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                  <text>CDU 353.075.7(816.5)(094.98):778.14.072.001.1
PLANO PARA IMPLANTAÇÃO
IMPLANTAÇAO DE UM SISTEMA DE MICROFILMAGEM PARECERES DA CONSULTORIA-GERAL DO ESTADO DO RIO
GRANDE DO SUL

VERÔNICA MARIA SANTOS DA ROSA
VERONICA
Estudante da Faculdade de Biblioteconomia
e Comunicação — UFRGS

RESUMO
Planejamento para a aplicação da Microfilmagem como um Sistema de
Arquivamento e Controle de documentos jurfdico-administrativos
jurídico-administrativos do Estado
do Rio Grande do Sul.

INTRODUÇÃO
A microfilmagem, surgindo da necessidade de segurança e como solução para
problemas de espaço e acesso à documentação rara e única, já não pode ser considerada,
simplesmente, uma
umã nova técnica reprográfica.
Em primeiro lugar já não é nova, pois as primeiras manifestações datam de 1800.
Em segundo lugar, uma grande evolução tecnológica a fez ultrapassar a simples
condição de elemento inerente aos sistemas de tratamento de documentos.
A microfilmagem, hoje, pode ser empregada como um eficiente Sistema de
Armazenagem e Recuperação de Informações.
A Consultoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul (CGE) tem como uma de suas
atribuições a de centralizar o Sistema
Sistema.de
de Assistência Jurídica do Estado, objetivando
questões jurídicas de interesse da
estabelecer orientação uniforme no tratamento de questões,
Administração Estadual direta e indireta. Esta orientação é feita através de Pareceres.
Estes são elaborados e relatados por Consultores Jurídicos, integrantes do Quadro da
Consultoria-Geral do Estado.
Os Pareceres são
sãodatilografados
datilografados com cópias carbono em papel seda, sendo que apenas
uma deve, obrigatoriamente, ser conservada como patrimônio do Órgão.
A Equipe de Documentação e Divulgação da CGE, responsável pela Biblioteca,
recebe e armazena essas cópias. O original acompanha o processo que lhe deu origem.
Os advogados da Consultoria-Geral procuram os trabalhos já realizados’,
realizados, a fim de
manter uniformidade na orientação jurídica a que se propõem. Assim como elementos de
outros Órgãos Estaduais, vêm à Biblioteca para saber da emissão de algum Parecer sobre
questões de seu interesse.
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�Revela-se, portanto, cada vez mais importante a conservação da coleção completa
dos Pareceres, de forma organizada, através de um Sistema de Arquivamento adequado,
que permita um acesso rápido e seguro às informações.
Observando-se o tipo de material colecionado, o sistema empregado no tratamento
das informações e dados relativos a sua utilização, supõe-se que seja perfeitamente correto
o0 emprego da Microfilmagem como Sistema de Arquivamento e Controle dos Pareceres da
Consultoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul.
Os pareceres são colecionados em volumes posteriormente encadernados. Estes
crescem em número de dez (10) a cada ano. Tendo-se em mente que um metro de estante
comporta, em média, quarenta (40) volumes, está claro que o espaço físico ocupado com
a coleção tende a tornar-se incomodamente grande. Além disso, a fragilidade do papel
seda das cópias, em que estão escritos os Pareceres, o manuseio constante a que estão
sujeitas, diariamente, demonstram a pouca segurança quanto a conservação integral das
informações.
Este trabalho
trabalfio pode ser considerado como uma sugestão de mudanças que se farão
necessárias num futuro próximo.
1 - ANÁLISE DO SISTEMA ATUAL
1.1 — Localização
A coleção de Pareceres, emitidos pela Consultoria-Geral do Estado do Rio Grande
do Sul, é armazenada na Seção de Referência da Biblioteca. Essa localização se justifica
pela acessiblidade oferecida ao usuário, bem como a conveniência de estar próxima ao
catálogo onde está indexada.
1.2 — Pessoal
A Biblioteca conta com seis elementos, três bibliotecárias, duas bacharelandas e
uma auxiliar, membros da Equipe de Documentação e Divulgação da CGE. Dentre eles
dois têm o encargo de examinar e catalogar cada novo Parecer. A circulação e o
empréstimo, entretanto, são tarefas de toda a Equipe.
1.3 — Material e Equipamento
A documentação ocupa atualmente 2,80m (dois metros e oitenta centímetros) de
estantes. Para assegurar um eficiente controle das informações armazenadas, a Equipe
mantém o "Catálogo de Pareceres". Através dele é possível localizar cada Parecer pelo
assunto, por seu número ou nome do relator. Trata-se, portanto, de um catálogo dividido
e está arquivado num fichário de madeira de vinte (20) gavetas.
A elaboração do fichário compreende a confecção de uma ficha principal, onde a
entrada é feita pelo número do Parecer, indicando a ementa, a data, a seção da CGE a que
pertence o seu relator. Essa é desdobrada, dando origem às secundárias de assunto e de
relator.
1.4 — Arquivamento
Quando somam cerca de vinte e cinco (25) novos Pareceres, as cópias são
encadernadas em ordem numérica crescente, constituindo um volume. Cada volume traz
na lombada os números extremos da coleção de Pareceres que reúne, a sigla da Seção de
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�origem e o ano ou anos que abrange. Esses dados vão determinar a sua
a sua ordenação
cronologica e numérica crescente nas estantes.
cronológica
■ 1.5 — Recuperação
Localizar um Parecer pelo Sistema Atual de Arquivamento, compreende alguns
n.« determinados,
7 que saoP«'°
Sistema
Atual osdedados
Arquivamento,
compreende
alguns
passos
seguidos
conforme
que o usuário
tem sobre aquilo
que busca. Normalmente e feita consulta ao catálogo de assuntos (o que é mais comum),
comum)
ou ao numérico;
numérico, ou ainda ao de relatores. Logo a seguir procura-se o volume nas estantes,'
estantes,’
observando os dados contidos nas lombadas. Por fim é preciso encontrar o Parecer dentro
o volume. Esta ultima fase da recuperação é a que provoca maiores preocupações.
Esse tipo de copia
cópia em papel seda, não tem condições de resistir ao manuseio
constante a que esta sujeito. É preciso folhear o volume para localizar um Parecer. Logo é
um risco que envolve
erivolve nao só o documento consultado, mas todos os outros vinte e quatro.
malrnente, pelo fato de estarem encadernados juntos, a perda de um volume significa a
inairnente,
perda de vinte e cinco documentos.
1.6 — Reprodução
Como há
ha interesse do leitor em obter cópia de determinado documento,
documento essa é
ootida por maquina Xerox.
ODtida
ÉE importante observar que a referida máquina se encontra no (5.°) quinto andar do
predio (isto e, seis andares abaixo da Biblioteca). O leitor deve fazer o empréstimo do
volume desejado no (12.°) decimo
décimo segundo andar e dirigir-se ao local citado.
Nota-se que isto significa perda de tempo para o leitor e afastamento desnecessário
dos outros vinte e quatro (24) Pareceres da Biblioteca, impedindo, portanto, o seu uso
simultâneo por outros leitores.
2 - PLANO PARA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE MICROFILMAGEM
2.1 — Objetivos
2.1.1 — Redução do espaço físico
Uma vez que em um arquivo de jaquetas*
jaquetas*há
há condições de armazenar muito mais
Pareceres, em menor espaço que o ocupado atualmente.
2.1.2 — Preservação dos documentos
O microfilme, na forma de jaquetas, oferece melhores condições de resistência ao
manuseio constante. Além disso, através do rolo de segurança*será possível a conservação
da coleção completa, com a reposição de fotogramas* caso ocorra perda ou danificação
de uma jaqueta ou parte dela.
2.1.3 — Rapidez no acesso a informação
A recuperação da informação significa apenas;
apenas: localizar a jaqueta; colocar no
aparelho leitor; focalizar os fotogramas que contêm o Parecer procurado; extrair cópia,
isto tudo em tempo muito reduzido.
*Glossário
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�2.2 — Parâmetros
Serão microfilmados, de início, todos os Pareceres emitidos até o momento. A
atualização será feita periodicamente, levando-se em conta o volume de novos Pareceres,
as necessidades do serviço e a disponibilidade de verbas.
2.3 — Área envolvida
A princípio cada Seção da Consultoria-Geral do Estado emitia Pareceres com
numeração própria, acompanhada da sigla de cada uma. A partir de 1970, foi
determinado que todos os Pareceres seriam ordenados sob a mesma sigla (CGE), numa só
sequência numérica contínua.
seqüência
Assim, a microfilmagem deverá envolver os Pareceres das diversas Seções, quando
separadas, e a atual ordenação, sob os seguinte títulos:
— Pareceres do Consultor Geral (1965-1970)
— Pareceres do Gabinete de Assessoramento Jurídico (GAJ) (1965-1970)
— Pareceres da Divisão de Assitência Jurídica (DAJ) (1965-1970)
- Pareceres da Unidade de Serviços Especiais (USE) (1970-1971)
—
— Pareceres da Unidade de Assistência Jurídica (UAJ) (1970)
— Pareceres da Consultoria-Geral do Estado (CGE) (1970 —
Z4 — Preparação dos documentos
2.4
Os Pareceres que datam de 1965 até 1970 serão processados separadamente, sob o
título referente à Seção onde foram elaborados. Os emitidos a partir de 1970 que
receberam numeração única, sob a sigla CGE, vão determinar novo arranjo no momento
da microfilmagem.
A fase de preparação dos documentos constituirá, neste caso, tarefa relativamente
fácil. Os Pareceres já se encontram na ordem numérica desejada (ordem numérica
crescente). Serão examinados folha por folha e estas, restauradas, quando rasgadas;
alisados os amassados ou enrugamento do papel. Observando-se que as coleções fiquem
completas.
- Preparação de Indicadores, Títulos e Termos de Abertura e Encerramento
2.5 —
Todo o processo de microfilmagem, que realizar-se-á por equipe especializada,
deverá ser acompanhado, dedicando-se muito cuidado ao texto da Imagem de Abertura e
da Imagem de Encerramento. Esse texto deverá ser um perfeito resumo do conteúdo do
filme, indicando a posição dos documentos, esclarecendo se a seqüência filmada é
continuação de outra ou se deverá ter continuação noutro rolo.
Caso necessário será possível remicrofilmar documentos, exigindo-se, porém o uso
de Termo de Correção.
A Imagem de Abertura, Imagem de Encerramento e o Termo de Correção serão
elaborados conforme a Lei 5.433 de 8 de maio de 1968.
Para uma perfeita identificação e codificação do filme preparar-se-ão cartões com
números dos "flashes" (exemplo do anexo II); cartões zebrados (anexo III);
111); cartões de
títulos (exemplo do anexo IV e V); cartões de datas (exemplo anexo VI). Cartões de
títulos serão confeccionados para cada uma das siglas enumeradas no item 2.3. Já os
cartões de datas, feitos uma só vez, servirão para indicar a documentação de todas as
Seções.
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gentilmente

�r

2.6 — Microformas

Como ^o
o material se apresenta em dimensão padronizada (tamanho ofício), as
microformas escolhidas para serem empregadas no Sistema foram: o rolo de 16mm para o
arquivo de segurança (obrigatório) e jaquetas para o arquivo de referência e circulação.
Cada filme deverá comportar, aproximadamente, duzentos (200) Pareceres, com
uma media de duas mil e quatrocentas páginas (2400).
Cada uma das cinco (5) trilhas das jaquetas, para
Moi
(12) fotogramas, totalizando sessenta (60).jaquetas,
Portanto,para
em
^
fotogramas,
totalizando
sessenta
(60).
Portanto,
em
sete (7) Pareceres em cada jaqueta.

filme de 16mm, comporta doze
filme depoderão
16mm,ser
comporta
doze
média,
armazenados
média, poderão ser armazenados

Para a atual coleção de três mil, quatrocentos e oitenta e um Pareceres (3481) serão
precisos dezessete (17) rolos e quatrocentas e oitenta e oito (488) jaquetas.
Temos notícia de que um novo tipo de microficha*
microfiche* será lançado em breve no
mercado brasileiro comportando duzentos (200) fotogramas. É uma alternativa
interessante de ser examinada quando da implantação do sistema, não deixando de
levar-se em conta a capacidade dos aparelhos leitores, sua disponibilidade no mercado e
principal mente os modelos que já estiverem instalados no Órgão.
principalmente
2.7 — Arquivamento
O Método Simplex*de microfilmagem apresenta-se mais adequado, já que um filme
deverá ser cortado para insersão em jaquetas, sendo importante a posição centralizada dos
fotogramas no filme.
2.8 — Codificação
A codificação do filme será feita por indicadores visuais, "flashes"* numerados,
combinados com cartões zebrados, separando Ano e Seção.
Para a montagem das jaquetas serão eliminadas as Imagens de Abertura e
Encerramento, os zebrados e os flashes, pois a identificação de cada uma será feita na sua
margem superior, onde se registrarão os dados identificadores dos Pareceres nela contidos:
ano, sigla da Seção e números extremos.
2.9 — Microfilmadora
Considerando que os Pareceres encontram-se em volumes encadernados e não ser
conveniente desmembrá-los, a microfilmadora usada deverá ser a planetária*
planetária*.
2.10 — Processamento
O processamento far-se-á através de "contrato de serviços", desenvolvido no recinto
da Biblioteca, com assistência da Bibliotecária.
A hipótese de instalação de um laboratório de microfilmagem foi afastada, visto que
um grande volume de trabalho só se verificará no início do processamento.

*Glossário
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�2.11 — Indexação
A princípio serão utilizados os índices já elaborados pela Biblioteca, que permitem
o acesso aos Pareceres por assunto, relator e número de Parecer; trata-se do "Catálogo
Catálogo de
Pareceres", que traz a ementa de cada um deles.
As jaquetas serão arquivadas por Seções da CGE, com subdivisões para Ano e
dentro delas pela ordem seqüêncial dos números dos Pareceres. Essas indicações estarão
colocadas na parte superior de cada jaqueta, conforme já foi explicado.
Já no rolo de segurança, e recuperação da informação ficará garantida pela
indicação do número do flash, acrescido às fichas do atual Catálogo de Pareceres.
Observando-se o crescente aumento da massa documental é viável a hipótese da
utilização do computador para a elaboração dos índices, sob a forma de listagens.
2.12 — Recuperação da Informação
A consulta e cópia serão obtidas através do aparelho leitor-copiador a ser adquirido.
O leitor pode ser único, isto é, o de microfilme em rolo, com adaptação para a
leitura de jaquetas.
O leitor-copiador tira cópias ampliadas ao custo de uma cópia xerox comum.
2.13 — Custo
O custo deverá ser calculado incluindo o preço dos rolos de microfilmes e das
jaquetas montadas, ambos processados e revisados, o que ficará determinado na
contratação de serviços.
A preparação dos documentos será feita pelo pessoal da Biblioteca, fator esse que
reduzirá o custo, ao mesmo tempo que assegurará o atendimento objetivo dos interesses
da Equipe de Documentação e Divulgação da CGE.
Deve-se ainda incluir ao custo total, inicial, a aquisição do aparelho leitor-copiador.
2.14 — Fluxo Operacional
(ver fluxograma, anexo I)
3 - IMPLANTAÇÃO
Esse trabalho, em ocasião oportuna, será encaminhado aos setores competentes da
CGE, para análise e exame com vistas a uma possível aplicação.
Nesse momento será importante considerar o item recuperação. Como já foi dito,
atualmente, para a recuperação da informação, usa-se o Catálogo de Pareceres, sendo ideal
a utilização do computador para a confecção desses índices.
Em anexo apresenta-se um modelo de Boletim de Implantação (Anexo VII) que
poderá oferecer listagens com cinco (5) entradas.
1. Por número de Parecer;
2. Por seção da CGE que deu origem ao Parecer;
3. Por nome do Consultor-relator;
4. Por descritores;
5. Cronológico (dia, mês, ano)
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�A atualização das listagens far-se-á cumulativamente,
curnulativamente, após a microfilmagem de um
razoável grupo de novos Pareceres.
Como, basicamente, a ordenação das jaquetas será, por ordem seqüêncial numérica,
o elo de ligação com as listagens será o número do Parecer.
O boletim incluirá, também, o número do flash, permitindo o acesso ao rolo de
segurança.
Será importante manter um Fichário de Controle de Nomes e de Descritores, para
Sera
evitar entradas duplas.

CONCLUSÃO
Em nossos dias, cada vez mais é a microfilmagem que surge como resposta óbvia
para as muitas situações relativas ao armazenamento e o controle da massa crescente de
informações.
O microfilme não deve mais ser visto, somente, como um meio de reproduzir
documentos ou então de guardá-los "secretamente".
Um Sistema de Microfilmagem pode oferecer indiscutíveis vantagens sobre outras
formas de tratar a informação. Isto, entretanto, desde que sua aplicação seja bem
planejada e só empregada depois de estudos detalhados e ao evidenciar-se onde e quando a
Microfilmagem deve ser usada.
Não é preciso deixar para mais tarde. É importante o fator previsão e o
aproveitamento dessa nova técnica nas Bibliotecas e Serviços de Documentação.

GLOSSÁRIO
1. Flashes — espaços em branco no filme. Quer significar o efeito de
deslumbramento produzido ante os olhos por um "flash" fotográfico. Tem a função
específica de chamar a atenção de quem procura localizar um documento num microfilme
especifica
para indicadores que vão informá-lo sobre sua posição.
2. Fotograma — área do filme que foi sensiblizada. Pode corresponder a um
documento, a parte de um documento ou a mais de um documento.
3. Jaquetas — microforma transparente, com uma ou mais aberturas ou espécies de
bolsas, próprias para acondicionar o microfilme em tiras.
4. Método Simptex
Simplex — método de microfilmagem pelo qual o fotograma ocupa quase
a largura do filme e os documentos são microfilmados um após o outro.
5. Microfiche
Microficha — filme no formato de ficha, contendo várias imagens. Usado
principalmente para micropublicações de jornais e revistas.
6. MicrofUmadora
Microfiimadora Planetária — câmara onde tanto o filme como o documento
ficam parados no momento da exposição. Consiste, primariamente, em uma mesa, um
conjunto de lâmpadas, uma unidade filmadora montada numa coluna vertical e um
sistema de controle
contrõle elétrico. 0
O trabalho de posicionar o documento, mover a unidade
filmadora, ajustar o campo e o grau de redução, ajustar a intensidade da luz, operar o
filme e remover o documento da mesa é geralmente feito manualmente.
7. Microforma — termo genérico para qualquer forma, tanto em filme como em
papel, que contenha microimagens. (jaquetas, cartões-janela, cassetes, microfichas).
microfiches).
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�. 8. Rolo de Segurança — cópia exata do microfilme colocado a disposição do
usuário, guardada em rolo, em lugar seguro, diferente daquele onde se encontra coleção
de referência e circulação. É exigida por lei. Possibilita a reposição de
documentos perdidos ou danificados.

SUMMARY
Plan showing the use of microfilm as a system of archivement and control of
juridical and administrative
administrativa documentation of RS State.

BIBLIOGRAFIA
ANDRADE E SILVA, Antonio Paulo de - Teoria do Projeto Técnico de Microfilmagem.
São Paulo, 1974. 17p. VI Congresso Internacional do Microfilme, São Paulo, de 07 a
10 de outubro de 1974.
ANDRADE E SI LVA, Antonio Paulo de; THUT, Marcelo da Costa e Silva; NAKAMURA,
Shin-Ya — Microfilme — Tecnologia e aplicações. São Paulo, Associação Brasileira do
Microfilme, 1972. 211p.
BRASIL, Leis e Decretos, etc. . . Decreto n.° 64.398 - 24 abr. 1969. Regulamenta a Lei
n.° 5.433 de 8 de maio de 1968 que dispõe sobre a microfilmagem de documentos e
dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 28 abr. 1969. p.3588-97.
da'
BRASIL, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Departamento de Biblioteconomia
e Documentação —
- Notas de aula da Disciplina de Reprodução de Documentos.
Porto Alegre, 2.° semestre letivo de 1976. Não paginada.
LASSO DE LA VEGA, Javier - La reproduccion de documentos. In:
In; Manual de
documentación. Barcelona, Labor, 1969. p.408-31.
NAKAMURA, Shin-Ya - Curso de informação. Arquivo e Microfilmagem. Porto Alegre,
Centrocópias-Duplicações e microfilme, 1974. 70p.
OLIVEIRA, Laura Corrêa - Catálogo de Pareceres da Consultoria-Geral do Estado do
R.G.S. Porto Alegre, lOp. mimeog. II Jornada Sul-Riograndense de Bibioteconomia
e Documentação, Porto Alegre, de 24 a 30 de maio de 1970.
PRADO, Heloisa de Almeida - Microfilme a Serviço dos Arquivos. In: A Técnica de
Arquivar. São Paulo, Polígono, 1970. cap. 28, p.
p.149-51.
149-51.
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♦

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�FLOXOGRAMA
FLI/XOGRAMA

ANEXO I

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I Sc a n
^^System,4^

11

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13

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�ANEXO II

FLASH

NM

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Digitalizado
gentilmente por:

&lt;/

�ANEXO III

619

cm

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gentílmente

Sc a n
System
stem
Cereulaninito
Ciercacla mento

�ANEXO IV

CONSULTORIA-

-GERAL-RS

PARECERES

cm

2

3

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4 gentilmente por:

12

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14

�n
ANEXO V

UAJ

621

2

3

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4 gentilmente por:

&lt;/

pIÍ/ 11

12

13

14

�ANEXO VI

1965

622

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;/

�ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
CONSULTORla-GERAL DO ESTADO
CONSULTORia-GERAL
EQUIPE DE DOCUmENTAÇÃO
DOCUniENTAÇÃO E DIVULGAÇRo
EQUIFE
DIVULGAÇSo
BQLETini
DE
ImPLANTACÄO
BOLETin
imPLAMTAÇÃO
INDEXAÇÃO DE BICROflLmE
niCROFILIilE

ANEXO VII

623

cm

2

3

Digitalizado
4 gentilmente por:

Sea n
stem
Cre reads nKnta

11

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14

�</text>
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                <text>CBBD - Edição: 09 - Ano: 1977 (Porto Alegre/RS)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>Inclui também os anais da V Jornada Sul-Rio-Grandense de&#13;
Biblioteconomia e Documentação</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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