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/'
• / y,
'7 •'
//
/'
/y /y //i&gt; O
v/V,'T •(( ;

Lauro de Oliveira Liina

1.

AS SOCIEDADES PR Ê-H I 5T0'K ICAS

Pode-se dividir a civilização em dois
os meios de comunicação de que
na comunicação oral

e b)

as

se utiliza:

sociedades

ta . A caracteri sti ca fundamental
lidade.
as,

ã distância,
com relação

(aqui

ao tempo

(eoocas

entre os

realizar-se face a

baseadas

relações estritamente instãntãne_
possibilidade de relações

espaço(1 ugares diferentes),

diferentes).
indivíduos

face.

sociedades

baseadas na comunicação escri-

e elimina a

tanto com relação ao

as relações

podendo

e agora)

as

seguj}^

sociedades pré-histÕricas ã a or^

A falta de escrita determina

hic et nunc

ficas,

das

a)

períodos,

Assim,

quanto

nas sociedades aqr^

são fugazes e perecíveis,

sÕ

Inicialmente, a necessidade da

es-

crita deve ter surgido das exigências de comunicação ã distãncia(es^#
ciai),

em ocasiões como quando o

a

generais,

seus

mensagem dos
pãssaro,
gem

Citas

um rato,

como

Citas

na

sinal

frente da
a Dario:

uma

to

no

saio da

por estas

guage.

pg.

por sua

ção

(temporal)
hoje

ditas,

ou,

em
A.

fáceis

soube deoois:
o céu,

são 0

em rato,

cavernas,

para

a mensagem teológica.

agua... sereis

Os

mor.

comunicação oor meio

As

por.

serão substitu_i_

assim,

outra

pituras ruprestres,

outrora

habitadas

fuia

que ain_

pelos troglo-

hipotética nova etapa do de_

A religião

levar ao

Os objetos,

logo

iniciando-se,

exemplo mais flagrante desta

a comunicação pictografica

-

para vos esconder -

pela

serem transportados,

nas

a mensa

pÕs não vos converte^

hoje entre enamorados).

comunicação escrita.

são encontradas

Um

em Comunication Graohique.Le Lan_

representação figurativa,
da

persas:

a mensagem equívoca dos

"Se

fugirdes

dos

nitoresca

interpretou

orecaridade desta

senvol Vimento histórico da escrita.

GmOS),

ou,

Llorach,

de

Dario

de fato,

rã para

(tão em uso ainda

dos

da

para

F evidente a

nem .semore

Citas enviaram ao rei

quando,

como se

f1echas"(A.

510).

de objetos"
tanto,

terra,

Herõdoto narra uma

rã e cinco flechas.

des em pãssaro e voardes
des

batalha.

os

de rendição,

era um desafio,

imperador desejava transmitir ordens

povo

quadros da

utilizou,
rude dos

longamente

"PAGUS"

Via-Sacra foram,

(

,

PA-'

talvez,

a

01

cm

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3

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�primeira hi stori eta'em
to,

stori eta

tão aparentemente "“revolucionária",

comunicÕlogos modernos, não
pictogrãfica do
codificadora,
sim, já uma

e seirão extensão

escrita,

propriamente dita,

de forma linear.

DaT'para

a

com ela".

estes

“um sistema

visuais convencionais

(Gelb)

silábica foi, apenas, um

para

ser dado).

Segundo Voltai

re ,a"esorita é uma esoecie de pintura da voz e deve o mais
ser parecida

dos

em operacional idade

sacerdotes egTnicios,

representação

(que exigiu, contudo, Milênios

ponto de vista

por constituirem

por meio de signos

portan_

sofisticada da escrita

abaixo,

hierogrifos dos antigos

de comunicação humana

passo

segundo o

homen das cavernas, muito

aos

em quadrinhos,

-

nossTvel

Esta equivalência tem sido o objetivo

,

perseguj_

do pelos sistemas ortográficos através do tempo.

2.

AS SOCIEDADES HISTÓRICAS
0 aparecimento da

marca,
ções

portanto, o

permanentes

tempo próximos.
crita

inTcio da história,

e ã distancia,
Como

na medida em que permite rela-

superando os

sua fonte natural

nomia e converte-se em

se um novo

ESTRUTURA

com suas

uma

presença

ã atmosfera no que

Mas,

antes

ais

história,

tal

papel

No decorrer do tempo,
Se,

no

mo

de massa

para

que pode ser
do ponto

sobretudo o

de

por exem

biológica.

escrita,

as duas

provavelmente,

função fundamental

1on^

inici_
fun_

a mens^
da

escri_

seguinte's'(função temporal)...
efeitos didáticos,

sociedade.

retomando a oralidade,

instrumento de

se fo£

podemos rastrear ao

cada vez mais

como ecologia e objeto

0 funcionamento da moderna

levisão,

num

escrita e, evidentemente, guardar a

as gerações

por um momento,

da escrita

comunicação

inTcio da

a função da

humana para

minimizarmos,

como

- corresponde,

ocorra,

a distância deve ter sido a

no mundo moderno,

experiência

ganha outo^

predominância ou alternância das duas funções

se diferenciam.

gem remetida

biblioteca

a atmosfera Ó a condição da vida

substancialização

que assinalamos.

ções

ta,

a

tão envolvente
Uma

que a e^

transformando-se

leis de funcionamento,

processo civil i zatório

pio,

go da

funções, na medida

(que e oralidade),

considerado nova ecologia do ser humano.
vista da manutenção do

limites do espaço e do

INDEPENDENTE,

próprias

ente natural, mas

que esta

(pictográfica e alfabética)

sempre ocorre com as

se distancia de

objeto cultural,

escrita

cultural

o enorme e
de

o rádio

de

e a

te_

aparentemente dispensam a escrita

co

superação da distância.

o cinema,

vi-

que depende

De fato, os modernos meios

telefone,

se

Existe uma convicção

(pouco
02

�convincente)
não

entre os comunicÕlogos

precisa mais

da escrita,

volume de correspondencia
que também a
a escrita,
se pode,

apesar de não

postal.

conservação da mensagem no

substituida

realmente,

por gravações

imaginar,

hoje,

rios

da

se

poda esquecer que,

"civilização da

os de comunicação de massa),
ra de todo
zação

sobretudo

(a

no funcionamento das
^anipulação

de

que

escrita).

ressucitado
ser a

partida

oelos

me

infra-estrutu

tanto assim que não existe civilí

é,

hoje,

a

condição de viabilidade

instituições

Esta

sem

Por outro

ru~e a banda dos

não

informação pelos computadores

sem a utilização da

não

sociedade

pelos comun i col ogos.

a escrita continua a

empresas c

brovementef

sem meios como o telefone

(este arcaismo

informática

afirmar

Por um lado,

o funcionamento da

processo ci vi 1 i zatÕri o ,

sem"papeis"

chegam a

tempo dispensara,

por mais

imagem"

radicais

oudio~visuais.

pequeno mass media tão desprezado

lado, não

comunicação ã distância

cessar, gigantescamente, o

Os mais

os meios de comunicação de massa,
este

de que a

ilusão

se pode pensar

na

ou/e um banco de dados

de diminuição da

importân-

cia da escrita decorrente fato de o poder de decisão e a obrigação d
manutenção da continuidade dos

processos

sÕcio-cul turai s estarem

centrados nas mãos

de um numero dim.inuido

pessoas

portanto,

(as únicas,

e transações).
portãncia da
derna,

0 que diminui,
ESCRITA, mas a

parcela

tem PODER OE DECISAO.

Dai

quando decretou

a

murticação orais

(ãudi o-v i sua i s ) ,

ção face a face,
to de
a

extinção da

por

meios
pies

arcaismo:

baseados

retoma,

ia

(planetária), mas

global

zatorio:
toma 0

é,

face).

apenas,

processo

tomizados

seres

,

pelas

uma

Mc

"

barreiras

humanos,

ciclopica
lizatorio,

numa

unira

no convTvio
se tomarmos

escrita.

sociedade mo-

Os meios de

pHneta ri zaram a

vezes

co

comunica

(instrumen-

superior ã televisão).

Mas

primitivo meio de comunicação.
são,

planetária,
tem toda

portanto,

puro e

o processo tribal

Oã
sim

de

co

razão quando fala em alde-

aldeia global

não e um avanço civili

sincrônica da convivialidade. Re

ponto em que

geográficas,

com vários graus de decai age.

i

ilusão fantasmagórica de Mc Luhan

reformulação

histórico no

que, na

por exemplo ^o telefone

Luhan
a

homens

na oralidade

em escala

(face a

de

paoéis os projetos

é a universalidade da

realmente,

a face é o mais

de comunicação

não

civilização da

intermédio

municação

mas,

a

importância civilizatória mil

comunicação face

(incrivelmente pequeno) d

que devem fixar nos
portanto,

coti

os

agrupamentos

humanos, a

constroiem civilizações autôno

Reformula o convTvio de todos

aldeia,

agora,

planetária.

humano, mas

nao Ó,

propriamente, um avanço civi*

a

civilização como

E uma

os

revolução

um produto unitário e gera
03
\

j
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�da

humanidade.

Este processo de terraplanagem e,

te, mesmo dentro de uma mesma nacionalidade,
vem,- no mesmo momento,
época da

pedra

agrupamentos

lascada,

planetarização produz,

apenas,

homogenizaçao»

hoje,

os

diversos

A novela de televisão,

A

terremoto psicológico,

do,

de fato,

lizatórios.

foi

a televisão,

oortanto,

o

em multas

caso de Roma

dade tem esta

planetarização

a retomada da

oral idade em que

implica

do ponto de vista civi 1izatÓrio geral.

como

se sabe,

perante o qual

os

de comunicação

de massa

em agrupamentos
to,

processos

im

"revolução"

se

ao dominar, militarmente,

a

importância que para a humani_
Mas,

não tenhamos

ilusões:

este fenômeno o uma regressão,
A oralidade -

a

seja qual

for

tem toda

são

irreversíveis).

sejam,

totalmente,

"aldeia

'^s

povos adiantados viessem ã pedra

as

populações

a convivência

são de superação da

lascada

escrita,

uma

ciyi1izatório

pois,

(decalage),

civi 1izatÓri0 superior e b)
tingente de

indivíduos,

der de decisão e de
torico,

Os meios

são,portan_
mesmo

tudo se passa como

se

buscar para a civilização
(a aldeia global,

pois,

é

provem a^ da"revolução"que a oraliagrupamentos

retardatários

do

levando ã homogenização pelo nível

modelo

só um pequeno

civi 1izatório,

co^

dispor de

p£

responsabilidade pela continuidade do processo hi£

podendo grandes massas

da mera

e

diferentes. Mc luhan

do fato ja assinalado e

no atual

(

simbiose do novo e do arcaico),

dade e visual idade dos MCM produzem nos
processo

global”:

que permaneceram "primitivas"
dos contrários:

um

revoluções microtópicas que produzam

em estado civi1izatÓrio anacrônico)

razão ao referir-se ã

a

escrita Ó um avanço civi 1izatÓrio

civi 1izatÓrios

(mensagem)

quaji

de níveis diferentes

a retomada do orocesso civi 1izatÓrio pelos métodos tribais,

que os .conteúdos

vel

ao observador, a

se utilize para manifestar-se - Ó

(por mais

humanos

au-

ocasiões, no mundo antigo,

homogenizadora.

sofisticação tecnológica de que

culinárias, õ

que oroduziu a

Ninguém pensaria em minimizar a

fato Primitivo,

tarefas

quando duas civilizações

(como foi

tan_

interpenetração de dois momentos civi

0 mesmo fato ocorreu,

interpenetravam

humanos que se

dona de casa semi-analfabeta,

em si,

o confronto e a

mesmo sem televisão,

Grécia).

dando

níveis civi 1izatÕrios

agrupamentos

para a

A

ilusão de avanço que esta homo^

mergulhada na vegetativi dado enervante das

pressão de que foi

da

por vezes baixando mesmo

decorro da decai age dos vários

tentico

de conduta

com agrupamentos da civilização especial*

genização produz,

ainda

Brasil, onde convi

humanos com padrões

dos mais avançados.

genciam.

í

como o

0 padrão cultural

em que vivem,

incisivamente, eviden_

"informação"

humanas

(notícia,

setorizadas,

espetáculo,

permanecerem no n£

divulgações,

etc):

é

a

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�\
X
\

^
falta de caí&gt;a^rdade
i^rda
para

"pol Tti ca"“^e operaTx,nije torna a esxr-4 ui_&gt;drrelevaié

as massas ?^uando

tituir-se

a'^*^1 dela global" da Hc Luhan, finalmente,

(pl ena^VL^netar i zíKção)

nar-se pela comunvdade^toda {na
berativas:
saber ja

e quando o

al

; ;

a comunidadeObada delas

tiver ocorrido...

global^ as decisões

participa,

pois o s

ver-se-a que os meios

massa baseados na oral idade nada

tinha da

vista da continuidade civi1izatÕria
ralidade superar as distâncias
temporais

são ,qruoal ,íê
iples fato

quando esta revo
de comunicação

revolucionários,

global

(diacronia).

geográficas

que e a

numa

pelTcula)

INSTANTANEID ADE.

rente â oralidade

0 fato de a i

e até mesmo as distâncias

Ora,

(tanto a natural

não elimina
a nosso ver,
quanto

seu

"calcanhar de

a

i nstantanei dade

se grande massa de

momento histérico da

indivíduos,

de,

dispensa a escrita,

ca;

é simplesmente porque a)
arcaicas

não

ticipação das massas
to de vista

é que a escrita

com relação a

Ip civi 1izatÕrio em vigor,

no atual

de

planetário

(homogenização),

tribalização em escala mundial.

lização é ainda

a face,

disto é que não consegue,

tico,

como

letiva)

as

Ora,

A aldeia

global

moderna,

sem o qual

quem nações mais
ainda uma

"aldeia

face

para

hominização.

fracas,
real",

por exemplo,
demonstra

Esta triba

sequer, ao nível

na

Pro»

nos moldes de poder gerontocrá
(deliberação

c

que vivem sem cõdiqos

(relação face a face:(hic et

possível

seu orgão

pt

vida comuni târi a. 0 fat

poder tomar medidas

que prejudi

que a"aldeia global"dos MCM

cujos membros

de uii

aldeia primitiv a.

portanto, não tem ainda
não e

Do po!

comum a todos os primatas

o fogo do conselho"

gráfica da experiência

uma nação mais forte,

face a

(ONU)

não permite a oar

fazer funcionar uma assembléia

é o orgão decisorio das comunidades

prio de deliberação,
de

como ocorreu

NAÇOES UNIDAS

ocorria na tribo.

sem acumulação
nunc).

"horda

por exemplo,

tnoè

representa um avançoc

incipiente que não chegou,

comunicação face

porque o

ei

humanidade está retomando

seria o primeiro momento da

tão

planetária como

a

humanida

(PODER DE DECISSO).

A tribal ização

vilizatõrio com relação ao estado de
tribalizar, pois,

posTvel , e b)

"político"

veremos . Assiij

humanidade vive ainda

caráter heteronomico,

no processo

ini

se tenha tornado anacrôni'

grande parte da
civilização

Aqui

atecnolÕgica) e um impeci'

informação ,como

total

di

do ponto di

1 ho a certo tino de operaci onal i dade da

fases

de

(como quando a verbalidade é gravada numa fita magnética ei

visualidade se fixa
les"

poder de decisão dissimi

implica em ini_ciar um tipo de participação)

lução final

cons

não

adultos dei i beram,col eti vament

proteger o agrupamento todo,

incluindo fortes e fra
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f ■“

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�COS,
da

horr.ens e mulheres,

(plebiscito),

decisões,

são,

nal ,

apenas,

tecnologicamente,
uma

localizado,

esquinas
ção dos

republica

de

pai-a

da

quão atrasados
oara

com terminais

indivTduos,

imediata e
nada

servirem,

em todas

não estiver a

instantânea

disposi-

consulata

Como

se vê,

aldeia

pre-histÕria,

como um todo.

agora,

uma

prÕ

Em matéria de homogeniz^

yOLUÇAO DA ESCRITA,

a REVOLUÇÃO DA ORALIDADE

cionais

de dados,

são

TA muito mais viável

a

tradução automática,

os bancos

planetarização da oralidade.

se internacionaliza,
dos.

Mas,

interna-

(vi suai i zação)
de modo que os

para efeitos

didáticos,

se

planetariza,

dois fenômenos

ESCRI-

Naturalmente

este fenômeno não ocorrerá como uma nova etapa, mesmo porque,
cia em que a oralidade

ã RE

(tribaliza-

hipóteses .prováveis desta planetização da
que a

na

a escrita,

aparecerão

intercâmbio de material

também

imbrica-

pode-se dizer que a planetarização

escrito

(livros, jornais,

revistas)

Al^
é,ho^

je em dia, um fenômeno de muito maior impor á.icia ci vi 1 i zatÔri a que
pl anetarização

provocada

pelos MCM,

que tem poder de decisão.0 livro,
siastas dos MCM.

sociedade

das divisões

de classe.

sociais

los clarões mágicos do
nutrem a

embora

todos os

internacional,
Se não nos

"espetáculo"

como dizem os entii

agrupamentos

humanos,quer

quer do ponto de vista

deixássemos deslumbrar

na

nar a civilização

para

o

processo

civi1izatôrio.

impossível

é imaginar a

zatÔrio,

por exemplo,

sobrevivência do atual

sem telefone

aparen-

Podemos

prosseguindo, tranquilamente sem o cinema

são, mas

se

infraestrutura

ocorrem fenômenos muito mais graves e decisivos,

temente pouco relevantes

pe^

que é o alimento básico de que

televisão e o cinema ,. verificariamos que,

da sociedade,

a

restrito ao pequeno grupo

pois, não morreu,

Nem sequer atingiu

do ponto de vista da

,

medjL

da escrita será uma etapa posterior ã planetarização da oralidade.
ãs, 0

,

planetária.

Vol taremos,portanto,fatalmente,

Um esperanto qualquer,

tO£

"aldeia

ção tudo ainda está para ocorrer.

ção).

ao

não terminou

instrumento organizado da

como voltamos

as

houve de extraordinário na

ainda na

raça humana

das

hcmogenização

e b)

ainda a civilização da

estaremos

-to^

(enquanto um computador descomu^

comunicação de massa).

isto é, não começou

historia mundial

longe da

internacional

em Brasília,

de deliberarão,

isto ocorrer,

comunidade

não poder participar

estamos

planetária

função da oral idade como

global",

0 fato do a

os meios de comunicação de massa

aldeia

nologia dos meios de

Quando

"tribo"

por exemplo,

poderes da

a

adultos.

quanto

onde vivem agrupamentos

povo,nos momentos

ainda,

a)

povos numa unica

eficientemente,

e

nesta pseudo-aldei a global

demonstra,

de todos os

crianças

e a

imagitelevi_

estádio civili_

(qualquer grande metrópole entraria
06

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19

�no caos

se todo-^-xrs—telefones

parassem de funcionar durante

?A

0 mesmo ocorre na aVea da comunicação escrita em que a grande
e a

indústria do livro.fazem parecer irrelevantes

nos

realmente fundamentais^- Ê

listas

alarmante

do MIHEDGRAFO e da COPI.ADORA,
to

bem como não

nõmicas.

se

nas,

o verdadeiro funcionamento das

Que tera havTdo,

de reoente,

para a humanidade tenha

milhares de

mimeõgrafos e

cionamento do
menores

sistema

de

em

e dos

presas utilizam o cinema ou

a televisão,

nologia e da comunicação que merecem a
mais

que se fale,

apenas,

visualidade eletrônicas
tõrio todo,
copiadora,

nos meios

que

televisão

CO.

arcaico Ô o orocesso

Mil

vezes mais

"civilização da
lar quanto
uma

imagem’’

no

se pode

passo que,

únicos

(isto i,

ÇÕes

sabe que a

ESCRITA.

Como o telefono, a:

parece ,

diante

alÚm disto,

is
das

radicais ■ ue o mestre)
relaçãoes

eles,

da mesma forma que muitos
co prÓ-operatóri0 dos
çóes"

utilizada

ção das

pela

estruturas,

t

exigindo nT -■
(s5 para
operacio-

não disoôe de conjun
Strauss

(maj

"operacional idade"
civilizatÕrios:

naraí

confundem o pensamento
com a

"álgebra das

simbóliprooosi

por complexificação e mobilidade crescentes,
e a

(não há estrutura sem gênese;

J.

negação global

tãol

do processo evoí

Piaget).A diacronia,

necessa-1

07

cm

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-j

o desconhecimento elementar da filia]

nítida na biologia a na matematica,
lutivo

a

sõ funciona mediante c o n j u n -

categoria

"primitivos"

logística,

’^o'u

é equivalente a outro qualquer,]

"osicôlogos"

povos

a

corresponde

partidãrios de Levi

processo socio-eultural

ba'

a celebÚrrima

por imagens

sociológicas na analise dos níveis

qualquer

arcai

tanto mais empolgante e

linguagem visual

desconhecem a

do'

em que se

que a linguagem oral

ÇÕes).E verdade que os estruturalistas

dal

o processo civiliza’-

no desenvolvimento humano,

0 pensamento pÔs-intuiti vo)

e todo mundo

Por]

fundo,

exemplificar, não se deve esquecer que o pensamento de nível
nal

emi

da tec!

dos esoecialistas.

Quando ã visualização,

veis operacionais muito menos elevados

funl

raramente,

instrumentos

imagetico e oral

e um anacronismo,

(Píaget),

imaginar o

sem estes recursos

a escrita

mais se sabe que a comunicação

"pré-1inguagem"

da]

- um fenômeno menor e

soiam - cinema e a televisão.

de vinte

se utilizam da oralidade e

etc,

impacto feérico da

sociais e ecoÍ

necessidade de milhares

atenção

repousa na

o gravador, mimeõgrafo,

estruturas

apel

ao

os

(aud i o-v i su a i s ) ,

apesar de Mc Luhan,

postal, mi croorocessos

serviços,

(telefone, mimeÕgrafo,xerox, etc),

aumer

anos,

de copiadoras? Não

produção

especia-j

impressionam com o

pouco mais

sentido vital

aue os

revolucionãrio decorrente*

progressivo e gigante-sco da correspondência

de que dependa

imprensa]

certos micro-fenõme-|

por exemplo,

em comunicação não estudem o fenômeno

horas).i

I Sc a n
st e m
I Ciereaclancnt»

14

15

16

17

18

19

�ricinKint^,

e './ma ul trrapa-s-s^gem

vez que. a

reecui1ibração dos desequi1Tbrios

zer no nTvel

qera,

fatalmente,

fixistas

a diacronia,

(não genéticos).

Assim,

aumento de operacionalidade configura-se,
dução

das conjunções

juizes elementares.
1inguagem.

A

linguagem,

Uma

imagem",

do e linear,

homem.

pois,

ESCRITA.

gem e da oralidade.
pré-1 i nguagem para

a

uma

histórico da

sem conjjj
"ho-

necessidade universal

A grande maioria da
informação,

em que a escrita

não

se torna um

fendo ainda

nartes)

tÓrio de nível

(se analisarmos

ro

sintoma que

orotocolosj etc.
são o mais

o

fenômeno do

ponto

impotência

portanto,

assinala a

(quan-

alto nível

de

ficaremos

de vista planetário).

homens)

con

a CIVILIZAÇAO DA

transcendental

analisadas,

possibilidades operatÓrias

Se

carasteri zando um plano civiliza-

propriamente,

convívio entre os

rem ser escritas e,
suas

não começou,

bem sabem a

regra de

as

alcançado o nível £

superior ao do direito consuetudinário,

de que ainda

ristas muito

indivíduos,

a

instrumento indispensável.'

entre

entre

ima

humanidade se satisfas com

do livrenente estabelecidos

as

e

a planetarização da

códigos,

reito é a

A escrita picto-

é etapa vendida no orocesso de

acordos,

CRITA

"pre-

regressão histórica

linguagem arcaica,

lembramos que os convênios,

vencidos

portanto, e uma

pois, e uma

Estamos vivendo ainda

sua

criação "fe relações

,

intr£

de signos é a correspondência gráfica desta superação.Por

planetária da

i,

de maneira geral, pela

o

A escrita mediante um código sistemãtico,articul^

aí se vi que chegou o memento

peracional

am matéria de linguagem,

homogenização planetária.

corresponde,

dos

o que permite a algebrização dos

linguagem sem conjunções

minização" do

A requi1ibração

queiram ou não os estru-

linguagem sem conjunção,

no momento da

(imagem)

juçães, a

na

"civilização da

só admissível
grãfica

sincrÔnicos não se pode

era-que o desequilíbrio se processa.

desequilíbrios
turalistas

(compl exi fi cação , mobilidade, ampliação)

ES-

Os

jj^

que tem para p

Di_

o fato de as normas

pod£

hermeneuticamente, em todas

(álgebra das proposições).

0 primei_

sai da de um povo do estado primitivo para

o

estado civi1izatcrio é a codificação escrita das leis e costumes

e n^

da

A e£

leva a

crita

crer que a escrita

substitui

da

a memória

continuidade

venha

a

ser substitui da neste setor.

(a conservação do

I

ção

.

elas valorativas,

quer lÓgicas,

econômicas

que J.

que

e um produto social",

Piaget diz

promisso

formal

"a

interindividual

das

lÓaica

relações

compromisso)

a

ou

sociais.

deliberação coletiva

quer sejam
E neste sentido

isto é,

que garante a permanência dos

identidade e de não contradição
ções,

(socialização),

que e a condj_

com

princípios

em que se baseia a troca das

e a cooperação verbal.

um

de

informa-

Quando este compr£
08

cm

2

3

4

5

6

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Ciereaclancnt»

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19

�misso se avoluma e se distância da
ra de mante-lo

presente e a escrita

nar a assimilação da

(dificilmente,

CRÍTICA DA RAZAO PURA de

processo oral, mesmo que

3.

relação face a face,

a unica manei

se poder ia

Kant,

através de

OS LIVROS QUE VAO DESAPARECER

sicjo a comunicação ã distancia,
talvez,

para as

no

tempo e no espaço

relações no espaço que para as

mos também que os modernos meios eletrônicos,
além do hic et nunc

(aqui

guido a necessidade da
morte.

e agora),

ESCRITA,

Tangencialmente, vimos,

a

início,
(mais

importante,

relações no tempo).

(neste sentido,

aparentemente,

parecem ter extin-

próximos

Deixemos as

Entre outros tipos

uma dicotomia que nos

pos:

a)

os

livros

losofia, um manual
que fixam
que

sem perda
mite

(um romance,

hoje

ponderável

e,

um

"1 i teratura") .
de conteúdo,

pelo rádio uma novela)

quadrinhos

nor

escrita

(livro)

em.dois ti

Ora,

oral i zado

A

como,

histórias

da

vantagem por uma única tomada
cesso de reprodução

do

câmara,

instantânea),

oodem

"estória".

e

primitivo,

um recuri

Quatro ou
sala

ond:

ser substituidas

coa

quer por meio do cinema

(prO'

quer por meio de uma fotograf i a (pro

cesso re reprodução f ixa). Qual quer pessoa prefere
processo mais natural

di

Quanto a visualização,

de um romance descrevendo a decoração de uma
se movimentam,

di

sÓ não dificulta:

provável mente ,é

impácto emocional.
insunerável

pode,

instantaneidade

projeção cinematográfica não

do romance

faixj

(como quando trans-

televisão).

imagem e um fator enriquecedor

livros

um liVro de estórias

em grande parte, na

seu

os

toda esta

(como nas

ou da

ou

exem-

(um livro de matemática, de fi

visualizado

so motivador que almenta

personagens

adotar,

livro de poesia,

ser a)

assimilação deste tipo de informação,

páginas

podemos

b)

transmissão oral

cinco

com o correr do tei:

técnico, um livro ciêncífico, etc), o b)

"estórias"

se denomina

"reflexões"

é

coisas neste oé e passon]os

leve a dividir a

que fixam

INSTANTA-

:jmagético, a fotografia

de divisão didatica,

plo,

do

ver e ouvir uma "estÓria" que ter que

(mesmo porque é

cm

Sc a n
st e m
Ciereaclancnt»

ui

ponto de vista da codificação)
lê-la num livro

(a

leitura exig:
09

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o

(ondas hertezianas e grava

a analizar outras funções que a escrita adquiriu,
po.

sua

também, que a eletrônica, ao levar a

do ponto de vista

"escrita" e o cinema é oral).

Vi

levando a oraliiade para

ção magnética), não supera sua debilidade intrínseca que e a
NEIDADE

deve ter

ponto se Mc Luhan ter decretado

ral idade além do espaço e do tempo

os

m

fixado em fita magnética).

Jã vimos que a finalidade da escrita, no

a

imaginar

14

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19

�’ ‘^fcrxíl&gt;—-um p-r"frr-p:&lt;x^(f^p

0

I

S0T&gt;aycn&gt;-r&gt;ri.».3::b3^,Hrv^T,^mfei^

Que"e1es

^

rr a vi suaf v7ação-.-ap-í-ox fmam a narração da
cimento

,

.

(tanto assim que

os acontecimentos

do todos

- eliminam a

Ó uma elaboração tTpicamente

"estória"

um livro determinado,
se use,

conta,

sobretudo,

gio que e

para os analfabetos

leitura).
brasileiros

"estórias"

se ligam

por sua

da

Por outro

lado,

jamais

í

desmotivar,

I

fatos

‘

este tipo de

afetivamente,

a narração,

origem,

caotara a

corrida

as

criando o fenômeno de

tantaneidade

em que

livrarias,
best

da

atÓ mesmo

e ambientes
sucessão

i

da da

i

da

da

projetados.

informação,

segundo

isto os

\

se

!

tiragens editoria

livros

televisão).

0

com a fixidez
(reflexão e

livro
da

imagem,

imaginaãc)

filmagem, embora
tenham

livros que lhes
que a

dão
ins-

televisão ou no cinema

ó

(prolongamento

em profundidade ,dos

e

a

fa

instantaneidade

incompatível

informação
sejam tão

com o universo de

ilustrado alia

que

o modelo oral, mesmo que acomoanh^

"ilustra ios"

comparadas

oortanto,

o que comprova

pode falar em popularidade do livro diante da
s

od

futuro romancista

Ao que parece,

visualização dos fatos narra

por

a reflexão sobre

sofisticada

para uma compreensão,

que são

no

transmiti-

as novelas e filmes

sei ler,

"reflexão", mesmo que o conteúdo da

Talves

como se observa

se baseia a

com que a estória Ó contada na

o

-

a função da escrita e

em busca dos

insatisfatória para uma"degustação" mais
de prazer)

termi-

"ostÓria a con

"animação"

permitindo

dos discT; ulos de Mc Luhan ,

provocado uma

previlé -

superior, Ó Irrelevante,

livro venha a desaparecer, ficando o

surpresa

i_

(resis-

a função da televisão

P muito compreensível,

"script"

e da

o fato de poderem dispor,da

pelo cont^^ario,

(ver o teatro de Brecht).

limitado a preparação do

tos

imaginar o

em

pensar das massas semi^analfabe-

a escrita

pela linguagem imagetica:

para

)(

Pode-se

sucessividade,

cinema, o que corresponde a forma de
tas.

a

Ora,se

reais e funcionais

que caracteriza a linguagem de nTvel

vez que os fatos

pessoal.

a escrita em vez da palavra oral

pela

A

diferentes mostra como

é, apenas, uma"lanterna magica "eletrônica ). Na

função,

"noticia").

"estõri a". . .não hà" vantagem

num mundo de analfabetos

televisão para lhes contar
na ai:

apenas,

para divulga-lo,

tentes ao esforço exigido

!

.loje que os MCM - tornando

leitura de

magem,

i

"estória" do prÓprio aconte-

por dois cineastas

uma

dOS p61“

se descolam). A oralizaçSo

se cQ.stuma dizer

ccnteporâneos

tantO daS 3ÇO0S

filmagem de uma narração

que

:

peSSOaf»

com o propósito

seja uma
populares

"estória".
(se 5

que

i ns i gn i f i cãnj; i a

das

elespectadores

a nAo-instantaneidade da escrita

permitindo que dois

processos

se exerçam concomitantemente

psicológicos

(todos

conhecem a
1 0

cm

2

3

4

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�a eficiência '9^0'-^-cartaz como meio de PROPAGANDA,
cer a

duas ordens di'f-errajiies^-e cõdigo).

são que

atinge'1eo milhões de espectadores

mos, um milhão

hã muito mais

guem, motivado
com

isto que

se uma novela de telev

provoca a venda de,

se livros e se n adquirinte do

um consumidor de estórias de nTvel
que

Ora,

gente de nTvel

pelo filme ou

seu nTv^l- de

pelo fato de pertsn “

livro e, evidentemente,

superio^, o

fato mostra,

inferior que da nível

pela rtele

isão,

consumo cultural

recorre ao

e

que o nivel

geral

livro,

imcompatTve]

da umanidade tende a crescer

um levantamento de nível

global

não e possivel

nente renovação tecnológica e com a

apenas,

superior Se al

tantaniedade da projeção cinematográfica e televisionada.
pões

diga

orova

com a

ms

Como se

su

(mesmo porque seu

prosseguir com a perma

comnlexificação progressiva das

explicações científicas), 5 muito provável

que

favor do livro que a favor da televisão...

ficando a televisão e o ci

nema como uma espécie da motivação
vro).
vel

De

.'ato,

mental,

vista

se,

(departamento de propaganda do

para o semi-analfabeto e o

a leitura e um obstáculo

da mecânica da

para o

gada

indivíduo

de nível

da

percepção

vos, mesmo
tímulos,
cadeia

dada a sua

para a

reflexão,

instuumentos,

sTveis

nas

(frase,

gravações

ge unidades muito mais
fotográfico e mais
estória:

progressiva
"nercepti

instantaniedaríe e sucessividade dos

es

A oral idade e a visualização

em

(ou o fazem precariamente) as
embora os cortes

analise de laboratório da oautencidade

que

interessam a reflexão,

oeríodo; texto).Assim,

servem,

apenas,

da oralidade

amplas

para uma

está -para

as

Mas,

como

e sim as
"paradas"

um
pos

nesquisa material

(gravação da visualidade abran

(fotografia),

significativo do

a fotografia

qu

para prolon

feita num laboratório eletrônico).

dos. ãudios-visuais

sobretudo,

permite as

Piaget constata que

como Ó permitido ao leitor,

são os detalhes

significativas

Jean

perfeita

intervalos

"degenerescincia"

não admitem

(ver a

da voZ de um indivíduo,

dados

de

possam ser muito mais eficientes numa observação

perceptiva de detalhes

se sabe, não

(nos

são preponderantemente,

não permitem a reflexão).

(cinema e televisão)

paradas
nestes

implica numa

(e os áudios-visuais

porque,

superior,

para elaboração paralelas e

(prolongamento.do prazer).

0 desenvolvimento mental

(já do ponto

"libertação":

reconstituições, deixando margem

"degustação"

ní

ponto de vista da reconstituição

mante alfabetizado, a leitura do livro Ó uma

propositadamente estabeleça)

li

indivíduo de baixo

intransponível

leitura, já do

Psicológica da estória),

mais variadas

o futuro esteja mais a

da modo que o trabalho

ponto de vista

da totalidade da

a não-instantaneidade do cinema, co
11

cm

1

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\ Ciereoclancnta

f ■“

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19

�tstamos

mo^,,a__es^rfi;a-~esJLa,&gt;a&gt;a^a rrao ^&gt;?T-s-tantan£-iaa:xie da Tala),
mentando,

pois,Nsomo s-e-^.um romance-oonsistisse,

é um sacri 1 Õgio''parB. a

" i ntel 1 i gêntz i a"

provavelmente, nunca^ leu P-rousíOconcreti stas ? Aliás, -a oojasla,

literária

ao que parece, e,

"algo" quando um ator

como Paulo Autran
sia oral

parece que se extinguiu

os cantadores
poesia).

ou Lima Duarte)

Não

do Nordeste

recitam poesia na televisão.
com os

jograis da

quase sempre,

contar estórias

scone e as

persanagens,

lo

autor que,

pela

visionada.
intriga
ciais
nha

(fixação

a

do

tar,

ler o

tos

vezas

que os meios

,

que

apesar de

substituir,

do romance

Ho cinema o

sobreleva aos d£

do autor.

transportada

Na noce-

para a telcvi-

tornando irrelevan_

ressucitar um momento

fePõmenos

através do angusociológicos

pr£

5 muito

Salvo no caso de monomania

semelhante ã dependência do toxicônomo

repetida;

são,

insubstituivois,

cedo se

cansa do seguir,

elevando o nível

propÓsdt-os

estes

a

(oralidade

leitura

nrovavol).
todos os

da

ape

obras

par^

"ostÓria"

escrita

ficam,

científicos,

argumen-

(o que,

a
como

como instrumon

técnicos

de

- visualização) venham

Ainda assim,

livros

propÓsi_

intriga,

verdadeiras

"contudo", admitamos,

ap£

do seu gosto e

(justamente os

exceocionalmente,

áudic-visuais

pouco

resistência e a espi-

seriam satisfeitos no filme do

todos

totalmente,

se satisfaria com a

leitores de romances poli-

ter-se tornado o prato de

romance com outros

dificilmente

Mas,

se viu,

como ocorre com os

drogas), o leitor normal

sar de haver filmes
arte).

sociológico).

no caso, e

cinema e da televisão).

"estória" mil

tos que,

"clima"

imaginação,

nraticamente ,os

de hábito compulsivo

passando a

ainda assim, dific4

leitor extremamonte medíocre

e simples,

com relação ás
nas,

sÓ o

? policial

dorsal

A

exploração do cacau desaparecem da novela na versão tele^

Ora,

pura

(daí

,

brasileira, em determinada região,

da exploração do cacau

vocados

com

irrelevantes do destino pessoal

facilmente empudgam a

histórico da vida

A poe-

(apesar de um Jorge

"didáticas"

por exemplo,

peripécias

'te 0 objetivo temático do

Sente_

o autor de um roman-

(enredo),. fatal mente,

intansõos

de Jorge Amado,

são a mi se en
dos

intriga

aspectos,minimizando as

la GABRIELA,

uma

idade mÓdia e

cinema e a teèevisão conseguem criar o

(sobretudo se o ambiente ó psicológico ou

mais

essenci al mente,

(sõ a música consegue manter a oralidade da

s imolesmente,

na televisão, o fio da

,

poetas

discos de poesia.

mado se descrever como um contador de estórias)
cilmente, o

(quem’"'o contrario

(mesmo que seja um monstro sagrado

levando em conta que,

ce pretenda que,

-

estórias..

E Que náo diriam disto os

arte gráfica, tanto assim que náo vingaram os
se que falta

anenas,

argu

-

e filos5fi_
13

cm

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�COS.

Quem pode

imaginar,

por exemplo, uma exposição de matematica su

perior filmada ou/e sm fita magnética
tica Q uma ciência,

essencialmente, grafica,

que se planetarizou,
a pretensa

(aliás, admite-se que a mateinã

talvez,

precisamente,

"morte do livro",

a primeira entre todas

porque e escrita)? Assim,

provavelmente \

toria"

escrita do tipo romance policial.

contar

"estõrias"..,no_esnaço

de Uma

refere-se ã morte da"es

Se o objetivo é, apenas

hora,

cem milhões,

,

duzentos mi

Ihões de telespectadoras podem tomar conhecimento de um enredo, pela
televisão

(o mais

irônico e que a

imprensa nasceu,

"industrialização" do manuscrito,
origens

estórias"
foi

as

livro representa,

da alDeia tribal:

aoenas,

a

quando o

livro se

ser vc-Tculo

A escrita

cada um do dois

regressão ao

-

popular fundamental

com sua função especifica.

estória,

Ó que a escrita passou

reflexão não tinha

lugar histórico.

to por um ângulo diametralmente oposto,
manteve o

to natural

livro como um objeto

ê a escrita)

cessos orais

se fazia,

(aula expositiva),

(orador)

Q um museu

raro,

da voz mais, o
passa

palavras:

tendo a oralidade,

durante séculos.

em que o

Hoje,

através

de pro-

(neste sentido, nossa escola

enquanto o espetáculo dispensa, ca

agora,

(teatro),

e volta a

a escola, cada

(leitura).Em outras

descoberto sem instrumento ele -

passa a dispensar o

Para contar

expositiva)

(cujo instrumen-

Hoje, o professor conferen

"estórias",

livro de que se utiliza
nor sua vez, na medida

livro se torna um instrumento de massa,

(aula

(agora juntoA

aoesar da evidente ineficiência e da^

ção 0 pela divulgação da alfabetização,
dade

pela

i ndustri al i za-'j

a reflexão abandona

trabalhar com textos.

a orali-^

Estamos, no di_
13

Digitalizado
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a

0 fenômeno node ser vis,

a girar em torno da biblioteca

trÔnico de massificação,
ra ,

a oralidade

a reflexão

livro como mediador do drama

vez mais,

permitiu massificar

predominantemente,

a considerado um fóssil

paleontol5gico).

A'

enquanto o processo artesa -

falta de rentabilidade desta metodologia,
cista

produção em série.

e muito recente e tende a desfa- ;

Assim, quando a eletrônica

retoma seu

a

(como não tem ainda)divul

por meio do cinema e da televisão,

a visualização),

Só

de alimentação da fantasia das massas

superposição ou confusão de funções
logo mais.

"contador de

com o contador de estõri

suficiente para alimentar um processo de

zer-se,

agora,con

processo que logo se trans

torna produto industrial

r.usmo porque o livro de

nal

de a televisão,

em instrumento de reflexão - conviveu

durante milênios

gação

0 fato

cujas

a assimilação desta função pelo livro

puramente circunstancial.

forma

antigo produto artezanal ,

se perdem na pri-histÔria).

correr com o

precisamente ,como

I Ciereoclancnta

I

�[

v-T-ror—xi^s—ã^guas^ na me-dida que
f

dos

:

0

dois

processos,

sõ num segundo

momento,

tese

Q que,

daste

no final

concentrado numa pequena

!

ticipar, não
tro lado,

ha

processo,

parcela da

que a

de veículo de

nas

(sociologia,

o

textos

(tecnocratas).

humanidade provocada

todos

cada vez mais,

suas

função ãs

etnologia,

processos

pa

pela ora
par

por

conotações

ou

histõri_

ciências huma-

antropologia,etc).
cada vez mais

abordagem de alto nível

senão através de

Mas,

Percebe-se,

científicos vão-se tornando

exigindo

A hino

tendo oportunidade de

privi1eyiad:s.

historia,

que

noder de decisão não fique

passan_do esta

psicanálise,

sos G matematizados,
não ê exequivel

grupos

"teorias",

É comprensTvel

"estória" e pela oralidade,

humanidade

,

estória perde,

cas

Por sua vez, os

na realidade

lugar para

nrÕprias

atingir ã reflexão e a escrita.

conta-se com a tribalização da

lidade eletrônica,

funções

planetária.

inicie pela

para,

isto,

intensificam as

agora, numa escala

processo de massificação se

ra

se

den

reflexivo,o que

que superem a

instantanei-

dade da oralidade.

4.

A ACUMULAÇSfí DA
Nas

EXPERIÊNCIA

sociedades

primitivas,

a

"experiência"

(exceto um Know

how muito elementar que passava de geração em geração assistematicamente,

através

do

prÔorio

bulas e religiões.
foi
,

Os

por acaso que a

livro sagrado,
deturpasse o

convívio

primeiros

imprensa

fixando a

patrimônio

social)

livros

começou

da

foram LIVROS SAGRADOS

com a

"experiência,
cultural

é constituida de mitos,fá

DIVULGAÇAO da Bíblia).

impedia que a tradição

tribo

perigo da deturpação é um fato natural

(não
0

oral

(experiência simbólica).

0

e decorre da necessidade de

transmitir a experiência acumulada a cada nova geração (não ha uma he
reditãriedade das mitologias,
Jung:

cada nova geração

dade com que nossos
em que a
to atual,

denominam-se

sa a

a)

científico
nos
,

e b)

superando

Piaget").

com a mesma

- ver

de

(filosofia)

"A Sabedoria

"mensagems"

facili-

Na medida

a experiência a transmitir pas
técnico e

cada vez mais

que se anresenta,

e

as

í por isto que o romance vai

de veículo

de

(as quais, no momen-

que como conhecimento positivo
etc

coletivos"

pre-histÕria).

as mitologias

"ideologias)),

uma ref1exão

logia, matemática,

classicas

fabularam na

knov/ how,progressivamente, mais

como sabedoria

de Jean

"arquétipos

tem poder de criar mitos

ancestrais

humanidade vai

ser:

apesar dos

hoje,

(sociologia,

Ilusões

psico

da filosofia

perdendo suas

(reflexão e filosofia vai

funções
nassan

14

Digitalizado
gentilmente por:

me

�do a^-^iepender, ma i s

e mais, do conhecimento científico. Ora se os al
^
^ ^
im
trigo^-t-rvc&gt;-rTím que recorrer a' para evitar que a oral idade detur-^asse]

os mitos,
cia?0

que dizer dos modernos

com relação a

livro como veículo da ciência e da

saiaTseus
jornal

primeiros voos

das

publicações

gradde massa da

(basta para

tecnologia e a

tecnologia,

pois, anenas

isto ver o êxito de banca,

de divulgação cientifica),

humanidade não tem,

cien

ainda,

f

evidente

canacidade

qyej

para utilizar]

esta nova experiência coletiva, mesmo porque nem esta no nível
lizatorio em que a
da", nem

ciência

2q técnica passam a ser novo

(quando a civilização jã e

bastante técnica

tem poder de decisaõ sobre a aplicação destes
(adecisão fica com pequenos grupos
do sistema de produção).
guir duas

humanidades

cleo de tecnocratas
sas

e uma que obedece,
que

na cidade antiga,

cia da comunidade:
cos
as
tas

informações

disponíveis

própria

nara a vida social

fundamental

se seus

habitantes

não

(o que vale dizer que,

cesso dialético,

sua

"popular", 0 que

um dia os tecnocn

isto

implica em destruir os

aspecto
(o

livro, muda,

exige

(a amnlij

seu uso generalizado terminarão por torna-lo

informático,

tecnocratas). Ora ,

é

-^oucf

fato de

copia

apenas,

o livro

ser nmicrofiImado ou/e transmiti

essenci al mente,

sua forma de estocagem e de acesso:

vez que a

assimilação dos

sempre a estabilidade e fixidez do

"estudar"

uma

informação

processos

básicos

lação do homem,

a natureza gráfica

fornecida ao consulente para estudo

escrita,

de

não

magnéti cas ,sa)

para.viabi1izar rápido acesso a info

do eletronicamente, não altera,

produção

sendo um pro

que toda experiência científica e tecnológica ja acumulada

mação escrita

que a

sus

ê, terão qyi

sua prÕpria destruição

seja estocada exclusivamente em películas e em fitas

vel

de imensos ^

souberem utilizai

própria mercadoria:

a tecnocracia gera

ção do conhecimento e

do

qua;

que cuidar do desenvolvimento humano como condição de

criar mercado de consumo para

vo em seu

c

para a sobrevivêj

sobrevivência cOmo donos do conhecimento),

provável

n

constituida das grandes

não adiantaria existirem terminais

em cada casa,

nara distin

se chegue a um nonto em que a

a mitologia era

de dados,

terão

do serviço público í

constituida de um nequeno

ência e a tecnologia tornar-so-ão tão vitais
to,

v

e científica)

civilização caminha

(uma que decide,

semi“1etradas) , ê prOvavel

"modo de

recursos na vida comui

tecnocratas

Salvo se a

civ

texto

científica através

impressão

sensorial

se modificam,

seja

conteúdos

prov:

sempre

(dificilmente se poá

de um tape

ou filme),
de assimi

que a tecnologia

progridi

1 5

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

I Ciereoclancnta

I

14

um

semiÓticos

e os mecanismos

por mai

é

15

16

17

18

19

�não

ê provável ,que a-maneira de

turo,
que

como nre-tendem~os

se aprendera,

"estudar" venha a mudar muito no fu-

autores de ficção científica,

logo mais, mediante

maneira de anrender vier a mudar,
rá modificações,

o mesmo se

Assim,

nor mais

(se a

a

As mudanças tecnológicas

e fisiológicas no organismo hjj

ser feita de forma como

se fazia

pode dizer.com ralação ao funcionamento

sistema neurônico em que
ca.

funcionais

vez que a digestão continua

na carverna:

e transplantes

o processo digestivo também sofre-

o que Õ pouco provável).

não têm provocado mudanças
mano,

injeções

ao suqerirem

se aooia,

biologicamente, a função

sofisticação que a

informática venha a

do

semiótiacrescen-

tar ã estocagem da experiência científica e tecnológica, fundamental^
mente,a

ESCRITA permanecera, mesmo no

de codificação dos
dela

dados e a

tomarem conhecimento.

plementares

V elmente, no futuro,
que os

cia para a

fundamental

a estabilidade das

foram privilégio

protestantes

(Reforma)

ões

homem comum

protestante"

da tecnologia e da ciência,

baseiam seu poder.
protestavam
textos

A primeira

contra

dos

sagrados,pol os

a

revolução da

escrita,ao oue parece,

missão a cumprir,
dos

quando o

pela ciência,
dade e a falta

se a

Como ocorre
os textos

s^

foram

um dia,tam

tecnocratas,

guardi

segredo em

posse e da
a

que

interoretação

segunda
os

-

que
dos

revolução

da

"teólogos da tecno-

tem ainda- uma grande e histórica

como a
(a

reflexão não fosse

de fixidez

sagrados

livro científico ficar ao alcance de

ouvir estórias

é

importân^

imprensa favoreceü os

do templo,

(massificação), da mesma forma

no momento atual,

livros

(dessacralização):

imprensa favorecera os que protestarem contra
logia":

tenham tanta

arrancando-se-1hes o

tecnocratas

isto é,

"tecnocratas" da Teologia,

contra os

a exclusividade da

sen^

provã -

sacerdotes do templo:

que destruiram os

haverá uma"reforma

de hominização,

primitivas.

(no

será,

também na antiguidade,

(iniciação)

levando o texto sagrado ao
bém,

ler e a escrever

no futuro,

sociedades

eletrônica

duas técnicas básicas com

ospÕeie humana quanto os

ainda com a tecnocracia de hoje,
grados

de as novas gerações

parafernália

Aprender a

científicos,

sobrevivência da

tiveram para

instrumento básico

segundo a moderna psicologia)

condição

textos

toda a

serviço destas

(escrita e leitura).

tido técnico dos termos,

provável

LEITURA a formula

No fundo,

está e estará, no futuro, a

futuro, o

televisão

permitiu a

to^
todos

televisão teria feito o mesmo
incompatível

característica dos

com a

processos

instantanei_

baseados na

i

oralidade)
i
i
1 6

�5 .

DUAS invariáveis DO

PROCESSO CIV IL. IZATCÍR IO

"^Ehti^onde provem

estas

processos de cod-H^cação dos
çãb' e de
cadas

"certezas"

produtos mentais

informação? Pelo menos duas

como fio condutor dos

as estruturas,

sobre o curso futuro dos]
e dos meios

invariantes

processos

(a

podem ser identifij

função e

por meio das quais se efetivam,

de comunij

invariante, embora]

sejam variáveis -

jl

Piaget):
la.

Invariante:

Todo mundo
comportamento:
lo

a)

A USUCESSIVIDADE DAS NOVAS GERACOES

sabe que ha apenas dois

o instinto e b)

a

inteligência

cional,

comporta-se

inteligente)

mesmo,

animal,

habito ê um mode

como um instinto

de) mesmo que se admita
(de fato,

Sua caracteri sti ca
ta do animal.
invenção

mais

como

- é 0

mesmo,

vida

independer de

Ora,
- T.

se diz J.

- ver C.

tem que

quanto mais

Tiagor),

inventar ou

o animal

um animal,

e mais

humanidade,

comportando-se através
Assim,

cada

se

sobe na escala

inventado e descoberto,
no animal

segundo T.

identificam instintos
-

Char

(pode-se dizer

tem necessidades:

nara satis

inteligência

coagida o onvilecida,
de hábitos

acumulada
Assim,

(cada

não

(mesmo que
invente nada,

impostos

pelos domi

nova geração)

pela humanidade

tem que

(é este processo'

diferentemente dos

animais,

uma
17

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

e

descobrir comportamentos, mesmo em sua

criança que nasça

se denomina educação).

tanto

seu comportamento é menos

filética da evolução,

do mecanismos

recriar toda experiência

e

oe

0 homem deve aprender a comnortar-se

No homem predomina ,pois , a

grande massa da

Lorents)

seu comportamento depende destas dois

inato)

a que menos

do

invenção ou descober

(externa):

Chardin), mais

0 homem ponta

animal

sexual).

nadores).

aprendizagem

pelo contrário, se caracteriza

que o homem não tem instintos

faze-las

certas

dc

(invariabi1ida

(e conhecimento equivale a comportamento)

(compreender).
din

hoje)

e pela descoberta

(esteriotipado e

conhecimento

e

inteligência,

(cefalização

instintivo

se faz

fundamental

(criatividade).

ecológica

,

anatomia e na fisiologia

trata-se de mera atualização

(interna)

atõ

adqu i ri do.Insti nto e o comportamento

(como

inteligente quanto mais

fatores

Imaé

Já a

processos,-

porque, do ponto de vista fu

caracterizando-se por sua forte estereotinia

instinto

de

(mesmo que proveniente originalmente de um

de origem genética que vem incerido na

que

(o

intermediário que participa da estrutura destes dois

não merecendo ser encarado aqui

la

processos básicos

Ciemclancnta

f ■“

14

15

16

17

18

19

�das

preocupações-fundamental s aos

adultos

volutivo é i nventar'i nst-rturrerr-tos-de
das

novas

gerações.

transformação,

as

qu^-eiitemdeTm--«—fn‘■o^^e-s-s■õ'

informação desti natfo-s—a educação

Esta educação pode ser uma conformação ou
duas modalidades de

zam a sociedade fechada e a

evolução da
a

dos

sociedade aberta

processos culturais,

humanidade,

a

:

a sociedade aberta

levando as

das gerações

comporta-se,

em educação,

mente",

"instintos",isto õ,

tos

seus

soeio-eulturais de

básicas:

a)

diacrônico,

poteticamente,

ções entre adultos),

tãncia do telefone na
humanidade),

embora

documentos,
ras ,

com as

permitir

mas

com as

gerações

as

lembramos

a

futuras

(os

(hic et nunc

porém,

expositiva

- mas é evidente que

só tolerável
sição

de

enquanto o

todos,

mática através
cia
te

do

pretenderia

científicas,
das

processos

quadro-negro da

novas

se poderia,
orais

- códigos

gerações,

é

copiado^

se.

nor

orais

insistem
-

aula

de um equivoco técnico,

por exemplo, ensinar mate_

exclusivos

aula de matemática)

substituir uma

nas mais

da

sÕ com as novas gerações,

de processos

trata

imoor -

livro científico não estiver ainda ã disp£

dificilmente
de

se

oej^

que a oralidade se_-

professores, nas escolas,

em estabelecer esta diacrônia através

-

tese contraria, demonstran.

escrituras, mimeÓgrafo,

relações não

(rela

começa a

ja suficiente para o funcionamento diacrônico da sociedade,
diacrônico compreendermos

hj_

homogen i zação cul ti*ral

atuais

literatura etc.E duvidoso,

humani-

a oralidade seria,

(por isto

relações

o

novas gerações

que a eletrônica

pudesse defender a

correspendeneia postal,

imprensa,

da escrita d^

o funcionamento sincrônico

pl anetari zação e na

do-se a função da escrita nas

funções

(experiencias )da

Como vimos

"aldeia global"

se

têm duas

no espaço), b)

ligações

sobretudo agora

reinvenção da

Assim, os instrumen-

finalidades

conquistas

para

"hereditari^

sincrônico da sociedade adulta

as

temno ).

satisfatória

transmitir,

(comunicação)

primeiras

isto e,

"conformar -

a sociedade fechada

hãbitos.

a comunicação a distância,

(ê a comunicação no

mitir a

seus

"informação"

dando continuidade histórica ãs
dade

novas gerações a

como se tentasse

(por isto lembramos que uma das

funcionamento

o que garante a permanente

adultas:

permitir o funcionamento

ve ter sido

imolioue em

sociedade fechada Õ aquela que dificulta

invenção e a descoberta,

se" com 0 modus vivendi

uma

"aprendizagem" que caracteri-

permite que a reinvenção que a juventude faz da cultura
"transformação"

£

BIBLIOTECA.

diversas

áreas,

imcompatível

A

(veja-se a
e jamais

-

o corpo docen

Massa de

que estão,

imnortân

informações

hoje ã disposição

com uma transmissão oral

ou

vi_

18

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
C.ereaclancnta

14

15

16

17

18

19

�^
sualização
nível

de uma reflexãí

(já-vinio:&gt;

as

limitações da visualização na el abo ração'^/de

superior). 'Kfalsa

um dia,

a escrita

impressão de que a eletrônica substituira ,

(e vamos chamar de Escrita

t'^io cÕdigo

sistemático

GERAL e LINERR que nãlo. utilize o ouvido como mecanismo de leitura ),
decorre da
ma

nova

ignorância da 'função da

que e menos uma for

de transmissão que um processo de aumento da oneracionalida-

de na manipulação da
das gerações,

informação escrita.

A

invariável

dq

sucessão

ligada Ü reinvenção necessária do processo cultural ga

rante, a nosso ver,
atual

informãtica,

a permanincia

histórica da

escrita, mesmo que

o

processo ortográfico venha a sofrer drásticas modi fi cações ,cooo

ocorreu através da
gráfica,

historia

(escrita

pictográfica,

i deográf i ca,orto-

etc. ).

2a.
Jean

Invariants:

RITMO FISIOLÕGICO DE ASSIMILAÇ.AO

Piaget mostrou, a

sociedade,

que a assimilação

dos

processos

culturais nada tem de essenci almente diferente do nrocesso

geral

de assimilaçAo biológica

mamos aqui

aprendizagem no sentido

do neste processo
ções,

as

pela base,

de

com os

lato,

"aprendizagens"

indução, dedução,

processo geral

(digestão).

etc)

é,

aoenas,

(gênese
temporal.

mo temporal

da mesma

poral

aprendizagem,

da digestão dos alimentos.

ção mínima

( to

incluin

equilibra

uma forma diferenciada
como

tal

Assim,

Piaget),

não pode
rit

se mede o ritmo tem

por exemolo,

para que a percepção assimile uma

Como

pode-se analisar o

forma como

Sabe-se,

do

estando ligada ,

(sistema neurÓnico).

- segundo J.

descartar-se de sua dimensão
da

Piaget,

nerceptivas, notoras,

fisiológicos

um processo diacrónico típico

"aprendizagem"

como faz J.

alimentação do ser vivo,
processos

A

qual

Ó a dura

sucessão de quadros

(é

neste limiar perceptivo que se apoia a projeção cinematográfica). Se
isto é verdade com relação ã percepção
a visualização), com muito mais
de assimilação
dedutivo
a

implica em longos

(por isto diziamos

escrita

:

que

(onde se situa

a oralidade

e

razão é verdadeiro quando o orocesso
rodeios,como no processo

indutivo e

a fotografia está para o cinema como

permite um processo assimilativo mais

prolongado).

Vimos

também,

que a

estória é tão simples em sua estrutura ooeracional ,que

que não

exige

longas exposições

a

para ser assimilada.

oralidade não rouba nada de essencial

talvez,

ã estória

E por, isto

(pelo contrário,

seja a oralidade a melhor forma de contar estórias,

assim que

se costuma

ler em voz

alta

a

estÓria).

que

Foi

baseado

tanto
nisto

19
I

�qu9 argumentamos que a massificação eletrônica da estÕria nada
de revolucionãrio.

Jã a

informação científica

tação e assimilação de processos
tível
os

com a

(que axlgo longa medi-

altamente operacionais) ê

instantaneidade da comunicação oral

altamente treinados na

reflexão,

tem

(

assim mesmo,

incompa-

salvo em indivíducom apoio num ins

trumento de trabalho qualquer de carater escrito).

-

Assim, na medida

em que a reflexão se complexifica e 0 processo civi1izatõrio se

apo^

ia

Õ

que

informação)

se

em mecanismo de nível

a escrita
torne a

(

operacional

superior, mais

que Õ um mecanismo de desaceleração da

provável

infraestrutura dominante do processo civi 1izatõrio,

do em sua dimensão diacrÔnica.
ca e bem explicativo:a

0 fracasso da

leitura não foi

para permitir a meditação

(neste

desaceleração da leitura).

Pode-se,

chamada leitura dinâmi-

feita

sentido,

sobretu-

nara ser "dinãmica",mas

o que

se deve ensinar e

a

pois, dizer que a TELEVISÃO e

o

CINEMA chegaram muito tarde no processo evolutivo, e a

ESCRITA e

LIVRO chegaram muito cedo.

incentivará a

Resta

saber se a

humanidade

reflexão a ponto de ela vir a ser um fenômeno
truição da tecnocracia).

de massa

Se vier a fazer isto,

o

(seria a

provavelmente o

de^
fará

através da divulgação da LEITURA.

6.

UMA SOCIEDADE

EM PERMANENTE MUDANÇA

Vimos que a função da oralidade é manter o processo sincr£
nico

(isto é, as relações

aqui

planeta e ao agora envolva
que a

escrita,

as

ao aparecer no

meira função fixar,

processo civi 1izatõrio,

através, dos
sincrÔnico,

Assim,

- oral

informação

ta-se como

então,

mesmo efeito,

Vimos

tem como pri

LIVROS SAGRADOS, as tradições,

-

tan-

quanto do poNto de vista dia-rônico

e escrita

- nos

seus

primõrdios,

aprese^

quanto com relação

a

sucessividade das gerações.P^

perguntar se a massificação
nos

tempos modernos.

Ora,

da comunicação não terá o

jã vimos que os MCM são alt£

mente revolucionários, na medida em que homogenizam a humanidade,
modo que,'se tende a uma fixação do status que,
pelo nível

o

um processo de fixação do status quo, tanto com relação

ao momento atual,
de-se,

seja

gerações jovens escolarizadas).

to do ponto de vista
a

e agora, mesmo que este aqui

superior

(interpenctração

escrita, a massificação,
DO CIENTÍFICO,

gerará uma

das

substituindo os

esta fixação se

culturas).

Com relação

de
faz
á

LIVROS SAGRADOS nelo TRATA-

sociedade em permanente mudançA, vez

20

que

�n

é~'in'^pria&gt;—da» ciência' (quan^0“'^r-t^^êr^e4-a—é'''ü^í processo criativo e não
reproduVív-e.ÍTH-ncLvar permanentemente
qual

SG desenvolve a

(mudar a axiomãtica a partir

sincronia da vida sõcio-cultural).

Estamos, no

is, assistindo a dois

processos

ção representado

homoqenização e b) outro de permanente mudança

pola

revolucionários:

da

que ia massificação do processo cientTfico
tica desempenha
sempenha

7.

(jã vimos que a informá-

para com a escrita o mesmo papel

Se

INFORMAÇDES ESCRITAS
forem verdadeiras as

considerações que estão sendo feii

no momento atual, o grau civi 1izatõric node

parâmetros:
tual

a)

volume e extensão dos MCM

e 0 satélite artificial

último ponto de vista
talvez, dentre os

,

de escolas
vadíssima

e b)

o Brasil

paises

(cujo

ê o paTs dos

res)

de

"estórias" que

das divulgações

(

o Brasil

ideológicas

mo a da democracia

social

Universidade de São

&gt; o em que a

BIBLIOTECA.

Paulo).

da

divulgadas

nas escolas e na

(para avaliar o

Chegou o momemto de

Se comnararmos

"semearmos

jã viajei

apesar

Mota, da
livros

cantar em hino a

a
fuii

a atitude da população

nossa população,

ler sequer um jornal

fato,

exempl^

imprensa, co

(ver tese de doutoramento de G.

imprensa.

(excs

ci v i 1 i za tÕri o em termos de partici_

é o país mais elitista do mundo,

escandalizados:

um único passageiro

A tiragem

podem alcançar 100 ou 200 mil

desenvolvido com a de

ficaremos

BI^

A ele

de 5.000 exemplares

mancheia" como ja queria o poeta condoreiro ao
ciVi1izatõria

Deste

somos,

percentagem de escolas não possuem BIBLIOTECAS).

paçAo das massas

8.

toglodistas:

fundamentalmente, uma

diz muito Bem de nosso nível

tura,

BIBLIOTECAS.

£

(basta saber que elevadíssima percentagem

- e uma escola ê,

livros

de um país

limiar nrospectivo

"civilizados"

média do livro brasileiro girnado em torno
to os

ser medido por dois

disseminação de

considerados

BLIOTECA tem menos função

ção

que a televisão de

para a oralidade e a visuaiizaçao).

ESTOCAGEM DE

tas,

a) um de atualiza - 1

com relação a 1ei_

36 horas de ônibus sem ver
ou revista de quadrinhos

esclareço que o ônibus era de luxo).

APRENDIZAGEM DA LEITURA
. Não

é necessário que planejemos e en incentivem os

ficaçao dos meios

audio-visuai s ,

varã ao

sua divulgação.

mento

paroxismo

(sincrõnico)

da

sociedade

a propaganda deles
Por outro

lado,

a massi_

se apossou e

le

o próprio funcion^

(o único aspecto que impressiona

os

21

cm

Digitalizado
gentilmente por:

Ciemclancnta

f ■“

14

15

16

17

18

19

�homens que

nao tem visão do futuro são,

precisamente, os

que acumulam

em suas mãos maior poder de decisão), o prÕprio funcionamento da
ciedade forçara o desenvolvimento dos
et nunc

(node-se, neste sentido,

nal

comunicações

das

cupar-se

admirar a maravilhosa expansão nacio_
Os

(mesmo porque quase ninquem se
de

-

instrumentos de comunicação hic

por micro-ondas).

pansão da escrita e os meios

so

homens de visão devem oreo-

preocupa com isto)

ref1exão.Ora,

com a ex -

enquanto os HCM contam

com os mecanismos naturais de percepção

(

a audição e a visão),

pensando qualquer treinamento prévio...

a

ESCRITA exige um longo e p^

noso processo

de aprendizagem,

de modo

que a LEITURA passa a

Tndice de formação cultural

superior.

io de peripécias

universalização da

que os

homens

e recuos

a

oraticos demonstram que não

querem fazer crer., no

fundo,

todos

troduz no agrupamento hàmano uma
vel

Todos

com 0 estado

sabem

da humanidade,

solidificam o status

grego- por exemplo,

poder ser vendido

proibir

do

dos

bibliotecas.

como

de reflexões

se

de

a fazer certas

0 fato de um clássico

mercadoria de consumo em
realmente

“subversivo.P£

sobre o memomento

se confirmar a

E os momentos

incompatí-

atuais

histÕ

profecia de Farenheit)

nada

tem

de diferen-

"histÕricos de mo-

uma biblioteca Õ sempre um questionamento do momento atual

(os ditadores de todos
rabraz da

os

tempos, jamais gostaram de

revolução espanhola dizia que

sempre que ouvia a
sõéum penoso

palavra

"cultura").

Mas

rante a

tornam a

oedagógicas

por exemplo ,traumatiza de tal

alfabetização,
ler

que os

(e por

população i alfabetizada,

adultos

isto que,
nem 3% dela

-

um

fer

a aprendizagem da leitura

processo didarico de forma global,

escola brasileira,

livros;

pegava no cabo do revolver

quintado mecanismo que sofre deturpações

jamais

o

independentemente

vãrios momentos que hoje são considerados

que

não

(salvo

quo.

é um fenômeno

produção atual

não se pode

destruir as
tes

a

de jornal...

com

A LEITURA dã ao indivíduo

geográficas, de modo que o homem começa

comparações que não

rico, mas

alfabetização,

proveito traz aos que ursup^

acesso ã experiência

de-se

como tem sido chei_

dimensão nova, muita vez

comunidade.

massa nas bancas

um

são tão tolos como muitos

ram privilégios dos membros da

fronteiras

ser

sabem que a capacidade de ler in_

de dominação que tanto

histórica

di^

como é um

re-

insanáveis.

modo a

criança

ao escaparem da escola

A
du-

(sic)

apesar de se dizer que 60%

da

lÕ jornal).

22

I
cm

2

3

4

5

6

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gentilmente por:

Sc a n
st e m
Ciereaclancnt»

14

15

16

17

18

19

�9.0

ENSINO DE LEITURA

0 ensino de leitura, nas escolas, é um processo de que deve^
riam participar todos os
é ensinar a

professores, mesmo porque a função da escola

ref1etir e não se node refletir sem instrumentos que desa

celerem a oralidade o a
ção de massa.

E possTvel

instantaneidade dos

instrumentos de comunica-

que se venha a descobrir que o

investimento

feito em televisão educativa

(este equívoco que deve ser reoensado )

devesse sep feito na rede de

bibliotecas que cobrisse,

capilarmente,

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