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MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE TESES - UFMG ANGELA LAGE RIBEIRO
Bibliotecária do Centro de Computação —
UFMG
Prof.® da Escola de Biblioteconomia —
UFMG
MAGDA DE OLIVEIRA GUIMARÃES
MAGOA
Bibliotecária da Fundação João Pinheiro
OTILIA BORJA PEREIRA E FERREIRA
VÂNIA MARIA CORRÊA
Bibliotecárias do Instituto de Ciências
Biológicas — UFMG
Revisão da Prof.® Jandira Batista de
Assunção

RESUMO
Recomendações para apresentação de teses e dissertações de mestrado
na Universidade Federal de Minas Gerais, incluindo técnicas de pesquisa
bibliográfica e instruções para impressão e revisão tipográfica.

APRESENTAÇÃO
A diversidade na apresentação de teses defendidas nos cursos de pós-graduação, a
constante solicitação de orientação para a elaboração das mesmas e à existência de
numerosos cursos de "Normalização Bibliográfica" oferecidos em nível de graduação e de
pós-graduação levaram Bibliotecários e Professores a sugerir à Pró-Reitoria de
Pós-Graduação o estabelecimento de normas para a apresentação de teses e dissertações de
mestrado na UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINÁS
MINAS GERAIS.
Durante a "1.® Semana de Estudos sobre a Biblioteca Universitária — UFMG" abril,
1975, constatou-se que várias experiências isoladas estavam sendo realizadas nas
Bibliotecas da UFMG numa tentativa de solucionar os problemas surgidos. Decidiu-se pela
elaboração conjunta, através da equipe formada pelas bibliotecárias do CECOM, ICEx,
ICB, de um guia simples e prático com a finalidade de orientar professores e alunos na
preparação de seus trabalhos.
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�A Professora Jandira Batista Assunção, da Escola de Biblioteconomia encarregou-se
da revisão do presente guia, tornando-o mais uniforme e coerente quanto aos objetivos a
que se propõe. Professores e Bibliotecários de diferentes áreas foram solicitados a
colaborar na elaboração final do trabalho. Tudo isto o identifica como resultado do
pensamento da Universidade e não de grupos ou cursos específicos.
ISIS PAIM
1 - INTRODUÇÃO
A pós-graduação na Universidade Federal de Minas Gerais compreende níveis
hierarquizados de formação, a saber:
— Aperfeiçoamento
— Especialização
— Mestrado
— Doutorado
Para obtenção do grau-de
grau de mestre ou doutor, os candidatos devem obter em
disciplinas de pós-graduação, os créditos exigidos no regulamento do curso, e ser
submetidos à defesa de tese ou dissertação.
Considerando-se a variedade da terminologia, serão adotados os seguintes conceitos
quanto à classificação dos trabalhos científicos na UFMG:
^G
Tese — Resultado de uma investigação científica que contribui para ampliar
sensivelmente o conhecimento ou a compreensão de um problema. Supõe-se contribuição
relevante e original para a ciência.
Dissertação — Estudo de um assunto p.
p Gicular
'ticular onde se analisam e discutem idéias
ou fatos de importância para a área. 0
O autor di
d. :• demonstrar domínio do tema escolhido,
capacidade de sistematização e de recriação.
~
Monografia — Em sentido amplo, significa qualquer trabalho ou estudo, de primeira
mão, que aborda um tema bem delimitado. Pode-se, entretanto, distinguir o uso
acadêmico do termo e seu emprego científico. A diferença resulta na qualidade da tarefa,
isto é, no nível da pesquisa e na finalidade de sua elaboração. Podem ser trabalhos de
iniciação científica, teses de doutoramento, ou dissertações de mestrado.
As teses devem ser elaboradas segundo projeto registrado na Secretaria do curso
correspondente, depois de aprovado pelo professor orientador e homologado pelo
colegiado do mesmo curso.
O projeto deve conter;
0
— título, mesmo que provisório;
— justificativa do trabalho;
— bibliografia básica;
— material e métodos previstos;
— estimativa das despesas;
— assinatura do autor e do professor orientador.
No caso de projeto de tese (doutoramento) deverá o mesmo ser registrado também
na Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Universidade Federal de Minas Gerais.
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�Os trabalhos poderão ser apresentados impressos, datilografados ou reproduzidos
por outros meios modernos de duplicação de documentos.
Deverão ser entregues, na Secretaria do Curso; 10 (dez) exemplares da tese,
devidamente autorizados pelo orientador e acompanhados de um requerimento do
coordenador do curso, solicitando providências para a defesa.
2 - ESCOLHA DO TEMA
O primeiro passo para a realização de um trabalho científico é a escolha do tema ou
assunto.
Raramente isto é tarefa individual. O professor, ou o estudante da pós-graduação,
está sempre em contato com os especialistas no assunto e juntos eles levantam problemas
e questões a serem elucidados ou que necessitem de investigação para confirmar hipóteses
ou dar continuidade a estudos anteriormente iniciados e não concluídos.
Ao se decidir por um tema de tese, o campo principal de interesse do pesquisador
deve ser o ponto mais importante a ser considerado, além de se analisar sua capacidade
profissional e pessoal para explorar ao máximo o assunto, a fim de obter os resultados
desejados. É de se supor que o interesse vá aumentando no decorrer da pesquisa, à medida
que se forem conhecendo outras facetas do assunto, mas é importantíssimo que o
interesse pelo tema exista desde o início.
Deve ser definido ou formulado o problema central, e enunciados claramente os
objetivos do trabalho, embora, muitas vezes, estes fiquem sujeitos a serem reformulados,
se no decorrer da pesquisa isto se fizer necessário. As limitações impostas ao trabalho
precisam ser igualmente conhecidas, a fim de o pesquisador não se perder em superficialidades e conceitos já consagrados.
3 - PESQUISA BIBLIOGRÁFICA
"... unas horas más en Ia biblioteca equivalen a muchas horas menos en los
"...unas
laboratorios y evitan sorpresas desagradables como Ia que significaria redescubrir el
Pacífico" (Lasso de Ia Vega, 1958).
O objetivo principal da pesquisa bibliográfica é o domínio da bibliografia
especializada, através do conhecimento exaustivo do que já foi publicado sobre o assunto.

A UNESCO^ dá as seguintes definições para trabalhos cientfficos:
^) Memória científica
cientifica originai — aquela que contribui para ampliar sensivelmente o conhecimento ou a compreensão
compreensáo de um problema e está de tal maneira redigida que um pesquisador qualificado poderá, a partir das indicações fornecidas, reproduzir a experiência e
obter os resultados descritos, repetir as observações, os cálculos ou as deduções técnicas do
autor e julgar suas conclusões.
2) Pubiicação
Publicação provisória ou nota preiiminar
preliminar — aquela que contém uma ou várias informações
cientfficas novas, sem contudo oferecer detalhes suficientes para permitir a verificação dessas
científicas
informações;
3) Revisão de conjunto ou atuaiização
atualização — estudo de um assunto particular onde se reunem,
analisam e discutem informações já publicadas. O alcance de estudo depende da publicação a
que está destinado. O autor não deve esquecer nenhum dos trabalhos antériorès
anteriores que fizeram
evoluir o assunto ou que o fariam evoluir se tivessem sido levados ém
em consideração. ; ■{
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�3.1 — Fase Preparatória
Prímeiramente, é preciso definir bem o tema central da pesquisa, estabelecendo os
Primeiramente,
objetivos e os parâmetros do trabalho, conforme recomendado no capítulo anterior. Em
seguida é necessário identificar as palavras-chave ou cabeçalhos de assunto que o
representem. Para isto pode-se recorrer a dicionários especializados, manuais e/ou
especialistas no assunto.
Como a maioria das fontes a serem utilizadas é de origem estrangeira, será
necessário estabelecer a correspondência exata dos termos (palavras-chave) em outras
línguas, o que precisa ser feito com bastante atenção em virtude dos perigos das traduções
técnicas imprecisas, tão conhecidas no nosso meio.
Deve-se delimitar o período (anos) que a pesquisa vai abranger, segundo as
características evolutivas do assunto.
E antes de iniciar a pesquisa propriamente dita, deve-se proceder ao levantamento e
à seleção das principais fontes bibliográficas a serem utilizadas, assim como examinar a
sua estrutura e as instruções para seu manuseio e uso.
Há vários tipos de fontes bibliográficas, sendo mais comuns as seguintes:
Bibliografia sinalética — só traz a referência bibliográfica*
Exs.: Index Medicus, Chemical Titles,
Tities, etc.
Bibliografia analítica — além da referência bibliográfica traz um resumo do artigo.
Exs.: Chemical Abstracts, Biological Abstracts, Computer Abstracts etc.
Revisões — publicações dedicadas à reunião e à análise crítica (avaliação) da
literatura de assuntos específicos, em períodos determinados. Em geral apresentam uma
bibliografia exaustiva dos trabalhos publicados no período analisado. Exs.: Anual Review
of Information Science and Technology; Review of Educational Research.

3.2 — Pesquisa Propriamente Dita e Controle
Uma vez identificadas e selecionadas as fontes de informação, dá-se início à
pesquisa propriamente dita, ou seja, à consulta às obras selecionadas para o levantamento
das referências bibliográficas. Recomenda-se que seja feito um controle para cada fonte a
fim de não se repetir, nem omitir a consulta de um mesmo fascículo. A pesquisa deve ser
feita retrospectivamente, do ano corrente para trás, dentro das datas pré-estabelecidas.

* Referência bibliográfica
Conjunto de informações que identificam determinado trabalho;
trabalho: autor, tftulo,
título, local, publicador
(ou nome do periódico) volume, número (ou fascículo)
fascfculo) páginas e datas (. ..).
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�Ex.:
Biological Abstracts: 1970-1976
Termos-Chaves:
Ano
1976

Vol.

Fase.
Ease, ou n.°

N.° das Referências

51

1
2
3 etc.

342, 487, 759
857, 930, 1055
1093, 1309, 1507

50

1
2
3 etc.

105, 117, 189
203,209,218
203,
209,218
277, 293, 301

As referências de interesse deverão ser transcritas em fichas e serem colocadas na
ordem que se desejar;
desejar: alfabética, cronológica, classificada etc., permitindo-se a inserção de
novas fichas sem que se prejudique a ordem estabelecida.
As fichas mais utilizadas nas bibliotecas têm as seguintes dimensões:
— tipo grande: 12,5 x 20cm
— tipo médio: 10x15cm
— tipo pequeno: 7,5 x 12,5cm
Os seguintes dados devem constar de cada ficha:
— cabeçalho de assunto — palavra ou frase usada para exprimir o assunto do artigo.
— referência bibliográfica — dados que identificam o trabalho: autor, título,
periódico, volume, número, páginas,
pláginas, data.
— resumo — citações, comentários ou o resumo do trabalho, caso seja de interesse
do pesquisador.
— fonte consultada — título, volume, número do fascículo, n.° da referência ou
página, data.
Ex.:
Calicreína urinária;
urinária: especificidade
DINIZ, C.R.; PEREIRA, A.A.; BARROSO, J.; MARESGUIA, H. On the specificity
of urinary kailibreins.
kallibreins. Biochem. Biophys. Res. Comm.,
Co/n/n., 2/(2):448-51, 1965.

Resumo:

66(7):4251b, 1966
Fonte: Chem. Abst. ó6(7):4251b,
3 90

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�3.3 — Localização de documentos
A Biblioteca Universitária, através do Serviço Central de Informações Bibliográficas
(SCIB), está preparada para informar onde se localizam publicações na UFMG e em Belo
Horizonte, por meio de seus catálogos coletivos de livros e periódicos. Caso algum
documento não seja encontrado em Belo Horizonte, poderá ainda o SCIB tentar
localizá-lo no País, por meio do Instituto de Informação Científica e Tecnológica (IBICT)
ex-IBBD, adquiri-lo de Centros de Documentação especializados, nacionais e estrangeiros.
O importante é saber que existe grande número de serviços especializados que
0
fornecem artigos científicos e que os bibliotecários estão preparados para obter estes
trabalhos ou orientar os usuários.

4 - ESTRUTURA DA TESE
Uma tese é, em geral, formada de três grandes divisões:
— Informações preliminares
— Texto propriamente dito
— Informações complementares
Na primeira é terceira partes as informações podem ser de caráter essencial ou
suplementar, ficando estas últimas a critério do autor. O
0 esquema abaixo dá uma visão
global dos tipos de informações que devem constar de uma tese, seguidos de explicações
detalhadas, para esclarecimento e normalização das mesmas.
A identificação das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT
será citada entre parênteses, para as partes que já se encontram padronizadas.

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�TESE
CAPA
Pró-Reitoria
Universidade e Pró-Reitorla
Autor
Títuio
Título
FOLHA DE GUARDA
FOLHA DE ROSTO
Autor
Título
Nota da tese
Local, data
N.° de classificação
Verso da folha de rosto: ficha catalográfica
FOLHAS SUPLEMENTARES
Dedicatória
Agradecimento
Epígrafe
Banca Examinadora
SINOPSE ou RESUMO
APRESENTAÇÃO ou PREFÁCIO
SUMÁRIO
LISTAS
de ilustrações
de tabelas, quadros ou mapas
de abreviaturas
INTRODUÇÃO
REVISÃO DA LITERATURA
MATERIAL e MÉTODOS
RESULTADOS
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS; COMPARAÇÕES; AVALIAÇÕES
CONCLUSÃO
ANEXOS ou APÊNDICES
GLOSSÁRIO
BIBLIOGRAFIA ou REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
índice ALFABÉTICO
ÍNDICE
alfabético
de assunto
de autores
outros

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�4.1 — Informações Preliminares
4.1.1 - Capa (P-NB-217)
Em geral a capa fica a critério e a gosto do autor (ou do editor,
editçr, quando publicada
por uma gráfica comercial), devendo apenas constar da lombada o título da obra impressa
de cima para baixo.
Na UFMG, as capas de tese ou dissertação serão padronizadas e fornecidas pela
Pró-Reitoria de Pós-Graduação. Constarão das mesmas os dados abaixo, na seguinte
ordem:
Universidade Federal de Minas Gerais
Pró-Reitoria de Pós-Graduação
Prõ-Reitoria
Nome do autor
Título do trabalho
As duas primeiras informações serão impressas, ficando a cargo do autor a
datilografia de seu nome e do título do trabalho, nos espaços reservados para este fim.
Título
Deve ser simples, preciso e sucinto, evitando palavras supérfluas e identificando o
conteúdo do trabalho. Quando necessário, desdobrá-lo em subtítulo.
n
4.1.2 — Folha de guarda (folha em branco)
Esta folha é colocada mais em função da encadernação e da estética. Aparece entre
a capa e a folha de rosto.
I ''
4.1.3 — Folha de rosto
É aquela que contém todas as informações que identificam um -trabalho
trabalho
bibliográfico. Seguem-se os dados essenciais para identificar uma tese e como
apresentá-los:
a) Autor
0 nome do autor deve aparecer no alto da folha de rosto, observando-se uma
O
margem superior de 4cm. Deve ser escrito em tipos pequenos e centralizados em relação
às margens laterais. O autor pode optar por colocar seus títulos acadêmicos, logo abaixo
do seu nome.
b) Título e subtítulo
A distribuição do título e do subtítulo, se houver, fica a cargo do datilógrafo, mas
deve ser usado um tipo maior do que aquele que foi usado para o nome do autor.
c) Nota da tese
Consiste na explicitação de que se trata de um trabalho de tese ou dissertação, na
especificação da Unidade à qual o mesmo foi apresentado e do grau (Mestre ou Doutor) e
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�especialidade à obtenção do qual é destinado. Esta nota deve aparecer um pouco abaixo
do título, iniciando-se no meio da página, conforme o exemplo abaixo:
Tese apresentada ao Instituto de Ciências Exatas da Universidade Federal de Minas
,, Gerais, como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre em Química.
d) Notas tipográficas
Entende-se por notas tipográficas os seguintes dados: local, entidade responsável
pela
inferior da folha de rosto,
^là publicação ,ee data. Devem ser centralizados na parte
parte'’inferior^da
aparecendo um elemento em cada linha, na ordem que foram citados, devendo-se observar
uma margem inferior a 4cm. Nas teses, cuja responsabilidade de impressão é do próprio
autor, devem constar apenas o local e a data da publicação."
publicação.
Ex.:

Belo Horizonte
Belò
1976
e) Classificação

Ao alto da folha de rosto, à direita, é necessário que conste o número de
classificação do assunto da tese. A classificação deverá ser feita, com o auxílio do
bibliotecário, segundo o sistema CDU (Classificação Decimal Universal).
f) -Verso
Verso da folha de rosto

i '

Será também da responsabilidade do bibliotecário a confecção da ficha catalográfica
que deverá ser localizada no verso da folha de rosto. Adotar-se-á a catalogação
simplificada.
r'"

'
4.1.4 — Folhas suplementares

-

Excetuando-se a folha onde constam os nomes da banca examinadora, as folhas
suplementares são de caráter optativo. Apresentam homenagens, agradecimentos ou frases
que exprimem os sentimentos do autor, em relação a seus parentes, mestres
rhestres e amigos. As
folhas suplementares devem obedecer à seguinte ordem: t
j
1. Folha de dedicatória — Homenagem - do autor a seus mestres, familiares ou
amigos. Recomenda-se que os dizeres sejam breves e sóbrios.
2. Folha
Foiha de agradecimento — Reconhecimento do autor àquelas pçssoas
pessoas ou
instituições que colaboraram direta ou indiretamente para a realização do seu
trabalho.
o .
d3.
3. Foiha
Folha de epígrafe —
—Sentença
Sentença ou divisa, de composição poética ou filosófica que
expresse o pensamento do autor, seus objetivos ou os ideais que o animaram em
seu trabalho.
'

4. Foiha
Folha de aprovação — Nesta página, a única obrigatória,'devem constar: data de
aprovação, nomes completos e as assinaturas da banca examinadora e do
orientador da tese. (Anexo 7.2). P '
4.1.5 — Sinopse ou resumo (PNB-88)

Cr

Recapitulação sucinta dos pontos de maior importância contidos no trabalho.
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^

�o resumo deve dar uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões da tese, e
mencionar toda informação nova que nela figurar.
Não deve conter dados e informações de interesse secundário, nem frases ou
palavras introdutórias.
É conveniente fornecer resultados numéricos precisos e não apenas indicar o que se
mediu.
Em se tratando de trabalho de experimentação, deve-se precisar o método
empregado e o grau de exatidão dos resultados obtidos.
Considerando que o resumo tem por objetivo indicar os pontos principais do
construído com frases objetivas, dentro das
trabalho, ele precisa ser conciso, coerente, construfdo
condições acima propostas, num total de trezentas palavras no máximo.
4.1.6 — Apresentação ou prefácio
As fronteiras que separam o prefácio da apresentação não são nítidas nem fixas. Em
trabalhos menores, o prefácio é, de resto, dispensável. Ambos, em geral, mostram as
razões que levaram o autor a escrever aquele trabalho, sua importância para a área,
alcance, limitações e seu relacionamento com outros estudos dentro do mesmo tema. É o
lugar para esclarecimentos e justificativas que precedem o texto.
Nos trabalhos onde não há folha especial para agradecimentos, estes poderão ser
colocados nesta parte do trabalho em parágrafo próprio, caso seja do interesse do autor.
4.1.7-Sumário (NB-85)
0 sumário aparecerá imediatamente após o resumo. Trata-se da enumeração das
O
principais partes do trabalho, na mesma ordem e grafia em que elas se sucedem no texto.
É confundido com o "índice" ou "conteúdo" (em inglês "Contents" — em francês "Table
des matières"). Pelas normas brasileiras é denominado "sumário" e assim deverá ser
identificado nos trabalhos da UFMG.
Cada item apresentado no sumário deverá remeter à página em que aparece no
texto, para facilitar o manuseio da obra.
4.1.8 — Lista de ilustrações, tabelas e gráficos
As ilustrações, em sentido genérico, poderão compreender figuras, tabelas e
gráficos.
Aquelas que forem relevantes para a compreensão do texto devem ser colocadas,
quando possível, junto ao mesmo. Caso contrário, podem ser reunidas no final do
trabalho, fazendo-se referência a elas no decorrer do texto.
A Fundação IBGE, a ABNT e o Instituto Nacional de Pesos e Medidas
estabeleceram normas e recomendações para a apresentação tabular, cujas referências
serão encontradas no fim deste trabalho. (Fundação IBGE, 1971).
O autor deve fazer listas das ilustrações, tabelas ou gráficos, quando muito
numerosas, e colocá-las em folhas a parte, na ordem acima citada, logo após o sumário.
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�4.1.9 — Abreviaturas
Do mesmo modo, todas as abreviaturas usadas na tese devem ter listadas em ordem
alfabética, acompanhadas do seu significado. A lista de abreviaturas aparecerá logo após a
lista das tabelas.
liste
4.2 — Texto
O desenvolvimento do texto ou seja, a descrição da pesquisa propriamente dita, é
trabalho que dificilmente pode ser normalizado. Aqui prevalecem a lógica, o método
científico e o bom senso do autor, que procurará atingir o objetivo da apresentação da
tese, ou seja, a compreensão adequada da pesquisa de seus resultados e do crédito que ela
possa merecer.
A abordagem e a seqüência adotadas dependerão inteiramente da natureza do
assunto. Contudo, em se tratando de pesquisas empíricas, existem certas convenções cuja
seqüência habitual vale a pena recordar, à guisa de orientação:
4.2.1 — Introdução
A introdução poderia corresponder a uma apresentação do trabalho, onde o autor
dá as razões do estudo realizado, justificativas e limitações da pesquisa. Na UFMG,
entretanto, estas informações deverão ser abordadas na Apresentação ou no Prefácio,
como foi visto anteriormente.
A Introdução, quando presente, fará parte integrante do texto. Não deverá trazer
comentários pessoais nem discussões atinentes à relevância ou limitações do tema. Terá,
antes de tudo, uma função didática. O leitor deverá ser colocado a par do espírito da
pesquisa, tendo uma visão clara e global dos caminhos que foram trilhados e, de certa
forma, prevendo os resultados. Numa tese não há lugar para surpresas, as informações
essenciais não precisam ser reveladas no último momento. Não caberá, certamente, na
introdução, listar os resultados e comentar as conclusões. A preocupação será construir na
mente do leitor um arcabouço geral a partir do qual ele tenha perspectiva para entender o
que foi feito. Assim, o problema central pesquisado deverá ser situado em relação ao
desenvolvimento científico (ou técnico) do momento, em vista dos estudos ora realizados.
4.2.2 — Revisão da literatura
Durante o período de investigação, o autor terá realizado, em maior ou menor
escala, um trabalho de pesquisa bibliográfica e de leituras técnicas. Obviamente haverá
certa relação entre a natureza do tema e o dimensionamento da revisão literária. Assuntos
novos e menos conhecidos exigem atenção especial, portanto investigação em maior
profundidade e extensão. De qualquer modo, será necessário mencionar trabalhos
essenciais, fazer citações ou referências a estudos anteriores que demonstrem estar o autor
devidamente informado a respeito da área sobre a qual escreve. E se for tomado algum
caminho mais tortuoso ou menos conhecido, isto não se deverá ao desconhecimento do
que já foi publicado sobre o assunto. Em geral as publicações são analisadas em ordem
cronológica. Quando a revisão da literatura for breve e sem muita relevância, poderá ser
incluída na introdução.
Introdução.
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I Sc a n
^kSystem
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�Os autores citados, quer o sejam nesta parte ou em outra qualquer do texto,
te^to,
"Referências Bibliográficas" apresentadas no final
precisam, obrigatoriamente, figurar nas “Referências
do trabalho. No capítulo 5, ver-se-á a forma pela qual isto deve ser feito.
4.2.3 — Metodologia — material e método
A descrição da pesquisa é, em geral, precedida por uma apresentação formal dos
métodos de análise, material empregado, equipamento ou seus correspondentes. A
descrição pode ser breve, porém deve ser suficiente para possibilitar,
possibilitar a repetição da
investigação. Segue-se a fundamentação lógica da pesquisa, onde se demonstra, explica e
argumenta acerca do problema proposto.
4.2.4 — Resultados
Deverão ser expostos detalhadamente os resultados aos quais a investigação
conduziu, acompanhados eventualmente de quadros ou gráficos simples. Evitar discussão
ou interpretação pessoal, bem como referências a resultados obtidos por outros autores, o
que já deverá ter sido feito anteriormente.
Os dados numéricos devem ser submetidos à linguagem estatística, sempre que
conveniente.
4.2.5 — Discussão ou comentários
Uma vez conhecidos os resultados, far-se-á um confronto entre estes e os
conhecimentos anteriores. O autor tentará explicar o significado dos fatos, as relações de
causa e efeito entre os fenômenos investigados e suas repercussões, evitando contudo
generalizações e cotejo entre dados heterogênios, ou seja, que não tenham sido colhidos
dentro da mesma orientação metodológica. Dar-se-á ênfase aos pontos-chave, ressaltando
os aspectos que possam confirmar ou modificar, de maneira significativa, qualquer
hipótese, teoria, doutrina ou conceito já formulado ou estabelecido.
4.2.6 — Conclusões
Esta parte consistirá de uma síntese correlacionando os resultados obtidos,
realçando a sua contribuição à disciplina. É esta, com certeza,'
certeza, uma das partes mais
importantes do trabalho. Uma excelente investigação pode cair por terra, se o autor não
souber interpretar devidamente tudo o que pesquisou. Deverá concluir lógica, legítima e
imparcialmente, a partir dos resultados obtidos ou deduzidos da pesquisa realizada.
Exige-se, pois, além de profundo domínio do tema e da bibliografia, muito bom senso,
equilíbrio, sagacidade e espírito crítico.
Um trabalho científico é um passo em uma seqüência de investigações e jamais faz
sentido como uma tentativa isolada. Tenta-se mostrar na Introdução as conexões entre o
estoque de conhecimentos prévios e a contribuição pretendida pelo autor. Na Conclusão
cabe um outro elo;
elo: a conexão do trabalho com a evolução da disciplina, vista como um
todo — o nexo entre o que foi feito e o que poderá ser feito no futuro. Uma pesquisa
abrirá novas perspectivas, surgirá áreas em que o conhecimento é precário e poderá abalar
convicções antigas; tais implicações precisam ser exploradas no capítulo das conclusões.
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por:

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�4.3 — Informações Suplementares
São partes complementares que integram a tese, com a finalidade de enriquecê-la e
facilitar o seu manuseio.
4.3.1 — Anexos ou apêndices
Tratam-se de documentos, tabelas, dados, ou informações que são úteis,
esclarecedores, cuja inclusão, no corpo do trabalho não é essencial para a compreensão do
mesmo. Devem aparecer como anexos, logo após o texto, evitando interromper a
seqüência lógica da exposição.
4.3.2 —
- Referência bibliográfica ou bibliografia (P-NB-66/70)
No final do trabalho, devem ser enumerados, segundo as normas da ABNT
(P-NB-66/70) todas as obras bibliográficas consultadas e consideradas relevantes para a
execução da pesquisa. Deverão ser evitadas citações bibliográficas em notas de rodapé,
que se tornam numerosas, dificultando a análise qualitativa da bibliografia consultada e a
impressão do trabalho. As referências bibliográficas serão apresentadas em ordem
alfabética.
Indices alfabéticos
4.3.3 — índices
Consistem numa listagem minuciosa de assuntos, autores, instituições ou outros
dados ordenados alfabeticamente, remetendo à página onde aquela informação aparece no
texto. O
0 objetivo do índice é fazer com que uma informação específica, um detalhe seja
localizado rapidamente no trabalho. O índice só deverá ser feito quando o trabalho é
muito volumoso e complexo. Muitas vezes o sumário apresentado no início da tese,
substitui o índice.
5 - APRESENTAÇÃO GRÁFICA
Adotar o formato A-4 (padrão internacional) recomendado pela PNB-311/75, de
dimensões 210mm x 297mm.
Quando a largura e a altura do formato padrão forem insuficientes para
apresentação de mapas, destacá-los do texto, convenientemente dobrados no formato
A-4, padronizado pela NB-8, acondicionados em envelopes adequados e colados no
contradorso da encadernação.
cbntradorso
Recomenda-se usar papel de 24kg/resma, branco. Na reprodução, o tipo de papel
deve ser adequado ao sistema empregado, utilizando-se apenas uma face da folha.
Deverão ser feitos no mínimo 10 (dez) exemplares de cada trabalho.
Datilografar o texto em espaço 2 (dois) e as notas, legendas e citações originais em
espaço 1 (um).
As margens a serem deixadas para a matéria a ser exposta devem atender às
seguintes especificações:
1

Superior
Inferior

: 35mm
40mm
398
Digitalizado
gentilmente por:

�Esquerda
Direita

: 30mm
25mm

Paginação
Pagi
nação
As páginas preliminares deverão ser numeradas em algarismos romanos (I, II, III, IV,
V, etc.) na parte inferior da página, centralizadas em relação às margens laterais. A
numeração deverá começar na primeira folha suplementar com ii, pois a folha de rosto é
considerada a página i, mas não deve ser numerada.
Na introdução começa a numeração das páginas da tese em algarismos arábicos. A
página 1 (um) deverá ser numerada na parte inferior da página, centralizada com relação
às margens laterais. As demais páginas serão numeradas ao alto, à direita, só voltando a ser
as
numeradas embaixo quando começar novo capítulo.
A posição horizontal de um gráfico ou tabela não deve alterar a posição da
numeração de páginas.
5.1 — Citações Bibliográficas
As citações mencionadas, chamando a atenção para a bibliografia de onde foram
retiradas, devem indicar o sobrenome do autor e a data de publicação dq trabalho, entre
parênteses. Ex.: (GEISSMAN, 1974).
Quando houver mais de um autor, mencionar apenas o autor citado em primeiro
lugar, seguido de "et alii." (= e outros). Havendo apenas dois autores, mencionar sempre
os dois. Ex.: (KNEESE &amp; SCHULTZE, 1975) (PECHMAN, et alii, 1958).
Usar as seguintes expressões para citações da mesma página ou páginas opostas;
opostas:
ibid
id
inf.
loc. cit
passim
seq.
supra

—
—
—
—
—
—
—

(= na mesma obra)
(= do mesmo autor)
(= abaixo)
(= no lugar citado)
{=
(=aquieali)
(= seguinte ou que se segue)
(= acima)

No caso de citação de documento não consultado pelo autor, esta deve ser seguida
da expressão "apud"
apud (= citado por), mais a referência bibliográfica do documento
consultado. Ex.: These proposals would have reduced the taxes of persons over 65 years
of age by more than $300 million annually (HEARINGS Social security system,
system. pt. s,
p.198 "Apud" PECHMAN, et alii, 1968).
Para diferenciar artigos diferentes de mesma autoria e data, usar letras
acompanhando a data para citação e referências bibliográficas. Ex.: (GEISSMAN, 1974g).
A transcrição de frases ou parágrafos deve corresponder exatamente ao texto
original, em redação, ortografia e pontuação, aparecendo entre aspas e datilografadas (ou
impressas) em espaço 1 (um).
Quando se desejar eliminar ou omitir palavras ou frases, deve-se inserir reticências
entre colchetes [.[...]
..] onde for feita a elipse. Às vezes torna-se necessário inserir palavras
399
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¥

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�de explicação ou esclarecimento. Tais explicações deverão, necessariamente, vir entre
colchetes [ ].
Quando o autor sublinhar algum trecho, por sua iniciativa, o leitor deverá ser
informado de que o grifo é dele e não da citação original. Usa-se para isto uma nota de
rodapé, ou a expressão [grifo nosso], sempre entre colchetes.
Para mostrar algum erro lógico ou de ortografia, constatado no texto original, a
expressão (s/c) deverá ser adicionada logo após o erro, entre parênteses.
5.2 — Ilustrações, Tabelas e Gráficos
As ilustrações que forem relevantes ao texto, isto é, indispensáveis para a
compreensão do mesmo, devem ser colocadas imediatamente após a referência a elas.
Caso contrário podem ser colocados no final do trabalho, como anexos.
Dentro de cada categoria, deverão elas ser numeradas seqüencialmente durante todo
o texto:
texto; (Tab. I) (Fig. 1). Cada ilustração deve ter um título e conter a fonte de onde foi
extraída.
As referências às ilustrações no texto deverão ser mencionadas entre parênteses,
indicando a categoria e o número da ilustração. Ex.: (Tab. V).
Os anexos devem ser citados do mesmo modo. Ex.: (Anexo 3).
Tabelas
As tabelas devem bastar para a sua própria compreensão, sem que haja necessidade
de ver o texto para interpretá-las. Na preparação das tabelas, os seguintes cuidados são
aconselháveis:
1) O título deve ser o mais completo possível, dando indicações claras e precisas a
respeito do conteúdo.
2) Sempre que pertinente, a tabela deve conter a data e a fonte dos dados
utilizados, mencionados no fim da Tabela seguindo a palavra "Fonte".
3) Explicações complementares deverão ser colocadas em notas de rodapé que
virão no fim da tabela, e não no fim da página.
4) As tabelas deverão ser inseridas logo após o final do parágrafo em que são, pela
primeira vez, mencionadas no texto.
5) As tabelas e o cabeçalho devem ser delimitados por traços horizontais no início e
no fim.
Gráficos
O que se disse a respeito das tabelas e ilustrações é também válido para os gráficos.
Convêm
Convém enfatizar a necessidade de títulos completos e, quando for o caso, data e
especificação do que está sendo medido nos eixos e em que unidades.
Ao se prepararem gráficos para reprodução em apenas uma cor, é preciso ter em
mente que o quadriculado do papel em que são desenhados prejudica seu aspecto visual,
quando duplicados. Atentar, portanto, na confecção dos originais, papel e tinta, visando
reproduções de melhor qualidade e, quando necessário, fotograficamente reduzíveis.
400
4(X)
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�■1 í

5.3 — Numeração Progressiva (NB-69)

É muito importante a disposição da matéria no trabalho científico. Uma
distribuição lógica, harmoniosa e clara, mostrando as partes principais e suas subdivisões,
torna o texto atraente, facilitando a leitura e a compreensão do mesmo.
'
A fim de que se possa perceber globalmente a estrutura do trabalho, recomenda-se
organizá-lo sistematicamente segundo o processo de Numeração Progressiva (NB-69),
onde cada capítulo ou parte — seções primárias — é subdividida em seções secundárias,
terciárias etc. Deste modo as seções principais (capítulos) serão numeradas com um só
dígito: 1, 2, 3, 4, etc., as secundárias (divisões) com dois dígitos: 1.1; 1.2; 1.3; etc. as
terciárias (seções) com três dígitos: 1.1.1; 1.2.1; 1.3.1; e assim por diante:
^
Ex.: 3.
3.1
3.1.1
3.1.2

Capítulo ou parte
Divisão
Seção
Seção

5.4 — Revisão Tipográfica (NB-73)
As minutas ou versões preliminares de um trabalho deverão ser datilografadas com
bastante espaço entre as linhas e com margens amplas para que possam permitir correções
sem dificuldades.
O processo de revisão envolve modificar, adicionar e subtrair palavras ou frases. As
0
convenções mais usadas nas revisões são as seguintes:
a) Substituir letras
— Use barras diferentes para marcar letra;í
letra/ e sinais
siria/s trocados, inadequados ou / S /"i
/~i
imperfeitos, quando forem muitos em uma mesma linha.
b) Incluir letras e sinais
ou ,as letra
— Marque os espaços / ou^
omitidos.
f

'
vizijifãs
vizi|i(ãs para acrescentar os caracteres

c) Suprimir letras e sinais
— Para suprimir, / coloque? o sintfãl
sinçíãl deleatur junto à barra correspondente.

/
/:.
/í/tih
/í/íih
j (^~J
/^7í/
/?/
/V

d) Suprimir palavras
— Para suprimir palavras e linhas,
junto/juot^a um travessão entre duas barras.
— coloque o sinal deleatur juntO/juftt^a

&gt;A-wÇ/
/^

e) Suprimir espaços
— Os espaços são suprimidos, com os si/nais de ligação e de aproximação.

/^
1^

f) Inverter letras e transpor palavras
— Letars, sinais[pajayras[ê]invertidas
sinais|palavras[êlinvertidas são marcadas com o sinal de transposição nj L3ÜJ1
la IT1
quelutilizalsêlquando são vários elementos fora de ordem.
quelutilizafsêlquando
g) Abrir paráfrafos
jDo mesmo modo que se corrigem linhas colocadas fora de seqüência, fato
Jüo
que ocorre freqüentemente quando o tipógrafo substitui linhas erradas.

J~

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�h) Transportar
— Num trecho deslocado, (^tro sin^deve ser utilizado para indicar o lugar ✓C
correto.

^

i) Unir períodos
— Entende-se por notas tipográficas os dados: *
dlocal,
dTlocal, entidade responsável pela publicação e data.
j) Anular correção
— Anula-se uma correção desnecessária sublij^and^se a parte mal corrigida e /—/nhanjc
^—/nhanjt
barrando-se, na margem, o sinal de operação.
As correções devem ser feitas na margem direita da prova, as diferentes emendas
alinhadas no sentido da linha, usando-se dentro do texto apenas os sinais para chamar a
atenção. No caso de muitas emendas na mesma linha, adotar variações da barra.
/ A/ /V

6 - REDAÇÃO - ESTILO CIENTIFICO
A redação técnica ou científica obedece, em essência, aos princípios básicos de
qualquer outro tipo de composição, embora seu estilo possa apresentar algumas
particularidades:
A linguagem científica é informativa e dissertativa, visa a fornecer informações,
discutir opiniões e conhecimentos, a partir dos quais argumenta, analisa, sintetiza e
conclui. É pois uma linguagem de ordem cognoscitiva e racional. O autor deverá
conhecer a significação literal e científica dos termos que emprega, a fim de estar seguro
do sentido que os mesmos recebem no contexto. As palavras serão tomadas
denotativamente, isto é, em sentido objetivo e não metafórico.
Cada ciência possui uma terminologia técnica própria, que o autor não pode
desconhecer. As generalizações deverão ser evitadas, esmerando-se em particularizar e
singularizar as afirmações, através de vocabulário específico.
Assim, o texto desenvolver-se-á numa linguagem simples, discreta, sóbria e objetiva,
na qual predominam a precisão, a fidelidade e a clareza. Diferirá da linguagem literária,
pois esta deve impressionar, agradando; a linguagem científica deve esclarecer,
convencendo. Nela prevalecem mais a exatidão e a objetividade, emisora
embora a elegância
elegârKia e o
efeito estético devam ser, tanto quanto possível, considerados.
Ambas as linguagens são semelhantes no que diz respeito à correção gramatical, que
implica na fiel observância da pontuação, ortografia e sintaxe.
A maneira de se exprimir deve ser de forma impessoal, que é mais comum na
redação científica.
Ex.: ... adotaram-se as normas da ABNT ou foram adotadas as normas da ABNT
etc.
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�RELAÇÃO NUMÉRICA

DOCUMENTOS NORMATIVOS INTERNACIONAIS DE INTERESSE PARA A
DOCUMENTAÇÃO E SEUS EQUIVALENTES BRASILEIROS E
PORTUGUESES

(Continua)

CO
3
C
'&lt;c-*
o
o

403

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�Em publicação

(Continuação)
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�ABSTRACT
References to theses and Master Degree dissertations in the Universidade Federal de
bibliographic research and proofreading printing instructions.
Minas Gerais; including bíbliographic

BIBLIOGRAFIA
01. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NB-61 Apresentação de
artigos de periódicos. Rio de Janeiro, IBBD, s.d.
02.
03.
04.

NB-69 Numeração progressiva das seções de um documento. Rio de
Janeiro, IBBD, s.d.
NB-73 Revisão tipográfica e datilográfica. Rio de Janeiro, IBBD, s.d.
. NB-85Sumários.
NB-85 Sumários. Rio de Janeiro, IBBD, s.d.

05.

P-NB-88
P-NB-88 Sinopse e resumos. Rio de Janeiro, IBBD, s.d.

06.

P-NB-66 Referências bibliográficas. Rio de Janeiro, IBBD, s.d.

07.

P-NB-102
Transi iteração de caracteres críticos. Rio de Janeiro, IBBD, s.d.
P-NB-W2 Transliteração

08.

.P-NB-106
P-NB-106 Ordem alfabética. Rio de Janeiro, IBBD, s.d.

09.

P-NB-217 Apresentação de livros e folhetos. Rio de Janeiro, IBBD, s.d.

10.

P-NB-286
P-NB-286 Indicativos de Língua, País, Autoridade, de Estados e Territórios
do Brasil. Rio de Janeiro, IBBD, s.d.

11
P-NB-57 Simbologia
Simbologla para uso de fluxogramas. Rio
R io de Janeiro, IBBD,
I BB D, s.d.
12. BI
BILLET,
LLET, Roy O. Preparing theses and other typed manuscrits. Totowa, Sittlefield &amp;
Adams, 1968.
13. CASTRO, Cláudio de Moura. Estrutura e apresentação de publicações técnicas: versão
preliminar. Rio de Janeiro, IPEA, 1968.
14. COUNCIL OF BIOLOGY EDITORS, C-oramittes
Coramittes on Form and Style. CBE style
manual. 3. ed. Washington D.C., American Institute of Biological Sciences, 1972.
15. FUNDAÇÃO IBGE. Departamento de Divulgação Estatística. Normas de
apresentação tabular. Rio de Janeiro, 1971.
16. GATES, Jean Key. E! trabajo de investigacion
Investigacion en los estúdios universitários; como
realizalo y redactalo, valiendo-se de Ia biblioteca. Washington, Union
Panamericana, 1966.
17. JOLLIVET, Régis. Curso de filosofia. 8. ed. Rio de Janeiro, Agir, 1966.
18. LASSO DE LA VEGA, Javier. Cómo se hace una tesis doctoral. 2. ed. Madrid,
Mayefe, 1958.
19. LITTON, Gaston. A pesquisa bibliográfica. São Paulo, McGraw-Hill
McGraw-HMI do Brasil, 1975.
20. PE
PERRONE,
RR ONE, Oberdam. Elaboração de trabalhos científicos. Rio de Janeiro, s.ed.,
1970.
405

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13

14

�21. PERRONE, Oberdam. Pesquisa científica; aspectos metodológicos. Rio de Janeiro,
s.ed., 1970.
22. POLKE, Ana Maria Athayde. Pesquisa bibliográfica. /?.
R. Esc. Bibiiotecon., /(1):43-54,
mar./set., 1972.
23. REY, Luís. Como redigir trabaihos científicos. São Paulo, Ed. Blucher, 1972.
24. SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia; elementos de metodologia do
trabalho científico. Belo Horizonte, Instituto de Psicologia da Universidade
Católica de Minas Gerais, 1971.
25. SALVADOR, Ângelo
Angelo Domingos. Métodos e técnicas de pesquisa bibiiográfica.
bibliográfica. 2. ed.
rev. Porto Alegre, Sulina, 1970.
26. SANTOS, Theobaldo M. Manual
Manuai de filosofia.
fiiosofia. B.ed. São Paulo, Nacional, 1957.
27. TRELEASE, Sam F. The scientificpaper.
scientific paper. 2. ed. Baltimore, Williams &amp; Wilkins, 1951.
28. UNESCO. Guia para a redação de artigos científicos destinados à publicação.
pubiicação. Belo
Horizonte, Escola de Biblioteconomia da UFMG, 1969.

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�7 - ANEXOS

CDU -681.323

7.1 — Newton Alberto de Castilho Lages

MECO
MONITOR PARA
EXPERIMENTOS EM
CONDICIONAMENTO
OPERANTE

Tese apresentada ao Departamento de Ciências da
Computação e Estatística do Instituto de Ciências Exatas
da Universidade Federal de Minas Gerais, como requisito
parcial para a obtenção do grau de Mestre em Ciência da
Computação.

Universidade Federal de Minas Gerais
Belo Horizonte
- 1976 -

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�Lages,

Newton Alberto de Castilho

MECO - Monitor

para experimentos

condicionamento operante.
te.
te,

em

Belo Horizon
Horizoti

Departamento de Computação e Esta-

tística da UFMG,

1976.

125p.

CDU:

681.323
681,323

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�7.2 — Folha de Aprovação

V

"MECO: MONITOR PARA EXPERIMENTOS EM CONDICIONAMENTO OPERANTE"

Newton Alberto de Castilho Lages

Tese defendida e aprovada pela banca examinadora constituída dos Senhores:
Senhores;

Prof. João Bosco Jardim de Almeida

Prof. Roberto da Silva Bigonha

Orientador:

—
Prof. Wilson de Pádua Paula Filho

Departamento de Ciências da Computação e Estatística do ICEx.

Belo Horizonte, 25 de junho de 1976
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cm

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�7.3 — Lista de Ilustrações
Figuras
Fig. 1 — Espectro no infra-vermelho do éter metílico (Xllb) da Emotina-D

10

Fig. 2 - Espectro de Rmp do éter metílico da Emotina-D (Xllb)

15

Tabelas
Tab. 1 —
- Variação dos potenciais de pico catódico com velocidade de varredura e o pH .19
Tab. 2 - Valores de Ipg/lpc
Ipa^lpc

função da porcentagem de fornamida e do pH

23

7.4 — Referências Bibliográficas
Definições
Referências Bibliográficas: Conjunto de indicações precisas e minuciosas que
permitem a identificação de publicações no todo ou em parte.
Elementos Essenciais: São indispensáveis à identificação de uma publicação.
Elementos Complementares: Permitem caracterizar, localizar ou obter publicações.
Especificações e ordem dos elementos;*
elementos:*
Os elementos devem ser tirados, sempre que possível Ja página de rosto. Quando se
tratar de parte de uma publicação, serão tirados dos cabeçalhos destas partes e não do
índice, sumário, etc.
PUBLICAÇÕES AVULSAS (livros, folhetos, separatas,
separates, etc.) consideradas no todo
a) Autor da publicação
b) Título da publicação
c) Título originai (quando tradução) ou tradução do título (quando em idioma
pouco difundido)
d) Tradutor, prefaciador, introdutor, etc.
e) Número de edição
Notas tipográficas
f) Local da publicação
g) Editor (quando não coincidir com o autor)
h) Ano de publicação
Notas bibliográficas
i) Número de páginas
j) Indicação
])
indicação de ilustrações, tabelas, etc.
I) Dimensão (altura em cm)
*OBS.: Os elementos sublinhados são os complementares.
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�Notas especiais
m) Título da série (coleção, cadernos, etc.) número da publicação na série e nome
do diretor
n) Indicação da separata (todos os elementos que correspondem à separata)
o) indicação da bibliografia, resumos, sinopses
p) Preço
q) Outras notas
EXEMPLOS
Elementos essenciais
WICKSELL, Knut. Value capita!
capitai andrent.
and rent. London, G. Allen &amp; Unwin, 1954. 180p.
Elementos complementares
WICKSELL, Knut. Value capitai and rent. Transi, by S.H. Frowein. London, G. Allen &amp;
Unwin, 1954. 180p. 22 cm. (The Library of Economics) Bibliografia p. 169-75
original alemão.
PUBLICAÇÕES AVULSAS CONSIDERADAS EM PARTE (volumes, capítulos,
fragmentos, trechos)
a) Autor da parte referenciada
b) Título da parte referenciada (quando for o caso)
c) Tftuio
origina! da parte referenciada ou tradução do título (quando em idioma
Títuio originai
pouco difundido)
d) Autor ou editor da publicação (diretor organizador, compilador, quando for o
caso) precedido de In.
e) Título da publicação no todo
f) Títuio
Título originai da publicação no todo (quando tradução) ou tradução do título
títuio
(quando em idioma pouco difundido)
g) Número da edição (quando for o caso)
Notas tipográficas
h) Local da publicação
i) Editor (quando não coincidir com o autor)
j) Ano de publicação
Notas bibliográficas
I) Número de páginas ou de volumes (quando houver mais de um)
m) indicação de ilustrações, tabelas, etc.
n) Dimensão (altura em cm)
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cm

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�o) Título da série e número da publicação na série. Indicação do volume, tomo,
parte, capítulo, indicativo e/ou páginas inicial e final da parte referenciada.
Obs.: Quando a parte referenciada não tiver título próprio, segue-se a regra a partir de d) e
sem proceder com o "IN".
EXEMPLOS
Elementos essenciais
SOUZA, Otávio Tarquínio de. José Bonifácio. In: — História dos fundadores do império
do Brasil. Rio de Janeiro, J. Olimpio, 1960. v.5.
Elementos conri|.
coivii: lementares
SOUZA, Otávio Tarquínio de. José Bonifácio. In: — História dos fundadores do império
Império
do Brasil. Rio de Janeiro, J. Olimpio, 1960. lOv., il. 22 cm. v.5.
ARTIGOS DE PERIÓDICOS
a) Autor do artigo
b) Título do artigo
c) Título
Tftuio originai ou tradução do título
d) Título do periódico
e) Local de publicação
f) Editor (entidade responsável) da publicação
g) Número de volume
h) Número do fascículo
i) Páginas inicial e final do artigo referenciado
j) Data do volume ou fascículo
I) indicação de ilustrações, tabelas, etc.
m) indicação de bibliografias e sinopses, etc.
EXEMPLOS
Elementos essenciais
COSTALES SAMIENCO, Alfredo. Modesmos y regionalismos centroamericanos: Costa
Rica, Nicarágua, Honduras, El Salvador y Quatema\a.
Guatemala. América Latina, Rio de Janeiro,
6(4):131-68, out./dez.
out/dez. 1963.
BRINK, OV.D.M.;
CV.D.M.; BOUVER, D.; ENGEL-BRECHT, J.P.; RALL, G.J.H.J.S. African
Chem. Inst. 2/:159, 1968 Apud: CLARK, J. Flavanoides from poecilan the porviflora.
Phytochemistry /0:1141,
70:1141, 1971.
Elementos Complementares
COSTALES SAMIENCO, Alfredo. Modesmos y regionalismos centroamericanos: Costa
Rica, Nicarágua, Honduras, El Salvador y Guatemala. Am^r/ca
Amér/ca Z.af/na.
Laf/na. Rio de Janeiro, .
CLAPCS, 6(4):131-68, out./dez. 1963. il. tab. Glossário.
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�7.5 — fndice
Indice Alfabético
Etapas para elaboração do índice
Terminologia
— Assunto: qualquer dado que possa ser objeto de pesquisa
— Cabeçalho: palavra ou grupo de palavras que representam o assunto no índice.
Ex.: Vitaminas
— Modificação: palavra ou grupo de palavras que acompanhando o cabeçalho, o definem ou limitam.
Ex.: Vitaminas
Definição,
Tipos,
— Modificação secundária: modificação da modificação.
Ex.: Vitaminas
Definição,
Tipos
BI
— Entrada: é composta de cabeçalho, modificação, n.° de páginas.
— Remissivas: quando se têm dois termos para um só assunto, usar o mais adequado
remissive do outro.
e fazer remissiva
Ex.: kininogenin, ver kininogenase
— Referência: .se
se se têm dois assuntos correlatos,
correlates, usar referências,
Ex.: Kailikrein,
Kallikrein, 25. Ver também kininogenase
Leitura e marcação do texto:
Não há normas fixas. Deve-se estabelecer sinais e usá-los sempre.

!í

sublinhar-se com um traço as palavras que vão servir como
cabeçalho.
se quiser cabeçalhos invertidos, sublinha-se e marca-se a
palavra principal com parênteses.
para modificação, o traço de cabeçalho e um menor para
indicar modificação.
para remissivas, coloca-se X embaixo da palavra para a qual
se vai remeter.
para referência.

1!

^
X -f
-f- b
Compilação de dados

Depois de marcado o texto transcrever os dados em fichas. É melhor para se
ordenar.
413

cm

2

3

Digitalizado
4 gentilmente por:

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13

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�Transcrição
Quando as fichas estiverem prontas, ordena-se alfabeticamente e bate-se em lista.
Impressão
Se o índice é geral (nomes, fatos, etc.), deve-se estabelecer um tipo de letra para
cada tipo de entrada.
Indicar todas as páginas que cobrem o assunto.
Ex.: 52-6, 60, etc.
As dezenas e centenas se repetem só quando necessário.
Sempre que houver alguma coisa diferente no índice, deve haver nota explicativa.
Recomendações gerais
— Não usar palavras complicadas; ter em mente o tipo de leitor que vai usar o
índice.
— Não usar palavras sem sentido
— Uniformidade do singular ou do plural
— Não usar o assunto geral da tese como cabeçalho
— Evitar cabeçalhos compostos
— Usar tantos cabeçalhos quantas forem as maneiras de procurar.

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�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>Inclui também os anais da V Jornada Sul-Rio-Grandense de&#13;
Biblioteconomia e Documentação</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Recomendações para apresentação de teses e dissertações de mestrado na Universidade Federal de Minas Gerais, incluindo técnicas de pesquisa bibliográfica e instruções para impressão e revisão tipográfica.</text>
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