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SISTEMA DE ARMAZENAMENTO E RECUPERAÇÃO DE MATERIAL
BIBLIOGRÁFICO;
BIBLIOGRÁFICO: uma abordagem sobre as regras catalográficas aplicadas

CELINA C. GOVEDICE (CRB-8/1.432)
HULDA O. DE CARVALHO (CRB-8/34)
JANIS A. BALDOVINOTTI (CRB-8/1428)
REGINA C. PISANELLI (CRB-8/1145)
SONIA M.P. SPILAK (CRB-8/923)
VILMA L. SIQUEIRA
(CRB-8/PROT. 102/75)
Participação de:
KEILA M. MONTEIRO e
NEWTON M. VASCONCELLOS
Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE)
Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq)
São José dos Campos-SP.

RESUMO
Este trabalho apresenta o sistema automatizado de processamento de
informações bibliográficas implantado no INPE. Expõe a sistemática do
preenchimento de formulários de entrada de dados no computador; normas
não usuais de catalogação adotadas; relatórios de controle traduzidos pelas
listagens de correção; subprodutos, com as opções oferecidas pelo sistema e o
resultado, em forma de fichário, obtido como produto final.

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�Capítulo 1
INTRODUÇÃO
1.1 — Objetivos do Sistema
O mecanismo básico de acesso ao acervo de uma biblioteca é universalmente composto do arquivo; autor, título e assunto. O arquivamento maciço de grandes volumes de
informações e sua pronta recuperação pelo usuário só são possíveis através de automação.
Buscando maximizar a eficiência neste sentido, a Divisão de Banco de Dados do
INPE implantou o sistema de armazenamento e recuperação de informações resultante da
tese de mestrado de Vasconcellos, N.M. e Bersano, M.J. (1976), elaborada para esse fim.
Para a perfeita compreensão do sistema, recomendamos a leitura da mencionada
tese.
1.2-O INPE
O Instituto de Pesquisas Espaciais, órgão do Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico, Secretaria de Planejamento e Coordenação Geral, da Presidência
da República, conta, na sua estrutura, com divisões de apoio e uma das principais é o
Banco de Dados.
O seu material bibliográfico cobre as áreas principais do INPE, ou seja, as ligadas à
pesquisa espacial: Física, Astronomia, Aeronomia, Geofísica, Meteorologia, Matemática;
às suas aplicações:
aplicações; Sensoriamento Remoto, Geologia, Agronomia, Geografia,
Oceanografia, Biologia, Engenharia de Sistemas; e seus apoios: Engenharia Eletrônica,
Telecomunicações, Computação, Banco de Dados. Possui ainda material ligado às áreas de
Tecnologia Educacional e Direito Espacial.
1.3 — Objetivos do Trabalho
O presente trabalho consiste na aplicação e adaptações de regras catalográficas ao
sistema, realizado pela equipe de bibliotecários do INPE, que também verificou sua
validade.
Nos moldes deste novo sistema foi iniciado o cadastramento e processamento das
monografias, totalizando mais de 1.500 livros novos. Na medida do possível vai sendo
recuperado também o material antigo (acervo de 11.000 livros, catalogados na forma
convencional).
No capítulo 2 descrevemos as normas de utilização do sistema de processamento
dos dados, não nos detendo para explicações a respeito do seu funcionamento, o que é
feito na tese mencionada. Assim sendo, serão enfatizadas neste trabalho, as tarefas
desenvolvidas pela equipe do Banco de Dados, aqui colocada como usuária do
mencionado sistema. Expomos os formulários utilizados, damos a sua descrição,
especificamos o seu preenchimento, com as regras não usuais, adaptadas ao sistema.
No capítulo 3 são apresentados os relatórios de controle da manutenção do
cadastro, os subprodutos e o produto final do sistema
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�Capítulo 2

O SISTEMA
2.1 — Os Formulários
Este sistema comporta cinco tipos de formulários, como veremos a seguir. Toda a
catalogação é feita diretamente nestes, sendo que este processo foi chamado de
cadastramento.
São eles:
TR-1 — Cadastramento de material bibliográfico. É o formulário principal. Tem por
finalidade introduzir os dados catalográficos no arquivo de computador.
TR-2 — Cadastramento de descritores. Insere novos descritores.
TR-3 — Alteração de dados cadastrais. Faz alterações ou eliminações necessárias dos
dados cadastrais dos campos 02 a 09, que serão explicados mais adiante; faz inserção dos
campos 08 e 09 e elimina cadastramentos completos.
TR-4 — Alteração e eliminação de descritor. Faz alterações ou eliminações de
descritores.
TR-5 — Alteração de dados cadastrais Faz alteração dos dados cadastrais do campo
01.

2.2 — Descrição dos formulários e apresentação das regras não usuais adaptadas ao sistema
2.2.1 — Identificação.
O dado constante em todos os formulários é a identificação que, junto do código de
campo, constitui o endereço da informação no computador. Ele é composto de:
IDENTIFICADOR — isto é, o número de tombo da obra.

t
CONTROLE — é um dígito fornecido pelo computador, que serve para detectar
possíveis erros na transcrição do identificador.
contida no registro, quanto ao seu
O código de campo identifica a informação contida*no
conteúdo.
Pode assumir valores de 01 a 99, os quais estabelecem a seguinte associação:
01
02
03
04
05

Campos de tamanho fixo
Título
Autores
Tradutor(es)
Edição, imprenta e colação

06
07
08
09
10

Série
Classificação C.D.
C.D.U.
U.
Notas de conteúdo
Notas complementares
a 99 — Descritores

Para cada campo são disponíveis 200 posições para o seu preenchimento.
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�2.2.2 — Formulário TR-1.
Nas figuras 2.1, 2.2 e 2.3 são apresentados os formulários TR-1 eTR-3 preenchidos
em todos os seus campos, referente a uma obra usada como exemplo. Note-se que neste
caso o formulário TR-3 é usado com a finalidade de inserir os campos
campxis 08 e 09.
2.2.2.1 — Campo 01 Dados de Identificação
Deste campo constam os dados de tamanho fixo e que permitem a recuperação das
informações a respeito da coleção, de várias maneiras, para finalidades várias.
IDENTIFICADOR E CONTROLE - já
jáexplanados.
explanados.
Para preencher o controle, consulta-se a Lista de Controles dos Identificadores, que
é gerada anteriormente.
DATA DE ENTRADA
Corresponde à data de recebimento da obra no Banco de Dados. Preenchem-se todas
as posições, colocando zeros para completar, quando for o caso.
TIPO DE MATERIAL
Código que determina o tipo de material que está sendo cadastrado.
01
02
03
04

Livro
Relatório Científico
Tese
Publicações internas do INPE

05 Obras de Referência ■
06 Tabelas de dados
Microfiches
07 Microfichas

língua
LfNGUA
Código que determina o idioma em que a obra está escrita
01
02
03
04
05

Português
Inglês
Francês
Alemão
Russo

06
07
08
09
10

Espanhol
Italiano
Bilingues
Mais de duas línguas
Outras línguas

CUTTER
Usamos neste identificador a tabela "C.A. Cutter's three figure author's table". Seu
preenchimento êé feito da esquerda para a direita, deixando as demais colunas vagas.
ANO DA PUBLICAÇÃO
Traduz a atualidade do texto da obra e não a sua impressão, o que permite uma
visão geral da atualidade do material do Banco de Dados. Excepcionalmente, quando não
existe outra data, colocamos o ano do copyright.
Copyright.
TIPO DE AQUISIÇÃO
Código que determina o tipo de aquisição do material
01 Compra

02 Doação

03 Permuta
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�NÚMERO DE PATRIMÔNIO
No INPE o número de patrimônio dos livros é diferente do n.° de tombo.
Reservam-se então estas colunas para a transcrição deste número, o que permite também
extrair-se listagem por ele. Transcreve-se este número da direita para a esquerda, haverxio
havendo
colunas para o subitem, se for o caso.
NÚMERO DE CÓPIAS
Deve ser preenchido com o valor que traduz a quantidade de exemplares da
publicação que está sendo cadastrada, excluindo o primeiro. Quando é apenas um
exemplar, deixa-se em branco.
COMPLEMENTO DO NÚMERO DE CHAMADA
Determina os demais elementos que eventualmente fazem parte do n.° de chamada,
isto é, data, volume, parte, seção etc. Usa-se colocar a data, no caso de edições diferentes,
publicações seriadas, simpósios etc. Usamos sempre algarismos arábicos.
DEMAIS TOMBOS ASSOCIADOS
Este campo foi introduzido para minimizar o esforço de cadastramento, quando
uma determinada publicação possui mais de um exemplar. Quando isto ocorre, os
exemplares tidos como cópias são inteiramente cadastrados mediante a simples indicação
de seu identificador e dígito
digito de controle. Quando várias cópias possuem identificadores
seqüenciados, apenas o primeiro e o último devem ser mencionados, unidos por um "A"
na coluna correspondente. Quando não seqüenciados, serão separados por vírgula. A
ordem dos identificadores, tidos como cópias, é ascendente e o menor deles deve ser
maior que o identificador do exemplar tido por original.
2.Z.2.2 — Campo 02 Título
2.2.2.2
Titulo
Podemos transcrever o título em no máximo 200 posições. Títulos mais longos
deverão ser abreviados. Não transcrever artigos iniciais, definidos ou indefinidos, visto que
a alfabetação das fichas é automática. No caso específico de título de simpósios,
congressos etc, veja regras de preenchimento no item c, do campo 03.
2.2.2.3 — Campo 03 Autores
2.2.2.S
2.2.2.3.1 — Autores Individuais.
2.2.2.3.1—Autores
A entrada do nome de autores individuais é padronizada, sempre tendo em vista a
futura recuperação por terminais remotos ligados ao computador. Assim, a forma correta
sempre será:
SOBRENOME, seguido de vírgula, e as iniciais dos prenomes, seguidas de ponto.
SQBRENQME,
São transcritas as partículas: DO,
DQ, DE, DA, VQN,
VON, VAN, DU etc., obrigatoriamente
seguidas de um espaço branco. As letras de alfabeto não romano, que são transliteradas,
seguem a mesma exigência das partículas acima, assim como a abreviatura JR. Ex: YA,
YU (do alfabeto russo) etc.
eta
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�Em obras com vários autores são citados todos, até a capacidade do campo, que é
de 200 posições. Cita-se o autor considerado principal em primeiro lugar e separam-se
todos por ponto e vírgula O uso de espaço em qualquer quantidade é livre, exceto entre
uma inicial e o ponto correspondente.

2.2.2.3.2 — Autores Coletivos.
Para os autores coletivos, a entrada é sempre precedida por um asterisco. Após este
não há restrições quanto ao formato. Damos sempre preferência ao uso de siglas, sem
pontos. Não usar abreviaturas.
Ex.:
Ex.;

AUTOR (ES)

Partial laridades:
Particu
Em geral, foram seguidas as regras do Código de Catalogação Anglo-Americano,
com adaptações dos documentos preliminares da Catalogação Simplificada. Outras regras
não usuais foram adaptadas às necessidades do sistema:
a) Evitamos entradas por nomes de tradutores, compiladores, editores etc., no caso
' de ausência de um autor principal. A preferência cai primeiramente sobre o nome
da entidade.
b) Se não for possível determinar outra entrada, a não ser pelo editor, compilador
etc., entramos o nome destes sem a explicação: COMP., ED. etc. e explicitamos
no CAMPO 04: compilado por, editado por etc.
c) Congressos, simpósios, reuniões, encontros, conferências.

Pl2 ;i]r:':[saisciEiiin'&gt;:i:ir.GiQS[iii5nsii!Einig^isQiii[^EiriaiiQDíii3iiQDQSiraü
n
ä
$
snEmmammi
AUTOR (ES)

TRADUTOR(ES)

5C

lol'iiep'
í

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lí

�C.1) Padronizamos estas entradas pelo nome como são conhecidas, seguidos do
seu número e do ano de realização, como sendo autor corporativo. Quando
Quando'
o conclave não possui número colocamos apenas o ano. Simplificamos esta
entrada, para facilidade, futuramente, na recuperação da informação por
terminal remoto.
C.2) As demais informações (como local de realização, por exemplo) vão em
título, no Campo 02, após o título específico ou outras informações que
apareçam na obra, tais como: Anais, Proceedings, Trabalhos, Reunião,
Annual Meeting etc. Se não houver estas informações, entrar direto no título
por estes dados sobre o simpósio.
C.3) Reunião de sociedades. Fazemos entrada de autor pela entidade.
C.4) Títulos de simpósios tais como;
como: "Symposium held at..."
at. .." entramos pela
.entidade
entidade responsável, visto ser este um título vago.
Ex.:

TITULO

AUTOR(ES)

C.5) Evitamos, sempre que possível, a entrada pelo editor. Esta informação irá
para o campo 04.
C.6) Quando o editor é bastante importante, fazemos uma entrada secundária
pelo seu nome. Razão: os editores destas conferências costumam mudar de
ano para ano e também não são conhecidos pela maioria dos leitores.
■q
2.2.2.4 — Campo 04 Tradutor(es)
Este é o campo reservado para as explicações sobre tradutores, compiladores,
editores etc. Seus nomes devem ser precedidos por: Traduzido por, compilado por,
editado por etc., na língua em que está publicada a obra
obra. (Ver itens ae
a e bdo
b do Campo
Campx} 03).
2.2.2.5 — Campo 05 Edição, Imprenta e Colação
Estes dados vão todos neste mesmo campo, separados por 3 espaços em branco. Em
primeiro lugar a edição e, se esta for a primeira, começar direto pela imprenta. Seguimos
as regras estabelecidas no CCAA, com as particularidades:
a) Apêndices — quando seu conteúdo for muito importante, citamo-lo nas notas
complementares (Campo 09). Caso contrário, apenas é citado na colação:
APEND., ou APP. (em inglês).
Ex.:; 15P., APEND. 1-5
Ex.

,

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�( '

'

b) Paginação complicada ou irregular
Quando um livro não tiver numeração seguida, usamos: P.IR. (paginação irregular), com a ressalva de publicações com textos em direções opostas. Para este
caso usar a regra do CCAA.
c) No caso de cidades dos EEUU, citamos sempre, logo após,
apõs, a sigla do estado.
2.2.2.6 — Campo 06 Série
As séries vão entre parênteses, seguindo-se normalmente as regras do CCAA.
2.2.2.7 - Campo 07 C.D.U.

Neste campo vai somente o número de classificação C.D.U. O número de chamada
será composto totalmente nas fichas. O computador buscará os elementos que na folha de
cadastramento estão distantes uns dos outros, por exigência do sistema
2.2.2.8 — Campo 08 Notas de Conteúdo
Como já foi dito, os campos 08 e 09 serão preenchidos no formulário TR-3. Usamos
este campo para as notas de conteúdo, quando isso for considerado importante e para
indicar o volume, já que cada um é cadastrado individualmente. Usamos ponto e vírgula
para separação dos elementos.
2.2.2.9 — Campo 09 Notas Complementares
Campo destinado a notas complementares ou especiais. Seguimos as regras gerais
sobre notas do CCAA, com exceção das notas de conteúdo.
2.2.3 — Formulário TR-2. Campos 10-99 Descritores
Dando prosseguimento ao cadastramento completo da obra usada como exemplo, o
passo seguinte será a definição dos seus descritores. Segue-se o formulário TR-2
preenchido (Fig. 2.4).
2.2.3.1 — Descritores e Pesos
Para a recuperação do assunto, foi adotado o uso de descritores, sendo
perfeitamente adaptável ao sistema. O sistema tem capacidade para cadastramento de até
89 descritores. Além do Campo de Identificação, o cadastramento de cada descritor
envolve o preenchimento dos campos:
CÓDIGO DE CAMPO (CAMPO)
PESO (P)
DESCRITOR PROPRIAMENTE DITO
O peso do descritor assume valores 1, 2 ou 3 conforme:
1) Assunto principal da obra; que a abrange como um todo e termos relacionados
(RT)
2) Assuntos analíticos de partes da obra e termos relacionados (RT)
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�3) Assuntos amplos (BT) e Áreas de interesse do INPE

' &gt;

Finalmente o campo de descritor, propriamente dito, é constituído por 42 posições,
as quais deverão ser preenchidas com os descritores selecionados entre os thesauri
adotados.
2.2.3.2 — Thesauri Adotados.
Aqui surgiu-nos um problema: quais os thesauri a serem adotados? Existiriam
thesauri satisfatórios em português? Depois de muitos estudos a respeito, decidimos pelo
'Thesaurus da National Aeronautics and Space Administration — NASA" que cobre
quase todas as áreas de interesse do INPE, cujas atividades são ligadas à Ciência Espacial.
Outras áreas são cobertas pelo "Thesaurus of Engineering and Scientific Terms", do
"Engineers Joint Council-EJC", que complementa a parte de Engenharia Mecânica e
Eletrônica, de Geologia, de Economia e Administração. As áreas ligadas às Ciências
Humanas foram cobertas pelo "Thesaurus of ERIC Descriptors", do "Educational
Resources Information Center".

2.2.3.S — Língua
2.2.3.3
Lingua Adotada.
A lingua
língua adotada para os descritores foi a inglesa, pelas seguintes razões:
razões:.
a) Os 3 thesauri citados acima são em inglês;
b) 95% das obras de nossa coleção são em inglês;
c) Elevada percentagem dos nossos usuários estão familiarizados com os termos em
inglês;
d) Muitos dos termos não tem possibilidade de serem traduzidos para o português;
e) A estrutura da língua inglesa facilita a colocação dos termos e a recuperação da
informação, pois o termo mais específico sempre aparece em primeiro lugar, não
havendo aquele problema que acontece no português, da necessidade de inversão
dos termos.

2.2.3.4 — Caracteres Usados.
Os caracteres usados nos descritores são letras e números, havendo possibilidade de
usar somente 2 sinais: hifen e parênteses. Hífen, nos casos em que ele já aparece nos
thesauri e para separar termos subordinados, usados bastante restritamente.Os parênteses
são usados para termos explicativos, também de uso restrito.

2.2.3.5 — Uso dos Descritores
Os descritores são adotados exatamente como aparecem nos thesauri, expressando
um conceito simples, constando algumas vezes de cabeçalhos compostos. Não são usados
relacionamentos de termos. Ouando for o caso, usamos todos os termos necessários para
descrição do assunto, porém, separadamente. Quando um termo suficientemente
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�expressivo não consta em nenhum dos 3 thesauri, pode-se adotá-lo, obedecendo à mesma
estrutura dos thesauri. Entram nesse caso, nomes próprios; de pessoas, geográficos, nomes
de programas eta
2.2.3.5.1 — Descritores particularmente usados, quanto ao TIPO de material:
a) OBRAS DE REFERÊNCIA;
REFERÊNCIA:
a.1) são unidas todas sob o descritor: REFERENCE BOOKS (com peso 3)
a.2) colocamos o assunto, separado por um hífen entre espaços brancos, após os
seguintes descritores:
Abstracts
Glossaries
- Bibliographies
Guides
Catalogs (Publicatíons)
(Publications)
Indexes (Documentation)
Census
Reviews
Dictionaries
Statistical Data
Encyclopedias
a.3) colocamos a ÁREA GEOGRÁFICA, separada por um hífen, após os descritores:
Census
Statistical Data
a.4) colocamos LTNGUA,
LINGUA, separada por um hífen após:
Dictionaries
b) BIOGRAFIAS
Usamos os descritores:
descritores;
— Biographies
— Assunto genérico ao qual o biografado está ligado
Ex.: Philosophy of Science
— O nome do biografado — entrada direta pelo primeiro nome, com as remissivas
necessárias.
Ex.; KarI
Ex.:
Karl Raimund Popper
Foi adotada esta forma de entrada, pois, a usual pelo sobrenome, exigiria ouso
o uso
da vírgula, que não consta como um sinal válido.
c) CENSOS
Usamos os descritores
Census — ASSUNTO
Census — ÁREA GEOGRÁFICA
Assunto
Reference Books

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�d) MICROFICHAS
Usamos descritores como nocadastramento
no cadastramento de livros e ainda acrescentamos:
Microfiche
Microforms

2.2.3.5.2 — Nomes Próprios
a) Nomes geográficos
Usamos sempre a forma em inglês, com exceção dos nomes brasileiros. Quando
for região, especificamos, entre parênteses.
Ex.: Sorocaba (Região)
Ex.:Sorocaba
Brasil (RegiãoSul)
(Região Sul)
b) Entidades
Quando for procedente o uso de uma entidade como descritor; havendo sigla,
damos preferência a esta.
Ex.: Banco Central
CIDUL
IBICT
c) Nomes de programas, linguagens etc.
Ex.: Fortran
Job control language (JCL)
Jobcontrol
d) Teorias econômicas e políticas
Ex.: Keynesian economics
Marxism

2.2.4 — Formulários TR-3, TR-4 e TR-5
São utilizados para correções. Os erros são detectados nas listagens, que são
descritas no capítulo seguinte, e as alterações são feitas repetindo-se o campo inteiro,
(figs. 2.5, 2.6 e 2.7)

2.2.4.1 — Eliminação de dados
O sistema permite a eliminação de dados em dois níveis: a remoção de um campo de
0
informação e a de um cadastramento completo. No primeiro caso usamos o TR-3 ou
TR-4, onde preenchemos a identificação do campo, seguido pelo literal//RM. No
segundo, procedemos da mesma forma, porém, com atribuição do valor 01 para o código
de campo, no formulário TR-3.

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\
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�Ex. de eliminação de campo
ALTCKACÃO C CLtMtNACAO
ALTCRACAO
CLtMtNACÃO OC
DC DESCAITOR
DESCRiTOR
lOCNTiFtC. ^ONT
IDENTiFtC.
CONT.
lí
&lt;212 13

WFORMAÇAO
mFORMAÇAO

\MK

n

n
n

n
n

Ex. de eliminação de um cadastramento completo
Ce«»««tnw wâcicoac
paCiOMat OIM BttmwiMfmo
pfMwiipt.iMfwtO çitmifico
çi&gt;«HMCO tI Ticwot,o&amp;ico
tfCwOcO&amp;iCO
/* \ A^ co««tn»»w
'^iHSIilUIO DE PESQUISAS ESPACIAIS
t^INSTIIUTO
IO .
I 10.
I t
tr~ íocKTiFe. coa 7nt»i
LtSj.
3!o;ei^q;^iI?loiA:oU

ALTKKACÃO D£
ALTERAÇÃO
DE dados
DADOS CADASTRAIS
cadastrais

Capítulo 3
RESULTADOS
3.1 — Introdução
Os formulários preenchidos são transcritos para o meio de entrada próprio no
computador e submetido aos programas do sistema encarregados de efetuar a manutenção
do cadastro de referências bibliográficas. Do procedimento computacional envolvido,
resultam alguns relatórios destinados ao controle de qualidade sobre as operações de
introdução ou eliminação de dados no cadastro. 0
O produto final do sistema, os fichários,
somente será obtido quando constatada sua perfeita correção. No mesmo caso se
enquadra o subproduto, constituindo-se este de catálogos e do próprio dicionário de
termos já mencionado.
3.2 — Relatórios de controle
Ao final do processo de cadastramento, o computador fornece três relatórios, a
saber:
3.2.1 — Relatório de erros sintáticos (Fig. 3.1)
Consiste no resultado da primeira fase da crítica de dados. Ela rejeita, em geral,
cadastramentos (referentes a uma obra) quando não são satisfeitas condições tais çomo:
como;
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�a) Campo de identificação não satisfaz ao dígito de controle associado.
b) Tamanho da lista de "demais exemplares" difere do valor "N.° de exemplares".
c) É verificada a ausência de pelo menos um campo, entre 01, 02 e 03.
d) A sintaxe do nome do autor não satisfaz às restrições relatadas no item Z2.2.3.
2.2.2.S.
Tais erros são corrigidos sobre o próprio formulário (TR-1), os quais retornarão ao
computador junto ao próximo lote de movimentação do cadastro.
3.2.2 — Relatório de erros lógicos ou semânticos (Fig. 3.2)
Trata-se do produto da segunda fase da crítica de dados onde são verificadas as
condições impróprias, tais como a tentativa de inserção de uma obra, cuja identificação já
existe num cadastro; modificação ou eliminação de registro que não existe no cadastro
etc.
A efetivação das correções destes erros não obedece a critérios pré-estabelecidos,
uma vez que podem ser causados por uma série de fatores, inclusive externos às
informações contidas nos formulários.
3.2.3 — Lista de transições efetuadas (Fig. 3.3)
Ao contrário dos dois anteriores, este relatório mostra as transações (inserções e
modificações) aceitas pela crítica.
Sua importância reside no fato de fornecer ao usuário a alternativa para a
conferência visual. Com isto erros que a máquina não tem possibilidade de detectar, como
falta ou repetição indevida de uma letra num campo de informação, serão facilmente
reconhecidos. Nestes casos usamos o formulário TR-3 e retornamos ao computador com a
informação corrigida.

3.3 — Subprodutos do Sistema
3.3.1 — Lista de descritores disponíveis (Fig. 3.4)
Todos os descritores cadastrados aparecem nesta lista, em ordem alfabética.
Fornece também a incidência de cada um nos pesos 1, 2 e 3, nas colunas: fNDICE
ÍNDICE DE
SIGNIFICÂNCIA.
Esta lista tem múltipla utilidade:
1) Controle do vocabulário do Banco de Dados do INPE.
2) Detecção de erros
3) Consulta para os próximos cadastramentos
Para a correção dos descritores, faz-se a conferência desta lista e fornecem-se todos
os termos errados ao computador. Em seguida, recebem-se listados, todos os dados para a
devida correção, com relação a cada descritor: identificação; controle; código de campo
correspondente; peso correspondente.
Com base nestes dados, procede-se facilmente à correção, no formulário TR-4.
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�3.3.2 — Outras listagens (Fig. 3.5)
&gt; ' Existem opções para se extrair listagens por qualquer dos campos recuperáveis,
tanto dos sub-campos do campo 01 — Dados de identificação, como dos demais: autor,
título, série, C.D.U. (topográfica) e de descritores.
Elas podem servir para leitores internos do INPE ou externos, para se publicarem
catálogos etc.
3.4 — Produto Final
O resultado final do sistema é o catálogo em forma de fichas padronizadas.
Optamos pelo fichário, devido à facilidade de atualização que ele tem sobre as listagens.
f ichários internos e externos:
Temos fichários
Internos: tombo e topográfico
Externos: autor, título, série, assunto (descritores)
Os fichários topográficos e de título contêm todas as informações catalográficas;
deverão ser consultados para uma pesquisa completa. Os demais contêm: título, autor,
número de tombo, número de chamada e número de exemplares, cada um encabeçado
devidamente.
Nas figs. 3.6 a 3.11 aparece o desdobramento das fichas do livro cadastrado.

Capítulo 4
CONCLUSÃO
Em termos de comparação entre este sistema e a catalogação convencional, há
diferenças grandes a serem notadas, quanto ao seu processamento e à estrutura da ficha.
Importante notar que a transição entre o processo manual e este novo sistema é
feito de maneira suave, sem solução de continuidade, pois as fichas desdobradas
automaticamente vão sendo inseridas nos catálogos já existentes. O computador minimiza
o esforço do arquivamento, visto que já fornece as fichas devidamente alfabetadas.
A validade do sistema foi verificada pelo uso no INPE. Além do mais, ele
eleéé bastante
conveniente por sua grande flexibilidade, pois possibilita a sua adaptação ao sistema de
controle de empréstimos, de controle de aquisições e de disseminação seletiva de
informações.
A forma como
comoéé efetuada a introdução dos dados no computador prevê a utilização,
no futuro, de terminais remotos para a recuperação bibliográfica, através da linguagem
estruturada na tese, referida no capítulo 1.
NOTA: Este desdobramento não está como o que foi descrito acima, em virtude do programa
NOTA;
ter sido feito primeiramente da forma como está o desdobramento e as fichas foram extraídas antes da
modificação do programa
programa.
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�ABSTRACT
This Work
work presents the automatic system of bibliographic data processing as
installed at INPE. It shows the systematic of filling
fiiling out the data forms for the entry in the
computer system; the non-usual cataloging ruies
Computer
rules adopted; the control reports in the form
of correction print-outs; subproducts, with the options offered by the system and the
results in the form of index cards, obtained as final product
resuits

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Obras citadas
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Americana de Bibliotecas, Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, Associação
Britânica de Bibliotecas e Associação Canadense de Bibliotecas; tradução e
adaptação de Abner Leilis Correa
Corrêa Vicentini e Pe. Asterio Campos. Brasília, D.F.,
Edição dos Tradutores, 1969. 528p.
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descriptors. New York, N.Y., CCM Information Corp., 1972. 330p.
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of engineering and related scientific terms and their relationships for use as a
vocabulary reference in indexing and retrieving technical information. New York,
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1. ASHWORTH, Wilfred. Manual
Manuai de bibliotecas especializadas e de serviços informativos;
trad,
trad. de Maria Fernanda de Brito, com a colaboração de Maria Isabel Loff. 3.^
3.3 ed.
Lisboa, Fund. Calouste Gulbenkian, 1967. 707p.
2. FOSKETT, A.C. A abordagem temática da informação; tradução de Antonio Agenor
Briquet de Lemos. São Paulo, Polígono, 1973. 437p.
Briquetde

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pesquisas
PiSQUISAS

espaciais
ESPACIAIS

12
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H^gHiSAS [£FAL1it!£
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CADASTRAMENTO DE DESCRITORES
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Fig. 2.7

Esta página foi fotografada e, por circunstâncias do original, apresenta partes ile^rveis.
ile^iveis.
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DE COPIAS DA LISTA DIFERE
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tecnicas audiovisuais
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1

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PRACTICAL INTERPRETATION
practical
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METtOROLOG IICAL
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1964 .
BEnFORO»
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1

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1

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STUOIE.S
STUDIES OF
QF BRQ
ÜROAOCASTING1
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F RROAOCASTING
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1

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CdlTuRE INSTITUTE-THFORETICAL
InSTITuTE-THEORETICAL RE
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k,
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1973 01 69974000
699/4000 00 V12

03 I6GE
I8CE
&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt; CAMPO
camro n£ autor Invalido
39P.

1964 02 70044000 00

190376 01 n2
190876
02 N?13S 1976 02 70076000 01 1976
O7006501
U7006501
&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt; X0M30
TOMaO ASSOCIADO
ASS0CIA03 invalido
INVALIOü 0700 85

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Fig. 3.3

Esta página foi fotografada e, por circunstâncias do original, apresenta partes ilegíveis.
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14

�instituto OE
de PESQUISAS
pesquisas espaciais
INPE - INSTITUTO
ESPACIAIS
ÜÀVISAO BANCO DE DADOS
OAOOS
«ELATORIO N 05 - LISTA OE
HELATORIO
PE DESCRITDRES
DESCRITORES DISPONÍVEIS
Emitido em

i/utô
i/u/s

pag.
pag,

DESCRITOR
descritdr

s&amp;

Índice
INDICE DE
de significancia
SIGNIFICANCIA
1
2
3

ATmOSPHERIC
atmospheric ocean
OCEAN

1

0

0

atmospheric physics
ATmDSPHERIC

0

l1

2

atmospheric PRESSURE
ATmOSPHERIC
pressure

0

3

0

ATmOSPHERIC
atmospheric RADIATION
radiation

1

0

0

ATOMIC SPECTRa
spectra

1

1

0

atomic THEDRY
ATOMIC
theory

0

1

0

ATOMS
ATDMS

2

2

0

ATs-6

0

2

0

attitudes
ATTITUDES

0

1

0

AUDID
FREOUENCIES
audio frequencies

0

3

0

audiovisual AIDS
aids

2

3

0

AUDIOVISUAL iNSTRUCTInN
Instruction

0

0

1

audiovisual PRDGRAMS
programs

0

1

0

audition
AUDITION

0

1

0

Augustine
augusttne

0

1

0

auroras

0

I1

0

AUSTRIA
austria

1

0

0

AUTHORS (TABLE)
AUTHDRS

1I

0

0

Automatic indexing
inoexing

0

1

0

AUTOMATION

1

0

0

AUXILIARY WRITER
writer

1

0

0

availability
AVAILABILITY

0

0

6

avionics
AVIONICS

0

1I

0

BACIA DO alto PARAGUAI

4A

0

0

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stem
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14

�YUr.nSLAV ASSOCIATION "SCIENCE AND SOCIETY"
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ALPEPT# Li í RQOMANi R. fl.
821.3/1
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Fig. 3.8 Ficha de Titulo
Título

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Fír. 3.9 Ficha de Autor

Fig. 3.10 Ficha de Autor
Autar Sacundarlo
Secundário

Esta página foi fotografada e, por circunstâncias do original, apresenta partes ilegfveis.
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V. 1
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Fig. 3.11 Fichas de Assunto

Esta página foi fotografada e, por circunstâncias do original,
originai, apresenta partes ilegiVeis.
ilegíveis.
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Biblioteconomia e Documentação</text>
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              <text>Este trabalho apresenta o sistema automatizado de processamento de informações bibliográficas implantado no INPE. Expõe a sistemática do preenchimento de formulários de entrada de dados no computador; normas não usuais de catalogação adotadas; relatórios de controle traduzidos pelas listagens de correção; subprodutos, com as opções oferecidas pelo sistema e o resultado, em forma de fichário, obtido como produto final.</text>
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