<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="1335" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/1335?output=omeka-xml" accessDate="2026-09-09T07:14:49-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="797">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/19/1335/Trab14400198720150331_000000.pdf</src>
      <authentication>6495309b5de519b162078d6d299bf5ec</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="17458">
                  <text>XXVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
22 a 24 de julho de 2015
CÓDIGO QR EM BIBLIOTECAS: POSSIBILIDADES DE PROMOÇÃO DO
ACERVO.
David Vernon Vieira
Universidade Federal do Cariri – UFCA
davidvernon@ufca.edu.br
Murilo Bastos da Cunha
Universidade de Brasília – UNB
murilobc@unb.br
Resumo: O artigo analisa as possibilidades do uso do código QR para a promoção
do acervo das bibliotecas. O Código QR é um tipo de código bidimensional onde é
possível incorporar dados que permitam ao usuário ter acesso ao conteúdo da
biblioteca por meio de uma câmera incorporada a um dispositivo móvel e um
aplicativo que permita a leitura deste tipo de código. A metodologia consistiu de uma
revisão bibliográfica em livros, periódicos e sites de tecnologia cujo período
compreendeu o ano 2003 a 2014. O resultado mostrou que o emprego do código QR
em bibliotecas brasileiras ainda é muito tímido em função do perfil do bibliotecário
que conhece ainda pouco sobre as tecnologias utilizadas para dispositivos móveis.
Conclui-se que o tema apesar de já ter atingido um nível de maturidade nas
bibliotecas estrangeiras ainda precisa ser mais bem aproveitada nas bibliotecas
brasileiras.
Área Temática I: Gestão de bibliotecas: desenvolvimento de serviços e produtos
inovadores.
1 INTRODUÇÃO
O paradigma da mobilidade chegou aos últimos anos por meio das
tecnologias de computação móvel favorecendo de certa forma no aprendizado e
entretenimento de usuários de bibliotecas. Desta forma, as bibliotecas universitárias
anteriormente consideradas depositárias de conteúdo impresso estão procurando se
adaptar a esta nova dinâmica incluindo serviços de acesso via dispositivos móveis
cujo conteúdo digital seja formatado para estes aparelhos.
Assim, o problema da pesquisa envolveu a seguinte questão: Como as
bibliotecas brasileiras podem se beneficiar do uso do código QR para promover o
acervo das suas bibliotecas?. Neste sentido, o objetivo geral da pesquisa é destacar
as possibilidades de uso do Código QR para promover o espaço das bibliotecas
brasileiras. Como objetivos específicos desta pesquisa podem-se ressaltar: 1)
Identificar as características que permitem o uso do Código QR em bibliotecas; 2)
Identificar os fatores relevantes da web móvel e social para ajudar na promoção do
acervo das bibliotecas.
1. CÓDIGO QR EM BIBLIOTECAS.
O Código QR é um tipo de código bidimensional onde é possível incorporar
uma URL (em inglês Uniform Resource Locator), ou um número de telefone, ou uma
mensagem SMS, ou ainda qualquer tipo de texto que possa identificar algo. O
responsável pela sua criação foi a Denso-Wave, uma empresa subsidiária da
1

�XXVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
22 a 24 de julho de 2015
japonesa Toyota, em 1994. (GUTIERREZ, 2012; BERROCAL, 2013).
Segundo Ashford (2010) o código QR é uma tecnologia de baixo custo e fácil
de implementar, que oferece inúmeras vantagens quando bem implementado.
Ashford (2010) inclui ainda como exemplos do uso do código QR em
bibliotecas: a) acesso a músicas, vídeos, sítios web, questionários online, enquetes
ou outro tipo de informação que precise acrescentar algum conteúdo; b) inserir o em
prateleiras de livros, capas de jornais ou revistas que apontem para o acervo
eletrônico da biblioteca relativo ao material impresso que está exposto ou a um guia
de assunto relacionado; c) acesso online a guias de áudio que permitam orientar os
usuários da biblioteca; d) inclusão em folhetos impressos pela biblioteca para
acrescentar informações sobre sítios web que sejam próprios para dispositivos
móveis; e) divulgação de texto relativo ao telefone do serviço de referência da
biblioteca e outras informações de contato da biblioteca (email, URL do sítio web)
para que possam ser carregadas na lista de contatos; f) mostra de arte ou exibições
permanentes no interior da biblioteca com links para o sítio web dos artistas; g) Em
registros do catálogo OPAC para oferecer ao usuários informações básicas sobre
um item do acervo, incluindo o número do local e chamada. Os usuários podem
digitalizar o código e irem em busca do item nas estantes ao invés de escrever ou
imprimir estas informações em um papel; h) colocado em estojos de vídeo / DVD,
com links para trailers de vídeo que estejam no formato para dispositivos móveis; i)
colocado no diretório da página web que contém informações sobre a equipe de
bibliotecários para consulta posterior; j) colocado nos estojos do áudiobook para ver
entrevistas com o autor ou resenha do livro; k) colocados nas portas das salas de
estudo em grupo para ter acesso ao formulário online de reserva da sala; l) acesso a
uma página web no Youtube que contenha uma lista de vídeos tutoriais sobre a
biblioteca que pode ser salvo no dispositivo móvel quando necessário.
Ashford (2010) destaca ainda como um dos maiores desafios para as
bibliotecas talvez seja educar os usuários para que eles possam utilizar o código QR
e todos os recursos oferecidos por ele. Uma destas possibilidades é a promoção do
acervo da biblioteca com o uso do código QR.
2 MATERIAIS E MÉTODOS
Esta pesquisa baseou-se em um levantamento bibliográfico sobre o código
QR em bibliotecas. Para tanto, observou-se artigos e textos em inglês, espanhol e
português que versavam sobre o assunto. O levantamento abrangeu os periódicos
nacionais e internacionais que estão presentes no portal de periódicos da Capes no
período de 2003 a 2014, bem como livros e sites de internet que tratam do assunto.
3 RESULTADOS FINAIS
A venda crescente de telefones do tipo smartphone no Brasil, leva a crer que
em breve teremos uma quantidade grande de usuários utilizando estes aparelhos,
principalmente aqueles que fazem parte do ambiente universitário para acessar
dados que ajudem na aprendizagem seja por meio de livros e periódicos eletrônicos
ou sítios web da internet que poderão ser disponibilizados como recurso pela
biblioteca. Assim, estudantes, docentes e servidores que utilizam as bibliotecas
brasileiras que oferecerem acesso a redes móveis sem fio (em inglês Wi-fi) poderão
usufruir desta tecnologia.
A pesquisa encontrou aqui no Brasil alguns indicadores do interesse de
empresas em incorporar a tecnologia do código QR nos sistemas de gestão do
2

�XXVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
22 a 24 de julho de 2015
acervo presentes no mercado brasileiro. O software Pergamum, desenvolvido pela
PUC-PR, usado por várias bibliotecas universitárias públicas brasileiras, possui a
funcionalidade que permite gerar o código QR automaticamente informando ao
usuário sobre a localização de um exemplar nas estantes da biblioteca1 quando o
livro foi pesquisado por meio de um dispositivo móvel no catálogo OPAC. O software
Sophia Biblioteca, desenvolvido pela Prima Software, também oferece uma versão
de sua aplicação para a gestão de bibliotecas formatada para dispositivos móveis
como pode ser visto na Biblioteca da Unicamp2, entretanto esta versão não oferece
nenhum tipo de funcionalidade que se utiliza de código QR. Na perspectiva
internacional alguns sistemas de gestão de bibliotecas também oferecem o acesso
aos exemplares via código QR, alguns exemplos podem ser vistos no software
Millennium da americana Innovative Interfaces3, utilizado em várias universidades
espanholas4 e americanas.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A pesquisa pôde observar que o emprego do código QR para promover o
acervo das bibliotecas pode gerar inúmeras possibilidades de interação com os
usuários, entretanto a infra-estrutura de acesso a rede sem fio nas bibliotecas
brasileiras precisa melhorar para que seja criado o serviço sem que seja criticado
pela qualidade da velocidade de acesso. Recomenda-se que pesquisas futuras
destaquem o emprego dos códigos QR em bibliotecas brasileiras considerando os
aspectos abordados por Ashford (2010) para saber de que forma os usuários estão
enxergando essas possibilidades de interação via dispositivo móvel.
Palavras-chave: Dispositivos móveis. Código QR. Serviços Inovadores. Marketing.
Bibliotecas.

REFERÊNCIAS
ASHFORD, Robin. QR codes and academic libraries: reaching mobile users.
Computer &amp; Research Libraries News, p. 526-530, 2010. Disponível em: &lt; &gt;.
Acesso em: 10 jan. 2015.
BERROCAL, Lidia. De los códigos de barras a los códigos QR… ¿Qué impacto
tienen en nuestras bibliotecas?. Infotecarios. 8 ago. 2013. Disponível em:&lt;
http://www.infotecarios.com/de-los-codigos-de-barras-a-los-codigos-qr-que-impactotienen-en-nuestras-bibliotecas/&gt;. Acesso em: 15 fev. 2015.
GUTIERREZ, Fernando G. Código QR en bibliotecas y alfabetización informacional
móvil. Infoconexión, n. 4, p. 1-11, 2012.
Agências financiadoras
Os autores agradecem à Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (FUNCAP) pelo apoio ao desenvolvimento desta pesquisa.
1

Pergamum
QR
Code
Consulta
Exemplares
–
Disponível
em:
&lt;http://www.pergamum.bib.ufba.br/pergamum/biblioteca/index.php&gt;. Acesso em: 10 mar. 2015.
2
Sophia Mobile - Disponível em: &lt;http://acervus.unicamp.br/mobile&gt;. Acesso em: 10 mar. 2015.
3
Millenium Innovative Interfaces. Disponível em: &lt; &gt;. Acesso em: 10 mar. 2015.
4
Catálogo OPAC Millennium da Universidade de Barcelona. Disponível em: &lt;http://cataleg.ub.edu/&gt;.
Acesso em: 10 mar. 2015.
3

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="19">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="15142">
                <text>CBBD - Edição: 26 - Ano: 2015 (São Paulo/SP)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="15143">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="15144">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="15145">
                <text>2015</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="15146">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="15147">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="15148">
                <text>São Paulo/SP</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="17446">
              <text>O código QR em bibliotecas: possibilidades de promoção do acervo</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="17447">
              <text>Vieira, David Vernon </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="17448">
              <text> Cunha, Murilo Bastos da</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="17449">
              <text>São Paulo (São Paulo)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="17450">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="17451">
              <text>2015</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="17453">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="17454">
              <text>Administração de biblioteca </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="17455">
              <text> Desenvolvimento de Produtos </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="17456">
              <text> Inovação</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="17457">
              <text>O artigo analisa as possibilidades do uso do código QR para a promoção do acervo das bibliotecas. O Código QR é um tipo de código bidimensional onde é possível incorporar dados que permitam ao usuário ter acesso ao conteúdo da biblioteca por meio de uma câmera incorporada a um dispositivo móvel e um aplicativo que permita a leitura deste tipo de código. A metodologia consistiu de uma revisão bibliográfica em livros, periódicos e sites de tecnologia cujo período compreendeu o ano 2003 a 2014. O resultado mostrou que o emprego do código QR em bibliotecas brasileiras ainda é muito tímido em função do perfil do bibliotecário que conhece ainda pouco sobre as tecnologias utilizadas para dispositivos móveis. Conclui-se que o tema apesar de já ter atingido um nível de maturidade nas bibliotecas estrangeiras ainda precisa ser mais bem aproveitada nas bibliotecas brasileiras.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="65703">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="1">
      <name>cbbd2015</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
