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                  <text>VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA
Brasília» 20 a 25 dc julho

CDU

JOCUMENTAÇÃO

de 19 - &gt;

■ 087.7:659.1

A DIVULGAÇÃO DE PUBLICAÇÕES OFICI/JS

por
Inacla Rodrigues dos Santos Cunhn
CRB-1/25 - Prov.
!
Chefe-substituta da Seção de
Recebimento e Controle de Publicações Nacionais da
Coordenação de Biblioteca da Camara dos Deputados

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�Sinopse:

íüstuclo sobre a importância das publicaç' *s oficiais e a conse
x^üente necessidade de sua divulgação. S rere-se uma tomada de
posição pelos Editores Oficiais diante

essa necessidade. Coii

sidernçoes sobre os diversos tipos de víTculos e instrumentos
adequados a divulgação das publicações ■

iciais. Recomendaçõ-

es de medidas — que poderiam constituir o núcleo de tun progra
r.ia nacional de dinamizaçao no setor bibliográfico oficial -ao
governo federal e a outras autoridades.

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S U M Ã R I 0

1

- Introdução

4

2

- 0 papel da publicação oficial

5

3

- Necessidade da divulgação

7

4

- Instrumentos da divulgação

10

4.1

“ Divulgação ém massa

10

4.1.1

- Jornal

10

4.1.2

- Radio e televisão

11

4.2

- Divulgação dirigida

11

4.2.1

- Jornal oficial

11

4-2.2

- Mala direta

12

4.2.3

- Feiras e exposições

13

_

A
4.2.4

- Folhetos e cartões

14

4.2.5

- Revistas técnicas

15

4.2.6

- Conferências

15

4.2.7

- Cartazes

15

4,3

- Divulgação indireta

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4.3.1

- Soluçoes técnicas

15

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�4.3.2

- Soluções não técnicas

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5

- Os públicos das publicações oficiais

17

6

- Conclusão

17

7

- Recomendações

18

8

- Bibliografia consultada

19

Anexo

21

i
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&lt;-

&lt;*

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(■
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1 - INTRODUÇÃO

’0 controle da produção bibliográfica çficial tem constituído ponto de
atenção por parte do governo federal desde longa data.^

Recentemente o Gabinete Civil da Presidência da Republica expediu ci_r
- .
~
. 2
cular aos crgaos da administraçao publica em que manifesta sua preocupação
com a explosão dessa documentarão, diante da atual crise do papel, e com a for
ma desordenada com que sua produção se vem processando.

Queremos crer que esta tenha sido a primeir?! de uma serie de medidas
que deveíx formar um plano bibliográfico governamental cujo objetivo seja justamente o controle, a organização e a difusão da proiuçao documentária oficial.
Dizemos isto por entendermos que rião basta .. "suspensão de quaisquer
publicações que não tei\ham finalidade publica bem definida...", ÍTnportando
principalmente colocar aquelas que o façam nas mãos desse público.

No presente trabalho tentámos abordar algun

aspectos dessa divulga-

ção necessária - considerando o lado do próprio governo e o lado dos editores.

A idéia da elaboração de um trabalho sob o tema divulgação surgiu-nos
da dificuldade que, diariamente, enfrentamos ad tentarmos localizar publica -■
çoes de órgãos oficiais, em nossos serviços. Normal''ente, dentro de um mesmo
órgão, há vários editores. Um não conhece o trabalhr do outro. Por isso, a lo
calizaçao e conseqüente aquisição de um documento eir, órgãos oficiais tem sico
tarefa bastante árdua.

Logo, a divulgação de tais publicações viri i atender ãs três partes
-envolvidas no fluxo de sua produção e comercializaçã &gt;, quais sejam:
~ o governo (cuja imagem se retrata no documento);
— 08 editores (que quer^em vender seus serviços e sua produção);
” o consumidor (que precisa saber onde está a informação de que necessita) .

Tentamos aqui reunir algumas opções e exemplos práticos de divulgação extraídos da experiência de alguns Órgãos que já se encontram engajados

1 - Convenção Internacional de Bruxelas (1886),promulgada pelo Brasil
em
1889, tratava de publxcaçoes oficiais (Decreto 10.188 de 17.02.1889).
2 *• Publicações oficiais serão reexaminadas pelo governo. Jornal do Brasil,
— Rio de Janeiro, 6 nov. 1974. 19 cad. p.4

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em tal tarefa.-0 objetivo desta'reunião e,justamente

^
««•
fornecer idéias aos vários
r)ficiais, que ora realizamos,

editores, que a partir dos estudos sobre publicações
♦
'
vierem a se interessar por um maior dinamismo na sua distribuição. So assim, cremos nos, o objetivo da publicação em si sera atingido.

Devemos esclarecer que, embora tentando nos ater especificamente a divulgação ou publicidade da publicação oficial, foi-nos i ipossivel excluir totalmente
outros três assuntos a ela estritamente ligados: mercado, vendas e relações pubH
cas. Estas quatro funções formara o marketing
so caso é o documento oficial.

• /

de um produto qualquer - que no no^

•

*

*

Finalmente, queremos agradecer a todos aquel s que conosco colaboraram
na elaboração deste trabalho.

2-0 PAPEL DA PUBLICAÇÃO OFICIAL

Um pais.em desenvolvimento necessita manter seu povo informado sobre
seus estágios sõcio-ecoriômico e político. Por isso, seus órgãos de relações pu...
.
3
blicas apresentam, em resumo, os seguintes principaif obietivos:
a - buscar a cooperação de todos os cidadacs para com o processo go vernamental, esclarecendo-os sobre seu&lt; pl'anos e o andamento

de

sua execução;
b - informar os cidadaos sobre o que se realiza em função deles mesmos
e propiciar sua participaçao nessas atividades para que eles possam lograr maiores benefícios;
c - demonstrar ao «povo que ele tem direito

participaçao no processo,

na política e no progresso do governo, em seus níveis mais eleva dos; e que portanto, a Naçao deve seri forrtada continuamente so bre os planos e atividades diárias deste governo;
d - colaborar cora o Legislativo, prestando as informações e serviços
\
solicitados, obietivando o interesse do governo;
e - reconhecer

a essencialidade da opinião pública para a comunicação

social, fazendo pesquisa e analises, com o objetivo de fornecer ao
governo orientação para manter, alterar e reconsiderar planos, e
ou esclarecer a Nação.

3 - Classificaçao feita com base nos seguintes documentos: a) Seminário de Réla ções Públicas do Executivo, 1., Brasília, 1968. Recomendações das Comissoes.
Brasília, Assessoria Especial de Relações Públicas da Presidência da Republica,- 1968. p. 27
b) Childs, Harwood L. "Natureza das relações públicas". lYi:
Jaroeson, Samuel H. Relações públicas. 2. ed. Rio de Janeiro, Fundaçao Getúlio
Vargas, 1963, p.6A-5.

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)•• I
Para a divulgação de matérias r,ue visem o* alc " ce desses objetivos^ os
orgaos de Relações Publicas lançam maos dos seguintes ..ns trumentos:
1

.
.
Visuais

'

a) imprensa (jornais, revistas, livros, boletins, panfletos, etc)
b) ar livre (cartazes, painéis, out-doors, luminosos, etc)
c) publicidade direta (prospectos, folhetof&gt;, mala direta, catãlogos)
^

'

d) exibições (exposições, stands, vitrines, displays, etc)
2 - Auditivos (radiodifusão sonora, discos, alto-falantes)
3 - Audiovisuais (televisão e cinema)
4 - Funcionais (amostras, brindes, concursos)
5 - Acontecimentos (campanhas, feiras, comemorações, solenidades cívicas
recepções sociais, cursos rápidos, conferéicias, debates, etc)

.

’

Como vimos, ura dos instrumentos de divulgação

ía açao governamental é a

imprensa. E aqui se situariam as PUBLICAÇÕES OFICIAIS^f Estas existem em forma de
jornais, revistas, boletins, livros, folders, panfleto-, e outras similares. Ana
''
\
lisando-as veremos que algumas aparecem no mercado co7;i o objetivo específico de
divulgar a atividade governamental (relatar o.que foi

’ o que será feito; por

exemplo, os relatórios), outras são obras técnicas ap -sentando conceitos eminen
temente científicos e que servirão de material de est : io e atualização tanto para os técnicos, funcionários do governo, como para es',udiosos que a cada dia acom
panham mais de perto a vida do país, principalmente e^. suas esferas econômica, po
lltica e social.

Em síntese, podemos afirmar

que, quer no prin^^iro quer no segundo tipo

de publicação, o leitor encontrara estampadas, sem duvida, a política e a filos£
fia do governo. Ambos atendem portanto aó objetivo da

ivulgação governamental.

Não cabem neste trabalho considerações sobre c conteúdo propriamente dito
. das publicações oficiais, mas o país que esteja a se

’senvolver precisa contar

com o apoio de sua populaçao; por isso ela precisa corpreender as metas visadas e
se dispor a sacrifícios que porventura lhe venham a s^r exigidos. Assim os meios
utilizados pelas relações pública^ devem funcionar corno meios de divulgação de in

.4 - Seminário de Relações Públicas do Executivo,!., 1958. p.l9
5 - A Convenção sobr o Intercâmbio Internacional de P ihlicações, adotada pela Une£
co, em 1958, no ítem referente a publicações ofic;.^ís, assim as define:"para
o propósito da presente Convenção, são considerad-s publicações oficiais e documentos governamentais,. quando sao executados soo ordem e despesa de alguma
autoridade governamental nacional, as seguintes: documentos parlamentares, relatórios e periódicos, e outros documentos legislativos; publicações administr£
tivas e relatórios dos corpos governamentais fede-ais, estaduais e regionais;
bibliografias nacionais, manuais estaduais, corpos legislativos, decisões da
Corte Judiciária e outras publicações equivalenteí:".

�7

formações corretas e verídicas sobre objetivos, prog

mas c realizações do governo.

0 material utilizado deve ser de boa apresent.-.çao. Nem mesmo um publico in^
truído sé motivará pai.i a análise de um relatório, ou anuário, mal elaborado e com
uma apresentaçao gráfica inadequada. 6 necessário que as publicações despertem intèresse por parte da populaçao. Assim, precisam ser apresentadas de forma a competir com notícias e assuntos de outras fontes, Os dados devem ser esclarecedores so^
08 problemas do governo e manter um "alto padrão de v racidade e justiça"^. S5 assim a população passará a reconhecer que publicações oficiais não sao sinônimo de
verba malbaratada com material e pessoal. Que publicações oficiais contem atualmen
te, assuntos dos mais diversos e do maior interesse público; que,apesar de serem .
um meio de divulgação da açao governamental, trazem iiformações e dados de que

a

própria populaçao participa; e, que os programas futvjros - que a populaçao não pode ignorar - dependem dela própria para se concretizarem,

3 - NECESSIDADE DA DIVULGAÇÃO
%

,

• ^

Do que argumentamos .anteriormente concluimos rjue o valor fundamental de
qualquer publicação oficial está ná sua leitura e no seu manuseio.

Isto nao ocor-

rendo, mesmo sendo uma publicação extraordinariamente valiosa quanto ao conteúdo e
apresentação gráfica, sua existência perderá todo o snntido.

Embora estejamos tratando de um produto cujos produtores são, na maioria
das vezes, os menos interessados na sua venda, ou porque isto nao lhes represente
lucro pessoal, ou porque já estejam entranhados com os vícios de grande parte
funcionalismo publico - e uma divulgaçaò

do

de sua prodi ,;ao só traria um acréscimo

no volume de trabalho - mesmo assim, faz-se necessário que os preparadores da in^formaçao mantenham comunicação com seus usuários-e

;idam" seus serviços.

A divulgaçaò torna-se necessária considerando os dois lados: o do vende dor (orgaos governamentais) que deseja ver sua imagem e produção conhecidas do p^
blico; e o do usuário, que muitas vezes deseja consultar publicações que apresentem dados reais e atuais sobre uma determinada área de interesse, ou saber que pjj
blicaçoes os diversos órgãos teriam sobre tal área. Normalmente não consegue info£
maçao alguma, por mais que rebusque nas bibliotecas ao seu alcance. Podemos ilus trar este caso com uma nota, em que o leitor reclama terminantemente da forma atual de acesso aos documentos dos órgãos oficiais:

6 “ Emmerich, Herbert. "Relações publicas e informações'.' In:

. Manual de ad-

ministração pública. Rio de Janeiro, Fundaçao Getúlio Vargas, 196?, p. 176

�□

"Finalraente, assinale-se que g distribu' ^ão e precária: como e no£
em livros oficiais, so os recebem autor lades - que nem sempre tem
interesse, deixando-os de lado - ou arai , &gt;s dos promotores, enquanto outros que precisam do texto - historiadores ou docentes - nao
os encontrara, que não são postosem livrarias, Quando é que as publicações oficiais vão ter sistema racional de distrihuição?"7

A verdade é que precisamos faxer com que a docuMentaç~o se appesente

ao

'usuário, e não esperar que este venha a ela. "La docuixantation est desormais ín8
separable de sa diffusion".

E aqui gostaríamos de inserir'nosso ponto de vista: as publicações de órgãos oficiais precisam 8e"mercadizar". Suas qualidades de conteúdo, já que

as

gráficas se corrigem facilmente, fazem jus a uma maiov utilização pelas camadas
diversas da população. Não é justo mesmo, que todo o. conhecimento ali armazenado
nao seja lançado a um público maior.

Por isso julgamos tornar-se

necessária a utilixação de técnicas de mercai

dologia pelos nossos editores oficiais, mesmo que iste represente mais trabalho,
inovaçao de idéias e maior gasto de energia pelos funcionários desses órgãos.Nao
se justifica mais a prática até hoje utilizada: a escolha de instituições feita
pelos funcionários do editor; instituições ;*}tas, muicas vezes, as menos intere^
sadas no contèúdo da publicação.

Note-se que não estamos aqui combatendo a prática de doação de publicações oficiais a entidades, mas sim, sua má distribuição u a má escolha dos usuá

-

rios que, não interessados diretamente pelo assunto da obra,, não hesitarão em dj^
rigi-la ao lixo, ou a um depósito qualquer de onde não mais será retirada.

A experiencia de alguns editores sobre a venda i e publicações tem demonstrado que o sistema de "venda" em substituição ao de "doação" tem apresentado cjo
mo resultado uma maior procura. Este fato

talvez se c'plique por dois motivos:

primeiro, porque o leitor comum, tendo conhecimento ds. venda, se sentirá ã vonta
de para comprar (o que não aconteceria em relação a um pedido de doação); segundo, porque o distribuidor passa a^ter maior motivação quanto a divulgar as novas
i
.

edições, visto que na maioria das vezes a receita da venda se destinará a cobrir
despesas de custo feitas pelo.editor. Portanto, quanto mais rápido for angariada,
melhor sera para o editor. E o dinamismo da venda está,naturalmente,ligado ao mai^
or ou menor nível de freqílênçia da divulgação. Daí concluirmos que a maior circulação da publicação oficial dependerá, em grande parte, da divulgação que dela se
fizer.

7 - Iglésias, Francisco. 0
gues, Brasília, Senado
ticos , Belo Horizonte,
8 - Cremieyx-Brilhac.J.-L.
"Tris, 23 :354, mar/juin

cm

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4

5

6

Parlamento e a evolução nacional de José Honorio RodriFederal, 1972. 7 t. Revista brasileira de estudos polí39 :205, jul. 1974 (recensis
La documentation française. La revue administrative,Pa1970
\
t

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Os bibliotecários, editores e demais produtcres
muito podem ^prender das técnicas adotadas

a documentação oficial

pelas agen-: as dc puirlicidade

ao

tentarem vender sua produção• 0 importante será a lemb ança constante de que as
principais razões da criaçao de uma divulgação orientada das publicações oficiais deverão ser, a nosso ver, as seguintes:

a - criar uma demanda;
b - levar a infonnação o mais rapidamente possível a seu público espec^
fico;

1

c - obter cooperação do usuário no reconhecimento do valor desse tipo
de publicação.

Assim, para nós, a divulgação deverá aparecer de duas formas: a primeira
dirigida ao público geral (usuários em potencial) fazendo com que a populaçao t£
me conhecimento do conteúdo da obra. Para isto seriam utilizados, principalmente,
meios de comunicação de massa; a segunda dirigida a um público específico, constituído peló comprador institucional e pelo usuário direto do conteúdo de tais p_u
blicações. Aqui se situariam as próprias bibliotecas e serviços de documentação,
-assim como pesquisadores de nível cultural elevado,,tair como estudantes universitários, técnicos graduados e pós-graduados que comumc'.te elaboram estudos e prjo
'gramas a serem aplicados no país, exigindo ura conhecimento fundamental do que con
têm nossas publicações oficiais. Neste caso consideramcíi como meios de divulgação
mais indicados, aqueles que, além de arrolar a obra, apresentem uma breve descrição do conteúdo. Aqui

se situam então instrumentos atriivés dos quais se realiza

a divulgação de forma indireta,tais como bibliografias, catálogos, índices, resumos, revistas técnicas, resenhas bibliográficas, e outroj equivalentes.

No Brasil, infelizment^c, nada se tem feito nest&gt;-i sentido: o de tornar a
ipublicação oficial conhecida no domínio público. As pouc .s bibliografias existeti
9
.
~
tes no mercado possuem informações relativamente atrasa 'as é nao tem a preocup£
ção de separarem as obras oficiais das particulares, sendo que as primeiras sao
ainda, normalmente, relegadas a um plano secundário.

9 - Recomendamos consulta ao seguinte documento: Rocha, Juracy Feitosa. Publicações oficiais brasileiras; um tema para o VIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação. Brasília, Centro de Docum ntaçao e Informaçao da
Chamara dos Ueputados, 1973. p. 27 (trabalho apresent idp ao VII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação - Belém, 1973)'

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4 - INSTRUMENTOS DÁ DIVULGAÇÃO

Considerando as várias categorias de publico constituídas pela populaçao,
dividimos as principais formas de divulgação em tres grupos básicos: em massa, d^
rigida e indireta. Em cada grupo, tentamos reunir os veículos e instrumentos mais
adequados á realização da divulgação. (Ver esquema ger 1, fig. 15)

4.1 - Divulgação em massa

4.1.1 - Jornal
Aqui podemos considerar a divulgação feita através de textos e notícias,
assim como pelos anúncios - forma aliás mais com;, i. 0 anúncio e um dos meios us£
dos para se comerciarem serviços e idéias fazendo coro oue o público os aceite. É
um dos instrimentos mais dispendiosos, por isso, cost n.'a ser apresentado em re vistas especializadas, visando atingir a clieütela dí ctaraente. Escolhem-se jornais e.revistas de ampla circulação para veicular anúncios, quando o produto ofe^
recido constitui, ou constituirá, interesse de grande parte da populaçao. É o C£
so das publicações oficiais (pelo menos gostaríamos que fosse). Portanto, faz-se
necessária a divulgação esclarecendo a massa populacir.ial sobre as realizações
do seto‘r público, e sobre o material em que ela podem encontrar dados mais concretos sobre tais realizações.

Ao ser utilizado o anúncio como divulgador de rublicaçoes oficiais, consideraiQos que, além dos jornais locais, deveriam ser usados os grandes suplementos e colunas literárias dos principais -jornais dò paí. , que normalmente possuem
penetração nacional, e ãs vezes, até internacional.^^

E importante que se afigure nesse instrumento (como nos demais), além da
descrição da obra era si, o esclarecimento sobre a forma de aquisição, o preço

e

6 endereço para onde deve ser dirigida a compra. (Nos exemplos que apresentamos
em anexo, nem sempre se encontram todos estes requisitos).
V
0 anúncio deve ser preferentemente ilustrado.

ilustração pode, entre

outras hipóteses:
a - reter a atençao do leitor;
b - aumentar a crença no produto;

10 - Em entrevista com a Direção das Edições Técnicas do Senado Federal foi-nos
apresentado o caso de anúncio em jornal de penetração nacional que suscitou
a procura por parte de uma instituição alemã, consultando sob a forma de aqu^
siçao pelo reembolso, e seisto era possível para uma instituição estrangeira.
11 - Haas, C. R. "Ilustrações de anúnrios" In:
. A publicidade; teoria, técni_ ca e prática. Lisboa, Põrtico, s.d. v.2, p. 98-109. .
&lt; ►

.
'” ~

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c - facilitar a compreensão da matéria;
d “ facilitar a memorÍBação.
Exemplos de anúncios e noticias jornalísticas sao apresentados,em anexo,
pelas figuras

1

a

4

4.1.2 - Radio e televisão

são veículos de ampla penetração, mas também,bastante dispendiosos.

No

caso do nosso produto, o ideal seria a utilização de emissoras oficiais, pelas
quais a mensagem seria enviada a custos menores. Hã as emissoras oficiais federais e as estaduais. Em ambas, a matéria bãsica é a atuação governamental. Assim
o interesse em divulgar as publicações, cremos nós, seria duplo: auxiliar os orgãos governamentais na divulgação de sua própria atuaç o e ao mesmo tempo, divul^
gar o material onde estã registrada esta atuação.

Como suges tão, teríamos

o programa

Voz do Baail", levado ao ar diar^

amente pela Agência Nacional. Destaca-se como o programa radiofônico mais indic£
do para inclusão da matéria que estamos considerando,

or dois motivos princi -

pais: primeiro pelo fato de ter penetração nacional; segundo, por ter como objetivo bãsico a própria divulgação governamental - assurto alias contido nas pubH
-xaçÕes oficiais. Portanto, difundindo a publicação, es tara indíretamente divulgando matéria de sua competência intrínseca.

A forma de apresentação dessa matéria seria c ;eto de estudos posteriores. Aqui apresentamos apenas considerações mais superficiais, tentando desper -'
tar os editores para a questão. A eles, portanto, cabe í a implantação da idéia.

4.2 - Divulgação dirigida

4.2.1 - Jornal oficial^^

\

Consideramos os Diários Oficiais (dos Estados ? da União) veículos bastan
te indicados para a divulgação de documentos oficiais. Além de possuirem circulação nacional, são ainda órgãos oficiais, o que implica numa economia de verbas. A
divulgação aqui poderia ser feita de maneira mais sist:::;.ãtica, bastando para isto,
a abertura de um novo título ou coluna no D.O. onde fossem arroladas as sucessivas

12-0 jornal oficial é aqui considerado como meio de divulgação restrita, por se
tratar de um tipo de jornal especial, de circulação reduzida, não possuindo
sistema de distribuição popularizado e não atingindo portanto a todas as ca__mada8 ^da população.

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• u

publicações lançadas no mercado, fazendo acobipanhar cad. verbete de um breve comen
tãrio sobre os respectivos conteúdos. A melhor localir:.

•&gt; séria na última

pagina

do jornal (ém se tratando do Diário Oficial da Un'ão su_er’*..‘ a última página

da

Seção I, Parte I, a exemplo de outras matérias similares que ali são incluídas) por
facilitar o acesso do público a tal informação.

No tocante ao Poder Legislativo, quanto a uso dc

ce'tipo de veiculo, encori

tramos o Senado Federal ,se utilizando do Diário do Congi"sso Nacional - Seçao II.

0 público atingido por este tipo de divulgação constituir-se-ia, principal^
mente, pelos funcionários públicos, empresários e funcic âríos de empresas vincul^a
das, direta ou indirecamente, ao serviço público; todas "is pessoas, enfim, que interessadas em matérias dos Diários Oficiais, estivessem , onstantemente a analisá lòs.

Apenas por questão de critério sugeririamos que iossem escolhidos os velcu
los conforme a subordinação geográfica: as publicações d*s Estados deveriam ser d^
vulgadas nos Diários estaduais; e as de õrgaos federais, no Diário da União. Resta
apenas lembrar da necessidade de se aumentar a tiragem de alguns diários estaduais,
a fim de que a divulgação desejada seja de fato atingida, Uma tiragem de apenas
quinhentos exemplares (caso de Sergipe) proporcionará divulgação,até certo ponto,
restrita.

4.2.2 - Mala direta
Costuma ser um dos principais meios utilizados qjindo o produto é do tipo
livro, revistas e discos. E ur\ sistema bastante adaptavel aos requisitos mercadológicos das pequenas empresas

porque normalmente é pouc

dispendioso e pode ser

executado sem o auxilio de uma agência de publicidade.

A mala direta e utilizada mais comumente na forma de expedição de cartas
endereçadas a um número de compradores em potencial, por meio do correio ou por ini
.termédio de vendedores e agentes; atinge, ãs vezes, a for';a de remessa de cartões,
telegramas, e até volumosos catálogos onde sao relacionad s os produtos. 0 grau de
aucesso da campanha dirigida por mala direta depende principalmente do preparo do
material promocional e da escolha dos endereços.

Ao ser usado este sistema como meio de divulgação de publicações oficiais,
o distribuidor precisaria selecionar os endereços segundo a área do conhecimento
explorada na publicação. Assim, sendo uma publicação sobre educação, deverá atingir
em primeiro lugar, pessoas que, além de estudar, trabalhem na área educacional
correlatas.
,

e

'
I

Sao fontes que auxiliam na busca e seleção de en&lt;. *reços:

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- relações de associados (Associações, Conse»!ios, Sindicatos de classc;
- diretórios especializados;
- listas telefônicas;
- cadastro de pessoal de uma empresa ou instituição ligada ao assunto
abordado na publicação.

Ao serem selecionados os endereços, o distribuidor deve se restringir
àqueles que constituam um mercado potencial, considerando uma faceta qualquer
que justifique seu interesse pelo produto.

0 envio do material deve ser feito numa época apropriada, evitamlo-se
um período em^^o^público esteja totalmente volta..o para outròs interesses. Isto
ocorre muito em final de ano.

Outro detalhe que o distribuidor precisará r.hservar é a inclusão no envelope de algo que facilite a resposta. A chance de obte~la sera bastante maior.

Quanto ao preparo do material o distribuidor deverá:
a- partir sempre do interesse do comprador, irocurando individualizar

a

mensagem, criando curiosidades, óu uma mctivaçao pessoal qualquer que
incite o comprador a lé-la até ao fim;
b- escolher um tema central de motivaçao que se repita na mensagem, con£
tituindo a essência dela;
c- preparar, cautelosamente, o material observando o equilíbrio e.stéticp
e fácil visualização entre o texto e espacJS vazios; economizar palavras, restringindt?-se ao essencial, verídico e informativo;
d- mostrar o material, depois de pronto, a p ^o menos duas pessoas que
nao o acompanhararf, a fim de colher crltif as, para finalmente enviá-lo
à impressão.

Ao receber os resultados da campanha o distribuidor deverá registrl-los,
para avaliar-se e ao seu esforço.

Haverá casos em que uma venda promoverá outras. Estão nesta situaçao as
vendas para bibliotecas e centros de documentação, onde freqüenteinente o leitor to
ma conhecimento da publicaçao pela primeira vez. 6 entjo que lhe ocorre a procura ca obra na livraria ou nos demais distribuidores.

4.2.3 - Feiras e Exposições

Tem sido meios de promoção para muitos artigos industrializados, como os
domésticos e os têxteis. Para publicações oficiais, r melhor seria a montagem

de

exposições próprias, ou participaçao de feiras conjunras entre os diversos õrgaos

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editores - oficiais ou privados. Outra alternativa f rià a exposição de obras e^
pecxficas de assuntos debatidos em Congressos e Semiiários. Aqui, os editores p£

i

deriam montar stamls com suas publicações chamando a atenção,principalmente, para o material da área. Assim, as publicações do IPEA. seriam expostas em congressos de Economia; as do DASP, era congressos de administradores; as da BIREME,nos
de Medicina (que assim o tem feito) ..

Este sistema contaria com uma grande vantagem: clientela já motivada, f£
cilitando assim, a comercialização.'

são fundamentais a observação e o cuidado cem o aspecto físico do local
onde vai ■. se realizar a exposição. Por isso, e necessário ter em mente os seguin13
I
tes lembretes:
. - o material gasto na montagem da exposição -^eve ter limitações de custo,
que deve ser coberto pela rentabilidade do negócio;
- o livro deve ser colocado de forma a "agre Mr" o leitor que deseja adquiri-lo;
- a própria apresentaçao deve motivar o público a examinar o material esc
posto;
- a arruraaçao dos livros deve ser feita de modo a deixar o cliente ã voii
tade, ao examiná-lo;
- a exibição deve reduzir-se a poucos exemplareç. Isto dará a ideia de
que "há poucos exemplares". Muitas vezes, uastará esta hipótese para que
o cliente se sinta motivado a adquirir ura dos últimos restantes;
- todo título representado no depósito deve

f^^zer representar também en

tre os expostos;
- se possível, os móveis em que se expõem o£

Livros devem ser flexíveis e

oferecer possibilidade de mudança no aspeceo geral da exposição. Uma
simples mudança de posição de mesas exposi-oras pode estimular consid£
ravelmente

ima nova visita ã exposição;

- faixas como "novidade", "obra única", "acabado de imprimir", ãs vezes e
exercem a função básióa de atrair o público.

4.2.4 - Folhetos e cartões

Como ja dissemos ao discorrermos sobre o pro asso da mala direta, folhetos

13 - Pol Arrojo, Jesus. "Promoción de ventas". In:
zación. Madrid, Paraninfo, 1970

El libro y su comerciali

p. 125

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c cartões são tnaterials de baixo custo de produção e dist

Ibuição. Se bem programados,

; oferecem muito bons resultados. Xs veacs vun folheto tem r

Lor agressividade que um ca£

taz, dependendo, naturalmente de sua boa montagem e apre»

itação.

Âlém de sua utilização na mala direta, podem também ser distribuídos diretamente aos interessados em ambientes como salas de aula, reuniões, congressos e seminários.
^

A organização do folheto ficaria a cargo

do propiio distribuidor, podendo o tex

to anunciar e divulgar, simultaneamente, uma ou varias pv

licações.

Concluindo, diremos que os folhetos sao meios de publicidade direta intermediá.rios entre a carta e os catálogos, podendo ser expedidos como a própria carta, ou seguir
em companhia dela; ou ainda, serem distribuídos diVetameiue ao usuário.

4.2.5.“ Revistas técnicas

.

‘

são veículos preferidos para a inclusão de ánuncios (fi.g$.5e6 ) por dois motivos:
sao menos dispendiosos do que as revistas gerais; atingem o publico mais rapida e diret^
mente. Portanto, os resultados far-se-ão sentir com menor perda de tempo e dinheiro.

4.2.6 “ Conferências
são elas meios de comunicação muito eficiente. Exigem porem, um bom conhecedor
do assunto, que hã de entusiasta da matéria. São qua.lidsíes basicas do conferencista:
sinceridade, simplicidade, habilidade na organização das frases e em tornã-las atraei^tes.(capazes de reter a atenção do ouvinte).A capacidade ie comunicação estã implícita.

4.2.7 “ Cartazes
Otimo veículo publicitário. 0 resultado de uma c^-ipanha feita na base do ca*'taz dependerá, em grande parte, da boa escolha da locali.' ição delç de forma a "agredir"
o indivíduo que o ve.

Ê o tipo do material que não dispensa o endercçamento do editor.

No exemplo que apresentamos (fig.

^ ) infelizmente falt.-; este requisito. Algumas das

melhores formas de exploração do cartaz são: colocação em entradas de bibliotecas, ex~
posição em feiras

e afixação em portas e paredes de livrarias.

4.3 “ Divulgação indireta

4.3.1 “ Soluções técnicas
Além dos meios de divulgação c publicidade convencionais - que já mencionamos existem ainda os que denominamos como meios de divulgação indireta; são materiais organizados com a finalidade principal de facilitar e orientar a consulta do pesquisador,
mas que,

índiretamente funcionam como

instrumentos

divulgadores do material reunido.

Nesta situação estão os catálogos técnicos, as bibliografias, as listas e os índices de
livros e periódicos,

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assim como seus resumos. Exemplosgnos de imitação, deste tipo

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de publicação, no campo governamental, existem, em grat

ís quantidades no exterior,

principaImente nos países desenvolvidos. Ko Brasil a ir

'denci.'’^é menor, bastante

menor alias, reduzindo-se a algumas poucas listas. /■ m

»ria des''as é de circulação

restrita, muitas vezes nao chegando a extrapolar os limites do próprio editor.

Dentre

as publicações deste genero temos as listas de edições da Biblioteca

IJacional, as bibliografias especializadas do IBBD (que nao se limitam a publicações
oficiais somente), os catálogos do IN'L (fig._8), da Funiiçao Getúlio Vargas (fig. 9
e J^) e o das Edições Técnicas do Senado Federal,
f
4.3.2 - Soluçoes não técnicas

.

Neste item se enquadram algumas experiências que a prática nos tem demonstrado, e que servem, era última análise, como forma de di-ulgaçao. Aqui, como no c^
so anterior, o pesquisador nao terá consultado nenhuma &lt;' ra convencional de divulgação.

Localizara informações sobre publicações que lhe interessarão quase que por

acaso. Satisfazem esta hipótese os seguintes exemplos;

a - publicação da mesma obra em várias línguas

- facilita a penetração do

material entre os especialistas estrangeiro:. Ocorrem muitos convites
a esses técnicos para participarem do planeiamento econômico nacional.
Uma documentação escrita na sua própria língua, tanto facilitaria a in
terpretaçao do assunto, como apressaria os resultados que antecedem
confecção de um plano. Para exemplificar, c:. camos o

a

Plano Nacional de

]

desenvolvimento, publicado pela Secretaria do Planejamento da Presidência da República ( figs.

e 12).

b -relatórios - inclu;^ao da lista anual de publ reações no relatório geral
do editor. Pressupomos que todo relatório deva anresentar o endereço
de seu proprio editor. Caso isto nao ocorra, norém, ele deverá ser incluído junto ã lista de ptiblicaçoes para facilitar a aquisição. Exem pio deste caso está na fig. 13.

c - revistas técnicas -

órgãos especializados ei

matérias típicas de de -

terminadas revistas apresentam artigos sobre si mesmos, pretendendo

a

divulgação de sua própria atividade. Como exemplo temos ura artigo publ^
cado na revista Planejamento &amp; desenvolvimento, que relaciona as publi.
14
caçoes do IPEA editadas em 1972,
Os leitores desta revista, a maioria
economistas e administradores, terão tomado conhecimento das publicações
através daquele artigo (fig. 14 ).

14 - IPEA, o braço direito do planejamento. Planejamento
-Janeiro, 1(2)

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desenvolvimento, Rio

de

:21-3, ago. 1973.

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5 - OS PÚBLICOS DAS PUBLICAÇÕES OFICIAIS

Tanto os anúncios, como o cartaz, corno qualquer outro instrumento utiliza^
do-na divulgação de ura produto qualquer, tem sempre em vista uma camada especifi~
ca de público. No nosso caso,os públicos visados, na sua totalidade, deverão ser
. ^
15
os seguintes:

á - público geral;

'

b - o governo federal e estadual em geral; os membros e equipe-de funcio-^
nários do Poder Legislativo federal'e estaduais;
c - bibliotecas nacionais, estaduais e miinic

rais;

d - bibliotecas públicas;
e - associações de profissionais ligados a documentação (bibliotecários,
arquivistas, etc);
f - funcionários públicos de áreas ligadas ao assunto do documento;
g - cursos universitários da área abordada pela publicação;
h - centros de documentação de organismos oficiais e privados;
i - assessoriâs de organismos oficiais;
j - órgãos de pesquisas - privados ou oficiais;
k - empresas de planejamento;
1 - bancos e empresas financeiras;
m - órgãos vinculados direta ou indiretamente- ab organismo editor.

6 - CONCLUSÃO
Elaborar ura plano de divulgação de ura produto qualquer e tarefa bastante
complexa. Exige, normalmente, assistência de peritos om publicidade, a fim de que
a divulgação se elabore cientificamente e portanto pessa garantir segurança de r£
sultados positivos.

Os editores oficiais pr,ecisam se convencer da necessidade dessa divulgação,
ja que sua produção constitui matéria de grande interesse público. Vencer as barre^
ras

impostas pela burocracia do serviço público e descobrir a melhor forma de se

unirem os esforços, para juntos atingirem o grande público interessado nas publicações oficiais, são tarefas que a eles, e somente a eles, competem.

Os vários veículos e instrumentos publicitários de que dispõem no mercado',
se bem explorados, oferecerão grande margem de resultados positivos.

15 - relaçao baseada na classificaçao de públicos visados pela publicidade de uma
biblioteca, apresentada no seguinte documento: Zimfqem.an, Carma Russei.
Public relations of State and federal libraries. Librar'y trends, Illinois,
7(2) :298-31l, Oct. 1958
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Como ideia embrionária - que aos editores pc

iria parecer muito elementar .

ou, ao mesmo tempo, muito complexa, mas a eles cabenJo a tarefa de amplia-la
e
c- ■:
descobrir os caminhos para po-la em prática - apresertamos as seguintes recomenda.
oes:

^ - RECOMENDAÇÕES

- que as assessorias e serviços de relações públicas setoriais (de cada
nisterio) enviem a^Agência Nacional, junto áo noticiário diário, noticias sobre as
Vl 1- L
novas edições de seus órgãos;
V;-:
- que a Agência Nacional inclua no seu programa radiofônico diário "A Voz
do Brasil" matéria sobre as novas, publicações dos órfiaos governamentais;
.

.
\
- que os editores oficiais promovam noticiários jornalísticos sobre seus

novos lançamentos;
- que os editores oficiais enviem, particularmente, aos suplementos literários e cadernos especiais sobre livros, dos grande' jornais nacionais, notícias
sobre suas novas edições;
so;

.

- que os editores oficiais unam seus esforço.s no sentido de promoverem
feiras e exposições, a fim de divulgarem e venderem sua‘produção;
- que seja aberto um novo título no Diário Oficial da União, Seçao 1, Parte I, denominado "publicações oficiais'"^^ sob o qual ? - relacionem as novas publica
to.'
çoes oficiais, seguindo a ordem histórica dos Ministérios;
- que os editores oficiais enviem, partícula .lente,

listas de suas publi-

cações ao Departamento de Imprensa Nacional para inclusão na coluna "publicações
oficiais"
C’i:
- que os editores intercarabiem divulgação des próprios materiais (uns divulguem a produção de outros em suas publicações);
- que a Seção de Depósito Legal e a Seção de Publicações Oficiais - ambâs
da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro - incluam em suas programações a elabor^
çao mensal de uma bibliografia nacional de publicações oficiais ;
s.
- que o Governo Federal estude a possibilidade de reestruturar o Departamento de Imprensa Nacional, ou criar ura novo órgão, cuja função precípua, seja o
controle, a organizaçao e a disseminação das publicações oficiais brasileiras, a
semelhança

de órgãos já existentes em outros países, como por exemplo, o Govern-

ment Printing Office, nos Estados Unidos.

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8 - BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

1 - CHILDS, Harwood L. ''Natureza das relaçees püV. Icas \ In: JA’1ESOK, Samuel H.
Relações públicas. 2. ed. Rio de Janeiro, 'nndaçao Getúlio 'Vargas, ldG3.
p. 63-5.

.2 - COUTINHO, Heleryr. Documentação, instrumentos
público. Rio de Janeiro, 17(1)

técnic.a. Revista do serviço

:122-9, abríí,195A.

I
3 - COUTINHO, Maria Laura. Fontes de informação parlamentar e_ legislativa: Diário do Congresso Nacional, Anais da Camara
Federal, Docümentos parlamentares, súmu

'o :* Deputados, Anais do Sena‘ ^ discursos, Diãrio Oficial

da União, Coleção das leis do Brasi 1,' ■'iiri ^ ^a justiça. Brasília, Assoc^
aopo dos Bibliotecários do Distrito Fctera

197A. 53 p.

4 - CREMIELDC-BRILHAC, J.-L. La Documentation fran^aise. La revue administrativa.
Paris, 23 :353-6, mar/juin 1970.

. 5 ~ CUNHA, Mario VJagner Vieira da í&lt; SOUZA, May Nuts de. As publicações oficiais
no Estado de Sao Paulo. Revista de admibis /açao, Sao Paulo, 1(1). :16-29,
março 1947.

6 - E.^r-IERICH, Herbert. "Relações públicas e infor ações

In:

. Manual de

. administraçao pública. Rio de Janeiro, Fun íçao Getúlio Vargas, 1962. p.
173-7.

•

^

7- HAAS, C, R. A publicidade; teoria, técnica e p-ãtica. Lisboa, Pórtico, s.'’.
V.2, 436 p. il,

8 - JACKSON, A. R. Haygarth. Publicity or selling
proceedings, London, 25(10)

'e information Service. Aslib

:385-9, Oct. 19 3.

9 - LOPES, Merival Júlio. A divulgação em empresas de energia elétrica. Energia
elétrica. Rio de Janeiro (25 :14-9, jul/se'.;973

10- OLTHETEN, T. H. Official national publications of Netherlands. Aslib proceedings , London, 26(7/8) :338-A6,

.J. /- ■ .

11- POL ARROJO, Jesus. ^1 libro y su comercialización. Madrid, Paraninfo, 1970.
239 p.
16 - Serviu de base a todo o ítem 4 deste trabalho o livro relacionado sob o nú
mero 12 desta bibliografia consultada.
f •

�20

12 - KICHERS, Raxmar &amp; FIGUEIREDO, Orlando &amp; HAMBURGER
das na pequena empresa brasileira. 2. ed. Rio ■

oUa. Adrníniatração de venJaneiro, Fvindação Getúlio

Vargas, 1970. 169 p. il.

13 -ROCHA, Juracy Feitosa. Publicações oficiais brasilef:ra«; ura tema para
'

VIII Gon-

£,_resso Brasileiro de Biblioteconomia £ Documentrcao., Brasília, Centro de Documentação 0. Infomação da Câniara dos Deputados, J

73. 29 f.

lA - SEMIN,SRI0 DH relações Públicas do executivo, l., Brasília, 1968. Recomendações
das Comissões. Brasília, Assessoria Especial de Relações Publicas dá Presidência da Repííbilica, 1968. 47 p.

15 - SILVA, Benedicto. A informação como apoio da ação íIministrativa. Revista do £££”
viço pú^-lico. Rio de Janeiro, 105(1) :57-70, j'^n/abr. 1970.

Í6 - EIMHERMA.N, Carma Russel. Public relations of State and federal libraries. Library trends, Illinois, 7(2)

:298-311, Oct. 1955.

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ANEXO

MODELOS DE A‘rt)NCI05; E OUTROS INSTRiriENTOS
DE DIVULGAÇÃO
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�NOVAS PU

LIGAÇÕES

DO SENAD &gt; FEDERAL

EDIÇÕES TÉCNICAS
HláTORlA
I
.
-DO
ARQUIVO
DO
ESTADO
O Departamento do Arquivo do Estado incumbiu o historiador Antonio Barreto do Amaral
de escrever a sua história. que diz de perto
respeito à historiografia paulista. O Departamento do Arquivo do
Estado e sua História
i252 pp, ilust.i E possivelmente, a mais antiga
repartição pública estadual lío Pais, remontando suas origrhs a
setembro de
E
a vida dessa repanição.
dos que se dedicaram a
ela e dos que lhe asseguraram sobrevivência
que o Autpr relata com
objetividade. Revela
também o quanto remanesce no Arquivo do
Estado a ser publicado,
inclusive todos os inventários e testamentos
do -período .de 1600 a
' 1700.

CONSOLIDAÇÃO DAS LEtS DO TRABALHO - (texto
atualizado; confronto com, o ic.vto original e suas alterações;
legislação correlata).
Edição: Agosto de 1974 - 6i8 paginas - PREÇO: CrS 35,OC
CÓDIGO PENAL — (Juadio Comparativo (Novo Código Penal
— Código ÍVnal vigente).
Edição: agosto de 1974 — 400 p-iginas- Preço: CrS 25,00
PREVIDÊNCIA SOCIAL - (legislação atualizada; notas;
remissões; comparações; tegulameniaçao; jurisprudência administrativa).
Edição: julho de 1974 — 320 páginas — PREÇO: CrS 20,00
LEGISLAÇÃO CONSTITUCIONAL E CO.MPLEMENTAR (Emendas CõnstilucionaLs; Atos Institucionais; Atos Complementares; Leis (Complementares).
Edição: agosto de 1974 (c^.-n 2 suplementos) — PREÇO:
CrS 25,00
TRÂNSITO — (legislação completa e atualizada) “Revista de
Informação Ivegislativa" No. 33 - PREÇO: CrS 25,00
ÍV venda no SENADO FEDERAL. 11a andar, e na FES*
TA DO LIVRO ITouring Ciub, de 24 a 30 de setembro)

Flg.l
nota

Fi;;.2

jornalística

anúncio (j 'mal local)

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�N *n-üro especial dedicado
PESQUISA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO
Revista à Iransloféncia de tecnologia-março 1973
A INDUSTRIALIZAÇÃO DO NORDESTE — Voi, I (A ticonomia Regional) —
David E. Goodman e Roberto Cavalcanti de Albuquerque. VJ7i. pp. 187
SISTEMA INDUSTRIAL E EXPORTAÇÃO DE MANUiFATURADOS — Fernando Fajnzylber. 1971. pp. 334
.
COLONIZAÇÃO DIRIGIDA NO BRASIL — SUAS POSSIBILIDADES NA
REGIÃO AMAZÔNICA — Vania Porlo Tavares, Claudio r/mnleiro Considera 9 Maria Thereza L.L. do Castro e Silva. 1972. pp. 202

CrS 15,00
CrS 20,00
CrS 25,00

Cr$ 10,00

FINANCIAMENTO DE PROJETOS INDUSTRIAIS NO BRASIL — VAlson
Suzigan, José Eduardo-de Carvalho Pereira e Ruy Aiionao Guimaraes de Almeida.
.1972. pp. 418
Cf$ 15,00
Relatõrios ENSINO TÉCNICO — DESEMPENHO E CUSTOS — Claudio de Moura CasCrS 12,00
de tro, .Milton Pereira de Assis e Sandra Furtado da Oliveira. 1?72. pp. 332
í
Pesquisa DESENVOLVIMENTO AGRÍCOLA DO NORDESTE - G eorga Patrick. 1972.
pp. 320
.
CrS 12,00
ENCARGOS TRABALHISTAS E ABSORÇÃO DE MÃO-DE-OBRA: UMA
INTERPRETAÇÃO DO PROBLEMA E SEU DEBATE
Edmar Lisboa Bacha,
Milton da Mata e Rui Lyrio Modenesi. 1972. pp. 258
CrS 10,00
AVALIAÇÃO DO SETOR P.ÚBLICO NA ECONOMIA BRASILEIRA: ESTRUTURA FUNCIONAL DA DESPESA — Fernando Ant-- lO Rezende da Silva.
1972. pp. 252
CrS 15,00
TRANSFORMAÇÃO DA ESTRUTURA DAS EXPORTAÇoES BRASILEIRAS
—— Carlos Von Doeilinger, Hugo B. de Castro. Faria, Raimundo fvonalo M. de Barros e
Leonardo Caserta Cavalcanti. 1973. pp. 282
CrS 20,00
EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS PRIMÁRIOS NAO-TR, OICIONAIS — Carlos Von Doeilinger e Hugo Barros de Castro Faria. 1971. pp. l i
CrS 20,00
■EXPORTAÇÃO DE MANUFATURADOS — Carlos Von L .elünger e Gilberto Dupas. 1971. pp. 113
CrS 20,00
. MIGRAÇÕES INTERNAS NO BRASIL — Manoe! Augus:. Costa. Douglas H.
__ •
Graham, João Lyra Madeira, José Pasioie, Nelson L. Araújo Mo aes e Pedro Pigchas
ivíonoqrafias Gelger. 1971. pp. 190
CrS 15,00
RESTRIÇÕES NÃO-TARIFARIAS E SEUS EFEITOS SOBRE AS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS — Carlos Von Doeilinger. 19/2. p; :16
CrS 15,00
(.
A TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA NO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DO BRASIL — Nuno Fidelino de Figueiredo. 1972. pp. 350
CrS 13,00

Estudos para
O Planejamento
U
.
Hrcximos
LSnCSnrSGntOS
—
.

PLANEJAMENTO REGIONAL: MÉTODOS E APLICAÇaO AO CASO BRASILEIRO — Carlos Maurício da Ç. Ferreira. Celsius Antônio Lodder, Hamilton C.
Tolosa, Paulo Roberto Haddad e Samuel Schickier. 1972. pp. 244
CrS 15,00
variações climáticas e flutuações da produção agrícola
do centro-sul do brasil — em equipe. 1972. 2 vois
Çf$ 40,00
■TRANSFERÊNCIAS DE IMPOSTOS AOS ESTADOS E MUNICÍPIOS « A INDUSTRIALIZAÇÃO ÜO
NORDESTE — Vol II (Incentivos Fiscais e Projetos Industriais) e MOVIMENTOS MtCBAT-iFIOS
NO BRASIL; 1950-70 9 DESENVOLVIMENTO REGIONAL. E URB-iNO DIFERENCIAIS DE PRODUTIVIDADE E SALÁRIO INDUSTRIAL 0 PEQUENAS E MÉDIAS iNDOoTRIAS: ANÁLtSE DOS PROincentivos E SUA COiNTRIBUIÇÃO ao DESENVOL.I.MENTO o Dl.NÃMtCA DO SETOR SERVIÇOS NO BRASIL — EMPREGO E PRODUTO 0 APROVEITAMENTO ATUAL E POTEN- '
CIAL DOS CERRADOS — Vol. I (A Base Fisica e PoienciaUda-ncs da Região) 9 MERCADO BRASIíPlRO np PROnilTrtS Ol
t&gt; Píhra« T^yíPi^ Pi
Pla^fnmArrtc\

Fig. 3
anúncio (penetração nacional)

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�r&gt;nv7^MiiAi

r
I

�Wernar Baer; ■ reservas Internacionais e endividamento externo, por Carlos Massad; política de exportações, Raul
Prcbisch e Aldo Ferrer; acumulação do capital, por Saburo
Okita e Raul Prebisch; tecnologia, por Prebisch e Saburo
Okita; política de capital estrangeiro, por Saburo Okita;
mercado da capitais, H. Myint.
•*Observa-se", diz Marcos
Vianna, "a coincidência perfeita em toda a gama de assuntos de natureza econõmlcosocial que tèm sido objetivos
do interesse e de manifestação de opiniões no País,
assim como alvos destacados,
da ação governamental." E
acrescenta, num tópico, que
o problema da distribuição de
renda, cite-se a título de Ilustração, atrai cada vez mais os
economistas, tanto porque
constitui questão social das
mais importantes, quanto porque a integração dos aspectos
sociais e econômicos numa
mesma perspectiva de análise
descobre correlações antes
desprezadas, como a dos efeitos desenvolvimentistas de
uma distribuição mais igualitária de riqueza de uma nação,
levantada pelo professor Myrdal. A linha de causação pode,
aliás, ser achada pela constatação de que a pobreza extrema do uma grande massa da
população é, ao mesmo tempo, efeito e causa da baixa
produtividade. A melhoria do
nível de renda das camadas
mais pobres acarreta conseqüèncias notáveis sobre os
seus padrões de educação e
saúde, sobre suas motivações
psicológicas de sentido progressista. Não há senão como
concordar, talvez cumprindo
acrescentar, a tal linha de
pensamento, que a pergunta
cruciante se coloca sob a forma de como conseguir essa
melhoria por outros caminhos
além do puro distributivismo
de base salarial. Mas "este
resultaria em prejuízo grave
para a taxa de investimento,
fator essencial ao crescimento acelerado da economia".
Então, que responder? "A
chave da resposta", escreve o
presidente do BNDE, "parece,
cada vez mais claramente, encontrar-se num ataque ao problema simultaneamente por
dois flancos: distribuição de
ativos vinculados ã poupança
obrigatória, de um lado, sob
a forma de mecanismos do tipo PIS, e desenvolvendo, do
outro lado, progran,o.s governamentais de investimento em
educação (principalmente nos-

PAINÉIS
INTERNACIONAIS
SOBRE.
DESENVOLVIMENTO
SÓCIO-ECONÔMICO
pelo Banco Nacional
de Desenvolvimento
Econômico
376 páginas — APEC
Faltava, ao leitor brasileiro,
algo que lhe pudesáe indicar
uma síntese, ao menos, do
pensamento sócio-econômico
do mundo ocidental. A lacuna
está- preenchida neste conjunto de conlerèncias e debates
realizados pelo BNDE e que
deixou rico material para exame e discussão por parte de
todos quantos se interessam
pelos mencionados problemas,
Teses, opiniões e informações
(oram apresentadas dentro
de um clima de amplo diálogo, com a participação de
cientistas sociais de grande
renome no campo internacional. Um estudo mais aprofundado do seu conteúdo revela,
sem dúvida, resultados compensadores para o pensamento brasileiro, pelo seu enri'quecimento com novas idéias
e constações.
Muito lúcido 0 prefácio de
Marcos Pereira Vianna, presidente do BNDE, reconhecendo
embora que a tarefa de condensar, num único artigo ou
num único prefácio, os de" lineamentos que resultaram do
tratamento de cada um dos
temas — é evidentemente impraticável. Mesmo assim, o
presidente do Banco sai-se esplendidamente bem em sua
apresentação a propósito das
teses a que se emprestou
maior ênfase no curso dos debates. como, por exemplo, distribuição de renda, por Hollis
Chenery e Gunnar Myrdal; inflação, por Mário Henrique Slmonsen; participação do Estado na economia, por Isaac
Kerstenotzky, Annibal Villela e
50

níveis Iniciais) (■ .Je incentivos
e subsídios ao que se chama
consumo do base, (undamentalmente'ligados ao trinômio
moradia—saúde—nutrição."
Na introdução, o ministro
João Paulo dos Reis Velloso
(ala na opção brasileira para
o desenvolvlmer:t-r&gt;, considerando que talvez o que de mais
importante realizou o Brasil,
no campo econômico, em anos
recentes, (oi a configuração de
uma estratégia de crescimento rápido^ após a semi-estagnaçâo da’ primeira metade da
década de 60, descoberta
do rumo após a perplexidade
conseqüente ao arrefecimento
da solução (ácil representada
pela sub'tituiçâo de exportações". Em suma, uma estratégia que explora as oportunidades de expansão do mercado interno e cie conquista
de mercados externos — am-

balhador, tal qual registra
Velloso; e proporciona, assim,
valiosa contribuição à tese do
professor Myrdal.
Para que seja bom, e'contrariando anedota muito repetida em livraria, o livro não
precisa apenas o tamanho
que lhe garanta ficar cm pô
numa estante; reclama, muito
mais. um conteúdo que o
obrigue a permanecer na memória do estudioso e do próprio leitor comum. "Painéis
Internacionais sobro Desenvolvimento Sócio-econômico” • é
um livro dessa espécie.
Nenhum dos participantes
do painel faz má figura. E
nenhum comete equívocos
capazes de induzirem o analista a enganos ainda maiores. Raras vezes, repetimos,
encontraremos, em matéria de
debates e projeções econômico-sociais, obra tão franca,
objetiva e inteligente. (MCL)
SERVIÇOS E
DESENVOLVIMENTO
ECONÔMICO NO
BRASIL
por Wanderly J. Manso
de Almeida
175 páginas —
IPEA/INPES

bos caminhos ainda longe de
se esgotarem — a até agora
desenvolvida sem acumulação de distorções que signifiquem resultacíos presentes à
custa de problemas futuros.
Saliente-se a pr-pósito que o
Brasil segue, e :sto não representa segredo, uma estratégia capaz de permitir, até ao
fim da década, o rápido aumento da renda média do Pais,
com substanciais ganhos de
renda real para todas as categorias sociais, baseando-se,
sobretudo, numa linha de atuação envolvendo "a política de
distribuição de renda através
do crescimento, ou seja, a diretriz do incorporar à própria
política de crescimento mecanismos pelos quais os objetivos quanto à distribuição de
renda já vão sendo simultaneamente atendidos". Desta
forma, o aumento da renda
per capita irá resultando em
aumento mais ou menos proporcional da renda real do tra-

Nova pesquisa, patrocinada
pelo Instituto do Planejamento Econômico e Social e pelo
Instituto do Pesquises da Secretaria do Planejamento da
Presidência da República.
Aqui, o aspecto da absorção
da mão-de-obra ganha &lt;mportante destaque. A coleção
"Relatório de Pesquisas”, à
qual se subordina o ensaio, é
uma das melhores contribuições governamentais ao conhecimento da realidade econômica brasileira. O estudo
de Wanderly Manso de Almeida faz parte de uma série de
investigações sobre o setor
do serviços, desenvolvida no
IPEA e no INPES. O roteiro da
análise e os assuntos abordados constituem, pois, decorrência de primeiros trabalhos,
cujos resultados compõem o
Relatório de Pesquisa n? 18,
intitulado "Dinâmica do Setor
de Serviços no Brasil".
Partindo da caracterização
mais detalhada da atividade
terciária no Brasil, o ensaio
explora as .implicações setoriais no processo de desenvolvimento da economia, particularmente o aspecto da ab-

Fig. 5
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�■ &gt;.
I
¥
•*-

FUNAI
Fundação Nacional do Índio. Assessoria dc
Relações Públicas. Informativo F^UNAJ;
anoIII,n0.si 1/12. Brasília,out. 1974. 132p.
A transferencia dos Kree-Akarorc do Rio Peixoto dc Azevedo para o Parque do Xingu c as
providências para essa delicada operação são
os assuntos focalizados. Traz farto material fotográfico, a correçar da capa, que mostra o desfile final de um dos ritos de reclusão dos Krahó
e fotos dos índios de olhos azuis que habitam
p riacho Ipixuna, no Pará, com informações
sobre o. enigma desses silvícolas de pde clara.
0 professor Melatti, da UnB, e o padre.César,
do CI.MI, estão entre os colaboradores deste
número, ao lado de Jiunes-Wilson, do Summer
Institute of Linguisties, com trabalhos antropológicos.
PLANO DO BNB
BNB. I Plano Qiiinqüenal do BNB, 1975/79;
Subsídios para o H Plano Nacion.al de De■ senvolvimento. Fortaleza, 1974. 222 p.
Plano de ação do Banco do Nordeste do Brasil
pára o quinquênio 1975/79.
Análise retrospectiva da atuação do BNB nos

tao »jnw&gt;r i in w nr%

últimos anos, como instituição financeira federal que opera no Nordeste. Dá uma \isão da
situação para que o Plano se disj)onha a corrigir distorções, traçando linhas c programas dc
ação que permitam ao Banco rclom.ida dc posição e liderança como princip;d agente financeiro do Governo, na e.xccução da política dc
desenvolvimento do Nordeste. O Plano é uma
contribuição do Ministério do Interior paia a
formulação do II PND.
SUDESUL
Ministério do Interior.Superintendé teia do Desenvolvimento da Regiãf Sul. .SUDESUL, a
Instituição e su.as Atividades. Porto .Alegre,
1974. 88 p,
Apresentação da legislação básica da SUDESUL, com especificação da área d‘ atuação e
funções essenciais. Estudo das cumcterísticas
demográficas, econômicas c sociai.i da Região
Sul, indicando-sc, em detalhe, as dbotrizes políticas da ação e as estratégias par.t '.lescnvolvimento de programas e projetas urbanos locais
e sub-rêgionais. Salienta-sê uma política de
centralização do plar.cjamcnto e dc .centralização e.xecutiva, cotrelaciònando-se compatibilizando-sc os program.is setoriais.

^a

7

IPLAIMO
C3iJif\icauE!\!AL. oa

Toe/as estas publicações
poderão ser encontradas lu
biblioteca do
Ministério do Interior.andar térreo Setor dc Autarquias .'&gt;ut Brasília, DF.

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Fig. fS
anuncio em revistas técnicas

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Fig. 7
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Cartaz

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�142

141

INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

INSTITUTO viàCIONAL DO LIVRO

iCuia das bibliotecas brasileiras. 3.* edição

Guias das bibliotecas brasileiras. 4.* edição

: 1955

■

678 p.

^Organizado por Hélio Comes Machado
ÍCOm a colaboração de Humberto Soares da Costa e
Elza Fontoura de Andrade

.,
i

; Apresenta, em ordem alfabéL a de e tados e respectivas cida■ des, a relação de todas as bibliotecas registradas no INL, entre
1938 e 1952, num total de 7 000 aproximadamente.

1969

502 p.

Edição iwidenac-r. por Maria Emilia de Melo e Cunha
Apresentação de A.C. Pereira Caldas
Esta é a mais cnlupleta e mais bem organizada de todas as
edições do Cuia Nela estão também incluídas as bibliotecas
não registradas n-r INL, mas que, pela sua importância, não
poderiam ser exc-c.idas deçse cadastro. Na introdução, a coordenadora explica c critérios que foram seguidos na organização
desta edição. Ao iodo são relacionadas 9 743 bibliotecas que
figuram na orde&gt; . alfabética dos respectivos nomes, dentro
de çada municír-.;i Os munictípios seguem a ordem alf.abética,
dentro das unidiv'i:s da Federação a que pertencem, c estai
são distribuídas s&gt; gundo as regiões fisiográficas estabelecidas
para o uso do se.iema estatístico-geográfico brasileiro. As informações sobre cs a biblioteca são as mais completas de todas
as edições publi .Ias. Um índice minucioso facilita e complementa a utilização do Guia.

81

Fig. 8
página do Catalogo do INL, 1939-1973 (1974)

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�•V-

Penódko/ da íundaçao Ge'luiioVbí9Q/
Conjuntura Econômica (CE)

Revista de Ciência I . htica (RCP)

Publicação mensal do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, apresenta análise
da situação e dos problemas econômicos e financeiros nacionais e estrangeiros além dos índices
cconômico-financeiros do Pais.

Publicação trimestra' uo Instituto dç Direito Público
e Ciência Politica. Inc. ialmente denominada Revista
de Direito Público e C ência Politica, publica artigos
doutrinários, bibliografia e informes em geral, de
preferência sobro problemas de sociologia política,
análise das instituições do Estado e.da maneira como
se comportam.

Assinatura (um arro)
Números especiais
N.® avulso ou atrasado

80,00
12,00
8.00

,

Assinatura (um ario)
N.° avulso ou atrasado

50.00
15,00

Arquivos. Brasileiros de Psicologia Aplicada (ABPA)

Curricuium (CUR)

Publicação trimestral do Instituto de Seleção e
Orientação Profissional (ISOP) da Fundação Getulio
Vargas, na qual o leitor encontrará artigos e comerv
tários atuais sobre temas psicológicos, além de
seleta informação bibliográfica.
Assinatura (um ario)
50,00
N.® avulso ou atrasado
15,00

Publicação trimestral do Colégio Nova Friburgo.
dedica-se a questõ.ts relativas ao ensino médio,
incluindo trabalhos -bre didática, auxílios audiovisuais, práticas educativas e demais assuntos que
se relacionem com o problema da educação.

Revista Brasileira de Economia (RBE)

Revista de Administ ação Pública (RAP)

Publicação trimestral do Instituto Brasileiro de
Economia (IBRE) da Fundação Getulio Vargas, divulga trabalhos de economia teórica e aplicada, de
economistas brasileiros e estrangeiros.
Assinatura (um ano)
50.00
N.® avulso ou atrasado
15,00

Publicação trimesti
Administração Públi.
de colaboradores ef(
especialistas brasilc

Assinatura (um ano ]
N.® avüISo ou atrasada

35,00
10,00

ri da Escola Brasileira de
&gt; (EBAP). Conta, em seu corpo
tivos, com os mais respeitados
'oc.

Assinatura (um ano)
N.® avulso ou atrasaro

50,00
15,00
J

FÍR. 9
■Pagina do Catalogo de publicações da Fundao-õ'’ lerul^io Vargas (1974)

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�0019 O ASSESSORAMENTO DA PRESIOENCIA OA REPUBLICA
CLEANTHO PAIVA LEITE
FGV. 1959. 71P. (CAP, 43)

7.00

0020 ADHINISTRACAO ORÇAMENTARIA COMPARADA - BRASIL-ESTADOS UNIDOS
J. TEIXEIRA MACHADO JUNIOR
FGV. 1960. 129P. (CAP, 55)

7,00

0021 0 AUMENTO DA EFICIENCIA DA A0M1NISTRACA0 MEDIANTI
INCENTIVOS DIVERSOS AO PESSOAL
HERBERT BURSCHE
TRAD. DE BRENO GENARI
; '
FGV/IBCA. 1960. 77P. (SAC, 3)

7,00

A CONCESSÃO DE

0022 AUTOMACAO. PROBLEMAS NAS REPARTIÇÕES PUBLICAS ADMINISTRATIVAS
LOHELL H. HATTERY
TRAD, OE N. GOMES DE OLIVEIRA
FGV/IBCA. 1960, 59P. (SAC, 4)

7,00

0023 DEVOLUÇÃO DE PODERES A INSTITUIÇÕES AUTCN0H4S, INCLUSIVE ENTIDADES
PROFISSIONAIS E UNIVERSIDADES
BRIAN CHAPMAN
TRAD. DÊ HUGO MÂHRLICH
FGV/IBCA. 1960. 125P. iSAC, 1)

7,00

0024 ESTRUTURA E FUNCOES 00 MINISTÉRIO DA FAZENDA
LAUREANÜ LOPEZ ROOO
TRAD. OE CARMEN GUILAYN E SÉRGIO ALBUQUERQUE
FGV/IBCA. 1960. 77P. (SAC, 2)

7,00

0025 0 AUMENTO DA EFICIENCIA OA AOMINISTRACAO FRANCESA MEDIANTE CONCESSÃO
OE INCENTIVOS DIVERSOS AO PESSOAL
M. DETTON
TRAD, DE J. FLORESTA DE MIRANDA
FGV/IBCA. 1961. 47P. (SAC, 5)
• 7,00
112

Fig. 10' ^
Página do Catálogo de publicações da Fundação wetúlio Vargas (1974)

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SVILUPPO
1972/74

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Fig. 11
Obra publicada em tres línp,uas es Cranjíci ras

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(PND) -1972/7^,

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17 ili;» Tiilliic 107J.
/

V

Fig-

trangeiras

Obra publicada em tres línguas es

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1I

MANUAL TÉCNICO DO DOP
O Manual Técnico do DOP estabelece
condições técnicas (normas, especificações,
coeficientes para composição de preços, etc.),
referentes à execução dos serviços e obras.
Esta publicação foi apresentada ao público no
1.” ENCO —■ Encontro Nacional de Construções,
obtendo, na ocasião, excelente acolhida e,
posterionnente tem sido alvo de grande
procura por representantes dos órgãos'
públicos — federais, estaduais e municipais
— e por Universidades e entidades
particulares ligadas à construção civil.

Elaborado pela Seção de Estudos e Preços,
do DOP, o Boletim, em vistosa apresentação
gráfica, contém índices atualizados de
. mão .le obra e materiais, além de informações
suplementares sobre o Departamento,
tabelas e gráficos elucidativos c matérias
avulsa- A publicação encontra-se à disposição
dos interessados, na Seção de Preços,
no S.° andar da Rua Riachuelo, 115.

Parali. tda desde 1958, a Biblioteca do DOP
está sendo totalmente reformulada.
A partir das dependências, que foram
reformadas, à moderna técnica de classificação
introduzida através de profissional habilitada,
c Biblioteca está sendo enriquecida com
noí‘'S volumes já adquiridos e com outros,
em fase de aquisição. Depois de 12 anos
de paralisação, a Biblioteca, encontrada pela
atual superintendência com cerca de 1.500
volumes, acaba de ser acrescida com mais 96
obras criteriosamente selecionadas.
Do atual acervo, entre outras obras
importantes, destaca-se a de Saturnino de
Brito. São 22 volumes com alentados
estudos sobte Engenharia Sanitária, Projetos e
Relatórios da experiência do Autor
e estudos específicos sobre as inundações e
planos dc melhoramentos dos
rios Tietê c Parnaíba.

Fig- 13
’ov( rnb do r.stndo de &gt;ao Paula.
Relatorio anual de 1972 do Departaniento

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dc P.difíoios c Obras Públicas (SP)
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Ciereaclancnt»

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.

^

,
I
I
[

o Instituto de Plaiiejainento EcoO IPLAN tem a seu cargo:
nômico e Social — IPEA instituido
• trabalho e estudos relacionapelo Decreto 11° 61.054. de 24 de judos com a elaboração e o acompanhalho Ce 1967, é uma Fiindaçôo vinculamento dos Planos Nacionais de
da ,ao Ministério do Planejamento e
Desenvolvirnento;
Coordenação Geral. Seus objetivos
® coordenação e acompanhasao:
mento dc programas e projetos prioe auxiliar 0 Ministro do Planeritários. através da participação em
jamento e Coordenação Geral na elaComissões. Conselhos e Grupos de
boração dos programas globais de goe da articulação permanenverno e na coordenação do sistema, Trabalho
te com diferentes órgãos de Governacional de planejamento;
no. para exame de problemas e.speci® promover estudos e pesquisas
ílcos
de planejamento setorial;
nas areas econômica e social;
•
estudos e pe.sqiiisas de natu• prpmover atividades de treireza setorial e intersetorial, complenamento para o planejamento e a
mentarmente aos trabalhos do
pesquisa aplicada.
INPES;
Integram 0 IPEA 0 Instituto
« trcina.mento para o desenvolde Pesquisas -- INPES — e o Instivimento.
através do CENDEC.
tuto de Planejamento — IPLAN.
A maior parte dos trabalhos do
O Instituto de Planejamento é
IPL.AN tem por objetivo dar suporte
constituído pelo Centro Nacional de
técnico às atividades da Secretaria
Recursos Humanos — CNHR; Centro
de Planejamento ria Secrctaria-Geral
de Treinamento para 0 De.senvolviMinistério do Planejamento e Comento Econômico — CENDEC; Setor do
ordenação Geral;
de Planejamento Global e'Análise de
As atividades da Secretaria-GeConjuritura; Setor de Agricultura;
ral estão distribuídas por 5 SecretaSetor, de Comunicações; Setor de Derias: Planejamento; Orçamento e Fisenvolvimento Regional; Setor de
nanças; Cooperação Técnica c FiEnergia; Setor de Indústria e Setor
nanceira Internacional; Articulação
de Transportes.
com Estados e Municípios, e ModerO IKPES é um órgão especiallAdministrativa. O atual titurado na realização de pesquisas sobre nização
lar da Secretaria dc Planejan:ento é
problemas econômicos de caráter getambém Superintendente co IPLAN.
ral e de interesse para a política de
Os recursos financeiros do IPEA
desenvolvimento do Pais.
são oriundos, ordinariárhente, do
i©r'^iç©
piretamente subordinado ao Gabinete da Presidência, o Serviço Editorial do IPEA eni 72, passou a funcionar com estrutura provisória e instalações mais condignas com a expansão que se tinha em vista.
Os resultados superaram amplamente, e sem exceção, os de 1971, em
todas as várias_ atividades do SE, conforme se verifica no quadro abaixo:

Número tíe títulos ou reeditados
Tiragem
Número de publicações doadas
Numero de exemplares vendidos
Simultaneamente, foi ampliai
rede de representantes, que passa
de 8, em r971, para 15, ern 1972. /
da publicidade feita por ma'a dii
compareceu o IPEA por interm
do SE. ao I Encontro Nacional de
portadore.s, realizado no Hotel &lt;
-la, no periodo de 27 a 29 de nov
Dro de 1972, coin stand próprio
Tendo em vista 0 vulto das 1
quisas e prejetos em andamento e
fase de conclusão no INPES e IPI.
e de esperar-se que, cm 1973, resu

dos ainda mais. animadores possam
ser obtidos.
Lista dos Tiíulos Editados cm 1972
® A transferência de Tecnologia no Desenvolvimento Industrial do
Brasil
,
^
® Colonização'Dirigida no Brasil:^ Suas Possibilidades na Região
Amszônica
1971

1972

Aumento

15
20.500
3.437
2.265

21
41.200
7.119
14.269

60%
101%
107,1%.
530%

® Financiamento de Projetos
Industriai^ no Brasil
® Ensino Técnico: Desempenho e Custos
• Desenvolvimento Agricóla do
Nordeste
® Encargos 7’rabalhistas, Absorção de Mão-dc-Obra no Brasil e
seu Debate
• Avaliação do Setor Público na
Economia Brasileira
, • Planejamento Regional: Métodos e Aplicação ao Caso Brasileiro

Governo Federal. Entretanto para a
realização de projetos específicos, o
Insiituto, algumas vezes, firma convênios com outras instituições com o
pro;)ósito de colaboração técnica e fln; celra.
A equipe técnica do IPEA é composia por cerca de 150 profissionais
de alto gabarito. A grande maioria
POS.SUÍ cursos de mestrado e doutorado cm universidades brasileiras e
do exterior. Dedicam-se à Fundação
em regime de tempo Integral. O
IPLAN está funcionando quase que em
sup totalidade em Brasília. A única
ex ;t'ção é o seu Setor de Indústria,
que por trabalhar em estreito, colaborncão com o Conselho de Desenvolvimento Industrial, do Ministério da
Indústri.a e do Comércio, ,só será
transferido para a capital federal na
medida em que 0 CDI também 0 for.
O IPEA dispõe de uma biblioteca
e.sp.''cia!izada com cerca de 14 mil volumes recebendo, ainda, com regularidade 700 periódicos. A atividade editorial também vem crescendo. Em
15','2 foram publicados 41.200 exemplares contra 20.500 no ano anterior.
Desta forma, o IPEA orienta
su. s atividades no sentido de cada
v!mais cumprir as tarefas de coordenação dos trabalhos conducentes a
curto ou médio prazos a decisões e
medidas executivas de Governo.

® Variações Climáticas e Flutuações da Oferta Agrícola no Cen- ,
tro- Su! do Brasil
» Pe.squisa e Planejamento Econor -.ômicü — Vol. 2 n.° 1
;
• Pesquisa e Planejamento Econômico — Vol. 2 n° 2
Lfj’rr dos Titules Reeditados em 1972
e Análi.se Governamental de
Pr íjetos de Investimentos no Brasil:
Pr&lt; .'Cdimentos e Recomendações
• Exportações Dinâmicas Brasíl-lras
® População Economicamente
Aíiva cia Guanabara (Estudo Demográfico)
® Eficiência e Custos das E-scolas de Nível Médio; Um Estudo-Piloto
na Guanabara
® Critérios Quantitativos para
Ava .iaçâo e Seleção de Projetos de Investimentos
® Exportações de Produtos Primários Não-Tradicionais
• Exportação de Manufaturados
» Estratégia Industrial e Empros^ Internacionais — Posição Relativa da América Latina e do Brasil
o Potencial de Pe.squisa Tecnológica no BrasU
• A Industrialização do Nordeste - Vol. I: A Economia Regional ^

Fig. U

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artigo em revi.qt.a tÕcnica

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�Fig. 15
Esquema geral dos instrumentos

mais

adequados ã divulgação de publicações
• oficiais

./

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                <text>CBBD - Edição: 08 - Ano: 1975 (Brasília/DF)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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          <name>Coverage</name>
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              <text>Estudo sobre a importância das publicações oficiais e a consequente necessidade de sua divulgação. Sugere-se uma tomada de posição pelos Editores Oficiais diante essa necessidade. Considerações sobre os diversos tipos de veículos e instrumentos adequados à divulgação das publicações oficiais. Recomendações de medidas – que poderiam constituir o núcleo de um programa nacional de dinamização no setor bibliográfico oficial ao Governo Federal e a outras autoridades.</text>
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