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                  <text>XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
22 a 24 de julho de 2015
NEM SÓ DE PÃO VIVERÁ O HOMEM... E NEM SÓ DE BIBLIOTECAS OS BIBLIOTECÁRIOS:
ANÁLISE SOBRE EMPREENDEDORISMO NA BIBLIOTECONOMIA
Daniela Spudeit. UNIRIO. E-mail danielaspudeit@gmail.com
Priscila Rufino Fevrier. UNIRIO. E-mail priscilafevrier@hotmail.com
Este trabalho tem como objetivo analisar a atuação de bibliotecários que estão empreendendo
negócios na área de informação. Para isso, apresenta-se a origem, conceitos e um histórico sobre
empreendedorismo sob o ponto de vista de Drucker (1987), Dolabela (1999), Dornelas (2001), Baron e
Shane (2007) que balizam as discussões apresentadas. Na sequência, discute-se o empreendedorismo
dentro da Biblioteconomia e as oportunidades de negócios existentes no mercado bem como analisa cases
de bibliotecários empreendedores para identificar o tipo de negócio que atuam e suas percepções sobre
empreendedorismo na profissão.
O termo empreendedorismo tem origem francesa e significa aquele que assume riscos e começa algo
novo. Foi utilizado pela primeira vez por Jean Baptist Say, um economista francês, com o objetivo de
distinguir o indivíduo que consegue transferir recursos econômicos de um setor com baixa produtividade
para um setor com produtividade elevada e com maiores rendimentos (DRUCKER, 1987).
Dentro desse bojo, Baron &amp; Shane (2007) apresentam que o empreendedorismo, como uma área de
negócios, busca entender como surgem as oportunidades para criar algo novo (novos produtos ou serviços,
novos mercados, novos processos de produção ou matérias-primas, novas formas de organizar as
tecnologias existentes) e como são descobertas ou criadas por indivíduos específicos, que tentam extrair o
máximo de efeitos dessas novas invenções através de meios diversos.
Segundo Dolabela (1999, p. 28), “[...] o empreendedor é um ser social, produto do meio em que vive
(época e lugar). Se uma pessoa vive em um ambiente em que ser empreendedor é visto como algo positivo,
terá motivação para criar o seu próprio negócio”.
O conceito defendido pelos autores analisa o empreendedorismo sob a ótica empresarial, como uma
área de negócios, para a criação de produtos e serviços inovadores. É importante destacar que o
empreendedorismo envolve o processo criativo, a inovação, e a criação da organização a propostas
lucrativas ou não entendendo que o ato de empreender não está diretamente ligado ao lucro apesar de ainda
predominar na definição o aparecimento de novos mercados e negócios.
Dentro dessa conjectura, o empreendedorismo surgiu nas ciências administrativas e no espaço
empresarial que é onde cada vez mais bibliotecários estão criando seus próprios negócios empreendendo na
área de informação para suprir demandas da sociedade, seja por meio de consultoria a organizações,
realizando capacitações ou prestando serviços. Empresas e profissionais que necessitam de informações
precisas podem contar com os serviços prestados por um bibliotecário que tem as competências necessárias
para agregar valor ao negócio e também gerar um diferencial competitivo para essas organizações.
Como exemplo, sabe-se que bibliotecários conhecem as fontes de informação e diversas empresas
precisam de informações geográficas e/ou estatísticas e precisam ter um profissional adequado para
encontrá-las, filtrá-las e tratá-las para que possam ser usadas em uma tomada de decisão estratégica ou criar
um produto novo que gere um diferencial competitivo e o bibliotecário é o profissional ideal para suprir
estas necessidades informacionais.
Bibliotecários podem ter as empresas como clientes, pois estas empresas possuem necessidades
informacionais e no campo mercadológico, perder tempo é perder dinheiro. Para abrir um negócio, o
bibliotecário deve ter um perfil empreendedor, deve ter uma boa ideia para inovar, para isso deve oferecer
algo novo com base nas necessidades informacionais dos clientes e de empresas. Sabe-se que empreender
vai além de ter boas ideias, é preciso planejar, estar atento às mudanças e cenários do mercado, liderar,
trabalhar em equipe e formar parcerias, entre tantas outras habilidades, atitudes e conhecimentos
requeridas.
A partir de suas competências, o bibliotecário pode desenvolver diversos negócios ligados à gestão,
disseminação, mediação, organização e recuperação da informação para atender diferentes empresas e
instituições. A partir disso, pode-se vislumbrar algumas demandas na atual sociedade de oportunidades
para bibliotecários empreenderem, conforme a seguir:

� Formação de um grupo organizado de pesquisa de mercado, onde a empresa recebe uma
demanda de pesquisa e a mesma vai a campo executá-la: A pesquisa de mercado é uma importante
ferramenta, utilizada para obter informações precisas sobre um produto, serviço, mercado e público alvo.
Através dela também é possível fazer testes que indicam a possibilidade de sucesso de uma estratégia.
 Desenvolvimento de aplicativos, programas, sistemas de informação: O bibliotecário pode fazer
parcerias para ter auxílio sobre as áreas que não tiver domínio ou pode fazer especializações na área para
criar aplicativos e sistemas de informação.
 Monitoramento de publicações de informações: Muitos empresários querem saber o que a
concorrência está fazendo ou profissionais como advogados e contadores precisam estar sempre atualizados
em relação a legislação de ações jurídicas e legais. Dentro desse contexto, podem surgir oportunidades de
negócios para os bibliotecários empreenderem atuando com inteligência competitiva e pesquisa em fontes
de informação para atender essas demandas e necessidades informacionais.
 Elaboração de infográficos: Infografia ou infográficos são gráficos com algumas informações
comuns em revistas e outros meios de comunicação. Os infográficos são caracterizados pela junção de
textos breves com ilustrações explicativas para o leitor entender o conteúdo. Eles facilitam a compreensão
de matérias em que apenas dificultaria o entendimento.
 Consultoria em projetos de memória - Estudar acervos e coleções para criar produtos a partir
destes como linhas do tempo, apontando dados sobre a memória de pequenas e médias empresas também é
exemplo de um campo de atuação para o bibliotecário empreender.
Todavia, para que o bibliotecário se insira de modo autônomo em um campo, para que ele abra um
negócio, além dos fatores ideia e inovação, é necessário que ele possua um perfil empreendedor. Para poder
analisar a atuação de bibliotecários que estão empreendendo negócios da área de informação e identificar a
origem, formação, atuação, tipo de negócio que atuam e suas percepções sobre empreendedorismo na
profissão adotou-se os seguintes procedimentos metodológicos.
Esta pesquisa se caracteriza como descritiva e exploratória de acordo com os objetivos. Quanto aos
meios usados é uma pesquisa bibliográfica e foram analisados vídeos com 11 depoimentos dos
bibliotecários empreendedores para o Portal EmpreendeBiblio com o objetivo de buscar informações a
origem, atuação, tipo de negócio que atua, opinião sobre empreendedorismo na profissão.
Nos depoimentos é premente observar que em relação à origem, dos onze depoimentos analisados, 8
bibliotecários se formaram e atuam na região sudeste. Alguns têm empresa registrada como é o caso da
Personates, Redata e da Content Mind, mas outros atuam como consultores sem ter empresa registrada. Os
demais são de outras partes do país, uma do Ceará, um de Santa Catarina e outro de Mato Grosso do Sul.
No que diz respeito ao tipo de negócio, é bem variado, mas um se destaca que são negócios voltados
à gestão de documentos e gestão da informação onde quatro profissionais que deram o depoimento estão
empreendendo e estruturando seu trabalho. Outra área que merece destaque são as atividades relacionadas à
capacitação profissional em que seis bibliotecários (4 de São Paulo, 1 de Mato Grosso do Sul e 1 de
Pernambuco) estão investindo em parcerias com outras instituições públicas e privadas para a promoção de
cursos (presencial e virtual) e eventos voltados para a formação continuada de bibliotecários, estudantes de
Biblioteconomia e outros profissionais que atuam em unidades de informação. Os demais bibliotecários
que deram o depoimento estão empreendendo em negócios voltados para normalização de trabalhos
acadêmicos, conservação e restauração de documentos, comercialização de camisetas, editoração de
revistas/sites.
Ao serem questionados sobre as percepções deles em relação ao empreendedorismo na
Biblioteconomia e também as dificuldades que tiveram, é importante destacar o risco que todos passam
neste ramo. Como diz uma das entrevistadas: “Implementar uma ideia criativa em um ambiente onde nunca
foi pensando antes é correr risco”. Outro profissional que também deu depoimento afirma que: “Para quem
pensa em empreender na área de biblioteconomia, é um mercado como qualquer outra, está em crescimento
e vale muito a pena. É preciso explorar bem as oportunidades”. Outro bibliotecário empreendedor que já
tem sua empresa consolidada no mercado há 12 anos ressalta a importância de se capacitar para gerenciar
melhor sua empresa. Ele declarou que “A sua empresa está se expandindo bastante, atendem clientes na
Índia, Moçambique e angola. Além de vários Estados no Brasil. Mas para isso , se capacitou na área do
empreendedorismo para melhor gerir seu negócio”. Outro bibliotecário que está empreendendo há 4 anos
dá algumas dicas: É preciso ficar atento as mudanças que vem ocorrendo na área, tanto no Brasil como no
exterior, ter perspicácia, não desistir diante das adversidades, organizar os processos e distribuições deles
na equipe, estudar de forma continuada sobre o que você vai trabalhar e claro, planejar sempre”.
Uma das bibliotecárias que está empreendendo há mais de uma década, alerta sobre a importância de
já ter tido experiências como bibliotecário ou na área em que vai atuar: “Para ser empreendedor tem que ter

�tido experiência em estágio, empregos anteriores e um mínimo de conhecimento na área em que você quer
empreender”.
No que tange as oportunidades de negócios dentro da Biblioteconomia, uma das bibliotecárias alerta
“Há carência de apoio de profissionais empreendedores a revista científicas e repositórios institucionais que
estão em um grande crescimento. Profissionais para abrir um empreendimento ou prestar serviços na área
de processamento técnico (Catalogação, Indexação, Classificação) e profissionais com empreendimentos
especializados na área de edição de e-books”. Outra entrevistada disse que também há espaço para
bibliotecários empreenderem na área tecnológica: “Um segmento que esta em alta é o desenvolvimento de
software, porque as empresas desenvolvem sem saber o que realmente seu cliente quer, sem se alinhar com
os clientes que querem vender”. Uma bibliotecária que vem empreendendo na área há 12 anos alerta sobre
alguns campos de atuação para o bibliotecário empreender: “O mercado para o bibliotecário hoje é bastante
amplo, podendo atuar em várias frentes de trabalho como organizações de bibliotecas, arquivos
administrativos, técnicos, acervos pessoais. Também está se abrindo um mercado grande para os
bibliotecários na área de documentos eletrônicos e digitais, as empresas têm uma massa documental muito
grande totalmente desordenada, é uma grande oportunidade. O bibliotecário tem que se preparar para essa
área. O grande lance do bibliotecário para o futuro é trabalhar de uma forma em parceria com profissionais
de outras categoriais. O trabalho tende a ganhar uma visibilidade bacana e o profissional acaba se
retroalimentando com as experiências de outras categoriais”.
Um dos bibliotecários empreendedores alertou sobre a importância de conhecer bem o nicho do
mercado que deseja atuar. Antes de ele abrir a empresa, ele fez uma pesquisa e constatou que tinha
oportunidade: “Fiz uma pesquisa de mercado antes de abrir a empresa, vi se meus colegas já prestavam
esses serviços e identifiquei que não havia muitos profissionais nessa área. Hoje presto serviços para o
Brasil todo, Canadá, Estados Unidos, Portugal”. Outro bibliotecário que vem empreendendo na área de
cursos EAD também alerta sobre isso ao verificar que tinha uma procura: “Identifiquei que havia uma
demanda para curso de modalidade à distância e com custo mais baixo que o mercado”.
Dentre as dificuldades apontadas, um dos bibliotecários ressalta: “Falta informação acadêmica volta
para área do empreendedorismo”. O mesmo enfatizou um bibliotecário que vem empreendendo na área de
restauração: “No começo teve um pouco de dificuldade porque não entendia nada sobre gestão. Precisou da
ajuda de contador para legalizar a empresa e gerir o negócio”. Além da questão da formação, outro
bibliotecário alerta que “No Brasil é difícil trabalhar com publicação, mas ao bibliotecário não resta apenas
o trabalho na biblioteca. É tempo de explorar o mercado, ver quais são as possibilidades de investimento
não só no ponto de vista financeiro, mas também no ponto de vista do trabalho, da mão de obra e da
dedicação que pretende dispensar. As bibliotecas virtuais estão em franco crescimento”. Além disso, os
bibliotecários precisam planejar seus negócios como enfatiza uma das bibliotecárias empreendedoras: É
importante planejar. Um dos problemas do nosso País é a falta de planejamento, é preciso calcular os
riscos, ficar de olho nas oportunidades, gostar do que faz, estudar sempre, ter respeito, foco na qualidade,
ética, é importante fazer a sua rede de contato. Tem que arregaçar as mangas e fazer, tem que ter o perfil de
gestor e do operacional também”. Outro bibliotecário empreendedor que já tem sua empresa há 11 anos
afirmou que: “É preciso aprender transversalmente para gerir com qualidade o empreendimento. É
necessário olhar para as organizações, para o mercado atual e perceber o seu fazer (identificar
oportunidades). Existem possibilidades no mercado, onde bibliotecário pode contribuir de fato nele. Esse
mercado demanda sem dúvida de uma educação continuada do profissional”. Ele ainda sugere que é
preciso desenvolver competências relacionadas com a área da administração (empreendedorismo) e ter um
bom plano de negócio para saber o que fazer, como fazer e o quanto vai gastar.
Palavras-chave: Empreendedorismo. Biblioteconomia. Campos de atuação. Perfil profissional. Formação
profissional
Referências
BARON, R. A.; SHANE, S. A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Thomson
Learning, 2007.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. São Paulo: Campus. 2001.
DRUCKER, P. F. Inovação e Espírito Empreendedor - Entrepreneuship. São Paulo: Pioneira, 1987.
DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1999.

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