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CONGRESSO BRi\SILEIRO DE BIBLIOTECOITOMIi\ E DOCUí.ERT/jÇ/0
Brasília,

Tema Central;

20 a 25 de

julho de 1975

''RESPONS/rBILID/DE SOCM D/iS BIBlIOTECi\S
NO PL/IÍO SETOR li,L DE EDUCiÇiO" .

PROGRiMi PARi CRIiÇiO E INSTALAÇÃO
DE BIBLIOTECiS ESCOLARES

NA

REDE

DE ENSINO OFICIAL.

Elaborado por
CLEa DUBEUX pinto PBíSNTEL - CRB/4-61
Chefe do Departamento de Bibliotec£
nomia da Universidade Federal do Per
nambuco e Chefe da Biblioteca da Faculdade de Ciências Econômicas
da
UFPE.

R T;; c I F E
1975.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

: '

14

15

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18

19

�S U M i R I 0

páf:ina
1.

2.

3.

INTRODUÇÃO

1

1.1

0 desenvolvimento brasileiro e_ nordestino

2

1*2

Situaçgo atual de Pernambuco

3

1* Ã

Balanço dos resultados

4

ANÃLISE DO PROGRAMA

6

2.1

7

POSSIBILIDADES DE EXPANSÃO E MELHORIA DOS PROGRAMAS ATUAIS.

3*3
4.

cm

1

Alrtmas realizações importantes

8

Eocalização do prorcrama

8

3*1.1
3.1.2

8
8

Definição do tipo de Bibliotecas
Compiíaçao de dados básicos

Desenvolvimento de Recursos Hunanos

9

3*2.1
3.2.2

Recrutamento £ Seleção
Treinamento do Pessoal

9
10

3.2.2.1
3.2.2.2
3*2.2.3
3*2.2.4
3.2.2.5

10
10
11
12
12

Treinamento Prá-Serviço
Cursos Prá-Serviço
Treinamento em serviço
Modalidade de treinamento
Treinamento especializado

Propram.a financeiro

13

0 IMPACTO DINÂMICO DO PROGRAMA

13

4.1

Utilização de técnicas nacionais

14

çao de um Proprãna.~ de
tecas escolares

14

criaçaó de biblio-

5.

CONCLUSÃO

15

6.

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

1?

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17

18

19

�1.

IlTTiíODUÇiiO

Atualnante,
on todos os '^empribucrnos,
peciplnente nordestinos,

existe ur.? er.orine preocupação

coiio gli todos os brpsileiros,

es-

pelo desenvolvirento do Brasil,nas,

sobretudo pelo desenvolvimento eq^iilibrado das suas várias re
iões.

Temos todos a

consciência que o desenvol-

vimento social total depende das condições materiais da so—
ciedade ,

porán esta de .'endência,

cerjsidades,
rais que

nao á exclusiva dessas ne—

sondo tar.ibán uma. primazia,

as exi ências cultu—

cada sociedade necessita ter para alcançar essas •'■çn

dições materiais.

Isto sem re ten acc&gt;ntecido desde
ros sdculos,

e

já vii-os que a educaçao material de um

sur e depois de sup evolução cultural.
mentos que
e á,

a

Sabemos,

povo

pelos ensina-

colher:'os dos nossos antepassados c.ue a educação foi

rande força motriz do

No Brasil,
ati.iaçao especial por

-rocesso de desenvolvimento.

a educaçao vem merecendo

,;arte do Governo,

uma

que tenta por todos os

meios penetrar no âria o do povo brasileiro,

atin-indo toras as

camadas da '^opulaçao. Vimos o iKC alar ando o seu campo

de

atividarles,

ní

VGis;

dinamizando pro ramas educativos em todos os

vimos o i.i)P' /L tonando corpo e

Brasil, -jj as .. ibliotecas? A
livro,

cm

os primei

2

3

a

se espall.iando por todo o

caLipanb.a da leitura,

a

campanlia rio

cam;.anhp enfim da pró.çria BIBLIOTGGA ? A Biblioteca,

4

5

6

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�sendo institucionolizeclo ne vida
8 escola,
ra"

CORO á a I reja e

eri. Hiper-nercados.

ri or,

cotidiana do povo,

cono foi

cor.io está sendo atd mesmo a

"fe_i

isto que queremos ver iniciado

con

com seriedade e sobretudo,

dentro das nossas realida-

des políticas e econômicas

Acreditamos que este
iniciado com crianças,
tão,

S um trabalbo a

com jovens na idade escolar,

quando e_n

oferecendo-lhes serviços bibliotecários adequados,

mos condições de des:ertá-los ‘-ara
boa leitura,

ser

tere-

o valor da Biblioteca,

da

da oportunidade que lhas será seniqre oferecida ,

de poderem sozinhos,

desenvolverem suas aspirações pessoais.

Ü necessário formar no adulto de anari-^ã a tradição bibliotecária,

para. que

os esforços realizados atualmente para cria-

çao e nanutençao de bibliotecas públicas, nao fracassem,

por

falta de leitores esclarecidos que se interessem cada vez mais
em melliorar culturaImente.

1.1

P_ des envolvimento brasil - ir o_ _e nordestino.

IIistoric?'menta o Bra'-:il e especialmente
o ITordeste e Pernambuco, vem de uma tradição econômica social
de base a rária-extrativa, voltada sobretudo para a ex’‘'orta —
çao.

Tal como outras re iões do Brasil,

BCOFOlíId^OS foi aqui bastrnte
tras

o fenômeno dos CICLOS

comum com a cana de açúcar c ou-

culturas.

O V L J. V
mente

do Contro-oul

X ;

conse uiran su: arar os

.iram cor^ o processo doe "ciclos "
ca que

lhes dou bons resultados.

ceu diferente

e

artiram para uma políti-

Assim foi que o Brasil

&gt;or fatores ecorôi.dcos,

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gentilmente por:

roblemc.sj que sur-

cres-

en áreas diferentes.

�-3-

/.y (lesi-xirlrtadGS rG.-;ionais de nível

de

vida acentuaraii-se e assin o Fordeste iDroxredia. lentajnente, s£
frendo un processo

oontinua.do de empobrecimento.

Foram essas desi iialdades que levaram o
Governo federal a mudar a sua política, eri relaçao ao Nordeste
favorecendo um pro rama de investimentos que desse condições à.
re.;ião de um maior desenvolvimento.
levar a.os municípios ener/.la,

Os estímulos consepuiram

com.unicação e transportes e is-

to r:erou condições à população de almejar por melhores níveis
de vida.

Entretanto,
tinuou desnivelado.

o processo de educação con

íTao foi oferecido ao povo os meios

para.

que pudessem :,-al;;ar melhores empre'-os. Ilão cuidaram da evolução cultural do povo e aqueles neo-alfabetisados foram abando
nados à própria sorte.

Com isto,

as populações se acom.odaram,

nao alcançaram novos esta., ios e nao pro 'rediu - daí o processo de desenvolvimento ter sido tão lento.

1.2

_Situa_ça_p_ atual de P^ernaxibupo.

Pernambuco historicamente vem tambóm de
una tradiçao a rária-extrativa,

sendo atualmente um estado nor

destino tí-^ico.

Pernambuco,

com seus 90.2G1 km^ é

terceiro estado cm área da Federação.
Nordeste e tem uma

o

E considerado canital do

populaçno de 5.200.011 habitantes,

o que se

constitui em 5,679'. da percenta em do total da populaçao brasi—
loira.

0 ensino primário básico.
te e apresenta i.u.'-

cm

2

3

4

5

rande "deficif.

6

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ó insuficien0 ensino profissional,
em

rii;

14

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19

�muitos municíjios,

praticpiiiGntG neo existG*

difícil tontar mu-

dar a face de uma área. onde a instrução fundamental 6 excassa.
\
]3n Amarají,
ros,

Barra de Guabira.ba, ferrei-

Itamaracá, La oa dp^Itaenpa, Pom.bos,

São Benedito do Sul

,

são Josd da Coroa Grande, Tracunhaí^m, não existe nenhuma

escola

cie alfabetização, nem federal,

outros

municípios,

estadual ou municipal. Em

ijouquíssimos convám frizar,

ensinado o 22

existem escolas onde

6

ciclo profissional.

A instrução primária fundamental é portanto,

insuficiente e isto fica lo.xo evidenciado pelo:
a) pequeno número de escolas
b) número insuficiente de professores
c) corpo docente pessimamente remunerado
d) falta de controle do exercício do mxa";istário.

As Bibliotecas quase não existem em fun
cionamento. ITos raunicí ãos mais próximos ao Recife,
ram criadas, mas,
jar.

quanto ao funcionamento,

alp;umas fo—

deixam muito a dese—

Nenhuma biblioteca existente desenvolve una atividade típi-

ca de una biblioteca pública.

Todas são apenas simiples POSTOS DE

EirpR-ESTILOS frequentado por uma

elite privilepiada. Nas escolas

existentes, nenhuma possui biblioteca.

Balsppo dos resultado_s.

Ao lado destes dados históricos sobre o
desenvolvimento da repiao nordestina,

qual a

situa.çao de Pernam.bu

CO em relação- à prorcoçao da educaçao?

Sem dúvida que temos que associar a crja
ção das Gnivcrsidadcs

como fator

rincipal e depois todo o traba-

lho dos • ovemos estrduais o munici'^ais fomentando o ensino prima

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�-5“

rio G profissional.
O papel fias Universiclrrtes está

caracteri-

zado pelo desenvolvinento das profissões na. re^-iao,
mente depois de 1946,
ral de Pernaribuco.

principal

quando foi fundada, a Universidade Pede—

Al6m disso,

foi o ensino superior que -los-

sibilitou o aparecimento das primeiras "bibliotecas racional—
mente

organizadas para atender a demanda dos alunos e profes-

sores.

Poi a Universidade que lançou a semente,

em 1949»

q.uan

do foi iniciada a reor anizaçao da Biblioteca da Faculdade de
Direito do Recife sob a orientação do prof. Pdson Nery da Pon
seca,

secnida posteriormente pelas demais bibliotecas das Uni_

dades universitárias.

Atualmente,

as bibliotecas em Pernambuco,

se concentram na sua maioria, nas escolas su‘oeriores ou em ór■ :so3 de pesquisas e planejamcntos povernanentais ou particul_a
res.

Sa.o,

portanto,

bibliotecas mais especializadas, não

ao

nível do povo-

Sao poucas as escolas da rede de

ensino

oficial e particular quo possuem bibliotecas para os
Ainda assim,

alunos.

as poucas existentes, nao contam com equipamento

adequado e poucas sao diri ;idas por bibliotecários.

Em recen

te pesquisa realizada pela PRO-CA]'iTA. na cidade do Recife,

6

a se/:uinte a situacao atual das bibliotecas escolares;

a) ESCOLAU DO PRIl.ídlO T; SE:'URDO
em 1974:
Escolas
■^scolas
"Escolas
&gt;’]scolas

:-RAU EXIST&gt;P'^T':S RO RECIFE

Federais
Estaduais
Municipais
particulares

05
245
oO
300

Total de Unidades "Escolares existentes:

63

BIBLIOIECAS ESCOLAR ;S EXIoTJiRTES NAS ESCOLAS;
159 bibliotecas
- As Escolas Municipais não possuem biblioteca
- As JÍscolas estaduais possuem bibliotecas precariam n
or.^^í^isadas e pessoal apenas treinado, sem aualicaçao universitária.

cm

2

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4

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�-6-

c)

CÒITCEHTRAÇÍO DE DIBLIOxECÍRIOS POR CAT ilGORIAS DE
PIDLIOTECAS.

-

2.

Bibliotscas
Bibliotecas
Bibliotecas
Bibliotecas

públicas
.25
escolares
05
Universitárias 115
especializpclas 103

arálise do programa-

Com base na realidade atual das bibli£
tecas escolares existentes no Recife e considerando que

esta,

em pleno desenvolvimento o PROJETO PILOTO PARA DESEFVOLVIÍ.iEITTO
DE BIBLIOTECAS PUBLICAS FOS LFJITICr-IOS DO INTERIOR DO ESTADO DE
PJURNAMBÜCO

(Convênio IRIESCO/SüT)EITE/LTPE/SEC-PE/í?IAM/IíOBRAL) uri

Proa-rama para criação e instalaçeo de bibliotecas na rede

de

ensino oficial parece ser a solução mais viável de plena execu
ção,

afim dc que seja possível transformar os atuais dados exis

tentes,

em índices mais alentadores.

Em princípio o conlrecimento de pro-.ramas do

criaçao e instalaçao de bibliotecas escolares, nao pro-

duz uma fórmula padrão que possa ser aplicada necanicaixiente
sera estudos,

para aperfeiçoar qualquer pro ramação,

,

em qualcrcr

parte.

Muito pode e deve ser apreendido e me_s
mo tomado emjirestado da experiência de outros Estados ou re,.':iocs
porón,
e

as condições locais devam ser cuidadosamente analisadas

os prO;,ramas adaptados para. satisfazer as condições esnecífi

cps da área envolvida.

Estes pro ramas especialmente traçados
devem sor controlados constrntemente,

devendo-se fazer modifi-

cações b medido em que se adquire experiência e as condições

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�-7-

locpis exijam mudanças.
ser considerado

Desta forma,

este breve estudo não deve

como modelo permanente,

ao contr?'rio,

uma pvaliaçao detalhada,

antes de uma. decisão final.

2.1

impprt an_t_e_s.

deve haver

0 Pro.prama, de criaçao de Dibliotecas D_s
colares deverá adotar um número de re"ulamentação que a exaerien
cia indicará se

sao acertadas e que naturalmente deverão

mantidas e fortalecidas.
brecidas

ser

Como

condição viável para rer'":iões empo-

como as do Nordeste,

deverá ser criado um ár.pão central

controlador de todas as bibliotecas criadas dentro do Pro';rama.
Este órpão funcionará. li.;ado à

Secretaria de Educação do Estado,

com um serviço centralizado de assistência,
de aquisição e processos tácnicos.
bibliotecários profissionais que

incluindo controle --

Deverá possuir uma equipe

de

comandará as atividades de toda

a rede dò bibliotecas instaladas.

Como parte

do seu funcionamento,

deve-

rá
2.1.1

A instituição de pro ramas de treinamento que ofereça con
diçõos mínimas para manutenção de bibliotecas, adquirindo"
conliecimentos práticos de serviços técnicos e assistência,
aos leitores.

2.1.2

0 estabelecimento de unidades móveis e semi-móveis numa
bp.se pro ressiva em várias Escolas. Tais unidades prestam
serviços técnicos e culturais e auxiliam as Dibliotecas m
nos seus diversos problem.as.

2.1.3

A introdução de um pro rama para financiaraento às bibliotecas escolares através de doações canalizadas das empresas particulares, com vistas ao abatimento no Imposto
de
Renda.
A or .anizaçao do cursos locais de curta duração visando a
divulpaçao do uso da biblioteca, do uso dos livros,
de
como adquirir conhecimentos pela leitura, destinados tanto a.os alunos como aos ""ofessores.

2.1.4

2.1.5

em

2

A implantação de um mecanismo para iniciar, amparar e suplomentar atividades de nível local, visando atrair leito
res residentes
erto da Escola'e desta forma, atrair
doa—
çoes o dinai.iizar o meio cultural com anrosentação de
trabalhos, exposições, recitais, etc.

3

4

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6

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�2.1.6

0 início rie pesquisas para avaliar as concliçoos presentes e perspectivas rias tendências e escolhas para o futuro. Isto fará cora çue as bibliotecas possam planejar
— suas atividades no sentido de coraandar as tendências na
turais dos seus leitores.

2,1.7

3.

Promover a. intearação da Escola com a comunidade que
a.
cerca, fazendor com que alunos e pais de alunos estejam
reunidos mun mosmo ideal.

POSSIEILID/:DES DE EXPAÍISjiO E LfflLKORIjs, DOS PROPR/ias ATÍT/IS

Superimos a se-uir, medidas destinadas
a desenvolver o pro.prama acima.

sao possíveis de serem

realizadas im.ediatamente afim de aumentar ou melhorar as reali.
zações do Pro,':rama.

Outras,

serão consideradas posteriorm.ente,

pois requerem mais tempo e esforço para. serem instituídas,mas,
que poderão valer a pena ser consideradas

caso o Pro.qrama che-

r.ue a ser transformado num Projeto dinâmico e do lona^a duração.

3.1.1

Def iniçãp_ _dp _tip_p_ _d_e, biblip_te_c_a.

E preciso inicialmen-

te decidir qual o melhor,tipo de biblioteca a ser criada: bibli
oteca Central da Escola,

servindo aos alunos e professores,

biblioteca central para determinados tipos de acervo,

ou

inclusi-

ve o atendimento aos professores e bibliotecas sucursais ou s_e
toriais,

nas classes.

serem inicialmente

Talvez seja melhor limitar os ti]pos -

criados,

a

particularm.ente no tocante à admi-

nistração financeira, visando asse.purar o beneficiamento total
a todos por parte do Pro rama.

3.1.2

Compilação, de

dados básicos.

0 mais urrpnte 6 s

lação de dados básicos abran.-ondo número,
outras características das escolas,

tipo,

compi-

localização'

' e

escolhidas para fazer parte

inicialmente do Pro - rama.
0 primeiro requisito portanto,

2

6 identi

ficar 0 tipo de leitores,

isto 6,

tender suas necessidades-

Isto 6 essencial afim de determinar a

3

4

5

6

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suas condições sociais,

li/

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e en-

18

19

�—Cj —

qualiclrrle do trobrllio,
sistência,

órea en que há necessidade crítica de as-

os tipos de serviços que as bibliotecas devem prestar

inicialmento e es medidas necessárias pnra tornar isso possível.

3.2

De senvolviment o_ c\e_ Recursos jiunanos.

0 desenvolvimento de Recursos Humanos

,

constitui tanto um objetivo primário como um meio para se atin—
-'“ir os objetivos de um pro çrama deste porte. Estes proqramas,

so

bem planejados e executados proporcionam um^a oportunidade de empreender um tipo único e crítico de desenvolvimento de recursos
humanos:

dar a pessoas que sao dotadas de boa capacidade de aprga

dizapem,

experiência prática,

supervisionada no com^ando de

uma

combinação de habilidades profissionais e administrativas de alto
nível,

indispensáveis à identificação e exmloração de oportunida_

des para

criaçao e

instalaçao de Bibliotecas ou mesmo,

dermos chepar a tanto,

se não pu

a uma simpjles Sala de Leitura.

ào contrário do treinamento acadêmico
esses pro :ramas não transmite apenas conhecimento teórico,
transformam os esta

,

màs,

iários cm experientes inovadores em orp;ani2',p

çpo de bibliotecas.

Para realização de um trabalho de natureza educacional á
preparo adequado.

condição básico a existência de pessoal
No desempenho de sua missão,

com

os bibliotecários

devem executar tarefas ao mesmo tempo educativas e tócnicas.

0

treinamento dos bibliotecários envolvidos no Proprama é realmente uraa necessidade que se torna mais acentuada se considermos cue
os Cursos de Biblioteconomia, não oferecem instrução especializa
da aos seus alunos na

criação e

or-anização de bibliotecas corjcn

racterísticas particulares.
3*2.1

Recrutam.ento e belecaj3.

A seleção do pessoal que deverá

trabalhar no Pro rama visa escolher para atuação em bibliotecas
escolares aqueles profissionais
cer suas funções.

cm

2

3

4

5

com maiores aptidões para exer-

Em qualquer tipo de trabalho a eficiência esto

6

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-li/

�-10

condicionada não tanto ao número do
inas,

à qualidade das mesmas,

pessoas nele participantes,

isto é,

seu -arau de qualificaçã.o.

0 recrutamento de 'billiotecrrios para o
Proqrama ú a:';ra.vado pelo pequeno número de profissionais disponíveis anualmonte e tamioém polas características que deles oxia;e o trabalho.

A boa

seleção dos participantes,

vamonte no aumento da eficiência do Proprama e

influira decis_i
sobretudo no trei

namento "prú-serviço".

3.2.2

Treinamento do pessoal-

0 pessoal selecionado para atua

çao nas bibliotecas escolares criadas,
treinados,

deverão ser inicialmente

afim de possibilitar mais rápida utilização das túc-

nicas emprepadas e maior possibilidade de atin-'-ir todos os obje
tivos do Pro/^rama.

0 treinamento pode sert

- treinajnento prú-serviço
- treinamento em serviço
- treinamento especializado

3.2.2.1

Tr e ineüuie n t o_ pr ú - serviço.

Este treinamento consiste no

aperfeiçoamento dos bibliotecários antes de assumirem os encorpes.

0 treinamento prá-serviço
a)

conliecimento dos principios e

b)

conliecimento das tácnicas mais recomendáveis para or
panizaça o das bibliotecas e de métodos educacionais"
a serem utilizados para execução do pro.-rama elabora
do.
'
“■

c)

oportunidade de iniciar e desenvolver o espírito
equipe.

d)

oportunidade de se familiarizar com os problemas característicos das bibliotecas escolares o os
meios
ao seu alcance j^ara resolvê-los.

'

3.2.2.2

compreende;

pRr_sos_P_ré_-Sejr_yi_Ç_o_^^

dos concomitantemente

objetivos do Proprama.

de

Estes cursos poderão ser realiza

com os últimos períodos do Curso do Piblio

teconomia.

Acredito que a inclusão de

riculares,

0 aproveitamento das férias escolares para realização

de

de está, ãos,

cursos,

•çao i^rú-serviço.

2

3

4

5

6

etc.

extra-cur

cã o man-iras dc propiciar a capacita

A inexistência

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cursos optativos,

dc treinamento em consonância com

rii/

�-11-

a formação proiicsionol,
clrtos ÒD
tensão,

demanfla obri, .rtorirnonte,

q.uo os condi-

bibliotecas escolares sojdm treinados em cursos de ex—
de forma intensiva ou como Pós-G-rrduação,

como Curso

do

Aperfeiçoamento ou jüspecializaçao.

0 único inconveniente dos cursos de Pós■raduBçao,

pa ra preparaçao de pessoal capacitado’'para. o Pro-:rama

das bibliotecas Escolares,
treinamento,
esueciolista,

reside no elevado custo operacional do

alc5m do risco de que tornando o bibliotecário,

um

o mesmo almeje uma remuneração superior às possibi-

lidades do Pro rama.

As diferenças re

ionais brasileiras o

as

condições sociais e

cul.turais do povo,

rrama tomar corpo e

se tornar Eacional,

ção do treinamento,

de modo a manter o pessoal no próprio ambien-

te de trabalho,

em contato pois,

impõem aue no caso do Proseja feita a re,-;ionaliza-

com as peculiaridades locais.

Es

sa. regionalização evitará ainda o deslocamento do pessoal para lo
cais muito distantes,

diminuindo o custo do treinamento,
Os cursos de treinamento poderão seir ofe-

recidos nos Estados onde existem Cursos de biblioteconomia re^sula
res e

cujos Estados estejam interessados cm participar do Pro':ra-

ma.

3.2.2.3
serviço

GR Ser^^

Os objetivos do treinamento em.

sao determinados em função do Proprama das Bibliotecas Es

colares. Em aeral visarão:
a) manter todos os bibliotecários informados sobre o funcio .
namento de uma biblioteca escolar, bem como os novos ná-todos de ensino adotados nas escolas.

cm

2

b)

dar ao bibliotecário treinanonto-oapecífico ouanto ao
trabalho com crianças o adolescences.

c)

capacitar o pessoal incumbido de funções de direção
orientação.
•

d)

demonstrar ao pessoal a. neceasid''de constante de avaliações do trabalho realizado, ensinando inclusive a aplica
çao de mátodos de análise e avaliação.

e)

colocar os bibliotecários devidamente informados das mudanças e alterações ocorridas no planejamento do Pro-ra.ma.

3

4

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6

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o

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19

�-12-

]3 rte /;rcnde inportância. paro o conlieci—
nento do troinomento q_ue soro raolizodo,

sober o

-rráu de conlie-

cinenxo que todos õá possuem sobre o assunto. Esse estudo

se

baseará;
a) no análise dos rcsultodos já olconçados pelo Pro.;:r_o
ma.

3.2.2.4

b)

em inquárit-os realizados junto ao pessoal do Pror:ra_
ma

c)

em investi:pações junto aos alunos e professores.

Mo_dp 1 i_d_o_d

*

a) cursos rápidos ou especiais
b) reuniões, seminários,
rrupos de trabalho
c) visitas a outras bibliotecas do mesmo tipo cujo
funcionamento seja satisfatório
d) está.aios
e-) excursões
V

0 treinamento em serviço terá por obje-

tivosi
- melhorar os padrões de execução dos serviços de rotina
- rever pontos julaados fracos nas avaliações periodi_
camente realizadas
- introduzir novos má todos de trabal;'0.

3.2.3«5

Treinamento e spe cializa d o.

O aperfeiçoamento dos bi—

bliotecários encarre.pados da direção do Pro :rpma á tambám
necessidade imperiosa.,

uma

já que dele dependerá a evolução dos pia.

nos iniciais e o próprio sucesso

-lobal. Este aperfeiçoamento

,

poderá ser conse-;nido do sepuinte maneira:
- concessão de bolsas de estudos no país e no estran'-:eiro.
- treinamento horizontal ou rodízio
- reunião x^eriódica do pessoal administrativo
- participaçao em mesas redondas com membros da administração /governamental (secretaria da Educação 'Estadual)
nas
quais os problemas sejam debatidos com realidade.
- visitas pro. .rrmadas a outras realizações semelhantes
afins para conhecimento dos seus mátodos de trabalho.

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UiJ x^^ro rpEia coiAO esto rcQuor una sóliria
■bace financaira. oug

.^iaranta. a

continuinado do trabalho iniciado:

as dotaçõoG orçaxiontárias :;;ovornariiGntris são todavia quase sempre ixequenas diante da

'':randeza. do trrbrl]'0 a

ser implantado. ''•5

necessário pensar na ajuda pa.rticula.r e na.s empresas privadas

,

con a finalidade de manter o trrballio em crescimento,

é

lias,

preciso tambám pensar como conse uir essa ajuda particular.

Por (..ue na o pensa r numa campanha, de al
to nível,

atrpvás de radio,

jornal e televisão,

incentivando a-

queles que mais contribuem o pa. am Imposto do Renda,

a fazerem

doações ao Prop;rama ?

"o necessário pensar en colocar em funcip

namonto un sistema que

canalise

doações,
será

^ara o Pr o .''r a ma ,

ajudas substanciais certas-

o órpão mais indicado loarr

sim obtidas e evidenteuente,

por meio

do

A Secretaria da 3"íducaçã.o

,

ser o controlador das verbas as

será

o enca ro ,ado da sua aplica—

ção.
Portanto,
cretizem,

i)ara cuo as doações se con—

deverá haver uixa c.amx:!onha publicitária bem feita de—

nonstrando o valor o

a utilidade de tais doações.

Quem sabe,

se

a LOTSt’ij\ .RSVORfIVA nao x)odcria nos ..'çarantir uma parcela de acor
do com a arrecadaçao

4.

',lobal obtida no Ustrdo?

0 Ii.n?ACTO DINÍlilCO Dü PROCR/íiA.

/(tá apora nada de-durad/ouro existiu
relaçao h

criação de Tibliotocas Sscolaros,

duais ou iiumici:.)ais.

en

'pelos povornos esta-

Al: umas bibliotecas instaladas, nunca funci

onaram vordadeiramente como biblio c -cas o aquelas ouo

che-^rPm a

fun( ionar dando um atendimmto iúnirio aos alunos o nrofessores
'.'Xor motivos de desinteresso da direção, muitas vgeos,

,

deixaram

de funcionar.

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0 Pro rcno oturl rtovcrp vispr sobretudo
0

contimiidrde do trrbrlho,

cor.;, molhorir uro rossiva,

e isto só

será possível dondo rariores proporções rs diretrisos do Pro'r&lt;?rao *

”0 Por&lt; este prrs trrnspor sues limitoções
cono R •/■■;Í0O era desenvolvijacnto terá oue dispender un esforço nri
or pe.rr

conse uir monter o Pro rrna e ser insrrlodo.

tecas a s.erem criadas,

embora pequenas,

fonte de • cresciraento rc :ional,

urar

já que poderr' estender os

comunidade onde estiver localizada a Escola,

consequenteinente,

4-.1

poderão tornar-se

aumentando as possibilidades edu

cativas das pessoas a serem servidas,
seus serviços à

Ps biblio-

o

a melhoria dos seus níveis de vida.

ntilizp.çã^o^ _de^ tájenicas^ Papiopais-

Deverá haver por parte do Programa uma
idéia central cue será a diretriz que irá orientar todas as ati
vid: dos. Esta ideia
apoiada por todos,

central,
fará

partindo da política', do Governo e

com cuo os responsáveis pela execução do

PrO; raria, operem como uma eouipe altamente notiyada o inte rada.

Assim como ter sur ido os diversos PLAITÜE OPICIAIS do Governo,

deverá sur ir o PLaRO PACIORAL DE PI-

PlIOf lCAS PlJDLICAS E ■ !Pf;OLAHi'iS,

(,uc recomendará técnicas ■."erais

e padronizadas aplicáveis em todo território nacional com as vo
riagões o adaptações cue as circunstancias e a

situação de

cada

Estado exi"ir.

4.2

J.íod_idas^ b_ási^cp,s_ p_rel_im_ina_r^^
do

elaboração de uin Pro.'rama.

criacao de bibliotecas escolares.

Al^nmas medidas básicas precisam ser to
madas afim do or rnizar um Pro rama deste porte.
toma alaum,

por mais per.LOito oae

sos.

deverá

2

3

Assim,

4

5

6

soja,

Fao existe sis

aplicável a todos os ca-

sor criado o PRQmRhA^ P/DRíO o o plano deverá

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ser enfoôsdo em ceda caso como se fosse único,
do para obter soluções reais.

Desta forma,

sendo delinea-

temos:

a)

conhecería fundo o que o Governo pode oferecer para
realizaçao do Proqrama

b)

realizar uma avaliação preliminar de modo que se identifiquem as viabilidedes do ProeTema.

c)

or:qanizar o Pro.qrema cuidadosamente e constituir um
Grupo de,Trabalho com pessoas capacitadas.

d)

selecionar e se possível obter as melhores localiza
çoes para instalaçao das bibliotecas.

e)

fazer uma análise da comunidade, cujas Escolas fo
rem escolhidas para iniciarem o Pror;rrma, destacando suas vantagens e desvantagens.

f)

ctValiar suas desvantagens e limitações eliminando a
queles tipos de bibliotecas que a curto prazo não ~
podem ser estabelecidas.

iO verificar se algumas das desvantagens nao-podem sen
eliminadas.
h)

5.

preparar e adestrar pessoas capacitadas pana apresen
taçao do Programa.

COKCLUSlO.

Da exposição feita ate aqui,

podemos

concluir o seguinte:
5.1

]3 ponto pacxfico a necessidade de

ser promovido conscien-

temente e planeJadamente o desenvolvimento brasileiro para permitir uma vida mais plena e mais humana para todos.

5.2

Este desenvolvimento que deve ser integral abarcando todas as necessidades do homem,

tem por base o processo

desenvolvimento material

Qpnrin
•
senüo este condicionado
avanço do processo educacional de cada Estado.

5.3

Para 'promover este desenvolvimento integrei
ral

com a

to do país,

cm

2

3

4

5

e

6

particularmente,

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em nosso caso

-li/

14

pelo

o Govemo~Ped£

colaboração dos Governos Estaduais

o esQuema básico Que irá acelerar o

de

e Municipais,
de senvolvim.en,

do Nordeste.

15

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19

�-16

5»4

Esta busca

do dosonvolvinonto tom sido feita até aflora

,

com a consciência de que a educaçao é fator primordial
Entretanto, hao foi reconhecido que as Bibliotecas são

o

suporte dos profjramas educacionais e a sua criação elevará o índice de aproveitamento dos alunos.

5*5

A criaçao de Bibliotecas em Escolas da rede de ensino ^fj^
ciai de um Estado ou Município,

poderá suprir a falta

de

bibliotecas públicas nessas localidades, uma vez que

as

bibliotecas poderão estender seus serviços à comunidade
que a cerca.

5.6

0 trabalho a ser desenvolvido junto aos jovens,

terá con-

dições de despertar-lhes o amor aos livros e dar-lhes uma
tradiçao bibliotecária que

os fará,

quando adultos, verda

deiros "amigos das bibliotecas" e usuários em potencial

,

das Bibliotecas Públicas e Centros de Documentação especializados.

5.7

Os governos poderão criar os instrumentos para instalação
do Programa.,

apresentando um PLiMíO DE

os trabalhos de

para orientair

criação de bibliotecas escolares, visan-

do realizar um esforço planejado permanente e adequada—
mente

cm

1

2

3

4

suprido de recursos financeiros e materiais.

5

6

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-li/

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19

�BIBLIOGR/:FI/. CONSULT/L/..

DAL/..ND, RoBert.
Estratdrda £ estilo d_o -plane.jamento Brasileiro. 'irad. por Carlos Kronauer. Rio de ‘^aneiro, lí
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BiBlioteca de una escuela de estúdios superiores. Turrial
Ba, Instituto Interamericano de Ciências //[^ricolas, 1955*
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RECURSOS humanos para o desenvolvim.ento; rellatôrio apresen
tado pelos Estados l^nidos da /America g Conferência
das
Nações Unidas soBre a aplicaçao da ciência e da tecnol_o
gle em Benefício das áreas menos desenvolvidas.
Rio de
de Janeiro, Fundação Getulio Var^j-as, 1965*

cm

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Documentação&#13;
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