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                  <text>COMISSÕES NACIONAIS

DINA MARIA BUENO MORETTI
Bibliotecária* Chefe
Bibliotecária-Chefe
E.S.A. "Luiz de Queiroz"
CRB-8/73

1. INTRODUÇÃO
Seja nossa primeira manifestação a de agradecimento ao honroso convite que recebemos da Presidência deste Congresso para apresentar um dos temas do Painel sobre
Movimento Associativo.
É oportuno esclarecer que face a responsabilidade a nós outorgada, foi grande a
nossa preocupação em colaborar a altura da seriedade do assunto.
Todavia, apesar de todos os esforços dispendidos junto às Presidências das diversas
Comissões, não conseguimos de algumas os esclarecimentos indispensáveis à estrutura do
trabalho. Alguns deles, nos foram fornecidos verbalmente pela digna Presidência da
FEBAB.
Pelos motivos antes expostos nos excusamos de eventuais falhas ou omissões.

2. HISTÓRICO
Em 1961, quando da filiação da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB) à International Federation of Library Association (IFLA), foram organizadas nove Comissões Permanentes, nos moldes da IFLA, na qualidade de órgãos auxiliares da Diretoria. Eram elas:
— Comissão de Defesa Profissional
— Comissão de Finanças
— Comissão de Formação Profissional
— Comissão de Processos Técnicos
— Comissão de Construção e Equipamentos de Bibliotecas:
Bibliotecas; Universitárias; Públicas;
Escolares e Infantis.
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�— Comissão de Permutes
Permutas de Publicações
— Comissão de Bibliotecas Parlamentares
— Comissão de Bibliotecas Administrativas
— Comissão de Estatística
Tais comissões, de responsabilidade das Associações de Bibliotecários, foram sendo
desativadas com o tempo, pois nem todas se adaptavam à sistemática brasileira.
Nessa época, a Diretoria da FEBAB sentiu a necessidade de reunir bibliotecários por
áreas de especialização, em âmbito nacional, visando coordenar alguns Grupos estaduais
que já se achavam em atividade.
Foi então que a 09 de julho de 1971, durante o VI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação realizado em Belo Horizonte, por convocação da FEBAB foram
criadas as atuais Comissões Brasileiras de Documentação, com as mesmas funções auxiliares da Diretoria.
Tal iniciativa, além de motivar os bibliotecários, possibilitando-lhes maior troca de
informações veio incrementar também as relações bibliotecário/usuário.
Até o momento, são sete as Comissões que integram a Federação:
— Comissão Brasileira de Documentação Agrícola
— Comissão Brasileira de Documentação Biomédica
— Comissão Brasileira de Documentação Jurídica
— Comissão Brasileira de Documentação Tecnológica
— Comissão Brasileira de Documentação de Bibliotecas Públicas
— Comissão Brasileira de Documentação de Bibliotecas Escolares
— Comissão Brasileira de Documentação em Processos Técnicos

3. ESTRUTURA ATUAL
As Comissões se compõem de Grupos das Associações Estaduais, reunidos por área
de especialização. A cooperação dos Grupos é importantíssima, indispensável para o êxito
das diretrizes traçadas pelas Comissões Nacionais.
As Comissões Brasileiras de Documentação têm um único Regimento e cada uma
delas tem o seu Regulamento Interno. Elas são compostas de um Presidente, um Vice-Presidente, dois Secretários e um Tesoureiro, eleitos para um mandato de três anos. Os
Presidentes das Comissões são convocados anualmente para a Reunião da FEBAB, oportunidade em que devem apresentar o Relatório de suas atividades.
A manutenção das Comissões advém do numerário arrecadado entre os membros ou
de subvenções e doações, as quais devem ser comunicadás
comunicadas à FEBAB.
A presente realidade nos mostra que os objetivos da FEBAB, ao criar as Comissões
de Documentação, foram plenamente atingidos. As diversas Comissões, durante estes anos
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�de atividades, encontraram muitos obstáculos em seus objetivos, mas que foram transpostos, muitas vezes, pelo idealismo e força de trabalho de seus membros.
As principais atividades de cada Comissão serão relatadas a seguir, por ordem cronológica de criação das mesmas.

4. COMISSÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTAÇÃO AGRÍCOLA
AGRfCOLA
A Comissão Brasileira de Documentação Agrícola (CBDA) surgiu com o nome de
"Associação Brasileira de Bibliotecários Agrícolas", a 06 de junho de 1967 na cidade de
Cruz das Almas, Bahia, como uma das resoluções do Seminário Brasileiro de Bibliotecários Agrícolas;
Agrícolas, patrocinado pelo Programa de Bibliotecas Agrícolas no Brasil, do Instituto Interamericano de Ciências Agrícolas, da OEA.
A primeira Diretoria, eleita na ocasião, era composta de: PRESIDENTE: Clara Maria
Gaivão (PA); VICE-PRESIDENTE: Dina Maria Bueno Moretti (SP); SECRETÁRIA EXECUTIVA: Cely Farias Raphael (RS); TESOUREIRA: Valda Valverde Santos (GB); VOGAL DE PUBLICAÇÕES: Angela Maria Lyra Pôrto
Põrto (GB).
Com exceção do cargo de Tesoureiro que passou a ser exercido por Nazira Leite
Nassar (PA), essa Diretoria foi reeleita por unanimidade, permanecendo à frente da CBDA
de 1967 a 1973.
O Programa de Trabalho da Comissão, além da realização de cursos, pretendia
publicar o Catálogo Coletivo de Periódicos Agrícolas, em colaboração com o IBBD. As
bibliotecas agrícolas enviaram as colaborações, algumas bibliotecárias fizeram um treinamento especial de seis meses, porém o trabalho não foi publicado.
Em 1969, a CBDA iniciou a publicação de um boletim informativo "AGRÍCOLAS", a princípio de periodicidade irregular; depois, bimestral, entrando em 1977 em
seu ano IX.
Em julho de 1971, em Belo Horizonte, durante o 6.° Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação, quando da criação das Comissões Brasileiras de Documentação pela FEBAB, a Comissão passou para sua nova denominação e realizou seu I
Encontro com a presença de 22 bibliotecários agrícolas.
O II Encontro realizou-se em São Paulo, em junho de 1972, durante a II Bienal
Internacional do Livro. Nesse mesmo ano, deu-se a criação dos Grupos estaduais da
Guanabara, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Em dezembro de 1972, a Presidente e a Tesoureira solicitaram afastamento para
participar da organização do Congresso de Belém. De acordo com o regulamento, assumiram os cargos acima a Vice-Presidente e a bibliotecária Clóris Alessi (SP).
Em julho/agosto de 1973, no III Encontro de Bibliotecários Agrícolas realizado em
Belém, durante o 7.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, foram
apresentados diversos trabalhos e discutidos temas de interesse, incluindo-se a eleição para
a nova Diretoria que ficou assim constituida: PRESIDENTE: Cely Farias Raphael (RS);
VICE-PRESIDENTE: Nydia da Silveira Caldas (DF); 1.^
l.a SECRETÁRIA: Dina Maria
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gentílmente

�Bueno Moretti (SP); 2.®
2.^ SECRETÁRIA:
SECRETÁRIA; Carmélia Regina de Matos (BA); TESOUREl
TESOUREI RA:
Gloria Maria Sattamini Ferreira (RS).
Do Plano de Trabalho da nova Diretoria constava a publicação do Diretório Agrícola de Bibliotecários e Instituições e do Levantamento de Obras de Referência nas Bibliotecas Agrícolas Brasileiras, bem como um curso de atualização para bibliotecários. 0 Diretório foi publicado em 1974 e o curso, embora estruturado e com suporte financeiro, foi
adiado para a próxima gestão, devido a dificuldades surgidas quanto à disponibilidade de
professores em datas aprazadas.
O IV Encontro de Bibliotecários Agrícolas realizado em São Paulo, em junho de
0
1974, foi bastante dinâmico quanto òâ discussão dos trabalhos apresentados, que ensejaram nove Recomendações a Instituições e bibliotecários agrícolas. Um dos trabalhos deu
origem à criação do "(dentro
"Centro Nacional de Informações de Teses em Ciências Agrícolas",
com sede na Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", Piracicaba, SP. Nesse
Encontro também foi discutido e aprovado o Regulamento Interno da CBDA.
Durante o 8.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação realizado
em Brasília, em julho de 1975, deu-se o V Encontro de Bibliotecários Agrícolas, com a
eleição da nova Diretoria: PRESIDENTE: Dirce Maria Soares Penido (MG); VICE-PRESIDENTE: Nazira Leite Nassar (PA); 1.^
1.® SECRETÁRIA: Marília Guimarães Lima Freiras
(MG); 2.® SECRETÁRIA:
SECRETÁRIA; Lea Maria Monteiro Diniz (PA); TESOUREIRO:
TESOUREIRO; Paulo Tarcísio
Mayrink (MG); este substituido no ano seguinte por Eneas José de Andrade Leal (MG),
por ter se transferido para outro Estado.
Em 1976, realizou-se finalmente na Universidade Federal de Viçosa o "Curso de
Atualização oara Bibliotecários Agrícolas", que não pôde ser concretizado pela Diretoria
anterior.
Em início de 1977, por motivo de viagem de estudos no exterior, a Presidente se
afastou do cargo, assumindo a Vice-Presidente.
É bastante expressiva a participação de Membros da CBDA em congressos, reuniões
e cursos nacionais e internacionais e também em diretorias de associações interamericanas.
A CBDA coordena hoje 10 Grupos estaduais, com duzentos e quarenta membros,
aproximadamente.
O entusiasmo e o espírito de luta dos bibliotecários agrícolas, a cooperação e apoio
dos Grupos, o ideal de seus dirigentes contribuiram para amenizar as inúmeras dificuldades enfrentadas pela CBDA para atingir os seus objetivos.

5. COMISSÃO
COMISSÁO BRASILEIRA DE DOCUMENTAÇÃO
DOCUMENTAÇÁO BIOMÉDICA
A Comissão Brasileira de Documentação Biomédica (CBDB) foi instalada a 09 de
julho de 1971 pela FEBAB, durante o 6.° Qjngresso
Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação realizado em Belo Horizonte.
Uma das competências das Comissões
(Comissões de Documentação da FEBAB é incentivar a
formação de Grupos Estaduais. Na área biomédica, entretanto, essa formação se ante130

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�cedeu à própria Comissão Nacional, pois em 1971 já havia 14 Grupos estaduais, representando 16 estados brasileiros.
Neste particular, não poderiamos deixar sem registro as atividades do Grupo de São
Paulo, o mais antigo, que criado em junho de 1963, com apenas quatro bibliotecários,
serviu de modelo para a formação de grupos da mesma e de outras áreas, devido à grande
atividade desenvolvida e à extensa produção bibliográfica.
A primeira Diretoria da Comissão Brasileira de Documentação Biomédica, eleita por
um ano quando da sua criação, foi reeleita em julho de 1972 para o triênio 1972-1975 e
era assim constituida:
constituida; PRESIDENTE: Dinah Aguiar Población (SP); VICE-PRESIDENTE:
Ruth Versiani Tavares (MG); 1.®
1.^ SECRETÁRIA: Maria Luiza Rigo Pasquarelli (SP); 2.®
SECRETÁRIA: Ana Maria Mendonça (MG); TESOUREIRA: Maria Julieta A.S. Camargo
(SP).
Desde sua criação, a CBDB vem patrocinando os ENCONTROS dos Bibliotecários
Biomédicos. No V Encontro de Bibliotecários Biomédicos, realizado em Brasília em julho
de 1975, durante o 8.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, foram
apresentados pelos membros oito trabalhos que foram analisados e discutidos. Também
nessa ocasião, foi eleita a nova Diretoria para o triênio 1975-1977 composta de: PRESIDENTE: Dinah Aguiar Población (SP); VICE-PRESIDENTE: Eurídice Pires Sant'Ana
(BA); 1.2
l.a SECRETÁRIA: Lylian G. de Vasconcellos (SP); 2.a
2.2 SECRETÁRIA: Sandra
Maria Mascarenhas Falcão (BA); TESOUREIRA: Maria Julieta A.S. Camargo (SP).
Em decorrência do Convênio FEBAB/IBBD-1973, que daria suporte para publicar e
divulgar os trabalhos das Comissões Brasileiras da FEBAB, a Comissão de Documentação
Biomédica editou as seguintes publicações: 1973 — Guia das Instituições Biomédicas
Brasileiras; 1974 — Seriados de referência em biomedicine
biomedicina nas bibliotecas médicas brasileiras e Levantamentos bibliográficos em bibliotecas biomédicas brasileiras; 1975 — Suplemento 1974 para o Levantamento acima.
Com os Projetos 77-FEBAB/CBDB, foram programadas em 1976 três publicações:
Levantamento das Instituições Biomédicas Nacionais; Guia de Pesquisadores da área das
Ciências da Saúde; Guia de Profissionais na área de Documentação.
A cooperação dos Grupos tem sido condição essencial para o fortalecimento e
cumprimento dos planos de trabalho da CBDB.

6. COMISSÁO
COMISSÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTAÇÁO
DOCUMENTAÇÃO JURfDICA
JURÍDICA
A Comissão
(k&gt;missão Brasileira de Documentação Jurídica (CBDJ) foi criada em julho de
1971, durante o 6.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (CBBD)
em Belo Horizonte, presentes bibliotecários ligados à área que consideraram esse o seu I
Encontro, ocasião em que foi eleita sua primeira Diretoria: PRESIDENTE: Marieta Pestana Novack (SP); VICE-PRESIDENTE: Annaiz Maria Pereira Vial (MG); 1.2
1.® SECRETÁRIA: Eufélia Camargo Pupo de Paula (SP); 2.2
2.® SECRETÁRIA: Esmeralda Maria de Aragão (SP). Entretanto, devido a problemas surgidos, a Presidente demitiu-se em outubro do
mesmo ano, não tendo a Vice-Presidente exercido a substituição.
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�No II Encontro de Bibliotecários Jurídicos, realizado em São Paulo durante a II
Bienal Internacional do Livro, em junho de 1972 foi eleita a segunda diretoria: PRESIDENTE: Magaly França Villaça (SP); VICE-PRESIDENTE: Annaiz Maria Pereira Vidal
(MG); l.a SECRETÁRIA;
SECRETÁRIA: AIba Regina Caldeira Facioli (SP); 2.a SECRETÁRIA: Claudia
de Vasconcellos (MG); TESOUREI
TESOUREIRA:
RA: Eufélia Pupo de Paula (SP).
A tarefa inicial dessa Diretoria foi estimular a criação de Grupos de Trabalho junto
às associações estaduais, sendo que em 1974 já operavam oito deles nos seguintes estados:
Bahia, Distrito Federal, Guanabara, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul e
São Paulo.
Uma vez criados os Grupos, teve início um Cadastro das Bibliotecas Brasileiras
especializadas em Direito e um levantamento da situação dessas Bibliotecas. Para tal,
foram expedidos trezentos questionários, dos quais foram devolvidos à Comissão Brasileira de Documentação Jurídica apenas noventa e três, evidenciando grande omissão por
parte de bibliotecários da área.
Os dados, após tabulados, deram origem a dois trabalhos que foram apresentados
por Magaly França Villaça e AIba Regina Caldeira Facioli ao III Encontro de Bibliotecários Jurídicos, realizado em São Paulo, de 19 a 20 de junho de 1974, no auditório da
Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP);
(FIESP): "Bibliotecas especializadas em
Direito" e "Situação atual de 93 bibliotecas especializadas em Direito".
Nessa mesma época, os Grupos foram incentivados a iniciar em seus Estados os
Catálogos Coletivos Regionais de Publicações Periódicas em Direito, que seriam depois
reunidos no Catálogo Coletivo Nacional. Somente Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul
e São Paulo realizaram tal trabalho.
Em janeiro de 1975 a Presidente da CBDJ renunciou ao cargo, tendo a recém eleita
Presidente da FEBAB designado para Presidente interina a Coordenadora do GTCA/BA,
Yeda de Araújo
Araujo Sento Sé.
Em julho de 1975, em Brasília, durante o 8.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação e o IV Encontro de Bibliotecários Jurídicos foi eleita a nova
Diretoria: PRESIDENTE: Nylma Thereza de Salles Velloso Amarante (RJ); VICE-PRESIDiretoria;
DENTE: Rosa Maria Souza Lanna (MG); 1.^
1.® SECRETÁRIA: Berenice Luiz Ribeiro Fagundes (RJ); 2.^
2.® SECRETÁRIA: Luzia Alberto de Moura (MG); TESOUREIRA:
TESOUREIRA; Vera
Lucia Murcia (RJ).
Essa Diretoria deu continuidade ao trabalho junto aos Grupos no sentido de acelerar a publicação dos Catálogos Regionais, indispensáveis para a compilação do Catálogo
Nacional, visando a sua rápida publicação.
O V Encontro de Bibliotecários Jurídicos foi realizado no Rio de Janeiro em
setembro de 1976, durante a Conferência Brasileira de Classificação quando se apresentaram vários trabalhos, tendo se destacado um sobre "Direito Autoral" e outro sobre
"Sistemas de Informação Jurídica em vários países".
Em 1976, aá CBDJ comemorou os 149 anos de Fundação do Ensino Jurídico no
Brasil e a Semana Nacional da Biblioteca, promovendo conferências de personalidades
ligadas às áreas e prestando significativa homenagem a Bastos Tigre, patrono dos bibliotecários brasileiros.
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�7. COMISSÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTAÇÃO TECNOLÓGICA
Dentre as Comissões Permanentes criadas pela FEBAB durante o 6.° Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, realizado em julho de 1971 em Belo
Horizonte, figura a Comissão Brasileira de Documentação Tecnológica (CBDT).
A Diretoria eleita no I Encontro de Bibliotecários na Área
Ãrea Tecnológica era composta de: PRESIDENTE;
PRESIDENTE: Antonio Gabriel (SP); VICE-PRESIDENTE: Afonso Celso
Mendonça de Paula (RJ); 1.®
1.^ SECRETÃRIA:
SECRETÁRIA: Maria Cristina Machado Bignardi (SP); 2.^
2.®
SECRETÁRIA: Laila Hadad (SP); TESOUREIRA:
SECRETÃRIA:
TESOUREIRA; Maria Alves de Paula (SP).
Como também aconteceu na área biomédica, anteriormente à criação da CBDT, já
existia o Grupo de Trabalho em Tecnologia de São Paulo, iniciado em 1963 e reativado
em '1970.
1970. De 1971 até a presente data, a Comissão Nacional coordena oito Grupos de
Trabalho, que já apresentaram excelentes realizações. São eles:
eles; Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Em junho de 1972, a CBDT promoveu em São Paulo o II Encontro de Bibliotecários em Tecnologia, durante a II Bienal Internacional do Livro, quando a Diretoria foi
reeleita por aclamação para o período de 1972-1975.
O III Encontro de Bibliotecários em Tecnologia foi realizado também em São
Paulo, em junho de 1974, durante a III Bienal Internacional do Livro. Nessa mesma
oportunidade, a CBDT promoveu a I Reunião de Coordenadores de Grupos de Trabalho
em Tecnologia, das diversas Associações brasileiras, quando foram debatidos importantes
assuntos, entre eles a uniformização do nome dos Grupos e a atualização do regulamento
interno.
Também em 1974, a CBDT promoveu o "Levantamento de Bibliotecas da Área
Tecnológica", publicado pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação.
Em maio de 1975, em virtude da renúncia do Presidente da CBDT, assumiu o cargo
a Sra. Noreth Calmon de Cerqueira Ribeiro, da Bahia, atendendo à solicitação da Sra.
Presidente da FEBAB, referendada pelo Grupo de Trabalho daquele Estado.
No IV Encontro da CBDT, realizado em Brasília em julho de 1975, durante o 8.°
8°
Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, procedeu-se àá eleição da futura
Diretoria. Por decisão unânime dos participantes, a eleição foi por aclamação, compondo-se a nova Diretoria dos seguintes membros: PRESIDENTE:
PRESIDENTE; Noreth Calmon de
Cerqueira Ribeiro (BA); VICE-PRESIDENTE: Dimas Ferraz (SP); 1.^
l.^ SECRETÃRIA:
SECRETÁRIA;
Marinha de Andrade (BA); 2.^
2.® SECRETÁRIA:
SECRETÃRIA: Maria Luiza de Souza Lima (SP); TESOUREIRA: Solange de Paula (BA).
Essa Diretoria deu continuidade aos trabalhos já iniciados, como o movimento
junto às Associações para formação de novos Grupos, o programa de educação, tendo
realizado dois cursos em 1976: Bibliometria e Administração (em dois módulos).
Para 1977 estão programados mais dois cursos: Administração por objetivos e Documentação como sistema

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�8. COMISSÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTAÇÃO EM BIBLIOTECAS PÚBLICAS
A criação da Comissão Brasileira de Documentação em Bibliotecas Públicas
(CBDBP) deu-se em 1973 e sua Diretoria foi assim composta; PRESIDENTE: Laura
Garcia Moreno Russo, 1.®
1.^ SECRETÃRIA:
SECRETÁRIA: Elza Lyrio Mello; TESOUREI RA:
RA; Maria Alice
Toledo Leite.
Em 1973, Laura Garcia Moreno Russo publicou o trabalho "Bibliotecas Públicas
Municipais do Estado de São Paulo: situação e sugestões", que no momento está sendo
atualizado pela autora.
Em 1974, nos dias 19 e 20 de junho, realizou-se no auditório da Federação do
Comércio de São Paulo o I Encontro de Bibliotecas Públicas, contando com a presença
bastante representativa de bibliotecários da área, que tiveram a oportunidade de assistir a
conferência da ilustre bibliotecáriaJannice
bibliotecária Jannice de Mello Monte-Mór, Diretora da Biblioteca
Nacional sobre "A presença da Biblioteca Nacional", bem como a apresentação e discussão dos diversos trabalhos inscritos.
Nessa ocasião, Laura Garcia Moreno Russo, apresentou o trabalho "Um retrato de
nossas Bibliotecas Públicas", como resultado de um levantamento em âmbito estadual
iniciado em 1970 pela autora e atualizado em 1974, já então abrangendo as capitais
brasileiras.
É de se ressaltar que somente estudos dessa natureza podem oferecer subsídios para
que os Grupos e a Comissão Nacional iniciem qualquer Plano de Trabalho.
Em julho de 1975, durante o 8.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, foi eleita a nova Diretoria da CBDBP, tendo como Presidente Adalgisa Muniz
de Aragão (BA).
A primeira providência dessa Diretoria, que vem funcionando apenas com a Presidente, foi a de fazer um levantamento entre os oito Grupos de Trabalho sobre o "Perfil de
interesse da comunidade — o que o usuário espera da Biblioteca"; somente alguns questionários foram devolvidos.
A Comissão, no momento, não tem atividades programadas.

9. COMISSÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTAÇÃO EM BIBLIOTECAS ESCOLARES
Na 1.^ fase de existência da FEBAB, a Comissão Permanente de Bibliotecas Escolares, sob o comando de Maria Dorothea Barbosa (PR), conseguiu fazer um cadastro das
Bibliotecas Escolares Brasileiras.
Criada em 1973, a Comissão Brasileira de Documentação em Bibliotecas Escolares
(CBDBE) teve sua primeira Diretoria em 1974: PRESIDENTE: Laura Garcia Moreno
Russo (SP); SECRETÁRIA: Elza Lyrio Mello; TESOUREIRA:
TESOUREIRA; Maria Alice Toledo Leite,
já tendo dois grupos a coordenar: Bahia e São Paulo.
De 17 a 18 de junho de 1974, a Comissão Brasileira de Documentação em Bibliotecas Escolares promoveu o I Encontro de Bibliotecas Escolares na Federação do Comércio
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�de São Paulo. O interesse demonstrado pelo Encontro pôde ser avaliado pelo elevado
número de bibliotecários que lá compareceu para assistir à conferência da bibliotecária
Marlene de Souza Santos sobre "Multimeios da Biblioteca Escolar" e aos debates dos
trabalhos apresentados. Destes últimos, destaca-se o de Laura Garcia Moreno Russo,
"Bibliotecas Escolares", que reune dados obtidos através de questionários enviados às
capitais dos Estados.
Outro esforço no sentido de fazer um levantamento da situação das bibliotecas
escolares da capital de São Paulo foi levado a efeito por Marlene de Souza Santos.
Na Bahia, Julieta Carteado Monteiro Lopes publicou o "Informe sobre a situação
das Bibliotecas Escolares do Estado da Bahia".
Em 1975, durante o 8.° Congresso Brasileiro de Bibliotecários e Documentaçã
Documentação3 foi
eleita a nova Presidente Julieta Carteado Monteiro Lopes (BA).
Infelizmente não conseguimos obter qualquer informação da Diretoria acima,
acerca de sua atuação desde 1975.

10. COMISSÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTAÇÃO EM PROCESSOS TÉCNICOS
A Comissão Brasileira de Document^ão
Documentíição em Processos Técnicos (CBDPT) foi criada
em 1974, porém sua primeira Diretoria só foi estabelecida quando da reunião da Comissão realizada durante o 8.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
Brasília, junho de 1975, ficando assim constituida:
constituída; PRESIDENTE;
PRESIDENTE: Maria Luiza Monteiro
da Cunha (SP); VICE-PRESIDENTE;
VICE-PRESIDENTE: Abner Leilis Corrêa Vicentini (DF); l.a SECRETÁRIA: Giacomína
TÁRIA;
Giacomina Faldini(SP); 2.® SECRETÁRIA:
SECRETÁRIA; Nilcéia
Niicêia Amabile Rossi Gonçalves
(DF); TESOUREIRA: Rosmarie Appy (SP).
Após a eleição, a 1.® Secretária declarou não aceitar o encargo, tendo sido designada
para substituí-la Maria Amélia Rocha Costa (SP).
Além das duas reuniões programadas pela CBDPT durante aquele Congresso, foi
realizada uma extraordinária, para a apreciação e aprovação do Documento n.° 13 da
Conferência Internacional sobre Princípios de Catalogação;
Catalogação: regras para catalogação de
autores brasileiros e portugueses.
Nessas reuniões, que tiveram como Presidente Honorária a Sra. Dorothy Anderson,
Diretora do Escritório da IF
IFLA
LA para assuntos relativos ao Controle Bibliográfico Universal, foram discutidos documentos referentes a cabeçalhos uniformes para entidades coletivas de São Paulo, apresentados pelo Grupo da Associação Paulista de Bibliotecários. Foi
encarecida a necessidade dos demais Grupos elaborarem o mesmo para seus Estados.
Em agosto de 1976, a CBDPT promoveu em São Paulo o I Encontro de Grupos de
Trabalho em Processos Técnicos, quando foram apresentadas as Coordenadoras dos seis
existentes: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo,
Grupos existentes;
que deram conhecimento de suas atividades. Houve debates em torno do ensino da
catalogação, sobre a tendência da catalogação no Brasil e no exterior, a contribuição dos
Grupos de Processos Técnicos à Biblioteconomia e sobre a estrutura dos Grupos de São
Paulo.
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>Inclui também os anais da V Jornada Sul-Rio-Grandense de&#13;
Biblioteconomia e Documentação</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Seja nossa primeira manifestação a de agradecimento ao honroso convite que recebemos da Presidência deste Congresso para apresentar um dos temas do Painel sobre Movimento Associativo. É oportuno esclarecer que face a responsabilidade a nós outorgada, foi grande a nossa preocupação em colaborar a altura da seriedade do assunto. Todavia, apesar de todos os esforços dispendidos junto às Presidências das diversas Comissões, não conseguimos de algumas os esclarecimentos indispensáveis à estrutura do trabalho. Alguns deles, nos foram fornecidos verbalmente pela digna Presidência da FEBAB. Pelos motivos antes expostos nos excusamos de eventuais falhas ou omissões.</text>
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