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                  <text>8? C0MG8ESS0 [r-&lt;AS ! LE I RO ÜE
Brasina,

20 a

U ) R L 1 OT E C OR OM 1 A E
2íj dc juJho de

/

Tema
PUBUCAÇÜES

NORMAU ZAÇmO

DOCUMENTAÇÃO

1375

.

Comp 1 cfnon ta r :
OFICIAIS

DE

BRASILEIRAS

PUBLICAÇ ^ S

OFICIAIS

Por
Míriam Mara

Dantur

Chefe da

de

•
Ia

Divisão de

Rocha

Biasottl

Documentação da

SUDESUL
CRB

CDU 087.7:383.6

3

5

6

“

103 Região n? 28

(81)

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
sí em
C.ereacUinKnto

14

15

16

17

18

19

�r

S ü H A

R

{

0

INTRODUÇJ^O
1

03

- OBJETIVOS DA NORMALiZAÇÂO

05

2 - NORMALIZAÇÃO fíO BRASIL
2*1

/
” Al Assüciaçao Bresilclra íle Normas
Técnicas

2.2

06

.ABNT

06

*
•* Apresentação física do

2*3 "

docurasnto

02

Estrutura de coriteúdodo documento

lA

3 “ CONTROLE EDITORIAL
3*1

- ü

International

ber 3.2 "
Á

Catalogação da

5 - recomendações

i
}
í

G I BLi OGRAF !A

19
fonte

21
23.
......

.

19

Standard Book Nem

ISBN

-'&amp;EPÜSÍT0 LEGAL

6 -

.

tk
26

�MORMAll ZACAO Ij'Z PUB 1.1 C A Ç3 E S

QFtCtAiS

l»TR0DUÇ/^0

O probSerea das

publicações c f í c 1« i s no

firmas il

esta cada vos rns! s a exigir uma ação objetiva e

etiergica

de quem de direito.
Cabo,

portanto,

procurar

quais S50 estes problemas,
rendo ceda ve^ mais

porque éíes

tomadas e quern sabe,

estão se to£

Pade*-se defini-Ias

sugerir a quem

publicações oficiais?

como sendo aquelas

da administração direta,

editadas por orgaos

indlrets, economia mista ou enti^

dâdes ínantidas ou subordinadas

de qualquer

federais, estaduais êu municipais,

do ip.aiorla,

forma aos

publicações de caráter técnico,

soes ou Setores

técnicos

individual

çSo destes

dos organismos,

e sempre

produzidas g£

1 mpor t Sr.c i a ,

raramente de

setoriais,

ainda que por vezes,,

matoria dos

prósua

moínen tanea .
são

teenteos

brasileiros.

intelectual
Sabensos

preserv^

que

da

grande

documentos

do mais alto valor estão sendo elaborados

mais diversos Ministérios ou Governos
tas

raro,

documentosV
Sabemos do elevado nfvei

técnicos

não

au^
atua

governamentais, o que denionstrâ bem a

No entanto onde e de que maneira
dos estes

Diví“

ligadas ecí seu conteúdo â

organismos e.-n ãrsas

prios projetos

.go-

SSo em sua gran^

raimente por equipes do. trabalho de Departamentos,

torla

são

tomar estas ações.
0 que sSo^preliminannente,

vernos

e díagnosticar

f]ííç'rantes e buscar sugerir quais

as sçõas que devem ser
caber ia

dí^er

definir

Vezes eles

chegam a

são bem divulgados,

ser editados

noutras

Digitalizado
gentilmente por:

t.Tntas

Sc a n
st e m
C.ereaclancnto

Estaduais.

nos

E.se mui

em grande escala

são apenas

14

15

e

reproduzí-

16

17

18

19

�ii

doa em número irTnímo de cópias
rcm de.v) ü&lt;iRi£r4te

ut i H zados ,

e correm o

par.")

risco dc nem sc

morrureri! esquecidos numa

gaveta ou num ajquivo.
Mão nos cabe,
da um projeto ou estudo
de

implantação,

real

conteúdo,

nica

do páís

mas

de

form&lt;!

técnico,

preocupa-nos

e que

alguma,

julgar do mérito

nem da sua
s i P3 que,

viabilidade

documentos

representtím na verdade a memória

de hoje

nSo possam ser preservados

marcm a biolíografla nacional
0 problema

das

ser

grave

s urgência em que

para preservar a nossa

fo£

dc publicações oficiais.

se tòrna cada vez mais

ignorada e,

te£

para

eKi (üsio bibliográfica é u ma realidade mundial
pode mais

de

se

porque
que

não

tomerr; rnedi

documentação oficial

ê

porque

fjôo podemos correr o risco de chegar um dia ao ponto
não poderriios

raa i s

recuperar a

líiantc qu&gt;i3 o Brasil

inteligência jovem e

se orgulha

de
brl-

de possuir.

As âçoes que dever iam ser tomados com relação a
este profíoms sao a nosso ver,
- Hcrmalízsr a

as

seguintes:

apresentação d?ui publicações

formidade capaz de proporcionar mais fãcil
í n f o r maç oc 5 nelas

corsti das,

rcuclaçao par« fins

dande-ihes uni
recuperação das

bem como façl litar sua

refe

bibliográficos e de armazenagem^

“ estabelecer um controle editorial

áas

publicações

ofj^

ciais;
“

ímpsentar o Depósito Legal

órgão centra i 1 :tado r de.

para pulai i cações oficiais num

repre-sentat i vEdade nacional, que po

tíeria ser o Centro de Documentação da Câ.mara dos

Deputa*

dos .
Farece*nos,

en t r et an to ,

qu£ estas açoe-s

rem efei ivamente adotadas e cumpr! d«3it devem ser
da;, cm formada

1 eg 1 s 1 açao,

única maníelra de

pâra se
implanta

regular a

ma

tér i a .

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m 4^
C.ereaclanent»

14

15

16

17

18

19

�5

Pois conforme jã dízia em
fy da Fonseca,

o Prof.

no Panoroma da Bibliografia

Cdson

Brasileira Co_r

rente;
•*Não existe,
os

i n f c 1 i smcn te ,

livros pul; 1 I cadoG

por

um registro de todos
repartições

do

Govejr

no.'*
^
1.

»

OSJETíVOS DA NORHAU ZAÇJiQ

Porque defendemos s

normalização das

publica-

ções of i cia Is no Brasí 1 ?
Para que todc docuirisnto oficial,
do dc acordo cosn normas nacionais
ser processado da melhor e mais
vantar seus
jetamente

conteúdos

,

sendo

ja estobe' çc i das ,

racional

possa ser rna 1 s

possa

mansira para

rap i da.mente e

le^
co£

recuperado e por conseqUSncla melhor divulgado.

Sem que haja uma no rma 15 zação- de apj resentaçSo e
doo

elaborai

documentos

técnicos oficiais, muito mais

redação

difíciF se tojr

na ü possibilidade de que ele venho a ser plcnamente uti-1 izrtdo pelos
sejo

usuãríos,

pois

sua

identificação

talvez

too precisa ou pelo menos serã muito mais
isto sem falar nas

•-Cibra dispendida,
mentação,
cessar

dos mais

ditos

grafica.

dificuldades e maior mSo-de-

simples aos mais

sofisticados,

a sua

referenciação blblio -

Tan:bcm para uma maior divulgação
dé resumos

para a c-iaboroção das

em pro-

sem a menor ordem de. apresentação

sobremaneira

tas especializadas

demorada.

seja em Bibliotecas ou Centros de Docu-

trobaihos,

o que dificulta

não.

(abstrsets),

bibliografias.

seja em

revl^

recensões

Isto sem falar

ou
no pro^

cessnmento técnico de catalogação,
A no rma 1 i zação,
pilnar a

em ííltima análise,

visa discs

-

produção bibliográfica existente e cada vez tria 1 s

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
Ciereaclancnto

14

15

16

17

18

19

�l

6

V o l u reo s ü .
É o mesmo que

estabelecer ims

linguagem

comum

de tratamento para os doc umen tos of i c I a i s .
Insistimos no aspecto considerado,
re a possibilidade de melhorar desta

que se

tefje

forma as condições

para a elaboração de uma bibliografia brasileira de publj^
cações oficiais.
í!
llzados
na!

do

de se

louvar os

pela Oíblioteca
livro,

esforços

Nacional

bem como a

e,

I mpo r tesn te

ry of Congress Office no Brasil

neste sentido ja

rea

pelo Instituto

Nacio

con t r 1 bu! ção da

Libra,

na preservação da

nóssí?

bibliografia.
Portanto,

parcce^nos que os

çâo e preservação estão multo
vôi

dar melhores

rnen te

assuntos

1igados ,

normais

pois o

primeiro

condições de o segundo poder ser efetiv^

rea1!zado.
fstes objetivos

ficar a

nos

parecem básicos para justi-

Juta em torno do essunto PUBLICAÇÜES

OF l'C i A l S/NOR

.MALf 2AÇ?;0.

2,

NORfiAL! ZAÇAo NO BRASIL

2.I.- A Associação Brasileira de Normas Técnicas

A Associação Brasileira

de Normas Teci&gt;icas

ABNT - é o Õryão brasileiro tíe normal 12ação,
cional

da

ISCf

s da COPAHT

{ I n te r na t í ona 1

Líi 1

(Comissão Panamer1 cana de Normas Técnicas)

n? A. 150 de

■

_

na

utilideide

e

publica

&gt;5ó2.

£ uma soc 1 edade civil ,

f'
&gt;•

ê membro

Stando r d i zat 1 on Organ i za t i on)

reconircc i da of i c ! a 1 men tc- como õrgSo de
pelo

- ABNT

-

sem

fins

■

! ucra t l vos e teríi

■

•

�7

suas

norinas

con&lt;p?iís

fi'í! mente observadas em contratos de oííras

do serviço público de execução direta»

e

Indireta

,

autarquicô ou economia mista,
Atuan&lt;.1o no sentido de
mas nas ãreas de ciências,
c. i ó ,

preparar e atualizar

tecnologia,

agricultura e doc umeu t aç ao ,

nor

indústria, comer -

jã preparou mais

nor.Ttüs-

de

mil

i
£

formada por Comissões Técnicas que estudam

e

elaboram as normas.
A Comissão que nos
r‘OCUÍiEHTAç?.0, criada eni

diz

r""espeito e a COHISSCtO DH

1955 e qua vem estudando e eiábo“

rondo gs norrfiííS de Documentação que vem sendo editadas
ÍD

pe

Instituto Brasileiro de Biblíogrcfla e Documentação

ífaBD, que é o membro r.acíonal
de Documentação -

da

Fede ração

l n ter nac i ona 1

FiD.

A publicação "Horma1Ização do documentação
Bros!!", editada

-

peio

IBBD,

de ser publicada e cnquadto
ou Projeto de Normas

esta com sua
isto

são vendidas

Kelacienamos a

no

cdIçSo em vias

nSo acontece as-

• Normas

separadamente.

seguir as Normas

e Projetos

jã

elaborados:
N8

60

Abreviação de títulos de perfodicos.

H8

61

Apresentação de artigos

N8

62

Apresentação de publicações

HÜ

6í)

Numeração progressiva

de periódicos.

das

periódicas.

seções

de um

doc umen to.
HB

73

Hd

83

Revisão
\
Legenda

HB

85

Sumário de periódicos e outros

tipográfica.
bibliográfica.
docurr.eji

tos.
H8

2

3

4

5

6

88

R e s u lüo s .

Digitalizado
gentiimente por:

Sc a n
st e m
Ciereaclancnto

14

15

16

17

18

19

�8

NB

i06 -

Ordem alfabética*

NB

113 - Norma para datar.

NB

1 4Íi

-

• '

índice de publicações,

PH8 66 - Referencias

bibliográficas,

Estas devem ser obrigatoriamente

seguidas c cum
p re
•e
a *'

todos os Bibliotecários,que efetivamente
c
tendam colaborar para urna un i f o rmi dade nac i ona 1 . nes t a

pr i das

por

rea.
£,

não ê demais

to prop r i araente;

transcrever o treclio enr que,mu_í_

a Cornlssád do Documentação da ABNT, diz:

"Para que a massa

enorme de documentos

1izada com proveito em qualquer

u t._i

parte do mundo,

"éprfcciso disciplinar não apenas a
em bibliotecas e serviços

sejs

sua

reunião

de documentação

(me*'

diante sistemas norma 1 i.zados de classificação,
catalogação,

armazenagem,

bãiíi a sua divulgação
índices e
co,

xerogrSfica)

nic 101,
•

resumos),

consulta),

reprodução

èsobretudo,
essa

sordenada como vem sendo

tes

dücuuienta 1 i stas , mas
prlos

feita,

leitoíes,

tas, artigos,
Informes,
possível,

os

quais

apresentados

6

reunião, •cíívmjIcom evlden "

bibliotecários e
para os prô

ficam cada

vez mais

folhetos,

fatos, ora até sem sumários,

Digitalizado
gentilmente por:

Incompletas,

Sc a n
st e m
Ciereaclancnto

revl^^

teses, dissertações.

da maneira mais

sem títulos

l-

faz dificuj_

ora com sumários antes,

sern resumos,

5

para

livros,

relatórios,

cias bibliográficas

3

so

p r í nc $ pa 1 rnente

embaraçados com tantos

dos

sua produção

leprodução de documentes,

prejuízos não apenas

(fotográfi-

produção caótica e 0£

tar as tarefas subsequentes de
gaçio e

tam-

(por .rneio de bibliografias,
sua

Com efeito,

mas

ora

depois

com referên sem índices

correntes,

14

diversa

sem

15

16

,

lógeji

17

18

19

�9

cji)6

bibliográficas

indicações

de.

íi i r. peri 3 ã ve i s

2.2

- Apresentação

e&gt;

para

ou seja,

refere aos

a

sua

que vai

aspectos:

lha de rosto,
5 iva,

mTn Irrias
ín

localização,"

pub I i cação, sob cis
que

pontos

a apresentação

externos
desde o

físJ_

da publicação,
forma ate aspec

embol eztimen to .

incluímos, nesta
gulntes

temos

detalhes

sua parte visual

tos estéticos de

sem as

física

Interno e externa,

ca o a Cjue se

vezes

coo rdenadar. es paço-tompo ra 1 s

-Classificando qualquer
de vista

às

parte p&gt;aru verificação,

formato,

capa,

apresentação

ilustrações

gráficos e mapas)

falsa

tipográfica,

(incluindo aqui

projetos de normas
PNB 2!7

Para

falsa

rosto,

rosto,

fo^

numeração progres
,

os anexos e adendos.

indicamos as

que devem ssr

de

sc”

tabelas estètfsticas

e ainda aborriaraos

Para este parte

folha

os

seguintes

ul. illzadas;

folha cie

folha

detalhas

mo prefácio,

dedicatória,

brevlaturas,

etc.,

que

e

'

rosto,

capa e outros

nornvas

de

tais co^

li.stas de a

podem ou

não

aparecer na publicação.
NB

Quando houver neces s i dacl e
tar publicações

HB

6S

73 “

periódicas.

Para a numeração progressiva
ções lie

MS

de apresers”

Para

das

se-

um docuínen to .

revisão tipográfica e datilpgrã-

f i ca.
Resumi oai.scn tc vamos
maior

cm

2

3

destaque para estes

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

apresentar os

itens:

detalhes

de

�ÍO

formato “ há unin

tetidência

atual

bastante

cie em ser adotado o formato padrão oj?
sefvado pela
técnicos,

OEA para seus

trata-se c!o

(27 cm X 21
capo

- na capa,

relatórios

tamanho carta ”

cm)

podem ser jogados elementos

de crdem estética para atrair,
aspecto

visual,

os

bem desenhada e

1 e ! to res «' dtna capei

bem

tulo em destaque,

impressa,

dã uina

boa

documento. AT pedem aparecer
pos e ate

fotos e outras

bara ums capa ha

no seu

com

imagem do
logo ti

falsa

folha

de

liberdade de criação,
que

eecuilíbrada,

rosto -

ó a primeira
folha de

recomendada pela

PNB

recern ss

217

foi ha ou s que preceda s

rosco e apresesita apenas

título do

~

ilustrações,

sendo no entanto aconselhável
ja discreta

t_T

trabalho,

o

No seu verso

ap£

relativas a

sé-

Informações

rie e a ficha cata1ografica, de pret£
rêncin em tamanho
folha

de

rosto

- aqui

temos o mais

lemento para a
1 ho,

pois

sodas

se na capa

deverão constar

importante e

identificação do

informações,

leitor

reduzido,

na

todas

conhecer o que

traba^

podsm ser dispeji
folha de

rosto

que permitam ao
vai

ler.

Af

vem aparecer o autor ou autores e siías
credenciais,
edição,
ta

título,

subtítulo,

lotai’ da edição,

(ano de

publicação).

n? da

editor e

d£

�n

üp r e ie n toç 5o

tipográfica

~

s e g u n d o W L A 5 E l\,

■ c i a ( í s ta em Artes
mento cie

Gráficas tio Depa r ta

Imprensa

pcnfos que

Ijacional,

seja

tisfatório;

das

tido como

de 2?.0 sfin; x
qorque

tam aos

« au-

165 mm,- meia

fo!í'.a- aj_

sSo as que rr,a i s

se tidap-

por ta»,or i g i ns ! s

das

de

l 1 no r ! p i a ;

h)

dõ !: i 1 og ra f 5 tlos de t!m sõ

c)

sa-

'

que estejam d s t i l o g r a f d o s em

maço,

pe)

hã alguns

devem ser considerados pa~

ra que i)r,i originai

a)

e í. p^

mãquín.as

lado do p_a

e em espaço dois;
com uma margem de

o cjue facilita
em cadornos e

3 cm â e^squ.erda,

a coleção das
sua

cho das máquinas,

colocaçso

laudtis
no gan-

sém prcjuf.TO da pajr

te escri'ta-;
d)

cie f i 0 i t i va.Tie n te

redigido na orto-

grafia própria e sem emendas o que. g_a
ranle economia de

troca

de um acento,

obriga o operador a

zer uma

nova ou mesmo um per To-

1 inha

do

i i! te i ro ;

e)

quantidade certa de

letras

forme possTve»,
culos de
f)

vrrnuia ou

o que

custo da

fa-

linhas em cada
linh.as

destas o mais

un i “

facilita os cáj

impressão;

laudas numeradas

Digitalizado
gentilmente por:

urna

bem conio comprimento das

e núifte. ro de

6

de

tempo,

pois a simples

lauda

5

trabalho e tie

s c-.g u i danen to , para

�l|

í
i
f
l 2

evitar “saitot" e
or iginal

err, duas

ne um pos5 fve 1
Deve ainda
lha dos

tenipo,

vias, o- que prevl

tipos que mais

numeraçóo progressiva

-

se adaptem

ao

conservando sua meihor

le-

gibilidade e

•

exf, rav I o .

ser bem observada a esco

docunsento,

bem ü

perda de

harmonia,
-

importarrte

porque marca

seqUência/Iõg i ca e hierárquica

do trabaíhü

técnico,'

ilustrações ~ eiementos
nados

tipos

quadro,
nho ou

de destaque em determi-

de pubíícaçoes onde

tabela,

um

mapa ou mesmo um dsse

foto váo ajudar s esclarecer

melhor o

texto, •Devem ser

usados

com

parcimônia e com utilidade comprovada.
anexos e adendos
ciai

“

podem não

do trpbalho mas,

•mentar aigum nonto
são

ser*, parto

importantes,

carregar o

essep- '

se visam compl^

tratado no texto

mas para

,

não sobre -

texto principal,

vao p.ublj_

cados como adendos ou ane;xos.
Apresentamos a
referÕiicia
que nos

seguir algumas

a apresentação de tabelas

informações

com

estatísticas e mapes,

parecem importantes,
No que sc

refere a apresentação de quadros esta

tisticos deve“se ter multo cuidado,
meofcos de grat^de

importância paro

ciara e concisa uma

pois

tratam-se de

transmitir de maneira

informação que

não se

basta sÕ por

pj3

lavras,
è
'

Nos quadros estatísticos

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
Ciereaclancnto

devem ser

consideradas

14

15

16

17

18

19

�13
res p;i r tc

p r í r,c i pa ] s ;

t fí u l ó

epígrafe e

colpoas

de

ci

ira?.
P^ra o título deve i;« obüorvar c seguinte;' •
o,

'

b.

num-rar os. qeadroí

em forma

o

a fonte de

título e

indicar

o título, que vai

consecutiva,

dar

informsçao.

acima do quadro deve

di:-*er

. c 1 a rsine?!£e dci Que se tratai
c.

quando se trabalha com unidades
itsi

Iguais

.(kgs,

pode~so 'indícar entre parenteses»

deba^

xo do título do qúodro).
Eptgrrtres,

sao os

títulos menores

das colunas e

devem ser conciso.s.
I* 'í ç «»
f ♦. .» «.
•j
* ^
podem ser separadas
i^oiUa 4 £ ou verticais ou somente pela corre
ts colocação dos numaros.
~
C O 1 C* i í c’ íi íi Ci P I

Quanto a ar-re!;en tação de mapas
de de

reduçio em alguns casos jenos que,

a estrutura
tema:;ca.

tó!

Í30 do mapa
dos

geográfica sobre o quai
tomo so 1 or, , ' geo 1 09! a e

base vai

sua necessida-

”am mapa base

imprime

permitir aè usuSrio

íado,

base dificulte a

devo-sc cuidar que nSo

tc de nao corresponder as
Portanto,

seja

na

sao elementos

sua cprosentcçao a

mas

pôr

de extrema
e

redução.

A possibi

UconvenUntes

traduras,

gue não são r.ada praticas

para o manuseio e,

Todo mapa deve ter

boa

im

merecem

reduzir o mapa elimina os

conserva

ou-

usuBrío.”

) idade de

ifc-.;uçao for bem feita,

da-

Informação

portãncia para esclarecer de tc rít i na dos estudos
dauj espe^ídi

infoíma

insuficiente ao pon

ncces5idades do

os mapas

A

referir cs-

leitura,

ê

InformaçSo'

população.

sob.eimprossos Bs características dadas.

domasíada nurn mapa
tro

se

e

das do
se

legibilidade.

ptlc menos os

seguintes ele-

Sc a n
st e m
Ciereaclancnt»

14

nontos;

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

15

16

17

18

19

�1
a.

r rtu ! o -

&lt;
de Vfím scr pec{uenos
glao deve

c o nome da

sef parte

proeniíncnte

do

t r t; u 1 o j
b.

legenda

*- explica o

significado dos

sfrnbolos

q u e aparece iv*.;
c. escala - cm.mapas
!a

' .

simples e

pequenos a . esc£

grafica c usua1 mente suficiente,

mas em mapas
aparecer em

grandes‘a escala
i^orma

deve

gráfica e como fra

ç ã ò r c p r c- s ç n 1; a t i V a .
,

Podem.ainda os mapas apresentar

fontes

uti listadas»

nome dos autores,

tras orientações consideradas

2.3 "■

lista

de

nome do editor e

Ojj

importantes.

Estrutura de conteúdc

No que se
trabalho

técnico,

refere a estrutura

alguns critérios

vem ser observados '^para que haja
srvel

data,

de conteúdo de

de ordenaçáo

um

lõglca de

una correta ou o mais po£

clara expo.stção do assunto que está sendo desenvol-

vido.

•

.

Muitos autores consideran o conteúdo como. apenas o corpo p ropr í .ame.n te dito de um trabalho,

mas .nos pa-

rece que

se j a, • um cxiji

um conteúdo é algo mais completo,

junto de eleracntos
za,

capazes de dar ciquela necessária c 1 a

disciplina e evolução

lÕgicas cie um trabalho.

Ao defendermos a
das publicações oficiais
çc
tes

básico,

pois

normalização na apresentrição

b ra s i 1 e i r í» s ,

se houver uma

Resta ainda que

este

u n i f o rm 1 dade

que devem constituir o trabalho,

sido dado.

todos

3

5

Bibliotecários,

6

Digitalizado
gentilmente por:

ponto

nos

tambem nos

meio caminho ja

as normas

normas da ABNT sejam efet 1 vamerite usadas
por todos os

ou

e projetos

par^
pajr
terá
de

obrigatoriamente

que vordo dei ramente queiram

Sc a n
st e m
Gereaclancnto

14

15

16

17

18

19

�\5

•coíüborer

com a

ncrnio! i ^açao' a

Portanto,
toudo visualiza

contra!

nacíoriaJ.

na noss^i opinião,

uni trabalho ou estudo

como um todo.das
SUMARIO;

nível

seguintes

corpo PRiNCiPAL,

partes,

a estrutura tie
técnico,

lógica:

introdução,

propriamente dito c conclusão;

CE.

composto

ruima seqUência

formado pela

con

texto

8iBLíCGRAF1 A;

ÍNOi

'
0 SUMÁRIO é ii enumeração das

sões,

seções,

artigos e cont r i bu i ções

cfculo dé pe r i õd í CO,
cumento,
L parto

principais
ds

divi-

ura volume ou

fa^

de ura relatório ou qualquer outro d£

na mesmã ordeiíem que a mstéria
i nd i sponsévei

í»o

.

trabalho.

Q.ualc|iier publicação técnica,
forma de apresentação,

deve ter uma

e 'uir. roteiro

evolução da

logico de

nele se suctider

seja qual

unidade de

for

sua

pensamerruo

informação que vai

t c? r •
Esta estrutura

lÕgica pode ser dividida^^ em tres

pü rtes :
introdução •* que não c mais

do que a apresenta-,

ção de maneira breve do assunto que scra a seguir detalha^
do,

esc 1 arecendo os motivos ou a

finalidade do e'studo

ou

do pesquisa apresentada..
Texto propriamente dito - ou o chamado corpo do
trabalho,

c- a sua parte principal.

AÍ

deverão aparecer as

informações C]ue o tftuio promete.

Estarao

latadas as experiências efetuados

pelo autor e serão

cri tos os

resultados obtidos,

nesta parte

no caso de estudos

re_
de£

técnicos

expe r i mesita i s .
AÍ são dctalirados cs
do,

a metodologia

utilizado,

desenvolvimento das
inclusive da menção a
to,

idéias

os

passos

da pesquisa'ou est£

Ievantamentos

do autor ou autores, a

trabaliios anteriores

morr.iente se necessários ã clareza dos

Digitalizado
gentiimente por:

efetuados,o

Sc a n
st e m
Ciereaclancnto

partir

sobre o

assu£

tópicos tratados.

14

15

16

17

18

19

�16
E o cerne do
tí i annósticus ,
c contros,
l e va r o

trabc.iho corn totías

amostragens,

para

chegar

de experiências,

a uma conciusão a

prós

que o autor quer

] e i to I
Conclusão ou

ra

relatos

suas lílpÕLeses,

fecho “

trecho no qual

o autor

fa

um exame crítico do assunto que desenvolveu, e aoresen

tará sua posição e resultados- alcançados
siçao efetuada.
teudo do

a partir da expo

Cstará assim . conciuída a estrutura de con

trabalho.
A BlDLiOGRAFlA é e lemento''da mais alta

cia

num trabalho

tsr

do conhecimento

tudados

para o

técnico,
dos

importân^

servindo paro valorÍ2ã-lo a pa£

textos qtíC. forani corssultados e

claboracao do documento.

Sabemos que de acordo com o "Code du bon usoge
em matière des pub1ications

scíentivtques",

da UNESCO

,

um texto pode ser classificado, quanto a sua natureza
um dos seguintes aspectos;
aUCAÇr\0
TO.

KCHORIA CIENTÍFICA OP, i G i MAL, PJJ

PROViSÕRiA ou NOTA PRELtHiMAR e RESUMO DO ASSUN-

.
E

sabemos

bali&gt;os editados
que

em

também,

que a

grande maioria

dos

tra~

pertence as 'duas ú i t i ma s ca í;e go r i a s- a i nda

tragam muitas

vezes,

proposições originais.

F. porque então n grande maiorio dos nossos estjj
dos oficiais omite B i bl i og-ra f i a
nao sõ ê mais

cc-rreto como

Consultada?

Pensames

que

também mais justo, a entmern

ção de tudo aquilo que foi usado como subsídio ou
•
c
de consulta, ao invés de espresentar trabalhos que,

fonte
uma sim

pies análise permite ver (]ue já são- conhecidos vários
bre aquele mesmo assunto e

-

so

no entanto al í não aparece cj_

tnçáo alguma.
Além de tudo a bibliografia dá condições
tor de continuar suar.

pesquisar,

através das

ao

lei

referências

�1 7

c i l a c! o s
Fa r t i c u I a rnie ri í.e estamos
car com mais

atenção

todo

predispostos a

trabalho

técnico que

verifj_

Inclui

b 1 i o g ra f i a .
0 rMÜICi;,
ção que visa
dos

por

facilitar

assptitcs contidos
Sendo uma

fã be ti ca,

o

índice

mes geográficos
de sua

sua

vez,

c o elemento da publica-

a msllsor e mais

relação detalhada e com ordenaçao
pode apresentar autores,

e mesmo

a_l_

assuntos,

títulos com a precisa

noi

indicação

1 oca 1 ização no texto»

algum

(na categoria

•possa

tornar-se melhor

ruim que

pior

recuperação

no documentcj.

(»
Como disse o estudioso Sir

jtáo

répida

de

Edward Cook:

literatura geral)
graças a

não posso,

-'‘Livro

é tão bom que nao

um índice,

e

livro

qraças a esse acessório,

algum

fugir • a

das condenações.”
Julgamos

ainda

taçao de RESUMO nos

de grande

trabalhos

importância a .apresen-

técnicos,

c que vi ria

faci-

litar sobremaneira sua divulgação e possibi!itar5 a que as
Bibliotecas pudessem

reunir verdadeiros

''abstracts" das

publicações oficiais constantes cm seu acervo».
Na tura1mente, dc acordo com a natureza do documento e seus objetivos, o
pensa

a

sar a

ieituta do trabalho).

NG &amp;8,

leitura do

resumo seria

trabalho)

que estabelece a

tação de

resumos.

devem ser sfíguidas as
Sumario

!nformalivo

técnica

para a

(nãodis

(pode dispen-

Atualmente está cm

revisão

■

.
partes

que nos parecem fundamentats,

seguintes
- Nü

Normas da ABNT:

8í&gt; .

Bibliografia - PN8 66

Digitalizado
gentiimente por:

a

redação e apresen-

\

Para estas

'

ou

indicativo

I Sc a n
st e m
I Ciereaclancnto

14

15

16

17

�18

índices

-

H i3

! i ^5

Resumos

-

t!B

88

Taremos ainda uma breve
de

projetos,

por se

tratar de dceumento com característí~

cas muito específicas.

'

Segundo Belchior,
üf

ser

rígido,

je';ivos,

ãs

pois

referencia à eloboraçao

deve

exigências

"um roteiro dvH projeto não po

ser adaptado ã

da

fonte

sua natureza c o^

financiadora e à

capicida^

de técnica e administrativa da empresa ou equipe que.o elobon,

mas

mita 3 sua

precisa apresentar um conteúdo mínimo que pej^
analise e ju1gamentó" .

Apenas

como

subsídio,

~

e ainda segundo

Belchior,

«presentamos as partes que devem compor basicomente um pro
j®'0.

Será Unia descrição breve,

sao re r t i ne tt tu-s
elaboi«r ,

pois os detalhes

deixamos para os e s pec i a 1 i s tas .

ó?rve para
. cio

Eff.enta

que os vão

identificar o projeto deven

Scr curto,

preciso e significativo.

Ê um breve resumo da natureza
to e
o

um ligeiro, histórico,

título.

Inclui

convênio através
orojeto.

explicando

do qua\

realiza

No caso dos órgãos

mentárta.
Localizaçao “

05

e ã

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

codificação orça

locais onde se

sede

do

desenvolverão

beneficiadas.

rclaçac dos nomes

nícípio ou estadoí.

3

pb‘‘Mcos,o

relação ao

íocalizaçao da

trabalhos ^ áreas

mente a

o

(Programa e Subprograma) .

Ifi^ico a

projeto,

do

além do título,

üenuficação do projeto em
órgão responsável

do proje^

a identificação-

cabeçalho conterá,

2

lhe

Sao as seguintes :
Título -

cm

que.

(cidades,

Somju

i

�19

Entidades

e pessoas participantes
nomes das entidades
e dos pessoas

- Relaclonaos

públicas

ffslcas que

e privadas

particIparão

do projeto.
Objetivos - Explicarão com clareza e precisão o
que se pretende obter com a execução do
projeto.

Por exemplo:

treinamento e a-

perfeIçoamento de pessoal,

incremento

da exportação de determinados
grama

integral

Vimento,
Descrição

sumária
to,

ou

setorial

bens, pro

de desenvoJ_

etc.^
do projeto - Resumo do proje-

especI almente dos métodos de exec^

ção,

serviços a

serem prestados ou bens

a serem produzidos,

de forma a

permi-'

tir o acompanhamento da execução e avja
Ilação dos

resultados alcançados.

parar a situaçao atual

com a

Co.-ri'

situaçao

futu ra .
As operações ou metas a
das nos d.lversos

serem

projetos,

atingi-

devem

qualificados e quantificados

ser

segundo

unidades de controle e de medidas próprias.

3.

CONTROLE EDITORIAL

3.1

"

0

I n te rna 11 ona'l

Standard Book Number -

Um dos aspectos mais

importantes a

ISBN

ser conside-

rado na normalização das publicações oficiais c o do controle editorial.

cm

2

3

4

5

6

Não se tem noção exata do que é publlca-

Digitalizado
gentilmente por:

�20

do,

oiii qu« quantidade,

dos,

quantas gráficas

fiçiois,

enfim,

quais os

particulares

tiriprimem docun^entos o-

Isto além de

mento provoca ainda a perda
esquemas de distribuição,

plar dfj

prejudlctir o

sem qualquer

sequer

um exem-

publicação por ela editada,

Numeraçao de Livros

(SBD)

des de uma melhor

No rrna 1 i za do

o que vi ria controlar efe-

tivamente .3 editoração de publicações,

com as

possibilida

i centÍficação de determinada obra,

melhor divulgação e
faci I

pois

critério, fazem com

A solução seria a adoção do Sistema
para

de

conheci-

dc valiosos documentos,

vezes uma entidade não possua

uma

gráficos adota-

nÕo há controle algum sobre a edição

publicações oficiais.

nue muitas

processos

facilidade de

a erico.menda dc

intercâmbio

sua

(torna mais

uma publ i cação) .

0 Standarc

Book Number surgiu na

a necessidade dos ecitores

ingleses

1ng1 aterra, com

em encontrar uma

ma-

neira mais adequada para acelerar-os processos de encomeji
da cíc
de

livros,

sua

bib1Iografias,

i c en t i f i cação e.,sua divulgação
catálogos,

etc.

Com a aprovação efetiva do sistema,
çao por vários
International

pafses,

numeração de 9

partes,

o mesmo

foi

e

sua

ado-

transformado então

em

Standard Book Number.

Tratã-se de
uma

através

sendo estas

fem. A primeira

um sistema

(nove)

dígitos,

parto,

apenas
\

que consiste em

constituída

separadas entre

si

por 3 (três)

por espaço ou

ou conjunto de dígitos,

o editor, a segunda parte,
terceira porte.,

simples,

identifica o

um dígito,

hí-

identifica

título do

livro e a

é o chamado dígito de ve

rif í cação Mão vamos aqui
tema,

riias queremos

Comissão Brasileira

2

3

4

5

6

detalhar como

referir que já
de

foi

se processa c siscriada no Brasil

tstudos para o Sistema

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
Ciereaclancnto

a

Normalizado

�21

de Rumeração de Livros.
às

Editoras os códigos

COS aos
o

Ilvros

Esta

se encarregará cie

atribuir

correspondentes e números especrfi

editados,

Introduzindo assim em nosso pafs

ISBN.
Esto Comissão está

das

seguintes entidades:

tíeLivros

(SNEL),

formada

Câmara

Informática
A
a numeraçao
ciais,

e

Fundação

de

Brasileira do Livro

sileiro dc Bibliografia e
(BN)

representantes

Sindicato Nacional

ciação Brasileira de Normas Técnicas

Nacional

por

(CBL),

Asso-

(ABNT)1nstituto Bra-

Documentação
IBGE -

Editores

(IBBD),

Biblioteca

Instituto Brasileiro

de

(IBCE-iBI).
Intenção é que,
ISBN nos

efet 1vamente,

adote

1ivros pub1icados por editoras come£

sendo no entanto prevista a

ra os editaras oficiais,
terminado devido a

o Brasil

reserva de códigos pa-

o que somente ainda nao foi

de-

falta de conhecimento e controle

des-

tas ed i to ras .
Vemosportanto,
tante,

que-esta é uma preocupação cons-

o que vem Justificar mais

uma vez a

necessidade de

normalização.
Ho entanto verificamos,
aimente já está
tudiosos,

havendo o cuidado,

com satisfação,

que' re-

por parte de alguns

de dedicar-se ao assunto e propor medidas aita-

mente construtivas com referência a este aspecto,
o caso da colega Flávia Accioii
de um estudo pub-1 içado,
ção para as entidades

Prado,

que propõe através

a adoção de um sistema de numera-

públicas no âmbito federal,

deria ser complementado

Este ó

e que p£

Incluindo as demais esferas

da

mlnistraçãopública.v

3*2 - Catalogação na

fonte

Diretamente, ligado ao controle editorial

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
Ciereaclanent»

14

15

está o

16

17

18

19

�22

assunto a que

faremos

referência

o que significa a presença

da

- a catalogação na

ficha ca ta 1 og raf i ca

fonte,

Iinprcs~

sa na própria publicação.
Se
das com a

todas as publicações

catalogação na fonte,

logrãfica envioda o

e

oficiais

fossem

uma cópia

um órgão centralizador,

da

edita-

ficha cata

terfamos

a

possibilidade de controlar as publicações oficiais editadas,

através

balho),

de um depósito

além de

legal

(item h

do presente

tr£

possIbi1itar•a normalização dos processos

técnicos.
A catalogação na
as

seguintes
a)

entre outras,

finalidades;
Possibilidade de tornar uniformes os catálogos

b)

fonte apresenta,

das bibliotecas;

poss 1 bI1idade de fornecer um catálogo técnico,

mesmo ern regiões carentes de

Bibliotecá-

rios;
c)

possibilidade de maior

intercâmbio blbllogrjá

fico.
Tembém é
de Catalogação na

importante ressaltar,

que as

Centrais

Fonte podem manter serviços de divulga-

ção das obras que estão sendo

Impressas

(books

in print)

propiciando assim o prévio conhecimento do que está sendo
editado.
Claro está que cada organisrso deverá
setor encarregado da
gãos já possui),
to técnico,

ção na

Fonte

sua documentação (a maioria

que ficará

e envio da

No Brasil,

cm

1

dos

Ór-

responsãveí pelo processamen-

ficha-cópia ao órgão centralizador.

já existem duas Centraisde Cataloga-

funcionando:

na

Câmara

em Sao Paulo e no Sindicato Nacional
vros

manter um

no Rio de Janeiro.

Estas

Digitalizado
gentilmente por:

Brasileira do
cie Editores

trabalham com as

I Sc a n
st e m
I Ciereaclancnto

14

Livro
dc

Li-

editoras

15

16

17

18

19

�23

come rcI a Is .
No caso das publicações oficiais,
mo seria o próprio encarregado,
manter uma Central,

cada organis-

pois seria muito

difTcil

devido ao grande-número de entidades

que editam publicações em todo pafs.
Na turolmente,
sição da. grande
cos,

no

legião de

sentido de

mes para a

deveria

haver uma

Bibliotecários dos órgãos públj^

seguir normas o mais

catalogação.

(ISBD),

e já está
temas

h,

de

que

das

uniforBiblio-

Cataloging Rules,

possibilidade de que

adotada a "Descrição Bibliográfica
zada

possível

Sabemos que a maioria

tecas está usando o Anglo-AmerIcan
não se pode esquecer a

séria predispo-

venha

Internacional

integrará a AACR na

sua

próxima

a

mas
ser

Normaliedição,

sendo adotado em bibliografias nacionais e sisinformações.

depCsito legal

Este dispositivo permite a preservação da
bliografia nacional,

através

dois exemplares de todas as
para a Biblioteca Nacional
No entanto,
de não ser cumprida â
perdas

esta

da

remessa obrigatória

do Rio de Janeiro.
legislação está obsoleta

o Decreto Legislativo n? ^33 de

legal

3 de julho de

1825 de dezembro de

Em

apresentado pela Mesa

Deputados

um Projeto de

vado pela

Câmara,

inúmeras

sobre o assunto foi

lizado pelo Decreto n?
fòi

além

intelectual.

0 primeiro dispositivo

I9Ó6

de

publicações editadas no país,

risca, o que vem causando

na nossa memória

bi-

Lei

(n?

37^8)

que,

18^7»

atua-

1907.
da Câmara dos
apesar de apr^

ao ser encaminliado ao Senado,

infeliz-

�«nénte deixou dc ser aprcclndo no prazo regimental,
pelo qual

fo I

a.rqu ! vado .

Este projetoatuallzava a
além de estender ã
funções de

Biblioteca

depositária

mente com a

motivo

Biblioteca

da

legislação existente,

Câmara dos

Deputados as

da produção bibliográfica,

junta-

Nacional

presej^

do Rio de Janeiro,

vando assim o patrimônio bibliográfico brasileiro.
Em 1973»
Faria Lima,

nova

Iniciativa,

através do Projeto de

Lei

ta "Dispõe sobre o Depósito Legal,
ra dos Deputados,
serviços e estudos

desta

dos contratos e

n9

na

em maio pp.,

o

Lei

e

é que um estudo bem detalhado,

gislação bem clara sobre o assunto

tornar obrigatória a

quer publicação editada

5.

0 que

torcen-

se espera, £

possa motivar

nos-

para que üma

Lei

l^e

em apreço deveria,

remessa de

pela Administração,

o que então garantiria a

Lima

seja aprovada.

Pensamos que o Projeto de

fia oficial

obras,

ficamos

representantes no Congresso Nacional,

esfera,

de

Deputado Farta

do para que ele seja melhor apreciado.

no entanto,

cuja emen-

Biblioteca da Câma-

relatórios

tornou a apresentar seu Projeto de

sos

1491,

Deputado

técnicos contratados por entidades pú-

blicas." Ainda agora,

final,

vez do

toda e
em

preservação da

qual-

qualquer
bib11ogr£

brasileira.

RECOMENDAÇÕES

a)

Que todas as publicações oficiais

brasilei-

ras sejam obrigatoriamente apresentadas,
acordo com as Normas de
tes,

Documentação

de

vigen-

ditadas pela Associação Brasileira

de

Normas Técnicas;
b)

que a ABNT tenha no seu Comitê de

Documenta-

�25

ção elemento técnico atento ã problemática
das publicações oficiais;
c)

que a
Ja

Biblioteca

a depositária

exemplares,

de

da Câmara dos
legai,

Deputados se~ .

de pelo menos

toda’ publicação oficial

dois
edit^

da no Brasi1 ;
d)

que,

neste caso,

a

Biblioteca da CSmara conS
te com urn Serviço de Controle Editorial (ISBN)

para publicações oficiais,
responsável

constituindo-se no

pela distribuição da

tre.os õrgãos oficiais que seriam

numeraçãoen
cadastra-

dos neste Serviço;
e)

que toda publicação oficial
catalogação na

f)

que,

Vineulados .

6

pelo menos anuaj^

um Catálogo Coletivo das publicações

produzidas eni seus õrgãos

5

impressacom

fonte;

cada Ministério edite,

mente,

seja

Digitalizado
gentilmente por:

subordinados

e/ou

�26

6.

B1RL50GRAFIA CONSULTADA

ABNT, Rio de Janeiro.
Normalização da
B ra s I 1&gt; 2 ed.
Rio deJanelro, IBBD,
BELCHIOR,
je tos.

Procõple G. 0.
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documentação
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CataIogação~na-fonte; re~
su1t a do da colaboração entre editores e bibliotecários.
Belèm, 1 97~3\
Í3p.
(1 raba l Í10 apresentado ao 7? Congres_
so Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação)
.
Ihos

N ormas de documentação para apresentação de traba
técnicos e clcntrficos.
/s.n.t./
23p-

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Sistema norma 11zsdo para numeração de livros.
Rio
de Janeiro, SNEL; Sao Paulo, CBL, 197T.
(Trabalho ap resentado ao IV Encontro Nacional de Editores de Livros,
são Lourenço, 197L)
GORBITZ, Adalberto.
Recolecclõn y orqanizaclón dei material en la preparacion de manuscritos.
Turrlalba,
II
CA/Centro de Erisenanza e Investi gac i on , 19é^i«
ISp*
MAC LEAN Y ESTENÕS, Alejandro.
Cuadros y figuras en
re~
dacclon técnica.
Montevideo, MCA/Projecto 39 dei Programa de Cooperaciõn Técnica de la Organlzaclõn
de los
Estados Americanos, Zona Sur, 1359, Organlzaclõn dei material.
Montevldeo, IICA/Projec^
to 39 dei Programa de Cooperaciõn Técnica de la Organizaciõn de lso Estados Americanos, Zona Sur, 1953»
ORGANIZACIÕN DE LOS ESTADOS AMERICANOS.
Secretaria Genera 1 .
Manual de publlcaclones de la Oficina de Desarro1 o Regional.
Washington, s.d.
(Informe p re1 im1 na r)

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Digitalizado
gentilmente por:

�PRADO, F1ãv I a Rubens Acc í o!I .
Apresentação, de um slste"
tTUi de contro? e cl e p u h Hcações Qovernamcnt ais; um estudo
do caso cias puhlicac^^s do iPFA.
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Pub 1 1 caçoe_s_oficiais brasMelraà;
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T&lt;? c n i c a de preparaçao de origi**
nals e revisão de prova s t i pop r^ f i ca s .
R i o de
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Ag i r"^ i S(&gt;S~.
6dp .

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              <text>O problema das publicações oficiais no Brasil está cada vez mais a exigir uma ação objetiiva e enérgica de quem é de direito. Cabe, portanto, procurar definir e diagnosticar quais são estes problemas, dizer porque eles estão se tornando cada vez mais flagrantes e buscar sugerir quais são as ações que devem ser tomadas e quem sabe, sugerir a quem caberia tomar estas ações.</text>
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