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                  <text>CONTROLE BIBLIOGRÁFICO NACIONAL

JANNICE MONTE-MÓR
Diretora da Biblioteca Nacional

SUMÁRIO

1
— Introdução
2
— Controle Bibliográfico no Brasil
2.1 — Histórico
2.2 — Alternativas de solução
22
2.2.1 — Estrutura de coordenação nacional
2.2.2 — Infra-estrutura técnica
3
— Conclusão
4
— Referências bibliográficas

1 — Introdução
Altamente significativo o fato de estar promovendo a UNESCO, este ano. Conferência Intergovernamental sobre Bibliografias Nacionais — ano em que a IFLA (International
Federation of Library Associations and Institutions) comemora seu cinquentenário de
existência. Se, por um lado, remonta àqueles pioneiros, a filosofia do Controle Bibliográfico Universal (CBU), por outro, devem ser atribuídos, à Conferência sobre Princípios de
Catalogação, organizada em Paris, em 1961, os fundamentos de um grande edifício, do
qual, o CBU pode ser considerado a cúpula.
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�Não há falar em CBU sem se fazer menção ao nome de Dorothy Anderson, autora
do trabalho fundamental sobre o tema, apresentado à Conferência Intergovernamental da
Unesco sobre Planejamento Nacional de Infra-estrutura de Bibliotecas, Documentação e
Arquivos, em 1974*.
De certa maneira, o CBU representa uma coincidência de projetos da IFLA e da
dá
UNESCO. Assim, a partir da referida Conferência de 1974, passou a UNESCO a preconizar o CBU com o objetivo fundamental de permitir a criação de um amplo sistema mundial para o controle e a transferência da informação.
Segundo Dotorhy Anderson, o conceito do CBU pressupõe a instauração de uma
rede composta de elementos nacionais, cada um dos quais apto a cobrir um amplo campo
de atividades editoriais e biblioteconõmicas,
biblioteconômicas, todos integrados,.a
integrados, a nível internacional, no
que virá a ser o sistema total.

2 — Controle Bibliográfico no Brasil
Da Conferência Intergovernamental, de 1974, emanaram várias Recomendações, das
quais convêm
convém destacar a segunda^ que "solicita, insistentemente, aos Estados membros, a
criação, no máximo, atê
até dezembro de 1978, de órgãos nacionais de coordenação, apropriados, dotados de poder e de responsabilidade bem definidos, para a realização de um
estudo detalhado de todos os problemas em causa e a elaboração de planos, visando à
criação efetiva de sistemas nacionais de informação, de acordo com as diretrizes traçadas
pelo Diretor Geral da UNESCO".
^
Em referência a essas diretrizes, o mesmo documento informa que a 18^ Sessão da
Conferência Geral da UNESCO, reunida em outnov. de 1974, fez suas as Recomendações da Conferência Intergovernamental de set. de 1974 e autorizou o Diretor
Diretor.Geral
Geral da
UNESCO a ajudar os Estados-membros, em particular os países em desenvolvimento, a
planejarem e a desenvolverem suas infra-estruturas nacionais, ou seus sistemas nacionais
de informação. Para tal fim, um programa de ação a longo prazo deveria ser fixado para
cada país, que o submeteria à Conferência Geral, em sua 19^ Sessão (1976).
Atê
Até a presente data, no entanto, não há conhecimento de que, no Brasil, qualquer
ação efetiva se tenha feito sentir com aquele objetivo.

2.1 — Histórico:
Embora — insistamos — o país ainda não haja determinado a instituição de órgão
nacional de coordenação para a realização de estudo detalhado do problema de infra-estrutura de bibliotecas, arquivos e documentação, como preconiza a UNESCO em 1974,
cabe-lhe o mérito de ter, em várias oportunidades, tomado iniciativas que demonstram já
o grau de sensibilidade do Governo para o problema latente.
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�Figuram entre elas não sõ a criação do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD), em 1954, o qual, como órgão integrante do Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), visa primordial
primordialmente
mente à coordenação
das atividades bibliográficas do País^, mas também, a inclusão entre as medidas previstas
para a década de 70, em Metas e Bases para Ação de Governo"*,
Governo^, de um sistema de
informações sobre ciências e tecnologia em bases nacionais.
Posteriormente, e por influência da criação do UNISIST — programa de cooperação
internacional, preconizado pela UNESCO - criou-se no CNPq uma Comissão Interministerial que, em sua etapa final de trabalho, apresentou ao Presidente daquele Conselho,
documento para a implantação do Sistema então colimado^.
Vêm sendo também objeto de estudos mais ou menos intermitentes o "Sistema
Nacional de Bibliotecas Públicas", o "Sistema Nacional de Arquivos" e o "Sistema Nacional de Museus", nenhum deles, no entanto, tendo alcançado até hoje a fase de concretização.
Se do ponto de vista de estrutura de coordenação nacional pouco se tem caminhado, entre os profissionais das áreas envolvidas, para a resolução definitiva do problema,
são dignas de nota realizações que certamente virão a constituir a base mesma da efetivação de um controle bibliográfico nacional.
A criação de Escolas de Biblioteconomia e de Arquivologia a nível superior; a instituição dos Cursos de Mestrado em Ciência da Informação; as formas de cooperação representadas pelo antigo Serviço de Intercâmbio de Catalogação e dos Catálogos Coletivos; a
publicação do Boletim Bibliográfico da Biblioteca Nacional desde 1918, bem como, das
bibliografias especializadas do IBBD/IBICT; as demais medidas tomadas com vistas a uma
bibliografia brasileira corrente, cuja expressão maior está consubstanciada na antiga Biblio9r’af/a&amp;ras//e/raAfe/;sa/,dolnstitutoNacionaldoLivro(INL);asexperiências,
9rdf/dfiras/7e/Vd/lfe/7sa/,dolnstituto
Nacional do Livro(INL);asexperiências, já vitoriosas, de
catalogação na fonte, pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e a Câmara
Brasileira do Livro; os esforços em prol de uma normalização técnica, coordenadora, seja
pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), pela Federação Brasileira de
Associação de Bibliotecários (FEBAB), ou pelo Instituto Brasileiro de Informação em
Ciências e Tecnologia (IBICT); as iniciativas do IBBD/IBICT, do Convênio MEC/CNPq, da
Fundação Getúlio Vargas (FGV), da Prefeitura de São Bernardo do Campo, SP, dos
sistemas de informação especializados (como o de Agricultura, Energia Nuclear, etc.), na
área de automação da documentação; eis toda uma cadeia de empreendimentos que
demonstram claramente, que o momento é este, que o país está maduro, que uma coordenação se impõe.

2.2 — Alternativas de solução:
Assim como o problema, a solução apresenta dois aspectos:

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�2.2.1 — Estrutura de coordenação nacional.

,,

Uma estrutura de coordenação a nível nacional: esta a solução que tecnicamente
IF LA/UNESCO. Mas somente eles. Países altamente civilizados,
nos apontam os esforços IFLA/UNESCO.
onde a instituição e os organismos congregantes de bibliotecas, centros de documentação
e arquivos atingiram estágio ideal de organização, empenham-se, agora, numa coordenação
nacional que garanta, ao mesmo tempo, compatibilidade internacional de transferência da
da^
informação. São exemplos expressivos, a constituição da British Library®, na Inglaterra e
Science"’.
os estudos americanos da "National Commission for Libraries and Information Science"’^.
O mesmo ocorre, no momento, na Venezuela que, com assistência técnica america0
na desenvolve estudos para implantar um sistema de coordenação nacional. No Brasil, na
área oficial, temos conhecimento, apenas, de que o CNPq, através de sua Superintendência de Planejamento, levanta dados relativos aos projetos de Informação Científica e
Tecnológica previstos no II PBDCT, com vistas à elaboração do próximo plano. Na
SEPLAN, especificamente, na SEMOR, prosseguem as análises de sistemas e planos para a
mais eficiente articulação dos serviços de biblioteca, documentação, arquivos, processamento de dados, etc., no âmbito interno das grandes unidades do Executivo.
Não obstante, carece, ainda, oó País, de estudos
estüdos sistemáticos que levem a uma
coordenação nacional para sua integração efetiva no sistema internacional.

2.2.2 — Infra-estrutura técnica.
Se para um sistema mundial de informações o CBU se constitui em seu objetivo
fundamental, para o próprio controle bibliògráfico
bibliográfico a compatibilidade de procedimentos
técnicos impõe-se como único veículo de sua efetivação.
A normalização técnica já era recomendada pelos códigos de catalogação, ou pelas
normas da International Standard Organization (ISO), quando o processamento da informação se fazia por meios tradicionais, visando à otimização da cooperação e à compatibilização de procedimentos. Eis que ela se torna, agora, com o aprimoramento da tecnologia
e a explosão documentária, imposição quase diria inadiável, como única forma de solução
do problema de transferência de informação que é.
ê.
Assim, em julho de 1975, por convocação do antigo IBBD, e sob a presidência de
Célia Ribeiro Zaher — então Diretora do Departamento de Documentação, Biblioteca e
Arquivo, da UNESCO — teve lugar, no Rio de Janeiro, importante "Reunião de especialistas para implementação do NATIS (National Information System) no Brasil"*. Naquela
oportunidade lançaram-se as bases de cooperação para o estabelecimento do Controle
Bibliográfico Nacional, independentemente da estrutura oficial a ser constituída.
Dando prosseguimento às recoméndações
recomendações da Reunião acima aludida, o IBBD organizou novo encontro, com o objetivo específico de desenvolver normas para o estabelecimento da "folha-de-entrada" do formato CALCO. Nessa oportunidade,
oportunida'Ie, a fim de garantir
uniformidades de critérios nas práticas biblioteconòmicas, instituiu-se o "Grupo de Trabalho para Estabelecimento de Normas de Catalogação em Âmbito Nacional", que contou
com a participação da BN, do IBBD, da Câmara Brasileira do Livro e da FEBAB. Os
estudos continuam, sob a orientação da FEBAB.
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�Com a transformação, no entantof do IBBD em IBICT, foram descontinuadas muitas das providências então previstas, tais como a ação regional, a nível de América Latina,
e a participação efetiva do Brasil na Reunião da UNESCO de fevereiro de 1976, preparatória para a reunião de setembro daquele ano.
Ainda assim, o desenvolvimento do Projeto CALCO®, como conseqüência da implementação do Convênio MEC/CNPq, pode ser considerado elemento decisivo e marco da
sistematização do Controle Bibliográfico no Brasil.
O Boletim Bibliográfico da Biblioteca Nacional, que desde 1973 se mantém como
publicação trimestral — reflexo do "depósito legal" efetivamente cumprido — a partir de
1976 passou à fase experimental de impressão por processos automatizados, com vistas a
se ajustar definitivamente ao formato CALCO.
O ISSN (International Standard Seriais Number), no País, vem sendo coordenado
0
pelo IBICT, assim como o ISBN (International Standard Book Number), em fase experimental, implantado pela Biblioteca Nacional, oficialmente constituída como Centro Nacional.
Em último lugar, mas não menos importante, cumpre-me mencionar a operosidade
e a potencialidade do CIMEC (Centro de Informática do MEC) que, embora ainda atuando sob Convênio MEC/CNPq, será certamente o grande Banco de Dados responsável pela
viabilidade do Controle Bibliográfico Nacional.

3 — Conclusão
Segundo Dorothy Anderson, são os seguintes os requisitos mínimos do CBU, a nível
nacional:
a) meios de garantir a possibilidade de registro de cada nova publicação logo que
seja editada (ex: por depósito legal, ou regulamentação governamental semelhante,
ou por cooperação expontânea);
b) o mecanismo que faculte esse registro bibliográfico, isto é, o estabelecimento da
agência bibliográfica nacional, que ficará incumbida de todas as etapas do trabalho.
Acredito, portanto, na viabilidade da implantação do Controle Bibliográfico Nacional no Brasil. Temos o mecanismo do Depósito Legal, que certamente se tornará efetivo
com a adoção, no País, do ISBN e do ISSN. A Biblioteca Nacional na função de agência
bibliográfica nacional, será capaz, através do CIMEC, de estabelecer a bibliografia brasileira corrente, com periodicidade mais curta e com possibilidade de outros subprodutos.
Por outro lado, à medida que o formato CALCO for nacionalmente aceito, fitas
magnéticas poderão ser trocadas entre os órgãos regionais. E, à medida que o formato
CALCO corresponder efetivamente aos padrões internacionais, certamente será possível
também ao Brasil a transferência da informação a nível internacional.

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�REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. ANDERSON, D.P. —Universal Bibliographic Control; a long term policy, a plan for
action. Pullach, Verlag Dokumentation, 1974. 87p.
2. ORGANIZAÇÃO EDUCACIONAL, CIENTIFICA E CULTURAL DAS NAÇÕES UNIDAS — NATIS, National Information Systems; objetives for national and international action. Paris, 1975. 34p.
'J " ■
-5 /
.*/Q.Í •
3. BRASIL
BRASIL. Leis, decretos, etc. — Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação —
Decreto n.° 35.124, de 27 de fevereiro de 1954. Decreto n.° 35.430, de 29 de
abril de 1954. Rio de Janeiro, CNPq., 1971. 12p.
4. BRASIL. Presidência da República — Metas e Bases para a ação de governo. Rio de
Janeiro, Fundação IBGE, 1970. 265p.
5. BRASIL. Conselho Nacional de Pesquisas — Diretrizes básicas para a implantação do
Sistema Nacional de Informação
informação Científica e Tecnológica (SNICT). Docurr.ento
Documento
elaborado pela Comissão de Redação do Grupo de Trabalho do SNICT e aprovado na 10® reunião para implantação do Sistema, em 4 de maio de 1973. Rio de
Janeiro, 1973. 6f. mimeógr.
mimeògr.
6. GRÃ-BRETANHA. National Librarias
Libraries Committee — Reportof.
Report of the National Libraries
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Committee, presented to Parliement by the Secretary of State for Education and
Science by Command of Her Magesty, June 1969. London, H.M.S.O., 1972.
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7. WESTAT RESEARCH, inc — Resources and bibliographic support for a nationwide
library program. Final reporttothe
report to the National Commission for Libraries
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8. BRASIL. Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação — Reunião de especialistas para implementação do NATIS no Brasil, Rio de Janeiro, 16-17 de julho de
1975. 7f.datilogr.
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9. CONVÊNIO MEC/CNPq. — Formato CALCO; monografias e publicações seriadas. Brasília, 1977. 1v.

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