casa e na biblioteca, por
problemas de concentração e por
dificuldade em carregar os livros para
outros locais.
As leituras foram feitas na biblioteca
da faculdade, e em casa. O melhor
local foi a biblioteca. Em casa era um
pouco mais complicado, pois moro em
república. As dificuldades foram da
minha parte, falta de concentração.
Eu consultava o catálogo da biblioteca
e, quando não achava o livro na
estante, reclamava com o bibliotecário.
Todo livro eu lia por inteiro.

Eu lia nas minhas folgas, durante o horário do
almoço no trabalho, no horário noturno, já que não
tinha mais aulas no curso e também nos finais de
semana.

Como você realizou as leituras das
fontes? Qual o local mais apropriado
para fazer as leituras? Houve
dificuldades? Quais e por quê?

Foi realizada a consulta a muitas
fontes? As fontes eram lidas na
íntegra ou apenas em partes?

Geralmente, no escritório onde trabalho, e em casa,
e ainda na biblioteca da UFES. O local mais
confortável para eu foi minha casa, no período
noturno. No escritório da empresa era um pouco
mais complicado, pois tinha muita gente que ficava
no escritório durante o almoço.
Geralmente eu fazia a busca em fonte que já me
direcionava durante a busca na internet. Pedia
ajuda ao bibliotecário. Devido à grande quantidade
de material eu lia apenas partes das obras.

�Quadro 2 – Comparativo entre as respostas dos leitores de fontes impressas e digitais – relações com a leitura
Fonte: os autores (2015).

Fica evidenciado que a leitura realizada com materiais impressos requer um espaço
particular para ser concretiza, ao passo que a leitura digital acontecia em qualquer tempo e
local. Comprova-se, aqui, as potencialidades do ambiente virtual, conforme demonstrado por
Lévy (2011). No entanto, independente do suporte, o leitor do tipo pesquisador, ao realizar
uma leitura científica, requer condições ambientais mais confortáveis e apropriadas para que
o entendimento e produção de sentido não sejam afetados por questões ambientais.
Vê-se que o leitor de fontes impressas lia poucos itens, porém a leitura era realizada
com mais cautela, recorrendo a procedimentos de revisão e releitura. Acreditamos que esse
leitor tenha características com o leitor intensivo, definido por Chartier (1994, p. 189), como
um leitor “[..] fechado de textos lidos e relidos, memorizados e recitados, ouvidos e sabidos
de cor, transmitidos de geração a geração [...]”.No caso da leitura em suportes digitais, o
leitor é condicionado a uma imensidão de materiais, logo, precisa ser mais seletivo. Nesses
casos, com o uso de recursos de localização e navegação, como localizadores e hipertextos,
o texto digital viabiliza uma leitura mais ampla e dinâmica. As fontes digitais formam um leitor
com algumas características do leitor extensivo, lendo com rapidez e avidez e exercendo em
relação aos suportes uma atividade crítica.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Embora seja de natureza preliminar, o comparativo entre leituras realizadas com fontes
impressas e digitais, método adotado neste estudo, evidencia que o tipo de tecnologia, assim
como questões ambientais são fatores interferentes na formação de leitores, que, ao
realizarem a leitura adotam diferentes técnicas e metodologias, tendo em vista viabilizar a
atribuição de sentido. Essa interferência da tecnologia no posicionamento do leitor sobre o
texto está presente em todos os estágios evolutivos da tecnologia, não sendo diferente no
contexto digital, a partir de novas ferramentas e recursos disponibilizados aos leitores.
Desse modo, através do estudo, foi possível analisar as diferentes estratégias de
pesquisa com foco nas técnicas de leitura e suas interferências na formação dois leitores em
uma biblioteca de pesquisa, confirmando, assim, que o objetivo do estudo foi alcançado. No
contexto biblioteconômico, o estudo confirma a necessidade do bibliotecário fazer-se
presente junto aos leitores auxiliando nas pesquisas, bem como fornecendo material
adequado conforme as necessidades dos diferentes leitores da unidade.
REFERÊNCIAS
CHARTIER, Roger. Do códige ao monitor: a trajetória do escrito. Estud. Av., v. 8, n. 21, p.
185-199, 1994.
CHARTIER, Roger; LEBRUN, Jean. A aventura do livro: do leitor ao navegador:
conversações com Jean Lebrun. São Paulo: Ed. da UNESP, 1998.
LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. 8. ed. São
Paulo: Loyola, 2011.
RASTELI, Alessandro; CAVALCANTE, Lidia Eugenia. A competência em informação e o
bibliotecário mediador da leitura em biblioteca pública. Florianópolis, Encontros Bibli, v. 18,
n. 36, p. 157-180, jan./abr., 2013.
SANTA ANNA, Jorge; PEREIRA, Gleice. Os suportes de informação e suas interferências na
formação do leitor. Campinas, Linha Mestra, n. 24, jan./jul. 2014.
Palavras-chave: Fontes impressas e digitais. Leitor. Práticas de Leitura. Biblioteconomiaformação de leitores.

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Documentação&#13;
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