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                  <text>BIBLIOTECAS DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇAO
PÔS-GRADUAÇAO EM EDUCAÇAO
EDUCAÇÃO
NO BRASIL: ESTUDO COMPARADO

ANTONIO MIRANDA, M.A. ALISE
Assessor Especial de Planejamento Bibliotecário — Coordenação do Aperfeiçoamento
de Pessoal de Nível Superior — CAPES

(

CONTEÚDO

1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.

8.

9.
10.
11.
12.
13.
14.

Explicação Preliminar
Metodologia Empregada no Levantamento e Considerações Gerais
As Bibliotecas Centrais
As Bibliotecas Setoriais
Perfil Coletivo das Bibliotecas Setoriais
Instalações das Bibliotecas
0 Acervo das Bibliotecas
7.1 — A Idade e os Idiomas representados na Coleção
7.2 — A Coleção de Periódicos
Os Processos Técnicos
8.1 — Seleção, Aquisição e Divulgação do Acervo
8.2 — Catalogação e Classificação
Rotatividade do Acervo
Treinamento de Usuários
Pessoal Bibliotecário e Auxiliar
Orçamento das Bibliotecas
Considerações Finais
Bibliografia Consultada

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�ANEXOS
A. Lista das siglas das Bibliotecas Centrais, Setoriais, Isoladas, Centros de Documentação
e Bancos de Dados da área de Educação no Brasil, com
çom endereços.
B. Mapa de localização das Bibliotecas visitadas
C. Quadros Comparativos das Bibliotecas do PPGE
Quadro 1;
1: Dados gerais Administrativos (A)
Quadro 2: Dados gerais Administrativos (B)
3: "“
"
"
(C)
"
4: Elaboração do Regimento Interno
4;
"
5;
5: Potencialidade e uso do acervo
"
6: Relação de Atendimento:
Atendimento; Leitores/Bibliotecários
"
7A: Acervo
Açervo Informacional
Informaçional (I): Bibliotecas Centrais, Isoladas e Centros de Documentação
"
7B: Acervo Informaçional
Informacional (I): Bibliotecas Setoriais e Centros de Documentação em Educação
"
8: Acervo Informaçional
Informacional (II)
"
9: Rotatividade do acervo por empréstimo domiciliar
"'' 10: Colocação por rotatividade média por empréstimo domiciliar
" 11: Processos Técnicos
"'' 12: Catálogos Públicos
" 13: Circulação e Empréstimo
"'' 14: Condições de Empréstimo
" 1 5: Seleção, Aquisição e Divulgação
“" 16: Coleção da Área de Educação-Livros
(Porçentagens por Idiomas)
(Porcentagens
17: Coleção da Área de Educação-Periódicos
(Porcentagens por Idiomas)
" 18: Material Permanente
"“ 19: Pessoal
20: Dados Qrçamentários
" 20;
D. Lista de endereços dos cursos de pós-graduação e pós-graduação em Educação no Brasil (Existentes e Propostos).

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�RESUMO
A pesquisa inclui 40 bibliotecas (sendo 22 "centrais", 13 setoriais, 1
centro de documentação e 1 banco de dados, ligados a 15 universidades
federais, 3 estaduais, 5 privadas e 4 instituições de pesquisa, distribuídas por
11 estados da Federação e no DF) que atendem estudantes, professores e
pesquisadores da área de Pós-Graduação em Educação no Brasil. Os dados
coletados mediante questionário estão tabulados em 20 quadros estatísticos
enquanto que o diagnóstico global inclui considerações sobre as bibliotecas
centrais e as setoriais universitárias; um "perfil coletivo" com as características destas últimas, segundo os manipulados; e estudo do acervo, a idade e
idiomas da coleção, incluindo os periódicos; os processos técnicos; a rotatividade do acervo, o pessoal bibliotecário e auxiliar e o orçamento das bibliotecas.
As bibliotecas centrais estão em etapas diferentes de organização e de
relacionamento sistêmico com as setoriais, não havendo um modelo único
para todas elas, sendo a "descentralização coordenada" (com a centralização
administrativa e técnica) a fórmula proposta em alguns casos. Algumas "setoriais" não dependem das "centrais" havendo mesmo incompatibilidades técnicas entre elas.
O treinamento de usuário é incipiente, informal e descontinuado e os
0
serviços interbibiotecários ainda subdesenvolvidos, mas medidas estão sendo
propostas para a integração das bibliotecas em redes e para o desenvolvimento
de intercâmbio (sobretudo por comutação e reprografia) como para maximizar o uso do acervo e para enfrentar problemas com o aumento do preço dos
livros e periódicos e as dificuldades na importação de material bibliográfico.

1. EXPLICAÇÃO PRELIMINAR
Como são as bibliotecas universitárias, as especializadas, os centros de documentação e os bancos de dados que servem aos cursos de pós-graduação em Educação no
Brasil? Como estão organizados, que acervo possuem, qual a qualificação de seu pessoal e
qual o uso que deles fazem os seus usuários? Que serviços estão organizados para serví-los
e quantos não são beneficiados por eles?
O presente estudo foi elaborado por encomenda da Coordenação do Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) com objetivo de responder a algumas dessas
perguntas.
O presente Relatório nasceu da necessidade de inventariar a infra-estrutura das
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bibliotecas e centros de documentação em estudo para permitir o planejamento de uma
rede de prestação de serviços cooperativos e, ao mesmo tempo, estabelecer uma política
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�de investimentos nas bibiotecas da própria rede. Trata-se, portanto, de uma coleta de
dados para a elaboração de perfis das bibliotecas como medida prévia para um conhecimento mais pormenorizado de suas potencialidades e para a tomada de decisões administrativas pertinentes. Não se trata — fique bem claro — de um estudo acadêmico, heurfstico
heurístico
e interpretativo de seu modus operandi ou das implicações filosóficas, sociológicas, políticas ou psicológicas das determinações de suas características básicas.
Como pode acontecer em levantamentos de seu tipo, onde o elemento humano
participa de forma predominante, é possível que haja alguma imprecisão nos dados ou
mesmo erros de interpretação e desde já formulamos as desculpas convencionais antecipadas. Apesar do cuidado que tivemos durante a tabulação e interpretação de dados,
nunca estamos totalmente livres de erros de abordagem. Some-se a isso a diversidade
estrutural das bibliotecas (que, como não poderia deixar de ser, refletem a organização e
evolução das instituições a que servem) e a falta de padronização da elaboração de estatísticas bibliotecárias no Brasil. Mas é para colher o julgamento, receber sugestões, aperfeiçoar os dados e interpretações que decidimos oferecer aos estudiosos da matéria o presente trabalho. Os dados constantes que serviram de base poderão ser úteis para estudos com
diferentes propósitos, que os eminentemente práticos, da Assessoria de Planejamento Bibliotecário da CAPES.
Trata-se de uma contribuição modesta, mas nem por isso pouco significativo para o
conhecimento de nossas bibliotecas universitárias, as quais são geralmente discutidas e
avaliadas, mas nunca comparadas mediante o uso objetivo de dados.
A presente pesquisa inclui 40 (quarenta) bibliotecas, sendo 22 (vinte e duas) bibliotecas centrais, 13 (treze) setoriais, 3 (três)
(trés) isoladas, 1 (um) centro de documentação e 1
(um) banco de dados, em 15 (quinze) universidades federais, 3 (três) estaduais, 5 (cinco)
privadas e 4 (quatro) em instituições autônomas de ensino e pesquisas, distribuídas em 11
(onze)estados da Federação e no D.F. Apenas a região Norte não está representada no
conjunto, simplesmente devido à inexistência de cursos de pós-graduação em Educação
naquela área geográfica do país. Os Estados mais representados são o de São Paulo e do
Rio de Janeiro pela simples razão de que lá estão localizados respectivamente 7 (sete) e 4
(quatro) cursos de pós-graduação da área de Educação.
Mesmo sem ser intencional, constitui-se numa amostragem possivelmente válida do
universo de bibliotecas universitárias do país.
Excluímos duas bibliotecas do presente estudo por razões contrárias a nossa vontade. A primeira delas foi a Biblioteca Euclides da Cunha, da Associação Fluminense de
Educação (Duque de Caxias, RJ/onde está previsto o início, este ano, de um curso a nível
de mestrado em Educação nas áreas de Planejamento Educacional e Sociologia da Educação.
Infelizmente, os dados obtidos não são completos porquanto não tivemos a oportunidade de entrevistar a bibliotecária e o coordenador do citado curso. As instalações da
biblioteca são relativamente amplas, o salão de leitura tem ar condicionado (o que não é
um luxo devido às altas temperaturas da Baixada Fluminense), com 80 lugares para os
usuários e um acervo modesto de 8040 volumes em todas as disciplinas, aproximadamente
600 volumes na classe 370(Educação).
370 (Educação). A biblioteca não tem “livre acesso às estantes", o
catálogo está ainda em fase inicial de organização, a coleção de periódicos é irrelevante
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�para a demanda de informações nos níveis de graduação e da pós-graduação, e cancelou o
“empréstimo domiciliar" desde 8.10.76. Embora esteja registrada no Instituto Nacional
"empréstimo
do Livro como Biblioteca Universitária, a Biblioteca Euclides da Cunha atende majoritariamente os alunos dos cursos secundários que funcionam no conjunto dos edifícios da
Associação Fluminense de Educação.
Excluímos, também, a Biblioteca Núcleo do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais (CBPE) do Instituto Nacional do Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP), do Rio
de Janeiro. A citada biblioteca, fundada em 1937, esteve fechada para obras durante dois
anos, até novembro de 1976, reabrindo em horário limitado (Segunda/Sexta, das 10 às
15:30 h) por falta de pessoal, parte do qual tranferiu-se para Brasília ou está requerendo a
aposentadoria. A coleção é valiosa (aproximadamente 55.000 volumes e 1800 títulos de
periódicos), mas não foi possível a obtenção de dados estatísticos completos sobre a sua
utilização, estando ainda incerta a localização definitiva do acervo; se transladado com o
INEP/CBPE para Brasília ou se transferido para uma universidade do próprio Estado do
Rio de Janeiro.
Optou-se pela listagem em ordem geográfica nos "Quadros" estatísticos anexos
justamente para que os especialistas pudessem visualizar mais facilmente, as bibliotecas,
por regiões geográficas ou por Estados, podendo extrair conclusões práticas ou teóricas
que o presente estudo não pretendeu levar a cabo.
Se compararmos os excelentes diagnósticos das bibliotecas universitárias dos professores Edson Nery da Fonseca, Etelvina Lima ou Maria Luisa Monteiro da Cunha (para
citar apenas alguns especialistas mais notáveis), com os dados aqui reunidos é possível que
possamos chegar a algumas conclusões mais ou menos dignas de confiança, como para
confirmar prognósticos e conclusões, assim como para rebatê-los com a prova insofismável
dos números. Para citar apenas um exemplo, a Prof.® Maria Luisa Monteiro da Cunha,
Diretora da Divisão de Biblioteca e Documentação de USP, num estudo da situação das
bibliotecas universitárias no Brasil (em 1973), ao citar os problemas criados às bibliotecas
pela Reforma Universitária e que já teriam sido solucionados^,
solucionados*, reafirmou a necessidade
de que cada biblioteca tenha seu prórpio Regimento no qual se fixem os direitos e os
deveres dos bibliotecários, assim como também a índole de suas relações com as autoridades universitárias. Tal regulamento deveria estabelecer também a estrutura interna da
biblioteca e suas funções administrativas, técnicas e de serviço, conforme recomendações
expressas em Seminário auspiciado pela Unesco em Mendoza, de 24 de setembro a 5 de
outubro de 1962^. Segundo a Prof.® Maria Luisa, tal objetivo já teria sido "alcança-lo "in
totum" " no Brasil^.
têm um RegiSegundo o nosso Levantamento, apenas 5 bibliotecas universitárias tém
mento Interno aprovado, enquando que a maioria está esperando aprovação ou ainda
elaborando o documento, enquanto que 15 não possuem texto escrito, notadamente as
setoriais (vide Quadro 4). A afirmação da Prof.® Maria Luisa referir-se-ia tão somente à
elaboração do citado Regimento pelas nossas maiores bibliotecas universitárias e não à sua
aprovação, como ficou demonstrado.
Qutro exemplo prático da utilização de um Relatório desse tipo poderia ser o de
verificar, por biblioteca, o que elas possuem para os efeitos de estudos infra-estruturais de
cursos ou para a organização de serviços interbibliotecários. Por exemplo, o Instituto
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�Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) acaba de lançar o seu Catálogo
—
Coletivo de Periódicos em forma de microfichas. Por outro lado, a empresa privada IMS Informações, Microformas e Sistemas S.A. está vendendo teses em microfichas. Pelo
presente Relatório, verifica-se no Quadro 18, relativo a "Material Permanente" que a
maioria das bibliotecas não possuem máquinas leitoras e copiadoras de microfichas,
constituindo-se num elemento importante para tomadas de decisões por parte da biblioteca para a aquisição do citado material, assim também para as duas instituições citadas para
promoverem a aquisição, como medida indispensável para que os seus objetivos empresariais tenham sucesso.
Espera-se que o presente Relatório sirva também para os professores, estudantes,
planejadores e autoridades na abordagem do problema de nossas bibliotecas universitárias,
permitindo o seu conhecimento mais detalhado.
Registra-se, também, aqui a inteira responsabilidade do autor pelas opiniões
constantes do diagnóstico que apresenta ao 9.° CBBD e à CAPES, não sendo o primeiro
hem a segunda, responsáveis pelos conceitos emitidos ou omitidos.
Quaisquer críticas, comentários ou correções, serão recebidos com a satisfação e a
humildade de quem não se considera dono da verdade nem proprietário dos dados que
manipula, ou, em outras palavras, de quem deseja trabalhar em permanente contacto e
diálogo com os que são, em última instância, a própria razão de ser do presente Relatório:
os indivíduos que organizam ou utilizam as bibliotecas.

2. METODOLOGIA EMPREGADA NO LEVANTAMENTO E CONSIDERAÇÕES
GERAIS
Para o levantamento do "Status Quo" das bibliotecas utilizou-se o procedimento da
visita a cada uma das sedes dos Cursos de Pós-Graduação em Educação para uma entrevista pessoal com os coordenadores de cursos e professores e para recoletar os dados
diretamente com os bibliotecários.
biblioteéarios. Qnde
Onde existia além da biblioteca setorial especializada
em Educação também uma Biblioteca Central, incluimos ainda o levantamento de perfil
desta, com vistas a determinar o seu potencial e as possíveis vinculações (efetivas e/ou
prováveis) com a setorial especializada.
Q levantamento dos dados foi feito mediante questionário padronizado, o qual
0
resultou da adaptação de questionários empregados para fins semelhantes pelo Departamento de Informação e Documentação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(EMBRAPA — DID) e&lt;lo Instituto Nacional do Livro — Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística, gentilmente cedidos por estas instituições.
Dada a diversidade infra-estrutural das bibliotecas e centros de documentação
visitados, o questionário original sofreu pequenas alterações durante o levantamento.
Alguns dos dados tiveram que ser elaborados durante a nossa visita devido a inexistência
destes sobretudo no tocante à idade e idiomas acervo. Para tantos valemo-nos, quase sempre, da técnica de amostragem e só em casos excepcionais tivemos que basear-nos na experiência do bibliotecário para improvisar as porcentagens (dentro de critérios considerados
válidos).
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�Decidimos apresentar os dados em forma comparada, não tanto com a pretensão de
empregar as técnicas da Biblioteconomia Comparada (os especialistas ainda discutem se
comparações dentro de um mesmo país, ou seja, sem a perspectiva "cross cultural" são
válidos na "nova ciência"), mas por uma razão puramente pragmática. Como praticamente inexistem padrões válidos para a avaliação de serviços bibliotecários no Brasil, e
como também inexistem estatísticas bibliotecárias detalhadas, consideramos que a
justaposição dos dados daria às próprias bibliotecas uma perspectiva global do universo
em que elas operam e uma visão particular de sua situação em relação as demais. Em casos
das determinações administrativas específicas, tais justaposições poderiam ser de utilidade
prática. Os quadros, no entanto, devem ser interpretados com alguma "malícia" dada a
impossibilidade de caracterizar a equivalência das informações provenientes de situações
determinantes dissímeis. Para ilustrar tal situação, bastaria dar dois exemplos, ao acaso:
a) uma biblioteca com total "livre acesso" às estantes, ao fornecer dados estatísticos sobre
"Consulta" local, não estará necessariamente incluindo todas as consultas, mas apenas as
que puderam ser controladas, enquanto que outra biblioteca, sem "livre acesso" às
estantes provavelmente indicará realmente
real mente o número de todas as consultas locais atendidas: b) o número de livros emprestados a domicílio só terá significado estatístico se
previamente comparado com o número total de usuários e não simplesmente comparado
com a quantidade total de empréstimos de outra biblioteca, sob pena de obter uma visão
deturpada da realidade. Pelo exposto, os dados são relacionáveis,
relacionâveis, não só no sentido
vertical das colunas dos quadros (isto é, entre as bibliotecas constantes dos Quadros), mas
também — e sobretudo — horizontal
horizontalmente,
mente, com os demais dados da.própria
da própria biblioteca
constantes dos diversos quadros.
O diagnóstico global da presente pesquisa teve que ser, obviamente, generalizante
com a distorção que semelhante método acarreta. No entanto, devemos lembrar a necessidade da verificação nos Quadros das cabíveis exceções à regra, como de praxe.
Referimo-nos a tais exceções (nos seus sentidos positivo e negativo) somente em casos
realmente imprescindíveis. Tais exemplos não devem jamais ser tomados como
çomo avaliativos
pois constituem fatos isolados.
O perfil coletivo das bibliotecas setoriais visitadas é como se segue, fazendo-se, no
entanto, as ressalvas de praxe: ele representa apenas as "médias". As "mínimas" não são
necessariamente negativas e as "máximas" automaticamente positivas, pois uma avaliação
deve basear-se em fatores determinantes relativos e nunca absolutos.

3. BIBLIOTECAS CENTRAIS
É virtualmente impossível determinar uma estrutura única e global para as bibliotecas universitárias brasileiras. Tal impedimento deve-se a fatores que envolvem a organização administrativa das próprias universidades, à localização física das unidades
participantes, os recursos (físicos, materiais, financeiros e humanos) disponíveis como
também os fatores de ordem administrativa ditados pelas (nem sempre convergentes)
necessidades, interesses e pontos de vista locais de cada uma das comunidades usuárias.
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�Conseqüentemente, as "Bibliotecas Centrais", variam na ordem mesma de suas
realidades imediatas ou, nos casos extremos — por liderança extemporâneas de bibliotecários, reitores ou outros funcionários influentes nas tomadas de decisão pertinentes —
tornam-se autênticos centros de excelência, vanguarda ou modelos para as demais como êé
o caso (para muitos) da Biblioteca Central da Universidade de Brasília.
O resultado do levantamento, de qualquer maneira, mostra o avanço da idéia de
"bibliotecas centrais" conforme o testemunho de Maria Luisa Monteiro da Cunha que, ao
descrever a época da realização do 1.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, em 1954,
julgava que o "problema mais sério, na época, era a dificuldade de aceitação de uma
Biblioteca Centrar"*.
Central"''.
A discussão, no entanto, continua aberta. De um lado os que defendem uma centralização absoluta, do outro, os que pretendem — contra todos os princípios — a perpetuação de microbibliotecas setoriais e até de "subsetoriais", ou ainda de "coleções
privativas" de departamentos e de professores, sem qualquer controle central. Felizmente,
tal prática elitista vem desaparecendo da cena universitária brasileira, mas, em contrapartida, parece dar lugar ao surgimento e "evolução" de outra, igualmente perigosa;
perigosa: a de
bibliotecas "por níveis", ou seja, uma para os "graduandos"e outra para os "mestrandos"
(como se o acervo básico diferisse substancialmente
substancial mente ao ponto de justificar tal estratificação). Na verdade, trata-se às vezes, de uma reação ao maus serviços de bibliotecas
centrais incapazes de acompanhar as necessidades mais sofisticadas da demanda da
pós-graduação, o que vem levando alguns coordenadores de cursos à implantação de
serviços próprios, com visível dispersão de recursos. Na prática, ao invés de solucionar o
problema básico, cria um segundo problema que o da repetição de tarefas, com a elevação
notória dos custos operacionais. Vistos da perspectiva imediatista e pessoal (que às vezes
prevalece), tal fracionamento do acervo e dos recursos redunda em melhores serviços a
curto prazo, mas comprometem um desenvolvimento mais racional e econômico a médio
e longo prazos.
Nas unidades mais antigas (onde as bibliotecas cresceram por geração espontânea,
desarticuladamente) parte-se para um compromisso ético e administrativo rotulado como
"descentralização coordenada"’,
coordenada"®, o que nem sempre se vê na prática. Algumas conseguiram já centralizar parte dos processos técnicos (aí estão os exemplos da UFPb, UFBa,
FUEL, UFPe, UFF, etc.), outras apenas dando os primeiros passos nesta direção, como é
o caso da USP, com 55 bibliotecas, dentro e fora do "Campus". Algumas dispõem de
Catálogos Coletivos, embora com uso bem inferior à sua potencialidade (cujas razões
fogem ao presente estudo) enquanto que outras não têm controle algum do acervo de suas
"setoriais", como os casos extremos da UFSM/BC e PUC/RS/BC.
Poucas têm condições físicas e humanas para centralizar o acervo das bibliotecas
setoriais e pretendem converter-se em "bibliotecas de referência", lutando contra os
"hábitos de leitura" da maioria que só usa a obra previamente indicada (o que não
invalida, em tese, a pretensão, mas que vem limitando o seu uso efetivo).
A imaginação criadora de alguns bibliotecários mais proeminentes vem formulando
modelos sistêmicos teoricamente perfeitos e planos idealmente válidos para a solução dos
problemas aludidos, tanto no nível do macroplanejamento quanto do microplanejamento.
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4 gentilmente por:

�Infelizmente, na prática, estes ainda não conseguiram reunir os elementos básicos
indispensáveis para a materialização das medidas corretivas propostas, seja por falta de
recursos ao alcance ou por falta de um esclarecimento das autoridades a quem cabem as
determinações legais.
Existem também os casos em que as soluções não dependeríam tanto de recurosos,
mas apenas da racionalização dos recursos já existentes, acima de antipatias pessoais,
desconfiança mútua ou indisposição para o cooperativismo.
De qualquer forma, o fenômeno da organização de "bibliotecas centrais" é
relativamente novo entre nós, porém já começa a dar bons frutos. Como a maioria das
"Centrais" visitadas estão ainda na fase de planejamento ou de implantação, é natural
esperar que elas — por um processo dinâmico da adaptação às exigências práticas —
cheguem à formulação de modelos que serão únicos para cada caso, mas que acabarão por
ditar um "pacote" de características mais ou menos válidas para todas.
Infelizmente a nossa literatura específica sobre "centralização e descentralização"
de serviços bibliotecários é extremamente exígua e predominantemente teóricoespeculativa, o que nos obriga à consulta de experiências estrangeiras nem sempre válidas
para o nosso ambiente cultural.
Segundo a perspectiva indicada pelos dados do presente estudo, as 19 "bibliotecas
centrais" visitadas (UFC, UFRN, UFPb, UFPe, UFBa, UFES, UFMG, UFF, PUC/RJ,
USP/SP, UNICAMP, UFSão Carlos, UFPr, FUEL, FUEM, UFRGS, PUC/RS, UFSM e
UnB) estão praticamente na fase de definição de suas próprias atribuições, para não dizer
a impossibilidade de reunir as condições ideais para a pretendida centralização, com a
exceção, talvez, da UFPb, UFF, PUC/RJ, UFS. São Carlos e UnB. Algumas já obtiveram
uma "portaria" do Reitor determinando a vinculação técnica e administrativa das setoriais à Central (como são os casos recentes da UFPb e UFRGS), mas sem a dotação orçamentária capaz de garantir o sucesso da centralização.
De fato, poucas dessas bibliotecas centrais chegaram sequer ao estágio de ter seus
"regimentos internos" aprovados ou mesmo redigidos, como já foi assinalado (Vide
Quadro 4).
Os casos mais complexos (embora teoricamente equacionados) são os da UFMG e
USP. A primeira engloba 22 bibliotecas dentro do Campus da Pampulha e outras (na área
Biomédica) no centro de Belo Horizonte, já com um projeto de edificação da B.C. por
iniciar-se, talvez no presente ano. A UFMG/BU tem comissões de bibliotecários elaborando as matrizes definitivas de sua futura organização. No entanto, a Biblioteca Universitária da UFMG (sua denominação oficial) já centraliza algumas atividades, tais como a
Aquisição de Material Bibliográfico, o Catálogo Coletivo eo Serviço Central de Informações
Bibliográficas (SCIB). Foi criado por Portaria do Reitor, em 1975, um Conselho Bibliotecário, com atribuições de discutir e deliberar sobre matérias de interesse do sistema de
bibliotecas da UFMG.
A B.C.da USP coordena as atividades de 55 bibliotecas na Cidade Universitária e em
várias cidades do Estado de São Paulo. A Biblioteca Central, atualmente, tem apenas
funções de "referência" e de coordenação do "empréstimo interbibliotecário" estando
supeditada à Divisão de Bibliotecas e Documentação. Também instalada provisoriamente
no edifício da Reitoria, está a Divisão de Informação e Documentação, com um Serviço
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�de Informação e Reprografia, incluindo serviços de microfilmagem e comutação.bibliocomutação bibliográfica (funcionando pioneiramente desde 1946).
Os casos mais excepcionais seriam os das bibliotecas centrais da PUC/RS e da
UFSM. A primeira possui um acervo de quase 130 mil volumes, sem livre acesso as
estantes em instalações inadequadas, com um catálogo público deficiente, sem serviço de
empréstimo domiciliar. Ressalte-se porém, que a PUC/RS está concluindo um edifício
magnífico com capacidade para 1 milhão de volumes, faltando-lhe ainda um plano de sua
organização futura e uma equipe de bibliotecários condizente com as proporções da
demanda atual e futura. Por falta desta equipe, as setoriais não têm ainda uma definição de
seu futuro "modus operandi" na suposta rede, como é o caso das setoriais de Educação,
Letras, Filosofia e de Flistória,
História, reunindo-se provisoriamente em local próximo das
instalações da futura Biblioteca Central sem uma orientação quanto à normalização
técnica e administrativa, tendo sistemas de classificação incompatíveis com um desenvolvimento integrado.
A UFSM tem um dos melhores edifícios construídos e instalados do país na área
das bibliotecas universitárias — o da Biblioteca Central Manoel Marques de Souza —
Conde de Porto Alegre. Os padrões técnicos dos serviços prestados são ainda deficientes
por falta de um corpo de pessoal bibliotecário graduado para uma biblioteca de seu porte.
Embora situada bem distante do centro da cidade e com um horário não muitp
muito amplo
(permanece fechada nos fins de semana), ela não oferece ainda os benefícios do empréstimo domiciliar para os alunos (por enquanto o empréstimo só é feito aos professores) e
não tem "livre acesso" as estantes, o que limita o uso do acervo. No entanto, a consulta
no local é razoável em termos quantitativos e as condições ambientais do edifício para o
estudante são excelentes. Infelizmente, ainda não existe vinculação hierárquica com a
Biblioteca do Curso de Pós-Graduação em Educação/MEC/OEA/UFSM, havendo,
inclusive, total incompatibilidade dos processos técnicos entre as duas.
Vistas em conjunto, as bibliotecas centrais universitárias brasileiras estão em etapas
diferentes de organização e de integração sistêmica com as suas "setoriais", "seccionais"
ou departamentais. A vantagem é notória para as universidade mais novas, sobretudo as
que já nasceram dentro do espírito da Reforma Universitária, porquanto as de maior
tradição estão devotadas ao reequacionamento de sua problemática. Embora a tradição e
a experiência deem uma base mais sólida para uma evolução racional e provavelmente
mais vinculada com a nossa realidade objetiva (as "novas" ainda estão no nível teórico e
na adequação de modelos importados). As "velhas" universidades têm a ingente tarefa de
propiciar uma mudança radical da mentalidade exigida pelas riovas
novas condicionantes sistêmicas o que constitui um grande desafio. Tanto o desenvolvimento desembaraçado das
"novas", quanto a laboriosa evolução das "velhas" possibilitará às bibliotecas universitárias o denominador comum indispensável para um desenvolvimento futuro integrado,
mais realista e em bases mais duráveis. Tal evolução é necessária para a manutenção e
aprimoramento constantes dos serviços aos usuários, constituindo-se num fator adicional,
mas fundamental para a implantação da Reforma Universitária e do aperfeiçoamento do
Sistema Educacional Brasileiro.

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�4. AS BIBLIOTECAS SETORIAIS
É, também, difícil definir o conceito de "biblioteca setorial" partindo dos exemplos
estudados. Teoricamente, trata-se de uma coleção especializada para uso dos especialistas
de uma área determinada. Organizada para o usofruto de toda a comunidade e não apenas
dos professores e alunos graduandos e/ou pós-graduandos a sua "descentralização" física é
estratégica e, em muitos casos, transitória. Em resumo, a biblioteca setorial seria parte da
biblioteca central, a qual correspondería a centralização de seus processos técnicos, a
administração de pessoal e coordenação do serviço interbibliotecário
interbibliotecárip ou em rede.
Na prática, nem as setoriais têm coleções verdadeiramente especializadas (às vezes
competem com as setoriais de outras áreas e com a "central", seja pela ausência de uma
política de seleção, seja porque a interdisciplinaridade mesma as obriga à aquisição de
obras de outras áreas afins) nem elas fazem parte de uma estrutura central coordenadora.
Neste exemplo estão a maioria das bibliotecas "setoriais", "departamentais" ou
"seccionais" (como também são chamadas) incluídas no presente estudo.
A descentralização, muitas vezes, chega ao extremo de ignorar preceitos básicos
como a conveniência de adotar padrões técnicos compatíveis (para facilitar a interligação
de serviços com a "central" imediata ou no futuro quando as possibilidades objetivas
forem favoráveis), ou de evitar a duplicação de títulos (geralmente importados) de
periódicos já existentes no próprio "campus". Os exemplos do primeiro caso poderão ser
facilmente identificados durante a manipulação dos Quadros Comparativos enquanto que
o segundo caso é muito comum nas antigas universidades (algumas já em fase de superação do problema). Também foram consideradas como "setoriais", para os efeitos do
presente estudo, as coleções especializadas em Educação integrantes do acervo unificado
das bibliotecas centrais, que continuam com verbas próprias ou fisicamente destacadas do
conjunto (ex. UFPe/BC, UFPb/BC, UNIMEP/BU, FFCL'SaVB,
FFCL'SCJ'/B, USSC/BC, INPE), assim
como as que estão localizadas nos próprios edifícios das bibliotecas centrais, mas em salas
próprias (PUC/RJ/CTCH, por exemplo).
Algumas setoriais, ao contrário, estão desvinculadas ou "isoladas" da biblioteca
central ou da biblioteca da faculdade (são os casos da UFRJ/BLF, PUC/RS/BFE e
PUC/SP/BPG) ou abrigam material documentário espet;ial
especial (como é o caso da FGV/
lESAC/CD, que reúne majoritariamente materiais outros que não o livro e o periódico:
folhetos, cópias xerox, teses, recortes de periódicos, bibliografias, apostilas, etc).
O modelo organizacional ideal de biblioteca setorial seria o que transferissem à
0
biblioteca central a aquisição , o processamento técnico do acervo e toda a parte administrativa rotineira, deixando à biblioteca setorial as tarefas de seleção do acervo, treinamento de usuário, orientação local das pesquisas bibliográficas e a prestação de serviços
mais agressivos, como sejam a disseminação seletiva de informação, a elaboração de
bibliografias "ad hoc", a comutação bibliográfica em rede, etc. Na prática, nenhuma das
bibliotecas setoriais visitadas tem este grau de sofisticação, emgora possam ser citados,
entre outros, os casos de UFP/BEL no capítulo da centralização de processos técnicos
(que são processados na UFF/ND) mais elementares e a FGV/IESAE/CD no tocante a
alguns serviços não convencionais de informação aos usuários.
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�Nem todos as "setoriais" estão ligadas exclusivamente à área de Educação. Por
fatores casuísticos e extemporâneos e não pelo desejo manifesto de uma complementação, alguns inclui em coleções mais amplas. Cite-se o caso da UFPr/Biblioteca dos
Setores de Educação e de Ciências Humanas: Letras e Artes; a PUC/SP, Biblioteca do
Setor de Pós-Graduação; FUEL/Biblioteca Setorial dos Centros de Educação e de Ciências
da Saúde; a PUC/RJ/Biblioteca Setorial do Centro de Teologia e Ciências Humanas e, finalmente, a PUC/RS/Biblioteca da Faculdade de Educação que compartilha um salão com
as bibliotecas setoriais de Letras, Filosofia e História, sendo que cada uma adota sistema
de classificação diferente da outra.
As "setoriais" viram-se subitamente beneficiadas com verbas provenientes de
convênios, mas ainda não dispõem de mecanismos hábeis para um desenvolvimento
integrado com as demais bibliotecas da rede da universidade de que são parte inalienável.
Beneficiam-se, de fato, com uma situação excepcional de apoio à pós-graduação no Brasil.
Daí o mal-entendido de uma suposta "exclusividade" de seus serviços para os professores,
mestrandos e doutorandos. Embora muitas "setoriais" estejam abertas (para consulta
local) também para os graduandos, existe ainda a tendência manifesta por alguns de
determinar esse "divisor de águas" que contraria normas e princípios dos direitos dos
usuários e que não coaduna com os ideais de maximização de uso dos recursos devido às
exigências mesmas do nosso desenvolvimento. Uma definição de nível ou de "status"
estaria fora de qualquer cogitação no campo ideológico embora a praxis determine as
exepcionalidades (que não devem ser perpetuadas) que tornam impossível o atendimento
a uma clientela maior.
Em síntese, as bibliotecas setoriais parecem ser um "mal necessário" por causa de
algumas determinações conjunturais limitadoras, mas devem evoluir no sentido: a) de sua
absorção definitiva ao acervo integrado e multidisciplinar de bibliotecas centrais (com
condições mais exequíveis de um atendimento global como determina a lógica da Teoria
Geral de Sistemas e a interdisciplinaridade do conhecimento) ou b) para a sua independência física porém "coordenada" e integrada com os serviços da biblioteca central. E, as
bibliotecas centrais, por seu turno, deverão ser interdependentes entre si na tentativa de
criar redes e sistemas bibliotecários que superam a atual situação, que é de uma "territorialidade" no atendimento dos usuários, confundindo a base física do atendimento (o
edifício da biblioteca, o livro e os demais materiais que contêm a informação) com a
própria informação (que deve ter livre curso para dinamizar o seu uso e justificar os
preços dos serviços bibliotecários, ainda altos no Brasil como em qualquer lugar do
mundo).
mu
ndo).
5. PERFIL COLETIVO DAS BIBLIOTECAS SETORIAIS
Com o objetivo precípuo de informar sobre as características básicas do que
representa na prática, neste estádio de desenvolvimento, uma "biblioteca setorial" de
Educação, elaboramos o presente "perfil coletivo", manipulando os dados coletados e
extraindo deles as "médias" e seus aspectos mais relevantes. Trata-se de uma figura
abstrata, referencial, mas ao mesmo tempo representativa da etapa atual em que as
bibliotecas setoriais se desenvolvem.
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�ITENS

OBSERVAÇÕES GERAIS (GLOBAIS)

1. FUNDAÇÃO: Entre 1970-74, aproximadamente.
2. VINCULAÇÃO: Dependência teórica da Biblioteca Central, mas na maioria dos casos,
esta ainda não tem condições de absorver as tarefas de Processamento
Técnico.
3. HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: De segunda a sexta, das 8 às 20 horas. Geralmente não abre aos sábados. Nunca aos domingos.
4. ÁREA OCUPADA: 304m^, com 39 cadeiras para público, nenhum cubículo para
estudos individuais ou em grupo e em instalações insatisfatórias para
desenvolver os serviços em demanda.
5. ARMAZENAMENTO E EXPANSÃO: Tem apenas 493 metros lineares de capacidade
nas estantes, não podendo albergar mais de 25.500 volumes. Luta geralmente para obter a concessão de uma sala contígua ou áreas adjacentes,
mesmo que em situação provisória
6. LEITORES INSCRITOS: 945, entre alunos de graduação, pós-graduação, professores
e, em casos excepcionais, funcionários, sendo a clientela
clientèla potencial três
vezes superior.
7. ACERVO BIBLIOGRÁFICO: 14.899 volumes. Títulos muito repetidos, sendo a
média de repetições (provável) de 2 x 1. Existem, em média, 11 livros
por leitor inscrito e aproximadamente 3 livros por leitor potencial.
Aceitando-se a proporção 2x1
2 x 1 (extraída dos únicos dados estatísticos
específicos. Quadro 7B, itens 4, 5 e 12), tem-se aproximadamente 6
livros por leitor inscrito.
8. IDADE DO ACERVO: 18,4% de edição anterior a 1961; 40,6% editados entre 1961 e
1970; 41% editados na presente década. 63% dos livros são em língua
portuguesa: 21% em Inglês; 10,2% em Espanhol: 3,8% em Francês e
1,6% em outros idiomas, predominando o Italiano e o Alemão, no sul
do país.
9. PERIÓDICOS: 259 títulos, dos quais 44,4% são em Português: 40% em Inglês; 7,5%
em Francês;
Francês: 5% em Espanhol e 2,1% em outros idiomas. As coleções
são descontinuadas e as assinaturas cobrem (estimação) um terço do
total das aquisições.
10. PROCESSOS TÉCNICOS: A classificação predominante é a C.D. Dewey (CDD),
sobretudo a 18.^
18.® edição. A catalogação êé detalhada (seja ALA ou
VATICANA) e êé feita localmente, sem conexão com a Biblioteca
Central. 37% dos livros não estão catalogadas, problema agravado pela
ausência do sistema de livre acesso às estantes na metade das setoriais e
também porque estão, na sua maioria, na fase de organização.
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�11. CATÁLOGOS: Predominantemente os de Autor e Títulos (separados) e o de Assuntos, ainda incompleto. Não participa do Catálogo Coletivo da Biblioteca Central ou da Região, salvo em casos excepcionais.
12. CIRCULAÇÃO E EMPRÉSTIMO: A biblioteca setorial atende, em média, a 12.107
consultas bibliográficas anuais no recinto, número mais ou menos
exato no caso da biblioteca sem "livre acesso" e estimado no caso"
livre acesso". O empréstimo domiciliar de publicações é de 10.634
volumes, anualmente. Tendo 1.021 leitores e 3.313 leitores potenciais,
a média de consulta é de 11,85 volumes/ano/leitor inscrito e de 10,41
volumes emprestados/ano/leitor inscrito.
13. SELEÇÃO E AQUISIÇÃO: Não tem política escrita. Geralmente limita-se à aquisição
de títulos indicados pelos professores.
14. REGIMENTO INTERNO: Não tem ou está elaborando.
15. PESSOALr
PESSOAL.' Duas bibliotecárias numa equipe de 6 pessoas, entre bolsistas, auxiliares de
nível médio e de nível primário.
16. ORÇAMENTO: Não tem orçamento próprio.
17. OBSERVAÇÃO: Os serviços bibliotecários são primários e pouco desenvolvidos e a
interface com a biblioteca central (quando institucionalizada) e com
outras instituições é ainda precária.

6. INSTALAÇÕES DAS BIBLIOTECAS
Algumas bibliotecas já possuem imponentes edifícios, especialmente construídos
para abrigar os seus serviços e acervos, com capacidade variável de 250 mil até 1 milhão de
volumes, como é o caso (na ordem crescente) das Bibliotecas Centrais da UFBa, da UFPe,
UnB e UFSM.
A UFPb está com edifício em construção para 1 milhão de volumes, modificando o
seu projeto para compartilhar o seu espaço com a Reitoria, numa primeira etapa, por
razões de viabilibade econômica. A PUC/RS está concluindo edifício para 1 milhão de
volumes, sem um plano final de utilização do espaço construído e a FFFC"SCJ" (Bauru,
SP), embora ocupe instalações satisfatórias já iniciou a construção de novo prédio com
6.628,52 m^ de área útil.
O INPE (São José dos Campos, SP) também possui edifício próprio, porém já em
vias de congestionamento, como é o caso também da UFPe/BC.
Outras bibliotecas compartilham espaços de edifícios com outras instituições (dos
quais são também dependentes), porém em condições técnicas satisfatórias, como é o caso
da FGV/B, da UFES, da USP/BC e USP/BFE, UNIMEP, UFSão
UFSãó Carlos, UFPr/BC,
UFPr/BSE, FUEL/BSE e FFCL"SCJ".
FFCL"Sa".
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�As bibliotecas FUEL/BC e FUEM/BC ocupam galpões provisórios, mas em boas
condições enquanto que a Biblioteca Central da UNICAMP
UNI CAMP está concluindo um galpão
para comportar a sua urgente expansão, até a construção do edifício definitivo.
A Biblioteca Central da UFRN ocupa edifício provisório com planos de mudança,
este ano, para uma área de seu edifício próprio, atualmente ocupado pela Reitoria,
devendo esta mudar-se, no futuro ainda indefinido, para suas novas edificações.
Também a Biblioteca do Setor de Pós-Graduação da PUC/SP deverá mudar-se para
novas instalações em edifício novo, embora a Biblioteca Central da Universidade também
disponha de áreas por ocupar.
As demais bibliotecas e centros de documentação estão instaladas em locais
geralmente insatisfatórios, notadamente a UFC/DE; UFF/BEL, UFRJ/BLF, UFRV/
lESAE/CD, PUC/SP/BPG, UNICAMP/BEE e UFSM/BCSN, algumas delas já com soluções previstas para seus problemas de espaço, conforme informações específicas no Quadro 3, coluna 4.
No Quadro 2 aparece relacionada a área das bibliotecas por tipos de serviços
(acervo, leitura, processos técnicos, etc), a quantidade de cadeiras para leitores no salão de
leitura, e as condições físicas, cuja qualificação refere-se tão somente ao edifício, sem
tomar em conta o mobiliário e demais instalações (por ex., UFC/BC aparece tendo
"ótimas" condições físicas, embora o edifício esteja ainda em fase de ocupação, sem
mobiliário completo e acabamento urbanístico como sejam jardins e parques de estacionamento, etc.).
Embora os novos edifícios projetados e concluídos sejam, via de regra, arquitetonicamente
tònicamente bonitos nem sempre eles são funcionais, seja porque descuidou-se de uma
consultoria bibliotecária eficiente, seja por falta de recursos para a sua racional utilização.
Com exceção da UnB e da UFPe (cujo edifício já está ficando pequeno para comportar a
expansão da coleção), todos os demais estão subaproveitados, seja por falta de recursos
humanos e financeiros para garantir o uso pleno das instalações (como é o caso da UFC/
BC) seja por falhas de planejamento. Os
Qs casos mais notórios estão na Bahia: a Biblioteca
Central vê-se limitada a sobrecarregar os andares inferiores porque os superiores começaram a rachar por causa do peso das coleções; a Biblioteca Anísio Teixeira, da Faculdade
de Educação, embora ocupando espaço "projetado" em edifício de recente construção,
vê-se limitada por problemas básicos; o salão de leitura está na parte ensolarada e ruidosa,
enquanto que o acervo localiza-se na parte úmida e silenciosa do prédio. O
Q problema, no
entanto, poderia ser solucionado, sem gastos excessivos, mediante reforma que permitisse
o remanejamento do acervo no sentido de facilitar o "livre acesso" às estantes (que atualmente não existe), minimizando os fatores negativos ambientais que limitam o seu uso.
A Biblioteca Central da UFES sofreu um desabamento e inundação em 1976, com
grande perdas materiais e com feridos relativamente graves. 0
Q edifício havia sido condenado por especialista do NAT. 8 (MEC/UFPe), mas as providências não chegaram a ser
tomadas a tempo, encontrando-se agora a biblioteca em novas instalações provisórias, sem
catálogos, porém com serviços tecnicamente aceitáveis.
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�Além da Biblioteca da UnB, que é modelo no gênero, a biblioteca com melhor
infra-estrutura é, sem dúvida, a "Biblioteca
“Biblioteca Central Manoel Marques de Souza — Conde de
Porto Alegre", em Santa Maria (RS), com 7.880m^, 7 salões de leitura (alguns ainda
fechados), com 150 cadeiras em uso e mais 450 já adquiridas, arcondicionado e música
ambiental, porém atualmente subutilizada e com pessoal bibliotecário não qualificado
para a manutenção de uma organização de seu porte.
Um estudo detalhado da utilização dos espaços está ainda por ser feito o qual
certamente revelaria as tendências, metodologias, erros, acertos e até mesmo a filosofia de
prestação de serviços das bibliotecas brasileiras.
A conclusão dos edifícios em construção e o início das obras previstas ofereceriam
perspectivas de expansão dos serviços bibliotecários exigidos pela Reforma Universitária,
pela renovação dos métodos de ensino e pelo crescimento extraordinário da população
universitária nos últimos anos.

7. O ACERVO DAS BIBLIOTECAS
Para os efeitos do presente estudo (relacionado com os serviços bibliotecários da
área de Educação e, em particular, da pós-graduação em Educação) decidiu-se separar o
acervo em duas categorias:
categorias; "Coleção Geral" e "Área de Educação", conforme aparecem
nos "Quadros 7 A e B:
B; Acervo Informacional".
Considerou-se válido, também, agrupar o acervo em dois grupos diferenciados, o
primeiro por Bibliotecas Centrais, Isoladas e Centros de Documentação (cuja clientela
extravasa os limites da graduação e da pós-graduação em Educação) e o segundo por
Bibliotecas Setoriais e Centros de Documentação em Educação.
Os dados estatísticos não são completos, o que impossibilita um conhecimento mais
detalhado do acervo. No entanto, os número globais são expressivos:
expressivos; 1.277.053 volumes
nas 25 bibliotecas do primeiro grupo (Centrais, etc), com a média de 51.082 por biblioteca. Isoladamente, a mais bem dotada de acervo é a UnB/BC com 278. 275 volumes. Das
redes de bibliotecas (isto é a Central e sua setoriais consideradas em conjunto) a que
possui o acervo maiòr
maior é a UFRGS/BC com 363.848 volumes, seguido da UFMG/BCcom
357.356. Presume-se que o acervo global da USP seja maior, mas os dados estatísticos são
desconhecidos.
Das bibliotecas setoriais e Centros de Documentação em Educação, a que possui o
acervo maior é a UFPr/BSE. Esta biblioteca, no entanto, serve a uma clientela maior que a
área de Educação, sendo o acervo exclusivo desta área de aproximadamente 15.000
volumes.
A média por biblioteca setorial é de 14.899 volumes.
No "Quadro 8: Acervo Informacional" optou-se por uma listagem única, referente a
materiais não convencionais tais como microfichas, slides, etc, e incluindo também os
totais dos títulos de periódicos por biblioteca. Não foram incluídos outros materiais
como, por exemplo, mapas, discos e fitas magnéticas, porque a maioria das bibliotecas
declarou não possuí-los.
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�Tudo indica que as nossas bibliotecas cresceram espontaneamente, sem uma política
poITtica
de seleção e aquisição bem definida (exceção, entre outros, da UnB), valendo-se sobretudo de doações. Com a criação de cursos de pós-graduação, elas tiveram acesso a maiores
recursos mediante convênios com instituições nacionais e estrangeiras. Neste particular, o
Instituto Nacional do Livro vem colaborando excepcionalmente, por intermédio de seu
programa de co-edições, para o crescimento do acervo de nossas bibliotecas universitárias.
O número de cópias de cada título doados pelo INL, resulta excessivo se a biblioteca
0
decide organizá-los nas estantes. A quantidade de cópias varia de 50 a 100 exemplares de
cada título, ocupando muito espaço nas estantes. Algumas bibliotecas, porém criaram o
sistema de "banco
“banco do livro" mediante o qual o leitor toma emprestado o exemplar no
início do semestre e devolve-o no final do mesmo, com benefício tanto para o leitor como
para a biblioteca.
Quanto à permuta de publicações, ela ainda está pouco estruturada na maioria das
bibliotecas, mas estas caminham rapidamente para um pleno aproveitamento deste tipo de
intercâmbio, seja utilizando as duplicatas de seu acervo seja valendo-se de exemplares das
publicações da própria Universidade.
Para dar apenas um exemplo das vantagens de uma seção organizada para a citada
permuta, a Biblioteca Central da UFRN recebeu 487 títulos de periódicos e 4.896
volumes de publicações de todo tipo, por esta modalidade de aquisição, no ano de 1976.
7.1 A IDADE E OS IDIOMAS REPRESENTADOS NO ACERVO
A idade média dos livros da área de Educação foi calculada exclusivamente sobre as
coleções da classe 370 (Educação) de De wey, dada a impossibilidade de analisar todas as
classes. Usou-se a técnica de amostragem na maioria dos casos e só em casos excepcionais
limitamo-nos a nossa própria observação e à experiência da bibliotecária. O mesmo pode
coleçãa Cabería apenas ressaltar que a "idade"
ser dito da pesquisa quanto aos idiomas da coleçãaCaberia
refere-se ao ano de publicação do livro, sem tomar em conta o "copyright",
"Copyright", devido à
dificuldade de sua determinação na maiora
maíora dos casos. O resultado é pois, aproximado e
apenas dá uma idéia da idade física dos livros sem qualquer referência ao "obseletísmo"
"obseletismo"
hipotético do acervo.
Feita esta ressalva, podemos afirmar que 19,6% do acervo de livros da classe
Educação das bibliotecas pesquisadas foram editadas anteriormente a 1960 (inclusive),
40,9% entre 1961-70 e 39,4% na presente década (1971- ). Verifica-se que as coleções
são "novas", como também são novas as bibliotecas. Revela ainda que elas vêm crescendo
bem nos últimos anos e a tendência é do que tal crescimento mantenha-se nos próximos
anos.
Do total de volumesdascoleções de Educação, 64,1% é em língua portuguesa, 18,2%
em Inglês; 11,1% em Espanhol; 5% em Francês e 1,3% em outros idiomas (Vide Quadro
16), o que pode ter uma significação especial na apreciação das bibliotecas para os casos
de pesquisas ou de cursos de pós-graduação.
Caberia, finalmente, ressaltar que as bibliotecas que têm percentuais de livros
antigos mais elevados são as que, ou estão ligadas a instituições mais tradicionais ou
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�fizeram aquisições e/ou receberam doações importantes de obras raras e antigas, como
sejam os casos da USP/BFE e UnB.

7.2 A COLEÇÃO DE PERIÓDICOS
As colunas 6a. e 11a. do Quadro 8 demonstram a quantidade de títulos da Coleção
Geral e da Área de Educação nas bibliotecas estudadas.
No Quadro 17 aparecem as porcentagens por idioma, sendo a média de 47,3% em
Português; 35,3% em Inglês; 6,4% em Espanhol; 9,1% em Francês e 1,7%em outras
línguas, predominantemente em Italiano e Alemão.
Quanto ao controle da coleção, a maioria quase absoluta das bibliotecas utiliza o
Kardex ', mas excepcionalmente usam também a catalogação simples ou o Visicord,
conforme verifica-se na Coluna 8 do Quadro 11.
'
^
Poucas bibliotecas mantêm em dia a encadernação dos volumes de periódicos, seja
por falta de recursos seja porque as coleções são incompletas. Poucas dispõem de caixas
apropriadas para o armazenamento dos fascículos. Neste particular a UFRN/BC improvisou um tipo de "Container"
"container" artesenal, funcional e extremamente econômico que vem
dando resultados satisfatórios, embora em caráter provisório.
Raras bibliotecas têm catálogos de artigos de periódicos porque a sua elaboração é
sempre dispendiosa e difícil de manter em dia. Também são poucas as bibliotecas que
lograram desenvolver uma coleção razoável de índices bibliográficos, bibliografias especiaresumos ("abstracts") ou do tipo "current contents", enfim, de obras
lizadas, revistas de resumos("abstracts")
terciárias ou de referência. Onde
Qnde ela existe, o seu uso ainda é pequeno por razões de índole
diversa.
Na tentativa de dinamizar o uso do acervo hemerográfico, algumas bibliotecas estão
desenvolvendo métodos de "alerta" ou disseminação, sobretudo mediante reprodução
xerográfica dos sumários dos periódicos recebidos para envio a departamentos especializados, grupos de pesquisadores e até mesmo mediante cruzamento com perfis de usuários
em casos excepcional íssimos.
Como as coleções não estão devidamente encadernadas, torna-se difícil o seu uso
pelo público mediante o "livre acesso às estantes", mas algumas dispõem de móveis
adequados para a exibição dos últimos números ingressados na coleção e elaboram listas
para facilitar a divulgação.
Quanto à organização dos periódicos nas estantes as preferências estão divididas
entre o arranjo alfabético e o sistemático conforme pode-se verificar no Quadro 11,
Colunas 6 e 7. No caso das bibliotecas sem livre acesso o "alfabético" pareceria mais
razoável, prático e econômico.
Quanto ao uso do acervo hemerográfico ele ainda é limitado, variando de universidade para universidade. As estatísticas pertirientes
pertirlentes são incompletas (Quadro 13, colunas 6
e 10), mas demonstram claramente que os livros são mais consultados do que os periódicos. Q uso destes últimos é quase sempre limitado ao recinto das bibliotecas, mas os
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�serviços de reprografia cresceram muito nas bibliotecas nos últimos anos Iveja
(veja Quadro 18,
colunas 2 e 3) e alguma já começam a promover o periódico em forma de microfiches
microfichas e
microfilmes e estão desenvolvendo sistemas de comutação hemerográfica (principalmente
na UFMG, UFF, e USP, valendo-se dos serviços do IBICT, BI
BIREME,
REME, EMBRAPA, SNIR,
BLLD, NAL, etc).
Como as aquisições de periódicos vêm crescendo no orçamento das bibliotecas
(graças à ênfase dada a eles como também porque os preços vêm crescendo assustadoramente no mercado internacional) e como o seu uso ainda é limitado, os serviços de
comutação vêm contribuir para a maximização de seu uso por torná-los disponíveis em
forma de cópia xerox para qualquer usuário, independentemente de sua proximidade ou
vinculação com a biblioteca depositária.

8. OS PROCESSOS TÉCNICOS

8.1 SELEÇÃO, AQUISIÇÃO E DIVULGAÇÃO DO ACERVO
• As nossas bibliotecas, na sua quase totalidade, carecem de uma política escrita de
seleção e aquisição, mas algumas já desenvolveram métodos e fluxos empíricos que refletem as condições locais e cumprem com os objetivos de expansão do acervo em termos
razoáveis.
A maioria das bibliotecas, em particular as setoriais, limitam-se à aquisição de
títulos sugeridos, mediante listas, pelos professores. O argumento é o de que o professor
conhece a sua matéria e as necessidades de seus alunos e colegas. Não dispondo de fontes
de seleção adequadas (principalmente catálogos de editores), os professores ficam limitados na escolha e a coleção cresce de forma muito heterogênea, segundo a boa vontade e o
critério dos professores. A tendência vem sendo a de adquirir vários exemplares de cada
título das obras de "texto", contrário à praxis dos países mais desenvolvidos. Tal tendência justifica-se pelo fato dos alunos carecerem de recursos para a aquisição dos textos
ou pela falta de costume de fazê-lo. Embora justificada âà luz de nossa realidade econômica e cultural, tal método de aquisição deveria ser contrabalançado pelo desenvolvimento de uma coleção de "lastro", básica e fundamental para os propósitos da extensão,
da pesquisa e dos cursos de pós-graduação, segundo as disciplinas dos cursos oferecidos.
Poucas bibliotecas têm "comissões" para a seleção de obras ou especialistas em seu
próprio quadro de bibliotecários. As doações nem sempre são rigorosamente selecionadas
e raramente pratica-se o descarte de obras obsoletas, em desuso flagrante ou inadequadas
para o tipo de usuários da biblioteca. Parte do problema está no conceito de’'patrimônio"
de "patrimônio"
dado ao livro, o qual é arrolado como "material permanente" (quando deveria ser considerado de uso temporário, exposto ao desgasto natural), tornaíjdo
tornaí)do difícil a sua alienação e
eliminação.
Como conseqüência da seleção excessivamente vinculada às listas elaboradas por
professores, a maioria das bibliotecas não dispõem de uma coleção de obras de referência
ou consulta sobretudo no tocante a obras terciárias do tipo das bibliografias, revistas de
resumos, etc.
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�Nem todas as bibliotecas têm seções organizadas para aquisição, algumas valendo-se
inclusive da Divisão de Materiais da Universidade para as compras. Quase todas usam
agentes intermediários para as compras de revistas, alguns dos quais sediados em outros
países.
A "aquisição centralizada", isto é, aquela cuja operação é centralizada em órgão
específico (geralmente a Seção de Aquisição da Biblioteca Central) como fórmula para
simplificar o trabalho das setoriais e para racionalizar as compras, vem sendo adotado já
em várias universidades e tudo indica que todas chegarão a este grau de organização em
futuro próximo (Vide Quadro 15, Coluna 3).
Além dos boletins bibliográficos, das listas de livros ingressados e das cópias dos
sumários de periódicos distribuídos aos usuários, as bibliotecas elaboram bibliografias "ad
hoc", principalmente para os professores, pesquisadores e alunos da pós-graduação (Vide
Quadro 15, últimas colunas). Também exibem os livros ou suas carátulas em lugares de
maior afluência, como forma alternativa de promoção do acervo.

8.2 CATALOGAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO
A classificação mais difundida é Classificação Decimal de Dewey (CDD) em suas
edições 17a. e 18a., mas também a Classificação Decimal Universal (CDU) vem sendo
empregada, principalmente nas bibliotecas fundadas recentemente.
Subsistem outros sistemas de classificação, inclusive próprios ou adaptados, conforme lista na Coluna 5 do Quadro 11.
A catalogação é, na maioria dos casos, completa e detalhista, baseada sobretudo nos
Códigos Vaticana e da ALA, mas existem casos isolados de catalogação simplificada
sobretudo usando as normas de referenciação bibliográfica da ABNT. A indexação KWIC
e a "indexação coordenada" são alternativas para a organização de folhetos, separates
separatas e
documentos em algumas bibliotecas e centros de documentação visitados.
Tomando-se em conta os dados conhecidos de 32 bibliotecas (Quadro 11, Colunas
2, 3 e 4) constata-se que a média de obras não catalogadas é de 27,13%, pouco acima da
média nacional que é de aproximadamente 20%®.
20%*. Apesar de não estarem catalogados, os
livros estão, na maioria dos casos, nas estantes, classificados sumariamente. No caso das
bibliotecas de "livre acesso" (como as UFRN, UFES e FÜEL
FUEL que enfrentam o problema
da catalogação e da ausência de catálogos atualizados) a situação é contornada pelas
facilidades deste tipo de serviço, completadas com os recursos de "sinalização" ou de
indicadores nas estantes, além da orientação pertinente dada aos usuários pelos bibliotecários de referência.
Nenhuma das bibliotecas utiliza fichas adquiridas em outras fontes, tendo que fazer
processamento completo na própria biblioteca, o que explica os custos elevados da catalogação e a morosidade atual do processo®. 0
O serviço catalográfico do.antigo
do antigo IBBD está
descontinuado. A Bibliografia Brasileira Mensal (da Biblioteca Nacional) é pouco utilizada
e poucas bibliotecas têm recursos para adquirir o "Union List" da Library of Congress ou
as suas fichas. A "catalogação na fonte", apesar das adaptações que se fazem necessárias
em cada biblioteca, ainda é melhor ajuda no tocante a livros nacionais.
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gentiimente

�Poucas bibliotecas dispõem de equipamento para a reprodução de fichas (Vide
Quadro 18, Últimas colunas).
Os catálogos, como não poderia deixar de ser, estão estreitamente vinculados ao tipo
de classificação adotado e ao nível da clientela. Os catálogos separados por autores,
títulos e assuntos são os predominantes, mas este último é ainda incompleto na maioria
das bibliotecas, tanto na cobertura temática quanto na parte relativa às remissivas simples
e cruzadas. Neste particular, pode-se afirmar que são raríssimos os catálogos que oferecem
aos usuários as indicações das matérias afins e correlatas para reorientá-los nas suas buscas
ou para ampliar a cobertura das mesmas.
O catálogo sistemático (CDU) parece ser de grande utilidade potencial mas, na
0
prática, vê-se limitado em seu uso seja porque o leitor não está habilitado para manuseá-lo, seja porque ele prefere consultar diretamente a coleção nas estantes (onde existe o
sistema de "livre acesso" a estas).
Os catálogos coletivos dos acervos das bibliotecas setoriais vêm sendo organizados ou
mantidos em dias nas bibliotecas centrais (Vide Quadro 12, últimas colunas) e começam a
prestar relevantes serviços nos limites dos campi universitários. Os catálogos coletivos
regionais (localizados em algumas bibliotecas centrais universitárias) ainda não estão
sendo utilizados amplamente porque o empréstimo interbibliotecário e a comutação
hemerográfica estão ainda em seus primórdios, na maioria dos casos.
Com a montagem de terminais "on-line" (pela BIREME)
BI REME) e de telex é possível
vislumbrar uma dinamização do fluxo informacional entre as universidades e instituições
de pesquisa no futuro
No tocante ainda ao processamento automático de dados, das bibliotecas visitadas,
apenas umas poucas estão fazendo uso efetivo dos computadores, mas várias já estão com
estudos iniciados neste sentido. Embora os custos operacionais pareçam excessivamente
altos para os atuais orçamentos das bibliotecas, a automação vem se justificando pela
utilização do tempo ocioso dos computadores das universidades e pelo sentido didático
que tais experiências envolvem (tanto para os estudantes quanto para os usuários), sem
contar com os benefícios da rapidez da recuperação da informação que os sistemas
automatizados facultam.
9. ROTATIVIDADE DO ACERVO
Pretendeu-se estudar a rotatividade do acervo tomando em conta os fatores "total
de volumes" do acervo, "leitores inscritos" e "livros emprestados". Idêntico estudo deveria ser feito também com as "consultas locais", mas as estatísticas específicas resultaram insuficientes.
Uma advertência deve ser feita quanto à metodologia empregada. Excluiu-se do
cálculo as razões "duração do empréstimo" e a "quantidade de livros por empréstimo"
por considerá-las sem maior importância para efeito do estudo, porquanto pretendia-se
determinar a rotatividade global do acervo sem tomar em conta os fatores condicionantes
da maior ou menor rotatividade de cada caso isolado (o que poderá ser identificado pelo
interessado mediante a manipulação de outros dados tabulados nos diversos Quadros).
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gentilmente por:

�No primeiro caso (Quadro 9) calculou-se a disponibilidade de volumes por leitor
inscrito (coluna D) e, posteriormente, a circulação efetiva por leitor (coluna E), chegando-se à "posição final" que determina quais bibliotecas ou centros de documentação, em
termos absolutos, lograram a maior rotatividade do acervo em 1976. Cabe, no entanto,
determinar a impossibilidade de tomar tal "posição final" como um elemento qualitativo
para comparar o desenvolvimento de uma biblioteca em relação às demais. Os resultados
devem ser analisados com extremo cuidado, evitando-se extrair valores qualitativos que
não possuem.
Exclui-se do cálculo, no Quadro 9, as bibliotecas da UFPb, PUC/SP/BPG, UFRGS e
matricula, coincidindo
UFSM, porque nelas o registro na biblioteca é automático com a matrícula,
(em termos teóricos) o número de leitores potenciais com o de leitores inscritos, conforme constata-se nas colunas 4 e 5 do Quadro 5. Embora o fator "leitor inscrito" não
signifique necessariamente "usuário" do serviço de empréstimo domiciliar, a prática demonstra que na maioria dos casos, isso é verdade (o leitor não inscrito apenas usaria o
acervo na própria biblioteca, enquanto que o leitor que se inscreve o faz para retirar livros
a domicílio).
Qbserve-se que a Biblioteca da Fundação Carlos Chagas aparece como a última
colocada, no Quadro 10, isto é, com a menor rotatividade de acervo. Na verdade, as
condições de empréstimo da Biblioteca são excepcionais, pois ela faz empréstimos de
coleções para "projetos", por períodos relativamente longos, o que se faz com que os
livros, mesmo em uso por vários leitores, apareçam como "imobilizados" na estatística.
Embora este seja um caso verdadeiramente atípico (que não explica a maioria dos casos)
ele demonstra o cuidado que devemos ter na manipulação e interpretação dos dados como
para evitar conclusões precipitadas.
Qs resultados apresentados nos Quadros 5, 9 e 10 parecem contraditórios e merecem uma explicação quanto às limitações de seu significado absoluto. Dada a inexistência
de uma padronização na elaboração de estatísticas de serviços bibliotecários no Brasil,
dá-se casos discrepantes com as normas convencionais (mesmo não oficializadas). Por
exemplo, a FFCL"SCJ" aparentemente tem mais leitores inscritos do que leitores potenciais (vide Quadro 5). Na prática, a citada Faculdade não renova anualmente as inscrições dos leitores, mantendo como leitores os ex-alunos. Portanto, o total matriculado nos
cursos num determinado ano, é, atipicamente, inferior ao número de leitores inscritos.
Qutra conclusão que merece explicação está no fato de algumas bibliotecas setoriais
aparecerem com uma disponibilidade de acervo por usuário bem elevada em relação à média (Quadro 5). Deve-se este fato a uma das características diferenciais da política de
atendimento de usuários de bibliotecas pesquisadas. Algumas atendem a um universo de
leitores "exclusivo" (ex. apenas os da pós-graduação), enquanto que outras bibliotecas setoriais estão abertas para toda a comunidade universitária.
universkária. A conclusão é óbvia: maior o
universo de leitores potenciais menor a disponibilidade "per capita" do acervo, e resulta
impossível estabelecer os valores absolutos destas médias. Em conseqüência, as "proporções" do Quadro 5, coluna 5, não têm valor qualitativo, mas puramente estatísticos e
conclusões comparativas mais válidas devem ser formuladas com a manipulação de outros
dados relativos.
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�De qualquer maneira, mesmo reconhecendo as limitações dos dados, constata-se
pelas "médias" do Quadro 5 que a disponibilidade de volumes por leitor inscrito é duas
vezes superior ao de volumes por leitor potencial. Isto significa que somente a metade dos
leitores potenciais está registrada e com direitos plenos da retirada livros para leitura fora
do recinto das bibliotecas, enquanto que a outra metade ou usa o acervo no próprio local
ou jamais utiliza os serviços bibliotecários.
A demonstração estatística deste problema é quase impossível, a partir dos dados
Â
recoletados. As estatísticas de "consultas locais" disponíveis são incompletas e dissímeis
em essência porque umas bibliotecas têm livre acesso, outras não; as últimas têm
condições de oferecer estatísticas verossímeis, as outras apenas arrolam os livros deixados
fora das estantes, sem capacidade de determinar o volume dos livros recolocados pelos
usuários nas estantes.
Se lográssemos a padronização das estatísticas mediante critérios comuns para a sua
elaboração, o resultado seria mais confiável. Poderiamos dar resposta a este problema da
incompatibilização de dados e a muitos outros como os relativos ao comportamento dos
nossos usuários de bibliotecas e do desempenho dos serviços montados para serví-los.

10. TREINAMENTO DE USUÁRIOS
Embora o usuário seja a razão de ser de qualquer serviço bibliotecário, o treinamento de usuários ainda é deficiente nas bibliotecas estudadas e, por estensão, nas bibliotecas universitárias brasileiras.
Além da "visita orientada" às bibliotecas no início do semestre e de cursos formais
isolados, treinamento reduz-se à informalidade quando o leitor expressa a sua inabilidade
e pede auxílio ao bibliotecário.
As razões da inexistência de cursos de Treinamento devem-se a fatores de falta de
tempo ou de inabilidade dos bibliotecários e da dificuldade de organizar tais cursos com
os recuros à disposição. As estatísticas coletadas são tão parciais e incompletas que
optamos por excluí-las do presente estudo e sem embargo, dada a importância do tema,
ele bem mereceria um estudo mais detalhado e, talvez, também justificasse a elaboração
de "pacotes audiovisuais" por áreas de especialização para facilitar o trabalho dos treinadores^. Trabalho este, ao que estamos informados, já iniciado ou proposto nas áreas de
Ciências Agrícolas.

11. PESSOAL BIBLIOTECÁRIO E AUXILIAR
A quase totalidade das bibliotecas funcionam com um quadro profissional e auxiliar
inferior às necessidades atuais criadas pela demanda (vide Quadro 6). A média das bibliotecas visitadas è de 863,9 usuários para cada bibliotecário, se tomarmos em conta o
número de leitores inscritos. Q
O número dobra para 1.533,9 usuários por bibliotecário, no
caso dos leitores potenciais (toda a comunidade universitária potencialmente usuária).
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gentiimente

�Como a maioria dos bibliotecários estão absorvidos em tarefas administrativas ou
técnicas, a interface com o bibliotecário torna-se ainda mais difícil. Prova disso é que raras
bibliotecas do conjunto estudado (40% em total) dispõem de um “bibliotecário
"bibliotecário com
atribuições" exclusivas com o serviço de referência.
A média de bibliotecários por biblioteca é de 6,35 (vide Quadro 19, coluna 2). O
trabalho auxiliar é feito por bolsistas, estagiários (estudantes de biblioteconomia) e
"agentes administrativos" não especializados, obrigando o bibliotecário a absorver parte
das tarefas típicas dos auxiliares ou dispender excessivo tempo no seu treinamento e
supervisão.
A denominação "auxiliar de biblioteca" foi recentemente desativada. Na prática, os
"auxiliares de biblioteca" não tinham qualquer tipo de especialização ou treinamento
formal. Espera-se que a criação de cursos profissionalizantes para a formação de "téçnicos
"técnicos
em biblioteca" a nível médio venha a contribuir para minorar o problema.
Existem ainda poucos bibliotecários com títulos de mestrado nas bibliotecas visitadas, mas algumas já estão aperfeiçoando o seu pessoal para enfrentar a evolução necessária dos serviços (sobretudo para as tarefas de organização e administração, classificação e
indexação, resumos e atendimento de usuários).
Neste capítulo de atendimento de usuários, principal mente nas setoriais mais especializadas, a existência de bibliotecários duplamente graduados (em biblioteconomia e na
biblioteca (digaespecialidade da biblioteca ou mesmo os graduados na especialização da biblioteça
mos Educação) e com pós-graduação em biblioteconomia) visa facilitar a interface leitor/
bibliotecário, possibilitando uma orientação mais categorizada. A dificuldade para que
isso aconteça está no fato de que o mercado de trabalho bibliotecário somente agora começa a tornar-se atrativo para outros profissionais. A longa experiência de alguns bibliotecários, aliada à própria curiosidade intelectual destes, permitiu que eles desenvolvessem,
em casos excepcionais, um conhecimento ao menos a nível taxonõmico e de controle de
vocabulário específico para facultar-lhes a classificar livros, elaborar cabeçalhos de assuntos, elaborar bibliografias e ajudar os leitores em pesquisas bibliográficas, às vezes sofisticadas, com boa margem de confiabilidade.

12. ORÇAMENTO DAS BIBLIOTECAS
A maioria das bibliotecas estudadas não possuem orçamentos próprios, notadamente as setoriais que dependem, administrativa e financeiramente, ou da biblioteca
central ou da coordenação dos cursos de pós-graduação em Educação (vide Quadro 20).
As que possuem orçamento próprio, este refere-se quase que exclusivamente a verbas para
a aquisição de material bibliográfico sendo que os gastos com pessoal, material permanente, móveis e equipamentos, etc, estas geralmente a cargo de outras divisões ou secções
da universidade.
Vistos de uma forma superficial, os orçamentos das bibliotecas são modestos. A
proporção dos gastos com bibliotecas segundo a prática internacionalmente aceita, deveria
ser de 5% do orçamento bruto da Universidade. Não temos condições de demonstrar se
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�isso está ou não acontecendo no Brasil, mas tudo indica que raras bibliotecas chegam a
este percentual ideal. No entanto, há indícios que esse mesmo percentual vem crescendo.
Restaria saber se ele acompanha: a) o crescimento do orçamento da própria universidade e
b) se acompanha o crescimento da população universitária. Um estudo sobre o particular
seria de grande valia, mas, ao que se saiba, ainda não foi feito no Brasil.
Para citar apenas 3 casos isolados que demonstram o interesse das autoridades
universitárias no desenvolvimento de suas bibliotecas está em informes que colhemos: 1) a
UFMG anuncia a elevação de Cr$ 2.550,000,00 para Cr$ 6.000.000,00 este ano para a
compra de material bibliográfico: 2) a UFPb eleva de 1.916.090,00 para aproximadamente Cr$ 7.000.000,00 com o mesmo objetivo. De um lado, as bibliotecas estão despreparadas para selecionar e adquirir obras além de certas proporções por causa da deficiência atual de seus setores especializados. Por outro lado, as importações de obras estrangeiras estão limitadas por instruções governamentais, criando-se o paradoxo: os orçamentos cresceram (também com ajuda de convênios), enquanto que a importação tornou-se mais difícil. A solução realista de momento parece ser, em primeiro lugar, a de
incentivar o cooperativismo mediante os serviços de empréstimo interbibliotecário e de
comutação hemerográfica (ainda quase inexplorados) e, em segundo lugar, voltar-se para o
mercado interno de livros o que poderá influir positivamente na editorilização nacional,
motivando mais edições de autores brasileiros e traduções de autores estrangeiros.

13. CONSIDERAÇÕES FINAIS
As quarenta bibliotecas estudadas estão em diferentes estágios de organização e de
prestação de serviços conforme o diagnóstico precedente (elaborado com base nos dados
tabulados nos "Quadros Comparados").
A tendência de centralização e coordenação de serviços pela "biblioteca central"
como medida racionalizadora para um melhor aproveitamento dos escassos recursos disponíveis parece irreversíveis. De fato, várias universidades já estão organizando as suas
bibliotecas centrais e, em casos especiais, construindo as sedes das mesmas dos novos
campi universitários segundo padrões arquitetônicos e biblioteconõmicos atualizados.
As bibliotecas setoriais justificar-se-ão apenas em casos especiais (tais como o da
impossibilidade da "Central" de absorver os serviços e/ou da distância considerável desta
com os salões de aula).
A pretendida divisão entre bibliotecas de graduação e de pós-graduação não é justificável, pois significa uma desnecessária duplicação de coleções e de esforços, o que não se
justifica dentro dos limitados recursos humanos, materiais e financeiros de nossas universidades. A centralização de serviços bibliotecários, como em outras áreas da atividade
humana, pode representar uma concentração de recursos que, permitia a sua racionalização para o aperfeiçoamento progressivo dos serviços, em benefício dos usuários.
Sabe-se da impossibilidade de algumas bibliotecas centrais de oferecerem às bibliotecas setoriais e aus cursos de pós-graduação os serviços especializados que esses requerem.
Consequentemente, parte-se para soluções transitórias que, a curto prazo, parecem mais
Conseqüentemente,
satisfatórias, mas que, a longo prazo, resultam onerosas e insatisfatórias. Nos casos em que
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�a criação de uma biblioteca de pós-graduação resultar imprescindível por razões inarredáveis de imediato, o bom senso dos coordenadores de cursos e dos bibliotecários deve
levá-los a ajustar as normas técnicas da biblioteca setorial ás
às da biblioteca central.
O atendimento das necessidades dos usuários deve ser objetivo fundamental de
qualquer biblioteca, centro de documentação ou banco de dados. Ainda que a biblioteca
esteja em fase de organização, o usuário deve ser atendido com o mesmo espírito de
serviço de uma biblioteca "organizada" (se é que ela existe em algum lugar do planeta, em
termos absolutos).
O usuário da biblioteca universitária brasileira deve, pois, ser instruído no uso do
acervo e dos serviços que foram organizados para atendê-lo. O "treinamento do usuário" é
uma das atividades que ainda não evoluiram satisfatoriamente entre nós, seja por falta de
tempo por parte dos bibliotecários (ocupados com a tarefa monumental dos serviços
técnicos), seja pela falta de conhecimento dos hábitos de leitura e pesquisa dos nossos
leitores ou pela ausência de "know how" específico para treinamento. O problema, no
entanto, vem merecendo a atenção crescente das nossas autoridades universitárias e dos
bibliotecários em particular como um recurso para a dinamização do uso do acervo (já
considerável) de nossas bibliotecas e para o aperfeiçoamento dos métodos de ensino e de
aprendizagem da comunidade universitárias.
O "levantamento" foi feito nas 40 bibliotecas visitadas revela um potencial valioso.
Revela também os ingentes esforços por parte das autoridades universitárias e bibliotecários com vistas à promoção do acervo, mediante a organização e manutenção de serviços
realistas e permanentes. O aproveitamento deste potencial, como testemunha o mesmomesmo
levantamento, está ainda abaixo das expectativas. Como exemplo, disto, os periódicos
ainda estão subaproveitados, mas a comutação bibliográfica, os serviços reprográficos e de
microfilmagem, a ênfase dada à pesquisa nos cursos de pós-graduação abrem novas
perspectivas de utiilização, que virão justificar os gastos aludidos. Estamos apenas no
começo, mas tudo indica que o imobilismo de algumas coleções dará lugar a uma consulta
mais assídua, tanto local como por meios não convencionais (DSI, serviços de alerta,
resumos, bibliografia, etc.).
As bibliotecas visitadas estão avançando no sentido de interligarem-se mediante
serviços coordenados e cooperativos. Em primeiro lugar, ampliando os contatos com as
demais bibliotecas do próprio campus e, em seguida instáveis e em diferentes graus de
magnitude, também com outras instituições da cidade, da região e até mesmo internacionais, sobretudo nos campos mais especializados (Medicina, Agricultura, etc). No caso
das Ciências Sociais e, em particular, da Educação, a situação é de descompasso com o
avanço cooperativo e sistêmico, já em processo nas áreas de Ciência e Tecnologia. Sendo a
Educação uma atividade eminentemente interdisciplinar e de efeitos multiplicadores no
desenvolvimento das demais áreas, é justificável o empenho em desenvolver a aproximação entre as bibliotecas ligadas aos cursos de pós-graduação em Educação. Seria o ideal a
organização de um sistema de informação e documentação para as Ciências Sociais, mas
não sendo isto exequível no momento (com os elementos humanos e materiais ao
alcance), a organização de um subsistema para a Educação seria igualmente válido. Iniciando pelo atendimento da pós-graduação, tal subsistema poderia evoluir para cobrir
também algumas das necessidades básicas da graduação.
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�Às universidades e à própria CAPES caberia a promoção do subsistema aludido,
assim como a alocação dos recursos para a sua implantação e manutenção, incluindo as
providências para o aperfeiçoamento do pessoal que seria necessário para a expansão e o
refinamento futuro de seus serviços.
Restaria, finalmente, lembrar (embora pareça óbvio) que todo e qualquer relatório
refere-se a um determinado momento do objeto estudado, a uma situação delimitada no
tempo e no espaço. Trata-se, no presente caso portanto, do passado imediato de um grupo
de instituições em pleno processo de expansão. Dada a inexistência de estudos deste tipo
entre nós, não tivemos modelos em que basear-nos, mas o encorajamento, as sugestões e
ajuda dos colegas da profissão foram de grande valia. A repetição do presente estudo
dentro de 4 ou 5 anos, com as correções que se fizerem necessárias, possibilitaria o
estabelecimento de parâmetros adequados para uma análise da evolução das bibliotecas
universitárias brasileiras.

ABSTRACT
This survey includes 40 libraries (22 "central", 13 "departamental", 1 documentation centre and 1 date bank, connected to 15 federal, 3 state
State and 5 private
prívate universities
and 4 research institutions scattered throughout 11 federal states
States and the Federal
District) which attend to the needs of students, lecturers and researchers in Education at
post-graduate levei
level in Brazil.
The data, collected by questionnaire, was tabulated in 20 statistical tables while the
global diagnosis includes considerations on "central libraries" and their departmental
libraries, gives one "collective profile" with the characteristics of these departmental
libraries, includes aiso
also a study of the collections, their circulation, their personnel and
financing.
The central libraries stand at different levels
leveis of organization and relationships to
their "departmental libraries" and there is no single model for all; in some cases the
proposed formula is for technical and administrative
administrativa centralization only. Some
"departmental libraries" are independent, having no compatibility in technical terms with
the central libraries.
User training is informal and discontinuous and in its early stages; interlibrary
cooperation is stili
still underdeveloped but efforts are being made to integrate these libraries
into a network in order to develop interloans (especially by develloping reprography and
document clearnghouses) so as to maximize the use of cóliections
cbllections and to tackie
tackle the
problems created by the increasing prices of books and periodicals and present difficulties
with the importation of bibliographical materials.
materiais.

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�BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

1. CUNHA, Maria Luisa Monteiro da. Bibliotecas Universitárias;
Universitárias: algumas considerações
acerca da situação no Brasil. In;
In: Congresso Brasileiro de Bibliografia e Documentação, 7. Belém, Pará, 1973. 42p.
2. SEMINÁRIO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS DA AMÉRICA LATINA, 1. Mendoza, 1962. Informe. Mendoza, Unesco,
1962.
3. Op. cit., p.17.
4. Op. cit., p.
p.14.
14.
5. LIMA, Etelvina. Estrutura organizacional da biblioteca universitária da Universidade
Federai de Minas Gerais: um estudo de centralização e descentralização. Belo
Federa!
Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Biblioteconomia,
1974. 72, 26 p. ie.
6. MIRANDA, Antonio. Planning Library and Information Systems (NATIS) for BrazH;
Brazil; a
mester dissertation. Loughborough, University of Techonology, 1976. p.48.
7.

Treinamento no uso da biblioteca com recursos audiovisuais; r
literatura. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, 5(2):
5(2); 145-64, set. 1976.

8. BARBOSA, Maria Dorthea. Custos dos Serviços Bibliotecários; tese. Curitiba, Universidade Federal do Paraná, Setor de Educação, Departamento de Biblioteconomia,
1975.

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.r

�ANEXO A:
LISTA DE SIGLAS DAS BIBLIOTECAS CENTRAIS, SETORIAIS, ISOLADAS, CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO E BANCOS DE DADOS DA ÁREA DE EDUCAÇÃO
NO BRASIL, COM ENDEREÇOS.
1. AFE/B AFE/B
Biblioteca Euclides da Cunha
Associação Fluminense de Educação
Rua: Marques de Herval, 1.216
25.000 Duque de Caxias, RJ
Bibliotecária: Maria Emilia Andrade Teles.
2. FCC/B
Biblioteca/Dep. de Pesquisas Educacionais
Fundação Carlos Chagas
Praça Professor Rezende Puech, 23 — Cx. Postal 11-478
Altos de Pinheiros — 05444 — São Paulo, SP
Tels.: 210-6698 e 210-4501
Bibliotecária-Chefe: Laila Gebara Spinelli
Bibliotecâria-Chefe:
3. FFCL'SCJ7B
FFCL'SaVB
Bibioteca Central "Cor Jesu"
Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras "Sagrado Coração de Jesus"
Rua: Irmã Aminda 10-50 — Cx. Postal 511
Rua;
17.100 Bauru, SP. Tel.: (0142) 22-5663
Bibliotecária: (Irmã) Brígida Campos Cunha
4. FGV/B
Biblioteca da Fundação Getúlio Vargas
Praia do Botafogo, 190 7.° andar
20.000 Rio de Janeiro, RJ
Diretora: Marietta Latorre.
5. FGV/IESAE/CD
Fundação Getúlio Vargas
Centro de Doçumentação
Documentação do Instituto de
Estudos Avançados em Educação
Praia de Botafogo, 186 — 4.° andar, s/403
20.000 Rio de Janeiro, RJ
Bibliotecária: Nair Teixeira da Costa
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�6. FUE
FUEL/BC
L/BC
Biblioteca Central/Fundação Universidade Estadual de
Londrina. C
Campus Universitário
86.100 Londrina, PR. Tel.: (0432) 27-3402 r. 207
Diretora: Norma Sarraceni
7. FUEL/BSE
Biblioteca Setorial/Centro de Educação
Fundação Universidade Estadual de Londrina
Rua: Pernambuco, 520
86.100 Londrina, PR
Tel.: (0432) 22-6070
Encarregada: Maria Júlia Gianasi
8. FUEM/BC
Biblioteca Central/Fundação Universidade Estadual de Maringá
Av. Colombo, 3690. Campus Universitário
87.100 Maringá, PR
Tel.: (0442) 22-4745 r. 90
Bibliotecária: Maria Grazia Zaiete
9. INEP/CBPE/B
Biblioteca Núcleo do Centro Brasileiro de
Pesquisas Educacionais, do Instituto Nacional
de Estudos e Pesquisas Educacionais
Rua: Voluntários da Pátria, 107
20.000 Rio de Janeiro, RJ
Bibliotecária-Chefe: Fislene Costa Souza Pereira
10. INPE/DBD
Divisão de Banco de Dados do
Instituto de Pesquisas Espaciais
Cx. Postal 515
12.200 São José dos Campos, SP
Tel.: (0123) 21.8900
Chefe: Hilda Olail de Carvalho
11. PUC/RJ/BC
Biblioteca Central Cardeal Frings
Pontifícia Universidade Católica
Edifício da Amizade, 3.° andar
Rua: Marques de São Vicente, 209/213
20.000 Rio de Janeiro, RJ
Diretora: Cecília M. Alves
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gentilmente por:

�12. PUC/RJ/CTCH
Biblioteca Setorial do Centro de
Teologia e Ciências Humanas
Biblioteca Cardeal Frings
Edifício da Amizade, Ala Kennedy, s/506
Rua: Marques de São Vicente, 209/213
20.000 Rio de Janeiro, RJ
Encarregada: Rosa
13. PUC/RS/BC
Biblioteca Central/Pontifícia Universidade Católica
Av. Ipiranga, 6681 — Campus da PUC
90.000 Porto Alegre, RS - Tel.: 23-9400/23-5266 r. 185
Diretor: (Irmão) Dionísio Fuertes Alvarez

14. PUC/RS/BFE
Biblioteca de Faculdade de Educação
Pontifícia Universidade Católica
Av. Ipiranga, 6681 — Prédio Central 3.° andar
Campus da PUC
90.000 Porto Alegre, RS
Bibliotecária: Marlene Pereira Alves
15. PUC/SP/BC
Biblioteca Central/Pontifícia Universidade Católica
Rua;
Rua: Monte Alegre, 984 — Perdizes
05.014 São Paulo, SP —
- Tel.: 65.5151 r. 265-8
Diretor: Dr. Luiz Kubinszky
16. PUC/BPG
Biblioteca do Setor de Pós-Graduação
Rua: Monte Alegre, 971 — Perdizes
Rua;
Cx. Postal 7982 — 05.014 São Paulo, SP
Tel.: 262-4044 r. 377
Tel.;
Bibliotecária: Maria da Conceição Cerqueira de Oliveira
17. UFBa/BC
Biblioteca Central/Universidade Federal da Bahia
Campus Canela, s/n.°
Tel.: 7-7414
40.000 Salvador, BA - Tel.;
Diretora: Lindaura Alban Corujeira
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Digitalizado
gentilmente por:

�18. UFBa/BAT
Biblioteca Anísio Teixeira/Universidade Federal
da Bahia. Faculdade de Educação
Av. Reitor Miguel Calmon, s/n.°
Vale do Canela — 40.000 Salvador, BA
Bibliotecária Responsável: Magali dos Santos Pita
19. UFC/BC
Biblioteca Central/Universidade Federal do Gerará
Cerará
Campus do PI Cl
60.000 Fortaleza, CE
Diretora: Élida Fagundes Shirmer
20. UFC/DE
Biblioteca Setorial do Departamento de
Educação do Centro de Estudos Sociais Aplicados
Universidade Federal do Ceará — Av. da Universidade, 683
60.000 Fortaleza, CE
21. UFES/BC
Biblioteca Central
Universidade Federal do Espírito Santo
Campus Universitário — Goiabeiras
29.000 Vitória, ES - Tel.;
Tel.: 22-70691
Bibliotecária-Chefe: Nazian Azevedo de Moraes
Bibiiotecária-Chefe:
22. UFF/ND
Núcleo de Documentação/Universidade Federal Fluminense
Rua: Miguel de Frias, 99—1.°
— 1.° andar — Icaraí
20.000 Niterói, RJ - Tel.: 719-5115
Diretora: Alice Barroso Maia
23. UFF/BEL
Biblioteca de Educação e Letras/Faculdade de Educação
Universidade Federal Fluminense
Rua: Dr. Celestino, 74 — Tel.: 718-3561
24.000 Niterói, RJ
Bibliotecária-Chefe: Lucy Domingues Escobar
Bibiiotecária-Chefe:
24. UFMG/BU
Biblioteca Universitária/Universidade Federal de Minas Gerais
Edifício Reitoria, Cidade Universitária — Pampulha
30.000 Belo Horizonte,
Florizonte, MG
299

cm

Digitalizado
gentilmente por:

12

13

14

�25. UFMG/BFE
Biblioteca da Faculdade de Educação
Cidade Universitária — Pampulha
30.000 Belo Horizonte, MG — Tel.: 441-0066 r.149
r. 149
Bibliotecária: Vânia Regina Peres Drummond
26. UnB/BC
Biblioteca Central/Fundação Universidade de Brasília
Campus Universitário — Asa Norte. Cx. Posta APT 15
70.000 Brasília, DF
Diretor: Prof. Elton Eugênio
Eugenio Volpini
27. UNICAMP/BC
Biblioteca Central/Universidade Estadual de Campinas
Cidade Universitária — Barão Geraldo — Cx. Postal 1.170
13.100 Campinas, SP - Tel.: (0192) 31.4555 r. 279
Diretora: Maria Alves de Paula Ravaschio
28. UNICAMP/BFE
Biblioteca da Faculdade de Educação
Universidade Estadual de Campinas
Cidade Universitária — Barão Geraldo
13.100 Campinas, SP
Bibliotecária-Chefe: Maria Helena Tobar Mariucci
29. UNIMEP/BV
Biblioteca Universitária/Universidade Metodista
Rua: Rangel Pestana, 762
13.400 Piracicaba, SP
Bibliotecária: Márcia Helena Siqueira

30. UFPb/BC
Biblioteca Central/Universidade Federal da Paraíba
Campus Universitário
58.000 João Pessoa, PB
Diretor: Luiz Antonio Gonçalves da Silva
31. UFPe/BC
Biblioteca Central/Universidade Federal de Pernambuco
Av. dos Reitores — Cidade Universitária
50.000 Recife, PE — Engenho do Meio
Diretora: Zuleide Medeiros de Souza
300

cm

Digitalizado
gentilmente por:

�32. UFPr/BC
Biblioteca Central/Universidade Federal do Paraná
Rua; Gal. Carneiro, 370/380 - Tel.:
Rua:
Tel.; 34-5122 r. 188/189
80.000 Curitiba, PR
Diretora: Maria Augusta Castro Correia
33. UFPr/BSE
Biblioteca dos Setores de Educação e de Ciências
Humanas, Letras e Artes
Rua:
Rua; General Carneiro, 460 —Tel.:
— Tel.; 34-5122 r. 137
80.000 Curitiba, PR
Bibliotecária: Vera Maria Almeida Pinto
34. UFRGS/BC
Biblioteca Central
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Av. Paulo Gama, s/n.° Tel.:
Tel.; 21-7033 r. 53
90.000 Porto Alegre, RS
Diretora: Heloisa Benetti Schreiner

35. UFRGS/BSE
Biblioteca Setorial de Educação
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Av. Paulo Gama, s/n.° — Prédio do Colégio de Aplicação
Tel.; 25-1766 (próximo)
Tel.:
90.000 Porto Alegre, RS
36. UFRJ/BLF
Biblioteca Lourenço Filho — Setor B;
B:
Pós-Graduação em Educação/Faculdade de
Educação/Universidade Federal do Rio de Janeiro
Av. Pasteur, 250 fundos — Botafogo
20.000 Rio de Janeiro, RJ
Bibliotecária-Chefe: Nadir Seba Silva

37. UFRN/BV
Biblioteca Central
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Campus Universitário
59.000 Natal, RN - Tel.: (084) 231-5806
Diretora: Zila Mamede
301

cm

Digitalizado
gentilmente por:

�38. UFSCar/BC
Biblioteca Central/Univ. Federal de São Carlos
Via Washington Luis, Km 235 — Tel.: 4951/55 r. 72
Cx. Postal 384 — 13.50 São Carlos, SP
Diretora: Claudete Cury Sacomano
39. UFSM/BC
Biblioteca Central Manoel Marques de Souza
Conde de Porto Alegre/Universidade Federal de Santa Maria
Cidade Universitária
97.100 Santa Maria, RS-Tel.:
RS - Tel.: 21-1616 r. 2109
Diretora: Selene Bernardi
Bernard! Parreira
40. UFSM/BCSN
Biblioteca Carmen Silveira Neto
Curso de Pós-Graduação em Educação/MEC/DER/UFSM
Universidade Federal de Santa Maria
Cidade Universitária — 97.000 Santa Maria, RS
Encarregado: Paulo Antonio Isaía
41. USP/BC
Biblioteca Central/Universidade de São Paulo
Edifício da Reitoria. Térreo e 1.° andar
Cidade Universitária — 05508 São Paulo, SP
Cx. Postal 8191 - Tel.: 211.744 e 221-0011 r. 344
Diretora: Rosmarie Appy
Subordinada a Biblioteca Central
Centra! à
Divisão de Biblioteca e Documentação
(Endereço: o mesmo)
{Endereço:
Diretora: Maria Luisa Monteiro da Cunha
42. USP/BFE
Biblioteca da Faculdade de Educação
Universidade de São Paulo
Cx. Postal 30303 — Cidade Universitária
05508 São Paulo, SP
Bibliotecária-Chefe: Maria dos Santos Almeida

302

Digitalizado
gentil mente por:
gentilmente

12

13

14

�MAPA DE LOCALIZAÇÃO DAS BIBLIOTECAS VISITADAS

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ilegiVeis.

303

Digitalizado
gentilmente por:

�ANEXOC
ANEXO
C

QUADROS COMPARATIVOS DAS BIBLIOTECAS
DO PROGRAMA DE PÔS-GRADUAÇÃO
EM EDUCAÇÃO NO BRASIL

(Situação em 1976)

304

cm

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Digitalizado
gentilmente por:

�QUADRO 1 - DADOS GERAIS ADMINISTRATIVOS (A)
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305

Digitalizado
gentilmente por:

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34. UFKGS/bC
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35. UFRGS/BSE
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37. PUC/RS/BFi:
PUC/RS/BFI:
38. UrSK/BC
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39. 1JFSM/BC5H
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QUADRO 2 - DADOS GERAIS ADMINISTRATIVOS (B)
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306

cm

2

3

Digitalizado
4 gentilmente por:

*

11

12

13

14

�QUADRO 3 - DADOS GERAIS ADMINISTRATIVOS (C)
19 7 6
INSTITUIÇÃO
MS-LIML/\RES
MS-UHL}\RES
CAPAC. MAX.
ARMAZENAMENTO
DA ESTANTES^
S I G L a6
(VOLUMES)
(VOLiiMES)
1. UrtVBC
urc/Bc
7SO.UOO
2S0.U0Ü
2. ursc/PE
UFSC/PE
10.000
3. UrRN/BC
UERN/BC
3.250
. 250
70.000
70.ono
4.I*. UFPb/BC
1.965
.965
30.000
5. UFPe/ÖC
urpe/óc
7
250.000
ar,4
6. UFBd/OC
UF84/DC
8r.4
UFBa/BAT
7. UFB«/BAT
75Ô
15.000
«.a. UFFS/RC
UFrs/RC
) .655
.855
60.000
80.000
9. UFHG/BU
UFMG/BU
7
10. UFHC'
UFMC'BFE
20.000
11. UEF/Nl)
UIT/NH
20.000
12. UFF/BEL
545
IS.OOC
15.00C
13. urPJ/Bl.F
UFPJ/Bl.F
224
6.500
8.500
..Pl'C/RJ/BC
14..PUC/RJ/BL'
581
110.000
15. PUC/RJ/CTCH
16. FGV/B
90.000
17. FGV/IESAT/CO
FGV/IESAE/CD
LIMITADA
16. USP/BC
Ifl.
40.000
19. USP/BFE
1.220
50.000
20. PUC/SP/BC
1.000
300.000
21. PUC/SP/BCP
puc/SP/br.p
165
U5
7.000
22. rcrii/H
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161 rcai/H
IBl
9.000
23. INPE/OBD
INPE/DBD
7
30.OUO
30.0UO
24. UNICAHP/BC
UNICAHP/8C
132
5..5..000
000
25.. UNICAMP/BFE
259
6.000
8.000
646
26. UNIMEP/BU
846
45.000
27. UFSCARL03/BC
UFSCAHL03/BC
1.075
35.UOO
35.U00
20. FFCL"SCJ"/B
2«.
rrCL"SCJ"/B
1.463
1.4B3
50.000
29. UFPr/BC
995
10.000
30. UFPr/BSE
?7
120.000
31. rUEL/BC
7
5.000
32. FUEL/B3E
rUEL/BSE
600
8.000
nJEM/BC
33. FUEM/BC
518
50.000
34. UFR6S/BC
417*
6.000
35. UFRGS/B3E
360
25.000
36. PIJC/PS/BF
PUC/PS/BC
140.000
2.700
PUC/RS^BFE
37. PUC/RS/^BFE
1.116
2U.0OÜ
20.000
38.. UFSM/RC
UFEM/BC
4.000
1.000.000
3». UF3M/BCSH
UFSM/BCSN
8464
6.000
40. UnB/BC
2.000.000

. CONDIÇOCS
CONDIÇOES PARA EXPANSÃO
0 edifício
vdiflclo «stâ
«stá «inda
dindâ em fase
laue de ocupação.
Inmrpor.ír
Inmrporar S.ila
Sala Contígua. Obra Prevista.
prop.rr!:r.iva atual prédio
Ocupação pmp.reisr.íva
pivdio Reitoria.
Construindo edifíoio
edifíeio no Campus (1 milhão vols.)
Edifício projet.tdo
projetado e em pleno uso
problcnwts estruturais.
Edifício adaptado n.is com prohlcm.ts
Aprimorar a Seleção e Descarte de Livros
Prr*jatn/novo edifício - verba
Projato/novo
verha do BID.
Projete/novo edifício.
Projeto/novo
R&gt;*manejamcnto dat: coleções.
R'*mane]amcnto
Mudança p/Jurujut&gt;a (dobro de espaço).
ProbibllIdade ocupação áreas contigentes.
Probihllidade
Ocupação de Sala Contígua já
ja cnlicitada.
colicitada.
Eliminar dcpÓ.iito
dcpÓ;.ito c &lt;l.iptar
«haptar novas saias
salas de leitura.
Corijuntamentc com a PUC/RJ/BC.
Conjuntamente
Pl"ltnia outras
Pl'*ir«la
outr.is areis
áre-js do edifício da FGV.
Demolição de bancos de pedra p/uso do espaço
Dwmolição
Construção do cdifício-sede
cdifíeio-^sede ainda sem projeto.
Problema: peso do acervo. Pretendem andar térreo.
Mudanças pAnovo loc-il
MwJanças
loc.il provavelmente
provavelm&lt;*ntu Julho/77.
Novo prédio FCC em final conr.trução.
construção.
Reforma para solucionar'próxima
solucionar próxima saturação.
Finalizar construção galpão de l.OBOm*.
Mudança provável atual espaço da Biblioteco Centrai.
Central.
*Campus".
Prevista construção do "Campus".
Reforma para ampliar mais 300m*.
Construção (iniciada) edifício 6.626m*
6.628m* área útil.
Sem perr:pectivas
S»m
perspectivas imediatas.
invdiatas.
Incorporação (já cedida) de mais um pavimento.
pavisiento.
Condicionamento mair.
mais adequado atual galpão.
Integração com acervo Biblioteca Central no futuro.
Planejamento edifício definitivo no Campus.
*Com Depósito/Uso de locais provisórias e fitíca/isoiados.
fislea/isolados.
Reforma p/incorporação espaço. Problema peso coleção.
Finalizando edifício dc lOJDOOm*/!
lOJlOOm*/1.000.
.000. noo
OOO vólumes.
vúlumes.
S*sm
S-5m planos p/i ncorporar^so
ncorpcrar^sc B.C./novo edifício.
Edifício ainda em far.e
fase dc ocupação.
Area
Ãreas reservadas para expansao.
expansão.

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ilegiVeis.

307

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LI

12

13

14

�INSTITUIÇÃO
SSIGLA
I G L A
1.
2.
3.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
8,
9.
10.
11.
12.
12,
13.
14.
15.
16 .
lò.
17.
17»
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26 .
26.
27.
28.
29.
30 .
30.
31.
32.
33.
34.
35.
36.
37.
38.
39.
40 .
40.

UFC/BC
UFC/DE
UFRN/BC
UFPb/BC
UFPe/BC
UFBa/BC
UFBa/BAT
UFES/BC
UFMG/BU
UFMG/BFE
UFF/ND
UFF/BEZ
UFRJ/BLF
PUC/RJ/BC
PUC/RJ/CTCH
FGV/B
FGV / D
FGV/IESAE
USP/BC
USP/BFC
PUC/SP/BC
PUC/SP/BPG
FCCH/B
INPE/DBD
UNICAMP/BC
UNICAÍW/EFE
UNICAÍW/BFE
UNIMEP/BU
UFSCar/BC
FFCL"SCJ"/B
FFCL"SCJ”/B
UFPr/BC
UFPr/BSE
FUEL/BC
FUEL/BSE
FUEM/BC
UFRGS/BC
UFRGS/BSF
PUC/RS/BC
PUC/RS/DB
UFSM/BC
UFSH/BC
UFSM/BCSM
UnB/BC

UADRO 4 - ELABORAÇAO DO REGIMENTO INTERNO
REGIMENTO
T O
INTERNO
EM ELABORAÇAO
APROVADÓ
kPRO\lAbC)' I
LM
ELABORAÇAO"

nM
NAÓ

X
X
X

X (ESTUDA COMPLEMENTaÇAO
X (PORTARIA DA REITORIA)

X
X

X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X

308

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12

13

14

�QUADRO 5 - POTENCIALIDADE E USO DO ACERVO
rrí5TlTnr&lt;:A:)
rNSTTTiiri'A;)
SIGLA
S I C LA
1. urr/RC
urr/pc
7. UFC/PE/3
urc/pE/3
3. UFRN/BC
4. UíPb/bC
UFPb/BC
.S. UFPc/BC
.5.
UFPe/BC
6. UFH.i/RC
UFH.i/PC
7. UIBa/BAT
UlBa/BAT
8. UFES/BC
9. UFMO/BC
10. UFMG/BFE
n. UFF/NO
UFF/ND
12. UFIVHEL
17.
Un/HLL
13. UFRJ/BLF
14. PUC/KJ/HC
i‘j. PUC7iJ/CTCil
1‘j.
PUC/i J/C rai
16. FGV/B
17. FGV/IEGAF/CD
FCV/IESAF/CÜ
18. U5P/BC
10.
19. USP/BFE
20. PUC/SP/BC
71.
21. PIIC/3P/BI‘C
PllC/5P/BPr
27. FCC
77.
FrC /B
23. TMPE/nPO
THPE/nPD
74. imiCAMP/BC
IJNTCAMP/BC
24.
25. UUICAMP/BFE
imiCAMP/BFE
26. UNTMEP/BU
UNIMEP/BU
27. UrSCar/nC
77.
20. FFCL”SCJ"/B
29. UFPr/BC
30. UFPr/BSE
31. PJFL/BC
rJFL/BC
32. lUEL/BSE
rUEL/BSC
FUFM/BC
rUFM/BC
UFBGG/BC
UFRGC/BC
UFRGG/BnE
UFRGS/BSE
PUC/RS/BC
PUr/PS/BFE
PlJf'/PS/BFE
UFSM/BC
Urr.M/BCSN
UFSM/BCSN
t;nB/BC

I.EITORES
I.EIT0RE3
INSCRITOS
INSCRtTOS
1 ."''O
1P
l .'’70
1.''20
S.00&lt;
5.00&lt;
C/MATKIC.
S.OOO
-'19
1.212
3.P75
3.P25
27.441
27.UUI
1.040
1. 848
12.716
17.716
I\ .u-jO
.ü9G
370
l .371

i.rrxoREs
í.rrTORES
POTENCIAIS

1.502
1.682
18
10
5.320
5.370
1.008
1.098
12.401
12.491
C/MATRTC.
10?
r.FM itr.rR.
si:m
inr.cR.

ILIMITADO

349
340
2.224
7.724
1.031
1.931
2.976
7.926
SEM
inSCR.
5LM iriSCR.
2.519
7.519
9.071
SL2+036
5(i2*8 36
5.742
5.747
SEM lUSCR.
INSCR.
1.417
NÄO
MAO
311
C/MATRIC.
40
0.4?8
8.478

propoki;ao acervo
PROToKgAO
ACCRVÜ
VOLUMti/
VOLUMES'
/LCITOR INSCRITO
/LEITOR
10,34
12.7
12,2
b, 66
6b
17,q?
17,92
lJ,f8
U,f0
9,53
21,48
13,Ü2
13.07
8,19
0,19
7,04
16,0/
16,96
70,65

10.000
15.0ÜU
LS.ÜUU
20.000
8.000
J5.0ÜU
J5.0UU
2.891
2.091
1.090
400
9.500

S U A ft'
’ UU3U
R If ÔO 5S
VOLUMES/
/POR LEITOR POTENCIAL
1,88
1,00
6,1
6.1
6,66
44,48
,40
8,12
10
10,21
,71
5,23
16,07
15,69
9,8?
9,02

55,S6

40.000
4.000
15.000
1.500
ILIMITADO
TLIMTTAm
7.000
ILIMITADO
7.000
2.2.500
500
1.400
15.000
10.000
11 .000
11.000
7?
6.000
1C.000
16.000
7
16.000
?
10.000
7
10.000'

36,40
36
,40
9,12
9,17
4,66
67,64

9 ,99
9,99
7 ,6
7,6
4,66
14,13

20,05
15,96
10,61
14,37

$,07
5,07
8«?
0.7
30 ,0

27,68
4,45
22,09
,09
7,70
22,74
15.0
9.82
9.02

7,37
22,74

5,3
5.3

5,3

33.01

27,82
27.92

7,0
7.0
3,67

9,82

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�310

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QUADRO 6 - RELAÇÃO DE ATENDIMENTO: LEITORES/BIBLIOTECÃRIOS

�cm

2

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BIBLIOTECAS CENTRAIS, ISOLADAS E CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO

QUADRO 7A - ACERVO INFORMACIONAL (1)

â
O
■3

■a.

311

3

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LI

12

13

14

�■r'c s:3 o rr“Z
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t-c ae.:&gt;
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•s..&gt; S^X S^U o CUt. XU oX
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UI tO f».

312

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BIBLIOTECAS CENTRAIS, ISOLADAS E CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO

QUADRO 7B - ACERVO INFORMACIONAL (1)

1?

�COLrçAo r.ERAL
COLF.ÇAO

QUADRO 8 - ACERVO INFORMACIONAL (2)
119&lt;? 7 6
Area
ABEA
HICRO
Ml-'
Ml-RO
BO
FILMES- í irrULOS
MICRO
FICHAS rilJlES
FIl.MCS
FICHAS
4.’u
't.'u
NAú
NAO
r^Ao
NAO
4.410
NAO
NAO
nao
NAO
1S2
152
NAO
3.056
3.C56
11.106
NAO
140
NAO
NAO
NAU
10&gt;02S
10-025
1.037
111
S. 172
5.172
411
NAO
72
NAO
NAü
NAú
NAO
2. 376
2.376
NAú
NAO
nAo
NAO
NAO
NAO
2.157
NAO
1.164
NAO
30.000
1.100
NAO
NAO
NAO
V.175
■ .175
4S0
450
150
6 54
NAO
386
1.043
REDE
RCOE
(4.535)

INSTITUIÇÃO
SIGLA
sigla
1. urc/üc
UFC/DC
2. UrçVDE
UrÇVDE
3. UFRN/BC
4. XJ!Pb/BC
UíPb/BC
5. UrPe/BC
UFPe/BC
6. unn/Hc
UFh i/HC
7. UFBa/BAT
8. UFES/BC
9. UFMG/BU
10. UFMC/BFE
UFMG/BFE
UFlVíin
/MD
11. uri
12. UFF/BEL
13. UFPJ/BLF
UFRJ/RLF
lU.
14. PUr/RJ/BC
PUr/PJ/BC
15. nc7KJ/fl'OI
16. FGV/B
ravii.yjyr
17. \r.\'/\\./ú:/r18. USP/BC
19. U3P/BFE
20. ruc/sp/üc
PUC/5P/DC
21. PUC/SP/RPi
PCC/SP/BPi
22. FCC /B
23. INPr/ÜBD
INPE/DBD
24. UNICAMP/W
2U.
25. UN
fcAMP/rtri:
uíircAMp/rtn:
26. UNIMEP/BU
unimep/bu
27. UFSrur/BC
UFr;rjr/BC
NAO
28. FFCl.^Srj'»^
FFCl.-SCJ'Hi
NAO
29.. UlPr/BC
29
UFPr/ PC
NAO
30. UFPr/RSE
UFfr/BGE
NAO
31. niEL/BC
NAO
32. rnn./nst:
niri./n-.f:
NAO
33. FUEM/B(Í - FUEM/B(1
NAO
34. UFRCG/BC
NAO
35. UFP.CG/BGE
UFP.CC/BSE
3$. PUC/RÍ/BC
36.
3737,. pir/pc/rrr
Pir/PS/PfT
N7.0
n7.0
30. UrSM/BC
38.
UFSM/BC
NAO
39. UFSM/BCSN
40. UnB/BC
UnR/bC

30 0
300
NAO
NAO
NAO
NÄO
NAO
NAO
riAo
NAO
NAO
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NAO

NAO
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16.300
NAO
NAO
NAO
NAO
rMo
NAO
1.040

de
OE eihica^Ao
ElHICAi;AO
MICRO
FILHES
FILMES
FILMÇS SLIDES
NAO
NAO
NAO

NAO
NAO
NAO

NAO
NAO

NAO
NAO

TÍTULOS
PERIOD.
PEBIOO.
10
121
123
?7
445
123

NAu
NAO
NAO
NAO

NAO
NAO
NAO
nao

110
197
1.164
823
123
143
30
187
71
240
.35
.36

397
525
52S
114
967
2.615
1.119
1.580
(3.813)

NAO
NAO

HAO
NAO
NAO
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NAO
NAO
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cm

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14

�EHPRESTIMO DOMICILIAR
QUADRO 9 - ROTATIVIDADE DO ACERVO POR EMPRESTIMO
19 7 6
ROTATIVIDADE DO ACERVO
LEITORES
ACERVO I PUBLICAÇÕES
instituição
INSCRITOS
DISPONÍVEL iI EMPRfr.TIMOS
SIGLA
IGLA
POSIÇOE'*^.
RELATIVA
©
©
0
©
O
3636J.848
J.046
22*.000
(?)
229.000
1. UFR&amp;S*
24.447 •
8,16
6,16
1.59
109
13,0?
13,02
223.991
357.3f»)
357.
?.7. UFMG*
/U.I4S
/U.89S
13.68
13,68
8,50
8,51)
i.bO
l,bO
119
:85.9dii
:D5.9d&gt;i
177.760
3. UFBa*
UFBd*
18,91
1,74
129
8.428
33,01
11,91
6.421
159.415
4.R. UnB*
278.275
(?)
128.CÍO
123.030
-05. PUC/RS
1,70
5,36
9,12
12.491
21.254
66./ PUC/SPBC
114.000
PUC/SPBC
(?)
lO.'.üüO
10.1.000
7?
7. UFPb*
(?)
08.94C
90.94C
?
I.8. UNICAMP*
44,53
,53
15.58
15,56
229
70,CS
70,65
1.321
20.567
20.587
93.340
9. PUC/BJ*
13,53
1,32
69
17,97
17,92
67.673
5.000
5.OCO
89.642
80.642
UFP«/BC
10.
10 UFPe/BC
1,87
5 5,56
'.5,56
29,Sb
29,5b
1,07
149
1.56?
1 .582
87.403
07.4ni
46.768
4R
.766
n. TC V
11.
8,41
6,41
0,83
69
7,04
0,03
102.840
12.216
102.640
86.038
66.036
\7. UFF*
12.
2.64
2,64
179
19 ,49
27,78
2.519
2t2i.«31
.*.31
70.000
U. UFPr/BSL
13.
llFPr/BSL 4
,04
219
5,30
16.054
3.025
21,48
21,46
65.0PO
\H. UFES*
14.
65 .OPO
1,84
1.64
139
6,58
6,56
12,16
5.00*3
61.165
32.933
15. UFRN
4.919
(?)
53.000
16. UFSM/BC
UFSH/8C
0,77
9,91
7.70
7,70
44.744
44.244
5.742
FUEM»
56.905
17. FUEM*
14,37
4,75
3,00
2.926
42.070
13.922
18. FFCL"5CJ"
II.
FFCL"GCJ"
9.071
5,66
0,78
411.377
4,45
4(1.377
19. FUEL*
*
FUEL*51.445
8,S8
40.000
1.780
7?
20. UFC/8C
2,97
199
36,40
12,22
1.098
1.096
39.976
13.421
21. USP/BFE
169
2.224
15.96
7,46
2,13
16.608
16.601
22. UNIMEP
3535.500
.500
26.719
9.000
(?)
23. INPE
‘ 79
14,64
1,02
1.02
1.412
15,00
24. UFRGS/BSE
21.189
20.676
20.678
21.169
19
37,71
32,71
0,32
10.61
10,61
63.177
1.931
25. UFSCarlos
20.590
20.500
159
8,40
1,91
6,40
16,07
17.517
9.164
1.090
26. UFF/BEL
1,12
7,26
1.848
8,19
6,19
15.147
13.419
27. UFMG/BFE
1,49
6,39
9,53
1.212
11.561
7.756
28. UFBa/BAT
26.
10,34
1.020
10.547
7
29. UFC/DE/D
(7)
(?)
PUC/SP/BFG
7.000
7?
30. PIJC/SP/BFG
59
24,06
24,08
00,83
,63
8.404
349
20,05
31. UNICAMP/BFE
7.000
249
67,64
10,21
6,62
1.042
102
32. FCCH
6.900
189
5,94
2,85
16.96
6.278
370
33. UFRJ/BLF
2.200
7 ,47
U,38
34. nJEL/BSÊ
FUEL/BSÊ
1.338
2 ,89
,83
3.871
7.829
40
IJFSM/BCSfl
3.800
3.690
35. UFSM/BCSN
toriais e da Central.
Dados relativos
relativo:: a todos
todoi .i"
.1“ bihliote
bibliotecas setoriais
Exclui-se a USP por falta de
rle didos*flobaÍ3.
d idos • &gt;»lobaÍ3.
Exclul-se
(?) A Biblioteca nao faa
(7)
fai Inücíriçào
Inuorii-ao
ou riio rorn**r**u
1‘orfi'
Dados.
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QUADRO 10 - COLOCAÇÃO POR RATATIVIDADE MÉDIA POR EMPRÉSTIMO DOMICILIAR

�IK5TrTUl^*AO
IHSTPTUlv'AO
SIGLA
l.1. urc/BC
UrC/BC
J.3. urc/oc/B
UrC/DC/8
3. UrUN/BC
3..
UrSN/BC
N.* UrPb/BC
4.*
urph/sr
s.i. urp«/Bc
urpe/sr
I.e. ursd/Bc
urRd/BC
7. UrSa/BAT
UFBa/BAT
I. urcs/Bc
UrES/BC
UrMC/BU
9. UFNn/BU
10. UrMC/BlT
UFMlVBlX
u. urr/HD
urr/ND
n.
n. urr/BFi.
lí.
urr/BH.
13. uriü/Bi.r
urRJ/Bi.r
Puc/Ri/ac
IN PUC/At/BC
PUC/aJ/CTf3(
puc/iu/crf3i
rcv/b
FGV/b
ftW/rCSAC/CD
. rcV/IEU/C/CD
USP/PC
usp/nc
'tSP/BTE ,
•tSP/BFE
PUC/SP/BC
PUC/SP/RC
Püc/sp/r»PG
puc/sp/npo
rcc /B
INrC/DRD
INPE/DBO
imrrAMP/BC
UNirAMP/BC
UNICAMP/BÍT
UNICANP/BFF
LTÍIMEP/BU
UN1HEP/8U
UrSCarlos/BT
UrSCarlos/Bf
rrcL"scj*/B
38. rrcL"scj"/B
?9.
39. UFPr/8C
UFPr/BC
UPPr/fiSE
30. UFPr/fiSC
31. rUEI./8C
rtJEl./BC
33. niEL/BSE
nXL/BSE
33. rUCN/BC
rUCM/BC
34.
3N. urRGS/8C
UFRGS/BC
35. UFRGS/DSE
UPRCS/BSE
38.
36. PUC/KS/BC
PUC/RS/BC
37. PUC/RS/BTE
33.
PUC/R3/BFE
31.
38. UrSM/pO
UrSN/^
39. ljrr,M/RCGN
iJrSM/BCGM
NO. UnB/BC
40.
UnB/DC

NAO
TOTAL
Ff^TAL
OBRAS
OBKAS
CATAl- CATAL.
CATAU
RCCATAIO &gt;NDO
RECATAIO
&gt;J&lt;DO
S.SOÚ
I.SOÚ
800
30.000 5.000
R‘».f'
S‘».f,434í 7.000

14IN .f,N7
.f,4?
71.038
71.031
IS.387
1S.387
ô. 19S
6.198
74.280
S.OA i)
S.bO
70.334
30.334
1.N44
1.644
16IS .niJO
.000
36.43H
36.916
79,non
79.000
7.000
3.300
2S.819
3S.II9
(98.948)
(98.946)
6.000
29.600
39.SOO
7.oon
3.000
30.633
30.639
1.707
40.000
1.300
44.244
44.344
48.0ÜU
48.000
1.379
1.373
137,300
137.900
i.noo
1.000
S3.soo
$3.SOO
3.8S0
278.27».
378.378

15.000
1.230
1.3
30
83
19.000
I.51JÜ
I.SOÜ
17.S79
13.S39
3020
6 noO
noo
9.040
9.04 0
36.000
166
16S
3.700
900
(30.000)
1.000
6.000
13.000
9.000
.671
.631
200
300
.000
I.. 810)
BI 0)
100
.160
.180
.000
0

QUADRO 11 - PROCESSOS TÉCNICOS
19 7 6
OROAN.
SISTLMA
SláTi:MA
OFOAN.
PCRIOD.
PCSIOD.
NAO
CLASSir.
ALTAS.
ALFAS.
CLASSir.
CATAL.
CAT AL.
CLASCir.
CH URÒANI.ÍAÇAO
U'Uw#y
W«y 18V
EN
uRCANIÍAÇAO
D«wtfy 17?
D«woy
179
POR OKi'
ORr.AN^;:AR
.AN^:íAR
cmt
CDU
EM ORCiANICAÇAO
EH
ORCAMICAÇAO
30 ,n\
30,n\
CDU
73.59
73.S\
cDit/cnn
coif/cpn
1'IKJ
Dewcy
Dewey
PCR CRCANIZAR
CDU
POR
CRGANIZAR
Dcwcy
ls9
3,n
Dvwvy Is'.'
3.n
D«wey 189
Ocwey
31.19
31,1%
7,49
7,4%
tVwey 119
D^wey
189
1.39
Dfw«y 189
Dfwey
1,3%
30,3%
20.39
/3.09
/3,0%
DrwcylVjn)
n^wc*v&lt;Vjr\)
20.09
30,0%
D«wev( var.)
0«wey(
1,29
1,3%
(NAO TEN
TEH PERIÕDICOS)
PCRidDICOS)
CDU
37.39
33,3%
tVwy
IV-wy
35.19
3S,1%
vários
VÍrioa
30,7%
30.79
rw-wHy/1'mpr.
n**w,*y/f*mpr.
Dr^wry 189
D»*wí»y
2.39
3,3%
$3,63%
53,639 CDU
3.39
CDU/KWLC
COU/KWLC
3,3%
33,3%
Dcwav
Dcw«7
29.29
14,2%
14.29
Dowry 18?
Dcw«*y
189
couAaxi)
CDU/aiCl)
17.09
17,0%
CDU/ALlcipt
CDU/Aa&lt;)pt
63.19
63,1%
32,3%
1 89/
22.79
CDD
189/
Ind.Coord)
Dcwoy
Dewey
43,8%
D«wey
Dewey
42,89
CDD-^^CDlt
CDD-^DU
CDD-^UiJ
CDC-e^lRJ
69.09
69,0%
0,4%
0,49
Dewey
$0,0%
CDU
CÜU
(G&lt;3 PERIÕDICO
(Gó
periöuico DE
de REF.l
REF. )
50 ,09
93,4\
93,49
CDU/CDD
CDU/CUD
0,C7%
fl,C79 Dewey
80.09
80,0%
CDU/Outras
1,89
1,8%
Dewey
Príprio
Próprio
?
1,6%
1,69
CDU

CONTROLE
PCRIOO.
PCRIOD.

Kardex
Kerdex
Kerdex
Kardex
Kardex
Kardex
Kârdex

EH PROJETO
CH
PKOdCTO I
NAO
I
NAO
I
INICIANDO I
37
I
NAO
&gt;
Eventual
Eventuâ^
«ente
■tente
NAO

NAO
SIM
SIH
SIH
SIN
SIH
SIN
SIH
NAO
Eventual
Kardex
Kârdex
SIH
SIN
richas
riehâs
Eventual
Fichas
richas
NAO
VISICORD/
NAO
FICHAG
FICHAS
Eventual
Kardex
Kârdex
Kardex
Kârdex
Própria
Própriâ
Kardex
Kârdex
Eventual
Kardex
Kârdex
SIH
SIN
SIM
Visicerd
Vieicord SIN
SIM
SIN
SIH
Kardex
Kârdex
Kardex
Kkrdex
NAO
Kardex
Kârdex
SIM
SIN
Eventual
Kârdex
Kardex
Impr.Uiilv.
Itipr.Univ.
Kârdex
Kardex
SIM
SIN
Kardex
Kârdex
Eventual
Eveniuâl
Kardex
PróprLa
Própriâ
Kârdex
Ainda Nâo
Não SIN
SIH
SIM
Kardex
Kârdex
SIN
HÄO
HAO
Fichas
Fichac
Kardex
KarJux
SIH
SIN

Kârds*x
Kards‘x
adaptado
Adeptadn
Kardex
Kardex

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12

13

14

�INSTITUIÇÃO
SIGLA
1. urr/Bc
urr/BC
2. Urc/PE
Urc/DE
3. UFRN/BC
UTRH/Br
4. UFPb/BC
5. urp&lt;-/BC
UrPi-ZBC
6. UFBâ/BC
5.
urSa/BC
UrB«/BAT
7. UFBa/BAT
8. UFCS/BC
UFES/BC
9. UFMG/BU
10. UFMG/DFF.
UFMG/orr
11. UFF/NO
U.
urr/MD
12. UFF/BEL
U. UFRJ/BLF
13.
UFRJ/RLF
IQ. pi;r/pj/nc
14.
Pi;r/PJ/BC
IS. PUC/RJAT*
15.
PUC/RJAT':
l-^. rc.v/B
I-..
FC.V/B
17.. rcv/tfívj:/'!
rcv/ffi /j:/'i
18.
16 USP/BC
19. USP/BFE
20.. PUC/SP/.HC
21. PlJC/GP/UrC
PlJC/GP/bPC
22. rcc
FCC /B
iNPj:/nnn
23. iNPE/nBn
24.. UMICAMP/BC
25. UNICAMP/tn
UNICAMP/m
26.. UNIMEP/b(}
UNIMEP/B(J
27. urSCjr/DT
UrSCar/D':
. FFrL"SCJ“/H
FFOL^SCJ"/«
29. urpr/BC
UFPr/BC
30. UFPr/BCE
31. FUEL/BC
FIJEL/BC
rUEL/BSE
32. FUEL/B5E
33., FUEM/BC
34. UFRG3/BC
35. UFKC3/B3E
UFKG3/BGE
36. PUC/PS/BC
PUC/RS/BC
37. PUC/RS/BFE
38»^ UISM/RC
UlSM/BC
39. uf':m/r^sh
ur*:M/B''cri
UtiR/Br
40. UiiR/Rr

QUADRO 12 - CATAlOGOS
CATÄLOGOS PCBLICOS
PÜBLICOS
19 7 6
ALFAB.
ALFAB. ALFAB.
GUIA ALFAB.
TfTULOS ASSUNTOS ASSUNTOS
AirrORES TÍTULOS
EM O0 GANIZAÇÃO
GANIZAÇAO
(LISTAGEM ?)n
EM 0»r..^NT7AÇÃ0
0«&gt;r,^NIZAÇA0

ARTIGOS CATAL. COLETIVO
PERIOD. TEín
PERIOO.
ORC
X SEDE REG.
SEDE REG.
SEOC
UFBa/BC

EM UKCANUAÇÃO
UKCANIZAÇAO
rt.ABOR
rLABOR
INfCIÜ
INCOMPl

IBICT/FEC:
IBtCT/REC:
UFMC/BU
UFMG/mJ
SEDE REG.
SEOE
REG..
UFF/ND
UFF/NO
IBICT
FCV
SEDE REG.
SP
IBICT
INfCIO
INfGIO
C/BC

IHfCIO
PARCIAL
NA
NÃOO
NÃO
NAO
SIM
NÃO
NAO
EM OPCANI7.AÇA'
OPCANI7AÇÃ'
RE CATALOGANDO
RECATALOGANDO
(SO AS MATRIZE2-MA.Ni;SCRITÃS.
(Sfl
MATRIZC2-MANIJSCR1TÀS. PROCESSO OE
DE DUPLICAçAO
OHPLICAÇAO )&gt;
EM «LCANI7AÇAO
«f.»:Atir7.AÇÃO
PARCIAL (irir.IO)
(lurJlÜ)
’ ORGANT7.AÇAO
I
EM
ORGA/JT7.AÇÃO

NAO
NÃO
NÃO
NAO

NAO
NÃO
NÃO
NAO
NÃO
NAO
SIM

UNICAMP «C
UNICAMP»:
NÃO
IlAO
nAo
NÃO
SEDE REG.
UFPR/BC/
UFTR/BC/
IBICT.

NÃO
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SEDE PF.C.
PEG.
UFRCS/BC
UFRGS/BC
NAO
NÃO
NÃO
NAO
NÃO
N.AÃO
NAO
NAO)
NÃO)
NÃO
NAO
NÃO
NAO
.SIM
SIM IBICT

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14

�QUADRO 13 - CIRCULAÇÃO E EMPRÉSTIMO
19 7 6
ACESSf» GSTANTRS
ACESSO
ESTANTES
INSTITUIÇÃO
EMPRÉSTIMO DOMICILIAR
S ICLA
SIGLA
livre! PAPr.j NÃ
rrpAL
rr.pAt.
FTPT'^n.
CERA!.
GERAI.
1.l. urc/BC
NÃO SABE
NAO
SAHE
SA14E
NAO
AINDA
2.7. urc/PE/B
urc/pE/B
NÃO
NAO
SA8C
SABE
NÃO
NAO
SABE
3. UERN/BC
UrBM/BC
4B .314
49.314
33.B33
32.933
4. UrPb/BC
UFPb/BC
NÃO
NAO
79.294
29.294
SABE
CENTRAL)
5. UrPe/BCUrPft/BC
86.673
R6.673
67.673
6. UEBa/RC
urBa/BC
184.202
41.B56
41.956
130
UFBa/BAT
7. UEBa/BAT
.1.456
7.756
I.8. urcs/BC
UFCS/BC
23.220
16.054
*:B: UFMfiABU
UEMOABU
101.457
345.246 1Ü1.457
34S.246
11.675 252.777
257.777
11.625
10. UFMC./BrE
UFHO/BFC .
7.5SC
2.550
304
2..'52
n.419
13.419
11. urr/ND
UFF/ND
T60
1-60 .465
102.840
12.
17. urr/BEL
UFF/BEL
9.164
12.000
13. UERJ/BLE
UFRJ/BI.F
3.844
22.200
.200
14. PUC/W/BC
PUC/BJ/bC
NÃO
NAO
5AÜL
SAUL
21.532
1515.. PUC/RJ/CrUl
PUC/W/CIUl
n;.'.
H?-:.
SABE
SA8E
2.315
1(1. IGV^B
iGV'R
Ib.
47.731
42.231
46.768
46.766
17. FGV/IESAE/Cn
NÃO
NAO
SABE
NÃO
NAO
18. USP/BC
II.
7.720
11.019
19.
IB. USP/SFE
USP/BFE
20.B80
20.980
13.421
70. PUC/SP/BC
20.
PUC/5P/BC
3434.632
.632
21.254
71.754
21. pur/sp/Hiv-,
Plir/SP/HI&lt;:
NAO
NÃO
SABE
NÃO SABE
HAO
410
22. rcc
FCC /n
1.843
7.751
2.751
73. INPE/DBD
23.
IHPE/DBD
18.000
IR.OOO
9.000
74. UNICAMP/BC
24.
X
MÃO
NAU
SABE
NÃO SABE
NAO
25. UNICAM^BEE
UNICAMR'BFE
X
715
7.473
1 .758
1.758
2.473
26. UNIMLP/HII
UMIMi:P/HII
1414.004
.004
X)
16.608
77. UrSCjr/BC
27.
UFSCjr/BC
NÃO
NAO
SABE
63.177
28. nn."srj-/B
FFCL"Srj"/B
21.
31.125
31.965
365
2B.
l/FPr/BC
29. l/rPr/BC
6.978
158
30. urPr/BSE'
UFPr/BSE'
33.576
6S7
77.086
27.086
657
31. rUEL/BC
FUEL/BC
(76.479)
(76.429)
(51.445)
37. rUCL/BSE
32.
FUEL/BSE
10.028
10.078
7.879
7.829
33. rUEM/BC
FUEM/BC
32B.608
328.608
56.905
34. UERGS/BC
UFFG5/BC
772.300
729.000
272.300
229.000
35. UrRGS/B5E
UFPGS/B5E
27.76B
22
.769
20.678
20.676
16. PUC/PS/BC
?7.798
77.798
NÃO EMPRESTA
NAO
37. PUC/PS/BFE
PUC/RS/BEE
HÃO TF.M
HAO
TEM ESTATÍSTICA
&gt;TATT3TICA
38. UFSM/BC
UFSH/6C
97.330
92.330
4.919
(SO A PROrnSORES)
- ?7
3B. UrSM/BCGN
39.
riÃo
riAo
SAHC
SARE
40.' UnB/BC
40.
’ UnB/BC 316.0R3
159
.415
318.083
159.415
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�QUADRO 14 - CONDIÇÕES DE EMPRÉSTIMO
19 7 6
DDURA
U R A ■Ç; A 0O - (PIAS)
( P I A E)
ALU»05
ALUIJOS"
C(L\P. ■

INSTITUIÇÃO
SIGLA
1. urc/BC
urr/flc
2. urc/DE
Urc/DE
3. urkN/oc
UrkN/DC
M.U. UFPb/BC
5. ITPc/PC
UFBa/BC
6. UPBâ/BC
7. UFBâ/BAT
UFBa/BAT
I.9. UFES/BC
9. UIMG/BU
UIMO/BU
10. UFMC/BFE
n. UFF/MD
11.
12. UFF/nFL
-jrr/nrL
13. UFPJ/ELF
1«*. PUC/RJ/BC
15. PUC/RJ/CTCM
16. FGV/B
17. IGV/IESAE/CD
19. HSP/BC
lISP/BC
19. USP/BFE
USP/OFE
20. PtIC/SP/BC
7fi.
PUC/SP/BC
21. PUC/BC/BPC
PtIC/BC/BPC
22. FCC/B
FCC/H
23. INPE/DBD
2&gt;*. UHICAMP/BC
UMICAMP/BC
2«.
25. UNICAHP/BEF
UNI CAMP/BEF
26. UNIHEP/BU
UNIMEP/BU
IJFSCar/BC
27. UFSC.ir/BC
rFCL"SCJ"/B
28. FFCL^SW/B
29. UFPr/BC
30. UFPr'BSE
31. FUEL/BC
32. FUEL/BSE
33. n)F.M/Bt
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3&gt;*.
35. IJFPG3
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36. PUC?kS/BC
37. P'JC/RS/!í!i;
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38. UFSH/BC
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31.
40. Ui.B/bC
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OBSERVAÇÕES
ESPECIAL
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Registro c/Ha(rÍcule
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SIM
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NÃO, empresta livros
Não.
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Empresta Periódicos
(7d)
Empresta Periódicos
Empreeta
Empresta Periódicos
•Não Ficção
*Não
Fieqão eFiegão
eFicção
1t2 ivros/Reserva:
Emp.
ísrros/Reserva:
dias.
Recolhe p/os Fundos
da Universidade
SÓ
tas empresta duplica
Empresta Periódicos
Empreeta
Perlódicoe
•Pretendem eubstituir
sutcitituir
p/suspensôes
p/euspensôes
CrI 3,50e0,50
3,S0e0,50 p/dia
Cr8
CrI 2,00*1,00
2,0041,00 p/día
p/dia
Empresta Periódicos
Empr.Especial: 30
dias
*Nào-Flcção c Ficçio
*Nio-Flcção
Ficção
Possui
Poesui
ferenciasobretudo re“
ferência
•Reserva ec Geral
SÓ
Só
possui Col.Refe
Col.Refç
réncia
rência
Periódicos: 68 dias
•Recolhe ao Banco
•15,00 p/Livro Reser
*15,00
va*
va*./Period.:
./Period.: 3 dias
Sem Empréstimo des
de 1954.
1954 .
Livros Reserv.i: 1,00
p/hora
SÓ faz emprest. a
*Finc d«
•Fine
tlc semana
sematM

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319

cm

2

3

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4 gentilmente por:

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12

13

14

�QUADRO 15 - SELEÇÃO, AQUISIÇÃO E DIVULGAÇÃO
19 7 6
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EVENTUAL
EVENTUAL
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EVENTUAL
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�QUADRO 16 - COLEÇÃO DA AREA
ÃREA DE EDUCAÇÃO - LIVROS
(PORCENTAGENS: %)
19 7 6
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1. *urc/8C
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2. Urc/DE
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3. UFRN/BC
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5. UrPtf/BC
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6. UF84/8C
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7. UF8J/BAT
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8. UFES/BC
UFCS/BC
9. UFMC/BU
10. UFMC/BFE
UFMC/BfE
H.
u. nrr/ND
12. UFF/BEL
13. UFRJ/BI.F
UFRJ/BLF
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PUC/RJ/8C
ruc/Rj/cTat
15. PUC/RJ/CTOl
16. FGV/B
17. FGV/EISAE/rti
FGV/EISAE/Cl
18. USP/BC
19. USP/BFF.
20. PUC/SP/BC
21. PUC/SP/BPG
22. FCC/U
FCC/ll
23. INPE/DBL
INPE/DBü
UNICAMP/BC
2«. UNICAHP/BC
25. UNTCAMIVBrr.
untcamp/bh:
26. UNIHEP/BU
UNIMEP/BU
27. UFSCar/BC
28. FFCL"SCJ/B"
rFCL"SCJ/B"
2 9., UFPr/BC
29..
30. üFPr/BSE
t!FPr/BSE
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32. FUEL/BGE
33. rUEM/BC
FUEM/BC
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3«.
35. UFRGS/RSE
UFRGS/BGE
36. PUC/RS/BC
37. PUC/RS/EFE
38. I.TSH/B7
ITSM/BC
30. urSM/DCLN
39.
!,TGH/BCr.:i
40. UnB/BC

ITAT
i-n:; i.rvR'' ^
IPA'E rn::

UBSERVAÇAU
ÜBSERVAÇAU
Em organização
Ea
organizdçdo
Ainda stímcii
sofflc.ii ao(;u
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Citalo^p
Ainda sem CjtjlORO

*Cul.Obras Raras/ ji
*Col.Obras
Antigas
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10,^
10

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Ca t a 1 / abmviado
Catai
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Col.Ohrar.
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ig»&gt;5 Rar-in^

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321

cm

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13

14

�QUADRO 17 - COLEÇÃO DA ÃREA DE EDUCAÇÃO - PERIÖDICOS
PERIÕDICOS
1199 7 66
INSTITUIÇÃO
T C I. A
1. urc/BC
2. VIX/LX
3. UrRN/BC
4. urpb/Bc
s. urpe/bc
fi. UEBa/BC
7. urtta/BAr
I. urcs/BC
•*. urMC./pii
10. UrMG/BCC
n. urr/ND
u. urr/BEL
13. UERJ/OLF
14. PUC/BC
15. puc/Rj/crrn
16. FGV/B
17. rOV/IESAE/Cr
USP/SP/BC
IS. US»/BrE
70. PUC/SP/BC
?l. PUC/5P/BPC
rcr/p
INPE/DAO
74. UNICAHP/BC
75. UNICAMP/HIE
76. UN1MEP/B'I
77. urSCar/BC
71. rrcL"scj'/B
79. UrPr/BC
30. UrPr/BSE
31, rjEL/»r
37. rUEL/RSE
33. nJEM/BC
34. UFRCS/RC
35. UFRGS/OCE
36. PUC/PS/K
37. P'JC/PG/V?E
UrCM./R''
39. urGM/Rrcu
40. Ur.B/bC
.-J.-

I D T O M A S
-H

TOTAL
TÍTULOS

(PORrCNTAfiCNS

ASSINATURAS

OBSERVAÇÃO

Alndi por orianiur

N A O TEM
O.R
57,5
33,6
35.3
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IS.X
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36.3
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197

17,9
D I- C U S
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1.7,3
5,8
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35

7
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Ue«B tb. cccrvo
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SÓ tc» Referencie
Per.Ref.ne BC •
SÓ
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41
10
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38
310

Inclui títulos ir
rcleventes

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5.. UrPe/BC
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ilegiVeis.

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cm

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21
13

21
68
7’

17
variAvel
variAvtl

i

10
s
1
111
118

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itegiVeis.

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I

�QUADRO 20 - DADOS ORÇAMENTÁRIOS
ORÇAMENTXRIOS
19 7 6
INSTITUIÇÃO
SIGLA
I GLA
l.1. urc/Bc
UFC/BC
?.2. urc/oE
urc/üE
3. urRN/BC
UFRM/BC
&lt;*.M. urri*/DC
urrí/DC
5. urPe/BC
UF?e/BC
UFB.WnC
6. UrB.t/0C
UF^a/V.T
7. ur^a/VT
üFEs/nc
I.s. UFES/nC
9. UrMC/nii
ttrMr./n'i
n. 'irir/írr.
'irr/Rrr
n. urr/No
urr/MD
12. urr/hEL
17.
nrr/HEL
13. UFRJ/BUr
UFRJ/BI.F
m. PUC/RJ/BC
1«.
15. PUC/R.J/CTCH
PUC/R.T/CTCH
16. PGV/B
1$.
rcv/B
17. rCV/IESAE
FCV/IESAC
16. U3P/BC
II.
19. USP/BF*:
USP/BF*;
?0. PUC/SP/BC
70.
PtJC/SP/BC
31. PUC/SP/BPG
?l.
•22.
2 7. rcc/B
rcí / B
23. INPE/OBO
INPE/DBO
24.
lJNICAf&lt;P/BC
7^. UNICA&gt;fP/BC
25. UNICAMP/BFE
?S.
IINICAMP/BFE
26. UtIIHr.P/BU
76.
UNIMEP/BU
UFSC.ir/BC
27. UrSCar/BC
26. rrCL"3CJ"/B
?B.
29. UFPr/BC
UFPr/BG
30. UFPr/BSE
31. rUEL/BC
32. FUF.L/3GE
rUKL/3CE
33. rUF.M/BC
rUEM/BC
34.
39. UFP.GS/BC
UFRGS/BC
35. UFRGS/RSR
UFRGS/BSE
36. PUC/RS/BC
PUC/Rj/BC
37. pijc/pi/prr.
piic/p"/prr
•38.
38. urzn/i'ur::M/B'
|l9.
J9. UFGM/SCGH
UF3M/BC3N
juo.
40. Unfl/fir
Unfl/flC

ORÇAÍl.
0RÇ&lt;V1.
r?flPRIO
rPflPRIO

SIM
SIH
.SIM
.SIH
tiAi)
NAO
..''5IMIH
tiAO
flAO
NAU
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SIM
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NAO
tiAO
SIM
SIH
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SIM
SIH
NAO
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SIM
SIH
tiAO
NAO
NAO
riAo
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tlAO
SIM
SIH
SÍM
SIH
NAO
SIH
NAO
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SIM
SIH
SIH
SIM
SIH
mAo
JlAO
SIM
SIH
NA)
tlA)
SJH

MAT.
MOV. a•
HOV.
PCRIOOICOS
TOTAL
BIPTftl..
BI..
EQUIP.
EQIUP.
1.61*.nno
i.ii/.nno
lOJ.OOO
100.OJO
292.669
247.169
I.IK.JIC
l.llC.JtC
2.100.000
7.100.000
756.000
1.900.0J0
1.400.000
391.000
90.923
40.473
35.0U0
35.0UO
5.973
5.473
NADA
NAOA
NADA
NAOA
NADA
NAOA
2.5m.OüO
?.*jm,oüo
19k.7*.6
120.61,6
14(i.7'
.fc
26.100
33.690
.640
5.6 36
i 2.300.000
7.300.000
60.000
•0.000
900.000
400.000
rONTFOLiro
rOIlTF.OLMO PLLü
PL*LÜ Nr!'
H^t^^lEO
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rorUHDrTAÇ;’JJ DA
PA UtIIVE'
UNIVCP''SÜIDAOE
PADE FESERAL
FEr.nRAL FLUMiNCHsr
-•HiNENsr. (urn
(um
111.697
lil.647
I 55.607
75.690
75.640
162.790
390.277
1,652.639
lOü.üoo
lou.üoo
j
.319.739
160 .600' 1.657.139
152.500
(FA7 PARTE
(FA7.
PAKTE no ORÇAHENTO
ORÇAMENTO 00 DIV. BIBLIO' •- PUC/RJ/BC)
(NAO rOWIECEU
rOMIECEII (lADUS
[lADOr.))
(NAO rOkflEtTU
rOkNCCi:i) DA1X)S)
DADOS)
101.354
10.1.359
200 .(&gt;1)0
200.(100
719.170
714.170
250.000 —
160.719
16U.719
297.036
590.000
3.500.000
•65.120
?
NAO SABE
SA&lt;3E
155.904
680.685
680.665
60.457
924.781
474.761
155.909
80.957
652.906
657.906
371.269
371.264
192.615
147.615
132.616
137
.615
19.007
35.063
133.290
1.630.000
REOE P/A BC/: MAT.BIBL. 510.000)
10.000)
OAEO; DE 197 P/A REDE
27
7
I
60.000
•0.000 I •(FAZ PARTÍ:
PARTE VERBA OA
DA )IBL.(0UTR&gt;O
900.000
105.000
(AINDA F.EMH PPOC. OE
DE AQUISIÇAO)
AQUlSIÇAO)
503.000
509.000
350.000
350.OUO
ISO .000
200.OCO
150.000
3.077.500
916.700
416.700
1.999.000
1.499.000
32.000
37.000
178.0011
176
.0011
280.000
260.000
?
7‘.0.*i00
750.900
22.000
27.000
I
1.270.767
1.270.287

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�ANEXO D:

LISTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO NO BRASIL
(com atualização dos nomes dos Coordenadores)

1. UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
Curso de Pós-Graduação em Educação
Endereço;
Endereço:
Av. Reitor Miguel Calmon, s/n.°
ValedoCanela
Vale
do Canela
40.000 — Salvador, BA
Áreas de Concentração:
1. ENSINO
2. CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS À
Ã EDUCAÇÃO
Coordenador: Edivaldo Machado Boaventura

2. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Endereço:
Faculdade de Educação da UFMG sala 59
"Campus" — Pampulha
30.000 — Belo Horizonte — MG
Áreas de Concentração:
1. ENSINO SUPERIOR
2. CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS À EDUCAÇÃO
3. METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR
Coordenador: Glaura Vasques de Miranda

Fone: (0712) 7-1822

Fone: (031) 441-0066

3. FUNDAÇÃO GETÚLIO
GETIJLIO VARGAS - lESAE
(Instituto de Estudos Avançados em Educação)
Endereço:
Praia de Botafogo, 186 — 4.° andar
20.000 — Rio de Janeiro — RJ
Áreas de Concentração:
1. FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
2. PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
3. ADMINISTRAÇÃO DOS SISTEMAS EDUCACIONAIS
Coordenador: Maria Julieta Costa Calazans

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cm

2

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4 gentílmente

12

13

14

�4. pontifícia universidade católica do
RIO DE JANEIRO
Endereço:
Rua Marquês de São Vicente, 209/213
20.000 - Rio de Janeiro - RJ
Area
Área de Concentração:
1. ACONSELHAMENTO PSICOPEDAGÓGICO
2. MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO
3. PLANEJAMENTO EDUCACIONAL

Fone: (0211 247-6030

Coordenador: òosé Carmelo Carvalho

5. UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Endereço:
(^rso de Pós-Graduação em Educação
Curso
Rua Dr. Celestino, 74
24.000 - Niterói - RJ
Área de Concentração:
1. ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS EDUCACIONAIS
2. MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO
3. PSICOPEDAGOGIA
Coordenador: Célia Frazão Soares Linhares
6. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Endereço:
Av. Pasteur, 250 — Botafogo
20.000 — Rio de Janeiro — RJ
Áreas de Concentração:
1. ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
2. ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
3. SUPERVISÃO ESCOLAR
4. AVALIAÇÃO E PESQUISA EDUCACIONAL
Coordenador: Lyra Paixão
7. FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS
DO "SAGRADO
“SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS"
Endereço:
Rua IrmãArminda,
Irmã Arminda, 10-50
Cx. Postal — 511
17.100 - Bauru-SP

Fone: (021) 718.3561

Fone:

Fone: (0142) 2-5663
2-6545

327

Digitalizado
gentilmente por:

12

13

14

�Áreas de Concentração:
1. HISTÓRIA E FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
2. ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
Coordenador: Eleonora de Souza (irmã)
8. INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS
ESPACIAIS (+1)
( + 1)
Endereço:
Caixa Postal — 515
12.200 — São José dos Campos — SP
Áreas de Concentração:
(TECNOLOGIA DA EDUCAÇÃO)
1. PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
2. PESQUISA E AVALIAÇÃO EDUCACIONAL
3. MEIOS INSTRUCIONAIS E COMUNICAÇÕES
4. OPÇÃO LIVRE (Combinações de 2 ou mais opções)
Coordenador: Wathsala Stone

Fone;
Fone: (0123) - 218900

(+ I) O curso está desativado, não aceitando novos alunos.
(+1)
universidade católica
9. pontifícia UNIVERSIDADE
CATÓLICA
DE SÃO PAULO
Endereço:
Curso de Pós-Graduação em Educação
Rua: Monte Alegre, 984 - Perdizes
05.014 — São Paulo — SP
Áreas de Concentração:
1. FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
2. PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
3. SUPERVISÃO E currículo
Diretor Administrativo da PG.: Maria Silvia Lauandos
Coordenadores:
Coordenadores;
Área de Concentração 1: Geraldo Tonaco
" "“
''"
2: Abigail Mahoney
" "
"
3.-Antonio
3;
Antonio Joaquim Severino
10. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS
Endereço:
Faculdade de Educação — UNICAMP
Cidade Universitária — Barão Geraldo
13.100 — Campinas — SP
328

Digitalizado
gentilmente por:

,
Fone: (011)
(011)-65-5151
Fone:
-65-5151

Fone: (0912) 2.1001
r - 253
r-

�Áreas de Concentração:
1. FILOSOFIA E HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
2. CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO
3. DURAÇÃO E SUPERVISÃO DE UNIVERSIDADES
E SISTEMAS ESCOLARES
4. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Coordenador: Eduardo Chaves
11. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS
(Fund. Carlos Chagas)
Endereço:
Centro de Educação e Ciências Humanas
Via Washington Luiz — Km 235 Cx. Postal 384
13.560 —
- São Carlos — SP

Fone: 4951 - 4952 e
5990

Áreas de Concentração:
1. PESQUISA EDUCACIONAL
2. PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
Coordenador: Dermeval Saviani
12. UNIVERSIDADE METODISTA DE PIRACICABA
Endereço:
Mestrado em Educação — UNIMEP
Rua: Rangel Pestana, 762 Cx. Postal 68
13.400 —
- Piracicaba —
- SP
Áreas de Concentração:
1. FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
2. ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
3. SUPERVISÃO PEDAGÓGICA
Coordenador: Dr. José Luis Sigrist

13. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Endereço:
Faculdade de Educação — USP
Cidade Universitária Cx. Postal 30.303
05.508 - São Paulo - SP
05.508-São

Fone (0194) 33-4100
j

Fone: (011) 211-0011 e
211-1011 r. 19

Áreas de Concentração:
1. ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
2. DIDÃTICA
3. HISTÓRIA E FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
Coordenador: Eládio César Gonçalves Antunes
329

cm

Digitalizado
gentilmente por:

12

13

14

�PARANA
14. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Endereço:
Endereço;
CÀJrso de Pós-Graduação em Educação
Curso
Rua;
Rua: General Carneiro, 460 — sala 209
80.000 — Curitiba — PR
Áreas de Concentração:
1. currículo
Coordenador: Lauro Escanhoto
15. pontifícia universidade católica do
RIO GRANDE DO SUL
Endereço:
Endereço;
Av. Ipiranga, 6681
Prédio Central (Fac. de Educação)
90.000 — Porto Alegre — RS
Áreas de Concentração:
1. ACONSELHAMENTO PSICOPEDAGÓGICO
2. MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO
3. ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS EDUCACIONAIS
Coordenador: Délcia Enriconi
16. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
Endereço:
Endereço;
►
Av. Paulo Gama, s/n.° — 7.° andar
Prédio do Colégio de Aplicação
90.000 —
- Porto Alegre —
- RS

Fone;
Fone: (0512) 24-6022
r-10

Áreas de Concentração:
1. ENSINO
2. PLANEJAMENTO DA EDUCAÇÃO
3. PSICOLOGIA EDUCACIONAL
Coordenador: Juracy Cunegatto Marques

17. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA
Endereço:
Endereço;
Curso de Mestrado em Educação
Faculdade de Educação
Cidade Universitária — UFSM
97.100 —
- Santa Maria — RS

330

cm

Digitalizado
gentilmente por:

Fone; (0552)
(0552) 21-1616
21-1616
Fone:
r.29

�Área de Concentração:
1. TEORIA E PRÁTICA DE CURRÍCULO A Nl'VEL
MÉDIO
Coordenador: Carmen Silveira Neto, (Irmã)
18. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASILIA
BRASÍLIA
Endereço:
Faculdade de Educação
Campus Universitário — Asa Norte
70.000 - Brasília - DF
Áreas de Concentração:
1. PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
2. EDUCAÇÃO BRASILEIRA
3. ADMINISTRAÇÃO DE INSTITUIÇÕES E
SISTEMAS EDUCACIONAIS
Coordenador: Paulo Vicente Guimarães

19. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (+2)
Endereço:
(}urso de Pós-Graduação em Educação
Curso
Campus Universitário
58.000 — João Pessoa — PB
Área de Concentração:
1. EDUCAÇÃO DE ADULTOS
Coordenador: Manoel Viana Correia.
(+2) Início previsto para o 2.°
2° semestre de 1977.

20. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (+3)
Endereço:
Curso de Pós-Graduação em Educação
Faculdade de Educação —
Cidade Universitária — Engenho do Meio
50.000 — Recife — PE
Área de Concentração:
1. PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
Coordenador: Carlos Maciel
(+3) Início previsto no 2.° semestre de 1977.
(-1-3)
331

cm

Digitalizado
gentilmente por:
gentílmente

Fone: (0612) 72.000
r-2130

�21. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPIRITO SANTO (+4)
( + 4)
Endereço:
Centro Pedagógico
Campus Universitário — Goiabeiras
29.000 —
- Vitória —
- ES
Áreas de Concentração:
1. ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL
2. MÉTODOS DE ENSINO
Coordenador: Richard Andre
(-L4)
(T 4) Inicio
Início previsto para o 2.° semestre de 1977.

Fone:

22. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ (+5)
Endereço:
Endereço;
Centro de Estudos Sociais Aplicados
Curso de Pós-Graduação em Educação
Campus Universitário do PICI
60.000 — Fortaleza — CE
Área de Concentração:
1. ENSINO
Coordenador: iosè
Sosé Anchieta Esmeraldo Barreto
(+ 5) Início previsto para o 2.° semestre de 1977.

23. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL
DE MARINGÁ ((+6)
+ 6)
Endereço:
Av. Colombo, 3690
Campus Universitário — FUEM
87.100 — Maringá — PR
Área de Concentração:
(ainda em discussão, provavelmente ENSINO)
Valdemar Sguissardi
(+6) Em fase final de Planejamento, conjuntamente com
a Fund. Univ. Est. de Londrina. Já mantêm Cursos
de Especialização.

332

Digitalizado
gentilmente por:

Fone; (0422) 22-4745
Fone:

�24. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
LONDRINA (+7)
Endereço;
Endereço:
Rua Pernambuco, 520
86.100 - Londrina - PR
Área de Concentração:
(ainda em discussão, provavelmente ENSINO)
Coordenador: Marlene Margot Simon
(+7) Vide nota n.° 7, da FUEM

25. ASSOCIAÇÃO FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO (+8)
Endereço:
Endereço;
Rua Marquês de Herval, 1216
25.000 — Duque de Caxias
(3axias — RJ
Áreas de Concentração:
1. PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
2. SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Coordenador: Prof. Delfim
(+ 8) Início previsto para o 2.° semestre de 1977)
(-F8)

Fone: (0432) 22-6070

Fone:

26. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO
NORTE (+9)
Endereço:
Campus Universitário
59.000 - Natal - RN
Área de Concentração:
1. TECNOLOGIA EDUCACIONAL
Coordenador:
(+9) Em fase final de planejamento.

333

cm

Digitalizado
gentilmente por:

12

13

14

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
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      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
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              <elementText elementTextId="13762">
                <text>CBBD - Edição: 09 - Ano: 1977 (Porto Alegre/RS)</text>
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            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
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              <elementText elementTextId="13763">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
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          </element>
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            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
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              <elementText elementTextId="13764">
                <text>Inclui também os anais da V Jornada Sul-Rio-Grandense de&#13;
Biblioteconomia e Documentação</text>
              </elementText>
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            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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                <text>FEBAB</text>
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            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                <text>1977</text>
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            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
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                <text>Português</text>
              </elementText>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Bibliotecas dos cursos de pós-graduação em educação no Brasil: estudo comparado</text>
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          <name>Creator</name>
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              <text>Miranda, Antonio</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Evento</text>
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              <text> Pós-Graduação</text>
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          <name>Description</name>
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              <text>A pesquisa inclui 40 bibliotecas (sendo 22 "centrais", 13 setoriais, 1 centro de documentação e 1 banco de dados, ligados a 15 universidades federais, 3 estaduais, 5 privadas e 4 instituições de pesquisa, distribuídas por 11 estados da Federação e no DF) que atendem estudantes, professores e pesquisadores da área de Pós-Graduação em Educação no Brasil. Os dados coletados mediante questionário estão tabulados em 20 quadros estatísticos enquanto que o diagnóstico global inclui considerações sobre as bibliotecas centrais e as setoriais universitárias; um "perfil coletivo" com as características destas últimas, segundo os manipulados; e estudo do acervo, a idade e idiomas da coleção, incluindo os periódicos; os processos técnicos; a rotatividade do acervo, o pessoal bibliotecário e auxiliar e o orçamento das bibliotecas. As bibliotecas centrais estão em etapas diferentes de organização e de relacionamento sistêmico com as setoriais, não havendo um modelo único para todas elas, sendo a "descentralização coordenada" (com a centralização administrativa e técnica) a fórmula proposta em alguns casos. Algumas "setoriais" não dependem das "centrais" havendo mesmo incompatibilidades técnicas entre elas. O treinamento de usuário é incipiente, informal e descontinuado e os serviços interbibiotecários ainda subdesenvolvidos, mas medidas estão sendo propostas para a integração das bibliotecas em redes e para o desenvolvimento de intercâmbio (sobretudo por comutação e reprografia) como para maximizar o uso do acervo e para enfrentar problemas com o aumento do preço dos livros e periódicos e as dificuldades na importação de material bibliográfico.</text>
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          <name>Language</name>
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