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                  <text>AUTOMAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

ANNA DA SOLEDADE VIEIRA
Professora da Escola de Biblioteconomia da
UFWIG
UFMG

RESUMO
A utilização do computador em sistemas de informação é apresentada a
partir da experiência dos países desenvolvidos, onde vem sendo empregado
para funções de seleção, aquisição, preparação de catálogos, bibliografias e
índices, circulação e recuperação/disseminação de informações. A situação
brasileira é discutida face aos problemas existentes e às perspectivas advindas
das pesquisas realizadas por grupos nacionais nas áreas de "hardware" e de
"software".

1. INTRODUÇÃO
Um fenômeno típico de final de século são os balanços das atividades desenvolvidas
e as previsões sobre como se dará a passagem ao seguinte.
Também na área da informação isto acontece e alguns futurologistas já nos apresentaram suas previsões.
Duas reflexões dessa natureza merecem destaque especial: as projeções deAndefla,
de Anderla,
em seu livro "Information in 1985"',
1985"*, e a conferência de Lancaster sobre o tema "A
Informação no Ano 2.000"^. Ambos enfocaram o crescimento exponencial da literatura,
os problemas tecnológicos e econômicos para que a literatura técnica continue a ser
registrada da forma tradicional e a necessidade crescente de fornecer serviço rápido e
personalizado ao usuário. Como conclusão global, ambos nos anunciam o advento da era
eletrônica em uma sociedade sem papel {"the
("the paperless society"). A documentação
impressa seria substituida por microformas e fitas magnéticas para uso em computador. O
tradicional usuário de biblioteca se transformaria em um assistente de sistemas de informação (banco de dados bibliográficos), aos quais estaria ligado em linha ("on-line")
através de um terminal de computador colocado em seu escritório ou mesmo em sua casa.
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gentilmente por:

�Será esta também nossa realidade? Provavelmente não em futuro próximo mas,
como somos consumidores de tecnologia estrangeira, os efeitos de quaisquer mudanças
nos padrões de divulgação do conhecimento nos afetarão diretamente. Devemos, portanto, estar atentos e nos preparar para um futuro ainda incerto.
Quanto aos países desenvolvidos, a anunciada era eletrônica da informação será uma
evolução natural de um processo de automatização iniciado há mais de 20 anos.

2. A EXPERIÊNCIA ESTRANGEIRA
Tomando um conceito amplo de sistema de informação, o presente tema aborda o
uso de computadores e tecnologia associada, visando o controle do acervo, o tratamento e
a disseminação de informações bibliográficas aos usuários de bibliotecas e de todos os
diferentes tipos de centros de documentação e informação.
A leitura do Annual Review of Information Science and Technology — ARIST^,
desde seu aparecimento em 1966 até o presente, apresenta, nos capítulos dedicados ao
uso do computador, a evolução do assunto desde os sonhos sobre um grandioso "sistema
total" (também chamado pleonasticamente "sistema integrado") até uma atitude realista
gerada pelos problemas econômicos dos tempos atuais. Quanto à tecnologia, vê-se pelo
ARIST que a automação de sistemas inicia-se com o processamento em lote ("batch")
vindo, a partir do final da década de 60, os sistemas em linha, de tempo real.

2.1 Áreas de Aplicação
As aplicações se estendem às diferentes funções de biblioteca:

2.1.1 Seleção/Aquisição
Um exemplo do uso do computador no processo de seleção é o que se faz em algumas bibliotecas inglesas — Brighton Public Library, West Sussex County Library e Birmingham University Library — onde o perfil de interesse da instituição é utilizado para
pesquisar periodicamente a fita MARC das obras catalogadas na British National Bibliography — BNB, gerando uma lista das obras de provável interesse para a biblioteca.
A aplicação do computador para o controle geral da aquisição pode ser,
ser exemplificada através de alguns sistemas, tais como: QCLC (Qhio College Library Center,
BALLQTS (Bibliographic Automation of Large Library Qperations using a Time-sharing
System), SUNY (State University of New York), Southampton University Library,
Washington State University Library, University of Michigan Libraries e University of
Maryland.
2.1.2 Preparação de Catálogos e Bibliografias
A mais importante realização nesse setor foi o projeto MARC (Machine Readable
Cataloguing), que resultou em formato padronizado para registro de informações catalo35

cm

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gentilmente por:

�gráficas em computador, seguido pelo projeto RECON (Retrospective Conversion), ambos
da Library of Congress (E.U.A.). Seguiram-se ao LC/MARC as versões regionais, com vista
ao uso generalizado e especialmenté
especialmente à organização das bibliografias nacionais:
BNB/MARC na Inglaterra, MONOCLE (Mise en Ordinateur d'une Notice Catalographique
de Livre) na França, ANA na Itália, MARCAL na América Latina, CALCO (Catalogação
Legível por Computador) no Brasil e outras.
Uma experiência singular é o uso de terminal inteligente para preparação de catálogo em fichas no Medicai College of Pennsylvania.
A forma de acesso aos dados bibliográficos varia de um sistema a outro, podendo
ser através de ficha, de livro, de microfilme (COM) ou em linha.

2.1.3 Tratamento de Periódicos
No que concerne a publicações periódicas, as tarefas mais comumente automatizadas são o controle de chegada e a preparação de catálogos (de uma só biblioteca ou
catálogo coletivo). Tal como para monografias, a Library of Congress (E.U.A.) definiu um
formato MARC para periódicos, o qual vem sendo seguido por grande-número de bibliotecas.
Podem ser citados os seguintes exemplos de utilização de computador no tratamento de periódicos:
periódicos; o projeto CONSER (Conversion of Serials)
Seriais) resultante da cooperação
entre a Library of Congress (E.U.A.), a Canadian National Library e outras; o sistema em
linha da University of California,
Califórnia, Los Angeles, o sistema em lote da City University of
London e o uso do formato MARC na University of Minnesota para controle de chegada e
organização do catálogo coletivo das bibliotecas da Universidade.

2.1.4 Circulação
Quanto ao equipamento utilizado, os sistemas de empréstimo domiciliar apresentam
as seguintes variedades:
— terminal de computador onde os dados são digitados diretamente para processamento em linha e em tempo real, como na Ohio State University, na Illinois State Library
na Queen's University of Belfast (Irlanda) e no Atomic Energy Research Establishment
(Inglaterra);
— pena luminosa para captação do número de tombo do documento e o de identificação do usuário, ambos registrados sob forma de código de barras. As principais marcas
de equipamento são: Plessey System, Checkpoint System Inc. e Computer Library Services Inc. Esse equipamento é usado pela Loughborough University of Technology (Inglaterra) e algumas bibliotecas da rede londrina das Camden Public Libraries. O
Q equipamento
de coleta de dados pode ou não estar em linha com o computador;
— ALS (Automáted
(Automated Library Systems) é um equipamento inglês desenhado especialmente para bibliotecas, sendo os dados perfurados em cartões especiais. A University of
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gentilmente por:

�Sussex, a West Sussex County Library e a St. Pancras LibratY,
Library, todas na Inglaterra, usam o
ALS. A transação é registrada em fita perfurada para processamento em lote;
— Friden Collectadata, equipamento holandês, vem sendo usado pela Southampton
University. Utiliza os tradicionais cartões perfurados de 80 colunas para os dados do
documento, sendo as transações registradas em fita perfurada e, no final do dia, processadas em lote.

2.1.5 Recuperação e Disseminação de Informações
Quanto a esse aspecto, a utilização do computador se estende ao serviço de referência na biblioteca, bem como ao serviço de informação ao usuário ausente, através de
bibliografias correntes (seletivas ou não) e retrospectivas.
Geralmente, esse serviço não se atém apenas aos itens existentes na biblioteca, mas
utiliza também arquivos de origem externa, cada um deles especializado em uma área do
conhecimento.
O conteúdo desses arquivos é pesquisado pelo computador segundo po perfil de
interesse do usuário solicitante.
Os seguintes são alguns desses arquivos magnéticos disponíveis no mercado da informação: ERIC, NTIS, CA CONDENSATES, BIOSIS PREVIEWS, SCISEARCH, SOCIAL
SCISEARCH, COMPENDEX, PSYCHOLOGICAL ABSTRACTS, ENVIROLINE,
INSPEC.
O número dessas fitas é grande e cresce a cada ano.
Ao invés de comprar as fitas (ou arquivos) isoladamente e montar um sistema local,
a biblioteca tem a opção de se tornar assinante de um sistema como o DIALOG da
Lockheed Corporation, o SDC/ORBIT da System Development Corporation, o RECON
(Remote Console) da NASA ou outros. Esses sistemas incorporam um grande número das
mencionadas fitas a cujos dados o assinante tem acesso em linha, através de terminal
conectado por linha telefônica, via satélite.

2.2 Pessoal
Em todas as aplicações mencionadas em 2.1
Z1 nota-se a presença de uma equipe
mista, formada por pessoal de sistema, de administração e de biblioteca. Isto significa que
automação de sistemas de informação é uma atividade interdisciplinar, requerendo conhecimentos técnicos de computação (equipamento, programa e operação), de organização
(gerência e racionalização) e de biblioteconomia (técnicas documentárias e serviços aos
usuários). Esta equipe obtem melhores resultados quando é coordenada por um bibliotecário com formação em análise de sistemas e existe uma linguagem comum entre seus
membros.
i
.

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LI

12

13

14

�2.3 Tendências
0 futuro da automação de sistemas de informação apresenta tendências a:
— maior utilização de sistemas em linha;
— utilização de microfilme como forma usual de entrada/saída (COM e CIM);
— substituição dos computadores de prande porte por mini e micro-computadores;
— racionalização do uso de computadores, por razões econômicas;
— padronização de formatos;
— associação de bibliotecas em projetos cooperativos e participação em redes.

3. A SITUAÇÃO BRASILEIRA
No Brasil houve um grande entusiasmo inicial pela aplicação de computadores aos
serviços de biblioteca. Disso resultou, no período compreendido entre 1968 e 1972, um
grande número de projetos nas instituições da área governamental e universitária, alguns
dos quais foram apresentados no 2.° Congresso Regional sobre Documentação e 9.^
Reunião da FID/CLA.^
FID/CLA.“* Entretanto, poucos se tornaram realidade.
Quais seriam os maiores entraves à utilização de computador em bibliotecas brasileiras?
Uma razão fundamental é de ordem cultural. Temos tradição de sociedade não-tecnológica e, assim, tanto bibliotecários quanto usuários rejeitam a interação com máquinas.
Outro problema básico é a inexistência de tecnologia nacional, característica inerente à condição de país menos desenvolvido. A importação de tecnologia é dos assuntos
mais polêmicos, seja do ponto de vista político, seja do econômico. Parece haver acordo
quanto à validade de se importar tecnologia quando esta possa ser absorvida e gerar uma
tecnologia autóctone. Entretanto, para que isso ocorra, é necessário que exista um núcleo
de pessoas tecnicamente preparadas e que exista mercado. Isto leva à consideração de dois
outros problemas relacionados:
relacionados; treinamento de pessoal e uso do sistema.
A formação de pessoal de computação no Brasil recebeu um grande impulso nos
últimos anos, da mesma forma que a preparação de bibliotecários. Porém nada se fez
ainda com vistas à formação de profissionais na área interdisciplinar de analista de
sistemas de informação. Parece contribuir para a não interação da Biblioteconomia com
outras áreas profissionais o fato de que nossa classe tem-se mostrado um grupo bastante
fechado e voltado para si mesmo.
Comenta-se muito sobre o uso não racional dos computadores no Brasil, por exemplo; máquinas ociosas ou realizando tarefas não compatíveis, a proliferação de computaplo:
dores ao invés da adoção do princípio de tempo compartido. Esta aparente desorganização gera uma predisposição negativa quanto ao uso de computadores, tendo levado o
Governo Federal, em 1972, a criar a CAPRE (Coordenação das Atividades de Processamento Eletrônico), cuja atribuição, reformulada em 1976, é o "controle total do uso de
computador em território nacional" (Decreto 70.370, de 05.04.72 e Decreto 77.118, de
09.02.76).
38

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por;
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�Ainda quanto ao aspecto do uso dos sistemas, o volume da demanda deve ser
considerado. O computador é uma máquina lógica de grande velocidade e, assim sendo,
seu uso sõ
só se justificaria em situações onde houvesse grande volume de dados a serem
tratados com rapidez. Seria esse o caso de nossas bibliotecas? A aquisição de material
bibliográfico vem sendo limitada pela burocracia governamental e, portanto, o volume de
trabalho interno (aquisição e preparação) é reduzido. Quanto à circulação, a demanda é
perfeitamente controlável por processos manuais, uma vez que o brasileiro médio não tem
hábito de leitura e o analfabetismo é ainda uma dolorosa realidade na base da pirâmide
social brasileira.
Finalmente, há uma tradição no Brasil de que equipamento, pessoal e serviços de
computação devem custar caro. Isto se deve parcialmente ao fato de ser Uma
uma tecnologia
importada, cujo controle de mercado pertence ainda às firmas estrangeiras e a utilização
pelos usuários nacionais não se faz de maneira racional. A mística do computador como
algo muito importante, controlado por uma elite profissional, foi uma idéia introduzida
no país pelo próprio grupo profissional que buscava sua afirmação. Não obstante o
acúmulo de experiências brasileiras no setor, esse preconceito ainda persiste no país,
sendo o outro componente do alto custo da automação no Brasil.

3.1 Pesquisas Desenvolvidas
Conscientes de nossos problemas, alguns grupos buscam soluções, as quais têm sido
apresentadas em "Dados e Idéias"^. Merecem ser citados os esforços para o desenvolvimento de uma tecnologia nacional de computação, feitos nas áreas de máquina
("hardware") e de programação ("software"):
— desenvolvimento de computadores: o Zezinho pelo ITA; o G-10 da COBRA —
Computadores e Sistemas Brasileiros S.A. (Subsidiária da DIGIBRÁS) desenvolvido pela
Escola Politécnica da USP;
— componentes eletrônicos vêm sendo desenvolvidos pelo Laboratório de Microeletrônicá da Escola Politécnica da USP, pelo Laboratório de Eletrônica e Dispositivos da
trônica
Universidade Estadual de Campinas e pela Transit-Semicondutores S.A.);
— periféricos: concentrador de teclados pelo SERPRO; terminal inteligente pelo
Núcleo de Computação Eletrônica da UFRS; leitora de fita perfurada de baixa velocidade
pelo Departamento de Mecânica da Faculdade de Engenharia da Universidade Estadual de
Campinas; unidade de fita magnética cassete pela UFRS; terminal gráfico inteligente pela
UFMG; terminal de vídeo pela SCOPUS;
— em teleprocessamento, pesquisam a UFRS e a USP;
— "Software": para o G-10 foi feito pela CONSULPUC; para o terminal inteligente
foi feito pelo próprio Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ; o SADE (Sistema de
Aquisição de Dados Estatísticos) foi desenvolvido pelo Instituto de Física da USP; o SIRI
(Sistema de Recuperação de Informações) foi desenvolvido pela UFRS.
, ^
Esses grupos pesquisam o caminho da independência tecnológica para o país na área
de automação. Enquanto isso, rias diversas áreas, os países desenvolvidos sugerem que a
39

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gentilmente por:

�solução de nossos problemas estaria na adoção de tecnologias intermediárias. Seria esse
um bom conselho ou apenas uma armadilha a mais para criar nova dependência e retardar
nosso desenvolvimento?
4. CONCLUSÃO
Ainda que tarde um pouco, a anunciada era tecnológica chegará também para nós,
demandando preparação dos profissionais e dos usuários de informação, pois é necessário
que se saiba previamente para onde devemos e podemos caminhar.
A busca de solução para o problema brasileiro precisa continuar e deveriamos ter
metas bem definidas:
a) a curto prazo
— definição de um modelo nacional a partir de nossas contingências tecnológicas e
sociais e tendo sempre em vista o usuário real de bibliotecas brasileiras;
— compra de serviços bibliográficos do exterior, ao invés de montagem de sistemas
tentativos, até que possamos atingir o nível de desenvolvimento tecnológico necessário;
— criação de grupo interdisciplinar para que se defina o perfil do bibliotecário e do
analista de sistemas de informação necessários à próxima década, bem como a programação do seu treinamento.
b) a médio e longo prazo
— prosseguimento das pesquisas visando desenvolver uma tecnologia nacional;
— adequação dos currículos às necessidades do país, lembrando-se de que a Universidade tem papel de vanguarda social e, portanto, deve educar para o futuro;
— implantação de nosso próprio sistema de informação, segundo o modelo definido.
Ciência e tecnologia têm sido proclamadas como base para o desenvolvimento econômico e social das nações. Assim sendo, ainda que a pesquisa de caminhos para uma
tecnologia adequada a nossas bibliotecas no futuro não nos leve à automação de sistemas,
certamente terá contribuido para o desenvolvimento nacional.
BIBLIOGRAFIA
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information needs and
resources.
resources Paris, OECD, 1973.
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Londres para o Institute of Information Scientists, em 14.03.77.
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Washington, American Society for Information Science, 1966 —
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FID/CLA. Rio de Janeiro, IBBD, 1969.
5. DADOS E IDÉIAS. Rio de Janeiro, SERPRO, 1975.
40

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              <text>Sistemas de Informação (automação)</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>A utilização do computador em sistemas de informação é apresentada a partir da experiência dos países desenvolvidos, onde vem sendo empregado para funções de seleção, aquisição, preparação de catálogos, bibliografias e índices, circulação e recuperação/disseminação de informações. A situação brasileira é discutida face aos problemas existentes e às perspectivas advindas das pesquisas realizadas por grupos nacionais nas áreas de "hardware" e de "software".</text>
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          <name>Language</name>
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