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                  <text>COR EM DOCLIMENTAi:ÃO cfENTÍFICA *

Antônio Sodré C. Cardoso **

CARDOSO, A.S.C. - Cor em documentação científica. Brasília, 1975.
(Apresentado ao 02 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documen^
tação, V Encontro da Bibliotecários Biomedicos.
Brasília,
julho
de 1975).
RESUMO; A aplicaçao da cor na documentação científica cada vez mais
se impoe para maior precisão e idoneidade do registro, Não importando
os custos, muitas vezes o cientista deixa de se utilizar de cores
por
falta de conhecimento de suas técnicas, acreditando ser mais
difícil.
Aspectos de composição estética na preparação dp ilustrações devem ser
igualmente aproveitados, sem prejuízo da verdade científica.
0 uso de
novas fontes luminosas como os raios laser, que possibilitam a holografia tridimensional, é abertura para maior tecnologia na
documentação
científica. 0 bibliotecário biomédico responsável pelos centros de informação deve estar capacitado a orientar, nessas novas técnicas,
os
cientistas de amanhã e agora.

PALAl/RAS-CHAVES; Cor em documentação científica. Luz na documentação cientifica. Laser na documentação científica. Holografia. Recursos audiovisuais. Documentação científica, luz e cor.

Em bibliotecas biomédicas em especial, a documentação precisa
maior fidelidade e, quando essas bibliotecas aos poucos se
em centros de informação, o acervo de documentos diversifica
limites onde os conhecimentos mínimos são necessários.

de

transformam
além

dos

0 bibliotecário

biomédico envolve-se nas mais variadas' atividades não só da

produção.

* Trabalho apresentado ao 82 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação, V Encontro de Bibliotecários Biomédicos,
Brasília,
julho de 1975.
** Presidente do Conselho Nacional da ABEAV - Associação Brasileira de
Educação Audiovisual. Membro da Comissão de Audiovisuais do Grupo
de Bibliotecários Biomédicos da APB. Membro da Comissão de Multimeios do GPT da APB. Professor de Reprografia da Escola de Sociologia B Política - Curso de Biblioteconomia, Professor de Comunicação Gráfica da Faculdade de Comunicações da Fundação Armando Alv^
res Penteado (FAAP). Professor de Produção Gráfica da Escola Superior de Propaganda de São Paulo, Chefe da Secção de Fotomicrografia do Instituto Biológico,

/

Digitalizado
gentilmente por:

�f
conservação e distribuição de documentos, como ainda na

promoção

eventos, coordenação do certames o otiontação na apresentação

da

do
tra-

balhos: sejam aulas, palestras, toses ou simples documbntação,

A pes-

quisa cientifica, na maioria das vozes, não pode prescindir de

uma boa

documentação, ao lado de outras pesquisas bibliográficas, resumos, traduções e preparação do monografias dentro das normas padronizadas da d£
cumontação, conhecimentos os quais são corriqueiros ao bom
rio biomádico.

Isto exige desses profissionais alguns

bibliotecá-

esclarecimentos

de parte a parte, que nem sempre são encontrados ainda em

registros

decorrem, em sua maioria, da experiência pessoal de uns e de
mais afetos aos trabalhos de produção de documentos.

e

outros

0 entendimento de

luz e cor, apreciado do maneira simples e facilmente assimilável, 6 necessidade básica desses profissionais biomédicos.

A luz é uma das formas de energia desenvolvida numa

freqUên-

cia relativamente elevada em relação às ortdas sonoras e térmicas, porém
inferiores às radiações cósmicas e radioativas.

0 conglomerado energé-

tico que produz a luz é identificado como foco luminoso.

0 sol,

das energias luminosas de várias freqUen.cias que emite, emite
formas de energia que nos atingem.

além
outras

Confundindo-se muitas vozes energia

e matéria, aceita-se melhor a definição de matéria como um conglomerado
energético vibratório em diferentes e’ determinadas freqüências.

Os se-

res, entidades, coisas e fatos são conglomerados que vibram em diferentes planos,.alguns com capacidade autônoma de gerar uma energia
pria, constituindo-se num universo.

pró-

Para melhor e"ntòndê-los dá-se-lhes

o nome genérico de documentos.

Por documento se entande tudo que existe no universo ou na na
tureza, inclusive as formas energéticas mais impalpáveis, como o pensamento.

Os pensamentos"* são gerados pela inteligência e a memória, cons-

tituem o acervo mental, onde os documentos são consultados.
ta, um órgão, um mineral, um átomo, tudo é documento.
documentos e os macro-documentos, como o universo.

Uma plan-

Têm-se os micro-

A ordenaçao, class£

ficação e sistematização desses documentos nu significantes da natureza
é assunto que estuda a administração ou filosofia.

Além do sol, que nos fornece a luz natural, o homem criou focos luminosos artificiais, como as lâmpadas de incandescência na combu£
tão de gases ou filamentos metálicos.

0 fogo como forma de incandescêjn

cia emite igualmente 'um fluxo energético luminoso.

cm

1

2

Os demais

documen-

tos apenas refletem essa energia luminosa ou térmica recebida

dentro

3

4

5

6

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5

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15

16

17

18

19

�das Igís que a física estabelece no capítulo da óptica, principalmente,
e Mecânica, em alguns casos.

Ao moqmo tempo, na alteração provocada po_

la energia que cada documento contém, surge a Química, para nos

permi-

tir o entendimento perfeito da luz o da cor, principalmente.

0 fluxo luminoso constituído•por fotons em feixes,

ondas

ou

corpúsculos são congregados ou mais intensos quando se encontrem próximos, portanto com maior carga energética, iluminando mais.

Qs

corpos

de qualquer reino, animal, mineral ou vegetal são constituídos por combinados ou elementos químicas, puros ou compostos.

Cada

elemento

composto químico, por sua vez, ó um conglomerado cristalográfico,
forma de cristais claros, cristalinos e -transparentes.

Esses

ou
em

cristais

filtram e alteram o percurso do raio luminoso, recebendo o nome de pigmentos.

3untando-se pigmentos ou cristais químicos com veículos, obtém

se as tintas e os corantes dissolvidos ou concentrados.

A presença

luz ou a reflexão total dessa luz nos apresenta oj branca.
de luz ou absorção total é o preto.

A

de

ausência

A luz branca é uma somatória

de

frequências do espectro visível,que vai de 700 a 400 unidades Angstrom.
Para entender isso, basta-nos exemplificar comparativamente um

dial ou

painel de rádio comum de ondas longas AM de 500 a 1.500 quilohertz
quilociclos,S0 ouvíssemos todas as estações que irradiam em

diferentes

sequências vibratórias, ao mesmo tempo, com os seus diferentes
mas.

ou

Essa horrível sensação seria a da agradável sensação da

prograpresença

de luz ou de luz branca.

A sintonia de uma das freqílências do espectro visível
uma vibração identificada tradicionalmente pela cor e seu
liar.

0 vermelho vibra em 700 unidades Angstrom.

nos dá

nome

fami-

Ao lado dele,

vem a

energia que vibra na freqüência de 600 U.A. aproximadamente e que todos
chamam de laranja.

A energia que nos atinge na freqüência análoga

ou

vizinha desse espectro é o amarelo.

0 verde é a energia central das vibrações do universo.
guir vibra o azul e, finalmente, o violeta com 400 U.A.

A se-

Antes do espe£

tro visível há a faixa de infra-vermelho e, do lado oposto, a
ultra-violeta, ambas invisíveis na freqüência captável pelas

faixa de
antenas

dos terminais nervosos do fundo do olho, conhecidos por bastões e

bas-

tonetas.

Com isso, percebe-se que a cor e luz são a mesma coisa.

A

cor ó luz de freqüência determinada e somente existe se for filtrada re_
/

Digitalizado
gentilmente por:

�fratoda ou alterada em seu percurso atraues do um cristal ou

pigmento,

proueniente da composição quxmica dos corpos que refletem a luz,

alte-

rando-a.

As lentes nao aumentam o tamanho dos corpos e apenas
ou concentram os raios luminosos refletidos.

separam

Um microscópio não aumen-

ta o tamanho proporcional de um micróbio; ele se mantém do mesmo
manho.

Se vermos o micróbio aumentado e cada vez mais é que

os pontos luminosos refletidos pelo micróbio.

ta-

separamos

Enquanto os pontos lumi-

nosos refletidos mantiverem uma coesão da forma do feixe, o

aumento

é

viável, porém, em certa altura, somente um ponto luminosas é visto e

a

microscopia óptica deixa de existir para dar lugar à microscopia eletr^
nica.

Sendo a luz uma forma de energia, ela está sujeita às outras for^

mas de energia como o magnetismo e polaridade elétrica.

0 feixe lumin£

so pode se estritar ou abrir se atravessar um campo magnético, constitu_
indo uma "lente eletrônica", possibilitando maiores aumentos, com menor
perda ou desgaste da luz.

A fotografia é um registro da luz-em emulsões de

diferentes

sensibilidades luminosas sobre um suporte opaco ou transparente,

graças

à capacidade dos sais de prata de se transformar em elementos de reflexão total para a absorção total da luz, alterando-se.

Os compostos qu_£

micos, ao alterarem a' forma dos seus cristais em novos

conglomerados,

possibilitam nova visão das cores ou luzes que por eles são'
das,

atravessa-

Essa alteração, na maioria das vezes, diametralmente oposta^ pro-

voca a formação de coros complementares, aquelas que misturadas
sí dão o branco eu o preto.

entre

Determinado verde com freqüência própria é

complementar de determinado vermelho em outra freqüência.

0 laranja é

complementar do azul e o amarelo do violeta.

Verde, laranja e violeta são as cores básicas da
tica, luminosa ou aditiva.

mistura óp-

A preparação das tintas ou mistura de diver^

sos pigmentos, apresentada pelo homem, na imitação das cores

luminosas

da natureza, exigiu o entendimento de um novo trio de cores - azul, vejr
' melho e amarelo - formando as cores básicas da mistura subtrativa, pigmentária ou residual, de natureza falsa.

Wa documentação

científica a

cor á inerente ao trabalho do pesquisador, porque é a própria luz.

Re-

gistrar a cor é registrar a capacidade de absorção ou de reflexão que o
documento fotografado provoca, permitindo-nos a sua perfeita e fiel com^
preensão.

□ registro em preto e branco situa a forma ou a

conformação

tão somente, assim mesmo irregular de acordo com a posição do foco lumd
noso e do piano de filme, em relação ao operador ou fotógrafo.

Dessa

�7

maneira, uma laranja ou esfera nao parecerá como ela e, muito menos mo^
trara depressões que possa conter.

A cor dos corpos, por sua

apresenta de acordo com a temperatura do Foco luminoso.

uez,

se

Um objeto ver-

melho nao terá a mesma cor debaixo da luz natural do sol em

comparaçao

com a cor que apresente debaixo de uma l*uz de gás do sódio o se apresen_
tará complomentamente preto sob uma luz verde.
peculiar a eles o sim à luz que os ilumina

e

A cor dos corpos
possibilita

a

não é

reflexão

através de seus pigmentos ou cristais químicas,

A fotografia colorida tridimemsional é a mais perfeita para a
documentação científica, porque expressa melhor a fidelidade do documen_
to registrado.

0 posicionamento dos elementos que compoem a cena devem

estar esteticamente dispostos e obedecendo as regras de composição
tística, dinamizando o trabalho pr.ofissionalmente feito.

No

ar-

entanto,

novas perspectivas para a documentação científica estão surgindo, a pon^
to de tornar toda a atual tecnologia de registro fatográfico
sional e em cores completamente obsoleta.

tridimen-

Isto porque um novo foco lu-

minoso está a surgir com o nome de laser, o qual, combinado com o maser
(som), produzirá fotos extraordinariamente inéditas.

Graças a essa corn

binação é que se pôde ver e ouvir os astronautas na lua.

Graças ao laser obtém-se a holografia, um registro

tridimen-

sional indispensável para uma documentação científica moderna realmente
fiel B verdadeira.

A holografia é uma janela que se abre com incríveis

possibilidades para a ciência, permitindo um registro perfeito

do

do-

cumento.

0 conhecimento desses assuntos em fontes de consulta por parte do bibliotecário biomédico ou dos responsáveis pelos centros de
formação é básico e indispensável.

in-

A rapidez com que essas novas técni^

cas estão avançando poderá pegar de surpresa muitos profissionais altamente gabaritados em documentação pelos métodos tradicionais,

Recomen-

da-se um alerta para que todos se despertem o quanto antes no

perfeito

entendimento de todas as possibilidades que o laser e o maser podem pro^
porcionar, principalmente no campo da documentação e da
nomia, om especial.

3

5

6

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gentilmente por:

biblioteco-

�F

•/

I-

�TESES, FOLHETOS E SEPARATA5 NflS BIBLinTCCAS BIOMtÍDICAS *

Marly Nov/aroso Galues
Astrid Breuel WícsbI
Carmem A. Nascimento
DuIcq Dias Moreira
Inara M, Passos
Vera Maria R.R. Pacheco

**
***
****
*****
******
*******

GALVES, M.N. et al. - Teses, folhetos e separatas nas bibliotecas biomé_
dicas. Nota Prévia. Brasília, 1975.
(Apresentado ao 8í5 Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação. V Encontro de Bibliotecários Biomédicos. Brasília, julho de 1975).

RESUMO; Planejamento do um manual sobre tratamento a ser dado a Teses, Folhetos e Separatas nas Bibliotecas biomidicas.
Levantamento e
avaliação dos processos manuais e mecanizados existentes nas bibliotecas, através de questionários, considerando-os no seu aspecto prático e
objetivo, demonstram a hetorogeneidade dispensada a esses tipos de mate_
riais. Orienta sobre a seleção e aquisição dessas publicações e sugere
um sistema de classificação e catalogação simplificada, visando a recuperação rápida de informação. Recomenda o processo mais prático para a
conservação do material no acervo da biblioteca.
PALAVRAS-CHAVE; Folhetos, teses e separatas: tratamento nas bibliote^
cas biomedicas. Separatas, folhetos e teses: armazenagem e
recuperação. Organização de teses, folhetos e separatas.

* Trabalho apresentado ao 09 Congresso Brasileiro de Biblioteco'nomia e Documentação, V Encontro de Bibliotecários
Biomádicos. Brasília, julho de ,1975.
** Bibliotecária da Faculdade de Odontologia da USP.
São Paulo.
Coordenadora da Comissão de Teses, Folhetos e Separatas CRB-O/
372/66
*** Bibliotecária do Instituto de Saúde.

São Paulo.

**** Bibliotecária Chefe do Instituto Butantã.

CRB-8/682

CRB-8/51

***** Bibliotecária Diretora do Serviço de Bibliografia do DNT.
cretaria da Saúde* São Paulo, CRB-8/16
****** Bibliotecária Chefe da Escola Paulista de Enfermagem.
lo. CRB-8/635
******* Bibliotecária Chefe do Instituto de Saúde.

Se-

São Pau-

São Paulo. CRB-8/33

�INTRODUC^iO
As tesQS, os folhetos e as separatas, constituem um sério pr£
.blema para o Bibliotecário, pois em geral as bibliotecas recebem msnsal_
mente um grande número deles o é indispensável que sejam arrumados

de

maneira a facilitar a sua indexa'jãn e principálmente a disseminação das
informações neles contidas.

Dispensável seria falar sobre a importância deste material b_i
bliográfico numa biblioteca especializada, pois é do conhecimento de t£
dos nós que, por sua forma física, caminha muito mais a par da

ciência

do que o livro, pois trazem as notícias mais recentes, permitindo
pesquisadores estarom sempre atualizados com as últimas

aos

descobertas,

pesquisas, notícias, etc., do seu campo de trabalho,

'

Incentivados pela importância que este tipo de material

bi-

bliográfico representa numa biblioteca, o Grupo de Bibliotecários Biom£
dicos da Associação Paulista de Bibliotecários decidiu formar uma

"Co-

missão de Teses, Folhetos e Separatas" que ficasse encarregada de fazer
um estudo sobre a organização dessas publicações nas Bibliotecas

bio-

médicas,

DBBETIWOS
Esta comissão foi organizada para atingir os seguintes

obje-

tivos;
1.

Pesquisar a conduta das bibliotecas em relação a estes ti^
pos de publicações;

2.

Fazer um estudo sobre conceituação dos folhetos, teses e
separatas, baseando-se no PNB n^ 217 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT),

3.

Racionalizar e dinamizar o processamento técnico -científico;

4.

Elaborar e publicar um manual tendo como finalidade o tr£
tamento específico deste tipo de material, que servirá de
recurso didático para Escolas de Biblioteconomia e a Bibliotecários da área biomédica,

5.

Organizar o Catálogo Coletivo de Teses do Estada
Paulo, na área das ciências da saúde.

Digitalizado
gentilmente por:

de

São

�DESENUOL\/TMEI\ITO DO PR03ET0:
As tosGS, na opinião' de Lasso de la Uega, são do suma
tância, pois revelam por onde caminham as preocupações

impor-

científicas

de

cada universidade ou instituição.

Os folhetos considerados pelo seu conteúdo e a forma abreviada de apresentação, poderá ter o seu valor temporário ou permanente, c£
mo fonte de informação, daí a necessidade de seu processamento técnico.

As separatas

permitem ao bibliotecário, na falta do livro ou

periódico, fornecer os dados solicitados pelo leitor.

Concluindo, todo material bibliográfico que traz em seu

con-

teúdo dados informativos, quer científicos, quer tecnológicos, devo merecer especial atenção dá parte do Bibliotecário, cujo objetivo principal ó apresentar a informação atual correta e rápida quando
pelo usuário.

solicitada

A rapidez e a precisão da informação dependem da eficiêji

cia da biblioteca.

•

Como primeira fase, a "Comissão de Tese, Folhetos e

Separa-

tas" fez um levantamento dos Serviços que estão sendo efetuados nas várias bibliotecas biomédicas do Estado de São Paulo.

Este levantamento foi feito mediante o envio de um

questio-

nário às bibliotecas participantes do Grupo de Bibliotecários

Biome-

dicos.

Foram enviados 40 e, após uma avaliação detalhada dos 35^

de

questionários respondidos, pode-se observar a heterogeneidade dispensada a essas publicações.

A maioria das bibliotecas não tem um tratamen-

to específico para este tipo de material, como também não existe

uma

conceituaçao uniforme do que é uma tese, um folheto ou uma separata.

Depois de analisados os questionários respondidos, verificouse que, de modo geral;

AQUISIÇÃO; As teses e folhetos são adquiridos por doação. Com respeito
separatas nao se obtiveram dados conclusivos pois as ques
toes não foram devidamente respondidas.
~

TOMBAMENTO; As teses são incluídas no tombamento da livros. Os folhetos
são tombados separados de outro tipo de material bibliográfico.

■4. ^

2

3

4

5

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�CLASSIFICAÇ/tO; As toses rscobom o mesmo sistema de classificação que os
livros. Para os folhfetos as respostas se dividiram ein
tre o sistema adotada para as monografias o classificados por outro sistema.

CATALQGAÇ?(Ot As teses sao catalogadas obedecendo critérios específicas.
As respostas para os folhetos revelam uma tendência
para
se adotar um sistema mais prático.

FICHArIO; De forma geral sao incluídos em um só fichário de toses,folhe_
tos e as scparatas. Em poucas bibliotecas estes
materiais
são separados.

ARRANJO h‘AS ESTANTES; As toses e folhetos sao conservados separados do
acervo geral, enquanto que as separatas nao foram
bem definidas.

PROPOSTA DE ESTRUTURA DA OBRA
-

0 manual a ser publicado tratará, em linhas gerais, dos

se-

guintes tópicos: Introdução
Objetivos
Conceituaçao
Seleção e Aquisição: compra
doação
permuta

ARMAZENAGEM (processos manuais e mecanizados)

PROCESSOS TÉCNICOS: Classificação
Catalogaçao
Sistemas
códigos

ARRANDOS; arquivos (caixas, pastas suspensas, etc.)
estantes

DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO: recuperação
elaboraçao de documentos secundários
catálogos coletivos

RECOMENDAÇÕES
1. Que os Grupos Biomédicos Estaduais façam o Catálogo de
sau Estado;

Teses

do

2. Que a CBDB se encarregue da elaboração do catálogo nacional de te_
ses na área das ciências da saúde, resumindo os levantamentos estaduais.

/

/

�5. Quo as sugBstoQS para tratamento dos folhetos o soparatas
sejam
encaminhadas a Comissão de Tesfes, Folhetos e Separatas do Grupo
de Bibliotecários Biomódicos da APB do São Paulo, enriquecendo as
contribuições para a elaboração do manual proposto.

/
/

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;/

^

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <text>Cor em documentação científica</text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Cardoso, Antônio Sodré C.</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>1975</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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              <text>Evento</text>
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          <name>Subject</name>
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              <text>Documentação Científica</text>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>A aplicação da cor na documentação científica cada vez mais se impõe para maior precisão e idoneidade do registro. Não importando os custos, muitas vezes o cientista deixa de se utilizar de cores por falta de conhecimento de suas técnicas, acreditando ser mais difícil. Aspectos de composição estética na preparação das ilustrações devem ser igualmente aproveitados, sem prejuízo da verdade científica. O uso de novas fontes luminosas como os raios laser, que possibilitam a holografia tridimensional, é abertura para maior tecnologia na documentação científica. O bibliotecário biomédico responsável pelos centros de informação deve estar capacitado a orientar, nessas novas técnicas, os cientistas de amanhã e agora.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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