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                  <text>EDUCAÇÃO PARA BIBLIOTECONOMIA A NfVEL
NÍVEL DE GRADUAÇÃO,
NO BRASIL

MARIA ANTONIA RIBAS PINKE
BELFORT DE MATTOS
Diretora da Faculdade de Biblioteconomia
da Pontifícia Universidade Católica de
Campinas
Presidente da ABEBD (1975/77)

CONTEÚDO
0.
1.
2.
2.1.
2.2.
3.
3.1.
3.2.
4.
5.
5.1.
5.2.
5.3.
6.
7.

Introdução
Necessidades Profissionais
Corpo Discente
Requisitos de Admissão
Requisitos para Graduação
Corpo Docente
Requisitos para Ingresso na Carreira
Formação do Pessoal Docente
Programas de Ensino
Planos de Estudos
Curso de Habilitação Profissional no Ensino de 2.° Grau
Curso de Licenciatura
Curso de Bacharelado
Bibliografia
Anexos

0. INTRODUÇÃO
Desde a criação da primeira Escola de Biblioteconomia, em 1910, até o momento
da instalação do Departamento de Biblioteconomia e Documentação, da Universidade
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, em Marília, Estado de São Paulo (1977),
decorreu uma longa distância. A influência cultural européia norteou os estudos universitários brasileiros no início deste século. Mais tarde, as técnicas norte-americanas trouxe158

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m.
•r

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14

�ram um avanço à Biblioteconomia Brasileira, e são responsáveis pela formação profissional
da maioria dos bibliotecários atualmente atuantes. Hoje, novamente, voltamos à velha
cultura européia, para buscar orientação aos cursos de pós-graduação. Não mais é a
França, mas sim a Inglaterra, a emprestar sua contribuição.
Não faremos a história das Escolas de Biblioteconomia no Brasil por serem por
demais conhecidas, e há ótimos trabalhos divulgados em âmbito nacional e internacional
sobre o assunto.
O Brasil vem enquadrando a Biblioteconomia em nível de ensino superior desde
0
1962. Possui Escolas em 15 Estados e no Distrito Federal, num total de 29. Faltam
somente 7 Estados, para tê-las (Acre, Piauí, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Goiás,
Sergipe e Alagoas). Estes se utilizam para formação de seu pessoal, das Escolas situadas
em Estados próximos. Devemos salientar que quatro Estados: Minas Gerais, Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul, possuem 2 escolas cada um deles; o Rio de Janeiro conta
com 3, e São Paulo lidera o grupo com 9.
As Capitais sediam a maior parte delas: 18, e as outras 11 estão plantadas em
cidades do interior.
O Governo Federal responde pela manutenção de 17 delas; ficando para os Esta0
duais, 5; para os Municipais, 2. À iniciativa privada compete 5 mais.
Quase sua totalidade goza de prerrogativas da vida universitária: 22. Apesar de ter
status de Universidade, uma está vinculada à uma Federação de Escolas Isoladas de Ensino
Superior. E, outras 6 mais, formam em Instituto Isolado de grau universitário.
Os níveis de ensino, no campo biblioteconòmico existentes hoje no Brasil são os
seguintes: Técnico,
Técnico de Biblioteca, em nível de 2.° Grau; Bacharel e Licenciado em Biblioteconomia, em nível superior de graduação, e finalmente a Pós-Graduação, compreendendo o Mestrado.
As Escolas de Biblioteconomia obedecem ao Plano Nacional da Educação Superior
elaborado pelo Ministério da Educação e Cultura.
Ainda, no plano nacional, a Associação Brasileira de Escolas de Biblioteconomia e
Documentação (ABEBD) tem por finalidade, entre outras, de congregar as Escolas, visando manter unidade no planejamento da formação biblioteconômica no país.

1. NECESSIDADES DE PROFISSIONAIS
"A Biblioteconomia é uma das poucas profissões cujo mercado de trabalho está em
franca ascenção, e muito longe, portanto da saturação. O crescente número de bibliotecas
nas entidades federais, estaduais, municipais e particulares solicitam o trabalho do ainda
estudante, com estágio remunerado". "O mercado de trabalho vem absorvendo rapidamente todos os elementos diplomados pelas nossas Escolas".
O Conselho Federal de Biblioteconomia em recente pesquisa, maio de 1977, constatou a existência de 6.657 profissionais em exercício no País.
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�“Esse número,
"Esse
número,entretanto,
entretanto, não é suficiente para as necessidades atuais e futuras. A
Biblioteconomia brasileira carece de mais profissionais, pois existe um déficit
deficit de aproximadamente 19.000 bibliotecários, fato que agrava bastante o nosso programa educacional
e cultural", afirma o Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia, Murilo Bastos
da Cunha.
Como fazer frente a este estado real de coisas? Duas soluções são apresentadas;
apresentadas: o
estagiário remunerado — alunos de Escolas de Biblioteconomias e cursos de treinamento
intensivo ao pessoal não diplomado em Biblioteconomia. Ambos apresentam suas vantagens e desvantagens, mais ainda é a melhor solução, que se entregar os acervos bibliográficos e os usuários aos cuidados de leigos, sem qualquer formação.
O Estagiário, é um profissional em potencial que, sendo bem orientado, produz
trabalho em bom nível. É uma escola prática, para o desenvolvimento de sua capacidade
profissional. Melhor que o leigo em curso de treinamento, é a sua presença no campo de
trabalho. No entretanto, podemos contar com esses elementos tão somente onde existem
as Escolas de Biblioteconomia, que, de uma forma geral, estão localizadas nos grandes
centros.
As falhas apontadas pela sua atuação são as seguintes: a) ocupar o lugar de profissionais; b) causar a baixa do nível salarial. O que se tem verificado, com freqüência, é que o
estagiário, após a conclusão do curso, permanece no mesmo emprego, enquadrado na
categoria de seu novo status. Quanto ao nível salarial, não é tão baixo, quanto se pensa,
levando em conta que o número de horas exigidas, é relativamente menor, para a execução de seu trabalho.
Um treinamento intensivo não alcança os objetivos propostos. Os conhecimentos
não são assimilados em profundidade, e no exercício das funções, o elemento treinado
sente falta das técnicas necessárias ao bom desempenho de seu trabalho. Não raro, possuindo as condições necessárias, procuram eles um curso regular de Biblioteconomia, para
obter a sua graduação.
A Lei n.° 4.084/62, que regulamentou o exercício da profissão do Bibliotecário,
não permite que, nem o estagiário remunerado, nem o elemento treinado, exerçam a
profissão. O Estagiário, poderá solicitar uma autorização ao CRB de sua jurisdição, para o
exercício profissional, em caráter precário, o mesmo não acontece ao elemento simplesmente treinado.
Temos, no entanto, que convir que a realidade nacional está a exigir essa mão de
obra. Momento haverá, que poderemos contar com número suficiente de profissionais
capacitados para executar suas atividades com proficiência.
Concluindo, podemos dizer que o mercado de trabalho atual está a pedir, com certa
urgência, três níveis distintos de profissionais:
"a) um muito avançado, exigindo conhecimentos sofisticados de teoria e processamento da informação. Teoria de sistemas e organização em geral. Domínio de técnicas
para criação de situações ou soluções de problema;" (o pós-graduado)
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�“b) outro, em nível médio, embora exigindo base acadêmica superior, para tarefas
"b)
profissionais de execução," (o graduado)
"c) outro, em nível elementar, exigindo noções e práticas para executar tarefas
auxiliares e de rotina da biblioteca", (o técnico de 2.° Grau).

2. CORPO DISCENTE
Atualmente o Brasil possue 2.329 alunos, cursando os vários períodos letivos, diz os
dados fornecidos pelo Anuário estatístico do Brasil: 1960-1973,
19601973, da Fundação IBGE.
Infelizmente não temos outros dados para dar uma visão da atual realidade. Cremos em
número mais elevado.

2.1. Requisitos para Admissão:
"As exigências para matrícula em Escolas de Biblioteconomia são as mesmas feitas
para outros ramos do conhecimento. Exige-se o segundo ciclo e a classificação em concurso vestibular.
O Concurso Vestibular pode ser de dois tipos:
a) unificado, isto é, feito pelos poderes públicos, em conjunto para várias escolas
superiores;
b) independente, feito pelas próprias universidades ou escolas." Nas Universidades,
são unificados, dentro das várias áreas ministradas.
"Segundo a legislação Federal, o concurso vestibular deve:
a) abranger conhecimentos que estejam compreendidos nas disciplinas mais comuns
às diversas formas de educação de 2.° grau;
b) não ultrapassar em complexidade o nível em que tais conhecimentos são tratados
no 2.° grau;
c) visar a avaliação da capacidade dos candidatos para realizarem com proveito
estudos superiores, medindo a um tempo a formação recebida e a aptidão intelectual;
d) ser, na mesma universidade, ou federação de.escolas,
de escolas, ou no mesmo estabelecimento isolado de organização pluri-curricular, idêntico em conteúdo para todos os cursos
ou áreas de conhecimentos afins; e unificado em sua execução, isto é, realizado dentro de
um único e mesmo processo."
Via de regra, as disciplinas exigidas são as seguintes:
Comunicação e Expressão — Português e Língua estrangeira
Ciências: Biologia, Química, Física e Matemática
Estudos Sociais: Geografia, História e Organização Social e Política do Brasil.
"A tendência parece ser manter este sistema de seleção, talvez passando a exigir
uma dissertação em português, pois as provas são, todas, na forma de teste de múltipla
escolha."
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�o
0 candidato portador de diploma de nível superior em outra área, poderá obter
matrícula, sem a necessidade de submeter-se ao concurso vestibular, havendo vaga, após a
realização daquele Concurso e matrícula dos classificados.
Os portadores de diploma de Bacharel em Biblioteconomia poderão matricular-se,
independentemente de Concurso Vestibular, no Curso de Licenciatura, nas Escolas que
mantêm tal modalidade de curso.

2.2. Requisitos para Graduação
Para conseguir a graduação será necessário que o aluno:
a) obtenha o número de créditos fixados, em horas-aula, pelo Estatuto ou Regimento da Universidade, ou Regulamento das Escolas, em se tratando de Instituto Isolado;
b) realizar as provas teóricas ou práticas, obtendo uma nota média, fixada pelas
autoridades de sua Instituição. Atualmente, vêm se firmando entre 7 (sete) e 5 (cinco).
c) Estágio supervisionado, variando o número de hoVas
horas exigidas, desde 90 a 300.
d) Em algumas Escolas, solicita-se um trabalho de conclusão de curso, constituindo-se de uma dissertação, de livre escolha do aluno, dentro do elenco de disciplinas
oferecidas pelo seu currículo.

3. CORPO DOCENTE

3.1. Requisitos para ingresso na carreira
Após a reforma universitária os requisitos para ingresso na carreira docente universitária são:
a) ser portador do título de Mestre ou Doutor, para os cargos de Professor Adjunto
e Professor Titular respectivamente;
b) Conclusão de cursos de especialização ou aperfeiçoamento, sendo o diploma de
Mestre e o Estágio probatório como Auxiliar de Ensino, considerado títulos preferenciais,
para o Professor Assistente;
c) Submeter-se a concurso público de títulos e provas. (Decreto-lel
(Decreto-lei n.° 465, de
11.02.1969).
Por sua vez, a contratação de Auxiliares de Ensino somente poderá recair em
graduado com curso de nível superior. No entanto, terá o prazo máximo de quatro anos,
para obter o certificado de aprovação em curso de pós-graduação, sem o que o seu
contrato não será mais renovado (Lei n.° 5.539, de 27.11.68)
Ao par de todas as exigências das leis educacionais, o art. 6.° da Lei n.° 4.084/62 e
o art. 8.° do Decreto n.° 56.725/65 consideram privativos dos bacharéis em Biblioteconomia, o ensino das disciplinas específicas dessa área.
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�3.2. Formação do Pessoal Docente
"A formação e o aperfeiçoamento do pessoal de ensino superior obedecerá a uma
política nacional e regional, definida pelo Conselho Federal de Educação e promovida por
meio de uma Comissão Executiva em cuja composição deverão incluir-se representantes
do Conselho Nacional de Pesquisas, da Coordenação do Aperfeiçoamento de Pessoal de
Nível Superior, do Conselho Federal de Educação, do Ministério do Planejamento e
Coordenação Geral, do Fundo de Desenvolvimento Técnico-Científico, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e das Universidades". (Art. 36, da Lei n.°
5.540/68).
a
540/68).
Os candidatos à docência na área da Biblioteconomia, vêm se formando em cursos
de pós-graduação dessa especialização, que ora florescem entre nós. O IBICT, através de
seu Curso de Mestrado em Ciência da Informação, por ser o mais antigo, foi o responsável
pela oportunidade, proporcionada a muitos, de permanecer ou ingressar na carreira universitária, em níveis de Professores Adjuntos.
Atualmente, além do IBICT, estão muitos frequentando o Curso oferecido pela
Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal de Minas Gerais. A partir de agosto
p.f., outros poderão procurar sua capacitação nos cursos do Departamento de Biblioteconomia da Universidade de Brasília e da Faculdade de Biblioteconomia da Pontifícia
Universidade Católica de Campinas, que o destina unicamente à formação do Pessoal
Docente, para a área da Biblioteconomia.
Outros ainda, obtém seus títulos de pós-graduação no exterior, mas deparam com a
necessidade de revalidá-los junto às autoridades educacionais brasileiras, ao seu regresso.
Constatamos que um bom número dos que militam nas fileiras do ensino trazem tão
somente a formação de graduação, com cursos de especialização ou aperfeiçoamento. Este
fato é gerado pela dificuldade em se ausentarem de suas unidades, para a realização da
pós-graduação, uma vez que não há quem os substitua em seus cargos.
Seria considerado desejável que o candidato à docência apresentasse uma formação
e vivência universitária, que fosse "aliada à experiência profissional prévia e/ou no empenho de projetos experimentais na própria universidade em atividades técnicas de alto
nível e projeção." Além de uma sólida formação pedagógica, para o bom desempenho de
sua missão de mestre.

4. PROGRAMAS DE ENSINO
Apesar do número considerável de Escolas em funcionamento em nosso País, não
contamos com nenhuma publicação que apresente o elenco dos programas ministrados.
Os mesmos são de inteira responsabilidade dos docentes. Coordenados e aprovados pelos
órgãos colegiados das suas universidades.
A ABEBD solicitou a todas elas a remessa dos programas de inteiro teor, para
estudos e publicação.
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�5. PLANOS DE ESTUDO

5.1. Curso de Habilitação Profissional no Ensino de 2.°
2.^ Grau
Com a reforma do ensino de 1.° e 2.°
2° Graus preconizada pela Lei n.° 5.692 de 11
de agosto de 1971, foi permitido às escolas de 1.° e 2.° graus destinarem parte de seus
planos de estudos, à formação de pessoal apto a ocupar funções técnicas, simples e
práticas, visando auxiliar os profissionais de nível superior. Ao concluir o curso de 1.° e
2.° graus,
2.0
graüs, os alunos que não se destinam às Universidades recebem uma habilitação
profissional.
Esses cursos são realizados quando a Escola, tendo condições, solicita autorização à
Secretaria da Educação de «eus
seus Estados, para abrí-los.
abri-los. O grau conferido é de Técnico, na
especialidade. No caso específico de nossa área, seria "Técnico de Biblioteca", de 2.^
2.°
grau. No momento, existem cursos em funcionamento deste gênero, na cidade do Rio de
Janeiro, e em Brasília.
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo atendendo a abertura para as
Habilitações Profissionalizantes do ensino de 2.° grau, prevista pela Lei n.° 5.692, de
11.08.1971, criou junto ao Gabinete do Coordenador do Ensino Técnico daquela Secretaria, o "Laboratório de Currículos."
A finalidade do referido Órgão era reunir pessoas responsáveis de cada uma das
categorias profissionais, para que formassem Grupos de Trabalho. Estes deveriam estudar,
pesquisar, discutir e apresentar um Relatório Final, onde houvessem sidos definidos os
seguintes pontos: a) caracterização profissional de sua especialidade; b) o currículo mínimo e a carga horária respectiva; c) análise da situação e necessidade da implantação da
Habilitação Profissional estudada, no ensino de 2.° grau.
Várias áreas profissionais foram convidadas a formarem esses Grupos de Trabalho,
de 1972 até abril de 1975. Dentre eles, ofereceu-se a oportunidade aos Bibliotecários de
apresentarem sua colaboração, coordenado pelo Conselho Regional de Biblioteconomia —
8.^ Região.
O Grupo de Trabalho reuniu-se semanalmente para estudos, seguindo o esquema
proposto pela própria Secretaria da Educação. Realizou pesquisas, elaborou levantamentos das prioridades e conveniências da formação do "Técnico de Biblioteca". Após
sérios estudos e profundos debates do assunto, concluiu pela necessidade da existência da
nova categoria de profissionais, mas não em número elevado.
Por essa razão, foram bastante cautelosos ao fundamentar as exigências básicas para
a criação e funcionamento, na rede do ensino do 2.° grau, dessa Habilitação Profissional,
quer em relação às instalações, quer quanto à qualificação do Pessoal Docente.
Os cursos de Habilitação Profissional em .nível
nível de 2.° grau são uma experiência
nova, cujos resultados ainda não se fizeram sentir. Cremos que bem orientados, estes
cursos, formarão pessoal de grande valia nas regiões de recursos econômicos demasiadamente parcos, para manter um profissional de nível superior.
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�5.2. Curso de Licenciatura em Biblioteconomia
Com o advento dos cursos de Habilitação Profissional em Biblioteconomia, em nível
de 2P
2.° grau, um problema se apresentou: quem iria prelecíonar as disciplinas técnicas. As
leis educacionais exigem para lecionar no ensino do 1.° e 2.°
2.*^ graus, que o professor seja
portador de Licenciatura na disciplina para a qual se candidatar.
Por falta de pessoal docente devidamente qualificado, nenhuma escola poderia solicitar autorização para o funcionamento de cursos daquela natureza.
Preocupando-se com essa realidade, a Faculdade de Biblioteconomia da Pontifícia
Universidade Católica de Campinas, em convênio com a Faculdade de Educação da
mesma Universidade, oferece um curso de Licenciatura em Biblioteconomia, aos Bacharéis da mesma área.
Foi estruturado segundo as determinações ministeriais para a concessão de Licenciatura Plena, isto é, formação pedagógica àqueles que já possuem diploma de curso superior,
em sua área específica profissional, conhecido como Esquema I (Portaria n.° 432 BSB, de
19.07.1971).
O ano letivo abrange 180 dias de trabalho efetivo, com a carga horária de 600
horas-aula. O plano de estudos é o seguinte:
a) Psicologia da Educação
b) Didática Geral
c) Estrutura e Funcionamento do Ensino de 2.° Grau
d) Prática de Ensino em Biblioteconomia
e) Estudo de Problemas Brasileiros
Existem 19 Bacharéis em Biblioteconomia diplomados em Licenciatura, eeesteano'
este ano
teremos mais 27 novos professores.
5.3. Curso de Bacharelado
Os Cursos de Biblioteconomia tiveram sua origem sem seguir uma regulamentação
oficial, quanto à duração, planos de estudos e admissão do corpo docente e discente.
Ocorreu um fato singular. Os Cursos de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional,
hoje Curso de Biblioteconomia do Centro de Ciências Humanas, da FEFIERJ, e a Escola
de Biblioteconomia de São Paulo, anexa à Escola Livre de Sociologia e Política, hoje
Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, foram as responsáveis pela formação de grande parte dos bibliotecários brasileiros. Egressos dessas aos regressarem aos seus
Estados de origem, fundaram novas Escolas, transferindo para as mesmas a organização e
os planos de estudos que haviam observado nas primeiras.
De uma certa forma, no início, houve uma padronização no ensino biblioteconômico brasileiro. Mais tarde, com a evolução e desenvolvimento dos processos educacionais, das pesquisas científicas e das necessidades profissionais requeridas do bibliotecário. Tornou necessário estabelecer-se um currículo mínimo, a duração do curso, a carga
horária e o número de créditos.
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l|llll|llll|llll|llll|llll|llll|lll
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�Quando em 1915, a Biblioteca Nacional abriu suas portas para receber os seus
primeiros alunos, lhes ofereceu tão somente 4 (quatro) disciplinas: Bibliografia; Paleografia e Diplomática; Iconografia e Numismática. A razão dessa escolha, era ser um Curso
destinado ao pessoal que deveria suprir as necessidades daquela Casa de Cultura. Seguiu
por outro lado, o modelo apresentado à época pela famosa "École de Chartes", da
França.
O segundo currículo que temos conhecimento, vem revestido de formas bem diferentes, espelhado na escola norte-americana. E, essa filosofia podemos dizer, vem dominando o ensino da biblioteconomia, em nível de graduação, até hoje.
Conforme, poderemos observar no quadro comparativo, em anexo, as disciplinas
base: Catalogação; Classificação; Referência e Organização de Bibliotecas, que constavam
do currículo da primeira escola paulista, em 1929, foram se somando várias outras,
sempre de caráter técnico, até 1962.
A duração do curso sofreu alterações em seu número de anos, desde 1 (hum) a 4
(quatro).
Era opinião geral, naquele momento, da necessidade de um currículo mínimo,
principalmente para uma melhor uniformidade das disciplinas básicas.
O Sr. Ministro da Educação e Cultura, pela Portaria n.° 20, de 15.01.1959, nomeou
uma Comissão composta de 14 bibliotecários, que também exerciam o magistério, para
estudarem o assunto. O projeto foi elaborado, apresentado ao Sr. Ministro e, posteriormente arquivado.
Como corolário da promulgação da Lei n.° 4.084, de 30 de junho de 1962, que
regulamentou o exercício profissional do Bibliotecário no Brasil, nova Comissão foi nomeada pelo Ministério da Educação e Cultura, para apresentar um projeto de currículo
mínimo.
Nesse mesmo ano de 1962, o Conselho Federal de Educação, através do Parecer n.°
326 de 16.11.1962, homologado por Portaria Ministerial de 04.12.62, estabeleceu o
currículo mínimo. Esse preceito legal fixou a duração do curso em 3 (três) anos, que
passou a vigorar em todo o território nacional a partir
partir, de 1963. Não era igual ao projeto
apresentado pela Comissão. O currículo aprovado constituiu-se das seguintes disciplinas:
História do Livro e das Bibliotecas; História da Literatura; História da Arte; Introdução
aos Estudos Históricos e Sociais; Evolução do Pensamento Filosófico e Científico; Organização e Administração de Bibliotecas; Catalogação e Classificação; Bibliografia e Referência; Documentação e Paleografia.
A Portaria Ministerial n.° 159 de 14 de junho de 1965, do Ministério da Educação e
Cultura, estabeleceu que a partir de 1966, a duração dos cursos superiores seriam fixados
em horas-aulas. Assim, ao curso de Biblioteconomia foi atribuída umacarga horáriaanual
de 2.025 horas-aula, para serem cumpridas em "180 dias de trabalho escolar efetivo".
"Essa medida de cunho normativo e exigida para todos os cursos superiores que
formem profissionais para o exercício da profissão regulados por lei, como é o caso do
bibliotecário, reflete uma tendência conciliadora, pois procurava generalizar uma experiência de ensino que data do período 1929/1944..." "Com esse currículo mínimo
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�dava-se um passo à frente no sentido de uma maior uniformidade do ensino da Biblioteconomia e também no sentido de uma formação cultural mais diversificada do bibliotecário".
Esse quadro perdurou até 1968. Com a Lei n.° 5.540 de 28.11.1968, que fixou as
normas de organização e funcionamento do ensino superior, conhecida como a Lei da
Reforma Universitária, as Escolas passaram a dotar uma nova estrutura didática-administrativa. Até então escolas, transformaram-se em Departamentos ou cursos, integrantes de
unidades universitárias outras. Poucas conservaram o status da unidade autônoma dentro
das Universidades, isto é, sem ligação com outra área.
Permaneceram com a denominação antiga, os Institutos Isolados de Ensino Superior.
Quanto à duração do Curso, há atualmente uma certa divergência. Ainda em obediência á reforma universitária, as Universidades estabeleceram o Ciclo Básico de Estudos.
Muitas retiraram do curso de graduação um ano, para destiná-lo ao cumprimento daqueles
estudos. Assim, os dois restantes seriam dedicados à formação profissional. Outras, porém, entenderam que melhor seria acrescentar mais um ano, para o mesmo fim, permanecendo sem alteração o tempo reservado à formação técnica.
No entanto, "alguns professores consideram exíguo o tempo do curso (3 anos) para
aquisição do traquejo e da segurança necessária a um bom desempenho profissional e
gostariam de ver ampliado o tempo de duração do curso."
Também, por força, da Reforma Universitária, estabeleceu-se o chamado "Currículo
Pleno". Constitui-se do currículo mínimo, mais de disciplinas complementares obrigatóoptatives, de livre escolha das Escolas, segundo as necessidades de suas
rias e/ou de optativas,
■
.1
regiões.
Foram remetidas a todas as Escolas, questionários para que a ABEBD obtivesse
informações a respeito dos mesmos. Algumas já atenderam ao solicitado. Portanto, o
nosso levantamento representa cerca de menos de 50% do que se faz no País atualmente.
Mesmo assim temos:

Currículo Pleno
N.o

Disciplinas

12
92

Currículo mínimo
obri
Complementares obrigatõrias
gatórias
Optatives ou eletivas
Optativas

90

N.° de Escolas
que oferecem

Carga Horária N.° de Créditos anuais
anual
-F ou -I—

13

14.772

984*

13
09

7.594
7.350

506
490

Obs. *— Consideramos 1 crédito = a 15 horas-aula

Analisando o quadro acima, concluimos que, as Escolas estão oferecendo, disciplinas obrigatórias ou optatives,
optativas, para atender as necessidades das regiões onde estão locali167

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�zadas, em maior número que as do currículo mínimo, com uma menor carga horária. Essa
é realmente a filosofia do currículo pleno, complementar o mínimo, atendendo aos
interesses regionais.
Estando em vigor há 14 anos, o atual currículo mínimo vem sendo objeto de severas
críticas por parte de uns; e, de estudos profundos, por parte de outros, tendo em vista o
desenvolvimento da pesquisa e da ciência.
Devido a liberdade curricular que atualmente existe nas Universidades, que lhes
permite distribuir a carga horária; oferecendo disciplinas em maior ou menores períodos;
incluindo disciplinas outras, considerando-as obrigatórias ou optativas, segundo as finalidades que o curso se propõe, para formar o futuro profissional, não vemos o por que da
necessidade de uma mudança no atual currículo mínimo.
Vemos, sim, e com urgência, a necessidade do estudo dos conteúdos programáticos
das disciplinas, e mais que isso a formação adequada do Pessoal Docente. Atualmente, o
nosso Professor, na sua maioria é um profissional, que vai, às vezes, com um esforço
sobre-humano, ministrar suas aulas, após um dia de intenso labor. Não lhe é dado freqüentar cursos de atualização ou aperfeiçoamento. Está também impossibilitado economiquentar
camente de aumentar o acervo de sua biblioteca particular, em assuntos de sua especialidade;
dade, ou, de freqüentar uma para realizar pesquisas, por faltar-lhe o tempo. Quando não,
toma-se um bom aluno, improvisando-o em professor, no ano imediato ao de sua formatura.
É o quadro da realidade brasileira, que devemos meditar, antes de sonharmos com
reformas que nunca poderemos executá-las. Poderemos modificar esse panorama e a
responsabilidade pesa sobre os dirigentes das Escolas, que sem grandes mudanças, mas
desidecom trabalho consciente, responsável e dedicado poderão levar a bom termo seu desíderatum.
É necessário, por primeiro mudar a mentalidade do Pessoal Docente, dando-lhe uma
formação mais profunda e sólida. Instituir o tempo integral, que venha possibilitar-lhe o
ensejo ao estudo, à pesquisa, ao preparo consciente de suas aulas e um atendimento aos
alunos.
As Bibliotecas de nossas Escolas, apresentam-se, com raríssimas exceções, desprovidas para atender uma pesquisa mais profunda. A atualização e o aumento dos acervos,
bem pobres, frente ao desenvolvimehto
desenvolvimefito da produção bibliográfica do mundo atual.
Sem uma infra-estrutura bem organizada, não poderemos levar avante qualquer
tipo de reforma no ensino da Biblioteconomia. Trocaríamos o nome das disciplinas, mas
continuaríamos com o mesmo conteúdo e mesma mentalidade do Corpo Docente.
Não seria melhor, e mais prudente, parar um instante? Dar um balanço no passado,
olhar o futuro? Não estaríamos no momento de unir e não dividir, as áreas da informação: Biblioteconomia, Arquivologia
Arquívologia e Museologia?
Caminhamos para um mundo novo, com uma visão nova. Teremos, assim, de mudar
completamente as nossas est
cm uturas acadêmicas biblioteconòmicas,
biblioteconômicas, neste advento do século XXI, para o qual iremos formar os profissionais.
168

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gentilmente por:

�BIBLIOGRAFIA
BRASIL. LEIS, DECRETOS, ETC. Habilitação profissional do ensino de 2.°
2° grau. Brasília, Expressão e Cultura, 1972. 144p.
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Ensino superior: 1973. Rio de
Janeiro, 1974. 114p.
CARVALHO, Guido Ivan de. Ensino superior: legislação e jurisprudência. 3 ed. Rio de
Janeiro, 1971. 754p.
CESARINO, Maria Augusta da Nobrega. O ensino de biblioteconomia: um currículo a
ser mudado. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, 2{1):43-59,
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CHALALA, Ruth Conduru; CUNHA, Alda das Merces da; GALVÃO, Clara Maria. A
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1967. 14p.
DUARTE, Sergio
Sérgio Guerra. A reforma do ensino. Rio de Janeiro, Expressão e Cultura,
1972. 251 p.
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estátístico do Brasil: 1960-1973. Rio de Janeiro, IBGE,
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de cientista da informação. \n\
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cientista da informação. Rio de Janeiro, IBBD, 1972. p.315-323.
INSTI-TUTO NACIONAL DO LIVRO, Brasília. Relatório de atividades do instituto Nacional do Livro: 1974-1975. Brasília, INL, 1976.
169

cm

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�LEMOS, Antonio Agenor Briquet de. Estado atua! do ensino da biblioteconomia no Brasil
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&amp;SÁNZ,
&amp;SÂNZ, Maria
María Teresa. Análisis de los informes nacionales sobre el
e! estado
actual de Ia
!a profesión bibliotecária en America Latina. Investigación dirigida por
Carlos Victor Penna e tabulación analises preliminar por Maria Teresa Sánz.
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RODRIGUES, Adelpha Silva. Desenvolvimento da biblioteconomia em São Paulo. Rio de
Janeiro, Imprensa nacional, 1945. 22p.
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VIR A, Carmen. Guia de escuelas cursos de bibliotecologia en America Latina. Tercera
edición. Washington, OEA, 1964. 65p.
RUSSO, Laura Garcia Moreno. A Biblioteconomia brasileira: 1915-1965. Rio de Janeiro,
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UNESCO, Paris. Guide mondiale des écoles de bibliothécaires et documentalistes. Paris,
London, Unesco-Clive Bingle, 1972. 245p.

170

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�ANEXO I

RELAÇÃO DAS ESCOLAS DE BIBLIOTECONOMIA DO BRASIL

Associação Brasileira de Escolas de Biblioteconomia e Documentação — ABEBD
Faculdade de Biblioteconomia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Rua Marechal Deodoro, 1099 — Caixa Postal, 317
13.100 - CAMPINAS - SP - Fone 2-7001 - ramal 59 (0192)
Presidente — Profa. Maria Antonia Ribas Pinke Belfort de Mattos
AMAZONAS
Departamento de Biblioteconomia
Instituto de Ciências Humanas e Letras
Fundação Universidade do Amazonas
Rua Emílio Moreira, 601
69.000 — MANAUS — Amazonas — Fone 34-32 8
Chefe de Departamento — Profa. Denise Benhimol de Resende
BAHIA
Departamento de Biblioteconomia e Documentação
Escola de Biblioteconomia e Comunicação
Universidade Federal da Bahia
Campus Universitário — Canela
40.000 - SALVADOR - Bahia - Fone 5-3497 (0712)
Chefe do Departamento — Profa. Dinorá Luna de A. Quaresma
Diretor da Escola — Prof. Antonio Loureiro de Souza
CEARÁ
Curso de Biblioteconomia
Departamento de Comunicação Social e Biblioteconomia
Universidade Federal do Ceará
Avenida da Universidade, 2683 — Caixa Postal, 819
60.000 - FORTALEZA - Ceará - Fone 23-1742 (0852)
Coordenadora — Profa. Aracy Fiúza Costa
DISTRITO FEDERAL
Departamento de Biblioteconomia
Faculdade de Estudos Sociais Aplicados
Universidade de Brasília
Campus Universitário — Asa Norte
70.000 - BRASÍLIA
BRASILIA - DF - Fone 72-0000 (0612) ramal 2422/2410
Chefe do Departamento — Profa. Suzana Pinheiro Machado Muller
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�ESPIRITO
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RITO SANTO
Curso de Biblioteconomia
Universidade Federal do Espírito Santo
Rua Pietrângelo de Biases
Ed. Presidente Castelo Branco, 3.° andar
29.000 - VITÓRIA - ES
Coordenadora — Profa. Raimunda Augusta de Queiroz

MARANHÃO
Curso de Biblioteconomia
Fundação Universidade do Maranhão
Instituto de Letras e Artes
Largo dos Amares, 02
— SÃO LUIS — Maranhão
65.000 Coordenador — Profa. Luzimar Silva Ferreira

MINAS GERAIS
Escola de Biblioteconomia
Universidade Federal de Minas Gerais
Cidade Universitária
Caixa Postal, 1906
30.000 - BELO HORIZONTE - Minas Gerais - Fone 442-1131 (031)
Diretora : Profa. Ana Maria Atha de Polke
Escola de Biblioteconomia de Minas Gerais
Fundação de Ensino Superior do Oeste de Minas
Rua Barão de Piumhy, 247
37.290 - FORMIGA
37.290FORMIGA-MG
- MG
Diretora — Profa. Maria de Lourdes Marques Guerra

PARÁ
PARÃ
Departamento de Biblioteconomia
Centro Sócio Econômico
Universidade Federal do Pará
Centro Tecnológico — Pavilhão T-9
Campus Universitário — Bairro do Guamá
66.000 - BELÉM - Pará - Fone 23-2241 (0912)
Chefe do Departamento — Profa. Maria Lúcia Pacheco de Almeida
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�paraíba
Curso de Biblioteconomia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Paraíba
Avenida Duarte da Silveira, 450
58.000 - JOÃO PESSOA - Fone 25-51 (0832)
Coordenadora — Profa. Maria Neuza e Morais Costa

PARANÁ
Curso de Biblioteconomia e Documentação
Setor de Educação
Universidade Federal do Paraná
Rua General Carneiro, 460 — 7.° andar
Edifício D. Pedro I
Caixa Postal, 1331
80.000 - CURITIBA - Paraná - Fone 24-1822 (0412)
Coordenador do Curso — Profa. Rosina Alice P. Pazin
Departamento de Biblioteconomia
Centro de Comunicação e Artes
Universidade Estadual de Londrina
Campus Universitário —
Caixa Postal, 2111
86.100 - LONDRINA - Paraná - Fone 22-3200 (0432)
Coordenadora — Profa. Norma Saraceni

PERNAMBUCO
Departamento de Biblioteconomia
Centro de Artes e Comunicação
Universidade Federal de Pernambuco
Cidade Universitária — Engenho do Meio
50.000 — RECIFE — Pernambuco
Chefe de Departamento — Profa. Maria Teresa Amarim Pacômio

RIO GRANDE DO SUL
Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Rua Jacinto Gomes, 540 — 4.° andar
90.000 - PORTO ALEGRE - RS - Fone 23-6822 (0512)
Diretor — Prof. Fernando José Pinto Guerreiro
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�Curso de Biblioteconomia
Fundação Universidade do Rio Grande
Rua Eng.° Alfredo Huch,
Much, 475 — Caixa Postal, 474
Campus Universitário
96.200 - RIO GRANDE - RS - Fone 21-090
Coordenadora — Profa. Suzana Sperry
RIO DE JANEIRO
Departamento de Biblioteconomia
Centro de Ciências da Informação
Federação das Escolas Federais Isoladas do Estado do Rio de Janeiro — FEFIERJ
Rua Washington Luís, 13 — ZC-B6
ZC-86
20.000 - RIO DE JANEIRO - RJ - Fone 222-7446 e 242-2812 (021)
Coordenadora — Profa. Déa Santos Araújo
Araujo Coutinho Amadeo ^
Departamento de Biblioteconomia e Documentação
Universidade Santa Úrsula
Ursula
Rua Fernando Ferrari, 75
20.000 - RIO DE JANEIRO - RJ - Fone 266-5512 (021)
Chefe do Departamento — Profa. Maria Antonietta Requião Piedade
Curso de Biblioteconomia e Documentação
Instituto de Arte e Comunicação Social
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Universidade Federal Fluminense
Edifício Instituto de Matemática — 4.° andar
Largo do Valonguinho, s/n
24.000 - NITERÓI - RJ
Chefe do Departamento — Profa. Leiia Gaivão Caldas da Cunha

SANTA CATARINA
Curso de Biblioteconomia e Documentação
Universidade Federal de Santa Catarina
Secretaria do Centro de Estudos Básicos — 1.° andar
Campus Universitário — Trindade
88.000 - FLORIANÓPOLIS - SC - Fone 33-1000 - ramal 216 (0482)
Coordenadora — Profa. Regina Célia Montenegro de Lima
Curso de Biblioteconomia
Faculdade de Educação
Universidade para o Desenvolvimento de Santa Catarina
Rua Saldanha Marinho, 47
88.000 - FLORIANÓPOLIS - SC - Fone 22-5722 - 22-3888 - 22-3013 (0482)
Diretora — Profa. Edelmira Rodrigues
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�SÃO PAULO
Escola de Biblioteconomia
Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo
Rua Carlos Vicari, 124
05033 - SÃO PAULO - SP - Fone 262-3442 (011)
Diretora Pedagógica — Profa. Eufélia Camargo Pupo De Paula
Faculdade de Biblioteconomia
Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Rua Marechal Deodoro, 1099 — Caixa Postal, 317
13.100 - CAMPINAS - SP - Fone 2-7001 - ramal 59 (0192)
13.100-CAMPINAS-SP
Diretora — Profa. Maria Antonia Ribas Pinke Belfort de Mattos
Escola de Biblioteconomia e Documentação
Fundação Educacional São Carlos
Rua São Sebastião — Campus "Rui Barbosa"
13.560 - SÃO CARLOS - SP - Fone 3525 - 5728
Diretor — Prof. Alfredo Américo Hamar
Escola de Biblioteconomia e Documentação
Instituto de Ensino Superior de Mocõca
Mocóca
Praça Madre Cabrini, 87
13.730 - MOCÓCA-SP
Diretor Administrativo — Prof. Archibald Rehder
Departamento de Biblioteconomia e Documentação
Escola de Comunicações e Artes
Universidade de São Paulo
Cidade Universitária Armando Sales de Oliveira
Caixa Postal, 8191
01.000 - SÃO PAULO - SP - Fone 211-0011 ramal 362
Chefe de Departamento — Profa. Inês Maria Fonseca Litto
Faculdade de Biblioteconomia e Documentação
Faculdades Teresa d'Avila
Avenida Peixoto de Castro, 539
12.600 - LORENA - SP - Fone 52-1532 e 52-1681 (0125)
Diretora — Irmã Olga de Sá
Faculdade de Biblioteconomia
Faculdades Teresa d'Avila
Rua Siqueira Campos, 483
09000 - SANTO ANDRÉ - SP - Fone 449-7477 e 449-7198 (011)
Diretora — Irmã Terezinha Carvalho Castro
Curso de Biblioteconomia
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Catanduva
15.800 - CATANDUVA - SP
Diretora — Profa. Maria Heleny Fabri de Araújo
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�Curso de Biblioteconomia
Universidade Estadual Julio Mesquita
17.500-MARILIA-SP
Coordenadora — Profa. Leila Zerlotti Mercadanti
CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO
Curso de Pós-Graduação em Ciência da Informação
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)
Avenida General Justo, 171 — 4.° andar
20.000 - RIO DE JANEIRO - RJ - 242-3453 e 242-5051 (021)
Coordenador:
Curso de Pós-Graduação em Administração de Bibliotecas
Escola de Biblioteconomia
Universidade Federal de Minas Gerais
Cidade Universitária — Caixa Postal, 1906
30.000 - BELO HORIZONTE - MG - Fone 442-1131 (031)
Coordenadora — Profa. Maria Martha de Carvalho
Curso de Mestrado em Biblioteconomia
Departamento de Biblioteconomia
Faculdade de Estudos Sociais Aplicados
Universidade de Brasília
Campus Universitário — Asa Norte
70.000 - BRASÍLIA
BRASILIA - DF - Fone 72-0000 - ramal 2422/2410 (0612)
Coordenadora — Profa. Dra. Nice Figueiredo
Curso de Mestrado em Metodologia do Ensino em Biblioteconomia
Faculdade de Biblioteconomia
Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Rua Marechal Deodoro, 1099 — Caixa Postal, 317
13.100 - CAMPINAS - SP - Fone 2-7001 - ramal 59 (0192)
Coordenador — Prof. Dr. Gaston Litton

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ANEXO II
RELAÇÃO DAS ESCOLAS DE BIBLIOTECONOMIA - CURSOS DE GRADUAÇÃO

�ANEXO III

ESCOLAS OU CURSOS DE BIBLIOTECONOMIA EXTINTOS

BAHIA
01. Escola de Biblioteconomia e Documentalistas da Fundação Desembargador "Alvaro
"Álvaro
Clemente de Oliveira" — (1965 )
PERNAMBUCO
01. Curso de Biblioteconomia da Prefeitura Municipal do Recife. (1948 - 1950) Formados — 17 Bibliotecários
SÃO PAULO
01. Curso de Biblioteconomia da Prefeitura Municipal de São Paulo — (1937-1938) Formados — 68 Bibliotecários
02. Curso de Biblioteconomia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo — (1944 ) Conhecido como "Curso do Sr. Aquiles Raspantin"
03. Curso de Biblioteconomia Nossa Senhora de Sion — (1948-1949) Formados — 22
Bibliotecários
04. Curso de Biblioteconomia da Faculdade de Filosofia "Sedes Sapientae" —
(1944-1960) Formados — 306 Bibliotecários
05. Curso de Biblioteconomia do Instituto de Educação "Caetano de Campos"
(1951-1952) Formados — 25 Bibliotecários

Todos estes cursos foram reconhecidos pelo Conselho Federal de Educação, e seus
diplomas devidamente registrados por aquele Órgão Federal e nos respectivos Conselhos
Regionais.

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currículo MlfUIMO
CURRIbULO
MI^IIMO ■ SUA CARGA HORARIA

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Biblioteconomia e Documentação</text>
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              <text>Desde a criação da primeira Escola de Biblioteconomia, em 1910, até o momento da instalação do Departamento de Biblioteconomia e Documentação, da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, em Marília, Estado de São Paulo (1977), decorreu uma longa distância. A influência cultural europeia norteou os estudos universitários brasileiros no início deste século. Mais tarde, as técnicas norte-americanas trouxeram um avanço à Biblioteconomia Brasileira, e são responsáveis pela formação profissional da maioria dos bibliotecários atualmente atuantes. Hoje, novamente, voltamos à velha cultura europeia, para buscar orientação aos cursos de pós-graduação. Não mais é a França, mas sim a Inglaterra, a emprestar sua contribuição.</text>
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