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                  <text>,1

CDU 025.336.1:029.53
CABEÇALHOS DE ASSUNTOS, UNITERMOS E INDEXAÇAO
INDEXAÇÃO COORDENADA
MERCEDES DELLA FUENTE
CRB-8/298
Bibliotecária-Chefe da Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz, São Paulo.
Coordenadora do Grupo de Bibliotecários
em Informação e Documentação Biomédica
da APB, São Paulo.
Chefe do Sub-Grupo de Cabeçalhos de
Assuntos do Grupo de Bibliotecários em
Informação e Documentação Biomédica da
Associação Paulista de Bibliotecários, São
Paulo.
□ESCRITORES
DESCRITORES
Cabeçalhos de assuntos médicos; Unitermos; Indexação coordenada; Biblioteca do
Instituto Adolfo Lutz.
RESUMO
Técnica adotada pela Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz para a
recuperação da informação através de uma indexação coordenada abrangendo
os cabeçalhos de assuntos e unitermos.

1 - INTRODUÇÃO
A Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz iniciou uma remodelação em seus catálogos.
Essa remodelação e ampliação foi realizada no catálogo de assuntos. Não tendo a Biblioteca catálogo classificado, apesar de especializada, o assunto que representa o livro em
seus fichários é regido pelos cabeçalhos de
de,assuntos
assuntos (Subject Headings) da Biblioteca do
Congresso“*. Com
Congresso"*.
Comoo passar dos anos temos tido dificuldades em representar por esse meio
os assuntos altamente especializados que aparecem com terminologia recente e para os
quais os cabeçalhos de assuntos da Biblioteca do Congresso não está atualizado.
Resolvemos utilizar o sistema Unitermos (fichas Taube)^'*
Taube)^'® e a indexação coordenada para os livros da Biblioteca. Lembramos que a Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz
iniciada em 1940, com a reunião do acervo de duas instituições, foi organizada tendo a
541

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gentilmente por:

�Classificação Decimal de Dewey para a localização e o catálogo dicionário para a recuperação da informação. Quando seu acervo cresceu e as áreas da Instituição ficaram definidas visando o controle e a fiscalização na Saúde Pública junto aos órgãos governamentais (bromatologia, química e biologia médica) não foi possível, em decorrência da
falta de recursos humanos, uma reestruturação no acervo e na recuperação da informação.
O único meio encontrado foi, realmente, adaptar com os recursos disponíveis um sistema
que respondesse satisfatoriamente aos especialistas da Instituição.
Os sistemas nacionais de informações tem entre seus objetivos divulgar informações
como apoio aos setores da pesquisa científica e da inovação tecnológica.
Dentro deste contexto o papel das bibliotecas especializadas é cada vez mais
importante, pois são elas que servem como base ao desenvolvimento das pesquisas
científicas.®
O tema deste Congresso "A integração dos sistemas de informações no
desenvolvimento nacional", dá ensejo à apresentação deste trabalho que se propõe a
expor a técnica adotada pela Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz, num sistema de
recuperação da informação, em Bibliotecas especializadas, com vários anos de
funcionamento e cujos catálogos de assuntos já não estão respondendo às consultas de
usuários em decorrência da rapidez do desenvolvimento técnico-científico.
O objetivo do trabalho foi dar maior acesso aos assuntos específicos que não eram
0
recuperados, uma vez que usávamos uma indexação calcada no controle da terminologia
pelos cabeçalhos de assuntos da Biblioteca do Congresso.
Em 1973, foi apresentada no 7.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação, realizado em Belém, Pará, de 29/7 a 4/8, a nota prévia deste trabalho que,
naquela ocasião estava sendo iniciado, com a colaboração de Elga dé
de Souza Pasture
Pastore e
tinha como subtítulo "uma tentativa em livros". Na rotina da implantação da técnica não
pudemos contar com a colaboração de Elga de Souza Pastore,
Pasture, porém contamos com a
colaboração de Mariza Gaino Amereno. Em decorrência do processo de aplicação da
técnica para a recuperação da informação na área biomédica, usamos vários critérios para
juntar dois tipos diferentes de recuperação através da indexação.
1.1 — Fases da indexação
a)
b)
c)
d)

Análise dos conteúdos dos livros, tendo em vista nossa área de atuação;
Seleção dos termos e adequação aos critérios adotados;
Desdobramento dos assuntos para o Catálogo do Público (ver anexo 1);
Controle interno dos termos em fichas Unitermo (Taube)^® com o número de
tombo (ver anexo 2).

1.2 — Terminologia adotada:
a) Descritores: Termos que definem conceitos e fazem parte de uma estruturação
(Thesauri)®;
b) Cabeçalhos de assuntos: Representação de um assunto por uma terminologia já
previamente determinada (L.C.‘*,
(L.C.^, Rovira®, MeSH®, etc.);
c) Unitermos: Forma de recuperação da informação constituída de palavras ou
termos únicos, retirados do texto do documento (fichas Taube)^;
.

d) Indexação coordenada: Indexação que permite recuperar um texto por uma
combinação de palavras-chave que devem estar presentes tanto na consulta
formulada ou no próprio texto.
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�e) Palavras-chave:
Pa/airas-cAai/e/Terminologia
Jerrr\'\r\o\oq\a selecionada para recuperar um assunto. Menos abrangente que o termo e mais abrangente que Unitermo. Controle da terminologia.
f) Termos inespecíficos: São subdivisões dentro de um assunto e que não são
recuperáveis como descritores. Podem ser simples ou compostos.
g) Termos polissêmicos: Palavra com várias acepções.
h) Documento: Qualquer base de conhecimento, fixada materialmente e disposta de
maneira que se possa utilizar para consulta.
2 - MATERIAL E MÉTODOS
Ao manipularmos termos estruturados de maneira diversa como MeSH*,
MeSH^, Rovira®,
L.C.^ e também Unitermos^®,
L.C.'*
Unitermos^*, adotamos normas visando um agrupamento racional e
eficiente.
2.1 — Livros, folhetos, eventos, etc.
A análise do conteúdo para o levantamento da terminologia que servirá de base para
a escolha dos descritores. Este é o material usado e que permitiu na sua diversidade a
implantação desta técnica de indexação mista, porém de fácil recuperação após a
normalização dos seus descritores.
2.2 — Fichário de Unitermos
No sistema Taube^*®,
Taube^"®, para as fichas Unitermos, nós recuperamos o documento pelo
número de tombo. Usamos este sistema na Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz,
substituindo o catálogo de rubricas de assuntos. Essa substituição se fez necessária, pois o
controle da terminologia e a coordenação na indexação Já
já estava muito complexa com o
catálogo auxiliar de rubricas de assuntos. Usamos o sistema Taube como catálogo auxiliar
do Bibliotecário.
3 - TÉCNICA .
3.1 — Normas adotadas
Para aplicarmos a técnica proposta para a recuperação da informação juntando os
cabeçalhos de assuntos (L.C.^ e Rovira®) e o MeSH® (thesaurus facetado) apenas
mudamos sua forma de apresentação. A vírgula substitui o hífen para subdividir os
assuntos.
Ex.

antes:
atual:
MeSH:

QUÍMICA - TABELAS (L.C.)
(LC.)
QUÍMICA, tabelas
PNEUMQNIA, diagnostico
PNEUMONIA,
CAXUMBA, prevenção e controle

3.1.1 — Vernáculo
Usamos o vernáculo para os assuntos adotados*'^. Procuramos não incluir termos
técnicos em língua estrangeira a não ser aqueles em que os nossos dicionários técnicos
internacionalmente.
especializados incluam numa forma adotada internacionalmente..
Ex.

Estresse (stress)
ADN (DNA), ambos incluídos na terminologia técnica em português
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�Kernicterus sem tradução (MeSH)
Kwashiorkor
3.2 — Forma de apresentação do descritor:
As subdivisões usadas como complementação dos descritores do MeSH são em
número de 68. Elas são usadas para os assuntos indicados pela categoria a que pertence
dentro da área subdividida pelo próprio MeSH.
Ex.

SANGUE (B2, C, D, F3) (MeSH)
PREVENÇÃO E CONTROLE (C,F1, F3, G3, II)

As subdivisões de forma para os assuntos e que também aparecem como descritores
no L.C.'* são entre outras as seguintes:
Bibliografia, Congressos, Dicionários, Diretórios, Tndices,
Indices, Periódicos, Sociedades,
Estatística, História, etc.. Estes descritores que também são subdivisões de assunto dentro
de uma área especializada encontram-se no L.C.“* e no MeSH®.
Apresentamos o descritor e a sua subdivisão de assunto sempre em maíscula e a
subdivisão em minúscula separados por vírgula.
Ex. VACINAS, produção
FRUTAS TROPICAIS, indústria e comércio
Quando um livro possui dois assuntos com a mesma subdivisão é feita apenas uma
ficha de descritor para a subdivisão.
Ex. MANDIOCA,/&gt;7CÍ£&gt;sf/'/a
MANDIOCA,/&gt;7c/£ysfr/a e comérc/o (Rovira)
FRUTAS TROPICAIS, indústria e comércio
INDÚSTRIA E COMÉRCIO
3.2.1 — Termos inespecíficos
Desde que o termo para o subcabeçalho está definido, nós o adotamos para os
assuntos que necessitem de uma especificação maior. A subdivisão pode ser recuperada ou
não. Quando ela não é recuperada por não representar um descritor nós a chamamos de
termos inespecíficos e mantemos seu controle num fichário em separado. Podem ser
apresentados:
L.
simples:
preparo
^
;
controle
programa (Rovira)
compostos:
prevenção e controle (MeSH)
estrutura e função
Em qualquer destes termos faremos a pergunta.
pergunta....
... do que? Assim, caracterizamos
a forma inespecífica da subdivisão. Se a subdivisão é recuperável ela passa a ser também
um descritor dentro da técnica.
Ex. LfOUlDO
LI'QUIDO CEFALORRAQUIDIANO, proteínas (MeSH)
_ proteínas
INSETICIDAS, testes de toxidez
TESTES DE TOXIDEZ
INDÚSTRIA E COMÉRCIO, Brasil
BRASIL
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�1
INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR, diretórios
DIRETÓRIOS
3.2.2 — Legislação
Ouando o assunto é tratado na sua forma legislativa (leis, decretos, etc.) adotamos a
Quando
forma — assunto, legislação e local, se houver.
Ex. BEBIDAS, legislação. Brasil
LEGISLAÇÃO, Brasil
BRASIL
3.2.3 — História
Quando o assunto trata da evolução histórica damos o tratamento local, a não ser
que o conceito defina a parte histórica de maneira a abranger outras características do
próprio assunto.
Ex. MEDICINA, China (L.C.)
(LC.)
MEDICINA CHINESA (MeSH) (L.C.)
(LC.)
São conceitos diferentes e que podem confundir a indexadores menos avisados
quanto a escolha do descritor adequado.
3.2.4 — Termos polissêmicos:
Quando aparecem termos polissêmicos colocamos entre parenteses a área a que se
relacionam.
Ex. ATLAS (citologia) (MeSH)
ATLAS (anatomia) (MeSH)
ATLAS (geografia)
AMOSTRAGEM (estatística) (L.C.)
No caso do descritor ATLAS (citologia) ele aparece como descritor principal em
CITOLOGIA, atlas, mas como o termo épolissêmico e determ!nativo
determinativo de forma no assunto
abrangente nós também invertemos o descritor. Assim, o descritor aparece nas duas
formas e este caso é uma das exceções que foram controladas pela indexação coordenada.
No caso de ATLAS (geografia) nós damos a área pois o L.C.'* dá para esse descritor um
tratamento diferente remetendo para a região com a subdivisão mapas ou, ainda,
adjetivando o local. Ex.;
Ex.: ATLAS AUSTRALIANO, CUBANO, etc. No caso de ATLAS
(geografia) o L.C.'* dá para esse descritor um tratamento diferente:
Ex.: remete para a região e com a subdivisão de mapas ou, ainda, adjetivando o local
exemplo:
ATLAS AUSTRALIANO, CUBANO, etc.
ALEMANHA - MAPAS
Este caso define bem a estrutura da técnica, pois usando o MeSH para os descritores
da área biomédica, as subdivisões de assunto são uniformes em todas as a'reas
áreas da Instituição e recuperáveis na sua indexação.
3.2.5 — Termos compostos
Em alguns casos torna-se necessário o uso de termos compostos como descritores.
Ex.: ANALGÉSICOS E ANTIPIRÉTICOS (MeSH)
TINTAS E TINTURA (L.C.)
545

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�VERDURAS, doenças e pragas (L.C.)
DOENÇAS E PRAGAS (Agricultura) este também termo polissêmico
3.2.6 — Frase:
Adotamos também descritores com formação de frase. Na medida do possível,
procuramos restringir este tipo de descritor.
Ex.: ALCOOLISMO NA INDÚSTRIA
TOXICOLOGIA NA VETERINÁRIA
3.2.7 — Congressos, conferências, etc.
Agrupamos sob o descritor CONGRESSOS, CONFERÊNCIAS, etc. todas as
reuniões. Ele também é usado como subdivisão de assunto.
Ex.: MEDICINA VETERNIARIA,
VETERNIÄRIA, congressos, conferências, etc.. Brasil
CONGRESSOS, CONFERÊNCIAS, etc.
BRASIL
3.2.8 — Remissivas
3.2.8.1 — ver também
Quando as palavras-chave encontradas diferem pouco na sua conceituação e ao
especialista essa diferença é importante, nós adotamos a remissiva de ver também,
excepcionalmente.
Ex.: VACINAS, produção ver também VACINAS, fabricação
3.2.8.2 — ver
As remissivas de ver são usadas no catálogo.
Ex.: CAJU, compota ver
CAJU, suco
ver

COMPOTA DE CAJU
SUCO DE CAJU

4 - RESULTADOS
Foram excelentes e ficou comprovada a facilidade e rapidez com que são
recuperadas as informações dentro da técnica adotada pela Biblioteca do Instituto Adolfo
Lutz.
5 - RECOMENDAÇÃO
Que as bibliotecas biomédicas brasileiras em fase de organização ou reorganização
adotem esta técnica para a recuperação da informação e adotem o MeSH como cabeçalhos
de assuntos médicos.

ABSTRACT
information retrieval adopted by the Library of Instituto Adolfo Lutz
Technic for Information
through related indexing compraizing subject headings and uniterms.
546

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13

14

�REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS. Grupo de Bibliotecários
Biomédicos. Comissão de Cabeçalhos de Assuntos — Cabeçalhos de assuntos
médicos; tradução do Medicai Subject Headings (MeSH); coordenado por Mercedes
Delia Fuente e Maria Cecilia Fleury da Silveira.
Publicado em apenso no Noticiário GBB, São Paulo, 1(2)-3, 1970-1973.
2. ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS. Grupo de Bibliotecários
Biomédicos. Comissão de Cabeçalhos de Assuntos — índice português-inglês das
Letras A-D das tabelas (categorized lists) do Medica! Subject Headings (MeSH) da
National Library of Medicine; elaborado por Mercedes Delia
Della Fuente e Maria Cecilia
Fleury da Silveira. São Paulo, 1974.
3. COLLISON, R. L. — índices e indexação. São Paulo, Polígono, 1972. p.68-143.
4. ESTADOS UNIDOS. Library of Congress. — Subject headings. 6th. ed. Washington,
D.C., 1957.
5. ESTADOS UNIDOS. National Library of Medicine — Medical
Medica! subject headings.
Washington, D.C., 1973.
6. FOSKETT, A. C. — A abordagem temática da informação. São Paulo, Polígono, 1973.
7. LASSO DE LA VEGA JIMENEZ-PLACER,
Jl MENEZ-PLACER, J. — Manual de documentación: Ias técnicas
para investigación y redacción de los trabajos científicos y de igeneria. Barcelona,
Edit. Labor, 1969.
8. RO
ROVIRA,
VIRA, C. &amp; AGUAYO, J. — Lista de encabezamientos de materia
matéria para bibliotecas.
Washington, D.C., Union Panamericana, 1967.
•9.
9. SILVA,
SI LVA, B. — Origem e evolução dos descritores. Rio de Janeiro, Fund. GetúlioVargas,
Getúlio Vargas,
1972.

547

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gentiimente

�ANEXO 1
CATÁLOGO DO PÚBLICO
legislaçao. Brasil
BEBIDAS, legislação.
634.0981 Daemon, Dalton
D13c

Comercialização de frutas tropicais
brasileiras {por} Dalton Daemon, Luiz Guimaraes Netto (e)
{e} Othon Ferreira; visão preliminar. {Rio de
Janeiro, Fund. Getúlio
Getulio Vorgas} 1975.
142p. graf. tab.
LEGISLAÇÃO, Brasil

634.0981 Daemon, Dalton
D13c
Comercialização de frutas tropicais brasileiras {por} Dalton Daemon, Luiz Guimarães Netto {e} Othon Ferreira; visão pre1iminar.{Rio de
Janeiro, Fund. Getúlio
Getulio Vargas} 1975.
142p . graf. tab.
BRASIL
634.0981 Daemon, Dalton
D13c
Comercialização de frutas tropicais
brasileiras /por/ Dalton Daemon, Luiz Guimaraes Netto /e/ Othon Ferreira; visão pre1iminar./Rio de
Janeiro, Fund. Getúlio
Getulio Vargas/ 1975.
142p. graf. tab.
INSETICIDAS, testes de toxidez
615.9 Matsumura, Fumio
M429to
Toxicology of insecticides. New York, Plenum
press |cl975|
503p
503p.. graf. t ab.
TESTES DE TOXIDEZ
615.9 Matsumura, Fumio
M429to
Toxicology of insecticides. New York, Plenum
press lcl975|
|cl975|
503p. graf . tab.

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I Sc a n
st em
I Cereulaninito
Cie reads nKnta

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�n

líquido cefalorraquidiano,
lIquido
CEFALORRAQUIDIANO, pro
proteínas
teinas
547.75 Vermes, Lucia Mary Singer
V591p
^
Proteínas totais do líquido cefalorraqueano :
método de determinação e níveis normais: variações ligadas ao sexo, idade e local de punção.
são Paulo, 19
1975.
75.
104p.. (Sao Paulo. Universidade. Institutode
^ 104p
Instituto de
Ciências Biomédicas).
proteínas
547.75 Vermes, Lucia Mary Singer
V591p
Proteínas totais do líquido
liquido cefalorraqueano:
cefa1 orraqueano
métodos de determinação e níveis normais: variações ligadas ao sexo, idade e local de punção.
Sao Paulo, 1975.
104p. (Sao Paulo. Universidade. Instituto
I04p.
Institutode
de
Ciências Biomédicas).
Tese de mestrado.
Exemplar mimeografado.
Encadernado em espiral.
TRICURIASE, terapêutica
616.962 DAvis, A
D299
Quimioterapia de Ias helmintiasis intestinales. Ginebra, OMS, 1975.
139p.
TERAPÊUTICA
616.962 Davis, A.
D299
0299
Quimioterapia de Ias helmintiasis intestinales. Ginebra, OMS, 1975.
139p.

549

cm

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I Sc
2c a n
stem
st
em
I Cereulaninito
c:e reads nKnta

11

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�ANEX02
FICHAS UNITERMO
00

01

02

04

03

05

06
10076

07

08

09

08

09

LEGISLAÇÃO, Brasil
00

01
99011
990
6171
5041

02
7712
4092
6172

03
6173

04
6174
7714
8834

05
06
0077
6665 6696 4797
479 7
4255 10076 3027
2285
1019 7
7715
F-2505

BRASIL
00
01
F-2401 9901
9990 5041
6171

02
03
04
05
06
07
8982
8983 8934 9405 8086 9047
9742
9 743
74 3 6844 9015 7616 2737
2 737
7712
6173 9584 6665 F-2416 4797
F-2 4 42 6503 F-22
F-2274
74 4255 6696 9887
1 382
7714 7715 10056 3027
6172
6174 2285 10076 9641
4092
8834 lF-2505
F-2505 ^-2496
F-2 49 6 10097
100 9 7
8072
8455 8456 F-3
F-327
27
10245 10197

08
09
9728 F-2439
F-2388
9208
F-2478
10098
5658
1 0268
10268

INSETICIEAS, testes de toxidez
00

01

02

04

03

05

06

07
10157

08

09

06
07
10136 10157

08

09

TESTES DE TOXIDEZ
00
9 870
9870

01

02

03

04

05

550

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stem
st
em
I Crereaclaraenta
Cereulaninito

' 11

12

13

14

�LIQUIDO CEFALORRAQUIDIANO, proteínas
LÍQUIDO
00

01

02

03

04

05

07

06

08

09
10109

PROTEINAS
proteínas
00

01

02

03

04

05

07

08

09

6427
.69 2 7

10188

F-2409
10109

06

07

08

09

06

07

08

09 ~

8977

18

10019
10059

08

09

08

09

06

8083 8924 10075
10033 F-2524F-2525

9850

10204

TRICURÍASE,
TRICURIASE, terapêutica
00

01

02

03

04

05
1019 5
10195

TERAPÊUTICA
00

01

02

03

04

05

705 6476
10195 8956

9 792
9792

VERDURAS, doenças e pragas
verduras,
00

01

02

03

04

05

06

07

9996

DOENÇAS E PRAGAS (Agricultura)
00

01

02

03

04

05

06

07

10179

F- 2506 9726
F-2506
9996

551

cm

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Sc
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Cereulaninito
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�</text>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
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              <elementText elementTextId="13762">
                <text>CBBD - Edição: 09 - Ano: 1977 (Porto Alegre/RS)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>Inclui também os anais da V Jornada Sul-Rio-Grandense de&#13;
Biblioteconomia e Documentação</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Evento</text>
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              <text>Técnica adotada pela Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz para a recuperação da informação através de uma indexação coordenada abrangendo os cabeçalhos de assuntos e unitermos.</text>
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