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                  <text>CDU
CD
U 025.32

MÉTODO PARA O FICHAMENTO PRELIMINAR DE GRANDES DOAÇÕES: uma experiência da FEUSP

MARINA DOSSANTOS
DOS SANTOS ALMEIDA
Bibliotecária Chefe da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.
Vice-Coordenadora do Grupo de Bibliotecários em Informação e Documentação em
Ciências Sociais e Humanas, da Associação
Paulista de Bibliotecários. CRB-8/65.
ELZA yUKIE
YUKIE MAEDA
Bibliotecária Encarregada do Setor de
Periódicos da Faculdade de Educação da
Universidade de São Paulo.
Tesoureira do Grupo de Bibliotecários em
Informação e Documentação em Ciências
Sociais e Humanas da Associação Paulista de
Bibliotecários.
CRB-8/775.
RESUMO
Experiência da Biblioteca da Faculdade de Educação da Universidade
de São Paulo, na incorporação em seu acervo, da "Biblioteca Dr. Paulo
Bourroul", recebida por doação da Secretaria da Cultura, Ciência e
Tecnologia do Estado de São Paulo.
Havendo necessidade de um fichamento rápido do material para a
concretização da doação, a Biblioteca esquematizou um plano de trabalho
que permitisse estarem as obras relacionadas e ao alcance dos usuários, no
menor tempo possível.

1 - BREVES DADOS BIOGRÁFICOS
O Dr. Paulo Bourroul, 2.° Diretor da Escola Normal (1882 a 1884), nasceu em
Nice, a 27 de janeiro de 1855. Tendo feito os estudos preliminares em colégios brasileiros,
foi para a Bélgica, onde diplomou-se em Medicina, pela Faculdade de Bruxelas. Voltando
ao Brasil, defendeu tese no Rio de Janeiro e logo depois fixou residência em São Paulo.
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�Devido aos seus méritos, bastante conhecidos, foi convidado pelo Governo a lecionar
física, química e francês na Escola Normal, recebendo uma gratificação mensal de
ffsica,
50$ 000. Já então catedrático, o Dr. Paulo Bourroul passou a insistir na necessidade de
um laboratório para o ensino experimental de física e química, e, como em princípios de
1881, necessitasse fazer uma viagem à Europa a negócios, foi encarregado pelo Presidente
da Província, Dr. Laurindo Abelardo de Britto* da aquisição do material necessário. Foi
adquirido então um laboratório nos moldes dos existentes nas Escolas Normais da França,
e segundo RODRIGUES, em seu "Um Retrospecto", página 120^ "como dos 6 contos de
réis que levara para esse fim, restou alguma cousa, S.S. empregou o remanescente na
compra de cerca de 200 volumes para o começo da actual bibliotheca. Mesmo assim ainda
poude restituir ao Thesouro um saldo de mais de 600$ 000. Cousa digna de nota: o Dr.
Bourroul fizera a sua viagem no gozo duma licença commun: em vez da commissão a que
fazia jús pelo sen/iço
serviço prestado, teve ainda de soffrer desconto correspondente ao período
de sua licença".
Em meados de 1884 deixou a direção da Escola Normal. A sua passagem foi
marcante, não só pela instalação do laboratório de física e química, sem o qual não se
poderia fazer um ensino intuitivo e eficiente, mas, principalmente, pelo início da
Biblioteca. Faleceu a 30 de setembro de 1941, aos 86 anos de idade. A 25 de janeiro de
1942, por despacho do Sr. Secretário da Educação e Saúde Pública, Dr. José Rodrigues
Alves Sobrinho, foi dado o nome de "Dr. Paulo Bourroul" à Biblioteca que ele fundara.

2 - TRANSFERÊNCIA DO ACERVO
A direção da Faculdade de Educação da Universidade de
deSão
São Paulo** tendo tomado
conhecimento de que a "Biblioteca Dr. Paulo Bourroul", que durante muito tempo esteve
anexada à Biblioteca do Instituto de Educação Estadual Caetano de Campos, estava sob a
guarda do Arquivo do Estado, e, como as obras que compunham o acervo eram de
interesse para os estudos e pesquisas realizados pelo Corpo Docente da Faculdade,
principalmente nas áreas de Filosofia da Educação e História da Educação, entrou em
contato com a Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia, para saber da possibilidade
desse acervo ser doado à FEUSP. Não tendo o Arquivo condições materiais para abrigar a
Biblioteca, e muito menos para realizar o trabalho catalográfico indispensável para o seu
uso, decidiu o Diretor do Arquivo do Estado, após entendimentos verbais mantidos com o
Diretor da FEUSP, o qual havia manifestado seu interesse pelo acervo, providenciar a
transferência deste para a Universidade de São Paulo.
Completados os acordos necessários, foi a transferência do acervo formalizada por
ato do Sr. Secretário da Cultura, Ciência e Tecnologia, Dr. Max Feffer, em ato publicado
no Diário Oficial do Estado de São Paulo, em 26/05/1976.
Tendo sido acertada a transferência, a Direção, através da Comissão de Biblioteca,
solicitou das bibliotecárias um tratamento especial para esse material, uma vez que o
acervo, de aproximadamente 8.000 volumes, composto de obras de grande valor histórico,
*43.° Presidente da Provfncia
Província de São Paulo, no período de 11 /02/1879 a 03/03/1881.
**Passa a ser designada pela sigla FEUSP.
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�t;tão viria relacionado, havendo necessidade urgente de se fazer uma listagem preliminar,
não
pois enquanto não se concretizasse a doação, a FEUSP seria apenas depositária desse
material.

3 - ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
Inicialmente requisitou-se da Direção da Faculdade, duas salas de aula, ligadas por
F&gt;or
um estreito corredor (Anexo 1), próximas à Biblioteca, para servirem de depósito desse
material, uma vez que a Biblioteca não possuía espaço e estantes suficientes. Logo que o
acervo começou a ser transportado, o que demorou três dias, foi sendo colocado nas 8
estantes e nos 3 armários que se encontravam nas salas. Os 8 mil volumes transportados,
foram colocados nas estantes pelo pessoal encarregado do transporte. Como o número de
estantes não era suficiente para o volume do material recebido, os livros foram sendo
colocados em filas duplas, às vezes triplas, com outros livros empilhados em cima. Sem
obedecer qualquer ordem, ficou todo o acervo: livros, folhetos, revistas, jornais, obras de
referência, etc., disperso. Portanto, coleções completas, tanto de livros como de revistas,
misturaram-se às demais obras, sem que se pudesse ter uma visão global daquilo que
realmente existia.
Como a maior parte dos livros se encontrava em péssimo
laéssimo estado de conservação
(Anexos 2, 3 e 4), embora já com a desinfecção feita antes do transporte, foram
solicitados os serviços de especialistas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP,
para um estudo sobre o quanto as obras estariam afetadas, bem como sobre a
possibilidade do material empregado na dedetização afetar o pessoal que iria trabalhar
diretamente com os livros. Os especialistas solicitaram a compra de 6 fraldas esterilizadas.
Dessas fraldas, 5 foram usadas para a limpeza dos livros e uma, levemente umedecida, foi
colocada em um recipiente plástico e posta em cima de uma mesa, no centro da sala. O
encarregado da limpeza usou luvas plásticas, e cada fralda, depois de bem usada, era
colocada num saco plástico e enviada ao laboratório. A fralda umedecida ficou na sala
durante uma semana e depois também enviada para análise. Nada sendo considerado
prejudicial após o exame de laboratório, foi iniciado o trabalho de organização
propriamente dito.
Partindo de um esquema pré-estabelecido (Anexo 5), foram convidados professores
e alunos de pós-graduação para que colaborassem com a Biblioteca no fichamento inicial
dos livros, uma vez que havia prazo relativamente curto para o envio da relação desse
material à Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo.
Estabeleceu-se uma jornada de trabalho de 8 horas, sendo que a colaboração dos
professores deveria ser dada sem prejuízo de suas funções docentes.
Foi solicitada a compra de 10 mil fichas brancas, tamanho padrão de Biblioteca,
para o cadastramento. Para facilitar o trabalho das pessoas que iríam
iriam auxiliar na
catalogação preliminar, foram elaborados pelas bibliotecárias cartazes com os dados
principais que deveriam constar nas fichas.

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�AUTOR

(sobrenome, ncme)

TITULO.
CAÇÃO,

EDIÇÃO.

LUGAR DE PUBLI-

CASA PUBLICADORA,

DATA.

V.

ESTADO DA OBRA:
BOM, REGULAR, LASTIMÁVEL E/OU MUTILADO

NÚMERO
NÜMERO DE
ORDEM

Esses cartazes foram colados nas mesas de trabalho que se encontravam nas salas.
Deveríam constar das fichas;
fichas: o nome do autor (entrada pelo sobrenome), ti'tulo da
obra, edição, lugar de publicação, casa-publicadora,
casa publicadora, data de impressão e número de
volumes (caso fosse obra em mais de um volume). Nessa ficha ainda déveriam
deveríam constar, o
estado em que se encontrava a obra (bom, regular, lastimável, e/ou mutilado) e um
número de ordem, para que o material pudesse ser colocado em umaseqüência numérica
nas estantes, a fim de facilitar a recuperação posterior. Cada pessoa que colaborasse,
recebia uma cota de números de ordem. Era colada uma fita crepe em cada volume, na
qual se marcava o número de ordem correspondente. Essa fita crepe também servia para
segurar as lombadas e capas das obras em estado lastimável. 0
O critério adotado para a
avaliação do estado da obra foi o seguinte:
— bom: obra em perfeito estado;
— regular: obra pouco destruída
destrui'da pelas traças;
— lastimável;
lastimável: obra com capas, lombada e folhas soltas, e bastante roída pelas traças;
— mutilado: obra em que faltavam folhas.
Havia volumes em perfeito estado de conservação nos quais faltavam capítulos
inteiros. Nesse caso, o critério
critério'de
de avaliação deveria ser bom/mutilado. Com a adoção desse
critério podia-se ter uma visão das obras que iriam necessitar de uma restauração.
Para as obras em mais de um volume (coleções, revistas, jornais, etc.), o número de
ordem, além de ser marcado na ficha catalográfica e na etiqueta colocada na lombada do
livro, era registrado numa outra ficha, a fim de que toda uma coleção recebesse o mesmo
número. Esse registro era feito em fichas grandes (25cm x lOcm), correspondendo
corresponderão cada
ficha a uma letra do alfabeto,
alfabeto; onde se marcavam o número de ordem, o autor (na ficha
alfabética correspondente ao seu sobrenome) e o título. O
0 título também deveria ser
marcado na sua ficha alfabética correspondente, precedido do número de ordem e seguido
do autor.
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�B

D
512 Da Asla,
Asia, João
Joao de BARROS,, ’
ROS
5687 Dona Branca. Almeida
Garrett.

512 BARROS, João de - Da
£sla.
Asla.

Assim, quando surgia uma obra que se percebia ser parte de uma coleção, recorria-se
às fichas alfabéticas, para se verificar se já havia sido anotada e recebido o número. Caso
contrário eram feitos os registros. Com isso conseguiu-se a reunião nas estantes das obras
em mais de um volume.
Quando do transporte do acervo para a FEUSP, tomou-se o cuidado de deixar 2
estantes e 2 armários vazios para que se pudesse ir colocando o material já pronto. Havia
estantes separadas para as coleções e para as não
não. coleções. No final do dia, os livros
fichados eram colocados nos seus respectivos lugares, as fichas feitas eram contadas para
se verificar a produção do dia, e as falhas corrigidas. Todas as manhãs, as fichas feitas no
dia anterior eram alfabetadas e arquivadas em fichários. No momento da indexação,
verificava-se se já havia outro exemplar do mesmo livro. Nesse caso, era feita somente uma
ficha, com o número de exemplares existentes e todos os números de ordem recebidos.

Demogeot, J
Histoire des litteratures étrangeres.
êtrangeres.
Paris, Hachette, 1880.
2 exemplares

Bom

3610
5883

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�4 - CONCLUSÃO
Após o término desse trabalho, foi datilografada a relação do material a ser doado,
e, em seguida, enviada à Secretaria. Enquanto era feito o serviço de datilografia, a direção
da FEUSP desocupou a área utilizada como Auditório, adquiriu novas estantes e
transferiu o acervo Paulo Bourroul para essa nova ala da Biblioteca. Foi contratada mais
uma bibliotecária que cuidaria somente desse material. Como já havia sido feito uma
catalogação preliminar, o material já estava à disposição de professores e alunos de
pós-graduação, para leituras e pesquisas. Ao mesmo tempo que as fichas facilitavam a
consulta do usuário, auxiliava a bibliotecária no seu trabalho de incorporação do acervo
na biblioteca FEUSP.

SUMMARY
SUMMARY.
Experience of the Library of the "Faculdade de Educação da Universidade de São
Paulo" in incorporating to its existing books the "Dr. Paulo Bourroul Library", received
by,
by donation from the "Secretaria.da
"Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia do Estado de São
Paulo."
For the donation to become effective
effective.it
it was necessary a quick indexation of the
material. The Library then prepared a scheme which would, in the shortest time, permit
the listing of the books and its use by the readers.

BIBLIOGRAFIA
1. CENTENÁRIO do ENSINO NORMAL emSAO
em SÃO PAULO: 1846-1946. São Paulo, s.c.p.,
1948. 136p.
2. REVISTA de EDUCAÇÃO, 29(30/39) 1941/43.
3. RODRIGUES, João Lourenço. Um retrospecto: alguns subsídios para a história
pragmática do ensino público em São Paulo. São Paulo,
Paulo,- Instituto D. Anna Rosa,
1930. 446p.

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ANEXO

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        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
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                <text>Inclui também os anais da V Jornada Sul-Rio-Grandense de&#13;
Biblioteconomia e Documentação</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Método para o fichamento preliminar de grandes doações: uma experiência da FEUSP</text>
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              <text>Experiência da Biblioteca da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, na incorporação em seu acervo, da "Biblioteca Dr. Paulo Bourroul", recebida por doação da Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo. Havendo necessidade de um fichamento rápido do material para a concretização da doação, a Biblioteca esquematizou um plano de trabalho que permitisse estarem as obras relacionadas e ao alcance dos usuários, no menor tempo possível.</text>
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