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                  <text>XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
22 a 24 de julho de 2015

A FUNÇÃO EDUCACIONAL DO BIBLIOTECÁRIO EM REPOSITÓRIOS
INSTITUCIONAIS

Rosangela Maria Nascimento
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
rosangela@ufrrj.br

Alberto Calil Junior
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
caliljr@unirio.br

�Introdução
No processo de desenvolvimento dos Repositórios intitucionais (RIs) nas
universidades e instituições de pesquisa, especificamente nas universidades
públicas federais, onde se concentra essa pesquisa, a grande problemática para
o desenvolvimento dos RIs de forma satisfatória se deu no seu povoamento,
pois o Repositório institucional (RI) possui uma (função, módulo) chamada
autoarquivamento, que possibilita que o próprio autor realize o depósito de seu
documento científico (LEITE, 2009, p. 21; SAYÃO; MARCONDES, 2009, p. 35).
Para envolver a comunidade acadêmica os gestores de RIs, juntamente
com as instâncias superiores das universidades começaram a estabelecer
políticas mandatórias para exigir que os pesquisadores disponibilizassem seus
trabalhos acadêmico-científicos. Entretanto, são poucas as universidades
públicas federais que têm a comunidade acadêmica envolvida nesse processo.
De acordo com Nunes (2011, p. 68.), “este quadro somente mudará quando as
instituições tornarem o autoarquivamento das publicações científicas nos
Repositórios um hábito por parte de seus pesquisadores”. Por isso, para
consolidar os RIs nas universidades é preciso criar novas estratégias para
envolver a comunidade nesse processo.
Dado o fato pelo qual os RIs começaram a ser implantados no Brasil com
o incentivo do IBICT no ano de 2009 (IBICT, 2014; KURAMOTO, 2011; MARRA,
2014, p. 334), sendo, assim, uma temática relativamente nova a pesquisa foi de
caráter exploratório, pois segundo Braga (2007, p. 25), “a pesquisa exploratória
tem o objetivo de reunir dados, informações, padrões, ideias ou hipóteses sobre
um problema ou questão de pesquisa com pouco ou nenhum estudo anterior”.
Resultados e Discussão
Através dos repositórios digitais listados no sítio do IBICT foi realizado um
mapeamento para identificar os RIs das Universidades Públicas Federais que
possuem em seu acervo digital as tipologias documentais que são documentos
obrigatórios para comprovar o término do curso dos alunos.
No mapeamento realizado no período de 07 de fevereiro a 15 de fevereiro
de 2015 na listagem do sítio do 1IBICT podemos identificar que dos 79 RDs
analisados existem apenas 32 RIs referentes as universidades públicas federais.
Desse universo de 232 RIs identificados, apenas 08 possuem todas as tipologias
1

Disponível em: &lt;http://www.ibict.br/informacao-para-ciencia-tecnologia-einovacao%20/repositorios-digitais/repositorios-brasileiros&gt;. Acesso em: 03 mar. 2015.
2

É necessário ressaltar que os Trabalhos de Conclusão de Curso da graduação e as
monografias da especializaçao
da UNB e da UFTPR encontram-se em repositórios
diferenciados no sítio da instituição.

�documentais referentes a comunidade discente em seu acervo digital, a saber:
UFPR, UFRGS, UFBA, UFF, UFLA, UFSC, UNB, UTFPR. A identificação do
baixo número de tipologias documentais da comunidade discente nessa
pesquisa aponta para a necessidade urgente do exercício educacional do
bibliotecário dentro desse contexto, pois o universo de documentos não
disponibilizados desse público revela que sua participação é ainda pequena no
que concerne ao autoarquimento em RIs. De acordo com Kenski (2010, p. 43)
“para que uma nova tecnologia possa ser assumida e utilizada pelas demais
pessoas [...] a nova descoberta precisa ser ensinada” . Por isso, o bibliotecário
ao ensinar a comunidade discente a importância do RI para sua instituição
constrói um processo de torná-lo familiar nesse ambiente, visto que muitas
ferramentas tecnológicas disponibilizadas pelas bibliotecas, especificamente os
repositórios são desconhecidas no meio acadêmico e da sociedade em geral.
Considerações Finais:
Verificamos nessa pesquisa através do mapeamento dos RIs das
universidades públicas federais identificados no sítio do IBICT, que há poucos
repositórios que possuem as quatro tipologias documentais referentes a
comunidade discente incluídas no acervo digital de seus RIs. Percebe-se, então,
a necessidade de ter um novo olhar sobre esse público visto que é o futuro da
pesquisa do país. Essa questão traz em si a possibilidade de transforrmar uma
atividade mecânica que é a atividade de autoarquivamento, em uma atividade
reflexiva sobre os aspectos que envolvem os RIs no Brasil e no mundo.
Portanto, o bibliotecário é um profissional imprescindível nesse processo, pois
possui toda uma formação de conhecimento reflexivo e prático sobre a
organização, busca, acesso e disseminação da informação. Nessa perspectiva é
essencial o bibliotecário exercer o seu papel educacional junto a comunidade
discente de sua universidade, formando futuros pesquisadores conscientes de
sua participação no Movimento de Acesso à Informaçao Científica através do
módulo de autoarquivamento.
Palavras-chave:
Repositórios
bibliotecário.

institucionais.

Autoarquivamento.

Papel

educacional

do

Referências:
BRAGA, Kátia Soares. Aspectos relevantes para a seleção de metodologia
adequada à pesquisa social em Ciência da Informação. In: MULLER, Suzana
Pinheiro Machado (Org). Métodos para pesquisa em Ciência da Informação.
Brasília: Thesaurus, 2007. 190 p.
IBICT. Repositórios digitais. Disponível em: &lt;http://www.ibict.br/informacaopara-ciencia-tecnologia-e-inovacao%20/repositorios-digitais/sobre-repositoriosdigitais&gt; . Acesso em: 07 fev. 2015.

�KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação.
Campinas, SP: Papirus, 2007. 141 p.
KURAMOTO, H. Repositórios institucionais de projeto piloto. 2011.
Disponível em: &lt; http://kuramoto.blog.br/2011/10/29/repositorios-institucionaisde-projetos-piloto/&gt;. Acesso em: 23 mar. 2015.
LEITE, F.C.L. Como ampliar e gerenciar a visibilidade da informação
científica brasileira: repositórios institucionais de acesso aberto. Brasília:
IBICT, 2009. 120 p. Disponível em:
&lt;http://kuramoto.files.wordpress.com/2009/11/repositorios-institucionais-fleite.pdf&gt;. Acesso em: 15 fev. 2015.
MARRA, P. S, C. Visibilidade dos repositórios institucionais brasileiros: análise
de diretórios internacionais de acesso aberto. RECIIS, v. 8, n. 3, p. 330-343, set.
2014. Disponível em: &lt;
http://www.reciis.icict.fiocruz.br/index.php/reciis/article/viewFile/930/1843&gt;.
Acesso em: 21 de fev. 2015.
NUNES, R. R. Diretrizes para formulação de políticas mandatórias para
consolidação dos repositórios institucionais brasileiros. 2012. 156 f.
Dissertação (Mestrado)-Instituto de Artes e Comunicação Social, Universidade
Federal Fluminense, Rio de Janeiro, 2012. Disponível em:
&lt;http://www.ci.uff.br/ppgci/arquivos/Dissert/Dissertacao_Renato_Nunes.pdf&gt;.
Acesso em: 04 fev. 2015.
SAYÃO, L. F.; MARCONDES, C. H. Softwares livres para repositórios
institucionais: alguns subsídios para a seleção. In: MARCONDES, C. H. et al.
(Org.) Implantação e gestão de repositórios institucionais: políticas,
memórias, livre acesso e preservação. Salvador: EDUFBA, 2009. p. 9-21.
Disponível em:
&lt;https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ufba/473/3/implantacao_repositorio_web.p
df&gt;. Acesso em: 30 mar. 2015.
UNIVERSIDADE DO MINHO. Open Acess. Repositórios: sobre repositórios
OA. Disponível em: &lt;http://openaccess.sdum.uminho.pt/?page_id=348&gt; Acesso
em: 21 de fev. 2015.

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