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AVALIAÇAO DA PRODUTIVIDADE DA DISCIPLINA "PESQUISA
AVALIAÇÃO
“PESQUISA BIBLIOGRÁFICA" NO PROCESSO EDUCATIVO

MARIA ANGELA LAGRANGE M. REIS
Professora de Pesquisa Bibliográfica da
Escola de Enfermagem da UFRJ

RESUMO
Os bibliotecários têm tentado introduzir "Pesquisa
“Pesquisa Bibliográfica" em
todos os níveis. Agora, torna-se necessário racionalizar o processo
ensino-aprendizagem da disciplina para avaliação da produtividade da mesma
em termos de input, processo educativo e output.
1 - INTRODUÇÃO
Durante anos vêm lutando os bibliotecários para introduzir nos currículos dos
diversos níveis uma disciplina cujos objetivos básicos sejam a sensibilização do leitor,
carente de conhecimentos relativos a bibliotecas em geral devido à inexistência de boas
bibliotecas em estabelecimentos de ensino de segundo grau e à falta de tradição de se
consultar centros de informação, habilitando-o a empregar as normas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a pesquisar em fontes de referência pertinentes e a
apresentar trabalhos científicos dentro de seus conhecimentos.
2 - “PESQUISA
"PESQUISA BIBLIOGRÁFICA"
A disciplina “Pesquisa
'Pesquisa Bibliográfica" foi sendo aceita em alguns colégios e
faculdades, sendo facilitada a sua inclusão nos currículos mínimos de diversas faculdades
depois da última reforma do ensino superior. Desde 1955, a Faculdade de Farmácia e
Odontologia da Universidade de São Paulo (atualmente desdobrada em Farmácia e
Faculdade de Odontologia) promove cursos de "Pesquisa
“Pesquisa Bibliográfica", sendo que cursos
semelhantes já há tempos vêm sendo realizados na Faculdade de Medicina da Universidade
de São Paulo, na Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, na Faculdade de
Saúde Pública da Universidade de São Paulo, na Faculdade de Medicina da Universidade
Federal de Minas Gerais, no Instituto Biomédico da Universidade Federal Fluminense e na
Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Sua formação e conseqüente operacionalização foram caóticas, decorrentes de
realidades regionais diversas e de objetivos múltiplos visados por alunos e professores. E,
embora já relativamente disseminada e aceita, apresenta problemas em relação a
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�programas uniformes, professores, metodologia, objetivos e avaliação da disciplina no
processo educativo, e do aproveitamento dos alunos.
2.1 — Programas
Várias tentativas têm sido feitas pelos bibliotecários, principalmente através dos
grupos de bibliotecários biomédicos de São Paulo e do Rio de Janeiro, para a introdução
de um programa único da disciplina no terceiro grau. As barreiras encontradas têm sido a
falta de contato entre os diversos bibliotecários envolvidos no assunto, e a alegação de que
a disciplina talvez não tenha razão de ser apresentada enquadrada sob um mesmo ponto de
vista, sem atender a necessidades regionais ou subjetivas.
Quase sempre os programas incluem conhecimentos sobre a biblioteca da unidade
onde a disciplina é lecionada, manuseio das fontes de referência existentes, diversas etapas
da pesquisa bibliográfica, apresentação das normas da ABNT em relação à documentação
e como apresentar trabalhos científicos.
2.2 — Professores
Poucos são os que já terminaram pós-graduação a nível de mestrado, já tendo tido
portanto aulas de didática do ensino superior e estando aptos a aproveitar racionalmente
os recursos humanos e materiais disponíveis bem como a motivar o aluno afetiva e
cognitivamente. A formação do professor influe decididamente no processo educativo
bem como a sua disposição favorável responsável pelo ambiente agradável em sala de aula.
2.3 — Metodologia
Questionários apresentados no início do curso como sondagem e no final como
técnicas de avaliação são imprescindíveis para se aferir a produtividade da disciplina.
Aulas expositivas são o embasamento teórico fundamental e apresentação de trabalhos
individuais ou em grupo permite ao professor avaliar o rendimento do aluno. Os recursos
audiovisuais devem ser empregados racionalmente
racionaimente pois “estimulam
"estimulam a imaginação e têm
forte poder motivador, incentivando as atividades discentes e docentes, e facilitando a
aquisição e a sedimentação da aprendizagem porque enriquecem a experiência
multisensorial, base e essência do provesso da aprendizagem"*. HISSAetalii*
HISSA et alii* chamam a
atenção para não se hipertrofiar o uso dos recursos audiovisuais pois às vezes "há uso
excessivo, inoportuno e inadequado de projeções e informes visuais por professores que
esquecem a preleção e que a palavra é, sem dúvida, um dos excelentes meios de
comunicação". As aulas práticas são a complementação do processo, devendo ser
compatíveis com os objetivos e aplicadas adeqüadamente.
2.4 — Objetivos
Os objetivos instrucionais podem e devem ser decorrentes em termos dos tipos de
resultados desejados. GRONLUND®
GRONLUND* frisa a diferença "entre a formulação de objetivos em
termos daquilo que você vai fazer como professor, e a formulação em termos dos
resultados de aprendizagem esperado dos alunos". Logicamente, devemos preferir os
resultados.de
orientados para o aluno e "para os tipos de comportamentos que esperamos que esse
aluno exiba como resultado da experiência de aprendizagem".
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�2.5 — Avaliação da disciplina
Neste tópico podemos considerar "avaliação da disciplina" como decorrente
parcialmente do anterior, pois objetivos bem estruturados contribuem decididamente para
obtenção de resultados satisfatórios. Mas o relacionamento harmonioso entre programa,
professor, metodologia e objetivos resultará em boa produtividade. Como deve ser esta
produtividade?

2.5.1 — Estados Unidos
Segundo TITLEY*^ a biblioteca tem duas obrigações básicas para com os
estudantes; antecipação dos vários tipos de material para suplementação de aulas teóricas
e práticas, tornar possível o fácil acesso a esse material e proporcionar local confortável e
conveniente para seu uso. A outra obrigação é a orientação do local onde se encontram os
vários tipos de material e a instrução do uso desse material para se obter qualquer
informação, simples ou complexa como é a pesquisa numa bibliografia. Discute-se a
eficiência de cursos formais e de informais, mas ainda não foi efetuado um estudo
profundo a respeito. Cursos formais são requeridos para apresentação de trabalhos
científicos ou pesquisas em índices e "abstracts". Os informais podem ter a forma de
conferências durante semanas de orientação. Deve ser dada atenção individual a leitores
empenhados na elaboração de teses.
Um projeto especial da Universidade, do Florida Medicai Center, mostrou sua
eficiência em relação a todos que nele se empenharam;
empenharam: o bibliotecário de referência, os
professores e os estudantes de enfermagem trabalharam juntos para obterem dados sobre
um determinado assunto, assim conseguindo, por extensão, experiência no uso da
biblioteca em geral e na consulta de obras especializadas.
Já os bibliotecários da Duke University recomendam que os estudantes aprendam
uns com os outros, os veteranos ensinando aos calouros o uso da biblioteca. Cada calouro
seleciona um tópico sobre o qual deverá escrever um ensaio de duas mil palavras; um
veterano é designado para orientá-lo na biblioteca, apresentá-io
apresentá-lo ao bibliotecário, explicar
o manuseio das fontes de referência e apresentar o assunto adeqüadamente.
Anteriormente, o veterano já empregara algum tempo revendo o material de referência,
juntamente com o bibliotecário, reforçando assim a experiência ganha quando era
calouro. Os trabalhos resultantes são distribuídos para revisão pelos membros da
Faculdade relacionados ao assunto em pauta. O revisor anota se o estudante obteve tanto
as referências importantes sobre o assunto como as mais adequadas editadas recentemente
e se compreendeu bem a tarefa. Desta maneira, dois grupos de estudantes, professores e
bibliotecários cooperam no programa de ensino.
Os norteamericanos, continua TITLEY, costumam apresentar a biblioteca aos novos
alunos nos primeiros dias do ano letivo. Mesmo que as informações dadas nessa época
sejam detalhadas e precisas, a tensão e a confusão sempre presentes nessas épocas
impedem o bom aproveitamento dessas informações. Seria melhor que houvesse um
espacejamento entre as informações que poderiam se transformar em duas ou mais
conferências sobre a biblioteca, proferidas durante o ano, conforme os estudantes fossem
tendo necessidade de fazer pesquisas mais elaboradas.
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�2.5.2 — Brasil
Dentre os elementos para se fazer uma avaliação da disciplina, enfatizamos a figura
do professor que, segundo POBLACION*
POBLACIÖN* deverá ser sempre um bibliotecário. "Somente
os bibliotecários, mestres em coletar, selecionar, reunir, catalogar, classificar, armazenar,
analisar, recuperar e disseminar as informações que se encontram dispersas nas inúmeras
publicações e documentos, gráficos ou não, é que são capazes de transmitir com
autoridade essa orientação, que será básica para sua formação intelectual e profissional".
Continuando a autora a defender seu ponto de vista considera que "o bibliotecário, que
além do curso básico tem uma formação profissional mais avançada, é o elemento bem
informado, pois está diariamente em contato direto com os progressos registrados nas
esferas das especialidades em âmbito universal, além de conhecer as técnicas da
comunicação e os recursos da informática". A essas considerações não podemos deixar de
repetir a importância do professor ter a capacidade de motivar o aluno afetivamente.
2.6 — Aproveitamento do aluno
Vimos a relevância não só das qualificações profissionais do professor como das
pessoais, provocando no aluno uma mudança de comportamento, a vontade de aprender.
A avaliação do aproveitamento do aluno pode ser feita a médio e longo prazo. A médio
prazo, quando verificamos a atenção em classe, assiduidade, participação entusiasta em
trabalhos de grupo e em discussões em classe. Quando discorda do professor baseado em
argumentação convincente, em pontos de vista lógicos, não apenas como uma
manifestação agressiva, para afirmação de personalidade. A longo prazo, quando este
aluno, agora professor, nos procura para dizer de sua satisfação em ter cursado "Pesquisa
Bibliográfica", ou quando sabemos que ex-alunos estão engajados em pesquisas outras
mas aproveitando os conhecimentos adquiridos para poderem elaborar e apresentar os
resultados dessas pesquisas. Logicamente tais avaliações devem sempre ser por escrito,
para o professor poder fazer as modificações pertinentes.

33 - PRODUTIVIDADE DO ENSINO
Num trabalho apresentado em 1972, Magda SOARES* * apresenta produtividade do
ensino como o resultado de relações entre o CUSTO do ensino (sistema), a QUALIDADE
de seus produtos e a ADEQUAÇÃO desses produtos ao meta-sistema. Definiu;
Definiu:
CUSTO — utilização racional dos recursos, de modo a conseguir-se a maior
adequação e mais alta qualidade.
ADEQUAÇÃO — o resultado (output) correspondendo às necessidades e
expectativas do meta-sistema.
QUALIDADE — eficácia do processo em transformar os insumos (inputs) nos
resultados desejados.
Considerando o ensino como um sistema com as unidades insumo (input), processo
educativo e resultados (output) temos de também avaliar a produtividade de
INPUT — Começa quando da admissão dos alunos (aspectos qualitativos ee.
quantitativos)
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�qualitativos — habilitação dos alunos, nem sempre devendo estar cursando nível
nfvel
superior
quantitativos — número de alunos admitidos, com a distribuição determinada pela
demanda de pessoal de nível superior, número de alunos nas classes
PROCESSO EDUCATIVO — Considera-se cursos, currículos e programas, métodos
e avaliação
OUTPUT — Fatores considerados
qualidade e quantidade de profissionais em geral
pesquisadores
pesquisas
serviços prestados

4 - AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE DE “PESQUISA
"PESQUISA BIBLIOGRÁFICA"
Nos baseando nas considerações de Magda SOARES, vejamos os diversos itens
citados anteriormente e adaptados à realidade "Pesquisa Bibliográfica".
INPUT — O professor deve fazer uma seleção dos alunos a serem admitidos
através de questionário sondagem e de esclarecer os objetivos da disciplina.
Estipular o número maior de alunos em sala de aula.
PROCESSO EDUCATIVO — Em relação a "Pesquisa Bibliográfica" notamos
programas, métodos e avaliação já discutidos anteriormente.
OUTPUT — Avaliar qualidade e quantidade de profissionais, pesquisadores,
pesquisas e serviços prestados através de questionários, entrevistas pessoais, leitura de
periódicos especializados, verificação de apresentação de trabalhos científicos.
Para avaliarmos os cursos de "Pesquisa Bibliográfica" que vêm sendo ministrados
nos diversos estados do Brasil seria necessário que tivéssemos dados proporcionados por
um levantamento global e unificado, permitindo a recuperação das informações
pertinentes de maneira uniforme.

5 - CONCLUSÃO
Concluímos pois sugerindo como uma das moções a serem apresentadas à
Concluimos
apreciação e votação do plenário que
Seja instituida
instituída uma comissão constituída de professores que lecionem "Pesquisa
Bibliográfica" com a finalidade da elaboração de meios para aferição da produtividade
apresentada pela disciplina.
A comissão constituída deverá apresentar os resultados de seus trabalhos no
próximo congresso.
O tema central do 10.° CBBD seja "Avaliação do Ensino de Biblioteconomia nos
diversos níveis".
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�ABSTRACT
Librarians have been successful
successfui in introducing "Bibliographic Research" in the
curricula. Nowadays it is being required to have these classes organized on according to
the contents of the subject so it can be studied on several aspects of input, educational
process and output.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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AGUI ARI, Carmen Sylvia Leal. Plano de Pesquisa Bibliográfica para Enfermagem. São
Paulo [s.d.] 7p. Mim.
'
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Bibliográfica para alunos da Faculdade de Saúde Pública da USP. Experiência
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3. BEJES, Nylzamira Cunha &amp; DIAS, Marly Schaffer. Orientação de Pesquisa
Bibliográfica sistematizada em bibliotecas escolares. Belém, 1973. 7p. Mim.
4. FERRAZ, Terezine Arantes. Pesquisa Bibliográfica nas ciências biomédicas. São
Paulo, Faculdade de Odontologia da USP, 1971. 90 p.
5. GRONLUND, Norman E. A formulação de objetivos comportamentais para as aulas.
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for classroom instruction) Trad. Equipe do Projeto
Objetivo da Divisão de Pesquisa do CEP. [Rio de Janeiro)
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6. HISSA, Laila Restum etalii.
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universidade. /Rio de Janeiro/ 1976. 21p.
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Bibliográfica no currículo das Escolas das Ciências da Saúde. Belém, 1973. 13p.
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Boletín de ia
Ia
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Ias bibliotecas. Paris, 25{2):99-102,
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12. TAVARES, Ruth Versiani, &amp; VOLPINI, Elton Eugênio. Curso de Pesquisa
Bibiiográfica para os alunos do primeiro ano da Faculdade de Medicina da
Bibliográfica
Universidade Federai
Federa! de Minas Gerais. Belo Horizonte, 1967. 17p. Mim.
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ANNAN, Gertrude L., &amp; FELTER, Jacqueline W., ed.Handbook of medical
medicai
library practice. 3rd ed. Chicago, MLA, 1970. p. 347-67.
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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Biblioteconomia e Documentação</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Os bibliotecários têm tentado introduzir “Pesquisa Bibliográfica" em todos os níveis. Agora, torna-se necessário racionalizar o processo ensino-aprendizagem da disciplina para avaliação da produtividade da mesma em termos de input, processo educativo e output.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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              <text>pt</text>
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