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                  <text>A BIBLIOTECA NO SÉCULO XXI: DESAFIOS E PERSPECTIVAS À LUZ DA LITERATURA
1 INTRODUÇÃO
A adesão às novas tecnologias pelas bibliotecas representou uma grande reviravolta
nas tradicionais práticas bibliotecárias realizadas nessas instituições no decorrer dos tempos.
A passagem do século XX para o XXI foi marcada por discussões, previsões e controvérsias
a respeito da biblioteca do futuro.
Inúmeros estudos foram feitos no iniciar desse século. Encontra-se uma multiplicidade
de nomenclaturas para identificar a biblioteca do século XXI e suas tecnologias. Segundo
revisão de literatura realizada por Ohira e Prado (2002), os estudos dessa época apontam a
existência da biblioteca eletrônica, biblioteca polimídia, biblioteca digital e biblioteca virtual e
até sobre biblioteca do futuro. No entanto, segundo os autores, as terminologias mais
emergentes e que utilizam diversas tecnologias são as bibliotecas denominadas de digitais e
virtuais.
Levacov (1997) caracterizou a biblioteca virtual como um espaço sem muros e com
livros sem páginas. Cunha (2010) entende a biblioteca digital como aquela que contempla
diferentes tecnologias e digitaliza suas coleções, informatizando os serviços oferecidos à
clientela. Passados quinze anos da chegada do século XXI, pergunta-se: como a literatura
vem tratando esse assunto? Houve consenso entre os teóricos sobre bibliotecas digitais e
virtuais? Quais os serviços e produtos que as bibliotecas oferecem na contemporaneidade?
Sendo assim, este artigo objetiva realizar uma revisão integrativa da literatura, assim
como fez Ohira e Prado (2002), tendo em vista verificar como os bens, produtos e práticas
bibliotecárias vêm sendo realizados nas bibliotecas do presente.
2 MÉTODO DA PESQUISA
As publicações utilizadas para revisão de literatura referem-se a trabalhos (artigos
científicos) publicados sobre a temática em apreço, ou seja, Bibliotecas Digitais e Virtuais.
Foram considerados apenas os trabalhos publicados e indexados em três bases de dados:
Scielo, Brapci e Portal Periódico Capes.
Esses trabalhos restringiram-se apenas àqueles que foram publicados no idioma
português e em revistas brasileiras. Delimitaram-se como espaço de tempo, os trabalhos
publicados nos últimos cinco anos.
O primeiro passo metodológico foi realizar a busca pelas fontes de informação que
formariam a amostragem da pesquisa. A busca foi feita utilizando os descritores “Biblioteca
Digital” e “Biblioteca Virtual”, e considerando essas palavras apenas no título. Os resultados
oriundos da busca e recuperação das fontes estão demonstrados no quadro 1, a seguir:
Quadro 1 – Trabalhos recuperados após processo de busca nas bases de dados e trabalhos selecionados após análise dos
conteúdos
Descritor
Scielo
BRAPCI
Portal Periódico Capes
Utilizado
Trabalhos
Trabalhos
Trabalhos
Trabalhos
Trabalhos
Trabalhos
Biblioteca digital
recuperados
selecionados
recuperados
selecionados
recuperados
selecionados
03
03
04
03
20
03
Biblioteca virtual
Total trabalhos
recuperados
Total trabalhos
aproveitados
Fonte: o autor (2015).

04

0

05

02

48
12

Por meio da leitura do quadro acima, é possível concluir que:

11

01

�Para o termo “Bibliotecas Digitais”:
na base Scielo foram recuperados três trabalhos, sendo que, após análise dos
conteúdo dos artigos, percebeu-se que todos se relacionavam ao tema;
na base Brapci foram recuperados 4 trabalhos, estando relacionados ao tema, três;
na base Capes foram encontrados vinte trabalhos, estando condizente com o tema,
apenas três artigos;
Para o termo “Biblioteca Virtual”:
na base Scielo encontrou-se quatro trabalhos, estando todos fora do tema;
na base Brapci localizou-se cinco artigos, porém apenas dois foram escolhidos;
na base Capes, dos 11 trabalhos analisados, aproveitou-se apenas um pela
similaridade nas temáticas abordadas.
Logo, percebe-se que, o total de artigos que retratam a temática geral foi de doze
artigos. Esse total constitui a amostra de documentos ou fontes de informação que serão
interpretados e discutidos na seção seguinte.
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Além das técnicas de levantamento, leitura, busca e recuperação das fontes de
informação nas bases de dados eletrônicas, conforme descrito na seção anterior, outra
técnica que fomentou o desenvolvimento desta revisão integrativa da literatura foi a análise
de conteúdo, técnica essa cujo objetivo é analisar os assuntos abordados no documento e
relacioná-lo com a temática em foco. Essa técnica é conceituada como “[...] um conjunto de
instrumentos metodológicos cada vez mais sutis em constante aperfeiçoamento, que se
aplicam a „discursos‟ (conteúdos e continentes) extremamente diversificados.” (BARDIN,
2007, p. 19). O autor ainda infere que “A intenção da análise de conteúdo é a inferência de
conhecimentos relativos às condições de produção (ou, eventualmente, de recepção),
inferência esta que recorre a indicadores (quantitativos ou não).”
Após análise dos conteúdos e seleção dos artigos, esses foram, um a um,
apresentados em um quadro (Quadro 2), destacando a titulação da pesquisa, autoria, ano de
publicação, base indexada e descritor utilizado na recuperação.
Descritor Utilizado

Biblioteca digital

Quadro 2 – Composição da amostra: doze artigos selecionados
Base Indexada
Titulo
Scielo
A biblioteca nos tempos e espaços digitais:
novos e antigos desafios
Scielo
Metodologia para avaliação do nível de
usabilidade de bibliotecas digitais: um estudo
na Biblioteca Virtual de Saúde

Scielo

Biblioteca digital: bibliografia das principais
fontes de informação

BRAPCI

Biblioteca digital de teses e dissertações da
UERJ: desafios e oportunidades

BRAPCI

Concepção de interfaces para websites de
bibliotecas universitárias: projeto, elaboração
e gestão de informação em meio digital
Taxonomia facetada como interface para
facilitar o acesso à informação em bibilotecas
digitais

Periódicos
Capes

Periódicos
Capes
Periódicos
Capes

para análise
Autoria
BRITO, Luiz Percival
Leme
LIMA, Izabel França
de; OLIVEIRA, Henry
Pôncio Cruz
de; SANTANA, Sérgio
Rodrigues
CUNHA, Murilo Bastos da

BOTTARI, Christina
Thereza Rachel; SILVA,
Neusa Cardim.
SEMELER, Alexandre
Ribas

Educação e bibliotecas digitais

SANTOS, Maculan Coura
Moreira dos, Benildes;
LIMA, Gercina Ângela
Borém; PENIDO, Patrícia
FURTADO, Cassia

Portais de bibliotecas, sistemas de avaliação
de qualidade dos serviços

SANTOS, Alexandra;
ANDRADE, António

Ano
2014
2013

2010

2011

2013

2011

2010
2010

�BRAPCI

BRAPCI
Biblioteca Virtual

A formação do bibliotecário para atuar
em bibliotecas virtuais: uma questão a
aprofundar
Contribuição das ciências cognitivas e da
ciência da informação para representação da
informação: proposta para utilização na
construção de biblioteca virtual temática em
saúde

BRAPCI

Serviço de referência virtual: uma análise nas
bibliotecas universitárias de natal

Periódico Capes

Mídias sociais nas bibliotecas universitárias
brasileiras

MADUREIRA, Helania
Oliveira; VILARINHO,
Lúcia Regina Goulart
FONSECA, Leandro
Guedes da; AMORIM, Iara
Rodrigues de;
LOURENÇO, Regina
Goulart; BIOLCHINI, Jorge
Calmon de Almeida
GALVÃO NETO,
Sebastião Lopes; SILVA,
Eliane Ferreira da
CALIL JUNIOR, Alberto

2010

2012

2010

2013

Fonte: o autor (2015).

O estudo de Brito (2014) aponta a existência de uma biblioteca, delimitada por espaço
físico, porém impregnada pela cultura digital, que ocasiona uma cultura individual e social. O
autor defende mudanças das práticas bibliotecárias, sustentada em políticas inovadoras que
garantam a transformação da biblioteca em um espaço mais integrado e democrático.
Lima, Oliveira e Santana (2013) esclarecem que a participação do bibliotecário no
ambiente da biblioteca digital deve ser através de constante monitoramento, visando aplicar
procedimentos de usabilidade do ambiente virtual, de modo a satisfazer as necessidades dos
usuários. Assim, inferimos a participação intensa do profissional junto aos estudos de
usabilidade da informação. Semelhante conclusão é identificada no estudo de Santos e
Andrade (2010), enfatizando a importância de investir na qualidade dos serviços prestados.
Adotar a interação por meio das redes e novas mídias sociais torna-se uma estratégia válida
na divulgação dos produtos e serviços oferecidos pela unidade (CALIL JUNIOR, 2013). O
serviço de referência também se destaca quanto à divulgação da biblioteca e da satisfação
ao usuário que usufruirá de serviços personalizados mesmo no ambiente virtual (GALVÃO
NETO; SILVA, 2010).
Estudo bibliográfico realizado por Cunha (2010) constatou haver uma gama de fontes
de informação sobre bibliotecas digitais, tais como: bibliografias, livros e manuais, periódicos,
eventos, lista de discussão, dentre outros. Grande parte destas fontes situa-se em meio
digital.
A experiência relatada pelas autoras Bottari e Silva (2011), quanto à implantação da
biblioteca digital de teses e dissertações da UERJ demonstra a necessidade de trabalho
colaborativo em meio às novas interfaces e plataformas de disseminação da informação
ofertadas aos usuários.
Semeler (2013) reflete acerca da construção e gestão dos websistes, sobretudo em
bibliotecas universitárias. O estudo destaca a necessidade de capacitação do profissional,
devendo o bibliotecário adquirir habilidade para trabalhar com projetos de design de
navegação, identidade visual e implementação de sistemas de gerenciamento de conteúdo.
No que se refere aos serviços de busca e recuperação da informação nas bibliotecas digitais,
é preciso disponibilizar um ambiente híbrido de forma que o usuário possa acessar os
materiais de diferentes formas. No que se refere à formação e capacitação bibliotecária
tendo em vista atuar nas bibliotecas digitais, a pesquisa de Madureira e Vilarinho (2010)
sinaliza a necessidade de reformulação nos currículos, oferecendo, especialmente formação
quanto ao uso dos novos suportes e gestão dos serviços oferecidos no ambiente web.
Segundo o estudo de Maculan, Lima e Penido (2011), a taxonomia facetada pode
funcionar como interface de busca, estruturando os dados de forma flexível, permitindo a
opção de cruzamento de informações. Fonseca, Amorim e Lourenço (2012) também
propõem a necessidade de novas linguagens e relacionamentos de modo que a informação
seja melhor recuperada, havendo a necessidade também de efetiva representação.

�A pesquisa desenvolvida por Furtado (2010) destaca o papel da biblioteca como
educadora. A autora presencia uma lacuna em sua pesquisa, pois enquanto bibliotecas
acadêmicas e públicas adentram-se ao ambiente digital, as bibliotecas escolares ainda
permanecem com serviços distantes da atual realidade dos estudantes.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Analisando os 14 trabalhos selecionados, observam-se estudos que demonstram a
ampliação dos fazeres bibliotecários, havendo a necessidade dos profissionais adaptarem-se
ao contexto digital, dominando os novos recursos eletrônicos, de modo a produzir e gerenciar
com eficiência produtos serviços que atendam as diferentes necessidades da atualidade.
Este estudo aponta haver, dentro da amostra analisada, mais utilização do termo
bibliotecas digitais (oito trabalhos) do que o termo bibliotecas virtuais, o qual identificou-se
quatro trabalhos. Em linhas gerais, independente da nomenclatura, os serviços e produtos
são parecidos e os desafios e perspectivas para a biblioteca do século XXI não se atrela à
extinção, mas à inovação, criatividade e perseverança.
Palavras-chave: Novas tecnologias. Bibliotecas Digitais. Bibliotecas Virtuais.
REFERÊNCIAS
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Ed. 70, 2007.

BOTTARI, Christina Rachel; SILVA, Neusa Cardim da. Biblioteca digital de teses e
dissertações da uerj: desafios e oportunidades. Inf. Inf., Londrina, v. 16, n.1, p. 88-101,
jan./jun. 2011.
BRITO, Luiz Leme. A Biblioteca nos tempos e espaços digitais: novos e antigos desafios.
Perspectivas em Ciência da Informação, v.19, número especial, p.7-17, out./dez. 2014.
CALIL JUNIOR, Alberto. Mídias sociais nas bibliotecas universitárias brasileiras. Revista
ACB, Florianópolis, v.18, n.2, p. 1053-1077, jul./dez., 2013.
FURTADO, Cássia. Educação e bibliotecas digitais. Revista Digital de Biblioteconomia e
Ciência da Informação,Campinas, v.8, n. 1, p.103-116, jul./dez. 2010.
CUNHA, Murilo Bastos da. A biblioteca universitária na encruzilhada. DataGramaZero Revista de Ciência da Informação, v.11, n.6, dez/2010. Disponível em:
&lt;http://www.datagramazero.org.br/dez10/Art_07.htm&gt;. Acesso em: 20 fev. 2013.
FONSECA, Leandro Guedes da et al. Contribuição das ciências cognitivas e da ciência da
informação para representação da informação: proposta para utilização na construção de
biblioteca virtual temática em saúde. Enc. Bibli, Florianópolis, v. 17, n. esp. 1, p.87-109,
2012.
GALVÃO NETO, Sebastião Lopes; SILVA, Eliane Ferreira da. Serviço de referência virtual:
uma análise nas Bibliotecas Universitárias de Natal. Biblionline, João Pessoa, v. 6, n. 1, p.
72-81, 2010.
LEVACOV, Marília. Bibliotecas virtuais: (r)evolução?. Ci. Inf. [online]. V. 26, n.2, 1997.
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ci/v26n2/v26n2-2.pdf. Acesso em: 01 abr. 2013.
LIMA, Izabel França de; OLIVEIRA, Henry Pôncio Cruz de; SANTANA, Sérgio Rodrigues de.
Metodologia para avaliação do nível de usabilidade de bibliotecas digitais: um estudo na
Biblioteca Virtual de Saúde. TransInformação, Campinas, v. 25, n. 2, p. 135-143, maio/ago.,
2013.
OHIRA, Maria Lourdes Blatt; PRADO, Noêmia Schoffen. Bibliotecas virtuais e digitais: análise
de artigos de periódicos brasileiros (1995/2000). Ci. Inf., Brasília, v. 31, n. 1, p. 61-74,
jan./abr. 2002. Disponível em: &lt;http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/artic
le/view/175/154&gt;. Acesso em: 21 fev. 2013.

�MADUREIRA, Elaine Oliveira; VILARINHO, Lúcia Regina Goulart. A formação do
bibliotecário para atuar em bibliotecas digitais: uma questão a aprofundar. Perspectiva em
Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 15, n. 2, p. 87-106, set./dez. 2010.
SANTOS, Maculan Coura Moreira dos, Benildes; LIMA, Gercina Ângela Borém; PENIDO,
Patrícia. Taxonomia facetada como interface para facilitar o acesso à informação em
bibilotecas digitais. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v.16,
n.1, p. 234-249, jan./jun., 2011.
SANTOS, Alexandra; ANDRADE, António. Portais de bibliotecas sistemas de avaliação de
qualidade dos serviços. Inf. cult. soc., n. 22, p. 99-118. 2010.
SEMELER, Alexandre Ribas. Concepção de interfaces para websites de bibliotecas
universitárias: projeto, elaboração e gestão de informação em meio digital. Rev. digit.
bibliotecon. cienc. inf. Campinas, SP v.11 n.1 p.72-82 jan./abr. 2013.

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              <text>A adesão às novas tecnologias pelas bibliotecas representou uma grande reviravolta nas tradicionais práticas bibliotecárias realizadas nessas instituições no decorrer dos tempos. A passagem do século XX para o XXI foi marcada por discussões, previsões e controvérsias a respeito da biblioteca do futuro. Inúmeros estudos foram feitos no iniciar desse século. Encontra-se uma multiplicidade de nomenclaturas para identificar a biblioteca do século XXI e suas tecnologias. Segundo revisão de literatura realizada por Ohira e Prado (2002), os estudos dessa época apontam a existência da biblioteca eletrônica, biblioteca polimídia, biblioteca digital e biblioteca virtual e até sobre biblioteca do futuro. No entanto, segundo os autores, as terminologias mais emergentes e que utilizam diversas tecnologias são as bibliotecas denominadas de digitais e virtuais.</text>
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          <description>A language of the resource</description>
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