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                  <text>FUNDAÇÃO MOVIMENTO

LEIRC

iV ti .

MOBRAL

A BIBLIOTECA NOS PROGRAMAS DE ALFABETIZAÇÃO

A D U -^ ■'

ANGELA MARIA AMARAL RÉBULA

Rio de Jaiieivo
1975

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�m
•ij&amp;i
.

s u M Â n I

1 - INTRODUÇÃO
2 - INFORMA ÇK 0 ESTA Tf. STIC A
V
Z - INFORMAÇÃO ESPECIALTZADA
Z.l

- SETOR DE DOCUMENTAÇÃO:

3,2

- SETOR DE DOCUMENTAÇÃO: ATIVIDADES

4 ~ INFORMAÇÃO ESPECIALIZADA:

OBJETIVOS

SEU PAPEL NA ATUAÇÃO E NO AFERFEIÇOAMENTQ

TÉCNICO
4.1

-DISSEMINAÇÃO SELETIVA DA INFORMAÇÃO - SDI

4.2

- BOLETIM BIBLIOGRÁFICO

4.3

~ INTERCAMBTO INTERNACIONAL

5 - INFORIUÇÃO GERAL
5.1
5.2

- MQBRAL CULTURAL;

OBJETIVOS

M03RAL CULTURAL: ATIVIDADES

5.2.1

- AS UNIDADES

6.2.2

- UNIDADES:

5.3

-OS SU3FP.0GRAMA5

OFERACIONALIZAÇÃO

e - CONCLUSÃO: A INFORMAÇÃO CONTRIBUINDO PARA 0 PROCESSO DE EDUCAÇÃO

�l - INTRODUÇÃO

Alfahat-ização áa adultos:

objetivo py-Coritário do MQSRAL,

Criando um novo enfoque na^sistemãtioa Edueaoionat hrasilsi_
Tãj

O MOBRAL,

através da ativaçao de seus programas^

indivíduo ao novo contexto sooioeoonÕmico do país^
Constatamos hoje,

objetiva integrar o

em curto prazo^

que o MOBRsXL alfabetizou,

anoa, máie de ? milhões de peesoasi verificamos,

em apenas é

igualments,

a enorme

massa de informações mobilizadas ao longo deste processo,
Informações levadas ao analfabeto; aos reaSm-^alfahetisados,
aos alfahetizadores,

ãs Comissões Municipais,

responsáveis peta

do MOBRAL Junto aos Municípios; ãs Coordenações Estaduais,

responsáveis

ao nível estadual: aos técnicos responsáveis pela metodologia,
mentoe utilizados,

ã direção,

ãecisório da organização,

além de influir nas atividades de campa»

a comunicação ocupa papel relevante,
educado,

e procedi

aao capazes ãe influir no proprio praceesq

Dentro do modelo de Educação Fermanente,

betizado,

atuação

eleito pelo MOBRAL,

quando através dela ò Homem é alfa--

desenvolve cultura a aptidões, projetando-se na reali

ãade atual de sua comunidade,

gradualmente mais exigente.

Este trabalho ê fundamentado neste movimento e, embora o t%
tulo do tema proposto assim o sugira,

não foi possível ficarmos contidos

no que seria a conotação tradicional do pavel ãe uma ^‘Biblioteca nos Fro
■
V.
‘
T'
gramas ãe Alfabetização**»
Portanto,
mações,

enfocamos dentro ão tema a dinamização das Infcrn

suas características,

disseminação,

ecu processamento,

sua armazenagem,

sua

ora restringindo o assunto ora amplianáo-o, pois Julgamos

este angulo o mais relevante na atuação do MOBRAL»
Daremos especial relevo a informação dinamizada em trSe aspectos por organismos do MOBRAL:
- 0 Sistema Integrado ãe Informações

�- 0 Csntr-o de Treinamentoj

Peaqnisa s Dúciumentaçao^

através

ãe seu Sctav da Documentação.
- 0 Centro Culturalj

atrauéa ãe cuas Unidades Fixas e

l!õ -

veie.
\
0 pt^imeivo aspecto &amp; a INFORÜA ÇÃO ESTATÍSTICA dinamizada pelo Sistema
tegrado. de Informações ão MOBRAL^
0 segundo aspecto aborda a
a) INFõRMAÇãO ‘ESPECIALIZADAforncaéndo subsZdios aos técni-^
COS que apoiam e executam os programas de ALFABETIZAÇÃO FVlWIONALj
ÇKO IRTEGRADA, MOBRAL. CULTURAL^
MUNITÁRIO ^

EDUC.^

PROFISSIOtíÂLlZAÇÃO e DESENVOLVIMENTO CO-

através ão Setor de Documentação^

do Centro de Treinamento^

Pesquisa e Documentação do MOBRAL,
E o terceiro aspecto refere-se a
INPORMAÇÃO 0ERAL^

como alemento de integração eocio-cul~

turai, dirigida aos reeém-alfabetizaãoSf

atravêe das unidades fixas-Poe -

tos Culturais - e unidades móveis - MOBRALTECAS

do Centro Cultural do

MOBRAL,

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�—-iTíjn

2 - INFO^xAÇÂO
.:t.'..i ■•

ivi ..-i ÁiívVi »

L

Plcrne^cFo r.c;':
■ centval^-íeo.çao c-o er~:!.

^ :s* i

AiFiy Í^Lt.‘ •-* o^.l.áO

«.'i \r: ;7'ioiS!::{x du:l-Csta de oTganiAaçaO"
.

.':. -u.'--A-'ali:úíÇçio o-e

como funça.0 o fo''‘■^^■eA:.,au'.o !■;^

ax-.c

~ o S11'A0 tem
o fesâd^o.ak ão S-isterv.a

c poes-ihií-Cte d üÍTC-^eo a. to;nad'i d s cectsoei^

temrpo,^

vennam. aov_

vigzv poGszveio ãcevícs.
Vigendo d. i{.^.

d: lU. ^: vãvicn Qudsi.a hexae e o epi^o-eeita

mento ótimo de ceu ecciíltcão^^
agentes de wn pro:^ r-^ i;o

ir,for-tnaooec aqui cd.o tratadao como

lógíeo e metodi&amp;ado ~ uíSm ãe sv.a condição âe

suponte ão aonheoi’^-anto - e vCscn co ptanc,jo.mcnto ovdcr.cão e ã tomada
de decieõea opcv czinc^.
Os dieer-'":
sim resumidosj,

tcr.to

:•

quo compni.m o SlIrlO podem set’
fur.ção uae ir.foumaçaoo çuo fornecem como

as_
peta

contribuição que pm&amp;siam a gestão dos ditevoGC- pr-ogramez ão MOBRAL:
^

l'0(-':.Íid.ades - identificação o localização

física dos órgãos envolvidos no programa^
cada CGREG^

COEST^

compreendendo: endereço

de

CORPR c CCMUN; código ão endereçamento postal ves •“

p^ctivo; código da agencia do Banco do Brasil e respectivo Município3
endereço e código das pessoas envolvidas nos programas ão MOBRAL^
A contribuição principal deste axihprograma ê a definição
do universo de órgãos a serviços dos pi^ogrcmas do MOBRAL.
í*
2 - Cadactr'. de Coerdenações e Comissões Municir^aia - tem
como objetivo o cadasvrc.rr.er.to geral doo recirrsos humanos mohilizaãoe
pela estrutura do MCBFiAT,
de estratif':uçao,
pvofissaCf
turalidade^

esvx-atando eeii potencial em diferentes níveis

São geradas informações relativas ao gvati de inetru-

tx'einamsrrto3

ccxOj

estado civit^

data de nascimento,

qualifiaaçao em relação d ftírçãa que executa,

etc,

7ta

A oontri^

huiçao principal decte subcisteria e a identificação permanente e axxalia_
çao doa recursos humanes disvontveio.

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�^ “ S'ubais tema ãe Conty-ole de Convênios
âe todos 08 suhsistemas yovquc foynece. dine.tamente as
coTitrole da produção^

ou seja^

ê a mota mesty.'&gt;a
informações

âa. transformação da rria.téria-pr-ima

no Gona&amp;n-íado) em produto p^rojramaâo

(aluno alfabetizado).

dos a nivsl

locais

(alu-

Fornece

âac as informações relativas ao controla do produção e acompanha
ae fases do programa, de alfabetização^

àa

to-

todas

atravee do ve.latórios distribui

regional e nacional,

^ ~ Oo^trole do Material uiããtiao ~ ■úiea ao controle áo
material didático diatribuião ãe Coox-ãenaçoos Estaduaiss
0 Municipais.
nicipais^

Territoriaie

Este suheistema atende ãs necessidades das Comissões Mu-

através dos

"mapas ãs distribuição" que são preparados com

base nas metas estabelecidas para oada Unidade ãa Federação,
Outros _8ubaictemac-

ligados .ãs creas de controle e ir.forma_

ção também estão integrados no SUMO que^
DadoSj

como um atualizado Banco ãe

oferece informações para o desenvolvimento de vários progetos^

sefam de pesquisa^

análise ou prcspecção,

Combinatião dados aruzaãcs,

este sistema permite avaliar a confiabilidade das informações e dimensionar margens de segurançay

além de possibilitar a decisão imediata.

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�3 " IfíFOPMAÇKO ESPECIALIZADA

Para que uma cTgc.n-iaação ae mantanha ãir.âmioaj
poraionav a seus

ala dcoc vtp

têcni-cos um ftuxo ao Infox‘maç5ea Papaoialisadcs atuald-r

sadasj que posoúbilitsm o cenheoimanto da univevcc em cuc atuorn^
se campo de atxatãa.àes de âmbito nactorial ou 'interfUicion.al ^

se.ja oe

A infoTrnaçãç

especializada obd^tiva colocar ao alca-n.ee ãos tóonicoo ãê fronteiras

dq

aonheoimento no Setor àe aiuaçãc em foco..
Diante desta visdOi
■ Centro de Treinamento3

o MOBRAL orioUf

Pesquisa e Documentação3

em 19?3^

através de sgí.

0 Setor de Documentação,

S,l - SETOR DE D0CUMSNTAÇ?:0 " OBJETIVOS
Conhecido inter-nemente na organização pela sigla SEDOCj

Ci

Setor de Documentação tem como ohgotivo eepectfieo o âeBúnvolvirriento

ac‘

acervo especializado na área de Educação de Adultoe e demais campoa

C.&amp;

atuação do M05RA.L,
■y

Acompanhando a criação âs novos programas^

ta 0 coleta bibtiograficB espeaiatisadas.
./■

o

^^SEVOC’’ tevan--

*

De acordo com. uma politica ân Aquieiçao Planifiaaãaj

adquiridas publicações que3

uma ves incorporadas ao acervo^

aão

abasteoem ao

usuãrio cem informações técniao-âoõumcntãriüa analisadas e. atualizadas3
em âmbito naaional e internacional^
A clientela ãoySetor engloba funoiov.ãrios ' do MOBRAL a. nível
nacional 3 peequisadore-s' e entidades da arca e duo acionai &lt;.
Como se propõe e vem atuando ãceáe dezembro ãe iBÇSj

o Setoi

dinamizada a informação têanico-oientífiaa*
Sendo eua clientela altamente cspccializaãaf

este õvgõo im-^'

plantou uma política de atendimento ae acordo com ae diversas carcaterig^
ticaa ãa organização onde atua.
simples e ohgetivat

Esta política observa uma

linha de ação

consistindo em. levar a Informação ao ueuãx*io cm

ambiente de trabalho3

ao inverso dos molde» tradicionais3

seu

onde o alientç'

recorre ã busca das mesmas.

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�.As a.*;iiyídaãoshãei:Sos a^y !'íitr:r&lt; sao ::s 0 açu-i‘tt‘.

:

a) Sdfb.'C.^iO ” atT^avc.^ de x*-^7.j.ci’.''i.s'^ento do SatSiü 'tov- ■:■■-.
^n- ras ão MOBTiAL.

niisòé das diacv-scs Oasenc^ac, 'Â^-}esi*cr io,s &lt;\
da a. z sl^çdo: de •puht-iciaços'B.

A n-r^srsa

é

to-s-

"f&lt;. :,u'i~

vis-a ã u;;íí" Aruisiçdo dlar^df-^ea '■:

da.3 p.uhlteaçoss r^a dvea. da Aduaãçdo cís AdulAoe ^

ts‘idc coK&lt;y baca a-., ;;.-:';e~

r-i.âaâas 0 tacíg-s da' pr‘.rand.sa:^do ^
•-■

h) AQUWIÇZO^ - &amp;-3Í-do analohados nesta ee:sviço oe prea: s e--c

de cotnvTc.,,

vêyrnnta. au doação,

oom erítiã&lt;Aães- c c-ditoycB nao-ioriaie c-u et

*-

tycnge-i.ya.6t
ÃB‘CORPQri.A çÂü ■ *- as pubthoaçccs ãdqu-irtdaB são tombadas

a

■i-*}ccrpQí'zãa'Q ao c.oeyca ào HOBRA.L.
£-^'^~l2^A£Ã9 " atualmente ofetnada atsavSs áe reforenciae
h‘iol’icgyB.fd,aas, "jiecir.d-o cgilizav o pyooècao
-

.

futu-»o prc:0-õr&lt;u utiZòzaycinsa oa-talogação desoyít íoa ^

-yssa

o tyctAmènto ' ão3 ■ ãaeumentca per prccesaos tneaaitioo.coB .
e} CLA.ÜSiFICÀdãCJ •'■ o sászema ai-ilízado para esta praaeo.- téan-ico ê .o- de Inãêsíação Ccc-ydonada^

t:ea..-:o util-íscdc fhaeaur-iíS c- ■.

'

pet aom.ae ãr&amp;câ da atuação ão t'OSIiAb.
‘■-pepers

dRSdhiOS_ ~ fíoleção e análise dv avtigoo de peyí-òã-b.C: ,,

de Cenferenardas ^

nao áreas do atiuxçdo. do MOBRAL,

vicanái- ■-

c

boração âc re&amp;iimoe y-ara.ãoie sorvíçoa d-iatintcA:
'Bcle.tòrm

^^MCBPAL: Analise e Tnfcrr^açã.o Doautnentãrzc'\
1» ^

Cooperação bêonica eom c Bureau Xnternatiçnal. ã- Edueation^
7.iga,do ã VfiiB'SÇC_t

no seu p^^cgpama,

^‘Serviço CoepeTativo 'de Resumos Ana-l-tvi

aos úe Puhlia.ações R-etdiuae &lt;2 Educação
■

g)

CpORDKdÁçÃOj:

'OKAS;

,

0 b’ lOiWLGAÇÂO - do Sotetúm *HAOSRãL:

Ainãlise e Xíufcr-inãgão Doeupientãoia ^,
k)
■ _

COOFSRãCAO TSCNICA

IRTdndACIOíUL

0 5c,tor ■ participa etivamente dc duaa redes da -infarmaçi

internac-ionaieã na ãroa dc ediic&lt;xçãó de aànl-too.

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JJJJOUJ

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�ò. Z 'Eãucation'*

”SôT'^'ÍC'3 úcopci-ci^í f dü dc
(CcAd)

do

Ic Fub"!'Coa't'‘.&lt;:^ia Fi/:'

‘^TíUí-ea-’-: Interncti-^ ?£.•; Z a ’ Fd-ÁOo-^ion^-,

u^rud-

Sutça*
- ■^Xntsr-nn.tional daottn&lt;ent
Counait foT Áãiitt Eàu^ritioK’-^
’ .J \
^^

•

cr&gt;r*
Xt

.

♦&gt;/&lt;» vt-*/
(* izt lijít d .-L *

r. ^

r*-^e^r%^is * FyXi^.
V
,,/j; /

G^ft&amp;ti-.^or.cTíts as •infot‘!iio^SQB pecsndeo rjtiv-

entrada no aia.tema^
,

^'dnte

Toy^or.to-Corlòdã■

rr* c»V »v f‘S- •
u .L
j c7, «

’ ■ •

tlan'' ão

ds'aeu. Farfil,

aos v.auãy^^ioa âo Beto'F^

Eats

o .â3ta.h(íl&amp;at^r::

é ists'Fn\i:;i3.do üú'^jot^\í&gt; as ãr‘ú'a-s de de

íte áe aada iLBUaTio ão si-seema,
♦• •» ."^
*"

.

CA.DaBTRO '•' atí Instituiçoíss ds ■^esqui.so.i

. '

p'jisqu.ivado

Ú€‘ tí*ahathós. sohTs Eduoaçtão dç Adv.ttos.
V ;..

- • . -

t) ErApp.tSTItdõ' - crxvactay-iã.à-sa este BCTpiqa poF atün .

tSon-Ceo úzt. Cf o paeqiitâcdor^
-■
■ &gt;

•

.

seu amhvifr.te de

tpahaZho^

ATFPDTHESXQ DE CONBULfAC
n) FESQUISaG RETFOFPSCrr^AF « ' &amp;fã&amp;ucfdaa ' o.tualmente r

■ oasôo mOTttiCíiaj
-\ ãÓPi; ':d--d. r- Fd

por-ém era fitiux'o py-òx-irao c^eyão foitas atrí^atée de e, •
■

■

..

■■ ,

. -

•

-7. 'ol CEHTfO DK MEHÕniA'
.' ■•
,

-■• ■. ’

'

CerttTó de Safereno ia.

ExeTce ati-úiá/xãki ds odptação &amp; soléçao de ènfox^rr.uçõee p-sra omprs::
„f
'.'*■»
’•
.
.•
feridas ã evolução hiotãricuz da ■inetiiuèçã’',

py*ojetos aonor^etcS/,

cm

InfoTf,:opõefí extatcnt-ss no Mí r

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�.' ifcihitvuí

I

J - ZNtYJfH-íAÇÃO ESPECIALIZãDA:

SEU PAPEL NA ATUAÇÃO ,? NO APERFEIÇOAMENTO

TÊCUICO
Detalhax^emos neiycí: ítem a1gu'‘'.as
ãac peto Setov.

Ias atividades áesenvolvi-

que tem como meta o aves-feigoamanto doa

tecniooe da

tituição.
Em virtude das grandes dimensões atuais da paodugáa
formações j,
aisj

hâ neoessiáade que c Cstor dctsats^

de

in-

na área de Cirrnaias Soai

o que é produaido e é pex&gt;tinente cís várias áreas de atuação da. ins^

tituição,

0 SEEOC^

atua nesse caso eomo agente setetov da informação^

canalizanão~a ao técnico,

conforme seu campo de trabalho.

4.1 - SDI - SEEVIÇO DE DISSEMIdAÇÃO SELETIVA DA IbFGRMAÇÂõ
0 Serviço àe Disseminação Seletiva da Informação foi implan_
tado pelo Setor de Documentação,

ati^avês de convênio de Cooperação lécnf

aa entre a Comissão Nacional de FD^ergia Nuclear
mento Brasileiro de Alfabetização

(CNEN)

e a Fundação tiovi

(MOBBAL).

Os primeiros estudos desenvol'VÍdos para a concretização

do

sistema levaram em consideração alguns aspectos fundamentais:
a) a reconhecida experiência da CNEN,
de Informações Nucleares

(CIN),

através de sen Centro

na área do Ciência da Informação;

b) o veccr.heaimento do Setor de Documentação do MO SR AL, o omo
elo de uma cadeia internacional ãe documentação sobre Educação ãe Adultos,
coordenada pelo Bureau International ã^Eduaation da UNESCO;
a} a possibilidade de associar diferentes áreas de oonheoimento numa experiência de integração ãe p-rccesaos,
do

como futuro suporte

"Sistema Integrado de iTçforrzaçoes Cientificas e Tecnológicas",

previs_

to pelo governo;
d) a necessidade ãa disseminar selativamentc,

aos

i:suar-ioe

do Setor, as informações armazenadas em seu acervo;
Os estudos tiveram a duração de um
1975 a novembro de

cm

1

2

3

1974,

(1) ano,

de novembro do

quando foi efetivada a assinatura do convênio.

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�k 'íü •'■ - *j-nrf«iSí«(*úu»ii-&lt; J.- - j =

0 5-iíiteiTia haseriá-ac ert í ingtJc^ef^' c-ofitT^c lada,
:''TkçGauvu.s^f

b

ul^it-i-íirtndo

■ytua.ção d-o' dCBRAL^

ÇT^oolhidc àe caox^ão ooth -as.

ví

GcíKdo a'automação de injovinaçoec^
Pare euá òpera.ciono.ZÍKaçãc^

o procasco ^.t&lt;.í'isa:

t •■

‘*Fex&gt;fiVáó.’JÈuâr--io''

2 ~

''Rafevânciat Bíhltogídãfida&amp;''\

0^ *’pêrf-ií do, Veuáyio'^^, por-tnit.c-lh» ef^colher . ÍO 9ub-árr.uG .
daK tS gvanâespãT.daaf
. ãroao’ dç ■int^v'èac,&lt;-'Í3

confox'me fovmv.tcx‘io. acnsiyatit-s do anexo

traçom o. sen-

■ Por* outpo ladoas

(Ij.Kstae

.

'-Refarêrioiize Bihtiogr-ãf-ioas'- são esov'

: tlxídãs -dà acovdo ea« ce ciT.eas de dncevae&amp;a .pelovantesj,

conforma dadoa

■ &lt;sò't&lt;xti^Í'iooè,''~
' '■ " ■
. • ‘•‘■'a*- '■ij,
^
.
• ^ " . . . - ■ Âe ' arcas âs íntorease traçadas nó
.ãvcas;{.de ■infereesc das
ir,dè:i)gçãOt
çao '^~SDIi

'^RcfeTãnciaQ Bibliog-rãfioao^^n

somaóias

ãa

vesuttan-tss

da

dão eomo lprcduto final a "p-is^omineção detefi-da ãa, Tnfcx‘n::r.
(cànfopfpe aryczo 2)

^ V-; ' -. ■ " " rf. 2 ~ BOLBTlh

-'■

p. . -

'ÍJ^ ,V. V

■ "'■ ■

àóts ccractisristiaaa catritaTriente'"bib1. iogrãfioàsíf

■ro-potumé ãõ: Potetim "Sibliograficc SEDOÇ^
3ãi,tçLão^G,. ef!t,p9?4'Ç t^oe como obfetit^o

o primei

a'trcivSs ''dii seuo sete r.ilmerca

tèvor aa' dd-anecimento do tíswàrZo,

atràves as/listeccons e.:reQiimcs^ãe’3orit-i’jos ^

ãs novas . vuhZica.çSes

dae, ea * ao&gt;'**^oo,. &gt;
Deste nsoâof 'o-.u9'-uârioç sent-inâo-^sç agredido péita informa"■'ção'- fo^C-^jrtoti^oado ei ppcòurcr' a

'l-Cteratura tcónica x‘eferof%te 'a .sev. campo

' ,
'■■i.'
■ o '
'
•'
' '
G.S -trabalhof funta ao Seter.

'

'

'

.

•

\ 0 Bçíeiim óbteúé' excaléntè aàeitação por párte ãç têcni oo2y ■h^,o aomcKte engajados nos trahat
pes'qtiÍBadnr*cn da area educacional^

'conauttã,

cm

1

2

-

3

como estudiosos

em todo o Braai l;

■ também^ ■soUci-baçõca do eetrcxngeiroí
çadcy‘f.do acervo do Setor^

e do ROP.RALf

e

verifiaáram-sa-

dxin:apolanâo e'iia função cie

*'u-ívííI

tornou-se 'verdadeira abra. de informação

e

*

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�Em l97Sy

o

'^Boletim B^ihtioçvãfiüo SEDúCy

trar.sfopria-se em

"MOBBAL: Anãlxse e Infor-mação DcGumsntãpia”,
Tovnando-ae sv.bsequenoia
tim tevã pepioâiúidaãe
dc

tpimes trat ^

togica e nceessárBctj

voltando~se

inteir-amente ao objetive

tevav novidade relativa ã Informação Teanica.

maia abrangente,
toa ou artigosf

o jíovo bole-

A

informação agora^

vem sob a forma de análises e reaumos de

livros^

falhe

que apresentam as mais importantes aquisições ostrcingcf

ras ou brasileiras,

caracterizando estratégias ou técnicas

ligadas ã E~

ducaçaa de Adultos s áreas afins.
A edição da matéria em quatro
espanhol e português)

l-ínguas

(inglês,

será uma ãe suas novas caraateristicas,

ta às necessidades observadas durante as edições do volume
se accesstvel aos

francês,

l,

em respo^
as tornai^

técnicos estrangeiros.'

Dados numéricos sobre os resultados ão MOBRA.L são apresentados,

fazendo ver,

ãe forma concreta,

a situação atual dos programas

da Fundação.
Informações relativas a Encontros,
verificados em todo mundo,

Seminários,

com respeito ã matéria,

Congressos

fazem sentir a ampli^

tude da Educação de Adultos em plano Internacional.
Destacam-se as análises de publicações

ligadas ã area e e-

taboraãas sob a forma de resumos por técnicos da instituição.
4.3 - INTERCÂMBIO INTERNACIONAL
\
Em 1974 o Setor de Documentação do MOBRA.L,

firmou-se corno

elo de uma cadeia Internacional de Documentação sobre Educação de Adultos,

coordenada peto kureau Intex&gt;naticnal d'Eduaation(BIE)
.Através dessa oficialização,

tem se desenvolvido com o BIE,

uma troca ãe resumos analiticos relativos ã Educação,
ticipação do MOBRAL no

da UNESCO.

objetivando a pa^

-'Service Cooperatif de F.esimés Analytiques des

Fublioation Relatives ã Eduaation”.
As publicações brasileiras de destaa^ue na área de Eclucaçao
de Adultos,

cm

1

2

3

são

tviaãas em cada semestre e,

Digitalizado
gentilmente por:

consequentemente,

sao elabo_

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�i t

Pados peeuinoB ar, poi-tuguês,

fp,znoes e

iiiples que sco erroi-ados a Cents^a

do BIE em Genebra.
0 Setor de Documentação operdcicnaliza também o
tionat Dooument Exchange Ptan‘‘ do

’■ Inverna ■

"International Council for Adiilt

Eãuaation-' ICAE.
Esta rede oaracteriza-se pe7.a troca ãe documentos produzidos pelas Instituições participantes do Plano.

�J

0 ~ 1 lic Íjh\'it-LA\.‘ (jrcA.í,
Para dai‘&gt; c;cntinu&lt;c-:.Je aca

-ixv s‘i&gt;3" ívo:^

vcsultuãcs alcanoadot:

nos pi’oov&lt;2fna3 do A :yfa..:’et'izaçao Pio^ctonat- o Pducaoxo Pnto-QT'zda^

t-enP.c 3e’:i

p^e acinc ohd otivo bcsic:o c. pro^opao di^ rcpddçoe^ va:’a o aos onvoívPvcy-zo
contínuo do inddtíducx
Fcptar.to^

foõ opia.dc 0 Centi-o Cultupal do MOUPAL.
como se pr^jpõe^,

fundaçtao ptíla sigla CECUT)^
zadoSj

c MOüPAL CULTURAL

leta a infoTmcção gopg l ^

{conhecido

aos peeêrn~alf abatí

sob as mais divensas fo:cr‘as da s:anifestação das mesmas,

utiliza a irrspvenea^

o rádio,

o cinema^

o

teatro^

na

0 CECUT

teiculando as vária

joí^mas de arte e oulvurc:.
b.l - UOBRA.L CVÍAURAh:

ORJETTVOS

0 Centre Cultzival ãc POhriAh
MCSRA.L Cultural,

icrr‘ami:7
o.tvaves do prog:

cudes sub-programas foram aanoelyiãoa para uma clientela

vista cüjetivamente como em fase de
'■71 formal3

fCLCÍfT)

flexível

e ãi-nãmiicc:,

transição^

visa concorrer de. maneira

para a ampíia^çãc do uni^jerso cultural

do

M03RALENSE e da oomunia.ada a que ele pertence.
Apresenta ceno objetivos principais:
'^ção,

estimular a alfabetiza

atenuar ou impedir a regressão ao analfabetismo^

cia do aluno impedindo a evasão,
como fator de mobilização,

moti^Jar a fr&gt;equsn-

áimi^iuir o fiümero de reprovações,

agir

i:ncentivar o &amp;spír'lto associativo e comunitá-

rio e divulgar a filosofia do MOBRAL,

em atividades dirigidas ao

com a participaçac do m.o cr'aler.se o de

sua comunidade,

5^&gt;
T,‘ Ai7 O,"T yj:\l-ÍAJ^
r ■ o /* r ■
m O —. I'/f.'
j U C d'r&gt;i ^ JJV y.,/■*’ O

lazer,

i'T» j 'A ST UH br\ tu-r* tír&gt;

c
A

implantaçao gradativa do programa cultural em todos

muíiiaípioG âo país ê feita ctz^aV’ée ãc dois
^ (Postos Culturais)

n as mói^cis

ti.x:&gt;os de unidadesas fixas

(Pahral tecas) ,

Aonbas são amparadas pelos diversos Subprogramas
patrirr.Õ7iio ‘histórico e crtíatiac,
cinema,

televisão,

rãd'ic,

os

{literatura,

cultural e reservas naturais,

publicações,

a-rtes plásticas,

tectro,

arte popu'lar

e

folclore).

cm

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�5,2.1 - A 5 IJfíIDAÍi^S
0 Por. to C'.t.lvu.yalj,

aorr:o inv.a unidade opcux^aotor.al f ixa,

dos núcleos fundamenta-: o do pTogz^cma o seyve_,

na oo.r.u-nddads,

c un

como can

ty*o aglutinados a irr-adiado-^ dos py:^jetoc&gt; ooneti vutioos da Moooal Cul
turai,
0 Poste C'ult'j.i'-al assogtiTa o. rrjanutanção de o.ti'jidades eu.t~
tuvais pesmaHcnt-cG eoritx'ihi.rCndOj

aesint^

para a fixação da aixnsnãizagc

do alu-no do MOòPAL e representando um fovtr. fator de mobilização para
oe pvogr&gt;amas pcdagSgiúos,
Os Fostes podem ser implantados em Bibliotecas ou salas
de leitura do Instituto dacicnat do Livro^
pais ou particulaz-es J ^
vadoi

outras Bibíiotecao

(munic-f

cacas ou centros de. cultura de iniciativa pri~

aentx'os coyrnmitãrioíí^

clubes ou 'teatx^os c ainda em locais onde

fã se evidenciam atividades do MOBPAL gu que venham a ser indicados
pelas comunidades,
V-ricTÍiariam.entej

a atienteZa dos Pcstpa Culturais e cono

titutàa de alunes e ex-alunos dos cursos do MOB.RA.Lj

cstenãendo-ss tan^

bem sua atuação a toda uma. faixa da popiitação até então carente de um
núcleo estimulaãcr e interativo âe manifestações culturais,
nC

a MOBRA.LTBCA S a u-nidade operacional movei destinada a e~

aeoução das atividades itinerantes do MOSRAL Cutt-ural,

.atende ã -popu-'

tação nas

localidades que ainda não dispõem âs Postos Culturais fixos
V
0 papel da MOB.RALTECA c provocarj nessas iGcatidaâesj o aparecimento
de uma ui,xdade

Tz-xa *

Sua f-unção consiste em incentivar as comunidades ao exercício de atividades oultuvaie peivnanentcQ,

âeslooando-se a partir

uma cidaãe-pòto -para o atendimento ãofs municípiosj

de

do aco-rdo com iti-

nerário p'rã-âe terminado,

2

3

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�s.,p.,a -

•';..* i-'&lt;•?:: í'::-&lt;:
■'

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■ ■■

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'

■;

vü

,

,

&lt;2-ty&lt;c:'isrn!j-A:ri'ro pclaB^v.v.v-o.txiçã^s a- equí-z^arãii-i to^õ.
;

Os 0,0 i'pc&gt; Á s

\ ' dop ocr..o amtO'2òrajcn^

f'OpOK Pm cquipam-^mtop^.

foàta^õss ouítuva Le
oe:r znioiaão^

foram -Ciiataiu\:

lo.-oi v^-- qro, o- Fccuo C-. ôonctvr-ui o nüctaò' bãpico da -

'filaiiof-ia ão MQBRAK- OiCltural.

-■

ò.e Toito Cut-t-ur-al'

- i/nr.\.o í’:^7-ví'^&lt;íí i?

-••
■' ^

'-í.l r:n'cn

r:;’í j .

,-

■

r CPVíÁau^^/inj'&gt;:ÃyãO

locoô-r j.

polo n-ruoSi

dpoanão ar&amp;üò^T a poriír: das próprias mmn:-

do. ,''o. tai’isapco iun nomem e do sou r:s€o.

cem

des atip Idadec

?oda

cnlturcn d,

0, crcoci cento de. çr, pesto -ó lapnloante das nop^psidadeo arc;.
otíKiãs fda aZientría ctzcoida^
• qonecail^niémcntxm
; ' ■

-'7 ■

âf.p^j^si fiacçde

õ ■ Frãvta. par suij.

■f^ ou- culdtirat fít

dc c.ovivução fdGãportixda na cptnunid-.ide £?_,

:

.

7 '; '

’• ,v

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ev&amp;íiU zZmoveo.

t.qii.vpcnektct; t.Scnfmo»

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.■■:,í«.: ccK~'''iramcia3 a ãnlutas,;

■ V
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’

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dc

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V

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folclcri-ca. aom a aprakentação" «,•«• 'd%rfutffàçãa' ' âús

;, fdipensoí'.,. tipos de ar r.n p.:-&gt;pa l&lt;~í
SCS^

A tem âe urv ,cantro,

o PosPa pramo^oc '■&amp; -tsantSm:""": '-V
-'.

ePpopipâof. põrKiar.oni-app

;■■ ■ ‘ .■

.,

bo-sd aano/iSe^ . maborie V'dddãt:ico'''-con':ple-r;ent.or

"\ líiátiivois àkforv'iaç.ão c oos^rtze.,
-00"
.d: ,
. •
■'
.

das ativCdãdén czi ttnmrapB c,_.'.

V'.
,

■

■ '

c-c ciTtesanaio nas auas" fo7^mda'/maie diono-.;.

■

. -cenói-oe dc c.ctosaratojf

.•■•-qr.c estimulam a produção 'tcn.at a f-p

y'.: vcrx’dçam. o int.çrccmhio cem ov.tx\7r oentros; ■

'

-

.

^ ' polcç dc acíatc. :'c âaâ.os re.ferentes. ã' ciditur-a da- loacUdc •
da . cu dc. rsçiãcp servindo^

'aoo objetii^oii ,de rjoequiBa.' a ç.PaZiaç.ac
■

ãò MGB.RAL Cultural,
'•.
/

'

. .

local equipado vara rcpreccntaçáo da'■■naçao--teatrais j
locai ida vJaTi.ta.m.anto de anatfahetoa c dlfabot^W-adoTes;

Digitalizado
.^Lfsy"re»
gentil mente por:

JJJixüJ

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■

�,

núcleos instrumentais e vocais

~

"i&gt; ”

(foram implantados

i'1A TE RI AL GE R .'i o:

(bandas

e coros).

tCJ

— tela dcsmontavcl- para exibição ue

fil

in c s í? d i a fi 1 m s s .
- fiahãrio para controle de artesãos.
MATER1 AL ESFECÍFICG ~

livros^

revistas,

Jornais e oixtras pu

bti cações.
“ fiImesi

diafiZmes.

- tapes gravados

(Frcjetos do Subprogro.

ma Musica).
- Finacotsaa com reprodução de quadros
nacionais

e estrangeiros

- Peças Teatrais

(20 telas).

(textos impressos)^

terial de cenografia e refletores

ma
(pa

va empréstimo aos grupos teatrais vin
aulaâos ao MOBEAL Cultural).
- Instrumentos musicais:
cussão:

caixa,

caXj

piston,ve

l par de pratosj

bombo

e melodioa.
- Baú da. criatividade contendo ferrameti'
tas^
EQUIPAMENTO

tintas^

pincéis^

papet^

etc.

~ projeto'V cinematográfico sonoro

iBnrn.

- projetor de slides com adaptador para
diafiImes.
gravador reprodutor de ãudiorto/pe ou
mini K~?.
~ amptificador
- caixas acústicas
- auto-falante e m.icrofone
- rãdio

(elétrico ou pilha)

~ televisão.

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1

�0

- POSTO

"B”

(foram implantados

50)

MA TERIAL GERAL:

- fichãrio para acntrote de artecdoa.

MATERIAL ESPECÍFICO:

- livros^

r-evistas^

fovnais e outras

puhtiaações.
- dia filme Q
- tapes gravados

(Projetos do Suhpro-r

grama Müsiaa)
~ pinacoteca ccm reprodução àe oua ~
ãros nacionais e estrangeiros

(20

teIas)
- peças

teatrais

(textos impressos)

- instrumentos musicais:
e -peraiussão: caixa^

S(J.tí,

piston

l par de pratos j

bombo e melódica.
~ Baü da criatividade^
taSy

ferramentas,

contendo:

pincéis^

tin-^

papel^

e to,
- projetor de slides com adaptador pa

EQUIPAMENTO:

ra dia filmes
- gravador reprodutor de ãudio-tape
ou mini K-7
- amplificador
- caixas acústicas
~ auto-falante e microfone
- rádio
- POSTOS "C-*

(l,

FASE:

l.OOO 1974;

FASE:

1.000

1975):

fichár'io para controle de a2’tesãos

MATERIAL GERAL:
MATERIAL ESPECIFICO:

2.

-

livros^

revistasj

jorixaia e .outras

publicações.
- pinacoteca com reprodução de qua
di'os nacionais e estrangeiros

(15

teIas)

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j^:lO

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�l?

- -oeças Vfía trais
EQUIPAMENTO:

(textos

iinpre.Hsos}

- radio

h) MOBRALTECA
Como no Posto C:.&lt;.ltp.r'al,
diversas canais dc canu.niaaçao^
.4 MOBRALTECA
mandot

gravando^

tern^

na MOBRAíLTFCA

catão sendo usados

en prograriaçco svuttiveiautaT.

ecrno ama de suas função a ^

r-egistrar ji'L~

fotografando ~ as características culturais de cada

localidade pcz‘ onde passa.
Esta documentação serve nao somente ã avaliação áo programa

(impondo3

execução)3

quando ou se necessário3

mas

alterações que aprimorem a sua

também ã pesquisa de todos os elementos capaz.es de per-

mitir e subsidiar o diagnóstico da cultura hrasileira.
será d.e grande importância.

qB. que

levará às várias regiões o conheci-

mento de formas de cultura diferentes3
numa determinada arca.

Esta atividade

pois3

registrados esses- dados

passarão a constituir parte da programação a

ss2^ levada a outras regiões.
Não se pode esquecer.
la inovação que rept&gt;esenta3
do MOBRAL3
des,

podendo3

per outro

lado3

que a MOBRALTECA.

p£

constituirá um poderoso meio de divulgação

dessa ferm-aj

acentuar a mobilização das comwniãa -

Além das atividades mencionadas3

exercerá outras3

entre as quais:

apoio ãs tarefas dos monitores e alfabetizadores do MOBRA.L e z'ealimentaçao doc Postas Culturais ^gios municípios onde eles jâ se fazem preser^
tes.

- As MõBRALTSCAS são Postos Cuttwrais da mais alta qualidade

e deverão associar esta característica a uma intensa mobilidade para.
ativação dos Postos Culturais Fixos.
MATERIA.L:

-

livx‘os3

z^exris tas e outras publicações.

" arquiv&gt;o musical

(discos3

áudiq-tape e

tnini-cassete )

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�" filrrioteaa

(fiínws educativas-o-ultur^xis e

recveativoiij,

sHdcs,

diafi-lmea^

video

tapei: e o- z dso~ o a es et e s )
~ p'i-naoozeca

Tcpi^oãuçaa

tnp-r-eú sa. ãa cua-

aros nacionais e aetrangaicoc
~ maquana fi-lmadovG poTtãtil

de Bmm.

- máquina fotográfica com flask-light
~ projetor cin.ematogrãfiao sonoro de
- projetor de d-i.spo3itivo aom adaptadox' p/
dia filme 3
-

tela para projeção

- reprodutor ãa videotapa e/ou videocassete.
- gravador/reprodutor de. a-uãiotape em minicassete.
- toca-discos tipo profissional
- amplificador oom misturador de som
' microfone
• bancada de marceneiro
• alto-falante tipo corneta fixo
• palco desmontãvel p/ teatro ao vivo
■ palco para teatro de bonecos
■ coleção de marionetes^

fantoches e bonecos

\ãe vara.
i
%

Baú da criatividade.(ferramentas^
tintas 3

etc.)

vnstrumsntos musicais
cv.ica3

sanfona 3

triângulo3
humbe^

telas^

tambor 3

agogô3

frigideira3

saxofone3

(pandeiro^

pieton,

taroli

iiSolãOf

reco-reco 3
surdOi

berimbau3

chocalho.

tamborim3

melódica^.' apito,

um par- de pratas a acorae-

on)

cm

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�Í9

~ arnaçao par-a expoavçoes
- tahu'leir-03 de damas e nocjos de ãorn-ínó
~ recept07’es de televisão
- perador
- máquina do escrever
~ spot-lightG
- mesas s hanoos.
SUBPHOGRAMAS
Em sua fase tnioial^
seguintes subprogramae:
ca; Hadio;
00j,

o M08RAL alimenta suas unidades eom os

Literatura;

Teatro;

Publicações; Artes Plásticas;

Cuitural e Reserves Naturais.

a tedos os demais subprogramas:

Cinema:

A.rte e Folclore;

e Patrimônio nistoricc^

Existem^

ainda,

Artisti-

duas atividades comuns

Trajeto-^Cultura-Pro fissão e Pesquisa,

liaçao c Documentação.
Para que essa atuação se torne efetiva e real,

o MOBP.AL não

estabelece ou determina a programação a ser adotada nas suas unidades,
cabendo esta função ao órgão convenente em colaboração com as Comissões

çao; orientam,

Os suhprogramas fornecem subsídios para essa programa

quando necessário:

^4

Muniaipais-CQMUN.

elaboram material de interação cultura

decorrente da programação recebida e dos registros feitos,

em campo,

pelos^

técnicos.
Par-a desenvolvimento desses Suhprogramas,
estabeleceu uma

linha de ação,

o MOBRAL Cultural

mediante a assinatura de Convênio com en-

tidades de variadas formas de expressão artística e cultural,
Instituto Nacional do Livro,
dicfusão Eúuoativa do MEC,

Serviço Nacional do Teatro,

tais como:

Ser^viço de Ra -

Programa Nacional de Telecomunicações,

LNBRATUR c Agencia Nacional.

Arínda,

a

linha de ação determinou a aompe -

t?,nava dos suhprogramas a fim de difundir as diferentes atividades s estimular as manifestações culturais

locais,

a saber:

L
cm

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�.'* ÜÍS/^

. • -t. •»- Í-K«(«».'WWSi-J i*ri*..w*&lt;i

■*
c clo.ooTar ■'^ot;': nrítí-d:zde 3 &gt;?/oz grupos C'i i-tui‘C vs ^
r.aozonciir &lt;s /cu

locíil^

parn

'S
u nzvo!-

troca do euòszdzcs que venham a atender a o li

eyitela eopeaifica:
■Btinular c aviação dc atividades culturais acssazoe-i-s
ao puoliao~azvo;
.

examiinai^s

selecionar a organisar obras que cona tzcucm

o conteúdo das atividades culturais;
.
nativas,

produzir c fornecer material com características

infov^

educativas c culturais;
.

fornecer subsídios para o mapeamento cultural do Pazs;

.

fornecer subsídios p/ara funoionamejzto das unidades frxqq

a móveis.

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�6 ~ CONCLÜSKG: A INFCR-UÇÂO CONTP.IP.UINDO PARA 0 F}WCESCO DE EDUCAÇÃO
PERMANENTE,
Como podemos verifiea':'j,

a dinami:-:a.e:iQ cia Informação c

constante nas programas do MOFRAL.
Hoje,
tantOj

o !'í03RA.L opera nos

as 'informações sÕo

lavadas,

3363 miiniczpios do

por

sob diversos aspectos ^

a

todas

a.a

comunidades do pais.
De

1970 ate agora foram alfabetizados

7,000,000 dc pesso-

as .
Temos hoça om sala ãe aula,
e para atende-los,

cerca de

cerca de 2.300.000 de alunos

120.000 aljahetizadoves.

Dando apoia aos

alfabetizadores existem as Comissões Mun-iaipais onde trabalham voluntariamente cerca de

25.000 pessoas.

tio eventual ãe grupos de Apoio,

Essas Comissões contam com auxi -

compostos por 5 mil voluntários.

Na Educação Integrada,

programa oferecido posteriormente

ã alfabetização foram inscritos mais de 2.700.000 alunos desde
até fim de

1972

1974,
Dos 2076 Postos Culturais previstos para implantação foram

inaugurados

1053 na l~ Rase e

162 na 2Í Fase.

Constatamos que eates números são expressivas por si mes ~
mos e que eles existem vinculados a uma estrutura hãsiaa nacional criada pelo MOBRAL,

através de suas atividades e Programas.
M

Coma podemos

observar ao

longo deste trabalho,

voltamos

a

frisar que o Setor áe Documentação fornece a informação especializaaa
a toda uma estrutura de técnicos das mais diversas formações,

que

participantes dos diversas programas bem como os Pastos Culturais
MOBRALTECAS,ohjetivam levar as informações gerais a toda clientela
MOBR/IL,

so.o
e
do

e população ern geral.
Estes dois fluxos,

cont'rihuem ãe forma efetiva para o pro-

cesso ãe Educação Permanente.

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�ANEXO

FORMULÁRIO

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DE

-I

PERFIL

I Sc a n
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DQ.

�WEC-MOBRAL
StTOK Df DCCUWEÍJTAÇÃC
.'1ÍÍÍ1ÍIÍÍ31 CETEP-CEfJTHO DE TRCINAMEWTC.PESOUlSA E COCUfvlENTAÇÃü
ÁREAS DE ÍNTERESSE PARA O LEVANTAMENTO DE PERFiL DO USUÁRÍO
f;O.V£ DO USEJARiO :
CAPGO:
FORMAÇÃO PROFISSIONAL:
SETOR OE TRABALHO;
INSTITUIÇÃO:
ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA;
A-INTERNATiÜNAL COOF£RAT!ON.iNT£RNAT!ONAL RELATíORS
A -OI INTERNATIONAL COOPERATiON
A-02 INTERNATIONAL RElATíONS
_A-C3 INTERNATtONAL OPGANiZATlON
A-04 COOnTRY
B-ECONOMtC POLICY. SOCiAL POLICY.PLANNiNG
8-01 ECONOMIC POLICY.PLANNING
S-02 SOCIAL POLICY
3-05 SOCIAL SECURITY
B-04 SOCTÃL PRÓBLEM
B-05 SOCIAL SERVICE
_^-PCONOMIC C0^4Dm0NS.EC0N0fy5ÍC RESEARCH. ECONOV.iC SYSTEM
C - O! ECONGMiC RESEARCH .ECONOMiCS
C - 02 ECONOMÍC COMQITlONS
C -03 ECONOMIC SYSTEM
D- NSTITUTIONAL FRAMEWORK
D-01 LAVV.LEGISlATíON
0-02 HUMAN RIHGTS
0-03 GOVERNMENT.PUSLIC AOMINiSTRATiON
D-04 POLITICS
E-CÜLTURE.SOCIETY
E -01 SOCIAL SCIENCES
E-02 CÜLTURE
E -03 .SOCIETY
E -04 ETHiCS.RELIGlON
E-05 ART
Ê-06 lTvnguãge
F-EDUCATtON TRAINING
F -01 EDUCATIONAL POLICY.EDOCATIONAL SYSTEM
P -02 EOUCATIONAL PlANNING
E -03 EOUCATIONAL INSTITUTION
F-04 RüPIL.STijDENT
F -05 LEARNlNG.TEAChiNG METHOO
F-OS CURRíCULUM
F -07 TEACHING AID
G-AGRiCULTURE
G -01 AGR&lt;C.ULTURAI.. ECONOMiCS
_G_-02 LAND ECONOMiCS
._G-03 AGRICULTURAL ENTERPRISE
6-04 AGRiCULTU.ffÁL EGUIPMENT
G-0.5 AGRICULTURAL PRODUCTIQN
G -06 AGRICULTURAL RESILAPÇIL.
G ~ 07 FUANT PRÕbuCTION
6-03 FOREST
-G.2_QS..ANIMAL PRODUCTION
G - 10 FISHERY

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iNüüSTRiAt. ECO;&lt;Of,'!CS
iNDUSTRiAL ENTERPf&lt;i5£
WDUSTRíAL tNOIjJEr.RifviG isDOSTRIAí. EQUíFMHNT
INDl.iSTRiAi,. PROOUCTiON !N!'íJSTH;al PKüDOCT
INDUSTRIAL RESEARCH
FOOD ÍNOOSTRY
BEVERACE íNDUSTRr
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VvCOO.TcXTiLE.LEATHER.RiJBSER.TOBACCO,
CONSTRLiCTION !NDUSTRr.CERAf/!CS ,G'_ASS
ENERGY
CHEMICAL INDüSTRY
MINING
METALV/ORKING iNDUSTRY
ELECTRICAL INCUSTRY
COMMUNICATIONS INDUSTRY
HOTEL INDÜSTRY

i -COMMERCE.trADE
1 -01 OEMAND.MARKcT.CONSÜMPTlON
I -02 PRICE
I -03 MARKETING
I -04 HOME TRACE
l -05 INTERNATIONAL TRADE
J-TRANSPORT
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4 -03
J -04
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J -06
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4-09

TRANSPOR!
G000S.PASSEN6ER
INFRASTRUCTURE
VEHICLE
MODE of TRANSrCTíT.ATiON
LO.ADING.PACKAGING
INTERNATIONAL TRANSPORT.U.RBAN TRANSPORT
TRAFFIC
FREiGHT

L-CURRENCY.F!NAfvCiNG.INTERNATIONAL MONETARY RELATÍONS
i. -01 PUBLIC FiNANCE.TAXATiCN
L -02 CüRRENCY.FINANCING
L -03 INTERNATIONAL MONETARY SYSTEM'
M-WANAGEMENT.PRCDÜCTiViTY
M -01 ENTERPRISE
M - 02 ECO.NOMIC CCNCENTRATiON
M -03 ENTREFRENEUR
M -04 MANAGEMENT
M-05 PERSONNEL MANAGEMENT
M-06 ECUlPMEJjT, TECHNOLOGY \
M -07 PRCDUCTiON.PRODUCTlVITY
M-06 PROOUCT. PRODUCT DEVELOFMENT
M -09 COST ACCOUNTING. PROF ÍT

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W - 07 V/AGE .V/AGE INCENTIVE
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UM SERVIÇO DO
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UM SERVIÇO DO
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GRÁFICOS

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Documentação&#13;
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