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��PRIMEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA

O ensino da bilDlioteGonotnla no Brasil
por
Antonio Caetano Dias

P€
v.i

Recife
195^4

Digitalizado
-gentilmente por:

�INFORME

O ENSINO DA BIBLIOTi^CONOMIA NO-BRjlSIL
por Antonio Caetano Dias

l) Históricos
Muito antes nasuo de cogitar da estruturação de Uíi Curso de BiblioteconoEiia, a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, no últirao quartel do século passado, quando ainda sediada no velho casarao da Rua do Passeio (hoje
Escola Nacional de Musica), já se preocupava ea sélecionar o seu pessoal atravez de rigorosos concursos piíblicos que conseguian atrair candidatos
do
mais elevado nível intelectual, á o que nos inforr;.a o velho livro de
atas
que registra, circunstanciadrriente, a realizaçao das interessantissiraas provas gúblicas. Merece cit çao especial o concurso realizado no primeiro dia
do nes de julho "e 1879 para o preenchiraento de ma vaga de oficial da Bibli
oteca Nacional, c^iatro fora]:i os candidatos inscritos, a sabers Bacharel M
sael Ferreira Pena, João Capistrano de Abreu-, Alexandre Cândido da Mota e An
tero Pereira de Melo Morrais. Das naterias exigidas p^xa o concurso consta vanj História Universal, Geografia« Literatura, Filosofia. Bibliografia. I cono,?rafiap Glassificaçao de Manuscritos e lin^ruãs (traduções de Latim,Fran
ces e Inglesjr
Pela sinples enunieraçao das disciplinas ê fácil avaliar
o
grau de cultvira hunanística erigido aos candidatos às vagas ocorridas ncs qua
dros da Biblioteca Nacional. A banca examinadora desse concurso foi constituida pelos chefes da seção da Biblioteca, os senhores João de Saldanha
da
Grj^a, Jose Alexandre Teixeira de Melo e José Zeferino de Menezes Birm, tendo
oooo'presidente o Diretor Dr. Benjardn Franklin Raniz Galvao e coao secretíírio o oficial Alfredo do Vs-l® Cabral,
Foran aprovados os senhores Bacharel
Misael Ferreira Pena. e João Capistrano de Abreu, tendo se classificado,
em
prioeiro lugar, por unaninidade de votos da banca, o erudito historiador que
assim ingressava nos quadros da Biblioteca Nacional, por concurso, da mesm a
naneira que quatroanoá Eais tarde haveria de obter a cadeira de História do
Brasil do Colégio Pedro II com a sua brilhante tese "O Descobrimento do Brasil", publicada em 1883. Os pontos sortec.dos para as dissertações foram os
seguintes,: Os grandes navegadores do XV sóculo e seus Descobrimentos ( para
História Universal); Produtos, naturais, industria, comercio e navegacao do
Brasil (para Geografia); Os épicos portuai^esas (pc.ra Literatura) e Moral Individual e religiosa (para Filosofia7. O j)razo concedido pela banca foi de
quatro horas para a radaçao das dissertaç v:,s. No dia seguinte foram reali z^as as provas de linguas e ainda de bibliofercJia. iconografia e classifica
gao de manuscritos, Nao será ercagero consi'erar tais conciirsos como o marco
inicial da fomaçao profissional do bibliotecário no Brasil. Jíixitos outros
foram ainda realizc.dos antes do tórmino do sóculo pe^ssado e nao menos ilus tres fig^^ras das nossas letras se apresentaram para disputar vagas nos qua dros de nossa biblioteca maior. Em 19 de fevereiro de 1883, entre oito candidatos altamente cred nciados, classificou-se para a vaga de oficial o bacharel Antonio Jansen do Paço. Era 25 de agosto do 1884- foi outro grande his
toriador e erudito ^^uem obteve o primeiro lugar: João Ribeiro, Ainda em . .
1884, a 2 de setembro, outro concurso se re; liza^a e terminava registrando
um enpa^ em prii-ieiro lugar, ocorrido entre os candidatos senhores Miguel Iß
nos e João Carlos Carvalho.
Pelas provas re.ilizadas a 17 de julho de 1896
seria ainda classificado em primeiro lugar o .conhecido escritor e jornalista
baiano Constancio Antonio Alves. Os dados aciina ref^idos atestam indubitavelmente a preocupaçao da administraçao da Biblioteca Nacional em admitir,em
seus qtio-dros, funcionários que tivessem uma preparaçao previa de matérias es
pecializadas como bibliografia (no sentido mais amplo da palavra, agrangendo
história do livro, adrànistraçao de bibliotecas, catalogaçao etc., baseado
mesmo na obra de Giuseppe Fximagalli "Bibliografia" publicada em edição
dos
manuais "Hoepli")» iconografia e catalogacao de manuscritos alem das mate rias de conhecimentos gerais já especificadas. Tal critério era baseado__nas
clássicas normas adotadas pela "íòole de Chartes" de Paris para a fonaaçao
do bibliotecário e do arquivista. Na mesma base seria estruturado,. em 1911 ,
o primeiro Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional,

�2

O PRIMEIRO CUiiSO

BIBLIOTECONOMIA

O r.no de ^1910 teve grc.nde significação na história do desenvolvinento biblioteconouico en nosso pc.ís. Mr,_o sonente assinalou a instalada o
da Biblioteca Nacional no novo edifício .Ia .ivcnida Rio Branco, onde ate ho
je funciona, couo tciiben registrou a pronulgaçao da lei n- 2,35o, de 31 de
dezembro que proporcionou à Casa de Raniz Galvao uraa anpla refoma en sua
estrutura adninistrativa, No artigo
do decreto n. 8.835, de 11 de julho de 1911, vanos, então, encontrar a sstruturaçao do primeiro Curso
de
Bibliotecononia, onqu- Orado dentro do Regulamento da Biblioteca Nacional:
"iirt* 34-. ^0 Curso de biblioteconomia constará^das seguintes nat|
rias que constituirão una só serie e de cujo ensino serão encarregados os
diretores de seção:
a)
b)
c)
d)

bibliografia;
paleogrcufia e diplomática;
iconografia;
nunisnática.

Art, 35. O ensino deverá ser teórico e prático, cada aateria a brangendo todo o objeto de una seção, inclusive a parte adninistrativa e a
prítica dos diversos serviços,
Art, 36, O candidato à raatricula passará .por un exane de admis^ao,
que consistirá nuna coaposiçao escrita en português e numa prova oral so bre geografia, história universal, história literária e traduçao do fran ces, do inglês e do latim, sendo dispensados dos exanes os candidatos que
ja houverem sido admitidos nas escolas superiores ou cl:.ssifiçados en concursos de provas para proviuento de cargos da Biblioteca,
. Art. 37, De 15 a 31 de março est- rá abei*ta a matrícula, devendo
requere-la ace o dia 25 os candidatos que tiveren de prestar o exane de ad
missão,
"
Art, 38. As aulas serão do uma hora, una ves por senana para cada
matéria, podendo se. nais frequgntes qu-ndo se julgarem necessárias
para
completar o ensino prático; serão pública s e realizar-se'-ao nos meses de a
bril a novembro,
""
^Art. 39« Encerradas as avilas, terão lugar os exrjaes, -.os quais só
se poderão apresentar os ;.\lvinos matriculados que tiverem co.uparecido aimis
de metade daquelas,
Art, 40, O excxie de cada. uma das matérias constará de prova escri
ta, pratica, para a qual se drorao dua.s horas, e prova oral teórico-práti ca, que nao deverá exceder de meia hora,
Art, 4-1. As provas jul adas -.proveit'veis terão valor de 1 a 5 pon
tos, considerando-se aprovados os alunos que, somadas todas as notas, obti
verem 16 pontos no mínimo,.
~
Art, 4-2, Aos alunos aprovados serão expedidos certificados de capacidade, nos quais se declejrará o número de pontos de sua aprovação, sendo-Uies permitido praticar no serviço da Biblioteca, sem direito a remuneração, "
Por motivos diversos a instalaçao e o funcionamento do primeiro
Curso de Biblioteconomia^somente se verificou no ano de 1915, quatro anos
depois de sua estruturação. Os jornais do dia 10 de abril de 1915 abriram
espaço para a notícia da inauguraçao do C^so ("O Imparcial" e "Correio da
Manha"), fato que obto/e grande repercussão nos meios educacionais do Distrito Federal, Ao ato que foi presidido pelo Diretor Dr, Manoel Cicero Pe
regrino, patticiparam todos os chefes de seção da Biblioteca, tendo sido ô
rador o senhor Constan^io Alves, Presente a cerimonia, como convidado de"
honra, tomou lugar a mesa o Conselheiro Ruy Barbosa que assim, de acordo
'"I""

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�coH sucls nltcis "trc-digoGS ds honsn pubXicOj devotado c. cc-uso. de. culcuraj fcs.—
Äia--Quosteo de prestigiar una iniciativa de inegável VG.lor cultirral.
De 1915 até 1922 o Curso de Bibliotecononia funcionou p?.ra pouquis
siiuos alunos conforne se poderei constatar da leitura dos relatórios dos Diretores da Biblioteca Nacional. Cod a nudíinga p..ra o Museu Historico da co
leção de uoedas da Biblioteca, foi suprinida, do Curso, a cadeira de Numisnátiça. As dificuldades encontradas pela direção da Biblioteca para asse gurar o bom funcionanento do Curso forrir.! tantas que, pelo Decreto n. 15»670,
de 6 de setenbro de 1922, foi o rnüsuo extinto.
Pelo decreto n. 20.673 de 17 de novenbro de 1931» foi novamente
restabelecido, na Biblioteca Nacional, o Curso de Bibliotecononia. Estrutu
rado em novas b.ases, coia a dura,çao de dois anos, veio conceder, aos portado
res de certificado a partir de 1 de janeiro de 1934-, vantagens especiais pa
ra o exercício da profissão de bibliotecário na capital da Repiíblica. ^ Os
lunos que obtivessem aprovaçao no Cxirso - agora de dois anos de dtiraçao teriam preferencia absoluta para o provimento efetivo, interino, contratado
ou en comissão, no cargo de bibliotecário de qualquer* departamento ou repor
tiçao federali
üssim cor..o oS f\incion.^ios da Biblioteca que obtivessem o
certificado mereceriam r. preferencia absoluta para a promoção em seus qua dros*
Da nova reforma c nstavam as seguintes disciplinas:
1- ano»
a) Bibliografia
b) Paleografia e Diplomática.
2- ano:
a) História literária (com aplicaçao à bibliografia)
b) Iconografia e cartografia.
M
,
ß ,
*
Ma^tinha-se ainda a bc.se de fonaaçao de bibliotecário de
acordo
com a influencia da "École des Chartas". Predo.ainava o espírito europeu na
fomaçao do bibliotecário atravez do^Curso ministrado pela Biblioteca Nacio
nal. Ate 194^, com ligeiras alterações (a reforma de 1933 apenas inverteu
a ordem das disciplinas; passou-se a ensinar Iconografia e História Literária aplicada à bibliografia no primeiro ano, e Bibliografia e Paleografia
e Diplomática no segxindo ano), funcionou o Curso, ontao con un numero bem e
levado de alunos, corseguindo ^espertar grande interesse, Entreuentos ia
se fazendo sentir a nova influencia norte-americana nos destinos da biblioteconomia brasileira. Em Sao Paulo, principalmente, onde nao havia una biblioteca com o lastro__da Biblioteca Nacional, os requisitos para se traba lhar en bibliotecas nao se prendiam a disciplinas altrjaente especializadas
como Paleografia e Diplouatica e Iconografia e Cartografia. Ercn bibliotecas sen fundo apreciável no que se refere â produção bibliográfica anterior
ao séciilo XIX. Eram tipos de bibliotecas que se ajustavam, com maior pro priedade, ao novo sentido da fonnaçao tócnica do bibliotecário moderno, amparada no exemplo norte-americano. No Distrito Federal, apesr?jr do Ctirso^da
Biblioteca Nacional, as outras bibliotecas se ressentiam de uma prep. raça o
mais racional, mais prática, dos bibliotecários aos quais erem confiados os
seus serviços. De nada valiam, para esses casos, os conhecimentos altamente especializados ministrados no Curso da Biblioteca Nacional. Embora o De
creto 20.673 tivesse concedido preferencia para a nomaaçao em qualquer bl blioteca de departamento ou repartiçao federal aos portadores de certificados de Curso' dr. Biblioteca Nacional, este, a rigor somente preparava o bi'.bliotecário para o exercício da profissão ntim determinado tipo de biblioteca: f, Biblioteca Nacional. Com as exigências modernas da nova técnica bi '*•
blioteconomica adotada con grande sucesso, desde o fi:n do século passado,n
nos Estados Unidos da Amé';çlca do Norte, g problema do ensino da biblioteconomia no Brasil teria quo mudar de direção.
II) Situacao atual;
Contratada pelo Instituto Mackenzie, chegou à Sao Paulo, em setembro de 1929, a bibliotecária oxiericana Dorothy Muriel Ged^les, hoje Mrs, Arthur Gropp, com uma dupla finalidade: preparar a bibliotecária do Mackenzie
para fazer o curso de biblioteconomia nos Estados Unidos e suLrtlt.uí-la du-

�rante a sua ausência. Estava criado o prineiro Curso de Bibliotecononia en
Sao Paulo. Entre seis alunos apenas uiia conseguiu chegar ao fiti depoxs
de
oito irieses de curso intensivos a atual Bibliotecária Chefe da Biblioteca Mu
nicipal de Sao Paulo, d. Adelpha Rodrigues Figueiredo.
Obtendo a__,bolsa de
estudos da iünerican Association of University Víonen e voltando à Sao Paulo
em 1931 depois de ter feito o Curso da Escola 4® Bibliotecononia da Columbia
University, a ilustre bibliotecária paulista nao só reassuiaiu as suas fun çoes de bibliotecária do Mackenzie, coiao tanbea se encarregou de prosseguir
na direção do curso de biblioteconomia que iria forrnar, para Sao Paulo, mais
cinco bibliotecárias. Erar.^quatro as uaterias básicas desse curso: Catalo gagao, Classificaçao» Referencia e OrRanizaçao. Estava lançada, em Sao Paulo, a semente da formação profissional do bibliotecário, em bases sólidas,
sob a mais direta influencia dos consagr dos mótodos amej:icanoS*
As reformas ocorridas na Prefeitura de Sao Pa\ilo, no ano de 1935 ,
tiveram a feliz oportunidade de levar à direção de seu Departamento de Cul tura o escritor^Mario de Andrade. Diversas alte^-açoes se verificai"an no setor bibliotecononico, salientondo-se a oriaçao de um Curso de Bibliotecono mia que deveria funcionar com elementos da Divisão de Bibliotecas do Departa
mento de Cultura. Com o aparecimento dessa Escola de Bibliotecononia,
que
passou a funcionar no prádio da Escola de Comercio iflvares Penteado, no recin
to ocupado pela Escola Livre de Sociologia e Política, deixou de existir
o
Curso mantido pelo Instituto Mackenzie. Foi diretor àa referida escola o se
nhor Çubens Borba de Morais. A principio existia apenas a cadeira de Gata logaçao e Classificação que foi ministrada pela bibliotecária d, Adelpha Rodrigues Figueiredo. Em 1937 outra cadeira foi criadas a de História do Li vro e no ano seguinte completa,vc.-se^o currículo coi.i a cadeira de Referencia.
Deixou de funcionar., pôr deterr.iinaçao da Prefeitura, no ano de 1939 e ressur
giu em 194-0 como Escola de Bibliotecononia anexa à Escola Livre de SqcíoIo gia e Política, tendo â frente os nesuos orientadores da.primeira fase. Daí
em diante, com o desdobr. monto . ar.', dois anos na sua duraçao, 0 outras modificações (auxílio da Rockfeller Fõiindation a partir do ano de 1944-), conti nuou a Escola de Biblioteconomia de oao Paulo prestando serviços da maior re
levancia para o desenvolvimento biblioteconomico em nosso país, A concessão
de bolsas de estudo foi outro grande fator de progresso da Escola paulista.
Proporcionou o início da descentralizaçao do ensino, formando candidatos oriundos de outros Estados, que. mais tarde viriam a se constituir em elemen^tos de divulgaçao dos mátodos de ensino a Bibliotecononia, Merecem citaçao
especial as ilustres bibliotecárias Bemadétte Sinai Neves e Etelvina de Lima, ambas formadp.s por Sao Paulo, e que vem emprestando o melhor de seus esforços no sentido da prop gaçzo do ensino bibliotecononico em seus estados
(a primeira na Bahia e a segunda na cr.pital de Minas Gerais),
Logo se fez sentir, na capital da República, o reflexo das providen
cias adotadas em Sao Paulo em relaçao ao problema da formaçao do bibliotecáro moderno, O Departamento Administrativo do Serviço Público, empreendendo
ampla reforma administrati-a, determinou a divisão da carreira de Bibliote cario em "Bibliotecário'' e "Bibliotecário-auxiliar" (Decreto-iei n, 2,166,de
6 de maio de 194.0). Pelo decreto 6.4-16, de 30 de outubro de 194-0 o Dasp^ins
^tituiu um Curso de Biblioteconomia, intensivo, a ser realizado em seis meses,
com a "finalidade de proporcionar aos ocupantes da carreira de "biblioteca rio-auxiliar", o acesso â cari'eira principal. Esse Curso funcionou até 194-4.
Os métodos adotados forara os modernos, nos moldes americanos, já adotados em
Sao Paulo e suaa matérias se constituíram ems a) Catalogaçao e Cjxissificaçao
b) Bibliografia e Referencias o) Orggnizacao e Administraçaio de Bibliotecas,
Na Biblioteca Nacional tombem já se fazia sentir a necessidade de
algumas reformas, nao só em seus sejrviços, ccano também no Cxirso de Biblioteconomia. A administração Rodolfo Garcia (Diretor no período de 1933 a 194-5)
justiça lhe seja^feita, nao^foi infensa às inovaçoes reclamadas. A organizaçao da nova Seção de Referencia e a Reforma dos Cvirsos de Çibliotecononia,
em 1944-, foram duas realizações que muito distinguem, no setor técnico, o ilustre historiador, homem erudito, que soube compreender as exigencias da bi
blioteconomia moderna, Para a execução das reformas mencionadas a direção
da Biblioteca Nacional contou cora a colaboraçao eficiente da bibliotecária
Cecilia Roxo Uagley e do técnico de educaçao professor Josué de Sousa Montei-

�Io (autor da Reforna dos Cursos de Biblioteconomia e seu prineiro Diretor,
de 19^4 a 19^8).
A REFORMA DOS CUitSOÖ Di. BIBLIOTECA N..CION;ÍL (19A4-)
k priraeira consequencic. benefica da Refoma de 194^4- foi a trans fomaçao do antigo Curso de Bibliotecononia que, a rigor, se li..iitava a for
nar bibliotecários para a Biblioteca Nacional, con disciplinas essencial —
mente especializadas, en Cursos destinr.dos a pronover una fomiaçao básica
profissional, en principio, útil a qualquer tipo de biblioteca. Este o es
pírito que norteou a fefoma de 19A4-, estabelecida pelo Decreto-lei n. ...
6,44-0, de 27 de abril de 1944, e regulojaentada pelo Decreto n. 15.395, de
27 de abril de 1944-.
Os Cursos ficarai.i assim constituídos:
Curso Fundaraental de BibliotGcononiia. destinado a preparar can
didatos aos serviços axixiliares de biblioteca, cora as seguintes discipli —
nas:
1)
2)
3)
4)

Organizaçao de bibliotecas:
Catalogaçao e Classificacao;
Bibliografia e Referencia;
História do Livro e das'~Biblioteoas.

Curso Superior de Biblióteconomia. destinado a prepi..rar candidatos aos sei*vigos especializados-e de direção de bibliotecas, cora as seguintes disciplinas:
1) Ort-^anizaçao e Administração de Bibliotecas:
2) Catalogaçao é Classificaçao;
3) Historia da Literatura (aplicada ?. bibliografia)
4) Disciplina optativa, escolhida entre as seguintes: Noçoes
de
Paleografia e Catalogaçao de Manuscritos e de Livros Raros e Preciosos; Ma
potecas;^Iconografia: Bibliotecas de Música; Bibliotecas Infantis e Esco~
l^es; Bibliotecas Especializadas e bibliotecas Universitárias; BiblTn-1-.o cas Públicas, ou qualquer discip3.ina ou grupo do disciplinas cursadas na
Faculdade Nacional de Filosofia ou instituto congenere, versajado sobre assiuitos de interesse po,ra a cultm'a do bibliotecário.
A aprovaçao no Curso Superior concede ao aluno, o direito a um Didesde o ano de 19§3, e registrável na diretoria do Ensino Superior do^Ministerio da Educação e Cultura, providencia obtida graças
aos
bons ofícios do professor Jurandir Lodi.
.
^
Cursos Avulsos, destinados a atualizar os conhecimentos dos bi
bliotecarios ja formados, e divulgar conhecimentos especializados de acordo com os progressos da biblioteconomia verificados nos centros mais adian
tados•
- .

.

. O í^egulamento dos Cursos prevê, ainda, a concessão de Bolsas
de
destinadas a candidatos residentes fora do Distrito Federal e da Ca
pitai-do Estado do Rio de Janeiro, escolhidos, de preferência, entre servi
dores estaduais e municipais com exercício em bibliotecas,
""
jk
,
^ valor e o numero total das bolsas será eterminado anualmente
ae acordo com os recursos orçamentários. Esta medida teve um grande alcan
ce e veio contribuir decididamente para a descentralização do ensino bibíi
oteconomico no pais que, ate bem pouco tempo, se concentrava na capital dã
itópublica e na capital do Estado de Sao Paulo. Sem contar os dez bolsis tas que se encontram presentemente na capital da República cursando o corremte a^o letivo, os Cursos da Biblioteca Nacional já concederam mais
de
trinta bolsas de estudo a diversos Estados _^da União. Os resultados des sas bolsas ai estão par., comprovar a eficiência da iniciativa. Em PernamDuco, Jorge Abrantes dos Santos e Edson Nery da Fonseca (ambos formados con
Doisas da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro), e Milton Melo (formado
com^ olsa de estudo por Sao^Paulo), lançando as bases e militando na divul
gaçao do ensino biblioteconoraico em seu Estado, -^.tividades que resultaram

�na estruturação do Curso de Biblioteconomia anexo à Uuiv^i'cidade do Recife.
Na BoMa, Bernadette Sinay Neves dando forma 3 dirigindo
primeira Escola
de Biblioteconomia era seu Estado (formada por Sao faulo), e coadjuvada
em
seu trabalho pelo prof. Osualdo Imbassahy, Diretor da Biblioteca Publica
de Salvador, bolsista formado pelos Cursos da Biblioteca Nacional do Rio de
Janeiro. No ianazonas vamos encontrar o Diretor da Biblioteca Pública de Ma
naus, o jornalista Genesino Braga, formado com bolsa dq estudo da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, tomando todas as providencias p-ra a inauguraçao de um Curso já estrutiirado e contando com a colaboraçao de Maria Naza
reth Jacob da Silva Neves e Maria Luiza Cordeiro, cmbas diplomadas, na qualidade de bolsistas, pelos Cursos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
Em Viçosa (Estado de Minas Gerais), dirigindo a Biblioteca da Escola deA groncmia, encontra-se o biblioteCcário Luiz Moura, outro bolsista formado pe
Io Rio de Janeiro. Na Biblioteca Municipal de Ccjnpos (Estado do Hio de Janeiro), procura euipregar os ensinamentos adquiridos na Biblioteca Nacional
do Rio de Janeiro,^ a ex-bolsista^Georgeta David Sayat. A reforma da Biblio
teca pública de Sao Luiz (Maranhao) foi entregue a Ariceya Moreira Lima for
mada, com bolsa de estudos, nos cursos da B. Nacional.
Atravez dos Cursos Avulsos, os bibliotecários ja diplomados tem a
oportunidade de se especializar. Vários Cursos tem sido realizados, com enorme sucesso, como o de Conservacao e Rest^niragao de livros, estampas e do
cumentos. pelo professor Edson Mota, Bibliografia de Balzac, pelo professor
Paulo Ronai, Iconografia, pelos jjrofessores Floriano Bicudo Teixeira e Ma rio Antonio Barata. Documentação. pelo professor Herbert Coblans; Ps-leogra
fia, pelos profec;sores Otávio Calazans Rodrigues e Emmanuel Adolfo Hassel mann; Bibliotecas Especializadas e Universitárias (concomit ntemente disciplina optativa e Curso avulso), pela professora Carmelita de Gouveia Rego j
Literatiira latino-.americana. pelo professor Silvio LÚlio; Catalogaçao de Pu
blicacoes oficiais, seriadas e periódicas, pela professora Antonieta Requiao Piedade; Classificacao da Biblioteca do Congresso de Washington, pelo
professor Washington Moura, Bibliografia brasileira, pelo professor iintonio
Simões dos Reis, e ainda outros.
A§ condiçoes de adniissao ao Curso Fundanental (1^ ano), estabele cem a exigencia de r.pres3nt,?.çao^de ceriiificado de conclusão do Curso Clássi
CO ou científico para a inscrição no exame vestibular de conhecimentos gerais. Esse exame ê constituído de uma prova escrita, abrangendo as seguintes matériass História e Geograjvia (Geralde do Brasil; Português; Litera tura e Lfnguas (Inglês obrigatório e Francês ou EspanholTI Aos que exercem
atividades remuneradas em bibliotecas oficiais ^"facultada, mediante ofício
dâ repartiçaoj^ inscrição aos exames de ■'.dmissao, possibilitando assim a pro
fissionalizaçao de elementos que já traba^^rjn em bibliotecas,
tim disposi
"tive transitório. A exigencia de prestação de ■axcjr.o de^admissao para os
candidatos "ex-oficio", pasiou a vigorar na administraçao do atual Diretor
Geral da Biblioteca Nacional, o escritor Eugeiiio Gomes. Foi uma medida que
muito contribuiu para a elevaçao do nível dos aliinos da Biblioteconomia.
Anteriormente, a matrícula no Curso Fundtjnental, ora concedida diretament e
a todos aqueles que trabalhassem em bibliotecas, sem nenhxma seleção pr^ via,
Deixando a Direção dos Cursos era 19A8 em virtude de ter sido nomea
do para a Direção geral da Biblioteca Nacional, o prof0s.sor Josuó de Sousa
Montelôc foi substituído pelo autor do presente informe,
Uma comissão, designada pelo senhor Minietro da Educaçao o Cultura,
ciiida atualmente de vários problemas ligados diretamente aos serviços de bi
bliotecas do mesmo Ministório, entre os quais o ía cJ-teraçao do atual curr?
culo dos^Cursos da Biblioteca Nacional. A Comissão permanente de Incentivo
e Assistência a Bibliotecas, do Ministério da .Çducaçao e Cultura, tem como
presidente, representando o Senhor Ministro, o senhor Oscnr Rp-i-Viot Tavares
0 representantes do Instituto Nacional do^Livro (Augusto Meyer e Hélio Go mes Machado), da Biblioteca Nacional (Eugênio Gomos e^Antonieta Mesquita
Harros), 'los Cursos da Biblioteca Nacional (o au^tor deste informe e Xj^vier
Placer) e da Biblioteca do Ministério da Educaçao e Cultixra, a biblioteca ria Eray Pamplona.

�7
OUTROS CURSOS
O "Guia de Escuelas y Cxirsos de Bibliotecologia en iunerica Latina"
compilado por Carlos Victor Pena e Marietta Daniels, publicado sob os aus pícios da "Asociación Latinoamericana de Escuolas y Profesores de Bibliotecologia", em 1951, registra sete Cursos de Biblioteconomia para o Brasil. A
lém dos jámencionados Cursos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e da
Escola de Biblioteconomia de Sao Paulo (agora sob a eficiente direção
de
Francisco Azevedo, destacando-se em sau corpo docente o trabalho admirável
das professoras Maria Luiza Mçnteiro e Noemia Lentino), encontramos referen
cias, ainda em Sao Paulo, ao Curso de Biblioteconomia da Faculdade de Filosofia "Sedes Sapientiae", fundado em 19'W-, com a duraçao de 1 ano, sob a di
reçao de Rosa Vitale. Em Campinas (Estado de Sao Paulo), a Escola de Bibli
oteconomia de Campinas (anex-^ à Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras
de Ccjnpinas), õom a duraçao de dois anos e tendo como diretor o Revmo. Möns.
Dr. Qnilio Josá Salim, fiindada em 194-5. Na Briiia,
Escola de Bibliotecono
mia da Bahia, fundada em agosto de 1946, com duraçao de 1 ano e tendo como
diretora a Bibliotecária Bernadette Sinay Neves. Em Porto Alegre, ao Cxirso de Biblioteconomia do Departamento do Serviço público, fundado em 1950 ,
con a duraçao de 1 ano e tendo cor;o diretor o senhor Astor Rocca Barcelos .
E, finalmente, em Recife (Pernambuco), ao Curso de Biblioteconomia da Diretoria de Documentação e Cultura da Prefeitura Municipal do Recife, fimdado
em 1948 pelo se^or J. C, Regueira da Costa, interrompido em 1950 em virtude da inauguraçao dos Cvirsos de Biblioteconomia da Universidade do Recife,
com a duraçao de dois anos, dirigido inicialmente gelo bibliotecário Edson
Nery da Fonseca, estando atualmente sob a orientaçao da bibliotecária Cordá
lia Cavalcanti,
""
CURSOS INTENSIVOS.
O Serviço de assistência Regional da^Seçao de bibliotecas do Insti
tuto Nacional do Livro, sob a segura orientaçao^do bibliotecário Hélio Go mes Machado, promoveu, em vários 2st dos da União, onde não se havia registrado nenhuma iniciativa no sentido da formaçao profissional do bibliotecário, uma serie de^Cursos Intensivos de Biblioteconomia. Coube a Nery da
Fonseca, a incmbencia de ministrar vários deeseeioursos em Estados do Norte do Brasil, a saber: no Recife (Pernambuco), para alunos.do interior
do
Este.do; em Maceiá (/ilagoas), p .ra professoras e demais interessados e João
PecjRor, (Paraiba), para interessados em geral.
Em Natrd e Mossoró
( Rio
Grande do Norte), coube a Jorge Abrantes dos Santos, professor dos Cursos
do Recife, diplomado pelos Cursos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro,
ministrar outros Cursos Intensivos, dentro da progrcmaçao estabelecida, pelo
Se^iço de Assistência Regional do I» N» L. Sn Belo Horizonte ( iünas Ge —
rais), as bibliotecárias Etelvina Lima o Cacilda Basílio do Sousa Reis foram
incumbidas pelo mesmo Serviço de promover Curso Intensivo de Biblioteconomia,
agora funcionando regularmente, despertando desusaclo interesse, a ponto deco
gittern, as autoridades estaduais, ora daí? estrutura pormanento ao mesmo, ^
^itiba (Paraná), ainda Etelvina Lima se incumbo do instalar, pela primeira
yez, ^ Curso Intensivo, coadjuvado pela Bibliotecária ft-ancisca Buaíquo de
^eida. Também ao Curso do Paraná se pretende, agora, dar uma estrutura de
lamtiva, No panorama geral do ensino da biblioteconomia no,Brasil, a inici
ativando Instituto Nacional do Livro representa uma contribuição de notável"
relevada, procur ndo langar as sementes da formação profissional do biblio
tecário em^regioes ^nda nao atingidas por iniciativas préprias, Os seus resultados nao se faraó esperar por muito tempo. Cabe aquí a citação de
um
;^QCho do prefácio assinado pelo seu Diretor, o escritor .aogusto Meyer, pelo qual se poderá constatar a justeza da linha de ação do Instituto Nacional
^0 ..-'vro no campo da Biblioteconomia! "a seleção de obras, constituindo doações padrobizadas ou nao, conforme o tipo do biblioteca, intentava criarolcü.
tor, despertando o hábito da leitura: - mas além disto (que era no í^do
o
nosso
capital, principalmente no interior) tornava-se indispensável
(introdução da primeira edição do "Compêndio decimal
e índice Alfabético", por A.C. Dias e Luis Cosme, 194^).
III) CONSIDERiiÇÕES GER^ilS
A análise imparcial do panorama retrospectivo do desenvolvimento

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do ensino da Biblioteconomr. no Brasil, traz-nos a convicgão do que está
ultrapassada a fase experimental dc sua implantagão* Já se pode constatar •
a Gxistoncia de uma mentalidade profissional ainda jáveçi, d verdade, numa
gcragao dc bibliotecários fornada nestes últimos dez anos. Inclusive Ja'se
tem conhecimento das restrições e críticas a ela formidadas. Fundamentamse as mesmas, em resum:., em que, as atuais escolas e cursos, produaem qua
se exclusivamente pessoal para as pequenas bibliotecas públicas, essencial
mente especializado em processos tócnicos, porém pouco familiarizados com
os problemas da cultura e da pesquiza. Sao as mesmas as críticas formuladas pelos bibliotecários europeus ao sistema nortearaericano. Reconhecendo
a sua procedência, os atuais responsáveis pelo ensino biblioteconômico, ôtj
tre nós, divergem apenas na maneira de solucionar o,problema.
Observe-se que o jr L:"- . :: biblioteconômico, em toda a /Jnérica Lati
na, registra os mesmos problemas, as mesmas dificuldades. Vejamos, entre"
nóS;, qmis as oporti^idades que se oferecem ao bibliotecário diplomado, k
ausência da iniciativa privada traz um onus muito grande para os orçameni tos federais, estaduais e municipais, para falarmos somente em nosso caso,
nível do remuneraçao dos bibliotecários encontra-se abaixo do justo, do
sestimiaando aqueles que queiram abraçar a nova profissão, ü subordinação
desse delicado problema à política administrativa do gaís sempre trouxe di
flculdades - quase intransponíveis - para a sua solução. Na esfera fedoiíã
de^is de maa fase auspiciosa, quando se evidenciou o impulso inicial devido a homens de inegável espírito público como Luis Simões Lopes, Gusta»V0 Gapanema, respectivamente Presidente do D.^SP e Ministério da Educação e
&amp;ude,^a carreira de Bibliotecário nao mais se libertou do pefíodo de est^naçao em que se encontra até o presente momento. Em são Paulo, onde os
níveis de remuneraçao da carreira são mais elevados que os da Capital Fedcral, observa-se uma animaçp.o maior, e, consequentemente, um melhor apro
veitamento do pessoal que^se forma por sua Escola (muito embora siias condições de f\incionamcnto nao sejam^ainda amplamente satisfatórias por falto de reciarsos materiais). Todos esses fatores tom que ser analizados, mo
ticulosamente, para podermos chegar, cm bases sélidas, a conclusões sobre
o enccjninhamento das soluçoes ideais para o problema do ensino da Biblioteconomia no Brasil. Há ainda, a considerar, as inúmeras estruturações mar
carreiras auxiliares como "bibliotccário-auxiliar" e de funções"
dc_ bibliotecário extranumerário" no Serviço Público Federal, com níveis
ba^issimos, onde sao aproveitados inúmeros bibliotecários diplomados, sem
J Bibliotecário", Por uma
vista
da geral
saturação
observadaas
eradivisões
todos osde
quadros
de
medida
de economia,
pes so^ dos diversos Ministérios síimonte abrem vagas nos quadros auxiliares,
onde sao admitidos elementos categorizados ao desempenho de funções superiores. Na realidade, tanto o "bibliotecário-auxiliar" como o "bibliotecá
rio extraniimerário, acabam exercendo todos os serviços técnicos atribuiaos aos bibliotecários.
n &lt;».1
observada
entre nés,ao notadamente
nados
capital
da
Kopü^icja
, 6 que em naior,
sua maioria
os candidatos
primeiro ano
Curses
ao Biblioteconomia^já sao funcionários do biblioteca. Os que são aprovados
no exame de admissao o ainda nao trabalham, infalivelmente não chegara acon
01^ o Curso sem terem obtido emprago, O mercado de trabalho absorve, ra
pidamente, todos os candidatos ao diploma. Ein teoria, o ideais seria a for
^çao profissional antes^do emprego, Todos esses fatos devem ser levadosm
conxa durante as discussões era torno do fortalecimento das Escolas de Bi blioteconomia no Brasil.
Outra questão que deve merecer a maior atenção dos responsáveis pelas futuras reformas do ensino bibliotecononico, entre nés, é a do tempo de
duraçao para a forraaçao'profissional do bibliotecário. No panorama atual po
demos registrar tres tipos do Escolas, no Brasil, a saber:
íw- de Janeiro,
rcgiaarçg,
coraBelo
a duração
de 2 Campinas);
anos para a expedição do di
ploma (Rio
Recife,
Horizonte,
to llegre

^ duração de 1 ano (são Paulo, Bahia, Por-

c?o-n,r-i^
ministrados em diferentes localidades, . polo
r b a^^ssistencia
Regional,
do Instituto
Nacional,
comas
a duração
avei de
8 meses, com
a finalidade
primordial
de lançar
senientes Vari
dõ

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lí

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�9
ensino biblioteconomico onde o mesmo ainda nao se tenha mani :• tado.
Torna-se evidente que o tempo de duração de um Curso de^Bibliotoco
nomia ê um assunto intimamente liga,do ao problema da organizagao do curr^
culo* í este o ponto cmciante em que residem todas as divergências entro
as diversas correntes e opirúões. Vamos procurar, então, aneilizar serenc.w :
mente as dltimas recomendações sobre o assunto:
a)
Assembléia de Bibliotecários das itméricas» celebrada em Wadiln
gton, entre 12 do maio e 6 de jimho de 19A7, aprovou recomendação estabelecendo requisitos mínimos para o funcionamento de escolas do biblioteconomia, resumidos nos seguintes;
1. Requisitos para admissão
a) idade; mínima, 18 anos. Máxima, i4.0,anos.
b) correspondente ao nosso Curso Clássico ou Científico o ainda
qualquer Curso que do acesso à Universidade;
c) idiomas; conhecimentos suficientes paxa poder ler om língixa
inglesa e ainda outro idioma moderno, optativo.
d) conhecimentos de datilografia.
2* Plano do estudos e horários mínimos
a)
b)
c)
d)
e)

Introdução à Biblioteconomia
Bibliologia (Histária do Livro
Catalogação__e Classificação
Mministraçao e Organização
Bibliografia e Referencia

30
60
90
90
90

horas
"
"
"
"

iilnda em outras resoluções, a mesma Assembléia recomendou a e^qicdl
çao de títulos gficiais de Bibliotecário auxiliar e Bibliotecário«
ü Conferencia sobro o Besenvolvimento dos Serviços de Bibliotecas
Públicas na ijndrica Latina, realizada om Sao Paulo ora 1951» promovida pela
ünosco, estabeleceu, atravez dos trabalhos da^Comigsão IV ( da gual fez pqt
te o autor doste informe), algumas recomendações sobro a formagao profia slonal do bibliotecário, entre as quais destacam-se;
1, Requisitos para admissão
a) idade; limite mínimo de 18 anos (não se indicando limito mSxj.
mo)i
b; exigencia de apresentaçao de tltiilos idênticos aos exigidos
ra a admissao às \inivorsidades'J;
c) idiomas; conhecimentos de inglês e de outro idioma moderno.
d) outros "una adequada ciiltura general" e prática do datilc^afia.
2. Plano básico de estudos e horários mínimos;
a)
b)
c)
d)

Bibliografia e Referencia
Administração e Organização
Catalogação e Classificação
Histeria do Livro e das Bibliotecas

90
90
180
60

horas
II

^
Entre as recomendações da -assembléia de Washington (19A7) o da Cog
forencia de Sao Paulo (1951), podemos constatar pequenas diferenças: a su
pressão, nesta última, de Introdyão à Biblioteconomia e o aumento do horário recomendado^para Catalogacao e Classificacao. guanto à expedição do
títulos, a Conjgorencia de Sao Paulo chogou à conclusão de quo as escolas
doviam sdmonte expedir vuna qvialidade de diploma: o de Bibliotecário. aten
tando para o problema, já mencionado, criado com o ostabelccimonto de «w«
carreira auxiliar; do nível de remuneração muito baixo o que, por medidas
de economia, acabam predominando nos diversos quadros oficiais de Minist^
rios e Departamentos. Quanto a esse ponto há também grande controvérsia.
A bibliotecária cubana Carmen Rovira, autora do informe "Formacién profesional dei bibliotecário" (Primoras jornadas bibliotecologicas Cubanas, â
bril, 1953)» manlfesta-se favoravelmente á expedição dos dois tlJbulos, ale
gando, principalmente^! que um título expedido por equivalente ao de uma es .
cola cujo tempo de duraçao seja de dois anos nao poderá ser equivalente ao
do uma escola cujo tempo de duração seja de 1 (um) ano (argvunonto Idgico).

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l'i

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o nível superior E i» QUESTr.O DO CURRÍCULO
mm
Uma Escola de Biblioteconomia devo cstcir em estreita vinculaçao com
uma instituição de ensino superior já estabclccida c, prafercnciaimontc^ for
mar parte integrante da mesma, devendo ainda estar situada na proximidade
do bibliotocas de diversos tipos. E o que recomenda o Deoeino da Escola d3 H
blioteconomia da Universidade da Califárnia J» Feriam Danton, em seu toaba
lho "La formacion profosional dei bibliotecário", publicado cm tradugao ceg,
tolhana, gela Unesco, cm 1950. Esta opinião 6 ponto pacífico em qou quase
todos estão do acordo, O mesmo autor, pordm, mais adiante, advertci "en al
gunos paizes, por razoncH políticas, financi«ras o dc otra índole. Ias \ini
vorsidades tienen menor estabilidad, están todavia desprovistas de matéria
les y el nível on Ia ensonanza y su prestigio son menores que los do otros
institutos que funcionan on forma indopendiento". Essa rosaiva emtora nao
se aplique à nossa Universidade, retrata muito bem a atual situação • dos
Cursos da Biblioteca Nacional do Rio dc Janeiro« Funciona cono parto integrante da maior o mais importante biblioteca da Amárica Latina, na proxind.
dade do conjunto que reúne a maior concentração dc bibliotecas organizadas
da Sapitnl Federal; as bibliotecas de todos os Ministérios, Institutos de
Previdcncia, Dasp, Instituto Nacional do Livro, etc.
Enquanto a Universidade, em fase auspiciosa de grc^ndes reformas, sa cmèoáâ
tostá3-.ndí:.j,npcov-J.ndr:'Â.amcntE'; na Praia -Vermelha.,! em Botafogo, em vésperas de mudança para outro local. Na Cidade Universitária, que se constréi
no momento, poderá, então, ser planojada a instalaçao adeq^'-ada de uma Esc^
Ia de Biblioteconomia5 Os Cursos da B.N,, por enquanto, pretendem obter oo"
"mandato universitário'', como um passo para o seu futuro enquadramento na
Universidade.
O ponto principal das discussões em torno das disciplinas "nao profissionais" que devem constar dos currículos das escolas do bibliotecono mia, se prende à seguinte indagação: para que tijDo do biblioteca deve a Eg,
cola do Biblioteconomio formar bibliotc-cários? 2 claro o Idgico que se tor*»;
na impossível a qualquer estabelecimento dar, de \ima vez sé, a formaçaopjv)
fissional adequada para qvialquer tipo de biblioteca. Vimos os grupos
de
disciplinas técnicas, para um mínimo ideal na preparaçao do bibliotecário,
objetivando serviços técnicos que são realizados cm qualquer biblioteca»
E as matérias^de cultura geral, filoséfica, religiosa^ histérica, sociolégica, etc.? Sobro osso problema encontramos, cm citação, a seguinte opinião de iinita M, Hostettcr: "La profesién bibliotccariarequiero personas cuya
preparacién transcienda dei mero conocimiento de su própria matéria y procodimiontos, La cultura general dcl bibliotecário debe darlo tina clara com
prensién de IPB organismos ^cxebúrâíbsoculturales, sociales, educativos
y
científicos,.. Su formacién cultural comionza mucho antes de que inicio sus
estúdios bibliotecários.,^ Eh gran parto, esa oducacién quu le permite dosonvolverse - y que debe buscar acrecer - proviene de al preparacién àdqi^
rida antes de su asistencia a Ia escuela de biblioteconomia".(os grifcs sao
nossos).
Por onde conclminios quo os exames de a^issão devem ser rigorosos ,
promovendo uma seleção acurada, para a obtenção de um melhor nível de cla£
se nas Escolas de Biblioteconomia, Quanto às especializações, poderão ser
enquadradas em Cursos do Extensão, avuIsos ou Post-Graduados, como proveio
Reg-dlamento dos Ciirsos da Biblioteca Nacional do Rio do Janeiro. O que nao
deverá faltar, no entanto, no currículo regular, é iima disciplina de Bibli
ografia'-; brasileira, (histéria e literatura), assim como outra de Histéria
da Literatura (aplicada à bibliografia), que se aplicam a um niimero considerável de bibliotecas em todo o territério nacional,
Nao podamos exigir, de sa conciencia, que as escolas de biblioteconomia formem sábios, eruditos, como querem alguns» Mesmo porque seria im possível dentro da conjuntura atual do mundo cultural moderno, iissim como
as Escolas do Medicina formamji depois de seis anos,_^médicos que vao depois
procurar especialização de acordo com suas inclinações o vocaçoes, as Esco
Ias de Biblioteconomia dovem formar bibliotecários,quo depois poderão
se
especializar nesto ou naquele setor (iconografia, paleografia, bibliotecas
infantis, pesquizas bibliográficas, bibliotecas científicas etc,).

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IV) CONCLUSO l£ü
O cngrand.Gcxm&amp;nt.o d" oasixio ds. bl&amp;liotGcoiioiaia está impliciliaiiiGnte
na dopendencia do paorvcitancnto dos técnicos diplomados pelas
diversg-S
Escolas do país. L ccjnpdnha nao poderá ser isol.adae_,Ao mosmo tempo em que
SÖ cuida da clcvaçao do nível do ensino biblioteconomico (aumento
?."para
para três anos em sou tcnpo de duraçao o o vínculo às Universidades), se
deverá tamb-'-m tratar das rcivlndicagoos da carreira de Bibliotecário. Sem

pleta
cxtranumerário), nos serviços de biblijtoca« Teriamos apenas uma categoria
de função profissional? o bibliot x;âiic prcpiíimentc dito^ Quanto aos serviços auxiiiares "nao profissionais"' seriam exercidos por datil&lt;5grafo%
tatísticos-auxiliares, almCiOrifes, oscritursírios» etc. Os atuais ocupantes das carreiras auxiiiares de bibliotecário seriam aproveitados na carä'—
reira principal, dopdo que fossem portadores do d^.plomas expedidos pelas
Escolas de Bj.bliotocor.omia, reconLecidas» Com essas modidaSj, cremos, estaria solucionado do maneira dtofirJLtiva o problema da profisoionalizaçao da
carreira de biblioto?.ctrio no Brasil.
Finaliz;andb^ cuT-pre-me destacar, ainda, outras recomendações^ que
poderão contribuir p^ra o iortalecimento .io ensino da Biblioteconomia no
Brasils
1) iiconsclhav a roíiiiíaci do íirid corúissitü composta de representan —
tos de todos os Garnt^;-! io Biblictoc^noaiu. t.regvilarcs;, pr.ra o estabelecimento do um Ci'jrriaiiin Atiico^ com a preneiiça de^un ropresontante^da Direto
ria do Ensino Superior do lG.nistário da Educação e Culturam((5rgao que con
cede registro aos diplomas e'xpedi'iios pal^s Kscolas Superiores).
2) Aconselhar- r. roímiao de ran?. íionissao composta de professores da
disciplina ''Cataj^^açao
rias3Íí i"a/?,-\pJ'' -I03 Cjjsos de Biblioteconomia (j^
gulares), em funcioiiamunto, para o fim d.i unificar os mdtodos de ensino,
principalmente no que so rofero à catalogaçao de nomes port.uguoses e brasi
loiros;
3) Aconcolhar o apoio à '^Asnociac-.ón Latinoamericana de Iscuelas y
Professores de Bibliotocologí;^'', com sedo em Havana;
U) Aconselhar o intercâmbio entro professores e alunos das diver—
sas Escolas brasileiras;
5) Solicitar dis avitoridados compr.tontos a concessão do maiores io
cursos financeiros r'\x-i o lortalucir^iontr. díT.fc; eíicolas de bn.blioteconomia
(remuneração de pri^xe-ssores; concessão de bolsas de estudo o realizaçao d3
excursões, visitas, prrjcçc03, palo3tras_,o conforencias);
6) iiconselhar, a-iimdo as circuci^t'.ii'ri.ris forem favoráveis, o estabe
locimcnto das Escü].a5 o Oai*scr&gt; da Bll^liotoconomia, como parte integrante
das Universidades;
7) iiConííoDii'"
orprrgo do pro.ieçc íSj ccmo medida de rotina, no en
sino das discipiinan c&lt; n^tantos do curxículn;
8) Aconselhiv a gratuidade absoluta nas Sscolas e Cursos de Biblio
teconomia.
BIHLlCGH-j?!*.
Relaçao de tvabelbrs originai.s^ monografias- artigos^ etcr, compul
sados para a redaçao desto informes
iJiaÍB da Bibllotoca Nacicna,! do P.io de Janeiro» v,l - Rio de Janeiro, Imprensa Nacional,
í,in v. r/.XTTI, p.. 34^;}.••
Brasil. Leis,'Decreto.'?, etcc (Todos os I^-^ícretot -l^is, Docrotos e Leis men
cionados, pole-s
no texto).
Danton, J. Feriam "• La foim?;.c:Lon pr-fosi'. nal. dcl bibliotecário, por J. Pe
riam D-iuiton-^.-&lt;, icaduci I.0 por B'lvira AoLevona MaECinc?!» a »Paris, Uno^
CO, 1950.
Developement of public llbrari'.-^ in L^txr. ionericas the Sao Patilo Donforon
cc.^PariS; Unesco,. 1952,,
Dias, iJitonio êa.e"óam " Cor. cur so.•? p .1 ß.lLl ao teca Naciona].. lü "Revista do
Scr^rLço Piib.lio'. ' ! Xi!
r/ 2; .j..?c;3to de 19^2 p. 79

Digitalizado
gentilmente por:

�12
Evan&amp;y Luther H, ~ Procoedings of thc ^^eeonibly of Librarians of thc iiinori
cas, May 12 to Jiine 6, 19^4-7... Washington, Thc Library o^ Congress,
ms.
Figueiredo^ j^dclpha Silva Rodrigues - Dcsenvolvinonto da biblioteconomia
cm Sao Paulo».."Confcrencia realizada pela Déii.. do Dasp, 19^4-"• Rio
de Janeiro, Imprensa Nacional, 19^5»
Penna, Carlos Victor - Guia de Escudas y Cursos dc Biblioteco3iogií.#n
rica Latina,(Compilada por Carlos Victor Pcnna y Marietta Daniels)é
Publicación auspiciada por Ia ^»sociación Latinoanericana de Escuelas y Profesores de Bibliotccologia)* Washington, Union Panamericana, 1951.
Rovira, Carmen - FormacicSn profosional dei bibliotecário (Trabajo de base
correspondiente al punto 2 dol Temario y Reglamento), Primeras jornadas bibliotocologicas Cubanas: 15 al 18 de abril de 1953«

Rio, 12/6/1954a) ühtonio Caetano Dias

Digitalizado
gentilmente por:

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20

��PRIMEIRO CONGRESSO BRhSILEIRÜ DB BIBLIOTECONOMIA

Organização e administração de bibliotecas agrícolas
por
Ernesto Manuel 2ink:

0 2.:
c&gt;»í?
í. ?t

Recife
195^

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ORGANIZAÇÃO. E

AEMINISTRAÇXO

DE

BIBLIOTECAS

AGRÍCOLAS

por aíNBSro MANUEL ZINK
O BIBUOTBSÂRIO - O nosso país e tido como ©ssencialmonto agrícola#
Os institutos de^pesquisaí. agrícola e zootocnica orientam a econcania do nosso
Brasil» Dentro desses institutos a biblioteca pode ser considerada o cerebro
e centro de informações, onde os técnicos buscam o que necessitam para orientar os seus estudos e seus trabalhos, visando melhorar a economia do país.Ne^
ta biblioteca esta o bibliotecário quo o o responsável polo bem funcionamontq
pela perfeita catalogação o classificação das obras, dos poriodicos, dos folhetos o outras fontes bibliográficas, quo formara o acervo cuja administração
lhe e confiada.
O bibliotecário agrícola ocupa uma posição do grande rosponsabilidado»
poderá colaborar indirotamento no progresso do sou país, auxiliando os tocnicos, facilitando-lhes o matorial bibliográfico do quo nocossitamga
ra chogar o mais rapidamente possível a resultados concretos, que se transfc£
marao bom om brovo om valores, que boneficial'äo a sua patria.
Roconhocondo a posição destacada que ocupa, cabo-nos considorar as
qualidades, que tomarão o bibliotecário apto para exorcor as suas funçõos.
Dovo Slo, antes de mais nada, tor consciência plena do sua importas
to missão, dovo demonstrar interesso polo assunto de sua especialidade, ou se
ja, pola agricultura e os problemas a ola ligados. A curiosidado montai
do
que fala Çhoros om sua^"Basic Reforonco books, ao onumorar 27 roquisitos
do
bibliotecário do roforoncia porfoito, deve ser uma das qualidades do bibliot^
cario agrícola# Davo elo dar provas dessa curiosidade, procurando intoirar-so
dos problemas agrícolas o pecuários do sou país o do mundo,^lendo nos joniais
diaidos, tudo o quo se roforo a tais assuntos# ^ambom os proprios tocnicos d^
vem sontir e perceber que o sou bibliotecário demonstra interesso pelos seus
trabalhos o seus problemas. Os tocnicos não considerarõo^uma introraissão,quag
do olo os visitar om seus laboratorios e os procurar duranto os seus
trabalhos do campo, podindo-lhos explicações# Sentir-so-ão também muito satisfeitos, quando olo assistir as suas palestras e trocar idéias com oles sobro pro
blomas do sua ospocialidado# Através deüsas visitas, o, tcanando interesso po^
soai polos estudos, o que o bibliotecário ficará habilitado a ajudá-los
om
suas buscas# Gonhocendo os assuntos, poderá ele preparar bibliografias,e qua^^
do receber catalogos, ou ^uando^visitar livrarias, fazer escolha acertada do
livros o obras quo sorão utuis a sua instituição.
Os tocnicos ficarão muito agradecidos quando o bibliotecário
lhes
levar em mãos artigos que oncòntrar nas fontes bibliográficas do quo dispõon
e que se relacionam com os sous assuntos.
gosto muito bom acolhido será oste quando o bibliotecário so pr^
puzor a por em ordeim a bibLxografia do tocnrlco, dando-lho orientações quanto
a^sua^organização» Muito grato fica quando olo instrui o datilografo da socçao técnica na confecção do um catalogo o na redação do fichas analxticas#
Assim será um bibliotocário cujo intorS|se está intogralmonto volta
do para o sorviço de sua instituição, o que ficara orgálhoso o sentira entusiasmo com os resultados dos trabalhos nela roalizados# Êsto
bibliotocário
nao sôra nenhum elomonto estranho^ uns sora um porsonagcan indisponsaveiro pro
curado polos tocnicos. Não o possxvol que o bibliotecário seja enciclopédico,
mas olo devora procurar conhocor as fontes, o matorial bibliográfico que esta em sua biblioteca para coloca-lo intoiramento a disposição dos sous consulentos.
Tfci bibliotocário que assim proceder, torá om cada técnico um
sincero, o um advogado que sempre ü reconhecera o sou valor.

cm

1

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st em

amigo

�Depois do tormos considerado o bibliotocário o termos falado do como
podorá elo auxilior os tocnicos, vejamos como deve organizar e administrar
a
sua biblioteca.
tódas as secções do vma biblioteca devam füncionar plenamente, quor
sejam as secçõos de referencia, de obras, do poriodicos, do folhotos ou outro
material bibliográfico que por vontura oádsta, tudo deve funcionar boan o as
falhas que existirem devem ser sanadas.
O bibliotecário devo ser um organizador perfeito. ílo terá
quase
sempre a sua disposição um corpo de auxiliai'os aos quais podo distribuir os d^
versos sojrviços do maneira racional.
3a muitos casos acontoce também que ele terá que fazer todos os serviços so, então deve distribuir o seu tempo do maneira tal quo possa atender a
todos o rosolvor os problemas da melhor maneira possível.
l^iitas vozes, quando o bibliotecário inicia o sou trabalho em uma^b^
blioteca, encontra esta om desorganizaçao o nao tom me^o inicialmonto o apoio
de que nocossita para 05 seus trabalhosi Nao lhe dao maquinas, nao possui moveis necessários o tambom os auxiliaros que podo lho sao negadoö«
Sendö o bibliotecário um entusiasta poderá pola sua atuaçao
guir tudo com o tampo e impor-so o ser respeitado.

conso-

Devo olo procurar transfoimar o amontoado do livros om grandes classes do assunto, e na medida do possível fazer as subdivisões e ordenar os livros de maneira tal que possa responder aos tec3iicos, quais os diversos assi®
tos em sua coleção«
Sompre temos notado que, quando um^leitor vai a biblioteca e acha o
que procura, se toma um propagandista e sera um advogado o defensor quo o bibliotocário tem a seu favor, quando fizer os seus podidos para ampliação e melhoramento da sua repartição. Do contrario m consulente mal sorvido pelo bibliotecário, saira aborrecido e nunca falara bem da biblioteca o desaconselhara mesmo a todos, que gorventtura encontrar tomando a direção da sala do loitura, dizendo-lhes que nao percam o seu tampo.
O Ipibliotocário, sondo entusiasta, omponhando-se a fundo e procurando dar vida a sua biblioteca, poderá transformar inteiramente o conceito
quo
se faz da biblioteca do sua instituição. Poderá aos çoucos conseguir que o diretor lho proporcione máquinas o funcionários necessários o vera bom em brovo
quo a sua biblioteca organizada o viva, sera mostrada aos visitantes como
um
modelo de organização, sendo que o proprio diretor, fara questão de salientar
as vantagens que ola apresenta o mostrara sem duvida, tambom as novas aquisições om obras, moveis, estantes, arquivos que autorizou.
Como professor do escola de biblioteconomia temos tido muitas oportu
nidades de aconselhar aos novos bibliotecários que se formam, o gue iniciam o
sou trabalho om uma biblioteca do um colégio ou do uma instituiçao^ciontífica.
Quantas vezes os novos bibliotecarios^nos contam quo não se lhes dão ^atenção,
que os consideram supérfluos o como tom dificuldade de consegiair as mxnimas u^tulidados para o seu trabalho. Sempre lhes dizemos: "Vocôsptem que lutar inicialmente e conquistar a simpatia para a biblioteca, pondo-a em ordem, conseguir novidades, escrevendo cartas, fazendo pedidos, organizai» campanhas do livro o despertar interesse pelo seu trabalho".
S como e agradável para nós, quando após alguns meses do luta, o novo colega vem nos contar com aquele entusiasmo peculiar ao homem, que^esta v^
vendo. - "Sabe, o diretor ja me mandou uma mesa, com uma maquina e ja
encomendou estantes novas o ja autorizou a compra de uns livros que solicitei e os
estudantes ou os técnicos ja procuram o catálogo que estou organizando o
outras coisas agradáveis". Quando o bibliotecário chegar nosso ponto ja
tora
conquistado uma grande vitoria o poderá estar certo de que esta marchando res£
lutamento para fironto. .

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�Mesmo quo a biblioteca inicialraonto nao disponha do verba necessaria
para aqxaisição do livros o outro natorial bibliográfico, o bibliotecário
teta
tantas possibilidades do consegui-lo por pormuta ou por doaçao, basta que escreva cartas as muitas ontidados nacionais e internacionais que so prontificarão a enviar do que dispõem para fomocinento gratuito»
Assim poderá elo conseguir periódicos, livros, folhetos, mapas, gravuras, etc. otc.
COMO O BIBLIOTECÁRIO ORIMTA AS SUAS COMPRAS
primeiro lu^ar dovo naturalmente, auscultar os técnicos o os dire
toros, mas êle dovo tambean ter uma corta autonomia nosta questão.
Conhocondo
os assuntos e problemas de sua instituição poderá perfoitamente orientar,de im
noira bom lógica, as suas compras.
Devo êle manter as divei'sas classes do ^assunto mais ou monos equilibradas» De acordo com os assuntos em foco, poderá fazer estas ou aquelas aquisições» Exsraplificandot - vamos supor quo osta muito em evidencia um ostu d o
sobre óleos vogotais» O bibliotecário, notando que sua coleção do obras, por^
ódicos o folhetos noste assunto, osta ura tanto desfalcada, devora, nas livra
fias localÍ25ar livros sobro o assunto - que os livreiros onviarao prontamente
a sua biblioteca para exame. - Devora consultar bibliografias o procurar conse
guir folhetos, microfilmes, otc.^ para reforçar a classe do plantas oleaginosas e a socção do química tocaiológica reforonte a oleos vogotais»
Os técnicos prazeirosamonto examinarão os livros o o outro material,
dando a decisão final para a compra e aquisição definitiva.
Para essa atuação do bibliotecário e indispensável aquele contato de
que falamos mais acima»
Na organização da Secção de referencia, dovo o bibliotecário ter autonomia complota» Dovo manter om dia a coloção do enciclopodias, dicionários^,
bibliografias, etc. (é lógico que a questão verba deve merocor uma atençao toda especial o que o bibliotecário deva sabor distribuir, de maneira oquitativa
o dinheiro que teia a sua disposição ao fazer novas aquisições). O bibliotecari
o do uma biblioteca especializada não dove deixar de adquirir as obras de refe
rência do tipo "Who's who", "American men of scienco", ^'Minerva", otc.,que sao
indispensáveis aos técnicos para poderem fazer o intercâmbio do publicações o
troca do idéias com os sous colegas em todos os países do mundo.
Falando om aquisições, meroce ser frisado que não deve o bibliotecário se esquivar de escrever e rospondor^cartas. Por meio do podidos
escritos
(1 preferível que a primeira correspondência so^a feita om forma de uma carta
e nao do cartões impressos), podora o bibliotecário conseguir bibliogi'afia va#liosíssima sobre os mais variados assuntos em todos os países do mundo.
A maneira mais fácil é ainda a pormuta. Cremos que a maior parte dos
Institutes de posqtdsas agrícolas possuem as suas publicações periódicas ou fo
lhotos» Esto material forma um valor inestimável na mão do bib^otocario
que
souber aprovoitá-lo» A Biblioteca do Instituto Agronômico mantém com a sua revista "Bragantia" cerca de 600 porrautas com outras institi^çõos do mundo (o^nji
moro aumenta de mos para mSs) e consegue obtor assim poriodicos o publicações
que lhe vem da China, índia, Rússia, Bstados Unidos, otc., otc» Basta^escrovor
cartas e solicitar ou propor pormuta que as respostas, concozxiando, não tarda
rão e novos poriodicos o publicações chegam, enriquecendo o acervo da biblioto
ca»
^
Mas, cremos que mesmo os bibliotecários que não possuam nada para oferecer em troca, poderão, escrevendo cartas, conseguir grande volume de mafeerial impresso util para os técnicos do sua instituição» Os m^isterios o as se
cretarias de agricultura, sempre atendem aos pedidos com a maxima boa vontade»

�o bibliotooário dovo auraontar o intorosso pela sua biblioteca^ dar
jaotíoias aos seus consulentes do natorial novo chegado« Isto podera^fazor^o^
ganizando listas bibliográficas mensais que enviara as diversas secções técnicas, e através das quais estas tomarão conhecimento do material bibliograí^
CO novo, incorporado ao acervo de sua biblioteca. Tais listas funcionam bom
e preencherão melhor a sua finalidade quando forem classificadas.
Os pejríLÓdicos quo chegam diariamente à Biblioteca, devem ficar e3&amp;.
postos na sala do leitura em um lugar bem visível. ÊLes devem obedecer na ej
tante do exposição a uma corta ordem; osta podera^sor alfabética, por
proce
dSncia ou ainda por assuntos? esta ultima e çor nos adotada^ pois a consideramos mais interessante. Assim todos os poriodicos do estatxstica, química^,
biologia, botanica, etc., ficarão reunidos. Os técnicos especializados torão
assim facilidade de encontrar tudo o •■que a biblioteca receber sobre sua especialização. Devam os periódicos ficar expostos, durante un determin^o tempo
(talvez tan mes), e depois devem circular através dos departamentos técnicos •
Bsta circulação deve ser bem oriijntada, ou seja, os periodicos especializados
em determinados assuntos, devam ir primeiramente a secção que trabalha e est^
da no assunto. Assim sendo, os periodicos especializados era genetica deverão
antes de transitar pelas demais dependencias circular polo departamento de gg
netica.
Depois que os volumes de periódicos estiverem completos, devom ser
encadernados e entrar para a coleção definitiva da biblioteca.Recomendamos se
ja a colocação das coleções encademíjdas nas estantes tambcan çor assunto.
amos para tal o nosso numero do chamada que será para um periodico de estati^
tica - 310.5 - mais o numero de ordem de colocação na estante. Assim as col^
ções de estatística terão o número 310.5/1 - 310.5/2 - 310.5/3 - 310.5/4 -eta
So tivermos 15 coleções do periódicos especializados em estatística
a ultima coleção tora o número de chamada 310.5/15. Tfaa nova coleção
sora
310.5/16 e^assim^or diante. Dontro das coleções não havora ordem alfabética,
mas isto não tera importancia. Para conseguir ordem alfabética as cole^õesde
poriodicos teriam que sor deslocadas, todas as vozes que uma nova coleção tivesse ^ue ser inserida. Seria isso um trabalho penoso e desaconcelhavel e de^
necessário#
Usando esse número do chamada, o técnico (a biblioteca especializada do instituições devo seç do livro acesso) - tóra todas^as coleções de peid
odicos reunidos; os de botanica serão encontrados ccm o numero
580.5/1 580.5/2 - 580.5/3 etc., os de agricultura com o número 630.3/1 » 630.5/2
630.5/3 - 630.5/4 - etc. Desta forma o bibliotecário poderá dizer de momento
quantas coleções de estatística, do quíniica, de genetica, de botanica,otc.poj
sui e onde se encontram.
Nesta altura devemos falar também na catalogação analítica de poriß
dicos. Pode esta ser feita depois que os volumes estiverem encadernados para
não interferir na circulação ou mesmo quando os periódicos ainda se
acharam
em brochura.
Somos de opinião que ura bibliotecário que tem poucos periódicos
e
coleção pequena deve fazer o ficbamonto analítico das revistas que recebe. No
Instituto Agrononico, conseguimos através da circulação das revistas
pelas
secções, que os prupiios técnicos fichem ou mandem os seus dactilógráfos fichar anoTiti oniT&gt;erite os artigos que acham interessantes para os seus trabalhos.
^
^0 bibliotecário poderá instruir os dactilógrafos das diversas
sec
ções técnicas de maneira que a confecção do fichas analíticas seja feita segundo as regras do catalogação. Sstas fichas dirão aos técnicos quais os trabalhos de que poderão dispor para os seus estudos e que realmente existem na
biblioteca.
Os folhetos tais como boletins técnicos, boletins, circulares, sopa
ratas, artigos reimpressos, etc., devem merecer a máxima atenção por parte do
bibliotecário. Trata-se de um tipo de bibliografia de^divulgação do
grande
procura por parte dos técnicos,pois dão informações sobre trabalhos em anda-

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�Honto-HOS instituiçõos de pesquisas e ostudos quo os públicom. Devo o bibliotecário catologar o classificar dovidanonte.
Cada bibliotoca adota o sou sistoma, nas sompro aonvoin frizar que e
necessário incorpora-los ao acervo o dar conhecimento da sua ^chegada aos técnicos por meio do listas bibliográficas. A catalogação devora ser. foita pelos
autores individuais e tambom pela entidade publicadora, porque o comum pedirem tais publicações pela Iftiivorsidade, Instituto, Ropartiçao goveraamental ,
etc. que as publicou.
Recortes de joraais: - tambán Sste tipo de notícias diárias intere^
sa aos técnicos o cabo ao bibliotecário ordena-los e facilitar a sua consulta
Pode reunir tais recortes on pastas, por assunto ou tambom om ordem cronolog^L
ca ou observar outra arrumação qualquer» Mais adiante explicaremos a maneira
como fazamos a catalogação de tais recortes. Ê verdade que eles perderão^
o
seu valor apos corto tempo, não servindo para efeito do citação bibliográfica»
Podem tais recortes ser então eliminados, mas não obstante o bibliotecário d^
vo trata-los com o interesso que meroccsaii. Tais notícias de jornais mantém os
técnicos a par de críticas, do problemas do momento, notícias de congressos ,
reuniões, calamidades, tais como: goadas, moléstias, otc., quo devastem
as
culturas, etc.
Bn vista do grando número do tais recortes o recomendável que o bibliotecário faga algum registro ou mesmo um catálogo que facilite a sua procu
ra o localizaçao. As fichas poderão ser de papel ou outro material barato.Como tudo na biblioteca, assim tambom a secção de recortes dove apresentar ordem.
Bibliotecas departamentais: - o muito importante que o bibliotocári
o também dS atenção a estas bibliotecas que facilitam o trabalho de pesquisas
dos técnicos. O bibliotocário deve, pois, facilitar a instalação de tais bibliotecas, não se opondo quo os olivros especializados nos diversos assvintos
permaneçam permanontos nossas bibliotecas, junto aos laboratorios. Se a verba
o permitir poderá ele comprar certos livros om duplicata, para que um, fique
na bibliotoca central o outro na departamental. Ê logico que^o controlo dosses livros compete ao bibliotecário, quo sabora através do numero de chamada
na ficha (call nunbor) om que departamento se oncontra o livro. O emprostino
por pessoas alheias ao doçartamento, poderá sor foito dirotomonte na bibliot^
ca dopartanental ou atravos da contrai.
As bibliotecas dopartamenttj^fogem ao controlo osta"£ístico da bibl4
otoca central, mas isto não tem importancia, pois que o nosso lema deve
ser
sempre,^procurar servir da melhor maneira possível aos nossos leitores. Assim
sendo não devemos nunca procurar embaraçar o serviço, mas sim torna-lo o mais
simples 2 J^acll possível.
Fotocópias o microfilmes: - também através dos serviços de fotocépi
as o microfilmes, que se oferecem em diversas entidades, tais como o
Ifaitod
States Department of Agriculture, S.I.C. do Instituto de CiSncias Agrícolas (te
!I\irrialba, que o bibliotocário devo aproveitar o mais possível, tem ôle possi
bilidades de conseguir trabalhos, folhetos, etc., para os técnicos de sua in^
tituição que lhe serão sempre muito gratos. O lema do bibliotecário, sendo sovir ao leitor, deve procurar e explorar todos os meios a seu alcance para teas.
formar a bibliotoca em uma organização viva quo gronda a todos e responda com
a maxlma procisão a todas as perguntas que lhe sao dirigidas»
Será uma satisfação para o bibliotocário ver que os técnicos se dirigem a ele na confiança de conseguir uma solução para os seus problemas múltiplos o do obter,quando mão una resposta,ao menos öma indicação de como e oij
de oncontra-Ia.P^a tal, necessário se torna que o bibliotocário conheça
os
problemas através de conversações o loitura.
Apos tormos foito essas considerações do carator geral, passemos a
tratar da catalogação propriamente dita, tomando por exemplo a biblioteca do
Instituto Agronômico do fetado de São Paulo, em Campinas.

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st er

�TfcNICAS UNIFORMES DE CATALOGAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO, ETC. PARA BIBLIOTECAS AGRÍCOLAS.
Na qualidado do bibliotocário do Instituto Agronomico do Campinas ,
Estado do Soo Paulo,Brasil, quo ó, som favor^algun, a maior e mais importante
bibliotoca espQcializada om agricultura o ciências afins do nosso^paxs tomos
podido obtor, duranto a nossa pratica de corca de 18 anos, oxperioncias
que
nos pormitom dizer algo sobre o quo aqui fizemos, relativomonte a catalogaçac^
classificação, organização do bibliografias o organização do bibliotecas
em
geral.
Quando fomos dosignados para oriontar osta biblioteca nada
havia
que se pudesso comparar a organização do uma bibliotoca modoma. Havia, isto
om 1935j^ cerca do 25 mil volumes que aprosontavom corta organização. A catal^
gação nao obedecia as rogras modernas. Usavam-se fichas de 5* x 8' çara os ay
tores. Estas fichas funcionavam cono utoa ospocio de fichas bibliográficas,pd1s
que oram encabeçadas polo nomo do autor o, em soguida, enumeravam-se os trab^
lhos do mesmo existentes na bibliotoca. Nao se observavam contudo, quaisquer
rogras do fichanonto.
Vimo-nos então, diante da tarofa do roorganizar a biblioteca,seguiß
do motodos modernos, atuaixionte om uso om todas as grandos bibliotecas do muji
do.
A tarefa quo so nos apresentava ora classificar o catalogar os diversos tipos de improssosi quo oxistom como so passa, assim am todas as bibl^
otecas agrícolas, a saber:
1)
'2)
3)
4)
5)

livros (obras)
poriodicos
boletins, soparatas, folhotos
rocortos de jornais
rolatorios anuais, yonrbooks, otc.

Após o ostudo do divorsos sistemas de classificação,rosolvomos ad^
tar a classificação decimal do Dewey que, na parte do agricultura tambon aprg
senta divisões satisfatórias.
Unhamos que escolher, quanto a forma de catálogo, entro o catálogo
dicionário e o catálogo sistemático. Inicialmonte estávamos propensos a usar
o catalogo dicionário^ mas posteriormente resolvemos, por convenioncia, aplicar o catalogo sistemático.
Como deve sor do conhocimonto gorai, o catálogo dicionário, tom por
característica reunir dentro do mosmo alfabeto as fichas do autores individuais do autores corporativos, do colaboradores, do assunto o de título.
Assim procuraremos o autor ANDRADE na lotra A, os assuntos agricultura. arados, abolhas. astronomia, o autor corporativo Arkansas. Agricultura!
Bcporiment Station^ o título _||Aprovoitomos o tompo" na lotra ^ Ao passo que
Fumo. Fei.lao. ■'^amacia. estarão na lotra f, etc.
O catálogo dicionário, se recomenda mais para bibliotecas^gerais,se
bem que, incontostavelmonto, soja de uso mais fácil para o grande publico^pci^
que se assemelha a um dicionário ou a uma enciclopédia, que qualquer
pessoa
sabo manusoar o consultar, visto quo dentro do alfabeto, quo vai da lotra ^ a
^ encontramos todos os conhocimontos humanos, dispostos on rigorosa ordem £lU
fabetica, sondo o consulonte remetido, por moio do romissivas vido o
vide
também para os assuntos coniolatos.
Roquor a confecção do um catálogo dicionário conhocimontos profundos,a oséolha do cabeçalhos devo sor foita com critério rigoroso e as remissj.
vas dovem romotor o interessado para os assuntos correlates, mostrando assim
o que a biblioteca possui sobro os mais variados assuntos o sobre as mais variadas ontradas (cabeçalhos). '

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�Alam disso o catálogo dicionário disponsa os assuntos, fazondo
can
quo o consulonto abra as divorsas gavotas, afim do consoguir as informações do
quo nocossita.
Para oxmplificar; um consulonto intorossado no ostudo anatômico das
plantas oncontrara na lotra R o quo oxisto sobro as raizosj na lotra C sobro o
caulo; na lotra F o quo a bibliotoca gossui sobro frutos, floros, folhas, Doyg
ra, pois, "catar" os dados o informaçoos portoncontos ao mesmo assunto, No ca^
so do uma bibliotoca muito movimentada a consulta so toma, as vozos, bom diíl
cil, tondo cm vista o grando publico, oxistonto junto ao catalogo,
Não quorcsmos com isso diminuir o nórito do catálogo dicionário
quo
roputanos do idoal p^ara uma bibliotoca ^do assunto gorai, om quo so visa sorvir
ao grando publico, E o catálogo dicionário, som dúvida alguma, a forma única
a sor usada om tais bibliotocas do tipo públicas, municipais o outras,
Convom frisar, quo tambom nos, ostanos usando o catálogo dicionário
om nossas bibliotocas rurais quo so dostinajn a consulta das populações do zonas rurais, Gomproondomos porfoitanonto a grando facilldado quo a sua consulta
oforoco ao publico, quo não nocossita do çonhocimonto algum do tocnica do cata
logo para obtor nolo o quo dosoja, Como
afirmamos acima, qualquer
pessoa,
quo conheça o alfaboto, sora capaz do encontrar dontro das 26 lotras, marcadas
nas guias o caboçalho que roprosonta aquilo quo procura, E as ramlssivas,do ca
talogo bom organizado, complotarão as suas pesquisas remetendo o loltor
para
os assuntos corrolatos que elo talvez nem imaginaria consultar ou oxistlran na
bibliotoca, O catalogo dicionário desperta nosno através das suas romissivas
o Interesso do leitor para a loitura de assuntos quo doutra ^lortna não teria a^notado para ampliação dos seus conhocinontos.
^
Rosumlndo podamos pois afirmar, som rocolo do errar que o catálogo
dicionário o ideal o o único recomendável para as bibliotocas do assunto geral
ou soja para as bibliotocas destinadas ao grande publico,
Para as bibliotecas especializadas, quo usan catálogo dicionário, a
dificuldado maior tom sido sompre a não oxistõncia de listae do caboçalhos do
assuntos que satisfaçam a todas as oxigoncias o quo sirvam ospocialmonto
no
nosso caso particular para as bibliotecas do assuntos agirícolas, Existam ótimas listas do caboçalhos do assunto para bibliotocas do assunto geral,tais como: Subjoct hoadlngs da Ilbrary of Congross o do Soarc om inglês o castolhano,
tomos aqui no Brasil a lista do caboçalhos do assuntos do Wanda Ferraz o tambom o Ministério da Agricultura publicou una lista minoografada do caboçalhos
destinada as bibliotecas agrícolas,
^ A organizaçao do catalogo dicionário requer conhocimontos profundos
do sua técnica o listas do caboçalhos de assuntos, quo sejam roalmonto reprosontatlvoe para todos os assuntos, quo ocorreu, o, que são tambom no nosso cam
po do trabalho complexos o ostroltamonte rolacionados a outros campos do ciência, tais como estatística, economia, legislação, matomátlca, química, física,
geologia, biologia, botanica, zoologia, todos os campos das cisncias aplicadas,
etc.
Doçois do temos foi to tais considerações, ^roconhecondo plenamente o
valor do catalogo dicionário, coubo-nos estudar tariben o catalogo slstomatlco
quo o, como o do conhecimento do todos, quantos colaboram om bibliotocas especializadas, a forma do catalogo mais indicada para osso tipo do bibliotecas.
Sabemos, que o catálogo sistomático tom por característica separar
autores (individuais o corporativos) o ass'jntos, oxigindo pois, om grandes bibliotecas dois moveis distintos, A sua organização obodoco a um slstama
de
classificação, Podo-se aplicar o sistona do classificação que mais convier a
biblioteca,
O catálogo sistemático, quo se rocomondn mais para bibliotocas espo
ciallzadas, tom a grando vantagom do rounir os assuntos dentro do una dotormi-

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nada^classe» Assim, aproveitando o mesmo exemplo, actoa menclonaéo, do estudo
anatomico vegetal, reuniremos dentro da classe de botânica o que a biblioteca
possui sobre o estudo de raízes, caule, folhas, flores, flnztos, etc», das pla^
tas*
Não haverá mais necessidade, conforme sucede no catálogo dicionário, de abrir e fechar diversas gavetas. Dentro da gaveta da classe 580 ( usando
Dewey) reuniremos tudo o que possuimos sobre o assunto de botanica, quer sob o
ponto de vista da fisiologia vegetal^ da anatomia, da morfologia ou ainda
da
sistematica» Assim sendo, as Suforbiaceas, Rubiáceas, Amarilidáceas,
estarão
dentro da mesma classe S80, onde encontraremos também os diversos fungos,os 24
chens, etc», enfim tudo que cabe dentro da mesma classe, da mesma gaveta»
Os
autores individuais^e corporativos e os títulos serão encontrados em ordem qTfabetica em outro movei, ou nas grandes bibliotecas, am uma sala adjacente»
Durante os muitos anos de prática, o bibliotecário se
familiariza
com a maneira com que lhe são dirigidas as perguntas pelo público, e, no caso
de nossas bibliotecas especializadas em agricultura, pelos técnicos aos quais
servimos» A pergunta em 90^ dos casos sera: "O que existe na Biblioteca sobre
tais e tais assuntos"? A resposta e fácil, quando podemos mostrar no movei a
gaveta, ondo esta reunido, sob o mesmo símbolo do classificação tudo que existo sobro o assunto, e, tudo que se relaciona com o mesmo, sem que seja necessá
rio saltar de ma gaveta para outra, obedocendo as remissivas "vide" e
"vido
também". ^Tambom para atender aos contínuos podidos do bibliografias, o catál^
go sistemático tom sido para nos do grande utilidade, pois, tambom nosse caso
basta consultar uma determinada classe para responder ao podido formulado
om
carta, ou a solicitação verbal»
A pratica demonstrou que o catálogo sistemático é realmente o mais
indicado para as bibliotecas especializadas pois, quando o consulonte
oxigir
uma bibliografia por autorás, também a resposta será rápida .om vista da ordem
alfabética em que os mesmos se encontram dispostos em nosso catálogo»
Ifcia parte essencial do catalogo sistcMaatico é, como no proprio Dovcy
o^Rolatorio Ijjdex, um índice alfabético muito bem elaborado, que respondo
á
todas as possibilidades de perguntas, que use termos sinomimos o que também i|i
clua TO^ssivas» O índice sendo bem feito,^resolverá todas as questõos^ tomag
do possível a consulta do catalogo, mosmo^as possoas de cultura relativamente
parca, pois, basta conhocer a ordem alfabética e saber ler o numero e procurar
na respectiva gaveta,^ou no respectivo móvel o assunto indicado pelos algarismos» No índice o possível introduzir sempre novas formas, novas possibilidades
do procura, que o bibliotecário atonto vai auscultando junto aos frequentadoros
de sua biblioteca,
^ Apos termos^feito tais considerações, o apos termos posto na balan
ça os pros o contras, o que rosolvomos organizar as obras existentes na bibli^
teca, que conta hoje com corca do 48.000 volumes o que funciona a contento.Quan
do aparocem falhas, estas não são de grande vulto o podem ser sanadas. Rdomo^
soo.
íi.i..{^u2í!y '.constatar que o funcionamento é satisfatório, provando assim
que a forma de catalogo, que escolhamos, preencha as suas finalidades.
A gatalogaçXd
Seguimos a risca as normas de catalogação da A.L.A, Bn casos de dúvida temos gara consulta o "A.L.A. Catalog Rules", que tem correspondido
às
nossas exigências. Para nomes brasileiros usamos as "Normas para catalogaçãocb
impx'essos da Biblioteca de Vaticano" e "Normas brasileiras, um problema na catalogaçao" de autoria de Maria lüiza Monteiro da Cunha. Tfeimbém o "Doscriptive
Cataloging" da Library- of Congross, tem sido para nés muito útil o tem nos aju
dado a rosolver os casos camplicados.
"
^
Usamos fichas 3^ x 5' tanto para autores como assunto» As rogras de
redação de fichas tambom são observadas a rigor.
Fazemos a ficha matriz (main card), que,com a sua "pista"(tracing).

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�indica o desdobramento a sor feito,
guns exemplos dessas fichas»

Para ilustrar daremos mais adiante

al-

O nosso número de chamada (call number) é formado pelo numero
classificação de Dewey e a marca de Cutter (author marc).

do

A colocação, que usamos para os nossos livros, ó a relativa» Pòrto^
to, nas estantes as obras tSm a colocação determinada polo assunto, e não pelo formato, pelo tamanho ou pela encadernação» Deste modo a consulta da prqp^
a estante se toma facilitada» Convém sempre levar em conta que os
técnicos
apreciam muito esta forma do colocação, que lhes proporciona a possibilidade
do roverem reunidos os assuntes, e que toma fácil a solução de questões rápj^
das no proprio deposito do livros, som que haja necessidade de leva-los consigo para as suas secções ou fazer a leitura no ealão, a isto destinado»
Levamos também em consideração, durante a organização da biblioteca
a necessidade imperiosa da existônoia de bibliotecas departamentais, onde ficam as obras bem especializadas, cuja consulta interessa do perto apenas a um
grupo mais ou menos restrito» Conservamos pois, na Biblioteca Central, as obras de carater mais ou menos geral, deixando que as obras especializadas fiquem nas pequenas bibliotecas departamentais do carater estritamente ospecializado» O numero de chamada ^call number) incluirá uma informação convencional, indicativa da localizaçao da obra em determinada secção» O controlo
da
consulta^ de t^s obras, fogo naturalmente a contagem do consultas, o, assim
sendo, nao será possível elaborar estatísticas, que traduzem realmente o mov^
monto integral da biblioteca» Mas, considerando, que visamos possuir uma biblioteca viva, que sirva a todos os interesses^ e que esteja no máximo possível ao alcance dos consulentos, ou so^Ja, aos técnicos aos qüais temos por incumbência servir em suas pesquisas, nao ligando muitas vezes para cortas normas, que çarecom do importancia, quando postas em confronto ccsm a utilidade i
modiata, e que somos de opinião que as obras especializadas devem permanecer
nas bibliotecas departamentais, cuja organização sora idêntica a da biblioteca contrai.
^
Os responsáveis pelas bibliotecas departamentais assinam uma requisição permanente para as obras sob sua guarda.
A consulta das obras especializadas, permanentes, poderá ser feita
diretamente nos departamentos, ou então elas poderão ser solicitadas através
da biblioteca central e consultadas na sala do leitura dosta»
Convém osclarecor ainda, que os senhoros técnicos tom o direito de
conservar os livros, para consulta, em suas secções ou mosmo em casa durante
o prazo de 15 dias, que poderá sor prolongado, na medida do necessário»
Falemos agora na Catalogação propriamente dita.
ÜLssemos acima que observamos em nossa biblioteca as regras do cat^
logaçap atualmente aplicadas nas bibliotecas modernas, roferimo-nos especialmente as bibliotecas norte-americanas.
»
Visto que o tema, que escolhemos se refere à técnica informes do c^
talogação, classificação, etc., do bibliotecas agrícolas, vamos proceder
em
nossas explanações, semelhantemente como o fazoros na qualidade do professor
da Escola de Bibllotgconomia, dando todas as explicações cabíveis e, sem duvl
da, também úteis aqueles que se oncontrtam diante do problema de catalogar os
livros de sua biblioteca agrícola, som possuir, contudo, os conhecimentos técnicos, ministrados nas escolas do bibUotoconomiao
Ja explicamos acima, que usamos e, generalizando, que se usam
nas
bibliotecas fichas 5* x 5* com uma chanfradura quo sorve para fixá-las nas ga
vetas por moio de uma vareta»
^
O catalogador observa nestas fichas margens, entrelinhas e
de maquina»

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espaços

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�A favor da uniformidade dolxam-so em todas^as fichas, no lado 3 entrelinhas vasias. Bstas 3 ontrolinhas wsias existirão, pois, tanto nas fichas
de autor, como nas de assunto e do título«
No lado esquerdo da ficha, em sentido vertical teremos uma
margem
branca que servira para a colocação do número de chamada (call number).
Distinguiremos a Ia» margem, com 8 espaços do máquinas vasios (começar-se pos a escrever no 92 espaço), a Za, margem com 11 espaços, começando- se
no 12C espaço e a 3a» margem com 14 espaços, começando-se no 15fi espaço.
Ea Ia. margam começam sempre as fichas de autor principal, enquanto
que colaboradores, cabeçalhos do assunto, títulos, entram em 2a, margem»
A 3a» margem ó usada ossencialmante para as remissivas, e a
para os tomos vide e vido tainbom.

saber ,

Vamos a seguir proceder- a catalogação do algumas obras, fazendo
as
fichas para catálogo dicionário e também as corrospondentos para uma biblioteca que uso catalogo sistomatico como no caso da nossa aqui no Instituto Agronô
mico do Campinas.
FICHAS E FICHAIIENTO
A confecção de fichas, por qualquer livro, obodocorá sempre a
ordem, a sabor:

mesma

1) Ficha do nomo certo quo registrará em Ia. margem o nome certo encontrado nas fontos de posquisas» Na(s) linha(è) seguinto(s) registra(o) - se
a(s) romissiva^s) quando houvor necessidado do faze-la(s)j isto sucedo no caso
de sobrenomos duplos, pseudônimos, otc»
Três ontrolinhas abaixo registramos as fontos posquisadasiEx»-! o Ia.
Conformo já vlmoSj faz-se a posquisa do nomo certo uma so voz, sondo
a ficha acima descrita, guaí^ada no catalogo auxiliar do nomos cortos, do üso
do bibliotocario, evitando-se assim a repetição do um trabalho moroso, o,
às
vozes bem difícil.
2) A ficha de Casa jPiibljLcadora em que se registra a forma de nome da
Casa Publicadora, a ser usada em todas as entradas da mesma» Ex» - II.
3) A ficha ^ tombo quo ^substitue o livro do tombo» Ê uma ficha que
seirvo çara a olaboraçao do inventario da bibliotoca, contendo todos os
dados
necessários para osso fim, tais comc: data do entrada, nC de tombo (númoro de
ordem de entrada do livro nc. bibliotoca), data de compra, proço, nome do doador o constituição física do livro, quando eomprado (brochura, encadernado).No
verso dessa ficha vai o nö do chamada e o nome da livraria (ou do doador)» Ex.
-III.
4) A ficlm matadz que dosdobrada dá origom as fichas dostinadas
catálogo do público. Ex.- ÍV.

no

5) A £ic^ dg autor (principal, secundário, individual ou corporativo)» Ex»- V - VI - VII - VIII.
6) A ficha do assuntoe Ex»- IX e X.
7) A ficha do sóriq» Er»- XI.
CABEÇALHOS DE ASSUNTO
A oscolha do cabeçalhos do assunto, para o Catálogo Dicionário, con^
tituo um problema bastante difxcil poi'a a catalogação, pois, que o
cabeçalho

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�tora quo roprosontar da manoira mais sucinta possívol o assunto da obra catalo
gada, servindo ao mosmo tampo para alfabetação das fichas no catálogo.Para auxiliar o bibliotecário nesta difícil tarefa existem as listas do cabeçalhos do
assuntos impressos (subjoót heading), ja mencionadas anteriomento.
FICHAS ANALÍTICAS
são fichas que, como já diz o sou nome, analisam os assuntos contidos om uma obra, variando o sou numero por conseguinte, com o numero de trabalhos ou assuntos contidos nela,
FICHAS DE SÊME
ftíla ficha de série o leitor poderá saber quantos o quais volumes de
uma serio, por cuja leitura se interessou, existem na biblioteca. Assim
por
exemplot tendo lido a obra "Saneamento urbano e rural", pertencente à
série
"Biblioteca científica brasileira", poderá pela ficha de série, ser levado
a
ler outros Uvros de assunto idêntico, São duas as possibilidades do se fazer
fichas de série (vide exemplos XI e XII), Na ficha do tigo XI outras obras, existentes na biblioteca, pertencentes a nosma série, serão registrados, observando» se sempre uma entrelinha entro uma e outra,
CATAIiOGAÇlO DE LIVROS
"Saneamento urbano o rural" de autoria do V, M. íhlers o E,W, Stoelj
traduzido por Marcelo Teixeira Brandão, Pertence o livro à séide "Biblioteca
entífica brasileira", série B-III,
A página do rosto traz, acima do título a nota de sério, razão
que o título vai precedido por reticências,

por-

Fizemos as fichas abaixo, pela ordem I e Ia. - Pesquisas de ncmio ce£
toj - II - Nome certo da Casa Publicadoraj III - Tombo; - IV - Matriz? V - Autor (ccm a pista no verso); VI - Colaborador; VII - Autor corporativo; VIII Autor corporativo; IX - Assunto; X - Assunto; XI - Sério (una possibilidade) ;
XII - série (outra possibilidade),
^ Fichas Ia, - II - III - IV - vão para os catálogos auxiliares ao bibliotecário,
^
Fichas V - VI - VII - VIII . IX - X^- XI - XII - vão para o catálogo
do publico, sondo que, no caso de usamos catálogo sistemático, V - VI - VII VIII - U - XIII - vão para o catálogo de autores e IX e X para o catálogo de
assunto,
OBSERVAÇÃO - (^ando uma obra tiver mais de um autor, escrevo-se apés o título
por (ou by, ou von, conformo o idioma on quo o livro estiver escrito) o cita-se a seguir os autores na ordem que aparecem na pagina de rosto,
Se houver mais de 5 autores, citam-se os 5 primeiros somente, escrevendo-se os
tre colchetes [e outros|.
O número de chamada será em vermelho nas fichas destinadas ao catálo
go do público,
""
Es. I

Silers, Victor Marcus, 1884C.B.I.

1938-42

Sigenheiro sanitário
norte-americano)

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�Municip.il and rur.-.l
snnit.-tion

ix. xa.

I
Steél, Sruo-st William, 1893C.B.I.

1938-42

(profosòor de onger)h.?j?ir.
nnanic ipai nortü—araericano.

Ex. Ir.» - vorso

Munioipal and rur-.l
smitction

iiz:. II

Baprensr. n::cional

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(Rio de J^,neiro)

�13

Ex. III
Dat - &gt;. de
Tombo

Dat:; de
entrada

n^' dc: toja
"bo

•í^-21-8-1950
Ehlors, Victor Marcus^ 1364SanoiiEiento urb-.ino c riare-l, por Victor
M. Ehlsrs G Ernest U. Stucl; tr-.dugao de i-inrcelo Tcixcirc. Br .ndr.o.,..
Rio de Janüiro&gt; Inprensr,. ncicional, 1948.
xviii, 459p. ilus.
•.nt::is, 24 er,. (Biblioteca científica brasiloirc., s'rie B-III)
17-8-1950
dportugucs
brochura

Ex. Iii - vorso

628
Eh56s
Instituto nc-cioniil do livro

Fiche, matriz par--, c.-.tálcgo sistonático o seu
desdobramento.
Ex. I\'

628

Ehlers, Victor Marcus, 1S84... S.'ui;-'.riúnto urbrino t luralj por Victor
M. Ehlers o Ern. st Ii. Steclj tradugao de
Marcolo Tuixaira 3r:.ndao,.. Rio do Janeiro,
Inprensa n cional, 1948.
xviii, 459p. i'lus. pl..intuSj, 24cni. (Biblioteca ciontífic-, br.-.siluir
eórie B-iil)

6882
Notas de rodapo.
Kotas bibliogr:'iic:.is do rodapo.
Biblios;r.-.fia nD fi::; dos cppituloc
(vido vorso)
£iX. VJ - vorso

628
628.7
Stool, Ernust Uilli u-i, 1393-^
,colab,
Brasil, Ministü^rio d.;: aducaçao c saiide
Rio de Janeiro, Instituto nacional do
livro.

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�»?nr

T»"

628
Ehlers, Victor Marcus, 1S84-;
2ii56^
• • * Saneamento urbaiio e rural, por Victor
M. Ehlers o Ernest w. Steel; tradução de
Hcircelo Teixeira Brandao... Rio de Janeiro,
Im renea nacional, 194.8.
xviii, 4-59 p. ilu3. plcintas, 24- cir.., (Bibliotecii ciontxiica brasileii-a, série B-III)
Notj.s de rodapé.
Ilot.-.ü bibliográfica de rodi;.p8.
Bibiiogr..v.:.ia no fim dos capítulos.

!
I

Ex. V - verso

6832
628
6r:.'7
Steel,
'p.ll.iyjjij, 1893-^
,colr?,b.
Branil. iiinisteixo ... .-rc j.caçüü ,•
.-íãe.
íilo de Janeiro. Instituto nacional do j.x~
vro.

Ex. VI

'''• &gt;3
628

Steel, Ernest yilliam, 1893, colab.
Ehlers, Victor ilarcus, 1884... Saneamento urbrino e rural, por Viotor li. Ehlers e Ernest V/.__3teel; traduçao
de Harcelo i'eix-3ira Brandão... Fão de Janeiro, Imprensa nacional, 1948.
Notas de rodapé,
Not;,, bibliogr."; icaí; de rodapé.
Bibliogrtifia no fi;.i dos capítulos.

Sx. VII

620
Sh56
®

Bro,sil. i-iiniütério d;,, educayao e saúde
Ehlers, Victor 1 Marcus, 1684-... SanecJnento nv^^ario e rural, por Victor !L Elilors e Ernest V/.^Steelj traduçao
de Marcelo Teixeira Brandao... Rio de Janeiro, Imj-rens.:! nacional, 1948.
x\''iii, 459p. ilus. plantas, 24.cm (3iblio-oeca científica brasileira, série B-III)

/
Notas de rodapé.
Notas bibliográficas de roOujvé.
Bibliografia no fim dos capítulos.

5

6

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|ll
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�4.?

Ex.
I

VIII
,

f
628
Sh56^

Rio de Janeiro. Instituto nacional do livro
Shlors, Victor Hí. rcus, 1384... Saneamento urbano a rural, ■ or Victor
M. Ehlers e .^rnest 'í, ütoelj traduçao de
Ilai'celo Teixeira 3r;:.ndao... Pdo de Janeiro,
lar rent::! r-acional, 19AS.
xviii, 4-59p. ilu3. plantas, 2Á.Ciã, (Biblioteca científico, brasileira, série B-III)

'
j
i
j
;

Notac3 üe rodapé.
Kotfis bibliográfic-it' de rodapé.
BiblicgTtJia no fim doa capítulos.

Ex. IX

628
Eh56^

628
Ehlers, Victor i-iarcus, ICS-Í.... Sansamento ui-bano e rural, por Vi,.tor
M. Ehlers e Ernest Vi. Steslj õraduçao de
Marcelo Teixeira
.. Rio de Janeiro^
Iraprenaa nacional, 194ò.
xviiij A59p. ilus. plantas, 24cm. (Biblioteca .científica brasileira, série B-IIl)
Notas dfe rodapé»
Not;:£; bi&gt;:lio^;;Taficas de rodapé.
Biblicífrafia no fiai dos capítulos.

i

Ex. X

62S
Eh56^

628.7
Ehlers, Victor ikirc-ues, 1884-... ianoúüiento urgano e raral, por Victor
K. Ehlers e Ernest V/. Steel; traduçao do
Marcelo Teixeira Brandao».. Rio de Janeiro,
Imprensa nr.cional, 1948.
x\''iii;; 459p. ilus. plantasj 24gsí. (Biblioteca oiei^tífica braeilaira^ série B-III)
;íot::s de ro^-?apé.
Notas bib?iográficas de rodapé.
Bibliografia no fim dos capítiilos.

Ex,. XI

623
Eh56

Biblioteca científica br.:.siieira
Saneamento urbano e rural, por Victor M,
Ehlers e Ernest
Steel

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lí

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�.16
Sx.

623
Eh56

XII

Cientifica bi^.. sileiva
Ehlers, Victor r^rcus, lôô4.... Sansunento uro.'r;o e rural,. ■ or Victox*
i'i« ii/iilers Ö Srnest &gt;.'♦ bteoj.: tradução ds
i'iarcelo Tei:.:äir . 2ran'...ao.,, íiio de Janeiro«
Imprensa n.-.cioriíilj, 1948.
xviii;, 459p. iliis. pL-ntaS; ?4.gk, (Biblioteca científica br -sileira,, seri.í B-IIl)
Kotaü de ro ape.
Notas bibliográficas de rodapé,
Bibliogr-íia no fia dos ca^'iVjloii,

sultante

^icionurio com

fioha. de assunto rä-

do oaxilcsfäwüo'j!'"'

idéntioas
Ficha

628
Eh56

matris

Ehlers, Victor Marcus, 1ÖS4.• •• oaneo.mento urbano e rural^ poi'' Victor
M» iiihlers 3 üirnest
Steslj tradução do
Ka. oelo Te.LXsira Brancicio,,, .Rio de Jaxieiro,
lüíprensa Nacional, 19
xviii, 4-:;9p» iluü. planta a, i-í-cni, (Biblioteca científica brasilsira, scíi-ie 3-III)

6882
Nota;.; de rodapé.
Notao bibliogrc'ficas do rodapé,
no fim dos capítulos.
(vide verso)

Verso

Engenhariõ. sanitária
Steel, Eraest William, lö93-_
Br.':tSil. Ministério da Gducí.çao e saúdõ
Rio de Janeiro. Instituto nacional do livro

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�17

Ficha de assunto

628
Eh56

Engenharia sanitária (ea vermelho)
Ehlers, Victor iiarcua, 1ÖS4.... Sanaaiaento ■ai'bdno 3 r^oralj } or Victor
M. Ehlers a Srneüt y. Steel; tradução de
Marcelo Teixeira Br.. nd;:.o... Rio de Janeii'o,
Imprensa nacionalj 194Ö.
xviii, 4-59p. ilus. plantas, 24.cin. (Biblioteca científic-, br&lt;;-.sileira, ssrie B-III)
Notas de rod.:Lpé.
NotiS bibliográficu:^ de rodapé.
Bibliografia no fiir. dos capítulos.

Fichaniento de Separata
Ficha I (ficha matriz)

22798

Babcoclc, i'rnest Brovn, 1Q77Gonetic evolubionory processes in Grepis,
by E. B. oabcockí G.L, Steobins Jr. and J. A,
J anlíina.
p.337-363&gt; 2ícm,
Separe-ta de The iiraarican natui'alistp v.76;
July-.iug-ust^ 194 í.
Bibliografia p.3ó'^-3ó3.
583.552
Stebbins, George Ledyord (jr.), 1906j
co-lab.
Jankin'.';^ Jíanes a
í
í colab,

Fich.;. II (a-ator)

22798

Babcock, ^nast Brown^, 1877Genetic evolutionary processes in Jre; is,
by E. B. Babcock, G. L. otebbins Jr. and J.
A. Jenkins.
p.337-363, 24ca.
3e7arcj.ta de The .-jíerican rür.turalist, v,7d&gt;
July-iii.iâ-ust, 1942.
Bibliografia p.36-2-363.

Ficha II - verso

22798
583.552
Stebbins, C-eorge Ledyard (jr.), 1906colab.
Jenkins, Jants A
, 1904, colab.

cm

1

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�IS

Ficha III (assunto;

22798

563.552
Babcook, iHrnsst, Brovn, lö77Genetic evolvi.tionary prooe^ses in Crecis,
fcy E. 3. Babcock, G. L. Stebbins Jr. indj.
A. Jenicins,
P • 337-3Ó3 j 24-cn:. \
Sep^r.-.ta de The iimerican naturellst. v,7ó,
July--.ra^Tistj 1942,
Bibliogr&gt;.fia po6^2-3d3.

?iiJh:V IV (colabori.dor)

22798

Stebbins, George Ledyard (jr,), 1906Golab.
Bubcocjc, üJrnetst Brown, 1877Genetic evolutionary procetiaes in Crepis,
by E. B. Saocock, G. L.'Stebbins Jr, ::nd J,
A. Jenkins,
p.537-303, 24.cin,
Separc-.ta de The j^ej:icr.n natux'. list, v.765
July-August, 1942.
Biblio.;,;rcti ia p, 36. •;-363.

Fichti V (colabori.dor)

22798

Jen]:ins, James
, 1904., colVo.
Babcock, f)rnEõt Brov/n,- 1811Genetic evolutionary processes in Grep.:.s,
by E. B. Babcock, G. L. i-tebbins Jr. and'j.
A. Jenkins.
p »337-363, ZU cri.
Separat..^ de i'he -f^merisan naturalis*, v.7ò
July-.iugust, 1942.
'
Bibliografia p.362-363

NOTa;

■a3&gt;:-.r catálogo dicionário o número 533-582 eerá subst-xtaido pelo cabc-çalhos Grepis-Genética.

CATÁLGGaÇIO DS FERldDI..03
Os p©rx(5dicoã ocupam m lui^ar de dsbõaque ea nossa Eibliotecu, assi
.m

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i&lt;

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�como an todas as bibUotocas agrícolas» Todas olas rocoban por assinatura
ou pormuta um grondo número dôles» Os periódicos são o tipo de publicação
bibliográfica proferida pelos técnicos, pois, elos os mantém a par
das
novas descobertas,das pesquisas em andamento e dos últimos resultados obtidos. são também um importante veículo do intercâmbio entre os cientistas
do todos os países do mundo» ißdas as bibliotecas, quer especializadas ,
quer de assunto geral, recebem tais publicações em maior ou menor escala.
A nossa biblioteca recebe cerca de 600 periódicos de tSdas
as
partos do mundo» São elos redigidos nos mais variados idiomas e versam igualmonto sobre os mais variados assuntos.
Bn vista do lugar do destaque, que ocupam em nossas biblioteca^
merecem eles também um tratamento todo especial, desde o momento om
quo
chogam»
Como e sabido, ossos periódicos tom osta denominação polo fato
de sorem publicados com regularidade, podendo ser menscds, bimensais. semestrais, anuais, semanais, etc.Chegom om brochura, na forma do fascictüo^
e devem ser registrados provisòriamonto em uma ficha que, com os dizeros
imçressos, poderia ser generalizada» Juntamos por osta razão um exemplar
a este nosso trabalho» O registro o feito a tinta, para apressar o sorvi
ço.Os números rocem-chegados devem ficar expostos de preferencia durante
um mes om uma sala especial na biblioteca» Ficam numa estante adequada,em
lugar bem visível afim do quo todos os técnicos possam tomar^conhocimento
dos novos numeres chegados» Durante o período do exposição não circularãc^
o não poderão ser emprestados.
^
Depois^dôste mes de exposição, deve-se cuidar da circulação dos
periodicos através de todas as secçõos técnicas» Devo-se observar, contado, uma certa ordem na circulação, que poderia sot a seguintoi as revistas ospecializadas^dovom ir, em pidmoiro lugar, às socçoes que tenham
a
mesma especialização do assunto do periódico» Assim, um poriodico do goi^
tica devora em primeiro lugar, transitar pela Secção de Genética, permanecendo aí por um período estipulado, doamos um mos, para em seguida circu
lar pelas demais secçõos da instituição, sem contudo, obedecer posteriormento e^uma determinada ordem» Ifcia revista especializada om fitopatologia
dpvo, logicamente, primeirononte ser remetida à Socção de Fitopatologia,e,
somente posteriormonte, aos demais dopartamontos.
^
A circulação dos periódicos podo ser, alem disso, orientada pelo proprio bibliotecário^ que, modiante uma lista de todos os periódicos,
recebidos pola instituição, registra as preferencias dos senhores técniocs
pelos diversos assuntos neles contidos.
I
Depois de terminada a circulaçao, devem os periodicos ser reco
lliidos em^deteimnadas caixetas ate que o volume esteja completo, tratando-se então de encadomá-lo, em seguida o que, figurará na ostanto junto
a respectiva coleção»
Os volmies encadernados figurarão em outra ficha, especialmente
confeccionada para tal, de maneira que a qualquer momento o bibliotecário
esta habilitado a informar o consulonta sobre quais os volumes completos
que possui da coleção e quais os números em brochura, em forma de fascícu
los.
Depois de encadernados, deve o bibliotecário tratar do fichamon
to dos artigos contidos no volume, Ê este um trabalho que requer muitotm
po, mas e, sem duvida uma das tarefas mais importantes»
Terá ole que fazer fichas analíticas çara todos os assuntos,que
terão que ser classificados para figurar no catalogo» Faz-se fichas de au
ter, colaborador e de assunto, não havendo pois, necessidade de ficha matriz (main card)»
Daremos a seguir um exemplo de uma ficha analítica.

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63Ú.5/57
56S4.53
1938

íiusomus, .i5
R
Quality studias in tho whoat-brc-;eding
progr-jun: at tho Hinnesot.-^ agriculturd exporinontul st.-.tiorj, by E. R. aus .ânus,
C. x-iarkley, C, H. Bniloy jo outros j
(In JoMT. .igric. Roa. 56s4.53-4ó4-A930)

I - vorso

633.11
M:irkloyj M
Bailey, C

oolt^ O 9
jcolaci

H

.•-1n colaborador

Markloy, M
G
,
, colab,
Áusonus, E
R
C^ality studiös in the whea,t-breeding
prograa dt the Minnesota agricultur&lt;»l oxperiffiont Station, by 3, R. Ausonus, M, C.
Markley, C. II. Bailey je outros j
(in Jour, Agric. Res. 56;4-53-464., 1938)

630,5/57
Í6;A53
1938

III - Ficha do colaborador

630,5/57
56,453
1938

Bailey, G *
H
.
, colab.
Ausonus, E
R
Quality studiüs in tho whoat—breoding■
progran at tho kinnosotc. i'..~ricultural oxporii:ient Station, hj E. R, Ausenus, M. C.
Mar t:ley, G. H. oailey je outros j
(In Jour, Agric. .ies. 5ó:.453-464, 1938)

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�IV - Ficha do assunto

630.5/57

633.11
Ausomus, E
R
Quality studies in tho whoat-broodirií
program at the Ninnosota agricultural
oxporimant stution, by E. R. Ausomus,
M, C. Markloy, G, H. Bailoy jo outros|
(In Jour. Agric. Ees. 56i453-464,
1938)

NOTA: No caso do catálogo dicionário o númoro 633,11 sorá substituído polo caboçalho: TW.go - Melhoramento (om vormolho)
Sste mesmo tratamento dove ser dispensado a todos os trabalhos pu
blicados om periodicos.Bem om breve ficaremos plenamento compensados pelo
nosso trabalho,verificando com que satisfação os técnicos se servirão dostas fichas analíticas,que serão colocadas no catálogo geral,
^ Não o necessário acentuar como são úteis^estas fichas analíticas
do periodicos para a confecção do bibliografias sobro os mais variados assuntos.
Sosm dúvida alguma, valo a pena o bibliotecário fazer este traba lhe que dara maior importancia o maior valor a sua biblioteca o à sua orga
nização,
NtiMíJRO DE CHAMADA PARA PERIÓDICOS
Vamos explicar o númoro do chamada que colocamos ao lado da ficha
analítica e que em nosso caso é:
630.5/57
56:453
1938
^
Podemos afirmar^com satisfação,que o mosmo o de nossa autoria
que ale^vem funcionando as mil maravilhas,tendo dado uma solução plena,
colocaçao dos periodicos nas estantes,reunindo-os por assunto,

o
a

Ê sabido que a colocação das coleções de periódicos representa um
problema nas bibliotecas,Alguns costumam colocá-las por odaa alfabótica,ou
tros por idioma, ordem de entrada, etc.
""
Os sistemas ato aqui aplicados, dispersam os assuntos,O ideal om
nossas bibliotecas e reunir os periodicos do modo quo todos os periódicos
de quxnica figuram juntos, os de física igualmente,os de biologia,os de i!\e
dicina^ de engenharia, de agricultura, tombam devem ficar reunidos. Assim
sendo o Bibliotecario,pode a qualquer momento conduzir o interessado às e^
tantos e mostrar-lhe onde se encontram todas as coleções sobro um determinado assunto,
^
RôsolveUí-se esto problema com o nosso número de chamada,que serve
alem disso,para dentro de poucos segundos,localizar qualquer trabalho dentro de qualquer periódico,
^
^ Procedemos da maneira seguinte:A divisão do forma Dewey para per^
odicos o ô5,Assiii um periodico de agricultura o 630.5,Sorvimo-nos
para
classifLcortados ospotlodlcosospocializados no assunto agricultura,
e

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lí

�damos a cada coloção ainda os números 1, 2, 3, 4, 5, otc., soparados do número Dewoy por um trago transversal,.
Vamos dar a numeração do algumas de nossas coleções do agricultura:
Agricultura cololiale
Agricultural Journal - Barbados
Agricultural Journal - British Gayana
O Campo
O Fazendeiro
La Hacienda

630.5/1
650.5/2
630,5/3
630.5/34
630.5/48
630.5/52

a a coloção de Journal of Agricultuz'al Research tom o número de
630.5/57.

chamadax

A nossa última coleção do agricultura é o periódico "Mundo Agrícola"
quo leva o número: 630.5/207.
Dosta forma todas as 207 coleções de periódicos sobre agricultura Q
cam reunidos, encontrando-se em nossa biblioteca uma aô lado da outra»
^
Ifin novo periódico sobre agricultura quo entrar na biblioteca terá
numero de chamada. 630.5/208, otc.

o

O mesmo processo usamos para todos os outros assuntos. Os periódicos
do física levam o número do chamada 530.5/1, /2, /3, etc., od de química
540.5/1, /2, /3, etc. Ê fácil imaginar a organização de nossa socção de revi^
tas. Podemos, a qualquer momento responder quantas coleções de cada
assunto
possuímos.
Modianto o número do chamada, quo está no exemplo da ficha acima
o
sorvento da biblioteca ou o próprio interessado vai à coloção 630.5/57,
que
o o "Journal of ^Agricultural Research", retira o volume
o o abro à página
453 o encontrara o trabalho dosejade, dentro do prazo do poucos segundos.
^ Quem estiver consultaMso catalogo nao tera necessidade do copiar o
nome, as vozes extenso do periódico, mas basta anotar os números do
chamada
fazendo uma lista dos mesmos, o procurar os diversos volumes das coleções
e
abri-las nas páginas exatas, onde se encontram os trabalhos en que estiver ijn
toressado. Juntamos ainda no número do chamada o ano correspondente ao volume
para os casos om que no dorso do volume encadernado somente so oncontre esto,
faltando, pois, o numero do volume ou tomo.
O funcionamento do número de chriiada (call numbor) ó perfeito, do ma
neira que podemos rccomondá»lo, se bom quo soja "lia verdadeiro ovo de
Colc^
bo".
A seguir falaremos da catalogação dos boletins, circulares, separatas, etc., que também forma uma parto importantíssima om nossa biblioteca.Catalogamos qualquer folheto, mesmo qiio tojiha aponas uma ou duas paginas,fazendo fichas para o autor^ para os colaboradores, para as entidados responsáveis
o ainda para o(s) assunto(e).
Tomos já em nossa bibHoteca 27.000 boletins, otc., catalogados o ri
gorosamente classificados no cat-a],ogo. A sua colocação na estante ó fixa, seguindo a ordcOT. cronológica ou soja do 1 ao infinito. Para maios? facilidade oe
locamos entro os boletins, etc., quo recebo, todos uma capa uniforme de cart^
lina, guias na ordem do 100 m 100. A procura ó assim facilitada, tornando-se
asslix rapidíssima.
Adotamos este sistema, porque foi a molhor solução, pois sondo
boletins geralmonto muito finos, nãc porariam om pé ao lado dos livros do
gual assunto.

os
i-

A técnica de se rounir os bolotins, etc., em caixetas ou oncadomá-

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^Scan

�los Gm volumos do assun'to^ dovo sor dosprozada^ pois^ quo assim não podon sof
consultados individuateonte»
Nesta altura, convém mencioncir, que fazemos mensa3jniOTite iiw« bibliografia classificada (mimeografada) que registra^as^novas publicações cataloga
das na biblioteca* Ssta bibliograjKLa e enviada a todas atí secções
técnicas
que ficam assim inforaiadas sobre tudo e que a biblioteca acaba de receber.Sor vem tais listas ainda aos senhores técnicos para a confecção das bibliografir
as sobre os assuntos do sua especialidade» Para melhor orientação estamos jtuj
tando uma dessas listas em aproço.
Para catalogaçao do boletins, otc*, veja-se os modelos abaixos
Catalogação da Circular 650 da IMiversity of Illinois: Ladine clover
in Illinois, por R» F» Puelleman.
^^Fizemos primeiramente a matriz (1) - dispensando todas as outras quo
todos ja conhecem. - pesquisa de nome certo foi negativa. Não se conseguiu oísi
pletar o ncano do autor. Deixamos, pois, 6 espaços de m^uina entre o R e
o
F para completar o nome logo que seja possívol.
"
Convém esclarecer que para nomes estrangeiros se deixam 6 espaços va^
sios e para os nomes nacionais e pojrtuguoses 8.
Pela pista sabemos ^ue teremos do desdobrar a matriz (1), fazendo
4
fichas para o catalogo do publico, a sabor: a de autor (II) - a do assuntoClEO
a de autor corporativo: Illinois. Ifalvorsity, Coli-oge of agriculture (IV) - a
de autor corporativo: Illinois. Bctension service in agriculture and
home
oconojnlcs (V).
A ficha I se destina ao catálogo de matrizes (auxiliar do bibliotecário) o as fichas II - III - IV - V ao catálogo do público.
Ficha I (matriz)

22799

Puelleman, R
F
Ladino clover In Illinois.
Urbana?
IMlvorsity of Illinois, 1949.
|l2|p. ilus. 25c,.
(Circular, 650)
635.11
Illinois. Uhiversity. College of agriculture.
Illinois. Sctension service in agricul
ture and homo economics

Ficha II (autor)

22799

Puelleman, R
F
Ladino clover In Illinois.
Urbana,
Univorsity of Illinois, 1949.
|l2|p. ilus. 25cm.
(Circular, 650)

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�íloha II - vorso

22799
633.S1
Illinois. Univorsity, Collogo of agricultura.
Illinois» Bctonsion sorvico in agricultu^
ro and homo acononics
Ficha III

22799

(assunto)

633.31
FuoUoman, R
F
Ladino clovor in Illinois.
Urbana,
Univorsity of Illinois, 1949.
|l2|p, ilus. 23cm.
(Circular, 650)

Ficha IV (autor corporativo)

22799

Illinois. Univorsity. Collogo of a-^'
griculturo
Fuellonan, R
F
Laxiino clovor in Illinois.
Urbana,
Univorsity of Illinois, 1949.
Il2lp. ilus. 23cn.
(Circular, 650)

Ficha V (autor corporativo)

22799

Illinois. Sctension sorvice in agriculturo and homo oconomics
Fuollonan
Ladino clovor in Illinois.
Urbana,
Univorsity of Illinois, 1949.
|l2|p. ilus. 23cn.
(Circular, 650)

NOTA: No catálogo dicionário o numoro 633.31 sorá substituído pelo
cabeçalho Trovo (om vennolho)
^
Taremos agora do tratar do serviço do recortos de jornais, que tanw
bom roprosenta uma bibliografia que deve sor colecionada om pastas do cartoüi
na# Colocamos os recortes sobro folhas de papol, quo são colecionadas e numeradas do 1 a quantos couberem em uma pasta. As pastas tambám recebam numoragao como se fossem volumes, assim temos pasta 1, 2, 3, etc.
O ni^ero de chamada, que também nao falha, sorá fonnado pelo numero
da pasta e numero da pagina om que so encontra o trabalho. Assim p. ex.l3:10£i
significa, que o recorte em questão se ecnontra na página 105 da pasta 13. As
fichas de recorto formm um catálogo a parte, não sondo incluídas no catálogo geral dô livros, boletins, poriodicos. As pastas são colocadas em
im«
estante distinta. Como o sabido os artigos publicados om jornal não são registrados em bibliogr^ias, mas são, contudo, procurados por cartas polomicas
ou para^orientar os técnicos relativamente à realização do congressos ciont^
ficos, a roclamaçoos, problomas agrícolas do país, etc.

cm

1

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l.
!

�23:105

Café . Sombroamonto
O sombroamento dos cafozais a opinião da
Comissão do £afQ da Secretaria da Agricultura de são Paulo.
Recorto do O Estado de S.Paulo, 4/5/1949,

66:9

Banana
No Instituto agronomico de Campinas: a in-'
portancia que so da as frutas tropicais:
coqueiro, banana, bauMlha^ craveiro da
índia o outras especiarias: o estudo da
banana em particular, dados interessantes.
Recorto do A Gazeta, São Paulo, Il/l2/l949.

A
NOTA: Este recorte ainda comporta fichas encabeçadas polos caboca
lhos: Coco da Bahia. Baunilha o Cravo da índia»
^Yeecbooks, anuarios, annual repor'os, nos os reunimos nas estantes u
sando o numoro do chamada para agricultura 630.58/1; 630.58/2, etc., como os
periódicos, separando-os, portanto daquelos. O mesmo número tambom o usado pa
ra formar o numoro do chamada na ficha, assimj 630.58/15
~
...
,
1938:680 significa que o tra».
balho ^ apreço se encontra na pagina 680 ao yearbook do U.S. Doportment
of
Agriculture, correspondente ao ano do 1938, cujo número de coleção o 15.
Dowey

ainda um assunto quo diz respeito à classificação

de

A CLASSIFICAÇSo 2M BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS
As bibliotecas ospociaHzadas-servom a consulentes que possuom um elevado grau do cultura. Vem elos a biblioteca com um propósito bom definido,com
um programa detalhado bom elaborado, necessitando em vista do sou tampo escos
so, do informaçoos rapidas do possibilidades de consultas fáceis.
ê, pois,
o mais perfeito
cioso^ descendo
los toraicos ao

necessário quo o sorviço do catalogaçao e classificação soja
possível. O índice do catalogo sistonático deve ser bom minuaos mínimos dotalhos, de maneira quo responda a perguntas pebibliotocario, ou soja a um catálogo e uma instituição agronô

+ Pergunta
sera
bem espocifica,
biblioteca
sobro o
mosaico
da cana do
fé? - sobro os^cramosomJ.os do citrus?
sobro a adubaçao verde do mamoeiro? -

talvez
sentido:
que possui
ã
açúcar?noste
- sobro
o bicho"Omineiro
do ca- sobro a composição quínica do cacau?etc.

O técnico necessita dessas^informações para os seus trabalhos em anda^
mento, ou para a citaçao bibliográfica ou ainda para dar iri'ormaçõa3 a consulen os formulados em cartas ou para a realização do roímiÕGs técnicas.
^ Não lhe interessa, pois, sohor o que a biblioteca possui sobre
mamoGiro, citrus, cafo, algodao, otc., em geral, mas procura
um detalhe todo especial rolativamonto a ossas plantas cultivadas*
O bibliotocario devo fazer ossas subdivisões om sou

Digitalizado
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^Scan

catálogo.

nann
ele
Mos-

�no nas estantes os livros devem estar colocados de m^eira a reunir em gru
pos as obras de cada assunto especial« Assim no catalogo, na parte rafe rente a café, p» ex«, deva ser possível ao consulente localizar ime^cAan^
te o material bibliográfico existente sobre: análise química do cafa, botg
nica do cafeeiro, adubação do cafeeiro, moléstias a pragas do cafoeiro,prâ
paro do cafe, ate«
Bicaminhando-se o técnico as estantes, que córtamente serão da
casso livre, deve ver reunidas nalas as obras que varsam^sobre c§da qual»
daff^'subdivisões acima« Assim todas as obras que versam sobro botânica
do
cafa, ficarão reunidas, igualmonta as qua vorsaram sobra as molostias, pr^
gas, preparo,análise quími ca, ate«
Estas subdivisões não as encontráramos na classificaçao
decimal
da Daway, que é, som dúvida alguma, a mais usada entra nos nas bibliotecas
agirícolas e de outros assuntos técnicos.
Caba, agora ao bibliotocário responsável pelo ban funcionamento da
biblioteca procurar uma solução. Devo ela descobrir uma maneira de subdi^^dlr 08 assuntos no seu catalogo a também nas estantes«
Ba nossa biblioteca tambom sa nos deparou a necessidade de oonsa&gt;
guir subdivisões« Rroblema este qua surge para todos os colegas que traba^
lham am bibliotecas especializadas«
A seleção não a difícil, .tomando-se mesmo simples,füncionando a.»
letn disso plenamente«
Fomos obrigados a fazer uma extensão no sistema de^Dowey que po^
rá ser aplicada a todas as culturas, tomando-sa assim mnamonica«
Vajamos o qua fizamos e aproveitaremos para axamplificar a ^cultura do cafe que representa para o Brasil a mais importante a responsável pg
Io nosso bom estar oconcanico.

nifica:

O número qua Doway escolheu para cafe a 655.75 que, analizado si£
GOO
Ciências puras
650
Agricultura
655
Culturas especiais
655,7
Plantas alcalóides
655.75
Café

Êsta niínero 655«75 teria que ser o número para um livro quo trato
oxcluslvamante da historia do café çara outro que descreva sua cultura
o
tratos culturí3ls, outro qua vorsa sobre a tecnologia química, outro
cujo
assunto especial o molastia.s, outro que falo de pragas, etc«
Usando apenas osta número não taramos, separados nem no catálogo,
noa tão pouco nas prateleiras o assunto cafa pelas subdivisões acima menci
onadas«
Para consoguir äste intento elaboramos a extensão abaixo:
ESTíJíSCBS APUCÁVETS X todas as CULTüRAS b grifadas para
DÜJíItüiíCli-IiAS DO Nt^SRO DE DEWET
A extensão é a seguinte:
1 Br&gt;tn^^

2 Gonotlca

5 Cultura

1
2
5
4
5
6

1
2
5
4
5 Citologla
6

1 Solo

Sementes
Raiz
Caule
Folha
Flor
Fruto

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^ Ijvardo
S Adubação-&gt;2iorganica
^ 3)qujüiiica
5 Semeação a plantio
4 Irrigação

�5
6
7
8
9

7 Fisiologia
8 Sistomática
9

7
8
9

4 Analiso química

Astronomia

1
2
3
4
5
6
7
8
9

lüstatística
CoEiorcio
Importação
iüxportação
História
Geografia
Legislação

Raiz
Gaulo
Folha
Flor
Fruto
Fibras

8 Tocnologia
Golhoita
Amazonanonto
Beneficianonto^
Industriali zação
Glassificação
Maquinas

Raiz
Gaulo
Folha
Flor
Fruta
no Amazon

Cmbato a orosao
Rotação do cultura
Poda
íhxQrtia
Sombreanonto
Moléstias
Raiz
Gaulo
Folha
Flor
Fruto
no Armazém

9 Rolatórios
1 do viagoEi
2 Anuais
3 Gongrossos e Gon«
4
(foroncias
5
6
7
8
9

Para oxomplificar o sou funcionamento damos o uso dos números para ai
gimas culturas»
«
'
Sompro grifamos a nossa extensão para nao ontror om conflito ccju o njí
noro de Dewey.
Gafg e 633«73 ^
Botanica do Gafe - será
Gana do Açúcar - sendo^
Botanica da Gana de Açúcar
Botgnica do Algodooiro o
Botanica do Trigo ó
A Fisiologia do Gafeeiro será
A Adubação do Gacau e
^
A Adubação das Laranjeiras o
A Adubação do Arroz

653,731
633,61 - teronos
633.611
633,511
633.111
633.7318
633.72^
634.31^
633,18^^S •" etc.

oxeE&gt;&gt;
Mediante o uso dessa Qossa extensão, consoguinos reunir, por
pio, na^estante, onde se encontram os livros sobro cafe, todos que versan sobre Botanica do Gafe, todos quo versam sobre Gultura do Gafo, todos quo dizem
respeito ao Preparo do Gafe, etc., etc.

Outra solução será encontrada subdividindoésso o assunto no catalogo
por neio de guias, subdivisões essas que também se apligam a todas as culturas
e que são as seguintes: Adubação, Análise, Quomica, Botanica, Comício, Gultuf
ra, ífconomia. Genética, Moléstias, Pragas, Tecnologia, Diversos. Todas
essas_
subdivisões podem ser'noyamente subdivididas como p» ox, - na Adubaçaot-Aduba^
ção Vorde - Adubação Organica - Adubação Química - Botanica - Anatoiaia - Fisiologia - otc. As guias podem apresentar cores várias de maneira quo sera fácil
distinguir classes, sub-classes e subdivisões, vcsnos ilustrar o que foi
dito
acima usando a cultura do cafe como exemplo (anexo 1).

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1

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an
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�.System

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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gentilmente por:

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3

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- JL3^LJ

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20

��PHirßIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTRCONOMIA

Conslderaclones que ofrece el probietna de
Ia catalogacion desde el punto de vista de
su ensenanza
por
Q. F. Marta S. de Schelner

FE.Ö
^-^0 Paulo
í". t? 3 W
l'O-Cjto

Cf
í. Pt
v.2&gt;

Recife
195h

-4*

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-gentilmente por:

I Sc a n
st e m

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i&lt;

19

20

�T.-t
r

CONSIDERACIONBS QUE OFRíCS SL PRDBLMA DE
LA CATAIOGACION DESDE EL FUNTO DE VISTA DE SU
aíSífÍAÍJZA
Tese

Bibliotecária y Q. F. MARTA S. de SCHEINER
Profosora de •'Catalogaci.DM y Clasificación" (ir. y 28 curso)

Estamos los bibliotecários latinoamericanos abocados
nente al estúdio y aplicacion de Ia catalogacion simplificada.

seida-

Unos Ia aceptan con entusiasmo, otros tienen ciertas reservas, temores frente a los nuevos problemas que esta técnica crea indudablemente•
So publican y publicarán muchos trabajos que onfocan difo»
rentos facetas de Ia catalogacion descriptiva, pero aun no honos
tenido
conociniento de que bibliotecários dedicados a Ia ensenanza do Ia catalogacion hayan tonado posicion frente al problema que ella nos crea en este
aspecto.
Sn Ia Escuela do Bibliotecnia de Ia Universidade de Montevideo, Uruguay, al plan de estúdio abarca dos ciclos de un aíio çada uno
y
hasta el^momento actual de han separado estrictanente ambos sistemas do&lt;s
talogacion; Ia catalogacion do portada ostá incluída on el ler. ano| ?Jla
catalogacion descriptiva corresponde al 22 ciclo.
A prinera vista esto parece lógico y razonable, pero a poco
que Io analizQEios, nos daromos cuenta do que esta separacion es motivo do
asombro en el aluranado y dificultades pedagógicas para el profosor.
Con los aluiunos de ler. ano no hay grandes problemas, aunque
cabe çreguntor para que estamos ensenondo p. oj.,"... cuando Ia fecha de
edicion no aparece on Ia portada, sera registrada entre paréntisis,aunque
soa Ia dei copyrigt,,.", si luogo on ol 22 ciclo se coloca Ia fecha on sU
sitio, cuando aparezca dentro dei libro, oliminríndo los paróntesis angulares, pero se excoptua si aparece en Ia cubiertaj ontonces se pone entre
parentisis do nuevo, agregando ol lugar do donde so obtuvo ol dato, p.ej/
cub. 1954/ (X).
No es crear en ol espxritu dei ostudianto Ia confUción y
duda fronte a Ias diversas soluciones de un mismo problema?

Ia

Y los dichosos tres puntos si "algo" antecodo al título?
Cuánta dificultad para grabarlo on Ia memoria on primor ano,
Qunnto trabajo para volverlos a olvidar en 22, y agregar una notas"... a
Ia cabeza de titulo..." siempre y cuando ol critério dei catalogador
Io
juzgue nocosario. (XX)
Continuando Ia revista de dificultades nos encontramos
con
los siguiontes parrafos quo se refieron a Ia existencia de volumonos e ilustracionon. (XXX)
"3í8 Mención dol númoro do volumonos. La monción dei

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numero

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll
]_4
]_5
16
17
18
1

�do volunonoe do una obra so ospocificorá on. ol asianto dal catálogo, ontre
ol titulo y q1 pio do inpronta, únicamonte en ol caso do quo osta moncion
coçiada do Ia obra misma, difiera de Ia informaclón quo so dará en Ia col^
cion de Ia obra. Es obligatorio explicar Ia discrepância."
"3:9 Mención de ilustracionos. La nención dei material ilus»
trativo^que açarozca en Ia portada do una obra se incluirá en el asionto
dol catalogo unicanonte cuando apreguo una característica importante
de
dicho mateidal que no puoda senalarso en Ia colacioni P« ej», ol
núnoro
do ilustraciones de una obra que contenga muchas laminas o muchas ilustra^
cionos entro ol texto, sin numerar, Ia clase de ilustraciones (fotografias^
grabados, etc»)
No produce esto confusión al alunno que está acostumbrado a
orillar ambos^problemas con tres puntos y notas explicativas^ colocando ol
numero de volumenes e ilustraciones en su lugar en Ia colacion?
íh Io que se rofiere a Ia paginacion, no seria más util onse
nar a los ostudiantos do ler, aíío Ia forma que sugieren Ias regias de cata
logacion doscriptiva y teniendo en cuenta el valor dei libro mismo?
Poro Ia ensenanza, a fuerza de paciente el profesor y perseverante el alurano, vencera parcialmente los escollos y ol
bibliotecário
novel saldra de Ia Escuela con su diploma y con su bagaje fresco de
regias y técnicas catalograficas. Quo sucodera en su prirjer exporiencia profesional?
Nuostras bibliotecas aplican tambión Ia catalogación simplificada, poro cada una con un sistema propio, adaptado a Ias
necesidades
que surgen debido a factoros economicos, falta de personal, urgência en po
nor los libres en circulacion, otc. EL recién egresado debe aprender
una
tercer adaptacion y nuevamente a luchar con regias y soluciones,
câmbios
tropiezos, con aumento de su sorpresa, de su incertidumbre.
La técnica de Ia catalogación simplificada de Ia Biblioteca
dei Congreso es un procedimiento aplicado en una Biblioteca Nacional
quo
tieno eu cometido muy especial y, no Io olvidemos, su gran poder economico.
Ademas e cada paso se preveen problemas que omanan dei idioma ompleado on
su propio pa£s y se dan Ias respectivas soluciones; problemas y soluciones
que no se prosentaran on nuostro modio mas quo cuando trabajemos con
libro s ingleses.
Si cambio,cuántas de nuostras incertidumbres quodan sin respuosta?
Si ^nuostro concepto ha llegado Ia hora de que Ia
ensenanza
da Ia catalogación se haga en forma nas racional. Uniformemos concoptos to
momos on cuenta Ia utilidad que debe gostar Ia catalogación on
nuostras
bibliotecas, demos al ostudiante Ia topografia, invariable de los elementos
en Ia ficha como base permanente de todo su trabajo futuro y luego adornomos ol "esqueleto" con Ias vaj?iantes, excepciones etc,, que surjan nas generalmente y, Io que creemos muy importante, donos solucionos amplias»
Daborá caer Ia sopa3?ación entre cmbas técnicas, fundiendo en
uno solo^ambos procedimientos y habremos acertado doblemonte on el aspecto çodagogico y en Ia practica, Adomas ayudara a dor unifomidad a
los
catalogos anarquizados de nuostras bibliotecas.
RESUMEM
em
^
Se rocomienda para Ia ensenanza de Ia catalogacion

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modorna.

I Sc a H
s t e .O"
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17

lí

�el hacer'o«noc9äP Ia catalogación simplificada desde el primer momento, conservando los elementos su secuencia fija y utilizando, donde ello soa
necesario, los conocimientos de catalogacion de portada,
No se aboga por Ia reduccion dei tiampo do ensenanza,sino por
Ia posibilidad de unificar y hacer el aprendizaje con mayor lógica»

*

*

*

(X) EE.ÜU« Ilbrary of Congress. Descriptive cataloging division.
"Regias para Ia catalogacion descriptiva", traducidas por el Dr.Fer
min Peraza Sarausa»
Washington, 1953,
parr, 3:15 G
ibid,
parr, 3:17.
ibid.
parr« 3:8 y 3:9.

Digitalizado
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I Sc a H
st em
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17

lí

19

�PRIMEIRO CONGRESSO BR^iSILEIHO DE BIBLIOTECONOMIA

Chave de classificação para esquistossomose
por
Sylvia Pedrosa Gondim

Recife
195^

Digitalizado
-gentilmente por:

�(.(f

PRIMEIRO CONGRESSO BRiiSILEIRO DE DIELIOTECONOMIÁ
Teses Sylvia Pedrosa §ondini, bibliotecária do Instituto Aggeu Magalhães - RECIFE
CHAVE DE.CLASSIFICAÇÃO PARA ESQUITOSSOMOSE
'
Assumindo a direção da Biblioteca do Instituto Aggeu Magalhães, coube-me .
a tarefa de organizá-la, Quando lá cheguei, o que existia nao passava de um amontoado de livros, periódicos, microfilmes» Ví-me agsim em face de grandes pro
blemas técnicos de nossa especialidade, O primeiro deles5 - Qual a classifica çao a adotar?
^ Para nós no Brasil, o sistema de Dewey é o de maior divulgação. Entretan
to nao nos encontrávamos diante de uma biblioteca de assunto geral, e £-in uma bi
blioteca de alto nível científico, biblioteca especializada integrada num centro de pesquisa, cujo renome se projeta no exterior através dos eminentes homens
de ciência que aí labutam.^^Quem já lidou com bibliotecas sabe quanto ê difícil a
escolha de uma classificação, máxime em se tratando de bibliotecas especializadas,
como é nosso caso, A classificação obrigatoriamente se prende â natureza da bi blioteca, sao os seus fins e o seu campo de açao que a elegem, Poder-se-á utilizar alguma existente, a qual, entretanto, dificilmente será seguida "in totum
introduzir-se-ao desdobramentos ou operar-se—ao modificações exigidas pelos minun
ciosos aspectos^do ramo científico explorado pela biblioteca ou ainda criar-se—á
uma classificaçao inteiramente nova. Assim aparecem os vários sistemas de classi
ficaçao para bibliotecas especializadas neste ou naquele setor.
Os esquemas gerais, Dewey e Library of Congress Classification não satisfazem a bibliotecas de assionto restrito» Sua notaçao toma-se longa e difícil de
ser lida afim de atender â expansao de uma determinada matéria, enquanto muitos
de seus símbolos sao despreaados»
Algions esquemas de classificações médicas sao usados com sucesso, não so
mente nag bibliotecas autores, como era várias outras. Basta lembrar a Boston Medicai Library Scheme, adotada em 8 bibliotecas dos Estados Unidos, inclusive a da
Clínica Mayo e em uma biblioteca da Chinaj a Cunningham's Classification for Medi
cal Literature, adotada em
bibliotecas dos Estados Unidosj a Barnard's Classification for Medicai Literature, em &gt;4. bibliotecas_^inglesas, uma australiana, uma
estad\inidonse e também na Biblioteca da Organizaçao Mundial de Sadde em Genebra,
sem falar na classificaçao^^feita especialmente para a Army Medicai Library. Esta
classifiÊaçao é uma expansão da Library of Congress Classificationj possui notaçao mixta.
Cumpre salientar as bibliotecas de faculdades de Medicina, Engenharia,etc,
como as da Universidade do Recife, que adotam a classificação de Dewey, e adotam
na com pleno êxito» Mas aqui nao se trata rigorosamente de uma biblioteca especi
alizada» - Quantas cadeiras e assuntos nao sao tratados em todo um curso de Medi
cina ou Engenharia? Estas Bibliotecas^são \im resumo de^várias especializações ,
daí comportarem uma classificação de âmbito geral, Acrece ainda o fato de serem
essas bibliotecas departamentos de uma instituição central, onde se impõe um sé
sistema de classificação.
Investigações levadas a efeito nos Estados Unidos revelaram que a
maior
parte das bibliotecas de Medicina adotam Dewey ou a Library of Congress Classifi
cationy afastando um mais adequado sistema, qual seria o de uma classificação es
pecializada, em razao de estarem essas bibliotecas unidas a Universidade ou a Bi
bliotecas Públicas.
""
Para as bibliotecas super-especializadas, como é o caso das bibliotecas
dos centros de pesquisa, o problema se torna muito mais complexo. O bibliotecáris®
precisa, antes d. tudo, conhecer bem a finalidade do centro e prever a inevitá vel expansao da ciência, A pesquisa é um que fazer contínuo, A todo momento surgem^coisas novas, assuntos que se dilatam, Uma classificaçao coordenadora de todo esse material que está surgindo e tomando corpo, tem de ostentar, como caracfce
rística fundamental, a expansibilidade, isto é, capacidade de adaptar—se a tudo
que aparece de novo, atender aos novos itens que serão descobertos, sem possibilidade de confusão ou intromissão em ramos correlatos já com suas classificações
preenchidas,
Para a Biblioteca do Instituto Aggeu MagalhaeSj centro de pesquisa, desti
nado ao combate das Helmintoses e, particularmente , da Esquistossomosie, adota mos a classificaçao da Army Medicai Library, Cedo, porém convencí-me das dificul

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�I

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dades que enfrentaríamos, caso insistíssemos em copiá-la servilmente, tal como se
acha^no manual fornecido pela Army Medicai Library. Uma classificação para Mediei
na nao pode ajustar- se ao estudo exclusivo de um parasito è tudo que lhe diz respeito. Ás notações seriam longuíssimas, uma fileira interminável de letras e núme
ros« Fomos forçados, afim de levar a biblioteca a atingir plenamente o objetivo de
informaçoeg precisas e segiiras, a organizar mna expansao para Esquistossomose, a
exemplo do que foi feito^^para a Moléstia de Chagas na Biblioteca do Serviço de
filacia da Malária, era são Paulo,
Na Esquistossomose temos de levar em consideraçãos

i
;

'

a) - a doença;
b) - o parasito&gt; causador da doonçaj
o) - o molusco^ hospedeiro intermediário do parasito.
4»
4»
00
Para esseg tree äSpectos abrem-se chaves que serão posteriormente desdobra
das. Essas divisões tendem a indi'^dualizar o amontoado de tratolhos, principal mente separal^a, que em oibliotecas especializadas constituem uma das partes impor
tantes do acervo. Elas reúnem os assuntos facilitanto os técnicos nas suas pesqui
3Si S •
**
c
A classificaçao geral da doença foi tomada a Ärmy Medicai Library, a sabei»
ESQUISTOSSOMOSE M/ÍMSÔNICA
"
"
JAPÔNIGA
"
"
VESIGAL OU HEMilTOBIA
OUTRAS ESQUISTOSSOMOSES

i
^

Cada um desses assuntos será desmembrado e, aqui, surge nosso trabalho qfie
visa, tao sòmente, a apresentação das divisões e subdivisões anoxadas ao item Eg,
quistossomose da classificação acima referida, Este esquema foi composto baseando
nos em informações precisas^ colhidas entre os médicos do Instituto Aggeu Maga lhaes e seguindo a orientagao decimal pela sua capacidade de crescer sem confundir-se.
000 GENERi'iLIDADES
010 Sinonímia - Definição
020 História
030 Congressos e Conferências
040 Relatórios
100 PATOLOGIA
110
120
130
14.0

Etiologia e Patogenia
Alterações macroscópicas
Alterações histoldgicas
Patologia experimental

200 CLINICA
210 Formas clínicas
220 Diagnósticos;
221 Clínico
222 De laboratório;
222.1 Exame de feses e urina
,2 Biópsia retal
,3 Intradermo-reação
mU Fixagao do complemento
,5 Reações cercarianas
,6 Outras formas
230 Prognóstico
300 TERAPÊUTICA
310 Clínica
320 Cirárgica
330 Agentes químicos
A.00 IMUNOLOGIA
AlO Antigenes
/t20 Anticorpos
U30 Imunjdade
O Reações imunológicas
O Imunologia experimental

cm

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500 EPIDEMIOLOGIÁ
510
520
530
5i^0
550
560

Estatística
Distribuição geográfica
Fatores do meio social
Incidência
Transmissao
Pesqiaisas e análises

600 PROFILAXIA
610
620
630
6A0
650

Educarão sanitária
Controle dos moluscos - Moluscocidas
Tratamento
Saneamento
Outras medidas profiláticas

Para o parasito causador da doença e o molusco hospedeiro intermediário do
parasito, organizamos o seguinte desenvolvimentos
000
100
200
300
.4.00
500
600
700
800

Generalidades
Sistemática
Morfologia
Fisiologia e Bioquímica
Genética
Patologia
Ecologia
Distribuição geográfica
Técnicas do laboratório

Todos esses itens sao também usados para cabeçalhos de assunto no catálogo
sistemático que é o adotado em nossa biblioteca.
Pomos o nosso trabalho a discussão, Gostaríamos de ouvir sugestões que visassem um aperfeiçoamento do que^está feito, acolheríamos a comunicação de algo
que, por ventura, já existe no genero e ignoramos, tendo sempre em vista que
a
biblioteca é sobretudo e, antes de tudo, um trabalho de cooperaçao.
Agradecemos penhoradamente a colaboração dos Srs. Médicos do Instituto Aggeu Magalhães, colaboração tanto mais valiosa quanto irrealizável seria, sem ela ,
o nosso trabalho.

HERDMAN, MARGARET M, - Classification; an introductory manual. Chicago, A.L.A, ,
19A7, 50 p.
MEDEIROS, ALEA; VALERI, SARAH V; e P^iVKA, DORA - Contribuição â organização de
bibliotecas sobre a moléstia de Chagas. (In Anais do IX
Congresso Brasileiro de Higiene. Porto Alegre, Globo,1952,
pp. 525-528)
MEDICüL LIBRARY ASSOCIATION - A handbook of medicai library practice. Chicago,
ALA, 19it3, 609 p.
WASHINGTON, ARMY MEDICAL LIBRARY. Classification. Washington, A.M.L», 1951&gt; 275p»

a) Sylvia Pedrosa Gondim
Recife, 17/7/54.

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Digitalizado
gentilmente por:

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20

��PßIlaüi!,IfiO COHGfi^SQ

DÜ BIBLIOTKJÜHÜJiilA

Simplificação dos processos técnicos de cetelogação
e classificaçao nas bibliotecas infantis
por
Maria Lecticia de ikndrade Lima

03.^.
Cí-Hl

Recife
1954

Digitalizado
-gentilmente por:

(jQ

�SIMPLIFICA0JO

DOS

PROCSSOS

TÍDNICCS DE

BIBLIOTECAS

CATAIiOGAÇXO

E

CLASSIFICAÇlO NAS

INFANTIS

Tbso apresentada por Maria Lscticia Andrade Uma,

ao

Primeiro Congresso Brasileiro de Bibliotecononia
18 a 25 de julho de 1954
RECIFE
Tfcia das dificuldades con que devem contaj^ os planejadores de
campanhas de educação, no Brasil, e a necessidade de adaptar o trabalho a sua
extensão territorial e população.
No campo das bibliotecas, os planos tên sido feitos para repercussão mais ou monos limitada, restringindo-se aos centros onde se tem desenvolvido a bibliotecononia, com a existencia de escolas e cursos para a for
mação de bibliotecários.
Ha, entretanto, crianças e livros por todo o país o seria de
imensa utilidade que tivesse início uma grande campanha pela
multiplicação
das bibliotecas para crianças com o auxílio de professores, assistentes soei
ais, educadores familiares e dirigentes de associações infantis, estabelecendo- se para isso padrões mínimos do técnica.
Reconheço que existem sérios inconvenientes na utilização de
pessoal não especializado em searviço tecràco como e o de organização de bibli
otecas, mas se ato países ricos e prósperos como os Estados Unidos, utilizam
pessoal não especializado om suas bibliotecas escolares, soria um excesso de
otimismo esperar contar no Brasil, dentro do um futuro mais ou menos proximo
com bibliotecários para todas as escolas e aErupamentos infantis.
Ao mesmo tempo, e impossível exigir de um elemento som formação profission^, certos serviços de natureza especializada. Mosmo ccan a utilização do estágios do treinamento, cursos intensivos e cursos por correspondência, torna-se imperiosa uma simplificação técnica.
~
Ha, ainda, outro argumento poderoso em favor dessa simplifica
çãoi nas bibliotecas infantis, coano em toda instituição educativa, e necessário que a criança tome parte em todos os trabalhos, penetrando aos poucos na
administração o organização dos serviços. A criança não se pode limitar a uma
atitude passiva, recebendo, apenas, as vontagons que a biblioteca lhe oferece.
l\am quo participar, ativamente, do movimento, encarregando-se de alguma tarefa que lhe desenvolva o senso de responsabilidade, tomando-a um elemento útil, na sociedade,
Para que a administração possa ser exercida, em parte, por olementos infantis e para que os pequenos leitores, mesmo os que so freqüentam
eventualmente a biblioteca, empreendam som muita dificuldade os
princípios
que regem a sua organização, e imprescindível simplificar os processos técnicos.
SIMPUFICAÇSO DOS PROCESSOS DE CATALDGAÇSO
A técnica da catalogação exige sempre una preparação especia!^
tudo devendo ser feito, entretanto, para pS-la ao alcance dos elementos
não
profissionais. O primeiro cuidado na sua divulgação é definir, de modo claro
e precioso, catalogo e catalogaçãopois e muito conum encontrar entre encarregados do bibliotecas, sem formaçao técnica, corta confusão entre catálogo o
registro.
^
Definido o catálogo é preciso determinar quais os catálogos iß
dispensáveis numa biblioteca para crianças.
CATÁLOGO TOPOGRÁFICO
^
Uma tendencia muito radical poderia levar a abolição do catalogo topográfico, sendo conservado,apenas, um catálogo para uso dos leitores.
O catalogo topográfico,embora reduzüíjv aos seus elementos q_§
senciais representa um papel tão importante na organização da ühLtt-öteca, quo a

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�"SIMPIIFICAÇSO DOS PROCESSOS TÍDNICOS DE CATAIDGAÇlO
S CLASSIFICAÇÃO NAS BIBUOTBDAS INFANTIS»

de Maria Lacticia Andrade Una

Ab reproduções do trabalho sob o título acima, hoje
9
distribuídas, cont^ algumas incorreções, que são agora retificadas do modo seguintox

\
Pagina 2 - acrescentar no canto inferior a

esquerda

(modelo da ficha do catálogo topográfico)
o numero de registro, quo no original figura como 82,

A repetição do parágrafo "Fichas secundárias", ocasionou a duplicação da primeira
ficha da página 4, que figura ao alto com
a designação da ficha anterior (pag. 3)

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�nSo sor öiu caflôs auito ospociais dovo sor consarvado^ noanio quo sa u'blUza pcirei
esse fim um fichârio improvisado numa caixa de madeira, com fichas manuscritas»
Cada ficha poderia conter Bomonte»
1)
2)
3)
4)

P
F h

numoro de chamadaj
nome do autor 5
título do livro;
número de registro.

Faccini, Mario
íB.storias do Vovô Cejmorada«

Modelo de ficha do catálogo topográfico
Como axomplo de instrução simplificada p?3ra ^ sua
organização»
"colocar a osquerda,na altura da primeira linha escrita, o numero de chamada» O
ncane do autor, com o ultimo sobrencme em primeiro lägar,vam na çrimeira Tinha e
o título do livro, em baixo. No canto da esquerda,Qn baixo, o numero do registro, observando- se que,no caso da obra em mxiitos volumes, ou com muitas diÇ)licatas, todos os números de registro são anotados."
Essas instruções nSo prevSstao caso dos sobrenomes compostos, assunto muito difícil de ser explicado a elementos nSo especializados«bambam sSo
abandonadas todas as informaçoes conplementares sobre o livro, como editora, 3^
cal do impressão e paginação, quo figurcrão nas fichas para uso dos loitoros.
CATÁLOGOS PARA USO DB CRIANÇAS
O ideal da simplificação seria, a meu vSr, estabelecer, um tipo
do catalogação que pudesse ser realizado, se não intoiramonte por crianças, ao
monos com a sua colaboração. N^turalmonto que esse trabalho soria confiado
a
criança« ccn um mínimo de conhecimentos, o possuidoras do caligrafia regular,c^
pazes, portanto do uma apresentação razoável das fichas#
^
Seriam então adotadas as fichas manuscritas,o que o a única solução possível om escolas ou estafcòlecimentos que não possuam máquinas do datilografia« Mas tonho, entretanto, a opinião do que essa grande simplificação de
catalogos, ^mesmo nas bibliotecas que têm pessoal técnico e fazem fichas datilografadas, e muito útil no sentido do trazer o catálogo ao nível da criança.
Ê preciso tombam prever,pelos motivos alegados no início, o trabalho de^possoas som especialização, ou preparo biblioteconSmico, para as quais
e necessário firmar princípios simplificados. Ssclareço ainda que nunca poderá
ser dispensada a surpovisão de um bibliotecário adulto, por melhor que seja
o
treinamento das crianças.
Vejamos os pontos que dovem ser visados pala simplificação»
Batrada do autor
A entrada polo ultimo sobrenome, como regra geral, parece-me uma
medida acertada, numa biblioteca para crianças.
^
Bcceções podem, ser feitas, om casos de grande renomo literário ,
exigindo-se,nessa hipótese, que o bibliotecário adulto se oncarrogue do inse rir no catálogo fichas ronissivas,explicando-sa aos pequenos leitores sua util4
dado.
As instituições,associações e repartições deverão entrar com os

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txctnes que figurcoa nos livros de que são autores, dosprezendo-se as desigxiaçoas
goograflcas ou cuaisquer outros elenentos que oxljam pesquisas especiais»
s muito mais simples para uma criança procurar uma publicaçãoâo
Ministério da Agricultura na letra M que aprender quo se trata de uma repartição federal, devendo entrar em Brasil«
Composiõão d£ ficha.
Acho não ser possível exigir que a criança respeite ccia fidelidade margens e espaços. Para obter um mínimo de uniforTnidade, as fichas podem
ser preparadas previamente, marcando-se, com dois traços leves, a margem superior e a lateral esquerda.

1
1

As regras devem ser simples e enunciadas de modo claro.
O uso de duas margens poderá ser dispensado, começando o sobrenomo do autor, o título, as notas topográficas e as bibliográficas na mesnamaf
gem.
Outra medida que facilitara,na minha opinião, a
distribuição
dos elementos na ficha de catalogação,o fazor que as notas togográficas tenham
início numa outra linha»Ficaria assin esquematizada a confecção da ficha:
a) nome do autor escrito na primeira linha,cora o ultimo sobreno
me em primeiro lugarj
^
b) título na segunda linha, com subtíiólo o,quando nocessário ,
outra informação importante que figuro na página de rosto, como a edição j
c) local da impressão, editora e ano, numa^outra lin^j
d) a última linha seria reservada para o número do páginas
ou
volumes.
Seriam assim, usadas linhas novas parat título, local de inproj
são e numero de volumes ou páginas, conservando-se a mesma margem»
Dispensar-so-iam todas as notas especiais

F
H h

Faccini, Mário
Historias do VovS Camarada
Rio do Janeiro, F. Alvos, 1952
121 p.

Ficha de autor, para biblioteca infantil
No caso muito provável da biblioteca nao usar processos mecânicos da reprodução de fichas e considerando não ser recomendável a adoção
(Sas
fichas impressas,muito minuciosas,quase desaparecem as vangatens da "ficha

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�ca'". Julgo quo a ficha do título, por exemplo, que e indispensável nuna
otoca para crianças, pode ser feita de acordo con essa determinação muito su»
nária: inverter a ordem da ficha, colocando o txtulo na primeira linha o o aii
tor na seguinte•

F
F h

Historias do Vovô Camarada
Faccini, Mario
Rio de Janeiro, F, Alvos, 1952
121 p.

Ficha de autor, para biblioteca infantil
Fichas secundárias
No caso muito provável da biblioteca não usar processos^meca
nicos de reprodução de fichas e considerando não ser recomendável a adoção das
fichas impressas, muito minuciosas,quase desaparecem as vantagens da
"ficha
única"« Julgo que a ficha de t£tulo,por exemplo,que e indispensável numa biblioteca para crianças,podo ser feita do acordo com essa determinação
muito
sumaria: inverter a ordem da ficha, colocando o título na primeira linloa e o
autor na seguinte.

F
F h

IB.stórias do Vovo Camarada
Faccini, Mario
Rio de Janeiro, F. Alvos, 1952
121 p.

I

Ficha de título
As fichas de assunto devem conter a rubricr. de assunto
linha extra colocada acima do nome do autor.

230
K h

como

JESUS CRISTO
Kehl, Olça Ferraz
Uma historia verdadeira. 3ê ediç&amp;
São Paulo, Malhoramentos.
82 p.

Ficha do assunto

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I Sc a H
st em
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lí

19

�LISTAS DS CAB2SALH0S DE ASSUNTO
è indispensável a organização de listas de cabegalhos d© assuntos, contendo rubricas que correspondem aos livros mais frequentencsnte gp
controdos nas bibliotecas para criangas. Bssas listas, adaptadas aos into rôsses infantis,^devem levar em conta os programas^oscolaros, devendo ser tp
vistas com frequencia, inserindo-se, quando necessário, novos assuntos que
tenham vindo a fazer parte do curricsulo das escolas.
CLASSIFICAÇÃO DOS

LIVROS INFiUNTIS

A classificação dos livros para crianças deve ser feita prlij
cipolmente dentro do ponto de vista da sua utilidade p^a o pequeno^ leitor.
Ao mesmo ten^ío, e preciso respeitar, na medida do possível, oa padrões comuns de class^icação, para assegurar a continuidade do trabaHho, sendo por
iaso aconselhável a adoção de algum sisttma bem divulgado, como a classificação decimal de Dewey. Devemos contar com a dificuldade de escolas e ins;^
tuições do escassos recursos posäuirom c.a tabelas oficiais de classificaçao
decimal, tendo que se contentar com os r2sumos apresentados pelos manuais do
biblioteconomia« Para maior facilidade, oa números mais utilizados nas bibliotecas infantis podem ser relacionados o essas listas distribuídas, nas
redes de bibliotecas escolares. ífci nosso SERVIÇO D3 OHGANiZ/iÇiiO DB INSTIIÜ^
ÇQSS SSCCLARSS, temos distribuído, a partir de 1950, uma relação, baseadaeti
parte na que vem incluída no ^''Teacher-librarian's handbooljí*, de
Maiy
Peacock Douglas»
Devo-se ter cm vista algums considerações, levando em conta a natureza da biblioteca e o tipo dos leitores. Nunca se deve empregar ,
por exeE5&gt;lo, u]^ numero mui^to longo, ou muito coeçIoxo. 3ntrotanto, a simplí
ficação arbitraria que reuija subdivisões quo seriam mais úteis, isoladamente, deve ser evitada. Se ha coleção açrecir.vel do livros sobre Rimais e as
crianças têm cossibilidade do consulta-los em seus estudos^ sera melhor separarmos mamíferos, aves, pelxos, etc», polo uso de seus números do classificação proprios, em lugar de engloba-los em zoologia, com o eraprogo de un
numero menos preciso.
Tendo em mente^c ponto de vista da criança, certos livros ro
cebom uma classificação que não teriam numa bibliotec^ do adultos, aproveitandOHie freqüentemente, dentro do estudo de certos topicos, livros que apresentan o assunto dó maneira fantasista e recreativa.
LIVROS DE FICÇSO
Os livros de ficção são agrupados sob o^símbolo "F".
Livros que contenham sobretudo ilustrações poden ser marcaJos
com o símbolo *"0^ (gravura).
^
^
Lj_vros recreativos que se destinam sobretudo a crianças nas
ultimas series primarias o a adolescentes, podem ser assinalados com um sim
b&lt;^o especial "Fj" (Ficção juvenil).
Para facilitar o arranjo da coleção de ficção, recomenda- se
o uso da inicial do sobrenomo do av^tor. /J.gumag bibliotecas infantis, costu
mam usar a tabela Cutter-Sanborn. Tomos exporiencia pessoal na adoção da t^
bçla resumida, baseada na de Outter-Sanbom e publicada^como suplemento ao
codigo da ^aticana. Aconsçlhaiaos, com base nessa experiencia, uma poquenarg
íificação nas tabelas numerias, us^do síiabolos serçre com o mesmo numorodo
algarismos, pois a criança não esta acostumada ao arranjo decimal e tem dificuldade em perceber que o 2 vem depois do 19 e o 3 depois do 29. á
mais
sinçles acrescentar um O aos símbolos de um so algarismo e unir 19, 20, 29,
50, facilitando a compreensão infantil«
Arranjos mais sinçjles, como o uso da inicial do sobrenome do
autor,^seguido, quando necessário, pela inicial do titulo, são geralmente gç.
tisfatorios, para coleção de livros infantis.
crr.-ann?/; wTo r^.LBSWrQiBIjS
^
4M
^
^
Por mais qi^e tentemog sir^jlificar a técnica da cl?.ssificaçao
e^sençre esse, por sua própria natureza, um trabalho completo,e certas col^
çõos exclusivamento de ficção,ou mito reduzidas,como as bJbliotocas cb dassopo_

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�dam ser arranjadas alfabc^icaraente, pelos sobrenomes dos autores» Êsse slg
tema de arranjo conservara rmnidos os livros dos mesmos autores e não of_g
rece nenhuma desvantagem para os livros recreativos«

v

CONCLUSÖBS

^
Para que tenham um c^áter prático essas medidas de sinçilificação, e preciso que os bibliotecários que trabalham com crianças reconheçam a necessidade imediata do seguinte:
a) organização de um código para a catalogação de livros in
fantis. contendo as regras essenciais parada organizaçao de um catalogo e
redigido de maneira mu:^to clara, com abundancia de notas explicativas tendo em vista a sua provável utilização por elemontos estranlios a biblioteco
ncmiaí
b) organização de una lista abreviada de cabeçalhos de assuntos que inclua os tópicos mais freqüentemente encontrados nas bibliotecas infantis}
c) organização de uma adaptação resumida da
classificação
decimal de Dew(^, de acordo com as nocossida(|es das biblio-^ecas infantis ,
para aiiç&gt;la devulgação entre professores primários, responsáveis por clubes
infantis, assistentes sociais e dirigentes de parques infantis.

BIBLIOGRAFIA
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Service in the school? New York, Columbia University Press, 1936»
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1943.
1
RALPH, R. G. - lhe libraiy in edücation. London, Tumstile Press, 1949.

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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��PRIMEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA

O perfeito bibliotecário
por
. Xavier" Placer

Recife
195^

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PERFEITO

BIBLIOTECiÍRIO

Tese apresentada pelo Biblioteçario
do Serviçç) de
Informação Agrícola
do Ministério da Agricultura, çj Pro
fessor de Bibliografia o Referencia
dos Cursos da Biblioteca
Nacional,
Xavier Placer, ao Primeiro Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, a
realizar-se em Recife, de l8
a
25
de Julho de 1954.

I - O BIBLlOTECiÍRIO ANTIGO
Ainda hoje podemos vov^ em ilus"^raçoes de Historias do Livro e das Bibliotecas, curioso
documentário do
eye era no
pasmado a Biblioteca.
Agrada, como flagrante caracteristico de uma epo
ca^ contem-^lsr esses desenhos artisticos, mas uma impressão neg^ti.
va deles se depreende quando olhados do ponto de vista biblioteca rio,
são ouase sempre, ou sempçe, ambientes escassamente iltiminados, de severas paredes, com arnarios avaramente trancados, exi bindo no interiçr grossos volumes gravemente encadernados,
No mesmo recinto, ou a parte, aparece o salão de leitura, onde se desta cara incomodas car-^eiras pri^a os raros leitores - carteiras rue se ^
figuram postas ali no proposito dc tornar o labor intelectual,
do
leitura ou pesouisa, um tornento físico,
Era então a Biblioteca,

sabemo-^lo, um mero deposito de li-

vros,
Sgndo então a Biblioteca um mero depósito de livros, nesse
amb:^ente tao p-uco acolh§dor, e nada confortável, cue era o bibliotecário?
Sabeipo-lo também,
Com exceção das Bibliotecas nacionais
dos grandes países, situadas nas c$;pitais, onde a^realidade se apr£
sentava um pouco di.fferente, a furgão do bibliotecário era a de
um
simples guarda e conservador do acervo, ^Exatamente este titiilo -con
servador - rue ora se reserva pa" a os técnicos dos
Museus, era-lhe
dado em muitos casos.
Falou-se em desenhos de antigas Bibliotecas.
Não e fácil
surpreender a fabulosa personalem nos referidos desenhos,
Mas se o
lápis muitas vezes a escueceu, apossou-se dela a ficção.
Explica, se este interesse da litçratura; o nosso personagem tinha 'basten1;es
aspectos pitorescçs e ate caii catos.
Quem não conhece o tipo clássico _,do bibliotecário do
passado?
Um homemzinho de surrada indu mentaria, fundas rugas e melenas caindo pelas orelhas, maniacamente
debruçado sobre in foi ins, e na sua obsessão, all'eio ao mundo ao seu
redor, estranho ao convívio^hmano,
Titularmcnte; conservador, Mas
enquanto ele se omitia, o mofo umedccia os
livros o os ratos se di^
liciavam na fairá
lenta mas certa de destruição,,,
A
^
E todavia^- justiça se faça
-^sob a aparência mesquinha,
ridícula e desdenhavel, era o bibliotecário do passado, senão
sempre, ao fiipnos
em termos geiais, um valor intelectual.
Possuia. comumente línguas, cultur^, humanistic^, e muitos d^les eram autodidatas de estudos bibliográficos, histéricos, filologicos, literários
e outros.
Aig-uns foram prosadores e poetas.
Figuras, pois,que dijg
nificavam a profissão»
Dir-se-a ci^e nao e^e realmente util^na fTmçao.
De acordos
no fundo a verdade e^essai ele eça bibliotecário apenas p&amp;ra si me^
mo.
Mas levemos ate o fim a analise,
E em homenagem a esse velho

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colega de profissão roconhoçanoe absçjlvidorrmcnte que nao lhe cabia
a reçponsabilidade dossa condição»
Elegera una peça, entre moitas,,
da maoui^a social de seu tempo,. Ora, nao havij, então essa
cnfase
que se da hoje aos serviços ditos sociais, serviços p^ra a coletivi
dade, e
do oual
a jßibliotcca constitui parte relevante.
Assim,
corno muitos outros,^ele era um valor
inaproveitado, sim, no que se
refere diretamente a sua profissão, ma? pessoalmente um valor,
II - O BIBLIOTECj&amp;IO MODERNO
Tu4o, na Biblioteca m.oderna, exi§tc em razao do leitor,.
Rgservou-se aS Bibliotecrs nacionais o cçrater de arquiyo do patrimônio cultural, coQ as restrições aue dai decorrem,
Todas as
outras Bibliotecas sao do finalidade exclusivamente corrente, imediata, viva,
Que contraste com. a Biblioteca do passado'.
Situada em lü
cal accessivel. horj^rios
favçraveis, salões de leitura amplos e i-luminadog, instalações mobiliários adequadas, estantes abertas e ixe
Ia um acervo atualizado,
^
Is"t;io quanto ao, aspecto material. Qyanto aos seçviços, horários favoraveis, ficharios cm forma de catalogo-dicionario, oriqn.
taçã9
consulta, aceitação de sugestões para aquisição de obras ,.
emprestlmo local e a domicilio com um mínimo de exigências, e-ifin ,
um completo serviço de referencia,
E ali onde ele, o leitor,
encontrava çntes uma figiono mia grave e solene, çncontra hoje acolhimento anavel e inte;;esse;j4a
^i adulador.
Sim, ha um verdadeiro trabalho sutil de atraçao,
ele
c o enfpnt PrtP da Biblioteca,
Nem ho que censurar,
A noTjreza do Qbjetivo justifica
9
tratai^ento.
Trata-se dç bem servir a intcligeijcia, § ean ultima a^ja
lise a societ^ade, através do indivíduo»
O fenomeno e geral^
Nao
vemos na família, a criangp transformada no centroA^e interesse? Na
Escola moderna, o sJjam? catalizando toda a importancia do
sistem§
educaçional?
A sociedade como oue t:-ria consciência de um considera
vel numero de valores desdenhados, e os coloca em.;seu centro natu ral.
Em matéria de cultura, isto
e lugar comum. vlvem9S na
idade do papel Impresso,
O homem, do século XX e do Ocideíjte é fundamentalmente livresco^
O Livro, esse registro da experiençia hüraa
na, assuaiu umaAimportancia absoluta em sya exis'^encia,
E e tal
o
volume deles, sobre "^odos os pernas, oue nao lhe e mais poss:^vel, Ijq
dividualmente, domina-los. . So uma oçganizaçao, completa ate ao detalhe, pode faze-lo,
O Livro necessário criou a Biblioteca,
E assim, comovo Livro criou a Biblioteca moderna criou
novo tipo de bibliotecário.

o

Colocado no centro do sistema de servj^ços, cm que çacio nalmente se estrutura a Bibligteca, o bibliotecário moderno e o tr^ ,
ço de 1^139 entre a instituição e o leitor». A Biblioteca çoderna e
•am laboratgrio, o livro ai o Instrumento, e
ao bibliotecário
cabe a posiça^ atuante e
viva de mentor,.
Para §e colocar a altura„de tão relevante missãç, esta ele preparado, ja agora, por for-maçao Erof4,ssional, . Através dç Cursos rcgula3"es, aue em alguns países sao ja de nível universi-^ario ,
recebe una especialiançao completa.
Aprende conheciçjentos técnicos
dg catalofaçao e çlassíficaçao,
bibliografia e referencia, organiza
çao e atoinistraçao de Bibliotecas, assim cono se ilustrra em Historia do Livro'e das Biblj,otrc^s, e, ainda, em cursos extracurriculares estuda especializaçocp varias dentr9
especialidade,"
E
completando este aprendizado, a muitos e dado ainda oportunidade de
estagio cm centros mais adiantados no assunto,■
_
A
y
Reconhecendo a inportancia da atividade bibliotecária
na
sociedade, os governos cíiaram em áeus quadros administrativos
as

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c9.rrclras oficiais de^bibliotccáçio, con honorrrios so mesçio nível
de outras profissoçs utcis,
Se o un feto ouc o bibliotcc?sio procurou elevar-se, ha pois cuo^rcconhecer nue sociedade e^Governo soji
"beran en tcnpo corresponder a justa valorizaçao da profissão.
Organizador e administrador de Bib:],iotccas
catalogador ^e
classificador de livros, orientador bibliográfico - e o bibliotecário moderno uri completo profissional,
A
E agora cue fo^ feita a devida justiça, assinalando-se as
excelencias do bibliotecário Qoderng, un pecueno r-paro.
Trata -se
no fundo- de
un p-rrlelo.
Nao sera odiçso? comparan-se categorias
sçEieO-hantes,
Niira palavra, a realidade e estas faltava ao bibliot£
cario antigo preparo profissional nas era gö?^.ncnt.e cul'^o; ten o bj.
bliotecario nodemo completo preparo profissional, nas e geralmente
menos culto.
ííão se trata dc tomar partido por uç} ou por outrô, Corrigiu-se um erro, caiu-se^^no extreno oposto.
Nao era o outro profissionalizado
tornou-se este -um purç profispi«nal.
Certo nao lhe cs.
be a responsabilidade; o fenomeno e gesT'l.
Ele apenas acompanha,
o
sentido dos ventos oue sopram- aur-ndo sç encerra entre as quatço p^a
redes dr sua ^especialidade-« a Caber-lhe-a responsabilidade, porem, ^e
grande, se não tomar consçiencia da situaçao
e nao reagir,
Se nao
dçixar de ser o bibliotecário moderno para ser o perfeito bibliotecário,
III - O PERFE'ITO

BIF&gt;LIOTECíCRIO..

Ocnpemo-nos deste personagem Ideal.
Nao me çrgmentem que
por ser ideal deve e§tar fora de cogitaçoes.
Ao contrario.
Exatamente por se::- ideal e que a sua imagem deve ser proposta como modelo,
A p3;;ofissão bibliotecária
como toda a profissão,
e uma
grave ameaça a personalidade daquele que a exerce,
Por este
fato
muito simples: e, como se viu, uma especialidadeo
^
Que Vem a ser una especialidade?
narjo: ordon de ash. udos ou trabalhos a mio
ticular culdpdo-

Abr§-se qualauer dicioguen se dcf^ica. con par

A definiçaç e de clareza neridiana^
A especia3Ídràe,
por
sua mesma natureza, e, primeiro, restrita^ - uma ordem de
estudos
ou de trabalhos - e, em segundo lugar, exige daquele ç^ie a exerce,
que nela se empenhe a fundo, que se lhe entregue inteiramente:
com
particular cuidado,
En síntese, e
falando cçm f-anqueza,
embora
un tanto içrevercQtemente:
ser especialista e usar antolhos,
para
ver numa so direção,
Mas neste ponto não há que escaçjdalizar-^e.
Tornaram -se
tao complexos, em nosso mundo moderno, ciência e técnica, aue
nao
havia çutra saída,, senão a especializaçao dos estudos 9 terefa§, Dß
pois, e pr.ecisjo :^ao esquecer que tal lim.itaçao tem. caratcr, ate ceir
to ponto, voiuhtario:Jia para^cada um relativa margem de liberdade
na escolha da profissão de acordo com as inclinações ou interesses,
E se não há çue escandalizar-se, tanbgm nao ha poroue alarnar-se.
Pelo contrario,. A tomada de consciência de una realid£.
de, em to^os os seus aspectos, mesmo negativos, so pode beneficiar.
Perigoso e ignorar,
Cmpre ao bibliotecário ser^um especialista e taníjo mais
competente auanto for possível, nas n^o alúientar ilusões sobre
a
relatividade do valor da especializaçao.
E esta a principal deformação do especialista.
Absorvido e
anii"iado pela sua tarefa especa
ficaj descobre nela encantos e profundidades otie se lhe afiguram cz
clusivos,
O resto do universo^e infino e desimportante ao seu es trabisno.
Substitui os meios a finalidade; perde-se nuna^yisão
dc
detalhe, parcial e esterilizador - em prejuizo de uma visão de con-

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�juntOj harmoniosa e vivificpdors.
Torna-se, no, reino do espirito,um
aleiõ-ao.
Apenas^ como ss realidades subjetivas sao menos
visíveis
que as físicas, ele passeia a sua deformidade moral dando a :^mpres sao de aue não a possui,
Isso ouando esta patologia se mantém ainda
denljro de u^ eouilibrio do deseouilibrio.
Por oue o final do proceja
so e uma tragica estupidez, oue leva a uma completa impossibilidade
de convívio humano ou a um ressentimento agressivo,
A atitude mental do bibliotecário deve ser uma permanent e
CTiriosidade por todas as manifestaçoes^da cultura.
Nem se diga
que
i§to seja impossi^velc
Antes de tudo, ele vive no m§io de livros; alem disso,
a pçopria profissão^obriga-o a lidar^diaria e diretamente conj eles.
Ha as tarefrs mecanicas de regigtra-los e cataloga-los,
Mps ha ainda as de classificação e_,a de referencia,, trabalhos puça mente intelectuais.
Por que nao ha de o bibliotecário tirar o máximo dessas atividades, trrnsformando-as em
algo proveitoso para a sua
inteligência?
E valorizar ^s suas horas de lazer com o contato interessado dessas manifes-^agoes.
Naturalmente, os temperamentos di^cidem cfe
natureza, das pred3,leções: uns hão de preferir g erudição estetica,oii
tros § contemplação da §rte, outrçs a di\nilgEçao cientifica,
outros
as idéias gèraisde caratçr filosofico.
Seja.o^que lhe aprázer, mas
qtie seja algo.
Bibliotecário inimigo do Livro e que
seria absurdoi

,

cm

1

Deverá^ser então um sábio?
Nao se exige tanto.
Basta que
seja uma intelóg encia ilustrada, '^em informacía, um erudito.
linpor^tardo apenas, neste particular, oue tenha exatg consciência do carater extensivo de seus conhecimentos,^em oposição aos que os possuem
em profunc^idade,
Para isto;
prra não se tornar um pedrnte. Evidentemente, e uma posição mental de humilde que se pede,
Mas^esta hu mildade nada tem de humilhante,
Primeiro, por^que ela sera conscien
te; • segundo, • porçtue^a caiis? final a aue^serve e a mais nobre possi vgl: o Saber,
Nao e isto mesmo oue este sintet:^zado. com latina eis
gançia, na frase inscrita no liVro aberto, oue e o símbolo do bibli^
tecario, chamando-os SERVUS SERVORUM SCIEETIAE?

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��PRIMEIRO CONGRESSO BRkSiLEIRO DE BIBLIOTECONOMIA

Bibliotecas publicas e intercâmbio
por
M. da Nobrega

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SAo Paulo

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Recife
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&lt;•3
3IBLI0TSGAS HJBLICAS E INTERG^IO
Anotajoes para o Estudo Critico e
Solução de um Problema Premente
M.,daNobrega

Processa-se hoje, no mundo inteiro, um movimento sem precedente na historia
da humanidade para colocar as fontes de informação ao alcance dos que devem ser informados.
/
/
/
Cada povo e a sua própria historia
de todos os povos.

/
^
E a humanidade e o conjunto das historias

A palavra e falada ou escrita.

Servindo uma e outra para os

contwsporen^oeji^Bias conr mais propriedade a escrita para os posteros. Muito se
MM
0
transmite de geraçao a geraçao pela palavra falada. Mas também muito se perde.
A palavra escrita era um imperativo.

De ura desejo converteu-se num ideal, de

ideal em realidade, e hoje e condição de vida e de liberdade.

O livro e a arma

mais forte e mais segura que conhece e de que dispõe o homem, para tomar-se e
^
\
0
St
/
manter-se livre. Legitimamente e a unlca. E a biblioteca e a morada do livro«
Impedir, limitar, ou de algma maneira dificultar a divulgação da palavra escrita ou a impressão e distribviiçao de livros, o desejar a quem essa proibição ou
limitaçao se fa^a pior das desgraças, - que e a do embrutecimento.

Inversamente

facilitar ou incentivar essa pratica ou exercício e interessar-se pela sort-, dos
beneficiados e desejar-lhes um futuro raelhoy - de esclarecimento, de luz, de entendimento, harmonia e paz.

A proibição direta ou radical não e a única maneira

de impedir que se faça alguma coisa.

A falta de cooperação, ou a resistência in-

direta, faz desanimar os que trabalham e enfraquece a vontade dos que se esforçam*
A cultura de m povo, afirmaçao da sua vitalidade, resulta do esforço cciabinado da sua parte mais inteligente ou esolaz*ecida.

Essa parte ••

elite -

tem a responsabilidade de esclarecer e conduzir a outra, - a que vê menos, alcança
menos, e por isso precisa de orientaçao honesta e condução segura.
He uma necessidade urgente de preparar as criaturas - toda a massa do povo para uma compreensão melhor, superior, imís construtiva das coisas e da vida.
Deve-so cixidar mais do preparo dos homens, para que saibam escolher, por si
mesmos, as coisas que devem aceitar ou repelir»
sima em se tratando do livro.

E isto tem aplicação especialís-

Essa - a preparação do homan para que saiba esco-

lher e dirigir-se - deve ser a preocupaçoo, e nao a escolha dos livros que devem
figurar ou ezis^^ xiuna biblioteca, isto e, que podem ser lidos»
deve ter preferencia nos livros que coloca ao alcance do leitor.

A biblioteca não
O leitor e que

deve saber escolher, entre todos os que se escrevem, ou se lhe apresentara, aqueles que lhe convém.

Dele, e de mais ninguém, deve ser essa escolha»

E cada um

deve ter o direito de escrever o que pensa, e nao o que lhe mandam ou peimitera»
Aòabaria o autor escrevendo o que não sentiu, e o leitor lendo o que não deseja, sem proveito para nenhum dos dois.
^

Um homem que so le aqxiilo que outro lhe indica ou acha que êlo deve ler não

e oan hom^ livre,

é livjre para ser o que os outros querem, mas não para ser a si-

mesmo, - que e o que importa.

Talvez seja melhor uma mont« perveH^iãa, ou de al-

maneira insubordinada, do que escravizada a outra.
ção depende de si mesmo, e ha esperança.

No primeiro caso a reden-

No segundo nem uma nem outra»

Porque

dependo da alheia vontade, em que a nossa não pode influir, e contra a qual cada

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�- 2 VGz podo menose

Lor vui honon livros por outro oscolhidos, serin bcn e darir. resixl-

tados provoitosos, nps se r::(uvessG a certeza de que aquele que os escolhe e dirige
^
A
a forraaçao intelectual daquele para quen os escolhe, o faz com independencis e in^
A
0
parcialidade. E e esta independencia e iiTiparcialidade que em época nenhvuna da historia se provou a favor dos que escolhem os livros que os outros deven ler. E por
^
^
A
lan motivo nuito siinplesj na o e possivel. Tal independencia e imparcialidade simplesnente nao existem.
propositos.

Nao esta na natureza hunana, - nem nos pensamentos nem nos

Algumas exceções?

Sim, as tem havido, e ate bastante honrosas, - nas

apenas para confirmarem a regra.

Tenha o homem acesso a tudo, e saiba distinguir
/
/
/
entre o que lhe convém e o que deve repelir. E a única maneira de formar individuos.verdadeiramente livres, independentes, cidada.os informados, - que e o que importa.
O hanen so será verdadeiramente livre quando puder livremente externar o seu
pensamento e livremente examinar o de seus semelhantes.
uma ou

Enquanto no sentido de

outra coisa encontrar obstáculos, pouco progresso estaremos fazendo, e

limitadas serão as nossas esperanças»
Nao? os livros que deven entrar e permanecer numa biblioteca não dovem passar
por nenhum crivo,
Todo o livro que se escreveu merece ser lido,
examinar os pensamentos de outro?

Porque un honen se recusa a

Talvez nalgun deles esteja a solução de algun

problema milenar^ nao da maneira como ali encarado, ou mesmo da solução que se lhe
apresenta ou propoe, mas das ideias a que o pensamento da motivo, ou de que e causa, muitas vezes em sentido diametralnonte oposto.
nao se teria tcxaado sem aquele ponto de partida,
o lado errado da questão ou do problema,

Porem dedução ou caminho que
Deixam-nos ver com mais clareza

Quanflo não revelam que errados estavam

os nossos pensamentos e certos aqueles que condenávamos,
Hao ha livros propriamente perigosos,

O que ha geralmente são interesses -

de indivíduos, grupos ou instituições - que devem ser defendidos e mantidos, embora isso custe o sofrimento de milhões, e ate mesmo, se preciso for - por meio de
conflitos, atritos e guerras - a destruição de um paxs, ou mesmo da civilização,
O que torna necessaria a escolha dos livros que o povo deve ler e o esclarecinento que se lhe nega.
Nao e licito negar a nenhum homem a liberdade de pensar o que quizer e examinar o pensamento de quem quer que pense.

Qualquer limitação a este exercício -

nao importa em nome do que ou de quem - e opressão, tirania e despotismo,

Poderá

nao parecer, e os seus efeitos imediatos podem mesmo iludir a uns e outros,

Mas

os efeitos^ na verdade, e com toda a força e toda a crueza da realidade, são os que
sempre e invariavelmente resultam da tirania, da opressão e do despotismo,
toria ainda nao indicou nem provou o contrario.

Á his-

Isto não altera, nem de modo al-

gum diminue, a honestidade dos homens que em tal sistema acreditam e o prcciovem, a
nao ser naquele ponto em quo deviam conhecer melhor a historia, e também a natureza hmana&gt;
Nenhuma cultura dirigida - ao sabor pessoal deete, daquele ou daquele outro,
jamais deu ou dara resultados produtivos e realmente duradouros,

O que se da e

uma ilusão que engana a xins e outros, E tanto mais engana quanto mais honestos
**
m aqui• e' onde
j a coisa
j
.
*
'
sao,
ü.
muitas
vezes se toma tragica,
patética,
pungente.

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�Deus neo escolheu o que o homem deve pensar ou aceitar, pois que nenhuma coisa
lhe proibe, - fazendo-lhe tao somente admoestaçoes e esclarecendo-o, Mes o homem se
A
arvora com esse poders proibe ou permite - aos outros - consoante o alcance que tem
^
A
AM
e os interesses que defende. S muitas vezes esse alcance noo vai muito longe e os
A
interesses deixam de ser os da coletividade, para serem apenas os seus, ou os do
gmpo ou instituição a quem defende.
Sem um homem verdadeiramente livre não podemos construir um irtundo melhor e uma
sociedade mais justa.
A
/
Temos que demolir todas as barreiras a que o homem pense e todos os obstáculos
a que examine os pensamentos dos outros. Escolas, jornais e bibliotecas - muitas,
A
M
sempre e por toda a parte. As escolas preparam o cidadao, os jornais o informam e
as bibliotecas completam a sua cultura.
A biblioteca torna-se cada dia meis a alma da cultura e da liberdade dos povos.
Sen ela o homem ja não pode ser nem culto nem livre.
guém nais o discute ou põe em duvida.

Isto e ponto pacifico.

Nin-

Agora o outro, que ainda não e ponto pacífi-

CO, que ainda se discute, e que ainda se poe em duvida, e o dos livros que devem
constituir o acervo da biblioteca, e estarem a disposição de quem os queira examinar ou consultar, - e mesmo divulgar o seu conteúdo.

Esta liberdade - de ler, dis-

cutir, oxpor e divulgar - tera também que ser ponto pacifico, certo e indiscutivel»
Para um mundo de hcanens aindc escravos - de alguma coisa ou Tins dos outros - isso
que aí temos da bem vima idéia do que faremos e seremos quando fonaos verdadeiramente
livres.
E então a nossa preocupação seria, ou deveria ser, a da formação de homens verdadeiramente livres, - para o que teriam que ser criados e postos em funcionamento
as condições ou instrumentos capazes de produzir um tal homem.
Criadas ja estão.

Temos agora que as fazer funcionar - nesse sentido verdadei-

ramente construtivo, superior, conducente a una ordem melhor e mais justa^ - escola,
de criaçao antiga, e que de alguma maneira tem a idade do homemi o jornal, criação
posterior, lógica, conseqüente, inevitavolj e finalmente a biblioteca, qoe tudo reúne e centraliza, e de onde tudo irradia.

Da escola sai o homem mais ou menos ini-

ciado; o jornal o melhora; da biblioteca saira o homem superior, culto e verdadeiramente livre.
Do que foi* • biblioteca nos nossos dias resultara o mundo de amanhã.
^
m
P
Notáveis sao ja os trabalhos executados pelas bibliotecas do mundo, no seu esA
0
forço para informar e esclarecer a un nvimero cada vez maior de indivíduos. Dosse
esforço dao bem conta estas palavras, referentes a esse movimento nos Estados Unidos, onde mais intehsamente ele se processa: "Durante 1952 muitas bibliotocas celebraram o seu 25®, 502 Q Q-tg nesmo 200^ aniversario de serviços as suas comunidades.
Com vigor sempre renovado no cumprimento dos seus programas, espera-se que as biblj.otecas durante a próxima década a ser uma força vital cada vez maior na ajuda
para melhorar a educação das crianças e dos adultos o contribuir no sentido de tua
cidadão infonnado."

(The Americana 1953 Annual).

So temos uma pequenina observação a fazer,
estrr "milênio", ou mesmo "bilenio".

E que onde esta "década" deveria

Mas os que nos vão suceder hao de fazer essa

alteraçao, e mante-la.
E no que se refere ao resultado - altamente animador, indisoutavGlnente

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�promissor - diz bem esta carte, escrito por ur3:adulto que acaba de alfabetizar-se»
e que agora pode ler livros. pensar no que dizem, e ficar "um cidadao informado";
"Tenho lido os nossos jornaizinhos,

Como sao bons! Falain de tudo, tudo nos

ensinam.
Eu gostava de os receber todos os dias»

Para eles tenho sempre tejapo, a noi-

te, de madrugada, ao domingo, substituindo a minha saida pele sua leitura.
Sou criada e freqüento um Curso de Cajnp;.nha na cidade do Forto.

Era analfa-

beta, não conhecia uma letra do tajnanho duna porta, como nos, o povo, costumamos
dizer»

Hoje sei ler e escrever, sou feliz.

Parece-me o mundo maior e ate que

tenho os olhos mais abertos»
i-iUero min to sinceramente agradecer por mim e pólos meus colegas de Curso a
Sua Exceloncia e ao Governo tanto bem recebido,
A
Cjue Deus a todos abençoe.
Com todo o respeito me subscrevo»"

(A CíÜ^íJíHA - Órgão da Cajnpanha Nacional

de Educação do Adultos - Março de 1954- - n^ 9)
«w
A
^
E aqui uma observaçao. 3sta parece ser uma inteligência supericr, que so lhe
A
faltava, para menifostar-se, poder entrar em contccto com os livros, compreende-los
falar coci eles»

á mais um que alguma biblioteca tem hoje que servir, e possivelmen
m
P
te mais una biblioteca que amanha se abrira»
ß
m
,
*
Vários sao os serviços que uma biblioteca presta - e um dos maiavTraliosos e o
A
A
^
«V
intercâmbio» Principalmente nos nossos dias, - em que as distancias fisicas nao
na.is existem, e en que as várias culturas cada vez mais convergem para uma so; isto é, de nacional para internacional: - do homem para o grupo, do grupo para a namm
/
çao, da naçao para a humanidade, fundindo e confundindo tudo numa coisa soi o hcanem
culto, esclarecido, verdadeiramente superior»
Como atras ficou dito, o maior movimento de cooperação e intercâmbio bibliotecário que jamais teve lugar na historia da humanidade é o que hoje se processa tendo por centro, ou^^pidnèipâl força propulsora, os Estados Unidos» Vale a pena conhe
A
^
^
A
cer este movinento, em sues linhas gerais, rapides, a vol d'oiseaui E un pouco da
sua história - mais do movimento hodiemo do que das bibliotecas em si nos propor.
#
j»
se
cionara uma visão mais ampla do que ja se fez, do.;qu&lt;^pode e deve fazer, e da nossa
responsabilidade, ou parte que nos toca, nisso que se pode e deve fazer» Basta pen
Pm
'
9Ê
saímos no nosso pais, na sua extensão territorial, no nosso povo, e na situaçao das
duas coisas»

Sirva de encorajamento ou de base para coisa igual ou melhor i

"Desenvolvimento Internacional
"As bibliotecas norte-americanas são hoje reconhecidas como um poderosíssimo
instrumento para a troca de publicações e pessoal, tanto dentro como fora do país»
"Mostram as estatísticas de 1951 que através da Bolsa de Livros Norte-AmericaBa 319 bibliotocas de paises estrangeiros receberam livros gratis, e 274. bibliotecas Americanas e 387 estrangeiras tömarsjn parte saliente cc®io membros ativos de interc^bio bibliotecário»"

"A Escola Bibliotecária do Japão, um empreendimento cooperativo entre a ALA e
o Exercito Norte-Anericano, caapletou quase dois anos de funcionamento»

Localizada

na Universidade de Keio, em TÓquio, esta escola continuara até 1956, caa uma subvenção especial da íXuidagão Rockefeller.

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�"No canpo de bibliotecas de posquiza, o Flano Fp.mington, criado pela Associeçao
do Bibliotecas de fo-squiza para assegurar a importação de pelo nenos m exenplar de
cada livro estrangeiro de valor cultural para as bibliotecas americanas, agora inclua
toda a Europa Ocidental (excopto a Inglaterra e a Irlanda), a Australia, e quatro
paises Sul-/jnericanos.

Aproxinedaxiente 17.000 livros foram recebidos pelas biblio-

tecas participantes do plano em 1951-52»
"Em 1952 a "Biblioteca Benjrxiin Franklin
tejou o seu 102 aniversário,

localizada na cidade do Mexico, fes-

Ssta foi a primeira de m grupo de 130 bibliotecas de

informação sobre os Estados Unidos e o seu povo que forajn fundados pelo Departamento
de Estado Norte-iinericano em mais do 90 paises.
"Relações Federais e Estaduais
Muitos Estados e regiões estão fazendo pesquizas nma tentativa para melhorar o serviço de bibliotecas.

"iis bibliotecas regionais continuam a aumentar, enquanto que os livromóveis ou
bibliotecas ambulantes agora operam nas areas rurais e urbanas.

Os benefícios da

cooperação a das atividades de serviços conjuntos, na forma estabelecida nos programas bibliotecários regionais, estão sendo largamente reconhecidos pelas Municipalidades, as Diretorias Bibliotecárias, e os bibliotecários»
"Bibliotecas de Fesauiza. - Colegiais e Universitárias
"O codigo de empréstimo."bibliotecário para a circulação de materiais entre as
bibliotecas foi revisto e aprovado pela ALA, e outras organizações bibliotecárias nacionais.

Ficou estabelecido o principio de vm sistema Tjnico para a administraçao dos

empréstimos inter-bibliotecários.
0»
/
"A atividade no campo das construçoes de prédios destinados a bibliotecas tem
sido grande, tanto nos colégios, como nos universidades e nas comunidades locais»
De 19-4.8 a 1950, foram construídos 78 prédios para bibliotecas em colégios e universidades, e estão calciilados 100 prédios adicionais para o mesmo fim ate i960»
"Trabalho com Griances e Jovens
"No serviço de desenvolvimento bibliotecário, em que tomam parte crianças e jovens, fez-se incluir adultos de 17 a 21 anos de idade, - fato altamente significativo»

Êste serviço esta anexo ao Projeto do Patrimonio Mericano da ALil»
"Bibliotecas Escolares
"Com uma nova filosofia bibliotecária escolar a desenvolver-se, o bibliotecário,

tanto nas escolas primarias como secundárias, e agora reconhecido como professor (ou
professora), trabalhando com todo o corpo de estudantes»

Os serviços a seu cargo -

de sua execução ou produção - estão a disposição dos estudantes nos laboratorios, nas
oficinas, nas salas de aula, assim como na biblioteca.

Todos os departamentos na es-

cola ficam enriquecidos pela biblioteca, quando esta toma o seu lugar no curriculum,
"Esta também desenvolvenâo-se um programa nacional para o planejamento arquitectural cooperativo de bibliotecas escolares»

Os bibliotecários cada vez mais se tor-

nam parte integrante das associações educacionais.
"Bibliotecas Publicas
"Deve-se a cooperaçao entre o Ccnité de Relações da ilLA, os Editores e o Conselho de Editores de Livro /imericano o melhoramento das relações entre as comunidades

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�no que se refere ao livro.

Os bibliotecários públicos continuam a estudar o uso
A
/
/
mais avançado de dispositivos mecânicos para melhorar e tornar mais rápidos os varios processos bibliotecários, tais como a circulaçao e catalogaçao de livros e o
material para pesquiza e copia«
"Educação de Adultos
• "Ha apenas 25 a 30 anos que os educadores e os bibliotecários se deram conta
da significação do termo "educação de adultos".

(Encyclopedia ilmericana).

O que a biblioteca é no lar o e cem vozes mais na comunidade.
luz que alumia a um ou alguns, - e as vezes a ninguém.
sempre aceso, sempre alumiando e sempre a muitos»

No lar e uma

Na comunidade e um farol, -

Assim como a luz nao deve ser

limitada nem condicionada, também o não deve a biblioteca.
Nao deveria haver uma so comunidade sem a sua biblioteca e um serviço bem orA
ganizado de intercâmbio, em que a liberdade de examinar e de divulgar, - receber e
transmitir - seja a base, e por assim dizer a razão de ser.
O mais poderoso inimigo do homem, o que lhe traz a maior soma de mal ou de maA#A
/
/
les, e o medo, E a pior forma de medo e o medo espiritual. Isto e, das idéias dos
outros.

Um hcsnem armado, e a quem, por isso, tememos, nos traz aia constante vigi-

1Í£, nos enrlgasse o corpo e as vezes fortalece a alma.

Aquele a quem espiritual-

mente tememos, e por isso o evitamos, nos converte nirni covarde, num pusilânime.
Dizer-se que nao e, nao e nao ser.
««
sao.

E muitos dizem que nao sao quando mais o

As palavras enganam mais aos que as dizem do que aqueles que as ouvem.

se sempre convencem quem as diz.

Qua-

Raramente os outros.

Se uma cultura superior, tendo por base, por centro e por ponto de partida a
&gt;
00
biblioteca livre e accessivel a todos, nao resolver os nossos problemas imediatos,
A
^
A
fv
00 ^
e com eles os remotos, nada o fara. Mas eles serão resolvidos. E a solução e essa: uma cultura livre e superior, servida por bibliotecas públicas e um intercâmbio
perfeito e também livre.
A cultura e a vida e a liberdade de um povo.
lo da cultura.

A biblioteca e a base e o veícu-

E a consulta livre, desimpedida,o incondicional e a alma da biblio-

teca.
A necessidade estes palavras e maior, muito maior, do que muitos pensam.

Por

4^qis incrível que pareça em paises de alta civilização, e cultura avançada, ostão
sendo retirados livros das prateleiras das bibliotecas, e queimados, - porque a
sua leitura e considerada nociva a formaçao intelectioal dos que os leem.

Esta de-

puração de bibliotecas universitárias esta sondo procedida por autoridades policiais ..,

E de nada adiantam as explicações o justificativas dos diretores, pro-

fessores e catedratlcos.

Para onde vamos, se nos acomodarmos, so nada dissermos,

se cruzarmos os braços, se, enfim, nao pensarmos nisto, e algo nao fizermos?
á m problemâ premente.

Temos que salvar a integridade e Independencia da bi-

blioteca, se quizermos salvar a integridade e independencia da pessoa humana.
Sem bibliotecas nao ha cultura; sem cultura não ha liberdade; sem liberdade
nao ha vida? - ha existencia abjeta.

Este o problema, - e o dilema também.

Este movimento - de proporções ja grandes, e implicações imprevisíveis - ja
esta iniciado, e em franco progresso no nosso pais.

Provara o Primeiro Congresso

Brasileiro de Biblioteconomia que no mcsaento se realiza na nossa cidade do Recife»
^ A
Seja ele um ponto de partida para um grande movimento, san solugão de continuidade,
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iq

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2

�- 7 pelos séculos e milênios em fora.

E para que seja grand-e^

ro, e para que seja construtivo, é necessário que cada um contribua com a sua quota
A
&gt;
de trabalho, de esforço, de fe.
Se nao tudo, quase tudo depende dos nossos bibliotecários.

Da maneira como se

houverem neste Congresso e nos que o sucederem,
Deveriamos faze^exame rigoroso e detalhado de toda a nossa situaçao, - ver o
que tomos feito, o que falta fazer, e procurar os meios de fazer isso quo ainda faltm
^
^
^
A
ta, e que, se nao e tudo, e quase tudo, Nao nos faltara intoligencia nem boa vonta/A
f
S,
M
de; porem apoio^isso sim poderá faltar, graças a incompreensão de \ms, a ignoroncia
de outros e a indiferença do ainda outros. Temos, pois, que vencer ossa inccaapreen«W
A
M
/
sao, essa ignorancia e essa indiferença. Os outros, que hojo estão adiante do nos,
lutaram - o tenazmente - contra os mesmos obstáculos, exatamente os mesmos.

Vence-

ram, e estão vencendo, E as armas sao exatamente as mesmas que temos noss inteliA ^
M
/
gencia e vontade de vencer, òe venceram, porque nao venceremos nos?
Deveriamos assumir, uns perante os outros, sérios e sagrados compromissos,
A
tre esses enumeraria os seguintes«

En-

Fazer pressão sobre os nossos governos para conseguir deles legislação õajo
objetivo fosses
1) Facilitar por todos os modos possíveis a entrada no país, ou aquisição,
por parte dos interessados, de todo o material necesserio a impressão e disseminação de livros,
\
MM
/
/
2) Facilitar a construção e manutençao de bibliotecas publicas, em numero
cada vez maior, cm todos os recantos de todo o território nacional,
3) Facilitar ao máximo, com apoio certo e ajuda efetiva, o intercâmbio
com as bibliotecas naçionais, e destas com aa estrangeiras,
4) Impedir que as nossas bibliotocas sejam devassadas, expurgadas ou de
alguma maneira fiquem sujeitas a açao policial,
5) Impedir que se estabeleça, em tempo algum, em nome de quem ou do que
quer que seja, sob não importa que pretexto, qualquer forma de censura, por mais leve que seja, do que pode ser adquirido por bibliotecas brasileiras e nelas conservado para leitura e consulta dos interessados,
6) Banir para sempre - para todo o sempre - qualquer idéia de discriminação ou intolerância, para ccia os que escrevem ou leem os livros que constituem o acervo das nossas bibliotecas,

Todos os hcsaens são iguais perante Deus,

E o pensa-

liiento vem de Deus,
7) Oferecer aos nossos bibliotecários - servos dos servos da cultura nacional - as mais amplas garantias s no exercidos da sua função, na integridade dos
seus cargos, e em tudo que de alguma maneira concorra para formar a sua personalidade perante os colegas nacionais e estrangeiros, e manter incólume a sua dignidade, de tal modo que cargo e ocupante representem dignamente o nosso povo e a sua cultura
A
no concerto mundial das coisas,
8) AssegurâTaos bibliotecários nacionais, tanto quanto possfvo^ uma sub^ A ^
sistencia alheia aos azares da sorte, para o bom andamento e continuidade do movimento, - amparando as suas organizações, e apoiando-as toda a vez que precisarem dosA
Sô apoio

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2

�• 8 —
9) Dar ac3 nossos bibliotecários voz ativa nas coisas que sq referem a
A
00
cultura ein geral, na medida om que saibam compreender a iinportancia das suas funções
e a grandeza da sua missão,
10) Criar condições propícias ao desenvolvimento de úm alto espírito de patriotismo por parte dos nossos bibliotecários.
A
\
E outras coisas quo a oxperiencia dos outros,, combinada a nossa, nos iriam domonstrando,
é claro que isso que se deseja ou pede epor etapaa,

Mas tomos que começar -

nalgum ponto, nalgum momento, do algum modo.,
é um acontecimento a que c preciso dar o valor que realmente tem o do PRIMEIRO
CONGRESSO BEiiSILEIRO. DE BIBLIOTECCííCMIA.

A ele esta ligado o nosso próximo futuro

'cultural, o certamente o lugar que ocuparemos no ccujunto das cvilturas mundiais.

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                    <text>�"I Digitalizado
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'

^

♦

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��PRIMEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA

Situaçao atual da biblioteconomia no Brasil
por
Luiza Fonseca

C
h Pe

Recife
195^

cm

1

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I Sc a n
st e m
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lí

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�/.6 ' - -

.0 cciiüi.-ESsa

brasileiro ds bibliotecokoí-íIü

SITUAÇÃO ATUaL DA BIBLIOTECONOMIA

NO

BRASIL

Informe apresentado por LUIZA rONCECA,^biblio
tecária-chefe do Serviço de Documentação da Se
cretaria da Saúde Pública e Assistência Social. são Paulo - Brasil

A situação da Biblioteca e do Bibliotecário, no Brasil, é mais
ou menos idêntica.
Ontem, possuíamos espalhadas pelo país um bom núir.ero de bibliotecas, algumas com preciosas coleções» Ninguém, ou gouquissímas pessoasj as
consultava. Êssee verdadeiros depdsitos de livros nao possuiam instalaçõesocn
fortáveis, nao possuíam catálogos, nao possuíam pessoal habilitado para dirigí-las, enfim - nao apresentavam nenhuma atraçao para serem freqüentadas
quer por estudiosos, quer por pessoas que desejassem uma leitxora recreati'^
Ontem, eram os bibliotecários um pequeno númeroj hoje, só emáo
Paulo, qviase trezentos. Ontem trabalhavam os bibliotecários em algumas re partições e pequenas bibliotecas; hoje, seu serviço ê reclamado em diferentes ramos de atividades - institutos particulares, serviços públicos, comér
cio, indústriaj escritórios de advogado, médico, engenheiro, etc,
possuem
bibliotecas que^sao organizadas ou dirigidas por^bibliotecário. E a biblioteconomia em ajão, viva e eficiente em colaboração cora os que trabalham e es
tildam. E o Bibliotecário que vem demonstrar com essas atividades___a necessidade de ter a sxxa posição consolidade em face das demais profissoes. Ressal
tando-se o fato de preparar-se em curso especializado*
Apesar disso não existe ainda, de ura modo geral,^uraa providencia emanada dos poderes públicos que estabeleça normas, exigencias e regula
mentos objetivando solucionar os problemas quer da biblioteca, quer do bibliotecário»
Em certos Estados como Pejrnaiübuco, Bahia, Minas, Sao Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e alguns outros, existe eilgo de concreto e já se es
tabeleceram algvins "usos e costumes" que, pela hierarquia das fontes, tedun
darão em normas jurídicas e administrativas passíveis de serem transforma das em leis básicas. Parece-me que o exame, em conjiinto, de todo esse doou
mentário de tais Estados poderá servir de base para os estudos a se reeilizâ
rem neste certame.
A profissão do Bibliotecário nao foi reconhecida entre as profis
soes liberais, os estabelecimentos de ensino não sofreram a influencia de um
"Padrao" de Escola de^^Biblioteconomiaj não existe legalmente, em todosoos Eâ
C'^os, a regulamentaçao do exercício da profissão e, nao^é comum a todoe os
EstiTíng a existencia de um &lt;5rgão coordenador cuja competcncia seria entrosar
todos oo Lrnbfilhos relativos à Biblioteca*
Nao resta, pois, a menor dúvida de que a atividade precípua do
Primeiro Congresso Brasileiro de Biblioteconomia deverá ser a de estudar ,
em conjunto, todos esses problemas a fim de sor estabelecido o alicerce sólido e perfeito da profissão de Bibliotecário no Brasil. Para isso ê negcssário, imprescindível e inadiável que seji.Jii tomadas as seguintes providen cias:
I. - Reconhecimento da PROFISSÃO DE BIBLIOTECÁRIO pelo Ministério
do Trabalho e inclusão do Bibliotecário na Tabela Anexa ao
artigo 577 da Consolidação das Leis do Trabalho, entre
as
profisSoes liberais;
II - Estabelocimcnto do PADRÃO DE ESCOLA DS__BIBLIOTECONOMlAj
III - Regularaentação^do Exercício da PROFISSÃO DE BIBLIOTECüJOj
IV - Criação de ORGaO COORDEiIaLiOR de todos os trabalhos relativos
à bibliotecas.
A nosscf ver, sao esses os pontos capitais do problema biblxo
teconomico brasileiro cujas etapas passamos a estudar.

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f

�I - Reconhecimento da profissão
O reconhecimento da profissão de Bibliotecário é o^alicerce do e
difício, S a pedra fimdaraental de todo o monumento biblioteconomico. Sein esse reconhecimento o bibliotecário ficará sempre limitado a um âmbito de agao
restrito e sen as garantias que a legislação trabalhista autorga aos de profissão legalmente reconhecida e^^relacionada na tabela anexa ao artigo 577 da
C.L.T. Os bibliotecários poderão, dessa forma, trabalhar em qualquer campo
quer na esfera administrativa oficial, quer era organizações particulares, in
dústria, comércio, etc.
Os direitos e deveres profissionais do bibliotecário passariam a
ser regidos pelos dispositivos legais ^ue disciplinam o funcionalismo público, o ensino e, tambám pela Consolidação das Leis do Trabalho.
O Primeiro Gongresso^Brasileiro de Biblioteconomia deveria pleitear o reconhecimento da profissão mediante uma MOÇÃO, Nessa Moção dever-seá partir do conceito da profissão para demonstrar em seguida como preendE s§t
tisfatóriamente todos os requisitos contidos no mesmo. Finalmente, concluir
pela urgência que há no reconhecimento do caráter profissional da atividade
específica exercida pelo bibliotecário.
Realmente, à medida que se vão tornando mais nítidos os contornos de una atividade profissional, mais se irá impondo a necessidade de se e§
pe ializar a formação tdcnica no sentido de levar à habilitação para o exercício da profissão,
A histdria das profissoes demonstra que o exercício da profissão
precede, no tempo, qualquer preocupaçao de preparo técnico sistemático.
No desenvolvimento de um trabalho o no evoluir de seus métodos e
processos, surge a especialização que visa habilitar a pessoa no desempenho
do novo ofício em bases racionais. Assim, a profissão, estando perfeitamente
definida, particulariza-se o ensino e quanto mais exigentes forem os disposi
tivos regulamentares da profissão, mais apurados serão os estudos correspondentes.
Profissão, segundo os entendidos, é uma ocupação que algúém exer
ce com o propósito de nela se aperfeiçoar e adotá-la germanentcraente. Sob vun
ponto de vista mais restrito, profissão ê "una ocnpaçao em que o conhecimento de algum ramo de cultura ou da ciência é aplicado seja na solução de neg^
cios alheios, seja na práticçt de uma arte baseada em tal conhecimento." (Oxford English Dictionary).
Justifica-se o^estabelecimènto de uma profissão quando, de acordo com Leonard D. White, sao satisfeitos os seguintes requisitos de parte da
atividade:
\
^
aj Supor um conjmito organizado do conhecimentos;
b) Oferecer facilidades^para a formação sistemática nesse conjun
to e em suas aplicações práticas;
c) Justificar exigencias de qualificação pc.ra ingresso e identificação com a atividade;
d) Representar-se por meio de uma organização coastitiiida de n\Imero considerável de menbros^qualifiçados para a prática
da
profissão e que exerça influencia na laanutenção de padrões paro
fissionais e,
e) Adotar um cddigo de Ética Profissional.
"3 do
v'-'
^
w
-'i. .
A Profissão do Bibliotecário satisfaz os requisitos mencionados,
segundo passamop a comprovar:
a) A atividade^do Bibliotecário pressupõe conhecimentos específi
COS que estão evoluindo constantemente. Além disso
desses co
nhepimentos resultam técnicas especiais de trabalho.
b) para a formação sistemática dum conjunto de conhecimentos já
existem no Brasil al{,uiaas Escolas de Biblioteconomia. Nos Estados Unidos e em outros países tais Escolas já sao em grande
número,
c) Dadas as características da biblioteca moderna e as atiibui Çoes do bibliotecário, era nossos dias já nao é mais possível o
exercício do caxgo sem a qualificação e respectivas exigencias
para ingresso nessas funções»

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�Em Sao Pai^o é exigida a apresentação de Diploma de Bibliotecário
para ingresso no funcionalismo público estadual e municipal (Decreto-lei *..«
13.Ali, de 194.3, art. 7® - Decreto-lei n. 17clOi4., de 19íí;.7, sít. 35, que foiro
gulamentado pelo Decreto 22,833, de 1953) - Estes dispositivos legais justifi
cam, ;pois, a necessidade dum conhecimento profissional.
~
d) Em são Paulo existe a Associação Paulista de Bibliotecários^ fun
dada^em 1938, declarada de utilidade pública pela Lei 6^3/19507
Era vários outros pontos do Brasil a classe de bibliotecáriostam
bem se acha representada por meio de organizações da mesma es-"
pécie.
Os relatíírios da Associaçao Paulista de Bibliotecários podem bem
patentear as^iniSmeras atividades em benefício da classe; cursos intensivos de
espcializaçao, mesas redondas^ reuniões de estudos, congressos, apoio e orientação a instituições de caráter cultural, etc.
e) O cddigo de ática profissional vem nascendo por si, decorrente
do fato de ser hoje a Biblioteconomia objeto de Ensino Especia
lisado. Entretanto, a Ética Bibliotecária está ainda numa fase
do desenvolvimento necessitando ser codificada. Isto nao oxc3ue
a existência de deveres e responsabilidades. Nao há quem . não
reconheça o valor de uma formação, do uma bibliografia, de uma
pesquisa para estudo especializado. Sem dúvida alguma, a mais
importante das atividades do Bibliotecário ê dar assistência ao
leitor. Nao basta colocar-lhe na^mao um livro. E preciso saber
dar—lhe uma orientaçao para que ele chegue ao assunto desejado. Portanto, a ética bibliotecária exige do profissional aplicaçao ao trabalho, boa orientaçao e capacidade para dirigir. S&lt;5 assim a Biblioteca ficará â altura do conceito moderno t ^Biblioteca que constroi, que colabora com todos, que instrui, educa, aperfeiçoa, especializa e recreia»
II - Estabelecimento do Padrão de Escola do Biblioteconomia
„
Pleirear-se-á o padrao do uma Escola do Biblioteconomia e não uma Escola Padrao. Esta providencia ê de grande importancia para todo o Brasil.
O padrao para as escolas do Biblioteconomia exigirá, como 's&gt;'tbaac,
um ,-reparo de gráu secundário e, portanto, as escolas podem ser consideradas
como pertencentes ao plano do ensino superior. Verificamos que as
matérias
integrantes do "curriculum" das Escolas de Biblioteconomia existentes ro país, ^
Já por sua natureza, já pelo modo apr fundado com que são lecionadas certas
matérias, colocam ineludivelmonte o Ensino de Biblioteconomia em nível superior.
^
.
Ao programar as matérias a serem lecionadas nos tres anos, é necessário orga^zá-las do um modo metddico, em SecgÕes?
a) cadeiras fundamentais;
b) conhecimentos específicos;
c) conhecimentos çompleaôntarosj
d) técnicas auxiliares de cujo conhecimento terá o bibliotecário
de lançar mao no^exercício da profissão
^ Quanto à distribuição das cadeiras pelo Curso, desde que em nível superior ficaria o assunto^a cargo do regulamento de cada Escola de Biblioteconomia, porquo^a seriaçao decorre de várias circunstâncias que o leHIadoar-nao pode e nao deve prever.
O ensino prático deverá ser ministrado em seminários, nos quais
rSatéSos^^'^^'^^^ ^ discutidos os problemas, complementados por estágioá e
^
As exigencias da apresentação de um trabalho final para a conclu
sao de c^so é medida de grande valor que irá revelar a capacidade e adaptaçao à atividade prjfissional.
Os cursos de especializaçao e de extensão poderão fazer parte do
programa de qualquer Escola.
_
^ Bibliotecário nao pode ficar afastado dos estudos de seu ramo.
Constantemente aparecera novos conhecimentos e novas atividades afins com
a
aperfeiçoamento é contínuo, tendo em vista que o material biblio
graiico a ser manuseado e tratado técnicamente dentro das bibliotecas e ser-"
viços de documentação abrange todos os ramos do conhecimento»

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III - Regulamentaçao do excrcício da profissão do bibliotecário
5 de grande importancia a regvilamentaçao do exercício da profis
sao que consistirá em estabelecer normas para admissao e contratos; formular preceitos com referencia ao registro de diplomas; fixar atribuições do
bibliotecário em todas as atividades que a profissão requer; promover a fis
calizagao do ensino; promover a organizaçao, direção e fiscalizagao de bibi^
otocas e dar ao bibliotecário formado ,o direito de lecionar raatárias
de
sua especialidade, (Ver projeto em anexo n,
)
IV - "örgao Coordenador"
O 6rgao coordenador será consultivo, ou executivo da administra
çao pública em matéria de Bibliotecas.
Este (Srgao deverá ser criado em todos os Estados, ligado ao 80tor administrativo adequado, com o fim de organiar e orientar as bibliotecas
no Estado; estabelecer bases para padronização dos serviços técnicos; proura
ver a criaçao de bibliotecas inclusive nos muMcípios do Interior; manterá^
torcambio e articulagao con instituições congeneres; concorrer para o aperfeiço^ento técnico dos bibliotecários; fazer propaganda do Livro; promover
reuniões e congressos de bibliotecários, otc.
Todas estas medidas fazem parte do projeto de lei anexo (Anexo
n.
)

Fazemos votos que este "Informe" seja útil ao presente certame ^
no intuito de contribuir para fixar a situação do Bibliotecário e das Biblio
tecas do Brasil, incluimos o JJRepertério da Legislação sobre Bibliotecas
e
Bibliotecários do Estado de são Paulo", esperando poder colaborar ou osclarç
cer com tal documentário algum p-.nto passível do dúvida ou controvérsia*
Para problema de tão grande vulto, ^torna-se necessária a coopera
çao de todos os interessados direta ou indiretamente no assunto, não sé
em
são Paulo como em todo o Brasil, üo se compulsar o presonte^trabalho poder se-á verificar que o Bibliotecário, no Serviço Público de São Paulo já
tem
conseguido algama coisa de consistente, posto que muito problema ainda exista para sei- solucionado.
Apresentamos os protestos de apreço e distinta consideração
são Paulo, 9 de junho de 1954
a) Luiza Fonceca
Bibliotecária Chefe

PROJETO LSI SOBRE O BiíSINO DE BIBLIOTECONOMIA
O ensino de Biblioteconomia tem como finalidade^
1 - Prover a formçao de pessoal técnico habilitado para a direção, organizaÇao e execução de serviços biblioteconomicos, e ministrar ensino de bibli
oteconomia.
i
"
2 - Prover u f^rinaçao de pessoal habilitado para a execução e direção em érgaos de serviços de Documentação e do Biblioteca e desenvolvimento do seus
ramos especializados,
Art»
O Ensino de^Biblioteconomia é feito em nível superior em 3 sérios
no mínimo, com a duraçao de um ano escolar cada uma,
Art,
O provimento de cadeiras nas Escolas de Biblioteconomia será feito por meio de professores contratados, assegurada a regência das cadeiras ou
disciplinas biblioteconòmicas exclusivamente a Bibliotecários que tenham diplomas registrados na Diretoria do Ensino Superior ou excepcionalmente, por
profissional que obteve diploma do Bibliotecário em Escola estrangeira oficial ou oficializada,
Art«
Obedecendo à metodologia, apropriada ao nível superior do curso, a
formaçao teérica e prática de bibliotecários compreenderá o estudo das seguig
tes disciplinas, no mínimo:

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st em
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�I - MâTSRlAS BI^SIGÀS
a)
b)
c)
d)
e)
f)

organização o administragao de bibliotecas
catalogaçao bibliográfica^
sisto^tica c classificação bibliográfica
reforoncia e bibliografia
seleção do livros
história do livro

II i- MATÉRIAS COMPLEMENTüRES
au Palcografia
b) Psicologia^aplicada
d) Documcntaçao

t.

III - ESPEGIÜLIZaÇÕES
a) bibliotecas especializadas (Institutos de Posquizas, belas
artes etc.)
b) bibliotecas de estabelecimentos do ensino (universit^ias,
escolares, etc.)
c) bibliotecas infantis
d) iconografia
e) numismática e "heraldica
f) cartografia
g) musicologia

Art.
Nas Escolas de Biblioteconomia as matérias dos diferentes anos, iniciando-se pelas nogoes básicas, deverá ser-lhos intensificado e alargado
o
programa de conhecimentos à medida que os estudos avançam dentro do curso,
Para o ensino das matérias indicadas haverá no mínimo o seguinte nümero do
aulas!
1° ano
a) Organizagao o administragao
60 horas
b) Introdução à classificação bibliográfica (sistemática) -^(teoria e prática)
90
"
c) Catalogação (teoria e prática)
90
"
d) Referencia e Bibliografia
60
"
c) Histéria do Livro
60
"
ano
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
3

Oiganizaçao o Administração
Classificaçao Bibliográfica (teoria e prática)
Catalogação bibliográfica (teoria e prática)
História do Livro
o
Seleção de Livros
Referenciado Bibliografia
Documentação

60
90
90
60
30
60
60

"
"
"
"
"
"
"

ano
d) Organizaçao e'administraçao de bibliotecas de e&amp;pocializfçoos in

dic^das
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
Art.
guintes:

Bibliografia especializada
Documcntaçao
Psicologia aplicada
Paleografia
Iconografia
Cartografia
Heráldica e niamismática
Arquivologia
Material audio-visual

As condições para ingresso na Escola de Biblioteconomia sao as

se

%
A
«V
A
a) Curso secxindário completo, nos termos da legislojpo ciü vigor;
b) Aprovação em exames de seleção de Português, Cultura Geral, edu
as Língtias estrangeiras? Inglês (obrigatoriamente) Francês ou A
lemao, Italiano, Espanhol, etc.

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c) Prova de datilografia.
iirt,

Condiçoes para matrículas
a) Prova de registro civil
b) Prova de conclusão dc curso secundário completo
c) Atestado de idoneidade moral
d) Sanidade física e Eontal
e) Iprovaçao nos exames de selegao.
ürt.
As escolas de biblioteconomia, já em funcionamento, ficam obrigadas a requerer seu reconhecimento dentro do prazo do 120 dias a partir da data da regulamentação desta lei.
§ 1® - Os atuais alunos das escolas a que se refere este artigo, bem como
os diplomados^por escolas de biblioteconomia anteriores a_esta lei, que funcionaram ou^vem funcionando sob os auspícios de instituições reconhecidamente
idôneas terão seus direitos garantidos.
§ 2® - Os portadores de diplomas expedidos por escolas de biblioteconomia
que obtiveram o reconhecimento deverão requerer o registro de seus diplomas,
dentro do prazo do 150 dias à Diretoria do Ensino Superior do Ministério do B
ducaçao c C\iltura*
3® - Os diplomados por esdolas oficiais oü oficializadas, já extintaspo
derao, beneficiar-se dos direitos e Vantagens previstos nesta lei, desde que
estejam exercendo a profissão há mais de 5 anos*
§
- Podem requerer o registro de seu diploma os formados por escolas cg
trangciras desde que o tenham revalidado pela autoridade competente.
Ãrt*
O poder executivo subvencionará as Escolas dc Biblioteconomia já g
xistentes e as que forem fundadas, o devidamente reconhecidas,
ürt,
O poder executivo distribuirá bolsas de estudo aos Estados que não
possuam^Escolas do Biblioteconomia, obrigando-se o bolsista, mediante assinatu
ra do termo de compromisso, a exercer a profissão nos deis anos após o tdrnino
do curso no seu Estado de origem,
^Art.
O poder Executivo expedirá dentro de 90 (noventa) dias a regxü-cjnen
taçao básica desta lei.
iirt.
i-4. presente lei entrará em vigor a partir de sua publicação, revoga
das as disposiçoes em contrário.
A PROPISSÜO DO BIBLiOTEC/JíIO
PROJETO
Regula o exercício da Profissão do Bibliotecário e dá outras providencias.
Art. 1® - O exercício da profissão da bibliotecário em quaJLquer dos seusi^
mos, com as atribuições estabelecidas neste decreto, s(5 será permitido:
a) aos profissionais diplomados no País por escolas ou institutos dc ensino de biblioteconomia oficiais, equiparados ou oficialmente reconheci—
dosj
b) aos profissionais que, sendo diplomados em biblioteconomia por escolas
estrangeiras, apás curso regular e válido para o exercício da profissão
no País de origem^^ tenham revalidado no Brasil os seus diplomas de aco£
do com a^legislaçao federal,
§ único - Nao será permitido o exercício da profissão aos diplomados^ por
escolas ou cursos cujos estudos hajam sido feitos por meio de correspondência.
^ ^t. 2® - Aos diploma_os por escolas estrangeiras, que, satisfazendo as ex
igencias da alínea b, do art, 1®, salvo na parte relativa à. revalidação dos di
plomas, provarem, perante o drgao fiscalizador, que exercera a profissão no Bra
sil há^mais dc cinco anos e que, no prazo do seis mcsos, a contar da data dap^
blicaçao deste decreto, registrarem os seus diplomas, será,por exceção permiti
do o exercício da profissão no País, (*)
"
/irt.^3^ - Os funcionários^públicos federais, estaduais e mimicipais quc^ poß
to que nao satisfaçeun gs exigencias dos arts. 1 c 2® estiverem, na data deste
decreto, exercendo cargos ou funções que exijam conhecimentos técnicos de bibli
oteconomia. poderão continuar no exercício do respectivo cargo,
Art. 4- - Os profissionais de que tratam os art, 1® o 2® desto decreto j'só
poderão exercer a profissão apds haverem registrado seus títulos ou diplomas na
Diretoria Geral do Ministério da Educaçao e Cultxira.

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iirt. 5^-0 cortific,,.do do registro ou a apruscntagao do título registrado
será exigido pelas^autoridí.des federais, estaduais o aunicipais, para assinatu
ra do contratos, termos de posse, inscrição on concursos, pagamentos de licença ou impostos para o exercício da profissão, o desempenho do quaisquer fungao
a esta inerentes.
üTt, 6° - Sao atribuições do bibliotecário a organizaçao, direção e execução dos serviços técnicos do repartições pilblicas federais, estaduais e nunici
pais e empresas particulares c .ncernentes às m&lt;*itérias e atividades seguintes:
a) ensino de biblioteconomia en seus diferentes gráusj
b) fiscalizaçao de estabelecimentos de ensino de biblioteconomia, roconhecidos, equiparados ou^cm via de equipí?j:açaoj
c) adminlstra§ao e direção de biblioteca.
Art. 7® - Os bibliotecários terão preferencia, quanto à parte relacionada
com a sua especialidade, nos serviços concernentes a:
a) demonstrações práticas e teí^ricas da tócnica biblioteconomica om estabe
locinentos^federais, estaduais ou municipais;
b) padronização dos serviços técnicos de biblioteconomia;
c) inspeção,, sob o ponto de vista do incentivar e orientar os trabalhos tép
nicos om bibliotecas^
d) organização e execução dos trabalhos de recenceamonto, estatística o ca
dastro das bibliotecas;
e) publicidade sobre o material bibliográfico o atividades da biblioteca.
(*) O prazo para registro dos diplomas poderá ser prorrogado, mediante novo dc
creto,
f) a organizaçao de congressos, seminários, concursos o cxposiçoes acionais ou estrangeiras relativas à biblioteconomia, ou representação ofi;.
ciai nesses certames.
^t, 8® - Nas escolas ou institutos do ensino dc biblioteconomia oficiais,
eqixiparados, ou reconhecidos, cabo aos bibliotecários o ensino das c&amp;deiras ou
disciplinas de:
Bibliografia e Referencia
Catalogaçao^
Classificaçao
Organizaçao e administração dc Bibliotecas
Documentação (por bibliotecário especiidizado)
9® - Constituo também atribuição dos bibliotecários a execução dos set
viços nãc cwi-wcificados no presente (Jecroto, que por sua natureza, exijam conhe
ciraontos de Documentologia e ^rquivà»logig e outros conhecimentos corroíatos.
iiTt.lO® - Desde que preencham as oxigouoias da^rcspectiva rogulamontação, é
assegurado ao bibliotecário o oxerclcio da profissão de Bibliotecário.
Árt.ll® - üquoles que exercerem a profissão do bibliotecário seo serem dl •
plonadosjou som haverem registrado, donti'o do praao de seis mósos, no Mlnitstério
da Bduoa9ao e Ciilturay o sou diploma ou^tltulo, incorrerão na multa de (Í5 1^00,00(duzentos cruzeiros) aü;^00,00 (cinoo mil qrugçiros) quo será elevada ao dôbro,
«tn casr» d® reincidência.
PROJETO
Departamento, Secçao ou Divisão
ORGÍÍO COORDEiJ.iJDOR
Os^Estados, mediante aio emanado dos poderes compctentos dowerão criars
Um CJrgao Coordenador de todos os trabalhos relativos à bibliotecas, no Estado ,
por oste mantidas ou polo Município.
Sédo do Órgão Coordenador - Secretaria do Governo ou Departamento de Cultura do
Estado ou Município
COMFETÊlíGIi..
a)
b^
c)
d)
e)

coordenar trabalhos entro as bibliotecas estaduais e mimicipaisj
estabclocer medidas necessárias à cooperaçao entre as biblioteca^
promover intercâmbio com as bibliotecas nacionais e estrangeiras;
organizar o cadastro das bibliotecas co Estado ou do Município;
superintcnser o serviço de catálogo^coletivoadas bibliotecas do
Estado e tomar medidas para a sua boa execução;

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�f) estabelecer bases para a organizaçao c padronização dos trabalhos técnicos nas bibliotecas existentes no Estado óu no Município;
g) estudcx os pedidos de subvenção oficial a bibliotecas e opinar
sobre eles;
h) pronover a criação do bibliotecas, raapotocas e discotecas, on**
■ de se conservem docunentos relacionados com a histíSria local c
suas personalidades eminentesj
i) adqtdrir livros e distribui-los a bibliotecas;
j) di^mlgar trabalhos relativos à biblioteconomia;
k) fiscalizar as escolas do biblioteconomia do Estado e do Municl
pio;
l) concorrer para o aperfeiçoamento técnico do bibliotecário medi
ante cursos, estágios e bolsas de estudo;

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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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��PKIMEIfiÜ CötlGil£SSO BxtàSILüilfiO DK BIBLIOTüXJdNQMIA

Da necessidade de um "Código ITacionsl de Catalogaçao"
por
A.L*C» Vicentini

o^t ofef.2 (ti)

4, p£
"•i

Hecife
1954

Digitalizado
-gentilmente por:

�r.3
T.3

nl SECESSIDuàDE DE UM"CÖDIGO NüCIONüL DE CaTíJLOGííÇAO"
Tose apresentada par A.L.C. Vicentini
ao
.{\

Primeiro

Congresso

Brasileiro

de

Biblioteconomia

CONSIDERANDO!
1®) que as regras de catalogagao agrupadas nos códigoss
a) "A.L.ii« Catalog Rioles for Áuthor and Title Entries"j
b) "Rules for Descriptive Cataloging in the U.S. Library of Con
gress"j
c) "Norme per il Catalogo degli Stampati, da Biblioteca Vaticana,
não resolvem isoladamente todos os problemas de catalogagao das
bibliotecas brasileiras;
2®) que a exegese dos códigos estrangeiros tem demonstrado a impossibilidade de um perfeito enquadramento dos fenomenos nacionsí®
de catalogagao aos referidos códigos;
3®) a necessidade de uma uniformização nos serviços de catalogaçao nP
Brasil;
A.®) que os serviços do catalogaçao cooperativa___e o sistema de venda
de fichas impressas só poderão ter aceitaçao geral, quando hou&gt;*";
ver, no Brasil, regras uniformes do catalogaçao, vigentes an to
do território nacional;
5®) que a uniformidade das regras de catalogaçao no Brasil facilita
rá a confecção de ura futuro "Catálogo Coletivo das Bibliotecas
Brasileiras";
6®) que os nomes brasileiros constituem um problema na catalogaçao^
como íbem enfatizou a ilustre bibliotecária Maria Luiza Monteiro
8
da Cunha, em brilhante trabalho apresentando à Escola de Biblioteconomia da Columbia University, de New York;
7®) que os códigos vigentes trataia os mesmos problemas sob angulo a
diversos, precípuaraente no que diz respeito às entradas individuais de autor, hrivendo contradições nas regras para nomes fran
ceseH, italianos, portugueses, etc.;
8®) que os códigos estrangeiros nao sao acessíveis a grande
dos bibliotecários leigos, sem preparo técnico;

parte

9®) que essas bibliotecas dirigidas por leigos poderian, com base em
regras claras e uniformes, dar início à catalogaçao de seus livros;
10®) que a subordinação a este ou aquele código estrangeiro nao
atender às peculiaridades brasileiras;

pode

11®) que era virtude^dessa situaçao cada biblioteca faz, usualmente, pe
quenas adaptações e alterações, criando, portanto, regras isoladas, que passam a vigorar apenas em determinada biblioteca;
12®) que essas divergências tendem a aumejitar com o correr do tempo e
em relaçao ao espaço geográfico nacional;
13®) que o desenvolvimento do Brasil no setor biblioteconomico já
bem expressivo;

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14®) que já d tempo do Brasil se libertar dessa exagerada submissão
va tudo que vem do Exteriorj
15®) que os códigos estrangeiros, além de nao elucidarem todas
questões atincntes à catalogrgão, trczen dificvildades do ordem
vária, por estarem redigidos em língua estrangeira;
16®) que a tradugão em vernáculo dos cádigos estrangeiros nao roso^
ve e nem favorece os problemas brasileiros, pois a tradugaocon
serva sempre, ou deve conservar, o espírito que norteou a con
fecção do código original, que por Bua vez está voltado
para
peculiaridades de outras natvirezasj
17®) que o suplemento de ura código pelo outro, com o objetivo do su
perar questões nacionais, implicaria sempre numa solução artificial;
18®) que os códigos estrangeiros, por si só, não são completos, pecando, ora por falta, ora por excesso, no que concerne às entradas de autores individmis o coletivos, «às regras que norteiam a impronta, a colagao e as notas em geral;
19®) que a analogia ontre os códigos estrangeiros, muitas vezes, em
pregada para solver dúvidas de catalogaçao, é um método precário, devendo^ser usada em caráter supletivo e nunca como fonte
de catalogagao;
20®) que a multiplicação dos códigos do ca.talogaçao^não trará
nenhum . prejiiizo à catalogaçao encarada como "Ciência", pois
medida não significará multiplicação das regras de catalogaçãc^
21®) que quanto mais numerosos forem os códigos de catalogação exi£
tentes no mundo, maior contribuição se estará dando ao estudo
da catalogação;
22®) a afirmativa do bibliotecário norte-americano J.O.M, Hanson,
bre a multiplicação dos códigos do catalogaçao, em seu trabalho "Ã comparativo study of cataloging rules based on tho Anglo
iunerican code of 1908" (Chicago, University Press, 1939): "OCÍ*
tho modem codes, thero are three that have especially influeij
ced the cataloging rules and methods of thetr ovm ajid otherccuß
tries. We have good reason to belive that new and much calargod and improved éditions of those and other codes will lead to
an even better understanding and more harmonioua relations in
cataloging practices";
_ O\
**
4M
A
&lt;3 ) qu.e a elaboraçao de normas nacionais de catalogaçao, de acordo
com os princípios universais que regiolara e norteiam a matéria,
nao constitui inovação, nem diletantismo, mas sim, adaptaçao
desses princípios universais à realidade nacional, e conciliação dessas regras internacionais com as necessidades brasilei
ras;
24-®) que as regras brasileiras de catalogarão irão beneficiar as bi
bliotecas estrangeiras, pois fornecerão dados certos e exatos,
sobre problemas brasileiros no ramo, quais sejam os que implicam, especialmente, nas entradas principais de autores brasi leirosj
25®) que o Brasil, uniformizíiindo as regras de catalogação^ prestará
uma grande contribuição, não só para a Catalogaçao cö particu
lar, mas também para a Ciência Biblioteconomica em geral,
venho propor ao I CONGPüiSSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIá seja nome
ada uma COÍUSSãO NACIONaL para elaborar um "Código Brasileiro de Ca

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talogação",
propondoI outrossim, quo tal elaboragao obodoça aos segiiintes re
qtiisitoss'a) seja primeiramente elaborado iim ante-projeto de Códigoj
b) que o Cddigo se baseie cm princípios e normas intermaci
onais de catalogaçaoj
c) que o ante-projeto depois de elaborado seja enviado ato
das as associagoes de bibliotecários e escolas de bibli
oteconomia do país, com o objetivo de receber sugestões;
d) que o ante-projeto, as emendas e as sugestões recebidas
sejam estudadas e analisadas pelo plenário do II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, que votará e promulgará, então, o "CDDIGO ERii.SILj:"IRO DE CATALOGAÇÃO".

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�PRIMlIßO COHGEESSO BfiASILKIHO DÈ BIBLIOTBCCiSOMIA

Do serviço de iiijportaçao nes bibliotecas imiversitlrißs
por
Crânio Froença e
Decio Pereira de Vasconcelos

04í. 3 (tt)
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L

Recife
1954

'I Digitalizado
-gentilmente
por:
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DO

SERVIÇO

DE

IMPORTAÇÃO

NaS

BIBLIOTECAS

TOIIVERSITJÍRIAS

Afranio Proença - Bibliotecário da Faculdade de
Filosofia da U. M.
D^cio Pereira de Vasconcelos - Bibliotecário da
Escola de Arquitetura da U. M.
G.

Se a questão
do da filosofia que se
lado prático em-muitas
tos dizem quais sao os

de se saber quais sao os fins da Universidade, dependen
adote, é gonto tormentoso, contraditório e opinativo, o
instituições já se encontra resolvido quando os regimen
propósitos da instituição.

Assim, positivamente legislados em seu Regimento Interno, a üniversi
dade de Minas Gerais se propoe vários fins, no terceiro grupo dos quais se encontra o propósito de "incentivar a cultura e pesquisa cientificas, técnicas ,
literárias e artísticas".
Biblioteca Universitária ninguóm nega função preponderante na coíiôecuçao destes fins» Sua função^ própria da Biblioteca Universitária, sera ^
Vil* o professorado g os alunos em seus altos estudos e pesquisas científica s,
tócnicas, literárias e artísticas. Para isto a Biblioteca Universitária ^deve
ser o repositório da produção interna conservando teses, monografias, memórias,
relatórios e toda propduçao cultural de professores e alunos da Universidade.
Mas, antes de guardar a produção de S2US pesquisadoras deve a pró pria Universidade dar a eles condição de produzir trabalhos que sejam a expres
sao cultural da Universidade. Na Biblioteca Universitária deve pois se encontrar a documentação mais profunda e mais recente sobre ^^squisc-s técnicas, científicas; literarias e artísticas que espelhe a produção cultural interna
e
que de ao mesmo tempo aos estudiosos o panorama cultural do mundo todo.
«V
A Biblioteca Universitária dsve para isto manter relações com pensamento científico universal adquirindo e pondo imediatamente â disposição
de
professores e alunos a bibliografia atinente a todos os programas do curricu lum escolar de suas cátedras.
Uma^Biblioteca Universitária, convenientemente aparelhada, deve estar em condiçoes de documentar as teses e os trabalhos dos professores e alu nos e de servir de fonte bibliográfica para as pesquisas em todos os itens dos
programas do ensino, devendo assim manter uma coleção de tal modo atualizada
que nao e3q)onham seus pesquisadores â insegurança^de docvimentaçao, que muitas
vezes, aos tímidos impedem de fazer ima coraunicaçao científica que suspeita já
ter sido objeto de estudo e publicaçao científica, e, outras vezes, levamopes
quisador mais afoito a publicar como nova conquista coisa já estudada de que
outros pesquizadores ou outros institutos já fizeram comunicaçao.
M
ß
■Jodas estas razoes fazem bem claro que a uma Biblioteca Universita ria se impõe nao agenas uma organizaçao intefna em perfeito funcionamento para
prontas investigações, nas, uma organizaçao externa capaz de por-se ao corrente do que se publica no mundo e de se trazer este material imediatamente â Urà
versidade colocando-o â disposição dos estudiosos.
Para atender ao perfeito funcionciaento desta organizaçao externa se
impõe um serviço de importaçao direta, livre 0 desembaraçada, com mais vanta gem de economia.
1. LIVROS CAROS. - 2. Düo IMPORTAÇÕES DE LIVROS. - 3. DAS VÍOTAGENS E DESVANTA
GENS NAS IMi-ORTAÇQEb F2ITA^ POR ENTIDiiDSS OFICIAIS. - 4-. N2CEoSIDiU)E URGI3^E
DA CONCESSÃO DO CÂi^IO OFICIAL PARi^ ASSINxíTURAS DE RSVISTüi TÉCNICAS DESTINADAS As BIBLIOTÂÍiiS PERTENCENTiDÓ AOS INSTITUTOS UÍIIVSRSIT^IOS. - 5. Da NSCESSI
DiiDE DA DIMINUIÇÃO DO VALOR DO iÍGIO ATUAIMENTE CÓBRADO, NAS DíPORTAÇOES DE LIVROS E PUBLICAÇÕES SIMILARES, FEITAS POR INSTITUTOS DE UNIVERSIDADES FEDEiiALIZADA§ E DESTINAD^o AS SUAS BIBLIOTECitS. - 6, DIREITO AS IMPORTAÇÕES DE LIVROS
AO CAMBIO OFICI/iL, PiiRi; OS SENHORES PROFESSORES DOS INSTITUTOS UNIVERSIT^ÍRIOS.
- CONCLUSÃO.

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0

LIVEOS C^JIOS.

Hoje, Gono tudo sobe de preço, também o livro nao fugiu à regra; tal
vez nao seja ele, como resultante de mataria impressa, o culpado, e sin os que
dele fazem o comércio: os livreiros.
Nao fossem as facilidades da importaçao que permite comprar no pró prio lugar de origem, sem intermediários, wna Biblioteca Universitária, por me
nos que fosse a verba a ela distribuída, nao conseguiria aumentar seu acerva de
tal modo atualizado que servisse de documontaçao bibliográfica para todos os i
tens do curriculum escolar.
2. - DAS IMPORTAÇÕES DE LIVROS.
Segundo despacho publicado no Diário oficial de 6 de julho de 1953 t
o sr. Presidente da República concedeu às Associaçoes Estudantis facilidade s
para aguisiçao de livros estrangeiros pelo cambio oficial, denotando por parte
do Governo Federal, interesse de favorecer a importaçao de livros destinados
classes estudantis.
Esse despacho, que éde grande significação, vem demonstrar
que 'O'
preço do livro estrangeiro é cobrado caro por elementos que, até então, sômen
te eles gozavam facilidades de importaçao, pois houve época em que muitas vezes ao nos dirigirmos a certas livrarias no exterior elas comunicavam que sô mente poderiam vender a obra desejada por intermédio de vma determinada livraria dos grandes centros do ^aís.
Julg,?jnos isto absurdo, abuso economico capaz de gerar un "trust" e nao se permitir que tuna instituição cultural ou nes.^-^
mo um cidadao, tenha o direito de poder escolher o que deseja comprar sem a in
terferencia de ca^as fornecedoras intermediárias. O nesmo ainda pode vir a acontecer com as instalações, no país, de filiais de livrarias estrangeiras,
Permitan-nos tomar como exemplo as inportaçoes fjitas para a Biblioteca da Escola do iirquitetura da Universi-^ade de Minas Gerais, como justificação deste modesto trabalho de cooperaçao, pois somente coi/i o confronto de da dos concretos é que poderemos chegar a um resultado satisfatório e para o qual
mediante estudo, poderemos também sugerir soluçoes, que sem ofender aos atuais
dispositivos regulainentares, jSossam ser encaminhadas às autoridades superiores.
Isto postg, amos entrar diretamente- na questão; nao sabemospcfT que
razao, nas inportaçoes de livros dos Estados Unidos, da Itália, Espanha,^Por tugal. França, etc., etc., onde os livros sao pagos à base do dólar convênio (^ada nais que o dólar americano) - as livrarias brasileiras cobram os livro s
desses países à base da moeda de origem, com sii/a equivalência .'.proximada
en
cruzeiros, nos valores constantes da seguinte discriainaçao:
Estados Unidos
Itália
Espanha
Portugal
França

~

dólar correspondendo a Gr$ 25,00 a Cr$ 35,00;
lira correspondendo a Cr!| 0,10;
poseta correspondendo a Cr$ 2,00;
escudo correspondendo a Crf 1,80 a 2,00;
Fr. fr. correspondendo a Gr$ 0,10;

- sendo que a taxaçao do dólar ao cambio oficial é de Gríj? 18,72
para cobrança aos importadores.
Entretanto, a Biblioteca da Escola de Arquitetura da U.M.G., que recebeu diretamente da Itália a Enciclopédia Italiana, 2a. edição, en 39 volumes,
ao preço total de 359.000 liras ou sejam U»S.$ 574-,50, equivalentes a Cr$ ....
11.706,10, correspondendo aproximadamente a 600 liras por dólar, quando as livrarias vendiam essa mesma obra por Gríp 30,000,00.
A mesma biblioteca recebera da Livraria Espasa - Calpe S/A, de Ma drid - Espanha - a famosa anciclopédia Espasa Calpe, num total de 89 volumes ,
por^l5.583&gt;75 pesotas ou sejam Crí| 11.4.36,50 pagos ao Banco do Brasil, cuja co
taçao fora de 38,50 pesetas por dólar - (cambio de Madrid) - e que en nossa mo
eda correspondeu a Cr^ 26,00 aproximadamente o dólar, incluindo o ágio de ....
Cr,p 7,00.
Devemos considera?:, entretanto, que a comparaçao das moedas estran geiras acina demonstrada e cobradas pelas livrarias, foraia toriaàns por base an

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terionnento ao chamado "Plano i^iranha", que depois de sua vigoraçao as livrarias aunentaran os preços dos livros aproximadíuaente de 30 % (trinta poí* cento).
Posteriormente à existencia do plano acina referidoy tonamos conheci
nento de que una Livraria em Sao Paulo, depositária de obras editadas no México, pede ao comprador que calcule o preço do dólar a Cr| 4-2,00_^- /taxa esta es
tabelecida pelo Sindicato e Gamara do Livro" - (existente em Sao Paulo) - quan
do é sabido que o importador (livreiro) paga ao Banco do Brasil, aproximadan^
te, Cr$ 26,00 por dólar. Convenhamos, que a taxagao deveria ser calculada nao
em Cv$ 42,00 e sim em Cr| 33,80, contando-se com os 30 % (trinta por cento) de
lucro, sendo este o lucro obtido pelos livreiros na revenda de livros nacio nais*
3. - das vantagens E desvantagens nas importações feitas POR ENTIDADES OFICIAE
31.- Vantagens nas importaçoes do entidades oficiais (Maquinas e artigos de Ia
boratórios).
Devido a impraticabilidade^desses orgaos oficiais concorrerem ao pre
gao da bolsa de valores para aquisição dos dólares necessários âs suas importa
çoes, juntamente com aquelas, houve por bem sua Excelencia, o senhor Ministro
da Fazenda, permitir que tais entidades pagassem um ágio fixo de Crf 7,00 por
dólar nas respectivas importaçoes.
Permitiu-se assim que âs Autarquias Educacionais, que desejarem^ importar máquinas necessárias ao ensino, que estas chegassem ao Brasil ao Cambio
de Cr$ 26,00 por dólar. O mesno nao acontece ao importador privado, que ten
que adqiiirir o dólar om leilão, pagando para um mesno tipo de máquina e con forme sua categoria classificadora, de Gr^ 4-0,00 a Grí# 80,00 ou mesmo Cr$ «..i
100,00 por dólar. Permitam-nos explicar no exemplo abaixo;
No caso do importador privado querer importai* i\'a_^máquina, suponha mos, no valor de Ü.S.^ 2.000,00, com o dólar obtido no leilão por Cr$ 100,00,a
máquina deverá ser revendida, na melhor da hispóteses por GríJ 300.000,00 (trezentos mil cruzeiros), isto é, GríJ 200,000,00 (duzentos mil cruzeiros) correspondentes ao valor da máquina, pagos ao exportador e Gr^í; 100,000,00 (cem
nil
cruzeiros), para as despesas e lucros, do ijnportador.
Entretanto, a menma máquina, importada por uma entidade oficial, poderá ficar por Gr^ 60,000,00, com os gastos de porte e despachos alfandegários,
dando assim, ima vantagem ao importador - entidade oficial - de Crf 24-0,000,00
(duzentos e quarenta nil cruzeiros),
32, ^svantagens nas importaçoes feitas por entidades oficiais (Livros e periódicos ).
Tratando-se de importaçao de livros, as Universidades, por meio.
do
seus Institutos, nada obtém de lucro relativamente em comparaçao com o inporta
dorj, livreiro, pois ficaram^essas Universidades, colocadas em igualdade de^ con
diçoes com aqueles, o que nao deveria acontecerj pois se houvesse uma cobrança
inferior ao atual valor do ágio, que i do Griii 7,00, iria permitir que as entidades oficiais obtivessem m lucro muito embora esse lucro ainda fosse
menor
que o obtido no caso das importaçoes de máquinas e outros produtos.
Tal concessão se justifica porquo no caso de livros, estes quando Ig
portados pelas Universidades, destinam-se exclusivamente âs suas bibliotecas ,
facilitando a sua circulação entro os leitores que sao os estudantes, professo
res e mesmo o povo en geral,
^
Embora facilitnndo-so ao livreiro a taxação fixa do dólar a Cr$ 7,00
como ágio, os livros sao revendidos superiormente ao lucro de 30 $ (trinta por
cento) aos obtidos nr venda de livros nacionais e mesno em certos casos,daoncr
gen de lucros superiores a 100 e mesmo a 300 % (trezentos por cento).
"
4. - CONCESSÃO AO CÂMBIO OFICIAL DE ASSINATUR/i DE REVISTí^íS TÉCNICAS.
As instruções da Superintendencia da Moeda e do Credito (SUMOC), nao
se referem âs assinaturas de revistas técnicas junto âs importaçoes de livros,
pois aquelas só podem ser feitas ao comércio de taxa livre.

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�u

Entretanto, sabecos que os estudantes, os professores e os técnicos
em geral, J/iMAIS PODERÃO PRESCr:DIR DAS REVISTAS TÉCNICAS - E MUITO MENOS AS
BIBLIOTECAS, pois sao necessárias aos estudiosos, possibilitando-lhes o acompanhar constante das novidades técnicas que corren o mundo. Muito antes
da
mudança das nom-. s cambiais as assinaturas de revistas técnicas vinham se pro
cessando normalmente e forçosos somos a declarar, que as livrarias estrangeiras sempre agiram na mais séria base de honestidade com o importador, nao se
perdendo um exemplar de revista, que fosse, e jamais cobrando em qiialquer pre
50 de publicaçao, uma graçao de centavo que o tabelado, razao pela qual pre tendemos as mesmas vantagens concedidas para as importaçoes de livros»
5. - NECESSIDjUDE do /íBAIXí^-íENTO do valor do iÍGIO atualmente COBRiJX), NAS IM PORTAÇÕES DE LIVROS E PUBLICAÇÕES SBíIL/iRES, FEITAS POR ENTIDADES OFICIAIS E DESTINADAS JlS SUAS BIBLIOTECAS o
Necessário se torna que os ágios jsagos por instituto- universitá rios, nas importaçoes de livros e publicações similares, destinadas às ' suas
Bibliotecas, sejam cobrados em taxa reduzida, nao sé pelas razoes já ©xpos tas como^também por ser a verba de una biblioteca calculada segundo os recursos orçamentários de cada Instituto.
Servimo-nos de novo exemplo acontecido na Biblioteca da Escola
de
Arquitetura da U«M.G., em sua última importaçao feita em Paris, na "Librairie
Vincente Fréal &amp; Cie,", chegada em princípio do corrente ano. O seu valor to
tal havia sido calculado em Cr$ 87.855,20 (OITENTA E SETE MIL OITOCENTOS
Ê
CINQÜENTA E CINCO CRUZEIROS E VINTE CENTAVOS), valor que devia ser pago ao Bm
CO do Brasil sem se contar com o ágio de Cr$ 7»00 por dólar.
Acontece, entretanto, que depois de todos os^cálculos feito§, ch..
gou-se a conclusão que o montante do valor da importaçao acima, que fora de..
Fr.Fr. 1.632.9
correspondia em cruzeiros a Cr$ 127.589»90 e, sedente de á gio foram pagos Cr^í. 32.677,30 (TRINTA E DOIS MIL SSISGENTOS E SETENTA E SETE
CRUZEIROS E TRINTA CENTAVOS)
Nao será necessário dizer-se que houve falta de verba, pois esta
via sido destinada â Biblioteca na importancia de Cr|« 100,000,00, pois os recursos orçamentários de cada Instituto sao divididos proporcionalmente âs necessidades de cada sétor de serviço.
O que aconteceu com a Biblioteca da Escola de /irquitetura da U.M.G«
poderá acontecer com todas as demais bibliotecas de faculdades que sao importadoras, Entretanto, com os Cr$ 32.677,30 cobrados a mais pelo ágio, quantos
e quantos livros e revistas poderiam ser adquiridos em benefício da própria
Biblioteca e sem quantos benefícios ficaram os leitores,
*
^
Assim, pois, fica o nosso apelo aos zelosos dirigentes da Superin tendencia da Moeda e do Credito (SUMOC) e ao Exmo, Senhor Ministro da Fazen da, no sentido de que, depois de estudadas as exposiçoes contidas no presente,
opinem favorâve^ente ao abaixam.,nto do valor cobrado atualmente, de ágio,qj£n
do das importaçoes de livros e assinaturas de revistas feitas por Instituto s
Universitários, beneficiando assim a cultura nacional,
6. - CONCLUSÃO
^ Finalmente, pelo exposto, esperamos que depois de estudadas as espo
cificaçoes apresentadas, mediante os canais competentes, que se faça transmitir ao Excelentíssimo Senhor Ministro da Fazenda os seguintes pontos básicos,
pedindo uma resolução rápida e definitiva, em benefício de futuras importa çoes por Institutos j)ertencentes a Universidades, de livros, assinatviras
de
revistas e publicações técnicas, destinadas âs suas Bibliotecas:
1«) - considerando oxLstir a facilidade de importaçao ao cambio oficial,de li
vros aos estudantes, £or intermédio de seus Diretórios Acadêmicos, Cooperativas e outras Associaçoes Estudantis, que por equidade, se conceda o mes
mo direito de importaçao, aos senhores Professores dos Institutos de Univer sidades, juntamente com as importaçoes de suas respectivas bibliotecas, factu
r^das separadamente àdstas;
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2®) - concessão ao cambio oficial para a inportaçao de assinatura de Revistas
Tecrúoãs, destinadas às Bibliotecas de Entidades Oficiais, em igualdade
d&amp; oondigoes com as inportaçods de livros, cono eram feitas anteriormente ao
novo sistema cambial;
3®) - abaixamento do valor do ágio que vem de ser cobrado noS importaçoes de
livros&gt; assinaturas de revistas técnicas,^etc. etc,, possibilitando maior a proveitanento das verbas oficiais e que sao distribuidas â.s Bibliotecas
dos
Institutos Universitários,

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PRIMEIRO CONCxRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA

I

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O leitor e o bibliotecário
por
Severino Jordão Emerenciano
t
t

c

\
\

\

Recife
195^

J

�J!
/I

SITUAÇÃO

ATUAL

DO

LEITOR

BRi^ILEIRO

O leitor e o biblioteccírio
Fonna§ao do leitor brasileiro

Infome de JORDÃO Hl-IERENCI/iNO para o I Congresso brasileiro de
Biblioteconomia (Recife, 18 a 25 de julho de 1954).

Jordão Enerenciano
Diretor do Arquivo Publico Estadual.

ÍNDICE
A - Introdução
B - Proposição do assunto,

Conentário ao título

G - Situaçao atual do leitor
I - fatores negativos contra o leitor
1, falta de gosto pela leitura desinteressada
2, agitaçao da vida moderna. Falta de tempo, Condiçoes locais
de clima
3« aspectos econonicos. Preço do livro, Salarios
II - seduções que desviam o leitor da leitura e da biblioteca,
Radio, Clubes, Boites, Bingos e conversa fiada,
III - ambiente das bibliotecas. Má localisaçao.
to. Horários. Catálogos. Pessoal,

Cinema,

Anacronismo e desconfor

D - O leitor e o bibliotecário
1, o que o leitor espera do bibliotecário
2« qualidades de um bom bibliotecário
E - Fomaçao do leitor brasileiro
mê
Sugestões
1,
2,
3,
4-,
5,
6,
7,
8,

estimular o gosto e o hábito da leitiira
barateamento do preço do livro
aumentar o número de bibliotecas e proceder a uma melhor localizaçao
favorecer o serviço de empr éstimos a domicilio
melhorar o ambiente das bib3.iotecas e o quadro de pessoal
facilitar o livre acesso às coleçoes
converter
a biblioteca em centro vivo de cultura
m0
creaçao de um novo espirito

F - Conclusoes
1, Ja estivemos pior, üia novo espírito tstá nascendo
2, A quem se deve o movimento renovador.

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N

T

R

o

D

U

Quon ascreve estcis linhas, ap^essad.'^s o soa prt
uia bibliotecário - m^.s apenas iin arquivista.
L
nente preparado no ciirso de bibliotecononia da Ui
autor dessas linhas S profissional de Arquivo e, i
vações diferen das do bibliotecário porque outros .
seu setor«.

' propriamente
ido tácnicaRecife, o
'uas obser'.ioo e
o

Alem de ser de outra natureza o seu público e o matei
^asultado, forçí. ê reconhecer que no Brasil, pelo menos, a Arquivxstj.ca ainía nao alcançou aquele desenvolvimento e ainda nao viveu aquela experiencia já vitoriosamente atingida e vivida pela Biblioteconomia,
No setor dos Arqui
voSj muito há que aprender, experimentar e realizar.
Por um dever de honestidade intelectual e ate de lealdade, convém adver tir que estas linhas sao escritas menos por vim profissional do que por iua
sinples leitor. Melhor será que considerem estas observaçoes como sendo
as de \ara leitor brasileiro, de nível médio, sobre as suas próprias difi culdades, as suas relações com a biblioteca e os bibliotecários,
Se estas observaçoes, se estes pobres conent'rios nao forem exatos ou estiverem eivados da unilateralismo, que os corrijan os mais experimentados
e os técnicos. Desde já, aqui se protesta, con hianildade^e desejo de aprender, o propósito de receber, com bom animo, as correçoes, os esclarecinentos e as emendas dos mais capazes.
- B 0 tema que me foi distribuido está assim enunciado; Situa^ao atual
do
leitor brasileiro.
En seguida, acrescentan-se dois sub-títulos: o lei tor e o bibliotecário - fomacao do leitor brasileiro.
Ora, Isso de algua nodo linitou o assunto do título principal, A situa Çao atual do leitor br.isileiro compreende outros aspectos, dignos do es tudo, e que nao sao apenas os especific.-.dos nos sub-títulos, ou sejan, os
das relações entre leitores e bibliotecários e o de fomaçao do leitor.
Parece-me, a mim, todavia, que o pensamento da Comissão Organizadora e Executiva, a cujo cargo esteve a elaboraçao do temário, foi o de que se es
tudasse cono nun panorana geral o assunto, __coi.;preendendo os seus múlti pios aspectos nas dando-se una naior atençao â matéria dos dois sub-títulos,
jk
00
Preferi e adotei essa inteligência da proposição porque, doutro modo, haveria o risco de linitar e obscurecor o assunto,
— c -•
SnUAÇÃO ATUAL DO lEITOR BRiiSILEIRO
1 - Fatores negativos contra o leitor
1, falta de gosto pela leitura desinteressada
C - I - 1
Para que se pudesse analis".r, objectivanente, o problena, havia necessi^
de de uma pesquiza denorada e cuidadosa, Bn primeiro lugar, era '\q
boa
prudência uma larga informação estatística, p:^a saber o que le o leitor
brasileiro, as horas e os dias de maior frequencia S,s bibliotecas e quais
as bibliotecas preferidas. Em segundo lugar, era preciso conhecer demo radamente as nossas bibliotecas, suas instalações, seu pessoal e o seu a'^

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l'í

�cervo
•
^
^
Essa infonaaçao estcitistica o esse conhecimento das bibliotecas ajudariam a ^
compreender o que busca e o que deseja o leitor brasileiro, quais as
suas
aptidões, o seu nível de instrução e quais os seus problemas,
ß
*
Inicialmente^e preciso salientar una circiinstancia de profunda importancia:
hoje quase nao há leituras, nem leitores desinteressados. Ninguém le pelo
prazer, alto e nobre da leitura, ou, sequer, pelo objectivo, nestio remoto ,
da ilustraçao, do enriquecimento da cultura pessoal, do gosto humanístico_,
do aprimoranento das aptidões individuais.
Quase todas as leituras
sao
feitas â base de um objectivo imediato, de \in fin prdxino.
Há sempre
um
interesse em vista, á o universitário para estudar suas disciplinas, fazer
suas provas, o professor para preparar suas aulas, o pesquizador para elabo
rar suas monogfafias, e at^ o homen de negocio afim de colher ncmontaneas e
imediatas informaçoes do sou interesse,
Aosjjoucos, vae morrendo o gosto, o prazer da leit\ira como liberagao e elevaçao, Paradoxalnente, porem, hoje le-se muito mais do que antes. A qualidade da leitura i que decaiu e se aiaesquinharan os seus fins. A leitu r a
ê feita por dever, por interesse - como
encargo visando objectivos ine diatos e nao como una fiaga, uma libertaçao. Raros sao_os leitores que ainda encontram prazer e consolação na leitura, Embora nao poucos encontran
nela meio de compensações. Compensações inclusive de ordem material.
Nesse capítulo do leitor, o que me parece mais grave e mais penoso ê exatamente a perda desse gosto alto e nobre, a perversão da leitxira em objecti vos pragmáticos e intoresseiros,
Nao será exagero acrescentar que
hoj e
qxiase todos lemos sempre com o propósito de roubar ao livro e ao autor al guna coisa,
Nao cabe^^ porán, ao bibliotecário, ^a atitude de lírica ignorancia dessas
circunstancias e de azedume contra esse desvirtuamento. Sua prudente atitw
de devera ser a de conhecer seguramente todos., os aspectos da questão e,con
sabedoria, anor e pertinacia, contribuir para xima melhor fomaçao do leitor
e para que dentro das atuais _^condiçot!S de vida se faça alguma coisa afim de
que a cult\ira nao se tome tao imediatista, interesseira e subordinada a ob
jectivos transitórios.
~
Força ê reconhecer que o leitor moderno foi conduzido a tais limitações
e
se fez agente de um tal abastardamento - menos por^causa do^seu proprio caráter e da sua ^ndole do que por causa de circunstancias a ele extrínsecas,
e de ordem economica, política, social, etc,,
2, Agitação da vida moderna.

Falta de tempo.

Condiçoes locais de clina.

C I - 2
É já \an logar com\jm repetir que a vida moderna se agitou, se endenoniou de
tal modo, que ninguém tem nervos nem tempo para fazer nada desinteressada mente. O nervosismo e a^angiístia do tempo sao, sen dúvida, características
da civilisaçao contemporânea, O mimero de desajustados psíquicos e a varie
dade de desajustnnentos sao muito maiores do que outrora. Una larga part e
dos homens_^de hoje vive, senão enlouquecidos de todo, pelo menos desvairada
de irritaçao, agitaçao e desgrste nervoso,
Quem quizer verificar isso,nao
precisa ir a clinicas ou analisar estatísticas. Basta obsejrvar os que ficam â espera dos trr.nsportes coletivos, dos cinemas, nas antecamaras das re
partições piíblicas, nas filas dos mercados e elevadores, Há em todas as fi
sionomias um ar de irritaçao, revolta e desgaste, _ As horas que estupidamente se delapidam nossas esperas intermináveis, nao sômente irritam e desgastam o homem, cooo reduzem o aproveitpxiento do seu tempo útil.
Parece que o tempo encolheu, já nao chega prjra nada, ninguém dispõe mais de
horas livres para fazer qualquer coisa» ^Todos rjidan a correr de xan canto
para outro, numa louca e triste competição para ganhrjr a vida. Ganhar a vi
da perdendo estupidsnento o que de bolo ela pode oferecer.

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�É necessário reconhecer que neste país, sobretudo no nordeste, não há cli ma para leitura. Nao raro, o leitor se sente nvuna___verdadeira fornalhaj|_ con
uma temperatura infernal.
No nordeste, as condiçoes climatológicas nao ajudam o trabalho intelectual. Ler, estud'.r, pensar, escrever nesta região,
em certas ocasioes e ambientes, é qualquer coisa de heróico. Tudo conspira
contra o trabalho intelectual. Há horas em que a preguiça intelectual,
o
amoleçimento_^da vontade, a inapetencia para qualquer função superior da in
teligencia sao invencíveis,
3» Aspectos economicos.

Preço do livro.

Salários,

G - I - 3
A tudo isto nao sao estranhos também os fatores economicos. Os salários de
hoje, cora a desvalorisr.çao da moeda, inflariao do meio circulante, alto custo das^utilidades, mal chegrjn par \ atender às exigencias materiais de sobre
vivência.
Nao^ha soJLdos p;ira os luxos de cultura e as leituras desinteres
sadas,
Isso nao significa nenhma concessão à rigides marxista do condi cionamento fatal da cultura às infra-estruturas econômicas e materiais, Si£
n^ica sômente que o leitor tem contra^si, tcjnbém, a falta de desafogo economico para dedicaivse com mais elevação e desinteresse à leitura,
O preço do livro e^igualmente proibitivo. De tal modo se elevou o custo do
papel, da composição, dog transportes que o livro, hoje, e um luxo.
Nin guem pode mais dar-se a esse prazer de coniprcj: livros. Ora, o fato de
o
leitor nao possuir ja o seu próprio livro, o levou a gerder o amor a esse
seu velho e fiel amigo.
^Desabituou-se de sua convivência e quase já anda
esquecido até daqueles amáveis cuidados materiais que outrora lhe dispensava.
^
k feição material do impresso, as encadernações, perderam aquele gosto, a-.'quela delicadeza, aquele bom tom que foram_^ap::jiágio do livro. Em consequen
cia, também as bibliotecas e suas instalações estão sendo, dia a dia, priva
das da sua velha nobreza rrquitetural, do seu esplendor e beleza. As bibli
otecas de hoje, afundad .s e despersonalizadas nesse estilo sem caráter nem
grandeza que e o funcional, - podem ter mair primores técnicos, oferecor
maior rendimento pratico, sabisfazer melhor às novas exigencias. O que e Ias ja nao tem e grandeza, elevaçao e beleza.

II - Seduçor'S que desviam o leitor da leitura e da biblioteca.
dio. Clubes. Boittís. Bingos e conversa fiada.

Cinema, Rá-

C - II
Há ainda uma série enorme de circunstâncias contra o leitor.
Esgotado, deprimido, possv.ido de nervosismo, angustiado por dificuldades e^nomicas^ devorado por anciedades, gasto pelas longas esperas, irritado
cora a carência de transportes - o leitor moderno tem uma mràor necessidade
e is r^^çoes e ce pra.2erGs.
ij, todo custo precisa ele de compensar-se o
quanto possa dessa angustia e desse desespero.
inimigos do bibliotecário, sob a forma de reduçães
que se\ítSpí^T.°® leitores. No mínimo, ^o leitor prefere ir a um cinema, do
Svpl% h f ® -Si™'' leitura. Distragao relativ.jnente bro-ata e mais acces
tinSntP apraciavel da leitores o
bibliotecas e da leitura uin con"
Tiingente
A
Se ele, realmente, preenchesse a su

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Outro adversáriozlnho insidioso e pertinaz ê o rádio, com os seus progrexias
vulgares 9 bestas, e as suas novelas estúpidas e estupefacientes. Nao ra ro, o ouvinte vae-se deixando ficar, vae ouvindo o prograna, lanbusando- se
com a melosidade da novela e adeus leitura,
No raínimo, o rádio perturba o
clima de silencio e tranqüilidade exigido pela leitura, enerva o leitor
e
dana a paciência de toda a gente.
á una pena que se tenha de dizer tao nal do rádio e do cinema - dois instru
nentos que tao excelentes serviços poderiam prestar ao leitor e à tarefa de
repjiimar o gosto pela leitura o
Há ainda mais: os clubes, as boites. Clubes e boites que delapidam o tempo infeoun lusente, consomem sem finalidade as hor^.s livres que o leitor melhor poderia empregar,
Nao menos de lamentar é o roubo de tempo através de um espetáculo que é um
novo e verdadeiro inimigo do bibliotecário; os chamados "bingos". O "Bingo" e, sem favor, \ama nova peste, nao direi branca ou preta, mas estiípida.
Horas, a fio, sao perdidas ness„ tolice que ainda mais deprime e irrita viiaa
gente que já vive gasta e possuida de um terrível nervosismo,
O brasileiro tem, por tendencia, o gosto bem meridional de esbanjar e
mal
aproveitar o seu tempo.
Há um hábito nacionalarraigado e generalizado ,
do chamado ''bate-papo", á a conversa erigida nao direi em esporte nacional,
mas, em hábito generalizado. Esse hábito pode ser responsável, também, por
um verdadeiro esbanjamento de tempo,
]J'ica-se nas esquinas, nos cafés, nas
repartições, a conversar fiado, sem proveito nem rendimento - num verdadei»ro :atentado àquelas que realmente querem trabalhar, ler e produzir.
Claro está que nao se pode ter a pretensão - por sua ves estúpida e desarra
zoada - que toda gente empregue o seu tempo em leituras e se fechem os eine
mas, os clubes, as boites, omudeçam-se os rádios, acabem-se com os bingpg e
o b te-papo. Tolo e estúpido seria exigir que toda a gente fosse canalizada par.i as bibliotecas.
O que se pretende salientar á simplesmente isso: o leitor moderno tem contra si uma série enorme de fatores desistimulr.ntes e de seduções contra
a
leitiira» O bibliotecário de hoje precisa de lutar bravamente pari», disputar
o seu público aos cinemas, boites, bingos e ao rádio.
Par^ isso, ele de ve, é claro, converter a biblioteca em algo do atrv'^ente que possa prender o
leitor, mas isso é também outra historia,..
III -

Ambiente das bibliotecas. Má localização.
to. Horários. Catálogos, Pessoal.

Anacronismo e desconfor-

G - IV
Digamos que o leitor supere toda essa sorte de fatores negativos e se dis poe ao heroisno de aproveitar o seu tempo na leitura.
Vai,, enfim, freqüentar a biblioteca. A primeira dificuldade a vencer é
a
carência de transportes coletivos.
Toda gente sabe que aventura é hoje es
perar por esses transportes e neles viajar.
Para ir e voltar de uma dessas aventuras o leitor gastará suas duas horis além de danar-se, irritar-se
tremendamente .
Via de regra, as bibliotecas sao mal localizadas, ficam fora de mao e de di
fxcil accessibili^'ade, Nao raro, o leitor terá de tomar dois transportes
diferentes pára chegar até a biblioteca.
Isso sem mencionar os horário s
que quase sempre coincidem com os e^edientes do trabalho ordinário,de tal
modo que uma boa parte do público nao pode freqüentar as bibliotecas.
Vencidos todos esses fatores adversos e negativos eis o leitor na biblioteca, Outras vicissitudes o esperam.

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Ordinariamente, ^a.s nossr.s bibliotecas nao oferecem un ojnbiente de conforto e
de simpatia. Nao ten ua clima psicológico capaz de grender o leitor e
de
tornar a leitura um grato prazer.
Moveis e deçoraçoes obsoletos e, miiitas
vezes, anacronicos.
Cores incomod-.s, instalações desconfortííveis, pouco arejconento, ruim iluminaçao, eis, de modo geral, o ambiente das nossas biblio
tecas.
E ainda há mais: muitas vezes o pessoal das bibliotecas se nao á inçotq)©ten
te, nao aparelhado tecnicamente, é incivil, inhsíbil e irritadiço - ve no lei
tor um elemento de incomodo que dá trabalho e perturba a paz dos cemitérios
dos livros.
Os catálogos, por sua vez, sao complicados, quase senqpro anacrônicos.
O
leitor sente-se confundido e enleiado ao mergulhar nesse tortuoso eDaranhri.do*
Falta a esses catálogos uniformidade, boa técnica e até légica, Nao raro, o
critério da divisão ^as matérias é absurdo, as entradas são arbitrárias e a
apresentaçao uma autentica desordem.
Pior que tudo, porém, é a biblioteca cujo pessoal entende que a instituição
é propriedade privada prx.. atendor e servir s^iento aos ;'Xiigoa o aos afei Çoados. Bibliotecs cujo possorJL não tem nenhum espírito publico e^desoo nhece a beleza e ajaobreza que há en servir.
3ervir sen preocupagoee
do
gru: os ou de afeições.
Convenhamos que depois de tudo isto o leitor sente n ^"jjurcJnonto pavor da b^
blioteca a perde qualquer amor à leitura, Há contra alo una vardadoira ocn^
piraçao.
D - O LEITOR E O BIBLIOTECjÍRIO
1«, o que o leitor espera do bibliotecário
2, qualidades de um bom bibliotecário
D - O LEITOÍÍ E O BIBLIOTSCiíiilO
1. O qua o leitor espera do bibliotecário
D - 1 As relações entre o leitor e o bibliotec'jtío sao as mais coDploxas e teia una
repercussão muito grande no rendimento da leitura o até no futuro da biblioteca.
Quase SDnpre inexperiente, dispondo de pouoo tempo e, nao raro, extroaciaentô
at.?j7efado, o leitor espera tudo do bibliotecário.
Êle é pcx::. o leitor luna fonte obrigatéria de informação o do orientação.
Grande parte da leitura ou d.-, pesquisa pode sor suprida e o tonpo ter naior
rendimento com essa ajuda «io bibliotecário.
Muitas ^vezes o leitor nao tem tempo nem quer descobrir os materiais oon
o
seu proprio esforçoo Quer ter o livro e o documento do seu interesse â oao
o sem grande taardajiça, ^ Pcxc. isso conta com o bibliotecário que deve apreon
der com rapidez e eficiencia os problom-s e as dificuldades do leitor*
*"
2. Qualidades de un bom bibliotecário.
Nao me seduz a tentaçao de repetir aqui r lição de Ortega y Gasset sobre
missa.o do bibliotecário o

a

Ele ja o "fez ccm tal prcpried'r.de, elevaç&lt;?,o, beleza e segurança que seria mes
quinho tecer insulsos comentários h. sua aplaudida lição.
'•
""
Oportuno seria, talvez, indogcj aqui quais as qualidaiies que devam ser pré prir«.s do bibliotecário,
£□ primeiro lugar, deve ele estar profundamente inspirado pela vocação

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servir.
Convencer-se de que o seu destino nao e o de servo da ciência,
o
de realiaar pessoalDente trabalhos de erudição, de investigação.^ O seu destino nao 6 ser ensaista, romancista ou historiador.
Para ele nao está re sex'x-ada a nobre condição de escritor. Sua nissao e a de ajudar aos outros e
de facilitar a tarefa dos estudiosos.
Devo do estar sempre lembrado de que a biblioteca, oonfiada^à sua guarda,nao
e sua pertençíi, sua propriedade. . Lembrar-se que o acervo nao ê p-x seu uso
exclusivo, p .ra sua recreaçao pessoal ou , apenas, para a consulta dos seus
amigos, apaniguados e afeiçoados,
^
^
Deve, ^inda, o bibliotecário ser pessoa de boa aparência, apresentar-se c on
dignid-de, sem afetaçao, ser afável no tra.to, cortez, lhano e atencioso para
com o leitor. Uma pessoa biliosa, neurótica, gronta a explodir, irritadiça,
e senpro com a língua fácil para a respost ironic?. e malevolente nao deve,
janaiö, ingressar no quadro de pessoal àr.s bibliotec .a,
Essa gente irritr.diça e violente espcjata e afugenta o^leitor - que nao está disposto a engu lir des. foro ou pagar pola má educaçao dos outros«
O bibliotecário pode ^ deve ser pessoa afavel e atenciosa., sem afetaçao
e
sem o falso emane ir .riaento dos barbeiros, perfumistas e costureiros.
Há una
inat-:. finura, uma intrínseca fidalguia que independem de muitos gestos o de
grrjxde aparato.
Exige-se, também, que o bibliotecário tenha até boç. saúde para bem desempe nhar a sua missão.
Uma pessoa de má saúde nao está nunca em condiçoes
de
tratar com o público e de bem cvuiiprir a sua tarefa,
Mas nao é só de boa ap.irencia física, de saúde, cortezia e afabilidade o de
que precisa o bibliotecário.
Nao é necessário acrascentar que deve ser pes
soa de inteligência viva, alguma agudeza, excelente memória e boas hTimanidades.
A sua instrução deve estar à altura do público a que se destina.
Um bibliotecário para leitores viniversitários, leitores de instrução superior - deve
possuir, no mínimo, uma boa fomajao do curso secundário.
I&amp;so sem mencionar aqueles que pela própria função, devem, .lám disso, habilitar-se em os pecializa.çoes técnicas.
O bibliotecário moderno deverá ser uLia pessoa de bom senso e de bom gosto .
Deve de estar apto para substituir outros funcionários do quadro de pessoal
e ter bastrjite sensibilidade para cuidcj nao sSnente da sua própria apcjren cia como do ambiente de sua biblioteca.
Jamais pode esquecer que um pormonor nínôno, a cor de uma parede, a tonalidade do uma cortina ou de um tapu te,
disposição d.', sala de leitura, a iluiiinaçao, a temperatura - um
nada
aparentemonto desprezívdl, prenderá ou j,fugontará o sou público»
Tudo isso, 1 orem, será pouco Sd o bibliotecário nao for_tecnicnmonte fomadoé
Pouco adiantará a sua cortezia, a sua afabilidadese nao ó cap.:z desorganizar una bibliografia, se nao entende
catalogaçao e de classific.içao,
se
desconhece o acervo d.i biblioteca e nao tom idéia de como deve manejar os ca
tálogos,
Se lhe falta a formaçao técnica, pouco importa a saúde, a corte zia a outras prendas pessoais.
O leitor moderno precisa, mais do que nunca, de biblio^tecários competentes,
capazes e bem formados.
Bibliotec:j:íos que sejam autênticos colaboradores
e nao sinples funcionários, meros guardas do acervo»
AO bibliotecário está ainda reservada uma decisiva tarefa: a de, em meio des
sa torrente do tinta a de papel inpresso, saber selecionar.
O leitor, afogado e esmagado por essa massa de impressos, noÄ tem tempo, discernimento ou
se isibilidade par*^. escolher o melhor e o que mais lhe convóu. Cabe ao bibli
otecário ajudá-lo nessa tarefa e, ao me;.no tempo, ter bastante boa senso para manter a gua biblioteca atualizrjda mas nao congestion;ida e atulhada
por
um imenso bagaço literário que nao marjce sobreviv^er.
Repita-se, porón, que esse aspecto da sua nissao foi de trJ. nodo estudado*
por Ortega y Gasset que seria Inoportuno tentar acrescentar qualquer coisa à

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sua explendida lição.

E - FOimçÃO DO LEITOR BiLlSILSIRO - Sugestões
1.
2.
3.
U»
5.
6.
7.
8.

estimular o gosto e o hííbito
leitura
barateamento do preço do livro
".unentar o niinero de bibliotecas e proceder a uma, melhor localizaçao
favorecer o serviço de empréstimo a domicílio
melhorar o ambiente das bibliotecas e o quadro de pessoal
facilitar o livre acesso as coleçoes
converter a biblioteca em centro vivo de cultura
criação de um novo espírito
E

At^ aqui o^que se fez foi estudar os aspectos negativos do problema e as^nossas deficiências. Mal andaríamos se nos limitássemos a analisar apenas esses
aspectos e nao cuidássemos de esboçar o que nos parecem soluçoes e remédios.
O quG é que se podo fazer para a boa formaçao do leitor brasileiro?
O que vou sugerir, a esse respeito, é ditado pela minha ©jcperiencia de leitor
o de arquivista.
A
Falta-me a mim a e3q3eriencia do bibliotecário, repito.
As sugestões sao essas;
1^) estimular o gosto, nobre e alto, pela leittira desinteressada e restaurar
o hábito de ler.
É necessário que os homens regressem â alegria da leitura
ao prazer do convívio coa os livros sem a preocupaçao de roubar-lhes algum a
coisa. Voltem ao hábito da leitiira como
meio de elevaçao e de fuga»
Sim
de fuga e de libertaçao porque nada como a leitura, neste mundo angusti a d o
e desvairado, gora peraitir^que o homem, por algum tempo, possa evadir-se de
tonta escravidao, preocupaçao e sofrimento.
Depois de algumas horas de leitura livre G desinteressada, o homem cc&amp;io que tem mais alegria de viver e sen
te mais gosto pela vida.
~
2®) empenhar todos os esforços par.: o barateamento do livro, de modo a tomálo mais acessível aos menos favorecidos economicamente.
Isso nao quer dizer
que se aumente, m is e mais, a já imensa torrente de matéria impressa, Esse
inconveniente deverá ser remediado pelo bibliotecário capaz de educar o piíbli
CO ensinando-o a selecionar o que deve ler.
"
3®) aumentar o minero de bibliotecas, descentralizando, quanto possível,a con
centraçao em grandes depósitos. Aumentar o número e, co mesmo tempo, estudar
xima localizaçao que torne mais acessível a biblioteca para o leitor, evitando as grandes distancias e longas esperas por transportes coletivos»
4-®) favorecer quanto possível o serviço de empréstimo a domicílio - de modo
que o leitor tenha o livro â. mao e possa fazer a sua leitura no tempo dispoi^
vel - o qual nem sempre coincide com os horários das bibliotecas. O emprés timo a domicílio tem, ainda, a vantagem de evitar a perda de tempo com transportes e outras inconveniências.
5®) tomar, cafia vez^^ mais simpático o ambiente das bibliotecas de tal
modo
que o leitor sinta gosto e prazer de permanecer nela.
Para isso i necessá rio também melhorrj: o gessoal^^ tornando-o mais competonte, mais técnico e mis
consciente da sua missão.
Nao seria descabido, neate item, sugerir que
se
tomem os catálogos mais simples e de mais fácil consulta.
6^) Permitir, sempre que possível, o acesso dos leitores às coleções» O acee-»
so direto do leitor ao acervo sugere novas leittiras, provoca verdadeiras descobertas e estimula o gosto pela leitura.
Isso sem mencionar a circunstan —
cia de que com esse livre acesso o leitor sente nao sòmente um clima de confi

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ança como uma nova mentalidade.
72) conván, ainda, que a biblioteca, dentro do seu nmbiente e conforme o seu
piíblico, se converta em vua centro vivo de cultura e de inspiraçao.
Confe —
rencias, exposiçoes periódicas a propósito__de datas e r.ssuntos, nostniarios
permanentes, boletins informativos, exlbUjoo^- de filmes educativos^ progra «•
mas que movimentem e atraiam o público — tudo isto pode converter a biblio —
teca num centro vivo e ativo de cxiltura,
8®) mais in; ort.?.nte o ràais urgente que tudo, porón, é criar uma nova menta lid.-,de entre os bibliotoc.-rios, entre todos quantos servem na Biblioteca. E
necess:'rio que todos se convençam dP. beleza d~. sua missão e se disponham^ a
vive-la, com elevaçao e entusiasmo.
Se o bibliotec.":rio nao tem uma autcn —
tica vocação e não possue entusiasmo pela sua função - i inútil todo o esfor
ço«
É necessário que' ele se capacite de que o seu destino ó o de servir o
o de ajudar.
Convença-se de que a biblioteca nao £ sua pertença, sua pro
priedade privada e que a sua t.'.irefa nao ê propriaiiento a de fazer obra de erudiçao ou cie pesquisa, mas a de ajudar os outros.
Quando o leitor^ sen •
"bir isso G tiver a certeza de que encontrara no bibliotecário um autentico
colaborador, com certeza há de aumentar o gosto pela leitura e de desenvol —
ver-se esse hábito fecundo.

F-CONCLUSÕES
1. já estivemos pior. Um novo espírito está nascendo
2. a quem se deve o movimento renovador.

CONCLUSÃO
O problema ê complexo e na sua solução devem colaborar elementos sociais,políticos, Qconomicos e técnicos,
vários fatores conspiram para subtraií* S.s bibliotecas os leitores, A t^cni**
ca, a dedicaçao e a habilidade podem contrapor-se a esses fatores tornando a
biblioteca um centro de atraçao e de interüSüe e um estímulo para o gosto pe
Ia leitura.
O bibliotecário nodemo tem umn. grande responsabilidade para com o leitor.

'

já estivemos pior. Nesse setor crxiinhci-ios muito. Uma nova mentalidade está
se criando no Brasil e as mais promissoras sao as perspectiv s que se abrem
para as bibliotecas, os bibliotec;írios e o leitor.
Novas ^eraçoes de técnicos, bem formados e bem inspirados na sua missão, es-tao chegando aos pontos de direção e corrigindo, refoman o e alterando praxes e preconceitos anacronicos. Um dia novo vem nascendo, neste país, para
a biblioteconomia.
Nunca será demasiado agradecer à,quel3S que promoveraju na Biblioteca Nacional
cursos técnicos para bibliotacários. De algiua modo, foram eles os pioneiros
desse espírito novo que começa a ir;] or-se nas bibliotecas.
No Recife, uma palavra devo ser dita ao Departar-ionto^de Documen açao e Cul tiira da Prefeitura - confiado ao bom gosto dosse autentico realizador o esti
muladormulador que é Jose Césio Regueira Costa.
Ao D.D.C. se devem os primeiros cursos reguläres de biblioteconomia - força é reconhecer que essa ini
ciativa operou uma verdadeira transfortvaçao entre nós.
Injustiça, porém, seria esquecer a iniciativa da Universidade do Recife
graças ao Magnífico Reitor Araazon;:.s, veneranda figura sempre pronta em atender às mais arrojadas iniciativas.
Creio que a Universidade do Recife foi a primeira Universidade sulamericana
a laanter cursos oficiais u reguläres de biblioteconomia, a esse respeito

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nunca deve ser'onitido o nouo ilustre de Edson Wery dí. Fonseca o prxaeiro dx
retor daquáles cursos na Universidade do Recife.
i Edson Nerv e J. C^sio Regueira Gosta entre outros, o Recife„ficou a
r
tsse espírito que hoje vai conquistando entuaiasnos e dedicações. No Recxx
a bem dizer, jí bi um.autSntioo novtaento de
ja a nissío e a vocajao do bibliotecário.
Ito uc.a voz, a
pioneira em tantos moviiaentos de renovaçao e dö generoso xdeali • ,
netrópole cultural do Norduste»

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                    <text>��PRIM2IR0 C0NGR3SS0 BRASILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA

Sobre el curso de Estadística dictado en
Ia SsGuela de Bibliotecnía
por
.j.lfredo Fernandez

oj-: o(&gt;i.iCzO
c Vh?
&lt;.pe
V. 16

*
Recife
195/4

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�1, L

SOBRE EL CURSO DE ESTADISTICA-DIGTADO M
IA BSCUELA. DE BIBLI0TE3NIA
Tesa
Contador AIFRSDO FEIÍNANDEZ - Erofosor dei curso de "TÉCNICAS BST^
DÍSTICAS".
Iß - EL curso de Bstadística, que tiene Ia duración de un seiii0stre,ha sido orientado dentro de un plano elemental, teniendo en cuenta su nati^aleza de
teria complementaria» Por otra parte, siendo Ia Estadística un método cientifico de conocimionto, y una herramienta de suma utilidad para Ia mejor administracion de una entidad social como Io es Ia Biblioteca,se ha procurado imprimiria al curso una orientación practica dentro de los problemas que puedon
presentarsele al bibliotecário»
/
Además, el curso no podría apartarso de un plano elemental, por Ia diforen te
preparacion de sus alumnos especialmente en Io que se relaciona con los conocimientos matematicos, que como es sabido, son improscindibles apenas se entra on un estúdio básico de Ia metodologia estadística.
Los multiples aspectos en que se traduce Ia gestión total de una Biblioteca p
una voz cuantificados, constituyen pna fuonte mui rica de datos, los que convenientemente explotados seran una guia apropiada para Ia orientacion de
Ia
gestión dei bibliotecário. Conocer Io quo se administra. Conocorlo bien. ^te
dobe ser el norte dei bibliotecário. Y en esto orden da ideas, no se^podra no
gar Ia utilidad de Ia Estadística que permite conocer los hechos numéricos en
que se vuelcon los aspectos más destacados do Ia vida do una Biblioteca.
Los diversos hechos diários de esa institución, una vez rocopilados, clasfäf^
cados y agrupados permitirán orientar Ia labor dei técnico bibliotecário^ sobre Camino soguro, pues sabe ccsno y por donde marcha su gestión.
30 - La gestión de una Biblioteca puedo rosunirse, desde un punto do vista os
pecial y mui parcial, en cuatro aspectos fundaoentales:
a.
b.
c.
d.

EL material bibliográfico.
Los loctores.
El personal do Ia Biblioteca.
KL presupuosto do Ia Biblioteca.

CcDO se corapraende de iniaediato Ia recopilación, presentación, análisis e inteipretacion de los datos numéricos relacionados con osos cuatro aspectos no
so puedo obtenor sin un conociniento adocuado do Ia Estadística.
E3. programa dei curso que se dieta on Ia Escuela de Bibliotecnia ha sido estruturado para obtoner Ia finalidad que acabamos de indicar.Clnro osta que Ia
brevedad dei tiempo dedicado al curso, no obstante los trabajos practicos que
se realizam, no permiton tratar a fondo algunos de los problemas relacionados
con osos cuatro aspectos. Poro el alumno obtione nociones concretas da
como
encarar osos problc3mas,dosde el punto do vista estadístico, y corno llegar
a
tratar los nurnóricanente.
Alrodedor de los quatro aspectos indicado precodentononte, gira Ia vida • do
una Biblioteca. Un conocimiento acabado de esos cuatro puntos, nos
permito,
por endo, conocer totalnonto a esa institución.
40 - Siguiendo ose orden de ideas, el programa dei curso contiene los olemontos requeridos para ostudior estadísticanonto on osos cuatro grupos da eleneg
tos, Ias etapas ya indicadas do Ia rocopilacion,&lt;'prosentacion, analisis e intorprotacion de los datos numéricos.
EI problema de Ia cohfocción do form,ularios,cuoBtionarlos e registros para r^
coger Ia informacion ;las instruccionos necessárias para compilar los^datosbus
cados;ol uso do muostrasjla prosentacion on cuadros o tablas y en gráficos,r\e
recen durante al curso proforehte atencion.
^
Adamas Ia realizacion de ojorcicios y Ia asistoncia a cursos practicos de necanizacion,para conocer los problemas de Ia tabulacion,complotan adocuadamento Ias clases teóricas«
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�2

- Poôteriornente el análisis de los datos por médios matemáticos
cier ro-n un curso que sin apcrtarse dü un plano simple y eleDv-^nb-1 tratan do capaci
tar g1 bibliotecário para resolver sus problemas.
Quiore decir pues, que el técnico bibliotecário que ha estudiado el curso
de
estadística orientado en Ia forma incicnda, e&amp; capaz do encarar Ia organización do un servicio estadístico an Ia Biblioteca.
Ya sea corno ãirector do
Ia
Biblioteca o cjmo responsable dei cörvicio estadístico de Ia aisna, sus cono cirdentos ostadfsticos I0 pemitirán atender con eficicncia su labor.

cm

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����</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                    <text>&gt;61.3(81)

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���PRIMEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA

Bibliografia y referencia
por
Elvira A. Lerena Hartinez

/.Pe
V. »1

Recife
195h

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�Ui .i-

#

T .?
3 I B I i xj

rt A &gt;' I A

Y

iv j3 F E R E M G I A

Bibliotecária jüLVIííj.
LilílfííJiv
professora de "õifcliocivjTla'' (Primer
y
segimdo ourao).
Esta asignatura se dieta en !:■ E::cMí;la en dos cursos; um pri;Dor c.iiTjO, llamado
Bibliografia y referencj-r!, j uri segundo curso, Bibl.lografía (Metodoc; bibliográ
ficos y Bibliografia n-iai--nr.± y latinoaraericana).

El primer curso está destinado, en su priaüre. parte, a Ia Bibliografia en sus
aspectos generales (definición, ob,jeto, rolación con otras disciplinas), a Ia
historia de Ia niisma y al estúdio de Ics diotintoô repertorios de naturalezabi
bliográfica por tipos (bibliogrsíias nacionslcs, universalis, espc-oializadas ,
etc.; índices y boletines an*j.líticoõ, etc.), - La segunda parte está destinada
al estúdio dei Servicio de informacicn y consulta y a su organisación, pero ,
fundamentalmente desde el punto de -/ista de Ia ext-ensión, a los distintos ti pos de obras de referencia 7 su uso en el servicio de referencia.
A "pesar de que hemos tratado de dar a e^te curso un sentido funcional, aún
a
riesgo de repetir concertos í;&gt;presados en ia clase de Administración, sl laismo
se resiente por Ia falta di cr'leccionos de roferencia bicn organizadas. Se ha
tenido qu' suplir con otros recursos '^'"ta deficiencia. Asi so utilizam ejem plares de niuestra (cuando no se dispone de Ias coloccionos completas) de ciertos inateriales para familiarizar a los estudiantes con los distintos tipos de
obras de referencia, Io que no siempre permite cuapiir el proceso dei ejerci cio propuesto en forma acabada cr:,--.oiria hacerse en un departfunonto de roffjrencia de una biblioteca.
Esta dificultad, hemos advertido, crea en el estudiante una especie de inhibición que gravita desfavorablemonte en sus posibilidad^s de comprensión, Ss evidente qutji el solo conociirionto de Ias f&lt;aontcs y de lo;J laatodos no haçe el bi
bliotocario de referencia. Este processo dobo co!ripj.,:ncatar3c com periodos de
ejercicio y aprendizaje en bibliotecas y centro;.; de inforniaci&lt;5n. En este sentido, proyectamos coraenzar en el presente ano r/cacloraico un orisayo enviando
a
nuestros estudiantes a dos o tres bibliotec
enos scrvicios do
infonnación y consulta, y al Centro de Docunontaciói. Jiontífioa y Técnica que
se organiza en Ia Biblioteca Nacional con Ia asist^nr-i... .ie Ia Unosco.

El segundo curso irol-r/-o dos aóuüctos claramentc; distintos; - La primora pai-te
está destihada a dar los fundamentos metodológicos de L. coti, ilación bibliogrc v
fica, discutiéndoso Ias prácticas generalizadas, los intortos do noi'uir.li zo.cicjn, ,
Ias regias para Ia presentación de Ia bibliografia para Ia iaiprenta, etT.
parto importante de este aspecto se destina a ponor a.1 estudiantv^ en ."ior.tsoto
con Ias resoluciones de oongrosos y conferenoias y a fítmiliarizarlc con
titu^iiones productoras de documentación. Entendemos que el ob.joto do los cursos de bibliografia no debe limitarso oxclusivaif.ento a describir repertorios o
fijar cj-íl 'rios para Ias tareas do compilación. Los cursos debera c.^pacitar al
estudiantÊ p^:;") orientarso por si raismo en Ia búsqneda de Ia informacián fucra do los rot rt-'rios de referencia. En otras pal vbras, se busca i'omiliarizar
lo con las bibliotecas que ofraccn buenos servicios bibliográficos 7 de informaoi(5n, con los centruii de documentación y otros oi^^ganismos productoi'as de dociimentacion secmvlaria (oficinas de gobierno, editci'iales, etc.)
Asimismo so eotudia la politica o.ctual en matéria õj-j planificación linliográfi
ca y politica d'J. libro en gonci: ! y los "organismos nacionales
ir Lernacional2ß coor(-;'i.,i.:.dorr3 de tal actj.vidad.
La
parto de este último curso so doytina ;• Ir. bibliografia nacional y
latincc--..^?ricma. Aqui el critério y los isJt-idüt. "ou sjjailaros a lo descrito
en relación con ol primer curso. El objeto princrical dc- la r.ib;iia os familicri
zar al estudiant'"! con los repertorios. Se busc-"., cn termincr- generales, sen&lt;...lar Ias lagunas, nobre todo en la blLllv.^-raria nacional a los cf, ctos do d.
pertar en los futui-os profesionales oi ir/oares hacia la compilación biblio^i*'íiCc.^
r:. «.«roj-Gcor, on lo posible, su des. o de contribuir al deso-^'ollo d«.. Ia bi

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I Sc a n
st em

�blic^Qí^a nacional.

4

Duranto Gsta secundo curso cada ostudianto debe realizar un trabajo de cocipi
lacion bibliográfica solo o on grupos. Se olige por Io general, temas nacionalas relacionados con los intereses de cada estudiante desde el punto
de
vista de Ia matéria» Si esta forma se trata do acrecer, incidentalmente, el
numero de los repertorios liibliograficos nacionales. Asi se ha recopiladoutio
bibliografia de tesis presentadas a Ia ^acultad de Ciências Bbonomicas y de
Administración, se comenzo y está en vias de continuación Ia bibliografia de
publicaciones oficiales nacionales y otras» Si este ano, grupos distintos tira
bajam sobre Ia Biblioteca de Delmira Agustini, dei pintor Rafael
Barradas,
etc.

De Ia estrüctiuración actual de los programas de
esta Sscuela, se desprende una clara separacion
vos (bibliografia enumerativa e histórica) y de
lacionados con Ia metodologia de Ia compilacion

Bibliografia y Referencia de
entre los aspectos descripti
servicio, de los aspectos re
bibliográfica.

Si Ia practica hemos encontrado que un buen conocimiento de las fUentes supo
ne eiempre, on mas o menos grado, ciertos conocimientos do los métodos de cm
pilacion, y a Ia inversa.
Iguainonte presentes se hacen sicanpre Ias razones de servicio, lindantes
con Ia organizacion, como puedom ser el costo de los materiales do roferencjt
a o ciertas formas técnicas de organizacion do los mismos (por ejemplo,
el
fichario do información) o, on el campo do Ia bibliografia practica, ol costo de Ia compilacion, Ia forma cooperativa de organizacion de ciertos servidos bibliográficos y da informacion, etc. y, on general, los aspectos econo
micos de estos mismos servicios.
Vistos asi, creomos que nuestros programas merecerian una revisión a Ia luz
do Ia noceafedad de integrar todos estos aspectos con Ia intoncion de
darle
un mas franco sentido funcional.

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                    <text>cm

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�PRIMEIRO CONGRESSO BRhSILüIRO DB BIBLIOTECONOrHA

✓
Bibliotecas universitárias e alguns de seus problemas
por
Maria Luisa Monteiro da Cunha

í&gt;a.toGi.^C80

L Pc.

Recife
I93h

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�BIBLIOTECAS U^TJVEHSITÁRIAT E ALGUNS DE SEUS T=ROBLEMAS.

por

Maria Luisa Monteiro da Cunha.

INFORME

NOT^. líITRODUTCjRlÁ
Ec 1952, quando de regresso,do Recife, onde fonos assistir à inauguraçao de
raais tuna biblioteca popular, traziauos, através de entendimento verbal,
a
incunbencia de redigir este Inforoe, providenciaj-ios logo o preparo de questionários que foran enviàdos a todas as bibliotecas universitárias do Brasil.
Entretanto, nao tivemos o prazer de poder registrar nen 5% de respostas ate
hoj e recebidas.
iil^n dessa dificuldade, surgiran outras de natureza vária, inclusive as determinadas por moléstia.
Desse modo, o breve estudo que apresentamos da situaçao d.:'.s bibliotecas uni
versitárias brasileiras em face de alguns de seus problemas, teve de se re_s
tringir, inicialmente, a duas bibliotecas de um mesno Estado, por falta de
material indispensável a um trabalho mais Qmploj depois, à medida que recebemos informajoes novonente solicitadas, verificamos ser mais ou menos iden
tica a situaçao das^bibliotecas universitárias em nosso País,
Assiia, as
conclusoes e sugestões apresentadas no final do trabalho, tem aplicaçao de
caráter geral.
Valemo-nos deste ensejo para renovar agradecimentos a Heloisa de Almeida
Prado, Oordélia Robalinho de Oliveira Cavalcanti, Etelvina Lima, Bernadette Neves e Lidia Sambaqui, pela gentileza das informaçoes relativas, respeç
tivamente, â Universidade Mackenzie, ao Recife, à Min:.s Gerais, à Bahia e a
Capital Federal.
A transcriçao__desses dados foi feita segundo a ordem e o volume em que
che gar.am às maos.

nos

Oxalá em futuro nao distante possaiiios ampliar o presente trabalho e esten der agradecimentos a todos os estados da União.

a) Maria Luisa Monteiro da Cunha
Biblioteca Central da
Universidade de Sao Paulo
são Paulo, 31.V.1954.

BIBLIOTECAS UNIVERSITiÍRIAS E ALGUNS DE S^US PROBLEÍ-L^S

"O enriquecimento do acervo bibliográfico das bibliotecas universitárias nor
te americanas constituiu, a partir de 1900, um dos aspectos mais característicos do desenvolvimento das universidades nos Estados Unidos.
Apesar dis
so, e da correspondente amplitude e complexicade das atividades dessas bibli
otecas sob o aspecto administrativo, nao houve, até 194-5, nenhim estudo sistemático dos princípios e métodos que caracterizara a organizaçao e adminis traçao da maioria das bibliotecas universitárias norte .americanas s nem
se
havia tentado, até essa data, formular conceitos ainda que generalizados
a
esse respeito".
É o que nos contcjn Louis Round Wilson e Maurice Tauber no
prefácio de "The university library'", obra de inestimável valor publicada nce
Estados Unidos em 194-5".^
1, Wilson , L. R. &amp; Tauber, Maurice, "The university library'',
The University of Chicago press |cl94-5l
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Chicago,

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�2

Se na grande naçao onericana - berço da bibliotecononia nodema - onde
foi
verdadeircEiente vertiginoso o desenvolvinento das bibliotecas de todos os ti
pos e finalidades, havia essa lacuna no concernente 5.S bibliotecas tiniversit^ias, nao adnira que entre nós, onde o conceito nodemo de bibliotecas
ê
tao recente, só agora se divulguem trabalhos sobre as bibliotecas especializadas e, entre estas, acerca das universitárias.
O problema das^bibliotecas universitárias brasileiras tem sua origem na própria organizaçao das universidades en nosso país.
Tomando como exemplo a fundaçao e desenvolvimento da Universidade de Sao Pau
Io, vemos que muito antes da criaçao da Universidade, por decreto estadual
n. 6,283» de 25 de janeiro de 1934, já existiam em pleno florescimento vá rias das escolas que, congregadas a outras então estabelecidiis, constituiran
o núcleo inicial da Kagna Casa de ensino superior de Sao Pauloi
Atualmente essa Universidade inclui as seguintes unidades universitárias:
Faculdade s
1.
2.
3.
4-.
5.
6.
7.
8.
9»
10i
'Ui
12.

Faculdade de Direito
Escola Politicnica
Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
Faculdade de Medicina
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras
Faculdade de F macia e Odontologia
Faculdade de Medicina Veterinária
Faculdade de Higiene e Saúde Pública
Faculdade de Ciências Economicas e administrativas.
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Estíola de Engenharia de Sao Carlos

INSTITUIÇÕES ANEXAS
1. Escola de Enfermagem
(Anexa à Faculdade de Medicina)
2. Hospital das Clínicas
(Anexo â. Faculdade de Medicina)
3. Instituto Agrononico e Geofísico
4» Instituto de Administração
(Anexo à Faculdade de Ciências Economicas e Administrativas)
5. Instituto de Eletrotécnica
{kaexo â Escola Politécnica)
6. Instituto de Pesquisas Tecnológicas
7. Instituto Oceanográfico
8. Instituto "Oscar Freire"
(Anexo â Faculdade de Medicina)
INSTITUIÇÕES COMPLEMENT.JIES
A
1. Departamento de Assistência a Psicopatas
2. Departamento de Assistência ao Cooperativismo
3. Departamento de Defesa Sanitária da Agricultura
4. Departamento de Zoologia
^
5. Divisão de Experimentação e Pesquisas (instituto Agronomico)
6. Escola de Polícia
7. Escola de Sociologia e Política
8. Instituto Butanta
9. Instituto de Rádio •'Arnaldo Vieira de Carvalho"
10. Mus.u Paulista
11. Serviço Florestal
Para que através de suas faculdades e institutos possa cumprir o seu progrcuna
de "promover, pela pesquisa, o progresso da cienciaj de transmitir, pelo ensi
no, conhecimentos que enriqueçaia o espírito ou sejan úteis S. vidaj de fortiar
especialistas em todos os ramos da cultura e técnicos e profissionais em to' —

cm

1

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�dc.8 as profissões de base científica ou artística", a Universidade de Sao Pau
Io mantém, nas diversas unidades que a coapoen, as seguintes bibliotecas*
BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE I® SÃO PAULO (Anexo 1) E RESPECTIVOS Dij)OS ESTA TfSTICOS CORRESPONDENTES A 1953.
Acervo
Fac. Direito
Eac. Politécnica
Fac. Medicina
Fac» Filosofia
Fac, Famácia
Fac. Med. Vet,
Esc. Sup.Agr.Luis Queirós
Fac. Higiene
^
Fac. Ciências Econonicas
Fac, x'irquitetxira
Fac, Med. Rib. Preto
Fac. Eng. Sao Carlos *
Inst, Adninistraçao
Inst. Eletrotécnica
Biblioteca Central

87.179
39.571
62.500
37.400
4.737
13.165,
13.792
10.040
3.499
2,625 .
1.279
1,430.
24,382
3.260
15.000

Consultas
18,384
13.869
23.093
10.295
2.771
8,540
3.530
12.623

3.132
334
34.920
4.010
1.235

' Empréstimos
19.885
12,580
2.138
6,013
5.625
5.454
3.097
3.007
113
18.449
3.000
501

* en organizaçao
** en reorganizaçao
Oça, essas bibliotecas geran criadas e se desenvolveram en épocas e circunstancias en geral ben diversas.
A nedida que se fundava,' antes ou 4epois do estabelecinentp da Universidade,
cada Escola ou Instituto era p rovido de biblioteca. A organizaçao desta era
geralmente tíonfiada a leigos, dc.da a falta, na época, de especialistas no se
tor bibliotecononico. Daí nen senpre teren tido as bibliotecas universitá rias de Sao Paulo organizaçao técnica que emparelhasse com a riqueza do acer
vo e o renone da instituição a que pertenciam.
sé a partir de 1936, com a criaçao, em Sao Paulo, da primeira Escola de Bi blioteconomia do Brasil, piideran ter, algumas bibliotecas, bibliotecíírios
diplomados capazes de torná-las organismos vivos e de faze-las realmente t1teis ao leitor.
Nao havendo, porém, lei que exigisse a posse de diploma para o exercício de
fiinçoes en bibliotecas, estas, nao raro, continuaram, mesmo no campo universitário, a sei" dirigidas ou por pessoas cultas, mas sem conhecimentos técnicos, que procuravam o labor en bibliotecas por serem verdadeiramente amantes
do livro - e essas eraia as situações ideais, mau grado fosse comxin o fracasso no concernente â técnica moderna, - ou, o que é lamentável, a coleção livresca era confiada aos que, por inércia ou falta de dotes cultiirais, nao po
diam executar outro mister senão o de meros preservadores de livros.
Mesmo depois de promulgada a lei n, 17.104., de 12 de março de 1947»
conhece a Escola de Biblioteconomia de Saó Paulo coao escola padrão, nen sen
pre tem sido respeitado o seu artigo 35 que diz:
"Os cargos públicos de bibliotecário, que forem criados ou as vagas que
se verificcjren só poderão ser preenchidos por bibliotecários que pos sueijj diploma conferido por Escola de Biblioteconomia reconhecida
pelo
Governo",
Sao ainda recentes inúmeras nomeaçoes, para cargos^de bibliotecários,de pessoas que talvez nunca tenham ouvido falar da existencia de escolas de biblio
teconomia en nosso país»
A propósito, e fazendo-nos representante do sentimento de todos os bibliotecários paulistas, queremos mais una vez consignar o nosso reconhecimönto ao
eminente Professor Doutor Ernesto de Moraes Leme que, na qualid-ide de Magní-

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fico Reitor dn Universidade de Sao Pnxilo, houve por ben deteminar "sá poder
ser adnitido pc.ra fiinçoes técnicas en bibliotecas da Universidade, o porta dor de diploma de bibliotecononia conferido por Escola de Bibliotecononia oficial ou oficialaente reconhecida"»
Esse gesto do Magnífico Reitor, trjnbem mantido pelo ilustre catedrático que
ora o suoede, y©® dando grande incremento às bibliotecas da Universidade. Uma das conseqüências imediatas dessa ordem geral foi o ingresso, nas-escolas
de biblioteconomia, de funcionários que nao queriam abandonar as bibliotecas
universitárias onde, em caráter excepcional, exerciam funções de bibliotecário auxiliar. Só na Biblioteca Central tivemos dois desses exemplos edifi cantes nos dois últimos anos.
Em algumas faculdades, e tornamos a citar o exemplo da Universidade de
Sao
Paulo, havia a exigencia de diploma da disciplina de especializaçao da entidade para o cargo de chefe da Biblioteca. Este dispositivo, que ainda vigora em algumas'das H^dades universitárias, e uma salvaguarda â criteriosa se
leçao e classificaçao do acervo.
Assim, temos um medico na chefia da Bib3^
oteca da Factildade de Medicina, um engenheiro na da Escola Politécnica, um a
doutora na Faculd-.de de Medicina Veterinária.
A situaçao ideal 4 aquela em que ao conhecimento especializado se alia
nica profissional só adquirida através de curso regular em Escola de Biblioteconomia conceituada«
Daí o elevado nível técnico e cultural já alcançado pelas bibliotecas da Ui^
versidade de Sao Paulo em sua quase totalidade.
Em constante progresso, quer pelo crescimento anual do acervo por meio
de
boa seleção e aquisiçao de obras, quer pelos novos processos técnicos adotados graças â proficiência de seus bibliotecários e ao interesse dos diversos
Diretores dos institutos universitários que lhes prestam todo o seu apoio,es
sas b^jllotecas já rivg,liznm cora suas congeneres dos grandes centros biblioteconomicos mundiais.
No conjunto, todavia, ha a lamentar o reflexo da descentralizaçao dos proces
sos técnicos numa rede de bibliotecas, onde logo se faz sentir sob dois as pectos: a^diversidade dos catálogos do público e a diferença dos métodos de
localizaçao das obras nas estantes.
Assim, na Universidade de Sao Paulo vemos o que se ilustra no quadro abaixo:
FACULD.'iDE
Fac. Direito
Circulante
Esc, Politécnica
Esc.Sup.Agr.Luis Queiroz
Fac, Medicina
Fac, Filosofia

CxiT/jiOGO
Sistemático
Sistemático
Dicionário
Dicionário
Dicionário
Dicionário

Fac. Farmácia

Sistemático

Fac« Med, Veterin,
Fac* Higiene
Fac. Cienc, Economicas
Fac, iirquitetura
Fac* Med, Rib.Ireto *
Esc, Eng,, Sao Carlos
Inst, Administração
Inst. Eletrotécnica
Inst, Pesq, Tecnolog.
Biblioteca Central
Inst, Zimotécnico

Dicionário
Dicionário

6

ACESSO LIViíE
nao
sim
«*
nao
limitado
nao
«w
nao

so na Seção de
Refé
sim
nao

Dicionário

Dewey

sim

Sistemático
Dicionário
Dicionário
Sistemático
Dicionári o
Dicionário

Dewey
Dev;ey
Dewey
Própria
Dewey
Dewey

sim
sim
sim
sim
sim
sim

69 arganizaçao

5

CLASSIFICAÇAO
Bruxelas
Bruxelas
Bruxelas
Dewey
Dewey
Próprio
(consta de 20
classes)
Dewey e BlackDewey para Odontologia
Erópyia
Dewey

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�5

razão dessa dispc.rid,.:.d3 de critérios reside nos seguintes fatores: (1) algumas bibliotecas forrjn organizadas há vários anos e os bibliotecários
que
se sucederam nao dispuzeram de tempo e de pessoal en núnero suficiente para
vuna recatalogaçao e reclassificaçao do „cervoj (2) as bibliotecas mais çecen
tes foram organizadas segundo métodos biblioteconomicos modernosj (3) nao to
via um &lt;5rgao coordenador das atividades biblioteconomicas das diversas vmida
des universitárias.
No concernente a esse orgao coordenador, entra em açao o papel de relevo
Biblioteca Central universitária,

da

DA FUNÇÃO DA BIBLIOTECA CEOTR/X NUMA UNIVERSIDADE
A Biblioteca Central universitária deve ter como funções precípuas:
I« Servir como um centro de pesquisas bibliográficas, facultando a documenta
çao necessária a trabalhos, estudos e pesquisas, conservando, enriquecendo e
dando maior utilizaçao ao acervo bibliográfico da Ur^versidade.
'
II» Funcionar como orgao coordenador das atividades biblioteconomicas da U niversidade.
III« Ser o repositório das coleçoes que nao sejam imediatamente necessárias
ou nao caibam mais nas bibliotecas das diversas faculdades, escolas
e
institutos da Universidade,
IV» Organizar, manter a ampliar as seguintes coleçoes:
a) coleção de Referencia (obras de cultura geral e de consulta)
b) coleçoes especiais
1» Coleção Universidade
(material informativo acerca de todas as universidades nacionais
e do exterior, mormente da Universidade a que pertence)
2, Coleção de^obras rar.is
3» Documentagao local (cidade, estado ou região)
4-. Legislaçao
a, federal
b, estadual
c, do ensino superior
V» Organizar e manter atualizados;
a) catálogo coleti\'o de livros da Universidade
b) catálogo coletivo de publicações pericídicas
Todavia, para alcançar seus objetivos a Biblioteca Central necessita de per- •
feita colaboraçao das demais bibliotecas da Universidade.
Dois pontos há, sobretudo, em que essa necessidade de colaboraçao se faz maissentir: no que respeita aos catálogos coletivos de livros e de periódicos.
A uma Central universitária nao afeta muito est rem os livros de uma bibliote
ca de faculdade ou departamental em arranjo fixo ou relativo, desde que nao
se volte ao extremo dos livros acorrentados... Importa, sim, e bastante, saber em que faculdade ou^instituto existe determinado livroj de seu interesse
Imediato é, também, a técnica da catalogaçao nas demais bibliotecas da Uni versidade, mormente no que concerne as entradas de autores individuais ou coletivos e ao registro dos títulos das publicações periódicas.
Neste ponto, consideramos oportuno fazer um breve relato do nosso trabalho na
compilaçao dos catálogos coletivos da Universidade de Sao Paulo»
CcHn relaçao à Biblioteca Central sucedeu o mesmo que já se havia dado quanto
a própria Universidade e a maioria dos institutos que a constituem, i.e», enquanto certas bibliotecas como a da Faculdade de Direito existem desde o secu
Io passado, a Biblioteca Central só foi criada em 19A8, sendo, pois, mais recente do que quase todas as outras.
Daí o sistema de descentralizaçao técnica e administrativa das diversas bibli
OVit
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otecas da Universidade de Sao Paulo.
Esta foi a primeira dificuldade ijue tivemos de vencer, pois nao sá os catálogos divergiam em sua organizaçao, como, tambân, a maioria das bibliotecas
estavam com a catalogaçao em atrazo.
Inicialmente, fizemos m levantamento d:?s fichas já incorporadas aos respec
tivos catálogos do piíblico e das bibliotecas que necessitavam de auxílio pa
ra que se atualizasse a catalogaçao (vide anexo 2)
5m seguida, estabelecemos símbolos correspondentes a cada biblioteca univer
sitária no C«C.L. (catálogo coletivo de livros). Colocados esses sfiabolos
nas fich.:s dos catálogos de autor prontos para cópia, entramos em entendi mentos can o Serviço do Documentação da Reitoria a fim de que se processasse a microfilnagem. O trabalho teve início com a microfilnagen do catálogo
da Escola Politécnica nao só por estar jperfeitíuaente em dia, como tanbâa par
seguir de perto as nomas de catalogaçao da
que adotrxjos pnra o G»
C.L. Prevendo, entretrmto, que &amp; recatalogaçao dos catálogos que nao obede
ciam a esse Código seria trabalho de muitos anos, decidimos que a microfilmagem se fizesse mesmo sem uniformização de entradas por parte das diversas
bibliotecas.
Assim, à medida que as fichas microfilmadas eram enviadas â
Biblioteca Central, os encarregados do C.CaL, fazicun a necessária pasquisa
em fontes bibliográficas e_^as corx^eçoes a tinta, dada a qualidade do papel
da ficha fotografada que nao permite acróscimos a máquina. Fichas excessivamente erradas e cuja correção seria confusa, eram novamente feitas na Biblioteca Central.
As bibliotecas menores ou de organizaçao recente, como, respectivamente, a
da Faculdade de Cienci.-s Economic s e a da Faculdade de «rquitetura e Urbanismo e outras mais, nao tiveram seus catálogos microfilmados pois lhes foi
fácil m-indar cópia datilografada dos mesmos a
Tanto aS bibliotecas cujos c-.tálogos foram microfilmados, como as queirenoE
daram os catálogos datilografados, mantán atualizadas suas contribuições pa
ra p C»C,L. enviando-ncs mensalmente cópia das fichas dos novos livros cata
logados.
•
""
Quando, no ano atrazado, começou a crise de papel e de microfilmo, começa mos a destacar funcionários para a cópia datilografada de catálogos "in loco". Este método, embora mais moroso, tem^a vantagem de acesso fácil
aos
originais em casos de fichas cujas discrcpancias sao óbvias.
Outras vezes
e a falta absoluta de bibliotecário numa departr-jaental da Faculdade ou Instituto, onde a coleção ainda nao foi catalogada, que nos leva a manter, nao
r..ro dtiryite meses, un ou mais bibliotecários em serviço externo junto a ou
tros órgãos da Universidade o Foi o que também sucedeu quando demos nossa
colaboração ao C.C.F.TpC, (Catálogo coletivo de periódicos técnicos e científicos) das bibliotecas, br sileiras ora em fase de organizaçao« Tivemos a
nosso cargo o lev.-jitamento da coleção de priódicos de 35, (trinta e cinco)
bibliotecas (vide anexo 3) A maioria nao disp^inha de pessoal em número suficiente para a__^cópia do seu próprio catálogo dentro do prazo estipulado.
Algumas ainda nao tinham suas publicações periódicas catalogadas. Felizmen
te a boa vontade e alto espírito de compreensão dos srs. Diretores e dos bi
bliotecíirios das diversas unidades universitárias facilit?jram a nossa tarefa e foi em prazo relativamente breve que terminamos a parte do trabalho
que nos cabia, Foi, também, incumbência da Biblioteca Central, a compilação das regras em que se baseia o^C,C,P,T,C. (vide anexo 4-)
O C.C.L. da Universidade de são Paulo conta, no momento, 4.5.04.1 fichas já
incorporadas, sendo avultado_o número das que estão em processo de pesquisa
e acertos p.ara novas indexr.çoes.
A Biblioteca Central também possui, atualizados
1953, inclusive, 18-560
fichas correspondentes aos catálogos de publicações periódicas de todas as
bibliotecas da Universidade,

2, American Library Association. Cataloging rules for author and title
©ntries.
Chicago,
194.9»

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llll|lll
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lí

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DA PERMÜTA DE PUBLICAÇÕES
Outro problema existente nc.s bibliotecas jiniversitárir.s num sistema de descentralização ^ o da permuta de publicações®
Vivendo em regime de autonomia técnica e administrativa, uma biblioteca de
Faculdade ou Instituto vai, insensivelmente, dedicando quase exclusiva aten
çao aos seus pr&lt;5prios problemas e necessidades.
A compra de livros se pro
cessa dentro do cnmpo do especializaçao da entidade a que pertence e^a aqui
siçao de publicações.jperi^^^s - setor do máximo interesse e importancia
numa biblioteca especíaÜÍTz^a -^e faz tanto pela compra propriamente dita,
através do mercado interno" ou externo, como pela permuta c&lt;xa insti-^uiçoes
congeneres do próprio país ou do exterior.
Aqxii veoos, ccte frequencia, os
males resultantes do isolacionismo local.
Sabemos as vezes de uma publicação oferecida â bas&gt;Ä de permuta por instituição do mesi^io local de onde ou
tra entidade envia à UNESCO ou ao U«S, Book Exchange o pedido da obra em apreçot
A
• A esse respeito tivemos, por ocasiao da nossa visita a W^CO, longa palestra cran o sr, H» Campbell, da Divisão de Bibliotecas, que nos pediu encrrecidamente. Colaborássemos no sentido de que se criasse no Brasil um ^rgao
centralizador de permutas bibliográficas 3
_

Temos para nós que o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
(l«B.B»D,), recentemente criado no Rio de Janeiro (decreto n. 35.4-30, de 29
de abril de 1954) virá solucionar o problema.
Para isso, porem, será imprescindível Tima colaboraçao maior entre as bibliotecas da mesma cidade, o,
por extensão, do mesmo Estado, para que se chegue ao trabalho em conjunto
no país inteiro,
Que nao se ouça o que, com desalento, escutamos há pouco alguém dizer num
círculo de bibliotecários: "prefiro fazer permuta com o exterior porque recebo material muito melhor"«
No setor universitário, ô* comum esquecer-se um bibliotecária de consultar o
colega de faculdade da própria Universidade, antes de estabelecer permuta
com outras institiiiçoes.
Temos na Biblioteca Central intenção de, futuramente, centralizar o serviço
de permutas na Universid.ade de Sao Paulo,
Ainda nao concretizamos este
projeto por falta absoluta de pessoal para mais este trabalho. O que
vem
funcionando ê a remessa, a Bibl .oteca Central, das duplicatas existentes
nas demais bibliotecas da Universid .de»
Semanalmente redistribuímos
nao
sS essas obras, como as que nos sao diretamente enviadr.s por outras bibliotecas e instituições cultivais do Br .sil e do exterior. Valemo-nos, tambám
desse material, para doaçoes a bibliotecas que se organizam nao s6 na Capital, como no interior do Estado.
Encerramos este capítulo fazendo um apelo às bibliotecas universitárias bra
sileiras jio sentido de que organizem entre si um perfeito sistema de permutas bibliogr'ficas.
DO lev.jít.m:nto de public..ções d., universid.de
o passo inicial na elaboração de ura plano de permutas de publicações e o le
vantamento do próprio material que cada biblioteca possui, mormente do que
S oficialmente editado pela instituição a que pertence.
Eventualmente sabemos que a Faculdade X de determinada Universidade edita
certa publicaçao, porque esta nos chega às mãos através de doação feita direta ou indiretamente. Geralmente, poróa, ignoramos a produção bibliográfi
ca ofií;ial de uma Universidade no seu todo,
Foi a necessidade de atender às inúmeras perguntas que nos chegavam nesse
sevhtido, que nos levou, em fins de 1950, a iniciar o levantamento do que a
Universidade de Sao Paulo edita oficialmente através dos seus diversos orga

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nlsmos•
Desnecessário será enumerar as dificuldades coçi que, de início, defrontamos.
quem se dedica ou já se dedicou â pesquisa bibliográfica poderá avaliar o
trabalho que temos neste caijpo de nossas atribuições,
fi* Y f f
Felizmente, graças a competencia e dedicaçao dos poucos funcionájpos que
mos para a execução deste trabalho,
demos a lume os fascíctilo^de Sao Pau^*-»
Io, bem ccano o Catálogo das Publicações Periódicas das Instituições anexas
complementares da Universidade (1953).
Seria de grande utilidade para todos nós que nas demais iiniversidades (Jo Bra
Sil se fizesse o mesmo, pois assim teriomos maior facilidade de intercâmbio
quanto ao que oficialmente se edita campo universitário brasileiro.

^

0

DO EMPRÉSTIMO ENTRE BIBLIOTEC/;S UNIVERSITilRIAS
No mundo hodiemo, em que o grande emçenho dos que aspiram a uma vida meBior,
sem animosidades e lutas entre os po'^Wl e raças, ó a ^roximaçao das naçoea^
travas do_^um perfeito entendimento entJíe os homens, nao podia^o conceito de
colaboraçao fugir ao organograma biblioteconomico. De fato, nao há manual de
biblioteconomia quo nao saliente as vantagens do empréstimo interbibliotecário o o valor do trabalho em conjunto no campo da bibliografia nacional e
temacional.
Em todos os congressos do biblioteconomia registram-se, entre as Resoluçoos
finais, as que diz. em respeito à perfeita colabòraçao entre as bibliotec as
participantes do conclave.
Nao existo^bibliotecário diplomado em Escola de Bibliottcongmia digna desse
ncMne que nai seja conscioiida necessidade^de perfeito intercâmbio bibliogx&gt;áfi
co entre sua biblioteca e entidades congeneres do pafs ou do exterior.
Todavia, é ainda tao arraigado o isolamento de nossas instituições, que nem
mesmo todo o bibliotecário universitário poe em prática a teoria de colabora
Çao de que está imbuído.
"*
Daf ser admiráYel que, estrmdo ainda em fase quase inicial de desenvolvimento biblioteconomico, já possamos apresentar algum progresso quanto aos empre
endimentos que, visam facilitar o trabalho de cooperação bibliotecária^ Assim, já vem funcionando, e^sao dignos de louvor:(1) Escolas de biblioteconomia em sete estados da União; (2) Bibliotecas centrais de duas universidades
de Sao Paulo e na Universidade do Brasil;(^3) un Serviço Central do Bibliotg
cas da Universidade do Recife; (4.) um Serviço de Intercâmbio de Catalogaçao
t/ "}
na Capital^Federal; (5) Catálogos coletivos de livros e de periódicos; L-6) —'i/
xima Comissão Nacional de Blibliografia e Documentação;Y(8) um Serviço Central^
.
de Informaçoes Bibliográficas ria Universidade da Çahiaj (90 Redes de Bibllo"
tecas infantis o populares; (10) Associaçoes e grêmios de bibliotecários em
,
eários estados da União» (* Recentemente criados),
.
^ preciso, porán, que desses esforços - empresas geralmente de alto custo - saibam os bibliotecários teirar o devido proveito. De que valcri/
om os catálogos coletisov, as bibliografias e os índices bibliogr^icos, se
nao os utilizássemos para localizar as obixis do nosso interesse afim de tor
má-las por emprástimo ou para evitar adquiri-las quando já existem em instituição sitiada no mesmo local ?
Neste ponto yoltj^mos a atenção para o problema ds comgra do material nas bibliotecas universitárias em regimen de descentralização.
Vimos, recentemente, as mesmas^obras do consults geral em quatro
biblioteças especializadas situadas,_nao só no mesmo bairro, coqo também
OOQ distancia de dois a tres quarteirões entre as mais agastadas,
Esta ê uma das serias desvantagens da "descentralização" dos servip^s. As verbas nao sao, em geral, tao generosas^que permitam essa estravagancia de aquisições de obras cusyosas quando nao representam interesse
imediato numa instituição, Há sobra de verba ? Que seja empregada na coopra
de novos títulos - eos livros científicos e técnicos sao tao caros — o^ na
assinatura de mais publicações periódicas. Ou, então, numa cncadersaçao melhor do acervo, O certo S que ainda nao ouvimos um so bibliotecário plenamente satisfeito com o orço^mento aprovado para a sua biblioteca, Sao caau nissimas as necessidades de suplementaçao de verba para atender o impresci^
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dível no setor de compras de livros»
Então, porque nao por en pratica o principio da colaboraçao?
Disse-nos a bibliotecária chefe de tuna biblioteca universitiíria onde viiaos
obra de^referencia fora do assunto de sua especializaçao, que certos profe£
sores nao se conformariam
esperar nen cinco minutos para obter uma infor
maçao através de conaulta a outra biblioteca. Retrucamos: Avaliam
essas
pessoas que sua exigencia representa um onus para a Universidade de alguns
milhares de cruzeiros?
Efetivamente, a função da biblioteca é servir, S atender da melhor maneira
dentro do menor espaço de tempo possível.
Isto, porAn, sem chegarmos ao
extremo de duplicar material de consulta mínima em determinado setor»
Outrosslm, uma das funções do bibliotec^io é a orientaçao do público lei tor quanto ao uso da Biblioteca, svias finalidades e objetivos. Ora,
nada
nos leva a stipor que o que facilmente se consegue numa biblioteca infantil
e at^ numa poptilar, nao se obtenha na biblic&gt;teca universitária de um Profes
sor que, o par do ensino de sua disciplina, vive empenhado em contribuir
para que a Universidade nao se ^limite a mi^strar ^conhecimentos e de ja, aci
ma de tudo, o centro por excelencia para a elevaçao moral e robusteciment o
da personalidade de nossa juventude»
Outro ponto en que se firmam os que receiam o empréstimo inter-bibliotecá rio S a perda do livro.
Provam, todavia, as estatísticas, que ê mínimo o
extravio de obras, em comparaçao ao minesJO de CTipr^stinos,
Sem necessidade de apelar para o exemplo das bibliotecas norte-americanas,
inglesas e de outros países, onde o empréstimo de \Ma a outra região se faz
em l^ga escala, basta-nos citar que a Biblioteca Central da Universidade
do Sao Paulo já mandou, a pedido, livros da Escola Politécnica para a Uni versidade da Bahia.
A devolução das obrãs se fez dentro do prazo eatipuHA
do e sem nenhum dano material.
Nao podemos, também, esquecer as vantagens que hoje em dia nos oferecem os
processos de foto-duplicaçao, permitindo a copia de obras em prazo rolativa
mente breve e jjor preço razoavel.
Além de Serviços bem aparelhados ccaao o
de Documentação da Reitoria da Universidade de São Paulo, já existem en outros estados esses recursos, senão nesta amplitude;^ pelo menos em condiçoes
de prestarem âs bibliotecas stia^valiosa contribuiçãoe
Cumpro-nos^acrescen
tar que o Serviço de Docimentaçao da Reitoria da Universidade de Sao Paulo
atende a pedidos de qualquer estado ou país.
Urge, pois, estreitar os laços de colaboraçao entre as bibliotecas univer-i^
sitárias do Brasil começando por uma coordenaçao melhor das atividades/^
oada Universidade,
É o que vimos fazendo através de visitas mensais âs diversas bibliotecas
*
**
*
da Universidade e por meio de reuniões que, ccan frequencia, realizamos na
Biblioteca Central»
CENTR/iLIZAÇÃO vs DESCENTRilLIZAÇÃO
Como já tivemos oportunidade de dizer, o fato de uma universidade ter
um
sistema centralizado ou nao quanto à sua rede de bibliotecas, depende, geralmente, da s\ia própria origem e constituição técnica e administrativa«
Agsim, temos em Sao Paulo dois exemplos típicos desse gênero de organiza çao de bibliotecas; o que vigora na Universidade de "^ao Paulo e o da Universidade Mackenzieo
A
jg
Sobre o primeiro já tivemos oportunidade de fazer referencias n^s páginas
anteriores.
Acerca do segundo, transcrevemos a seguir as palavras de Heloisa de Almeida Prado, bibliotecária chefe da Biblioteôa da Universidade
Mackenzie em sua aula na Semana de Biblioteconomia promovida pelo Sesi em
1952.

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1952.
"Sendo a u^versidade a retiniao de várias escolas de nível superior e de e_g
pecializaçao diferentes, siirge a questão de ser a biblioteca centralizada
ou descentralizada.
Tivemos no Mackenzie uma oj^ieriencia interessante,por
que o nosso estabelecimento de ensino se foi integrando organicamente de ~
baixo para cima, alcançando, de etapa em etapa, a situaçao viniyersit&amp;ria.
Gom o estabelecimento, seguiu a biblioteca.
A biblioteca, que nos seus primeiros tempos atendia 1/4 dos cursos que hoje
atende, conforme novas escolas se fundavam, naturalmente tinha que se apa relhar para as exLgencias das mesmas.
Assim foi crescendo e temos hoje
vantagens que sao grandes, da centralização do serviço e tambáa as desvantg
gens."
Enumera a distinta colega algumas das vantagens da centralização tombán a postadas por Wilson e Tauber em "The university library"3 e que ninguán melhor do que os que trabalham em regime oposto, como n&lt;$B, pode sentir e
aprovar» A essas vantagens, que abaixo indicamos, acrescentamos alguns conceitos pessoais:
Ik Vjlrias faculdades e depart^entos se Interosgam pelos mesmos
vros; havendo centralizaçao, todos eles estão reunidos;

li-

Obras gerais, de referência, nao precisam figurar nos institutos
e spe c iali zados.
3» O Catálogo coletivo dá ao pesquisador una visão geral do material
bibliográfico existente na Universidade,
Alám disso, sendo fruto do trabalho ^e um sá grupo de catalogadoras, apresenta uniformidade e exatidao nem sempre alcançadas quando o serviço 4
feito em vários setores 2a üniversi.^.ade.
A» 0^ processos de aquisição, tombamento, catalogação e classlfioa çao dos livros sao mais economicos tanto sob o aspecto técnico 02
mo sob o administrativo.
5. Maior oportunidade de troca' de idéias entre o Corpo docente e
discente da Universidade e o pessoal da Biblioteca, convÍYlo litil
ao trabalho dducacional e de pesquisa, quer como orientação, quer
como sugestão.
6. Acesso imediato ao acervo por parte dos pesquisadoires e funcionários da Biblioteca.
7« Montagem dos aparelhos de leitura de microfilmes, etc«
diffcio, o que 6 mais prático e econ^ico.

sá e -

0* Centralizaçao do empréstimo de livros o que facilita o trabcdho e
o controle do material.
9« Itedução do niSaerc d© funcionários 0 administração monos .dispendig
sa»
10, Maior facilidade quíinto &amp; supervisão do todo o material livrasoo
«ia Universidade por porta (Ho bibliotecário geral,
11, Centraligaçao do serviço de permutas,
12* Cçntralisação de duplicatas,
Fwa evit«" ^ue q trabalho dos laboratórios ou de certos oursos se^a preju»
gioado por^nao haver â-^mao obras de interesse imediato para eniierienoias •
deooBSwwiÇQes e preleçoes, a Biblioteca Central do Mackenzie mantÄj, junto
a cad^ escola, o material indispensável a essa consiilta, Todavia, a cata «
logagao, a classificação e o controle desses livros ê feito na Biblioteca
Oobtral,
VejamosI agora, as vantagens da descentralização»
1, Nao há necessida^Je de ua prédio de vastas proporções 000 perfeito
planejamento para futuros acréscimos.
2. Pica de lado, assim, o groblem.i do uso. de elevadores e de tempo
que se perde na loccraoçao de um lado para outro nriin edifício muito grande.

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iq

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3» A biblioteca especializada junto a cada Escola desperta
interesse e agnq)a os assuntos correlates.

maior

A* A catalogaçao^se simplifica ou é mais elaborada segundo o tipo
de cada coleção especializada e das necessidades do leitor.
5« Lidando com um pilblico mais reduzido e Interessado em determinado tipo de publicações o bibliotec^io logo se ^familiariza
com o assuntO) o que facilita o serviço de referencia#
Para sanar a deficiencia da centralizaçao no concernente ao item 3» acima,
na yniversidade Mackenzie existo, em c"da Escola, uma pasta contendo a relaçao de todas as obras de sou interesse que a Biblioteca.Gentral possui*
Mensalmente, cada Escola recebo a lista das novas aquisições no setor
de
sua especializaçao»
Na Universidade Mackenzie a centralização da Biblioteca S facilitada pela
proximidade das diferentes escolas.
Sltuaçao bem diversa á a da Universidade de ^ao Paulo, onde as várias fa culdodes e ^titutos se localizam em bairros diversos e, geralmente, a
grande distancia, at^ mesmo do local da Reitoria*
Mau grado o sistema de descentralização que rego o funcionamento da rede
de bibliotecas da Universidade de ^ao Paxilo, muito tem alcançado
teca Central na execução do sou plano de atividades.
Atribuimos esse oxLto aos seguintes fatores:
!• Pleno apoio e intoresse do Gabinete do Reitor ao qual a Bib]^
oteoa Cõntral se acha diretamente ligada desde janeiro de 1951;
2. Intensa e valiosa colaboraçao dos srs. Diretores do Deporta mento de Administração da Reitoria;
3« Alta compreensão das funções de \ima Biblioteca Central univer
sitária por parte dos srs. Diretores de faculdades e institu
tos da Universidade, sempre solícitos
nos atender, honr^oAo
do-nos, ainda, com pedidos de colaboraçao» em v&amp;rias questões
atinentes â organizaçao Ias ttibliotecas sob sua clireta respon
sabiiidade;
4* Maior raiaoro de bibliotecários diplcxaados nas diversas biblio
tecas universitárias;
5» Grontil colaboração dos demais chefes de bibliotecas da Uni
versidade;;!',;

-

6» FrequentüS reuniões de bibliotecários da.Universi^ade promovi
das pela Biblioteca Central ptira discussão de assuntos de interesse geral;
7. Assistência t^onica prestada pela Biblioteca Central às dive£
sgs unidades universitárias, quando solicitada essa colaboração.
todavia, se tivessemos de organizar vuna rede de bibliotecas em Universidg
de onde ainda nada ^xistisse neste setor, sem dávida opinaríamos pelo sis
tema de oentralizaçao, pois alám de ser o menos dispendioso, apresenta a
vantagem de maior uniformidade técnica e administrativa*
Para isso, porém, seria fator indispensável a proximidade dos diversos ediffeios universitários, ou seja, que se concretizasse o sonho de todos
nás que á a esperada Cidade xmiversitária.
Felizmente já temos projetos desse gcnero em franco progressot ci&gt;a!sce,g;l
gantesca e formosa, a Cidade universitária^da Universidade do Br-^sil; ao
njsmo tempo, já se erguem no Butanta, em Sao Paulo, vários prádios da CiAade iiniversitária, em cujo planejamento figura, como tun dos mais belos e
diffeios, o da Biblioteca Central.
Passemos, agora, a vun breve exame da sltuaçao das bibliotecas universitárias nc. Capital Federal, em Pernambuco, em Minas Gerais e na Bahia, esta»

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dos em pleno florescimento biblioteconomico
PERNilMBUCO (v.tb, anexo 5)
O movimento renovador das bibliotecas xiniversitárias â luz do conceito bi blioteconomico moderno, teve início, no Recife^^ em 19AS» com a reorganiza çao da Biblioteca da Faculdade de Direito, então sob a competente chefia de
Edson Nery da Fonseca,
*
üna das conseqüências imediatas do sucesso alcançado por esse ilustre biblà
otecário na execução do seu plano de trabalho, foi o interesse despertado
em toda a Universidade do Recife no sentido de seram as bibliotecas reorganizadas segundo a técnica biblioteconomica moderna.
CoQ a s^da de Edson Nery da Fonseca, a biblioteca da Faculdade do Direito,
que então, de certo modo, funcionava como uma espécie de Biblioteca Central,
passou^a ser dirigida por D, l^iom Gusmão de Martins, que, com dedicação e
cc»ç)etencia, continuou a dar amplo desenvolvimento aos trabalhos iniciados
pelo seu antecussor.
Em 1953 foi encaminhado ao Magnífico Reitor im» "Projeto para a regulamenta
çao dos serviços bibliotecários da Universidade do Recife".
Segundo esse Projeto, os serviços bibliotecários da Universidade serão realizados sob a direção da Biblioteca Central, diretamente subordinada 5. Reitoria da Unii/ersidade do Recife.
!Jodavia, essa Regulamento só será definitivamente aprovado quando a experiencia der ao Projeto uma base segura para a regulomentr.çao final.
Enquanto isso, e ate ser construído prédio apropriado, a Biblioteca Central
da Universidade do Recife funcionará como Serviço Central das Bibliotecas ,
j\mto â Reitoria,
Esse Serviço vem se organizando pouco a pouco e sobre bases sélidas, até
que,_^com o tempo e a cprovaçao definitiva do Regulamento, possa assumir as
feições préprias de uma Biblioteca Central universit-ória.
Segundo informações gentilmente enviadas pela S.nha Cordelia Robalinho de
Oliveira Cavalcanti, atual Bibliotecário geral da Universidade, daoos a seguir a indicaçag» dentro dos capítulos do Regulamento proposto, dos itens
que ainda nao sao cumpridos intograLnente, por motivos superiores, decoiren
tes em grande parte da prépria distancia entre ^s diversas unidades da Universidade do Recife^e também, alguns, en virtude do desconhecimento das va^.
tagens de \ima direção central que coordene os serviços das bibliotecas universitárias,
Gapítulo II - Da Organizaçao
ijrt. 3® - c) Secçao de^Circulaçao
Esta Secçao, o seus Sectores, so funcionarao
quando do estabelecimento da Biblioteca Central»
d) Secçao de Fotoduplicaçaoj funciona atualmente,
na Biblioteca da Faculdade de Medicina, servindo
aquela Unidade da UoR» e atendendo, na medida do
possível, r.os pedidos que lhe sao dirigidos.
f) Secçao de iidministraçao: sé funcionará quando do
estabelecimento da Biblioteca Central,
Capítulo III - Da Competencia dos érgaos
Art, 10® - b) A Secçao de Intercâmbio ainda nao funciona, no
Serviço Central, conforme o Projeto, i.e., não
centraliza todo o intercâmbio das Bibliotecas
Departamentais. Entretanto, uma parte razoa vel do intercâmbio vem sondo realizada
pelo
Sejrviço Central.

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Art. 11® - Secçao de Catalogaçao e Catalogo Coletivo.
Atualmente esta Secçao __vem realizando os trabalhos
Gcanpletos de catalogaçao das novas aquisições das
Bibliotecas da Faculdade de Direito e dos Cursos
de Biblioteconomia. Infelizmente, nao é possível
fazer, no memento, o mesmo, para as outras Bibliotecas. Entretanto, os iteni3 II a XIV da alínea a
estão sendo realizados integralmente.
Quanto ao
Catjílogo Coletivo, alínea b do Art. 11°, podemos
afirmar que já começa a merecer realmente tal no me, no que diz respeito âs novas aquisições e está
funcionando conforme os itens da mencionada alínea«
Art« 12® - Secçao de Circulaçao; s&lt;5 funcionará quando do esta
belecimento da Biblioteca Central.
•

Art« 13® - Secçao de Fotoduplicaçao: ver, anteriormente, ali nea d do Art. 3®, do capítulo II.
Art« 14.® - As Bibliotecas Departamentais obedecem aos itens des
te artigo, exceto quanto aos seguintes» I, X, XI,
XVI, XXI, XXII, XLI.
I) remeter â Secçao de
tral a documentação
a uma departamental
decimonto, registro

Aquisição da Biblioteca Cenquo soja enviada diretamente
ou extensão_e sujeita a agra
e catalogaçao.

X) solicitar à Secçao de Fotoduplicaçao cápias ou
microfilmes, fotostáticas, etc.j
XI)acusar aos árgaos da Biblioteca Central r-specti
vos o recebimento do material por elos enviados|
XVI) remeter h Secçao de Administração da Biblioteca
Central todo o material susceptível de expedi çao polo correio;
■. XXI) remeter à Secçao de Catalogaçao o material preciso de roparos, encadernaçao, etc«, bem coao
arquivar a ficha de controle da remessa;
XXII) acusar o recebimento dor^aaterial §ncademado,en
viando a ficha de controlo â Secçao de Cataloga
ção;
XLI) providenciar junto à Secçao de Administração da
Biblioteca Central os reparos e consertos neces
sários;
"*
Art. 15® — A Secçao de Administração so funcionará quando do es
tabelecimento da Biblioteca Central.
""
Capítulo IV -.Das atribuições do pessoal.
Art« 16® - O Bibliotecário Geral, poroenquanto, obedece aos itens deste artigo, exceto quanto aos seguintesj II,
XVIII, XIX, XXI, XXIII, XXIV, XXV.
Il) apresentar anualmente a proposta orçamentária
justificá-la;

e

XVIII) prorrogar ou antecipar os e:)q&gt;edientes;
XIX) designar e dispensrj os chefes de secçao e os bi
bliotecários departamentais e encarregados de
sectores, escolhendo-os dentre os servidoros da
Universidade;

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�XXI) propor, admitir e dispensar o pessoal extra nu merário, após autorizaçao do Reitor;
XXIII) conceder fárias aos chefes de secçao, bibliote CQS departamentais e ao coordenamdor dos Ciirsos
de Biblioteconcania durante os períodos de farias
escolares;
XXIV) determinar a instauraçao de processo administrativo, ouvido o Reitor;
XXV) aplicar aos insubordinados ^s penas disciplina res, inclusive a de suspensão at^ 30 (trinta)
dias, e representar ao Reitor quando for caso de
pena maior;
Art, 17® - Os Ché^fes de Secções e de Bibliotecas, obedecem a to
dos os itens, exceto quanto aos de niineros VII e IX.
VII) propor a admissao e dispensa de pessoal;
n) aplicar aos subordinados^as penas disciplinares
de advertencia e repreensão, e representar ao Bi
bliotecario Geral qu".ndo for caso de pena maior;
Art. 18® - Atualmente, em lugar de Secretário, há \im Bibliotecário-Assistente.
Artigos 19®, 20® e 21® - SS serão executddos quando do estabelecimento da Biblioteca Central.
Capítulo V - Da lotaçao.
M
Os artigos deste capítulo so entrarao em vigor quando aprovado
o Regulamento.
Vemos, pois, com satisfaçao, que o Serviço Central das Bibliotecas da Uni versidade do Recife c;^inha rapidamente para una perfeita coordenaçao das a
tividades biblioteconomicas dessa Universidade,
Confirma-se, assim, também no setor viniversitário, o que tivemos oportiini dade de dizer por ocasiao do nosso primeiro contacto com os jovens bibliote
cários pernambucanos, em princípio de 194-9» "No Recife, a biblioteconomia
moderna caminha a passos de gigante",
MINAS GERAIS
Na Universidade de Minas Gerais ainda nao existe uma coordenaçao das atividades das diversas bibliotecas através de uma Biblioteca Central,
A Biblioteca da Reitoria é independente, com verba prépria, e nao possui ca
tálogo coletivo das outras sete (7) bibliotecas existentes nos diversos ins
titutos componentes da Universidade.
m
A
^
Essas outras bibliotecas sao perfeitamente autonomas quanto a questão
verba e â organizaçao,

da

0»
*
Com exceção da Biblioteca da Reitoria e da Biblioteca da Faculdade de Cienc:^as Economicas, todas as demais pertencentes â Universidade de Minas Geiais
temjpessoal técnico diplomado pelo Curso dc Biblioteconomia e, aos poucos,
est o se enquadrando dentro das normas biblioteconomicas modernas.
Foi proposta ag Magnífico Reitor a organizaçao de ura Catálogo coletivo da U
niversidade, nao tendo a idéia se concretizado até a presente data»
Além de suas oito bibliotecas de caráter técnico e cultural, poe a Universi
dade de Minas Gerais â disposição de quantos a procuram cerca de 1.274. publicações periódicas do Brasil e do exterior; mantém nove (9) revistas
de

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ta através de catálogos de livros e de psriádicos. Para outros^estados fazse por meio de consulta a obras especializadas e por correspondência.
A obtenção de material bibliográfico se processa pelo empréstimo inter-bibli
otecário e encomenda de cópias em microfilme (principalmente artigos de pe ri&lt;5dicos),
Era casos especiais, o SCIB adquire, por compra, o material bi bliográfico solicitado.
Ci^PITAL FEDEIÍAL
Na Universidade do Brasil, a coordenaçao das atividades biblioteconomicas
vem sendo promovida através da Biblioteca CentaAl cujo Regulamento foi apTO
vado pelo Colendo Conselho Universitário em sessão de 3 de janeiro de 1952.
A^Biblioteca Central da Universidade ainda nao tem a seu cargo a cataloga çao das demais bibliotecas da Universidade»
Entretanto, colabora, na medi
da do possível, quando stia assistência técnica é solicitada.
Assim, incum
biu-se da recatalogaçao e reclassificaçao da Biblioteca da Escola Nacional
de Engenharia o colaborou nos trabalhos de catalogaçao da Escola Nacional
de Belas Ijrtes, da Faculd^a de Arquitetxira, do Instituto de Neurologia, da
Escola Nacional de Educaçao Física e Desportos, e da Faculdade de Farmácia.
Como toda a Biblioteca Central vmiversitária, a Biblioteca Central da Uni versidade do Brasil será a sede do Catálogo coletivo de livros^da Universidade. Atualmente, a Biblioteca Central tem 53 (cinqüenta e três) estudan tes universitários trabalhando nas diferentes bibliotecas da Universidade,
auxiliando na canposiçao^desse catálogo.
O trabalho ppra uniformização de
entrq^das para incorporação no Catálogo Coletivo de Livros é facilitado pelo
emprego de fichas impressas
do S.I.C. (Serviço de Intercâmbio de Catalo gaçao) por parte das diversas bibliotecas da Universidade.
Quanto às permutas bibliográficas, o trabalho ainda nao é centralizado na
Biblioteca Central. ^ Todavia, o Colendo Conselho Universitário criou no ano passado, como seção especial da Biblioteca Central, xira serviço de aquisi
çao de livros^no exterior, com a denominaçao de "Serviço do Livro do Fundo
Cultural^',
Este é o primeiro serviço centralizado na Biblioteca Central
para todas as unidades dá Universidade do Brasil,
CONCLUSÕES
Tomando como base a sit*;açao existente na Capital Federal, no Recife, em Be
Io Horlsente, em Salvador e em Sao Paulo, podemos afirmar que no Brasil, as
redes de bibliotecas universitárias ainda se encontram em fase inicial
de
organizaçao,
1. Rioj Recife e Sao Paulo já apresentam algum progresso no concemento à coordenaçao de atividades através de tuna Biblioteca Central(ou
seu equivalente) era pleno fxincionamento.
2» Nota-se, no Recife, maior tendencia para a centralizaçao técnica e
administrativa, geralmente a meta mais difícil de ser alcançada pelo fato de serem as diversas unidades universitárias ciosas de sua
perfeita autonomia.
3» Provam as informaçoes recebidas e a experiencia no nosso setor
de
trabalho, que no meio universitário brasileiro ainda nao é devida mente apreciada a vantagem de uma direção central que coordene
os
serviços das bibliotecas.
4« Ainda nao foi atingida em todas as universidades do Brasil a situaÇao ideal de sé poderem ser admitidos ao serviço técnico, em biblio
tecas, os portadores de diploma de bibliotecário conferido por Esco
Ia oficial ou oficialmente reconhecida.
5. sé em Sao Paiílo e no Rio existem nas Bibliotecas centrais universit;{rias catalcgos coletivos de livros já organizados o em fase adian
tada de funcionamento.

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6* S(5 na Bibliolieca Central da JJniversidade de Sao Paulo existe um Catálogo coletivo de publicações periódicas atualizeuio atá 1953» in clusive.

•

7» A centralizaçao do serviço de permutas bibliográficas ainda se en contra em estágio utápico.
8. O emprástimo inter-bibliotecário é eventual e empírico, nao tendo
sido até agora objeto de entendimentos nem mesmo entre as bibliotecas da mesma Universidade.
9. A tácnica da Catalogação não S uniforme, predaninando as adaptações
locais, que dificultam „ organizaçao dos catálogos coletivos.
10. Nao existe iim levantamento geral do patrimonio bibliográfico das bi
bliotecas universitárias brasileiras, das suas possibilidades de in
tercambio, e da sua organizaçao tácnica e administrativa.
11. A localizaçao dos edifícios das diversas unidades universitárias em
pontos geralmente distantes uns dos outros, dificulta a articulaçao
dos ti'abaljios técnicos das respectivas bibliotecas.
12. A^subordinação da Biblioteca Central universitária a qualquer drgao ou departamento da Universidade (exceção feita ao Gabinete
do
Reitor) á um embaraço ao seu desenvolvimento tácnico e administra tivo.

SUGESTÕES
Considerando as vantagens de maior conhecimento e cçlaboraçao entre as diversas bibliotecas universitárias do Brasil, pedimos venia para sugerir:
1. Seja incluida entre as Resoluçoes finais deste I Congresso BrasileJ.
ro de Biblioteconomia, Mensagem aos Magníficos Reitores das diver sas universidades brasiláiras solicitando sejam criadas em todas elas Bibliotecas centrais destinadas a organizar, coordenar e diri gir as atividades das várias bibliotecas da Universidade. Nas Universidades onde já existe Biblioteca Central, que seja assegurado a
esta pleno apoio na execução do seu plano de trabalho.
r ' ^
2. Seja incluida na Mensagem aos Magníficos Reitores*' um apelo^no senti
do do que só possam ser admitidos para o exercício de funções tácni
cas em bibliotecas universitárias, bibliotecários diplomados em Escolas de Biblioteconomia oficiais ou oficialmente reconhecidas.
3. Figure, ainda, nessa Mensagem, o pedido de criaçao de Escolas
Biblioteconomia junto 2ls Universidades brasileiras.

de

4-. Seja criada uma C&lt;missao Nacional^de Bibliotecas Universitárias incumbida do levantamento da situaçao^das bibliotecas universitárias
em nosso país, bem como da unificaçao das normas técnicas indispensáveis ao perfeito intercâmbio bibliográfico universitário.
5« Seja solicitado às Bibliotecas centrais ou aos Serviços centrais de
bibliotecas já existentes em algumas tiniversidades, um levantamento
dos recursos da Universidade g que pertencem quanto âs duplicatas
ou outro material de que dispõem para permutas.
6. Sejam encaminhados às associaçoes estaduais de bibliotecários ofí cios solicitando sua colaboraçao no sentido de padronizaçao de en tradas de nomes de autores brasileiros.
7. Seja organizado e incentivado o ^prástimo inter-bibliotecário
a
bem da economia geral e do melhor aproveitamento de verbas indivi duais.

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8. Sejam as Bibliotecas centrais ou os Serviços centrais de bibliotecas existentes cti universidades brasileiras designados como Sede
dos Catálogos coletivos de livros e de publicações peri(5dicas do
Estado a que pertencem.
9. Bejam as Bibliotecas centrais ou os Serviços centrais de bibliotecas universitárias incumbidos do levantamento das publicações oficiais de sua Universidade.
10, Sejam as Cidades xiniversitárias do Brasil dotadas de pr^cio cons truido especialmente para a instalaçao da Biblioteca Central loni versitária, a fim de que esta possa abrigar convenientemente as co
leçoes que lhe sao próprias e centraliaar os processos tácnicos de
catalogaçao, classificacao, empréstimo e permutas de material bibliográfico.
11. Seja criada junto a cada Biblioteca Central ou Serviço Central de
Bibliotecas universitárias uma Comissão Central de Bibliotecas Universltárias constituída por cinco membros, dos quais quatro (4)
serão representantes do Corpo Docente da Universidade e o quinto ,
o Bibliotecário chefe ou Diretor da Biblioteca Central (ou Serviço
equivalente), A Comissão Central de Bibliètecas Universitárias te
ra caráter consultivo, com exceção do bibliotecário chÃfç, ou Dire
tor de Biblioteca Central, que será o membro executivo, O Magnífi
CO Reitor será membro ex-ofício da Comissão Central de Bibliotecas
Universitárias.
12,

Sejam as Bibliotecas Centrais ou os Serviços Centrais de Bibliotecas universitárias subordinados diretamente ao Gabinete do Reitor,

Encerrando aqui esta modesta contribuição ao I Congresso Brasileiro de Bibli
oteconomia que se realiza no Brasil, formulamos os melhores votos de sucesso deste certame que vem coroar a sárie de grand® atividades e empreendimentos dos nossos Colegas pernambucanos.
(^e o resultado dos esforços dos bibliotecários que aqiii se congregam logo
se faça sentir através de um melhor aproveitamento dos recursos b^bliogr^icos que possuimos, bastando, para isso, que os poderes públicos dem âs bibli
otecas brasileiras o ^oio moral e material de que necessitam para o bom cum
primento de suas ftmçoes.

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�PRIMEIRO CONGRESSO BR^iSILBlRO DE BIBLIOTSCONOIvIIA

Sugestões para uma cooperação intensa entre as
bibliotecas especializadas do Brasil
ppr
Sully Brodbeck

Recife
195Í4

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�Tjí^ 3
SUGESTÕES fui-. lE-U COOPBR..QÃO IIíTENSr. ENTilJ
DO

.BIBLIOTSCiiS. iSPECIiaLIZilDiiS

Bíli--SXIj«

Por Sxilly Brodbeck. Bibliotecária do Instituto Tecnológico do R.G.S., Porto Alegre, Coordenadora
dicTáticr. 0 professora do Curso de Biblioteconomia de
Presidente da Associaçao Riogran dense de BibliotoCcórios.

E X P L I C A Ç A O

P R E L I 11 I N A R

Neste trabalho procura-se analisar a situaçao atual di:,s bibliotecas especializadas no Brasil e traçar
plano de cooperaçao interbibliotecária ,
que lhes facilite alcançar un nível ^'^e àesenvolvii:iento nais condizente
com as crescentes e&gt;d.gencias dos seus leitores.
O conceito de biblioteca especializada foi linitado às bibliotecas espe cializad s de acordo com o assunto ou grupo de assuntos que determinam a
fomaçao do sou acervo bibliográfico, viscjido, em partiçulcx, as bibliote
cas de instituições científicas, técnicas, de organizações particulares ,
com a especializaçao necessária aos traball:!OS e as pesquisas que nelas se
processam.
Nao foram considerados os problemas específicos das bibliotecas especia lizadas quanto ao liisite de seu alcance em relaçao e.o leitor, como as infantis, as escolares, as bibliotecas para cegos, as bibliotecas de pri soes ou de hospitais.
Foi excluida, t;a:ibem, a biblioteca "central' das universidades. Devido a
sua tendencia de oferecer ao leitor desde o incunábulo até
último livro
aparecido, ela apresenta características tao peculiare^^, que comporta un
estudo â parte^ Muitos dos problemas porém lhe sao comuns e atingem, taiabém, as bibliotecas de nossas Faculdades,
ORIGEi-í E DESENVOLVUvEOTO Da BIBLIOTEGí^ 5SrSGIi-LIZiJ3A
Em nossa época, as escpresjoes "funcional" e "especializaçao" atingiram a
um alto i^rau de aplicaçao. Elas compartilham as honras da popularidade e
surgem, espontaneamente, eu todas as palestras e a propósito de tudo.
No terreno das bibliotecas, a "especializada" encontra um camyo magnífico
e propício ao seu desenvolvimento, nao fugindo às características da época.
As coleçoes de material bibliográfico especializado coi/.eçaram a tcsiiar vul
to no século XX. A biblioteca especializada surge., em geral, como parte
integrante de xim^instituto de pesquisa, de uma repartiçao governamental,
de ijma organizaçao privada e, ainda, como departamental da biblioteca pública. Tanto o acervo como os serviços se desenvolvem em função das ne cessi'ades da instituiçs-O. O acervo da biblioteca especializada é de interesse restrito, servindo a um grupo limitado de leitores. A verdadeira
bibliotecá specializada é quase sempre pequena, tanto pelo acervo, __ccauo
pelo n\mero de funcionários.
Estes, ao organizaram a biblioteca, nao de
vetA «arjiooer que a sua clientela é exigente e que, na maioria dos casos ,
vai a biblio-baci?. porque ^"obrigada", e nao porque "queira" visitá-la.
Talvez seja um ponto fraco contra a biblioteca dentro da instituição, mas
que poderá vir a ser forte, se houver capacidade e meios de torná-la eficiente e agradável.
Quase toda a biblioteca especializada teve a sua origem numa pequena co leçao de livros, selecionada e__^ZQlosaraente guardada no gabinete particu lar de uma pessoa da instituição, que tivesse demonstrado u::ia acentuada
inclinaçao para o estudo e maior habilidade para tratej: com os livros. As
coleçoes, porém, cresceram; nem a primitiva sala, non o "rato de biblio teca" foram capazes de resolver os pro lenas de espaço e d&amp;-organizaç a o
que surgiram.

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Nos \5ltinos 20 anos, a biblioteca especializada teve a sua narcha evolutiva
grandenente acelerada, talvez devido às duas guerras Dundiais,
prova—
ran a necessidade de fontes de pesquisas especializadas e a inportj;;noia de
localizar, no monento preciso, a. líltiua e nais autorizada infomaçao, neces
sária ao bon andanento dos estudos dos laboratórios e das oficinas. Ao aeslao t'ompo, as indústrias já se estão convencendo de que o capital enpregado
em una biblioteca rende juros _tão ou laais canpensadores do que a amazena geD de material# A org/inizaçao E»I. du Pont de Neciours &amp; Co«, Inc., ßor
exemplo, possui una rede de 26 bibliotec'is, que serven aos seus interesses»
Na sua biblioteca em l/ilnington, Delaware, nant^ni un catálogo coletivo, que
inclui, além dos recursos de todas as bibliotecas, escritórios e oficinas
da ccKipanhia, as coleçoes de revistas de outras bibliotecas especiftli z adas
0 p\íblicas Qid-stentes em Wilnington. Este catálogo coletivo torna possível
un serviço ericiente de eapréstino interbibliotecário.
No Brasil, onde a cüilioteca pública ainda nao encontrou atmosfera favorá vel para un desenvolvicsnto rápido, causa cuJniraçao a porcentagem relativanente alta, do bibliotec'.&amp; especializadas em funcionamento, Ba parte, ex plica-se pelo fato de que os rtinistérios, secretaria^, autarquias^e instituições dos govôrnos federal, estadual e municipal tem as suas próprias bibliotecas, depositárias da literatura necessária aos^trabalhos e às pesquisas dos técnicos destes órgãos, Tambá.: as organizações privadas começam a
organizar coleçoiS esp3cializada.s par;- o uso dos seus técnicos.
Segundo o Anuário Estatístico do Brasil, edição de 1952, havian sido arrola
das, ate 31 de dezembro de 1950, 903 bibliotecas especializadas, e 2,595 g;e
rais, assin distribuídas:
Regiões
Norte
Nordeste
Leste
Sul
Centro-oeste

Bibliotecas gerais
65
342
984
1,148

A

Bibliotecas especializadas
25
84
457
324
903

2,595

Por estes dados, verifica-se que o maior concentramento de bibliotecas especializadas se localiza nas zonas leste e sul do país, represen"todo», respectivamente, por ídinas Gerais (195) e Distrito Federal (166)| Sao Paulo
(195) e Rio Grande do Sul (60), cabendo a Sao Paulo e a Minas Gerais o primeiro lugar em número de bibliotecas especializadas,
Esta estatística ainda chama atenção, indiretamente, para o grande núm^ero
de bibliotecários que é absorvido pelas bibliotecas especializadas,
Este
fato deveria merecer a atençao dos diri^,-ntes de^Escolas e Cursos de Biblioteconomia e também das Associaçoes da classe, Nao seria muito difícil com provar, que a maioria dos nossos colegas diplomados sao responsáveis pelo
surto renovador das bibliotecas brasileiras, e que se nota, principalmente ,
nas bibliotecas especializadas.

ACERVO DA BIBLIOTECA ESP SCIALIZADa E O SEU CR3SCI14ENTO SURPiíEENDENTE
Estando a biblioteca especializada intimamente ligada às atividades da ins tituiçco a que serve, é sua função precípua poup r tenpo aos leitores.
Em
muitos casos, isto significa também "economia" para a organizaçao. É im;^re0
cindível que ela encontre o carrinho nais rápido, mais seguro e nais õCon(Maico para atingir os seus objetivos,
O melhor plano para o desenvolvimento do acervo de qualquer biblioteca especializada é o que se baseia na seleção qualitativa: adquire-se o "melhor" e
o mais "atual*', num deteminado campo ou grupo de conhecimento, No entanto
3

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a er'iperiencia tem demonstrado que raramente é possível seguir, à risca,
lluitacao de assunto»

a

Sendo a aquisiçao seletiva, seria de supor que o acervo da biblioteca especializada nao tende a aumentar rapid?jnente. O pesquisador, porem, nao
se
contenta com una seleção das obras mris credenciadas, e com as raelhores revistas da sua espccializa.çao. Ele desej iria na verdade todas, porque ate a
menos importante "po"'Gria" trazer
dndo de valor. Por outro lado, a bi blioteca especializada muito pouco elimina do seu acervo bibliográfico, No
que diz respeito a revistas, a eliminaçao 4 praticamente nula, porque mui tos artigos, por antigos que sejai.i em teorias e conceitos, sao e podem ser
usados como m&gt;?.teria.l de pesquisa.
O acervo da biblioteca üspe ializada, livros, revistas, aonografias, relato
rios técnicos e científicos, coleçoes do nortias técnicas, de teses, de leis,
nao 6 lido no sentido comui.i da palavra, mas consultado esporà-dicauente, Daí
resulta que a coleção vem a ser de pouco uso ou de uso provável. Nem sen pre o material bibliográfico será usado logo a.pós a aquisiçao e sin num futuiro, nuit&lt;?.s vezes, reaoto. Ele S usado como material de pesquisa, isto ê,
coüo material de referencia. Esta e u;;ia das ccjracteristicas que distinguem
com maior evidencia a biblioteca especializada: o leitor "consulta" o material bibliográfico, para inteirar-se dos trabalhos já realizados ou que estão em estudo e jidcxiento no nesmo te.reno^^de sua ^speci-lizaçao, para certificar-se de um dado, verificar ujua equaçao, um terno ou um gráfico,
O valor do material bibliográfico assume, t.-jabem, um aspecto distinto na bi
blioteca especializada. O livro, ç^ue é^popular na biblioteca geral, ocupa
aqui, um lugar secundário, porque ele nao apresenta, de certo modo, as ca.racterísticas específicas de material do referencia. Em muitos casos, ele
é copia de fontes originais, represíjntaàc.s pelas monografias e pelos arti gos de revistas.
Na biblioteca^especializada, a re àsta é a fonte de pesquisa mais procurada
e é de importancia fundamental. Por isto, a maior parte das verbas ê reser
vada para assinaturas de revistas. Todos os anos, a lista de títulos é revisada, nas nunca diminuida; é contínua e sistonàticcmente acrescida,
E
quando a revista é de autoridade comprovada, o acervo é enriquecido com coleçoes de vários anos.
Existe, portanto, o problema de erascimento da biblioteca especializada« en
proporçoes bem maiores do que à primeira observaçao^se poderia calcular, Só
na parte referente às coleçoes de revistas, a questão é evidente e digna de
estudo cuidadoso, soja quanto às verbas dispendidas, seja quanto ao espaço
necessário.
O problema de espaço p-ra coleçoes de revistas, que se aciimulam vertiginosa
mente, já pode ser resolvido, se as coleçoes forem p.dquirir'as em forma
de
"micro-cards". Frenont Rider denominou esta revolucionária inovaçao '
da
Readex Microprint Corp., de "uatei-ial do futuro" das bibliotecas especializadas. Para as bibliotecas brasileiras, há ur.i ou dois anos atrás nao havia
a possibilidade de obtenção do aparolho necessário à leitura dos " micro Cards". TorTa a produção er absorvida pelo mercado inferno dos Estados Unidos. AtuaLnonte, há ofertas de tipos e de preços .'iferentes. Porln, de
nomonto^ i a nosfca situaçao c.xibial que torna a importaçao quase proibiti va. E o'^^roblema continua insolúvel para a biblioteca t;spucializaàu brasileira.

A SITUAÇÃO DÁ BIBLIOTECA SSFiCIALIZiiDÁ NO BiLiSIL
Ê quase temeridade procurar referir-se, en tese, aos problemas das bibliote
cas especializadas no Brasil,
Inicialmente, deve-se observar que o nosso país e fomado por regiões que a
presentam características absolutamente distintas, que tem influencia decisiva na fomaçao e na organização das bibliotecas especializadas.
Para
um estudo pormenorizado dever-se-iam considerar como fatores variáveis:
o

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padrao de vida, o grau de cultura, o tipo e as condiçoes de desenvolvinento
da indústria,^ do con^rcio e da agricultura, de o:;da zona do territ(5rio brasileiro.
Nao há, poráia, probabilidade de engano en apontar como fator inu
tável, a falta de verbas adequadas. Há excoçoos, mas tao raras, que destpa
reccn ante a carência geral.
Observações "in loco" de v-.rias bibliotecas especializadas, de Porto Alegre
ao Recife, confimado.s por infomrçoos de colegas o de leitoras, autorizaranos a afirmar que a biblioteca especializada nao ale .nçou ainda un grau satisfatório de desenvolvir-iento em nosso país.
A deficiencia principia nas instr.laç^es acanhadas, coc; falta 'e espaço para
o acervo, p. ja o leitor e p .rf. os funcionrxios.
Muitas bibliotecas espo cializ?.da.s^ geralnentj por escassez do rucursos financeiros, nao possuem um
aceirvo condizente com a sua qualidide de "especializada'": há falta do obras
básicas, consideradas cl'ssicrs. Rar.-'jnente, o pesquisador encontra 5056 da
bibliografia que procur:.. Por outro lado, se verifica una lamentável dupli
cidade de material dispandioso o de pouco uso, en bibliotecas situadas
na
mesma localidade,
4fÍJa de coligir maior niinero de informaçoes que servissem do subsídio para
este trabalho, onvisiuos una circul.rJ:' a cerca de 60 leitoras, dedicados a vá
rios ra:-i0S de estudo, portanto freqüentadores de bibliotecas diversas. Solicitaa\os que dessem as suas iiupressoos sobre a organizaçao, as oportunidades e as facilidades de estudo e da pesquisa quo lhes oforecem as bibliotecas especializadas.
As informaçoes colhidas através desta colaboragao espontanea o valiosa, podem ser generalizadas, porque várias das pessoas que as pristaram conheoen,
alám das bibliotecas locais, os recursos do bibliotecas especializadas
no
assunto do seu interesse, situadas en outros pontos do país, e tanben no 05
trangeiro,
A
Entre as deficiências apontadas, ressaltnu.i03 aquelas que foram registrada s
caa maior frequencia:
a) f Ita de obras cssencirãs "especializadas";
.A
M
b) carência de melhores coleçoes de revistas e ea alguns casos ausência completa de revistas, ou da sua organizrçaoj
c) catálogos 'leficientos;
d) importancia e necessidade da c. talogaçao analítica dos artigos
do revistas (desejo, quase utópico, de lOCjS^dos pesquisadores
de todo o mundo), cJirnando que as informaçoes fornecidas pe los índices o resuràos bibliográficos nao preenchem as suas ne cessií.ades, aii c^.sos de investigaçoca ultra-especializadas, coa
pletas o detalhadas;
""
e) demora na obtenção de cópias fotostáticas e microfilmes;
f) falta de funcionários para dirigir 0 realizar una orgrjiizaçao e
ficiente;
""
g) ausência do serviço de omprestimo.
Todos os bibliotecários que eupregcm as suas atividades na organizaçao
de
bibliotecas especializadas no Brasil, conhecem demasiado bem os seus proble
mas^e as__deficiencias conseqüentes daqueles, e infelizmente, aquelas^observ^çoes nao surpreendem e nao repr .sentam novidade. Osj)roblemas estão
en
foco. Bibliotecários 0 leitores aspiram una mudança deste estado de coi sas,
O problema fundrxicnt.al da biblioteca especializada no Brasil e a falta
de
"verdadeiras" coleçoes especializadas e atualizadas» Todos os outros pro blenas sao corolários daquele.
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Lamentí^velmente, as bibliotecas espGcinlizadr?.s, grrjides ou pequenas, devem
manter-se ccan verbas irris(5rlo.s. Uma verba adequada é o ponto ^de parti d^a
para a formaçao e o desenvolvimento de 'un acervo e para o bom êxito de to das as atividades da biblioteca.
Os meios para a manutonçao de quase todas as bibliotecas especializadas bra
sileiras são fornecidos pelos governos federal, estadual e municip^, pois,
geralmente, represent&lt;?jii um depr^rtaiaento ou uma secçao de instituições go vemamentais.
As verbas tem sido insuficientes para atender o mínimo essencial ao estudo
e à investigação. Pelo orçamento da Naçao de 1954-, verifica-se que a dis tribuiçao das verbas para as bibliotecas especializadas das repartições federais, oscilou de Cr^ 500,00 a Gr(j&gt; 250,000,00, embora duas ou tres bibliotecas tenham sido contempladas com Ct'^ 4-00.000,00, A grande maioria, po rém, foi dotada com menos de Cr&lt;i. 100,000.00. As bibliotecas especializadas
de instituições autarquia." s ecde organizações p^ticulares, com raras e invejáveis exceções, encontrcjn-se na mesma situaçao. Os orçamentos dos Estados, de um modo geral, tambára votam verbas insuficientes para as suas bibli
otecas.
A importancia e a influencia da biblioteca especializada no progresso
da
Naçao tem sido, volunt;^ria ou involuntariamente relegada ao esquecimento.
Dada a situaçao delicada do comércio exterior do Brasil, a biblioteca
foi
obrigada a enfrentar mcds iam problema. Este na verd-^de, escapa ao controlo
de grupos determinados, repr sent .ndo um problema nacional, e, como nao podia deixcr de ser, influencia, bâsiccmente, a já precríria_situaçao financei
ra das bibliotecas especializadas, Referino-nos à situaçao do cambio,
Se as verbas já er.\m diminut-.s, agora tornara-se ^microscópicos. Antes, havia difiduld-ide de se obter cambio p^'pra aquisição de livros e assinaturas
de revistas,^devido ros demoredos tramito3 re ulíjaentados pelo regime de ig
portaçao eátao vi^iOrante. Hoje, há cambio, e no mercado livre, mas quais
sao as verbas que resistem ao alto custo da moeda estrangeira?
É indiscutível que o alicerce de um verdadeiro acervo especializado, a chave de todo trabalho técnico^ou científico, é una boa e selecionada coleção
de revistas, E, em 1954-, todas as bibliotecas especializadas e todos os es
tudiosos foram desagradâvelmente surpreendidos com a nova lei cambial, que
obriga a pagar as assinaturas de revistas pelo mercado de cambio livre, IJui
tos particulares nao puderam :^rcar com o custo exagerado que, em conseqüência,^ atingiram a.s ,'&gt;.ssinaturas. As bibliotecas especializadas nao querendo
e nao podendo interromper as assinaturas de revistas, foram obrigadas a sujeitar-se a esta imprudente prescrição (receitada ccan evidente desconheci mento de causa e ignorancia dos resultados ftmestos que acarretaria), E isto, consumiu-lhes as verbas.

COOEERilÇÃO INTEÃBIBLIOTfíCiíílIA
Enumerar as deficiências, localizar o problema fundamental^da biblioteca es
pecializada e acusrr as esferas oficic.is, que realmente tem uma grande par
cela de culpa, nao basta. O que_realmente interessa é encontrar soluçoes
práticas, pira melhorar a situaçao atual e aplicá-las em una açao conjunta,
apoiada num estreito espírito de cooperaçao interbibliotec.ária,
A necessidade e a vantagem da cooperaçao e reconhecida pelo Mundo inteiro j
discutida e apregoe.da com eloquencia, pelos mais brilhantes e autorizados
reprjs^mtantes de todos os setores de atividades. È um assunto tao debatido como o da paz internacional. Pcirece, porém, que ninguém gosta de assu mir a responsabilidade de primeiro passol
A_coopera,çao interbibliotecária apresenta perspectivas dignas de consideraÇao, Nela, as bibliotecas especializa.das encontr...rao soluçoes adequadas pa
ra um grande mímero de seus problenas, alcançando, paralel .mente, maior
ficiencia nos serviços oferecidos aos seus leitores. Nao há exagero em afimar que o futuro d:-.s bibliotecas se constrói sobre a colaboraçao inter Digitalizado
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Syst em

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bibJiiotQ oória .
*
**
Analis^jjos apenas tros, das inuEieras possibilidades que a cooperaçao oferece, e que poraiten aunentar um acervo sen o auxílio de verbas generosas:
Aquisição coordenada
Erapróstino intorbibliotecário
Pemuta

AQUISIÇAO GOORDEN.'-DA
A aquisiçao coprdan da já constitui prática bibliotecária em nuitas bibliotecas no estrangeiro. Cada biblioteca eupenha-so eti aumentrir de termina d o
campo ou grupo de assunto ou tipo de publicaçao.
&gt;
*
Para as bibliotecas especializadas brasileiras seria também uma exporien cia interessante, e e obvio que traria bons resultados.
Tem-se verificado
que as nossas bibliotoc-s especializadas sao pobres em acervo e pobres
em
verbas; que a maior garte do acervo da biblioteca especializada é usado como material de referencia, portanto, de pouco uso; que nao ã possível res tringir-se às melhores publicações, nem a
assunto específico. Por outro
lado, observa-se que numa localidade, bibliotecas especializad.-s em caopos:.
correlates dispendem grande parte de suas verbas, assinando as mesmas revi^
tas, em prejuizo, naturalmente, do outros títulos.
A
Um convênio de aquisiçao GoojTdenada entre bibliotecas especializadas com ob
jetivos semelhantes, seria uma maneira de resolver, ou pelo menos de nino r^iX, a falta do material bibliográfico, a escassez de verbas e o aumento des
necessário do acervo, em setores de importancia secvindária.
Nem seiiipre e nem em todos os casos esta medic'a poderá sei empregada.
Mas ,
nao nos parece que haveria dificuldade em realizar-se uma experiencia de aquisicao coordenada de revistas, antre bibliotecas especializadas em assun tos analogos ou semelhantes, localizadas na nosma cidade, e ate no mesmo Estado.
Basta quG as bibliotecários estejam convencidas dos resultados benéficos dé sua açao cooperativista e quo trabcJ-hen com entendimento o inteli gencia.
Por um convênio, cada biblioteca especializada limita-se a assinar as melhores revistas no terreno específico de sua especializaçao e, possivelmente,no
de assuntos estreitamente ligado§ a ela, Para atender a consultas sobre as
siontos que surgem cora menor fr^jquencia, vale-se, ontao, das coleçoes de bi bliotecas co-irmas, possuidoras de melhor acervo naqueles campos de conhecimentos .
^ ""^"ßSfiidade de várir.s bibliotecas dispendérem grande parte de suas
verbas, ora, assinaturas de revistas que serão cônsultad.?.s ii que podem sor encontradas em outra biblioteca, na mgsma cidade.
Os estudiosos seriam favorecidos cixi una política do aquisiçao coordenada de revistas, pois as^^biblio
tocas, era conj\mto, poderiam oferecer maior mímero de títulos e coleçõesnsis
coapletas.
Uma biblioteca especializada em física, por exemplo, serviria a todos os estudiosos neste assunto, aliás nccessiírio, mas nao continuamentè, a todos os
canpos da ciência e da tecnologia.
As outras bibliotecas especializadas man
teriam, no terreno da física, apenas os títulos de maior interf^®*-=^ 0 de consulta fre.iuente,
Uma segunda biblioteca especializada empenhar-se-ia e® formar coleçoes, tao
ccanpletas quanto possível, de revistas sobre qudjnica incluindo, naturalnen te, "Chemie ,1 abstrats", "Chemisches Zentralblatt", "British abstracts",
^lletin analytique(l)", todas elr:.s, revistas caríssimas, porân inprescin diveis aos que estudam e pesquisam nesta terreno,
Parn. realizar a aquisiçao coordenada de revistas proposta, é necessário,

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primeiro lugar, que exista un catálogo colotivo das mblicaçoes periódi cas» Muito já se enc.".receu a iiiportannii dess js catálogos e nesno n5s,en
outra oportunidade, tiveaos ocasiao^de fazâr oco a opinioes nais creden ciadas, Sonos de parecer que, se todas as bibliotecas especializadas des
sem a conhecer as suas coleçoes de revistas em listas periôdicamente atim
lizadas, a coordenaçao surgiria natural e automàticamente.
""
Aplicando-seaquisigao coordenada a livros, e lágico que os problemas
de coordenaçao serão maiores.
Nas bibliotecas especializadas, talvez
fosso mais prudente, limitar-se a aquisigao coordenada às grandes obr as
de referencia (enciclopédias, manuais, tratados), de custo elevado e
de
consulta rara, mas que formam o material bibliográfico considerado "básico" .
Considerando as nossas verbas precárias e r.s áreas pequenas
das
nossas cidades, e desnecessário,
que duas ou várias_^bibliotecas (na mesma localidade) adquiram, por exemplo, as mesmas edições de Beilstein,
názit, Bompiani, Gmelin, etc.

íMPREiSTIfdO INTE.uBIBLIOTECiÍRIO
A aquisigao coordenada exige, como consequencia lógica, a organizagao do
emprástimo interb^bliotecário, incluindo tombem as partos do acervo nao
obtidas pelo convênio de aquisigao»
A finalido.de do emprestino interbiblioter;''rio, é de preencher p.s falhas
dos acervos, com material bibliográfico de outras bibliotecas, favorecendo o estudo e a investigação.
Considerando as nossas verbas deficientes
ê de suma importancia e vantagem, que as bibliotecas combinem os seus recursos bibliográficos,
A prática do emprástimo interbibliotecário, tao antiga quanto os manuscri
tos, requer uma organizagao muito bem dirigida de todos os serviços da bi
blioteca. Só ten sido bom sucedida, entre bibliotecas que tenham alcança
do a um alto grau de organizaçao.
""
No Brasil, o emprástimo interbibliotocário vem sendo realizado em pequena
escala. Geralmente, se baseia em conhecimento pessoal entre os funcionários das bibliotecas.
Nao temos un serviço de emprástimo interbibliote—
^ário racionalmente estabelecido, nem leis que regulamentem e facilitem
esse importante setor da Idblioteccnomia moderna. Na elaboragao de um co
digo de empréstimo interbibliotecário, deverá ser estipulado a quem compe
te arcar caa as despesas das tarifas postais,
""
Seria oportuno, obter redução, ou ate isenç^ao de pagcaaento de tn^^fas feos
tais para remessas e intsrcambio de nateriaí bibliográfico, entre bibliotecas.
"
Para que o empréstimo interbibliotecário funcione eficazmente, é preciso,
em primeiro lug,ar, que sa localize o materia.1 bibliográfico desejado. Isso implica na necessidade de tun ^atal_^ogp_^co]etiY*'^o, que informe a localiza
çao das obras nas bibliotec,^s do pais ou da regi.ao considerada.
Somos de opinião que o_^eriipreí;tino interbibliotecário em nosso país, devido a sua grande extensão territorial, deverá ser organizado, iniciolmen —
te, por regiões o

PERMUTA
Se o empréstimo interbibliotecário é un processo indireto de aumentar as
possibilidades de atender às consultas dos nossos leitores, a permuta
4
um sistema direto de enriquecer o acervo^da biblioteca, sem inversão
de
capital.
Nao 6 s&amp;mente um sistema econouico, e portanto grandemente con
veniente paradas nossas bibliotecas especializadas, como representa, muitas vezes, a únicj. maneira de obtenção de material bibliográfico esgota do» O material usado para estabelecer o serviço de permuta e comumente ,

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s t e .O"
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lí

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representado pors
a) duplícatc-s;
b) trabalhos publicados pelas instituições das quais de pende a biblioteca especializada;
c) material nao usado e que pode interessar a outra bibli
oteca»
Nas bibliotecas especializadas pertencentes a instituições, a pemuta das,
próprias publicações já alcançou un nxvel satisfatório de desenvolvimento.
Eçse intercâmbio "dire"^o" tem sido muito produtivo.
Porém, poucas biblio
tecas especializadas tem organizado o serviço de troca de duplicatas e raras listas de duplicatas tem circulado» É possível que a quantidade de du
plicatas e de material qiae nao interessa, nao tenha ainda justificado
tun
serviço de permuta além das fronteiras da sede da biblioteca.
O serviço de pemuta tem merecido a atençao de entidades internacionais ,.
principalmente da UNESCO no Hemisfério Ocidental (Havana), organizou em ..
1953,
"Seminário sobre canje nacional ó internacional de públicaciones"
No '^Informe Final", compilado por Carlos Victor Penna, encontra-se una coletanea de trabalhos de base, que, de momento, superam o assunto.

ORGAO COORDENi\DOR
Todos os serviços^das bibliotecas especializadas no Brasil, baseados no co
operativismo, estão ainda ensaiando os primeiros passos. Organizaram-se
por entendimentos diretos en'J^re as bibliotecas especializadas o, em geral,
limitados a bibliotecas congeneres da mesma localidade. Para alcançarem
um funcionamento e desenvolvimento satisfatórios, seria necessário un ór gao coordanador, com a atribuiçao de "Clearing houso", depositário das duplicatas, dos catálogos coletivos, etc.
Recentemente,
M
' foi criado o INSTITUTO BíiÀSILEIRO DE BIBLIOGR^íFIA E m»DOCUMEN^
TAÇAO, proposto pelo Conselho Nacional de Pesquisas e pela Fundaçao Getu lio Varg-s.
Pelas finalidades e pelo programa que se propoe desenvolver
podem e devera as bibliotecas especializadas esperar un incremento decisivo
nos serviços especializados de bibliografia e de biblioteconomia.
m
Na enunerajao das suas finalidades encontrrim-se os pontos essenciais para
a realizaçao de una "Cooperação intensa entro as bibliotecas especializa das do Brasil"«
a) promover a criaçao e o desenvolvimento dos serviços espe
cializados de bibliografia e dogunentacao;
b) estimular o intercâmbio entre bibliotecas e centros
documentação, no ginbito nacional o inoemacionalj

de

c) incentivar ecoordánar o melhor aproveitanento dos recur
SOS bibliográficos e docxanentários"^ País, tendo em vis
ta, om particular, sua utilizaçao na informaçao científi
ca e tecnolégica destinada ;'.os pesquisadores.
O seu programa de atividar^es inclui, entre outras proposiçoes:
mçmutençao de um serviço de catalogacao cooperativa;
organização de un catálogo coletivo dos recursos bibliogl^
ficos do Pafs;
"
preparaçao de bibliografias especiais...; desenvolvimento
de cursos de formacao e aperfeiçoamento em biblioteconomia
e documentação,
O I«B»B«D. reúne as características de orgao coordenador que está faltando
âs bibliotecas especializadas no Brasil, fi de desejar,que todas as bibli

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f*
A
otecas especializadc.s no Brasil, E de desojar, que todas as bibliotecas co
^aborem honesta e intensamente na realizagao do programa do
e que
ele, realmente, centralize e coordene as ativi.lades biblioteconomicas.
Num sistema de cooperaçao regional, ou entre bibliotecas especializadas agrupadas por assuntos semeUiantes e correlatos, a biblioteca mais importante do grupo pode_^ser o orgao coordenador, A pessoa encarregada dos servi ços de coordenaçao seria mantida pela contribuição nas bibliotecas afilia das.

CONCLUSOES

De acordo com o exposto, sugerimos ao
CONOMIA as seguintes recomendações;

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTE -

1* - Revinir e coordenar os esforços das bibliotecas especializadas
num plano de trabalho cooperativista: recomendar que, inicial mente. as bibliotecas publiquem boletins bibliográficos e lis tas das publicações periódicas recebidas, e suplementos, encare
cendo a necessidade dos catálogos coletivos (do revistas e
de
livros), locais, regionais e nacional.
A
2, - Evidenciar a imgortancia da^bibliotoca especializada na vida
cultural e economica da Naçao, afim de obter verbas adequadas
par
tender às necessidades do acervo e de pessoali
3. - Interessar-se junto â Superintendencia da Moeda e do Credito ..
(Sl®40C) no sentido de ser a importacao de livros e assinatura 3
de revistas técnico-cientfficas clas^ficadas;
a) para as bibliotecas oficiais, na categoria especial para importação de mercadorias, maquinas e instrumental destimdo
às entidades públicas, onde o doloj: do mercado oficial está
sujeito a um 'gio do apenas Cr$ 7,00 por unidadej
b) pr.ra p^ticulares. na Ia. categoria, ondá o ágio oscila en tre Cr^if 10,00 e Cr$ 20,00,
4. -Levar a consideração dos poderes públicos competentes a possibl
lidade de extenderen-se as facilidades dos Bonus da UNESCO
ao
nosso país, contornando assim, as sempre crescentes dificxilda des de obtenção de cambio.
5. - Obter para as bibliotecas, redução ou ate isenção de tarifas
postais para remessas e intercâmbio de material bibliográfico•
6, - Apoiar o^programa do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação e encarecer a importancia do mesmo funcionar como or
gao coordenador das atividades interbibliotecári-.s das biblio-te
cas especializadas do Brasil.
"
N O T A: - 4 Resolução do Conselho da SMOC de 10 de jun^o de 1954 ( quando
este trabalho já havia sido entregue â ComissãojOrganizadora do
1 Congresso Brasileiro de Bibliotecononia) ^ concedeu, a "bodas as ent/idades
organizações privadas e a particulares (para uso próprio), a ^ —
ás importar livros ou revistas. com ágio do Cr$ 7,00, como sugerimos
na Reccraendaçao 3, § a.

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^Scan

�IC

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serv. piibl,, ano 16, p,73-76, naio do 1953.

Rev.

PENNA, Carlos Victor.
Ideas pnra una colaboración integral antre bibliotecas argentinas,
Santa Fe, Instituto social, Universidad nacional dei
litoral, 19Í-5,
43p.
(Temas bibliotecologicos, n'^ 2),
PENNA, Carlos Victor, conp,
Seninario sobre canje nacional e internacional de publicaciones, organizado por Ia Asociacion Cubana de Bibliotecários con Ia colaboración dei Centro Regional de Ia UIíESCO en el henisferio Occidental.
Informe final.
La Habana, A.C.B., 1953.
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RIDER, Arthur Fremont.
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New York, Hadham press, 1944.
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THORNTON, John L.
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Special librojiy methods: an introduction to special
London, Grafton â Co., 1940.
XI, 158p,

TURRIAI£A. INSTITUTO IOTERAMERICÜÍÍO DE CIENCLiS AGRÍCOLAS,
PM
Facilidades de intercoraunicación científica agricola en America Latina,
por Ralph R, Shaw, /jnnando Samper &amp; Arthur E, Gropp.
1953.
7ip.

Digitalizado
-gentilmente por:

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��JI CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Biblioteconomia como profissão
por
Elida de Freitas e Castro Druck

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Salvador
1959

Digitalizado
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BIBLIOTECONOMIA

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x- ScíJtíí^

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SINOPSE

BIBLIOTECONOMIA: arte de organizar, conservar e administrar uma biblioteca, levando o leitor
ao
livro e o livro ao leitor.
BIELIOTEGÍE.IO t
necessiilade de seu preparo profissi
onal e cultural em face da diversidade dos tipos de
bibliotecas e do elemento humano q.ue delas se ser vem.

A BIBLIOTECA COMO CENTRO DE PORMAÇXOs inteleotuál ,
moral, profissional, religiosa, artística, cívica ,
familiar, social e i^creativa.

BIBLIOTECAS DO SlSCULO XXt
enciclopédica, profissional, operária, ambulante, de Jardins e parq.ues, de
olubes e asso/3Íaçôes, de hospitais, de cegos, de
cárceres, particulares, administrativas, infantis ,
escolares, etc..

ÉTICA PROFISSIONAL DO BIBLIOTECÁRIO.

PUBLICIDADE DA E NA BIBLIOTECAS jornal, revista, rá
dio, televisão, cinema, boletins bibliográficos,pro
pagandas diversas.

SADiRIO DO PROFISSIONAL BI3LI0TEC|RI0;

seu nivela -

mento ao dos técnico-científicos.

CONCLUSÕES.

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�BIBLIOTECONOMIA

COMO

PROHSSSO

Laudelino Ereire define BIBLIOTECONOMIA COMO
zar e dirigir
ranger,

"arte de organi-

bibliotecas"» Larousse a significa como

"1'art d'ar-

de oonserver et d'administrer une "bibliotheqLue

A idéia de arte,
administrar,

anteposta a açSo de organizar,

q.ue sintetiza a extensa,

complexa,

conservar

e

dtil e produtiva ta

refa confiada ao -tiibliotecárlo, supõe cogitação de beleza, além
da
ciência, de originalidade, de capacidade individual em um' trabalho
profissional q.ue pode ser um dos maiores fatores do alevantamento da mentalidade contemporânea.
enta,

oferece subsídios de cultura a tôdas

profissCfes,
de,
E,

2 q_ue a Biblioteca aponta,

em tôdas as horas,

guia,

ori-

as idades, a tódas

valorizando os

as -

elementos da comunida

contribuindo largamente para o engrandecimento de uma nação.
além disso,

ainda oferece o prazer,

o descanso e distração a

quem dela se serve.
Já está longe § época em que o acesso aos livros semente era
permitido aos que tivessem capacidade de os encontrar.
(^.?r»lzar e dirigir uma Biblioteca,

A arte de or

faz com que o livro extenda os

-

braços a todos os leitores e os leve a seguir uma direçSo racionalem busca da meta almejada.

BIBLIOTECiÜlIO

Pode-se chamar
Biblioteca?

- NSo,

"-t^bliotecário" a tCda T^ep-oa ojip atende urr-

por igual razão porque não se pode dar o título

de farmacêutico a qualquer pessoa que se coloque atrás do balcSr
de uma farmácia,

oono muito bem acentua Cdnsole,

em sua obra

-

"Eaga

nos dei Bibliotecário um profesional
Só se deve UiZar um título que indique uma profissSLo,
há verdadeiros conhecimentos,
vidade escolhida,

quando

quando há capacidade®dedicaçSo a ati

quando há empenho em levá-la a prática de modo a

colher resultados satisfatórios.
Só pode merecer o título de Bibliotecário quem,
lhido esta profissSLo,
j^reenda
va e,

tendo esco-

adquira os conhecimentos indispensáveis,

com

a necessidade de adaptar o seu trabalho a tarefa educati-

conscientemente oriente a sua atividade pelos princípios

da

ética profissional.
Siorme é a diferença entre um Bibliotecário e um empregado
^ Biblioteca,

q, Bibliotecário tem aptidão para organizar racional

mente uma Biblioteca e administrá-la com o máximo aproveitamento dos leitores. O empregado da -^blioteca cumpre materialmente as or
dens recebidas:
livros.

cm

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transporta,

coloca,

conserta,

procura preservar os

Ê apenas um agente auxiliar de que o Bibliotecário necessi

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�novos conheoimentos• Mas talvez seja necessário acrescentar-lhes ~
um pöuco mais,

a ôles se anexarem noções de relevante importância,

considerando-se q.ue o verdadeiro valor do livro está no seu integral aproveitamento pelo leitor.

Se Biblioteconomia é uma profissSçi

devemos nos deter na diversidade de usos e aproveitamento req.ueridos pelo leitor na procura do material impresso.
Sntre os leitores há mdltiplas e variadas capacidades,
sidade de ambiente, diferença de classes sociais,

diver

variações de ida

des físicas e mentais, modalidades de profissões, distinçSo de j^mi»
t&gt;içôes e projetos,
bertas,
no,

disparidade de.:,

anseio de realizações e desco -

desigualdade de grau de cultura. A Biblioteca recebe o alu

o professor,

fissional,

o sábio,

o artista,

o curioso,

o operário,

e o Bibliotecário entrega o livro a todos,

o pro-

q.uer saibam-

ou nSo saibam procurar.
Assim oomo o profissional deve saber ajustar o livro,

desde-

0 momento de adq.uirí-lo Q.té a sua colocaçSo na estante, deverá tam
Mm saber atender o leitor. Nossas próprias livrarias precisam

de

balconistas (jue satisfaçam quem adquire de forma a constituírem mo
tivo de maior procura.
Tõdas as Bibliotecas sSo organizadas pelos mesmos princípios
da Biblioteoonimia. O aproveitamento do livro e a diversidade de asses de leitores é que as distingue,

dadas as modalidades de a-

plicaçSo ao verdadeiro objetivo, real e prático.

BIBLIOTECA GOMO CENTRO ^ FOfíMACKO

sábia natureza fez do .homem o seu fruto mais perfeito. fi_^
to que,

com a aplicação das prdprias leis natuiais,

torna a vida -

mais ampla em permanente conquista de novos horizontes, numa eleva
çSo intelectual e material ininterrupta.
sua educação,
dade,

N^o devemos descurar da -

pois é 61e quem aperfeiçoa o lar,

a religião,

a escola,

a socie-

a Pátria.

Na Biblioteca que é o mundo das letras,

a casa dos mestres,

o indivíduo encontra meios seguros para sua melhor formação. Nela
sao incrementadas as suas variadas modalidades vitaiss
'"oroveitamento físico

- Na Biblioteca há oportunidade de se toma-

rem conhecidos os livros e revistas ilustrados com
cios salutares;
de cada um;

jogos e exercí-

alimentação mais nutritiva e adequada á atividade

vestuário apropriado as diferentes

estações.

Formação intelectual - -^través da boa leitura desenvolve-se melhor
o espírito,

a capacidade,

e alargam-se os conhecimentos.

Formação moral - Boas sugestões,
elevam o carácter,

bons exemplos incitam a imitação

,

tornam d coraçSo melhor.

Formação profissional - Leitura de obras, revistas ilustradas relativas a profissão,

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conduzem o leitor a se tornar melhor artífice,
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�- 4 muitas vezes surpreso oom aspeotos novos de seu trabalho OLue

lhe -

eram desconhecidos.
Religiosa - Minutos de lazer podem,

pela leitura,

fortificar a Té ,

muitas vezes conduzir aos ditames de uma religião.
Artística - Quadros,
peças teatrais,

painéis,

ilustrações,

poesias, seletas leituras;

reproduções fotográficas;
composições musicais,

biografias de artistas - levam a conhecer a arte ignorada,
dê-la melhor,

oompreen

procurá-la e até a pratioá-la.

Cívica - Bela leitura oportuna de acontecimentos históricos e reaM
zações da atualidade, demonstrações cívicas,
tornar um agente unificador,

a Biblioteca poderá se

guia do cidadão q.ue desconhece o verda

deiro sentido do que é a sua Pátria,

tornando-o um membro ativo de

sua comunidade,
familiar - A leitura,

romanceada ou real,

dos melhores exemplos

de

uma vida em família lembra, muitas vezes, deveres sem prática por mera ignorância.
Social

- A leitura sociabiliza o indivíduo» mostra como todos,

^ua profissão e em seus princípios,
comum do homem,

da família,

seguem a mesma direçSo - o

da sociedade,

em
bem

da Pátria.

Recreativa - Exçmplos su^stivos lembram a maneira de transformar horas monc5tonas em momentos alegres e divertidos.
Realizadora - As mais diversas obras ilustradas sugerem as mais vax^iadas atividades práticas,
DAS VÁRIAS ESPECIES DE BIBLIOTECAS

Com o desenvolvimento da cultura,

chegamos

ao sículo JJ

'"•om

um patrimônio de Bibliotecas q.ue se extende das mais gerais as mais
especializadas,

a saber?

I - BIBLIOTECA PÜBLICA ENCICLOPÉDICA

Todos os países possuem a sua Biblioteca Nacional como

um

dos alicerces onde fica estabelecida a histdria de sua civilização,
fixado o grau de sua cultura e o incentivo ao progresso e alevantamento de valores da sua cidadania.
Estas Bibliotecas oonteem livros de tôdas as espécies e

em

'"'^das as línguas. Recebem leitores indistintamente pois atendem necessidades pessoais e satiafazem q.ualçLuer curiosidade. Obras recreativas e de valor educativo aí sSo reunidas para manter o eq.uilíbr^
o entre estas duas correntes formadoras. O cultivo da leitura con tribui para o engrandeoimento e desenvolvimento cultural da população.

II - BIBLIOTECA ESPECIALIZADA. PROFISSIONAL

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�Todo ohomem escolhe seu ramo de trabalho e nunca deve estacionar, Na Biblioteca de sua profissSo vai encontrar o material

gue

servirá para enriquecer seus conhecimentos e tomá-lo um profissional cada vez mais competente,
Esta Biblioteca supre a falta de recursos, remove dificuldades
de pesquisa e de escolha, 2 especializada para determinado páblico.

III - BIBLIOTECA OPESjfelA

O operário é o "braço que movimenta a máquina que permite o di
namismo e o progresso da época atual. Deve ser bem atendido em suaformagSo e um dos meios é a Biblioteca,
çSo para sua vida política,

onde êle encontra orienta -

religiosa, social e recreativa.

Esta Biblioteca deve articuLar-se com os sindicatos

operáriosí

oferecer distrações com leituras de revistas, periódicas e livrosj^rganizar exposições de impressos,

pinturas,

palestras e debates söbre seus trabalhos;

fotografias; motivar -

constituir-se como

fonte

permanente de informações söbre tudo que se refere aos direitos

e

deveres do operário.

IV - BIBLIOTECA AMBULAI^TE
I
Quando nSo ê possivel aos leitores irem em busca do livro,

âs

te vai a procura de quem o deve ler. Leva-lhe o mestre em suas pági
nas impressas,

oferece-lhe os

bens que nSo pode ou nSo sabe adquirir

coloca-lhe nas mãos o encanto da natureza,

a dis traçSo do romance,a

Doesia da vida,
A Biblioteca ambulante é o serviço de extensSo das Biblioteca?
tanto piiblicas como particulares,

E um eficiente meio para tomar a

-biblioteca mais aproveitada como uma sucursal móvel. $ a
ca sôbre rodas",

o

"Bibliobus",

que,

"Bibliote-

pela forma de apresentação,

desperta a curiosidade do leitor que vive em lugares solitários ou,
mesmo na cidade,

ignora a existência da Biblioteca por nSo ter o há

bito da leitura.
Esta Biblioteca,

entre outras

utilidades»

- permite leitura ao pdblico em qualquer ponto de uma grande
cidade,

inclusive nas zonas proletárias,

- Leva livros aos locais de trabalhos« fábricas,
pitais,

quartéis,

oficinas, instituições,

escolas, hos

asilos e centros que o so

licitem.
- Pode atender as zonas agrícolas e as fazendas com densidade
populacional de empregados.
- Pode abastecer aos Municípios que nSo

teem Bibliotecas

Pú-

blicas.
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- Ofereoe,

SÃO PAULO

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40 - C|to.J„^

I
I
I

^

ao pdbliooem geral, um descanso,

podendo transpor-

tar-se as praças pdblioas aos domingos e dias feriados.
- Pode servir aos looais de veraneio,
do das férias,

oomo estímulo as crianças,

praia e serra, no perío

adolescentes e adultos pa

ra q.ue façam também da leitura uma distração.

V - BIBLIOTECA NOS JARDINS PÜBLIG03 E PERQUES

]

Um outro meio de tornar o livro um convite permanente a leitu
ra,

é a localização de peq.uenas bibliotecas nos

logradouros,

como existem em muitas cidades,

jardins pdblicos e

inclusive em pörto Ale

gre. Os moradores das proximidades e freq.uentadores dos parq.ues sao
convidados ao hábito de aproveitarem suas horas de laser em boas

-

leituras.

II - BIBLIOTECA DE CLUBE,

AS30GIAC3^0 ESPORTIVA E RECREATIVA

Os clubes e associações recreativas em geral possuem peq_uenas
i^ibliotecas para uso de seus associados,

as quais contam principal-

mente com revistas da atualidade,
finalidade desta Biblioteca é oferecer distraçSo da leitur?
na própria sede do clube ou cora empréstimo a domicílio.

VII - BIBLIOTECA ^ HOSPITAX
(
Leituras amenas,

saudáveis,

formativas,

poàem ser oferecidas

ao doente para que esqueça as longas horas que deverá estar sujeito
as prescrições médicas e desvie seu pensamento de seus próprios males .
Em carros móveis os livros poderão visitar os doentes que
distrairão na escolha de uma revista,
de.

A criança irrequieta,

se

álbum ou livro que lhes agra-

que necessita estar imóvel,

prestar-se-á

mais facilmente ao tratamento com o manuseio de livros ilustrados e
-oloridos.
O livro no hospital é também de grande utilidade para distrair os familiares e amigos que acompanham os pacientes.

VIII - BIBLIOTECA PARA OS CEGOS

Se a natureza priva,
sentidos - a vista,
go ler pelo tacto

as vezes,

o homem de um dos mais nobres

oferece contudo outros dons que permitem ao ce-

(Sistema Braille)
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^ ...

e ouvir.

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li

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�A Üblioteoa pära os oegos,
livro sonoro,

os discos,

o rádio,

além dos livros manuais possui o
e proporciona a leitura oral

|

em

horas determinadas. O cego poderá ouvir literatura e receber muitas|
lições de q,ue necessita para a valorização da prdpria vida.

|

IX - BIELIOTBCA DO CARGERE

|

"O livro ê o mestre mudo da humanidade",

'-'onvám q.ue esta ação

se exerça sôbre áq.uele que purga seu ôrro^ prôso a um ambiente res±.|
trito q,ue lhe tolhe os movimentos mas nSo impossibilita os passosdo espírito.
Um livro poderá ser um agente para a compreensão da gravida-

I

de do crime, levando o delinq.uente a recuperaçSo para a vida social.

X - BIBLIOTECA PARTICULAR

Todo o homem que alimenta cogitações de espírito possui a
sua Biblioteca,

-

patrimônio q.ue lega aos seus descendentes e q.ue,

TiUitas vezes é convertido em bem público de uma naçSo,
Temos um exemplo na - Casa de ^uy Barbosa - criada pela
nfi

378,

de 13 de janeiro de 1937f

como instituição de educaçSo ex-

tra-escolar do Ministério de EducaçSo e Saiíde.
ca,

Lei

Casa Museu-Bibliot^

consagrada ao culto do.grande brasileiro.
ün Pôrto Alegre também o Govômo do Estado adquiriu a Bibli^

teca do saudoso jurista Maurício Cardoso,
Direito,

doando-a a Faculdade

bem como a do falecido historiador gaúcho Othelo Rosa,

de
l_e

gando-a ao Instituto Histérico e Geográfico. Esta valiosa Biblioteo
ca,

histérica e pedagégica, possui oôrca de 8.000 volumes e contém

obras de grande valor como um exemplar do - Dicionário Tupi-Guarany
- que pertenceu a D, pedro II e de que existem no Brasil apenas

-

trôs exemplares.
Além dessa há também em Pôrto Alegre a Biblioteca do Dr, Edmundo Seoco Eichemberg,

bibliófilo que

já reuniu em sua coleção

particular mais de 50.000 obras de grande valor bibliográfico,
quiridas,

ad;^.

grande parte delas, na Europa.

XI - BIBLIOTECA ADMINISTRATIVA

Esta Biblioteca é encontrada nos departamentos incumbidos de informar e dar pareoeres em expedientes sujeitos a despacho dos
poderes públicos.

Ela reúne,

cretos e regulamentos

cm

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2

3

coletâneas de leis,

de

administrativos bem como tratados e obras

-

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especialmente,

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�versando assuntos relacionados com as atividades governamentais.
São destinadas a facilitar o trabalho das autoridades respon-.
sáveis pelos diversos seotores do govêrno,

ficando,

também,

a dispg

sição daq.uêles q.ue tenham necessidade de estudar problemas adminis-|;
trativos,

políticos,

econômicos e sociais.

íi
]

XII - BIBLIOTECA DAS ASSOCIACaES«

As grandes entidades,

ENTIDADES M CLASSES

como SESI

SESC (Serviço Social do Comércio),
cas com serviço de extensSo,

,1
•.

CServiço Social da Indústria).

e outras,

possuem suas Bitaiote-I

Bibliotecas Circulantes q.ue levam o Ij.j

vro aos mais distantes lugares, renovando-o periodicamente,

j

XIII - BIBLIOTECA INFANTIL

A criança precisa de um meio eficiente para se distrair,
oando sua prdpria personalidade.

apli

A BiiiLioteca Edblica Infantil é

-

uma sS distração e um verdadeiro centro de atividades: fonte de pe??
QUisas para desenvolvimento de vocações, meio de despertar a
sidade pelo desconhecido,

auxílio que leva o peq.ueno leitor a sua -

auto-educação.
Esta Biblioteca ê tambám uma soluçSo educativa para o grave problema q.ue a vida em apartamentos cria para o espírito infantil,
Ela é um lugar onde a criança nSo está sá e tem motivos para maiores
expansõesí enq.uanto seus progenitores se ocupam em suas atividadeshabituais.

rCV - BIBLIOTECA DAS LIVRARIAS t K)NTE DE AQUISIÇÕES

As casas q.ue nos oferecem livros,
tödas as línguas,

de tôdas as categorias e em

para enriq.uecermos nosso patrimônio cultu-:_^

vem procurar atender com eficiência o comprador cujc interêsse
■^"^das as modalidades: curiosidade científica,
cimento de Bibliotecas, prêmios
literatura,

pesquisas,

a alunos,

bibliofilia,

natais,

tem

enriq.ue-

aperfeiçoaínentos,

desenvolvimento profissional e muitas outras-.

Francisco Vindel,

em sua obra

'Manual de ^onocimientos Técni-

cos y Culturales para profesionales dei Libro" diz,
o nível cultural de um país
prietário das livrarias,

com acerto,

julga-se pelos seus livros.

q.ue é o distribuidor do impresso,

deve hon

rar sua Pátria no esforço de expandir oãda vez mais o livro,
mo preocupação constante o conhecimento da Bibliografia,

ter oo

tanto naci

onal como extrangeira e nunca esquecer que seu balconista,

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que

Assim o pro

além dis.

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�so,

deve procurar elevar sua cultura toáos os dias porcjuej

freq^uen-l

temente precisa ser guia e conselheiro do comprador,
i!
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XV - BIBLIOTECAS ESOOLABES

ii
'1
J

A Biblioteca da escola tem suma importância pois é na escola
q.ue se forma a homem de

ananhS e é nela q.ue

se pode aprender a

ler

e criar o hátito da leitura,

'

Tôda a escola deve possuir uma -i^blioteca para o corpo docen-|
te. Nela os professöres encontrarão estímulo para melhoria de
trabalho,

seu

material para enriq.ueoimento de suas lições e fonte de re-

novação para seus conhecimentos.
um educando, na trajetória escolar,

s3o proporcionadas

as

seguintes Bibliotecas»
a)

-

Biblioteca pré-primária,

onde encontre livros com estampas co

loridas q.ue lhe apresentem o q.ue é de seu interôsse e cantribuam para o desenvolvimento inicial de sua formação.
b)

-

Biblioteca do Curso primário,

onde se eduque na arte de

ler

e crie o hábito da leitura independente; nesta Biblioteca o educando será orientado em sua capacidade e terá oportunidade
de se tomar um membro oooperador de seu ndcleo escolar. A Bi
blioteca,

entrosada no currículo escolar,

balho de classe,

enri&lt;iuece--o,

cooperaj:- com o tra-

amplia-o 'e leva o leitor a mul-

tas realizações e atividades extra-escolares.
~

?it)lioteoa ^ Curso G-inasial,

onde procure e encontre todo

o

material de ^ue necessita para seus novos estudos e novas ati
vidades. Nesta Biblioteca já os livros,
tituem os mestres,
d)

-

quando preciso,

subs-

em pesquisas e trabalhos didáticos,

Biblioteca para Cursos Normais.

Científicos e Clássicos,

ond^^

o leitor encontre os livros necessários para o desenvolvimento do programa e preparo para a profissão que seguirá.
®)

~

Biblioteca para Cursos Secundários e Superiores.
leitor,

as quais o -

educado e conhecedor da eficiência do uso do livro,

poderá visitar assiduamente em um interésse crescente.

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�- 10 -

OBRIGAÇOES DO BIHLIOTECiÍRIQ. ETICA PROFISSIONAL

Da diversidade de objetivos no uso do livro infere-se q.ue
oí|
Bibliotecário desenvolve atividades q.ue transcendam a mera organi-;
zação material dos livros,

de q.ue trata a "biblioteconomia pura.

Sei

Sundo o tipo de Biblioteca, dos q.uais enumeramos alguns dos mais importantes, diversa será a funçSo do -bibliotecário,
]
Bastará,
os livros;

as vezes,

catalosaí*,

classificar,

conservar e colocar

a outro incumbirá permanente vigilância para q.ue não

falte q.ualq.uer obra requisitada e para que a Sibliografia esteja sendo permanentemente revisada e enriquecida. Muitas vezes é neces
sário conhecer a classe de leitores para enviar os livros, e o cui
dado de renová-los periodicamente. •'KLgures caberá a realização
de
atividades subsidiárias,

tais como projeçSo de filmes e diapositi-

vos; realizações de "^emana do Livro", "Semana da Boa Leitura", etc.,
manutenção de sociedades como ""^igos do Livro", "-í^migos da Biblio
teca"; momentos oportunos para entrega de livros a hospitalizadoscom o devido cuidado na escolha da obra; leituras orais aos cegas;
seleção de livros para os encarcerados,

que mostrem o bem e desper

tem a consciência do detento para a sua reintegração;
dos objetivos das Bibliotecas Escolares,
^ i'Jade cronológica,

jomal escolar,
res do leitor,

idade escolar e maturidade dos leitores,

e d^

atividades nas -Biblio-

tais como: sessOes de auditório,

teatro escolar,-

campanhas para enriquecimento da Biblioteca, devecompetições oratórias,

(orais ou em fichas),
çOes,

conhecimento

organizadas para atende-^-

versidade dos programas de todos os cursos;
tecas escolares,

|

dramatizaçCíes, declamações,

ilustrações de leituras,

-

pesquisas e sele

composições de contos e versos,

ordenação com museu e cinema escolar,
e páginas úteis,

interpretação de leituras

projeçSo de livros,

intercâmbio entre ^bliotecas, etc.;

co-

trabaiv^

ajustamento

da Biblioteca í^scolar Infantil com o lar, através de convites

aos

"^ais para assistirem sessões de auditório e outras atividades

que

apresentem o resultado do uso do livro; remessa de circulares e cfícios,

juntamente com obras úteis,

empréstimo da -ôibiiotecaiy

qual convém manter uma secçSo com esta finalidade;

na

aproveitamento

das reuniões dos Círculos de Pais e Mestres para apresentação

de

revistas e livros recomendados as crianças e adolescentes, com sugestões para oferta de boas obras nas datas festivas.
í&lt;n tödas as Bibliotecas deve haver publicidade, para que
o
leitor tenha conhecimento do que se lhe oferece,

e um dos maiores

gentes da publicidade, naturalmente, é o Bibliotecário. Em seu
contacto permanente com o livro e ccm o leitor, terá sugestões e maior número de oportunidades para conhecer meio de incentivar
a
leitura.
ma,

Servir-se-á,

do jomal,

rádio,

televisão,

eine

boletins bibliográficos e muitas outras realizações.
2m suma,

mão,

para isso,

assim como nSo basta o respirar perfeito de um pul-

o bater compassado de um coraçSo para que se tenha a exata

-

compreensão e a sensibilidade dos profundos, complexos conhecimen-

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{

�tosada vida humana,

-"f
o profissional Bibliotecário leve oonsiderar,|

nSo só a parte material de sua obrigação como a imponderável form,
de obter os melhores resultados no cumprimento de um dever,
taoto com superiores ou iguais,

no coi

e na delicada missSo de receber

j

atender o leitor.

j1
t

PROFISSÃO

^ formação profissional torna-se cada vez mais indispensável
para o atendimento das Bibliotecas q.ue se multiplicam.
das em sua diversidade de objetivos,
Bibliotecário da atualidade,

Considera- 1

encarecidas as obrigações do l

conclui-se q,ue,

sendo a Bibliotecona |

mia um ofício de alto nível técnico e educativo,

impõe-se seja va j

lorizada como uma profissão devidamente remunerada, não s(5

como

recompensa do esfôrço e capacidade, mas como estímulo as novas vo^
cações.

en.

cm

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�GONCLUSOES
*

!
Para que a i3it)iioteconomla alcanoe seus mais altos objetivosi

recomenda-sej
1 - Que os Cursos de -t^iblioteoonomia incluam disciplina q,ue habili
te o Bibliotecário a reger Bibliotecas especiais, dinamizandoas de aoôrdo com as caraoterísticas q.ue lhe forem peculiares ^
em razSo dos pressupostos de,seu funcionamento.

f

2 - Que Os salários do Bibliotecário com curso universitário regular,

sejam fixados em níveis de paridade com os atribuídos

pessoal

ao

técnico-científico, x

3 - Que tôdos os

Municípios mantenham uma Biblioteca Pública,

com

o mesmo interesse q.ue põem na alfabetizaçSoT
4 - Que tais Bibliotecas sejam confiadas a organização e orientação de pessoas portadores de diploma de Curso de Biblioteconomia ou de cursos q.ue incluam esta Cadeira no seu currículo.
5 - Que os Estados, nas capitais,

e os Municípios,

portunidade da criação de Bibliotecas

considerem a o-

Circulantes,

como

servi-

ço de extensão de suas i^bliotecas Públicas Enciclopédicas#
6 - Que as Bibliotecas Infantis das grandes unidades e£fCOlares,man
tenham uma secçSo para os pais dos alunos,

orientada por ele -

mento especializado.

n 7 - Que como medidas de propaganda e publicidade,

as grandes Bibl_i

oteoas adotem as seguintes providências»
a)- edição e distribuição ao pdblico de peq^^nas biografias de
autores nacionais,

com ilustrações sugestivas,

boletins periódicos de difusão,

bem como de

com o movimento dos leito-

res e livros;
programação e projeção de filmes educativos ciue façam propaganda da leitura e de Bibliotecas,

filmes ôsses q.ue

de-

verão ser projetados nos cinemas como complemento nacional
educativo.
8

- Queé as livrarias facilitem aos seus balconistas a aquisiçaode conhecimentos qyie os preparem para atender eficientemente •
ao pdblico leitor.
a)

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ry

�Fl
- 13 -»

BIBLIOGRAFIA

H asamos. dei Biblioteoario un Profesional

- ALFREDO GíJnsOLE

FunoLaoidn y Orsanizaoidn de Biblioteoas

- ALFREDO CONSOLE

La Biblioteca oorao Edifioio Funcional

- JAVIER LASSO DE LA VEGi

Bibliotecas Preventorias

- ANGrELICA ROJAS DE ÁLVAij

Bibliotecas Sgoolares y Literatura Infan
til

|
- JUANA MANRIQUE DE LARA 1

Manual de üonooimientos '-^'écnicos y Oulturales para Profisionales dei Livro

- FRANCISCO VINDEL

El Arte de Leer

- EMILE FAGUET

A Arte de Ler- Como adquirir uma educação liberal
Bibliothéqiues

Scolaires,

- LíORTIMER J. ADLEI

Bibliothéq.ues

d'Enfants

- M. LERICHE et G.PREVOT

Le Deveioppemente des Bibliothéq.ues Publiques en -Amériq,ue Latine-Confárence de
S. Paulo

- UNESCO

El Servicio de Extension Bibliotecária
en'Ia Biblioteca Publica

- LIONER P. MACCOLVIN '

La Bibliothé(iue Nationale

- Docum.Fr. Iluustr.

Historia,

Organizacion y Servidos de Ia

Biblioteca dei Congreso de los Estados
Unidos da -f^nerica

- JORGE B, VIVAS

Les Enfants et les Livres -Numéro Spécial de 1'Eduoation National
Archives

-Numérc Spécial de 1'Eduoation Nationa^

El Mundo de los Libres

- DOMINGO BüONOCORE

The Library in the School

- LUCILLE F.

The Library of Tomorrow

- EMILY MILLER DANTON

A Biblioteca

- WAIíDA FERRAZ

Ensinando o uso de Livros e Bibliotecas

- PINTO DE AGUIAR

O Problema das Bibliotecas Brasileiras

- RUBENS BORBA DE MORAES

O Ensino e a Biblioteca

- M.B, LOURENÇO FILHO

FARGO

A Biblioteca Ativa - Departamento Administrativo do Serviço públio
Desenvolvimento da Biblioteconomia em
S.Paulo

- Adelpha SILVA RODRKJJES

O Livro na formaçSo

KRUGER

Clatálogo da Biblioteca de Rui Barbosa

- Ministério da Educação

Sadde.

- HOMERO PIRES

Introdução

Casa de Rui Barbosa - Realizações - Serviço de Documentaç ao Ministério de Educação e Saúde
Studium - -"-evista Bibliogi^aTica - S. Paulo
A Biblioteca - Publicação da Biblioteca do D.a.s.p.

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I

I

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Congresso

Brasileiro

BiELIÜlKOnOMIH

Bibitofeôa cSnít
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��SEGUNDO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
I

Biblioteca como instrumento de relações públicas
por
Cel. Umberto Peregrini

o st: Ott. 5 C8í)
\
V. H

Salvador
1959

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1

�TOWA 9
rOMUT?ICAC^0 TA T IBLIOTECA 10 EXERCPO

É.B A q"'
Biblioteca como Instrumento de Relações
Publicas'

V
Vt \

1=

ö'
SÃO PAULO A- i

Uma das ideias basicas que levamos para a Direção &lt;?a
Biblioteca do Exercito foi a de aproveitá-la como instrumento
df aproximação entre as elites civis e militares» Seria
mente, ermo se ve,

uma tarefa de Relações Publicas, a qual po-

deria desenvolver-se através de providências comuns, tais como
a distribuição das nossas edições pelos críticos e colunistas
de todo o Brasil, a publicação de um Boletim capaz de

levar ac

meio intelectual civil noticias da vida cul+ural no Exército,e

«•

trazer a este infc -'mações s^bre as atividades culturais em todos os planos da vida brasileira, a promoção periódica de reunioes culturais - conferências, debat- s, -exposições. Tudo Jtsso
foi prontamente encetado e

vem produzindo os íectuacLos resulta^

dos esperados.
Mas, alem dessas., algumas outras ,iniciativas, talvez
originais, foram postas er

prática, alimentando ainda miilto nBl5

a capacidade átuante da B:i bli-riteca do Exercito como instrtnnento de Relações Publicas. C'abe citar em primeiro lugar a cria —•
çao de dois valiosos Prêm ios culturais a sabers
dia Catoferas" para obras

o Prêmio "Pan-

de estudos brasileiros e o "Prêmio

Gen.Tasso Fragcso" desti; .ado a obras de c:ultura militar, com —
preendendo-se com tal H:" : itória Militar,

Incluídas as memórias,

biografias e outras ccn''t ribuições subsidiárias, Geog^rafia Mil^
tar, Geopolítica, Econ,c«.iia de Guerra, Sociologia e Filosofia
da Guerra, São Prêmios
buídos todos os anos,

.tio valor de 100 nàl cruzeircs, distrip Iternadamente. A-valia-se que. Prêmios

desse valor e pelos c;\;ia lis e responsável!;, o proprio Ministério
&lt;3a Guerra, assumiram fn .-ande importãnciíi na vida cultural brasileira e estão atrai'fjjdo para as edições da Bibliotec-a do Exer.

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cito o interesse dos estudiosos mais idoneos.

Acresce que as

Comissoes Julgadoras, era cuja composição devem figurar obriga
tòriamente dois civis, constituem preciosa oportunidade

de

encontro de grandes nomes da cultura civil com ilustres expoentes da inteligência militar.
Mas, através de Prêmios culturais, ha ainda outra
área em que a Biblioteca d--^ Exército vem penetrando de modo
colocar o Exército em frco simpàticamente, a-^ mesmo tempo que
lhe valoriza as tradições:

são os Prêmios destinados a Qstu -

dantes de Curso Secimdário, oferecidos todos os anos e

que

consistem num diploma de honra e numa viagem a algum ponto de
especial interesse histórico ou econômico, no territf'rio na cional. Cada ano o Prêmio toma o nome de um grande Profes^SS—
do Ensino Secundário,

já falecido, e é patrccln3Âíi-4&gt;^í&lt;'^guma

.entidade de natureza econoraica, por srlicitação da Biblioteca
do Exército,

Assim,

o j.rimeiro, distribuído em 1956^ denomi-

nou-se Prêmio Prof,

Ribeiro, teve o

bras e consistiu numa visita às instalações petrolíferas

da

Pahia, Em 1957 f'^i lem':)rado o Prof, Darão Hörnum de Melo e

a

viagem, às minas de ca?'vão de Sta. Catarina e à Usina de Volta Redonda, sa fez sob os auspícios da Companhia Siderúrgica
A
Nacional, No ano passado o Prêmio, homensger.ido o Prof. Jonatas Serrano, foi patrrc..nado pela Associaçãc
dustrial de r&gt;lumonau,

a

Comercial e In -

qual levou os estuda ites vitoriosos a

uma excursão pelo vale do Itájaí. Para o cori&lt;^nt,e ano,
lowctcação do Prof.

sob a

João Tibúreiô, eminente fi ; ura do magisté-

rio secundário do Rio Grsinde do Norte, e tend i

o patrocínio

da Novacap, a vifgem-prêm io será a Brasília.
âsse Prêmio é c -ncedido através do c :ncurso que con
•
^ A
^
siste em propor aos concoi rrentes doig, temas bli &lt;'graficos em
torno dos quais devem comj lor trabalhos a que um.a*» ^^omis-são

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Professores, especialmente convidados pela Biblioteca do Exercito, confere dois Frêmios, um correspondente ao tema oferecido aos ginasianos, outroa ao tema endereçado aos que frequen tam o Ciclo Colegial. No ano passado,

por exemplo, os temas

prepostos eram, respectivamente: Cel. Carlos de Morais Cajn.i»ãi&gt;
figura simples de herói e mártir, para os ginasianos, ao pas so que Feijó, o complexo e decisivo Feijo, tocava aos estudantes do Ciclo Colegial e agora,

sob as inspirações de Brasilia,

dois desbravadores do nosso "hinterland", Bartolomeu Bueno da
Silva e Couto Magalhães,

são os temas propostos aos concorren-

tes, Anteriormente, Alexandre de Gusmão,

o Visconde de Pelotas

Pedro Teixeira Cel, Sena Madireira, foram nomes submetidos aos
estudantes.
Cumpre ainda indicar que o Concurso e aberto sempre
aos estudantes do Distrito Fedteral, &lt;3o-Fitaroi e aÁjaâa,.^os
uma Capital de Estado diferente, cada ano.

Quando a viagem-prS,-

mlo e ao Sul elege-se uma Capital do Norte e vicô—veisa*-Podemos assegurar que esse Concurso, ora se realizan
do pela

vez, tem realmente atraido a espera cultural da Bi-

blioteca do Exército numeroscs estudantes do Curso Secundário,
despertando-lhes o gosto dos estudos historicos, do mesmo passo que

lhes são ministradas sugestões dé denso teor cívico, E,

por outro lado, esses jovens travam conheciirtônto, com o Exercito de

f^^rma altamente

de quanto e ampla 9

simpática, adquirindo desde logo a noção

saudavel a sua participação na vida brasi-

leira.
Outra modalidade de ação que a Biblioteca do Exército vem desenvolvendo no terreno das chancatías. Relações Publicas
são as visitas que promove a setores tiplcs da organização m_i
litar brasileira.
■tistas,

cm

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Os cr^nvldados são professoras» escritores^ar
I

jornalistas.

Ja os levamos ao Núcleo da Divisão Aero -

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Terrestre^ em cujo âmbito se formam os ncssns paraquedistasj
ao Serviço Geopráfico, onde se empreende o serio e pigantesco
trabalho de levantamento cartográfico do territorio brasileiro, à Academia Militar das Agulhas Negras, fonte de todos

os

nossos oficiais, e a Escola de Comando e Estado Maior^ cupola
da formação profissional do oficial brasileiro»
Essas visitas têm tido o efeito de verdadeira revolução para os grupos convidadcs a faze-las. De fato, verdadel
ramente uma revelação e o que sentem esses homens influentes
no pensamento brasileiro ou na opinião publica quando, de repente, entram no conhecimento de certas modalidades do trabalho do Exercito e em contato direto com os oficiais, de

quem

ficam conhecendo o tipo de vida na ativi&lt;2ft&lt;íe profissional^
preocupações int-electuals, as caraçterístiCÃS humana. E

a

verdade 4 Que nenhum órfão^ no âmbito do Ministério da Guerra
estaria convenientemente habilitado a trabalho dessa natureza
senão a Biblioteca do Exercito.
Verifica-se, portanto,

que são múltiplas o sempre fe

cundas as oportunidades em que as Bibliotecas podem intervir
como instrumentos de Relações Publicas e que, nossas intervenções, a índole d^s Bibliotecas não sofre deformação, ao contra
rio, nelas se intensifica a ação cultural sob a forma doutrina
ria ou informativa.
Consideramos, destarte, que se deva estimular o apr_o
veitamento das Bibliotecas como instrumentos de Relações Publi
cas, extraindo-se de cada uma,

segundo as suas características

o que possam dar nesse terreno. E'

esta, pelo menos, a indicaçao-

que trazemos a este Congresso com base nos felizes resultados
obtidos pela ^^iblioteca do Exercito.

cm

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��SEGUNDO CONGRESSO B'iASILFIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMEI\'TAÇÂO

Biblioteca infantil
por
Celestina Conca

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SÃO PAULO

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Lendo as Seleções do Readers Digest de junho do corrente ano
encontrei estas palavras do rev. E, Barfield Evans, ministro batista de

Lon-

dres "Prevejo uma época era que aboliremos o alfabeto latino e voltaremos
coisa parecida com hieroglifos egípcios, a fim de satisfazer tima geração

a ,
de

leitores que não sabe visualizar uma idéia sem ver uma figura".
Tem razão o rev, Evans, as histerias em quadrinhos vSo an\£Lan
do a imaginação da criança que se habitua a ver itipressas as figuras em necessidade de imagina-las. Entretanto este quadro tão triste tan o seu reverso,

é

só visitar uma Biblioteca Infantil e teremos certeza de que nSo existem apenas
gananciosos no mundo, aqueles que só

pensam em locupletar-se, mesmo em prejni

zo da formação de crianças (não vai aqui uma condenação geral às revistas

em

quadrinhos, pois algumas são muito boas mas isto é um capitulo a parte). Há

-

pessoas altruístas que dedicam suas vidas ao bem da coletividade. É sobejamente
conhecida a figura de D. Lenyra Fraccaroli e o que pretendo descrever é uma

-

parte de sua obra: uma Biblioteca Infantil de bairro, em São.
As sucursais da Biblioteca Infantil de São Paulo, 17 ao todo,
são todas localizadas em bairros operários. Nessas Bibliotecas não é feita

a

parte técnica de biblioteconomia. O serviço de compra, classificação e catalogação de livros é feito na matriz para que as bibliotecárias dos bairros possam
dispor de mais tempo para desempenhar suas funç?5es de bibliotecárias-educadoras. Estas bibliotecas têm a mesma orientação da matriz. Temos: salas de leitu
ra,

de jogos, circulante, hora do conto, hora do disco, exposição de livros -

e cartazes, palestras, comemorações de datas civicas, etc«
O trabalho da bibliotecária não se restringe à orientação

da

leitura, /klém deste inportante trabalho há outro inportantissimo: a readaptarão de crianças desajustadas e a descoberta de valores que permaneceriam incógnitos an seus lares humildes n'5o fora a oportunidade de se manifestar nas Bibliotecas.
Quantas crianças ha que se desvirtuam nesta vida com maus

-

companheiros, que desde cedo começa, a delinguir por lhes faltar uma orientação
sadia ou bons conselhos que os animem a trilhar o caminho do bem. Os jornais são fartos em noticias sobre o menor delinqüente. Essas crianças, se enveredam
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pelo caminho do crime, é devido ao meio ambiente, pois, desde cedo são abandonados a própria sorte. Os pais, geralmente humildes trabalhadores nao podem

-

cuidar de sua educação porque passam o dia todo fora de casa&lt;s
Após ter feito um estágio na Biblioteca Central, trabalhei
nas Bibliotecas do Tatuapé, Santana e Chacara do Castelo, Nestes sete anos de
exercício vi e aprendi muita cousa.
Ha o caso de um menino que vivia em um bando de delinqüentes.
Um

dia, por acaso, entrou na Biblioteca do Tatuapé, Percorreu demoradamente -

suas dependências, interessou-se por tudo e gostou. Tornou-se freqüentador assiduo. Sua linguagem era a gíria dos malandros, às vezes eu não conseguid enten
de-lo, ele ria e me explicava o que queria dizer, Tomamo-nos amigos e eu sempre
o aconselhava a procurar emprego, O tempo passou e fui designada para uma nova
Biblioteca. Um dia, qual não foi minha purpresa quando vejo entrar em minha sa1" TiTT menino bem vestido que me disse: "Boa tarde, d. Celestina, estava com
saudade da senhora e pedi licença ao meu patrão para vir aqui". Confesso
minha emoção foi grande ao saber que f.êle

-

que

estava trabalhando e desejava ser -

um homem direito. Vi-o ha pouco tenpo em uma feifca. assim que me viu gritou "D,
Celestina, como vai a senhora? Agora trabalho aqui na feira e vou trabalhar

-

muito para ficar rico".
Outro caso, o de uma menina de 11 anos que passeava com menino e permitia-lhes certas liberdades. O caso chegou ao meu conhecimento e na
primeira oportunidade falhei-lhe a respeito, A principio tentou negar mas caiu
em contradições e calou-se. Mandei chamar a mãi e esta, uma pobre mulher

com

-istema nervoso desequilibrado, não sabia o que fazer. Aconselhei a menina

e

mostrei-lhe o futuro que a esperava se continuasse nesse caminho, Hoje, passado um ano, a menina não e mais vista em companhia de garotos, de manha vai

ao

Grupo Escolar e a tarde a um Curso de Admissão ao Ginásio.
QU-antos e quantos casos de brigas, de meninos com canivetes
e até mesmo punhal, foram por mim resolvidos. Ao tomar-^hes os objetos mostro
sençire o perigo de uma pessoa armada tornar-se assassina, Sertçire entregam-me o objeto e prometem não carregar mais cousas que possam transformar-se em armas.

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�Além dos casos de readaptação de crianças desajustadas há também casos de valores que são descobertos. Ha crianças que nãò querem ir

á

Sala de Artes porque não sabem desenhar. Todavia, faço-as conpreender que naBiblioteca não ha nota para desenhos e podem pintar o que quizerem. Alguma.s revelam-se boas desenhistas e pintoras, é que nunca haviam tido oportunidade
de usar um pincel. Outras sSo verdadeiras artistas em cerâmica e também entram
em contacto, pela primeira vez, com êsse ramo da Arte Ba Biblioteca Infantil.
Outros manifestam seus pendores literários em consursos organizados nas

Bibli£

tecas. Ainda ha crianças que não gostam de estudar e interessadas nos "Consur
SOS de Perguntas'I procuram por em ordem seu programa escolar.
Allm disso tudo ha o grande auxilio que é prestado às crianças desses bairros humildes com a orientação dos trabalhos escolares. È muito grande o numero de crianças cujas mais são operárias, empregadas domesticas
ou mesmo analfabetas. Estas crianças encontram auxilio nas educadoras das Bibli
otecas Infantis, que as orientam em seus trabalhos. Ha ainda alunos de ginásio
que nao possuem biblioteca em casa e às vezes sao tao pobres que nem livros

-

escolares podan cotrçirar. A estes é também prestado m grande auxilio não só no
uso dos livros na prápria Biblioteca como também o errprestimo para estudar

em

casa.
Em todas as Bibliotecas Infantis se verificam casos an-^lrgos a estes que acabo de citar. Êstes exemplos traduzem o esforço de
pe devotada a um trabalho de grande alcance social, que é o

uma equ^

de conduzir essas

crianças a um futuro melhor, tomando-as aptas e capazes de conviver em uma so
ciedade de formação moral e intelectual mais elevados.
As bibliotecárias-educadoras espalhadas nas 17 Bibliotecas
Infantis de São Paulo, orientadas pela insigne educadora D. Lenyra Fraccaroli,
estão colhendo os frutos cujas sementes foram lançadas em solo fecundo.
Outros estados, seguindo o nosso exemplo, já possuem suas
Bibliotecas Infantis, dado o grande interesse que desperta no seio da família
brasileira em face dos resultados magnificos que vimos colhendo nessa modalidade de ensino.

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�CONCLUSOES;

1 -

Deve o governo cri^r Bibliotecas Infantis em todas
es capitais e cidades brasileiras.

2 -

Necessidade de funcions'rios capazes a fim de que os pequenos leitores sejam convenientemente orientados.

3 -

Critério vrigcjoso na selação dos livros e revistas em
quadrinhos, para que não conste do acervo das

Biblio-

tecas Infantis literatura nociva à formação mental da
criança.

Celestina
Encarregada da Biblioteca Infantil
"CHACARA DO CASTELO

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Congresso

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SfBl«)lECOrtOMIB

IMÍCI^muntaçAO

por

' Maria Minder Gonçalves

ür|ran!zação do serviço
dtí Bibliuí;ca&amp; ÂmbulanLes
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do S h

C do Paraná

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��SEGUNDO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Organização do Serviço de Bibliotecas Ambulante!
do SESC do Paraná
por
Maria Mäder

Gonçalves

Salvador
1959

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�II ■GOI'CP'^O BRASILEIRO DE BIBLIOTECONCm '

ÍÍRIO; ^ TEHARIO

SESSÃO

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!}RGANIZACÃO DO SERVIÇO DE BT^LIQTECiß
' /
DO SESC

DO

£

S Á N ^

t-i- JÍ.
SÄO PAULO

°

Informe opreeentado ao II Congresso Brasileiro
de

Biblioteconomia, realizado

na cidade

Salvador, BAHIA em julho de 1959,

do

pela bibli-

otecária

'V
1-ÍARlA lí/iDER GONÇALVES.

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Com a aprestagao deste räpido Iníormej fioöso

intuito e prestar modesta 1 colaboração ao II CCNC3UEÕS0
BRASIIEIRO de ÈIBLIOTECOÍId^IA

e relatar una experiência

que se processa no Paraná, no campo biblioteconomico.

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�I K T R o D D C Ã o

Solicitada nossa colaboração para organizar o Serviço de
Bibliotecas do Serviço Social do Comércio (SESC) no Paraná^ entramos em oontato com a Entidade, afirâ de conhecer as finalidades do serviço que nos propúnhamos

-

executar, para então estudanpos ua plano de ação»
O objetivo do SESC do Paraná, através o Serviço de Bibli
otecas, ó

proporcionar ao comerciario oportunidade desenvolver seus dotos merais

o intelectuais ao meámo tempo que suaa aptidões profissionais, através as boas

-

leituras.
Cientes do propósito da Instituição e depois de estudos,
ficou assentado um plano de trabalho.
Além da anpllsçao e reorganização da pequena Biblioteca
Circulante que já existia no Centro de Atividades d« Curitiba, foi delineado

u»

plano de ação que atirgiaso diretamente oa comerciérios,
Poi então resolvido que nos utilizaríamos da Biblioteca
A
/
Ambulante, genero ideal de serviço para a reallsaçao do programa do SESC QUE e trcbelliar pnra o cucoi;volvliaento social, »oral e profissional do comerciario» á
o modo mais rápido, oconomico e comodo do fazer chegar os livros as mãos dos lo^
tores, nos próprios locais onde desempenham suas atividades»
Conscientes da ijoportancia da tarefa a realizar e para
melhor plano elaborar, demonstramos interessa em conhecer outros serviços identá,
COS ao que nos dispunhamos oxocut^r, que em fase do pleno funcionamento, estavam
obtendo os melhores resultados•
Pol assim que o SESC aos favoreceu a oportunidade do v^
sitar o Sorviço do Bibliotecas Ambulantes do SESX| em Sßo Paulo e do SESC do Belo
Horizonte»
As observações colhidas nestas visitas, foram valioSaS»
Com apenas algumas modificações que sg fizeram necessárias, se adaptaram inte [^•aliiEnto ao nosso^plano de trabalho.
Para desenvolver este plano foi então creado no SESC um novo Sectors O Sorvigo de Bibliotecas«

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�Êstc Serviço oforoce a classo comorciaria do Parana, dois generös de bibliotecas: Biblioteca Circulante e Biblioteca (vrabulante.
A prinoirai instalada nos Centro de Atividades da Capital &gt;

coia

toda a característico, das modernas bibliotecas publicas. Diferindo apenas quanto
a classe de leitor que atendo, (línquanto estas servem a. coimnidade indistintamente,
aquela o reservada a classo comerciaria,
A segunda - Biblioteca Ambulante - o um servigo feito por meio
das Caixas-Estantes, que levam os livros diretamente aos comerciarios, nos locais
de sou trabalho, firmas comerciais, lo^jas ou escritórios,
O orgão coordenador do ambos os serviços é o Serviço Central,
A ele esta nféto;
a) orientar, coordenar e siÇ)ervisionar os trabalhos das Bibli_2
✓
• tocas Circulante e Ambulante;
B) efetuar o preparo coupleto dos livros que se destinam a ambos 03 serviços»
Dg acordo com as suas ctribuições, o Serviço Central recebo os
pedidos das Bibliotecas e atendendo suas necessidades, providencia a seleção e

-

aquisiçao do material e o submete ao processo técnico do preparaçao,

- SERVIÇO DE BIBLIOTECAS AMBULANTES -

Embora o Serviço de Bibliotecas desenvolva as duas modalida dos de Serviço, ocii-ia mencionadas, aqui vamos nos ocupar unicamente com o Serviço
do Bibliotecas /imbulantos que consideramos, quando em perfeito funcionamento o i£i
teiranonte entrosado com a Instituição, um instrumí3nto valioso para esta se valer
para atingir sou objetivo.
Por ser uma nova modalidade de biblioteca', com características diversas das usuais, o Serviço de Bibliotecas Ambulantes roquor um trabalho intonso de divulgação o interpretação, E como também se trata de um trabalho educativo, processa-se lentamente.
Alem da divulgação que fazemos por outros meios, costumamos \
\l
*
fazer visitas as firmas e então cm conversa direta com o comerciario, fazemos
a

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st e m
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�intcrprotaçao do serviço.
O Serviço de Bibliotecas Ambulantes ten despertado interesso

-

no SQio da classe comercia'ria e tem tido expressiva aceitação.
Tanto assim que constantenicnto rocobemos podidos para a instai^
ção do novas Gaixas-Estantos e varias já são as firmas comerciais que as possuem.
Denominamos ostes locais de "Estação de Leitura".
E so maior número de Estações de Leitura não existo, -e exclusivamonto porque o Serviço de Bibliotecas conta com número diminuto de funcionários
não podendo atender todas as solicitações que recebe.
Os livros são enviados as firmas, acondicionados em Caixas-Estantas do aço, com a cap&gt;acidade de 60 a 90 livros» O modelo e o comnm, o aosiao usado em serviços semelhantes dos outros Estados.
Domos i'ini'cio ao Serviço instalando as Caixas Estantes nas
firmas da Capital «uíi Ct;
Atendendo solicitação dos comcrciarios do Interior, do Estado,
a título de exporioncia, colocamos,,nos Centros de Atividades daa Agencias do SESC,
nas cidades de Londrina, Ponta-Grossa e Paranaguá, uma Caixa-Estanto.
Nestes locais, o Encarregado da Caixa-Estanto é escolhido pela
Agente, dentre os funèionários

do Centro.

No funcionamento ha apenas uma pequena diferença quanto ao registro do leitores» Em; vos de ser feito em livro como é a praxe, obdece as normas
ostabolocidas para as Bibliotecas Circulantes.
Com o resultado experimentado, se satisfatório, sora instalada
naqueles Centros uma pequena Biblioteca

Circulante, nos moldes da que funciona atji

almento no Centro do Atividades do Curiba,o
Quando isto se efetivar, os Caixas-Estantos passnrao a funcionar nas firmas comerciais daquelas cidades, obodocondo as mesmos normas estobelecidas para o funcionamento do Serviço na Capital.
Coso contrário, os Contros continuarao com a feição de "Estação do Loitura" e as Caixas-Estantes terão seu acervo substituido pori-odicamente,
como acontece presontomente*
O Serviço de BibLiotocas Ambulantes, desenvolvendo sou programa de extensão bibliotecária, ampliou o Serviço do Caixas-Estantes as "Colonias

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�do Forios" do SESC» Assim o que nos locais onde os coiiBrciarios gozain euas forias,
oncontran-sc instaladas - Caixas Estantes.
Nas Colônias do Ferias, o Encarregado da Caixa-Estanto ó o pró
prio Monitor que oconpanha o dirige a turma» Êste o Sempre um comorciario que ja so
propar«« p^ra désempenhar a tarefa, através os cursos que o SESC mantém para esto -&gt;
fim*
Os dados que apresentamos a seguir, foram colhidos do Relatório
do do 1958, ocasião portanto cm quo o Serviço do Bibliotecas contatía apenas com 9

-

meses de funcionamento.
Ato dozombro, o Serviço de Bibliotecas Ambulantes havia instai^
do 10 caixas-Estantes em firmas comerciais da Capital, S mos Centros das Agências do
Intorior e 2 nos locais do Ferias Coletivas. Fez 9 substituições do Caixas-Estantos*
^ A
'
Atravos esto numero de Caixas-Estantes circularam 1*386 livros,
A

"
^
f
Nas Estações de Loitura da Capital, o numero de

■ tingiu 159 e o resultado

loitoroa o-

do leituras foi de 348,

Nas Estações do Leitura do Interior, o núrioro de loitoroa foi
do 113 o os leituras atingiram o total de 252,
•
f
^
^
#«»
A principio estos números parecerão insignificantes, mas considerando a classe que atingimos, onde nao existo o habito da loitura, nem mesmo

a

preocupação de desenvolver sua cultura, chegamos a conclusão quo, para inicio do

-

trabalho, ja obtivemos um resultado bom animador.

- PROCESSOS T&amp;NICOS -

Os livros para constituir o acervo da Biblioteca Ambulante, sao adquiridos do acordo com a preferencia dos leitores, colhida atratsós o "Inqiro rito de Leitura", submetidos entretanto ao processo do seleção»
As obras oferecidas aos comorciarios sao minuciosamonto selecionadas, principalmente quanto ao sou fundo moral o

ideológico, visando scmpro o

objetivo do SESC»
é pensamento do Serviço, instituir uma Conlssão paro este

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�- 5 fJjB, 3nas ato o noacnto esta tarefo ó dosomponhoâa pelos füncionatioB do Serviço, quo contoH coia o colaboração das ASblstehtes Soöiois t^üo atuam oro diVersbs sectoit
ros do SSSC e doS Professores dos vários cursos que se roalizain no Centro do Ativ^
dados«
Paro a aquisição do livros, no ano que findou, o Serviço recebou una vorba ospociol de

120.000,00« No presente ano já conta com verba orçonejj

taria»
Êstos livros fazem parte do Patrimônio do SESC,
O número do exemplares que se adquire de cada livro, varia entre 2 o 5, conformo o assunto e a prefercricia dos leitores.
Doppis de selecionados e adquiridos, os livros se submeton

ao

preparo rttícnico.
O registro é feito em fichas, por ser o processo que mais se adapta ao funcionamento da Biblioteca.
Estas fichas tem o tamanho regulamentar e sao de cartolina colorida, para nelhor conservação. Nelas ostão registradas todas as Inforaiaôõo» relâ
%
tivas a obra.
Cada volume tem sua ficha correspondentô.
A numeração e contínua, nao sofre renovaçao anual. Sao arquivadas pela ordem numérica, separados os anos por uma ficha gviio.
Em caso do estrago ou extravio, é anotado na ficho, por moio
de um cnriabo com os dizeres proprios. A ficha então o retirada do fichario de r£
gistro o colocada em fichario especial.
A cl^sificaçao usada ó bastante simplificado.
Para "Ficção" usamos aponas a designoçao "F" para os livros do adultos, "FJ" para os juvenis

e "FI" para os infantis.

As "biografias" são designadas ánicamente pela letra "B",
Para a, "Literatura classica" o aS deinaia classes, usamos

a

Classificação Decimal de Dowey,
Gomo nao se troto do Biblioteca onde o leitor tom livre ace_s
BOf disponsoBos o uso da "Tabelo de Cutter".

�Os livros sflo colocados nas estantes, dc acordo com o assunto«
Dentro do Ficção procuramos reunir os livros de ura;: mosmo autor o na Biografia agrii
panos ss obras roforcntes a um mesmo porsonagem#
Quanto a catalogaçao, também e simplificada, Usanos somonto
duas fichas^ a "Matriz"

-

o a de "Autor"«

Depois do catalogado, pjp.ssa a ser preparado

para o oupróstl-

QO« O preparo e o comum. Usanos a "Papeleta do datas"Bolso" e "Cartao do livro"»
As fichas "Matriz" o do "Autor", sao guardadas no "Bolso
livro" enquanto oste porma^ieco na estante.

,

do .

Para a perfeita osrdem do serviço, as fichas são distribuídas por vários ficharios, quais sejam:
REGISTRO» -

ondo ficam reunidas pelo. ordem numérica, as fichas de toabo.
É o controlo da coleção«
As fichas "Matriz" e do "Autor" que são retiradas do "Bolfo livro" no Eiononto que esto o escolhido para integrar uma Coixa-Estanto, sao destinadas aos fichariosi

ÍIJDICE;&gt;
/•

no qual s^o depositados, cm ordem alfabética do autor, as fichas "Matriz" do todos os exemplares om circulação.

TOPOGRferCO;~

constituído pelas fichas do "Autor" dos livros em circulogao
nas

0
f
varias Caixas-Estantes, Obecocem a ordem numérica das -

Caixas-Estantes o dentro desta, a divisão de assuntos.
Esto fichorics nos do o cspocto exato do movimentoçoo das

•

Caixa3-Estantes o do seu*acervo«
Além dostos ficharios, ainda há o do "Estações de Leitura" constituido pelas fichas relativas o cpda Firma, ondo registramos as informações referentes as nosmas, isto o, nome da Firma e do sou Diretor, data da colocaçao da
Cai»3 Estantes, total do livros que a integram, números do leitores inscritos o av^
liação da leitura«
Estão previstos pcra quando noccsecrios mais os ficharios
de "Extravies" o de "Devolução atrazada".

-

�- 7 -

ö - PREPARO DAS CAIXAS ESTANTES - °

O preparo de uma Caixa-Estahte, que &amp; primeira vista parece

-

ser muito sinples, se reveste de pequenos detalhes que exigem tempo e trabalho»
Efètüado o inquét*iCo dé leituräj segue a apuração deste e posteriormente a sele-

Ao preparar uma Caixa-Estante, levamos em consideração a natureza de leitor a quem vai servir, seus interesses e necessidades. Portanto o nútnero'de livros sobre cada assunto é proporcional às preferências dos mesmos, da=
€as a conhecer' através o inquérito.
Acontece muitas vezes que a coleção, por ainda se encontrar em formação, nao possue as obras solicitadas pelos leitores. Então o Serviço pro
vid^cia a aquisição 4ue é serqpre precedida da seleção e faz preparar, para, sem
pre que possivel, atender as sugestões dos comerciários.
Com o propósito de facilitar a escolha dos livros para a com
posição de uma Caixa-Estante, reunimos os mesmos em 5 (cinco) grTÇ)Os distintos:
a) biografias;
B) ficção-romancséi,, aventuras, novelas policiais;
C) literatura- obras clássicas;
D) classificados- história, ciências, filosofia, etc.;
E) leitura geral - leitura juvenil e infantil.
Esta ordem é seguida para fazer a relação dos livros que aconpanha a Caixa-Estante.
Estando com os livros escolhidos, são reunidos para arrumalos na Caixa-Estante.
A ordem obedecida I a de tamanho.
O
Nesta ocasião, retiramos do Bolso do livro as fichas "Matriz"
e de "Autor" deixando aí somente o Cartão do livro.
No verso das fichas retiradas, fazemos pequenas anotações referentes ao número da Caixa-Estante que vão constituir, data da saída e quando retornam ao Serviço, a de chegada.
As fichas "Matriz" são alfabetadas e guardadas no catálogo
"índice"» As de "Autor" reunidas respeitando a divisão dos assuntos, são coloc£
das no catálogo "Topográfico", Nestes catálogos elas permanecem até a Caixa-Es-

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"tante retomar ao Serviço, quandodepols de conferidas e anotadas, sao novamente
guardadas nos Bolsos dos respectivos livros, que passam para as estantes.
Cada Caixa-Estante possue uma pasta própria, reservada âs diversas relaçtSes de livros que já constituirá™ seu acervo, Estas pastas tomam
o número das Caixas-Estantes e nesta ordem são colocadas no arquivo.
Anexada a cada relação de livros há uma ficha especial para
estatística. Nela anotamos o número dos livros que constituem a Caixa-Estante, distribuidos conforme os assuntos. Na ocasião do retorno da Caixa-Estante, pelo
"Cartão" do livro" vdrificamos o número de leituras havidas, no período que a

-

mesma permaneceu ná Estação de Leitura, e anotamos na ficha ao lado dos assuntos
correspondentes.
Estas fichas dão a conhecer quais os assuntos mais procurados pelos leitores daquela Estação de Leitura e possibilita a avaliação da leitu
ra havida.
Quando já estão os livros colocados na Caixa Estante, com pletamos o seu preparo. Em uma das portas fixamos uma cápia da relação dos li vros que a comp?5em. Na outra, uma circular cora peqenos lembretes sobre o etiprlstimo dos livros e também o Bolso da Caixa-Estante, onde ficam guardadas, em ordem
cronológica de devolução, os "Cartões do livro" enquanto os respectivos livros

-

circulam.
Aconpanhando a Caixa-Estante, enviamos algumas cópias da r^
laçno dos livros que a constituem.
Assim está a Caixa-Estante pronta para ser entregue a Estação de Leitura,
Para melhor atender os interesses dos leitores, as Caixas Estantes não tem acervo fixo, . Cada ves que uma Caixa-Estante retorna ao Serviço de Bibliotecas, o acervo é modificado, de acordo com a preferência dos leitoM
res da

^
Estação de Leitura" a que se destina,

- INSTALACKO DAS CAIXAS-ESTANTES -

As Caixas-Estantes são instaladas em firmas comerciais, on-

cm

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SÃO PAULO '
,
,
de haja um numero de funcionários superior a 15•

%
'^»i^'^-Cjto.
"

- 9 -

Para facilitat o pedido das Caixes-Estantes, o Serviço fom^
cad" um inpresso já preparado que preenchido é assinado pelo Diretor nos é devei
.vido.
*•

Na ocasião em que o Serviço recebe esta solicitação, envia -

um fünclonário afirma,que há ao Diretor maiores detalhes sobre o processamento do serviço e colhe as informaçíSes necessárias para registrar na ficha referente
àquela Estação de Leitura.
E&gt;n cada fima, há ura responsável pela Caixa-Estante. É um

-

fVincionárlo, escolhido geralmente pelo diretor. Sua atribuição é atender o enpres^
timo e devolução dos livros, receber e transmitir ao Serviço de Bibliotecas as sugestões dos leitores.
Quando já escolhido o Encarregado, a bibliotecária lhe da as
primeiras instruções a respeito de seus futuros encargos e responsabilidades.
Para instalar um serviço, qual seja o seu gênero, a primeira
providencia que tomamos ê fazer o levantamento da preferência dos futuros leitores. Para isto nos »ervimos do "Inquérito de Leitura".
Para efeito deste inquérito distribuiidos um formulário, já inpresso, bem minucioso e de fácil respoata,
Com a distribuição do Inquérito de Leitura, o encarregado

-

dá início à tarefa a ele imposta.
O prazo determinado para se éfetuar o inquérito e de 15 dias,
no fim dos quais o Encarregado recolhe

os formulários e devolve ao Serviço de -

Bibliotecas.
Depois de apurados os inquéritos, é baseada no seu pesultado
que a bibliotecária organiza a Caixa-Estante para a referida firma.
No ato da instalação do Serviço, o Bicarregado de cada firma,
recebe, aconpanhando a Caixa-Estante:
A) 1 exençílar do Manual de Serviço;
B) 1 livro destinado ao registro dos leitores da Estaçao

de

Leitura;
C) "Cartões de leitor" em número proporcional ao de funcionários da firma;

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iq

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d) 1 relação de datas de controle de devolução

dos livros.

O Manual, além de dar aos Encarregados das Caixas Estantes, instruções referentes ao registro de leitores e enprestiraos dos livros, lembra suas responsabilidades perante os leitores e o Serviço de Bibliotecas.
As Caixas-Estantes permanecem nas "Estações de Leituras", por
90 dias mais ou ipenos, confçrme o interesse dos leitores.
O Serviço de Bibliotecas, I5 dias antes de expirar o príjso

-

de permanência da Caixa-Estante na Estação de Leitura", avisa o Encarregado da próxima substituição, para que o mesmo suspenda o enpréstirao e providencia o re«
colhimento dos livros em circulaçSo.
Aproveitamos este prazo para preparar a nova Caixa-Estante

-

para aquela firma.
Muitas vezes a permanencia da Caixa-Estante em uma firma ul trapassa o prazo 'determinado, como também acontece de ser recolhida antes do

-

término do prazo.
Neste caso^ qua-Tdo o Encarregado percebe uma diminuição sensi
vél na leitura, portanto o desinteresse dos leitores por aqueles livros, solicita ao Serviço de Bibliotecas a substituição da Caixa-Estante.
Com o d-^'^enrcT-ir do serviço, o preparo das Caixas Estantes

-

vai se tomando mais fácil e mais perfeito.
Mesmo com o pouco tenço de funcionamento do Serviço, já tive«»
mos oportunidade de observar que o resultado dos "Inquéritos de Leitura" n3o tra
duzem verdadeiramente a prcfo: ência dos leitores.
Colhemos informações mais seguras a respeito de seus interes
ses através as sugestões que rc-'^bcnos por intermédio dos Encarregados e principalmente no resultado de leitura havida. Para isto muito nos valemos das fichas
de estatística, onde encontramos, ao lado da avaliaçao da leitura, os assuntes,
preferidos»
Mesmo depois do Sc/iço inst:lado, o Serviço de Bibliotecas
mantém permanente contato com as firmas e seus Encarregados das Caixas-Estantes,
prestando-lhes coirpleta assistência. Quando não seja para resolver alguma dificuldade a respeito do andamento do trabalho, I para estimular o gosto e o inte-»
rêsse pelos livros e receber sugestões para o preparo da próxj^ma Caixa Estante.
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o Encarregado da Caixa-Estante é o elemento de ligação entfe
os leitores e o Serviço de Bibliotecas, Consideramos o Ehcarregado, o ponto capital

para o sucesso ou fracasso do trabalho.
Felizmente podemos afirmar quepontaraos com Encarregados bas

tanta interessados, que nos vem prestando eficiente colaboração,
O Serviço de Bibliotecas, no ano que findou, promoveu apenas
uma reuniSo com os Encarregados das Caixas Estantes, das firmas da Capital. A

-

finalidade primordial desta reunião

-

foi dar oportunidade aos Ehocrr^ados do

travarem conhecimento entee si e promover o entrosamento dos mesmos com o Seirviço de Bibliotecas, Outro objetivo foi ventilar os problemas, que surgem com o

-

desenvolver do trabalho e receber sugestões para melhoria do Serviço,
Apezar de não conparecerem todos os Eocarregados, a reunião
se realizou num ambiente de muita cordialidade, Todos se mostraram bastante interessados» Suas dúvidas foram elucidadas. As sugestíSes apresentadas, foram anotadas, para, em época oportuna, »erem aproveitadas,

- MANUAIS

DE

SEHTI^ -

Diante dos inúmeros detalhes que exige a organização de

um

Serviço de Bibliotecas, principalmente este, que de principio já oferecia duas modalidades distintas de bibliotecas e previa a extensão dos mesmos aos Centros
✓
das Agências do Interior e Colônias de Férias, sentimos a necessidade de elaborar um Manual, onde ficassem firmadas as normas a serem seguidas para a perfeita execução da tarefa.
Assim, foi feito, e hoje o Serviço dispõe de vários Manuais, relativos aos serviços existentes,
S3o os seguintes para o Serviço de Bibliotecas Ambulante®sA) MAJJUAL DE SERVIÇO, referente ao processo técnico emprega
do no preparo dos livros e instalação das Caixas-Estart tes;
B) MANUAL DE SERVISO para os Encarregados das Caixas-Estantes nas fimas comerciais;
C) Manual de SEHVICO para os Ehcarregados das Caixas-Estantes, nas Colônias de Ferias,

cm

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�Os Ehcarregados de Caixas-Estantes encontram nestes Manuais de Sei^iço, explicadas minuciosamente, as instruções a respeito de como pi^jceder
para bem desenpenhar suas funções.
As normas firmadas nos referidos Manuais, são flexíveis, su;Jeitas a modificações, quando a isto exija o desenvolvimento do Serviço,
Entretanto, até o presente momento, poucas alteraçÕés sofreram,
Estes Manuais foram enviados ao Departamento Nacional do

»■

SESC, por êle apreciados, elogiados e recomendados para uso no» Serviços de Bibliotecas dos outros Departamentos Regionais,

cn^.

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                <text>Com a apresentação deste rápido Informe, nosso intuito é prestar modesta, colaboração ao II CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA e relatar uma experiência que se processa no Paraná, no campo biblioteconômico.</text>
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                    <text>t w

ímk:umiíntaçâo

l any Malin Tchaicovsky
;

ihereia de Magalhäe

Sulma Pucurull de k

Valenzuela Üourrege

Uma experiência d&amp;
jTi^umos indicatTvof pai

31.3(81)'

/

■ m

Digitalizado
gentilmente por:

�—.--—»

��SEGU UDO COUGEESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTSCOTTOKIA E IXDCraíElíTAÇÃO

Uma experiência de resumos indicativos para
técnicos especializados
por
Fany Malin Tcháicovsky
Thereza de Magalhaes Eequiao e
Sulma Pucurull de Valenzuela Courrège

Salvador
1959

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�TEMk 6

IP

CONGRESSO

brasileiro

de

BIBLIOTECONOMIA

UMA. EXPERIÊNCIA

EE

RESUMOS
■J Z—

INDICATIVOS jPARA

TÉCNICOS ESPECIALIZADOS

SÃO PAULO
&gt; t^Srs
I 40-Cjlo.

Salvador- B/JíIA,

°1
.

julho 20-26-1959-

V. E

�um. EXFERIÊNClr. DE RESUMOS DJDlGkTIVCS
TMU.
TÉCNICOS

ESPECIALIZADOS

(Item N° 6 do Temário)

FANY &gt;íaiIN TGHAICOVSKY
Chefe do Setor de Intercâmbio e DocumentaçSo
THERESA DE MAGALHÃES REQUIRO
Bibliotecária
SULMA FUCURÜLL DE VALENZÜELA COURRÍCE
Bibliotecária-Relatora

PETROBRiS
Centro de Aperfeiçoamento e Pesquisas de Petroieo
Setor de Intercâmbio e Documentação

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^

�Uma Experiência &lt;?.e Resumos Indicativos para Técnicos Especializados

SINOPSE

O Setor de Intercâmbio e Documentação do CENAP, procurejido uma forma de documentação científicp-tecnológica que assistisse imediatamente os té
cnicos da PETROBRXs nas suas atividades especializadas, elaborou

os "RESUMOS

INDICATIVOS".
De início, foram publicados em caráter expeãrtimental, e sua distribuição limitada a um

círculo pequeno de professores, técnicos e alunos

do

Curso de Refinação« Passando por várias etapas, quanto à apresentação, ao " modus faciendi" e ao campo de distribuição, eles têm atingido gradativamente os objetivos principais. Atualmente os "RESUMOS INDICATIVOS" constituem uma publicação regular, na qual slo conçjiladcs mensalmente extratos de artigos selecionj,
do5 de revistas especializadas, que integram a coleção da Biblioteca do Curso de Refinação» O serviço e seletivo e os extratos, redigidos em português, s2o de caráter indicativo. Apresentam-se em fichas de tam.anho universal, mimeografa
das e recortáveis, reunidas em cadernos por ordem alfabética de assuntos»
Quanto aos resultados obtidos, os próprios técnicos revelaramse estimulados em seu trabalho, manifestaram apreciar o subsídio que representa
para eles obter uma visão rápida dos últimos progressos relacionados com sua e^
pecialidade» O mais es^ressivo, porém, tem sido o aumento progressivo de pedi—
dos de seirviços decorrentes da consulta dos RESUMOS INDICATIVOS, tais como a Io,
calização e enpréstimc de originais, reprodução dos mesmos, preparo de biblio—
grafias, fornecimento de informações e organização e assistência técnica às bibliotecas das Unidades da PETROBRÍS,

(

Os planos de futuro prevêem a elaboração de resumos indicativos abrangendo outros csmpos além da refinação, a centralizaçao da distribuição
e da reprodução de documentos»

Anexo: Cópia da capa e folha n ° 1 do primeiro exenplar dos "RESUMOS INDIC/^TIVOS" e raSmero do mês de abril de 1959»

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�Uma Ebcperiência

dé Resumos Indicativos para Técnicos Especializados

I , GENERALIIkDES
Assistimos, atualmente, nc Brasil, a uma intensa atividade

no

setor industrial» Para garantir seu normal desenvclvitnento e iitçrescindfvel
manter em dia as bases de documentação científico-tecnologicas apropriadas«
O técnico, homem que lida com as aparentes minúcias cientifica
tecnológicas da indústria, irapulsionando-a, precisa estar informado, o mais
prontamente possível, dos progressos

universais no campo de sua especiali-

zação» Os estudos e experiências já realizados por outros dar-lhe-ao a opor
tunidado de n3o despender seu precioso tempo nc uso de técnicas e métodos superados ou na duplicação de pesquisas, © encaminhar-se sobre aqueles

no-

vos fundamentes para a solução de outros problemas, para a simplificação de
seu próprio trabalho e para a obtenção de uma maior eficiencia na missão de
t
que participa»
Mas, as fontes de conhecimento documentado vao—se reproduzin
do em progresso geométrica, e no canç)0 científico as equações possíveis saqualitativa e quantitativamente infinitas» Como poderia, enta^, o técnico saber da existência de tanto material bibliográfico e servir-se dele?

Gomo

poderia, ao menos, selecionar o material mais necessário para seu trabalho?
I'
No meio de quantidade de soluções formuladas para a eliminação parcial das dificuldades crescentes, temos os trabalhes de resumos espe
cializados, sejam estes "compreensivos" ou , "seletivos" quanto ac conjunto
de material abrangido, e "descritivos", "indicativos" ou "informativos",

-

quanto ao conteúdo informativo das referências. Os que melhor parecem atingir a finalidade de poupar o tempo dc técnico são os resumos de caráter infoinnativo, porque apresentam os argumentos relevantes dos trabalhos

in—

clusivee as conclusões, dispensando a consulta a própria fonte. Os mais comuns, todavia, são os resumos "indicativos" que fazem a sinopse dos textos
com o fim de capacitar o leitor quanto à conveniência ou nao da consulta ao
original.
A indústria de petróleo, uma des forças economicas mais po-

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�deroeas, e, a esta altura, quase secular, é relativamente nova no Brasil, e,
por isso, ccnieça enfrentando técnicas de grande complexidade. NSo se conçr^
cnáeria que nossos técnicos não estivessem aliviados n?.s suas tarefas com a
cooperação de um serviço de documentação bibliográfica selecionada» Nosso técnico precisa ter em mãos, no momento tíévido, cs dltimos estudos realizados dentro de sua especialidade; para tanto, o bibliotec.*írio documentarista
deve cotipartilhar dos propósitos industriais e estar a par das tarefas técnicas desenvolvidas- na empresa a que pertence,
O Setor de Intercâmbio e Documentação percebeu que para

a-

tinçir um dos objetivos principais da documentação ativa, na PETROBRjíS, deveria dar maior atenção ao desenvolvimento de resumes indicativos» Esta é a
experiência que queremos comunicar ao II CONGRESSO BRA.SILEIRO DE 3IBLI0TEC0
UOMIA.
n» DESENVOLVIMENTO E ORG/JJIZAOtO DOS "RESUMOS INDICATIVOS"
COm

a reorganização do Centre de Aperfeiçoamento e Pesqui—

sas de Petróleo (CENAP), começou a funcionar, em junho de 1957, o Setor de
Intercâmbio e Documentação»
Uma das primeiras prcvidenciss tomadas foi o levantamento das condições já existentes relativas ao auxílio informativo prestado aos
técnicos da PETROBRiíS nas suas atividades específicas»
Até aquela ocasião, o CEN/iP, atendendo somente às necessid^
des de formação e aperfeiçoamento de pessoal dentro do canpo da refinação,
possuía uma única biblioteca que cunpria tarefa biblictecnnomicas elementares e inerentes a toda biblioteca especializada.
Procurou-se, então, concentrar nela as atenções e tomá-la
um campo de experimentação para uma forma mais ativa de assistência técnica,
os

"RESUMC'S II®ia.TIVOS",
O objetivo med iate dos "RESUMOS INDIGiiTIVOS" não podia ter

sido outro que o de contribuir paro o melhor desenvolvimento da indústria petrolífera no Brasil»
Quanto aos objetivos imediatos, têm eles aconpaahado a ev£
lução da própria Enç&gt;rêsa e terão de continuar a se transformar à medida que

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noves fatores determinantes, tais comc um grande inpulso na indústria petroquímica, vSc-se inç»ondo.
Os chamados "Abstracts", nc; começo, foram editados em

cará-

ter esqserimental. Pretendiam despertar c interesse dos alunos do Curso de %
finação e informar aos professores e técnicos acerca de artigos selecionados
em revistas existentes na Biblioteca.
Em junho de 1957 iniciou-se a sua publicação mensal,
A apresentaçao, em cadernos mimeografadcs, se limitou,

nos

primeiros námeros, a listas de referências bibliográficas e correspondentes
resumos, dispostas em ordem alfabética de títulos. As referências côtrporta—
vam; título de artigo, nome do autor, título de periódico, data, volume, número do fascículo, página, e, finalmente, o resumo, Äste último eta redigido
em inglês em razÇo da predominância de elementos que se serviam dessa língua
no professorado e no corpo técnico e, por ser matéria constante do rnrT-ímlo
do Curso,
As fontes doram as revistas preferidas pelos professores
recebidas regularmente pela Biblioteca, variando os assuntos dentro da

e
gama

de aspectos da indústria petrolífera,
O "modus faciendi", ri3o sujeito naquele töTipo a normas escri
tas, era determinado pelo Setor, adaptando-se às circunstâncias e necessidades, A seleção dos artigos foi solicitada aos próprios professores e técnicos, Para isto, o serviço de "circulação" das publicações novas da Biblioteca sinplificava a tarefa dando, aos citados leitores, a possibilidade de re- comendarem quanto à conveniência da difusão dos artigos que lessem, apontando-os na etiqueta colada, para esse fim, na capa da revista,
Não obstantcp circunstâncias imprevisíveis puseram, muitas,
vezes, a bibliotecária no devef de assumir a responsabilidade da escolha dos
artigos, submetendo-os depois à apreciação de um técnico. Quanto aos resumes
própriamente ditos, têm sido tarefa da bibliotecária com a necessária supervisão do especialista»
Em outubro de 1957 altejro^-se a apresentação das referências, passando estas a figurar^ dentro do mesmo formato de caderno, em fichas
recortáveis de 7 1/2 X 12 1/2 cm e ordenadas, desde então, por cábeçalhos de

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assvLnto, A este respeito, se fez. um grande avanço na ex.ecuçao dos propósitos
iniciais» Em geral, "abstracts" ou resumes sao organizados, de preferência ,
por assuntes ou segundo ou sistema de classificação adequado a matéria que incluem, o que dá enorme alcance à informação oferecida. Esta conplementação
de nossos "Resumos Indicativos" veio a permitir, ao técnico, limitar-se

à

consulta dos temas de sua predileção e, o que é inerente a todo estudioso

,

conpilar seu prí^rio arquivo.
Em abril do ano seguinte, se acrescentou s publicação a seção "O Monitor Aconselha", que reproduzia os "abstracts" incluídos na revista norte-americana desse nome« A nova seção fci logo suprimida em razôò'

de

haverem sldc incorporadas, à eoleção da Biblioteca, as revistas que o Monitor analisava, permitindo a seleção direta, dos artigos e a inclusão dos rnsu
mos pBspectivos nos /RESUMOS INDICATIVOS"%
Tinha-se também acrescentado às referências um resürac

em

português, em virtude da ampliação do âmbito de distribuição a todas as Unidades da PETROBR/ÍS.
Ein janeiro de 1959» concretizando mais uma aspiração do Se
tor, foi mudado o título em inglês i-ÄAbstracts" para "Resumos Indicativos",
Em atenção a normas generalizadas na Bibliotecologia, tendo em vista as "Normas Reguladoras para a ■^aboração dos Resumes Indicativos",
redigidas a propósito pelo Núcleo de Bibliografia Científica, e considera;,
os reajustamentos administrativos de responsabilidades que fornm feitos,
perfeiçoou-se o "modus faciendi" de nossa publicação. Os artigos passaram

aa

ser selecionados exclusivamente por técnicos. A tarefa do bibliotecário, relativa ^elaboração dos resumos e atribuição de cabeçalhos de assunto, foi

-

mantida,
A matéria incluída nos "RESUiC&gt;S INDICATIVOS", que, até então, versava sobre tecnologia do petróleo em geral, limitou-se à refinação ,
Houve, como conseqüência, necessidade de proceder a um inquérito entre os ^
cebedores reguläres da publicação, a fim de suspender o envio àqueles que

-

não estivessem interessados, A distribuição atual abrange a 600 técnicos,
A ■áltima modificação introduzida, foi a exclusão do resumo
em língua inglesa, por considerar-se que a grande maioria dos recebedores se

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�Vtillza de idioma nacional.
No momentc, ntssc» "RESÜÍKS INDICATIVOS" ccnntltue« uma publicação regular, na qual são coi»ç&gt;lla«Jos mensalmente extratos de artigos selecicnados &lt;?e revistas especiclizada« cfXQ integram a coleçSo da BiMi»teca &lt;?o Curso de Refinaçao^ O serviço e, portfnt«», eeletivo o os extyites^ redigi
dos em português, são de câráter indicativo, Êstes s^e apresentados era fichas
de tamanho universal, miraeografadas e reccrtáveis, r^inldfts ew cadernos

per

crden alfabética de assuntos.

III-RESULTADOS
A partir de ura começo

cs "RESUMDS IITOICATIVCS" foram

atingido gradativammte seus propí^sllo». 4 evidencia desses fatos é a evolução alcançada pelos mesmos na persegulj'to

ncvos e mais específicos objeti

vos, «O índice de receptividade df. lnf«rm»fão t a pnsitividade das consequancias imediatas foram aumentando atraTe*

dlfffentes etapas, seja durante

o período de distribuição restrita a pr»í«í»êres, técnicos e alunos do õurso
dQ Rgfinação, seja no de anpliaçãa da «sfar»

yreebeàores ou^' na mais

re-

cente, de circunscrição aos manlfcstaílaBierit« jyfc%«r«ssados em refinação,
O pessoal ticnicc, ««i t»rri&gt;5p®»íjncia dirigida aa Setor de In
tercâmbio e Dccumentaçãom tem e^res«ade&gt; 9&lt;AiJJr^S&lt;&gt; profissionalmente estimulado com a publicação "dos RESUMOS, e r«v«ltdc »preclar o subsídio que representa, para o técnico ocupado ná sua rotina funclcnal, poder obter uma visão
rápida das últimas publicações correlatas co* 3%m «tlvltlacle • organizar seu
próprio "arquivo especializado.
Todavia, o mais expressivo e ver^aíol*« incentivo para o ser
ê
vigo tem sido o aumento propressivo de pedidos deeerrcntts da leitura des •ÄSSWCS UIDICL-^TB^^OS", Os atendimentos desses solicitações exigem, àsvêzes,
esforços que superam ae possibilidades materiais do Setor,
Serviços comoa localização e empréstimo de originais, reprç,
dução dos mesmos, preparo de bibliografias, fornecimento de informaçoes

e

organização e assiatência técnica às bibliotecas, têm sido requeridos pelas
Unidades da PEIROBRÍS sediadas no Distrito Federal e em outras regiões.

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�- 6 «•
A localização e emprestlm? de oriclnais. no caso especiel Ãe artigos de revistas, e uma tarefa preferentemente circunscrita à C?pital, pois
nos casos de solicitações por parte de técnicos destacados nos Estados temse preferido atendê-los com o serviço de reproduçíJes. No período em que a pü
blicação incluía a seção "O Idonitcr Aconselha", com muitas referências de r£
vistas não existentes na Biblioteca do Curso de Refinação, este serviço

foi

constantemante solicitado«
A exiguidade das coleções, em virtude do preço e das dificuldades encontradas no recebimento das mesmas, a distância das Unidades localizadas nos Estados, às vezes em Iccais quase totalmente isolados de cen &gt;• •
tros culturais, somados ao fato de os estudiosos apreciarem conservar consigo os trabalhos de seu interesse, têm contribuído para dar maicr ênfase ac serviço de reprodução dedocumentos. Organizado sobre a base do sistema de f£
toduplicação, aproveita-se um aparelho de duplicação por contacto, um Copy fix Combi CC-40 adquitfido pelo CBNAP para fins de reprodução de documentes administrativos - em folhas individuais. O sistema requer, no caso, a desmqn
tagem da publicação cada vez &lt;çe é pedida uma cópia e não é, portanto, o mais
recomendável. Também não permite, pelas suas características limitadas, a r^
produção perfeita a partir de negativos tirados no mesmo, o que ciria a simplificar, em parte, o problema, No entanto, o Setor aproveita tanto quanto possível este sistema, conhecido por "reflex copying", providenciando cons tantemente o material bibliográfico solicitado pelos técnicos. As copias são
V
apresentadas em formato decademo, ccm capa de cartolina, a fim de facilitar
sua conservação,
Nos casos em que se enfrenta a impossibilidade de desmontar
e recctipor a revista, em perfeitas condições, solicita-se a colaboração do IBRD para o fornecimento de fotocópias» No que diz respeito a pedidos de material incluído na seção "O Monitor Aconselha" e não lacalizado no Brasil, manteve-se contacto com o "Photoduplication Service", da Biblioteca do Con gresso de Washington, para o fornecimento -de microfilmes.
Deve-se

reconhecer, quanto à reprodução de documentos in-

cluídos nos "RESUI'OS liiDIG^iTIVÖS", que o Setor ainda não está aparelhado para proporcionar umr^

serviço eficiente.

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�- 7 A procura de bibliografias sobre assuntos diretamente relacionados com os abrangidos por noss? public?ç?o e o interesse em criar, na pr£
pria Unidade onde trabalham, um acervo bibliográfico especirlizado ou a sistematizeçao de já existente, constituem um reflexo de estímulo profissional
desperttadc nos técnicos.
17 - PL/JJOS par;, o futuro
Com o início das atividades do "Núcleo de Bibliografia Cienfi
fica", que tem como o objetivo primordial: "O desenvolvimento de um sistema
de informações técnico-científicas, procurando cfrnecer aos pesquisadores

e

astxidicsos documaitação de caráter técnico-científicc", apresentaram-se no vas perspectivas ao Setor tíe Intercâmbio e Documentação,
O grande impulso dado ao Centro de Aperfeiçoamento e Fesqui sas de Petróleo e a instituição de várias cursos de formação e aperfeiçoamen
tr em locais bastantè'distanciados da Sede da Einpresa, fês sentir a prc-iuCnotii
de criar um sistema de bibliotecas especializadas nestes cursos, nssim é que
em 1958 se verificava:
- a criação da Biblioteca G ral, no Distrito Federal, de caráter geral dentro da indústri? petrolífera;
- a criação da Biblioteca do Curso de Geologia, em Salvador,
e incício de funcionamento;
- o planejamento da Biblioteca do rurso de Perfuração e Produção. em Salvador, ainda em organização;
« a transformação da Biblioteca do CEl'1/i.P em Biblioteca do
Curso de Refinação,
Com a assistência dada a estas bibliotecas e a prcvável formação de outras, nossos planos prevêem a elaboração de resumos indicativos
abrangendo outros campos além da refinação,
O registro de artigos fotoduplicados e de unidades requisitantes mantido pelo Setor, srmado ao contacto direto

com os técnicos, ori-

entarão quanto às modificações que se hão de introduzir para ajustar a pu blicaçao às necessidades e preferências,
Um passo no aperfeiçoamento dos "RESUMOS IlíDICrtTIVOS" será,
sem dúvida, a organização sistemática das referências e o acréscimo de

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�- 8 inâicQ fc assuntes.
Ê aspiração dc Setf^r eqttip«r-se ctm aparelh's sc'equadrs para a áupllcaçãc de material ccntic'c em publicações tíe qualquer formate. De
preferência, porcurar-se-á utilizar slatenms que nãoo exijam insttumentrs 5tiecs para a leitura dae reproduções, de medo a possibilitar a consulta di
reta e imediata.
O Setcr tencicna também centralizar a distribuição das publicações e a reprodução de documentos, quando o sistema de resumos estiver
íVmiicnando em cada uma das biblictecas e crescer - numere de sslicitantes dos serviços de informações técnico-científicas.

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                <text>O Setor de Intercâmbio e Documentação do CENAP, procurando uma forma de documentação científica-tecnológica que assistisse imediatamente os técnicos da PETROBRÁS nas suas atividades especializadas, elaborou os "RESUMOS INDICATIVOS". De início, foram publicados em caráter experimental, e sua distribuição limitada a um círculo pequeno de professores, técnicos e alunos do Curso de Refinação. Passando por várias etapas, quanto à apresentação, ao "modus faciendi" e ao campo de distribuição, eles têm atingido gradativamente os objetivos principais. Atualmente os "RESUMOS INDICATIVOS" constituem uma publicação regular, na qual são compilados mensalmente extratos de artigos selecionados de revistas especializadas, que integram a coleção da Biblioteca do Curso de Refinação. O serviço é seletivo e os extratos, redigidos em português, são de caráter indicativo. Apresentam-se em fichas de tamanho universal, mimeografadas e recortáveis, reunidas em cadernos por ordem alfabética de assuntos. Quanto aos resultados obtidos, os próprios técnicos revelaram-se estimulados em seu trabalho, manifestaram apreciar o subsídio que representa para eles obter uma visão rápida dos últimos progressos relacionados com sua especialidade. O mais expressivo, porém, tem sido o aumento progressivo de pedidos de serviços decorrentes da consulta dos RESUMOS INDICATIVOS, tais como a localização e empréstimo de originais, reprodução dos mesmos, preparo de bibliografias, fornecimento de informações e organização e assistência técnica às bibliotecas das Unidades da PETROBRÁS. Os planos de futuro prevêem a elaboração de resumos indicativos abrangendo outros campos além da refinação, a centralizaçao da distribuição e da reprodução de documentos.</text>
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'I Digitalizado
-gentilmente por:
'

WW'^WSid^^
^

. .

JÍJJLrLJ
♦

��SEGUNDO COKGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECOUOMIA E DOCIRlsmÇÁO

Sistemas de claseificação em "bibliotecas médicas
por
Maria Stela Santos Pita Leite

SÃO PAULO
a- (3fr

Salvador
1959

Digitalizado
-gentilmente por:

�"SISTEMAS

DE

CLASSIFIGACÃO

EM

BIBLIOTECAS

MÉDICAS"

polr

MARIA STELA SANTOS PITA LEITE
Bibliotecária-Chefe da Faculdade de
Universidade da Bahia

Medicina

da

Bibliotecária-Chefe da Escola Bahíána de Medicina
e Saúde Pública
Professora de Bibliografia em Ciências Médicas da
Elscola de Biblioteconomia e Dofrlw.asitasSo da UniTersidade da Bahia.

20-26
Julho de 1959

Iia

CONGRESSO

BRASILEIRO

DE

BIBLIOTECONOMIA

E

DOCUMENTACAO.
I
Salvador - BAHIA.

cm

1

2

3

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st em

'

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�SINOPSE

Estuda as secg'öes médicas dos esquemas gerais: classifica
ção decimal de Melvil Dewey, classificação da U, S. Library of

Congress,

Colon Classification de S, R. Ranganathan, classificação bibliográfica de
Henry Evelyn Bliss e Classificação Decimal Universal.
Dá breve notícia de sistemas especiais de classificação u
sados em suas bibliotecas de origem: Library of the College of

Physician

of Philadelphia, New York Academy of Medicine Library, Library of the Medicai Society of the Count of Kings e Library of the Medicai and

Chirur-

gical Faculty of Maryland.
Estuda os sistemas especiais de classificaç^ão! Classifica
ção de Barnard, Classificação da Boston Medicai Library, detendo-se especialmente na Classificação da National Library of Medicine e na Classifition for Medicai Literature de Eileen R. Cunningham.
De todos estes sistemas estudados cita vantagens e desvan
tagens e dá relação das bibliotecas que os adotam.
Lembra que os sistemas gerais de classificação foram planejados para cobrir todo o campo do conhecimento em época anterior ao desenvolvimento das grandes bibliotecas devotadas a

u m

s 6

assunto.

Por outro lado o campo especializado tem crescido tSo rápido e tão extensivamente que os sistemas gerais têm provado ser inadequados.

O

O
o

O
o

o

O
o

o

O
o

o

�INTRODUÇÃO

Classificaçao é essencialmente o agrupamento de idéias ou objetos por
iim denominador" comum; é o processo de reunir cousas ou idéias em grupos,

de

acordo

com o seu grau de semelhança. Um bom esquema de classificaçao pode s'er aplicado indiferentemente a livros, monografias, filmes, microfilmes, etc; deve sTr simples

para

ser facilmente conpreendido e ao mesmo tempo capaz de se expandir para cobrir os cain
pos sempre amplos do conhecimento. "... é algo mais que um simples sistema para orde
nar livros nas estantes; serve de instrumento para poder reunir e IccaU-izar

efica-'-

mente toda classe de dados, seja qual for a forma em que se apresentem"»
Na escolha de um sistema de classificação deve se considerar o assunto principal da biblioteca, o melhor arranjo das coleções, com a finalidade de facilitar o trabalho do bibliotecário, Um bom sistema de classificação permite a

e^qían-

sao e introdução de novos temas sem desmontar a estrutura, sem perd.er s. relação lóg^
ca dos assuntos; a notação deve ser sinples, isto é, fácil para ler e fácil para copiar.
Um sistema de classificação médica para ser satisfatório deve ser pia
nejado para trabalhar com literatura altamente especializada, produzida e usada

por

cientistas, pesquisadores, professores, médicos, estudgrxhes universitários, tecnicamente treinados na sua especializarão, mas raramente tendo algum conhecimento dc biblioteconomia; nem senpre conpreendem que um sistema de classificação é do ponto

de

vista biblioteconômico, um meio planejado para ordenar o material, possibilitando

a

sua rápida e pronta localização. Em resumoraum meio para atingir um fim.
O problema I muito difícil; a aplicação de sistemas de
é feita por bibliotecários que têm treino técnico err. tjhTiicci.c.ujr

cias?? f3'5.0
.nas, regra ge-

ral, não têm conhecimento das ciências médicas tanto quanto seus leitores» O enprêgo
de um sistema de classificação cuidadosamente elaborado, pode entretanto superar esta dificuldade. Um bom sistema deve ser desenvolvido do ponto de vista médico,

mas

observando sempre o problema do bibliotecário.
O presente trabalho terá o seguinte desenvolvimento:
a) breve estudo das secções médicas dos esquemas gerais;
b) estudo de esquemas especiais para a classificação de biblio
tecas médicas;
- •

•
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�c) vantagens e desvantagens;
d) bibliotecas que usam os respectivos sistemas;
e) conclusões.

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�1

classificado

decimal

DEWEY

A Classificação Decimal de Melvil Dewey foi formulada em 1873, tendo
sido adotado em carater experimental, no Amherst College, Massachusetts onde ele era
^^^^^°^®cario. So em 1876 e que surgiu a Ia» edição; desde então as ediçrSes

sucede-

ram-se, estando atualmente na 16a»
Baseou-«e em Bacon e Harris; W, T, Harris filosofo americano, na oca
#ião bibliotecari« da St» Loui« Public Sdiool Library havia lançado upi esquema^ - de
elaasificação baseado em Bacon mas invertendo o seu raciò&lt;sínlo, Este sistema era co
nhecido como Baconiano Inverso, Os esquemas de Bacon, Harris e Dewey mostram sua in
terrelaçSo,
Dewey estabeleceu uma Escola de Biblioteconomia onde sua classificação era ensinada; providenciou uma equipe de bilbiotecários encarregada de

manter

senpre atualizado o seu esquema e garantir o direito de Copyright para o Lake Hac3d
Club. A classificação de Dewey tem influenciado direta ou indiretamente em todos os
demais sistemas de classificação bibliográfica. O índice de classificação

chamado

"Relative index", e, considerado por Dewey como parte mais inportante do seu esquema, aparece desde a Ia. edição.
Cobrindo todo o canç)0 do conhecimento é limitado o uso deste sistema
em uma biblioteca especializada, para uma porção relativamente pequena do plano geral,
Nas ciências chamadas básicas, tais como Anatomia e Fisiologia o esquema é desenvolvido em pequenissimos detalhes; no canpo clínico é igualmente insuficiente.
Nos últimos anos três edições desta classificação foram publicadas:
14«., 15a. e a l6a. são, entretanto insuficientes para satisfazer as exigências das
coleções médicas.
Exenplos:

(15a. edição)

6l6

cm

1

Medicina interna e clínica

616.2

Sistema respiratório

616.3

Sistema digestivo, Gastroenterologia. Proctologia,

616,6

Sistona urogenital. Urologia,

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�Entre as bibliotecas que usam este sistema citamos Academy of Medicine, Toronto; Medicai Library oí Mc Gril üniversity, Montreal, Archiboald Churche Medicai Library, Northwestern Üniversity, Chicago, Biblioteca da Faculdade Nacional de
Medicina, Rio de Janeiro, Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universidade do Recife e muitas outras.
Algumas secçBes desta classificação foram desenvolvidas: Enfermagem
6l4,9 e Pediatria 618.9 pelo Minnesota Departament of Health Library, St, Paul, Mate
ria Medica e Propedêutica, 615, paS^o Squibb Institute of Medicai Research Library,
New Brunswick, New Jersey. Tuberculose 616.2 pela Biblioteca do Instituto Brasileiro
para Investigação da Tuberculose (IBIT) - Salvador - Bahia.

Ca^SSIFICA^O

DA

LIBRARY

OF

CONGRESS

Por ocasião da reforma da Biblioteca do Congresso Americana, iniciada
em 1897, foi verificada a necessidade de uma total reclassificação do seu acervo.

O

esquema que vinha sendo adotado, que nada mais era do que uma adaptação do sistema de
Fíancis Bacon, foi considerado inadequado para uma coleção em constante

desenvolvi-

mento. Após cuidadoso estvidp chegou-se a conclusão que nenhxim dos esquonas existertes
era apropriado e que se fazia necessário a formulação de um sistema especial, utilizando o que houvesse de melhor nas classificaçcSes existentes, tendo sanpre em

mira

os interesses da L. C.." O sistwia nasceu, assim, da conparação dos esquanas existentes e do estudo das condiç(5es particulares da biblioteca. A classificação foi áLaborada por especialistas, cada um preparando o esquema em seu canpo de atividade.

Ein

linhas gerais segue bem de perto a Classificação Expansiva de Cutter. A notação é más
ta, consistindo de letras e números.
Das classificações feitas para cobrir canpos de conhecimento geral

o

da L* C. pode liem ser adaptado a coleç?5es especiais. A seqüência de assuntos na das
se Q - Ciências Pura.s é baseada principalmente no esquema da International catalogue
of scientific literature. A classe R - Prática da Medicina segue o mesmo princ^io an
classificação de doênças em que se fundamenta o plano Billings, (l)
Exeitç&gt;los na Classe. RC - Medicina Interna:

RC 705-779

Doênças do sistema respiratório

RC 799-869

Doênças do sistema digestivo

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14

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iq

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19

�RC 870-923

Doenças do sistema urogenital. Urologia;

RC 960-962

Medicina trcpical.

A recente revisão da classe R, feita por Mrs. Sarah G. Meyer, era colâ
boração com médicos e bibliotecários, é um exenplo de adaptabilidade desta classificação, Foram feitas mudanças na terminologia e modernização de nomenclatura de doenças. As revisões e expansões variara era cada secçlLo: Cirurgia (RD), Pediatria (RJ)^r
m§cologia (RM) e Enfermagem (RT) foram revisadas para atender suficientemente as necessidades das coleções, assim como, prover desenvolvimento tanto quanto possível,pra
ticosé
As modificações e acréscimos, feitos ao sistema são divulgados periodicamente através da publicação: L, C-. Classification - Additions and changes.
A distribuição de fichas impressas com a classificação do Congresso e
a de Dewey, facilitou o conhecimento do esquema, tornando-o familiar. Passou a ser o
lhada pelos bibliotecários americanos como um sistema erudito de classificação.
Para a biblioteca médica geral este sistema é plenamente

satisfató-

rio.
Bibliotecas que usam este sistema no todo ou em parte: Welch Medicai
Library, Johns Hopkins University, Baltimore; Lane Medicai Library, San Francisco; a
biblioteca do U. S. National Institutes of Health, Bethesda, Maryland; Bio-MedicalIi
braries, University of Chicago; Medicai School Library, University of Oregon,

Port-

land; Medicai School Library, Wayne University, Detroit; Medicai Library, Western Cb
tario University, London.

COLCW

nfafi=;SlFIGATION

DE

S..,

R.

(1933; 2a. edição I939, 3a. edição I950)

Uma das classificações mais importantes aparecidas nos últimos tenpos
é a Colon Classification de S. R. Ranganathan.
Ranganathan, eminente bibliotecário indú, estudou biblioteconomia

na

Inglaterra; de seus estudos concluiu que nenhum dos sistemas de classificação exi^

(1) Billings, J, S. "Classification of subjects" Index Medicus. ser,
1, 6 (January, 188^), 2-5»

2

3

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�-in-

tentes era satisfatório. Ao regressar à índia começou a desenvolver, na Biblioteca da
Universidade de MADRAS, um esquema de classificação que foi publicado em 1933

com o

nome de Colon Classification. A sua classificação é altamente filosófica; e grande mente mnemônica; a terminologia e muito precisa.
Os bibliotecários indtís a usara com sucesso o mesmo acontecendo na Inglaterra.
As classes principais sHo representadas pelas letras do alfabeto
A - Z, com exceção da classe de generalidades que é simbolizada pelos números de
a 9 e da classe de Misticismo e experiência espiritual cujo símbolo é

de
1

No iní

c4o de cada classe vem uma espécie de fórmula que indica o modo como deve s'er formado o número de classificação dentro daquela classe. Assim, na classe L - medicina, a
parece a fórmula: L (O); (P); isto significa que na classificação de assiintos de medicina dois a^ectos devem ser observados: o órgão (0) e o problema (P). Depois desta fórmula aparecem dois esquemas; um para o órgão ou partes do corpo humano e outro
para os problemas que podem estar relacionados com estes órgãos. Ex: DôSiças do aparelho digestivo

LZih

L.

Medicina

L2

Aparelho digestivo

L:4

L2:4 Doenças do aparelho digestivo.

Doenças em geral

Os seguintes exemplos são citados por Ranganathan para ilustrar a ^li
cação da classe L (Medicina)

L:2

Anatomia humana

L:3

Fisiologia humana

L:4

Doenças em geral

L:4;6
L2

Terapêutica an geral

Sistona digestivo

L2:2

Anatomia do sistema digestivo

L2:3

Fisiologia do sistema digestivo

L2:4

Doenças do sistena digestive

L2:^2
L2:42:6

cm

1

Doenças infecciosas do sistema digestivo
Tratamento das doenças 'nfecciosas do sistema digest^
vo

'I Digitalizado
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lí

19

20

�- 5 L2:^21

Tuberculose do sistema digestivo

L2s^21i6

C1A5SIFIGACÃ0
I

Tratamento da tuberculose do sistona digestivo

BIBLIOGRÁFICA. DE
—•«««

HENRY
'

EVELYN
'

BLLSS
———

Henry Evelyn Bliss, bibliotecário do College of the City of New York,
aproximadamente no fim do século XIX, interessou-se por classificação de bibliotecas
e começou a estudar cuidadosamente, idealizando o sistema conhecido pelo seu nome. O
sistema completamente desenvolvido foi publicado com o título de:

"A Bibliographie

Classification"; o 12 volume surgiu em 19^f o 2- em 19^7 e o 3- e o

em 1953.q^an

do foram reeditados os dois primeiros volumes reunidos em um só.
Os esquemas de classificação são precedidos por sinopses que

mostram

as relações sistemáticas e lógicas das ciências, classes e subclasses e suas subord^
nações e coordenações a fim de tornar a classificação mais compreensível. Seu sistema usa letras maiúsculas, minúsculas e números; lembra um pouco a técnica

mecânica

de Ranganathan, Tabelas auxiliares apresentam subdivisões de forma, geográficas, llii
guísticas, históricas e subdivisões especiais para determinados assuntos» Bliss possua seguidores na França, na Inglaterra, mas na sua terra natal não tem sido bem

a-

ceito.
Na edição de 1952-53t C» C» Bamard, bibliotecário da London School of
Hygiene and Tropical Medicln®, colaborou no desenvolvimento da classe de ciências m£
dicas; Richard B« Singerj Harvard Medicai School, cooperou na revisão das secções de
Fisiologia, Medicina e Cirurgia; Qiauncey M* Louttit, Wayne University, editor de Ifejc
chological Abstracts, assistiu no desenvolvimento da secçSo de Psicologia.
A seqüência de assuntos e as doenças agrupadas por agentes causais,di
fere radicalmente de outras classificações. Uma das características

do

rc.^'^ioma

de

Bliss é o método alternativo de classificação, que pemite que o assunto seja locali
zado em uma classe ou era outra, conforme a conveniência da biblioteca.
Exettplos;

cm

1

HM

Med icina

HN

Terapêutica, Farmacologia

HO

Hospitais e Enfernagem

'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

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18

19

20

�- 6 HP

Patologia Geral

IQ

ou

IA.T-U

Patologia Genética.

Bibliotecas que usam este sistana:

Ministry of Health

Library (Grã-.

Bretanha), Library of the College of the City of New York,Royal Anthrophological Ins
titute of Cancer Researche University of London, Institute of Psychiatry.

GLASSIFIGACÃO

A

C D ü

DECIMAL

universal

(CDU)

resultou de uma anpliação e aperfeiçoamento da

(Ttaga-i

çao de Dewey com o fim especial de classificar o R^ertório Bibliogjráfico Universo,
organizado em Bruxelas pelo Instituto Internacional de Bibliografia. O título da Ia*
edição da

CDU

I.I.B., 1907.

era Manuel du Repertoire Bibllographique üniversel. Bruxelles,

A 2a. edição, de 1927-33» e™ dois volumes, já tem o nome de "Classifi

cation Decimais Universelle".
Apás exame cuidadoso dos esquemas existentes o Instituto verificou

a

insuficiência da Classificação de Dewey para a Classificação do Repertório; assim;en
tre Melvil Dewey e o Instituts International de Bibliografie firmou-se um acordo,per
mitindo alterar e ampliar o sistema. Nesta época a Classificação de Dewey estava

na

5a. edição,
Há edições da

CDU

em várias línguas: português, francês,

inglês,

aAeraão, espanhol, japonês, etc; as modificações e acréscimos são divulgados periodicamente através da publicação "Ebctensions and corrections to the Ü.D. C.". É publicada pela Federação Internacional de Documentação que em 1937 sucedeu ao Instituto Internacional de Documentação, sucessor do Instituto Internacional de Bibliografia,
Do exposto podojios concluir: a

CDU

foi elaborada com o fim e^ecí,

fico de classificação de bibliografias.
Os símbolos toi*nam-se muito extensos, deixando de sêr mnemonicos;

a

arrumação dos livros nas estantes requer a presença de um técnico, pois, um funciona
rio qualquer não será capaz de realizá-la pela complexidade dos sinais,
Exençilos:

611 + 613 (021)
61 (03) = 3

cm

1

Manual de anatomia e higiene

Enciclopédia médica em alemão

'I" " I" " I" " I" " I" " I Digitalizado
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6
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17
13
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�611.12: 611 o ^2
31:61 (411 + 417)

Linfáticos do coração
Estatística médica da Escócia e Irlanda.

CUSSIFI CAÇOES
f

ESPECIAIS

Classificações especiais s'äo sistemas que abrangem apenas tun ramo
conhecimento humano; sSo elaborados com o objetivo de permitir a classificação

do
mais

detalhada de um assunto, para o qual os sistemas gerais vigentes, riSo foram considerados satisfatórios. No século XIX as bibliotecas médicas passaram a se interessar"wl
vãmente pelos problemas de arranjo dos livros nas estantes e surgiram os esquemas
peciais.
Registram-se os esquemas de classificação da 1) Library of the College of Physician of Philadelphia, o 2) New York Acsdemy of Medicine Library, a 3)
brary of the Medicai Society of the Count of Kings, e a 4) Library of the

Medicai

and Chimrgical Faculty of Maryland. Estes são raramente usados fora das Bibliotecas
de sua origem.

1) CLASSIFICADO

DA

LIBRARY

OF

THE

COLLEGE

OF

PHYSICIAN

OF

PHILADELPHIA - A

classificação usada nesta Biblioteca foi planejada por CSiarles Perry Fisher, seu bibliotecário, por volta de 1881. Ê desenvolvida ao longo da linha do Index Medicus.
As Classes principais são representadas por letras maiúsculas, as subdivis'3es por
tras maiúsculas dobradas* Ê usada na Biblioteca de sua origem e na Walter R. Steiner
Medicai Library of the Hartford (Connecticut) Medicai Society.

2) Nü

YORK

ACADEMY

OF

MEDICINE

LIBRARY

CLASSIFICATION - Este sistema foi pla-

nejado por membros do Staff desta Biblioteca. A notaç'So é : números precedidos

pela

letra S, que significa secglko. Dentro de cada secção os livros são alfabetados

por

autor e título. Seu plano de desenvolvimento é semelhante ao da National Library

of

Medicine, que foi elaborado na mesma época. È usado somente nesta Biblioteca.

Sistema da Biblioteca da MEDICAL SOCIETY OF THE COUNT OF KINGS - Bass
ando seu plano no esquema de classificação da New York Academy of Medicine Library,
A. T. Huntington planejou-o por volta de 1900« As modificaçt5es adotadas foram, principalmente na secção dedicada a medicina em geral. Nenhum símbolo de classificação e
Digitalizado
gentilmente por:

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3^4
^5
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17
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19
2

�usado; os livros sao arranjados nas estantes pelo assunto, em ortiem alfabética de au
tor e título, Êste sistema e usado somente nesta Biblioteca.

Sistema da classificaç'ão da Biblioteca da MEDIGAL AND CHIRÜRGICAL FA^ MAJIYLAND - Êste plano idealizado em 1896 pela bibliotecária Márcia C. Noyes,
seguiu os princ^ios gerais da classificação de assunto do Index Medicus com

várias

modificações, O símbolo de classificação consiste de uma simples

de le-

combinação

tras. É usada somente nesta Biblioteca.

CaLASSIFICACilo

^

NATIONAL

LIBRARY

OF

IffiDICINE

O papel que a National Library of Medicine tem desempenhado

no campo

da classificação medica è muito inportante. Por ocasião da 2a. Guerra ífiindial
a reorganizaçao e modernização dos serviços bibliográficos e processos

houve

técnicos

da

O Survey Report on the Army Medicai Library, publicado em 19^ recomenda
que "a biblioteca seja reclassifiçada de acordo com um sistema moderno", e
diz "The best Classification scheme that could be devised for the

adiante

Library would

be

one wich combined the notation of the Library of Congress system with the basic plan
of the Cunningham Classification. Accordingly, permission should be sought to revise
the Library of Congress scheme for medicai in this way. If permission

cannot

b e

obtained, then a new scheme should be worked out, utiliging the best features ofboth
these Classification",
Miss Mary Louise Marchai foi escolhida para elaborar a nova classifição auxiliada por membros representativos da Survey Committee, da Library of Goigress
e da Army Medicai Library,
Antes do projeto ser executado houve várias conferências e discussões
em que tomaram parte médicos, cientistas e bibliotecários.
A classificação cobre o campo de medicina e ciências correlatas, O es,
queraa segue a mesma forma do sistema da Library of Congress, consistindo de letras mâ
iúsculas e números. As várias classes da L. C, serio usadas para arranjo do

material

relacionado cora medicina ou para assunto não médico. Quando a classificação

deve sêr

feita de acordo com o esquema da L, C., no índice é indicada apenas a classe: ex: EsIas para surdos HV.

I Digitalizado
-gentilmente por: '^^^11.!"'

14

15

iq

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19

�A classificação incorpora: (l) notaçSo uniforme para divisão de foima,
assim como para outro tipo de material geral em cada unidade de assunto; (2) tabelas
flexiveis com subdivis'5es para expansões; (3) agrupamento de todos 05 aspectos da e^
trutura de um órgSo ou parte do corpo sob a unidade anatômica até onde o uso prático
permite (4) classificação etiológica de condiç^Ses patológicas baseados

na

Standaird

nomenclature of disease; (5) agrupamento por especialidades médicas. É

suplementada

por um índice detalhado.
Uma classificação assim t?.o detalhada tem muitas possibilidades e pode ser aplicada a coleção de qualquer tamanho, A

N. L.

publica notas suplementares,

atualizando-a, o que muito auxilia as bibliotecas que a adotam.
Exenplos;

QS

Anatomia Humana

VIB

Medicina Interna

QT

Fisiologia

WC

Doenças Infecciosas

QU

Bioquímica

WF

Sistema Respiratt5rio

WG

Sistema Cardiovascular

Sob cada tabela principal os números vêm uniformemente

distribuídos;

alguns números deliberadamente foram deixados livres, para necessidades ocasionais.
Exenplos;

WJIOI

Anatomia do Sistema Urogenital

WJlte

Cistoscopia

WJ3OI

Anatomia do Rim,

Bibliotecas que usam este sistema; National Library of Medicine;

Los

Angeles Count Medicai Society Library; Rudolph Matas Medicai Library, Tulane University; Medicai School Library of the University of Arkansas; Veterans Administration
Libraries; Medicai Libraiy of Los Angeles County General; Hospital, New York Acadeny
of Medicine; Library, Biomedical Library of the University of California, Los

Ange-

les; no Brasil - Biblioteca do Hospital dos Servidores do Estado - IPASE - Rio de Jâ
neiro,

CLASSIFICAGÃO
•

KE

BARNARD
—

Formulada por Qyril. C, Barnard, bibliotecário da London School of Hy-

2

3

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|lll
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^5
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�- 10 -

giene and Tropical Medicine, para atender aos reclamos de uma coleçSo muito especializada, uma vez que os sistemas existentes eram insuficientes.
A notaçSo de letras, sem números, é usada com um desenvolvimento deta
lhado de algumas das secções inspirados pela classificação da L, C,. Adotou as divis?5es de forma como a classificação de Dewey. Há uma seqüência lógica de arranjo

d o

geral para o específico; as doenças s2o classificadas por agentes causais.
Esta classificaçSo foi premiada com o Diploma with Honous (1931) pela
Britsh Library Association. O bilbiotecário William R. Le Fanú, do Royal College

of

Surgeons, onde a classificação é usada, introduziu modificações na classe D - Histdria da Medicina e classe V - Cirurgia.
Onze tabelas auxiliares d'ão grande flexibilidade e esqjansão ao sistema, permitindo subdivis'Ses sob órgãos, condiçcSes patológicas, tumores,

parasit o s,

drogas, etc. Uma característica deste sistema é a notaç'So alternativa para toda

a

classificação para atender "diferente tipos de bibliotecas ou idéias pessoais".

Ex:

Higiene industrial

SQR ou UD, feadiologia

BR ou QR.

Esta feitura expande a notação de tal forma que o assunto principal da
coleção de tamanho médio pode ser distribuido por todo o alfabeto ao em vez de ficar
em uma ou duas letras somente, podendo, portanto, ser usado por uma bilioteca médica
geral.
Exeitplos:

P

G

Patologia

Q

H

Diagnóstico e Clínica Médica

So Jo

Saúde Pública

SP JP

Medicina Preventiva.

Bibliotecas que usam esta classificação; Robert and Lilian Lindsay
brary of the Britsh Dental Association, (London); Mississipi State Board of Health Li
brary, Jackson; Liverpool Medicai Institution Library; London School of Hygiene

and

Tropical Medicine Library; Royal College of Surgeons Library, London; School of

Pu-

blic Health and Tropical Medicine, University of Sidney, Austrália.

cm

1

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Stern
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Ii

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�- 11 -

CLASSIFICACÃO
•f

DA

BOSTON
'

^lEDICAL

LIBRARY
'

Planejado em 1879 por James R. Chadwick e Elizabeth J» Collins,foi
visado e aumentado por James F* Ballard, Diretor da Boston Medicai Library.
Traduzida para o japonês pela Association of Medicai College
pan, a Medicai Library Association, em 1921, adotou-a como esquema de

of

Ja-

classificaçao

oficial, recomendando-a como o melhor sistema daquela época.
Baseada em uma série consecutiva de números, é muito expansiva,

sim-

ples e a notação breve. A classificajSo começa com trabalhos de referência geral,His
toria da Medicina e assuntos correlatos.
Exenplos:

IB

Bibliografia. Bibliofilologia
até

IT

Ifcseus médicos e científicos.

Vem em seguida Ciências biológicas, medicina e suas subdivisões e e^.
pecialidades, ex:
2

Biologia

3

Anatomia

15

Sistema Circulatório. Cardiovascular.

I5A Sistema Circulatório. Geral.
I5B Anatomia do Sistema Circulatório.

É objetivo dêste sistema tr?.zer junto todo o material relativo a

um

órgão ou sistema.
Bibliotecas que usam este sistemas
X

Boston Medicai Library, Cleveland

Association; a Biblioteca da Escola de Medicina e Saude Publica,Har-

vard University, Boston; Mayo Clinic Library, Rochester, Minnesota, etc.

CUNUIMOIAM

CLASSIFICATION

Formulada por Eileen R. Cunningham, bibliotecária da Vanderbilt University Medicai School Library.

cm

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3

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st em

'

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�- 12 -

Por ocasilo da reorganização da Vanderbilt School of Medicine Libraiy,
em 1927, a classificaç?ío da literatura médica então usada não preenchia os requesitos
desejados, Foi, então, decidido elaborar um sistema para classificar livros, periódicos, etc., de medicina. Como resultado veio a Ia. edição da Cia s s ificat ion for Medi cal Literature publicada em 1929.
IXirante a preparação deste sistema, a Classificação Decimal de Dewey,
as secç'Ses de Ciência e Medicina da Classificação da L. C. a Boston Medicai

Library

Classification, o Index Catalogue of the Library of the Sureeon - General's Office e
Quarterly Cumulative Index Medicus foram cuidadosamente estudados. O fator mais

im-

portante, entretanto, no desenvolvimento das subdivisões foi a esqjeriência ganha

na

reclassificação dos livros na Vanderbilt Medicai Library. Assim, a Biblioteca representou o laboratório e os livros as cobaias para uma experiência on classificação m£
dica..
Baseada no esquema planejado para o Departamento de Anatomia do Johns
x.opi':*i,ns university Medicai School, é dividido em quatro partes distintas;

1) ciências biológicas
2) sistemas orgânicos do coipo
3) assuntos clínicos e patológicos
outros trabalhos de interesse em coleçfSes médicas.

Cada grande divisão é completada com notável precisão: assim, novas t§
orias ou descobertas resultantes de pesquisas científicas futuras podem ser ^ibgicamfe;iUt. col npadas.
O plano de agrupamento de doenças infecciosas específicas usado aqui ê
uma inovação marcante em classificação médica, não só porque o aspecto etiológico é â
centuado, mas, principalmente porque a classificação bacteriológica é introduzida para formar a divisão de classe para cada doença causada por um organismo específico ou
parasito,
É constantemente revisada; modernos conceitos e descobertas

reoentes

provocaram alterações nas classes; higiene, medicina preventiva e saúde pública; medi
cina militar e radiologia têm sofrido expansões; a classe história da medicina foi am
pliada para incluir história das especialidades.
Apropriado indiferentemente a folhetos, monografias ou livros,

facil-

mente ajustado a qualquer tamanho ou tipo de coleção, é um exenplo característico

5

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de

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2

�- 13 classificação de assunto especial.

ESQUEMA

MEDICINA

E

ciências

CORRELATAS - Formam vinte e seis classes representadas por 1^

tras maiusculas do alfabeto. Ex:

J:

Sistema cárdio-vascular.

Estas classes foram arranjadas tanto quanto possível de acôrfo com

o

currículo do ensino médico. As ciências basicas: Biologia, Anatomia, Fisiologia e Bio
química formam as primeiras classes. As regiSes anatômicas e sistemas do corpo são qç
ranjadas, tanto quanto possível em seqüência lógica. São seguidos pelo fenômeno da do
ênça, natureza e mudanças nêles produzidas.
Exenplo:

M7

Fígado

M7a

Morfologia (incluindo anatomia, histologia e embriologia)

M7b

Fisiologia

MTbl
M7c

Secreção e composição da biles
Patologia

M7cl

Cirurgia

M7c3

Tumores
etc.

Em seguida organismos causando doenças, Bacteriologia e Parasitologla;
a prevenção da doença Higiene, Medicina Preventiva e Saúde Publica; finalmente as diferentes fases do estudo e tratamento da doença. Medicina Clínica, Doenças Infeccio sas (de acordo com a etiologia), Cirurgia, Pediatria, Farmacologia, Fisioterapia,
dicina Militar e Radiologia.
Obras de refer^cia médica! Biografia, Historia da Medicina,
tais, Enfermagem, Serviços Sociais, formam outras secçoes representadas

Hospi-

por

Xètras

maiúsculas dobradas:

JJ

Sociologia

KK

Filosofia e Religião

CC

Hospitais,
etc.

W, W, XS,&gt; YY,' ZZ, foram deliberadamente conservadas vagas para

cm

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sa-

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�- Iii -

tisfazer as necessidades das bibliotecas especializadas, tanto quanto as 00169*063 va
riam de biblioteca para biblioteca. Assim, não é necessário usar outro sistema

para

classificar esse tipo de literatura.
Em todas as secções as grandes subdivis'Ses são feitas com números ar^
bicos, ex!
K3 : outras subdivisões acrescentando uma letra m3nuscuia.K3a:
subdivisões adicionais sao formadas pela adiçSo de outro número aráb?'*o K3al. Com ês
te método o sistema ê extremamente flexível e pode ser decomposto em diminutas subdi
visões em qualquer das secções pelo simples acréscimo de letras ou números.
Vejamos um exerrplo; hérnia, na tabela há apenas M9c2a - Hérnia.
e precisamos, contudo, detalhar para classificar o material que temos, entSo, teremos;

M9c2b

-

Hérnia ventral

M9o2c

-

Hérnia inguinal

M9c2d

-

Hérnia femoral ou crural

M9c2e

-

Hérnia umbilical

M9c2f

-

Hérnia diafragmática

M9c2g

-

Hérnia epigástrica

M9c2h

-

Hérnia incisional

Deste modo, o material foi detalhadamente classificado sem ferir a es
trutura do sistema.
O grâu de expans'So sera dado pela pessoa que classifica a coleção e as
decist!ies serão cuidadosamente anotadas no oexanplar de classificay'äo de modo a

pema

tir manter a continuidade^.
Sempre que o material forma uma coleç'âo que é freqüentemente mantida,
separada da coleção principal de livros, tal como Odontologia e Enfermagem, forma uma
unidade, Ex:

E3

-

Odontologia

DD

-

Enfermagem,

A cirurgia dos vários crgãos e sistemas fica com o orgao ou sistema,
ex:

-

Estômago;

M'^ol

Cirurgia do estômago; para cs que discordam deste ponte

de vista foi colocado Cirurgia Regional

onde o bibliotecário poderá concentrar

todos os trabalhos sobre cirurgia; este número pode ser desintegrado por vários si^

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2

�- 15 temas ou orgaos. Se este mútcdo for o'escolhido então as subdivisões de cirurgia
vários org&amp;os e sistema não. serão usados, üm livro sobre anatomia do

nos

coração s e ri a

enquanto trabalhos de anatomia geral seria classificado em

Do

mesmo

modo

trabalhos sobre Tuberculose fica em S5k26, enquanto trabalhos sobre Doenças do Sistema Respiratório fica em Ilc.
Remissivas são feitas em todo o texto, onde quer que possa surgir confusão para a classificação do material.
Embora tenha sido elaborado para uma coleç'3o de tamanho regular,
sistema é bem adapatado a uma biblioteca muito grande, como também, a coleções

este
peque

nas.

Índice A experiencia demonstra que o índice alfabético contitue uma vantagem
inestimável para qualquer sistema de classificaçtío.
Para a colaboração deste índice foi feito estudo cuidadoso do Quarterly Cumulative Index Medicus Sub.iect Headings and Gross References. da

American Medi-

cai Association e nos últimos volumes do Quarterly Cumulative Index Medicus. Êste tem
sido muito útil como guia para a terminologia sob a qual a literatura médica aparece.
Onde muitas subdivisões ocorrem sob um termo, ex: Coração, a numeração
inclusive

J2 - 2c9f é dada no índice e a secçao inteira será consultada antes de de-

cidir onde classificar determinado trabalho.
Se o nome específico da doença não aparece no índice, deve ser procura
do sob o nome do órgão ou sistema de órgão. Ex; "Doença de Basedow" será encontrada
sob "hipertiroidismo" ou sob "Tiroide-doênças".
Entre as bibliotecas que usam êste sistema citamos:American College of
Surgeon, Chicago; Biblioteca do Centre International 1'Ehfance, Paris; Medicai D^artment of the Qiattanooga Public; Library Tenessee, biblioteca do Medicai College
Alabama, Birminglam; Memorial Library, St, Margaret Hospital, Hammond, Indiana
blioteca da Western Psychiatric Institute and Clinic; Medicai School,

of
a bi-

üniversity

Pittsburgli; Medicai School Library, Vanderbilt Üniversity; Biblioteca do

of

Instituto

de Neurologia da Universidade do Brasil, Rio de Janeiro - Brasil; Biblioteca da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, Salvador - Ba.. - Brasil; Nashville, Tevessee.
A secção Tlf foi desenvolvida pela Biblioteca do Centre International de l'Enfance,Pa
ris.
cm

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�- 16 -

CONCLUSÕES

CLaSSiFICAGÃO

DECIM/LL

^

MELVIL

DEWEY

Tem a grande vantagem de ser largamente conhecida, resultante do

ssu

grande uso. Excelente para outros tipos de biblioteca; os assuntos relacionàdos para
medicina, entretanto, são muito pobres; as secções destas tabelas não são

adequadas

para as exigências das coleções médicas. A notação toma-se muito grande e complicada sob a necessária expansão.

CUSSIFICAClo

DA

Ui

S^

LIBRARY

OF

CONGRESS

Flexível e adaptável às coleçSes especiais* A notação e menor e .mais
fácil de ler do que a do esquema de Dewey. Tem a grande vantagem de ser preparada por
especialistas em cada canço.

CLASSIFICACÃO

DA

BOSTON

MEDICAL

LIBRARY

Fácil, simples e flexível. As secções de Tuberculose, Odontologiae Eh
fermagem são bem desenvolvidas; ao passo que Bacteriologia, Neurologia e

F&amp;macolo-

gia ressentsn-se de expansões.
Desvantagem; revisões pouco freqüentes.

CLASSIFICAÇÃO

M

BARNARD

Particularmente aplicável a coleções de Saúde Pública e Parasitologiaj
a última edição, todavia, traz desenvolvimento que possibilita a sua aplicação em biblioteca.

CLASSIFICAÇÃO

DA

ANTIONAL

LIBRARY

OF

MEDICINE

As classes principais são flexíveis, ponto muito importante em um sistema de classificação para coleções de medicina. Constantemente revisada, bom

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índice

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�e edições atualizadas.

CIASSIFICACAO
&gt;

DE

CUNNINC2ÍAM
————

Flexível, simples de usar, bom índice, atualizada, permite fácil

eix-

pansão; satisfaz plenamente a qualquer biblioteca médica.
O Prof, Jesse H, Shera, Reitor da School of Library Science,
Reserve University, de quem tive a honra de ser aluna durante o Curso de

Western

Documenta-

ç'ão e Pesquisas Bibliográficas realizado no Instituto Brasileiro de Bibliografia
Documentação (IBBD); em 1957, disse-nos sobre este sistema: "ê o mais difundido

e
en-

tre as bibliotecas médicas americanas".
A bibliotecária paulista, Maria Lessa da Fonseca, reconhecida autoridade no assunto, nome de grande valor, nos diz em carta datada de 17
195^í

de

agosto

o mais prático de todos os sistemas, mesmo entre os organizados para

de

atan-

der bibliotecas médicas".
Há seis anos vimos usando este sistema na Biblioteca da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Publica com ejxcelentes resultados; os livros nas estantes ficam distribuídos por cadeira do currículo médico o que é uma grande vantagem em
blioteca universitária; a parte de clínica, muito bem distribuida é um
cioso para o bibliotecário e para os leitores que encontram grande

bi-

auxílio pre-

facilidade

para

localizar os assuntos do seu interesse.
Cada um destes sistanas tem vantagens e desvantagens influenciados por
fatores pertinentes a cada biblioteca. O tipo da coleção na qual a classificação será usada deve servir como base para a escolha.
Permitam-nos, lembrar, entretanto que os esquemas de

classificaç'ôes-

gerais foram planejados para cobrir todo o campo do conhecimento em época anterior ao
desenvolvimento das grandes bibliotecas especializadas. O uso de um sistema de classificação geral em uma biblioteca cujo assunto principal é de escopo limitado, nece^
sàriamente poderá causar grandes e complicados símbolos de classificação. Isto é obvio, \ima vez que o esquema tem de tornar-se uma expansão dentro de uma secção restri
ta. Por outro lado, o campo especializado tem crescido tanto e tão extensivamenteijoa
os sistemas garais têm provado ser inadequados,
Para ilustrar citaremos um exemplo;
O assunto Câncer no sistema (geral) de Melvil Dewey.

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15a» ed.

616,99

16a. ed.

616.99^

Doenças neoplásticas - inclue tumores,
cer

côn-

Neoplasmas malignos, câncer, cárcinoraas,sar
comas, incluindo cirurgia
Câncer do estomago

6l6é99^33.

No sistema da Biblioteca do Congresso (geral) - (dissemos

que este

sistema pode sêl: aplicado a uma coleção especializada)

RC 25^ - 282

Doenças neoplásticas.

No sistema da National Library of Medicine (es^Jecial) -

Q2 200

a

Q7 ^^70 é reservada para o aissunto em questão; eoc:

02 201

Btiologia

Q7 350

Leucemia

Q7 ^05

Adenocarcinoma.
etci

No sistema de Cunningham -

S7x

Tumores. Tumores malignos (câncer) Tumores bnignos

STxl

Tumores (Neoplasmas) ger'al

S7xla

Bibliografia

S7xlb

Btiologia
a

S7xlk
S7x2

Cirurgia
Tumores malignos. Câncer
a

S7x2L
S7x3

Cirurgia
/
Tumores benignos.

Câncer de um determinado órgão fica com o órgão, ex:

Ift-c3

Câncer dos intestinos

I6c^

Câncer nos pulmões
etc.

cm

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C.

í);

ü.

Atualizado, flexível e internacional. Desvantagens apontadas:

a) o símbolo torna-se muito grande face às necessárias eoç
pans'Ses;

b) a arrumação-dos livros nas estantes nSo pode
ta por um funcionário qualquer;

ser fei-

c) dificuldades para a aquisição de tabelas ooirpletas; a
classe 61, publicada em separado I igualmente dificil
de ser obtida*

"Classificação é um problema individual para cada título em cada biblioteca« O critério de julgamento será sempre colocar cada volume onde for mais útil para uso na biblioteca em questlo, indiferente à precisão teórica ou classificação em outra biblioteca".

00000
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19

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SIlíilOGRAFlÁ

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-gentilmente por:

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�»SIST»iAB

DE

CUSSIFICàÇÃO

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BIBLIOTECAS

MÉDICAS"

ERRATA

Introdução, ultitio parágrafo»

OBoucuas

, leia

plstomo

Pagina 7
C» D, U»
- Blhliote cac que UEsai:i oótc clstonat
Instituto Ovwaldo Gruz^ Rio do íanciro, Braeil, Hcyal Sccdciy of Mcdicinc,
London^ Dr# Julius Jurchc Modical Library^ Jo wloh National
and ünivereity
Lifarazy« Jorusoloi;!«
P^incL 16, paragrafo 1
1 notação tomaHD© mito cactonen b cotijIôxc
paragrafo 2
Floxívcl o adaptável as colcçcco capo cèiaia, Tc n a grande vantagon do eôr
propnrada por oöpottiij-iatöe cn cada oanpo,

PaginQ 19
o oínbolo tornn-*eQ mito extonoo fcico à ncoGosariac expansões e
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Estuda as secções médicas dos esquemas gerais: classificação decimal de Melvil Dewey, classificação da U.S. Library of Congress, Colon Classification de S.R. Ranganathan, classificação bibliográfica de Henry Evelyn Bliss e Classificação Decimal Universal. Dá breve notícia de sistemas especiais de classificação usados em suas bibliotecas de origem: Library of the College of Physician of Philadelphia, New York Academy of Medicine Library, Library of the Medical Society of the Count of Kings e Library of the Medical and Chirurgical Faculty of Maryland. Estuda os sistemas especiais de classificação: Classificação de Barnard, Classificação da Boston Medical Library, detendo-se especialmente na Classificação da National Library of Medicine e na Classifition for Medical Literature de Eileen R. Cunningham. De todos estes sistemas estudados cita vantagens e desvantagens e dá relação das bibliotecas que os adotam. Lembra que os sistemas gerais de classificação foram planejados para cobrir todo o campo do conhecimento em época anterior ao desenvolvimento das grandes bibliotecas devotadas a um só assunto. Por outro lado o campo especializado tem crescido tão rápido e tão extensivamente que os sistemas gerais têm provado ser inadequados.</text>
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                    <text>;&gt;^à
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A Biblioteca iníanLi"!
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��SHíUIíDO CONGRESSO BRASH^EIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUME^fAÇÃO

A Biblioteca Infantil como centro de educaçao da comunidade
por
Maria Lecticia de (Andrade Lima

oiL'.Ofcl. 3
C &gt;4?

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Salvador
1959

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-gentilmente por:

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Á BIBLIOTECA INFANTIL GOMO CENTUO
DE EBUCAÇiíO

DA

COIvIÜNIDADE
&gt;
O
Maria Leo tio ia de Mdrade lima

Nujna áp^oa exposta
filosofias de vida,,
imprensa,

ataques,

em massa,

de idéias,

oonoeitos,

através da influônoia niveladora do rádio,

d-. teJ^evisSo e do cinema,

da

a leitura dos livros perm-aneoe

como a m:^eira mais individual de obèer informações e de entrar em
oontaoto com outras Inteligências,

apreendendo as suas mensagens

participando dos seus sonhos e de suas criações poéticas,
tuaçKo indj,vidrgj.ista da oiblioteca,
de ^colha dos livros,

a-

q_ue se mantém pela liberdade

possiMlitando aos leitores a manifestaç^lo-

•^6 ^jl^idéncias e inspíi^raçffes e d^jido
vimento da personalid :.dè,
mação;

^ssa

,

Dtíjas oportunidades

?.o desenvol

é sobremodo import-_nte no leitor em for-

criença ou adolescente.

Como instituição,

entretanto,

se pl?.no de açc-o individual.

Tem seu papel a desempenhar na ada'ota

çTio do indivíduo ã comunidade.
ducaçSo J-nformal,

a i^blioteca n-'io pode fic^J? nes

^ biblioteca infsjri-fcil,

deve col?,borar com a escola,

buindo para o desenvolvim.ento dos recursos
sua apreoiaçr:o do

n~o semente ■ contri-

intelectuais d-,.; cri.anç.:«

belo e sua compreensão dos fUos

como despertando no

centro de e-

básicos da vida^

jovem leitor o sanso de responsabilidw-de,

enca

minhando-o nos intricados problemas das relações hum.?jias.
Como agir,

p.ara despertex na criança essa consciSncia de ele-

mento da comunidade?
Isso dependerá,
cário,

em gr.-jide poxte,

pois n-^io podemos

d;, personcaidade do bibliote

abstrair :.s instituições dos elementos hu-

manos g.ue as compüem.
O
mente,

bibliote:&gt;áT^ic q.ue, atende a um leitor,

nr&lt;o o faz mec-'^.nica -

reagindo automaticamente a um pedido de informações,

solicitaç.r.o de auxílio ou orientação.
e a convivSncU., mesmo ocasion^J.,
de interêsse comum,
de puolico infc-ntil.
biblioteca,

a

uma

Cada leitor é um ser humojio-

cria l^.ços e introduz elementos

isto é ainda mp,is

verdadeiro q.u-"jido

se

ü criança q_ue freqüenta com regularidade

passa a considerar essa biblioteca como

trata
uma

pp^te integr

te de sua vida sooial. O interêsse comum por determinados livros,a
'^■oircidência de horários,
laços afetivos.
te,

sc,o fatores q.ue influem na formaçr.o de -

A emoçíío q.ue desperta a leitura de um f?.to comoven

o entusiasmo pelos rxerdis,

dem a'ser partilhados,

a admiraçSo pelas ilustrações,

ten-

^ssa necessidade de comunicaç-^ío é mais evi-

dente em certos temperamentos. O leitor tímito a criança q.ue n^Co se cjaimt.', a falar oom os companheiros precisa,
mulado. '

entret.mto,

ser esti
~

I Digitalizado
-gentilmente por:

�NatureJ-mente q.ue c.-, salc. de leitur:.,

I003.I de sil.Snoio,

n^o ê

r.mbiente par.:; atividades sooiais. Mesmo oonsiderrndo o silêncio das salas de leitura
rios,

mr?jieira mais liber?! de muitos

Mblioteoá-

q_ue permitem as crianças oonvers .-s em voz "baixa.
As "bibliotecas modern,as n!:.o podem,

porém,

dispens-'^J* auditóri

os e salas prjra reuniões.
Como' introduzir,

na org;',nlzaçno da ■bi"blioteca,

as

atividades

associativas?
21 impossível esperar que crianças de diferentes id-des ,e

de

graus de escol-^ridade diversas forme, naturalmente, um grupo.
O grupo deve resultar de interêsses comuns e o ideal é

q.ue

se formem eq.uipes nSo muito numerosas, cap^azes nSo de se agrupa ~
rem com prazer, raa,s de produzirem,

em conjunto,

cigum tipo de at;_

vidade que contri"bua para o seu desenvolvimento cultural ou .'jrtís
tico.
Um grupo para redigir um jornal,

um grupo pcjra organiz::^ e -

fazer funcionar um teatro d,e fantoches,

um grupo para debates,

sSo

realizaçCfes q.ue nSo apresentam muitas dif icuia "'d:~3.
Aproveitrijido sempre a iniciativa da própria Gri:.inça,

é

muito

útil obter a colaboração dos líderes naturaisE verdade q,ue a açSo dôsses líderes é mais rápidamente notada em campos de recreio e clubes desportivos»

pois as

q.ue distinguem o líder manifest,am-se com maior f
tipo de atividade. O bibliotecário observador,

ri-.de nesse -

entretanto,

desco-

brirá qualidades potenciais e aproveitará essas tendências.
Como iniciar um clube, numa biblioteca iní'&lt;?jntil?
Certas atividades como a"xiora do conto," uma pr^jeç^lo cinem^~
tográfica,

uma exibiçSo de fantoches,

uma audiçSo de discos,

dem servir como atraçSo,'para o oontacto inicial,
notar que essas atividades,

po-

devemos-

se podem servir como motivação

para

. um trabalho de grupo, nSo devem deixar de existir, mesmo quando o
bibliotecário se contenta com o tipo de bibliotGca que s(5 traba-'
lha individualmente com os leitores, nSo tentando agir sôbre

o ~

grupo.
Planejada uma dessas
gcnda,

"atrações)' começa o trabalho de propa -

através de avisos afixados nas scj.as de leitura^ cart^zc..,

folhetos,
A
íldrida,

circulares aos leitores h§;bituaisr
secçSo de B.claçoes Pdblicas da

Biblioteca Pdblica da

cujo material de publicidade tive oca^i£;o de observar,

-

deve ser citada pela habilidade com que consegue aproveitar os elementos de atração naturais e ocasionais da comunidade:
dos jardins,

atualidades cinematográficas,

belezci -

etc. Há também, nas bi

blioteoas -americanas, muita preocupação em acompanhar a vida. do leitor médio.

3e ôste pajrte em féria.s de verSo,

Digitalizado
-gentilmente por:

as bibliotecas ar*

�ranjam vitrines sôbre o assunto, modificam seus regulajnentos
empréstimo de livros:
tas por dois mSses.

de

para q.ue os volumes fiq^uem com os ver:jiisSe todo mundo está restojrjndo o áatal,

tilioteca promove exposições,

a bi-

aconselha os pais q.uanto aos livros

q^ue Papai Noel deve trazer para as crianças,

procura,

enfim,

par-

ticipar da vida f:ijniliar do leitor.
Effie Power,

em

"Work with ciiildren in public librcxies ",ci

ta uma exposiçtío de "bonecas,

em uma biblioteca de Gieveland,

gue

ocasionou aproximações de gr-rjnde interêsse entre elementos os ma
is variados da população local.
Provocados,

com alguns dôsses

tes entre os leitores,
tante dar,

artifícios,

encontros freq.uon

vr.o surgindo os laços entre êles.

Ê impor

desde as primeiras reuniões, liberdade de expansão,

-

deixando q.ue as cpiniüis sej^/jn expostas com töda a espontaneidade e procurpjido,

logo q.ue possível,

carrrc:'^® do

formar uma eguipe q.ue se enr'-

lamento do trab,;lho do grupo.

Hor.ários e programas devem merecer cuidadosa atençíío,

para

q.ue nílo venhejn interferir com o trabalho escolar,
SSo dteis e interessantes os clubes drr?in5,ticos,
poesia,

os cine-forum,

clubes de leit'jrao

os

os

clubes de

clubes dâ excursOes e çe fotografia,

Algumas atividades,

como a r3daç'^,o do íjornai

os
,

pod^m ser realiz;--dRs com êxito jèlos componortej doe diversos clu
bes,

representando o

diferentes.

jornal um elemento de ligaçKo entre grupos -

"

Nossa experiêiicia com escolares do -Recife tem demonstrado

-

q.ue o

jornal mural é muito bem aceito pelis crianças» Numa bibli_o

teca,

o

jornal mural poderá apresentar relações de livros novos ?

comentários e impressões de leitura.

Ilustrado livramente,-

será

certejnente um estímulo -is atividades artísticas. Um tipo mais e].8
^.jtado de

jornal,

oomo o hectografado, mimeografado ou impresso

,

q.uase sempre exige uma certa interferência dos cd.ultos.
O trab-aho associativo,
biblioteca infa-itil

entretanto,

mais indicado p(?ra uma -

ê o club® de leitura.

Clubes dc lei tara - Muitas vezes o clujtoe de leitura surgo qq
mo decorrência natural de uma série de atividades d£stin;-,das a re
unir crianças da mesma idade. O programa social dos sábados do De
partamento Inf'Tintil da -"iblioteca de ■'^lórida reúne,
te,

habitualmen-

os peq.uenos freçLuentadores em dois grupos: de 4 a 7 anos

de 7 a 12 anos.

ífe horários diferentes stío feitas

paira êsses dois grupos«

burns",

"horas do conto"

Alternando com essas sessões de histórias/

há projeções de filmes e teatro de fantoches,
com muito Ccirinho,

e

sob o título geral de

ludo isso prepar-ado

"VVhile the story candle-

reproduzindo os belos programas impressos a. sugestiva ve-

linha a arder.

Como propaganda inteligente dos livros da biblio-

teca qu.e contôm essas histórias, narradas ou drrjnatizadas, há

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-gentilmente por:

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�- 4 -

ssrapi'G-)

íios progrciii'iis ilustrr.dos, rGfôrênoias -r-os temc;S dos oont®s,

apresente.das numa •antecipaçSp ao prazer do leitor-ouvinte-espeota •
dor,

pepra'despertar o interêsseí

"Dia tal,

às tais horas,

uma nar

radora contará a vocôs a história da prinoeslniia í^ug tinha um defeito horrível: n~o distinguia a verdade dc&gt;. mentira" e assim

por

diante.
Preparado assim o
onriT,

em muitas

terreno,

por muitos mêses,

oomeçam a funoi

bibliotecas ameriC;-:inas, nas férias .de verSo,

clubes de leitura.

os

A inscrição deve ser lev;jd.:. a sérios o leitor

deve assinar um formulário,

dando o endereço e citando a ewcola e

classe q.ue freq.uenta. O ato de assinar dá maior importância a autoridade ao ingresso no clube.
As

bibliotecas escolares encontram muito maior facilidade em

fazer funcionar um clube de leitura q.ue,
deslocar para as c],asses,

em muitos casos,

pode se

ampliando a influência da biblioteca

e

contribuindo p.-j?a uma perfeita articulação das atividcAes escolares .
Organizado um clube,
ção.

q.uase sempre ê escolhida uma denomina-

Adele iYanklin e Agnes Benedict,

children",

citi^jn nomes interessantes,

"As abelhinhas trabalhadoras",
de cidades",

em

'^lay cent^rs for so^o'^l

adotados era clubes infantis:

"Os pioneiros",

"Os construtores -

"Os fantasmas", nomes geralmente associados com os -

interesses dominc^tes e projetos de rerJizaç::fes dos sócios. Nossas crianças,

certamente influenciadas pelos adultos,

escolhem e»

q.uase sempre patronos para os seus clubes. Numa revisto de nomesde clubes de leitura de esoolp.s pemambucí^nas,
ras exòeçCíes,
ro".

algumas denominações como

anotcjnos,

"O ideal",

como ra-

ou "Meu tesou-

Quase sempre os clubes eram designados com o nome de uma fi-

gura literária: Rui Barbosa, Humberto de '^ampos,
ou um vulto histdrico: D. Pedro II,

Tiradentes.

OleS^ário Mariarr"
Äs vezes os inte-

resses vSo além das fronteiras e apsirece um vulto universal:
briela Mistral,

por exemplo,

Ga-

SSo freqüentes os nomes de sfintos,

-

as personalidades políticas ou de projeçSo local, -aparecem mesmo,
embora isso oficialmente nSo seja permitido pelos regulamentos
pessoas vivas como patronos de clubes de.leiturai
figuras dos q.uadros

,

professores

ou

administrativos.

■S um bom sinal nota,r 2^e nomes q.ue pertencem ao patrimônio
da literatura infantil,

como Monteiro Lobato,

Vicente Êkiim^arítes

,

tSm sido escolhidos como patronos, recentemente.
Ainda lançando uma vista aos arquivos dos dados estatísti COS dos clubes de leitura,
escolas de Pernambuco,
histéricos,

no ano passado,

verificamos q.u.e,

ne^

houve a preooupaçSo de comemorar: fatos

festas populares:

SSo JoSo,

Santo Antonio,

^So Pedro

�e datas de sentido oívioo ou socicls Dia Panainorioano,
MSes,

Dia

das -

Dia do Iratalíio.

Notamos mesmo marcada influência de interêsses locaisí
lhos infantis sôbre a sêca,

em zona.sertaneja,

traba-

estudo do milho,na

época tradicional do seu cultivo. Há necessidade de conservar essa articulação com os interêsses gerais da comunidade.

Nos distri

tos rurais as atividades agríccHas devem se refletir na vida da -

i

Mhlioteca infantil. O plantio e a colheita de produtos da regiSo
devem motivar exposições de livros e periódicos sôhre o,assunto

,

dando destaçLue a artigos e capítulos q.ue venham a fornecer informações dteis aos peq.uenos

agricultores.

Seria um erro o isolamento da biblioteca no reino da fantasia
e da criação Xlterária. -^a tem ciue servir aos interêsses p?edomi
nantes na regiSc.

3 os

clubes infantis que funcionarem na biblio-

teca devem centralizar suas reali.zaçOes em tôrno dêsses interês ses nat'uraiSf
Uma observaçêüo ligeira dos estatutos e regim-^ntos dos olnb^o.,
de leitura mostra ç^ue essas

assooiaçCes funcionam habi" ^'-'^^ilmente à

maneira tradicional,

oom diretorias escolhidas por um determinado

período,

atas,

redaçSo de

etc, Há vantagens e perigos nessa imi-

tação do formalismo dos adijltos^
&amp; criança é sempre agradável rec.eber a con.;^ i ò.eraçao e o trata
mento dispensado a am adulto.

Abrindo e iíeohanõ.o uma sessão,

do a palavra a q.uem a pr.-de, lendo uma ata, . aprovar"'!c-a,
criança se considerai

adultos,

neoas.

que,

"^uer me'parecer,

ve-se dar preferências

pode

entretanto,

alguma coisa sua.,

nos

brinq.uedos de bo

para que ela sinta que o
algo sário em sua vida de

as atividades mais espontâneas,

mui^tipli -

oando as possibilidades de uma expansaö de opiniCes que,
sempre, na criança,

quase

está associada a uma conversa entre iguais,

sem nenhum portocolo ou convenções.
nSo é fácil de conseguir,
feita,

a -

■..•o reino do faZ'-d.e-oontao Imita essas forma

lidades como imita as conversas dos

seu clube ê, de fato,

dan-

com mais vantagem,

-

Ssse desembaraço dos so'cios -

interferência do ad-ulto, mínima,

será

através dos líderes infantis.

Ssses líderes as?:^un:ir£0,
de direçSo. ■^■'preciso,

■

oom muita naturalidade,

ccntudo,

vigilância,

os cargos

para que ôles nSo

se

transformem em ditadores. Há sempre vantagem em renovar freqüente
mente a diretoria,

a fim de que muitos passem por essa experiôn -

cia, de grande valor educativo.
Se é dif/cil promover debates e discussões, mais difícil ain
da é conseguir que,

escrevendo,

a criança faça trabalho criador e

nSo se limite a alinhar sentenças mais ou menos repetidas,

que na

da siá^ificam como beleza de expressSo ou originalidade de idéia.
Um dos líderes de clubes infantis citados pelas autoras de /"Flay

Digitalizado
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�oenters for school ohildren" salienta q.ue,
lutâncla natural jelos

trabalhos ditos

tendo a criança uma re

"escolares",

é preciso mui

to taoto para obter Ssses primeiros passos na criaçSo literária,
-rt- p^avra como expressão de "beleza representa, na realidade,
estágio avançado.

Muito podemos esperar,

um

entretanto, da narração

de histórias e da leitura comentada de trechos apropriados.
Uma das educadoras cariocas

atualmente trabalhando no Setor

de Bibliotecas e Auditdrios está fazendo experiências interessantes com a poosia,

tendo conseguido coisas admiráveis,

entre as

-

cri anç as.

Clubes de arte -,SSo relativamente recentes

as experiências

pedagógicas q.ue aproveitam a arte como meio de expressSo infantil.
As

"escolinhas de arte" têm mostrado o valor das atividades e té-

cnicas artísticas como recurso educativo.
recorte,

a modelagem em argila,

A pintura,

o desenho,

o

a escultura em madeira e em sabSo,

representam campos ainda pouco explorados, nas

bibliotecas infan-

tis. 2 verdade q.ue exigem um recanto adaptado a êsses trabalhos

.

Algumas dessas atividades podem ser realizadas ao ar livre, nos arredores da biblioteca. Podem também ser feitas excursões,

oCiü

essa finalidade.
NSo sSo semente as

artes plásticas q.ue podem ser aproveita-

das, nos clubes infantis.

miísica,

a dança,

representam atrati -

vos. Uma coleçSo de discos pode ser um incentivo para um grupo
g.ue pretenda aprofundar os seus conheoiínentos musicais. Há tendôn
cias

artísticas ignoradas,

em muitas crianças,

sibilidade de expansão. Uma bandinha ritg^ica

q.ue nunca têm posé difícil de or-

ganizar e constitui um dtimo elemento de recreaçSo e. de orienta çâo musical para os peq.ueninDs. Muitas crianças dançam com a mesma naturalidade com que andam.
pontâneos e belos,

Sentem a milsica em movimentos

chegando a criar coisas admiráveis. A dança se

presta a movimentos de conjunto. As cricjiças podem imitar,
tos harmoniosos,

ös-

os rios,

árvores agitadas pela brisa,

das do mar. Podem criar coisas mais elaborad,as,

em ges.
as

on-

representando,

pe

Ia dança, historiet&amp;s, lendas e fatos da vida cotidiana.

Clubes dramáticos- '-TíSda criança gosta de dramatizar.
seus brinquedos diários representam cenas domésticas,
escolares,

ativldades-

imitando gestos e palavras de adultos. -Depois de

"hora do conto" ou da leitura expressiva de uma história,
passar á sua interpretação,
midez e constrangimento,
reto:,

%

uma

é fácil

pelos próprios ouvintes, ^^uando há ti

aconselha-se um dos tipos de tea,tro indi

o teatro de másc--.ras,

os fantoches e marionetes, -^máscara

opera mexavilhas. Usando o seu cabeçSo de raposa, a criança imita
ôsse .animal e, muito n..:-tur,?J.ment8 vai adaptando os seus gestos e a

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'

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sua voz ao modo çlug, no seu julgamento,

é apropriado a uma raposa.

NSo sSo necessárias máscaras perfeitas.

Confeccionadas pelas pró-

prias crianças,

cLe cartolina ou de sacos de papel,

preenchem a

-

sua finalidade, desfazendo initiçOss. Os fantoches e as marionetes
sSo também um campo muito rico. Uma coleçSo de tonecos,

algumas -

figuras de limais e as crianças reproduzem livremente contos célebres e inventam seus próprios entrechos.

litierdt?-de de expres-

sSo é um ideal a atingir, Em lugar de decorar um papel,

a criança,

"vive" Chapeuzinho Vermelho ou Branca de Neve e fala de aoôrdo

-

com a idéia íntima q.ue faz desse personágem. Muita criança tímida
desço ore recursos inesperados,
nejando os seus

oculta atrás do pequeno teatro, ma

tx)necos.

Todos os outros tipos de teatro infantil,
sombras,
mas,

o teatro de varas,

para indmeras crianças,

como o testro

de

sSo ointeressantes e aproveitáveis,

-

o qtue apresenta maiores atrativos

é

o teatro vivo, O clube dramático pode,
pies, muitas vôzes improvisadas,

das dramatizações mais sim

elevar-se a encenaçÇío de peças

.

% alguns casos talvez seja necessária a orientaç?ío de um técnico,
^gumas liçOes de pantomima, de mímica,
poder^io ser conseguidas,

algumas

aulas de dicçSo -

com a colaboraçSo dos dirigentes locais

de conjuntos cênicos.
Mas os clubes dramáticos nSo se limitam a promover a encenação de peças. A criança é chamada a pai^ticipar,
tos,

redigindo diálogos,

do costumes.

fazendo cenários, desenhando e costuran-

'■'•''Ödas essas fases do trabalho proporcionam oportuni-

dades de enriq.uecimento intelectual e artístico,
q.ue&gt;

criando argumen -

ao mesmo tempo -

bem aproveitadas como trabalhos cLe eq.uipe, contribuem para o

fortalecimento do espírito de solidariedade,

facilitando a perfei

ta integraçSo no grupo.

Clubes de iniciasJo científica - Muitas crianças manifestam,
desde cedo,

capacidade de observaçSo invulgar. Interessejn-se pe-

las plantas e pelos
sas.

animais,

colecionam minérios de origens diver

A organização de herbários,

criaçSo de peq.uenos animais,

o cultivo de plantas de salSo,

a

podem ser objetivos de clubes. A ob-

servaçtío da natureza será feita,

porém,

com mcãor aproveitamento,

em excursões. Os membros do clube, mesmo q.uando desenvolvam suas
atividades em locais afastados, devem ter na biblioteca o seu oen
tinho,

ponde possam conservar os seus registros,

vros de referência,

consultar os li-

colecionar material informa.tivo recolhido em-

jomais e periódicos e se reunir para resolver problemas e discutir assuntos em q_u6 estejam interessados.
Coleções de sêlos e de moedas frequentemente levara a es tudo,s
interessantes de geografia e história e,

consec^uentemente,

a pes-

(luisas nas coleções da biblioteca.

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I Sc a H
st e m
&lt;/

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lí

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�As meninas muitas vôzes demonstram.interôsse por assuntos ex
olusivamente femininos» de eoonomia doméstica ou de puericultura,
•^té mesmo os problemas da aparência pessoal,

oomo a maciuilagem

a escolha do vestuário apropriado, devam ser enoared.os,
possibilidades educativas, pela seoçSo

en.

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em suas -

juvenil da biblioteca,pois

representam preocupações dominantes na adolescência.

V.

e

�- 9 Conclusõesí
Em conslusSo,
a)

propomos:

qxxe em tôda Mblioteoa infantil seja dada importância especial
ao ajustamento social dos peq.uenos leitores,

aproveitando-se -

tôdas as oportunidades ciue surgirem para a formaçSo de clubes
infantis;
Id)

cLue sejam usados todos os recursos favoráveis a aproximação

-

das crianças,

aproveitando-se a atraçSo representada pela "ho-

ra do conto",

pelas projeções cinematográficas e pelas ativida

des teatrais;
c)

q.ue sejam organizados
oas infantis,

"clubes de leitura" em tôdas as

q.uer sejam bibliotecsis escolares,

mentos de bibliotecas pdblicas.

biblioté

q^uer departa —

�)
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                    <text>II

i

Congresso

6fasileiro

BIBLIOlKOflOMifí

liOClIMRNTACÄO

Por
^
Í

Germana Moreira

r»
i
è Informa sobre a Dfvislo
i-i*
írifan(;o »luvenTl ^
tducaoáo dar Biblioteca
Pública do Paraná

51.3(81)

SALVADOR

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��SEGUNDO COKGRIíSSO BRASILEIRO LI. BIBLIOTECONOMIA E DOCUMEííTAÇlO

Infoime sobre a Divisão Infanto Juvenil e Educação da
Biblioteca Publica do Paraná
por
Germana Moreira

Salvador
IQ59

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lí

�i^pcniis sCaPv" A Divisiíc

JUVK^ÜL K :*wüChÇ?[o DA

nwLiortícA PifcLic/ no -miaií
A'^R'-lSn^'i-ACO .'GR OTIAUI ?
t

- Chofo da Divisão.

i

PeL? lei n® 255C dc

ds fevereiro de 1955 foi criadr

a

jüIDLIÜTIíCú i'lÍDLICA Eí. í'./tAUn, con» sede cr Curitiba, diretamente subordinada SC üovemo òo iistado, tendo como bssc inicial de seu acervo bibliográfico,

a

Coleç~o dc liirros ca antiga oldLIOniCi DK CLillTIdA que reverteu ao Governo

-

iSstndual «oela lei í-lunicipal n®

^7U de 6 de mnio de 1952.

Revertido o natrinôhio da }3IijLIüriíC' Ci£ CLillTI^ú pnrc

o

Governo Estadu:'íl, sa^^uiu-so s organização da Bibliotecn segundo o ;olnnejs.ir.cnto da Bibliotec^rirj Lidia de &lt;,ueiroz Srnbaquy e a colaboração dc:s t^cnic^s

•

Etelvina Lina e Francisco "òuarque dc AlnoidE» solicitr.dcis pelo Govcmo istndji
al rrcr:' orientaixim os serviços Í13 funcionárias da Üibliotéc?, naquela ocasico
alunf:s co nriRolro Curso de OiblioteconomiD da Faculdsdo de ^ilosofin dr&gt; Univarsidnde do ixrcns'.
InGU{cur"da svtfrs novns irjstaL^.çÕos dun-ntc os festejos

do

Ccntcnífrio dn íimancitsfliçSfo i'olitica do -ist-tído do Tsr^ns e seu "iceirvo pre^nrrído
nos Tftoldcs dc. reodems Uibliotecononia, ti^.nsfonriou—se c Tíibliotec" i ublicc"! de
utn simples fjcposito de livros en centro bibliogrnficfí, centro de infoirmnçso e
de docuiricntaçSo, poscibilit/^ndo o estudo s todas cs crmsdas sociais, servindo
cor&lt;.o ocrfeitfi univcrsidcdc dc povo,
Parf-

atender suas finalidr.des rchn-se estruturnda em:

Dirctorir Gerei, Divisr?o de aquisiçJTo c ."'rojarcçao. Divisão Infrnto Juvenil e
IducnçSo e DivisJfo de LxtensSo,
A DI/l5jiO Ii.tAATC JUVaI^xL K JDÜC/iÇhO sob nossa responss—
ocup'"! a aLii laterr 1 esquerda do edififcio, x~:\)cura com sua coleçjfo ~
bibliográfica o outras atividades educativas, despertar o interesse v;elos diversos ramos do conhecimento hutfeno. Divide-se a Divisno em %cçno Infantil ,
iJecção Juvenil e Secção dc ...òucaçno»
SftCcSo Infnntil com r&gt;mplr. sala de leitur-", moveis apro
priados e confortr.veis, forr;a ambiente ncolhedor nos seus pctiuenos leitores ,
ser.do-lhes f^cult^-»da

5

a leitura na nrór-ria salr&gt;.

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twTíOs Instrutivcs c rccrcntivos, hoiri do conto c cutr^s ^tividodcs.
Sou nccrvo ionuiáo de livros instrutix'os c rccrcí^tivos ;?.»
eha-S9 dÍ8"Ostí&gt; cin estr.ntüs dc livre acesso se:?nr«das er. obras

c"c rcferôn *

cln, livros cl^sslficcdos por f:sí,unto, literf:turí:a er. lincvia estranj^oir: e llvz^s recreativos»
1'^ntrc 26 diversas atividades cn iíecçJo Infsntil destrcar.os o "Curse de In:.ci".ç?o üusicr.l o Hrnc-inhr iiitnics" destin*?do r crinnç."s dc £ n Ç KnoSf ceri n finalidade rtc inusic^liar.r ? crisnçn ')or nrocessos inr&gt;de£
nos, sc'atfldos i iTientalidadc infcntil«
55uc íursçno é dc dois ''mos e r. Bnndinha jr sc tnr.. ?-rcsOT
tado ao .-;\Sblico curitibano nor diverses vezes.
ü "Teatro ?cn!vr.ncnte r;i Gri£.nçs" ciúado nest&lt;" L'ivis5'o cem
=; coL-iborr-çÃo do Teatro do

.studrnte :íO I'srma roalis-'i, todos os dorr,ini-os es-

'^ets'ttulos, nr/rcsantario pcç;as de conhcciclos autores brasileiros#
Colaborn o T.'.'«C, com outras instituições cn festivais

•

eacolnres c bonoficientes oercorroiido trmbem os bnirros e cidades do interi or.
Alem rtestc-E ntividadcs cromovemos concursos, scsstSas ci»
noir!ttcj.:rnficõs, visit's n instituições ctc*
iinqu;into na Secção Infrntil D. crianyc orocun. entreter •
se cçir. oy livres tíc Tndas e de "vcntums, usr.nde rru.'.is a Biblioteca como rc crcaç?Ot a HqcçSo Juvenil fíroporciona ;ío joverr. freqüentador mcíoe r-sra
ar seus estudos = cesqidaae íxuxilinndo»os er rcus trríbrlhos escol^-res otrfves
de obri's c-iteporizadis oarr r. sur irclhor torcrZ-iç^o cvlturnl»
Como atividades da Secç?o Juvenil drístr.crr.oc r riri/'nias«»
çs.o do 1° Yorncio Juvc-^nil de

ndrâs

quando inscrever-r.rK^sc tvio t's 60 concur»

rcntr;s con idr.ce vErirndo de 11 r. IB rnon» C^::t x'e f*'"''"•''t; 5;."ito pnrqu'.nto, en»
tro jovens ioi o '"rimeiro realizrido no Bl^ísil» Cogitarios, 'lindr este

ot—

{jrniz.?.r um torneio irter-est&amp;dunl deste jOgo»
Ç Clu^p ^terario J;&lt;»rio Vellozo» fundrdo er 1S&gt;5^ entre
os leitores d': Sccçao Juvenil corr. o. rirxilidacf; orincirr.l e a; rir..oririr.Bnto

-

in»

telectual dos jovens firo;..oreioriG rcuniScs scr.-'innis once fíc desenvolve o gosto

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^ ... ur.™,.

�Odos artes, ciôncl^s c literatura. Fronovc dcb?.tc, confercncin3 e seminários.
Seus trabnlhos sSo publicados servi na linentc tim un cos melhores Jom«is dr. nessa cr.rãtíil " C 'ístndo co j nr^ne".
-'ilg-talis ver» inccntivr nclo cölBCionrdores por meio

de

T'cmiutao de selo e a orgr;niz?.ç~o de coleçSes oarr? a ôibliotéca Publica.
'/isando scmpro au::ilior o rdolesccntc na solução de seus
pjro^lemas

SecçSTo Juvenil rlí^neja or^írnis-r um ficborio infometivo sobre

-

estabelecimentos dc,ensino do país (colc[áos, universidades, cursos técnicos»
profissionais comerciais, escolas wilitereiBi iwTâi e aeronsutics) no qual poderio obter informações quanto às condiçSfs áe admissão, época dos cursos,

-

duraçlo do programa.
A Secç^o do Educagto desiinadii aos pais, professores
futuros professores conta com obras sôhre filosofia&gt; psicologia^ pedagogia;

e
-

didatica e demais assuntos relativos a EducaçSo tendo como objetivo principali
o melhor conhecimento da criança e do adolescente»
Sendo a educaçSo visual parte impottante no ensino moder
no, t-aseados no livro "The Picture file in Libraries" organizamos o "Fichário
de Recortes e Gravuras", aproveitando material de livros refugados, revistas,
jomâis, catálogos, etc., preparando-os para empréstimo.
De muita utilidade nos tem sido circulando o seu materi
al tinto pari

criança como para o adulto, para diversos fins, ums vez que o

ficharic inclui assuntos os mais vrriados.
A Divisão Infante Juvenil e Educação conta atualmente
com

um acervo de 9780 volumes distribuídos em:
Secçãío Infantil 1^36 obras e 3^70 volumes
Secção Juvenil 238O obras e ^560 volumes
SecçSo de Educação 840 obras e 1$50 volumes
O numero de inscritos, empréstimos e freqüência nuste

primeiro semestre acusou o seguinte;
Registro de leitor Infanto-Juvenil:1932 leitores
Freqüência Infantil: 11427 leitores
Freqüência Juvenil: I5683

"

Empréstimo das três secçSes 14661 livros

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^ ... ur.™,.

�Consultas das três secçoes: I2067 obras consultadas
Número de funcionários: 2 Bibliotecariosj 3 funcionários auxiliares
e 1 porteiro.
Ao terminarmos este informe queremos externar a gratidlo às Bibliotecairias Lidia do '^leiroz Sambaquy, Etelvina Lima, Lenira Fracarolli o Francis
ca Buarque de Almeida que nos auxiliaram e estimularam quando na organizaçSo dos nossos serviços, os funcionários que colaboram na Divisão e atualmente,

o

professor Ubaldo Fuppi diretor da Biblioteca Publica do Paraná, que, acatando
as nossas iniciativas, nos anima a continuar o nosso trabalho para atender
mais alto objetivo da Biblioteca que é

en,

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��sí:gundo congresso brasiliüirü de biblioteconomia E DOGUíENTaÇÃO

Sugestões para
acréscimos e modificadoes necessários ao Godigo do Vaticano a
fim de

o adaptar as exigenci-as

das bibliotecas brasileiras

por
Maria imtonietta Hecuião Piedade

Salvador
1959

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st e m 0^

NN|III
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�TFP^TA I

H

CONCglESSO

m

BIBLIOTECONOMIA

sob o Patrocínio da Universidasde da Bahia
JULHO

S^vador

-

de

1959

BAfilA

SUGíSTÔES

Pi\RA

ACRÉSCIMOS E MODIFICAÇgES NEGESSiÍRICS AO CÓPIGO DO VATICANO A

FIM DE O ADAPTAR AS EXIGÊNCIAS DAS BIBLIOTECAS BRASILECRAS

por

M^miA AWrONIETTA RÍSUlffO PIEDADE
Professora Cat&amp;drática de Catalogação e Classificação
da Escola de Biblioteaonomia e Documentaçã

do

Instituto Sstita Ursula
Bibliotefíária da câmara dos ^Deputados

RIO

\^. It

DE J;\NEIRO

19 5 9

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is

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�SINÓPSE

Apresenta acréscimo e modificações ao código do Vaticaio,
✓
•

em

uso nas bitíLiotecas brasileiras.
Sugere;
que seja redigida regra determinand) que a entrada dos nomes 3^
gleaes -e americanos com artigos ou preposições seja por esta parte

dos

nomea;
que os apostos Junior, Filho, Neto, Sobrinho, etc, sejam considerados parte integrante do nome, recebendo o mesmo tratamento dos sobrenomes conpostos;
que os nomes dos autores originários de países que nao usiaai
08 alfabetos latino e gótico não sejam translitorados e aejati usadas

as

formas dos nomes pelas quais são conhecidos no Ermil;
que seja redigida regra determinaado a entrada de presideti tes_ - sobre nome,, nome, título, nome do país;
que na entrada das consortes reais o nome do soberano venha
na língua original;
que seja esclarecida a entrada dos soberanos que perderam ou abdicaram do trono, bem como daqueles que governaram mais de um
psiís independente;
que a entrada dos nobres cujos sobrenomes e títulos sab iguais seja feita pelo título, segviido no nome;
que se restabeleça a regra original do Vaticano, edição italiana, referente a imperadores romanos;
que seja criada uma regra para catalogação de Famílias, como o exeirplo seguinte; Melo Franco (familia);
que os nomes das cidades sejam escritos em português, sem
pre que haja forma consagrada;
que

os Estados Unidos daAmerican do Norte sejaim escritos

aenpre Estados Unidos^
que cidades e estados com o mesmo nome sejam especificados,
entre parenteses, porem qie cidade, locáL de uma instituição ou sociedade, nao venha acompanhada de qualificativo;

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�V,
SUGESTÕES
vmA
ACRfeciMJS E M3DIFICÁÇgES NECESSÍrICS AO CÓDIGO ÍX) VATICANO A FDt
lE 'b AD.'VPTAfi AS EXldéNCIAS D/t5 BIBLIOTECAS BRASIIEIRAS

A parte dos códigos do catalogação que .»está morocendoj internaciotiali*
racnto, »fco-oroa críticas e sugestões ó, sem diWlda, o capítulo das entidades coleti**
vas

instituições e sociedade s - a-, que os america©s intitulam ''corporatioix Com-

. plex" •
Em 1935 Hanson salienta a necessidade do ser refacaminada esta parte do
código; ela 1947 Andrew Oaborn considera as entidades o problema mais iirportaitc qvie
enfircntaBi as bibliotecas ascricanasj em 1950 Mortimer Taube e, poucos anos d,epois y
Se^Tttour Lubotaky, preocvqpanwse com o assunto^
Contituoiu nesrao, as entidades c olotd,vas, o maior obstáculo à ttnifJLca«
ção lAtomacional das regras de catalogaçã), pois não são consideradas autoras
«•
suas publicaçoos pelos

de

códigos dos tipos romnnoe germsnlôo.

Entre oa bibliotecários brasileiros, ó a entrada dos mtores naciona«
is o potvto de divergâicB, cfjrregado de forte carga emocional.
Os dois

problcsmas, ó nossa opinião, podem receber sugestões, porém -

ainda nao serão satisfatoriamente solucionados por muito tempo,
No presente trabalho não procuramos modificar estes pontos, acoitand£
-os como eatíxo formulados,As sugestões que cpresentamos representam, na maioria dos
casos, tradições orais na catalogaça)brasileira, que vem sendo transmitidas pelos chefes líderes da profissão:,
Acreditamos que será muito útil a discurssão e a opinião do prosaite
Congresso sobre o assunto,
Sxaninoromos o código por partos.

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�m Z ^
NOM^

PCS AUTCRES

^IGOS S PREPOSIçgES COMO PREFIXOS
Apesar de nao ser discutxvel o fato dos nomes dos antoros
^
4M
filescä» m anrsricafljs, que trazem proposição

in«

ou antigo, serem catalogados por esta

-

parto do nome nenhuma regra do código do Vaticano assim o determina. Sugerimos a in
clusão do seguinte pjcrágrafo à regra Vat. 42.

42 f) Nos sobrenomes ingleses e americanos. Os artigos e as

-

preposições são considerados como ''parto integraites do sobrenome e pt-ecedem a palavra de ordom,
Dos Passos,- John

é

Nota-so, no desenvolver das regras Vat, 42 e 44, a tendência para antepor todas as preposições e artigos em nomes originários de línguas diferen
tes (estrangeiras) daqiela da nacionalidade (original ou adquirida) no autor. Assim,
interpretando o espírito da regra, poderiamos redigí-la:
44, MTDANÇA DE NACIONALIDADE, Oí? autores, natos ou naturalizai

^

dos, com? nomes do origem erbrangoira com preposições ou ar
tigos, devem sor cat?JIogadon por esta parte do nome,
Dcl Pii'^chia, PaxiT-O Mcnotti
Van Loon, Hendrik Willem
Creio que seria'solução muito mais satisfatória do que subordi

namos a entrada dustes autores às regras rodigidtis tendo em vista formações onomas
ticas coupletamente diferentes.

APfeTOS
Sugerimos a inclunão. na regra Vr,t. 40, de soluf^^X) para os apostos, tais como Junior, Sobrinho, Filho, etc,, que, orâtidos pelo ^.odigo, trazem
iuvidíis aoa bibliotecários braci^r "ros c ocr-cionan ^^uatro diferentoE. .r-odor de oa"*;.?."
li^ga-los, concorrendo para a falta d* '.irA-fornidado da c-italogação, comc doniDns''"rara
os Qxcirplos abaú&amp;o:
1) B?"^bosa Lim^.j, Aloxr.iro, 18D7-«
2) Barbosa Lima, AleXc Tidro, sobrriho, 18973) BarbosáLima Sobrinho, Aleocaidro, 18974) Barbosa Lima_, Alese? idre (sobrinho) 1897A regra ALA 44 (nota) determina que aeja escolhida para entrada

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�^ 3 &amp; priaelirit forna

quauido necQSsárlo &amp; dlsttàgão entre 4oÍa ai&gt;U)x««^

na falta de date.«, * adoçao da Zk forma. Abre, ainda, exceção parn os 8w.torQS portugue«««^

«gviion a

forma. Rssvilta ea giradas como:

Dunas, Alexandre, 1824-1895
para Alexandra Dunas Fils
Araripo Junior, Tristão do Alencar
Exaninando os resultados acina, verificamos que a prática accn
selkaia pelo ALA taabém não s&amp;tisfaz, pois Dumas iTils e Araripe Junior são, certa0
monte, tío conhecidos por esta forma ujn como o outro.
Preferimos a prática de considerar Filho, Sobrinho, Jvnior,

-

etc.^ em todas as línguas, Soraprc que apareça» nas fôlhas-do-rosto o, lndlso«tív«»l
nsnto, íauçsn parte integrante do notas, como paH&gt;e do-Sobrãpo«^, Ani» teriamost
Dumas Fils, Alexaidre
Prado Junior, Antonio
SstA e aliás, a pr&amp;tiea daBlbli.oi«ca Nacional
A professora Maria L\iisa Monteiro da Ctlnha, no seu trabalho
Nontas Bras0eiro8 ■» uw problema na cataXogacão,^ «mgoro oatalocacr

-

• &gt;oaifía|ilo o««-

guintõ
Karques, Henrique (Junior)
Esta solução, acreditamos, q a pemlldta pois assim tiabom cata
loga a Biblioteca Municipal de São Paulo.
Opinariaitios pela inclusão da seguinte regrar
40 g) Os autores que tem palavras tais como JÚni«r, FlUio, So«»
btinho, etc., e equivalentes nas línguas estr»gelras, como

•

parto integrante do 9obreiK&gt;mc fievem ter seus ntn&amp;s considera »
dps como s obrenoMQS compostos o devem ser catalogadas p»la prj/:
meira parto do sobrenome seguidad

do aposto.

Morais Neto, Prudente de
TRAIBLIgglACgO
È inpos«ível, por enquanto, p9n«sr«s« e» traaelitcaraçar
4

xvur

bitlicAoeas brasileiras, pois nunca tewos o nono no alfabeto original. Assim sendo 0
sugsriao# quo a regra Vat. 4f passe a tor a seguinte redaç^t
45| VARIAÇÕES DE TRANSLITEEAÇÂO. Os autores originários de^ paxses^que ei&gt;p:egam outros alfabetos Que não os lati^ e gótico 9erao ca'^alogados pela forma do nome pela qual são conhecidos ^tre nos, ou, na falta desta, por ^quela encontrada na f£
lhiude'»rosto,em caracteres latinos ou goticos, da obra a catalogar«

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�- 4 -

a) O non© dos autores encontrados -om fSlha8«&lt;de-ro8to ora caracteres não latinos ou góticos, pzira os quais ainda nao haja forma ocidental, aegnndo o disposto acima, sorao taranslitora#'.
dos orapregando-SG uma tabola do transliteraçao intornacional
oUj na falta desta, ujna tabela nacional, ou, so osta tairtoeni taltar, uma,tabela do uma das linguas latinas, prcfcrivelmente espanhol.

PRESIDENTES
Indiscutivelmente, nesta parte do Codigo do Vaticano, fdl ta

••

uma regra para os presidentes das repúblicos, que &lt;3Ç)M*gcoib, representados por Hasíxr
yk, na rogra Vat. 72.
Sugerimos a adoção da regra ALA 55B, em uso nae bibliotocas

-•
}

bra? ilelras, que poderia passar a «cr novo paragrafo da regra Vat. 67, assimi

67» SOBSRiJíOS E PRESIDENTES, d) 0« presidentes dovom Er catalogados pelos seus nomes, segundo as reg»as o^tabelocldas, »oguidps do titulo do cargo que ocupam os ocuparam o do nDW3

do

país,
Dutra, Eurico Oaopar, prosidcgite do Byaajl», ^065^

Nesta entrada dovem sor catalogada® fts obras possoai# dos

go-

vernantes, inclusive discursos, Para os documentos oficiais do rQ»poo»cibilidado direta do chefe do governo vide sugestões mais adianto,
Lubetzky salicaita a incongruência do esçrogo dos títulos
cábeçalhos dos presidentes ,
*

nos

porém ó fato aceito sem discussão pelos bibliotocajrl»

08,
Lenbramos que, na prática, consedxiranDS presidentes somonrte aquolcs quo cxorceram o governo em caráter permanente, excluindo os que o ocuparam provisòsiameryo. Assim fariaroos
Café Filho, pros identc do Brasil
porem
Goulart, João
Luiz, Carlos
Tartoám não entramos em debates políticos aceitando os títulos ■
que os dirigentes usaram quando no poder, Assjbn
Ramos, Ner^u, presidoito do Brasil

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�« ö

fOtSCRTiS m SOBERi^JJOS
Sugerimos que a regra Vat, 67b soja completada ospeoificando

-

«pia^ o nomo do consorte cjorá, também, escrito no vernáculo, ppis, crcio, esta ó

a

prática do Sebtvíço de Intorcanibio de Catalogação (SIC) e da Biblioteca Nacional, ado ser uma solução contrária ao doterminad) na.regra ALA 55, que manda escreTer o nome do consorte na língua do catalog^or. Assim
67 b) Os consortes dos soberanos devem ser catalogados pelos

-

respectivos pronômes, na forma vernácula, seguidos da palavra "rainha-', "inperatriz"
"principe", etc., conforme o caso, acrescido da,palavra "consor
te" o do nomo (no vernáculo) e título do esposo,
Marie Antoinette, rainha consorte de Lotis 3{yi, rei

de

França Albert, principe consorte do Victoriaj rainha da
Gr^ Bretanha
Ainda na regra Vat, 67, item o, prefoririamos a oitrada dos so
boranos do países quo nao empregam o alfabeto Dáiino pela forma portuguesa do seu no
me,

evitando a translitoração que traz uma série de dificiíLdados, algumas intrans-

poniveis, tal como se;}a a falta da forma original, no alfabeto original. Assim

te-

riamos;
67 c) Os noiiKs dos sober.inos do países que não usara caracte *•
res latinos devem ser catalogados pela forma correspondente portuguesa. Faz-se remissiva da forma translitorada, quando possivel, . e das formas estrangeiras, encontradas nos livros a
catalogar.
Catarina II, czarina da Rússia
Romr'.oe,: Ekaterina II, czarina da Rússia
A prática c£:tábolecida pelo último parágrafo está du acordo
com a recomendação da regra ALA 55 (nota),

-

Verificamos que os soberanos que abdicaram do trono constituam problema para os catrJl-'.-gacioror novr.tos. Alguns tem sua entraida indiscutível, coe:o, por exemplo.
Pedro I, imperador do Brasil
outros, porem, trajsem duvidas como, por oxonplo, a entrada do Duque de Windsor
Windsor, Edwai'd, duke of
ou, como o encontrado no catalogo da Library of Congross,
Edward VIII, rei da Grã Bretanha
Como acreditamos que o espírito do codigo iíidica a escolha da

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�^ 6 Á*
ultiwx forma augerijnos a inclusão do parágrafo abaixo^;
67 d) Scgum, tarablm, aa regras acima os nomes dos sobtáfanos.que, por qualquer razao, tonham pordido ou abdicado ao trono,
Leopold III, rei da Bolgicaj 1901Edward VIII, rei da Grã Bretanha, 1894Pedro II, in^rador do Brasil

Preferir Íamos, no entretanto, uma regra nos termos abaixo:
67 d) Os soberanos que áidicaram ou perderam o trono serão catalogados pela entradade soberanos,, SDgund) a regra Vat, 76, ou polo título, segundo a regr» Vat, 68, confbrmc a fornia pela
qual são coimuncnte conh ecidos,
Pedro II, imperador do Brasil
Windsor, Edward, duke of
Também o problema do soberanos que tiveram sob o sou cotro

-

dois países diferentes, independentes, &lt;x&gt;mo e o caso do nosso Pedro I, que também
foi Pedro IV,

-

roi Portugal e Filipe II, rei da Espanha, que como Felipe I, reinou

sobre Portugal, não foi maxcionado pelo cédigo. Preocupados com a exatidão stigeri mos:
67 e) Os soberanos que tiveram mais de um reino independente
sob o seu cetro devem ser catalogados pelo titulo pelo qual
são comumonte conhecidos, fazendo-se romissiva da outra fcr»a.
Pedro I, imperador do Brasil
Remise.: Pedro IV, rei de Portugal
Felipe II, rei da Es panha
Remise: Filipe I, rei de Portugal
NOBRES
Os nomes dos nobres brasileiros, o algumas vêses dos estrangeiros, suscitam dividas ao bibliotecário, quando o txtulo é igual ao noras de família. Sugerimos a incluse® do parágrafo abaixo, que est', cm 'prática nas nossas bibli
otecas
77 e) Os nobres que tem o sobrenome e o título iguais dewom
ser catalogadas pelo título, seguido do noraa oonçíleto, da
signação nobiliarquica e das datas.
MacDermott, John Glarke Mac-Dermott, baron
Homem do Melo, Francisco Ignacion Marcondes Homem do Melo, bar33
Acreditamos que o número ordinal, indicador da sequencia cro
nologica dos possuidores de um título, tais como o exemplo do Vaticano
Clarendon, Edward Hyde, Ist earl of, 1609-1674
f
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�mé ^
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nao c noceßsaria ao cabeçalho o c indicado aconselhar o ä3U deauas, Assi» p(3n8an^ •
siigorimos soja conçletado o itom a da regra Vat. 71, ou supriirädos todps os q:!CCMpS4&gt;8
do código nos

aqviais o ordinal apareça,
71 a) Os nobres devem ser catalogados pelo último de seus titu
los üôbtli^quicos, segtddos de seus pronomes, sobrenomes o títulos, na língua original, Nao serão incluidos no caboçalho

os

ordinais que indicam sucessão cronológica dos possuidores de um.
título,

IMPERiUPRES ROMANOS
A adição brasileira^ traduzida da edição espanhola, ordena quo
seja acrescentado o título "inporador ramano" para os chefes dos governos do lapório
«
Romano do Oriente, Inpcrio Romano do Ocidente e Sacro Inperio Romano,.A odiçao itali
ana d) Vaticano, bom oonio oALA, faz distinção entre os governantes de diferentes imporioB,
■SugarÍ2»&gt;»

é

rcstabolgclda a rogra do CÓdigo dP Vaticano

«

original •
F/uMÍLIAS
Nenhum dos dois códigos - Vaticano e ALA - loiribrou-so de pro«
*
vor una rogra para entradas de famílias como um todo. Entretanto na regra Vat, lS4b
há dois oxenplos que sorvem para indicar o modo de as catalogar. Propomosi
* *
•
•
72,1, FAMÍLI/iS, Aa famílias, casas, dinastias, etc« devom ser
catalogadas diretamçnto pelos seus nomes acrescontmdo-so, on
tre parênteses, o apelativo corrospondente,
Cavagna^angiuliani (família)
Mediei (casa)

NOMES GEQgL^JIGOS
■

'
ÜIUIDES, ETC.

As bôbliotecas brasileiras escrevem os nomes das cidades
português, evitando aboxra^oe« como

s' Qravonhague para Haia.
0
é

cm

Preferem assijii a r^e

gya 15CB do AIA^ om detrimanto da regra Vat, 100, Propomos a adoção, em substitui •«
ção a regra acima ircferida, do parágrafo abaixoi
é

0

100. NOMES DE CIDADES, POVOADOS, ETC, O» nomes geográficos locais, as cidades, etc, devem aer escritos em português, nos
cabeçalhos, sanpre que ecista forma consagrada na nossa lixigua

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�- 8 Haia
Nova Iorque
Londres
Também, qr,r^o ao nome dos países, que devem vir na língua do

-

catalogador, o código do Vaticano abriu descabida exceção para os Estados Unidos
y
•
'

-

(Vat. 94b).) que não veçn saído observada pelos nossos catalogadores«Sugerimos, simplssiíente, a supressão'do item citado,
Talvés fosse melhor, tendo presente as criticas de Lubotzky,
evitar a repetição de muitas regras, ançliandoa regra 89 e suprimindo as regras Vat,
4
89, 90. 93 (por já estar conpree.ndida na regra 103), 94a-b, 98,99,100, substituindo
-as pela regra abixo;
89. NOMES GBOGRíIfICOS BETEEMINAEOS . Os nomes geográficos devem
ser escritos em português, no cabeçal^o, sewpre que existe for
ma consagrada na nossa língua,, Quando esta forma for incerta
ou arbitrária deve ser preferida a forma vernacula.
África
Inglaterra
Nova Iorque
Oaäes
Danúbio
Michigan

homQniícs
A regra Vat, 103 merece., também, retoques. Sugerimos seja redigida:
4

y

103, HOMÔKIIJD^ lEOaR^lCOS, Os homonimos geográficos deveji ser
^
A
A
A
espedificadps com apostos, entre parenteses, em port\3gue5,
fJ^o Paulo (estado)
são Paulo (arquidiocese)
Como (lago)
Como (cidade)
Cidades, etc, com o mesmo nome, porem em naçoos diferonta»# de
vem ser especificadas acrescontando o nome da naçãs,
Cordoba, Argon tina
-

Cordoba, Mexico
•»
Cidades, etc,, com o mesmo nome numa mesma nação, devem ssr d_i
ferenciadas acrescentando o nome do estado, província, etc.
Peru, Nova Iorque
Peru, Kasas

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�(lag çi(i3de8, etc, q, c)ecl&lt;lid.ainon;t&lt;s, muito mais co«
nhecida do que suas homonimas não é necegsario acreBCgntar

o

-nome do pais para a principal lotalidado»
Paris
(capital da França)
Paris, Texas

'

''

A Biblioteca Nacional adotou uma prática que pemite uma %oa

ordfis^çao das fichaa, estabelecendo três séries de fichas, nos casos de estadâs e
cidade* con o nesmo nome,
Sspoâifica sc2mpre (ostaA?) depois do nome das grand/ea 4iyiffSt&gt;e
doa países e acrescenta (oidade) só nos caboçalhos dSã entidades oficiais municipais,
preferindo o nome, sem qualquer qualificativo, quando aparooe CKmo looàiL do ixiislitu
içoeò. Mel «hor explicarão os exemplos abaixot
são Paulo* Biblioteca municipal.
são Paulo» Universidade,
SSa Paulo (cidade), Gamara municipal,
são Paulo (estado). Secretaria de justiça,-

PUBLIOAÇgES OFICIAIS

MUILNCA Pg »C«ES

/Um problema

que preocupa os cataiogadores ê a mudsça de iMiie -

das nMsas repartições e os desdobramentos dos ministérios. Podemos citar ajpu, como exmplos, a Agência Nacionale o Ministério da Saúde,
•

Os codigos Vaticano e ALA hao relacionam o problema entre as
«

suas regras» Vaticano regra 110 refere-se a "Ministério e Órgãos Extintos."
Naturalmente existem duas possibilidadesi
1®) catalogar todas as publicações de uma repartição pelo seu ultimo noae e fazer remissiva de todos os nomes anteriores
2®) catalogar cada publicação pelo nome que tirha a repartição
• /
0
^
y
a época em que a editou o ligar os vários nomes por meio de referenciauB (ver tara ••
»
bem)
Creio que o modo mais prático é o segundo, que esteiria do acor««
do com o previa to na regra Vat, 110, porém traz inconvenientes, principalmante
é
caaos de publicações periódicas e novas edições.

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�- 10 M
&gt;
O problema merece um estudo especial e nao aoreditaJnos que ja
soja abonscXhayel formular uttia tegra sobre o assunto^

IBQ IE MitSaCUIAS
As bibliotecas brasileUfas vem, irregulérrentej usaido as ini»»
^lAls naiuseulas e minuscvilas no titulo das repartições publicas^ bem como no nome
das sociedadesi instituições, congressos, etc, O Código do Vaticano, através dos

-

exemplos - e da regra 318 - j determina que só a primeira palavra do título seja es
crita em naiusoula.O ALá, na sua ultima edição, estabeleceu o uso de maiusculas pa*
ra todas as palavrasj sempre que o costume o indique;
Nota-se uma tendencia nas bibliotecas brasileiras - inspirada
no Ci.

Art, 49, § 8 do Acordo Ortográfico de 1943 - para preferir as iniciais raaius

cuias e a Oomiss ão
*

Brasileira de Catalogação, já citada, opinou a favor desta so
*

luçao (Resolução n* 36). Assim sendo aconselhariamos a inclusão do parágrafo seguiii
te, na regra 518, do Vaticano
318 a) Em português emprega-se a inicial maiúscula nos nomes de repartições, corporações ou agremiações, edifícios ou estabelecimentos, públicos ou particulares«
Brasil, Ministério das Relações Bxtpriores,
Academia Paraense de Letras, Belém,,
Banco do Brasil
Teatro de São Jose
Tipografia Rolandiana

PRESIDENTES E GOVERNAIDRES
O código do Vaticano esqueceu conçletaflente as publicaÄ
çoes provenientes do chefe do poder executivo dos paxses e estados. Seguindo exata
BEnte eete codigo teríamos que optar por uma das três soluções abaixo:
1) dar por entrada o nome do país, som qualquer subdivi
são
Z) entrar direto no rmome do governante
3) entrar pelo títxilo
Decidiram, no entanto, as bibliotecas brasileiras, aceitar a entrada preconizada pelo Codigo da ALA, número 73, que reza:
Entre coleções de mensagens a parlamentos, proclamações,
ordens executivas e documentos similares ^e autoria
soboranog, presidentes, governadores, etc., incluindo

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iq

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de
-

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�-11 ^
wai8 do uma administração, sob o nome-do país ou outra jurisdição, seguindo dç noras do posto, Faça ficha secxindária para os editores,
Eatados Unidos. President,
Paraná, Governador.
Recife. Prefeito.
Para mensagens independentes, proclamas, ordens, etc. inclua, no cabeçalho, os anos de administração, &amp;, aitra pa
renteaes, o idjtb dogovemanto.
Faça referência çfc» nome do goyernjaite»
Grã Bretanha. Sovereignst etc»» 1702*1714 (Anne)

^

Rewiss.í Anne, rainha da Grã Bretanl^»- 16g5«*l714«**
Uruguai, Presidente. 1897-1903 (Cuestas)
Remiss,: Cuestas, Juan tindolfo, presidente do
Uruguai

Ê,prática não entrarmos em detalhes políticos, especificando ,
por exeiplo Ditador. LindtanwBQ, os bibliotecários,aaceitar o titulo oficial do
governai te durante o período»

•
#

Ha, no Brasil, o caso dos interventores federais da ditadura, O ALA, regra 73D, admite a ontríida
Maraxüião, Brasil (State) Interventoria Federal.
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I I II«I w • • I
I
r
#
/V
porom» na Biblioteca Nacional, resolveiaps , para catalogaçao. Incluir os intorven\

tcres tembem no cabeçalho de govemadoy, a fim do manter a ordem cronológica da
adralnistraçao, faaondo, no entretanto, remissiva do cabeçalho com

-

Interventor, Es

ta mesma política vem aaidoseguida pelo Serviço do Intercanijio de Catalogaçao,

-

íbcon5&gt;loí
Bahia, Governador, 19S4-1957 (Juracy Magalhães) '
ReniLss,: Bahia. Interventor, 1954-1937 (Juracy Magalhães)
£^BAIX.'iDi^S E CONSULi\DOS
Das mais altas yepartições do executivo são as en±)aixada3 e os
consuladcB, O Codigo do VaticaiK) não ofeucce

regra especial para oetas entidades,

porem o ALA, regra 78, estabelece regra, que, acreditam»is,está em uso em nossos bibliotecas, Seg\je-seí
As publicações de enbaixadas, cônsul-ados, etc, são catalogadne
pelo nome do país represenUado, seguido do nomfj da entà^" cie (iribaixada, consulado, legacão, r-tc.

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- ■Ini-so.

no vn-^ acut o

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i'g

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i's

l'g

�-no cabeçalho, para as embaixadas o nome do país em quo funcionam, o para os consulados o nome da cidade em que estão situa dos.

,

,

Grã Bretanha. Embassy^ Brasil.
França. Consulat. Rio de Janeiro.

COMISSâsS DELEGAÇÕES. ETC.
A regra Vat. 109 facilitaria o trabalho do catalogadpr inexpericíntô 8e fosse mate explicita rezando, por exemplo, "comissões, dologaçõos, comitos, grupos ,

otc»,

GOTÉEiMOS ORIEWTAIB
A rogra Vat. III - Governos Oi*ientais - svigerimos quo passa a ter a rodação abaixo: .
III. GOTÔINOS ORIENTAIS E ;&gt;FRICivNOS. As publicações dos gov6£
nos orientais o afiricanos devem aer catalogadas paio nome

do

país, na forua português, cora adenoralnação da repartição na língua ocidental que lhe serve de segunda língua oficial o na
qual são divulgadas as suas pxiblicaçõoa,
PUBLICAÇÕES PARL;itENTARES
Habituados aos manifestos das bancadas parlamentares brasilei
raß sâiAiaos nocessidade de um acréscimo a regra Vat. 112, permitindo entradas tais
C090
Brasil, Congressoi Gamara dos deputados. Bancada de Pernambuco.
Brasil. Congresso, uamara goij düpauaoos. Grupo mudancista.
o iríanr» mais longo

,

,

Brasil, Congresso. Camara dos deputados. Bancada de inprensa.
A regra Vat. 114a determina que seja especificada, para as

-

ataa p&gt;arlajiEntares, a legislatura e a sua data. Geralmente as bibliotecas brasiloiTOM nao nenclonam os dois detalhes acima e, parece, não vêm fazendo faita, eis porque «^gerimos que so;)am «uporiaidos.
Os documentos parlamentares apresenta» inúmeros problemas

ao

catalogador, sugerimos que sejam suregra Vat. 114 seja mais detalhada incluindo:
114)e) Os discursos

de um parlamentar, mesmo incluindo oß

-

partes, devem ser catalogados nc orador.
f) Os parecercs do relator de ma comissão, acomapnhados ou
nao do projato iniciá]., aítes do sqprorados peloa m^bros
condLssao, dßvom ser catalogados i^olo Bome do relator.

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da

�e tenha nctva rodaçap o par&lt;igrafo b
114 b) Os pareceres, as atas, os relatórios e os infernos do
uma comissão, aoowpanhados oü nao de projeto inicial^ devcn ser
catalogados pelo none desta, como subdivisão do corpo logiüla r,
tivo»

,

.

Brasil. Congresso. Gamara dos deputados» ComisFiag do cona
tltuição e .justiça;

LEIS, CONSTrrUIçgfeS, ETC.
A regra Vat, 115, referente a Constituição, leis, iarifasj tra
tados, etc, merece os aaguintes reparos a fim de adapta-la melhor a nossa pratica.
1)

a palavra Cons tituiçao deve ser escrita seinpre em pctu—

guoa, com renáss iva da forma original,
2) deve-se acrescenter, no cábeçalho, a data da lei magna.
Sugerimos a seguinte redação;
115 b) Aa constituições devem ser catnlogadais pelo nome do

"

país, segiiido da palavra "Constituição", era português, e da data da lei magna. Faz-se remissiya do país seguido da palavra
"Constituição, na língua original,
África do.Siü.^ Constituição, 1909.
Remiss.; África do Sul, Constltuition.
As constituiçpos, estatutos, etc., que pertencori ,
c) As tarifas aduaneiras devera asr catalogadas pelo nor.3 do
pxi^s, seguido da palavra "Tarifas"^ om portugucn, o di

do

promulgação. Faz-se repássiva do país seguido da pi^ T.'ra T?:.-:."
fas, na língua oficial,
Itália« Tarifas, 1945,
'
^
As coleções do tarifas aduaneiras

editon,

«
d) Os códigos devem ser catalogados pelo nome do p"::.s, sogu:'. «•
do da eiqjrescão "Leis, decretos, etc". em português, o do nono
do código, no vernácvilo,
Estadda Unidos, Leis, decre'tos, etc. Pönal codo»
Devido à ftá redação dp parágra;:'o d da regra 115, o
sa de dúvida a língua em que
esclareci d-: 7"""

g nor.e do código, pcxrcm, estj po:/í;ü j
^
¥

'^n''r&lt;v&gt;+.rado na regra Vat. 94,
A edição brasileira do Codigo do Vaticano suprimiu um paragra"

fo deruegra 115 que, cremos, seria útil, permitindo Bjlhor ordenaçao das varin.s leu.3

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independentes^ excstQ jí eódigo»« faßsaw»« « -t^önscsw^-lc
Leis promulgadas numa administração podem aer indicadas aorc?
centando o periodo de governo e o nome do governai te j este úl.«"
timo no vernáculoI ,
Ora Bretanha, Leis, decretos« etc, 1760-1620
(George III).
Bahia, Leis^ decretos, etc, 1959- (Juraoy Magalhães)
k regra acima encontra-se também no código da ALA,

~£IS ANTIGAS
As leis o codigos antigos sao tratados em duas regras do
digo do Vaticano, 115f e 199, felizçiehte apresentando a mesma solução, mandcndo ca
talogar pelo títiüo convencioná,

•-

O ALA, regra 83, ontra em maiores detalhes especifi^""'^ tr'c
foriTBS de cataloga»»la8, segundo o modo pelo qual saão mais conhecidas;
1) pelo nome dopromulgador
Hamraurabi, rei da Babilônia,
2) pelos nome do povo, segiiido do cãbeçalho "Leis, decretos,
etc" •
Hititaas, Leis« decretos« etc,
3) pelo título convencional do código
Lex

Romana Bva-gundionum

Tratados e convenções bilaterais ou trilaterais estão bem
estudado-

11R. &lt;=&gt; diriamos mesmo que melhor na edição brasileira do que

no

original italiaiOj^ por apaz*ccer aí discrepãncias entre a regra e os exenplos,
™

O» trat&gt;ado3 multilaterais porem não tiveram a mesma
ostão sujeitos ao $ 2 da, r«gra 116ç o a regra 117d

Yate. 116c re*a: "O texto de uma oonven ção internacional dova
sor -n+alogado pelo título,, em uma das línguas ofidaás, Se esdifitirem várias edi"
çÕgs cm diferentes línguft»^ £azen».so as necessárias remissivas para a língua adotO"

Na© explica o código que este título que

sr, forçosamente;,

considerado öomo título tradicional» a exemplo doa anuímos claasicos, o tomar o
ga:r do autor»

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Eôta rogra (Vat» 116o), pera evitar dúvidas ^ estar do acordo 9
«í
com a pratica das bibliotecas brasileiras, deveria ter a redaçao seguinte í
116 c) O texto do um tratado internacional davo ser catalogado
pelo seu tltulç), em português^ ocüpahdo esto a posição reservada na ficha ao cábeçall» do autoré íasenwae remissivas dP titulo do tratado nas principais línguas.
Tratado do Atlântico Norto,
O papto do Atlpntico
10 p,

Rio de Janeiro, 1950,

24 cm«

O ALA, regra 88B, estabelece:
"Entro iratados multüaterais ou convenções assinadas durante

-

conferâicias internacionais pelo nonw da conforencia,"

Acreditamos que a regra acima, seguida pela Library of Congress,
e pela nossa Biblioteca Nacional, satisfaa imiito mais doque aquela apresentada pe«
Io Vaticano« A pratica mostra que é, talvez, mais fácil estabelecer o nome da Con4
foroncla do que o título oficial do um trataáo«
Obedecendo ao Vaticano o\x ALA preferem, as bibliotecas brasi loiras, D título em português, para o tratado ou para a conferência.
^Sxistem ainda alguns tratados internacionais que b-ho sao assinados como coroamente do uma eonfercncia internacional, mas, resultam do acordo er
tre dois ou mais países, que,

posteriormente,

convidam os demais a reunirem-'So -

ao grupo» Nestes casos, geralmente, o docunento o depositado numa entidade interna
cional, como a ONU ou a ünião Panamericana, pára receber as adesões.
Sugerimos a seguinte regra:
Os acordos multüaterais depositados em entidades internacionais para receber adcssões devem asr cataiogactos pelo nome da
entidade.
Sugerimos a seguinte regrai
ÄBsim: passaria a rogra Vat, 116, suprimido o último parágrafo,
a tor oa saguSiiteí ítensi
116) d) Os tratados multilaterais assinados duratíjc v,o::r _
cias internacionais dâvem ser catalogados pelo nome da confo«
rencia,
d) Os tratados multilaterais deposiLtados em entidades interna
cionais para receber adesões devem ser catalogados pelo nome
da entidade.

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�•• 16 «"
O ALA

faz oxcoção para os tratados d© paz, e, na verdade,

a entrada prdjotada polo Vat, 117b para este ti^o de tratadonao e mais do qvie um
caboçaíLho de assunto 9 cone tal aparece na regra Vat. 435b , bojn como nas listas *
dc cabcçalhos dc assunto»
DifelQ OFICIAL
Costuma-se dizer que o Vat. não traa regrae sÊbre Diário Ofici
al, o qual é tratado pelo ALA na regra 72B, porém, preferimos admitir que esta publicação, oomo periódico, sigue a regra Vat. 23O, entrando pela primeira palavra do títtilô.
Dois grupos de regras do capítulo "PüblicaçíJes Oficiais" são ,
tanto

Vaticano como no ALA, insuficientes ou pouco claras, SKo aquelas qtt© se -

refer«« a apèlações e exércitos (Vat, 119, 121-12^)
Deixamo« de fazer sugestíJes sôbfe o assunto por reconhecem»s
não conhacer suficientemente bem o material a eatalogar.

INSTITUIÇÕES

E SOCISDADSS

O problema das publicaç'ôes de entidades, especlalraente das sociedades e instituiç25es, preocupa todos os catalogadores, nacionais e estrangeiros,
Podemos dizer que é hoje o grande problema da catalogação.
Cutter, como salientou Lubetzky, ainda no século passado, apontava as dificuldades

do problema e apoiava a sugestão de Edward Edward© de ca-

talogar instituições e sociedades pelo título,exceto quando deste consta o nome do
lugar, caso em

que as entrada seriam pelo lugar.
Durante as sessões da Comissão de Estudos de Catalogação, que

se retti»iu no IBBD, em novembro de 195^» foi proposto e ficou como sugestão a catalogação das instituiçtJes, oficiais e particulares, diretamente pelos seus títulos.
Gostaríamos, novamente, de sugerir que alguma' biblioteca grarj,
de tomasse a responsabilidade de fazer a experiência, apresentando os resultados ao próximo congresso de bibliotecários.

INSTITUIÇÕES
Inicialmente devemos lamentar que o Código de Vaticano nao

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tenha apresentado melhor definição para instituição evitando assim muitas díis dificuldades que se apresentam ao catalogador.
Verifica-se que a base de distinção entre Instituição e Sociedade é a exigência de instalações próprias indispensáveis ao tíesenpenho das ativi
dades da instituiçSe e supérfluas no caso de sociedades.
A definiçlo apresentadç pelo AlA é mais precisa. Vejamos:
Instituições (estabelecimentos) sXo entid^sdes cujas atividades
exigem instalações com edifícios, máquinas, etc. Diferenciamse de grupos organizados de pessoas tais como sociedades, asso
ciações, etc. cujas atividades podem ser desenvolvidas tão bem
num lugar como em outro. A necessidade de possuir equipamentos
materiais permanentes tsnde a identificar a instituição com o
lugar onde está situada.
As designações academia, ateneu, colégio, instituto, liceu, museu, etc. são usadas indiferentemente para representar asso-,
ci^ções culturais e instituições educacionais. Devem ser catalo
gadas como sociedade ou como instituições conforme a natureaa
da sua orgíinização.
Aconselhamos a inclusão dos parágrafos acima na regra Vat. 126.

INSTlT0I(t}E5 ESTADUAIS CfU NACIONAIS
A regra I3I é a que mais se presta a confusão entre os bibliotj
carios inexperientes. Sugerimos a nova redaçSo que se segue:
131 a) Instituições nacionais e estaduais, quando são mais conhe
cidas pelo nome do país, estado, etc. e, principalmente, quando
o nome deste faz pflirte integrante do título, devem ser cataloga
das pelo nome do país, estado, etc. Excetuam-se as instituiçTS&amp;s
dos maiores estados da Europa, que devem seguir a regra geral.
Bahia. Universidade
Brasil. Universidade
EDIFÍCIOS
A regra Vat. 13? referente a Igreja (edifício) apresenta exemplos pouco claros que contribuem para a insegura aplicação da norma.
Os palácios, castelos, etc, não foram tratados particularmente
no código, sSo porém, apresentados através de exemplos na regra Vat. 13^+^).
Estamos convencidos oue estas instituiçTJes poderiam ser tratadas, satisfatoriamente, através das regras gerais, se não fossem cs exenplos en contrados no código.

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�- 18 Sugerimos nova redação, e novo* ex«Bç&gt;los, pára a regra JJ?, representando siitplestnente a aplicação da regra geral.
137 EDIFÍCIOS, Igrejas, palácio«, castelos, etc. são esfiloft»
dos pelo lugar onde estão sitviadoe s«guido do nome da
ção, segundo as regras 7at. 127 .e I30,
"
Brasília. Palácio da Alvorada
Milão, IXiomo,
Rio de Janoiro, Catedral;
Salvador* Igreja de S2a Francisco
MOSTEIROS

Mosteiros, abadias, conventos, etc. (regra Vat. I38) repr«*«*tàM uit dos capítulos «ais confusos do Código do Vaticano. Vejamos;
Paris, Saint Gertnain de F!rés (abadia beneditina)
Clairets, Notre Ihme des, França (abadia cistcroiense)
\
Syon monastery
Munkeliv Kloster, Noruega (mosteiiír^ )
Vadstena Kloster, Suécia (mosteiro brigidino)
Canterbury. St, Augustine's abbey
Dover. Saint Mairtin (priorato)
Bath priory
Termina mesmo, a regra 139» com o item £, ordenando cjue os *«£
teiros orientais sejám catalogados pela localidade ou pelo título.
Reordenando a regra era causa propomos:
138 a) O3 mosteiros, abadias, conventos, prioratos, etç. devem
Ser catalogados^elo lugar em que estão situados, seguido ds parte d,istintiva do seu título. Acrescenta-se, entre parêntô ses, a designação mosteiro^ conventos, etc. e, na form? adjeti
vada, a ordem religiosa a que pertence.
Rio de Janeiro, São Bento (mosteiro beneditino)
b)
c)
Suprimam-se os parágrafos d, £, f e g e acre8cento-«e
d) As instituições raonásticas cujos nomes oc4aeç&lt;un. por usa nome
proprio devera ser catalogadas por este nome

SGClEpft.bES
A principal !nodificaç?So que es bibliotecas brasileiras fazem
así entrade» de sociedades refere-se as sociedades internacionais»
O código do Vaticano (regra 1^7), assim como o ALA (regra 97)»
estaíb«lçc* a entrada na língua do cataiogador somente «juando

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é língva ofioi-

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�- 19 ai da sociedade, de congresso e da conferência, Est?.s entidades são, no entretanto,
citadas nos nossos periódicos e nos livros nacionais pelo título traduzido e assim
s3o procuradas pelos nossos leitores, Ê portanto muitc Justificável dar-mos preferência, para entrada de catalogação, à forma brasileira em detrimento da estrangei
ra,
Ê nossa sugestão a adoção de regra abaixo:
147. SOCIEDADES INTERNACICIÍAIS, As sociedades internacionais s'äo catalogadas pelo seu titule oficial, na forma portuguesa pela qual sao geralmente conhecidas, ou, na falta desta, pela
tradução literal. Fazem-se remissivas das outras fomas pelas c^uais possam ser citadas, bem como dos seus títulos nas prihci
pais línguas ocidentais.
As sociedades internacionais

nacionais.

O capítulo Sociedades apresenta exceção a norma geral nas re gras 148 (CorporaçtSes Locais de Artes e Ofícios) e 158 (Confrarias e Arquiconfrari
as). São exceções que se não existissem, e fosse aplicada a regra geral, facilitariam o trabalho dos catalogadores, evitando as confus'Ses com a regra 159 que, no original italiano inclui "As sociedades e associações pias, as congregaçt5es marianas, etc.
O Código da ALA, regra 9é, referindo-às a partidos políticos prevê, quando necessário a identificação, a incluslo do nome do país, no cabeçalho,
entre parênteses. Seria acréscimo útil à regra Vat, l6l, que passaria a ter a reda
ç3o abaixo:
l6l. PARTIDOS POLÍTICOS, As publicações oficiais (plataformas,
manifestos, cairpanhas, etc.) de partidos políticos devem ser catalogadas pelo nome do partido, no vernáculo. Quando necess^
rio a identificação acrescentar-se-a o nome do pais, entre parênteses.
Partido
Partido
Partido
Partido

comunista (Brasil)
comunista (Portugal)
comunista.(Espanha)
comunista (Itália)

Muitas vezes as biblèt&gt;tecas
de

precisara catalogar publicações -

firmas comerciais. O Código do Vaticano não se ocupou deste tipo de entidade e

o catalogador habituou-se a recorrer a regra 144 do Código da ALA que, porem, apr^
senta uma série de regras. Cremos ser melhor solução incluir a especificação "firma® comerciais" entre os tipos de sociedades, na regra 139 e aplicar a regra geral.

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&lt;2iJTRAS EWTlIftDES
\
As regra sobre congressos internacionais (Vat. l64 e l€6) também slo modificadas pelas bibliotecas bfasileiras que preferem traduzir os seua títulos asfflm temos
I6íf. OONGBESSOS E CONFERSNCIAS INTERNACIONA.IS. As atas, as resoluções, as coleções de teses dos congressos e conferências Internacionais devem ser catalogadas pelo título do congresso,
etc«, em português, seguido do número ordinal, era algarismos arábicos, do lugar e da data. Fazem-se remissivas das formas nas outras línguas e do lugar onde foi realizado o cortgresso.
Congresso Internacional dos Orientalist». S., Esto colmo e Oslo. 1889
Conferência Telegrafica Internacional, Ro;ma. 1871-72.
a) Os congressos Internacionais períodieos devem ser catalogados cada um eeparadamoite.
b) Quando a numeração é multo irregular convém suprimir o númg
rc ordinal do cabeçalho.
c) O» congressos, etc. celebrados sobre os juispiclos de vima
ciedade, Inclusive a Sociedade das NaçTies e a
devem ser catalogados segundo ae regras anteriores.
Conferência Monetária e Financeira das Nações Unidas,
Bretton Woods. 19^.
Os exemplos das regras 162, 164 e 166 apresentam irrêgulajrmente o enç&gt;rego do ponto e do vírgula, após o nome do congresso e antes do ndmero de ordem. Convém notar que deve ser empregado sempre o ponto.
Congresso Brasileiro de Educação. 2., Belc Horizonte. 1928.
Ainda na entrados dos congressos, etc. persiste a duvida quaö
to ao modo de indicar o número de ordem - 1. ou 1-^ 1^^, 1®^.
Na ediçSo italiana do Vaticano encontram-se sempre indicadas
convencionalmente as abreviaturas e os exeT»ç)los sao nas línguas italiana, franees,
inglês, e aleaßo«
A regra 328d prevê que "a designação ordinal duende da forma
particular de cada língua".
É comuta, nas bibliotecas brasileiras, usar a abreviatura conven
cional para o francês e o inglês e empregar um ponto, depois do número, para os de mais línguas, inclusive o português.

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Opinaríamos por um só modo para todas as línguas e, preferlvelmente, o ponto.
Ja nos referimos anteriormente aos congressos diplomáticos ~
(regras Vat. Il6, 117 e I65) ao nos referimos aos tratados internacionais. Tr&gt;mase desnecessário repetir o mesmo comentário.
Finalizando salientamos que as principais divergências entre
os códigos do Vaticano e da ALA referem-se a assuntos de interesse especial para a
Biblioteca Vaticana - entratas de Papas, padres, santos, Biblia e Igreja Católica
- e afirmamos acreditar que o Código da AL/i é mais apropriado para uso geral a internacional.
Recomenda especialmente o seu enprego a aceitaçao que tem, en
tre nós,

o Catálogo da Library of Congress; conpilado segundo o «Itiao códigc,

e

que vem servindo de guia às nossas bibliotecas.
O Código da America Library Association © o ^-código segaido pela nossa Biblioteca Nacional.

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                  <text>CBBD - Edição: 02 - Ano: 1959 (Salvador/BA)</text>
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        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>Sugestões para acréscimos e modificações necessários ao Código do Vaticano a fim de o adaptar às exigências das bibliotecas brasileiras</text>
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                <text>Apresenta acréscimo e modificações ao código do Vaticaio, em uso nas bitíLiotecas brasileiras. Sugere: que seja redigida regra determinando que a entrada dos nomes inglêses e americanos com artigos ou preposições seja por esta parte dos nomes; que os apôstos Júnior, Filho, Neto, Sobrinho, etc, sejam considerados parte integrante do nome, recebendo o mesmo tratamento dos sobrenomes compostos; que os nomes dos autores originários de países que não os alfabetos latino e gótico não sejam transliterados e sejam usadas as formas dos nomes pelas quais são conhecidos no Brasil; que seja redigida regra determinaado a entrada de presidentes sobre nome, nome, título, nome do país; que na entrada das consortes reais o nome do soberano venha na língua original; que seja esclarecida a entrada dos soberanos que perderam ou abdicaram do trono, bem como daqueles que governaram mais de um país independente; que a entrada dos nobres cujos sobrenomes e títulos são iguais seja feita pelo título, seguido no nome; que se restabeleça a regra original do Vaticano, edição italiana, referente a imperadores romanos; que seja criada uma regra para catalogação de Famílias como o exemplo seguinte: Melo Franco (familia); que os nomes das cidades sejam escritos em português, sempre que haja forma consagrada; que os Estados Unidos da America do Norte sejam escritos sempre Estados Unidos; que cidades e estados com o mesmo nome sejam especificados, entre parenteses, porem que cidade, local de uma instituição ou sociedade, nao venha acompanhada de qualificativo;</text>
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                    <text>II

Congresso

eíBLIOlECOnOMIfl

E

IMICUMONTAÇÃO

Por

Hávía Rubens Áccioli

ínbercambio
ihIblíotèGonômíGo

permuta!

51.3(81)

SALVADOR..
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��SEGIMDO CONGRESSO BRilSILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCmíEHTAçIO

Interoâmliio "biblioteconomico - Permuta
por •
Flavia Rubens Accioli Prado

Salvador
1959

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�TRm •
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INTERCfiMBÍO BIBLiOTEGONOaiCO - PERMITA

Tese a ser apresentadc-« ao 11° Congresso
Brasileiro (fe Biblioteconomia, pela bibliotecária :

FLAVIA RÜBENS ACCIOLI PRADO.

Em Julho - Salvador, BAHIii

oa;i&gt;bi3 f«0
CURITIBA

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�DÍTERGTvMBIO BIBLIOTECONOMIGOt PERMUTA.

Ebqj'Se problemas atuais

sistemas (f.e -

permutas - verba para selos, etrpenho da
UNESCO Junto a UFÜ para redução de taxas,
de instituições public^dcfas, de duplictas € de material dispensável - proble—
mas específicos de sua determinação» Apresenta sistema utilizado no IBPT (Para
ná)» Sugere algumas bases para um ante projeto de Lei para criação de um centro
nacional e internacional de penraitas.

DíTRCDÜÇRO

Os resultados obtidos com a permuta de publicações do Instituto de Biologia e Pesquisas Tecnológicas, fizeram com que eu me entusiasmasse a traBer a este Congresso a minha ccntribuição a concretização de um centro nacional
e internacional de permutas,
A quantidade de livres, revistrs, dolhetos, etc., que têm sido en
viadas por todas essas instituiç^íes 6 muito superior a que foi adquirida por com
pra pela Biblioteca do Instituto de Biologia e Pesquisas Tecnológicas em 1958«
A verba dispendida na remessa das publicações I irrisória corpr-^a
da ao valor das coleções recebidas em troca.
Em instituições onde há problema da falta de verba, mesmo para

-

compra de selos o trabalJio de permuta tcma-se vagaroso e as vezes sem efeito,
A remessa periódica da publicaçíto é impcrtantissima num sistema de permuta organizado parn que não sofra solução de continuidade. É mais itipon tante que a irregularidade da publicação, Esta pode ser suprida com uma carta ou
até uma norma inpressa explic?'ndo qual o último número editado e que assim que for editado um novo número será prontamente enviado.
Uma instituição que deixa de remeter as suas publicações prometidas, sem justificativa, esta sujeita a ser eliminada do fichário ou arquive de pez*nuitft#
Infelizmente, o problema de verba ainda ccnstitue um grande emba£
go ao bom desenvolvimento do sistema.

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�A expediçlío de um pacote de ingresses de cinco quilos para a Europa,
exceto Portugal e Espanha, por via marítima fica em Crl^l,40 (centc e quarenta

e

um cruaeiros e quarenta centavos). Considerando-se o pese do papel e a quantidade
de publlcaç'3es enviadas periodicamente necessitaria

verba especial para aten-

der a cospr? de selos.
Tendo-se em vista que essa tajca fci feita a base de dólar (2,7 centimos de dólar) para as primeiras 50 gramas, a tarifa em cada pais é superior oti
inferior conforme o Fundo Monetário Internacional,
A U,NçE,S,C,0, tem tentado uma redução dessa taxa a 50^ &lt;^as tarifas
não só para livros, periódicos, mas também partituras de musicas, mapas, incluindo ainda catálogos de livros, fimles educativos, correspondência entro alunos

e

professores e artigos de inçrensa expedidos por correspondentes no estrangeiro,
Ê necessário que cada país se interesse e colabore com a U.N.E.S.C,
O, nesse sentido.
Geralmente as instituições editoras não devera ter "deficit" com

a

inpressão de suas publicações»
Nesse sentido pode o bibliotecário fazer acordos com a instituição
a que pertencé para \ama vase de pagamento. Por exenplo; a Biblioteca conpra"

da

instituição uma certa quantia em publ.icações que 1 para com a verba da Biblioteca,
Nessa operação o bibliotecário deverá ter critério na escolha do m
terial a estabelecer permuta para n~o ficar pre;}udicado no valor da troca,
Há instituições, entretanto em que a própria Biblioteca controla
venda, permuta e doaçao das publicações editadas. Como q c caso do Instituto

a
de

Biologia e Pesquisas Tecnológicas (Paroná) em que o controle das publicações é t£
do feito pelo Serviço de Biblioteca Divulgação e Documentação,
Acresce o problema dos tipos de publicações.
Ainda no caso do Instituto de Biologia e Pesquisas Tecnológicas que
edita os Arquivos de Biologia e Tecnologia®os Boletins de nivel técnico e a Revis
ta I,B,P,T, de nivel popular a seleção é conçilexa.
O valor de uma peimita é relativo, conforme as possitúLidades de

a-

qulsiçSo e o grau de interesse que representa para a Biblioteca,
ÊssG valor intrínseco correspcnr'e, principalmente, às publicações qu© nSp estão à vçnda ou não constam em catálogos comerciais.
As instituições de pesquisa, por outro lado, têm interesse na divul
gaçZo de seus trabalhos. Nesse particular pode o bibliotecário utiliza-lo para

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�estâbelecfsr permuta com instituições congeneres.
Alam ('a r'ivtilg«jçãc em canpc próprio, cbtem a Biblioteca reais vantagens, pois tení^e naturalmente a receber material Co mesmo valor intelectual»
"Uma das decisões que c bibliotecário tem que t-^mar a respeito

do

trabalho de permuta I se irá cu não ser deliberrdamente persuasivo como um meio
»
de aumentar as coleções", (l)
permuta de duplicatas.
A permuta de duplicatas oenstitue outro recurso considerável no

-

crescimento do acervo de uma biblioteca.
O bibliotecário deverá ter muito critério para jiilgar quais duplicatas poderão ser disponiveis para permuta,
Êsse critério varia com o tipo e especialidade da Biblioteca.
Por exenç&gt;lo: na Biblioteca de uma Faculdade de Filosofia as dupl'i.catas, triplicatas, etc., de obras didáticas nao podem ser consideradas disponiveis, ao passo que numa Biblioteca especializada em ciências biológicas podem

-

constituir perfeitamente duplicatas permutaveis.
Essa operaçSo não é tãc sirrples quanto possa parecer. Surge às vezes problemas em que vários fatores têm de ser considerados. Entram nesse julgamentoi bom senso, percepção e alto gráu de cultura

bibliotecnric.

H/iTERIiiL DISPENSÁVEL
Sob êssB designação encontramos o material que por falha de se"''^~
ção, por doação ou permuta integram o patrimônio de uma Biblioteca, mas que inteiramente a seu objetivo,
O oferecimento desse material para permuta também depende de julgamento, pois so se deve oferecer material que tènha algnim interesse ou que represente um relativo valor.
Inúmeras Bibliotecas já instituíram no programa - uns mais desen
volvidos

outros menos - de sua organização a permuta de duplicatas e material

dispensável.
Naturalmente essas permutas podem ser feitas dicetamente ofurec^
do ou solicitando a diversas Bibliotecas do pais, mas num sentido mais prático e

(l) Wilson, L.R,&amp; Tauber, M.F,

The University library ... Z.ed.New York,

1956. p. 169.

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l'í

�objetivo é feito através t^e institalçõe» 0s9o«i;;llsa&lt;!as no gênero.
No Brasil tonos a Secção t!« feurtrt&amp;iA Intemneioneis c's Biblioteca
Nacional Co Rio

Janeiro, Em outrc» países teniss o: British National Book Ceni

ter; United Stnte Book Exchange? Speei»! X/ibrajry Association - Exchange Service;
Fhllaf'elphia Union Library Catalogue - Ex«hange an&lt;^ Gift; IXiplicate Exchange Uni
on; Medicai Library Association Exeh^xngei /imerJcan Book Center; European Exchange; Hispanica Exchange; Orientalia ExchagÄf Swithsoniam Institution - Exchange,
etc««
Sistema c''e permuta utilizaío nr Serviço de Biblioteca, Divulgaçao
e Documentação do Instituto de Biologia e Pesquisas Tecnológicas (Paraná)»

Foi inicialmente organizaf^o um fleh^.ric de instituiç?5es especializadas congeneres»
Atualmente esse fichário relaciona 39^ instituições sendo 195 naci
onais, em ordem alfabética dentro do país»
Alem dessas instituiç^Ses, mant«mos convênio com a United States

-

Book Exchange e Smithsonian Institution«
Essas instituiç^Jes foram fornecidas por técnicos do Instituto

ou

retiradas de guias de referências
/ilgumas delas recebem to&lt;*as as publicações do I.B,P,T,, ma determinada publicaçlío (Arquivo, Boletim ou Renfis^ia) ou as publicações que sc tratamde um determinado assunto.
O primeiro envio da publlcaç1?c ê «conpanhado de uma carta expÜcan
do - para o estrangeiro em inglês - o caráter

nessas publicações e pedindo

-

permuta.
Na ficha de cada institulç^p (Ficha 1) e anotada a publicação envi
ada e data de expediç'ão. Jiinto a publicaçSí^ segue um cartao de devolução (Fichafi) para acusar o recebimento. Ao recebermos do volta esse cartão registramos

na

Ficha 1 a data - o que constituo um salvo cônduto para a próxima remessa.
—^

Para caria publicação enviada é feita a baixa tía ficha de controle

(Ficha 3),
Pela ficha da instituição faacmcs o controle das publicações envi
adas e peLo fichário Kardex as revistas recebidas por permuta que levam um luminoso i^jsa, Para esse controle anotamos na parte inferior da ficha o nome ou nomes das revistas que cada instituiç'So ofereceu era troca e no Kardex a publicação
ou publicações com a ou as quais o Instituto estabeleceu a permuta.

tóíxxxxxxxxmxxxxxxx

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�Ficha 1

Nome

'Laboratório Paulista de Biologia S.A.

Enc^.Rua;

^N°

São Luiz

Cidade;

São Paulo

TITULO

Volume

1...A.B.T..

Numero

1

CX.P.

Estado;

Sãs Paulo

8086

Data de
rpmessa

Data dn
acusacao

.6-r6,í^7

..17»6t4^7

2

9-10T;^8

3

1^t3750.

4..A,B,T»
(L

N. l6l

.??T3759.

187?751.
5/§...
7

A.B.T,

7 •
o
A.B.T,
o

9

.........

Í?7?752.
21-12-53

.297?753.
19-2-5^

21-2-57
........

21-3-57

Ficha 2

Recebemrsí— Arquivos dé Biologia e Tecnologia- Vol.

Nome (Neme) •••«..
Endereço (Address)

Data (Date)
Pode-se acusar o recebimento, afim de não ser interrompida a remessa,
Please acknoviledge the receipt, so that the remettance mgy
not be interrupted.

Ficha 3
ARQUIVOS DE BIOLOGIA. VOL. 1, 19^+6
ENTRADA
Data
StSiW.

Quant.
.599.

SAIDA

Val. Data Qüant

Existên
cia

599i99. §t§iif7,i..,

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D E S T I N O

HíirfViJftf.íf.WíissH..

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lí

�iklgumas bases para a elaboração âe um Ante-pr»jeto de Lei para cri
ação de xim Centro Nacional e Internacional de Permutas»

1. Seja cirado por Lei federnl um Centra Kacioanl e Internacional
c!e Permutas (CNIP).
2. Fique o Centro instalado numa instituição feí*©ral de preferência
a Biblioteca Nacional com pessoal e verba própria»
3» O Centro deverá ter entre outras as seguintes atribuições:
3*1 Organizar um fichário das entidades membros editoras de acôrdo com os assuntos de que tratam e pela ordem alfabética
as entidades membros editoras e as entidades membros,
3«1»1 As entidades membros editoras terllo prioridade sobre

as

entidades membros.
3*2 Organizar e enviar às entidades membros, quinzenalmente, uma
lista sistemática das publicações nacionais e internacionais
oferecidas para permita»
3*2.1 As entidades apenas enviarão ao Centro a relação

das

publicações que oferecem para permuta e aguardarao
indicaçSo do Centro, para quais entidades devem

a
ser

enviadas essa publicações,
3.3 Controlar os pedidos de publicações solicitadas transmitindo às entidades ofertantes os destinatários.
3.3»1 Êsse pedido deverá obedecer a ordem de prioridade
ser estabelecida»

a

3*3*2 O Centro enviará Junto com a indicação uma "ficha de
ecxpedição" que isentará o pacote de selagem.
3.3*2»1. A ficha meneionada terá uma barra verde e com o é
seguinte dístico: Centro Nacional e Internacional
de Permutas.
3#4 Organizar uma lista de publicações solicitadas ao Centro e
para as quais não haja ofetta.
3.5 Fazer anualmente um levantamento estístico das permutas r^
alizadas.
Extender ao âmbito internacional depois de coirprovado o funci£
namento do sistema no âmbito nacional,
4,1 Firmar acordos com instituições interncionais de permuta«
5. Manter as entidades membros informadas sobre todos os acordos congressos, publicações, resoluções goveniamentais ou não que se relacionem com a permuta,
6. Que se corpreenda como permuta dc publicações: livros, periódicos, partituras musicais, mapas, filmes e discos educativos.

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�- 7 CONCLUSÃO
Pelo valor que apermuta proporciona ao aumento do acervo de uma Biblioteca, estavelecendo relações culturais e laços de amizades, deve ocupar um lugar do destaque em sua administração e organização.
Sm Bibliotecas bem desenvolvidas pode constituir uma secçSo a

pa^

te, mas também pode pertencer a secção de seleção e aquisição.
Os bibliotecários brasileiros devem congregar seus esforços pela criação é bom

funcionamento de um centro nacional e internacional de permutas.

BIBLIOGRAFIA
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333-336, sept. 19^1,
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MISH, C.C, - Duplicate Exchange Service in the Union Library Catalogue of the

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tration, and funcions of academic libraries, 2»ed, New York, Corní^Pm
bia University Press, 1956,

en.

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-r xiv, - 641 p.

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                <text>Expõe problemas atuais dos sistemas de permutas - verba para sêlos, empenho da UNESCO junto a UPU para redução de taxas, de instituições publicadoras, de duplicatas e de material dispensável - problemas específicos de sua determinação. Apresenta sistema utilizado no IBPT (Paraná). Sugere algumas bases para um anteprojeto de Lei para criação de um centro nacional e internacional de permitas.</text>
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                    <text>eíôJOTECono/niH

ÍMICIÍMIINTAÇÃO

(■: '
Maria Jose Theresa de
Amoriia

iHiiamizando, 0^...
processos técnicos
o
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��SEGI3ÍTD0 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Dinaffiizandô os processos técnicos; o registro.
por
Maria Jose Theresa de Araorim

o a:o6i,^Co?0

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Salvador
1959

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�Tema 2;

Processos técnicos.

dinamizando os processos TÉCNICOS:

O

REGISTRO

por

MARIA JOSÉ THERESA DE AMORIM.

Trabalho apresentado ao II Congresso Brasileiro de

BIBLIOTECONOMIA

Julho de 1959

Salvador - BAHIA

�SINÖPSE

X incompreensão dos leigos para cora os processos técnicos, não elevemos, os bibliotecários, acrescentar maiores raztJes, envolvendo-nos em burocracia. Urge dinamizar e uma das áreas que merecem exame a respeito é a do tombamento das publicações recebidas na biblioteca. Geralmente se adrta o livro ou fichário de tombo, processos esses anacrônicos e ineficientes, devido a inerente
falta de organização. A numeração apenas, sem tombamento das publicações, é indispensável quando o nilmero de chamada não individualiza totalmente as obras; é descrito o processo de numeração com carimbo automático, adotado na Biblioteca Pública do Paraná. Porém, quando o número de chamada preenche conpletamente a sua função, até
a

numeraçSo se faz dHsnecessária»

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�DINAMIZANDO OS PROCESSOS TÉCNICOS;
O REGISTRO„

Os leigos costumam encarar cora impaciência certas minúcias técnicas em que veem os bibliotecários ençjregar considerável porção do seu tempo.
Contraditoriamente, acham que nada há a fazer nas bibliotecas e que nós queremos
apenas dar valor com os tão falados processos técnicos, mas sabem nos acusar veementemente quando não apresentamos uma organizaçao perfeita das coleções» Não conhecendo as operações que vão por traz dos bastidores até que os materiais fiquem
prontos, impacientam-se com as demoras» Para eles o que conta sao os livros

que

saem do processamento técnico preparados e à disposição para o uso. E têm a razão,
Tonte, porque essa é a finalidade do processaiaciwt'^ -!-'onico e deve ser coli
mada o mais rápi^ar.snte e com o mínimo de ■impod'imentos possível. Ora, os bibliotjg
cários, com as costumeiras honrosii's czcQçces, se apegam ainda a algumas operações
■'»T'■iv,-,^^-.

de carater tradicional quo "'ncrarlam em ser dinamizadas ou talvez
para que se ganhe tempo afim de preparar os livros maÍ3

pront,:^..ioate. Sabemos

que toda operação numa empresa e assim também na bib"! ioteca, é passível de análi
se e sirtçilificaçãoo Se níSo temos técnicos e recursos para empregar em estudos

de

tenpo de movimento, análises de processos e da disposição das áreas de trabalho,
oxames dos métodos

e elaboração de mapas de operações e fluxo-organogramas,

ao

menos devemos analisar nossar atividades em relação as p.nlica^ões que devemos preparar, tornando-as o mais sinples e eficientes possível., afim de justificar o
nome de Biblioteconomia

dado à nossa profissão^ Ha o perigo da fraqueza muito -

humana de nos deixarmos envolver por papelório, agravada pela circuastãncia de que, no Brasil, o bibliotecário é geralmente, funcionário público, apresentando,
portanto, uma tendencia congênita para essa moléstia altamente incurável denominada burocracia. Daí o multiplicarem-se fichários, anotações, registros, de difí
cil manutenção e exigfcndo o trabalho de muitos bibliotecários que seriam melhor
e mais proveitosamente enpregados em outras atividades. Os próprios leigos também contribuem para isso, pelo vêzo dé fazer perguntas que, para serem respondidas, exigiriam a manutenção de estatísticas custosas e complicadas, em absolutamente nada aumentando a eficiência dos serviços. Devemos nos fortalecer com a

-

convicção de que nossa função não é responder a essas perguntas de especulação iirprodutl-Ba, mas sim procurar servir melhor por meio de uma organização racional

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�que responda ao que realmente importa perguntar,
Um dos pontos mais sensíveis a estrangulamentos burocráticos
destre as operações numa biblioteca é o relativo ás ativi^-ices de tombamento, re
gistro, ou tomada de posse das publicações recebidasc Trata-se, inicialmente, de
estançiar as marcas da biblioteca e, neste ponto, os bibliotecários já foram acusados de desfigurar os livros com carimbos e rabiscos, eles que devem ser seus ciosos zeladores. Essa

acusaçao pode passar sem defesa; na maior parte, talvez-

em 99t9^ dos casos, n'So estanremos lidando com obras raras e preciosas» E mais

-

tarde, talvez, as nossas marcas e rabiscos adquirirão valor, como no caso dos ca
rimbos postais que desfiguram os selos...
Para o tombamento ou registro os nossos bibliotecários ainda se apegam ao antiquado processo do livro de tombo, que consiste em anotar
■'1 ■""ij'Ccs àm medida que entram, cada uma numa linha de um livr»^
rando-as sucessivamente. Os dadc®

^

as

^
data de entra

da, numero, autõr, título, lugar, editora, data de edição., preço, forma de aquisiçao, língua, encadernação, número de chamada, Há espaço para dar baixa na publi
caçao e anotar as decisões respectivas, O número dé tombo á também escrito na pr£
pria publicação, em local convencionado,
Como variante desse tipo de tombamento.

isa-se também o lan-

çamento das obras em fichas, que serão ordenadas numerioa o'L- íuf-ibiticamente pelos nomes de autores ou entradas principais.
Os norte-americanos, que, já está 'iciciano dizer; têm sido os nossos paradigmas em matéria de organização biblioteconomicaj há algum

tenç)o

vem abandonando o tombamento em livros ou fichas. A permanência desses processos
em nossas bibliotecas 6 uma relíquia do tempo em que os livros ficavam em armárj;
os trancados e eram, ainda por cima, cuidadosamente encapados em papeisoc Mas há
uma grande relutancia em abandonar o tombamento, sob a alegação de que assim

se

i-i;ará sem uma anotação "preto no branco" sobre cada publicaçSo. Certas razões a
mais, aventadas, são compreensíveis mas não ponderosas e outras não são razões,
são argumentos emocionais ou sentimentais. Há anotações e fichários mais bem organizíídos que apresentam as mesmas informações que o livro de tombamento;

dever

-se-g errpregar o tempo em fazê-los, em vez de perdê-lo em processos anacrônicos.
O livro de tombamento apresenta dg modo mais fácil de obter apenas uma informação

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que as outras anotações não apresentam da mesma forma: a ordem cronológica da entrada das publicações na biblioteca. Grifamos, porque é apenas essa a dúbia vantagem que se lhe pode gabar. Se indispensável, a ordem cronológica pode

ser

obtida através de notas de cotrçiras, listas de doações ou o próprio topográfico
aonde estejam anotadas as datas de entradas de cada obra. Mas, neste ponto, con
cortáamos inteiramente com os autores de Techmocal Services in Libraries, que apresentam uma crítica breve, mas muito inteligente disse tipo de tombamento. Co
mentam eles: "Não parece haver senão uma razão sentimental para manter registro
cronológico do crescimento da biblioteca"!

Não nos lembra que autor espanhol -

ou hispano-americano gabava o livro de tombo como a edição princeps

da bibliot^

ca. Na época atual, de intensa racionalização de trabalho, quando os esforços de organização bibliográfica são desenvolvidos emi escala univeresl, parece que
toda biblioteca se deveria aclanhar de apresentar uma tal edição princeps em que
os dados estão soterrados sem uma organização útil ou digna desse nome»
Ainda, em último reduto, procura-ce defender o

3-r-

l:-...bo

como o meio de permitir a tabulação de dados sobre as publicações, bastando somar as colunas respectivas para obter a soma dispendida em compi-aSj, encadernações e os totais dé obras e volumes entrados. Mas isso será feito muito melhor
por meio de notas de compras e de despesas com encadernarão e pela manutenção de

anotações estatísticas mais racionalmente tabuladas» A questão de que esta-

'^^Rtic?s manter na biblioteca e para que fim é merecedora, _aliás, de sérios estudos, porque se pode chegar a um ponto em que é necessário até manter estatísticas das estatísticasi
Alguns defendem o registro feito em fichas ordenadas alfabé •
ticamente sob a alegação de que, quando as anotações de data de entrada, origem^,
preço etc., são incluidas no topográfico, é preciso consultar o catálogo para descobrir o número de chamada do livro e, por este, procurar a ficha topogrática. Ora, toda biblioteca deve possuir ura catálogo por autor ou entrada principal«
Se é absolutamoite necessário, incluam-se as anotaçíJes no verso das fichas respectivas, poupando o trabalho de duplicar inútilmente os ficharios. Mas essa njg
cessidade é discutível: esse tipo

de consulta não é tão intenso e freqüente

-

que Justifique o trabalho de anotar os dados na ficha principal e repeti-los no
topográfico, aonde são realmente necessários»
Abandonando-se o livro ou ficháfio de tombamento há, freqüentemente,

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�a necessidadjí de um elemento rrmanescente da operação de tombamento: a numeração#
A nvimeração contínua das obras passou a ser adotada na Biblioteca Publica do Paraná já em 1957»

O número é marcado no livro com carimbo nume

rador automático que poderá assinalar 999*999 volumes, itrçirimindo, simultaneamente, o nome da biblioteca» Na ficha topográfica figurava anteriormente apenas o nú
mero de cegistro; agora são transcritos os dados relativos à data de entrada, ori
gem da obra, preço, É o topográfico que é adotado como a relação patrimonial

das

obras preparadas.
Diversas colegas se interessaram pelo processo e solicitaram informaçcSes. Alguns alegaram ser custoso adquirir o cr^rimbb automático, Mas devemos lembrar que há economia de tenpo e número de funcionários na. adoção do proce^
so, economia de livros e folhas de tombamento ou de fichários,., Com a qu-r.nt'''^'"^,
de números que pode marcar, o carimbo servirá por muitos e muitos anos e em pouquíssimo tenço já se paga em serviços, Não há, todavia, absoluta necessidade

de

adotá-lo, A numeração pode ser feita mesmo à mão; secá preciso apenas anotar, cada dia, o último número que foi registrado e depois partir dali. For exenplo, nnma caderneta reservada para esse fim, anota-se? "20-6-1959» até o n® 1.238, inclu
sive," No dia 21, o encarregado do registro partirá do número Io 239 para numerar
novos livros.
Deve-se esclarecer, também, que o carimbo automát^:.

não e. -

por si só, uma perfeição absoluta. Quando não se tem prática no manejo, as
borra, sai meio apagado, enguiça, salta números. Mas, cora um pouco de treino e

-

observação, logo são dominadas as suas manhas. Alegou-se, ainda, que o número pode ser apagado nos livros; a tinta é, porém, indelevel; ademais, qualquer raspa—
gern em local suspeito no livro que se desconfia ser da biblioteca, será altamente
t
jreveladora.
Ao se pensar em adotar o r.gistro com carimbo automático,

na

Tauber, Maurice F. e outros, Technic-?.l services in libraries,
New York, Comumbia University Press, 1956, p, 237*
2
Cf, I,B.B.D« Boletim Informativo, v. 3i
3/^» maio/ago,
1957, p. 160.

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Biblioteca Publica do Paraná, discutiu-se exaustivamente as vantagens e desvant^
gens que poderiam resultar, sendo a conclusSo que a balança pendia inteiramente
para as vantagens. Procurou-se ver o problema sob diversos ângulos: dado o livro,
como saber o registre? Dado o autor, idem? No primeiro caso o registro estaria no
próprio livro, no segundo, seria necessário obter no catálogo o número de chamada
e em seguida obter no topográfico os dados restantes, O cômico da questão foi que
um colega, de outra instituição, nSo se conformou com o abandono do livro de tombo pelo :'qüe

julgava uma inovação destinada a criar problemas e se encarregou de

trazer freqüentemente casos e dificuldades para combater o processo de numeração,
sendo sempre respondido à altura. Ate que um dia conseguiu apresentar um problema com o qual julgou ter arrazado a numeração sem o livro de tombo: como saber a
que livro corresponde um determinado número? AÍ ele venceu. Se se tem apenas o número ^em a obra correspondente e nada sobro esta, não se pode mesmo saber ^

-

qual corresponde sem o paciente trabalho de percorrer livro por livro ou ficha por ficha do topográfico, Mas ntinca surgiu um caso assim e, se surgir, c fascinante sera obter a resposta a pergunta que nos ficou, desde entSo, roendo o ínti
mo; - O que poderia estar fazendo esse número perdido pelo mundo, sem \am livro que lhe correspondesse?

Pirandello certamente se sentiria inspirrdo para escre-

ver outra peça, esta intitulada: "Um número a procura de um livro"!
Além de poupar tenpo e trabalho, o carimbo numerador automático dispensou da trabalheira do registro um funcionário especializadr. Antes eram necessários dois funcionários s6 para o trabalho de tcmbí&gt;mento: um apunha os
-"^rimbos secos adotados, pesados e de manejo muito cansativo, mormente quando s-tratava de quantidades de livros. Outro, em letra caprichada e cuidadosa, escriturava o livro dc tombamento, o que lhe tomava todo o expediente; devia ainda fa
zer uma pesquisa preliminar da entrada de autor que em nada poupava o ulterior trabalho da pesquisa conpleta para a catalogação. Durante certo tempo houve

a

preocupação de anotar o número de chamada de cada volume na coluna conpetente do
tombamento, o que resultou no dever de voltar o livro depois de catalogado, para
mais essa operação; havia o eterno dilema: registrar antes ou depois de catalogar?
Neste último caso era preciso registrar antes de fazer a ficha de topográfico, aonde se anota o número de registro e o mesmo livro passava duas vezes pelas mãos
do catalogador e do funcionário encarregado do registro,,. Atualmente um contínuo

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�- 6 se encarrega da carinibagem, com wenos xäispendic de tempo e rendimento Inconparàvelmente aumentaio,
A numeração atende % necessidade de se ter um número que individualize cada exençílar de publicação entrado na biblioteca, Ma Biblioteca Pública
do Paraná è indispensável, pois o rníoioro de chamada das cbras não corresponde totalmente à sua definição, n'So individualizando diferentes exemplares da mesma obra, nem mesmo, em certos casos, obras diferentes, Mas, conforme ainc'a Techàical
3
Services in Libraries. existe a tendência de abandonar até mesmo a numeração. De
fato, se o número de chamada corresponder inteiramente à função que lhe é atribu
ida, estará individualizado o livro para todos os fins de inventário, levantamcn
to, identificação, comparação com os cPrt^oa de empréstimr. no caso de diversos exenplares e o mais, não havendo necessidade de numeração. Naturalmente, deve ser
estabelecido com todo o cuidado e em confronto contínuo com o topográfico, mas

-

isso é a obrigação rotineira do bibliotecária e não apresenta trabalho adicional.
De fato, elimina ate o trabalho de numerar cada livro e depois copiar o número no
topográfico, Com a operação de indicar o número de chamada já está liquidado o

-

assunto.
Algumas famosas bibliotecas norte-americanas estão voltando a
prática da localização fixa e a ordenação cronológica ou por tamanho, de suas eo
leções, no intuito de poupar espaço. Também no caso de discos, filmes e outros materiais n'So convencionais, não se adota a localização relativa e sim a numeração contínua» Mas isso não inplica em problemas, redunda antes em caso semelhante, pois o número de chamada tem maior re^onsabilidade ainda de identificar com
pletamente cada obra,
No registro, tombamento ou tomada de posse, como em outras áreas de trabalho, o bibliotecário deve estar alerta, esci*utinizando as operações
e indagando-se sempre: - Com que finalidade será feito isso? Essa finalidade sera.r
realmente, importante e indispensável? Caso afirmativo, qual o método mais eficiente e econômico de alcança-la?
So assim poderá ser alcançada a verdadeira economia da organiza
ção bibliotecária.
- 666

666 -

Zauber, Maurice F. e outro^, o£, cit,. loc. cit.

en.

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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>À incompreensão dos leigos para com os processos técnicos, não devemos, os bibliotecários, acrescentar maiores razões, envolvendo-nos em burocracia. Urge dinamizar e uma das áreas que merecem exame a respeito é a do tombamento das publicações recebidas na biblioteca. Geralmente se adota o livro ou fichário de tombo, processos esses anacrônicos e ineficientes, devido a inerente falta de organização. A numeração apenas, sem tombamento das publicações, é indispensável quando o númedo de chamada não individualiza totalmente as obras; é descrito o processo de numeração com carimbo automático, adotado na Biblioteca Pública do Paraná. Porém, quando o número de chamada preenche conpletamente a sua função, até a numeração se faz desnecessária.</text>
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                    <text>Laura (jareía Morena
g' ■

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Hqdoípo Bocha «Junior

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�SEGUNDO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
I

Federação daa Associações Brasileiras de Bibliotecários
por
Laura Garcia Moreno Russo e
Rodolfo Rocha Júnior

Salvador
1959

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-gentilmente por:

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II CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA

SALVADOR

-

BAHIA

FEDERAC3tO DAS ASSOCIACOES BRASILEIRAS DE
BIBLIOTECÁRIOS

Tese - apresentada por Laura Garoia
Moreno Russo e -Adolfo
Junior - ííüilioteoários
da
Biblioteca
de
Paulo.

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JULHO - 1, 9 3

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�1\ FEDEIJ.CÃO DAS associações BMSimiRAS DE BIBLIOTECÁRIOS

Tese

- apresentada por Laura Garcia
Moreno Russo e Rodolfo Rocha
Junior - Bib^otecarios
da
Biblioteca Publica^urdcipal
de são Paulo ao
-é ey-i

-ÍKOÜNDO CONGRESSO FRASITEIRO DE TIBIJOTECONOMIA

ÍT

^AX/yy^QHX. o
Aascclações de Classes
Z. • Importancla do Congraçamento das Associaçoes
3 • Necessidade da criação da Federação das Associações Brasileiras .
de Bibliotacários
Í4 - Ante-projeto de Estatutos da F.A.B.E.

1^- Associações de classes

, A história da civilizaçãb não è ^is do que a das ma-^
nlfettaçoes do espírito associativo, no suceder dos dias, dos -anos'-e dos séculos, Tudo quanto se imaginou e se produziu, embora emanado de gênios individuais, resultou do esforço de mui-tos.
As condições políticas e sociais dè várias épocasi,.de
í .
"'V.ram origem às associações de todo o genero e^o mais variado'^objeti
voS'O aparecimento das associações de classe, perde-se no espaço

e

no tempo. Desempenharam elas um papel preponderante nas civiliza
'&lt;5
,
çÕes antigas*
A
^ .

—

Atualmente, não ae pode negar a importância que de^em
penha o movimento assr^-?--iivc. Graças a essa consôiência social, ca
da grupo vem conquistando seu ver""".gar nos mais variados ne
tores da atividade coletiva,
No tocante às Associações de Bibliotecários, é por t£
dos sabido o papel decisivo que desempenham a "American Library Association" e a "International Federation of LlWai^eyí^ Associations",
chegando mesmo a ditarem normas para o ensino e o exercício da profissão de Bibliotecário; a primeira no âmbito liatfional^'^e a segunda
no internacional.
No Brasil existem, presentemente,

sete Associaçõsf de

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Bibliotecários, nos seguintes Estados: Associação Brasileira

de

Bibliotecários, Rio de Janeiro; Associação Paiana de Bibliotecários
Salvador; Associação Paulista de Bibliotecários, São Paulo; Associa
çãc dos liibliotecários Municipais, São Paulo; Associação Paranaense
de Bibliotecários, Curitiba; Associação Riograndense de Bibliotecários, Porto Alegre e^^sociação Pernambucana de Bibliotecários, Recife, as quais todcs|^'^nhecemos pelos frutos colhidos em trabalhos
atives, em que a pertinácia tem superado as dificuldades de toda or
dem, no esforço que vem desenvolvendo em prol da elevação técnico—
cultural do Bibliotecário,
/I
2 - IMPORTANCIA DO CONGR/iÇAfffiNTO DAS ASSOCIAÇOES
O direito de associação não consiste,

somente, na con

jugação de esforços individuais, mas também na comunhão de esforços
de grupo similares,

o que dá lugar a Federações, Corporações, Grê-

mios Sindicatos, etc. Essas-Entidades são criadas, quando se faz n£
cessaria a reunião de grupos esparsos,

que pelo vulto de seu quadro

social, tenham força para estreitar, coordenar e apresentar
unidade,

como

os vários pontos de vista/^e uma classe.
Não se pode negar que o trabalho desenvolvido pelaa

Associações Brasileiras de ^Bibliotecários, não tenha surtido efeito ben/fico em defe^ da classe. Entretan'to, ainda que dessa atividade se tenha^olhid(^A)ons frutos, muito há por realizar. Urge,

inrès,

reunir essas forças dispersas as quais precisam de um órgão centralizado^ pelo qual

se poderá chegar com êxito ao fim desejado.

Desnecessário e realçar, a considerável importância
da organização federativa, c(incebida com o espírito de união da
classe, que verá, por uma única representação, defendidas suag legítimas aspirações.

3 - NECESSIDADE DE CRIAÇÃO DA F.A.B.B,

A idéia da Fundação de uma^ntidade Nacional de
Bibliotecários não é nova. Em 1950? por ocasião do IQ Congresso

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Brasileiro de Biblioteconomia,
temário daquele Gonclave^

realizado no Recife,

Todavid,

f6S porte do

cinco anos sSo passados,

que ôsse Organismo tivesse sido criado.

Durante êsse tempo,

sem
os -

piX)t&gt;lemas da classe e das "bibliotecas foram se avultando, dado A
ao progresso da técnica e da ciência, ins talam-se, constantemente,

novas bibliotecas nos mais afastados

oionalj

pontos do Território Na-

fundam-se escolas de biblioteconomia oom os mais diver

sos currículos e fundam-se associaçCfes de bibliotecários q.ue,
procuram dia a dia.um caminho para consecução do ideal de bem
•v
'
servir a coletividade, por profissionais capazes e integrados em
seu devido lugar na sociedade.
NcLo podem mais ficar os

bibliotecários indiferen

tes a essa situação de inferioridad^ perante as outras profissOôs»
motivo pelo qual vimos apresentar ao II '-'ongresso ^asileiro
Biblioteconomia as nossas convicções,

de

que procuramos consubstan-

ciar.
CONSIDERANDO í
12 - que a extensão geográfica de nosso País dificulta o inter câmbio entre as várias Associações;
2- - que é de urgente necessidade a publicação de um Boletim Informativo,

que leve aos

bibliotecários de tôdas as Unidades

da Federação os assuntos de seu interôss^ ncí^ ^bito^acio nal e internacional,

a exemplo do que vem fazendo

o I.B.B,^

^(Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação) no
oan^o da -í^ocumentação,
3 - que já se faz sentir a necessidade
* .

so elaborar um Código

de ®tioa ^cflsc"'.

4 - que a pluralidade de cr: ^ntação técnica,
tecas Brasileiras,

seguida nas Biblio^

vem criando entraves ao pdblico e ao bibli

otecário;
5 - que

já é tempo de se p^ fim a política de adaptaçCJes^ nem

sempre condizentes com a moderna concepção de Biblioteca

^
e

Bibliotecárioy
6 - que essas irregularidades tendem a aumentar progressivamente
com o aparecimentcjde novas bibliotecas;

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�7 - q.ue a profissSo de bibliotecário
profissões literais»

d.^s

por despacho do Snr. Ministro do IDrabalho,

ns 16^ de 7-10-58,
niSo em 11-10-58,

já foi incluida na lista

publicada no Dia'rio Oficial da

ü-

q.ue enquadrou a profissão de Bibliotecário

no 19-^upo das Profissões Liberais*
8 - Q.ue há necessidade de se concretizar essa medida,
çSo efetiva,

junto a Câmara Pederal,

por uma atua

onde transita/projeto

de

leinregulamentando a profissSo;
9 - ciue há necessidade de criaçSo de um centro de recepçSo e dis tribuiçSo das bolsas de estud0(^ fornecidas pelos governos brasileiro e estrangeiros e c^ue atualmente se perdem por falta de
divulgação no seio da classe;
10 - gtue o se^r biblioteoonömico no -BrasL 1
11 -

já é uma realidade;

Sessián da "Internacional Pederation of Librar;iig-•Ássociations

(I.F.L.A.)

realizada em outubro de 1958,A na Bibli

oteca Nacional de Madrid,

foi constituída uma Comissão Iberoa-

merioana de Associações de ^íi^iiotecários,
dente, neste primeiro período,

a Snra.

sendo eleita presi-

Berta Becerra, de ^uba;

vioe-presidente o Dr. Luis Silveira,

representando Portugal
e
%
Brasil e como secretário o Professor Justo i^aroia Morales de -

Espanha;
12 - q.ue a referida Comissão tem^'^cumböncia de promover a incorporação

de Associações de Bibliotecários Iberoamericanos ao mo-

vimento universal da

I.E.L.A,;

13 - q.ue essa uniSo fortalecerá a representação ibero americana nos
futuros Congressos e Äeuniões da I.P.L.A.;
14 - çLue a fundação de um Organismo Nacional viria facilitar o
^

^

in-

tarcâmMo com o bloco iberoamerican^^,
propor ao II Congresso Brasileiro
leiro de Biblioteconomia se«,
ja orlada a FEDERAÇÃO DE ASSOCIAÇOES BRASILEDRa/dE BIBLIOTECÁRIOS,

com a seguinte sigla:

E.A.B.B.,

com o objetivo preofpuo

de defesa dos superiores interôsses das Entidades-. ílliadas
especialmente,
^asileiros.

orientar,

amparar e coligar os Bibliotecários -

Apresentamos,

Digitalizado
gentilmente por:

e,

outrossim,

anexo,

14

um ante-projeto -

15

i'g

17

i's

l'g

�~ 5 de Estatutos''da futura
. w■

O

"íederaçSo

íVí^?? OÂI/

^

P

^ -ihs^jJX'yvK

J

D.

'

'
^
^ ^
PaiÇLo, ly de ^unl^^Le ^,9^,

Laura Garçia Moreno Busso
K
Presidente

ASSOCIAÇÃO DOS

-«iodolfo Rooha Junior
"^loe-Presldente

BIBLIO-TECJiRIOS JÍÜNiaiSAXS Xffi.aKCk^^^-üiO-'"

Kua Santo Antonio,

7 33 - 9^ - apro» 91 ,

SgQ Paulo

'• . \
» /' .

' '\v ■
en.

M

�FEDERACaO DÁS ÁSSOCIACOES DE BIELIOTECiRIOS
BRASILEIROS

CF.A.B.B.)

ESTATUTOS

Capítulo I

'■^'ítulo,

finalidade,

Sede e Organização gar^

Art.l - A Federação das -^sooiações de ^bibliotecários Brasileiros (F.A.B.B. ),
_oa,

fundada era

é uma sociedade civil,

o^m se^ na CapitaLJLa Bapubli sem finalidades lucrativas,

profissionais bibliotecários

q.ue congrega

em todo o territc5rio nacional.

Art.2 - ^äo finalidades da -Associação a)

congregar os bibliotecá -

rios do País para o objetivo de defesa da classe no--teri:âttO--t&gt;^ilioo,
cultural,

social e

pura a solução dos p^o -

blemas atinentes a classe.
Parágrafo unioo
a

- Para a sonssouçao dêsses obj&amp;tivQs--

utilizar-se-a dos meios que se mo;: ararem indicados,

in-

clusive a cooperação com Instituições con,5êner3s e eventual filia çSo as de âmbito internacional.
Art.

3 -

os dos Estados,
dades federadas,

é uma Federação.

As i^sociii.ções de biblioteoári

Territórios e da Gapit.^ da Äex\lblica são suas unicom base'no regime represer..tat-I voi

Art,

4 - São drgSos dirigentes da F.A.B.B.:

dos,

o Conselho, deliberativo,

a Asisombléia dos -^ele^

" I^iretoria a as

tes.

:
■

CAPITUI.0 II
Das
Art.

Comissões Permanen -

°Qöes

Fedei'vidas

.
' ■

■

^ V

e doä *^ô^oios

5 - Os sócios de cada Estado ou Terri:drio, ^otv da Capital da -

República serSo presentes a F.A.B.B.

através de siJfâ. í

Associações re

gionais.
Art.

6 - Sao req.uisitos para o reconhecimento e pei^í

quer ^sooiaçao de Bibliotecários Estadual,

Terriliorj .ai ou da Capi-

tal da República como unidade federada da F.A.B.B. s
sonalidade jurídica;

a •)

possuir per-

b)' ser regida por estatutos íia fc ^rm^

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lei»

18

19

�o)

cumprir as obrigações previstas nestes -^statutos; &lt;3.)

ser a sua -

Diretoria eleita diretamente pelos sc5oios q,ue a compõem.
Art. 7- As Associações federadas conservara sua autonomia administra
tiva e econômica e nSLo sofrerão alterações nos respectivos títulos
ou denominações. Obrigam-se entretanto a) prestigiar tõdas as inioi
ativas e resoluções tomadas pelo órgão supremo da
ter a

b) man-

informada de tôdas as iniciativas e resoluções toma-

das no âmbito estadual ou regional pelos seus respectivos árgSos di
rigentes;

c)

dros sociais,
OS}

d)

comunicar a P.A.B.B. (lualçLuer alteração de

seus qua-

bem como as penalidades impostas aos respectivos s(5oj^

contribuir anualmente para os cofres da P.A.B.B, com a impor

tância q.ue fôr determinada pela Assembléia dos Delegados;

e) adotar

e utilizar em todos os seus impressos e cartazes o emblema da ^.A.
B.B.
•í^rt.S - Poderá o Conselho deliberativo cia í.A^B.B. ,• ad referendum da -í^ssembléia dos Delegados,

suspender a exeouçSo de resoluçOes-das

Associações í"ederadas ou a respectiva í iliaçSo nos casos de viola —
çSo grave dos deveres estatutários,

ou a perda de requisitos para a

permanência no quadro federativo da i.A.B.B,
Art.

9 - Os sócios serSo fundadores,

efetivos,

correspondentes, ho-

norários e beneméritos.
Parágrafo linico - SSo c:&gt;:isi derados sc5cios fundado res todos os que fizerem parte de qualqusr entidade federada até

a

data de fundação desta Entidade.
Art. 10 - SerSLo sécios efetivos todos bib. iotecários
os efetivos de qualquf^i'

que sejam sooi

Arooc; aç õc í;' Federadas.

Parágrafo ünico - Os sócio:3 efetivos terSo direita
a votar e ser votados para qualquer cargo,
ções dôstes Estatutos,

ressalvados as limita —

e poderão utilizar-?3 de todos os serviços

mantidos pela P.A.B.B.
Art. 11 - SerSo sécios correspondentes os
países,

bibliotecários de outros

admitidos nessa categoria, mediantei proposta da Diretoria -

da F.A.B.b.

ou de uma das entidades federacjis,- aprovada pela -í^ssem-

bleia dos Delegados.

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�^rt. 12 - SerSo sácios honorários os
estrangeiros de mérito comprovado,
B.B.,

biblioteoárlos

brasileiros ou

indicados pela -i^iretoria da P.A,

ou -diretoria de uma das entidades federadas e aceitos por de-

oisSo de dois

terços da -^ssembléia dos Delegados.

Art. 13 - Os sócios correspondentes e honorários

terSo direito aos

respectivos títulos e a participação nos certames técnico-culturais
da F.A.B.B.
Art. 14 - SerSo agraciados com o

título de sdoios beneméritos

as

pessoas indicadas pela Diretoria da P.A.B.B, ou pela Diretoria de
entidade federada,
A.B.B.,

por terem prestado serviços de relevância a

F.

desde gue aceitas por decisSo de dois terços da -Assembléia

dos -delegados.
Art. 15

- Os sécios da P.A.B.B, sSo passíveis de puniçSo,

qtuando a

sua conduta esteja em desacördo com o preceituado nestes Estatutos
ou no Código de -Stioa e possa

causar dano moral ou material a cla^

se bibliotecária ou a P.A.B.B.
Parágrafo I0 - As penalidades obeàieoer'3CLA-,s«^uiAt«i
graduaçcloí

a)

advertencia;
Parágrafo

b)
2-

suspensão;

o)

exolusSto,

- Havendo recurso,

as puniçCfes aplioe^

das por qLualq.uer das Associações federadas serSo referendadas ou

-

nSo pelo Conselho Deliberativo apds estudo dos casos pela ComissSo
de Defesa profissional. Da deliberação do Conselho Deliberativo caberá recurso a Assembléia dos Delegados.
Parágrafo
das Associações Pederadas,

32 -

E.AtB.B. pode alterar as deoisöes

sendo tôdas as resoluções acatadas

por

essas, de acördo com a obrigaçSo constante do item a do Art.72

dos

Estatutos.
CAPITULO III
Dos órgãos dirigentes
A - -^sembléia dos Delegados
Art. 16 - A Assembléia dos -^elegados é o órgiao. supremo da P^.B.B.
nos limites da Lei e dôstes •'^statutos,
dos os

cora poderes para resolver to

assuntos e decidir sôbre todos os atos sociais.

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�Arti 17 - Os sácios das Assooiaçües federadas elegerão,
reto e secreto os Delegados e Suplentes,

por voto di

q.ue representarão as suas

respectivas Unidades federadas na Àssembléias dos Delegados,
Parágrafo 1^
correr de mandato,

- Havendo vaga ou impedimento no de -

funcionarão os Suplentes.

•^t, 18 - As associações federadas estabelecerão as normas gerais e
os princípios de elegi"bilidade para as eleições dos respectivos Delegados ,
•«^t, 19 - Cada Associação será representada por linico Delegado.
Art.

20 - A Agsembléia dos Delegados,

uma vez por ano,

reunir-se-a ordinariamente

-

em data e local determinado na reuniSo anterior.

Art, 21 - ^ Assembléia dos Delegados reunir-se-a extraordinariamente,
quando se fiaer necessário,

convocada pela Diretoria da

Parágrafo l^

- A convecaçao extraordinária ser^-

feita pelo Presidente ou seu substituto legal as Diretorias da
B,B,, mencionando data,

local e assunto da reuniSo com prazo

dias, salvo casos de urgência q.uando poderá ser feita no prazo'

dß

10 dias.
Parágrafo

2^

- A Assembléia dos Delegados poderá,

por aprovação de dois terços dos presentes,

deliberar sôbre outros

assuntos.
■«^t.

22 - A Assembléia dos Delegados terá ura i^egimento para a sua -

organização interna e funciona-nento.
Art.

23 - Compete privativamente a Assembléia dos Delegadost

mover a tomada de contas da Diretoria da P.A.L.B.;
mentos;

c)

b)

a)

pro,

votar os orça

fixar a contribui ;ío a g^ue se refej.'e o Art.7; d)

oonheoer

e resolver os recursos interpostos pelos sdcios (quanto a deoisCfes
das Sociedades federadas;

e)

amendar ou refor.iiar os Statutes ou re

sol ver matéria nSo prevista nos mesmos;
soluções,

f) determinar através de re

a orientação a ser oeguida pela f.A..B,B.,

relativamente a

iniciativas q.ue Interessen a blasse bibliotecí ria,
^t.

24 - As resoluções da "í.sembléia dos -^ele^;ados,

exceções previstas nestes Es'^atutos,
tário,

serão

ressalvadas as

ton í.das pelo voto major^

presente a maioria io;5 Delegados.

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�- 10 Parágrafo linico - O querum para abertura das sesaOas
será de dois terços dos -í^elegados.
B - -^0 Conselho Deliberativo
-^rt.

25-0 Conselho Deliberativo BompOfe-se dos Presidentes das Asso

oiaçOes Pederadasou de seus respectivos substitutos ]ßgais. Reunir se-a ordináriamente uma vez cada seis meses,

em data e local fixados

na reunião anterior.
■^rt.

26-0 Conselho Deliberativo poderá ser convocado extraordinár^

amente pela Diretoria da eÍÍ.B.B. ou por dois terços de seus monbros,
para deliberar exclusivamente sôbre assuntos

constantes da convoca -

çSo.
"^rt.

27 - Durante os intervalos

Delegados,

antre as reuniões da -t^ssembláia

dc^

o Conselho Deliberativo tomará a si tödas as atribui^Cfes

da mesma Assembléia,

com exceçSo das seguintes:

buições devidas a

b)

a)

alterar as contri.

emendar ou reformar os Estatutos;

c)

contrariar resoluções da Assembléia dos Delegados.
Art.

28 - As resoluções do Conselho Deliberativo serSo tomadas pelo

voto majcritário,
Art.

presente a maioria dos seus membros.

29 — ^ôdas as decisões do Conselho Deliberativo ficarSo sujei-

tos a ratificação por parte da Assembléia dos Delegados.
Art,

30 - As reuniões do

presidente da P.A.B.B,

Conselho Deliberativo serSo presididas pelo.

e secretariadas pelo Secretário ^eral. O pre-

sidente terá o voto de qualidade.
C « Da Diretoria
Art.

31 - A Diretoria é o árgSo executivo da P.A.B.B, e compõe-se de:

presidente,

Vice-Presidente,

1° e 22 ^tesoureiros,
Art.

Secretário üeral,

,

Bibliotecário.

32 - A Diretoria será eleita pelo

legados,

12 e 2^ Secretários

voto direto e secreto dos De-

tomará posse perante a -Assembléia dos Delegados e exercerá

o mandato por dois anos.
Art.

33 - E condição de elegibilidade para os cargos de Secretário -

Geral,

1^

Secretário e 12 Tesoureiro residir na sede da F.A.B.B,

q^uanto duraur o
Art.

cm

1

en-

seu mandato.

34 - Sao atribuições do Presidente:

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a) representar a i'.A.B.B. -

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i'g

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i's

l'g

�em jujLao e fora dêle;

b) Presidir as reuniaes do'-'onselho i'eliberatii

vo e as da -Diretoria;

o)

administrar o patrimônio da í.A.B.B,;

dar execução as reclusões da Ássem"bléia dos
■Deliberativo;

e)

dos da i'.A.-^.B.;

d)

-

-^alegados e do ^onselho

escolher o consultor jurídico e constituir advogaf)

adq.uirir ou alienar iDens imdveis e dar em garan

tia hipotecária hens do pa trimonio da P.Á.B.B.
Ia Assembléia dos ^Delegados?

g)

quando autorizado pe

presidir as sessões preparatórias -

das -^sembléia dos -Delegados em q.ue apresentará relatório cirouns tanoiado de tôdas as atividades da
mentos necessários;

h)

seu substituto legal,

A.B.B.,

visitar as i'ederadas,

pessoalmente ou por

pelo menos uma vez no seu mandato,

disporá de verba necessária;

i)

onde,

-

para o q.ue

tomar providencias de o^áter admi-

nistrativo nSo previstas nestes "^statutos;
ia dos Delegados,

prestando os esclareci^

j)

comparecer a Assemtlé

sempre que necessário, dará sua opiniSo nas

dúvidas suscitadas.
•^rt.

35 - Ao Vi o e-Presidente compete, respectivamente,

gabstituir o

presidente nos seus impedimentos e sucedê-lo na vaga,
cessário,
•^rt.

caso seja ne-

até o fim do mandato.

36 - Compete ao Secretário Geral;

a) secretariar as reuniões -

da Assembléia dos -delegados e as do Conselho Deliberativo;
gir todos os serviços de secretaria;
narios; d)

c)

b) diri-

admitir ou dispensar funoio

Organizar o Boletim Informativo da P.A.B.B,;

e)

exercer

outras atividades ao cargo, ou que lhe venham a ser atribuídas.
*
Parágrafo 12 - Compete ao 12 secretário auxiliar o
Seoretári^-Geral e substituí-lo nos seus impedimentos.
Parágrafo
is Secretário e
Art.

ças;

b)

- Compete ao22 Secretário auxiliar

-o

substituí-lo nos seus impedimèntos

37 - Compete ao 1^

das àa -^'.A.B.B.,

2^

'i'esoureiro:

a)

administrar os fundos e ren-

sob supervisão e fiscalização da ComissSo de iln^

fazer as despesas autorizadas pelo presidente ou pela ^omi_§_

s3o de Pinanças;

o)

fiscalizar a contabilidade;

d)

organizar e man-

ter em dia o quadro dos auxiliares da P.A.B.B.;

e)

apresentar rela-

torio anual da i'esouraria;
ao cargo,

f)

exercer outras atividades peculiares

que lhe venham a ser atribuídas.

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i's

l'g

�Parágrafo únioo - ^ompete ao

2^

"'"esoureiro auxiliar o ~
3

12 Tesoureiro e su"bstituí-lo nos seus impedimentos.
Ärt.38 - CJompete ao Bibliotecário:

a)

adquirir ou sugerir por oompra

ou doação as obras q.ue interessem a •'^ülioteoa da F.A.B.B.j
gir a Bitâioteoa}

b) Diri-

responder a g^uesitos atinentes a seu cargo e de in

terôsse das -^iliadas.
D _ iJas ^omissOes Permanentes
Art.

39 - As Comissões Permanentes, Órg-Sos auxiliares da Diretoria,

denominam-seí

Comissão de Defesa Profissional,

GomissSo "^écnica,
Art.

^omissSto de ^'inanças,

ComissSo de Ensino Biblioteconômico.

40 - Cada Comissão será constituída de um memiaro da -Oiretoria -

e de guatro membros eleitos pela Assembléia dos Delegados, dentre os
sócios efetivos, O mandato será de dois anos.
Art.

41 - As Comissões funcionarão independentemente da reuniSO oon-

junta de seus membros,

correspondendo-se estes entra si» dipatâm«íSt^

ou através da Secretaria da P.A.B.B.
Parágrafo dnico - Havendo necessidade urgente de solução para problemas de interêsse premente,
A.B.B,,

a juizo do Presidente da •*,
PS

Sste poderá convocar os componentes de q.ual(iuer Comissão» no

tificando_os dos motivos, data e local da reuniSo,

com anteoendônoia

de 15 dias.
Art.

42 - A distribuição das tarefas atribuídas as várias ComlssCíes -

será feita pela -diretoria da P.A.B.B,
Parágrafo único - As Comissões deverSo enviar a
taría da F.A.B.B.,
Art.

todo o material referente as suas reuniões.

43 - Compete a Comissão de -i^efesa da profissão a soluçSo 4as

questões referentes a Stica e a defesa dos
sijbnais dos
■'^rt.

-

justos interôsses jjíTofis-»
é

bibliotecários,

44 - Compete a ^ComissnO de -'^'inanças
e orientação de todos os as
^
mm

suntos financeiros da P.A.B.B.,

inclusive a fomaçao e preservação -

do seu patrimônio,
""Tt.

45 - Compete a Comissão '-^'écnioa a organização e manutenção

movimento técnico-cultural da P.A.B.B.,
sos,

prêmios,

oursos,

bolsas de estudo,

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do

como organização de congresetc.

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�Art. 46 - ^ompete a Coraissßb de "^nsino estudar e sugerir medidas vi»sando o aperfeiçoamento do ensino MblioteoonÖmioo no Brasil»

CAPITULO IV

Das jí^sposiçcres Gerais
^t.

47 - A reoeita da PiA»B,B. oonstituir-»se~a de contribuições das

AssooiaçCfes ■'''ederadas,

pagas triraestralniente, na "base mínima de C!r$.

10,00 por sdoio e por mês e de outras rendas eventuais.
Parágrafo dnioo - As AssociaçOes federadas q.ue nSo qs
tiverem quites com a '-^'esouraria da

,

relativamente ao trime^

tre anterior nSo terSo direito a voto taato naa reupiÄes. ^ "^^««vsôlho
Boliterativo como nas Assemtüléias dos Belegados.
Art.

48 ~ ■'"ífdas as eleições prooessar^ô^i^ atravSs do voto secreto,
».

nSo se admitindo voto por prooura^So^
^rt.

49-2 vedadoa Biretoria da í*.A.B.B,

tomar parte em manifesta -

ções politico partidárias ou religiosas.
"^t. 50 - %tes -^statutos s6 poderSto ser emendados ou refomadÄ«
Io voto de dois terços da Âssembláia dos
voaada,

e,

em ouja ordem do dta,

esjeoialMant« o®

figura o as.-iunto «aounioado oom an-

tecedôncia de pelo menos 60 dias.
Art. 51 - Sn caso de se dissolver a i'.A.B.B.,

a

gados resolverá sdbre o destino a ser dado a seusr "boiiis«

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-^1^

�- 14 -

REGIMENTO DA ÁSSEMBLÍllÁ DOS DELEGADOS

CAPÍTULO

DA

I

INSTALAÇÃO

Art, 12 - Na primeira reuniSo de oada legislatura reunir-se-So os Delegados das Sociedades -^ederadas em dia e lugar de terminados pela dltima reuniSo da legislatura anterior (Arts

go Es-

tatutos) .
§ le - Assumirá a direçSo dos trabalhos,

inicialmente,

o Presidente da P.A.B.B. ou seu sutstituto legale fazendo parte

da

Mesa o Secretário Geral e o 12 Secretário.
§

22 - Nos seus impedimentos ou faltas, o Prôsld^te -

da P.A.B.B, será substituído,

sucess 1 vamenteProaldent

derada em cuja Séde está reunida a -^ssembláia,

pelo Secretário Ge -

ral da P,A.B.B, e pelo Secretário ^eral da i'ederada local.
Art.
havendo nilmero,

22 - Verificadas as jcredenci-ais-jdos—Delegados

e

o Presidente declarará aberta a sessSo e conyidÃP^^

o Delegado mais novo para lôr o seguinte tôrmo de compromissos

"Pro

metemos desempenhar o nosso mandato em benefício da profissSo de b^
blioteoário do ^asil, de conformidade com os -"^tatutos da Pedera çSo das -^sociaçOes Bibliotecárias brasileiras",

estando todos de -

pá, na Assembléia.

■^t,.

32-0 Presidente da Assembléia dos -^elegados se-

rá eleito pela prdpria -^ssembléia,

entre os candidatos com direito

a voto,

;

i

§ i^ioo - Proclamados os res^ltaÇ-òs. da eleiçSo,
empossado o Presidente da -^sembléia dos -^iele£:ados,
direçSo dos trabalhos,

será -•

q.ue ass^^irá

a

continuando a fazer'par-tq da Mesa o Seoretá--

rio ^eral e o 1® Secfetário da P.A.B.B,,

014 seus substitutos legais.
í

CAPITÜLO

II- -

,

■

�- 15 DOS

•^rt.

SUPLENTES

42 - Os Delegados titulares podem ser substitui-»

dos pelos Suplentes eleitos pela mesma -^sociagSo i'ederada.
§ 12 - Eara ôste fim o -^eiegado titular oficiará a Mesa oomunioando o seu afastamento, A Mesa convocará imediatamente
o ^uplente,

pela ordem de votação,

conforme a lista previamente en-

viada a Secretária da ■'''ederaçao,
§22-0 afastamento do
mínimo,

titular terá a duraçSo,

no

de uma sessSo da -^sembléia dos -delegados.
§ 3s - Ao reassumir, o Delegado titular comunicará a

Mesa sua resolução,

ficando o Suplente afastado.

Art» 5® ~ O Suplente q.ue exercer o mandato-p^lfL-í®!—
meira vez,

^o empossar-se,

Art«
cuja ausência»

fará o juramento regimental,

6ß - 2!erao Suplentes apenas aqLuela&amp;-J^lôÂâdos

temporária ou definitiva,

fôr comunioaAa a Frasid^-r ^

cia da -^ssembl^ia cU&gt;s Delegados.

GAPITUTO

D AS

III

COMISSaES

^t, 7sl- Haverá gt^atro '^emissões permanentes,

compo^

tas no mínimo da cinco membros, um da Diretoria e' q,üatro eleitos pe
los i^elegados| empossados pelo Presidente dà -^semliléia dos Delegar■ '
S
í
Poderão ser criadas outi'as Comissões especiais

dos.
§ ic

pela própric^ -Assembléia e por proposta de':^ugp.quer Delegado, se a! ' *
provada em pienário,'
,
&lt; V
i . : V■
§ 22 - NO início da primeira reHiriiaD, cada DeiegaçÈto
de íederada Iridioará dois nomes a presidência Cs (iuais constituirão
a chapa a ser eleita.

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19

�-16 §

&gt;3 - As CíOmissOes estudarSo as proposições a elas -

cListribuicLas pela Presidência,

apresentando relatdrio a ser digout^i

do em plenário.
§ \íinioo - Ás Comissões reunir-se-So tôdas as vêzeg
•
•'
gue se fizer necessário, por proposição da maioria,-da saus morihrac»- ^
apresentando relat(5rio a Diretoria da P,A.B.B.

CAPITULO

DÁS

IV

SESSÕES

■^rt. 82-0 tempo de duraçSo das reuniões da -^sem bláia dos Delegados será,

•^t.

no máximo,

de 3 dias.

92 - Cada sessSo oonstbrá de expediente,

raçiSo máxima de 45 minuto« e de ordem. cLo,-d
150 minutos

çom duziaçÃo^^iSxij«*-**^

C&lt;iuas horas e meia).

'

§ línioo - ^erminala. uma
rá 05 Delegados para a sessSo seguinte,
inícioj.

oom du-

Q
determinando a hora d© seu

ad referendum do plenário.
i
i
}

CAPITULOV
»■ • '
■
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' '■ '

j
DO

Art» 102

,US0

D4

PALAVRA

Cada Delegado terá direito a palavra para

discutir qu2U.q.uer proposigsoi

pãlo prazo de',5 minutos* Nenhum -^ele'
»
*
gado poderá usar (ia palavira pela ^segunda vezí para discutir a masnía proposição.

§ iJnioo

^oderi o -^elegado, no. entanto,

usar nova -

mente da palavra se esta ftOr soliloitada por upi dos Delegados presen—
tes,

q,ueainda nSto houver f^ílado esöbre o assunto,em disoussSo,

da especialmente Ê ele.

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apíârtes, s&lt;5:'serao permitidos depois de

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�- 17

solicitados e oonoedidos, nSo se admitindo diálogos.

•^t. 12® - Terminada a leitura dc
havendo esgotado o tempo a äste dedicado,
palavra por 10 minutos, no máximo,

expediente e nSo -

o Presidente concederá

a

a (lualquer Ji^elegado (itfâ dela q.uaJL

ra fazer uso,

CAPITULO

VI

DISPOSIÇÕES

GERAIS

ATt, 13fi - As questões de ordem ser^ resolvidas pela
Hesa. guando a q^estSo de ordem suscitada nSo fdr prôvl»^ nos BsÍÂ—tutos e neste Eegimento,

o presidente, por

posiçífes Usadas nas Assembléias

Legislativas do Paia»

oi]^X(!Lo o plô"»»

nario»

modo a impedir o seu prosseguimento,

o Presidente, suspenderá a S6S-

sSo por 10 minutos, restrindo-a findo és te praao» -SSo -s^ndD
ambiente para trabalho,

depois de reaberta a sessSo,

o presidente en

cerra-la-a definitivamente e convocará os Delegajdos para a sessSo
seguinte«

'
■^rt, 152

objeto de diliberaçSo,
dias,
'

tôrmos

,

-

■

A reforma dos -^tatutos,

par^ q.ue possa ser

deverá sfer proposta com an^t^^oedôncia de 60

para q[ue a Secret^ia da •^'ederagSo possa tor^'^ar ciente de seus
'»
tödas as -^sociaçOes Pederadas.
§ dnioa •*

exigência do presente artl^^o &amp;6 vigorará,

da prdxima -^íesembléia d.os -üeiegados em diante;
■^t,

202

-

•.

Este regimento entirará eui vlgôr imediata^

mente depois de aprovada a sua redaçSo fin'al.

•

*
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�Digitalizado
gentilmente por:

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��II CONGRESSO BRüSILEIRO DE BIBLIOTEGONOMIá E DOCUMENTAÇÃO

Breves informes sobre a Biblioteca
do Museu do Estado da Bahia
por
Nosmia

Godinho

Salvador
1959

Digitalizado
-gentilmente por:

�!1!E!MA.

BREVES

9

IWCRKES

Sobre a

biblioteca

do

WJSEU

do

estado

da

BAHIA

iKTA Jk üCDIüHO - Bibll'.&gt;tec:?ri?.

C*
\í J«"

Apresentado ao II Congresso Brasileiro
Biblioteconomia

de

e Documentação

Salvador - BAHIA

- JUIÜO

19 5 9

I Digitalizado
-gentilmente por:

I

an
st em

14

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lí

�BADOS HIST&lt;3RIC0S

A Biblioteca do Museu do Estado da Bahia, já existia desde 1931» CO™ cerca do

volumes, transferidos com o acervo do Arquivo Público ,

por ocasiãio da criaçSo da Pinacoteca e líuseu do Estado.
Posterlonaente, foi enriquecida com doações de Instituições
e particulares, na maioria, porém, livros sobre assuntos que nsío atendiam

cs

ntccssidcic'es c'o Museu e, por isso mesmo, mais tarde permutados por outros

de

maior interesse. Desta sorte, só começou a desenvolver-se em 19^» quando consegiiiu pela primeira vea dotaç3o própria, a qual foi remetida ao Inspetor

do

Huseu, então na America do Norte, para aquisição de obras sobre arte.
Pequem, contando atualmente, com cerca de 4.000 obras e 21
assinaturas das revistas nacionais e estrangeiras mais inportantes na sua

es-

pecialidade - Arte, História e Antropologia - atravessa certas dificuldades, devido à falta de verbas* Mesmo assim, mediante rigorosa seleção, procura conservar a classificação pessoalmente dada em 19^9, pela sra. Lucile li. Morsch ,
Diretora da "Descriptive Cataloging Division", da Biblioteca do Congresso de Washington, de ser, no genero "História da Arte" a terceira no Brasil, depois
da Biblioteca Pública Municipal de São Paulo e da Diretoria do Patrimonio Histórico e Artístico Nacional (DPHAN) no Rio de Janeiro. Tanto pela qualidade

e

atualidade de suas obras, como também, pelo critério de nao contando com dotaçSo suficiente para se expandir, somente adquirir obras ba'sicas c estreitamente necess^irins.
Subordinada ao Governo do Estado, viu-se como as demais Instituições Culturais,
atingida pelo Decreto n. 16.2^7 de 12,IV«1955 (Compressão de Despesas) e desde
então só tem recebido diminuta parte de suas verbas,
Hão obstante, a Biblioteca do Museu do Estado, vem conse guindo reunir uma magnifica coleção de obras da maior importância para o _estudo da Arte, em grande paj-te adquiridas na America do Norte, Europa e Argentina,
a qual merece o apoio dos poderes públicos.

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�- 1 "

LocuÂZkçm

Funcionando desdo sua fundaçsfo em dependências do Museu, sente, como este, cada vez mais agravar-se o problema da falta de espaço e a con^
tante ameaça de. estragos por parte de insetos»
Até o fim do ano p, passado, nSo havia também logrado organi
zar siquer uma sala para leitura, o que só este ano foi levado a efeito, motivo por que a Biblioteca tem sofrido sensivelmente na sua freqüência»

ATIVin/J)ES

Dada a sua natureza de biblioteca especializada, limita-se mais à consulta, do que ao empréstimo de livros. Este, geralmente, nSo excede
de 300 ä ^00

ano,
'

Todavia, nao deixa de atender e facilitar às categorias de

consulentes e estudiosos de sua especialidade, sempre que a procuram. Mas, na
realidade sua maior atividade consiste na colaboração que presta às

Institu^

ções Culturais como: Casa da Italia, Faculdade de Filosofia, Instituto Gecgra
fico e Historico e outras, com livros e projeções, quando de seus cursos e

-

conferências sobre História da Arte.
Classificada pelo sistema decimal de ílelvil Dewey, obedecendo de inicio as regras da A.L»A., atualmente, procura fazer adaptações das
regras adotadas pela Biblioteca Apostolica Vaticana

"Normas para Catalogação

de Impressos, "Ed. Brasileira, São Pa\ilo, 1949,
Para consulta, foi preferido o Cata'logo Dicionário, o

-

qual satisfaz plenamente» Com o intuito de facilitar ao leitor o conhecimento
do acervo existente, foi convencionado tanibem, o sistema da "ficha provis&lt;5ria"p
Esta 6 geralmente, de tonalidade verde (desbotado) a fim de que o livro não catalogado, sejb i.dentificado no fichaiüo, São confeccionadas duas fichas, sendo uma encabeçada pelo autor e 2 entrelinhas abaixo o título e a outra ao invej:

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I Sc a n
st e m
&lt;/

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1^

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�se da prisneire.
Embora nSo dispondc de pessoal, eata colaborando para o Catá"
logo Coletivo do Institute Drösileirt de Eiblicgrrfir. e DocuintntaçSo (IBBD) ,
•no Rio de Janeiro»
USo tende aindc podido editar nenhujna publicação sua, consegue, através das do Kuseu, pentiutar con líuseus e Bibliotecas nacionais e

es-

trangeiros, vrlendo-se dá oportunidade para solicitar doaçSes, a fim de enriquecer seu patrimônio, o que tem obtido cori facilidade. Dentre seus mric-rcs dccífcrcs eBtrsujeirc s, pccie-se dcstfcar e Eiblic téca do Cc ri£.ressc.- c a Smithso
nian Instituticn, de Vfeshistton, The Br&lt;&gt;&lt;klyn líuseum e Vikine Fund, Inc.,

de

1'cva Ycrk, Victcrir nntí /-Ibtrt IHiseum, f'e Lmi'res e iruitcs cutr-. s.
''"unci nr r'lnriatr.untc, r'as 1300

16:00 h.ras, excetf aos

Sabíidca quo ater.de das Zt'}0 às 12:00 heras.
A Biblioteca do üuseu do Estado c'a Eahia, -resar c'as c'ificvl
dades que atrr.vessr. - sem Iccrliai çSo, sem pessorl e ccui reccrsos financeiros
escassos - vem modestamente esforçando-sç para sumprir su? finalidade, que 6 servir 2 cr.lctivit'.n(?c.

iicDiiíiC
niblirtcc-frir

an.

Digitalizado
gentilmente por:

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                <text>Breves informes sobre a Biblioteca do Museu do Estado da Bahia</text>
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��SEGFONBO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIELIOTECOROIfflA E DOCmTENTlçIO

Biblioteconomia como profissão
por
Elida de Freitas e Castro Druck

Salvador
1959

Digitalizado
-gentilmente por:

�SiliiiQ.T2£OiíOMiA'

CO MO

PROFISSÃO

Trabalho apresentado

ao II Congresso Br asile ircx
de

Bi "bi i o t e c onomi a

(Salvador,

Bahia,

julho - 1

9 5

9)

c&gt; Vf
V, 14
Pela Professôra

ELIDA DE EREITAS E 'CASTEO DRUCK

Do Instituto de EduoaçSo de Pdrto Alegre;

Associação Riograndense de Bi-biioteoários.

2 —2=:2 = 9 = 2=:2=:2 —
2 = 2 = 2=:

'I Digitalizado
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�BIBLIOTECONOMIA

COMO

PROFISSÃO

SINOPSE

BIBLIOTECONOMIA« arte de organizar, conservar e administrar uma M"bliot80a, • levando o leitor
ao
livro e o livro ao leitor,
bibliotecário I
necessidade de seu preparo profissl
onál e cultural em face da diversidade dos tipos de
"bibliotecas e do elemento humano q.ue delas se ser vem.
^

A BIBLIOTECA COMO CENTRO DE FORÍVIAÇÃO» intelectual ,
moral, profissional, religiosa, artística, cívica ,
familiar, social e recreativa.

BIBLIOTECAS IX) SÉCULO XXí
enciclopédica, profissional, operária, ambulante, de jardins e parq.ues, de
clubes e associações, de hospitais, de cegos, de
cárceres, particulares, administrativas, infantis ,
escolares, eto..

ÉTICA PROFISSIONAL DO BIBLIOTECÁRIO.

PUBLICIDADE DA E NA BIBLIOTECAS jornal, revista, rá
dio, televisão, cinema, "boletins 'bi'bliogräficos,pro
pagandas diversas.

SALÁRIO DO PROFISSIONAL BIBLIOTECÁRIO:

seu nivela -

^ mente ao dos técnico-científicos.

CONCLUSÕES.

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�BIBLIOTECONOMIA

COMO

PROFISSÃO

Laudelino Freire define BIBLIOTECONOMIA COMO
zar e dirigir
ranger,

"arte de organi-

MtlioteoasLarousse a significa como

"1'art d'ar-

de oonserver et d'administrer une lDiT3liot]ieQ.u.e

A idéia de arte,
administrar,

anteposta a açSo de organizar,

q.ue sintetiza a extensa,

complexa,

•
conservar

e

útil e produtiva ta

refa confiada ao Bibliotecário, supõe cogitação de teleza, além
da
ciência, de originalidade, de capacidade individual em um trabalho
profissional q.ue pode ser um.dos maiores fatores do alevantamento da mentalidade contemporânea.
enta,

E,

guia,

ori-

oferece subsídios de cultura a tôdas as idades, a tôdas

profissões,
de,

2 que a Biblioteca aponta,

em tôdas as horas,

as -

valorizando os elementos da oomunida

contribuindo largamente para o engrandecimento de uma nação.
além disso,

ainda oferece o prazer,

o descanso e distração a

q.uem dela se serve.
Já está longe §, época em q.ue o acesso aos livros semente era
permitido aos q.ue tivessem capacidade de os encontrar.
(jdnizar e dirigir uma Biblioteca,

A arte de or

faz com q.ue o livro extenda os

-

braços a todos os leitores e os leve a s^S^-ir uma direçSo racionalem busca da meta almejada.

BIBLIOTECÁRIO

Pode-se chamar
Biblioteca?

- Não,

"Bibliotecário" a tCda pepcoa ojip atende uir-

por igual razão porque nSo se pode dar o título

de farmacêutico a q.ualq.uer pessoa q.ue se coloçLue atrás do balcSo de uma farmácia,

ccmo muito bem acentua Cdnsole,

em sua obra

"Eaga

mos dei Bibliotecário um profesional"»
Sd se deve uaar um título que indique uma profissSo,
há verdadeiros conhecimentos,
vidade escolhida,

quando há capacidade®dedioaçao

quando
a ati

quando há empenho em levá-la a prática de modo a

colher resultados satisfatórios.
Só pode merecer o título de Bibliotecário quem,
lhido esta profissão,
jjreenda
va e,

tendo esco-

adquira os conhecimentos indispensáveis,

com

a necessidade de adaptar o seu trabalho a tarefa educati-

conscientemente oriente a sua atividade pelos" princípios

da

ética profissional.
Enorme é a diferença entre um Bibliotecário e um empregado
^ Biblioteca,

o Bibliotecário tem aptldSo para organizar racional

mente uma Biblioteca e administrá-la com o máximo aproveitamento dos leitores. O empregado da -^blioteca cumpre materialmente as or
dens recebidas:
livros.

cm

1

transporta,

coloca,

conserta,

procura preservar os

E apenas um agente auxiliar de que o Bibliotecário necessi

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�novos conhecimentos. Mas talvez seja necessário acrescentar-lhes um pouco mais,

a ôles se anexarem noções de relevante importânciai

considerando-se q,ue o verdadeiro valor do livro está no seü integral aproveitamento pelo leitor.

Se BiMioteconomia é uma profissSç»

devemos nos deter na diversidade de usos a aproveitamento req.ueridos pelo leitor na procura do material impresso.
Untre os leitores há mdltiplas e variadas capacidades,

diver

sidade de ambiente, diferença de classes sociais,

variações de ida

des físicas e mentais, modalidades de profissões,

distinção de g^mij.

"bições e projetos,
bertas,
no,

disparidade de.,

anseio de realizações e desco -

desigualdade de grau de cultura. A Biblioteca recebe o alu

o professor,

fissional,

o sábio,

o artista,

o curioso,

o operário,

e o Bibliotecário entrega o liVro a todos,

o pro-

q.^er saibam-

ou nSo saibam procurar.
Assim oomo o profissional deve saber ajustar o livro,

desde-

0 momento de adciuirí-lo at^ a sua colocaçSo na estante, deverá tam
saber atender o leitor. Nossas próprias livrarias precisam

de

balconistas que satisfaçam quem adq.uire de forma a constituirera mo
tivo de maior procura.
Tõdas as Bibliotecas sSo organizadas pelos mesmos princípios
da Biblioteconimia. O aproveitamento do livro e a diversidade de classes de leitores é que as distingue,

dadas as modalidades de a-

plicaçSo ao verdadeiro objetivo, real e prático„

BIBLIOTECA GOMO CMTRO m FQBMACXO

^ sábia natureza fez do.homem o seu fruto mais perfeito
to q.ue,

com a aplicação das prdprias leis naturais,

torna a vida -

mais ampla em permanente conquista de novos horizontes, numa eleva
ç2o intelectual e material ininterrupta.
sua educação,
dade,

Não devemos descurar da -

pois é 61e quem aperfeiçoa o lar,

a religião,

a escola,

a socie-

a.Pátria.

Na Biblioteca que ê o mundo das letras,

a casa dos mestres,

o indivíduo encontra meios seguros para sua melhor formação. Nela
são incrementadas as suas variadas modalidades vitais?
Aproveitamento físico

- Na Biblioteca há oportunidade de se

toma-

rem conhecidos os livros e revistas ilustrados com jogos e exercícios salutares;
de cada um;

alimentação mais nutritiva e adequada á atividade

vestuário apropriado as diferentes estações.

Pormaçao intelectual - -^travás da boa leitura desenvolve-se melhor
o espírito,

a capacidade,

e alargam-se os conhecimentos,

Formação moral - Boas sugestões,
elevam o caráoter,

bons exemplos incitam a imitação

tornam o coraçSo melhor.

i'ormaqao profissional - Leitura de obras,
tivas a profissão,

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,

revistas ilustradas rela-

conduzem o leitor a se tornar melhor artífice,

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�- 4 muitas vezes surp:*eso com aspeotos novos de seu trabalho que

lhe -

eram desconhecidos.
Religiosa - Minutos de lazer podem,

pela leitura,

fortificar a f^ ,

multas vezes conduzir aos ditames de uma religião.
Artística - Quadros,
peças teatrais,

painéis,

ilustrações,

poesias, seletas leituras;

reproduçCfes fotográficas;
composições musicais,

biografias de artistas - levam a conhecer a arte ignorada,
dê-la melhor,

oompreen

procurá-la e até a praticá-la.

Cívica - Pela leitura oportuna de acontecimentos históricos e reali
zações da atualidade, demonstrações cívicas,
tornar um agente unificador,

guia do cidadão q.ue desconhece o verda

deiro sentido do gue é a sua Pátria,
/
sua comunidade.
J'amiliar - A leitura,

a Biblioteca poderá se

tornando-o um membro ativo de

romanceada ou real,

uma vida em fajnília lembra, muitas vezes,

dos melhores exemplos

de

deveres sem prática por -

mera ignorância.
Social

- A leitura sociabiliza o indivíduo, mostra como todos,

^aa profissão e em seus princípiosi
comum do homem, da família,

seguem a mesma direçSo - o

da sociedade,

em
bem

da Pátria.

Recreativa - Exemplos su^stivos lembram a maneira de trai^sfcrmar horas monótonas em momentos alegres e divertidos.
Realizadora - As mais diversas obras ilustradas sugerem as mais vax^iadas atividades práticas,
DAS VÂRIÃ3 ESPECIES DE BIBLIOTECAS

Com o desenvolvimento da cultura,

chegamos

ao gíoulo TT

o.orp

um patrimônio de Bibliotecas q.ue se extende das mais gerais as mais
3specializadas,

a saber»

I - BIBLIOTECA PÜELICA ENCICLOPÉDICA

Todos os países possuem a sua Biblioteca Nacional como

um

dos alicerces onde fica estabelecida a história de sua civilização,
fixado o grau de sua cultura e o incentivo ao progresso e alevantamento de valores da sua cidadania.
Estas Bibliotecas oonteem livros de tôdas as espécies e

em

""•^das as lindas. Recebêm leitores indistintamente pois atendem necessidades pessoais e satiafazem q.ualq.uer curiosidade. Obras recreativas e de valor educativo aí sSo reunidas para manter o eguilíbrj^
o entre estas duas correntes formadoras. O cultivo da leiitura con tribui para o engrandecimento e desenvolvimento cultural da população.

II - BIBLIOTECA ESPECIALIZADA. PROFISSIONAL

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Todo ohomera esoolhe seu ramo de trabalho e nunoa deve estacionar, Na Biblioteca de sua profissSo vai encontrar o material
servirá para enriquecer seus conhecimentos

qt^e

e tomá-lo um profissio-

nal cada vez mais competente.
Esta Biblioteca supre a falta de recursos, remove dificuldades
de pesquisa e de escolha.

2 especializada para determinado páblico.

III - BIBLIOTECA OPERARIA

O operário é o braço que movimenta a máquina que permite o di
natnismo e o progresso da ápoca atual. Deve ser bem atendido em suaformaçSo e um dos meios é a Biblioteca,
çSo para sua vida política,

onde êle encontra orienta -

religiosa, social e recreativa.

Esta Biblioteca deve articular-se com os sindicatos

operários«

oferecer distrações com leituras de revistas, periódicas e livros
organizar exposiçOes de impressos,

pinturas,

palestras e debates söbra seus trabalhos;

fotografias; motivar -

constituir-se como

fonte

permanente de informações sôbre tudo que se refere aos direitos

e

deveres do operário,

IV - BIBLIOTECA AMBULAI^TE

Quando nSo 4 possivel aos leitores irem em busca do livro,

âs

te vai a procura de quem o deve ler. Leva-lhe o mestre em suas pági
nas impressas,

oferece-lhe os

bens que nSo pode ou nSo sabe adquirir,

coloca-lhe nas mãos o encanto da natureza,

a dis traçSo do romance,a

•ooesia da vida.
A Biblioteca ambulante é o serviço de extensSo das Biblioteca?
tanto pdblicas como particulares,
-biblioteca mais

E um eficiente meio.para tomar a

aproveitada como uma sucursal móvel. E a

ca sôbre rodas",

o

"Bibliobus",

que,

"Bibliote-

pela forma de apresentação,

desperta a curiosidade do leitor que vive em lugares solitários ou,
mesmo na cidade,

ignora a existência da Biblioteca por nSo ter o há

bito da leitura.
Esta Biblioteca,

entre outras utilidades»

- permite leitura ao público em qualquer ponto de uma grande
oidade,

inclusive nas zonas proletárias.

- Leva livros aos locais de trabalhosi fábrioas,
pitais,

quartéis,

oficinas, instituiçCfes,

escolas, hos

asilos e centros que o so

licitem.
- Pode atender as zonas agrícolas e as fazendas com densidade
populacional de empregados.
- Pode abastecer aos Municípios que não teem Bibliotecas

Pú-

blicas.

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�- 6 - Ofereoe,

ao piibliooem geral, um descanso,

podendo transpor-

tar-se as praças pdblicas aos domingos e dias feriados.
- pode servir aos looais de veraneio,
do das férias,

oomo estímulo as crianças,

praia e serra, no perío

adolescentes e adultos pa

ra OLue façam também da leitura uma distração.

V - BIBLIOTECA NO3 JARDINS PÜBLICOS E PESQUES

Um outro meio de tornar o livro um convite permanente a leitu
ra,

é a localização de pequenas bibliotecas nos

logradouros,

como existem em muitas cidades,

jardins piiblicos e

inclusive em pórto Ale

gre. Os moradores das proximidades e freqüentadores dos parques sSo
convidados ao hábito de aproveitarem suas heras de lazer em boas

-

leituras.

VI - BIBLIOTECA m CLUBE,

ASSOQIACSO ESPORTIVA E RECREATIVA

Os clubes e associações recreativas em geral possuem pequenas
-i^ibliotecas para uso de seus associados,

as quais contam principal-

mente com revistas da atualidade.
finalidade desta Biblioteca ê oferecer distração da leitur?
na prápria sede do clube ou cora empréstimo a domicílio.

VII - BIBLIOTECA DO HOSPITAL

Leituras amenas,

saudáveis,

formativas,

podem ser oferecidas

ao doente para que esqueça as longas horas que deverá estar sujeito
as prescrições médicas e desvie seu pensamento de seus próprios males .
Em carros móveis os livros poderão visitar os doentes que
distrairão na escolha de uma revista,
de.

A criança irrequieta,

álbum ou livro que lhes

que necessita estar imdvel,

se

agra-

prestar-se-á

mais facilmente ao tratamento com o manuseio de livros ilustrados e
•oloridos.
O livro no hospital 4 também de grande utilidade para distrair os familiares e amigos que acompanham os pacientes.

VIII - BIBLIOTECA PARA OS CEGOS

Se a natureza priva,
sentidos - a vista,
go ler pelo tacto

cm

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as vezes,

o nomem de um dos mais nobres

oferece contudo outros dons que permitem ao ce-

(Sistema Braille)

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e ouvir.

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�- 7 -

A Biblioteca para os oegos »
livro sonoro,

os disoos,

o rádio,

além dos livros manuais possui o
e proporciona a leitura oral

em

horas determinadas• O cego poderá ouvir literatura e reoeter muitas
lições de que necessita para a valorização da própria vida*

lÃ - biblioteca dq cárcere

'ü livro ê o mestre mudo da humanidade",

^onvám que esta açSo

se exerça sôbre áq.uele q.ue purga seu ôrro^ prôso a um ambiente resi
trito que lhe tolhe os movimentos mas nSo impossibilita os passosdo espírito.
Fm livro poderá ser um agente para a compreensão da gravidade do crime, levando o delinqüente a recuperação para a vida social.

Z - BIBLIOTECA PARTICULAR

Todo o homem que alimenta cogitações de espírito possui a

-

sua Biblioteca, patrimônio que lega aos seus descendentes e que,

-

nuitas vezes é convertido em bem público de uma naçSo,
lemos um exemplo na - Cr.sa de -t^uy Barbosa - criada pela
nfi 378,

de 13 de janeiro de 1937»

oomo instituição de educação ex-

tra-escolar do Ministério de EducaçSo e Saiíde.
ca,

Lei

Casa Museu-Bibliote

consagrada ao culto do grande brasileiro.
Sn Pôrto Alegre também o^Govêmo do Estado adquiriu a Bibli£

teca do saudoso jurista Maurício Cardoso,
Direito,

doando-a a Faculdade

bem oomo a do falecido historiador gaúcho Othelo Rosa,

de
le

gando-a ao Instituto Histórico e Geográfico. Esta valiosa Bibliotec
ca,

histórica e pedagógica, possui côrca de 8,000 volumes e contém

obras de grande valor como um exemplar do - Dicionário %pi-Guarany
- que pertenceu a D, Pedro II e de que existem no Brasil apenas

-

trés exemplares.
Além dessa há também em Pôrto Alegre a Biblioteca do Dr, Edmundo Secco Eichemberg,

bibliófilo que

já reuniu em sua coleção

particular mais de 50.000 obras de grande valor bibliográfico,
quiridas,

ad%L.

grande parte delas, na Europa.

XI - BIBLIOTECA ADMINISTRATIVA

Esta Biblioteca é encontrada nos departamentos incumbidos de informar e dar pareceres em expedientes sujeitos a despacho dos
poderes públicos,

íla reúne,

cretos e regulamentos

cm

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coletâneas de leis,

de

administrativos bem como tratados e obras

-

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especialmente,

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lí

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�- 8 -

versando assuntos relacionados oom as atividades governainentais.
São destinadas a facilitar o trabalho das autoridades responsáveis pelos diversos sectores do govôrno,

ficando,

tamlD^m,

a dispo

siçao daq.uôles q.ue tenham necessidade de estudar problemas administrativos,

políticos,

econômicos e sociais.

XII - BIELIOTECA DÁS ASSOCIACaES.

As grandes entidades,

ENTIDADES DE CLASSES

como SESI

SESC (Serviço Social do Comércio),
cas com serviço de extensSo,

C^erviço Social da Indústria)

e outras,

possuem suas Bibliote-

Bibliotecas Circulantes q.ue levam o li

vro aos mais distantes lugares, renovando-o periodicamente.

XIII - BIBLIOTECA INFANTIL

A criança precisa de um meio eficiente para se distrair,
cando sua prápria personalidade.

apli

A Biuioteca Edblica Infantil é

-

uma sS distração e um verdadeiro centro de atividades: fonte de pes
qulsas para desenvolvimento de vocações, meio de despertar a
sidade pelo desconhecido,

auxílio q.ue leva o pegueno leitor a sua -

auto-educação,
Esta Biblioteca é também uma solução educativa para o grave problema q.ue a vida em apartamentos cria para o espírito infantil,
Ela é um lugar onde a criança nSo está sé e tem motivos para maiores
expansões, enquanto seus progenitores se ocupam em suas atividadeshabituais.

ZU - BIBLIOTECA DAS LIVRARIAS 8 K)NTE DE AQUISICaES

As casas que nos oferecem livros,
tódas as línguas,

de tôdas as categorias e em

para enriq^uecermos nosso patrimônio cultui^^. ^

vem procurar atender com eficiência o cctnprador cujo interês-se
"^'^das as modalidades: curiosidade científica,
cimento de Bibliotecas,
literatura,

prêmios a alunos,

bibliofilia,

natais,

enrique-

aperfeiçoamentos,

pesquisas, desenvolvimento profissional e muitas outras-.

Francisco Vindel,

em sua obra

'Manual de ^onocimientos Técni-

cos y Culturales para Profesionales dei Libro" diz, cora acerto,
o nível cultural de um país
prietário das livrarias,

que é o distribuidor do impresso, deve hon

mo preocupação constante o conhecimento da Bibliografia,

I Digitalizado
-gentilmente por:

ter oo

tanto naci

onal como extrangeira e nunca esquecer que seu balconista,

1

que

Julga-se pelos seus livros. Assim o pro,

rar sua Pátria no esforço de expandir cada vez mais o livro,

cm

tem

além dis

I Sc a n
st e m
&lt;/

14

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16

17

lí

19

20

�so, d6ve procurar elGvar sua cultura todos os dias porq.uej

freq^usn—

temente precisa ser guia e conselheiro do comprador.

XV - BIBLIOTECAS ES00LAHES

A Biblioteca da escola tem suma importância pois é na escola
q.ue se forma a homem de

ananhS e é nela q.ue

se pode aprender a

ler

e criar o hábito da leitura,
Tôda a escola deve possuir uma -í^blioteca para o corpo docente. Nela os professôres encontrarão estímulo para melhoria de
trabalho,

seu

material para enriquecimento de suas liçCíes e fonte de re

novação para seus conhecimentos.
•rt. um educando, na trajetória escolar,

sSo proporcionadas

as

seguintes Bibliotecas»
a)

-

Biblioteca pr^-primária,

onde encontre livros com estampas co

loridas q.ue lhe apresentem o gue é de seu interôsse e cantribuam para o desenvolvimento inicial de sua formaçSo,
b)

-

Biblioteca do Curso Primário,

onde se eduq.ue na arte de

ler

e crie o hábito da leitura independente; nesta Biblioteca o educando será orientado em sua capacidade e terá oportunidade
de se tomar um membro cooperador de seu ndcleo escolar.
blioteca,

entrosada no currículo escolar,

balho de classe,

enriciuece-o,

cooper&amp;í

A Bi

com o tra-

amplia-o e leva o leitor a mui-

tas realizações e atividades extra-escolares.
~

^ Curso

Ginaslal,

onde procure e encontre todo

o

material de ^ue necessita para seus novos estudos e novas ati
vidades. Nesta Biblioteca já os livros,
tituem os mestres,
d)

-

quando preciso,

subs-

em pesquisas e trabalhos didáticos,

Biblioteca para Cursos Normais.

Científicos e Clássicos,

ondp

o leitor encontre os livros necessários para o desenvolvimento do programa e preparo para a profissão que seguirá.
""

biblioteca para Cursos Secundários _e Superiope3 ^
leitor,

3^ quais o -

educado e conhecedor da eficiência do uso do livro,

poderá visitar assiduamente em um interôsse crescente.

Digitalizado
-gentilmente por:

-

�- 10 -

OBRiaAÇaES DO BIELIOTECiRIQ. ÍIUIOÃ PROFISSIONAL

Da diversidade de o^bjetivos no uso do livro infere-se q.ue
o
Bibliotecário desenvolve atividades q.ue transoendara a mera organização material dos livros,

de q.ue trata a -biblioteconomia pura.

Se

Sundo o tipo de Biblioteca, dos q.uais enumeramos alguns dos mais importantes, diversa será a funçSo do -"^bliotecário♦
Bastará,
os livros;

as vezes,

catalogâr, classificar,

conservar e colocar

a outro incumbirá permanente vigilância para q.ue não

-

falte qualquer obra requisitada e para que a Bibliografia esteja sendo permanentemente revisada e enriquecida. Muitas vezes é neces
sário conhecer a classe de leitores para enviar os livros, e o cui
dado de renová-los periodicamente, ■'^Isures caberá a realização
dê
atividades subsidiárias,

tais oorao projeçSo de filmes e diapositi-

vos; realizações de "»^emana do Livro", "Semana da Boa Leitura", etc.;
manutenção de sociedades como "-^igos do Livro", "-"migos da Biblio
teca"; momentos oportunos para entrega de livros a hospitalizadoscom o devido cuidado na escolha da obra;
seleção de livros para os encarcerados,

leituras oráls aos cegos;
que mostrem o bem e desper

tem a consciência do detento para a sua reintegração;
dos objetivos das Bibliotecas Escolares,
í;»

liade oronolc5gica,

organizadas para atende-^-

idade escolar e maturidade dos leitores,

versidade dos programas de todos os cursos;
tecas escolares,
jornal escolar,
res do leitor,

e di

atividades nas Biblio-

tais cornos sessões de auditório,

teatro escolar,-

campanhas para enriquecimento da Biblioteca, devecompetições oratórias,

(orais ou em fichas),
çOes,

conhecimento

dramatizações, declamações,

ilustrações de leituras,

projeção de livros,

intercâmbio entre Bi-bUoteoas, etc.;

da Biblioteca í-scolar Infantil com o lar,

-

pesquisas e sele

composições de contos e versos,

ordenação com museu e cinema escolar,
e páginas úteis,

interpretação de leituras

co-

tragaih'-o

ajustamento

através de convites

aos

■^ais para assistirem sessões de auditório e outras atividades

que

apresentem o resultado do uso do livro; remessa de circulares e ofícios,

juntamente com obras liteis,

empréstimo da Bii3iiotecaiíí

qual convém manter uma secçSo com esta finalidade;

na

aproveitamento

das reuniões dos Círculos de Pais e Mestres para apresentação

de

revistas e livros recomendados as crianças e adolescentes, com su™
gestões para oferta de boas obras nas datas festivas.
Bn tödas as Bibliotecas deve haver publicidade, para que
o
leitor tenha conhecimento do que se lhe oferece,

e um dos maiores

"gentes da publicidade, naturalmente, é o Bibliotecário. Em seu
contacto permanente com o livro e com o leitor, terá sugestões e maior ndmero de oportunidades para conhecer meio de incentivar
a
leitura.
ma,

Servir-se-á,

do jornal,

rádio,

televisão,

eine

boletins bibliográficos e muitas outras realizações.
Sm suma,

mão,

para isso,

assim como nao basta o respirar perfeito de um pul-

o bater compassado de um coraçSo para que se tenha a exata

compreensão e a sensibilidade dos profundos,

I Digitalizado
-gentilmente por:

|S&lt;L&lt;.«

^'

-

complexos conhecimen-

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20

�- 11 -

tos da vida humaaa,

o profissional Bitilioteoário deve considerar,

nao s(5 a parte material de sua obrigação como a imponderável forma
de obter os melhores resultados no cumprimento de um dever,
taoto oom superiores ou is'-iais,

no oon

e na delicada missSo de receber

e

atender o leitor.

PROFISSÃO

^ formação profissional toma-se cada vez mais indispensável
para o atendimento das Bibliotecas gue se multiplicam.
das em sua diversidade de objetivos,
Bibliotecário da atualidade,

Considera-

encarecidas as obrigações do

conol\^-se g,ua,

sendo a Biblioteconç

mia um ofício de alto nível técnico e educativo,

impõe-se seja va

lorizada como uma profissão devidamente remunerada, não sd

como

recompensa do esfôrço e capacidade, mas como estímulo as novas vo^
cações.

en.

Digitalizado
-gentilmente por:

�- 12 -

CONCLUSÕES

Para ciue a l^iblioteconomia alcance seus mais altos objetivos»
recomenda-seí
1 - Que os Cursos de J^blioteconomia incluam disciplina q.ue habili
te o Bibliotecário a reger Bibliotecas especiais, dinamizandoas de acôrdo com as oaraoterísticas que lhe forem peculiares em razSo dos pressupostos de,seu funcionamento.
2 - Que os salários do Bibliotecário com curso universitário regular,

sejam fixados em níveis de paridade com os atribuídos

pessoal

ao

técnico-oientífico,

3 - Que tôdos os

Municípios mantenham uma Biblioteca Pública,

com

o mesmo interêsse que pCfem na alfábetizaçSo-r
4 - Que tais Bibliotecas sejam confiadas a organização e orientação de pessoas portadores de diploma de Curso de Biblioteconomia ou de cursos que incluam esta Cadeira no
5 - Que os Estados, nas capitais,

seu currículo.

e os Municípios,

considerem a o-

portunidade da criação de Bibliotecas Circulantes,

como

servi-

ço de extensão de suas Bibliotecas Públicas Enciclopédicas.
6 - Que as Bibliotecas Infantis das grandes unidades eífoolares,mqi
tenham uma seoçSo para os pais dos alunos,

orientada por ele -

mento especializado.

7 - Que como medidas de propaganda e publicidade,
otecas

as grandes Bibl_i

adotem as seguintes providências»

a)- ediçSlo e distribuição ao piiblico de pequenas biografias de
autores nacionais,

cora ilustrações sugestivas,

boletins periódicos de difusão,

bem como de

com o movimento dos leito-

res e livros;
b)- programação e projeção de filmes educativos que façam propaganda da leitura e de Bibliotecas,

filmes âsses que

de-

verão ser projetados nos cinemas como complemento nacional
educativo.
8

- Quee as livrarias facilitem aos seus balconistas a aquisiçSode conhecimentos que os preparem para atender eficientemente ■
ao público leitor.
a)

Digitalizado
-gentilmente por:

Elida de =^reitas e Castro Itruok

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gentilmente por: "^^„11!'"

14

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20

��SEBfONDO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DCCLWEaíITlAÇÃO

A documentação no Br^il
por
Aljner Lellis Corrêa Vicentini

0 9;.; Oèí.i C^O

l&gt;-

Salvador
1959

I Digitalizado
-gentilmente por:

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19

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0"2(6i)
V

2C CONGRESSO BRASILEIRO CE BIBLIOTECONOMIA
Salvador, 20

a

26 de

julho de 1959

A DOCÜMENTÁCÃO NO BR/ÍSIL
Trabalho apresentado
por Abner Lellis Corrêa Vicentinl
Bibllotecario-Chefe do
Centro Técnico de Aeronáutica
Presidente da Associação Paulista d«
Bibliotecários

Sinopse

A documentação e termo de uso universal hoje em dia,
sendo empregado em todos os países do mundo. 0 que e documentação? Qual o seu campo? O termo no Brasil vem sendo empregado iß
correta e indevidamente, havendo necessidade de um esclarecimen
to completo e imediato a respeito. A biblioteconomia surgiu como
decorrência da necessidade de sistematização e organização das
.coleções de livros. Os livros constituiram o primeiro veículo da
difusão do conhecimento humano e de transmissão da cultura ge —
ral e especializada. A biblioteconomia ditou, então, as normas
para a organização científica das bibliotecas, constituindo-se
em verdadeira ciência. Escolas de biblioteconomia foram fundadas, cursos de nivel superior foram introduzidos, e bibliotecários foram diplomados. As novas especializações em todos os ramos do conhecimento humano determinaram um aumento gigantesco
da produção bibliográfica. A publicação de livros foi aumentada, surgiram novos periódicos em todos os campos, as pesquisas
passaram a ser publicadas em forma de relatórios, os anais dos
congressos neci.onais e internacionais tornaram-se mais volumosos com o aumento das "comunicações" e dos "informes", as pe —

'I Digitalizado
-gentilmente por:

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19

20

�- 2 -

ças de latoratorio se multiplicaram e os filmes passaram a fazer
parte do sistema de educação, tornando, como conseqüência, impo^
sível ao especialista, ao cientista, ao pesquizador, acompanhar
a literatura referente à sua especialidade, Todas as ciências do
universo entraram em fase de desenvolvimento e d© progresso.

Da

.

eletrotécnica saiu a eletrônica, da física nasceu a atomística ,
da aeronáutica surgiu a astronáutica, E neste século XX vamos en
contrar a Documentação como decorrência dos progressos da Biblio
teconomia, O que e documentação? Segundo Coblans e impossível dje
fini-la com exatidão, A Federação Internacional de Documentação
concorda que

"Documenter c'est reunir classer et distribuer des

docüiaents de tout genre dans tous les domaines de 1'actlvite humaine". Bradford, Ditmas, Shera, Shaw, Lasso de Ia Vega, Moller,
Balbis, Schurmeyer, Mihulaschek, Malclès, Briet, Taube e outros
são acordes em afirmar que a documentação se preocupa com "docu
mento", isto e, abrange também o material "nao livro". Podemos
afirmar que "documento" é tudo aquilo que transmite o conhecimerj
to humano; livros, artigos de periódicos, filmes, microfilmes,
slides, fotografias, microfotografias, microfichas, lâminas, desenhos, mapas, relatórios, especificações, normas técnicas, discos, fitas gravadas, cartões perfurados, fotocópias, manuscritos
etc. Para termos uma visão geral dos campos da biblioteconomia
e da documentação imaginemos ura ciclo de informação que compre endaj identificação do material bibliográfico, registro, organização, localização, encontro, transformação em forma mais prática para utilização, síntese e disseminação do conteúdo intelectu
al, A biblioteconomia se ocupa da fase que vai do registro

ao

encontro do material, e usa para tanto a seleção, a catalogação
a classificação e a bibliografia, A documentação se encarrega
da identificação, dá transformação, da síntese e da disseminação .
e para tanto, usa a seleção, a fotografia (preparação de micro filmes, microfichas, fotocópias, ampliações, etc»), a indexação

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de periodicos (abstracting services), a bibliografia, os cartões
perfurados, e os processos mecânicos e eletrônicos (IBM, Filmo rex, Univac, Rapid Selector, Findex, Selectri &amp; Detectri, Cordon
nier, Zatocoding, Uniterm, Dequeker, Remington Rand, Samas, Fiexisort, adaptações da CDU para mecanização, ete. )• A dociimentaçio
portanto, e uma especialização da biblioteconomia, que

se origi-

nou de desenvolvimento acelerado do serviço de informação e

de

referencia, motivada pela necessidade de encontrar, tratar e

se-

lecionar de modo rápido, dinâmico, fácil e

sistematizado todas

as formas do material bibliográfico, ou seja, de "documentois",
colocando-as à disposição dos pesquisafores. No Brasil diversas
acepções vêm sendo dadas à documentação, e o termo vem sendo empregado, errada e abusivamente, para significar? 1) org^os gover
namentais que editam e distribuem publicações, como por exemplo,
os "Serviços de Documentação" dos diversos ministérios brasileiros»

(Editar livros e distribuí-los são funções que escapam ao

conceito de documentação).

2) orgaos governamentais encarregados

de tirar fotocópias, fazer microfilmes de artigos de periódicos
e preparar ampliações (A fotografia e uma das técnicas usadas pe
Ia documentação, e não pode ser identificada com as suas finalidades e objetivos). 3) repartições públicas que compilam legisla
ção, seja municipal, estadual ou federal.

(A legislação é uma

das formas de documento, mas hao representa a totalidade), E'
préciso acabar de vez no Brasil cora o autodidatismo, com a imprjí
visão, com a falta de honestidade intelectual. Ha nacessidadé
gente de cuidarmos da formação profissional dentros dos quadros
universitários, como é feito em todos os paises civilizados

do

mundo, e ainda, de disciplinarmos o exercício profissional, nos
moldes dos regulamentos existentes para as outras profissões.
Desejamos, pois,

levar à consideração dos colegas de

todos os estados brasileiros, ora representados nüste conclave,
as seguintes recomendações:

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1) De ordem teórica:
1.1 Seja a documentação incluída definitivamente nos
currículos das Escolas de Biblioteconomia,
1.2 Seja totalmente reestruturada a formação profissio
nal do bibliotecário e documentalista, em curso su
perior, com quatro anos, no minímo de duração,
exemplo dos currículos universitários de

a

outras

especialidades.
1«3 Seja regulado em lei o exercício da profissão de bi^
bliotecario e documentalista,

2) De ordem prática:
2.1 Seja enviada uma recomendação deste Congresso a Comissão nomeada pelo Exmo. Sr. Ministro da Educação
e Cultura para estudar a reestruturação dos currícu
los das escolas de biblioteconomia, no sentido
recomendar a inclusão das sujestões 1»1

de

e 1.2.

2.2 Seja enviado ofício e telegramas ao Exmo. Sr, Presi.
dente da câmara dos Deputados, aos Senhores Fresi dentes das Comissões Técnicas daquela Casa do Con presso solicitando a aprovação imediata dp Projeto
de lei nc ü.770/58, que regula o exercício da pro fissão de bibliotecário e documentalista no Prasil.

são Jose dos Campos, 20 de Junho de 1959»

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�CDU 002(81)

A DOCUMEfJTAÇrLO NO BRASIL

por Abner Lellis Corrêa Vicentinl

Documentação e termo de uso universal hoje em dia,sen
do empregado em todos os paises do mundo, o que é documentação?
Qual o seu campo? D termo no Brasil vem sendo empregado incor —
reta e indevidamente, havendo necessidade de um esclarecimento
completo e imediato a respeito, Não pode, portanto, o 22 Con

■—

presso Brasileiro de biblioteconomia deixar de tomar conhecimen
to de um assunto tão atual,
A Biblioteconomia surgiu como decorrência da necessidade de

sistematização e organização das coleções de livros,Ês-

tes constituíram o primeiro veículo de difusão dos conhecimen tos humanos e de transmissão de cultura geral e especializada»
A Biblioteconomia ditou as normas para a organização científica
das bibliotecas, constituindo-se em verdadeira ciência. Escolas
de biblioteconomia foram fundadas, cursos de nível superior foram introduzidos, e bibliotecários foram diplomados. As novas
especializações em todos os ramos do conhecimento determinaram
uai incremento gigantesco da produção bibliográfica,' Segundo La^
so de Ia Vega

(1) ao lado da falta de livros, preocupação do Re_

nascimento, aparece outra preocupação maior no Scculo XIX;
cesso da produção livresca. Alem do aumento de livros,

o es

surgiram

novos periodicos em todos os campos, as pesquisas passaram a
ser publicadas em forma de relatorios, os anais dos congressos
nacionais e internacionais tornaram-se mais volumosos com o au
mento das "comunicações" e dos " informes", as peças de labora
torio se multiplicaram e os filmes passaram a fazer parte do ma
terial educacional. Daí Ortega y Gasset

(2) afirmar que o homem

em vez de estudar para viver, passou a viver para estudar, Con-

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sequentemente e impossível ao especialista, ao pesquisador, ao
cientista, hoje em dia, acompanhar a literatura referente

à

sua especialidade, Todas, as ciências do universo entraram

em

fase

de desenvolvimento e progresso.

"O aparecimento do micro^

copio eletronico permitiu examinar os centésimos milésimos

de

milimetros, L medição do ano luz, equivalente a dez mil milhões
de quilometros tornou-se possível.

Outro tanto sucedeu em rela

ção ao tempo: consepuiu-se observar fenomenos sucessivos a mil
milionesimos de sepundo, como ocorre com a excitaçan de ura ato
mo por raios catódicos da emissão de raios X. No campo da ener
gia, o cosmotron criou raios que alcançam os seus milhões

de

volts-eletrônicos. Em matéria de temperatura, partindo da simples diferença entre verão e inverno passou-se do aero absoluto às centenas de milhões de graus das radiações termonuclea res. Desta situação criada pelo homem chega-se a uma compreensão mais clara de sua posição nos cosmos, de

seus deveres no

sentido de descobrir todas as regras pelas quais o universo

é

regido e seus esforços para dominá-las e colocá-las a seu servi
ço, convertendo-se em construtor do seu proprio bem estar. Assim o homem vem confirmando sua missão de pesquisador, dedicando-se a investigação de base ou fundamentei, e à aplicada ou
técnica, e a operante ou social, que constituem a origem das
inumeráveis conqu-lstas que hoje desfruta"»

(3)

Lssim da eletrot&gt;^cnic?v surgiu a eletrônica , da fisica
nasceu a atomistica, a aeronáutica possibilitou o aparecimento
da astronáutica, inaugurando a era dos satélites, foguetes ba lísticcs e teleguiados. Como decorrencia dos progressos da bi blioteconomia, em função dos progressos das demais ciências, va
mos enccntrar no século XX a Eocumentaçao. O que e documentação?
Segtindo Coblans (ii) é impossível defini-Ia com exatidão, pois
seu significado difere de país para país. r&gt;radford (5) afirma

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que documentação é "a arte de colecionar, classificar e tornar
Imediatamente acessíveis os registros de todos os tipos de ati
vidades intelectuais," Para Shera

(6) "a dccumantaçao é

uma

parte do conceito de organização bibliográfica, definida

como

tendo por finalidade e canalização dos registros gráficos

do

conhecimento para seus utilizadores, para todas as finalidades
e em todos os níveis do saber, de modo a tornar máxima a utili
zação social de todos os registros das experiências humanas".
Diz ainda "a documentação limita-se ao mundo dos humanistas e
cientistas e o seu objetivo e aproximar todas as atividades in
telectrais que se utilizam de registros gráficos dos conhecimen
tos e todos os serviços intermediários que transmitem o material registrado do estudioso-produtor ao estudioso-consumidor".(7)
Neal Harlow, bibliotecária da Universidade de Columbia
Britânica, em su trabalho apresentado a reunião anual de 1955
da Canadian Library Association,

sob o título "The future

bibliography and documentation", diz:

of

"A palavra documentação

com a qual podemos estar pouco familiarizados no sentido em que
e usada hoje em dia, é um termo geral e compreensivo, como bi bliografia o comunicação. Está intimamente ligado à biblioteconomia, e pode, na verdade,

ser incluida na mesma familia de que

a biblioteconomia e membro."(8)
Pera Briet "o material da documentação consiste de to
•

dos os índices concretos ou simbólicos, conservados ou registra
. des de novo, de modo a apresentar, reconstituir ou provar

um

fenomeno físico ou intelectual."(9)
ritmas, ex-presidente da ASLIB (10) -situa a documenta
ção como "o setor da bibliografia em que a principal pceocupa çao e o aperfeiçoamento dos meios para a utilizaçao ativa

dos

registros do conhecimento humano, em oposição à sua guarda."(11)
Malcles, (12) entre outros, considera a documentogfa \
A
^
fi^ como a ciência geral do documento, separando-a e q^ondo-a
a

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bibliografia. Ela classifica os documentos era quatro grupos
principais:
ic) documentos gráficos, isto e, relativos a escrita,
que podem por sua vez,

ser manuscritos e impres-

sos, Os primeiros são estudados pola paleografia
e são conservados em arquivos; os seíundos,

por

outro lado, constituindo de textos tipográficos,
pertencem exclusivamente ao domínio da bibliogra
fia,
20) documentos iconográficos, constituídos pelos retratos, desenhos,

gravações, fotografias, plantas

cartas geográficas, ilustrações, quadros, etc,.
30) documentos plásticos

(selos, moedas, medalhas, e

todos os objetos originados do trabolho em relevo
em metal, gesso e plásticos em'geral)
Í4C) documentos fônicos

(discos, fitas magnéticas, etc

E conclui: L documentografia - tronco comumu

do

qual derivara todas as espécies de documentos - e o gênero, vale
dizer a ciência teórica de carater geral e se aplica ao estudo
dos documentos iconográficos, plásticos e fonicos. A bibliografia, por sua vez - documentografia especial - estuda unicamente
os documentos gráficos.
A palavra documentação foi criada por Paul Otlet

(13)

para designar a ciência e as técnicas gerais do documento.
presta ao vocábulo documento um sentido mais largo que o termo
livro, pois o mesmo compreende não só os textos manuscritos ou
impressos,

qualquer que seja sua forma, assim como todos os s^

hais visuais e auditivos, etc.,

suscetíveis do transmitir uma

informação, discos, gravuras, mapas,
lhas, filmes, etc.

fotografias,

selos meda

—•

Otlet identifica a documentação com a biblio

logla, fazendo dela uma disciplina geral de contoudo vastissi mo, pois a mesma abrange,

5

6

segundo sua concepção, circulação e u

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tilizaçao dos escritos e documentos de toda a espécie, tivide
a documentação ou bibliologia em quatro grupos;
le) bibliolopia lógica, que trata das relações

do

livro com a exposição da ciência.
22) bibliolopia psicologica, que

se refere às rela-

ções do livro com o autor.
3^) bibliolopia tecnolópica, que estuda as relações
do livro com os meios materiais de sua fabrica ção e difusão.
/|C) bibliologia sociológica, que compreende as relações do livro com a comunidade em cujc ambiente
nasce^e está destinado.
Sob outro ponto de vista considera a documentação sob
tres aspectos: a) como ciência e doutrina, b) como técnica, c)
como corpo sistematizado de organização. Como ciência a bibliologia tem por objeto a descrição histórica dos documentos e seu
estudo comparado (bibliografia) e a teoria geral dos mesmos.
Como técnica estuda as regras para produção, ctrculação, conser
vaçao e-Ètilizaçao dos documentos. Como orr.anização se refere
ao arran,io nacional do trabalho individual g coletivo para facJL
litar o aproveitamento dos materiais com o máximo de economia,
(l/i)
Moller (15) diz que

"uma das tarefas mais importantes

da documentação c oferecer uma vista panoramica dos progressos
do saber ftumano, tornando mais fácil o encontro do material necessário tanto para os cientistas como também para os interes sados em economia e técnica.
Segundo Taube, citado por Coblans

(16) a documentação

e "um complexo de atividades necessarias a comunicação de infor
mações especializadas, incluindo a preparação, a coleção,

a

analise, a organização e a distribuição dos ragistDss gráficos
do conhecimento humano.

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Balbis

(17) na Itália, Sçhiirmeyer (18) na Alemanha,

(
(18 A) ne luguslavia e muitos outros em diversos pai

Mlkulaschek

ses, também discutc-m o assunto e a delimitação do campo da documentação, dando suas interpretações locais.
De acordo com a doutrina da Federaçao Internacional
de Documentação "Documenter c'est reunir, classer et distrituer
des documents de tout pente dans tous les domaines de 1'activité humaine".
Após o exame das definições mencionadas conclui-se
que, apesar das divergências, os autores são acordes ao afirmar
que a documentação se preocupa também com o material "nao livro
dando uma lar^a acepção ao vQcabulo "documento", -í^ssim documento Q tudo aquilo que transmite o conhecimento huTianot livros, re
vistas, artigos de periodicos, filmes, microfilmôs, slidös, foto
grafias, microfotoprafias, microfichas, laminas, desenhes, mapas
relatórios, especificações, normas técnicas, patentes, discos,
fitas rravadas, cartões perfurados,

fotocopias, manuscritos,

se-

los, medalhas, quadros, etc.
Para ima visão geral das relações entre a biblioteconomia e a documentação, imaginemos, de acordo com o raciocínio
seguido por Shav (19)j um ciclo completo de informações que ccA
preenda;

identificação, localização, encontro, transfcrmação em

forma mais prática para utilização, sintese e disseminação do
conteúdo intelectual.
A biblioteconomia se ocupa da fase que vai do registro
ao encontro dov material, e usa para tanto a seleção de livros, a
catalogação, a classificação e a bibliografia. A docuir.entação se
encarrega da identificação da transformação, da síntese e da dis
seminação, e para tanto usa a seleção,

(20) mecanica ou eletrô-

nica (IDM, Filmorex, Univac, Rapid Selector, Findex, Selectri e
Dectri, Cordennier,

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Zatocoding, Uniterm, Dequeker, Kemineton

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Rand, Samas, Flexlsort, adaptações da CDU para mocanização»cartões perfurados, etc.),

a fotografia (preparação de microfil

—

mes), microfichas, fotocopias, ampliações, etc), a indexação pe
riódica (abstracting services), a bibliografia, etc,
A diferenciação entre documentação, biblioteconomia e
bibliografia especializada é, antes de tudo, uma questão de gra
dação. Os campos estão intimamente ligados, e uma pessoa pode,
, A
quase que simultaneamente, desempenhar funções nos três campos.
As atividades biblioteconomicas, tais como aquisição, catalogação, circulação,

(que constituem parte, mas não significam a to

talidade do trabalho) são preerquisitos da documentação. Assim
também a bibliografia é obviamente prerrequisito para uma ana —
lise intensiva do conteúdo intelectual. O bibliotecário inicia
a análise do assunto nos processos de catalogação, e quando pa^
sa para o estudo intensivo das idéias contidas em cada pagina
de cada fonte, ele indica a função de documentalista, E'
Shera que nos diz (21):

ainda

"documentação não sugere uma nova den

cia que irá suprimir os bibliotecários, mas, antes de tudo,

sl.

gnifica um moderno ponto de vista, novos aspectos de uma antiga e respeitada profissão; e o documentalista procura não

o

descredito do bibliotecário, mas dar-lhe novos auxílios, e métodos modernos com os quais ele ampliará o seu vàlor social,ha
bilitando-o à uma maior contribuição intelectual. E continua,o
deâo da

r -s vi-s

-

da Western Reserve Universi-

ty em palestra realizada na reunião de abril de 1956 da "De
troit Area Librarians

(22):

—■

"A transfrrmação da bibliotecono -

mia (pela inclusão de cursos de documentação nos curriculos das
escolas de biblioteconomia) não e uma rejeição as tradições da
ciência biblioteconômica, mas um desenvolvimento lógico da pro
fissão para atender as novas necessidades.

Isto não significa

que devemos voltar as costas a bibliotevonomia que estamos pra
ticando há longo tempo, mas, antes de tudo reafirmar nossa fe

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na capacidade do bibliotecário em prestar a coletividade, navos
serviços além dos que

vem oferecendo até agora. Os significa

tivos progressos científicos, particularmente no campo da eletiõ
nica estão a requerer e a exigir, na expressão de Rodney V/al

—

dron, da Oregon State College Library (?3)j um reexame e uma no
va ênfase nos princípios básicos da biblioteconomia, dos quais
a luta diária para mais espaço, pessoal e verba tem nos distanciado. Se os bibliotecários nao se decidirem a ampliar suas te£
nicas e acompanhar o progresso, outros orgãos, ou novas profissões serão criadas para realizar tal trabalho.

Se cs bibliote

-

cários restringirem suas atividades ao atual estado e estrutura
da biblioteconomia, eles falharão em suas obrigações para co» a
coletividade.
Coblans (2i|) ao afirmar que a documentação tsraz

«laa

nova mentalidade que forçará a extensão rradatlva doa limitas
da biblioteca tradicional e se incluirá nas suas práticas,
a seguinte advertência:

faz

"Neste assunto os cursos de bibliotoco-

nomia têm grande responsabilidade, A menos que os currículos s£
jam modificados para incluírem a documentação, havera uma ten dêncla para tratar os documentallstas como profissionais dife rentes, cora grande prejuízo para a classe de bibliotecários

em

geral. Acredito firmemente que esta separação é um retrocesso e
deve ser evitada. O bibliotecário e o documentalista devem

ser

especializações de uma mesma profissão»" L documentação, portan
to, é uma especialização da biblioteconomia, que se originou do
M
A
desenvclvlmonto acelerado do serviço de informaçao e de referen
cia, motivada pela necessidade de encontrar, tratar e
nar de modo rápido, dinâmico, fácil e

selecio -

sistematizado, todas

formas de material bibliográfico, ou seja, de

as

"documentos", oa-

locando-as à disposição dos pesquisadores. No Brasil diversas
acepções vêm sendo dadas à documentação, e o termo vem sendo em

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pregado, errada e atusivamente, para signifificar;

1) orpãos go

vernamentals que "editam" e "distribuem" publicações; como, por
exemplo, os "Serviços de Documentação" dos diversos ministérios
brasileiros.

(Editar livros e distribui-los são funções que es-

capam ao conceito de documentação); 2) orpãos governamentais en
carregados de tirar fotocópias, fazer microfilmes de artigos de
periódicos e preparar ampliações,

(A fotografia é uma das técni

cas usadas tanto na Biblioteconomia, como pela documentação,

e

não pode sor identificada com as suas finalidades e objetivos);
3) repartições públicas que compilam legislação, seja municipal
estadual ou federal.

(A legislação é uma forma de documentação,

mas não representa a totalidade), E'

preciso deixar bem claro

que "Serviço de Documentação" é orgão que possui biblioteca especializada, ccm fontes adequadas para pesquisas, com índices e
"abstracts" no campo a que

serve, com acervo dassifiçado (li

vros, periódicos especializados, relatórios técnicos, guias, a/
nuérios, diretórios, catálogos comerciais, microfilmes, filmes,
discos, etc.),

"vertical file" para o arquivamento de outros ma

teriais bibliográficos, catálogos coletivos de livros e periodj.
COS, com sistema de empréstimo interbibliotecario em pleno funcionamento, que localiza publicações, que prepara microfilmes,
microfichas, ampliações, que divulga, elabora e fornece bibliogreß-SLS e traduções, que edita publicações, que usa métodos maça
nicos e eletrônicos para seleção de documentos,
toes perfurados, enfim,

que emprega car

que possui, em seu corpo de funcionários

documentalistas, catalogadcres, indexadores, bibliografos, tradutores e fotógrafos. Que é documentalista? Antas de mais nada,
e um bibliotecário, um bibliotecário especializado em bibliogra
fia e documentação. Da mesma forma que um fisico nuclear necessita primeiramente

ser físico, um engenheiro sanitarista ser en

genheiro, um ginecologista ser medico, também e imprescindível

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que o documentalista seja, antes, bibliotecário. As associações
bibliotecárias de vários países já têm se manifestado Junto

a

FID (25) opondo-se' à separação do ensino para a formação de bibliotecários e documentalistas, e à distinção entre bibliotecaa
e bibliotecário, bibliografia e documentação,
Como a ciência biblioteconomica no Brasil ainda

se

encontra dando os primeiros passos, quando ainda estamos realizeindo o 2o Congresso Nacional, convém que tão palpitante assunto,

seja cuidadosamente estudado,
A primeira conquista dos bibliotecários, como classe,

somente foi obtida no ano passado,

quando o Exmo. Sr. Ministro

do Trabalho baixou a Portaria nc 16e, de 7 de outubro de 1958
(26) enquadrando os bibliotecários como profissão liberal.
Ná necessidade urgente de cuidarmos da formação pro fissional dentro dos quadros universitários, como e feito em to
dos os paises civilizados do mundo, e ainda, de disciplinarmos
o exercido profissional, nos moldes dos regulamentos existen tes para as outras profissões.
Desejamos, pois, levar a consideração dos colegas de
todos os estados brasileiros, ora representados neste conclave,
as seguintes recomendações,
1) De ordem teórica:
1.1 - Seja a documentação incluida definitivamente nos
currículos das Escolas de Biblioteconomia.
1.2 - Seja totalmente reestruturada a formação profissional do bibliotecário e documentalista, em ci^r
so superior, com quatro anos, no mínimo de dura
ção, a exemplo dos currículos universitários de
outras especialidades.
1.3 - Seja repulado em lei o exercício da profissão,/
de bibliotecário é documentalista«

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2) De ordem prática:
2.1 - Seja enviada uma recomenflação deste Congresso
a Comissão nomeada pelo Exmo,

Sr. Ministro da

Educação e Cultura (27) para estudar a rees truturação dos currículos das escolas de bi blioteconomia, no sentido de recomendar a inclusão das sujestões 1.1 e 1,2
2.2.- Seja enviado ofício e telegrama ao Exmo. Sr.M^
nistro da Educação e Cultura, enfatizando a ne
cessidade da URGENTE convocação da referida cá
missão.
2»3 - SEJA enviado ofícios e telegramas ao Exmo. Sp.
Presidente da câmara dos Deputados, aos Senhores Presidentes da Comissões Técnicas daquela
Casa do Congresso solicitando a aprovação imediata do Projeto de lei nO Zi.770/58 (28), que
reeula o exercício da profissão de bibliotecário e documentalista no Prasil.

Bibliografia consultada e Notas
1) Lasso de Ia Vega, Javier. Como se hace una tesis doctoral.
Madrid, Editorial Mayfe, 1958, p. 335.
2) Ortega y Gasset, Jose. Misión dei bibliotecário. Actas y
trabajos dei 2Q Congreso Internacional de Bibliotecas
Bibliografia, Madrid,

y

19Ü9»

3) Lasso de Ia Vega, J. Ob. cit. p. 337
ii) Coblans, Herbert.

Introdução ao estudo da documentação.

Piio de Janeiro. DASP, 1957? Pt 11
5) Bradford, Samuel C. Documentation. London» Crosby Lockwood
1953.
6) Shera, Jesse H. Research and development in documentation.
Trends, 6:

187-206, Out.

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(7) - Shera, J.H.

Litrary Quarterly,

21:13-26, Jan.

1951

8) - Harlow, Neal. Documentation and the llbrarian.
Journal, 81:1083-85, Maio 1,

Library

1956

9) - Briet, Suzanne, Qu'est-ce que Ia documentation? Paris,
Editions Documentaires,

Industrielles et Techniques,1951

10) - Association of Special Libraries and Information Bureaux
incorporando a British Society for International Biblio-

•

graphy. ü, Palace Gate, London, W,8. Fundada em 192Zi.
11) -Ditmas, Edith M.R. College and Research Libraries,
10:332,

Out.

19/49.

12) - Malclès, Louise Noelle.
a) Les sources du travail bibliographique♦ Genève,Droz,
1950, v.l
b) Cours de bibliographie, Geneve, Droz. 195^»
c) Notions fondamentales de bibliographie. 1955
13) - A palavra surgiu por proposta de Paul Otlet e Henry La
Fontaine, fundadores do Instituto Internacional de
bliografia, aprovada na 10a. Conferencia Internacional
da FI0, realizada em 1931.
lU) " Buonocore, Domingo. Vocabulário bibliofrráfico. Santa
Fe

(Argentina) Librería y Editorial Castelví, 1952.p.102

15) - Moller, Orne J. Vdssenchaft und Dokumentation. Nachritchen
für Dokumentation, 5:1.
16) - Coblans, Herbert, Ob. cit.

p.

132

17) - Balbis, Bruno, L'Insegnamento professionale della documentazione in Italia.

La Documentaxione in Italia. Roma,

Cónsiglio Nazionale delle Richerche,

1952. p. 67.

18) - Schurmeyer, V^alter. Der Begriff der Dokumentation. Frankfurt, Deutsche Gesellschaft für Dokumentation,
18a)- Mikulaschek, Walter.

1953»

L'Organisation de la documentation

en Yugoslavia. Reveu de la Documentation,

20.57-61,Maio

1953.
19) - Shew, Ralph R. Documentation:

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complete cycle of informa

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�- 13 -

tion Service. College and Lesearch Libraries, l8s/i52-Zi, Nov,
1957*
20) - F.I.D. Manual on document reproduction and selection.
(Pub. 26Zi).

La Haye, 1953-1958.

21) - Shera, Jesse H. The librarian's new frontier.

Library

Journal, 82:26-28, Jan. 1. 1957
22) - A Detroit Area Librarians congrega os bibliotecários.residentes em Detroit, membros das seguintes organizações:
Detroit Chapter of Special Libraries
Association, Detroit Public Library, Mary^rove College
Library, University of Dearborn Libary, University

of

Hichißan Library, Wayne County Library, Wayne State Uni
versity Library.
23) - Waldron, Rodney K.

Implications of technolopical progress

for librarians. College and Research Libraries, 19*118123, l64j Março, 1958.
2ii) - Coblans, Herbert.

Ob. cit.

Introdução

25) - Carta circular da F.I.D. 5^58, com as recomendações do
Conselho da Australian Library Association, A (British)
Library Association se nanifestou contrariamente à separação do ensino para formação de bibliotecários e documentalistas, por considerar que os últimos são bibliote, *
/
carios especializados em um assunto ou técnica. Assim se
expressou em documento dirigido ao International Library Committee , em 1953» F.I.D. Ref. 3.782/1, maio

de

1953.
26) - Diário Oficial da União, de 11 de outubro de 1958, See ção I, n2 232.
27) - Brasil, Ministério da Educação e Cultura. Portaria nc 20
de 1959» Diário oficial da União de 15 de Janeiro e Zh de
Abril de 1959.
28) - Diário do Congresso Nacional, de 11 de dezembro de 1958.
• Secção I, p. 8095-8097.

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!| Cecília daí Cunha
Ferraz

A físia Braillo da
Biblioteca Infantil
Moiitfliro L«b.jíj5

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��SEGUNDO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIELIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

\

A sala Braille da Biblioteca Infantil

"Monteiro Lobato"

por
Maria Cecilia da Cunha Ferraz

SÃO PAULO
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40 - Cjto.

\}y \?

Salvador
1959

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A SALA BRAILLE Dk BIBLIOTECA INFANTIL «MONTEIRO LOBATO"

\
A "SAlA BRAILLE" é uma secção da Biblioteca Infantil Municipal

"Montei-

ro Lobato",
Foi fundada em 29

abril de 19^» pelo espírito criador e benemérito de

D. Lenyra Camargo Fracoroli, Diretora da Divisão de Bibliotecas Infantis de

-

São Pavilo,
Önica no gênero em todo o Brasil, tem por finalidade servir
de centro de cultura, socialização e recreação das crianças cegas, e em vista
desta finalidade,

desenvolve um extenso programa, cuidadosamente elaborado

-

por técnico especializado no ensino de cegos e bibliotecário.

OS LIVROS:

A Secçao Braille oferece aos seus leitores uma variedade do
550 livros em caracteres braille. Poderá ò leitor encontrar aí, livros de ficção, didáticos, religião, música e revistas, distribuídos em estantes abertas,
que lhe facilitam o livre acesso,
É organizada na forma da melhor escola de biblioteconomia;
us livros sSo catalogados, classificados, há um fichário em braille em forma de catálogo dicionário, para a consulta do leitor,
O aceirvo da Secção Braille é composto, em parte, de livros
doados pela Inçirensa Braille da Fundação para o Livro do Cego no Brasil, pelo
Instituto Benjamin Constant, livros transcritos pelas funcionárias da Secção Braille, Atualmente vem recebendo colaboração de crianças videntes freqüentado
res da Biblioteca, na transcrição desses livros.
Dia a dia aumenta a coleção, atendendo à necessidade sempre
crescente de atualizar a criança cega, no mundo da literatura infantil.

OS LEITORES;

A frequencia da Biblioteca Infantil é livre às crianças em
geral.

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Capacitada para servir a tadas as crianças de 7 a l6, anos,
do l^nicipio da Capital, conta atualmente a Secção Braille com um número fixo
de leitores,

^ crianças, alunos do Instituto de Educação Padre Chico que, -

duas vezes por semana, sao conduzidos a Biblioteca, em um ônibus fornecido

-

pela Divisão de Garagem da Prefeitura.
Há, ainda, crianças vindas de Toda parte de São Paulo, era
número mais limitado.

COMO SE TORNAR CQNSULENTE DA BXBLIOTEGk;

As crianças cegas sao matriculadas sob um número, que lhes
dá o direito de freqüentar as diversas secçBes.

O aproveitamento das diversas SECCDES da biblioteca. PEUS crianças CEGAS;

Depois da hora de leitura, a criança tem acesso as outras
atividades da Biblioteca.
A DISCOTECA, que oferece uma coleção de narrações musicadas, trechos clássicos, canções populares, a SALA DE PINTUR/i, CER/íMICA, TEATRO
DE FANTOCHES, HORA DO CONTO,
Merece especial atenção, a SALA DE JOGOS, com os diversos
jogos adaptados para cegos, tais como: quarteto infantil, domino, xadres, dama,
etc., onde ela aprende imperceptivelmente a estabelecer contatos sociais

com

outras crianças.
Participa ainda, de todas as festas, comenorações, etc.
alizadas na Biblioteca.

Elff'RESTIMO

LIVROS;

Tendo em vista a dificuldade que encontra a criança cega
para se dirigir a Biblioteca, quer pela distancia, quer pela necessidade de
uma companhia, e considerando

-

ainda a inpossibilidade tòtal das crianças cegas

do interior de São Paulo de se beneficiai*em desta secção, a Biblioteca criou -

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dentro da Secçsio Braille, r&gt; Serviço de Eoprestimo,
Qualquer criança, da capital ou do interior, que queira
p
livros «n braille, poderá se inscrever por telefone ou por carta.

ler

A Secção r^eterá o ci^tálogo dos livros, juntamente ccm uma ficha, onde a criança fará uma lista dos livros constantes do catálogo e que tem interesse em ler.
Esta ficha será devolvida a Secçao Braille, que seguirá a ordem designada, para a remessa dos livros.
Este ençjréstimo, está sendo feito sem qualquer despesa por

-

part® do leitor atendendo-se a liberalidade da Portaria 223, de 1^ de abril de
IÇ'^, que estabelece o serviço postal gratis para cegos.

íí/i"!'!'!«
Tendo em vista que, a escola mais própria e conviniente para
enquadrar o problema da educação dos cegos, e aquela adotada pela maioria dospaises civilizados e pelos mais cultos estudiosos do assunto, ou seja a escola
que preconiza a maior, mais intima e mais intensa convivência entre cegos e videntes, concluimos que:
1) Todas as bibliotecas infantis, devem organizar uma sala

-

Braille, ou possuir livros para crianças cegas.
2) Procurar transcrever livros da literatura infantil no próprio recinto da Biblioteca, visto não estarem as Inç&gt;rensas
Braille existentes em condições de atender às necessidades
da todas Bibliotecas Infantis.
3) Procurar fazer com que a criança cega tome parte ativa

na

Bibliotecfi, quer em festas, comemoraçc5es, etc.

Maria Cecilia da Cunha Ferraz
Encarregada da Secção Braille da Biblioteca Infantil
mnicipal "MONTEIRO LOBATO"

en.

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                    <text>il

CongüBsso

Orasikiío

Bpi(&gt;iKonc#i«fi
&lt;:

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. y.-y

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fV(ar!3 íloSe Theresa
Arno rim

lincorajemos as
investigações na
Biblioteconomia e na
—»~J Iní-iimAahíinão
061.3(81)
9
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9 e. 1

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SAL VÂÍ&gt;íuR
" 1959.
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�SEGUJDO CONGRESSv') BRASILEIRO DK BIBLIOTRCONOiaA E DOCUkZNTAÇSO

Encorajemos as Investigações na Biblioteconomia e na
Documentação

1

por
Maria José Theresa de Amorim

Salvador
1959

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�Tema '4-!

Ensino da Biblioteconomia; a) Currículos de nível
universitário-»

aiCOR/.JEMDS AS IN7ESIIGÍIÇ3DES. KA* BIBLIOTECONCMU E- MA.

DOCÜMENTAÇKO I

por

Maria, josê Theresa de amdrim

Trabalho apresentado ao II Congresso Brasileiro de Blbliot««ono«ia

julho de 1959

Salvador - BAHIA

cm

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�S I N ó P S E

Gomo qualquer ramo de saber, a biblioteconomia e a documentação tem necessidade de cultivo por si mesmas, núma atividade de exame crítico

-

dos seus pri^rios fundamentos, métodos e objetivos. Urge essa atividade hoje

ea

dia, pois se prxsclama a premância exigida pela investigação sistemática dos priß
cípios que alicerçam o progresso no terreno do processamento de informações.Ora,
a par da finalidade de formar profissionais conpetentes e cultoç e a universidade que conpete, como função precípua, a formação de investigadores. Os cursos do
biblioteconomia ^tre nás lutam por se estabelecer em nível universitário;

ma»

no programa dos já estabelecidos e nas diversas propostas de currículos surgidas
ultimamente nota-se apenas a preocupação de ministrar sis disciplinas^ -b^criioss
profissionais e as culturais. É, portanto, lançado um apâXcx « que se procura,

-

tanibém, formar pesquisadores, pela inclusão de uma cadeira «br® as técnicas

de

pesquisa nos curríciilos de biblioteconomia e documentação, /^ela'-se, ainda, para
o estudo das condições indispensáveis de ajtoio e incentivo aos pesquisadores,

-

através de bolsas de pesquisa, dotações, quebra d© obstáculos burocrático®, estj^
belecimento de regime de dedicação exclusiva, apontando-se as instituições

que

devera se ocupar da tarefa. Intenta-se refutar as inevitáveis objeções que há

de

surgir, a fim de que nHo seja entravada a adoção de medidas indispensáveis

ao

adiantamento da documentação e da biblioteconomia entre n6s»

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1^

�ENCQRAJEMCB AS INVESTIGAÇÕES NA BIBLIOTECONOMIA E NA DOCUMENTAÇÃO

A
Ao expor

'A
a colegas idéias sobre

A •
o tema deste trabalho, enco£

tronos certas dificuldades relativas ô terninologia que é bom esclarecer aqui desde
o início.
Falavanos, por exenplo, em pesquisa bibliotecononica. Ora,

en

bibliotecas da-se geralmente o nome do "pesquisa" aquele setor inbumbido de detonai
nar a fonaa convencionado de entradas

de nomos de autoros individuais ou coletivos,

colaboradores, tradutores, sérios, entidades e outras secundarias, na ficha do cot^
logogoo« Existem, ainda, as pesquisas bibliográficas sobro assuntos determinados

-

quß bibliotecários o docunentaliatas executam paro atender a pedidos de consulontes.
Essas sao apenas modalidades de pesquisas dentro do campo mais amplo que nos propomos discutir» Mencionar "estudos" bibliotoconÔmicos levava a discussão para o terr^
no da implantaçao de cursos emnível universitário, que também nao ó nosso intuito
versar. Pareceu-nos quo o tormo menos passível de confusão com as designações des sas atividades restritas poderia ser "investigações"« Mas falta, ainda uma denominação que abranja a biblioteconomia, e documentação. Os americanos falam em "informati
on" processing", que, a exemplo do que aconteceu com "indexar", öentradas", "proce^
soa técnicos" e outros vocábulos especializados, talvez acabo sendo traduzido literalmente por "processamento de informaçoes". Foi interessante coretatar a delinsa 0»
0
9
»0
m»
çao e una terminologia ja bastante caractoristica da profissão, mas nao queremos eß
voredar por esse terreno fascinante e, expostas as dificuldades semâmtocas, passa mos a explicar o esoopo deste.
Por investigação, estudo ou pesquisa quere nos significar quai
quer esforço de lançar luz sobre os problemas da biblioteconomia e da educação,

no

cultivo do arte e ciência em si mosma o não como instrumento ancilar do outrofl ar tos o ciências.
Ha quase vinte anos atraz, William Randall, discutindo os prg,
cessos técnicos o a necessidade do estudos na área, identificou trôs tipos principais quo denominou de

estudos de pesquisa, de serviços e administrativos. Os estu-

dos do pesquisa seriam aqueles executados com a finalidade de provor informoçooa

a

respoito dos elementos da ciência. Os estudos de serviço ocupar-se-iom nao em dosccrever ae propriedades dos elementos, mas,

antes , com o evolvor do meios a fim de,

apos se ter determinado o que deveria ser feito, exccuta-lo. E os estudos adminis trativos visariam, em voz da identificação do motodos ou da analise dos meios e pr^j
cessos, a avaliação dos seus resultados. Noto-se aqui o uso do tormo pesqfcisa (roso
arch no original)

para designar um tipo restrito do estudos. Nao sao apenas os prjj

cossos técnicos, naturalmente, os passiveis de iruostigaçao, nem processo* técnicos,
naturalmente, os possíveis de investigação, nem precisamos concordar com essas cat^
Gorias de estudos. Mas Randall dou voz ã convicção surgida na época, do necessidade
do so voltarem os bibliotecários para os pr-aticos liblioteconomicas numa atitude do ostudo crítico, diferente da aceitação passiva de processos mais ou menos empirj

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�- 2 cos Q tradicionais, adotados porque "sempre foi feito assim", No seu trabalho está
delineada una atitude intelectual objetiva de reconheciiaento de problemas o seu

»

equacionamento«^
Mais recentemente, Ghaae Dane proclamou c necessidade de um progroma» do pesquisas em problemas biblioteconomicos, num arl^igo em que discute o
apoio financeiro, os tópicos a serem investigados e as vantagens decorrentes para
~
2
'
a profissão.
A pesquisa e considerada um dos elementos essenciais da conceitua çao do profissão, num trabel^ sobro o presente estado do ensino biliLioteconomico»
5
4 ~
Na Encvclopedifl.of Eduaational Research soo apresentados diversos exemplos de ~
5
«.
investigação em biblioteconomia e Library Literature traz habitualmente referencias
ao tópico; sob o caboçalho "Research in Librarianship" sao indexados trabalhos

do

e sobre pesquisa.
Todo ramo de saber tora os seus estudiosos o assim também a biblioteconomia e a documentação: Do contrário, seriam um mero xonjunto do rotinas
formais, cujo conteúdo tenderia a cristalizar-se e tornar-se absoleto, perdendo t£
do o contato com o mundo vivo o tremendamente dinâmico da "conunicação"« Estamos num momento crucial da organização bibliográfica, em que se propugnam as investiga
çõoa do caiiç)o sob os mais diversos aspectos. Os bibliotecários o documentalistas podom continuar a estabolecor métodos e estruturas paro atacar problemas, bas^
ado-so aponas em suposições nãoexaminadas o provadas. Nao o do agora que se preço»
nizaa estudos «io uso dos catálogos o outros instrumentos que as bibliotecas criam
para chave de suas coleçoes. Fala-se om escudar a,s necessidades informativas dos 1»
diversos campos de saber, o comportamento dos que usam os registros gráficos e

■Randau, William M«, "Thb technical processes in library
serviço," In Randall, William M,, editor. She acauisition and cataloging of books.
Chicago, The University of Chicago Press, 1940, p, 1-29«
2
Dane, 6hase, "The noed for a research program in libraiy
in library problems, "College and Research Libraries, v. 16, n. 1, jan. 1955, p.
20-50,

2

Egan, Margaret E. e outros, "Education for libratianship;
its present status, "In shera, Jesse, editor, Docuijontation in action. New York,
Reinhold Publishing Corpo,, 1956, p. 54-67.
ch^

Monroe, Bo S., editor, Encyclopedia of Educational Resoarrev. ed., New York, Macmillan Co., 1950.

5
Library Literature.

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1951/32 - New York, H.W. Wilson, 1934-

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�a estrutura da proprio literatura dos assuntos.

Os estudos efetuados, goralinente,

gerslmonta, apontam para a, necesàidade de outras pesquisas a fira de quo sojam oscl^
recidos novas areos, Temos a palavra de autoridades incontestes sobre a, necessidade
em que so acham as atividades de processamento de informaçoes do investigar os seua
proprios fundamentos:
"Aqueles dentre nos treinados nas ciências nao devem esquecer
que há muitas espécies de conhecimento, das quais o conhecimento científico exato é
aponas uma» A Ejpior parte dos canpos de investigação, especialmente dentre as ciências, mas temben dentre as ciências fisicas, nas etapas iniciais de desenvolvimento&gt;
começa com um corpo considerável do conhecimento pragmático, derivado da experien cia e da observaçao acumulada, Do fato, a maioria das operações da sociedade tem si
■do coniuzida, por lorgos períodos de tonpo e com sucesso considerável, por meio do£
sa GSpecie do conhecimento» M^s, a, medida que as oporaçoes se tornam crescontemonte
complexas o as exigoncias que lhos ãab feitas aumentam, sintomas do desorganizaçao
ou mesmo do colapso final começam a aparecer e a aperaçao ou processo torna-se en tão objeto do intenso escrutínio. Os priineiros esforços para a melhoria são foitos,
provavelmente, ao nível operacional (enginering levei): tentativas de melhoria das
'
^
A»
técnicas existentes, a base do conhecimento que so possuo. &amp;.b falham a,quelas, o a"'■"^?!ra para ulterior fefánamento do conhocimento existente através da investj
gação sistomatica dos principies gerais que alicerçam o progresso» O estudo do processamento de informações atingiu agora o estagio em quo se rocoSihece a necessidade
**
P
de conhocimento mais básico e mais exato, mas pouco progresso se tem realizado no
^
7
seu desenvolvimento, por enquanto o"
Por corto, perante un Congresso em que se reúnem bibliotoc£
rios o documentalistas, não -e? necessário defender os estudos biblioteconomicos

e

do documentação» O tema,rio do Congresso é, todo elo, uma rica mina de sugestões para pesquisas. Os que apresentaram trabalhos realizaram in/estigaçoes sobre os teiaas
f
versados o os que vieram ouvi-los o fizeram polo desojo dò se informar. Ifci Congresso proporciona oportunidade ímpar do incrementar os conhecimentos de biblioto conomia
e documentação, esclarecendo sobre o atual "estado da arte", nao so de modo formal,
•MA*
/
/
pela apresentaçao o discussão de trabalhos, como também através da permuta do imprqs
soes o experiências nos contatos informais com bibliotecários de vários Estados.
Se este nao pretende apontar aos comgressistas a necessidade
6
Shera, Josse H., editor, Documentation in action. p. iii
7
Egon, Margarit e Herman H. Henkle, "Ways and means in which
reaearch workors, exocutives, and othors use Information," In Shora, Jesse H.,
editor, Dociumcntation in action. p» lS7-159o

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as vantagens da pesquisa, tem outro objetivo que e, essonciajLraente, o de lançar

um duplo apelo;
Procuremos formar pesquisadores!
9
\
Encorajemos os que jo se dedicam a, pesquisa na biblioteconomia
0 na documentaçõoi
Luta-se há já algum tempo .no Brasil pela iiiç)lantação do ensino da biblioteconomia no nível universit-ario. Ora, a universidade tem como funções
0
primordiais preparar profissionais, proporcionar cultura o formar investigadores.
Nos currículos de cursos e escolas do biblioteconomia de que temos conhecimento nao
•0
9»
f
se nota a preoctçaçao do proporcionar orientaçao sobro a investigação. Possivelmente nossas informações estarao desatualizadas; mas os currículos de Bahia, Carç)inas,
Rio Cteando do Sul, Rio de Janeiro, Recife, Sao Paulo, o Parana, assim como as di*
3.0
**
* *
vorsos propostos o sugostocs para curriculos,
mostran a proocupaçoo do ministrar
as mat-erias técnicas do que um profissional era necessitar o, cm grau maior ou e»onor, as ma,terias culturais, mas não fazem a menor monção a um treinamento para a

-

pesquisa. Ao tempo om que estamos escrevendo esto o Ministro da Educaçao tem designado coordenadores o diretores de cursos e escolas de biblioteconomia para uma reunião om que se discutirá um corrículo uniforme para o Brasil. Nessa ireunião, certamente, há do ser debatido o ensino universitário levando om conta as troa facotas da formação que as universidade deve proporcionar.

8

Ortogc y Gasset, Jose libro do Ias misiones. 2» ed., Buenos Aires,

Sspassa-Calpo Argentina, ,1942, p. 82.
9

**
CarvalhoI Fèlisbola Liborato do Mattos, "FonaasQ-o profissional do
bibliotecário brasileiro, "IBBD Boletim informativo, v. 3, n. 6/6, set./dez. 1957»
p. 319-325.
Dias, Antonio Caetano, O ensino da biblioteconomia e su^ regulamentação. Comunicação apresentada ao Siitposio de Bibliografia e Documentação Cientifica
promovido pela Associação Paulista do Biblitecarios durante a 10a. Reunião do Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência , 6 a 12 de julho do 1958, Mineografado, 6 fls,
^
Estatutos da Escola de Biblioteconomia, da Bahia, Copia datilografada,
4 fls.
Lineres, Ema, comp., Guia de cscuelas v cursos de bibliotecologia on
America Latina. 2. ed., Washington D.C«, União Panamericana, 1959.
_^^Anto-proioto de lei osbre o ensino da. biblioteconomia, apresentado
pela Associação Paulista de Bibliotecários a Gamara dos Deputados om 14-3-1957» Mimiograíado, 7 fls.
Associaçao Brasileira de Bibliotecários, Publicaçao do julho do 1957,
divulgando a correspondência ate então recebida "a proposito do projeto do curriculo distribuído no inicio do ano corrente". Mimeografado, 12 fls,
"Escola^^Nacional de Biblioteconomia e Documentação, Curriculo
"Noticias da Assèciaçao Brasiloira do Bibliotecários, dezembro de 1956, Mimeografado, Io fls.

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�é, no entanto, nccessário deixar bem claro o que se propugna#
A

pesquisa nao o para. todos; o uma vocaçao e, corno tal, nao se escolhe nem se im MM
/
poe. Nao se quer que todos os bibliotecários sejam obrigados a. pesquisar o muito monos que os cursos escolas do bibliotoconoinia deixem as outras funções inportantíssi
mas de preparar profissionais e dar-lhes cultura, pnra formar aponas invostigadoi^es,
Tenhamos prQsentes as palavras com que Ortoga y Gasset anatemtiBa. os novidadeiros do pesquisa: "Cualquier pelafustan quo ha, estado seis meses on un labor^torio o somi
nario aleman o norteamoricano, culquier sinsonte que ha hocho un descubrimientillo
cientifico, se repatria convertido en un "nuevo rico" do Ia ciência, on un parvonúde Ia investigación. Y sin pensar un cuarto de hora on Ia mision de Ia Universidad,
propone Ias reformas mas ridídulas y pedantes o
9
MA#
o que advogamos o apenas uma orientaçao sobre os métodos e r
M
/
técnicas da investigação, que poderá, ser fornecida em cadeira própria nos cursos e »
escolas

do biblioteconomia,o Ha os que dariam bons pesquisadores o desejariam a,pre-

sei?tar trabalhos, mas alegam ser "dificil arranjar um assunto". Questão de treinamento: faltou alguom que lhes abrisse os olhos para ver em volta de si os inúmeros pro{)lenas do canpo e procurar investigá-los. Sendo a pesquisa uma novação, nem por isso
o pesquisador nasce feitoo Tem os dotes o aptidões que devem ser encorajados edirigi
dos. A pesquisa pod,e ser ensinada, assim como se ensina qualquer outta técnica ou vf^-, ^
om comum uma norma, de pensamento que, tendo sido exaustivamente poeta a prova e achada valida, e formalizada e recomendada para
uso em todas §s investigações. Embora a, conP''i^era,vel litera.tura. sobre metrdologia cientifica inclug descrições e justifa,cações do numerosas variantes do método de pr^
#
A
«V
fw
codimento aceito, ha em todas um moldo básico, tao bem estab^ecido e tao bom adaptg
do a grande variedade do problemas e campos, quo e ensinado a todos os estudantes ~
*
12
que se estão dedicando a pesquisa» " . Treinar-se-ia, portanto, o estudante a conhecer como o por que métodos sao coletados, analizados e interpretados os dados roferontes e inteirpretados os dados referentes a problemas. As etapas de percepção, formulação e desenvolvimento db problema para investigação, a seleção das técnicas 9
M
•'orem udadas na coleta o analiso de dados, a buscf, destes, as conclusoes, a discug
13
sao das conseqüências
o a apresentação dos resultados om trabalhos deveriam ser aprendidos através da prop-i-ig. investigação de temns que o estudante
^^Ortoga y Gasset, J», opo citq.

pc 104o

^Slglin, Margaret o Horman Ha Henkle, op. cit.. t3o 138,
13
Good, Carter Vo e Douglas Eo Scates, Methods of Research;
pflvehological. sociological, New York, Appleton-Centirry- Grofts,

educational.

1950

Egan, Margaret o Horman H. Honklen, op. cit.. p» 142.

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�- $ escolheria no início do curso» Assim adquiriria prática na organização de questionários, na tabulaçao de dados, na manipulação estatística, na consulta e citaçao de

-

Alguém alegou que, de certo modo, isto já está incluido nos cursos de
biblioteconomia, de forma diluida através das divetsas disciplinas, Não' está, ou
pouco que posaai

estar não

o

é, de modo algum, suficiente. Nas diversas disciplinas

chamadas técnicas: catalogação, classificação, administração, bibliografia, referên=
cia, docximentaçSo, os estudantes deverão se preocupar com o dorainio das técnicas,
justamente, em si mesmas» Nada inpede, pelo contrário, devesse até estimular nêlea a
visão dos tcpiios a investigar em cada uma delas, mas as necessidades de desenvolvimento dos programas de ensino não permitem que se enpre^ue tenç)0 a esqsor os métodos
de atacar ob problemas. Cursos especiais sobre a pesquisa são, aliás, indispensáveis
não só na biblioteconomia e na documentação, mas em todos os eetores do ensino superior.
Ao profissional, aquele cuja vocação não é a pesquisa, é, também,
necessário

c.cnhecer as maneiras pelas quais se ançlia o conhecimento bibliot©oox»0«tt

CO, O próprio Ortega y Gasset o deixa bem claro quando diz que embora o que tem voc^
ção profissional não deva perder tenç&gt;o em "flirtar" com a ciência, © preciso ensinar
Ik
lhe também em que consistem as técnicas pelas quais ée a obtém.
Ademais, vimos já
como se apregoa a necessidade de conhecer como os investigadores fazem uso dos re •
gistros gráficos, justamente para ser possivel organiza-los. Tendo conhecimento das
técnicas da pesquisa os profissionais poderão óbter uma "etnpatia" e, embora não sejam chamados a pesquisar, poderão ficar aptos a se colocar no lugar dos pesquisadores e, assim, servi-loe melhor«.. E reconheçamos ainda uma característica do nosso
meio incipiente em biblioteconomia e documentação: tenha vocação ou não, o nosso bibliotecário é freqüentemente cDitpelido a realizar estudos em qualquer área e com

-

qualquer das possiveis finalidades, no sinçles desenpenho diário da profissão.
Despertar as vocaç?5es e formar pesquisadores não basta, É necessário apoiá-los, dar-lhes est^iimuto e encorajamento a que pesquisem, riSo com meras palavras bonitas, mas de modo tangível e concreto. Entre nós os pesquisadores,
para sobreviver, devem ser, primeiramente, profissionais, o que significa que estão
sobrecarregados de obrigaçíSes administrativas ou de ensino, presos a expedientes,
sem as necessárias facilidades para se deslocar na coleta de dados e não dispondo m
Ortega y Gasset, J., o£, cit.. p. I03, texto e nota.

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�- 7 de tenpo e de lazeres para se entrfegar % pesquisa, É cruel dizer que quem tem em si
o impulso de pesquisar "faz ten^o", roubg-o a seu descenso, luta, dá um jeito;

ou

que, quem deseja realàente alguma coisa, acha meio de alcançá-la, nao se limita a ficar se lamentando e alegando dificuldades. As circunstâncias da "luta pela vida"
muitas vezes obrigam a um abandono daquelas atividades que se realizariam por vocação e por amor, mas que nSo trazem nenhum estimulo, nenhunareconpensa material, nenhuma remuneração,
Ê necessário estabelecer bolsas e dotações várias para custear
estudos e criar facilidades para que os investigadores suspendam trabalhos de rotina
em repartições afim de, sem prejuizo dos seus cargos ou carreiras, se dedicar à investigação, Dever-se-ia estudar a aplicação, aos pesquizadores no ramo da bibliote15
conomia e da documentação, dos benefícios do regime de dedicação exclusiva,
A í
. ^
justificativa do projeto de lei de estabelecimento do regime Tepresnta uma vxsao

-

exata dos problemas relacionados com a pesquisa, pela sua próppia natureza e pelas dificuldades que acarreta quanto a preocupação jielo sustento que aflige os pesquisadores,
O apoio e anparo aos investigadores deveriam partir das inatituiçTies oficiais: universidades, bibliotecas, o

o Instituto Nacional do Liyro,

a C.A&lt;P,E,S,, o I,B.E,C,C. Cogita-se, desde o l®Congresso Brasileiro de Bibliotoconfi
mia, realizado no Recife em 195^» de criar um TUonselho Bibliotecário no Brasil, A

-

discussão do mesmo está incluida também no temário deste Congresso, Ao Conselho devg
ria ser atribuida a responsabilidade de coordenar e patrocinar pesquisas. Mesmo - ©
será isso senhar demais? - as fundações ou entidades internacionais, Unesco, Rookfeller, Ford, deveriam ser encorajadas a financiar, também entre nós, pesquisas

no

terreno da biblioteconomia e da documentação, por essenciais ao adiantamento da pr£
pria pesquisa cientifica e tecoaológica.
No entento, antes de encerrar o tema, reconhece-ios que, se não
é necessário justificá-lo perante os bibliotecários e documentalistas aqui reunidos
numa demonstração de interêsse pd.os diversos aspectos do nosso ramo de saber, devemos fazê-lo para aqueles eternos objetores que senpre acham que é cedo para começar
alguma coisa, mesmo quando a idéia já ultrapassou de rruito a sua maioridade.. •

15
"Ante-projeto de lei de regime de dedicação exclusiva", IBBD ^Boletim
Informativo, v, 3»
maio/ago, 1957,p.199-201.Ver também CAPES Boletim Informativo. n. 59, ovit. 1957, P. 6.

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Depois de admitir que a

pesquisa é uma das funções primordiale

das universidadesj que os cursos de biblioteconomia aspiram a êsse nívKL universXt£
rio e já o conseguiram era alguns Estados do Brasil; que, para serem dignos dessa as
piraçSoj devem procurar dar a formação universitária cop^leta; que aprofissao da bi
blioteconomia e da documentação estão, mais do que nunca, dependendo da investiga ção dos seus fundamentos e técnicas - só sabem comentar que nai» possuimos pessoal e
material para ensinar e praticar pesquisas; que nosso meio não conç»orta essas idéias
e ainda nSo está rpreparado; isso são americanismos que nao condizem com a nossa r^
alidade e daí por diante.
A pecha de americanismo nem

merece contestação. Basta diser

que nXo foram os americanos (e muito menos os alemães) que inventaram a pesquisa» ••
mas veja-se aonde estão eles hoje em dia, graças a ela...
Pessoal apto ou capacitado para bem proporcionar a orientação propwgnada será facilmente encontrável. Pois nao são a bibliotecanomia 8 a docu
mentação no Brasil recentíssimas e não dependem de alguns abn-egados que investiga ram e passam adiante seus conhecimentos? Nao subestimemos a capaci-dad» ck&gt; bibliotecário brasileiro,
NSo sabemos exatamente a que se referem os objetores ao faiar em "raaterial". Mas reconhecemos que se luta com a falta de tudo ou quase tudo no

-

campo da bibliotrconomia e da documentação entre nós. A literatura especializada de
origem estrangeira é volumosa e cresce dia a dia, mas aqui há a dificuldade de ob tenção de uma parcela mínima que seja, causada principalmente pelos preços astronômicos dos livros e revistas estrangeiros, cuja importação é cada vez mais restingida. Resulta uma incrível escassês, quando não total ausência, de representaç'ao

da

literatura especialiaada em nossas bibliotecas. Os que freqüentam os centros mais adiantados não sabem o que significa estar na "província", longe dos contatos profis,
sionais, sem acesso a publicações, desatualizando os conhecimentos» Não passaram de
modo algum, ou, pelo menos, nno em grau tão grande, pela agonia de preparar um trabalho sem possibilidade de consultar uma bibliografia, elementar que fosse, sobro o
tema.
Nossa literatura bibli-^tecológica, a despeito da produção intelectual de alguns abnegados que publicam estudos, continua escassa. E a que existe
não é suficientemente organizada e divulgada. As

poucas registas de biblioteconomia

e documentação, valiosíssimas para nos informar sobre o que vai pelo Brasil e pelo mundo a respeito, aparecem muito

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espaçadamente e, vê-ie, lutam com dificuldades va-

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�• 9 rt»S para existir. De ura modo geral, os biblSet««arios ^tão muit« isolado», «níbor*
possam contar, de teripos para cá, com simpósios e congressos afim de estabelecer

•

elmtpto. Mas não deixa de ser irônico que precisemos d^ender de uma publicaçã»
jínter-Amefcican Library Relations. da Columbus Memorial Library, UniSo Pan-Amerlcei»a,
para saber o que acontece no Brasil em biblioteconomia e documentação... Os bibliotjg
cários e documentalistas brasileiros estSo precisando atacar a organizaçao bibliogra
fica dos materiais sobre a sua própria profissSol Faltam-nos desde os manuais elemen
tares, embora haja uns poucos, atilíssimos por certo, mas escassos em conçaraçao cora
o numero necessário rias diversas disciplinas do que se convenciona chamar preparo

-

técnico. Alguns livros inportantissimos e básicos para o conhecimento do campo nere*
ceriam ser traduzidos. Fazemos aqui um parênteeis para formular votos do que Edeon -•
Hary da Fonseca, esse incansável batalhador, tenha continuado sua coleta de sugeattíe*
fcôbre Q litevaturo profissional qUe os bibliotecários brasileiros mais lucrariam etn
tç;r tratíuaida para a nossa lingua. E qUe lhe tenha sido possivel continuar, também,
aqUela utlliesima bibliografia de documentaçSo, encetada ~

-

no IBBD Boletim In -

foiTnativa. Eis aí um a quem não é necessário exortar a que pesqu$se, mas qu0 talveä
necessite de apoio e estímulo

para se dedicar a suas pesquisas, taõ úteis para to-

dos os bil)liotecárlos e docxunentalistas brasileiros.
Mas voltamos ao ponto de início: quem pode se dedicar a in dlspcfSíéveL atividade de escrever ou traduzir? Os bibliotec-ários

já sobrecarrega-

dos? Deveríamos criar comissões para escrever os manuais básicos, aproveitando os , conhecimentos e a experiência coletivo dos

nossos bibliotecários, a exemplo do qvie

faz a American Library Association. O Instituto Nacional do Livro, com a sua ColeçKo
B2, muito poderia contribuir a esse pespeito« Precisamos criar tfundos para o financi
amento das publicações, das traduções, das revistas profissionais, afim de n'So dei xar esmorecer os que, esforçadamente, têm publicado alguma coisa e, pelo visto, têi*
muito

mais ainda a nos brindar de sua dedicação e rique .3. de experiência.
Quanto à objeção de que o nosso meio não está preparado para

o ensino e o encorajamento da investigação na documentação e na biblioteconomia,
seria interessante que nos dissessem no que consiste, afinal, esse "estar preparado?
Qüando se trata de olhar objetivamente o meio, investigando-o, que preparo deve haver da sua parte? Se o pesquisador em ciências sociais se dispõe a constatar, pelas
técnicas próprias da pesquisa em seu ramo, as condições de um fato social qualquer.

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�pode-se exigir que esse fato esteja "preparado" para sofrer a investigação? Ainda ~
estudar o que está por fazer e realizar um levantamento do que já foi e do que deve
ser realizado é pesquisa e indispensável ao nosso adiantamento, pois delinêa área»
aonde sao necessárias maior açSo e providências.
ÍJão esqueçamDiTi que as objeções maiores serão da parte dos que,
podendo ceder as verbas, não vêem o rendimento imediato de sua aplicação a tais estudos. Para esses são necessárias as justificativas muito bem documentadas, qua só
mesmo os estudos aturados de nossas possiblidades, incapacidades e condições gerais
podem fornecer. A situação é um círculo vicioso, seiváo necessários estudos para jus
tificar os estudos. Justamente no estado atual da profissão, sua regulamentação e
seu ensino e que se faz sentir mais agudamente a necessidade da pesquisa, para fornecer subsídios aos legisladores.
Os bibliotecários

brasileiros devem batalhar para que o incr^

mento da biblioteconomia e da documentaç'ão entre nós sejam incluídas entre as metas
governamentais. Ambas são encarregadas de organiíar o canpo da informação, e, sem
esta ê iirpossível qualquer desenvolvimento, técnico, científico, econômico, cultural.
Não fiquemos no comodismo de achar que é cedo, Nunca ê demais
enxergar à frente e planejar para o futuro pois este, mais depressa do que percebemos, transforma-se no presente.

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                <text>Como qualquer ramo de saber, a biblioteconomia e a documentação tem necessidade de cultivo por si mesmas, numa atividade de exame crítico dos seus priórios fundamentos, métodos e objetivos. Urge essa atividade hoje em dia, pois se proclama a premância exigida pela investigação sistemática dos princípios que alicerçam o progresso no terreno do processamento de informações. Ora, a par da finalidade de formar profissionais conpetentes e cultos e a universidade que compete, como função precípua, a formação de investigadores. Os cursos de biblioteconomia entre nós lutam por se estabelecer em nível universitário; mas no programa dos já estabelecidos e nas diversas propostas de currículos surgidas ultimamente nota-se apenas a preocupação de ministrar as disciplinas técnicas ou profissionais e as culturais. É, portanto, lançado um apêlo a que se procure, também, formar pesquisadores, pela inclusão de uma cadeira sobre as técnicas de pesquisa nos curríciilos de biblioteconomia e documentação, /^ela'-se, ainda, para o estudo das condições indispensáveis de apôio e incentivo aos pesquisadores, através de bolsas de pesquisa, dotações, quebra de obstáculos burocrático, estabelecimento de regime de dedicação exclusiva, apontando-se as instituições que devem se ocupar da tarefa. Intenta-se refutar as inevitáveis objeções que há de surgir, a fim de que não seja entravada a adoção de medidas indispensáveis ao adiantamento da documentação e da biblioteconomia entre nós.</text>
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                    <text>II Congresso

BfasilÉQ

de
••
BIBÜOIlCOnOMin

E

IH)Cl)MBNTAÇÂO

Bibliotecas Ambulante
e Circulantes do SESC d©
Rio Grando do Sul

■■ 'í «ßf?
SALVaD

Digitalizado
gentilmente por:

�Digitalizado
-gentilmente por:

��íl CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Organização e atividades
das
bibliotecas ambulantes e circulantes
do Serviço Social do Comércio - Administração
Regional do Rio Grande do Sul
por
Lourdes Catharina Gregol

O a,iohL3
CfHÍ
iÍ.,SkO PAULO

a.
V. ò
«90.1

40 Ci«.

Salvador
1959

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IiII COWGI-iESSO BRilSILEIIiO DE BIBLIOTECONOMIA

REALIZADO SOB OS AUSPÍCIOS LA UNIVER
SIDADE DA BAHIA

E

ASSOCIAQlO BAHIANA DE BI-

BLIOTECiÜÄIOS
t
SALVADOR - BAHIA

20 - 26 DE JULHO - 1959

OAGANIZAÇlO E ATIVIDADES
DAS
BIBLIOTECAS AIvIBULiiNTES E CIRCULANTES
DO SERVIÇO SOCIAL DO COMJRCIO
REGIONAL

DO

RIO

-

GRilNDE

ADMINISTRAÇÃO
DO

SUL

POR
LOURDES CATHilRINA ■ GPJEGOL
BIBLIOTECÁRIA
/

-

CHEFE

f

I Digitalizado
-gentilmente por:

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�SERYigO 30CI1L DO GOÍ.LÍECIO
AniliJISTIL/iÇÂO IGGIOITAL ;D0 RIO G^vRIIB DO SUL
DIVISIO

:aE SERVI jOS C OCIAIS

BIBLIOTECAS AI3IILAET^S E CIIíCULAITTüíS

1 - II^TRODüOjro
Conlieceiaos a ciência,

os costumes,

a religião,

a orga -

nização econômica e social dos povos antigos através de sua produção literária, legada à posteridade e guardada com corta organização,

organi -

sação esta que deu origem a bilDliotecas e museus,
O liomem sempre teve a preocupação de g^aardar aquilo que
produz5 prova disso são as "bitliotecas que,

desde tempos remotos,

têm si

do doadas à iiumanidade» Uma das mais antigas q.ue se corJaece é a de Ale xandria,

que estava^

quando descolDerta,

classificada em diversas seçõ e s,

demonstrando a intenção dos povos antigos,

em organizar tecnicamente

as

suas "bibliotecas,
lia época atual,

as Dibliotecas têm sua maior importán -

cia na formação educativa de vjna comunidade« A biblioteca é, na sua es sência, uma instituição social^ Não discrimina,
credos religiosos oii filiação partidária;

em seu ob;ietivo,

,

seu único propósito é suprir u

ma das lacunas da sociedade moderna^

quaj. seja,

lectual oom üouQ obriiSj

uö móxo cconümioo«

por

raça':;

a falta de contato inte-

íTeste particular muito têm contribuído as bibliotecas^
bulantes,

dada a amplitude de seu campo de ação,

uma restrita área geográfica,

ou mellior,

tais, mas estendendo-se, também,

jé que não se limitam a

beneficiando somente aw capi

-

às cidades menos favorecidas com servi-

ços de bibliotecas,
7]m sua organização a Biblioteca Ambulante deverá ter smi
pre um espírito vivo e dinánJ.co,
morais e sociais,

dentro de suas finalidades ?Lntelectuais,

isto é, um espírito que^,

corruptibilidade moral,

conservando sua essência e in

acompanine as exigências e progressos de uma épo-

ca, Os livros que formarão seu acervo deverão passar por um criterioso e
xame seletivo,

em vista de circuD.arem "in totum" entre seus leitores,
Há \ima primordial diferença entre a seleção dos

livros

de uma biblioteca piiblica, universitária ou especializada e os de uma bi
blioteca ambulante, ITas primeiras5
reto com os leitores,
lectual e moral,

os bibliotecários,

tendo contato di -

presime-se qr.e os conliecem em sua formação inte

o que llies permite orientá-los quanto à leitura;

ma biblioteca ambulante o problema da sel.eção é mais sério,

-

já nu-

pois o bibl^

tecário-cliefe dificilmente poderá mantar contato direto com os leitores
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lí

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20

�de todos os Postos de Leitura.
O livro de uma bi'blioteoa ambulante tem muita infiltra
ção dentro do amMente a que se destina e,
famílias que o compõem;
e adultos;
ral,

seu livro estará ao alcance de crianças,

seu conteúdo deverá,

intelectual,

rá ao leitor,

consequentemente^ no seio das

portanto,

jovens

ser satisfatório no aspecto^

político e social - um bom livro, uma boa leitura,

seja êle um erudito ou uma pessoa de pouca cultura,

da
uma

base sólida na estrutura de sua personalidade,
L'o Brasil ainda não há um espírito biblioteconômiço for
mado; há,

isso sim, brasileiros que nunca entraram numa biblioteca. Is-

to e decorrente do espírito que ainda perdura entre nós 2 bibliotecas e_s
táticas,

sem livre acesso e sem empréstimo domiciliar; livros guardados

a "sete chaves''; bibliotecários sem formação biblioteconômica, ástes m_o
tivos são os responsáveis pelo mau conceito de biblioteca,

que ainda se

observa no Brasil e isso afast-a aqueles que dela se acercam.
O Professor -Cdson llery da lonseca ressalta,
balho "Dinâmica da Biblioteca",
objetivos,
tre nós,

que as bibliotecas,

em seu tra

para atingirem seus

devem ser órgãos vivos e dinâmicos, , sem o qLie perdurará,

en-

ainda por muito tempo aquele conceito,
Achamos que se deve fazer,

do, uma çntidade de cultura democrática;.;

da biblioteca,

antes de tu-

sempre renovada e sempre aper-

feiçoada«

2 - BIBLIDTBGA DO Savr/IQO SOCIAL DO ÜOLII^RCIO O Serviço Social do Comercio, Adíninistração RegionalâD
Rio Grande do Sul,
serviço que,

incluiu, no concerto de suas diretrizes sociais,

um

pela sua natureza, viria contribuir para o desenvolvimento

das bibliotecas no Rio Grande do Sulo Assim^

entre as atividades de or-

dem assistencial ao comerciário, não descurou,
proporcionar oportunidades aos ginipos que,
pria evolução social-econômica,
senvolvimento de çua cultura,

em seus atendimentos,

de

por ordem conseqüente da pró

são obrigados a deixar de atender ao de

para mercantilizar o pouco aprendizado de

um curso primário,
Quando a Direção do SESC idealizou a organização da Bi
blioteca, não poderia imaginar a aceitação surpreendente que a mesma t_e
ria pela classe comerciaria,
A princípio foram instaladas, nas principais firmas da
capital,

seis caixas-estantes, Depois de dois meçes,

as mesmas foram tro

cadas e observou-se uma media de leitura de 400^, /ilicerçados por
expressivo índice,

tãç

resolveu o SESC ampliar o número de caixas-estantes.

Atualmente conta com 246 caixas em circulação,

servindo a Capital,

22

municípios e três distritos do Rio G-rande do Sul,

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19

�~ 3 Cada caira-estante compõe-se de 50 volumes. Ha,
exceções: as caixas Infanto-juvenis são,

geralmente,

porém ,

compostas de 100 li

vros; em alguns municípios do interior do Estado encontram-se caixas com
60 livros,
Sm todo o Bstado encontram-se instaladas 226 caixas-estantes,

das quais 157 no interior e 69 na capital, lía sede da Bibliote -

ca estão 20 caixas,
trocas da capital,

destinadas ao atendimento de veraneios co;|.etivos

e

perfaaendo um total de 246 caixas-estantes,

Para atender aos serviços do interior e da capital,a Bi
blioteca necessita manter,

em sua sede, um elevado número de livros,

facilitem a movimentação das caixas e das trocas anuais,

que

feitas entre ca

da município e a sede,
O aceyvo geral da Bi"bliotoça até 30-6-59 era de 20,415
o"bras registradas e 22,662 obras adquiridasr,
lia movimentação das caixas-estantes são beneficiadas 210
firmas gaúçlias,

representando,

para a Biblioteca,

210 estações ou postos

de leitura.
Independentemente dos postos acima citados,

danos assia_

tência recreativo-cultural às turmas de veraneios coletivos organizados^^
Io SESC, äste atendimento nos dá Lim movimento variável de postos e de nu
mero de leõ^tui-a,

de acordo com o total de localidades de veraneio e

de

veranistas,
Como expressão deste movimento,

daremos,

abaixo, as ci-

fras de leitura correspondentes aos veraneios dei
1955

-

lf950 leituras

1956

-

2,187

1957

-

3,076

1958

-

3,097

"

1959

-

3cl89

"

"

totalizando 13^499 leituras em 4 períodos de veraneio

,

com duração de 3 meses cada ano o
Coroando de êxito os esforços da "Pi""i^lioteca,
Divisão de Serviços Sociais do SESC-. -Dermitimo-nos registrar,
satisfação, i;ua elevado índice,

através da
com

que vem atestando a recente formação

hábito de leitura na classe comerciaria, A Biblioteca Ambulante,
função organi?;adP^

conseíniiu impor o livro a serviço da classe,

finalidadçs educativa,

recreativa,

real
do

por sua
em

suas

cultural e como aperfeiço^ento pro -

fissionale lí o que obseirvamos nim registro apreciável de 136,194 leitu ras,

correspondentes a 18,297

leitores registrados no período de 1954 a

junho de 1959»
Atestando a crescente aceitação do livro entre os comer,
ciários gaúchos, transcreveremos os dados estatísticos anuais de leitura,

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�- 4 -

desde a fundação da Bi^blioueca,
Leitores

Ano

Leituras

1953

3.612

3.612 (período
experimental)

1954

3,076

7,441

1955

7,496

11,728

1956

11,257

21,638

1957

15,988

33.644

1958

18,297

40,482

8,546

17.649

1959

(até maio)

;otal;

136.194

QUÁDzo :ÍX?03ITIV0 DO imiíiismo GERAL

CAIIA3-ESTAITTS3

FIEliâ3 BEI:ÍSj?I CIADAS

CAPIT.^a,

-

69

SEHE

-

20

liíTSRIOa

-

157

ÍNDICES ESTAT.

CA?IT.:'lL

-

53

LEITOlSS

-

18.297

lilTERIOR

-

157

LEITUMS

- 136 „194

TOTAL DE
LIVROS
TOTAL

-

246

TOTAL

IIUniCIPIOG ATIiJGILOS
:üis?rtiTOs
TOTAL :■£) L0CÁLI3AD..3 ..TMIÖAo

--

210

22
3
25

REGISTRADOS- 20.415

�- 5 3 - A
As caixas-estantes são confeccionadas em tamanho padrão,
de 57cms,

de altura por 47 cms,

de profmididade,

sura, São divididas verticalmente pelo meio,

em aço de Imm.

de espes-

em sua parte interna,

o

que

peiinite usá-las de amtos os lados, "Sm cada uma das portas é afixada uma relação das obi-as existentes dentro da Caixa-estante, Uma prateleira hori
zontal permite o arranjo de duas carreiras de livros.
Para facilitar o transporte elas são providas de quatro
rodas e do duas alças nos lados externos. Usam-se capas de lona. para pro
tegê-las,
j-stal^eleceu,

assim,

o Serviço Social do Comércio do Rio

Grande do Sul, uma rede de Biloliotecas que, movimenta 246 CIí, num trabalho
intensivo de divalgação de uma boa leitura, Ilesta realização procura,
bibliotecária-chefe, manter-se em contato com leitores,
vo sentir o seu grau de instrução,

a

tendo como objeti

suas tendências literárias,

para desen

volver uma cam.panha educativa, visando o aprimoramento de seus níveis c\;il
turais,

sem o choque das disparidades entre o Homem e o Livro,
Hoje, A Biblioteca -ambulante do SESC já se impoê, não só

pelo número de seus volumes e postos de leitura,

como pela higiene .sadia

de seu acervo, harmonizando-se às transformações sociais que se vem ope rando nos últimos tempos.
A constituição das CE que formam a Biblioteca xunbulante
do S.-iSC varia de uma para outra,

a fim de facilitar a sua movimentação,

'^onsiderando que o sisteir^a usado ó o de rodízio,

as c- ixas são numeradas

para a devida identificação.
Sem pretender ensinar aos comerciários como devem ler ,
necessitamos,

contudo,

demonstrar-lhes a utilidade da leitura, foz-necen -

do-lhes livros,que possam aujciliar nas respostas de muitos dos problemas
da vida diária, Para a leitura resultar atrativa às pessoas sem o hábito
de ler ou sem maiores conhecimentos,
preparar o material,

é preciso que tenhamos em,vista,

ao

os interesses dos nossos futuros leitores, ^or esta

razão, antes de atendermos pela primeira vez um pedido de instalação de
Caixa-estante,

quer na Capital ou no interior do Estado,

te de prefôrência de leitura,
sim,

aplicamos um te£

aos comerciários da firma solicitante,

conheceremos não só os seus interesses,

-"._s

como também seu grau de cul

tura e outros fatores primordiais que nos orientarão para a organizaçã o
da CE,
Depois de observações e pesquisas,
vo de cada CE em cinco grupos distintos,

organizou-se o acer-

a saber;

1 - Biografias
2 - Diversos
3 - Aventuras e novelas policiais
4 - Literatura infanto-juvenil
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�5 - I'icgäo para adultos,
Em cad£. caixa-estante colocamos cinqüenta livros,

dos

quais 50yo são de ficção para adultos. O restante é dividido entre: bio grafias,

diversos,

aventuras e novelas policiais e literatura infanto-ju

venil♦•
Entretanto, apesar de as caixas serem organizadas
um estilo padrão,

sob

essa organização não obedece,a um sistema rígido,

podai

do haver alterações na constituição das mesmas, JTuma firma onde os leit£
res dão preferência,

por exemplo,

à literatura policial,.procuramos re -

meter caixas con maior número deste gênero do literatura, „
A maior parte dos comerciários
ra de ficção,

ou sejam,

,porém,

prefere literatu

romances,

íTeste grupo incluímos obras de literatura comum,

do a -

grado de grande número de leitores,o obras primas da literatura "univer ^

sal,

que devem figurar em qualquer biblioteca, veículos,que são do maior

engrandecimento espiritual e intelectual dos indivíduos,
Hoje,
ca Ambulante doSEoC,

passados cinco anos de fiincionamento da Biblioteo comerciário vem preferindo uma literatura mais a

primorada e de maior n?'vel cultural,

demonstrando que a Biblioteca con -

tribui e concorre pai-s. elevar o nível mental da população
merciário),

coordenando seus interesses vitais,

e assim,

(no caso,

o C£

provocando o a~

madurecimento das estruturas básicas necessárias à assiu:j.lação de novo s
conhecimcntos e a adoção de formas mais elevadas de vida,

Incluimos, neste trabalho, uma relação da caixa-estan te n'- 2351

demonstrando sua organização e acervo,

3

cm

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�- 7 -

SESTigö SÜGIiVL IX) COMÉRCIO
■ ADMIIÍISTUAGÂO iiE-G-IOI^AL DO RIO G-R.iilDE DO SuTL
BIBLIOTECA iLfflUIANTE
RBLAgÂO DA CAIXA - ESTAilTE IQ

235

BIOGRAFIAS

1
2
3
4
5
6

-• 15.365 - Édison - ?/. SumandG
9i078 - í^^istória de Napoleão - Lacroix
6i,98.0 - 0 profeta das selvas - Hagerdori
- 13 «459
A vida de Dostoieswky - H. 'Ireyat
4*590 - A vida de Tolouse-Lautreo - Haiison
15.670 - A vida de Rui Barbosa - Viana Eilho
DIVERSOS

Obras gerais.
7 - 14.571 - As inaravilhn,s do conliecimento humano - Henry Thomas
14.572 - As maravilhas do conhecimento humano - Henry Thomas

(I2 vol.)
(22 vol.)

Filosofia.
8 - 20.390 - A mulher diante da vida e do amor - Killiard
9 -

Sociologia. Eolclore
9.891 - Antologia do folclore brasileiro - Luis da Gamara Cascudo

Língua portuguesa. Gramática
10 - 10.761 - A linguagem usual e a composição - Júlio Nogueira
Ciências puras. Arte-pré-historica
11 - 20,391 ~ Quarenta mil cjaos de a,rte moderna - A. Ivianduit
Ciências aplicadas. Aviação
18.964 - Terra dos homens - Antoine de Saint-Exupéry

12

Historia. Brasil
13 - 15.678 - História do Brasil - Rocha Pombo
LITERATURA; AVEHTÜRAS E HOVELAS POLICIAIS
14
15
16
17
18
19
20

-

17.856
19.101
5.760
5.898
14.570
6,895
16.309

-

Aventuras de Sherlock Holmes - Sir Arthur Conan Doyle
0 caso doB dez^negriixhos - Agatha, Christie
0 crime da raposa - Ellery Queen ^
0 estranho caso de Alvin Baker - Zeyv/all
Aalmo sangrento - Monotti Del Picohia
Marcas de pés no teto - Clayton Rawson
Tarzan e 0 leão de ouro - Edgar Rice Burroughs
IHIU.HTO-JUVEHIL

21
22
23
2!4
25

cm

1

14.708
3.659
1.908
20.208
17.204

ilirbologia para a juventude - Junqueira
As aventuras de Tom Sav;yer - ilark Tv/ain
Branca de neve e os sete ^anões Espertezas do jabuti - uario Donato
Viagem ao céu - Iionteiro Lobato

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�- 8

LITJ^RATUllAs

cm

1

26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
56

-

13.561 12i 569 9; 001 10,002 11,980 12,359 14.677 4i590 16.781 7.996/9
13.432/3

37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50

-

13.876
12.456
11,988
10,911
8.975
6.789
18.973
20;109
20i009
2,008
20.008
20.188
6,491
11,111

"
-

YLGQK.0 PARA AiULIQS

Amar e norrei* - Srio Maria Romarque
Aventuras do Piclcv/ick -- Charles Dickens
A casa das sete torres - iíatlianiel Ha\/therne
O cardeal - Edward ^uoloinoon
O Gorcimde. de líotre-Dame - Victor Hugo
Dom Casmurro ~ líacliado de Assis
O Egípcio - Mika waltari
A filha da castelã - iviagali
G-igciite - Edna Verter
- G-uerra e paz - Oonde Leon Tolstoi (4 vol.)
- A torra vai ficando ao longe - Lasinha Luiz Carlos-de
Caldas Brito (2 vol,)
Ivanhoé - V/alter Gcott
O livro de San Michele - Jacel Munthe
As minas de prata - José de Alencar
Nimuano - Edy Lima
A montanha mágica - Thomas Mejin
O morro do vento uiv&amp;»nte - Emily Bronte
Pavilhão de mulheres - Pearl Buck
A rainha do rádio - Iza Silveira Leal
O segredo de Solange - M. Maryan
SirPerczy - Baronesa de Orozy
Uma fôiha na tempestade - Lim Yutang
Uma luz na janela - Mary Robert Rinehart
E o vento levou - Margaret Mitcell
O velho e o mar - Ernest Hemingway

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�- 9 -

4 - O EMOi^.]IKEGADO IE GAIIA-^:;GTAI:TE
Sua importância no desenvolvimento da
Biblioteca Ambulante
Ao instalarmos caixas-estantes nas firmas comerciais,a^
sociações ou clubes, faz-se pesquisas a fim de avaliar o grau de cultura
dos funcionários da nova Estação de Leitura,
suas preferências literárias e,
emprestimo dos livros,

a média de idade dos mesmos,

àquele funcionário que se encarregará do

transmitimos conliecimentos biblioteconpmicos,co -

locando-o a par dos serviços técnicos da Biblioteca Ambulante, Daí em dn^
te,

os assuntos referentes à biblioteca de sua firma serão tratados

êle^ visto estar,

para isso,

devidamente preparado, ále será,

com

em seu am-

biente de traballio, um representante cultural do SESC,
Não interferimos diretamente na escolha do encarregado.
Julgamos conveniente que seja feita pelos proprios funcionários da finna
e com o apoio dos titulares,
dos funcionários,

pois é,

a rigor, uma distinção feita

elegendo-o pelos seus dotes do líder,

a

um

demonstrando que

é agraciado pela simpatia de seus colegas.
O essencial para a biblioteca é que o encarregado
uma pessoa afável,

dinâmica,

interessada em incentivar a leitura

seja
entre

seus colegas,
Para a escolha dos encarregados de caixa-estante nas fj^
mas do interior do Estado observam-se os mesmos princípios,
mitindo-lhes maiores coiüiecimentos biblioteconômicos,

porém trans-

em vista da manei-

ra como está organií:ado o serviço no interior do Estado,
Um dos fatores que mais influem na aceitação da Biblioteca é o trabalho do encarregado de caixa nas firmas comerciais, l5

quem verdadeiramente serve de elo e traço de união entre o tesouro cultu
/■
ral da biblioteca e os comerciarios que dela se acercam, buscando, nos!^

^

vros de seu acervo,
alegria e recreação,

o aperfeiçoamento de seus coiiiiecimentos. e momentos de
que so um bom livro pode proporcionar.

lí por meio desse elemento humano,
cioso,

de seu trabalho gra -

que o SESC do Ilio Grande do Sul tem conseguido implantar, na cla_8

se comerciária, um espírito novos A EBlTOAvlO ATEii.V]áS DA LEITUEi'i.

cm

ele

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�•* 9-0 ■*

5 - BOIETIII 3IBLI0GILÍPIC0
Uma das Iniciativas de maior vulto,

até o momento rea -

lizada pela Biblioteca, foi a publicação do Boletim Bibliográfico,
Víniiairios sentindo a necessidade de criar um órgão pró prio,

que viesse estreitai* o intercâmbio entre o Encarregado de caixa-e_s

tante e a sede da Biblioteca ivmbulante,

a fim de aproximar esse elemen -

tOj mantendo-o en permanente contato com esta organização,
O Boletim Bibliográfico reflete as conquistas que
obteve a Biblioteca, no seu teiapo de funcionamento,

já

dedicado exclusiva

mente ao aperfeiçoamento lítero-edLicativo da classe comerciária gaúcha,
Quando elaboramos o primeiro boletim,
tiragem de 300 exemplares;,

destes,

iniciamos com

a

foram remetidos cerca de 150 para

o

interior do Estado5 na Capital foram distribuídos 95?
a diversos Regionais do SESC e ainda,

desejando manter relações e ini

ciar pei-mutas com outras entidades congêneres,
mas,

20 foram remetidos

foram enviadas,

às mes

-

Surpreendemo-nos com a simpatia com que foi recebido

,

22 boletins.

^

não só por parte dos encarregados&gt;

como pelos bibliotecários das vária s

bibliotecas de Porto Álegre,
I-To segiondo número,

resolvemos aumentar a tiragem

para

350 exemplares5 no entanto, houve tanta receptividade que tivemos de aumentar as tiragens dos números subsequentes.

Os dois primeiros boletins

foram impressos na própria sede da Biblioteca,
0 boletim bibliográfico circula nas firmas onde

estão

instaladas as caixas-estantes e tem. despertado o interesse pelo livro

,

causando um sensível aumento de leiturasc
lio primeiro boletim, foi reservada a última página
encar:ç'egados,
®

para que dessem seu parecer,

opiniões e ci-íticas sobre

aos
o

mesmo. Recebemos sugestões interessantes e perfeitamente enquadradas den
tro do espírito da organização da Biblioteca, notando-se, assim,
resse que o encarregado tem,

o inte-

em colaborar conosco na divulgação de

um

serviço de grande alcance educativo na classe comerciáriao
As próprias palavras dos encarregados confirmam
acima expusemos s

o

que

i

De Irmgard Ede
Encarregada da Biblioteca na firma,", International Harvester lláquinas S/i,

"Sinceramente,

acho que o presente boletim é de grande

utilidade para o Encarregado de OEp pois orienta-o, facilitando o serviço,

principalmente no tocante à condensação do assunto tratado em

livro, Nem todos os livros podem ser lidos pelo encarregado,
aconselhe ao leitor,

cm

cada

para que os

ainda mais que deve saber o que indicar ao gosto de

cada um, necessitando,

para isso5.

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conhecer também o leitor e suas prefe-

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�- 11 -

rendas, fiste pequeno resumo dos livros mais importantes é de grande au
xílio. Quando o Encarregado lê os livros está mais apto a mudar deter minados gostos para uma leitura mais construtiva,

com o q.ue,

aliás,

os

próprios leitores concordam".

De Laura Eckart
Encarregada da Biblioteca na firmas

Casa ochmidt,

"Sendo a leitura uma das Toases mais sólidas para a no_s
sa cultura,

a Biblioteca do SL'^JC merece louvores por tão "benemérita in_i

ciativa. Críticas não teniio a fazer,

pois creio estar corretíssima a

-

sua difusão. Gosto imensamente da escritora-missionairia Pearl 3, 13uck e
como em nossas C?, ate hoje só veio um romance da citada escritora,
cito-llies, na medida do possível,

solá.

maior divulgação sô"bre as obras da

mesma",

De Oly Almeida Krug
Encarregado da biblioteca na firma: Casa Victor S/xiDesse Encarregado recebemos uma interessante sugestão,
que não se.refere diretamente ao boletim, mas à organização da própria
biblioteca.
Diz ele;

"Tenho-uma sugestão a fazer,

que se refere ao

estabelecimento de postos de leitura nos hospitais. Ja indaguei o motivo de não haver CE nesses locais 5

disseram-me ser,

essa causa,

o perigo

de contágio, ETão seria possível haver um número relativo de CE marcadas
com uma cruz vermelha e que só circulassem entre instituições hospitala
res? Creio que os funcioijários desses estabelecimentos ficariam conten5

tes com esta iniciativa".

De LÍgia Áiiaeida
Encarregada da Biblioteca no Club Atlantic Company of Brazil

" Seria muito interessante que cada livro analisado.ino
Boletim Bibliográficotivesse uma recomendação sobre sua leitura,

quáliT-

to à idade do leitor".

De Maria Therezinha Rosa
Encarregada da Biblioteca da Ferragem Cirilo Werne em Alegrete
" Aguardava ansiosa as orientações periódicas que mu_i
to nos seria útil,

e

já em posse do Boletim B^-bliográfico, posso afir-

mar-lhes que este superou a minha espectativa^ Considero,

outrossim,de

siima importância a abordagem de um autor nacional e suas obras,
da Boletim Bibliográfico, Assim, bem orientada,

em ca-

espero poder atender -

aos leitores satisfatoriamente,"

cm

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�- 12 -

6 ~ atividaucs uo interior do estauo
Eáf

entre o acervo dac caixas-estantes da Capital e

as

do interior do Estado, uma diferença fundamental, Com os leitores de Por
to Alegre
quista,

já ultrapassamos em sua quase totalidade,

em que,

para cativar o leitor,

aquela fase de con -

organiza'vamos o aceito da CE

com

livros de literatura acessível aos que não têm o hábito de ler, ITo interior do estado ainda estamos nesta fase de conquista do leitor; por isso,
dedicamos maior atenção às CS do interior do estado e
alguns municípios,

já notamos que,

em

o com.erciário vem dando preferência a uma leitura

de

melhor conteúdo.
Levando em consideração a grande área geográfica que

a

Biblioteca Ambulante cobre com seus serviços e as diferentes formações ra
ciais de cada município,

conclue-se que o SESC contribue com elevada par

cela na formação intelectual da coletividade comerciária do interior

do

Rio Grande do Sul,
A Biblioteca Ambulante do GSSC,
tos alienígenos,
trangeira,

em contato com elemen -

ligados à classe comerciária das zonas de colonização ee

sentiu a necessidade de captar o interêsse desse grupo huma -

no para a biblioteca,

oferecendo-lhes livros escritos em sua língua de _o

rigem. Assim sendo,,fazem parte do acervo de algumas CE livros em alemão,
italiano e espanhol.
Agindo assim,

estará,

o SESC, trazendo para o seio

classe comerciária este grupo humano que,

da

deslocado de sua terra natal ,

vem ao Brasil em busca de novos horizontes.
Tais livros servem de veículo de atração, pois uma
adquirido o hábito da leitura, buscarão, na literatura nacional,
mentos

vez

conheci

sobre nossas tradições, nossos costumes, nossa historia e

será um meio de nacionalizar o imigrante que busca,
liberdade que lhe

foi cerceada,

isso

em nossa pátria,

a

o descanso de espírito e a prosperidade

que lhe dará seu trabalho no Brasil,
RELAgöES SOCIAIS líO IlíTERIOR DO ESTADO
Por ocasião de nossas visitas aos municípios,
mos a convites para proferir palestras em associações,

atende

sindicatos,

-

rádice

e jornais. Essas oportujiidades são meios.de divulgação para o SESC e par
ticularmente para a Biblioteca Ambulante,
Realizamos anualmente,

em cada uma das agências do SESC,

uma reunião com os encarregados de CE^ Procuramos então esclarecer dúvidas e resolver problemas a respeito dos serviços técnicos da Biblioteca e
questões de ordem social,
Biblioteca,

como seja. a harmonia que deve existir entre

a

empregado e empregador.
Em 1955y

quando estendemos o serviço da Biblioteca Am -

bulante ao interior do Estado,

supunhaiios que se passariam alguns anos

,

antes de cobrinnos os municípios de maior densidade comerciária, Enganá-

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�- 13 vamos,

entretanto;

em agosto de 1955 instalamos oaixas-estantes ems Pe-

lotas, Rio Grande, Bagé, Livramento, Ui-oiguaiana,
ra«

O movimento estatístico desses municípios ate' dezembro acusou 2,696

leituras,

demonstrando,

dade de biblioteca,
o seu objetivos

este índice,

q_ue indubitavelmente essa modali —

desconliecida até então nessas localidades,

cidades des Caxias do Sul, Erechim,
Caràsinlio,

atingia

a divulgação da leitura dentro da classe comerciaria.
Animados por essa aceitaçao,

do,

Santa Maria e Caciioei-

ampliamos este serviço às

distrito de Quatro Irmãos,

Cruz Alta e Santo Ângelo,

onde

Passo íYm

as caixas-estantes foram

instaladas no princípio do segundo semestre de,1956, no decorrer

do

qual o índice estatístico de leitura atingiu 3«124,,Naqueles municípios
já beneficiados em 1955 a leitura elevou-se a 5c278,
Em 1957,
lidades? Ijuí,

Santa Rosa,

a biblioteca abrangeu mais as seguintes locaCruzeiro, Três de Maio,

Santa Cruz, Hoyo Ham

burgo, São Leopoldo, Alegrete, Estrela., Bento Gonçalves e Lajeado, Êste
^

atendimento foi iniciado no mês de agosto e em novembro estávamos com pletando as instalações referentes a 1957Por esta razão,

quatro dês -

ses municípios não nos puderam fornecer dados estatísticos,
seria mesmo possível,

o que

não

dado o pouco tempo de permanência das caixas .na -

quelas localidades„ Entretanto, nos outros municípios atingimos 2,572 leituras,
As localidades cujos atendimentos referem-se a 1955
1956,

em dados globais,

apresentaram,

e

em 1957? um número de leituras ex

celente; 13.222^
Atribuímos o sucesso alcançado no interior a cinco fautores de primordial importância para a Biblioteca?
1 " a criteriosa seleção do acervo;
^

2-0 cuidado na apresentação do livro,

principalmente

quanto ao seu aspecto externo^
3 - a organização do rodízio entre as firmas;
4 - a publicação do boletim, bibliográfico;
5 - a assistência direta ao encarregado de caixa-estan—
te,
Para a avaliação do número de leituras recebemos, mensalmente,

das agências do interior,

dados estatísticos de cada Posto de

Leitura, Paz-se esta verificação por meio de fichas especiais,

preenchi

das pelos encarregados,

Na pagina seguinte^ moideio da ficha em referência.

cm

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ííoci::L DO coiiinçio,
ÂDIC[XTI3TRA.ÇaT0 ISCtIOITÀL DO R.

SUL

BIBIilGTTilCA Ají£BUTi.:iTT3
LSITUrjio

Biograf içi8

Município

Diversoss
Cbras gerais

Mês

o....

,Aiio,,,,

Leitores inscritos

Filosofia,
Religião

9 9

Sociologia - C.sociaiBo.

9 9

Leitores mensais,...,,.
Total de leituras

Eilologia

Media

Ciências puras^a.....
Ciências aplicadas,

Caixa^estante n^.

Belas artes
Geografia e viagens

9 9 9
Local,..,

História
Literat,savent.e nov, polic,..
"

inf^to-juvenil,,

"

ficção para adultos,.

Enderêço,

Incarregado da CE

Agente Municipal
do SESC

Para efetuar o rodízio das caixas-eçtantes entre as fir
mas de cada município,

elalooramos quadros de rodízio» Convém blDservarque

a organização deste quadro permite a uma,firma receber,

de 60 em 60 dias,

caixas com livros diferentes da anterior,
Êste sistema é o que julgaiuos o melliorj
cionando eficientemente liá dois anos,

satisfazendo as exigências do ser-

viço, Uma vez terminadas as trocas indicadas no quadro,
a sede da BiTolioteca,

já que vem fun-

çs livros voltam

para serem substituídos por outros,

Na página seguinte,

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exemplo de um quadro de rodízios.

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7 - BIBLIOTECAS CIRCULANTES
Além das "bitliotecas ambulantes que o SESC mantém
Capital e no interior do Estado,

foram organizadas, no corrente

na

ano ,

duas biloliotecas circulantes, uma,no Restaurante do comerciário e ou tra no Curso de Educação Pamiliar,
Sua instalação decorreu da necessidade de dar assis tência reçreativo-cultural aos comerciários que freqüentam aquelas inis
tituições.
Ambas as Bibliotecas Circulantes vêm apresentando el_e
vado índice estatístico de leituras^

atestando mais uma vez^

o interê_s

se do comerciário pelo desenvolvimento de sua cultura,
A Biblioteca Circulante do Restaurante do Comerciário
é composta de 500 obras^

e a Biblioteca Circulante do Curso de Educa

çao Familiar tem um acervo de 1,000 livros.
Ambas são periodicamente renovadas,
trodução de novas obras,

com a troca e in-

o quç as manterá sempre atualizadas e atenden

do os interesses dos leitores,
Ainda no decorreip de 1959?

serão instaladas Bibliote-

cas Ciípculantes nos munJ.cípios de: Passo Fundo, Erecliim, Pelotas e Rio
Grande.
O acervo de cada biblioteca será organizado de acordo
com o teste de preferência de leituras que aplicaremos nos comercia.

-

rios das re:feridas localidades e ainda, levaremos em conta a população
comerciaria.

8 - PARTICIPAÇÃO DO LüITOR MS ATIVIDADES DA BIBLIOTECA;
Curso Intensivo de Literatura

Realizamos em Porto Alegre,

de 10 a 14 de novembro de

1958, um curso de extensão sobre literatura« Previamente, foi feita

a

inscrição dos comerciários que pretendiam assistí-lo e a freqüência foi
excelente
Convidamos a Sra,

Zahyra de Albuquerque Petry , pro -

fessôra de Literatura do Instituto de Educação e Bibliotecária da Bi blioteca Pública Infantil desta Capital,

a proferir palestras sobre li.

teratura e graças à sua colaboração nosso primeiro curso alcançou o su
cesso desejado,
O curso foi dividido em cinco aulas,

com a seguin

-

te distribuição 2
is

o SESC - criação,

organização e finalidades^

2- - Biblioteca Arabulante e Circulante do SESC;
3- - Literatura em geral;
4® ~ Literatura portuguesa;
5- - Literatura brasileira«

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�- 17 ITo final conferimos,

aos freqüentadores,

certificados de

presença.
Movidos pelo bom êxito desta experiência e atendendo
inúmeras solicitações,

realizaremos, no corrente ano,

a

o curso de exten

são nos seguintes municípios: Erechim, Passo Fundo, Pelotas e Rio Grande,

9 - OUTRAB AIIYIDAIES DA BIBLIOTECA

A par dos serviços rotineiros
ro dos livros,

(compra,

seleção e prepa

instalação e trocas de caixas-estantes,

etc,), a Biblio-

teca do SESC tem participado freqüentemente de atividades extras,
congressos,

como

simpósios, palestras e conferências.
Dentre ^ôdas as reuniões em que esta Biblioteca se fez

representar,

destacam-se:

Palestras;
12 ». Em Associações Comerciais do interior do Estado,,
por ocasião das instalações das caixas-estantes,
22 - ijo Curso de Biblioteconomia da .Faculdade de C:i.ências Econômicas de Porto Alegre - 1955 e 1957.
3- - No Rotary Club de Erechim e de Caràzinlio - 1959»
42 - Ho Sindicato dos Empregados do Comércio de Cruz
Alta - 1956,
52 - A classe comerciaria dos seguintes municípioeíBa
gé, Livramento e Uruguaiana,
6° _ íTa Associação Riograndense de Bibliotecários

de

Porto Alegre - 1957»
Reuniões:
12 - Reuniões periódicas eom os Encarregados de caixa®
estantes no interior do Estado,
22 - Reunião dos Diretores Regionais

do SESC,

reali -

zada em Macae - Estado do Rio - 1958,
30 - 112 Reunião para o Progresso da Ciência,

realiza-

da em São Paulo - 1958,

,

42 - Reuniões anuais dos agentes municipais do SESC,
»
Congressos e Simpósios;
12 - Simpçsio de Educação de Adultos - Porto Alegre 1958,
22 - Simpçsio de Orientação Educacional - Porto Alegre1958,
32 - Congipesso de Educação de Adultos - Rio de Janeiro1958.
Temos recebido,

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ainda, diversos convites para efetuar

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conferências em clubes literários, Rotarys e Faculdades de Filosofia de
alguns municípios do Kio Grande do Sul,

O oSSC do Hio Grande do Sul,
loliotecas ambulantes e circulantes,

oom

o

Serviço de "bi-

tom conseguido despertar, na

classe

comerciaria, um interesse pelo aprimoramento de sua educação e cultu
ra,

-

através de uma leitura selecionada e condizente com os princípios to

rais,

sociais e culturais da classe a que se destina ser^/ir,
O veículo utilizado pelo SESC,em prol do engrandecimen

to educacional da laboriosa classe comerciaria do nosso Estado,são
bibliotecas que,

as

graças à sua organização, tem.penetrado no seio

das

mais representativas empresas comerciais do Sul do país, levando

^até

elas a produção literária do Homem em benefício de seus semelhantes,
Trabaliiam,

assim,

as Bibliotecas do Serviço Social

do

Comércio, unidas aos demais seryiços desta benemérita Inst4-tuição, a fi.Tn
de alcançar seu objetivo márimos A

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E A PAZ SOCIAL,

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�Jr^TlYIÇO SOCIAL DO CO?íáliGIO
BIBLIOTl^OA ÁI.IBULAHTS

iniíITUTíAS

1955 - 1958

50.000^

40,48^
40,000-

30.000.

20,000.

10.000.

1953

1955

1954

1956

1957

1958

O niímero \o%3l. de leituras^ no período compreendido entre 1953 e 1958 atinge 118.545, na seguinte proporção;
1953 -

3r04 io

1954 -

6,^7 io

1955 -

9,89

■

1956 - 18,25 ^
1957 - ,28,38 Y^
1958 - 34,14 io

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�SiUmiQO SOCIAL DO COíSÍRCIO
BIBLIOTECA ÁI'.IBULANTE

LEIT0EE8

1953. - 1958

Inscreveram-se como leitores da BilDlioteca Amtul^nte

do

SESC 18,297 comerciários, incluindo Capital e interior do Estado,

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SERVIÇO SOCIAL DO GOÍ/DÍRCIO
3IBLIOTECA AJfflULAWTE

LIVROS ALQUIRILOS

1953 - 1958

8.000

6 »4-00

4 »800

5.200

1,600

1953

1954

1955

1956

1957

1958

0 acervo da Bi'^lioteca Am'bulante do SESC, até dezembro
de 1958, era constituído

de 21,542 obras, tendo sido adquiridas na se-

guinte proporção:
1953 ~ 11,65
1954 -

5,19 io

1955 - 15,62 /^
1956 - 19,14 io
1957 - 36,75
1958 - ll,59, y»

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                    <text>14

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20

���SEGUHDO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

A Dirétorla de Documentação e Divulgação da Secretarla-Geral
do Conselho Nacional de Estatística como centro de documentação especializada
Comunicação apresentada ao II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia,
hie,

Salvaaor,

Be-

20/26 de Julho de 19^?^ pela Delegacia

do C.N.E.

V- CL B A

ca,:oG|-5CsiJ

SAO PAULO
v.C&gt;

40-Cito

Salvador
1959

Digitalizado
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&lt;/

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lí

�»WüWA 6

A Diretoria de Docijmentaçao e Divulgaçao da Secretaria-Geral do Conselho
Nacional de Estatística como centro de documentação especializada

Commicaçao apresentada ao II Congresso Bra
sileiro de Biblioteconomia, Salvador, Bahia, 20/26 de julho de 1959 pela Delegacia do C,H,E.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - primitivamente^
Instituto Nacional de Estatística ~ criado em 193^ pelo decreto n^ 2ii. 609,

ds

6 de Julho, tem por finalidade, através do seu Conselho Nacional de Estatistitica "promover e fazer executar, ou orientar tecnicamente,

o levantcjnento

sistemático de todas as estatísticas nacionais".
Desínovraíbe-se ele dessa tarefa através de uma Secretaria-Geral,

na

qual o órgão encarregado de "manter atualizada a docmentaçao que nao seja

de

natureza administrativa, nem para fins militares, prestar informaçoss estatísticas, divulgar resultados estatísticos e promover iniciativas

culturais

qiJB

interessem aos fins específicos da Instituição" (art, 32, da Resolução n^ h30j
de 11 dez o 1953, da Jvmta Executiva Central do C.N.Eo, que "aprova o

Regíjnen-

to interno da Secretaria-Geral") e a Diretoria de Documentação e Divulgaçao,
Por definição, ó, pois, a DDD um verdadeiro centro de

doouiientação

técnica, especializada era estatística teórica e aplicada.
A finalidade deste documento é expor a organização
um trevo relatório de suas atividades no período

1

da DDD e

fazer

30 abra ■1-959»

-1-958

Organização da DDD
Para a execução de suas tarefas, a DDD divide-se em

três setores de

trabalhos
Io Serviço de Documentação e Informaçoes,
2o Serviço de Div^algação, e
3o Biblioteca YiTaldemar Lopes

Serviço de Documentação e Informaçoes
Suas atribuições sao as seguintes (arts» 3I+ a 39

Rss, citada)?

Io organizar g manter em dia os arqu;:-vos de documentação^ aos cuais
serão recolhidos os textos^ recortes de periódicos, fotografias, enEaios,
mentários e estudos estatísticos ou outros docia".ientos somej-hantes.»

sobre

coo

Brasil;
2o elaborar e manter atualizado o prontuário da legislação estatis~
tica do País;

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�- 2 -

3» orgcinizar g manter atualizada a documentação, relativa a

divisão ,

judiciária e administrativa do Faís&gt;, principalmente no que se referir

a.os Mu-

nicípios;
ilo atualizar e mr-^nter atualizado o fichario toponímico das

locali-

dades brasileiras;
5o proceder ao fichamento dos elementos estatísticos
no plano do arquivo de documentação e das indicações remissivas

compreendidos
de

ções exivstentes em outros setores, que possam completar os dados

informa-

cm poder

do

serviço;
6o atender aos pedidos de informações que forem dirigidos à

Seore-

taria-Geral;
7o manter o Fonto Focai de Estatística Internacional,
As atribuições contidas nos iíiens 1 a 5 incumbem a Sscçao dc^Documen
taçâo, que manten os seguintes arquivos o ficharios:

Ia Documentação municipal (cerca de.ll5 000 documentos)
."V*
/ ^
2,, Doc'jmentaçb.0 nacional e estadual (cerca de 10 000 doArquivos^
.
cumentos)
5, Lsgislação da divisão territorial

plano de
arquiva-'
monto geo
grafico

Í4o láapoteoa
5o Documentos de coleta de dados estatísticos - pla.no de
arquivamento sistemático

plano de
, arquivamento g:^
grafico

Io Evolução político-admlnistrativa de municípios e distritos brasileiros (21; 000 fichas)
2, Toponimos do localidades brasileiras (35 000 fichas)
3o Referencias bibliográficas aos arquivos nacional e
estadual o a publicações coleciona.úas na Biblioteca Waláen^-ar Lopes (ocrca de 6o 000 fichas analiticas) - plano sistemático

C arran;io sistemático obedece à Classificação Decimal Universal^ usando-se as seguintes ediçoess a 2^ ed, abreviada, revista em 195/í
Standards Institution e as edições completas da classe 3."

British

ciências

Eocia,is

(5â edo) Bruxellae (eà&lt;, Mundaneum, 1952) e 31, Matemática, (U^ ed,) tombem

da

Bri.tish Standards Institution, 19Í4-5).
Desde junho de 1957, a Secção vem lançando o Boletjja Biblicgráfico^
em edição mimeografada de 500 exemplares^ e que é uma bibliografia corrente a~
nalítica e sistemática, especializada em estatística

2

3

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teórica e aplicada

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aos

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�diversos campos^, especialmente o eoonomiooo

Desse Boletim .•fn foraiTi l.onçados â

circulação 15 números, que tem despertado o mais vivo intsrosse no seio
centros de documentação, tanto nacionais como estrangoiroSq

dos

Cada número aprs-

senta, além de referências "bibliográficas gerais, umri bibliografia especial, so
bre assunto considerado importante ou da atualidadeo
A Secção de Informações tem as suas atribuições referidas no item 6»
Habitualmente atendo aos pedidos que lhe são dirigidos, ou à Instituição,

por

telefone, carta ou visitas pessoais, mediante consulta imediata a publicações
consideradas de referencia que mantém para esse fim (publicações

contendo da-

dos estatísticos, editadas pela própria DDD ou órgãos especializados federais),
ou aos fichrjrios da Secçao de Documentação e da Biblioteca Waldemar Lopes, como também por meio de compilação de trabalhos especiais com elementos ja publi
cados ou coletados diretamente nas fontes»
O item 7 fciz referência ao Ponto Focai de Estatística Internacional^
,
,
Aíí
A
cuja crxaçao se deve a recomendações das Conferências Interamericanas de Estatística e cujas atribuições saog
A/
^
1(1 preparar as contribuições relativas ao Brasil destinadas as

pu&gt;^

blicaçoes estatísticas das organizações internacionais;
2o organizar e mojiter os arquivos e fichários dos documentos de tra
balho das citadas organizações;
3o dar divulgação entre os estatísticos brasileiros às recomendaço®
dessas crganizaçõesi
l+e elaborar traduções«

Serviço de Divulgação
Êste segundo setor de trabo.lho da DDD tem por finalidade "preparar o
distribuir as publicações da repartição que não sejam incumbência privativa de
outros órgãos e promover iniciativas de ordem cultural relacionadas como os o_b
jetivos do Conselho"«
Desincumbindo-se de suas tarefas, o Serviço divulga as seguintes pu
blioaçÕes reguläresj
"Anuai'io Estatístico do Brasil'' " que enfexxa todas as estauisticas
brasileiras, oficiais ou oficiosas;
"Boletim Estatístico" (trimestral) - que atualiza as principais series estatísticas divulgadas anualmente pelo "Anuãrio , divulga
dados das séries internacionais mais importantes, alem de puol^
oar estudos de carater tecrxooj,

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�"Revista Brasileira de Estatistica" (trimestral) - que divulga estu
dos teóricos de autores brasileiros ou traduzidos^

legislação do

carater estatístico, noticiário;
"Hsvista Brasileira do Municípios" (trimestral) - que contem artigos
Eobre municipalismo, estatísticas municipais, noticiário sobre a
Tida municipais
Comunicadog" e'Noticiário para a imprensa" " Pequenos

estados

emano .Jcrnal.Lsticos sobre aspectos gerais da vida nacior^al

de
com

base estatística;
"Monografias municipais" - série de folhetos ilustrados, contendo da.
dos geográficos, historicos^ economicos e culturais sobre os mu?-»
nicipios brasileirosâ
"Flagrantes Brasileiros" - pequenos volumes com series dos mais in&gt;portantes comunicados distribuídos à Imprensas
"Coleção Teixeira de Freitas" - Estudos de especialistas sobre problemas da vida brasileira sob perspectivas estatisticass
ft • *
Divisão Territorial do Brasil" - preparada, com elementos

constoTx-

tes dos ficharios da Secçao de Documentação»

Biblioteca 7valdemar Lopes
A Biblioteca funciona estreitamente ligada aos demais

serviços

do,

DDDa Seu acervo (15 4ÖO obras e 1 67O títulos de periodicos fichados em Kar~
^ \ ^
V*
A
oex;^ G especializado em estatistica teórica e aplicada aos diversos compos^^es
pecialmente o economicoj, embora conte com mxa secçãc de obras de referencia (dl
cionarioE, enciclcpedias^ legislação), e uma,secção de estudos
("Brasiliana",

brasileiros,

"DocuEsntos Brasileiros", etco), e numerosas obras sobre municl

pios brasileiroso

Obedece à classificação decimal de Melvil Dowey, possuindo

catálogos separados de autor^ título e assunto para o publico.

Contribui para

os catalogoE coletivos do obras e,periódicos mantidos pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Docomentaçáoo

A Biblioteca vem publicando^ a partir

de

janeiro de 1959^ uma "Lista soleoionada das pviblicações recebidas", da quxil jâ
sairam I7 numeros»

For ora, a publicação da "Lista" se faz no "Boletim de Ser

tlço da Secretaria-Geral do Conselho, sendo sua divulgaçao, por conseguinte,
restrita.

As obras e periodicos são apresentados segundo a "Classificação De-

cimal Universal"^, sendo o preparo das respectivas referencias bibliográficas
realizado em colaboração com a Secção de Docimentação»

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-

Atividades da DDP em janeiro de 1958

abril de 1939

Como centro de divulgação, as atividades da DDD em seus diversos se
toreSj, pode ser expressa pelo quadro a seguirí

ESPECIFICAÇÃO

N®- de ocorrências

Informaçoes prestadas
pela Secçao de Informações
pela Secçao do Documentação:
preparo dé bibliografias' o
otxtras
pela Biblioteca Waldemar Lope
pelo Ponto Focai"de Estátisticá IntérnaCXOnal •o*'3a«*«A»oafte««*»ooe«akeoa

3 085
501
1 £55
9 829
I450

Aquisições
da Secçao de Documentação (docüaêntos)
da Biblioteca'Waldemar Lopes , ■
obras
periodicos (exemplares)

11 19h
905
i; h60

Publicações editadas
perXOdXCOS »ooocoeOQaooe #*••'*••• se» •••
co.leção "Monografias"
coleção "Flagrantes Brasileiro
"Comunicaqlos" e "Noticiário para a Im:prensa"
Outras pubxXcaçoes

55
59
5
533
5

/aísf.

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��SEGUNDO CONffRfíSSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
♦

Bibliotecas em conjuntos residenciais
por
Cel. Umberto Peregrinl

\

Salvador
1959

Digitalizado
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�TEMA 9
COMU^TICAC/!n M BIPLIOTECA ro EXERCITO

z
Bibliotecas em con.iuntos residenciais

Naquela area histórica da Praia Vermelha, onde outro
í
ra viveu a Ilustre Escola Militar por onde passou Euclldes
da
Cunha, de onde saíram um Rondon e um Tasso Fragoso, onde pcntl
ficou Benjamin Constant, trabalhando toda a fogosa g^reção
lltar que Implantou a República, ali possui hoje o Exercito
duas Escolas, a de Comando e Estado Maior e a Técnica,

que

prepara os nosso engenheiros de Armamento, de Química, de Eletrônica, de construção autom'vel e outras especialidades mais
Intimamente ligadas á defesa nacional. Os oficiais matricula- dos naquelas Escolas provem das mais variadas guarnlções, por
quanto as matrículas são feitas mediante concurso a que podem
concorrer quaisquer oficiais que satisfaçam uns tantos requls_i
tos de posto,

idade, arreglmentação. São, 'porem, em geral, ta-

nentes ja as vesperas do acesso a capltao, sao capitães, majores e ate, por vezes,

oficiais de postos mais altos. Avalia-se

que quasi todos já constituíram família, mesmo os tenentes,que
oficial do exército costuma casar multo cedo.
Para esses oficiais chamados a viverem durante três
anos no Rio de Janeiro, aplicados a cursos severíssimos, que
os solicitam G-;:c.i:Cl,lv&gt;£.r..^.rxte e sem pausa, o primeiro problema
que se apresentava era o JJabitacional,

que atendiam dispersan-

do-se pelos bairros ou subúrbios mais distantes, acomodados em
instalações exíguas e

x.r^r't'nvels, como podiam ,obtar à ba-

se dos seus vencimentos. E, diariamente, eram submetidos a lon
gos deslocamentos em que despendiam inútilmente tempo e ener —
glas.
Foi, então, que r^ara obviar essa situação altamente

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inconveniente e mesmo desumana que

o Ministério da Guerra fez

construir, ali mesmo na Praia Vermelha, ao lado da Escola

de

Comando e- Estado Maior e defrontando a Escola Técnica,

um

imenso edíficio de apartamentos, destinado a alojar os oficiais-alunos e suas famílias, /,ssinale-se, de passagem,

que

a

solução ainda está incompleta, pois que os apartamentos não
são equipados, como seria de desejar, em termos de adequada as
sistência social.
Importa, porém, é que

o Edifício Praia Vermelha

do

Ministério da Guerra, com 35U apartamentos ocupados, acolhe pr§
sentemente uma população de 1992 pessoas, das quais 892 crianças. Desde a sua inauguração o Edificio contava com armazém re
emtolsável, açougue, armarinho, cabelereiro,

sapateiro, farmá-

cia, serviço médico-cdontolopico, clube. Nenhuma previsão

se

fizera, entretanto, a respeito de livres, pelo que interveio a
Biblioteca do Exército reclamando um lupar que, desta vez, não
seria ao scl, mas preci.&lt;=!PH9nte á sombra daquele teto de dois
milhares de pessoas...
A idéia teve, para possibilitar-lhe a concretização,
o pronto e franco apoio do Diretor de Obras do Exército,Gen.Ar
mando tubois Ferreira.
L localização foi de nossa escolha e recaiu era depen
dencia terrea,

situada na esquina posterior do último bloco do

conjunto residencial, onde não chegam os rumores da praça fron
teira. Lado da sombra, lu2 direta através de numerosas janelas.
Com a localização térrea livramos o acesso à Biblioteca da dependência de elevador )S. A sicuação de esquina possibilitou
lhe duas entradas;

—

um \ in'^^erna, através das galerias de circu-

lação do Edifício, ou .;.''a 3ando para o exterior,
que envolve o conjuntc

sobre uma rua

arquitetônico. Essa solução, convém a —

centuar, foi adotado c..m o pensamento de que a Biblioteca deve

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veria oferecer condições para ser freqüentada também pelo pubM
CO estranho ao edifício,

isto e, por qualquer pessoa interessa-

da.
o ambiente,

quanto a equipamentos e- decoração, foi

planejado guardando obediência a três condições capitais:

ser

confortável, acolhedor e funcional.
Era de reduzidas proporções o espaço obtido, pcrém,
mesmo assim, um recanto foi de'sde lofo reservado ás crianças,cu
A
^
A
ja frequencia desejavamos estimular. A esse respeito cumpre, aliás, mencionar que as indicações chegavam francamente desanima
doras. Advertiara-«os de que as crianças do Edificio 'Traia "Ver"
melha" eram incontroláveis e se lhes permitissem o ingresso • na
Biblioteca iriam lançar nela a desordem e até depredá-la. Todavia, não recuamos. Considerávamos que aquela Biblioteca era endereçada preclpuamente ás famílias dos oficiais-alunos e, aesim
para as senhoras colecionamos alguma boa literatura nacional

e

estrangeira, antiga e moderna, bem como obras de economia domes
tica, arte culinária e outros assuntos que pudessem interessa Ias mais de perto; às crianças, destinamos uma estante de Literatura Infantil, sob a invocação do Monteiro Lobato, além

de

por-lhes á disposição variadas publicações recreativas.
O horárii^ de funcionamento rotineiro dessa Biblioteca
introduzida no Edificio Praia Vermelha sob a denominação de "Gen
Lobo Viana" cobre o máximo de horas úteis, cada dia,

pois esta

ela eo publico entre 9 0 22 horas, exceto aos domingos, Nos sabados, cujo horário ia apenas até ás 12 horas,

passemos ultima-

mente a funcionar também à tarde, atendendo ao expresso desejo
dos oficiais-alunos, que tâm nesse dia e nesse horário a sua m£
lhor oportunidade de freqüência à Biblioteca.
Reuniões culturais sao premevidas periodicamente, era
endereçadas às senhoras, ora às criíiiças, Àquelas oferecemos pa

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lestras como, por exemplo, uma do Silveira Sampaio,

que disse

deliciosa e inteligentíssima página de crítica social à

mar-

gem do protlema da chamada "juventude transviada", ou apresen
tações como a do prupo de ^ograis "Os rescnnhecidos", qua In*terpretarsim poesia e prosa de grandes autores brasileiros,

Pa

ra as crianaças, aproveitando efemérides que lhes são perticu
larmente sensíveis, como a Tia das Mães, o Dia da Criança,

o

Natal, temos organizado Concursos através dos quais os p&lt;íquenos leitores conquistam Prêmios era livros, concorrendo com tra
balhos em desenho, verso ou prosa, inspirado em temas quQ lhes
são propostos.
O funcionamento, nesses moldes, da Biblioteca "Gen.
Lobo Viana"

já vai em um ano e meio, oferecendo resultados

são mais do que satisfatórios, porque verdadeiramente espetacu
lares. Na verdade, ao completar o primeiro ano de vida, aquela
Biblioteca acusava um movimento traduzido nos seguintes nume —
ros.
Freqüência:

lZi.056

Consultas e leituras na sede

- 6.980

Emirrestimos a d'^micilio

- 3»908

E se compulsamos os dados relativos a mais seis meses
do seu funcionamento,

isto é,

o IQ semestre deste ano, verific_a

mos que os resultados melhora, ainda, pois qua a frequencia

já

chegou a 7.981» as consultas e leituras na sede ascenderam

a

íi,691 e os emprestimos a domicílio contsram-se por 3*5521
Quanto ás crianças residentes no Edificio Praia Verme
lha, cumpre registrar que é a Biblioteca "Gen.Lobo Viana"

onde

passam a maior parte das suas horas de recreio. -^^Igumas chepai»
a preterir os irresistíveis atrativos da praia, ali ao pé, pelo
acnnchepo quieto da Biblioteca. Muitos, e a custo que

se des

jTendem da leitura encetada quando che^a a hora do jantar. En -

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tão se dirigem á bibliotecária com mil recomendações a respeito &lt;^0 livro que deve ficar com ela, reservado, até a volta

da

refeição apressada. Todos são afeiçoadíssimos à Biblioteca,

o

que se manifesta inclusive na docilidade com respeitam as suas
normas de funcionamento quanto a horários, asseio, postura,
lêncio. E'

s_i

tão correta a crnduta drs pequenos freqüentadores

da Biblioteca "Gen.

Lobo Viana" que o i\dministrador do Edifício

"Praia Vermelha" costuma dizer que eles lá se portam com maior
res'^eito do que se estivessem numa igreja. Os pais, por sua
vez, ficam sòlidamente tranqüilos quando sabem que os filhos
estão na Biblioteca e alguns -até exageram essa confiança entr£
gando-os, em certas ocasiões de

sua conveniência, expressamen-

te aos cuidados das bibliotecárias.
Eis singela e diretamente contada a experiência
Biblioteca do Exército no Edifício "Praia Vermelha", quanto

da
à

biblioteca-auxiliar que ali pos a funcionar, com instalações e
organização adequadas ás preocupações que a inspiraram. Acredi
A
tei que as indicações colhidas nessa feliz experiencia mereceriam o interesse desse ilustre conclave o poderiam, devidamente consideradas, determinar algemas recomendações que ora proponho , a saber:
I - Que os bibliotecários de todo o Brasil oferece

-

ram sugestões quanto as características 4ue devam ter as Bibli^
tecas Instaladas em conjuntos residenciais

(vilas ou blocos de

apartamentos).
II - Que os Diretores de Bibliotecas em todo o Brasil
propugnem pela instalação de pequenas "bibliotecas-familiares"
no âmbito des grupamentos residenciais criados pelas condiçoes
t
da vida moderna, principalmente nas gran^'es cidades.
III - Que

se faça sen-ir ao Go/erno (Föderal, Estadu-

al, Municipal) a necessidade de contempl ir com uma "biblioteca

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familiar" todas as construções residenciais de sua responsable
dade, capazes de abrigar de 200 famílias para cima»
IV - Que essa exigência se;ja expressamente imposta

à

Fundação da Casa Popular, inclusive quanto as suas contruções
■—

já inauguradas, às quais diligenciará por incorporar instala
ções de bibliotecas-familiares, cujo funcionamento ficará

a

car^o do Instituto Nacional de Livro.
V - Que nos contratos de financiamento de construções
residenciais-coletivas
Caixa Earonomica,

(além de 200 unidades familie.res) pela

Institutos ou quaisquer estabelecimentos ban-

cários controlados pelo Estado, seja incluida uma clausula

de

obrigatoriedade da existência de dependência destinada a receber uma biblioteca-familiar, ^ cu.la instalação a funcionamento
caberão ao Ministério da Educação e Cultura, através do Instituto Nacional de Idvro.í^
4-

VI - Que o Ministério da Guerra seja dirigida uma mo-

ção de congratulações pelo êxito da experiência representada pe
Ia Biblioteca "Gen.Lobo Viana" e de confiança em que as autoridades militares apoiem a Biblioteca do Exercito,

assegurando

^

lhes condições para instalar bibliotecas-familiares em cada uma
das vilas-militares daquele Ministério.

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��SEßüKDO CONGRES^^ BRASILEIRO DE BIELIOT^'CONOMIA E DOCÜMFNTA§ÄO

Biblioteca Pública do Paraná - Divisão de Extensão
por
Marcelina Dantas

Salvador
1959

Digitalizado
-gentilmente por:

�BIBLICTECA

PÚBLICA

DITLSKO

DO

^

FIJUM

EXTENSÃO

Informe apresentado ao II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia«.

MkRCELINA D/JITAS"

Como representantes da Biblioteca Pxíblica do Parana neste Congresso em que se reúnem membros destacados de vários Estados da Federação
setor de biblioteconomia, cvmpre-nos, em palavras breves, fazer um apanhado

no
-

dos trabalhos que estamos realizando na Divisão de Extensão, que assume no Paraná aspecto diferente,pois que e uma das poucas bibliotecas estaduais que, no
Brasil, realiza semelhante trabalho.
Eis-nos, pois, na dianteira no que toca à assistência externa
no trabalho de divulgaçSo da leitura. Temos procurado, no pequeno período em que exercemos a chefia em pauta, orientar as nossas atividades no sentido

de

intensa cobertura aos bairros operários, às fabricas, aos educandarios manti dos pelo Estado, aos presídios e as próprias bibliotecas do Interior.
Curitiba e uma cidade essencialmente estudantil^ Sede de duas
universidades, uma federal e outra católica, dispondo de cursos médios espalha
dos em todos os recantcjs da cidade, Escola de Belas Artes sob o patrocínio

do

Estado, Escola de Educaçao Física, Escola Tecsica e outras inúmeras, é natural
que o nível de cultura de seu povo se esteja parcialmente elevando, requerendo
cada vez mais leitura e mais orientaçSo.
A Biblioteca Pift&gt;lica do Parana tem contribuido grandemente para acelerar o entusiasmo do povo, quer nos seus vastos salões de leitura,
quer por inúmeras atividades que promove tais ccmo: seminários e conferências,
projeções cinematograficas exposições de pintura, modelagem e artefatos vari os»
No seu setor infanto-juvenil, é emocionante observar a ale gria rotdosa da infância e juventude, assistidas por técnicos orientadores,

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�procurando realizar z educaçSo integral dos homens de amanhS.
Entretanto, os bairros distantes do centro urbano de Curitiba
permaneciam

InposaibiXiâedes varias faziam cotn que seus moradores -

tS.0 se benaficiesse» doa favores que o Estado concedia aos demais- dada a dis \
tíncia que os separava da Biblioteca Central, os hora'rios de trabalho e as difi,
culdades de transporte.
O plano inicial, elaborado pela Sra. Lydia de Queiroz Sambaquy
para a Biblioteca Publica do Parana, previa « instalação de uma rede de exten sa:o bibliotecária para ocorrer às necesaidades de leitura dos moradores de bai£
ros da cidade de Curitiba e do Interior paranaense.
Ja era maio de 195^1 dois anos após a inauguração da Biblioteca Publica do Parana, foram iniciadas as atividades da «ua DivisSo dH Extensão,
que o Governo houve por bem criar, num (esto de ir ao encontro dos homens

do

povo, levando-lhes os livros que as dificuldades enumeradas nffo 05 permitiam

-

vir buscar»
^ Em pouco mais de dois anos de funcionamento, tem sido grande
o trabalho realleado, dada a inovaçlTo qu« se planejou, sem recuos, sem medir di,
ficuldades, sem contar horas de trabalho, sem desânimos de qualquer espécie.
Os trabalhos que vimos realizando se distribuem pelos seguin
tes setores;
1, Processamento técnico,
2, Serviço de carros-biblioteca,
3» Sucursais.
Assistência a bibliotecas.
5. Assistência a bibliotecas escolares#
6. Atividades corç&gt;lementares.

1. PfiOCESSAMEKTO TgQilÇO^

1,1 » Todo o processamento técnico a que foram submetidos os 10,13^ volumes que compíem o acervo da DivisSo do Extensão foi realizado em
seu pr&lt;^rto setor. A princípio, julgou-se possivel um processamento em comum com o acervo geral e que seria realizado pela Divisão de Preparação. Verifica-

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�das, posteriormente, as dificuldades criadas pela diversidfide dos catalogos e registros empregados no serviço de extenslo e, também, a sobrecarga do tríibalho
afeto ao órgão técnico da Biblioteca Pública do Parana, decidiu-»se efetuar,

na

própria Divisão de Extensão, o preparo dos livros destinados a fazer funcionar
os seus serviços.
1.2 - Seleção do acervo - A orientação seguida para a seleção do acervo-, foi a de procurar atender aos interesses individuais dos leito res, dando- lhes leitura recreativa o visando atraí-los à Biblioteca, sem descu
rar, entretanto, da parte instrutiva.
Considerou-se, ao escolher os livros, o possível índice

-

cultural dos habitantes dos bairros operários de Curitiba.
Foram adquiridos, também, livros para adolescentes de am bos os sexos, pois era plano da Divisão de Extensão atender aos internos em edu
candarios estaduais.
A escolha da leitura e encarado como problema pedagógico da mais

alta relevância no mundo inteiro. Eis, pois, cuidado que teve a Divi -

são de Extensão para que as obras adquiridas fossem, quer no conteúdo, quer

no

estilo, adequadas para permitirem o desenvolvimento harmonioso e integral dos pequenos leitores. Os princípios morais sempre nortearam a seleção do acervo

-

pois acreditamos ser obrigação da Biblioteca espalhíy: leitura e formadora.
Nas primeiras compras, só foram adquiridas obras em português. A procura dé livros em outras línguas iria determinar a orientação futura
das coleções.
1.3 - São os seguintes os catalogos que a Divisão de Exttj..
são mantém:
a) Registro.
b) Topográfico, no qual fica anotada a distribuição do

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cervo pelos diferentes setores da Extensão, c) Autores e títulos.
d) Catalogo coletivo das bibliotecas assistidas pela Divisão de Extensão.

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Jifim de facilitar a pesquisa de autores, organizou-se, para uso interno, um índice, em fichas, do Boletim Bibliográfico Brasileiro« Êsse índice
acha-se perfeitamente atualizado. É preciso esclarecer que a

coleção da Divi-

são de ExtensSo é de nível popular e de livros editados no Brasil, em quase
sua totalidade e que, portanto, o Boletim Bibliográfico Brasileiro

-

é um preci,

OSO instmimento de trabalho para o seu processamento.

2. C;jlROS-BIBLIOTEai

Organizado o trabalho interno, foi iniciada a parte externa de nossas atividades. Realizaram-se, previamente, sondagens para estabele ccr os bairros a serem atendidos em primeiro lugar e as modalidades de rni-r!
a serem oferecidas. Percorreram-se os bairros limítrofes de Curitiba., cuja população densa necessitava de maior assistência cultural.
Decidiu-se iniciar o trabalho de empréstimos por meio de
carros-biblioteca, em tres dos maiores centros de população operaria de Curitiba. Para isto, contava a Divisão de Extensão com um carro-biblioteca, com a capacidade media de $00 volumes. Tratava-se de um pequeno veículo anterionnpTi+.e usado pela Editora IPE para a publicidade e que foi adquirido pelo Governo

do

Estado. Não era, portanto, muito adequado para o serviço de empréstimos pois só
possuia vitrines externas, fechadas. Para adapta-lo convenientemente, foi plane
Jada a colocação, em seu interior, de uma estante sobre trilhos, que desliza pa
ra o exterior quando o carro encontra-se estacionado,, pois o veículo não tem al
tura suficiente para permitir a entrada de leitores. Acompanha a estante uma pe
quena mesa munida dos ficharios necessários ao controle dos empréstimos. Foi

,

também, aparelhado com ra'dio, toca-discos e alto-falantes.
Nos bairros escolhidos, o carro-biblioteca estocion?»
f

um ponto central, previamente determinado. Ia permanecendo cerca de três horas»
As visitas são repetidas quinzenalmente, segundo um roteiro pré-estabelecido.
Não foi, uma única vez, desobedecida a oscala de visitas, muito embora as ^ ftnia
constíncias do tempo levassem os funcionários a verdadeiros sacrifícios de or dem pessoal.
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menos de dois anos de funcionamento, foram realizados.

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�com esse carfo, 39»767 empréstimos, nSo sendo conputados, nesse total, os índices relativos ao ano em curso« Nos tês bairros visitados, registraram-se 2.I58
leitores.
O carro de que disp3e a DivisíTo de Extensão nSo é o ideal
para o serviço, pois os empréstimos ssTo realizados se ar livre e isto em uma ci.
dade como Curitiba, onde o clima é rude e inconstante. Recorreu-se, portanto, a
um outro veículo - uma camionete Volkswagen, de tipo comum, para, rios dias chuvosos, serem efetuados os empréstimos em seu proprio interior, levando, para

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isso, o acervo em um carrinho daqueles usualmente empregados em bibliotecas.
No momento, cogita-se da aqixisição de um novo carro, este construido de acordo com as mais modernas técnicas bibliotecárias e que permitira' a ampliajSo dos serviços, limitados até agora pela precariedade das unidades moveis da DivisSo de Extensão»
O emprego dos carros-bibliotec?

'

das modr^-i

extcnsSfo biMi o-'.ec'iria que mais resultados alcançou entre nés, permitindo-nos estabelecer as bases futuras dos nossos trabalhos. Por ele, pudemos até obser var as diferenças de formaÇcfo dos aglomerados humanos de cada bairro, ajustando
a eles horários, acervo e ser-/iços oferecidos.
Assim é que, num dos bairros atendidos, vei*ificamos que
a população é toda constitxiida de operários e pequenos comerciantes* Em outroj;
notamos que a maioria era constituirá de funciona'rios públicos, com famílias nji
merosas. Foi interessante observar a diversidade de níveis culturais nos dois bairros, principalmente entre as crianças.^ conseqüência natural de meio mais elevado que os pais de uns freqüentam em contraposição aos primeiros, se bem que
economicamente estejam quase que equiparados. Pela escolha da leitura, comprecn
demos a importância da educaçiío primeira, a do lar, na formação dos hábitos humanos.
Decidiu a DivisITo de ExtensSo coneentrar seus esforços
no primeiro dos bairros citados para, dessa maneira, agir supietivãmente na for
maçSo do ha'bitp de leitura, descuidado no ambiente familiar,

3. SUCURSAIS,

3,1 - Como acima foi dito, o movimento de leitura verii

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�rletdo pela freíjucncia nos pontos de parada do císrro-bibliotcca, excedeu às esespeet«tlvas »lais otimistas, especialmente no bairro do Portio, onde registra ra*i«so, em um ano, 75I leitores, sendo realizados, a eles, 9»807 empréstimos.
O fato nos levou a considejrar as possibilidades de instai^
ç5o d« una unidade fixa, isto é, uma sucursal naquele recanto da cidade.
Para isto, foram realizados entendimentos com a Prefeitura
1.
do Kunlcjipio de Curitiba que, além de ceder o terreno, mandou construir um pe ~
queno edifício, de madeira, de linhas simples mas perfeitamente adaptadas à in^
tala'çío de uma biblioteca. O mobiliário ficou a cargo da Biblioteca Pública

do

Paraná e foi cuidadosamente estudado para abrigar adequadamente livros e leitores.
A sucursal do PortSo, a primeira das muitas que a Bibl?.oto
ca Publica do Paraná pretende instalar, foi inaugurada a 19 de dezembro de 1957
e está funcionando normalmente, sob a supervisão direta da Divisão de Extensão,
«lue promove a seleçSo de seu acervo e o preparo dos livros, mantendo também a equipe de funcionários que lá trabalha.
Como essa, a Divisão de Extensão esta pretendendo instalar
outras Sucursais, em pontos cuidadosamente estudados» Os entendimentos levados a
ofeito Junto ao Governo do Estado vem se processando com bastante morosidade,

»-

causada, evidentemente, pelas conhecidas dificuldades c'e obtenção de verbas.
Mosmo assim, acha-se em andamento um ante-projeto de lei,
enviado ^ Assembléia Ligislativa pelo Excelentíssimo Senhor Governador do Estado que« se transformado em lei, irá conceder o crédito necessário à instalação de mais seis sucursais.

4. ASSISTÊNCIA A BIBLIOTECAS.

4.1 - No Educandário Curitiba 'escola abrigo para filhos
sadios do leprosos, a Divisão de ExtensSo menteve, durante o ano findo, um depósito de 1.200 livros. Ali çstao internados, até a idade de 18 anos, duas centenas
de crianças e adolescentes. De preferência^ os livros Ia colocados eram destinados a incentivar o gosto ^elos trabalhos domésticos e rurais, além de proporeio- ^
nar a recreação de despertar o interesse pela leitura. No Educandário Cviritiba -

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�foram realizados 1*357 empréstimos de livros aos 95 leitores inscritos - notável xndice de aproveitamento do acervo, evidentemente.
k,Z - Na parte referente à assistência âs Bibliotecas no interior do Estado, por convênio firmado pela Prefeitura Municipal de

São

José dos Pinhais e pela Biblioteca Pública do Paraná, a Divis3o de BytensSo

~

planejou e em seguida reorganizou todo o acervo bibi-iográfico de mais de 1,6QS
volumes pertencentes âBiblioteca "Scharffenberg de Quadros", daquela cidade.
Os trabalhos da DivisSo de Extensão em SSo José dos

-

Pinhais abrangeram desde a escolha da nova sede para a Biblioteca até o desenho
do mobiliário e o preparo do acervo, k laanutençSo da Biblioteca sera feita pela
Prefeitura de S5o José dos Pinhais, continuando a DivisSo de Extensão a prover
a pr^araçJo técnica do acervo e a dar assistência à funcionária encarrcg-o^^

-

dos empréstimos.
Em outras cidades, iremos proceder a idêntico trabalho
4«3 - Como parte do plano de assistência às bibliote cas, teve a Divisão de Extensão oportunidade de proceder à reforma da biblioteca "Machado de Assis", da Penitenciaria Central do Estado» Foi uma experiência
de real proveito, que possibilitará, para o futuro, uma tentativa de se reali zar a recuperação moral dos detentos pela leitura dirigida, A colef*!^:; J;"»
teca "Machado de Assis", constante de I.03O volumes, foi iteiramente reorgan;lza
da e entregue à direção do Estabelecimento; foram confeccionados para ela, catá
logos de autores e títulos, além de um topográfico. Uma funcionária da Penitent depois de pequeno estágio na sede da DivisSo de Extensão, incumbiu—se da movimentação do acervo, sob a supervisão constante de nossos funcionários»

5' assistência a biblictecas escolares.
5»1 - Com a Secretaria da Educação e Cultura, a Biblioteca Pública do Parana assinou convênio de assistência às bibliotecas clco CrT" •
pos Escolares do Estado, a ser realizado por intermédio da Divisão de Extensão.
Para

isto, foi feito um levantamento em duas dezenas de Grupos Escolares da Ca-

pital, verificando-se da ixistência de acervo e condiçSes de suas instalações.
As coleçCes pertencentes a esses estabelecimentos serão entregues â Divisão de Extensão onde passarão pelo conveniente preparo, sen-

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do depois devolvidas aos Grupos, ficando aos cuidados de fxincionarias adfedemente instruidas e treiiiadas para esse fiij)« Os trabalhos vem sendo atacados' com
eneiia para que em breve a rede de bibliotecas escolares paranaense esteja em
condições de fxmcionamento satisfatfSrio,
5,1.1 - Neste setor, os trabalhos foram iniciados
Grupo Escolar

no

Julia Vianderley, de Curitiba, A coleção 4e 800 volumes foi in-

teiramente classificada e catalogada. Em naio último, realizou-se a inaugura?
ção festiva da jnova biblioteca, que sera dirigida por uma professSra-bibliote
caria, devidamente treinada na sede da Diviscío de ExtensSo, A biblioteca do Grupo Escolar J\ília Wanderley continuara a receber inteira assistência técnica
da Biblioteca Pública do Parana,

6. ATIVIDADES CCMPIEMENTARES.
6,1 - A Divisão de Extensão realizou, ainda, no

ano -

de 1958t cerca de 20 sessSes cinematogra'ficas nos bairros de Curitiba onde marj
tem a extensão bibliotecária,
6.2 -

Em uma das cidades vizinhas, Campo Largo, realizou-se

um espetáculo teatral, promovido pela DivisSo de Extensão, com a cooperação do
grupo teatral do Serviço da Indústria (SESi).
6 »3 - Alán dos estágios e treinamento individual pro porcionado aos encarregados das bibliotecas orientadas pela Diviscfo de ExtensSo,
planeja-se, atualmente, a realização de cursos intensivos de biblioteconomia em
diversas regitJes do Estado, para difundir os rudimentos da técnica biblioteca ria moderna e, dessa maneira assegurar a criação e manutenção de pequenas bibliotecas,
O primeiro desses cursos será realizado em

agosto p, -

futuro, em Londrina, uma das principais cidades da região cafeeira paranaense*
6,U - Para divulgação dos serviços da DivisSo de Extensão, têm sido realizadas visitas do carro-biblioteca a cidades circvinvizinhas da Cflpital paranaense, Na oportunidade são proferidas pequenas palestras elucidativas dos trabalhos de extensão bibliotecária.
Sintetizamos nosso trabalho futuro nos seus fundamentos
principais!
- Criar novos postos de empréstimos com os carros-bibli

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�otcaa n«» bairros, de preferência em praças públicas.
- Aumentar o numero "de sucursais - adot-ando-as de sede
pr&lt;5pria e adequada»
Atualiiar a rede bibliotecária escolar do Estado, orientando e^us dirigentes.
- Assistir e orientar as bibliotecas municipais do Interior do Estado, realitando, para isto, cursos intensivos de noçSes de bibli
oteconomia•
+ + + ■♦• + + + + +

SSo estas as atividades, que, em pouco mais de dois

-

anos de funcionamento, vem realizando a DivisSo de Extensão da Biblioteca Publica do Parana,
á pouco, bem o sabemos. Muito ainda pensamos realiaar,
mas iremos por p&amp;rtes, por planejjimento» adequados ett horas oportunas, por

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necessidades reconhecidas, e, assim, estamos certos, caminharemos em lir|j a

~

reta,

Curitiba, I3 do julho de 1959«

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                    <text>BiaioiEconoMifi

K

BNTAC/IO

hí.oíviria Lima

Aíiondinfiento de «scolare
Bibliotecas Públicas

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�SEGUNDO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Atendimento de escolares em Bibliotecas Públicas
por
Etelvlna Lima

Salvador
1959

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�I

TOMA 9

ATENDIMENTO ^ ESCOLARES EM BIBLIOTECAS; pfelICASL?

Trabalho apresentado por Etelvlha
L4màj__Chefe da Divisão de Extensãô

da

Biblioteca Publica de Minas Geraisj&lt;
contribuição ao item 9® do Temário

do

II CONGRESSO PRASILEIilO DE .BIBLIOTECONOMIA,

1959

r' ?

�ATENDIMENTO DE ESCOLARES -EM BIILIOTECAS PfeLICAS.

Trabalho apresentado por EteJLvina
Lima, Chefe ^a Divisão de Extensão
dq
Biblioteca^Publica de Minas Geçais,conjo
contribuição ao item 9° do Temario do
II CONGBESSO BRASILEIRO DE BIPLIOTECONOHIA.

SINÓPSE.

O trabalho focaliza a falta de bibliotecas oacolarei
em nosso meio e a necessidade de atuarem as bibllotocat públicas como síjantÃS

a eoXuborftfljiV Aom. 4^-^-

estabelecimentos de ensino nos seguintes

•

1. Ampliação de regulamentos para pârttt^ir a frec^uej;}
cia de leitores menores às s&amp;laa dQ loiturft*
2* Necessidade de pessoal

n

aos esoolaros em t&gt;lbliotô&lt;iAS públicas»
5. ^^timposição do acervo adequado à prestação dos ser
viços,
U* Normas relativas ao atendimento propriamente dito.
5. Relações públicas do serviço de atendimento a escolares#
6, Empréstimo domiciliar.
7» Colaboração prestada aos"estabelecimentos de ensino através dos serviços de extensão bibliotecária.
8, Colaboração com os profesSortes.
'&gt; : f
' .V

:t
• y

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�Não se concebe uma escola, em nossos dias,

sem uma

biblioteca, onde alunos e professores encontram o material im
presso destinado a alargar seu campo de conhecimentos.
Se o ideal da educação e o desenvolvimento inte

—

gral do indivíduo, de modo a que suas qualidades latentes sejam postas em evidência para o bem comum, não se pode mais aceitar a idéia antiga de aprendizado pelas simples memorização de um texto ou de notas de aulas, seguidas pelos proces-rr
sos comuns de verificação da matéria aprendida. O adulto

bem

desenvolvido precisa formar um conceito próprio do que aprende e este conceito e -dôpl-vfikôo

«xpexlQßcia própria,

que possível ou, então, em muitos casos, da 43mlt-ipJ-i&lt;s^aöö
opiniões sobre um mesmo assunto, formuladas por autoridades dj.
versas e encontradas em livros, folhetos, periódicos» etc..
Dificilmente um adulto - e muito menos, laa escolAT "
poderia adquirir todos os livros e periódicos que lhe pôrmiti^
sem estabelecer contato com o pensamento e ç progresso da huma
nidade»

Isso não lhe seria possível, quer pela vultosa despesa

que a compra acarretaria, quer pela dificuldade de alojamento
do material adquirido em casas ou apartamentos residénciais
ou mesmo em escritórios. Agrava o problema, ainda, o preço exa
gerado dos livros escolares e a tendência, cada vez mais acenA
tuada, da troca anual de compêndios e manuais adotados em esta
bolecimentos de ensino secundário do nosso País,

o que impossi

bilita o aproveitamento dos livros até por membros de uma mesma família.
Tornou-se, portanto, uma obrigação dos governos

—

principalmente daqueles que têm por base o &gt;loto consciente

de

seus cidadãos - manterem bibliotecas, assim como mantém escolas. E, ainda, em todas ae escolas, de todos os"níveis öe
no, cuidam "OS governes da -nanutenção de biblioteca«.

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lí

�_ 2 -

Assim e que, compreendendo a necessidade de biblioteca, atualmente considerada um dos pontos vitais das escolas

,

a Divisão de Ensino Secundário condiciona o reconhecimento

dos

estabelecimentos de ensino a existência de uma biblioteca,

Com

efeito, pela Portaria n; 501, Anexo II, -aquela Divisão do Mini^
tério de Educação e Cultura estabelece, entre outras condições
de aparelhamento material para estabelecimentos que pretendem
o reconhecimento oficial,

os pontos e^enciaisjBlaiiv^js-^LS-'-i)^

bliotecas; coleção para professores e alunos, com um mínimo de
1.000 volumes; sala de leitura com 25 lugares, no mínimo;

co

leção de referência, etc.,
A preocupação dos órgãos oficiais pela existência e
bem aparelhamento das bibliotecas escolares revela-se ainda pe
Ia publicação, éa dezembro de 1957) do- litro "BIBLIOTECA ESCOLAR", editado pela CADES (Campanha de Aperfeiçoamento e Difu são do Ensino Secundário), no qual encontram-se, formulados em
linguagem clara e concisa,

os princípios e métodos relativos a

organização e funcionamento de bibliotecas em estabelecimentos
de ensino secundário.
Pela simples observação da realidade, nota-se, entretanto, que, apesar das exigências do Ministério de Educação
e Cultura e dos cuidadis que merocem- da parte da Divisão

de

Ensino Secundário, as bibl-^otocas escolares, a situação está
I
muito aquém do ideal. Muitos des melhores estabelecimentos de
ensino secundário não se acham aparelhados para prestar os ser
viços bibliotecários mínimos essenciais a professores e alu

—

pós. Ate mesmo*cs estabelecimentos oficiais- enfrentam dificul■
» V
dades de espaço, de pessoa!], e, principalméhtçj de verbas para
í
•
manutenção de suas bibliotecas em condiçõéá,

não ótimas,pe-

/
Io menos razoaveis«

'
■

! ■

»•;: 4'; *

■ V ■; ;^V:. .
O movimento renovador do ensino Verificado princi—
iv
.

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l'g

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�- 3 -

palmente com a crlaçao öas Faculdades de Filosofia leva alUíioèi
e professores a se utilizarem, cada vez mais, dos recursos

bi

bliograficos das bibliotecas locais.
Qual sera a posição das Bibliotecas Publicas perante o assunto?
Deverão elas, mesmo com sacrifícios de verba,

pes-

soal, etc., atender aos escolares, realizar a tarefa que compe
te as bibliotecas escolares?
Mesmo era países onde as bibliotecas, publicas e eâ«
eolares, atingiram um desenvolvimento extraordinário r nos Esr
tados Unidcs, por exemplo - a questão é amplamente debatida,
Ainda era fevereiro do corrente ano^—cí^^^à^^LrA^ Bulla
tin"

(v,

n.

2) dedicou-se inteiramente aos problemas de-r«^

laçjes entre bibliotecas públicas e escolares. As soluções en)
»ontrada« p«la5. osp»&lt;ji^i±^t-&amp;3
não nos
A
^
em sua essencia, as que resolverão melhor os pr-oblemcs no meio
escolar brasileiro, pois embora, em sua maioria, os artigos con
tidos no citado número do A,L.A, Bulletin salientam a necessi —
dade de colaboração entre bibliotecas públicas e escolares, nota-se, em todos, uma certa tendência a restrição dos itens dessa colaboração,
Êm nosso país,

onde existem p- ucas bibliotecas esco-

lares eficientes, e, infelizmente,
tecas publicas,

tambéii pouquíssimas biblio -

julgamos imprescindível essa colaboração em to-

dos os aspectos. Aliás, devemos considerar que se a tendenda ^
' V '
tual das bibliotecas públicas norte-amerii'á^as é de restrição
aos serviços prestados a escolares! isto fc«?-deve ao desenvolvi—
•T í '
mento atingido por suas bibliotecas, b quô &gt;'^i?mitô uma separa ção nítida de campos de trabalho. E'

beia c'äti^eclda a est-reita

colaboração que exj,stiu naquele país,• ení

'^tolos do século

XX, entre as instituições escolares 'e^as bi'b'ii otac^s públicas
sendo estas, por vezes, as responsáveis d!L:í'etôí

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pQlß

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lí

,

�e manutenção daquelas e, também, atuando as "bibliotecas escolares, em locais onde não existiam outras instituições, como verdadeiras bibliotecas públicas, isto é,

franqueando suas cole

—

ções à população, em horários que não prejudicassem as atividades escolares.
Esta colaboração estreita é que reclamamos para nossas bibliotecas, atualmente.
Numa tentativa de sistematização, traçamos as diretrizes abaixo,

que poderão ser adotadas

pelas bibliotecas pú -

blicas, observadas as condições 'peculiares a cada uma.
Salientamos, entretanto, a necessidade de se criarem
cada vez mais bibliotecas escolares, bem aparelhadas, para
aos adolescentes a opcrirunidade -de-uma ed-iig?rt^Q

dar

^

çao indispensável ap progresso de nosso pais.
Esclarecemos, ainda, não ignorar que, de acordo com
o "Guia das Bibliotecas Brasileiras" editado pelo Instituto Nacional de Livro, existem, no Brasil, muito mais bibliotecas es1
'
^
colares que publicas. A experiencia de quase 15 anos de trabalho bibliotecário nos leva, entretanto, a afirmar que,

se de fa

to existem bibliotecas em quase todos os ginásios e colégios
brasileiros, não passam estas, em sua maioria, de simples amontados de livros,

zelozamente defendidos contra o uso sacrílego

dos alunos, considerados meros J,C5'trnidores de livros.
Sabemos também que as poucas bibliotecas públicas,
para as quais o uso dos livros constitui uma finalidade lógica,
A
vem apesar de lutap insanas, conseguindo modificar o conceito de
serviço bibliotecário no Brasil.
Âs Bibliotecas públicas,

portanto, é ditigiflo este

trabalho,
1. Ampliação de regulamentos. ,
Quando dizemos escolares, refárimos-nos, neste traba
lho, aos alunos de cursos secundários, adolescentes entre 12

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e

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�17 anos, Não nos referimos especialmente aos alunos de escolas primárias, frequentaderes das seções infantis das bibliote
^
M
A
cas, pois estes, empenhados que estão em dominar a mecanica da
leitura, encontram ótimos auxiliares em livros recreativos exl^
tentes em bibliotecas infantis e, às vezes, nos próprios grupos
escolares ou escolas primárias,
Referimo-nos àqueles escolares que

aasobarba-

dos pelo número excessivo de "âevôr«s"-'prescr-itos pelos
sores e que procuram as bibliotecas públicas, desorientados, em
busca de um auxílio para a solução de seus problemas,
A fíJSquência desse tipo de escolares às bibliotecas
píblioas. reflete-««- r^n

a-J iprmjim ^

bição da entrada, em salas de leitura, aos menores de lij anos.
Algumas bibliotecas costumam estabelecer a idade mínima de
anos para a entrada livre em salas de aíultcs. Os menorea
atendidcs em bibliotecas ou seções infantis. Entretanto,

16
js^ '
nao

se acham estas aparelhadas para atender, realmente äo occolcr
qae, de um modo geral, procura a biblioteca para:
a) ler algum livro, ou trecho d3 livro, especifica —
mente marcado pelo professor, para ampliar conhecimentos5
b) ler alguma coisa sobre determinado assunto, procu
rar a biografia de certa pessoa, para a eJabiração de um trabalho que lhe assegurará a nota, mensal,
A coleção das bibliotecas infanV.is não e suficiente
para o atendimento perfeito desses leitores«

Hão e possível ter

-se, em duplicata, a coleção de referencia^

rincipal elemento

de informação usado pelo EQ tipo de escolaí;e j , acima citado5
nem mesmo para o primeiro grupo será fácil èna ••ontrar, nas cole
çoes infantis, os elementos necessários ab ttp tü&gt;álho&gt;

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^ ... ..r..»..,,.

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que os "resumos^ e "fichas tibliograficas" exigidos pelos pro fessc'res öizem respeito, principalmente, à literatura, da

qual

deverão ler os principais autores.
Torna-se necessária, portanto, uma quebra do regulamento no que diz respeito a frequencia dos leitores menores ~ às
salas de leitura e aos serviços de empréstimos domiciliares de^
tinados a adultos. Caso contrário, veremos pois, mães e irmãos
mais velhos procurando as bibliotecas para fazerem, eles mesmos,
as tarefas dos escolares, com pre;jui2o evidente destes últimos,
• '■
v' . ' ' •
A
E' claro que a permanencia de menores em salas comuns
da biblioteca acarreta sérios transtornos, relativam^nta à dis/
/
*
A
■
ciplina, por exemplo. Sera difícil um trabalho de refeTôjncla
A

■■
'

feito a escolares sem prejuizo des demais freqüentadores das SS"
^
A
Ias de leitura. Para evitar a duplicação de obras de referencia
que, como acima afirmamos, constituem a base do serviço,

não

aconselhamos salas especiais destinadas a escolares. Mesmo porque ' o efeito psicológico criado pela separação dos adolescentes
em salas próprias resulta em afastamento da Biblioteca. E'

por

demais conhecida a repugnância que têm os meninos e meninas
serem considerados crianças.

em

Julgamos mais acertado que se re -

serve, para os adolescentes, ura canto na própria sala de leitura comum, próximo à coleção de referência.
Podemos afirmar,

sem medo de errar, que os escolares

dão trabalho em dobro ao bibliotecário de referencia. Por esta
razão, recomendamos o 2ö item de nosso trabalho, isto e:
2. Existência de um bibliotecário especializado
A
referenda a escolares,

em

Sao obvias as vantagens da especialij-zaçao. í melhor
padrão de serviço, em primeiro lugar; e, depois, com a separa—
ção de atribuições, melhor atendimento aos adultos, que ocuparão o bibliotecário de referência geral; serão também favorecidos os escolares,

cm

1

que terão, à sua disposição, um bi^''.■'

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'

"'-Io

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que conheça de perto seus prrblemas e necessidades e lhes dará
toda a atenção*
Alem do trabalho de referencia e atendimeíito aos le^
tores, o bibliotecário especializado atuará como agente de rela
ções publicas entre as escolas e a biblioteca pública, da mane^
ra que, em outro item, especificaremos.
3. Seleção do acervo destinado a escolares»
A seleção dos livres de maneira a facilitar o aten dimento eficiente aos escolares é de grande importância.
3.2; - Evidentemente, não pode a biblioteca pública
adquirir exemplares de um mesmo livro em número suficißnt« T&gt;ara
atender a dezenas de pedidos simultâneos,
tendência dos professores, que,

Observp-se uma

cartA

quase sempre, exercem a profis-

são em vários estabelecimentos, de recomendarem a mesma leitura
a alunos de várias turmas e de colégios diferentes.

Isto traz

um acúmulo enorme de pedidos para um mesmo livro, O problema se
rá, em parte, resolvido pela existência de um exemplar permane|i
te nas salas de leitura, para consultas no local e também

pela

diminuição de prazos de devolução dos empréstimos domiciliares
e pelo serviço de reservas. Mas a coleção devera conter vários
exemplares de determinados títulos. A dificuldade está em

se

decidir quais os títulos que deverão ser duplicados, A colabora
ção estreita entre professores e bibliotecários poderá determinar a necessidade de aquisição de duplicatas de livros. Fator
importantíssimo para esse assunto é a observação das estatísticas de consulta e empréstimos em anos anteriores. Ver-se-á

que

há repetições nitidamente marcadas; que, em determinados períodos do ano escolar, há uma procura maior por tais assuntos} que
certos títulos são procurados em determinados meses. Dessa ma —
neira, poder-se-a estabelecer um certo método de aquisiçao

do

acervo, completando os assuntos mais desfalcados e duplicando
determinados títulos. E'

cm

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claro que haverá sempre o erro de

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jul-

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�gamento. Livros comprados na previsão de uma '-rocura excessiva
permanecerão nas estantes, sem que a compra se

justifique,

3.2 - Outro aspecto a ser focalizado na seleção

do

acervo para o atendimento a escolares é o relativo ao livro de
tesèto propriamente dito. Deverá a biblioteca pública comprar,
ou não, livros de texto?
Pensamos que, pelo menos, dois exemplares de cada
livro adotado pelos estabelecimentos de ensino secundário dev§,
rão ser adquiridos pela biblioteca pública local.

Isto porque

grande parte dos assuntos procurados pelos escolares encontra-se explicada, de maneira mais accessível, nesse tipo de li

—

vrcs. E o aluno, pouco acostumado a fazer uso de tratados e ma
nuais mais complexos, encontrará nos livros de texto que não os
adotados por seus professores a informação condensada que o ha
bilitará a resolver, pelo menos, o problema de

seu interesse i

mediato. Naturalmente, essa política trará uma sobrecarga considerável ao orçamento das bibliotecas, porque é incrível a va
riedade de livros de texto adotados, às vezes, por um mesmo
légio. Mas há sempre aquelas mais conceituados, de autores melhor cuedenciadcs, que serão os escolhidos.
3.3-0 acervo destinado ao atendimento de escolares
poderá ser grandenio&gt;n+-r&gt;

^ qg coleções de recottes,

classificados ou alfabetados por assv.-."^

-'ix^ipalraente

para

biografias, cujas fontes são tão falhas, em língua portuguesa,
o bibliotecário de referencia enfcontrará um precioso auxiliar
em uma coleção de recortes bem organizado. A técnica de organização desses recortes e

sobejamente conhecidaj pelo que nos di^

pensamos de explaná-la.
h* Atendimento em sala^ ^ leitura,
Uma vez composta a coleção e designado um ou mais b^
bliotecarios de referencia para movimenta-la,

julgamos oportuno

alinhavar alguns conselhos relativos ao atendimento,

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isto e, ao

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trabalho de referencia pt*òpriamente dito,
/i,l - O que nos desperta a atenção, primeiramente,
e a extensão do serviço a ser prestado. Pela consulta a manuais
A
de referencia, vê-se que quase todos estabelecem o limite
do
atendimento na localização do livro que contenha a informação pe
dida. Êste e um ponto no qual a prática nos leva a discordar dos
conceituados autores daqueles manuais. Come poderá o blblioteß£
A
rio de referencia entregar ao escolar bisonho, que-nunca entrou
em contacto com índices, táboas de conteúdo &amp;

clessifi,

cadcs de livros, um volume fechado para que, nele, possa locali
zar o que procura? Kepetimos mais uma vez: em nosso país, as bi.
bliotecas escolares, onde os alunos deveriam aprender, indivi dual ou coletivamente, a usar catálogos e livros, não estão ap^^
relhados para oferecer tais ensinamentos. E.' nôo^ssariOj jxaytaja
to,

que a biblioteca pública atúe, ainda neste setor ^ cono ageji.

te supletivo da biblioteca escolar. E'

preciso portanto que

o

bibliotecário, além de localizar o livro, localize dentro dele,
o assunto pedido, aproveitando a ocasião para ensinar o caminho
seguido. E'

preciso, até, que o bibliotecário converse com

o

leitor que, às vezes, mesmo lendo determinado trecho, nele

não

consegue identificar o que lhe diz respeito, uma vez que

não

encontra as palavras textuais do professor. O uso de um texto
único e do sistema de

"notas e apostilas de aula" incapacita os

escolares a estabelecer um ccnceito pela leitura de vários au tores, e êste é, a nossr ver^ um dos mais gravas defeitos

de

nosso sistema escolar. A pequena contribuição que o bibliotecár
rio, que é, antes de tudo, um educador, trouxer para a melhoria
das condições de ensino,

será valiosa. Jíão ignoramos as dificul

dades que a adáção dessa medida trará a biblioteca. Nem estamos
por certo, recomendando aos bibliotecários quéfagam os trabalhos
/
A
escolares para os seus leitores'. Ha um meio termoj que consideramos ideai: não peíder, nunca, a oportunidade .de ensinar algu-

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ma coisa, de alargar as possibilidades intelectuais dos pequenos
leitores. Ensinar-lhes, quando ignorarem, a consulta a um livro
cujo arranjo seja alfabético, pois é surpreendente o número de
adultos que sentem dificuldades até em sonsultar a lista telefoq
nicat Sugerir o uso de dicionários e enciclopédias para aclarar
dúvidas. Ensinar a usar os próprios catálogos existentes na biblioteca para a organização de pequenas bibliografias. Ensinar,
até, alguns rudimentos da técnica das citações bibliográficas,
pois, quem sabe, esse ensinamento será o único,

sobre o assun-

to, que o leitor terá era toda a sua vida de estudante.
Ita trabalho mais sério poderá ser tentado, em colab£
ração com as escolas, promovendo visitas declasses à biblioteca
0
publica para que os alunos recebam, em grupos,

w
A
instruções sobre

o uso de livros e dos recurscs bibliográficos. Êste item será
mais desenvolvido no no 5 deste trabalho.
Para encerrar estes conselhos, repetimos:

a função

da biblioteca pública, no setor do ensino, é supletiva. Xs bibliotecas escolares compete preparar os alunos para a pesquisa
bibliográfica.
U*2. - Um conselho; não deixar, nunca, de anotar quö3L
quer pesquisa, desde que trabalhosa, realizada para atender
um escolar. E*

a

quase certo haver outros pedidos para o mesmo a£

sunto. Haverá, ainda, probabilidades de o assunto ser procurado
pela mesma frrma, em anos subsequentes. A organização de um fichario de referencia, no qual sejam anotados,
de assunto,

sob um cabeçalho

os livros e periodiccs onde foram encontradas as irj

(ffcrmações sobre aquele assunto, com citação de capítulos e pág^
nas, e de suma importância e representará muita economia de esfcrços. As anotações serão manuscritas para posterior datilogra
fia, êste catálogo é um dos grandes auxiliares do bibliotecário
dôrreferenda, notadamente daquele que se ocupa com escolares,
pois dificilmente os assuntos por eles procurados -poder ser lo-

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calizados pela lista de assuntos do catalogo geralt E'

necessa-

fi
^
^
rio um exame minucioso de índices e taboas de conteúdo para localizar o material pedido»

Quando encontramos, no catálogo

de

assuntos, o item desejado, nem sempre poderá o livro em questão
ser usado, pois, muitas vezes, é trabalho mais extenso, inacee^
sível aos escolares,

quer pela fcrma e complexidade do conteúdo

quer pela língua em que e escrito»
A pesquisa para localizar pequenos itens é, por ve zes, exaustiva. O conhecido roteiro traçado pela Universidade de
McGill e citado por Louis Shores em sau Basic reference books
é de grande utilidade, principalmente quendo-recomenda^a^^entrega de uma enciclopédia ao leitor para, en.iuanto este se entre

-

tem com a leitura de generalidades sobre o assunto desejado,ter
o bibliotecário tempo para uma pesquisa mais minuciosa. Pela rea
A
%
çao do leitor ao artigo da enciclopédia, poc^remos avaliar rapi
damente seu grau de adiantamento,

orientaädo^'-entaoy—a—pes^i-sa

para õ rumo certo.
ll'3 - Ha, ainda, uma pequena contrií uiçao a ser pre^
tada pelo bibliotecário ao desenvolvimento intotectual dos esco
lares: trata-se do es+'lüuJ-O a leitura em Idiomas estrangeiro,
tão avessa aos nosso estudantes, apesar c.o o est ado das principais línpuas fazer parte dos currículos
Raríssimos são os escolares que fazem un
tido de usarem um livro em idrioinio

-3cs cursais secundários.
pequeno usforço no sen
t r-^iro para informações

ou estudo. O biblioLGcário poderá não s )mente ten'-'.ar vencer essa resistencia pelo estlmTilo, como, até , auxiliar a escolar
compreensão de pequenos trechos - itens

na

informativos de tamanho

reduzido, evidentemente, O3 trabalhos e:icritos em-castelhano de
A
verão ser inculcados com maior frequenc;=.a, dada a st^rnelhança de^

d*)

- Shores, L.- Basic reference books
p.Zi05-/l07.

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Znd.Ed* ChJ&lt;ago, 1939*

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�*
- 12 -

sa linrua com o protugues. o importante e que

os escolares se ha

bituem a ampliar seus recursos de informação pela consulta a tex
tos em várias línguas.
~ Terminamos dizendo que o contato do bibliotecário de referência com os escolares, na biblioteca pública^ deverá ser o mais estreito possível e as limitações dos serviços

a

serem oferecidos decorrem das circunstâncias materiais de biblio
teca e das necessidades dos leitores, visando sempre anm-tr-aba^
lho proveitoso, capaz de exercer influência para o melhor,
personalidade dos adolescentes,

na

^s progressos neste setor serão

lentos, difíceis de serem percebidcs. Mas, afirmamos, o prazer
de contribuir, ainda que em pequena parcela, para o desenvolvi mento de uma inteligência,

facilitando os meios de expansão

de

qualidades latentes, é recompensa suficiente para aquele que

se

dedica ao trabalho com o público em bibliotecas. Alias, nesse
campo,o bibliotecário pode equiparar-se ao professor, E'

o ponto

culminante de sua profissão - o trato com a pessoa humana e a
influência que consegue exercer para o cesabrochar âe sua perso
nalidade.
5.

Instrnrnpc

n n.so de livros £ ^ bi-

blioteca, Plane iemento do trabalho.
Como temos dito,

o bibliotecário encarregàdo do aten

dimento aos escolares,é, também, o ag'^nte c e^ relações publicas,
responsável pelo clima de compreensão que dfv$ .existir entre jro
fessores, alunos e a biblioteca. Para r.ito cíiitribui, em prime_i
TO lugar, o acolhimento dado aos leitoras, na própria biblioteca. Mas não e o suficiente.

Será precisd esta^fcelecer um progra-

ma sistemático de trabalho,

planejar as r.tivièiadas e realiza-las.

Cremos que um plano metòdicamente estabe Vacidö dfverá abranger:
5.1 - Levantamento dos estabeleciraento.3 de ensino se/
^
^
cundario localizados dentro da area servi-fla péla í. iblioteca pu blica;

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5.2 - Entendimentos com as diretorias e os ccrpos ào
centes desses estabelecimentos para explicar-lhes os recursos
da biblioteca e a colaboração que poderá ela prestar aos escola
res« Será aproveitada a oportunidade para verificação da exis tência de bibliotecas escolares e de suas condiçoes, bem como
do número de aluhos e professores do estabelecimento, dos regimes e horários escolares.
5.3 *• Estudo da possibilidade de

serem realizadas vi,

sitas de classes de alunos à biblioteca pública para receberem,
em conjunto, instruções sobre a biblioteca. QJrganizar-se-á

um

horário para as visitas, de maneira a que elas não petturbem os
demais freqüentadores da biblioteca pública;
5»i| - Planejamento das explicações que serão dadas du
rante as visitas

, abrangendo:

5.Ö.1 - Regulamentos da biblioteca;
^
^
A
5.ij.»2 - Localizaçao da coleção de referencia fazendo
mençaõ de seus principais títulos;
5.il|.3 - Explicações sucintas sobre o arranjo das estantes, desde que seja usado, na biblioteca,
o livro acesso;
- Explicações sobre os catálogos e seu uso;
5.4*5 - Serviço de empréstimo domiciliar e seu regula
mento.
Na ocasiço das visitas em grupos, o bibliotecário

de

referencia aos escolares sera auxiliado por outros elementos

do

quadro de bibliotecários, para o caso de

se fazer necessária uma

subdivisão do grupo. Aos professores qué acompanharem as turmas
deverá ser dada especial atenção,
5.5 - Trabalho de maior profundidade, poderá ser realizado, caso os entendimentos havidos com a direção das escolas
O permitam. Assim, poderão ser dadas instruções coletivas sobre
o arranjo das obras de referencia; maiores detalhes sobre o ca —

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tálogo e a localização dos livros: alpumas noções sobre as citações bibliográficas e a organização de pequenas bibliografias

e

ate algumas direções para o estudo e a apresentação dos traba

—

lhos. Para isto, cremos de bem alvitre os entendimentos serem ffei,
tos com os professores de Português, mais diretamente intôresaadcs na questão. Naturalmente j poucos grupos |)oderão ser normalmente atendidos durante o anoi Será, portantoj necessário eistabe
lecerem-se as series que serão atendidos - se as primeiras ou as
ultimas do ciclo secundário.

Julgamos interessante ser o traba

lho feito com os alunos das üas.

series que estão em um grau

de

adiantamento mais adequado à compreensão da matéria e às vespe —
ras de, ou iniciarem estudos mais elevados, ou se afastarem

do

estudo formal,
- 0 trabalho que ora sugerimos, relativo ao ensino
coletivo do uso da bibllTíteca, é de difícil execução, pela falta
de pessoal e de tempo, Não foi por n,ós experimentado. E'

portAJV-

to, uma simples sugestão, fundamentada em observação xIq trAÍ&gt;«jLhos
realizados por algumas bibliotecas norte-americanas o- na'leitura
de bibliografia especializada.
6, Empréstimo domiciliar
6.1 - Neste setor, o problema relativo aos prazos de
empréstimo é o mais relevante. Como dissemos, a procura por det^r
minados títulos ou assuntos e

simultânea, k biblioteca pública

nac poderá, nunca, ter exemplares em numero suficiente para atôn
der aos leitores que

os procuram. Devera, então, estabelecer pra

zos reduzidos de empréstimos, para que vários alunos possam, de^
tro do prazo fixado pelos professores, fazer a leitura estipulada.
A dificuldade está em que, muitas vezes, quando o
bibliotecário percebe que determinado livro vai ser objeto
.

grande procura,

de

já emprestou os exemplares de que disprnha, pelo

prazo normal adotado pela biblioteca para as devoluções. Somente

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havendo entendimentos prévios com os professores, afim de conhecer
seus planos de tratalho para o mes era curso, poderá ser resolviáo
o problema. Não será fácil conseguir que os professores comuniquem
*
A
A
ao bibliotecário o plano de suas atividades. Havera relutancias na
turais, dificuldades intransponíveis e, mesmo, uma certa negligência ou cumprimento desse preceito^ Aconselhamos a tentativa de colaboração dos próprios alunos. Xqueles mais assíduos, pediremos
que comuniquem à biblioteca pública os livros escolhidos pelos di
versos proféssores para os trabalhos mensais. Serko eles, então

,

colocados sob reserva, para empréstimos a prazo reduzido e poderse -á estabelecer, ao mesmo tempC| um sistema de reservas, a

ser

rigorosamente obedecido,
6.2 - Nunca se deve ptepligenciar as cobranças de li"
vros em atrazo nas devoluções, lembrando-nos sempre, do aspecto
altamente educativo que constitui o hábito do respeito à propriedade coletiva, E'

preciso fazer o leitr.r compreender que outros

necessitam também do mesmo livro e pelas mesmas razoes que o leva
ram à biblioteca, Com a exigência da cumprimento absoluto des regulamentos, estará a biblioteca pública contribuindo para a educa
çso social de seus freqüentadores.
7. Serviço de extensão bibliotecária^ oferecido

aos

crlegios e demais estabelecimentos de ensino.
E'

uma das modalidades de cnlabcração mais eficientes

e de mais fácil execução, desde quft a biblioteca pública tenha um
departamento especializado para este fim. Aliaä, a colaboraçao com
educandarios parece-nos um bom começo para a instalaçao de servi ços de extensão, consideradrs, com razão, um dos melhores meios de
educação através dos livros,
Poderá traduzir-se o serviço de extensão a estabeleci^
mentos de ensino nas seguintes modalidades:
7.1 - Bibliotecários-ambu]antes para o atendimento em
bibliotecas escolares.

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7.2 - Colocação de caixas-estantes ou deposites em
estabelecimentos de ensino.
7*3 - Paradas de carros-bibliotetfa,

quando existi-

rem, em dependências dos estabelecimentos»
- Uma medida de fácil execução, parece-nos ser
a da designação de um bibliotecário para, em rodízio, prestar
serviços em estabelecimentos de ensino. Para isto, organizar-se
a horário que possibilite o atendimento em bibliotecas que

solJL

citarem os serviços da biblioteca pública, O bibliotecário-ambu
lante atuará como auxiliar do bibliotecário escolar,

orientando

e executando serviços de processamento técnico da coleção e, me_s
mo, de atendimento aos leitrres. Poderá aproveitar a oportunld^
de para ministrar as instruções coletivas citadas em os ns#
e 5.5 deste trabalho.
Quando não existir biblioteca no estabelecimento,com
binar-se-ão os serviços de caixas-estantes ou depósitos

(7.2)com

a permanencia do bibliotecário-ambulante. Êste e um sistema usa
A
do com grande êxito por algumas bibliotecas norte-americanas
e
que, pensamos, terá o mesmo resultado entre nós.
f
7.2 - A rotina de colccação de caixas-estantes

ou

depósitos em locais pre-estabelecidos pelos serviços de exten são bibliotecária e assunto que foge à alçada destes trabalho,
Queremos salientar, somente, o grande alcance dessa medida,prin
cipftlmente em internatos e em estabelecimentos onde não existam
bibliotecas. Em tais estabeleciment-^s, os profess-^res colaborarão na escolha dos livros a serem remetidos.
Também a freqüência da troca das caixas ou depósitos
será estabelecida em comum acordo com os professores. Parece-nos
que um intervalo mínimo de um mês será o mais indicado para

as

mudanças de acervo,
A responsabilidade peles livros confiados às escolas

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poderá ser de alguns prr&gt;fessores

(neste caso,

o acervo será Cf!»ns

tituido de livros do interesse de csda um drs professores respon
savels pela caixa&gt;5 poderá, também,

ser da responsabilidade

de

algum drs membros do cirpo administrativo do estabelecimento,
Se a escola possuir biblioteca e pessoal adequadojas
coleções remetidas pelo serviço de extensão da biblioteca pública serão de reforço e deverão ficar sob a responsabilidade do bi
bliotecário escolar,
7,3 - Caso a biblioteca pública disponha de veículo
apropriado para o emprestimo ambulante de livros, poderá conside
rar a possibilidade de estabelecer paradas do carro em dependências das esccilas e colégios. Naturalmente, questões de horário,
composição de acervo, etc,, deverão ser objeto de estudo ctnjunto do serviço de extensão e da diretrria drs edueandárlo«, Jul gamos conveniente a permanência*do carro pelo menos um dia em ca
da colégio, de I5 em 15 dias,
8, Atendimento de professores
E'

outro setor em aue o bibliotecário que dese^ tra

atalhar com escolares devera atuar: como agente de relações públ^
caSf entrara em contacto com os professores, convidando-os a

se

valerem dos recursos da biblioteca publica para o preparo de
seus trabalhos escolares. Em ultima análise,

somente dos profes-

sores dependera a vinda, ou não, dos escolares à biblioteca pú blica,
Todas as facilidades serão facultadas aos professo res,

portanto, para que eles encaminhem seus alunus à biblioteca

/lias, o contato com os professores será benéfico ao trabalho da
própria biblii^teca, pcis, conhecendo seus pontos de vista e o ma
terial que lhes interessa, o bibliotecário terá muito facilitada s escolha dos livrrs para o atendimento a^s escolares, O serviço de reserva de livros para empréstimos a prazos reduzidos se

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ra também beneficamente influenciado pelo comparacimento dos pro,
fesscres á biblioteca,
10« Concluindo nosso trabalho, queremos acentura:não
somos otimistas ao ponto de c-insiderarçios o plano acima realizável, de imediato, por todas as bibliotecas públicas. Em algumas
por certo,

grande parte do que dissemos vem sendo feito. Em de-

terminadas localidades, as bibliotecas escolares estarão,

já,

em um práu de desenvolvimento que dispense a ação supletiva

da

biblioteca pública.
Por outro lat^o, a adcção do plano exposto trará, pran
de aumente de despesas com acervo e pessoal, despesas estas cer*
tamente onerosas para os orçamentos exíguos das bibliotecas brasileiras.
Problemas de ordem administrativa advirão, temibaJO-tCôia
.
c serriço pr&amp;stado aos escolares em, hlliliotecas publtc&amp;Ä-''
Não hesitaanos» entretanto, em-axpor

s_o

bre o assunto, pois, convencidas qu© estamoss
educativa
A
por excelencia das bibliotecas e das necessidade® preo&gt;ent«s
de
contribuir,* ainda que pouco, para a melhoria do ensinô eu nosso
país, confiamos no espírito de sacrifício tão fartamente demonstrado por nossos cclegas bibliotecários brasileiros.
Êste é, aliás, um serviço que vimos tentando reali zar na Eibliotecâ pública de Minas Gerais,
Fazemos, portanto, um apelo aos bibliotecários

para

que, na medida do possível, adotem em suas bibliotecas públicas
um regime de colaboração Ciom os estabelecimentos de ensino secug
dário, traduzindo essa colaboração fias seguintes proposições:
1, Que as bibliotecas públicas brasileiras estudem a
possibilidade de realizar o trabalho de atendimenI

to a escolares, em caráter supletivo as bibliote cas escolares.

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«
2,

Que se estabeleça amplo entendimento entre profe^s
sores e tibliotecários, promovidos pelos últimos,
afim de que os escolares sejam encaminhados às
bliotecas públicas e estimulados no uso da leitura variada, em contraposição ao uso do texto único
como base de estudes.

3. Sempre que as condições o permitam, que seja de

-

signado um bibliotecário para, nas bibliotecas pú
blicas, encarregar-se da realização dos trabalhos
de referencia a escolares;
U» Que

os regulamentos das bibliotecas públicas se -

jam ampliados afim de permitirem o acesso de meno,
res, desde os 12 anos, às salas de leitura e

vao

serviço de empréstimos domiciliar para que possam
desde cedc , se habituar ao uso da biblioteca para
ampliar seus estudos.
5. Que os serviços de extensão bibliotecária, quan do existentes em bibliotecas públicas, considerem
a possibilidade de incluir os estabelecimentos de
ensino entre os pontos de distribuição de seus re
cursos.

Belo H^irizonte, 28 de maio de 1959

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��TERCEIRO CONGRESSO BR^ßlLSIRO DE BIBLIOTSGONOMIá E DOCTJííENTAÇáO

A informação bibliográfica era Porto Alegre
por
Sully Brodbeck

oa : 0(S /. 5 (g A
â.
a. I

Curitiba
1961

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Tema IV - BibliOiScrafia e Documentagão - Bibliotecas especializadas

A INFORMAÇ]Í:0 BIBLIOGRÁFICA

PÕRTO ALEGRE

por
Sully Brodbeck

Sinopse

O levantamento dos acervos e dos serviços prestados pelas bibliotecas especializadas de Porto Alegre deaonstra a escassez e as dificuldades da informação bibliográfica no setor técnicocientífico.

Como primeira medida para minorar ou,pelo menos, para

contornar estas falhas, é sugerida a integração dos recursos biblio_
gráficos existentes, em um CATALOGO COLETIVO local, que mais tarde
poderá vir a ser regional, orientado por um ORGÃO COORDENADOR.

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�III CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Curitiba, 8 a 15 de janeiro de I96I

A infort'.iaç£o bibliográfica m porto alegre
por
Sully Brodbeck (l)

I
NAS BIBLIOTECAS M ESTADO
O desenvolvimento econômico de qualquer regifão,de qual_
quer Nação, depende neccssàriamente da Ciência e da Tecnolo_
gía. Esta realidade foi também constatada e aceita nos últ_^
mos anos, em nosso país, tradicionalmente humanista. A pesquisa não é mais um passatempo. E o esteio da indústria.
As pesquisas nos labor'tcrios, os trabalhos em equipe,
o contrôle continuo de dados científicos,tornaram evidente
a necessidade da informação imediata,rápida e precisa.

Ao

mesmo tempo, agigantou-se o problema da técnica da investigação, do trabalho intelectual, da localização e obtenção do
material

bibliográfico.

Inquieta ao pesquisador,em primeiro lugar,o problema de
se manter atualizado,em face da tremenda produção literária mundial. Acertadamente previa Ortega y Gasset;"Si cada
nova geração continuar acumulando papel impresso na proporção das últimas,o problema que apresenta o excesso de livros
será pavoroso.A cultura que havia libertado o homem da selva
primígena o arroja de novo em uma solva de livros não menos
inextricável e afogadora."

(1) Bibliotecária do Instituto Tecnológico do R.G.S.(ITERS),
atualmente à disposição da Comissão de Desenvolvimento
Economico do Litoral(CODEL){bibliotecária do Centro de
Estudos EconSnicos e Financeiro3(CEEP)jFac,de Ciências
Políticas e Econômicas da PUC, P.Alegre.

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Calcula-se q.ue aparecem cerca de 40*000 periódicos técnico-científi COS anualmente, e íjue, sòmente no últiiâo ano, foram putlioados ao redor

de

2,000.000 de artigos com informações científicas e informações técnicas.
Acrescente-se ainda o número não menos alentado de monografias editadas por
instituições oficiais ou particulares.
Da última reunião da F.I.D.(Federação Internacional de Documentação),
realizada no Rio de Janeiro de 22 a 31 de julho de i960, quando homens da jçi
ência e da pesquisa tecnológica trocaram idéias com bibliotecários, bibliógrafos e documentalistas, pôde-se deduzir, facilmente, que a preocupação d_o
minante é a maneira de facilitar a informação bibliográfica no sou triplo a_s
peto: edição, difusão e obtenção.
Em Porto Alegre, como ocorre em todo o Brasil (e notadamente em toda
América Latina) , os centros de estudos e de pesquisas são todos ou quasi t_o
dos de carator oficial, o que significa que contam com muito menos recursos
econômicos do que os centros similares de outros países. A nossa muito fam_i
liar expressão "não há verba" ou "a verba foi cortada", é a legitima expres_
são da realidade das nossas instituições de pesquisa. Mas, a pesquisa téc nico-cientifica desenvolve-se no Estado do Rio Grande do Sul, apesar dos pe_
sares, sentindo porém tôdas as agruras das necessidades e das dificuldades
da informação bibliográfica, que é ferramenta tão ou mais importante quanto
os aparelhos e equipamentos de laboratório.
O apoio do Estado â pesquisa, através de bibliotecas e serviços de do_
cumentação, ainda não se tem mostrado à altura dos trabalhos que os seus téc
nicos têm realizado, com o mínimo de material informativo. Seria desejável
uma revisão nos métodos de aplicação do Orçamento do Estado, com vistas aos
serviços de informação bibliográfica adequados às necessidades atuais e futuras da pesquisa e da tecnologia. E quasi alarmante a carência ou a defic_i
ência de informações bibliográficas no setor da administração pública.

No

entanto, a documentação é muitíssimo necessária ao Estado moderno, que

pr_e

tende assentar seu programa de ação em planos de trabalhos prèviamente

el^

borados por especialistas. A falta de dados atualizados, de estatísticas r^e
ais ou de relatórios autênticos, fornecidos por uma biblioteca ou serviço de
documentação, pode originar soluções oficiais de conseqüências desastrosas
para a população, para o contribuinte e para o proprio govêrno, porque

fo-

ram apoiadas em bases falsas ou antiquadas.
A máquina administrativa poderia dispôr de melhores serviços de bibl^
teca (e posteriormente de serviços de documentação), com evidente reflexo no
resultado dos seus trabalhos e esforços, si houvesse melhor organização

e

coordenação do material bibliográfico existente nas suas Secretarias,Departamentos, Serviços, Autarquias, etc.
Na Capital dp Estado, cêrca de 700 técnicos-científicos prestam

ser-

viços ao Estado e usam os recursos das seguintes bibliotecas especializadas;

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�Com,Est .Energia Eletr

2.600 v.

Depto.Auton.Estr.Rodagem

2.900 v.

Inst. Riogr. Arroa...

5.218 v.

Inst .Tecnol .R .G .S

6.300 v. + 3«000 folhetos

Secr, Agric

7 .400 v. +10 .700 folhetos
T-0 t a 1

22.41s V. +15.700 folhetos

Quanto âs assinaturas de publicações periódicas a situação é esta: o
ITERS dispõe&gt;de uma coleção de 470 títulos; o IRGA, de 280j a Secretaria de
Agricultura, de 200; a CEEE, de 80; o DAER, de 50, e as demais repartições
mantêm menos assinaturas ou nenhuma. O Tribunal de Justiça tem registrado
4.870 volumes de periódicos encadernados, mas o nilmero de assinaturas em cot
so de recebimento é insignificante.
O melhor, pelo menos o maior acervo em matéria jurídica se encontra
na biblioteca do Tribunal de Justiça, refeita após a destruição total pelo
incêndio de 1945» porém ainda não catalogadoTambém a CEEE, no seu Depart^
mento Jurídico, está reunindo um selecionado acervo. Ali poderí ocorrer
fato curioso; a parte jurídica se tornar maior do que o acervo usado

um

pelos

técnicos em eletrotécnica., centrais elétricas e setores correlates!
As bibliotecas do Estado que reúnem bibliografia jurídica são as

se-

guintes:
Conselho do Serviço Público

1.280 v. 4-

558 folhetos

Depto.das Prefeituras Municipais ... 4«000 v. +5.120 folhetos
Procuradoria Geral do Estado

I.6OO v.

Tribunal de Justiça

8.500 v. +1.000 folhetos

Total

.15.360 V. +6.478 folhetos

Em matéria de catálogo de leis, a situação não é má: a biblioteca da
D.P.M. tem completo catálogo de assunto e'cronológico das leis e decretos
federais, estaduais e municipais, iniciado em 1937» na Assembléia Legislativa há catálogo de assunto e cronológico das leis estaduais; a Diretoria
Geral da Secretaria de Educação vem fichando tôdas as leis estaduais, desde 1949f ero ordem cronológica; o Conselho do Serviço Público elabora, desde 1943» o catálogo de assunto de leis referentes a Pessoal.

000000oOoooooooo
II
NAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
No terreno da pesquisa e das bibliotecas especializadas, a colaboração das instituições universitárias é relevante, melhor seria dizer: é fundamental.

Elas prestam uma grande contribuição ao progresso do Estado,atr^

vés das suas faculdades e institutos de ensino e das realizações dos seus
institutos de pesquisa, no campo das humanidades e ciências sociais,da ciên
cia e da tecnologia. Tanto na Capital como nas cidades do interior do Estado,

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a Universidade do R.G.S. e a Pontifícia Universidade Catdlioa vêni desenvolvendo um esplendido programa cultural e científico.
Sendo a pesquisa científica e a pesquisa tecnológica de importância _vi
tal para o desenvolvimento econômico, ê natural que a indústria se mostre
preocupada com o ensino técnico e procure uma melhor articulação com a universidade,

Foi com esta finalidade que se realizou, no Hotel Quitandinha ,

em novembro de 1959&gt; o SEMINÄRIO UNIVERSIDADE-INDUSTRIA, convocado pelo M.K
C., pelo CENPI da C.N.I. e pelo B.II.D.E.
A mesma preocupação se evidencia em muitos dos trabalhos apresentados
à 1&amp; CONFERÊNCIA NACIONAL DE FACULDADES DE CIÊNCIAS ECONOMICAS, realizada em
novembro de 1959» em Porto Alegre.

A proposito, transcreveremos as palavrqs

proferidas na sessão de instalação desta Conferência, pelo Prof.Pery Pinto
Diniz da Silva, Diretor da Faculdade de Ciências Econômicas da U.R.G.S. e
vice-reitor da U.R.G.S.;

"E que temos em alto gráu o conceito do papel da

universidade contemporânea, que coordena e influencia o campo de vida e de
trabalho do homem e da produção, e se vincula como orgão do cooperação,com
o Estado e o meio, no estudo dos problemas ß,dministrativos e na orientação
das tendências sociais".
Na JUSTIFICATIVA da convicação desta mesma Conferência e do seu Temário, em Métodos de Ensino, 16-se: "... ê necessário que as Faculdades estabeleçam com urgência métodos e processos de ensino mais eficientes e mais de
acôrdo com a formação daqueles que se dispõem a freqüentar seus cursos.
Dentre êsses processos, situam-se em primeiro lugar os seminários e as pesquisas de laboratório em grupos de trabalho.

As cargas de leitura, quer de

obras e_ revistas técnicas especializadas. são outro elemento excelente

ao

desenvolvimento do aprendizado." (O grifo é nosso)
Ora, si há consciência da necessidade da "educação para o desenvolvimento", há também a convicção que não se pode mais aceitar, como uma fatalidade insuperável, á deficiência de material bibliográfico e dos serviços
de biblioteca.
E sabido que as instituições universitárias brasileiras sofrem as limitações que lhes sao impostas pelos orçamentos, e as suas bibliotecas

as

conf irmam.
Na Capital, a U.R.G.S. conta com 800 professores e, em I96O, 4-000
alunos se matricularam nas suas 11 Faculdades ou Escolas.

Funcionam tam-

bém 16 Institutos de Pesquisa nos quais cêrca de 60 pesquisadores se dedicam
â investigação.

Para atender à grande familia universitária, a U.R.G.S.tem

um acervo bibliográfico aproximado de II3.OOO volumes, distribuído pelas bi_
bliotecas universitárias, como segue:
°
Nõ do livros

,
Títulos
publ.per.

Escola de Agronomia e Veterinária

6.3OO

86

Escola de Engenharia

9.500

250

Escola de Geologia

1.500

221

Faculdade de Arquitetura

4.6OO

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Faculdade de Ciências Econômicas
Faculdade de Direito
Faculdade de FSrniácia

o,.

9«300

859

17.000"''

175

1.100

72

Faculdade de Filosofia

22.800"'"

635

Faculdade de Medicina

30.000

400

Faculdade de Odontologia

Em organização

Instituto de Ciências Naturais

3»600

277

Instituto de Física

2.500

45

Instituto de Fisiologia Experimental ....

2.800

98

Instituto de Matemática

1.000

30

Instituto de Microbiologia

500

50

Instituto de Pesquisas Hidráulicas

500

90

T o t a 1

113.000

As bibliotecas da universidade não foram ainda colocadas no mesmo pl^
no de importância das instituições universitárias e nem se pode ainda cogitar em serviços de documentação.

Isto pode parecer inexplicável ou até fa_l

ta de preocupação, justamente numa universidade que se está projetando como
modelar. E porém provável que o Colendo Conselho Universitário e o Departamento de Educação e Ensino ou o Conselho de Pesquisa, assoberbados com o rd^
mo renovador e dinâmico que o Magnifico Reitor imprime às construções ,âs re_
formas, à criação e instalação de novos institutos, não tenham ainda podido
atender, no mesmo ritmo, ao setor bibliotecas.
Reunindo os acervos das bibliotecas especializadas em ciência e tecno_
logía do Estado e da U.R.G.S.(excluindo, portanto, os de carater humanístico"*") teremos 95*618 volumes de livros para todos os técnico-científicos de
PÔrto Alegre.
o o o o o o
O acervo da biblioteca da PUC não foi computado porque seus 45 »000 l_i
vros 0 800 títulos de publicações periódicas são de carater eminentemente
humanístico.
ooooooooooOoooooooooo
III
NECESSIDADE DE m ORGlO COORDENADOR
O investigador, o estudioso, dispende muito tempo visitando bibliotecas, em busca de informações do que foi ou está sendo publicado, ou localizando material citado ou procurando obter ou reproduzir o que descobriu.
Parece-nos que há solução para o problema da carência de material bibliográfico nas bibliotecas especializadas de Pôrto Alegre. E quasi certo de
que não há recursos financeiros para aumentar satisfatóriamente o acer
vo de cada uma das várias bibliotecas especializadas da Capital. Mas, haveria pelo menos a possibilidade de reunir, de integrar os recursos de todas

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�elas, e de coordenar as futuras aquisições« O remédio ê antigo e é de efic_i
ência comprovada em muitos países, regiões e cidades. Seu nome é CATALOGO
COLETIVO.
O leitor deixaria de peregrinar pelas bibliotecas da cidade e seria
bem atendido pela informação imediata e precisa do CATALOGO COLETIVO.

As

verbas, sempre escassas, poderiam ter aplicação mais racional, porque os d^
dos corretos do CATALOGO COLETIVO tornariam possivel realizar a aquisição
coordenada entre tôdas as bibliotecas cooperantes. Outros serviços de biblip
teca seriam também beneficiados com o CATALOGO COLETIVO, e isso bem o sabem
todos os bibliotecários.
Porém sem um sargia ORGÄO COORDENADOR não haverá possibilidade de concretizar essa velha reivindicação não só dos estudiosos, mas também dos bibliotecários gaúchos.
Julgamos, pois, que a providência urgente para minorar as dificulda-des da informação bibliográfica em Pôrto Alegre, seria dar maior atenção pa
ra a necessidade de um CATALOGO COLETIVO e de um ORGlO COORDENADOR.
Continuando o nosso pensamento: julgamos que a solução mais feliz,muj^
to de acôrdo com as possibilidades do nosso meio, seria o desenvolvimento
do SERVIÇO CENTRAL DE INFORMAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS, criado, recentemente, jun
to â Reitoria da U.R.G.S., para vir a ser o ORGSO COORDENADOR a que nos referimos.

Não conhecemos exatamente o plano da S.C.I.B, nem o pensamento da

Reitoria sôbre a projeção, a amplitude que se pretende dar a êsse SERVIÇO ,
ainda incipiente.

Temos consciência, porém, do alcance dos seus serviços

junto aos estudiosos e aos pesquisadores, uma vez que seja bem planejado

e

que conte com pessoal capaz, e em número suficiente, para um trabalho de táL
repercussão e tamanha importância.
O INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO (criado pelo
CNPq.) está muitíssimo empenhado no desenvolvimento dêsses Serviços e dêles
espera colaboração para coligir o CATALOGO COLETIVO NACIONAL de livros e de
publicações periódicas, e vem assinando convênios com as universidades brasileiras nêste sentido.

Cremos que já o fez com a U.R.G.S.

E natural, será até necessário, que o S.C.I.E. sofra limitações na fa
se inicial da sua organização.

Será a fase da formação do CATALOGO CENTRA-

LIZADO, quer dizer, estará arrolando sòmente o material bibliográfico das
bibliotecas universitárias.

Já nesta fase, a sua contribuição será de gran-

de valia, porque o maior número de bibliotecas especializadas locais e

o

maior acervo de material especializado se encontra no setor universitário e
não nas repartições do Estado.

Ora, consultar um catálogo que dá, de

ime-

diato, a existência e a localização do material bibliográfico de 16 bibliotecas universitárias, já é uma facilidade!
O CATALOGO COLETIVO

contribue decididamente para a solução do proble_

ma da obtenção do material bibliográfico, seja por empréstimo interbibliote_
cário, seja por reprodução fotográfica ou por outro meio de reprodução.

Na

Comunicaçao EMPRESTIMO ENTRE BIBLIOTECAS, apresentada â 1- Conferência NaG_^
nal de Faculdades de Ciências Econômicas, para o téma"Bibliotecas e Biblio-

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grafias", afirma-se;

"Ha Biblioteca desta Fo-culdade (refere-se à Fac. de C_i

ências Econômicas da U.R.G.S.) o empréstimo interbibliotecario é empírico ,
em vista da inexistência de um catálogo coletivo no Serviço Central da Universidade,"

Isso demonstra que o problema está realmente em foco. Não será

dificil, ao S.C.I.B, traçar e implantar normas para o empréstimo interbibl^
tecário, e â Reitoria, instalar um laboratório para reprodução de material
bibliográfico, tanbé, "central", quer dizer, que atenda a toda a universid^
de, e que, futuramente, possa atender aos consulentes em geral, que nece3s_i
tem de fotocópia ou microfilme de material localizado no catálogo coletivo.
O Serviço de Documentação da U.S.P. prepara ao redor de I5O.OOO microfilmes
por ano e 10.000 a 12.000 dispositivos por mês (dados de 1955).
Realizada a fase do levantamento bibliográfico existente no setor

da

Universidade, deverá ser estendido o plano e incluir o acervo das bibliotecas especializadas das repartições do Estado e da PUC, dando-se prioridade
às coleções de publicações periódicas.
As bibliotecas especializadas, reconhecendo a importância de um orgão
coordenador e as vantagens do seu catálogo coletivo para bibli^otecários

e

consulentes, darao a sua colaboração, confeccionando as fichas referentes ao
seu acervo, para o catálogo coletivo do S.C.I.B.
A etapa seguinte consistiria em obter a contribuição de bibliotecas
do interior do Estado. Citamos, apenas, o acervo de 120.000 peças da Biblioteca Riograndense da cidade do Rio Grande, com uma esplendida coleção
ii±ki±E de bibliografia riograndense, que inclue entre as raridades bibliográficas, muitas edições "princeps" e livros manuscritos.

E sem dúvida

a

primeira biblioteca do Estado e é classificada em 6® lugar no âmbito nacional, pela riquesa do acervo.
Temos conhecimento de que, na Faculdade de Filosofia da U.R.G.S., se
cogita em trazer para PÔrto Alegre (em fichas, naturalmente) a parte do açor
vo referente à história do nosso Estado.

Sugerimos que também, nêsse àaso

se pense no catálogo coletivo do S.C.I.B, como solução correta. Seria uma
significativa facilidade aos historiadores e estudiosos da história rio-grandense, que dispõem do acervo de cêrca de 20.000 volumes (livros e revistas) do Instituto Histórico e Geográfico do Estado, agora enriquecido a
selecionada coleção de J ,000 volumes do falecido historiador Otelo Rosa.

00000000oO000000000

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CONCLUSÕES

Considerando;'
as escassas dotações orçamentárias para as bibliotecas,

a

falta de pessoal capaz e as decorrentes deficiências e falhas
dos acervos das nossas bibliotecas especializadas;

a dificuldade da localização e da obtenção de material bibli_o
gráfico e a necessidade de se conhecer o acervo utilizável das
bibliotecas especializadas de Pôrto Alegre;

a responsabilidade das instituições governamentais, das universidades, e também das classes produtoras, na eficiente
prestação de informações bibliográficas;

a necessidade de um registro sistemático das publicações editadas por instituições, sem finalidade comercial, e a necessj^
dade de se difundir e adotar uma apresentação normalizada;
/
Sugerimos que;
12)

seja reservado ao S.C.I.B, lugar de destaque e de importância devido às demais instituições da Universidade;

♦

2^)

oS.C.I.B. daU.R.G.S. venha a funcionar como ORGÃO COO^
DEÍTADOR da informação bibliográfica no Estado do R.G.S.,
contando com o a,poio do Governo do Estado;

5°)

o S.C.I.B, seja dotado de recursos financeiros e de pessoal técnico capaz, e em número suficiênte, para poder
realizar um plano de integração e de difusão de informações bibliográficas;

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4®)

sejam promovidas reuniões entre os responsáveis das bibliotecas universitárias e das bibliotecas especializadas do Estado, na Capital (êstes convocados pelo representante do G-ovêrno junto ao S.C.I.B.), a fin de entrosar as suas atividades, desenvolvendo uma colaboração efetiva de trabalho e até de pessoal, visando um melhor
aproveitamento dos seus recursos bibliográficos}

5®)

I
o pessoal técnico do S.C.I.B, e os dirigentes

das bi-

bliotecas especializadas das repartições do Estado,divulgam e se esforcem para que sejam aplicadas as normas e projetos da A.B.N.T. referentes â edição de revistas e de monografias (publicadas era 1960,em NORMALIZAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO).

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Sully Brodbeck

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�TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUT^NTAÇÃO

Informaçao técnica, bane do progresso industrial
por
Lelia Galvao Caldas da Cunha

&lt;

05 OSl-3 (21^
í,.
V-

Curitiba
1961

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�Tema IV - Bibliografia e Documentação - Bibliotecas Especializadas

INFORMAÇÃO TÉCNICA, BASE DO PROGRESSO INDUSTRIAL
ßor
Lelia Galvão Caldas da Cunha

Sinopse
Conceito de informação tecnológica. , A9p[ei:i4:os-da ne.c.e,ssidade e
da aplicação da informação técnica no Brasil, Dificuldades de sua a'oei,tÂçãô por parte das indústrias brasileiras. Serviço de documenta*
ção indiastrial privado e criação de centros de informação industrial
especializados,

em bases cooperativistas.

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�1 o C o n s í d e r g ç o e s p r e 1 i a: i n a r e s
"Informe-se primei&gt;-o,, x;rocuza depois", Éste lema - tomado de em
pr cs "ti ri o ao Ixationallsíerungskuratorium der Deutschen Wirtschaft E,V,
ou,

simplesnonte,

coao e mais conhecido, I?,

que extensas considerações a respeito,
taçao para o mundo atual e,

K, ¥„ - ilustra,

melhor do

a necessidade vital da documen

particularmente,

da informação tecnológi-

ca para a tecrica industrial de nossos dias,
A diferença que se poderia apontar entre
fica e infcy^aação tecnoloj^íca parece ser^

documentação cienti -

apenas,

questão

de matiz

ter.'"!:'"ógicos Enquanto aquela visa a reunir os documentos e avalia -los dü ponto de vista científico,
ptila aplicaçao pratica

esta se interessa,

principalmente,

- e dentro do mais curto espaço de tempo pos -

sivel " das idéias e exporiencias uovas e dos processos

concebidos e

surgidos quase ininterrupta;,lente,
sos criados para acelerar

a produção técnica ou indus -

rv
.5
0
trialc Pi. informaçao tecnoJoí^ica se fundamenta nos conhecimentos clássicos das ciências pu^as e ncs princípios estabelecidos pelas
ciên *
A■
■&gt;
t
^
^
\
cias aplicadas, mas e indiscutível que
se prendo, primordialmente, a
ííoneraljci^ organização industrial,
nica,

economia,

produtividaaf., administração,

outros aspectos ligados ao pess-'^al,

tais como: téc-

formação e treinamento e

etc.

Outro conceito fundamental a considerar o o de que a especializãçao da informaçao tecnoiogica se tornou Kais do que necessária,

che^

gou a ser ir.prescindívelc A i.una grande eráprcsa iriciustrial é inútil ofereccr inforiijação não especializada,
cificamente,

a sua esfera de acao,

O inundo moderno,
gredir,

isto c,

por

formes,

que não abranja,

espe-

a informação sob medida.

touauo do verdadeira

ânola de produzir e pro-

provoca no seto^ da informação técnica una atividade extraor80 pela qualidade como,

to,

ou seja.

-i --Vpor ouf-o,

tambcí«,^ pela quantidade« Enqu^»^-

-

naior volurne possível de in
a inflação do pubi í

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embaraça sensivelmente a

I Sc a n
st ei
14

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lí

�rapidez da seleção de informações a seresi postas â

disposição desses

mesmos técnicos^

2« O problema da inforraaçao técnica no Brasil
SÓ muito recentemente o Brasil,

e bem assim a maioria dos paí-

ses em desenvolvimento, começou a obter estabilidade política e econo
mica. Disto resultou um novo influxo nos processos economicos do Pa ís,

transformando antigas zonas rurais em parques industriais e,

conseqftência,

acarretandc;

repentinamente, a necessidade de revolucÍ£

nar os recursos educacionais oferecidos ao seu
inclusive,

como

povo,

fabultando-lhe,

o acesso a literatura tecnicPc

Como levar a indústria b»~asijp^ira a informação tecnológica?
Entre nós,

os técnicos,

com honrosas exceções,

Tiábito de freqüentar bibliotecas e,
serviços de documentaçaoc
ciais,

á preciso,

afastar os mal-^.ente'.idídos,

forçar,

enfim,

a penetração e ^

muito menos,
pois,

ainda não tem o

de se utilizarem de

vencer os obstáculos ini-

sobrepor-se às prevenções pessoais,

-.^olhimento da informação.

Quando um

serviço de documentação industrial não encontra perfeita receptividade por parte do seu principal utili?;ador,
mais ou menos,

o documentalista se sente,

na posição de agente conercial

qve

procura comprador

para o produto que representa, Kua vordadei-o esforço de relações públicas,

precisa recc-or a todos o3 meic-s pa-'a veucer os incrédulos ,

os céticos.

-jö indecisos e os indiferentes,

conquistando-os para sua

causa.
Outro problema a transpor e a dificuldade de fornecer documenta
çao relativa a deterninada solicitação. Cora os nossos limitados recur
s,os bibliográficos,
reprodução,

a tempo

ncn senpre se ccnse,^ue obter um documento,
de

ou sua

evitar que rma empresa perca uma partida

de

sua produção, por se acâar a braços cor» incógnita técnica necessitada'
de decifraçãoo
A seleção de infornnçÕcs e dificiíltada pela enorme massa de do-

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""

]_'4

]_'5

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l'í

�o
Gunentos a exanina»*; period Leos j
cias e de congressos,
propaganda,

boletins

lí.vrcSj

relatorios,

bibliográficos,

r.icrofilnes, raicrofichas,

atas de conferên

catalogos,

folhetos de

etc»

Goa relaçao ao íTiatorial bibliográfico

editado no Brasil,

conheceE. sobejanente as deficiencicSc iíão terios publicações
suíicientes era nunero o ocracas o sao era qiiaxi.üade,, A
total de índices

devidaraente

todos

técnicas

ausência quase

organizados ccvaplica tremendamente

a

questão,
Das nossas bibli(.)tocas especializadas

eubora riesenvolvan esfor

ços dignos de louvores jjara sc sobreporca- as dificuldades que se lhes
apresentar:.,

í\*
poucas tstao es condiçocs dí, inforraar,

Alen dispo,

so ha nuito pouco terapo cs responsáveis pela d ire -

jgaç das nossas indústrias ten reconhecido as ínüraeras vantagens do
, ,,-1
têm-no adotado,

fjocurientos ao alcance dos interessados
junta^.:,.-

Finalnento,

e

con ovtras forraas fotodocunentárias#

o ete»"no probleria de pessoal disponível e devidainen

te preparado para desenponbar as tarefas de docuaentaüsta da indús tria ou xécnico de inx ■r..;:'

seja qual for

se lhe queira dar - constitui,

no Brasil,

barre ir?

o

nome que

proporções qua-

se dcsanimadoras,

3^ Conclusão
Le que raaneira o^'ganizar,

então,

a ÍDÍ"ornaçâo tecnologica e co-

—o das enpresas industriais brasileiras?
Os serviços internes das indústrias,
lientar o da Petr^olec Brasileiro SçA^,
A,
gi'andes tnpresas,

de vastos

entre os quais e justo

so são exeqüíveis,

recursos financeiros,

e obvio,

nas quais o vulto

das pesquisas o das tarefas executadas e a executa" já realizou,
_ rante seus di-r-igentes,

aquele prisieiro trabalho de aceitação,

já os convenceu da utilidade cc torça os seus técnicos,
íat?Kapte possívelj

cm

1

as informaçoes de que necessitara»

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Ciereflclancoto

em

14

pe -

isto e,

o mais ràpi-

A experiência já

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�.4
demonstrou a tais industriais brasileiros a aaplitwde e o valor do era
preendiraento e que a pesquisa da infornaçao

s de importancia capital

para a pesquisa técnica e lhes poupa tenpo,

dinheiro e duplicaçao de

esforços,

provando-lhes, ainda,

que,

despendidas com sua manutenção,

ur.i

não obstante
serviço

as

grandes verbas

privado de docuraentação

lhes é de imediato interesse*
Na Petrobrás,
do,

por exemploj

estes trabalhos jjodüia estar mostran-

além do valor da informação para a inaíjí/ ria,

cia de um centro de informaçoes para

a grande isiportãn -

eiapresa con unidades em va ~

rios locais do País e que este centro deve

reunir

e redistribuir as

informações dos diferentes setores da ccnpauhia,
A julgar pelos relatos que se íeí" otíVicio,
les poucos cei.l-r'^s de iniciativa particular
• «'^l.adí^mente,

é animador o que

já conseguem empreender,

após tão curto tempo de furicioiia^-iontos

enbora ainda se

distanciem muito do que poderão realizar ou do qye e licito que se e^
pere deles. Cada um tem superado,

a setj kocg,

as

Intlnei^as dificulda -

des que constituem os requisitos essenciais para o funcionamento desses pequenos centros de informação,
Seria de desejar que as entidades corripetcntcs

iesenvolvessem cara

panha destinada a estimular a instalação de outros centros de caráter
particular e altamente especializados„
rentes setores técnicos,

para coordenar,

nos seus dife-

a imensa docurrxntaçáo indispensável ao pro -

^esso tecnológico nacional,
entanto,

.-

a solução ideal para

técnicas e^iiidiscutivelmente,

a

c fornecimento de info/siações

criação de organisraos centrais,

a finalidade de^^coímíj^^'' toda a documentação
m..
definidos campos especifixos.

cora

tecnológica do País em
,

As atividades humanas tem se tornado cada vez mais organizadas,
sob a forma de instituições, "^"sociedades, fundações-ou centros de iniciativa privada ou oficial e de caráter regional,
nacional,

nacional ou inter -

o que leva à conclusão de que o progresso do homej:;-eírfâ es^

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I Sc a n
^kSysten

�treitamente associado ao feiioirioiTo
A documentação não foge

a

''í;/!"^açao,
essa regre

. .

rc

já não Q mais saber se c serviço de inforrr. çãu
deve ou não ser centralizado, O importante

i.w'icnte,

a questão

v

tccnica

' eso( Iher

qual o tipo de

centralização mais vantajoso às necessicades presentes e futuras.
êsses órgãos centrais - verdadeirrs c r trr'trial - seriam,
os serviços

ao mesmo tempo,

bibliográficos

mesmo ramo e,

informação indus

coorauíutilizando

particulares cas '^ . 'crsps indústrias

simultaneamente, atendendc-as

do

infor!iiando-as segundo

suas necessidades,
O primeiro problema a transpor,
ção,

para s:.ia i.n-rt?lação e manuten -

seria a questão financeira: como obíor 'ss recursos exigidos? Com

uma cooperação intensa de meios e esforços entre
ís,

&lt;ij''ústrias do Pa-

num real sistema de cooperativa docunentalistica,

tas e,

talvez,

custeando jun -

proporcionalmente aos recursos ce oada una,um trabalho

í ] (:• &amp;sa ,c n verga d ura.
o

.

•

•,

■

todos,

oportuni -

, Iguais e iguais possibilidades de no^ ..
Convenceu-se de que,

'^/»..is.

sozinho, não pode eßpreonoor tudc que lhe parece

haver ainda por realizar e de que a nsta f Inax do entjenho humano nunca será atingida;

concluiu,

assim,

ter d-sp.parc.^ Ido a competição

de

quase todos os setores de sua atividade.
Na Europa se encontram, a citar,

inái^icros í-.xenplos de centros de

informação industrial organizados em oasts ccla^&gt;oracionistas,
® Centre Belgo-Luxembourgeois d' Inf orr,:atic--; de l^Acier'e um órgão cit-. uocumentação especializado numa indàívhr5-a,
belga,

mantido,

exclusivamente,

ccn sede na Capital

por todas oí3 usi.ias

siderúrgicas

da

Bélgica e do Luxemburgo.
Na zona oeste de Londres,

■"

das pequenas indústrias britânicas,

í:. li-ada
opera,

desde 1951^

grande parte
o Co-operative.

Industrial and Commercial Seference and Iní orriatic;?! Service

'

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�rjsil;?, inf rMi'-vCies as 3*^00 fir.nuE ali localizadaci.

D3:.&gt;t ifí, 64

das de

nic'.ior iuKortância têia j..rirtic;ip;:,;,;r,o itiva no si-ít.isto ó, t2,n"to lOrncjcsin
informa-.:occ cono as
Hà

coo_. ;pativi;;taE cjüicílhant íü sm Sheffield, Loeds

'...anchoator g Livor^: ool, tôd-s cit-l:~ .is asconci

It^antc inclur.tri'.is da

ra.
lio Brasil, kc incluiria n'ta si^jtcaa .:ai;U030 li ccntri'jui;:QO ,70v.írnanantal fcu.'jra.l ou oaoa.uual,

a qual i difícil lovar a cabo, ^ntre nóu,

inioia tivas dScne quilato, 2íe iíno porque G::iíit ;n miin^rosaG indústricr&gt; de adiJiiniii'ira;. iO oficial,

^

antro outras,

Fábrica dü Torj.''dos da üarinh.a,a

§á

brica fi'-.snidanta Var^vas« da T-iqu-jtCjas ofioinaa da Casa da i.iooda; nao falando
nas aociodadeo de economia mista, das quais a
nhia Ilacional do Alcalis. Coapanhia Siderúrgica

otrobáa já foi citada; ConiiaNacional, Fábrica Nacional

de Ilotores« Co;,.t anhia Uninaa Nacionais, otc,,
Sn,o inodolos a oxa-iinar as Gbtrvi.iur:is dos !-;jrvi;^,cs da inforaaçao técnica do ICa;c Jlanch Institute für .'Jisanfcrccliun;,-, en Düsnol jorf,
Gi.iolin Institut ow do já joncionado 5»

do

. V/,, fuiibos on ?rankfurt-nj:i-.Iain,to-

dos subvencionados por indúetrias alemasci rxiniàaá e ooi.i auzilio {jovórn-ua.rntal
iío caso da Ic. K, :7#« poróia, a orrjaniisa^^ao nao é dedicada a Uai único ccmpo osi- ocífico indixGtrial, ;jOís se trata de institui^,, r.o oue to;?, vor iin:.lidadG

a

racicnaliaa^ao da ocono ui . ö'iruänica.
Sem dúviua, cada um dos ciiâni los citadoa adapta-ne a, EÍtua;ao
i&gt;articular da cidadc ou da ro^lao a que corriív ond^.;; ijorÓLi ar: obn .-„'va^-oes colhidas nuai ejccuae Minucioso da ori;ani;ia^.'lo do cada un d Sic« oonduaoui a onnoluso&amp;c int0x-3GS?jritc;3, que X od'j:.!, dö. ois de convoni ::ín-'; .irr,õnto

ada^jtadas à citua-

jao atual brasileira, ae a^ilicar a centroc .Le infonua;, ,0 t jonic i eri nocGO País
lia fsedc do pioneiro dStjí-os centros podaria ser, talvaa, a Capital do .J-^ytado ds Sao Paulo, incontoEtav:;lia;nts =ifani':uar'loira

no

desen-

volviueato industrial brasilí.iro 3 cou o 'laal n3nhu...a oul;ra unidade; da. Pi.jde_
ra^íao co;:ix. ete nesse oan^,o,
O Curao do jc'esiiuisai.-: Biblio^iráficas ev;j Tecnologia que, sm 19^1
seráainiütivado, om terceiro -uio ccuc...cutivo, ao Instituto Brasileiro de EiblioA'rafi:i o JocuinantajaOi

está tentando resol-í-^r

o iapaose criado

falta de os^^ecialistas no s^itox- de inforuaj '.o teonolói^ica, atraindo

pela
para

a profissão de documea lalista pesso is n_ua possueu con reciri-utoc t';cnicos ,
Dentre seus diplor-ados poderão sur^^ir os técnicos d£«tüs futuros e, cs. oramos, nao muito lon/rí-n-ios centros do infor-ia^ ao industi-ial»
Nao se desconhecei; as dificuldades que terão de Gn."rentar, os
obstáculos que preoioar^^o vencer os criadores desses C'.&gt;ntr^-r,j .aas cabe

ao

III Conj&lt;a-eeso 3r.;.sileiro de Biblio^^r ifia e DocriRünta^ :o dii^"tI-los o proou
rar resolvê-los.
Cabo-lhü, ainda, aproveit ...r esta o, ortunid :/.yO para t3nt .ar
cncoi*aj.",r as industrias a elaborarom

u::t plaao neese senti :.j

e b. n lo recea-

rem aj.'lic..',r caiit.v.is na sua oxecu-ao, cert.^.s de r';ndi;.ion'i;o iiaediato e de que
tais centros dc infwí.-.ayao industrial ese^ciali^i ..da

planejados ,

inst.\l:í,dos e nultiplic.uoô de acordo co- o nú ■ ,'o dj k :u'; utiliwaacres
Co.'; .!V

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�...asa iniciativa sor' í'ru"b - ãs lynI.o proosaco cducritivo, in is
cumpra nÃo saiioreccr,

sc t&amp;r a aatirjfai..,io do ver, mito "brovs, o„ue

a

induatx'iri nacional GOi-vraeridau a iuiyoruância de tal plano.
Ai:ida hc. outro leas, da 11» K. .7. poda-üs üuacar a síntcsG
dossa visão idoal de um Brafiil tr-cnica e induíitrialiaentc docunsntado "IndL'.í;r.r não é a^renas, indício ds i'jnorânc;i.:i, 5, tam'bäci, intorâsse pelo

3ii::i.icct::iA?iA

ASr.;.'v.'í uj, Vladao - iiystö-.i of scii^ntiric and tsohnical inl'or-v.tion s;.&gt;i-&gt;vic3s.
RGV\.ie dü Ia Docú:.i.r,:-it.i,tion, 27 (21)! Cl-5, ^r.aio 19''&gt;0.
CaTT.U'-.0, Àu-^uíito - L'ini'cr.v.:iti'J)i tsühniquo uxic une j;iv:.-id0"ind-.ir,trij. Rc_
vuo d3 Ia Docu.üsntation, 24 (2); CO-94» r^ii'.io 1957»
O.í .LL, íTorruan P« - La . oliti mo d3 l'Ajonca da P.codutiviten aatiòro d'in
formaticn tuc^ini^iua. ?l;3Vuc da Ia PoGuncntition, 24 (2): S2-7&gt; üiaio 1957«
CUÍTIIA, Maria Laura da - A úcciArré'rí4Áj..'ií.j na in^-iurtri i. IBál) Bôlotini Inxorraativo, 3(5/6); 27'3-o45 Got./doa, 1957»
OriC!A.'!T.-;ATI''I7 for Juro or.n sc:.5:i:; ••ic so-o. ò_-;.Lxon. .jurr&gt;pean . roductivity tií^on
cy - iíjport on tho Sacond nscLinr; ôf Technical in^;.u\aation arricars hold
at tliG ;{arionalisicrun;;Klairat:;riuL'i dor doutschon .Virtüch.ift in ?rnalcfort
from 2nd to 6th liay 1955« -i-^arin, TschnioAl in. orna .ion í oction ox thu 'i.P.'A
infuran,ti.:;n unit, Or,j;!iii:ä:.ation Jor 'lurop jan i^cono. de co-os-or-.tion 119551
P. 13-32.
;LiT :.~j, Pi,D, - CIC ilo, Co-ooeatiVG, indautri il and coma ;..-ciai roi's.ven.'ie and
inforaation uorviCQ. ArJib I'roocudinr;St 9 (3)í 03-4» niar. 1957»
Lv.l.VJLL, R. - Tochnic il inroraation ß.irviccs en Oor-iany, Lu.-csròouri";, Sol^;iun
and Holl.and. Aelib rrocoodin.-^s, 11 (lO); 240-65» Out. 1959*

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1

��T3RCEIR0 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOGWÍENTAÇÃO

Projeto de regras de catalogaçag para os
nomes iDraslleiros e portugueses
pela
àssociaçao^Braslleira
de
Bibliotecários
Comissão Carioca de Catalogação

3. -Pe.
\)- 3

Curitiba
1961

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i

TEMii

I

-

PROCESSOS TFCNICOS

PROJETO DF RF(JL:ÍS DF cr&gt;TÂLOa'jÇÍiO BlRA.OS
NOMFS HU'iSILFIIlOS F POITUGUFSFS
pelo
M
/
Associsçao Brasileira de Bibliotecários
Comissão Corioc? 'Ig Catnlogaçao

SUTCFST
w
A
Projeto de regras de catslcg?çao pprs os ncme s brasileiros c portugueses,
compilado pels Conissõo Coriocs de Cat^logoçgo, da Ass-^císçro Brssileira
de Bibllotccgrios.

jß
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�e,
0,1.

IHTRODUÇSO

Durante a 26s Conferencia da Federação Internacional ds Doauneg

tação, reali?iada no Rio de Janeiro, em julho passado, em reunião com lír, Chaplin ,
representante da Federação Internacional das Associações de Bibliotecários (IFLA) ^
ficou decidida a organização de uma Comissão Brasileira de Catalogação - ainda a sa:
/
/
M
A
«V
constituída - que apresentara a opinião brasileira sobre normss de catologaçaQ espe
A
A
cialmente sobre entrada de nomes brasileiros, na Conferencia da IFLA, a ser realiza
da cm Paria, em outubro de 1961,
0,2,

A
Reconhecendo a dificuldade de reunir^toijas as pessoas interessa

das em catalogsção no Brasil foi sugerida a criação de'^oniissöes regionais de catalogaçao, a fim de ser ouvido o maior numero de opiniões possivel.,
0,3.

Tendo em vista que no Estado da Guanabara esta a HDioria das

instituições representativas da biblioteconomia no pais e que aqui são publicadas
as bibliografias nacionais c algumas especializadas, a Associação Brasileiro de Bi /
MM
bliotecarios apressou-se era constituir uma Comissão Carioca de Cotalogaçco, com a
finalidade de conseguir unidade de pontos de vista no FstedOo
0,4., Convidamos a constituir a citada Comissão a Sra. LID IA SAMBA QülL
^
"
catedratica de catalogaçao nos Cursos do Biblioteca Nacional e presidente do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, responsável por bibliografias especializadas e pelo catalogo coletivo nacional; Sr, ANTONIO CAETANO DIAS, catedratico
de catalogação nos Cursos da Biblioteca Nacional e diretor-substitutc da Biblioteca
Nacional; Sra, FEIANCISCA MáRCONDFS PORTUGAL, diretora da Divisão de Catalogação da
Biblioteca Nacional; Sra.

AíITONIFTTA IVFSQUITA BARROS, diretora da Divisão de

Aquisição da Biblioteca Nacional e responsável pelo Boletim Bibliográfico da mesms
biblioteca; Sr, AURFO OTONI, representando o Instituto Nacional do Livro e a empresa ESTANTF, repensáveis pelas Bibliografia Brasileira e Boletim Bibliográfico Brasi
leiro; Sra, DCíUi LIFCHITF, representando o Setor de Bibliotecas Populares do Fstado
da Guanabara; Sra, IRFNF DF MFNFZFS DCK.IA, da Comissão de Bibliografia do Instituto
Brasileiro de Fducaçao Ciência e Cultura; Sra. M/iRI« AMITLId AR/iUJO, Chefe da Seção
de Catalogaçã'^ da Biblioteca Nacional; Sra. HííYDFA MiRTIKS, chefe do Serviço de Intercâmbio de Catalogação (IBBD) ; Sra. ALICF PRINCIPF BARBOSA, professora de catalogaçao no Curso de Pesquises Bibliográficas do IBBD; Sra. FLâí

HilA, rcpresentan.:!o

o Catalogo Coletivo do IBBD; e a Sra. K^RI« ANTCNIFTTA RFQUiIÍO PI^-TüíDF, representan
do a catedra de catalogação da Fscola de Biblioteconomia e Documentação Santa Ursula e a Associaçao Brasileira de Bibliotecáriosn
Infelizmente nar compareceram as reuniões da Comissão os professores
ANTONIO CAFTÓNO DIAS e H'-RIA ANTONIFTTA MFSQUITA a^RROS,
0,5,

A Comissão Carioca de Catalogaçao reuniu-se nos dias 20 v; 27 de

dezembro de i960, chegando as resoluções seguintes, ora envicdas ao III Gongi-esso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, como contribuição da Associaçao Bi-asi
leira de Bibliotec arios e sua Comissão Carioca de Cat-^logaçâo

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l'i

�1. PROJFTO DF RFGit'iS DF C^i Tá LOG.'» Çi5 O p;iIU OS NOMFS HRASILmOS
F

PORTUGUESES

1.1. Sera ussd? a gr-afio moderna oficial para os autcr?s brasileiros
A
/
e portugueses e, excepcionolncnte, será conservada a grafis original,
para
os nomes notoripmentc de origem estrangeira,

Quando necessário, far-se-a re-

mis siva da grafl? originei, Fx,:
Hclio Viana

[Assinatura: Hélio Vianna |

Aquiles Bevilaqua

lAssinatur"?; Achilles Be vila qua |

Clodomir Viana Moog jAssinatura: Vianna Moogj
Oto Maria Carpeaux, jAssinatura: Otto Maria Carpeauxj
1.2, A catalogaçao sera feita pela ultima palavra do sobrenome seguida, spos a virgula, dos pronomes, acrescentando-se a data de nascimento e mor
4.te,
caso esta haja' ocorrido, resselvadas as exceções contidas nas regras
seguintes, Fx.:
Macedo, Joaquim Manuel de
Rego, Jose Lins do
Andrade, Mario de
1.2.1, As preposiçoes e conjunçoes serão pospostas. Fx,:
Santos, João dos
AIme ida, Julis Lope s de
1.2.2. Os prefixos e atributos invariáveis, que precedem os sobreno n:3 s-r"o ?nt"prgtrs. Fx.:
Sao Tiago, Paulo de
1.3* Quando o autor não usa todos os prenomes ou omite certos sobrenomes, sera dada preferencia a forma adotada pelo autor, O nome completo devera
constar no fim da ficha, apos a pista, e ser objeto

de remissiva. Fx.:

Bila c, Olavo
iNome c-i^pleto: Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac]
Sera adotado o mesmo critério quando, por razao superior a sua vontade , o autor apar'^cer com o nome com.pleto em certas publicações (geralm.entc docu'
mentos oficiais), porem for conhecido por parte do nome. Fx.:
Kubitschek, Juscelino, presidente do Brasil
iNome completo: Juscelino Kubitschek de Oliveira[
1.4-. Quando os autcr^-s habitualmente assinam seus trabalhos somente
m
^
ß
com prenomes compostos, ^ catalogaçar sera feita pelo segundo, . seguido, apos
a virgula, do primejro. Fx,:

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Mariane, Olcggrio
Inome conpleto: Olcg^ric Mariane Carneiro da Cunha]
Herculano, Alexandre
INogig completo: illex'indre Heroulano de Carvalho e rfraujoj
1.5, Os sobrenomes ligados por traço de união serão catalogados pela
prine ira pa rte. Fx.;
Duque-Fstr^da, Rodrigo
1.6, Excepcionalmente permitir-se-a a entrada pelo primeiro sobrenome,
para cs autores literária mente conhecidos pela frrma composta e par"? aqueles
que habitualmente não usam os nomes dc batismo nas suas obras, acr-scentando-se
os prenomes completos, depois de devidamente pesquisados, ITx.í
/
/
Fçs de Queirós, Jose Maria
Guerra Junqueira, íbilio Manuel
Oliveira Lima, Manur 1 de
Machado de üssis, Joaquim. Maria
1.7, .iis palavras "Neto", "Junior", "Filho", "Sobrinho" figurarão, na entrada, em seguida ao ultim.o srbrenom.e e terão valor na ordenação alfabética, Fx,:
Couto Filho, Miguel
Lima Sobrinho, Alexandre Barbosa
Sera feita remissiva da entrang, sem inclusão das palavras em apreço, Fx.:
Lima, Jilexandre Barbosa
ver
Lima Sobrinho, Alexandre Barbosa

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gentilmente por:

�ifc ■ '«kl.

^v-JK" ^

§SáS.^

cm

12

3

��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUiiFENTAÇÃO

Cabeçalhos de assunto
por
Cordelia Robalinho de Oliveira Cavalcanti

o2 •.

C^O

3.
U. H

Curitiba
1961

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

^Scan
^

«C

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19

�1/

f\r
I

TMk I - ÍWCE3303 TÉCNICOS

Cabeçalhos de Assunto
por
Cordélia Robalinho de Oliveira Cavalcanti

ginopse
Orientftção para a esoolha dos cabeçalhos de
assunto» incluindo definição, objetivo, organizaçao
do catálogo dt oa.beçalhos de assunto,

3 para a

determinação 9 forma dos cabeçalhos de assunto.

Associação PaiToambucana de Bibliotecários

Digitalizado
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II

�SUMARIO

Página
0 - INTRODUÇÃO E FONTES

1

1 - DEFINIÇÃO

2

2 - OBJETIVO

2

3 - NOMENCLATURA^

• • •

^

4 - ORa\NIZAÇÃO DO CATALOGO DS
CAB3ÇALH0S DE ASSUNTO

2

5 - T?.\T0RS3 \ CONSIDERAR NA SSLSÇx^O
DOS CABEÇALHOS D3 ASSUNTO •

5

6 - QU\NDO DAR 3ÍTTH'\D\ DE ASSUNTO,
QU\NDO OMITI-IA

;
........

7 - NOmüS PAR.\ \ DETERMINAÇÃO DOS
CABEÇALTOS DE ASSUNTO

,

6

6

8 - NORM;\S PARA A FORM\ DOS CABEÇALHOS '
DE Í^SSUNTO ^

10

9 - BIBLIOGRAPH

13

10 - GLOSSÁRIO

.

17

�- 1 -

CABSÇALH03

DE

ASSUNTO

O - INTRODUÇÃO
O trabalho ora apresentado, nao foi elaborado especialmente para êste
Congresso e sim para a Cadeira de Catalogação e Classificação, do Curso Superior de Biblioteconomia, da Universidade do Recife. As fontes utilizadas
para a sua corapilaçao encontram-se indicadas em 0,1 e mencionamos, de modo
particular, o esplêndido livro de Carmen Rovira Bertrán, Los Epígrafes
en
el Catalogo Diccionario.
Do Plenário do III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação esperamos receber as críticas e sugestões que venham a melhorar o nosso
trabalho.

0,1 - Fontes utilizadas na organizaçao do trabalho.
0,1,1 - BIBLIO, 3D.
236 p,

LjirSte de yedottes matibre.

jparis| Hachette, 1954.

0,1,2 - HAYKIN, David J, Subject headings; a practical guide.
U.S.G-ovt ,Print .Off,, 1951.
140 p,
0,1,3 - MANN, Margaret.
books. 2.ed,

Washington,

Introduction to cataloging and the Classification of
Chicago, American Library Association, 1943,
276 p,

0,1,4 - NSRT DA FONSECA, Edson. Cabeçalhos de assunto.
|Recife| Associação
Pernambucana de Bibliotecários, Curso Rápido'-deMiT^lioteconomia,
1951,
5, f,
mimeogr«
0,1,5 - RECIFE, UNIVERSrj'iDE. CURSOS DE BIBLI0TEC0N0ML\, CURSO SUPERIOR.
beçalhos de assunto Ipor] C. R, Cavalcanti,
Recife, 1952,
4 f,
mimeogre
0,1,6 -

r
15 f,

j2,ed, por| C, R, Cavalcanti,
mimeogr,

Ca-

Recife, 1953,

0,1,7 - ROVIRA B3RTR.tN, Carmen. Los epígrafes en el catálogo diccionario,
La Habana, Cultural, 1952,
224 p,
0,1,8 - VATICANO, BIBLIOTECA V\TICANA. Norme per il catalogo degli stan^sati.
3. ed.
Città dei Vaticano, 1949.
396 p.

A,Pe»B,

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JJJj-LJ

�1 - DEFINIÇÃO
"CJaábeçalho de assunto 5 a palavra ou frase usada nas fichas de catalO'*
gaçãõ para indicar a matéria ou tópico de um livro |ou de qualquer outro mate
rial bibliográficoI. Pode haver tantos cabeçalhos quantos forem necessários
para indicar o ou os objetivo(s) de um livro, evitando-se porém uma multiplicação indiscriminada", (Mann, Margaret. Introduction to the cataloging and
the Classification of books, 2.ed. p.l4l)

2 - OBJETIVO
O cabeçalho de assunto usado nas fichas de catalogação tem por objetivo
reunir no catálogo, dicionário, alfabético de assuntos, ou alfabeto-classificado, todo o material bibliográfico existente na biblioteca sôbre determi- "
nado assunto.

3 - NOMSMCLATURi\
3.1 - PoriTUguêsa
Cabeçalho de assunto
Epígrafe
Rubrica
Rubrica de assunto
3.2 - .Memã
Schlagwort
Sacheintragung
3.3 - Espanhola
Encabezamiento de matéria
Epígrafe
3.4 - Francesa
Mot de classement
Mot souche
Mot vedette
Rubrique
Vedette
Vedette analytique
Vedette de sujet
"edette matière
3.5 - Inpilêsa
Subject heading
3.6 - Italiana
Intestazione per matéria
Intestazione per soggetto

4 - ORGANIZAÇÃO DO CATALOGO DE CABEÇALHOS DE ASSUNTO
4.0 - Embora não oxista,realmente, uma regra fixa para a determinação dos
cabeçalhos de assunto, é conveniente que a seleção dos mesmos se processe
de acôrdo com algumas nomas gerais, usadas por grande número de bibliotecas. "A designação do assunto geral, ou da palavra ou expressão usada como
cabeçalho das fichas do assunto se chama, na terminologia biblioteconômica,
ASSUNTO e, à prfipria ficha, dá-se a designação de FICHA DE ASSUNTO. O conjunto das fichas de assunto com as referências e remissivas correspondentes,
A .Pe «B.
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�é chamado de C\TALOGO DS ASSUNTO". (Vat.37l)
4,1 - "O assunto deve ser aquele que indique o conteúdo específico do livro,
mas a palavra de ordem escolhida não se baseia no título, adotando-se a locução que melhor corresponda ao assunto, de acôrdo com a linguagem atual,
sem levar em consideração as palavras do título e redigindo-a precisa e concisamente como o exige o catálogo de assunto. Atenção especial deve ser dada aos títulos imaginários ou fantásticos, vagos e imprecisos, prolixos e
arcáicos. ^ exatidão das indicações do título deve ser confirmada através
do índice, do prefácio e, se necessário, do texto," (Vat.377)
Cajrpeaux, Otto Maria. A cinza do purgatório
ASSUNTO; uIT3Il'\TURA MODERNA - DISCURSOS, 3NS.\I0S E
G0N?SR3NCLAS
Ponvielle, Wilfrid de, Lea merveilles du monde invisible,
ASSUNTO; MICR03CÖPI03 .3 MICROSCOPIA
Preyre, Gilberto. Guerra, gaz e ciência.
ASSUNTO; 1, COOPJRAÇAO BtTJlRNACIONÀL.
SOCL'ilS

2. CIÊNCIAS

4.2 - Uso das listas de cabeçalhos de assuntos A fonte consultada pelos bibliotecários para indicaçao de um cabeçalho de assunto, deve ser uma lista
conhecida e bem aceita. Assim procedendo, o bibliotecário estará certo de
que o têrmo empregado foi bem estudado, antes de ser aplicado. As listas mais
consultadas são;
a) Biblio, ed. Liste de vedettes matifere,
1954,
236 p,

jParis| Hachette,

b) Estados Unidos, Library of Congress» Sub.ject Cataloging
Division» Subject headings used in the dictionary catalogs of the Library of Congress, 6. ed,, edited by Marguerite V, Quattlebaum.
Washington, 1957,
1357 p,
c) Ferraz, Wanda, Relação de assuntos para cabeçalhos de fichas, 2, ed, rev, e aum,
são Paulo, Saraiva, 1949,
270 p,
d) Sears, Minnie E, List of subject headings. 6. ed. by Bertha
Margaret Frick,
New York, V/ilson, 1950,
558 p.
e)

Lista de encabezamientos de matéria para bibliotecas
menores ... Trad. y adaptación de Ia 5. ed. por Maria
Luisa Gâlvez de Niklison e Isabel Betbedor Avellaneda,
bajo Ia direcciôn de Carlos Victor Penna.
Buenos Aires, Acme Agency, 1949.
406 p,

4.3 - Correlaçao entre a classificaçao _e _o cabeçalho de assunto.
4.3.0 - A classificaçao e o cabeçalho de assunto estão intimamente relacionados, pDrque encaram o livro sob o aspecto da matéria nele contida, Uma
obra classificada em 025,3, p.ex,, terá como cabeçalho de assunto geral, o
têrmo CaT;íLOGi\ÇÃO .
4.3.1 - O catálogo dicionário, através dos cabeçalhos de assunto, permite
o conhecimento sistemático de ura assunto gorai, por meio das referências,
A indicaçao ver também, no catálogo, corresponde um pouco ^s subdivisões
do esquema de classificação, partindo do geral para o específico, p,ex,;
FILOSOFIA
ver também
AIMA; CAUSALIDÃDE; C0NH3CBIENT0, TEORIA DO; DEUS;
ESTETICA; EXISTENC:\LI3!M0; MORAL» PSICOLOGIA; REALISMO;
VIDA
Do têrmo FILOSOFIA, que é mais geral, o leitor é remetido a têrmos específicos nele contidos,
A,Pe.3.

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l'í

�- 4 4.4 - Fontes para íiovos cabegalhos. t
4.4.0 - Quando imprescindível o estabelôcimento de um novo cabaçalho, devem
ser consultadas as obras de referência, a literatura atual sibre o assunto,
assim como os técnicos e especialistas. O técnico e o especialista, neste
caso, sao aquelas pessoas que mais entendem da matéria e não, como acusam
alguns críticos apressados, os técnicos em biblioteconomia. \ biblioteca
pode e deve recorrer aos técnicos Tiara atribuir cabeçalhos a assuntos novos,
contanto que considere os pontos seguintes:
a) Os cabeçalhos de assunto sao determinados independentemente
da terminplogia do livro a catalogar, baseando-se no uso corrente do têrmo, no Brasil, entre as autoridades naquele campo especifico;
b) A preferência pessoal do especialista e sua concepção da conveniência do termo, devem se"" conformar, tanto quanto possível, ao tipo da bibli.-)teca e íl classe de leitor que a freqüenta;
c) Os cabeçalhos de assunto devera representar o conteúdo do livro, ou material bibliográfico cm geral, por intermédio da
terminologia mais especifica permitida pela língua;
d) A forma dos cabeçalhos de assunto, quando compostos, deve ser
dada considerando-se as entradas semelhantes porventura jâ
existentes no catálogo;
e) Serão feitas remissivas dos têrmos sinônimos de uso corrente,
para o cabeçalho de assunto escolhido;
f) ?£ir-se-ão também ficha.s de referência dos assuntos correlatos
já usados na biblioteca, para o novo cabeçalho e vice-versa.
4.5 - Consulta ao catálogo topo;^ráfioo; Numa biblioteca cujos catálogos
estejam em dia, a observação do catálogo topográfico permite relacionar o
livro sendo catalogado, com outros já catalogados, fazendo-se a comparação
entre o cabeçalho de assunto já existente e aquele que será atribuido ao
livro, ou material bibliográfico em geral,
4.6 - Referências, remissivas _e notas explicativas,
4.6.0 - As fichas remissivas, de referência e explicativas, são auxiliares
valiosos para os leitores, porque reúnem informações úteis e indicam as relações entre os assuntos.
4.6.1 - Remissivas (Reconhecidas pela indicação ver, ou vide, ou veja)
a) Selecionado um cabeçalho de assunto, de ao5&gt;rdo ocm os princípios estabelecidos pela biblioteca e levando-se em consideração o fato de ser um termo usado geralmente pelos autores
quando tratam daqueletépico, assim como a expressão mais
conhecida pelos leitores interessados na matéria, êste cabeçalho será sempre utilizado para material bibliográfico relativo ao mesmo assunto, ficando assim reunidos no catálogo-dicionário, ou alfabético de assunto, ou alfabeto-classifiçado.
b) Uma vez que existem palavras diversas para indicar o mesmo
assunto, ou têianos usados como significando aquele tópico, em
artigos, ensaios etc. e, portanto, conhecidos dos leitores, é
natural que, para tais tôrmos, sejam preparadas remissivas, i.
e., fichas que remetam o leitor do vocábulo sob o qual procurou o assunto, para o vocábulo usado na biblioteca,
c) Far-se-ão também remissivas para os têrmos sinônimos visto
que o assunto pode não aparecer sob o têrmo ocorrido ao leitor e sim sob o sinônimo selecionado pela biblioteca, p.ex,:
PRÉDIOS
ver
edifícios
Â ^Pe^

cm

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I Sc a n
st ei
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�4,6,2 - Referências (reconhecidas pela indicaçao ver também, ou vide também
ou ve.ja também)
a) O catálogo alfabético de assuntos, quer incluido no catálogo
dicionário, quer isolado, ignora a iSgica na ordenaçao de seus
componentes, substituindo-a "pelas referências, que agrupam os
assuntos relacionados entre si;
b) A referência é feita, em ^eral, de um determinado assunto
1? - para assuntos mais específicos (ver exemplo anterior
em *1,3.1)
22 - para coordenar assuntos inter-relacionados
?3IC0L0(JL\
ver também
.?3IC\NALI3£]
P3ICANALI3S
ver também
PSIDOLO'^xI^
4-,6,3 - Referências eierais; são aquelas que remetem o leitor
classes determinadas e nao a um cabeçalho especifico. Usadas freqüentemente para os
termos que indicam membros individuais de uma classe ou categoria, remetendo
o leitor, não para o indivíduo, mas para a classe, apresentando exemplos.
PLOxQS
ver tajnbém DáC0R;iÇ\0 ]?LOR;\Lj ?LD3ICULTUR/i e nomes
de flores, p.ex,: GIÍAV03; R03A3j jITC.
A referência geral, raramente, talvez nunca, aparece isolada. Sempre acompanha as referências especificas e sempre vem dppois das mesmas.
4,6,4 - Notas explicativas; Informações que indicam o campo abrangido por
determinado cabeçalho de assunto, p.ex.:
CIVILIZi\ÇÃO

i
usar para trabalhos s&amp;bre oivilizaçao em geral. Material bibliográfico sòbre a civilização de um pais,
entra sob o ncme do pais, seguido da subdivisão CIVILIZAÇÃO. P.ex,; BRASIL - Cr/ILmçÃO

5 - PAI0RE3 A C0N3ID3RAR NA 31:L3Ç\0 DO CABEÇALHO D3 ASSUNTO.
5^1 - k biblioteca; tamanho £ tipo.
5.1.1 - As pequenas bibliotecas, as bibliotecas populares, as bibliotecas
escolares e infantis, não exigem cabeçalhos tão específicos quanto as médias,
grandes e especializadas,
5.1.2 - As bibliotecas especializadas exigem cabeçalhos técnicos.
5.2 - O leitor.
5,2,0 - Os cabeçalhos de assunto devem ser dados de acSrdo com o tipo de leitor que freqüenta a biblijteca, freqüência esta que decorre, é claro, do tipo
de biblioteca. As preferências pessoais do catalogador sao secundárias. A
regjra básica para o bibliotecário será, portanto, a de procurar o cabeçalho
provável sob o qual o leitor irá consultar o catálogo para encontrar ura determinado assunto,
5.3 - O catalo;^ador.
5«3,0 •• O bibliotecário encarregado da catalogação deve possuir conhecimentos
profundos de biblioteconomia e uma razoável cultura geral, assim como deve dominar perfeitamente o idioma pátrio e conhecer a terminologia cientifica em
geral. 3 conveniente que, a par da cultura geral, domine,também, três ou mais
idiomas-,estranaieiros, assim como um, ou vários dos assuntos que compoem o
acervo da biblioteca,
A »PeB,
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\Scan

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l'í

�- 6 5»3«1 - O principal dafeito apontado nos cabeçalhos de assunto 6 o uso inadequado dos tomos que indicam determinadas matérias, quando escolhidos de
acôrdo com a experiência pessoal -e conseqüentemente limitada- do catalogador. Naturalmente, os termos variam com o tipo de leitores, sua idade e
conhecimentos específicos, ocupaçao, local onde residem e trabalham, em resumo, com o meio ambiente dos leitores. Tü mesmo assim, embora consicja o catalogador determinar claramente o termo ideal, de acírdo com o uso do catálogo pelos leitores, ainda terá que levar era consideração os problemas lincjuísticos em suas relações com a idade, educação e especializaçao dos leitores. 3e os vocábulos científicos são claros e precisos em seus significados,
o mesmo nao se dá cora os têrraos usuais, preferidos aos científicos nas bibliotecas populares. Divergências ocorrem quando palavras idônticas são empregadas cora significados diversos, por classes distintas de leitores. Ante a
palavra "POÇO, por exemplo, reagirão diversamente um médico e um físico.

6 - QUANDO DAR jNTRADi\3 03 ASSUNTO, QUANDO OMITI-LAS.

(Vat.373)

6.1 - 3ao dadas entradas de assunto;
a) "Para obras biblibgríificamente independentes, com assunto
definido e definlvel";
b) "Para monografias, dissertações e investigações particulares,
publicadas em coleçoes ou misceláneas, se o valor intrínseco
do trabalho o justifica";
6»2 - 3ao omitidas as entradas de assunto;
a) "^m se tratando de obras literárias que, tendo valor artístico,
nao se prestam poróm, por seu caráter, a uma determinação de
assunto";
b) "Sm se tratando de iDublicaçoes que careçam de valor real, ou
que tenham se originado de circunstâncias de momento, sendo
portanto de interesse passageiro ou de pouco relêvo";
c) "3ra se tratando da colaboração particular (artigos, ensaios
dissertações) em periódicos, trabalhos acadêmicos etc., a nao
ser que se publiquem sob a forma de separatas, ou nos casos
especiais em que sao feitas fichas analíticas".

7 - mvms PARi\ A DSTWilNAÇÃO D03 C■\3i:ÇALH03 D3 ASSUNTO.
7.1 - Usar o termo mais especifico, fugindo às palavras vagas o indicando
clara e concisamente o assunto do livro, (^^ovira Bertrán,l; Vat.374, 377)
A
7.2 - Os cabeçalhos de assunto devem ser dados em português, de ac&amp;rdo com
o uso da língua o a terminolo.^ia própria das diversas ciências e disciplinas.
36 adotar palavras ou expressões estrangeiras quando não houver equivalentes
em português, como no caso de 1IX-LIBRI3; HAB5A3-C0RPUS; 3TC. (Rovira Bertrán,
3; Vat.378a)
7.3 - Os cabeçalhos de assunto devem ser indicados por expressões atuais,
evitando-se as locuções arcáicas e grafias diferentes usadas pelos autores
conforme as épocas em que viveram (Rovira Bertrán,4; Vat.378b). Exceção é
feita para a denominaçao arcáica de uma ciência "representando uma fase determinada de seu desenvolvimento, com limites diferentes dos compreendidos
pelo vocábulo atual". Nestes casos usar ambos os termos, i.e., um ou outro,
de aoôrdo com a obra sendo catalogada, p.ex.: ;iLQUBIIA, para a ciência
química medieval ou obras s5bre a mesma e QUDíICA para a ciência atual.
(Rovira Bertrán,4; Vat,378c)
7.4 - Aplicar, nas bibliotecas gerais, os termos de uso corrente de preferência aos termos muito técnicos. Nas bibliotecas especializadas, porém, o processo deverá ser o inverso. (Rovira Bertrán,5; Vat.378d, 379b)
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�7»5 - Sntre dois têrmos sinSniraos, preferir o do uso mais corrente na região e mais de aoôrdo com o tipo de leitor da biblioteca, (üovira Dertrán 6;
Vat.379a)
7.6 - Nos casos de vocábulos homônimos, explicar-se-á, entre parêntesis, o
assunto do livro. P.ex.; GS/iÇA (DIRSÍTO); G-ÍL.\ÇA (BSTSTICA); GRAÇA (TSOLOGIí\)
INDUÇÃO (3L3TRICIDADE); INDUÇÃO (?IL030PI.\)j RiüALXaMO (AHTE); REALISMO (LIT3:íV]:UR.\). (Rovira 3ertrán,7j Vat.380)
7.7 - Quajido se adotam eijqjrossoes de sentido bem semelhante^j^ mas nao idêntico, ê necessário explicar o gênero das obras h.s quais serão aplicados os
cabeçalhos. P.ex.:
ARTS - BRASIL
usado para obras sôbre a arte em geral, brasileira
ou estrangeira, no Brasil.
ARTH BR\3ILEIRA
usado para obras relativas à arte brasileira em geral e à sua influência ou presença no estrangeiro,
7.8 - Agrupar assuntos que são geralmente estudados em conjunto, quer se
trate de assuntos correlatos;
ENCICL0P2DIA3 S DIGI0N\RI03
S.\Bi]R jS ERUDIÇÃO
TilABALHO E TRA3\Lfi'ÜD0RE3
quer se trate de aspectos opostos de um mesmo assunto:
EMIGR.\ÇÃO E IMIGRAÇÃO
TOXINAS E ANTIT0XINA3
quer se trate de assuntos distintos tratados em relação a um outro
CRI3TLvNI3!/I0 E GUEu."tii
IGREJA E S3T.\D0
RELIGLÃO E CIENGLl
(Rovira Bcrtrán,9; Vat,379d,385,386,389)
7.9 - "Cada um dos diversos assuntos de lim livro deve ser registrado em separado. Se no mesmo livro são tratados dois ou mais temas definidos e diferentes, cada qual exige uma entrada de assunto." (Vat,374'b)
7.10 - As obras que não possuem assunto definido,não são atribuidos cabeçalhos de assunto. (Rovira 3ertrán,10; Vat.445)
7.11 - Xs obras que não possuem assunto especifico,mas se caracterizam pela
forma extrlnseca ou literária, são atribuidos cabeçalhos de forma (Rovira
Bertrán,ll; Vat,373,445,446,448a)
ABIINAQUES
;"ÜTOARI0S
CATEGIS^IOS
PERIÖDIC03
7.12 - As obras literárias s6 serão atribuidos cabeçalhos de forma nos seguintes casos:
a) para coleções de obras de um determinado gênero literário
b) para novelas e contos de tipos determinados, caso necessário
à Biblioteca
(Rovira Bertrán,12; Vat.373)
7.13 - "Têm por assunto o nome do país, estado, cidade etc., as obras sôbre
história geral, eclesiástica, religiosa, política, militar e naval, condições civis e sociais, civilização e vida intelectual, população, vida nacional, costumes (morais e religiosos),relações gerais, políticas e religiosas
com outros países, assim como as obras de caráter descritivo e as que encarajn o país, estado, cidade etc., sob o ponto de vista geográfico e topográfico,administrativo,econômico etc. (Rovira 3ertrán,13; Vat.417,418„419)
7.14 - Aos assuntos específicos serão atribuídas subdivisões geográficas
quando necessárias. Tebricamente todos os assuntos podem ser subdivididos
geograficamente,mas na prática, os assuntos relativos às ciências puras e
filosóficas em geral,nao exigem indicaçao de local. Já os assuntos tais
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�- 8 como axtes, tficnicas, ciências aplicJadas, ciências naturais, assuntos econômicos, jurídicos e culturais, admitem a subdivisão geográfica. (Hovira Dertrán,14; Vat,420)
AGaiCULTUIÍ:\ - Dil\3IL
AGIÍICUnCUHA - "PRANÇá
A11QUIT3TUIL\ - 3xiA3IL
CAUSALIDADE
33T3TICA
GEOLOGn - 3R:\3IL
MORAL
QUÍMICA
TULWISÃO - BR43IL'
7.15 - \s subdivisões geográficas podem ser diretas ou indiretas. A subdivisão indireta é usada, em geral, p-ara assuntos que interessam, antes de
tudo à vida cultural,econÄmica ou política de todo um país ou região,enqueinto
que a direta indica ser o assunto mais local do que nacional. A experiência,
o uso corrente,a natureza da biblioteca e o seu acervo, influem na escolha
do tipo de subdivisão a ser adotado. Numa biblioteca p.ex. onde a coleção
de livros sôbre arquitetura &amp; bastante extensa, ê preferível adotar a subdivisão direta;
AIIQUITETÜII:\ - PL0?t3NÇA
ARQUITÍTUR-^l - OURO PllíCO
ARQUITETURA - RÜCIPS
ARQUITSTUlíA - ROMA
ARQUITETURA - VÍIÍ3ZA
enquanto que numa biblioteca cuja coleção s5bre arquitetura 6 reduzida, a
preferência ê dada h. subdivisão indireta:
ARQUITETURA - 1X.U3IL - OURO PRETO
ARQUITETUiíii - 3Ra3IL - RXIFS
ARQUITETURA - ITALIA - FLORENÇA
ARQUirSTURi\ - ITALIi\ - ROMT^
ARQUITETURi\ - ITALL\ - VENEZA
Na subdivisão direta o nome do estado ou cidade aparece logo depois do assunto, enquanto que na indireta aparece, em primeiro lugar, o nome do pais
ou estadt^*
7.16 - .i subdivisão geográfica nem sempre é feita pela indicação do país,
estado, cidade etc. As vezes ê indicada "por meio do adjetivo étnico" acrescentado ao assunto específico. Aplica-se esta norma, em geral, Ks "manifestações do espírito e da inteligência nacionais, às artes ou ciências nacionais e seus produtos, às formas literárias, às biografias coletivas de artistas, homens de ciência etc, (Rovira Bertrán,15; Vat.424)
ARQUITETOS DR.\3IL3IR03
E3CULT0RE3 ITALI\N03
?IL030T?IA CHINESA
7.17 - "As obras sôbre povos nômades, tribos, raças e grupos^de povos que
não vivem, ou não tenham vivido em estados organizados, ou nao tenham restringido sua história à terras de limites fixos, têm como assunto principal
o nome comum dêstes povos, ou a sua denominaçao étnica, no plural", (Rovira
3ertrán,16; Vat,423)
CELT:\3
STRU3C03
PENICI03
VI3IGOD03
ZING;\R03
7.18 - "As obras sôbre grupos de indivíduos de uma naçao, que vivem fora do
seu país, ou estado, ou aquelas que tratam da vida e história de núcleos
estrangeiros num país, sao indicadas pelos nomes étnicos, no plural,seguidos
do nome do país, estado ou cidade em que vivem", (Rovira 3ertrán,17;Vat.424b)
ALEMÃES NO 3iiIiSIL
ITALL\NOS NO 3-U3IL
JAÍQNESES NO aiiSIL
A «Pe «B •

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7.19 - As biografias coletivas gerais que se limitam a indivíduos de uma
determinada unidadeI30osráfica, quer se trate de país, estado, cidade etc«,
trazem como cabeçalho de assunto a indicação do local, seguida da subdivisão BIOQ-iiii'Ii'vS. (Rovira i3ertrán,17j Vati406b)
DxL^aiL - 3I0GiiÁPnS
FxIvNÇA -i 3lOGx^vFL\3
7.20 - As coleções biográficas gerais sao indicadas sob o têrmo DIOGÜ^IPLVS
seguido do qualificativo da espécie. (Vat.4:06a)
3I0G-il\Pn3 CIÍI3TÃ3
3I0G-Ilí\PIA3 MILITAUas
3}21 - ";\s biografias coletivas de pessoas que exercem uma profissão, arte,
ofício, ciência etc., sao registradas sob o nome comum da atividade, no
plural, seguido do adjetivo étnico, se necessário". (Rovira Bertrán,18;
Vat.406o))
7.22 - "líegistram-se pelo nome pessoal", conforme a entrada na catalogaçao,
as biografias e as obras que tratem de assuntos relativos a uma determintida
pessoa, (Rovira Bertrán,19; Vat,393)
PR3r?J3, GILBERTO, 1900PRSURE, GILBERTO, 1900 intsrp.:o:t.\ção

- BIOGR\PL\
. CAS:\ GRiNDS &amp; 3ENZAIA - CRITICA 3

7.23 - Nas auto-biografias, o autor e o assunto se confundem, não sendo por• tanto necessária a ficha de assunto. (Vat.403)
7.24 - "As obras relativas à história e atividades das sociedades individualmente consideradas (institutos,sociedades,repartições etc.) registram-se
pelos seus títulos prfiprios, na forma determinada pelas regras de catalogação", (Rovira 3ertrán,20; Vat.308)
7.25 - "Os períodos históricos que compreendem acontecimentos particulares
bem definidos, ou movimentos espirituais, culturais e políticos determinados,
são freqüentemente registrados pelos seus nomes tradicionais. (Vat.426a)
cruzadas
RHN.i3CiriaTT0
REPOiíMA
7.26 - As grandes épocas históricas, como a ANTIGÜIDADE, IDADE MSDIA, IDi\DE
MODERNA etc,, são indicadas diretamente, quando tratadas era conjunto. Caso
contrário, aparecem como subdivisões cronológicas. (Vat,426b)
7.27 - ";\s grandes épocas geológicas são indicadas pelos seus nomes tradicionais, na língua portuguêsa". (Vat.426d)
7.28 - Subdivisões históricas:
19 - A localização cronolégica é indicada por meio de datas
determinadas, p.ex,: GUERRA MUNDIAL, 1939-1945
ou por meio de períodos históricos, p.ex.;
LITERATURA 7R'\NCE3'\ - IDADE M3DLA
22 - \ história de um país, estado, cidade etc, e os grandes
feitos históricos nacionais, são agrupados pelos nomes
dos países, estados, cidades etc,
BR\3IL - HISTORL\ - GUS"RRi\ DO P;\RAGUAI
BR \ SIL - INDEi^^ENDlINCn
PERNAMBUCO - HISTORIA - RE3TAURi\ÇÃ0
7.29 - Divisões literárias; "As literaturas nacionais, em geral e as formas
literárias, sao especificadas por meio do adjetivo étnico, seguido de subdivisões quando necessário", (Vat.436,437)
BAL\DÁ3 íü CANTOS 3R.\3ILi:iíí03
DR-UíA ALEMÃO
POESIA BR:\3IL3m - SEC. XVIII
POESn BiüSILEIR/i - 3EC. ZIX
A.Pe,B,

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:

�- 10 8 - N0HMA3 PARA A FOi^lh OOS GAJjSÇÁUIOó Dß iülJNTO
8.0 - Determinado o jassunto de uma publicação, ê necessário indicá-lo no
catálogo por meio do uma palavra, ou locução, de acôrdo com os princípios
gramaticais que regem a língua portuguesa e obedecendo a certas normas que
visam a uniformidade de entradas no catálogo.
8.1 - O substantivo ê a base do caboçalho de assvtnto, usando-se ora s6,ora
acompanhado por outro substantivo, ora modificado por ura adjetivo, ora ligado a outro substantivo poir uma preposição ou conjunção.
8.2 - Os cabeçalhos de assunto, de acordo cora a forma sob a qual se apresentam podem ser enquadrados era algum dos casos relacionados a seguir.
8.2.1 -&gt; Substantivo singular, ou plural
AÇUDIÜS
AMOR
CRIANÇAS
8.2.2 - Substantivo modificado por adjetivo
!?auní\ mmjm
PLORãlS ARTIí-IGIAIS"
8.2.3 - Dois substantivos, singular ou plural, unidos pela conjunção _e
IGR3JA E ESTADO
IGRsUAS 3 GATEDR.\I3
8.2.4 - Dois substantivos ligados por uma preposição, com ou sem artigo
GRL\NÇA3 NA ART3
SSTATICA DAS CONSTRUÇÕES
8«2«5 - Locuções ou frases feitas e convencionais, i.e., expressões que nao
podem ser dissociadas, ou frases com uma significação precisa
?::?0T3GI0NI3a0-.B LIVRE GÄM3I0
VIAGdM AO xíjíDOR DO MUNDO
8«2«6 - Prase usada numa forma invertida, quando o último tôrmo é mais espeolfioo, ou significativo, do que o primeiro
METAIS, ARTIGOS DE
VOLTA, PIIH;\ DE
8»3 - Tôdas as formas de cabeçalhos de assunto, em geral, podem ser subdivididas, aparecendo a subdivisão de assunto antecedida por um hifen. (Rovira
3ertrân,23)
3I3LI0GR\PIi\ - TEORL*^, METODOS ETC.
LIT3;i\TURA - HISTORIA E CRITIGA
8*3»1 - As subdivisões de assunto são enquadradas nos seguintes casos:
a) Subdivisões de forma, gerais, aplicáveis a todos os a3-__^
suntos. (Rovira 3ertrán,24r; Vat.446). As mais comuns são;
ANU;\RIOS; 3IBLI0GRi\PIA; COLEÇÕES; CONGRESSOS; DISCURSOS,
ENSAIOS, CONPERMGIAS; PSRIODICOS; 30CIED;\DE3 etc.
PIL030PL\ - CONGRESSOS
QUÍMICA - PERIODICOS
b) Subdivisões de forma, especiais, aplicáveis a classes determinadas (Rovira 3ertrán,24). As mais comuns são; CORRESPONDÊNCIA, M^íMOriliS ETC. (sob nomes de profissões, auto-biografias que incluajn correspondência etc.); VIDA SOCIAL E COSTUMES (sob nomes de países, estados, cidades etc.) e as subdivisões de forma literárias e lingüísticas,
BIBLIOTECÁRIOS - G0RRE3P0ND3NCIi\, MEflORMS ETC.
LINGUA INGL33A - GlíAMTICA ou INGLSs - GR/VMATICA

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^kSysten

�- 11 c) Subdivisões aplicáves apenas a determinados assuntos,
(üovira Bertrân,24). As mais comuns são CIÍUCIPIXÃO;
iiM.iNCIR\ÇÃO; PÜIÍSÜGUIÇÕSS
Í!]3Gxl\V.iTü?d - iMANCIPAÇÃO
JJSUS CIIISTO - GRUCIi?IXÃO
JUD3U3 - PS.íâaGüiçõas
8,4 - 3in;3:ular _e plural

(ivovira 3ertr5n,26,27j Vat,382)

8.4.1 - Usar no sinr'.ular
a) nomes de coisas ou acontecimentos únicos e particulares
P13L0K)Ni:30, GUj:RIl.\ DO
b) idóias abstratas, exprimindo qualidades ou conceitos
vMOIÍ
BOND\DE
c) nomes de ciências, artes, teorias filosóficas etc.
^3CULTU?u\
M\T^Í\TICA
POSITIVISMO
d) produtos quimicos, agrícolas etc. que não se contam por
\midades, ou que podem ser divididos conservando sempre sua
natureza
;\:aoz
P0TA33A
ShL
T?.IG0
e) as dcsi^paações das partas do corpo humano, das moléstias etc.
COií/iÇÃO
3Aru\]\o?o
usar poróm no plural os cabeçalhos; i?UIMÕ-33; RIN3
8.4.2 - Usar no plural;
a) vocábulos referentes a -[grupos do sêroa vivos,objetos
reais, entidades etc., quando tratados coletivamente,
assim como, nas ciências naturais, os termos que desitmajn as classes, ordens e famílias
CÃ33
PLO-"lES
IN3ST03
Lm03
b) vocábulos referentes a ofícios e profissões
3I3LI0T30\IÍI03
"3NG:2NH3Ix-Í03
M^IC03
c) cabeçalhos de assuntos étnicos ou referentes à.s diversas
reli.f^iões
\ZTlC/\3
C\T0LIC03
C];iir\3
INC3\3
d) as desi.-rnações das formas extrínsecas ou literárias, i.e.,
as subdivisões de forma literárias
\NU\n03
iííCICL0?5DI\3 3 DICI0NA.1I03
.^3IiI0DIC03

A .Pe *3 •
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�- 12 8.4,3 - Cabõçalhos hl que podem ser usados ora no singular, ora no plural,
conforme a acepçao sob a qual estão sendo usados, P.ex.; IG-.íSJA (para o
"conjunto dos fiéis, lidados pela mesma fê e sujeitos aos mesmos chefes
espirituais") e IG-2Í3JA3 (para os templos, i.e., para os edifícios).
8.5 - Cabeçalhos invertidos;
8.5.1 - Usam-se, em português, os cabcçalhos invertidos, nos seguintes casos
a) quando a primeira palavra representa um conceito vago e
indeterminado e a seg\mda um assunto definido (Rovira
3crtrán,28a; Vat«384b)
CONHíSCEÍclNTO, T SOUZA DO
PROBíUILIDADiSa, CALCULO DA3
b) quando um nome próprio faz: parte do cabeçalho de assunto,
quer indicando uma teoria, um fenômeno, um monumento arqueológico, um instriimento, uma batalha, um tratado de paz,
uma guerra etc., deve aparecer, em primeiro lugar, separado
do têrmo genérico por uma vírgula. (llovira 3eri:rán,28b,28c,
28ch; Vat.387b,387d,429)
C3M ANOS,
D03, 1339-1453
lOSSTT.^, rEDli\ DE
c) para acidentes geográficos, nos quais a primeira palavra
indica apenas a espécie do acidente, sem fazer parte ingrante do nome. (llovira 3ertrân,28d; Vat«9l)
?T3;.-IM.\ND0 D3 NOUONHA, ILH:\ DE
MÜXICO, GOLTO DO
íxcetuam-se, porém, os casos de apelativos que fazem parte
integrante do nome. (líovira 3ertrdn,28d; Vat.91 b)
iUO D3 J.WEIRO
RIO G?^\NDS DO SUL
SSICIA NJGIiA
8.5.2 - A prépria estrutura da língua portuguesa não admite a inversão nos
casos de cabeçalhos de assunto compostos por substantivo seguido de adjetivo. As inversões permitidas são apenas aquelas especificadas era 8.5.1
(Rovira 3ertrán, 29)
8.6 - LücuQoes compostas
8.6.1 - As e:ç)ressoes compostas que indicam conceitos determinados conservam
sua forma. (Vat.383a)
3I3LiaXÄ3AS UNIVEüSITAiíLiS
DIR3IT0 CIVIL
FAUNA DE AGU/i DOCE
3I3TSKU líETRICO
8.6.2 - Nos cabeçalhos de assunto compostos, "quando o substantivo por si s6
nao tem sentido definido e determinado, mas representa um conceito muito amplo e genérico, ao passo que o adjetivo designa o prógrio e verdadeiro assun
to, devo ser preferida, quando possível, a sintetização da locução composta,
era um s5 vocábulo, i.e., o adjetivo é substantivado e o substantivo passa a
ser uma subdivisão de assimto". (Rovira 3ertrán,30; Vat.383c)
E3G0L\3 - EDIFÍCIOS
NâVIOS - CCN3TRUÇÕE3

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EDIFÍCIOS E3C0L:\RE3

e não

CONSTRUÇÕES NÁVM3

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lí

�- 13 9 - BIBLIOGRAPn
9.1 - Obras gerais, monografias e capítulos sôbre cabeçalhos de assunto.
9,1,1 - AGUAYO, Jorge.
Catalogo clasificado y catálogo diccionario, se• •*
guido de La creaciôn de una oscuela de bibliotecários en Cuba,
La Habana, Montero, 1945.
35 p.
9»1.2 .
31 catálogo de una biblioteca moderna.
La Habana, Cultural, 1939.
19 p.
9.1.3 .
Manual practico de cl?.sificaciôn y catalogaciôn de bibliotecas.
Habana, Montero, 1943.
142 p.
9.1.4 - AKER3, Susan &amp;.
Choice of subject headings.
In:
.
Simple
library catalop:ing. 4. ed.
Chicago, American Library Association, 1954.
p. 24-41
9.1.5 - ALBaNI, Juan et alii.
I?ichas secundarias de matéria.
In:
Manual de bibliotecolo.qia para bibliotecas populares,
Buenos
Aires, Kapelusz j 19511
p. 125
9.1.6 .
Lista de encabezamientos de niateria.
In:
.
Manual de
bibliotecologia para bibliotecas populares.
Buenos Aires,
Kapelusz jÍ95l|
p. 125-128
9.1.7 - ASSOCLiTION DjSS BIBLICTíiaCAIilSS PRòNÇAIS, Paris.
Catalogues du
type index et analytique.
In:
.
Rbglos piénérales pour
la rédactior. dos catalogues cn vue de leur unification,
Paris,
Champion, 1929.
p. 13-24
9.1.8 - BÃCH, Charles H.
Les catalogues alphabétiques de sujets. Les vedettes de sujet.
In:
.
Petit guide du bibliothécaire. (»)
Paris, fid. Je Sers, 1948.
p. 63-69
9.1.9 - 3L.\CK, Henry.
Special lists of subject headings; a tentativo
checklist,
Catalo^ers' and classifiers* yearbook.
Chicago,
9:54-57, ]941
9.1.10 - BISHOP, William "7.
3ubject headings in dictionary catalogs.
In:
Praotical handbook of modern library cataloging.
2. ed.
Baltimore, Villiams, 1924.
p. 111-145
9.1.11 - BR-1MER, Joachiu &amp; V0G-3L, Dieter.
Schlagwortkatalog.
In:
.
Die Wissenschaftliche Fachbibliothek.
Leipzig, Karrassowitz,
19567
p."'52-54"
9.1.12 - CROZSTj L6o.
Catalogue analytique par sujets.
In:
.
Manuel pratique du bibliothécaire.
Paris, Nourry, 1937; p.128-144
9.1.13 - CUTT3R, Charles A.
Hules for a dictionary catalog. 4. ed.
Washington, G-ovt.Print.Off., 1904.
173 p.
9.1.14 .
Subject catalog.
In:
.
Rules for a. dictionary catalog,
4, ed,
Yfeshington, G-ovt.Print.Off., 1940.
p. 66-80
9.1.15 - PRASCHSTTI 3;\NTDI5LLI, I.
II catalogo alfabético per soggetti,
Milane, llondadori, 1941.
187 p.
9.1.16 - ?UlvL\GALLI, G-iuseppe.
Del catalo reale..
In:
.
Cataloghi
di biblioteche e indici bibliopirafici.
Firenze, Sansoni, 1887,
p. 11791-199
9.1.17 - Hi\YKIN, David J.
Subject headings; a pr icbicai guide. Washington,
Govt.PrintrOff., 1951.
140 p.
9.1.18 - IÍ3LL3Y, Grace 0.
Subject approach to ^ooksj an adventure in curriculum.
Catalogers* and classifiers' yearbook.
Chicago,
2:923, 1931',
9.1.19 - LASSO DE Li YäGA, Javier.
Catálogo de asur.tos.
In:
.
Manual de biblioteconomia; ori^tanización técnica ^ cientifica de
las biblioteqas.
Madrid, Mayfee,'1952.
p&lt;- 257-265
9.1.20 &amp; GÖicÖiciEa, Cesareo.
Catálogos de inaterias.
In:
.
Regias para la formaciôn ^ redacción de los catálogos-diccionarios en las bibliotecas, seguidas de una lista de encabezamientos de matéria.,.
Vitoria13d",Internacional! 1939.
p,16-23
9.1.21 &amp;
.
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Mphabetischer Sachkatalog (
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9.2.2 - \MERIC;\N LIBRíMíY ASSOCIATION.
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Subject headings and crosso references; a guide to the Classification of medicai periodical literature. 2. ed.
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Washington, 1:)47.
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9.2.7 . LIjáRARY 0? CONGRáSS. CAT\L0G DIVISION,
Literature subject
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Short list of subject headings.
Sydney, Angus ajid Robertson jlâ50l
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Subject headings for children books in public libraries and in libraries in elementary and junior high schools.
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10 - GLOSäiVRIO
A33UNT0 - Matéria, ou matérias do livro (ou material bibliográfico),
quer indicadas no título ou nao. Note-se que os assuntos podem ser
de duas espécies; individuais. como M\CHÄE)0 DS ASSIS, FÖD30 II,
BRASIL etc. e gerais. como CIVILIZAÇÃO, G30GR.\Pn, ?IL030?L\ etc.
que podem ser expressos por substantivos concretos ou abstratos.
GABSÇALHD - Palavra, nome, ou frase, que encima uma entrada, indicando
algum aspecto particular do livro (ou material bibliográfico)
quais sejam, autor, assunto, série, titulo etc.
C\B3Ç.\LH0 Dlü ASSUNTO - Palavra, ou locução, que indica o assunto de um
livro (ou material bibliográfico), i.e., indica a matéria da obra.
CA3SÇALH0 DIJ l\3SUNT0 "SSPÍGIPICO - Indica um tépico particular e não vuna
classe geral que o inclui.
CATALOGO ALFABÉTICO DE ASSUNTO - "3 aquele^no qual os livros |ou material bibliográfico!, nos catálogos, estão arrumados alfabbticamente,
segundo cabeçalhos expressivos do conteúdo, ou dos conteúdos particulares" .
CATALOGO ;\LT?A33T0 CLASSIFICADO - Arrumação, em ordem alfabética, dos
cabeçalhos de assunto, gerais, subdivididos, por sua vez, alfabèticamente, pelos seus diversos tópicos.
CATALOGO CIASSIFICADO ver CATALOGO 3I3Í3M;\TIC0
CATALOGO DJS A33UNT0 ver CATALOGO :^LFA3i3TICO DS ASSUNTO
CATALOGO DICIONÁRIO - Reunião, numa s5 ordem alfabética, das fichas de
autor, assunto, título, editores, ilustradores, séries etc., assim
como das remissivas, referências e notas explicativas.
CATALOGO MjSTODICO ver CATALOGO SISTsMjATICO
CATALOGO SISTä^TICO - 3 aquêle no qual as indicações das obras aparecem
segundo as relações científicas o légicas de seus conteúdos. Indica
ao leitor o que se encontra na biblioteca, relativo às diversas
ciências e aos ramos particulares de cada uma delas, Para funcionar
eficientemente, entretanto, necessita de um bom índice, sendo aconselhável, também, a existência de um catálogo alfabético de autores.
3 conhecido também como Catálogo classificado, ou Catálogo
metódico.
3NTR;\DA - Indicação de um livro (ou material bibliográfico), numa ficha,
catálogo ou lista.
3NT1L\DA D3 ASSUNTO - Indicação de uma obra (ou material bibliográfico)
em catálogo, ou bibliografia, sob o cabeçalho que mostra o assunto,
determinando assim a palavra de ordem para alfabetação.
IJNT'^.ADA PRINCIPAL ver FICE\ PRINCIPAL
FICtt\ DE ASSUNTO ver ENTR;\DA DS ASSUNTO
PICHA PRINCIPAL - 3 aquela que contém as indicações necessárias h completa identificação de uma obraj^o catálogo.
FICHA ÚNICA - Ficha básica de catalogarão que, sendo a entrada principal, serve de guia para a organizaçao das fichas que se fizerem necessárias, i.e., "por ela são organizadas as fichas secundárias, de
assunto etc., pelo simples acréscimo de um novo cabeçalho, em tantas
fichas quantas exigir o livro".
NOTA EXPLICATIVA - Exposição sucinta que indica quando deve ser usado
um determinado cabeçalho de assunto.
PALAVRiA DS ALFABETAÇÃO ver PALAVRA DE OXDm
PALA"'/RA DE OI®EM - Têrmo que serve de guia para a arrumaçao alfabética
dos catálogos e bibliografias. 3m geral, é a primeira palavra do
cabeçalho.
P;\L;\VRíA DE ORDEM PRINCIPAL ver OABSÇXim
PISTA - Indicaçao, na ficha de catalogaçao, de t&amp;das as entradas adicionais.

Á330CIíiÇA0 PÍ.-ÍNAMBUCANA DE BIBLIOTECÁRIOS . Nov. 1960
CRC/crc
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 03 - Ano: 1961 (Curitiba/PR)</text>
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                  <text>1961</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Cavalcanti, Cordélia Robalinho de Oliveira </text>
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            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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gentilmente por:

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T . ^" «^ ■; n^'j§'

��TERCEIRO. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

CDU 12:061.25(81)

A FEBaB e suas associações filiadas
por
Laura Garcia Moreno Russo

%

Curitiba
1961

Digitalizado
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�TEMA VII

-

MOVIMENTO ASSOCIATIVO

A FEBAB E SUAS ASSOCI/iÇÕES FILIADAS
por
Laura Garcia Moreno Russo

SINOPSE
I - Histórico da Federação Brasileira de Associações
/
y
"bliotecários.

Sócios fundadores»

y

de

Bi-

Suas atividades-

II - Como se instalou no Brasil o movimento associativo

"biblio-

tecônomico.
Associações de Bibliotecários em ordem cronolSgica de
dação.

Estados que possuem Associações

fun-

de Bibliotecários,

III - Primeiros Congressos Brasileirós de Biblioteconomia,
1» Congresso em 1954 - Recife
22 Congresso em 1959 - Salvador
3® Congresso em I96I - Curitiba

IV - Conclusão,

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�-2A FEBAB E SUAS ASSOCIAÇÕES FILIADAS

- HISTORICO

A origem da í^BAB remonta às

deliberações

do II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Do
oumentação, - realizado em 1959» ©ni Salvador

da

Bahia«
No dia 29 de julho, em sessão plenária,foi
aprovada, por iinanimidade, a tese apresentada
los "bibliotecários paulistas Lavira

Garcia

pe-

Moreno

Russo e Rodolpho Rocha Júnior, com o fito de criar
um Organismo q,ue congregasse os Bibliotecários Bra
sileiros através de suas Associações locais.
Vários itens foram considerados para a sua
criação, entre êles, podemos citar:

Ifl - q,ue a extensão geográfica de nosso País

di-

ficultava o intercâmbio entre as Associações;
20 - que era de virgente necessidade, a

publicação

de um Boletim Informativo q.ue levasse

aos bi

bliotecários de todas as Unidades da

Federa-

ção os assiintos de seu interesse, no

âmbito

nacional e internacional 5
3® - q.ue se fazia sentir a necessidade de vim

Có-

digo de Ética Profissional,

A FEBâB foi fundada em 29 de julho

de

1959»

E uma Instituição mantida pelas Associações de Bibliotecários do Brasil e tem como programa

pugnar

pelo.aperfeiçoamento cultural do bibliotecário
solução adequada às suas necessidades«

Digitalizado
^gentilmente por:

e

�SÖCigS

lOTDADORES

são sócios fundadores todos os q.ue faziam
qualquer Entidade Federada, até a da-^a da criação

parte
da

de

FEBAB,

Art® 82, parágrafo línico do Estatuto.
EXISTIAM NO BRASIL ATE 29/7/59, SETE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTE
CARIOS, A SABER:

- ASSOCIAÇSO PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS

A.P.B,

- ASSOCIAÇÃO PERNAMBUCANA DE BIBLIOTECÁRIOS
f* . t
^
35 - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BIBLIOTECÁRIOS
^ . t . »

A.Pe.B^
, 4 4
A.B.B,
4 t «

4â - ASSOCIAÇSO RIOGRANDENSE DE BIBLIOTECÁRIOS
............

A.R.B,
é
* 4

55 - ASSOCIAÇÃO BAIANA DE BIBLIOTECÁRIOS
/
'
6S - ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DE BIBLIOTECÁRIOS ........

A.Ba.B,
^
* é
A.Pr.B.

7® - ASSOCIAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS'
PAIS DE SÃO PAULO

MÜNICIA.B.M.S.P,

00

SUAS

atividades

Ao assiimir a direção da Secretaria Geral

Provisória,

instalada em São Paulo, tivemos,de imediato a atenção

voltada

para a publicação de um Boletim.
, Em fevereiro de I96O saiu o,primeiro número-v.l, l/2,
jan,/fev., de periodicidade "bimestral.

Até Julho, por

ocasião

da primeira Revinião da PEBAB, estava completo o volume, constituido de seis números.

Continuando, já foram

publicados

os

ns,,1/2, ,3/4 do segtmdo volume, relativos aos meses de jul^ago.,
set./out,, respectivamente.

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st ei\

�Ào corttrario do que fora planejado, em julho próximo
i
passado, não houve eleição para a constituição da primeira Diretoria, ficando adiada

essa providência para janeiro de I96I,

por ooasião da realização,do III Congresso Brasileiro de Bihlio
teconomia e

Documentação#

A PEBâB mantém contato com instituições técnicas, cul
turais e científicas de todo o mundo, a saher:

52 instituições "brasileiras
32

"

latinoamericanas

6

"

americanas do norte

17

"

européias

2

"

indoexiropéias

Podemos dizer que vimos nascer a PEBAB,
seus passos, a instalação de sua Secretaria Geral

acompanhamos
e

depois,

pouco a pouco, vimos a semente germinar, a árvore crescer e pro
duzir os frutos com que hoje se §.presenta

nim eloquente

desa-

fio aos pessimistas e descrentes,

Nem por um momento siquer duvidamos de sua vitória e,
embora a nossa ajuda tenha sido a menos valiosa dentre os
bros

da FEBA.B, à s\ia obra emprestamos toda a nossa

capacidade

de trabalho, tô4as as nossas forças e o que é mais ainda,
o nosso coração.

00

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mem-

todo

�ß

-5II - COMO SE INSTALOU ^ BEASIL O MOVIMENTO ASSOCIATIVO BIBLIOTECONOMICO.

_A primeira Associação de classe, criada no Brasil foi
a Associação Paulista de Bibliotecários.

Planejada em 1936, te

ve sua fmdação adiada até 9-12-38, quando se formou a primeira
turma de "bibliotecários, da Escola de Biblioteconomia, da

Pre-

feitura de são Paulo.
A Associação ao ser instalada^ contou com

oitenta

e

dois membros fundadores.
A história da A.P.B, está intimamente ligada à Escola
de Biblioteconomia, pelo interesse q.ue tiveram

Rubens

Borba

Alves de Moraes e Adelpha Silva Rodrigues de Figueiredo em mn~
ter os egressos do curso, criado por eles, em contato permanente com a ciência biblioteconômica.
Os referidos bibliotecários que a confiança da classe
graduou nos postos de comando da Associação, durante os

seus

primeiros anos de existência, deram, com a soma de seus

conhe-

cimentos e experiência, base sólida a essa Entidade de. Classe,
que há dois anos comemorou o seu 200 ano de existência.
Sentindo, também, a necessidade de se congregarem, Bi
bliotecários de outros Estados i'undaram suas Associações de CLm
se, que a seguir são enumeradas.

cm

1

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lí

19

20

�-6-

FOTMÇÃO

1 - ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS

9/12/38

2 - ASSOCIAÇÃO PERNAMBUCANA DE BIBLIOTECiíRIOS

2I/7/48

3 - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BIBLIOTECÁRIOS

30/8/49

4 - ASSOCIAÇÃO RIOGRANDENSE DE BIBLIOTECÁRIOS

16/5/51

5 - ASSOCIAÇÃO BAIANA DE BIBLIOTECÁRIOS

1952

6 - ASSOCIAÇÃO PARilNAENSE DE BIBLIOTECÁRIOS

1952

7 - ASSOCIAÇÃO-DOS:BIBLIOTECÁRIOS-MÜNICIPAIS DE SÃO
PAULO

•
11/12/56

4^é » *
8 - ASSOCIAÇÃO DE BIBLIOTECÁRIOS DO PARANÁ

15/9/59

9 - ASSOCIAÇÃO DE BIBLIOTECÁRIOS DE MINAS GERAIS

9/6/6O

10 - ASSOCIAÇÃO CEARElíSE DE BIBLIOTECÁRIOS

I96O

14

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1

�ESTADOS gUE POSSUEM ■'i§SOCKgÕES DE BIBLIOTECÁRIOS

B/iHIA

15-17

CEARá

Paltan os dados

OUmBARA.

11-12

MINAS GERAIS

23-24

PARâNA

18-19,22

PERNAMBUCO

RIO GRA.NDE DO SUL

13-14

SSO PAULO

2

3

4

8,20-21

5

6

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ÉÊá^
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�-8AssociAglg PAULISTA DE gi?LigT|c|Rigs

Caixa Postal,,343
&amp;T0 PAULO - E, SÃO PAULO

Data do Fundação: 9~12-38

IS DIEETOm
Prosidonto - Rubons Borba do Moraes
Vico-Prosidonte - Jorge de Andrade Maia
iS Secretária - Guionar de Carvalho Franco
2° Secretário - Randolpho Honen de Mello
Tesoureiro — Syllas Schlittler
Bibliotecária - Maria Eugenia Franco
DIRETORIA ATUAL
Presidente - Abner Lellis Corrêa Vicentini
Vice Presidente - Heloísa de Alneida Prado
1- Secretária — Zenobia Pereira da Silva
2- Secretária - Haydée Polito Psris
1- Tesoureira - Maria José de Freitas
2- Tesoureira — Helena Mônlca Defilippi
Bibliotecária - Cristina Ferreira dos Santos
O nandato da atual Diretoria eleita en* 29-3-60
temina en: 29-3"~62

A Associação congregai "bibliotecários e pessoas

interessadas

nos problenas culturais.
Publica o,"BOLETBI INFORMATIVO Dil A,P,B.", de

periodicidade

irregular.
Reuniões nensais; no Auditório da Biblioteca Publica Municipal
Mario de Andrade»

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�-9SS Iísliotecâhios

Caixa Postal, 916
RECIFE - PEEITAiroUCiO

Data de fvtndação - 21-7-48

DIRETORIA

Presidente - Ernani de Paula Cerdeira
Vioe-Presidente - Orlando da Costa Ferreira
IB Secretário - Eôlo Ramos de Andrade Lima
22 Secretário - Graciette Glasner
Tesoureiro - Murilo de Oliveira Santos
Bibliotecário - Cordelia Robalinho Cavalcanti

DIRETORIA ATUAL

Presidente - Cordelia Robalinho Cavalcanti
Vice-Presidente - Dr« Jorge Abrantes
1- Secretária - Voline Cardini
2- Secretária - liaria Aparecida Caldas
1- Tesoureira - Letice Salles
2- Tesoureira - Dolores Farrapeira

DEPARTAMENTO SOCIAL

llarilia Marques de Santana, Ivanilda

Fernandes da

Costa e Zenaide Mendonça.
1- Bibliotecária - Fernanda Ivo
2- Bibliotecária - Carmela Luoena Cavalcanti

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�-10CONSELHO CONSULTIVO

Maria Leticia d© AndradB LíeiSj Maria de Lourdes
Ribeiro e Celeste de Oliveira Azevedo
O mandato da atual Diretoria, eleita emt 24-10-59
termina em» 24—10—61

A Associação congregai "bibliotecários
Não publica Boletim

k

Reuniões mensais: no Salao dos Cui^sos de

Bibliote-

conomia da Universidade do Recife.

00

A ASSOCIAÇÃO PERNAMBUCANA DE BIBLIOTECÁRIOS teve sua origem
em 1948, por um grupo de bibliotecários liderados por:

Cordelia Robalinho Cavalcanti
Edson Nery da Fonseca
Eólo Ramos de Andrade Lima
Graciette Glasner
Hernani de Paula Cerdeira
Milton Ferreira de Mello
Murilo de Oliveira Santos
Orlando da Costa Cerdeira

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1

�-11'

ASsgciAglg BEAsiLgim de bibliotecários

Rua Pedro Lessa, 36|, 20 andar
RIO DE JANEIRO - E.G.

Data da Fundação - 30-8-49

jg DIRETORIA
Presidente de honra - Luis Simões Lopes
Presidente — Josué Montello
Vice—Presidente — Antonio Caetano Dias
Secretária - Carmelita Rêgo
2- Secretária - Ozea Fernandes
10 Tesoureiro - Djanira Pinto de Souza
2® Tesoureiro — Dolores Iglásias
DEPARTAMENTO SOCIAL
Maria Elisa Pimenta Batista
DEPARTAMENTO TÉCNICO
Lydia de Queirós Sambaquy
DIRETORIA ATUAL
Presidente - Maria Antonieta Requião Piedade
Vice—Presidente — Ruth Villela Alves de Sousa
1- Secretária - Maria Emilia de Mello e C\inha
2® Secretária - Maria Apparecida Gomes de Moura
1§ Tesoureira - Nilza Teixeira Soares
2- Tesoureira — Cely Dias de Souza
DEPARTAMENTO TÉCNICO
Lelia Galvão Caldas da Cunha
Dulce Leite Gomes de Pinho
DEPARTAMENTO SOCIAL
Odette Sena de Oliveira Penna
Rosy

Bleggi Peixoto

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1

�-12-

CONSELHO FISG/^L
Edson Nery da Fonseca
Maria Antonieta de Mesquita Barros
George Cunha de Almeida
Washington Luis de Almeida Moura
Hélio Gomes Machado
O mandato da atual Diretoria, eleita em: 10-9-59
termina em; 23-9~6l
A Associação congrega: Bibliotecários e Documentaristas.
Publica o Boletim "NOTICIAS DA ABB" de periodicidade irregular.
Revinlões irregulares, na,Biblioteca do Conselho Nacional de Estatística,

A ASSgÇIASlQ BEASI^IEA DE BIBLIOTECÁRIOS
é
A ABB foi fundada em 1949.

Desde 1915 a Biblio-

teca Nacional vinha formando bibliotecários, mas êsses
sionais, até aquela data, não haviam,sentido a
um 6rgão de classe para congregá-lost

são seus socios fundadores:

Antonio Caetano Dias
Carmelita Rêgo
Djanira Pinto de Souza
Dolores Iglésias
Josué Montello
Luis Simões Lopes
Lydia de Queiroz Sambaquy
Maria Elisa Pimenta Batista
Ozéa Fernandes

cm

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st ei\

profis-

necessidade

de

�-13'
^§§99Í^S22 SíSSÜISSSiS 55 lí2tí2SS2lií2i

Rua dos Andradas
Caixa Postal, 2344
PORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL

Data de fundação - 16-5-1951

IS DIRETORIA
Presidente de honra — Angela da Costa Franco
Presidente - Sully Brodbeck
Vice—Presidente — Carl Hemaann ííeis
Secretária Geral - Lygia Vianna BarlDOsa
1- Secretária — Terezinha Brandao
2- Secretária - Yacy Daniani Pinto
1Ö Tesoureiro - Ivan Lindenmeyer
2- Tesoureira - Gladis xlnaral
Bibliotecária - Lenira liaria Müller
DIRETORIA ATUAL
Presidente de honra - Angela Franoo Jobim
Presidente - Adda Drügg de Freitas
Vice-Presidente - Sara Freitas Fernandes
Secretaria Geral - Dirce Barhosa Carrion
1§ Secretária - Frida Issler
2- Secretária - Leda Castro Ferreira
1- Tesoureira — Maria de Lourdes S» Souza .
2- Tesoureira - Astrid Horbach
Bibliotecária - Lahir Fialho Herbert

O nandato da atixal Diretoria eleita eni 22-4-60
termina em:

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4-5-62

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�-14A Associação congrega: bibliotecários e auxiliares de

biblio-

tecários

Não publica Boletin

Reiiniões mensais, de narço a dezembro, ]:)a Biblioteca

da

Cia.

de Seguros de Vida "Previdência do Sul"•

00

A ASSgCIAS|0 RIOGRANDEnSE DE BIBLIOTEC|EIOS

A Associação Riograndense de Bibliotecários, teve sua
com o nome de "Centro de Pesquisas Biblioteconômicas"
primeira presidente Angela da Costa Franco foi

origem
e

sua

bolsis-Ça

na

Escola de Biblioteconomia de São Paulo, no ano de,1946.

Êsse

Centro de Pesquisas funcionou de 9-6-48 a 3O-8-48.

Em 16-5-1951 formçu-se finalmente, a Associação

Riograndense

de Bibliotecários.

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1

�-15ASSOÇIASlg

DE 2Í|LI0TEÇ|RI0S

Biblioteca da
Faculdade de Direito
SALVADOR - MHIA
Data de fundação - 16-5-1952

1^ DIRETORIA
Presidente - Dra, Bemardette .Sinay ITeves
Vice-Presidente — Pelistela L, de Mattos Carvalho
1- Secretária - Maria José dos Mercês Passos
2- Secretária - Adalgiza Moniz de Aragão
1- Tesoureira - Maria Miranda Carvalho Brito
2- Tesoureira - Noeoia Godinho
1- Bibliotecária - Wanda Anorin de Alencar
2- Bibliotecária - Luisa Rocha de Vasconcelos

CONSELHEIROS
Dr. Isaias Alves
Clarice Machado Freitas
Drg.« Dalva Matos
Dr, João Ignacio de Mendonça
Dr. Oswaldo Inbassahy da Silva
Agnelo Carvalho Brito

COMISSÃO M BIBLIOTECÁRIOS INFANTIS
Denise Fernandes Tavares
Ariana Cruz
Esneralda Maria de Aragão

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�-16~
DIRETORIA ATUAL

Prssidsniis — Norsl;]! Calnon. C©rq.U8Í]rs RiTD6Íro
Vioe-Presidente - Marinha Andrade
1- Secrsiiárxa ~ Aldagisa Munis de Aragao
2- Secretária - Isatel llarques Chagas de Araújo
Tesoureira - Daria Ilatos do Rio
2- Tesoxireira - Lindaura Alban Corujeira
1^ Bibliotecária - Noemia Godinho
2- Bibliotecária - Cleonice Diva Guimarães

OHADOR
Osvaldo Inbassahy da Silva

DEPARTAMEITTO SOCIAL

Justina líoura de Souza

CONSELHO FISCAL
Dr, Silvio Santos Paria
Dr. E4.valdo Boaventura
Profa, liaria José Passos

CONSELHEIROS
Dr, João Mendonça
Dr, Nelson David Ribeiro
Dr, Ari Guinarães
Dr, Aloysio de Carvalho Filho
Dr, João Falcão
Dr» Josaphat Marinho

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�-17COMISSSO DE BIBLIOTECAS TOIIVERSITitRI/i-S

Bernadete Sinay Ueves
M- Bemadete Raphael
M- Nelcy Mendonça Leal

COMISSÃO ^ BIBLIOTECAS IITFANTIS

Denise Tavares
Arnandina Angélica Riteiro
Cleonides Fernandes Oliveira

O mandato da atual Diretoria, eleita eDs26—9—6^
termina em»26-9-^2

A Associação çongrega: bibliotecários e alunos do Curso dô "biblioteconomia .
Não publica Boletim
Reuniões mensais na Faculdade de Direito da Universidade

da

Bahia

00

A Associação Baiana de Bibliotecários foi

fun-

dada em 1952, por m grupo de bibliotecários liderados pors
Adalgisa Moniz de Aragao
Felisbela Liberato de Matos Cajrvalho
Bemardette Sinay Neves
Maria José Passos
Maria Miranda Carvalho Brito
Noemia Godinho
Luisa Rocha de Vasconcelos
7ifanda ilmorim de Alencar

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1

�-18ASSOCIâ^SO paranaense de BIByOTEÇARIOS

Biblioteca Pública do Paraná
Rua Cândido Lopes
CURITIBA - PARANÁ

Da-fca de fundação - 1952

1&amp; DIRETORIA
Presidente - Maria Mäder Gonçalves
Vice-Presidente - Maria José Thereza de Amorim
lâ Secretária - Maria de Lovirdes Tavares
2- Secretária - Nancy Westphalon Corrêa
1§ Tesoureira - Ruth Feige
2- Tesoureira - Germana Moreira
DIRETORIA ATUAL
Presidente - Marcelina Dantas
Vice-Presidente - Ruy Armando Sabino dos Santos
lâ Secretária - Eneida Melo
2- Secretária - Germana Moreira
1§ Tesoureira - Olga Tadra Horatchuk
2- Tesoureira - Ziná Bueno Bittencourt
CONSELHO FISCAL
Almadir Caren, Lila Sperandio Grohs, Luoiana Samuth
Rosenthal, Maria AimI do Amaral

Portes

e

Mario

Rubinski *
I

.

O mandato da atual Diretoria, eleita em» 26-6-59
termina em: 26—6—61

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�-19-

A Associação congrega "bibliotecários, com exeção

de

tun sócio que não o é,
irão publica Boletim.
Reuniões mensais, na Biblioteca Pública do Paraná,

A Associação Paranaense de Bibliotecários q.ue congrega, na sua maioria, os bibliotecários da Biblioteca Pública,foi
criada em 1952, pelos bibliotecários seguintes»
Almadir Caron
Ângelo Antonio Dalegrave
Aracyra de Azambuja e Sousa
Clio Petterle
Dalena Maria dos Guimarães Alves
Dea Catharina Reichmann
Eneida Melo
Etelvina Lima
Francisca Buarque de Almeida
Germana Moreira
Luiza Harmuch
Luiza Santos Lima
Marcelina Dantas
Maria Aimé do Amaral Fortes
Maria das Neves Canelas
Maria de Lourdes Barbosa Borba
Maria de Loiirdes Tavares
Maria José Theresa de Amorini
Maria Mäder Gonçalves
Nancy Santos Lima
Nancy Westphalen Corrêa
Newton Carneiro
Ruth Feige
Sarah Giiimarães da Costa

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�-20'
ASS0ÇIA5|0 DOS lI|LIOTEaíRIOS MöllCIPAIS DE SSO PAULO

Rua Consolação, 94
Caixa Postal,.8I7O
S£0 PAULO - E. S£0 PAULO

Data de fiandação - 11-12-1956

Ig DIRETORIA
/
Presidente - Noemia Lentino
Vice-Presidente - Rodolpho Rocha Junior
1® Secretária - Anna de Azevedo Antunes
2- Secretária - Consuelo Maria Vexoesi
10 Tesoureiro - Maria Nazareth de Castro Penna
2° Tesoureiro - Ruth Von Ockel Diem

DIRETORIA ATUAL

Presidente - Laura Garcia Moreno Russo
Vice—Presidente — Philomena Boccatelli
1- Secretária — Augusta A, Sohral Gustavo
2^ Secretária - Maria Cecilia da Gunha Ferraz
1- Tesoureira - Maria Nazareth de Castro Penna
2- Tesoureira - Maria Thereza Malheiros

COMISSÃO W BOLETIM

Carmens! t". Soi.iza Bueno
Silvia Riether Ribeiro
Maria Beatriz de Almeida

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�-210 mandato da atual Diretoria, eleita em» 18-3-60
termina em: 13-3-61

A Associação congrega, somente, "bibliotecários

da Prefeitura

do M\anicípio de São Paulo

Publica o Boletim "BABIM", de periodicidade bimestral

Reuniões: bimestrais, no Auditório da Biblioteca
cipal

Pública Muni-

Mario de Andrade

oo

A Associação dos Bibliotecários Municipais
de Sao Paulo, foi fundada em I9565

com

o

objetivo de congregar os bibliotecários de
vinte e três Bibliotecas Publicas

da Pre-

feitura e tendo em vista a divisão do funcionalismo municipal em 33 carreiras, cada
qual com uma Associação de Classe,

repre-

sentada junto ao Prefeito de São Paulo.,

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1 gentil mente por:

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�-22^SSOCIAÇlO DE BIBLIOTECÁRIOS DO PARAKÍ

Rua Com. Araújo, 99» apto, 401
CURITIBA - PARAITJ^

Data de fundação - 15-9-1959

1^ DIRETORIA E ATUAL
Presidente - Maria Mder Gonçalves
Vice-Presidente - Flavia Rubens Aooioli Prado
1® Secretária - Maria José Thereísa de Amorim
2- Secretária - Maria de Lourdes Barbosa Borba
1- Tesoureira - Cio Petterle
2- Tesoureira - Maria Dorotháa Barbosa
O mandato da atual Diretoria, eleita em: 15-9-59
termina em: 20-10-61
A Associação congrega, somente^ bibliotecários
Não publica Boletim
Reuniões mensais, à Rua Com. Araújo,99 apto, 401
oo
è: ASSOCIAÇÃO DE BIBUOTEÇÃSigS DO PARANA
Poi fxondada em 1959 pelos seguintes bibliotecários
Carmosina Ferreira
Clio Petterle
Flavia R, Accioli Prado
Maria de Lourdes Batista Borba
Maria de Lourdes Tavares
Maria Dorothea Barbosa
Maria José Theresa de Amorim
Maria Mäder Gonçalves
Maria Thereza Feijó
líarilena Zicarelli
Nancy Wostphalen Corrêa
Norma Stenzel
Regina Huffara'
Regina Maria A. Omena
Ruth Feige
Sarah Guimarães da Costa

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^kSysten

�-23r
ASSOCIAÇÃO DE BIBLIOTE^RIOS DE MMAS GERAIS

P^culdade de Filosofia
Edifício Acaiaoa - 20" andar
BELO HORIZOUTE - MIMS GERAIS

Data de fmdação - 9-J-60

jg DIRETORIA E ATUAL

Presidente de honra - Dr. Antônio Camilo
Alvin

de

Paria

Presidente - Elisabeth Vorcaro Horta
Vice-Presidente - Etelvina Lima
1® Secretária - Heloisa Maria Schmidt de Andrade
2- Secretária - Maria Helena Lima
1- Tesoureira - Dayse Paixão Lucas
2- Tesoureira - Lucia Diniz

CONSELHO FISCAL

Hélio Gravata
Annaiz Pereira Vial
Vera Amália Amarante Macedo
Vilma Fuchs
Marta Mouro Ferraz

SUPLENTES

Nair Ponzio
Maria Romano Schreiber

cm

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si em

�4

-24I)EPART.\MENTO TÉCNICO

Diretora - Martha de Carvalho
Vice-diretora - Hayte'Aleixo
Maria de Lourdes Tito
Selma Niones

DEPARTAMENTO SOCIAL

Diretor - Elton Voltini
Vice-Diretora - Louveralda A, Fonseca
Nathércia Nxmes
Jandira Assunção
Nancy Medrelies Junqueira
Jucy Borges
Yone Bonfim
Marília Nazareth Veloso
Lia Ines Diniz Xavier
O mandato da atual Diretoria eleita emj 9-7-60
termina em: 9-6-62
A Associação Congregas bibliotecários, alunos da Escola

de

"biblioteconomia e aTjixiliares de bibliotecários
Não publica Boletim
Reuniões mensais: na Faculdade de Filosofia da

Universidade

de Minas Gerais
oo

A idéia de se fundar a Associação nasceu dos
Bibliotecários mineiros, que sentiram

neces

sidade de se associarem, sobressaindo—se

a

influência de Etelvina íiima, diretora da Escola de Biblioteconomia.

cm

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^LSyste

�-25III - CONGRESSOS BRASILEIROS DE BIBLIOTECONOMIA

Pareoe-nos oportuno prestar uma homenagem às Associações que, vencendo dificuldades de toda ord^m, organizaram nossos Congressos Nacionais de Biblioteconomia,
A Associação Pernambucana de Bibliotecários,

por ter

organizado nosso lo Congresso de Biblioteconomia em 1954, época
em que,nem mesmo os bibliotecários acreditavam muito em sua pro
fissão#

Foi o marco dessas Reimiões úteis e proveitosas â cias

se, no estabelecimento das relações tão necessárias

ao

desen-

volvimento de nossas atividades profissionais e associativas,
A Associação Baiana de Bibliotecários, os nossos agra
decimentos pela realização do II Congresso Brasileiro

de

blioteconomia e Documentação, em 1959» patenteando,

de

Bima-

neira incontestável, que a biblioteconomia é um fato no Brasil,
Pelo interesse despertado no seio da classe e

apoio

do Govêamo da Bahia àquele Conclave, novos horizontes se
ram à consideração e ao acatamento de nossas

pretensões

abripro-

fissionais.
Aqui ficam, também, nossos agradecimentos
no do Paraná pelo patrocínio dp III Congresso

ao

Gover-

Brasileiro

de

Biblioteconomia e Documentação,
A Associação Paranaense de Bibliotecários
ciação

de Bibliotecários do Paraná nosso apreço,

e
por

organizado em t^o curto espaço de tempo este Conclave
muito esperamos.

Digitalizado
gentilmente por:

Assoterem
do

qual

�t

-26-

CONCLUSÃO

A Relatora e Informante Oficial do Tema VII, não
poderia encerrar o seu trabalho sem agradecer
Organizadora do III Congresso Brasileiro

à

de

Comissão
Bibliote-

conomia e Documentação a escolha de seu nome para a
nização deste Relatório do Movimento

Associativo

orgaBrasi-

leiro.

-to' ^n
7

Rua Santo Antonio, 733 - apto, 91
S^ÜO PAULO - BRASIL

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gentilmente por:

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Digitalizado
^ I ^canst em
gentilmente por: ^

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�TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTEGONOMIà E DOCUMENTAÇÃO

\

Relações publicas e Intereambio nas bibliotecas
do Rio Grande do Sul
por
r^íinda Groisman e Lourdes Catharina Gregol

\ 0&lt;S». 3 {Jíi\
_

SÃO PAULO
.oofe
40-C|to

,
'

\}-G

Curitiba
1961

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
^L^ysten
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�Tema Y - RELAÇÕES PTÍBLICAS E líTTEECtolO

RELAÇÕES P"ÓBLICAS E INTERCtelO NAS BIBLIOTECAS'DO RIO GRANDE
DO SUL
Por
Minda G-roisman c Lourdes Gatharina Gregol

SINÕPSE;
O presente cjomunicado teria a finalidade de apresentar o que realizam as "bibliotecas do Rio Grande do Sxil, com referencia ao setor de "Relações PÚbli
A
cas e de Intercâmbio"
Uo entanto, por não se encontrajrtm,
maioria,

em àua

-

completamente organizadas, requisito sem o -

qual não podem ser executados os seiviços em questão
cumpre-nos apontar a situação de deficiencia das mesmas e,

como decorrência de um questionário realizado

entre os respectivos bibliotecários, ressaltamos algumas sugestões indicadas para o desenvolvimento,

do

intercâmbio biblioteconomico estadual e nacional,
Finalizando, fazemos um rápido esboço histórico do movimento biblioteconomico do ^stado, para apr_e
sentarmos, logo após, um levaxitamento com os dados os
mais

atualizados possíveis,

com o objetivo de infor-

mar aos Congressistas o movimpnto geral de um grande
número de bibliotecas gaúclias.

Digitalizado
gentilmente por:

�PvOi-'-G.

It.. iX-j-L-O. - . ;i.() i^:.. i-t .J.CjJ-'-si-O'.'.-'«O

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'J-J»-

-}'J JIJIj

ComnicGçSo r.prusontciflí: r.o III OoiIüTgsso Lmsileiro
cle BiblioteconosdLa c DQCUi.iGntççEOj, c-i Ouritiac, 3?i-.rr.iia, 8/l5 do janairo de 1961 o

á Idüm recenfec r. introdução d.',

tocnicr. bibllotocariE no 'lio Gr^n

de do 3til, pois t^ue este ostrva nr. clcpondcncir: dc pcssocl Jiabilitado,
Zncontra-SG ü:.i evoluçco o procoaso I3i0li0tec0n0.;iic0j, e poriasonao SC poderia oncoatrtir nn totclidado dr.s bibliotecEs riograndonsos p
em faae do criação ou de reorgcnisr.çí^Os» im serviço perfeito de "HELÇ0S3 PÍ3LIO. J3 :3 Iirn

-

dois doe scríviços iinis aodcmos e que ao

EiQiite podcn ser oferecidos r.os leitores en "bialioteccs de orcanisaç.~oper-Teita e con r.cervo co'ipletciiento atuEliriCdo«
Pretcr.c.ü, no oiitr.nto, o ilio Srance do Sul relatar, neste comunl
cado que lhe foi outor^r.do polo III Con&lt;:^-ro!jsQ Dracileiro do Bi"bliotcc£
nonia o j,)ocur,ioiitr.çãc, o cxue vei:i rcalÍ55aj.ido as Biliotecrs deste Sstadono «ctor e:a roicrêncir., Idüii cü: io as def icicncitis, c pro'ola'ißs quo se

-

vem observrnáo pa::ri « co i.aucuor:o decces ser-viços«
UEL^-^Cü::;

.LIü.'

- j£:i»t;uu.o de i^etcjioríose porque pessarcu

ss

bialiotecco do "depósitos de livros" p.':'ra "ce-itros cie doc:i:.icnt£ção" gpo
donos afir.icr que, nr; ctualidcfe^ encontra o^sernriçío de relr.çõos públi
cas ur:i canpo propício no seu duGCJivolviucntOo
Onde teria nc?Jior v?plicação u:"i ''.OopcL.'-ur,i;.ünto do Relações I\íblicas" do que nur,ar. "bibliot^jcr. caiv, visr. atender o todo e qualquer tipo de
leitor?

O.ide se torirn oport;r:idc.íes c.a

variados serviços co: i. viutas à cultur; ?

irer-tar a populrç«ão os Liais ündc se ootcrian clenontos pa

ra a aproxiroação dos Uo.iens, senc^o na bí-olioteca^ por inter?'iédio dos livros?
pois, na bibliüt^G., que se identificam os interesses do publi
co com os Ci. organisação, con o objetivo co ant^'ariar a comprçonsão daqiicles para oe proG'rai-ias a serem excct'.trdos pyla instituição»
Ainfa, coi.tei:plr;..ic.o a coupleseidadc dos serviços que pode oferecer uma biblioteca tccnicc ..onte orgíüiisadajj dovonos salientar o trabalho do bibliotecário cue S o resoonsrvcl direto pelo alto nível da bl-™
blioteca noCicriia, c, para que se possa ozercor esse isroortente papelçé
nocesüário que rcuna iiualidaC.çs físici sg intelect^^ais e norais à altura da instituição a que boi'Tc«

tarubeu necessa-io :'_ue esteja pronto a

C'Lyp.prir certas nornatj que vn cunoortrmento ético profissional exigiria.
ITo Rio Crancc do Sul te:;; os bibliotecários batalliado sempre p«3üa
homoceiiöidade do ele-ionto b:.biiotec;'rio e as bibliotecas nuito tcn lucrado coir. o tri'.baliio de "r3?.i'.ções public;.dese. ■.penliado pelos uosraosg
quer on so tri:tai:.do d." cooporr^ro intcr-bibliotecária, lar2a::,vC;ito e:.i Digitalizado
gentilmente por:

Scan
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progacU^ ii£ rôco ^Liiivorsitcri?., ov. inesrio con rciierSnciE: aos "beneiCícios âufericlos í&gt;g1cí ánidRdc do :.ieio bibliotccö'rio rio^ríaic^encop roimr-fioo em
tomo de. ^iSi^ociação i^iogrcndcnso cLg Bibliooocarios e da 3gcü1g cIg
tecoinia e Locuiaentação, orgSoß ativospugncndo oer.ipre polo apilxora monto da clusse 'oroliotocarir, G-reaidjs acío tr:.;.JoG'a os reo'..!bc.dos obti das pslo contato doa .bibliotjcdrios co:i ^s cscritoros c ro:^3rcseritentes
do conércio livreiro,
A propa^;í:.ndr. da bib^-üotcec g a divalgação do seus o\&gt;jetivos tensido i22na preocv.pagão OünDtí:.ntü dos "bibliotecurioa grúcliose Prestar.: infori-x-noiis ao público atrr.vos da iirprcnsa,

como o faz nensaliuento

a

bliotcca Publica do Estado c:a Porto Alegre e as do interior do Estadop
beii 00220 a ^'.acociaoão iilograndonsc do Dibliotecários q.tiej, além de anpla
divjJLgação de suiis ativiíac.Ga, fez publicar or.i abril do 1559? eo ensejo das coiacnorí:igÕGB dr: "Seiaana internacional de biblioteccs" g niuas.: série de reportagens no Correio do Po-gro^

reeeiilia iirtOKoativa de (i'-'-a-

se todc.s as bibliotecr.s da Capital gaúcha, .'.léu de outros Eicios de difusão, scrven-se tar.béu os lnibliotecrrioo da distribuição de bibliogra
fias ■•are inforií^r açs seus leitores do iu:terial adquiri-"o ou des oxis
tentes na biblioteca,
Daseados,,portanto, na foroulação sintética bístante aplicada em
bibliotcconoriila: H (ílealização) + P (?ublicidade)= EelaçõeB Públicas,ratificaiaos as coiiclusões ;já enunciadaB, que ben poderão ser conprovadas no levant;.-;i2nto bibliotocoiionico apresentado no fiii deste trabalho,
que o Rio Grande do Sul não poderia apresentar ho setor de relações pu
blicas resultados do plena efetivação, pois que as bibliotecrs gaúclios
estão o::i fi.-se já riencioii;. da de "orgar.isagãc e rcorg; nisanão téc.iicr.^gçontanoo-ae im núr.icro bastante rediisido dçlas que se encontra en: condi
ções de proporcion;.r o servido c:i questãop

IFf~ 2o"c::os afir.iar que a per_iuta c o prr'.nci'pal objot^
vo do 3ãaterc*.nbio, pois e o noio pelo cual são estabelecidas e liiíaitid-.ã
relações cciz instituições si ilarcs^

CiSo obtidr.s infor:iaoões a respei-

to de tei^ís Co interesse da biblioteca;
iiaterial que não e necessário,

desaTar'.eii-ce, eri forma útil, do

em 'jroca dç outro que interessa possí-iir

e cu-Ti-^riia iinr aç~o ci^lturrl ru^is cirtenBa,

iiiportante o cu}:pr^;aciito -»

da ética profissional no oforec^T-eri-to e na aceitação da per-iuta,
Gcralnonte servcii à troca t
1 - publicações da biblioteca, periódicaa ou nfo?
2 - publicações de al^ir.: valor, rccebid...s

."Jela biblioteca e não

incorporadas a sou aceivo por não se enquadrar;i:i no plano iiif üri,iat:lvo
da biblioteca ou por já figurarem eii suas coleções

(duplicatas)o

O grande valor do atualisação d.is publicações periódicas
ca quo S-^ dedique ao i:itercazíbio uii grf:-ndo esforço e uííh
ção, já

que e quase ijiipossível subscrever-s j;

Digitalizado
gentilmente
entil mente por:

boa orgc.nisa-

tod;. s as p^iblic. ,çõas por^

^4

^5

^7

19

20

�diccis c2ÍBtoiii:es nc ospocialidcclc,
iTo 3ri.

üxcrceiiclo. ce fimçõoG d-j xci orgSo colctivo nrcioxial, -

coordGnac'.or do intcrcai.ibio, tjraoG o Instituto Brrsileiro dc 3ilDliogr£fia o DocvjnGntação, atreves dc nún occçSo dc Infor^^aQÕeo xccnico Cieiitíi?icc8,

quG pi'ocurfi ciesonvolvc-r a troc.: cic iiifor^snõos Gzitre as iL-.sti

•buiçÕQS cio pQS(i;^isí G c.lcntíxicç.s o tecnológicas 0 contrai ('s clocunontcgão iu\cio:iais e int jiviccion.'-iis, IIo

liio Gí^.:2c"c do

coopor?:-':? o con -

o I:3BDj '.iGúirnto coiivc.iio firmado tíntrc gssg ór::ão o £ Universidade
Rio 2-rEnde do Sul, tcuos o Serviço Contr:! dc

do

omaçoos 3iblio{;réfi -

cf.s dia Univarsidade (SCIjj), C3a plor.a atlviü.ado rir. coiiaecviçco c"o catalogo colctivo do pulaliccçõcs poriouvCns das 'bibliotGcr a dr: Univorsidr de ,
covi.vistr.s a

oxtG.iuGr êsso catr'luí;;o nc dciiris 'oiblioti-^c. s riovrc..ndc:x -

C3S,
Oo:i'io dccor encir. do uri v-iUGotiorx'rio rcrlir;e;co eiitro r:s 'biblictc-.
cc.s c.pr:;GGnt£:d.,s nosto tral^alho,

oco cs se^iintcs i\s soli;:çõos apoatEõr,s

pelos brolictücc'rios ^^aúciios para dc'^clc.r c.c dGficÍGiicif::s que rü:;:'.stra
o ssrviço Ö.G lutercanbio no ?-io G-rrndo do Sul;
1 - licior inccntlvo na pul:)lica5ro de trc-Lalioc cÍG.it;':T:Lcou,forneCG.aão asciii o rj terial ideal pai'a a porauta,
2 - Periodici:: edc rcgiilar nas, pu"blicr.oÕGS,
3 ~ ^.tualisação dos c: t£'l0&lt;i0S,
4 - Publica(jão do ur.i ^olatii; polo BOUl, no qual constcu as entidades qiic aosejaiii pertiutr.r e o r-iatcrirl o..crccido.
iu, concluindo,prDp^:..:aos ■bnDn.ÍGtec;-'rios do
nas considorações c seran aprovj.dos polo plenário,

Gr-nCc do Sul quo,
seja solicitada às

autoridac'es a isenção^ ou'roduoäo das tarlfi.s post; is vi.^'ia.itos« pare a realisação do intcrcr.;:foio dç ..latoriais "brol^/io^irí-úCicoG entre "bijllotecao
ou entidades 'oibliotocarir e#
ij)Vi:iz:-20 Bi:&gt;LiQüLJCo::Õ:'ico ::o :^io

:oo sitl

r.I.jg(5EIÇ'0 - .1 fin de poclomos cxpôr o xiovirianto bibliotcconô"_iico
do Kio Grand-, do '^ul, 6 necessa'rio que se faça ulí Iiistdrico desse novincnto^ X50ÍS cor.o conseraiânci"; dele e riv.o surgiu a ortjnir.ação e foi incrc".""tentada a reor^i.nlMação das Toibliotöcrrj,

cada vos gii iiaior nuaoro,

Cono pioneira da "biblioteconorii." neste Estado, dGVOi'OG citar a lijL
bliotecaria *;ngGla d;

Costa li^ranco Jobi::, que en 1947 f'ouidou,

j'-uito à -

J'i.culdai'v. de 3conoriie e ^-diiiiniGtri'.oäo, U'i curso livro do i^i-olioteoono r.iia,

D qual fvuicionou dur; nto un uno, diplo.iiando 20 oibliotccários, Uií,

1^50 o curso foi i.ietrlf.do j-^.^jrito ao Departan ,nto cIg Sgj/víço Piíblico
llio Grance do Sul, f-.uicionando durante 4 anos,

do

çn cursos de 2 anos, di-

plomando 14 e 10 bibliotecários respectivancnte,
Do 1954 eri diante o curso voltou a funcionar junto à ?:-eiildacG de
Ciências Econônicas, ex-i^aculdado de "jconor.iia e --d'-iini~tr ção, nos raol—
dos "iodemos, aco pan^iando os Tirocrai^v.íí

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gentilmente por:

d:.3 derivis cursjD do Jra8il,em

�- 4 -

2 anos, tpiiclo je f037íiíf^do 3 tur:::r.s, c!o 31® 23 e 9 bil)liotecarios, reapec;
tiva^ieite. Doaäe 1953, por c.ocisão do -S£r&lt;3£:io Consellio Univorsitáriopfo:l reGstr^v.turc.clo o ensiiio clr bx^liotacono ie. na UnivG-röidr de do Rio Graiido do Sul, pcssando o curso a âGiior;iiirr-se "iJscola de Biblioteco nouia o Docunontr.çeo", snexo à Paculdc.de de CicnciaG IconSaicasy com cursos dc 3 anos, de nívol superior,
O moviivtonbo do Estadoa"'. se t a restringido e cursos of iciais jpoip
•barnbém 1:0:11 sido reeliíjados^ alem de cursos rápidos de atur.lisação, oa r
GspocÍL:li.";adpa para bibliotccca escolarosp ßo'o o patroci^iio da üocrota
ria de Educcçno e Cultura do Estado do liio &amp;rfnice do Sul,
Para a realisação Oc cursos do pós-grrdu-ação, muito têm contri buido a -Bcoclação Rio^xandcnse do Bibliotecários o a iíscolr. de Bilio~
teconorria o Dccu;aontação, propiciando a vinda ao l^io Grande so &gt;ju1 de ^
pcrgonalidadüs .ir.cionaiEs e estran^-jciros, ax.itor:ldac8s em bibliotecono raia,
Apresentercnos a se^v-ir# una sreseriia das maiores "bibliotoci-s ri^
grandenses,

com dados coletados entre 1958 o 1950, dados esses rjue,com

mais eloouência irão dononstrer a situação das oibliotocae gatícliasô

I - ]3IBLI0T]:C.;.S DA UIíTIV^RoIDAÍÍj DO illO GRAiyJIü DO SLIi

As bibliotecr s dr liniversidr.de aur£-iraBi ji-arbamentc com as i'a
caldodos o Institutos a crue pertenceu^ A organização das bibliotecas e^
tr.va confiada a pessoas loigaa, dada a falta de técnico^' no setor 3ibl:|o
tücononieo. Poréii, a partir de 1947# divG^'san biblioteci ß da UirlQ-S pas ~
sarari por umi fase do reorg. niaação geral.
A

i--

firi dc coordont; r os tr. bcllios rue ate hoje se vêm desenvolvsn

do c pror.ovsr a. or^r.nigacão eii setores ainda não atingidoü pelo movi nento renovador, 3 Çí,ue a ünivcrsidi,'.dG do Hio G-rande do Sul criou, em •&gt;'
1959» o Serviço Central dc I.ifor.lacoos Libliográficí.s -

o oual

tev : cono orientadora inicial a brta, Halvina Viana Rosa«
Uioa dae atribuições do SCIIC surn a confecção do Catalogo Coletivo
inicic.lmente abran^^c-ndo as bibliotoci-s da l.niversidade devendo iiaie ta_2;
dc constituir-30 en Catálogo Coletivo Ilegional, conforme convênio entrQ
a UiíG-í; e o IB3D, viscndo o intercairibio bibliotecário nacional e estran-i
gciro, 'i^ará, ainda, uii laboratóriç dc reproduções fo^jográficas e um ee-ter de coupLEção dc bioliogjrafias«

,

j

]?U2icionr;rá o ÜCIIq, entãofCono CeAtro dc Docunentrção da üRGo§

x''

"Antre as bibliotcc^-s da línivcrsidado, distingue:i-se polo acorvo a(
prcciável de obro, periódicos, obras raras o outras publieaçõec, bon 4
conio polo riovinonto Ce intsrcâ.-ibio de relações pi'blicas,

ac bibliotecas

das Facilidades de Direito, filosofia. Ciências Econordcac, l.Iedicinc.çEn-t
genli.'ria, *^rcuitct\:.ra e doç Institutos de lielas Art os, Ciências líaturaj.íí
Geologia, j?£sica o ':uí:iicr.

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S^an
É0^
^ st e m -

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�- 5 -

I - 1 -

33.01 iotí";ca de. 3?actildodc áe Dj.reito«

com un £cervo de Cy

proxiiif.daiGirGo 20»000 volioes e a assinr.tura dc 163 títulos de peri&lt;5di
COS (102 çGtrr.ngoiiOB e 61 nacionria)&lt;&gt; c.prcüciita w.ia nédic diárir. do 4Q
coiiaultar,. TJoa a Classificação Declinei Universal e sete co::i o cutalogo
aio\;anatico oii orgEnisonão, Pas prrte do catíflogo coletivo do SOTB.HeE,
liza intorcäii'bio coii bi-oliotecas c dcpcrtcr.er-tos dr. Universidade,

I - 2 Í3GL1 acervo,

Jçcvildrde do Piloaofia criou sus. 'bibliotGcr. on 1942,

de 25^000 voluiies 9 238 títulos de periódicos, revistas,.c

um dos ijaiores da Universidade&lt;, 'Jen vuna nédia diária de 70 consulta s.
Use catálogo sistoini'tico e claa^ificr ono de I)oi;ey. Pr.s parte do catál£
go coletivo do SCIÍJ, I'; ntcn intenso 4-iiterctn'oio cora escolas, "biblioteccs, instituições cxü.turaie o outraso

I

P -

Çiüliotcca da Faculdade de Cioncirs

__conta y

eri seu acervo 10.000 volunes e5^20-títulos dc periódicos. Hoalií3a inter
cân"bio con as biblioteccc dc URG-S o foz parte do catálogo coletivo do
SCIB» üsa, para pernutar, c.uplicr.tCD d; s obrns oue coiistan de sevi acer .
vo e, alén disso, m&amp;ntéu en sua secção de periódicos ura intenao movi liiento de intcrcâribio,

o qual é considcravelnentc aunçntado pelas puolj.

ccçScs próprias do lEPE, Instituto anexo à Paculdade,

I - 4 - A BibliotecL

di. Paculirde de Itodicina, cue se e.icontra en

fase do reorgcnizagao desde o 22 aciio;jtre do 1959, ainCi.^ não fr..z parte
do çr.,tElogo coletivo do SOIjj, por não ectaren: em dia seus próprios cata
'íoe, O de periódicos encontrr-so en adicntado estcfo de elaooraoão, po-*
/
réra o do livros acrx-se apenas ea fase inicial, iltualner.to, utilize,.. ni
1. j... uambio 08 "/mais da Pa cuida de do I.Tedicina de Porto Alegre" e
outros perióíilicos, remetendo-os a escolas, aasocicições ibéricas, insti -*
tutoa

c p.3 aisas néCicrs e de ciências afina, en número de 729, per 4

tencentos a 59 países, ITão realiza por.:iuta de,duplicatas, maa recebe r_o
filamento cerca de 230 títulos do periódicos. Pretende reneter cópia
do

seus catálo::oB aos coletivos do &amp;CI3 ( P,.-le2rc), 33J,l)liot2ca Cen

tr;"l dr; Universidf.dc do São Paulo (o© Paulo)

-j

e lUBD ( H,Janeiro)

1-5,- Data de 1956 a r;..organização da Biblioteca dr PacvTldcde do
Si^'^enlic.ria« Seu acervo soaa cêrcí' de 10,000 voluüies e 250 periódicos, con una nedia diária do 140 cons ilt; s, Ude e classificação

Becitial ün_i

versai e adota o catálogo sietorortico»

I - 6 - A Biblioteca da ^.".culdcfo de i-rciuitetura tom un aceirvo dc
4»500 volu};ies e 52 títulos de periódicos» Utilir^a o catálogo aistemático e adota a classificação Dccirnal Universal# liantciâ intorcârabio con as
bibliotecas da Universidade,

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�I- 7 - A Biblioteca do Instituto de Belas Artes foifundada em 19^
Destina-se a alunos e a professores do Estabelecimento,

É especializa-

da em ^.rte, possuindo uma discoteca anexa com audições discofônicas s_e
manais.

Seu acervo consta de 2,300 -eolumes,, 106 partituras de

musicais,

partes-

600 discos e 20 títulos çorrentes,.Adota a classificação

de

Dewey e possue catálogo dicionárioo Mantém intercâmbio internacional.
Paz parte do catálogo coletivo do SCIBo
I - 8 - Em 1955,

com o aiixílio de livros doados pela inundação Ro_

ckefeller, Eaculdade de Filosofia e algiomas doações particulares, criou
se a Bibliotepa do Instituto de ^iencias Naturais,

Conta com um acervp

de cerca de 3.500 volumes e a assinatura de 200 títulos de periódicos,
mantendo intenso intercâmbio com outras bibliotecas da Universidade

e

ainda cora instituições do Estado e do Brasil, Utiliza a classificação
Decimal Universal e o ca.tálogo sistemático.
Anexo a biblioteca do Instituto de Ciências Naturais,
biblioteca dá Escola de Geologia de Porto Alegre,

fiinciona a

Esta mantém interc^

bio com entidades similares® Apresentam uma média de 31 leituras diá rias, para um total de 200 leitores registrados,
I - 9 - A Biblioteca do Instituto de EÍsica.destina-se a atender
a, professores, alunos e fiincionários do Instituto,

Tem um acervo de

3,835 obras, 125 títmlos de revistas e 1,365 folhetos. Adota a classificaçao decimal Universal e catálogo sistemático, Eaz parte do catálo
go coletivo do SCIB, Realiza intercâmbio,
1 - 10 - A Biblioteca do Instituto de Química foi fundada em
1926, destinando-se a profi.essores,

-

alunos e fvincionários do Instituto

e aos demais da Universidade, Adota a classificação decimal Univprsal
e possue catalogo sistemático em organizaçãoo
obras e 154 títulos de periódicos,

Tem um acei'vo de 2,680

com a média de 30 consultas diáriaa

Eaz parte do SCIB e realiza intercâmbioo

II - BIBLIOTECA DA PONTIFÍCIA UNIVERSIDy^DE CATÓLICA DO RIO GRA^
DE DO SUL
A Pontifícia Universidade Católica mantém uma Biblioteca Central
a qual conta com lom acervo de 40^000 volumes. Usa a classificação de Dewey, Possue coleção de pei'iodicos e faz intercâmbio,

II - 1 - A Biblioteca da Escola dp Serviço Social é a única bi blioteca especializada mantida pela PUC,
folhetos, 1,200 livros,
nais,

Seu acervo atual é de 4,000 -

60 coleções de revistas, 800 recortes de jor -

alem de vários materiais de

Digitalizado
gentilmente por:

divulgação

e de formação profissio

�- 7 -

nal. Uma das características de seu

material bibliográfico e a coleção

de teses (trabalho de conclusão de curso),

apresentados pelos Assisten-

tes Sociais,

que em número de uma centen^, e meia, dão uma idçia dos s^
f
^
viços sociais realizados em nosso EstadOe Mantém intercambiOa
III - BIBLIOTECAS PTÍBLICAS
IIJ-I - A Biblioteca Publica do Estado,
criada em 1871,

Tem -vim acervo de 80,800 volumes,, estando em fase de re-

organização completa.
CO,

em Porto Alegre,foi

Sua organização compreende:

serviços com o públi-j

se^Tviço técnicos e serviços administrativos. Promove exposições de-

livroso

Publica relatórios e divulga pela imprensa, mensalmente a esta-

tística de leitores e obras consultadas.

Paz permuta de obras em dupli-

cata, manteíido relações com outras instituições similares do país e

do

estranfeiro.
III-2 - Biblioteca Publica Infantil, foi criada em 1954^00mo parte integrante da Divisão de Cultura da Secretaria de Educação
Cultura do PlÍo Grande do Sul,

e

começando a funcionar em caráter provisq

rio a l.de fevereiro de 1955 e oficialmente inaugurada a 12,de outubro
de 1956,

Seu acervo atual é de 6,500 volumes com cerca de 3c,000 leitoi^

inscritos, Posçue duas departamentais, uma no Bairro de Sç^õ João e ou ~
tra no Bom Pim,

Tem como ativii^ades a Hora do Conto, Teatro de Panto

ch.es, Exposições,
lado:

-

Comemorações, Publica um Boletim Bibliográfico intitu

"Nossa Blbliotequinha"
III-3 - • Iblioteca Publica Municipal,

iniciada em 194-2,

e -

um órgão da Secretaria de Educaçã,o Municipal e vem mantendo, por intermédio do Serviço de Recreação Publica, bibliotecas infantis e populares
junto às praças de recreação do referido serviço, localizadas em diversos bairros da cidade,
Spcorro,

ainda, bibliotecas junto aos,Hospitais de Pronto

Santo Antonio e Santa Casa de Misericórdia,

7,109 volumes e 59 títulos de periódicos,
move a Hora do Conto,

Seu acervo é,de

-

Não realiza intercâmbio. Pro-

Sessões cinematpgyáficas e Comemorações,

Compreen

de 6 agencias infantis e 3 para adultos,
%
III-4. - Biblioteca Publica Pelotense,
em 1875,

de Pelotas,

é uma entidade particular m9,ntida pela contribuição de seus 8.3

sopiadps e dotação federal de cr$ 30e000,00 anuais»
de:

fundada

85»000 volumes,

Seu acervo atual

além de grande número de títulos de periódicos«

è
Co;^

preende o; i suas atividades una escola para cegos com um ace.rvo apropria
do, um curso de alfabetização noturno, ijma secção infantil;,
museu,

Na secção infantil,

discoteca, e

foi criada um jornalzinho "Mundo infantil"^

Mantém um teatrinho de marionetes.

Costuma comemorar datas históricaso

111-5 - Biblioteca Pública Riof;randense. de_ Rio .,foi
criada em 1876,

cm

1

reconhecida de utilidade pública pelo decreto 3o776
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^5

^7

de

19

20

�" 8 -

1/L0/L919»
rídica,

é mantida por "uma sociedade particular com personalidade ;);a

em caráter público, mns não oficia^.,

Tem xm acervo de 130,000-

volumes e "uma grande coleção de periódicos. Especializada na bibliogra
fia sul-riograndense,

embora o caráter geral de suas coleções seja o -

cômputo de obras relativas ao Brasil,

guardando exemplares únicos de -

muitos deles. Possvie uma das melhores "brasilianas" e é detentora de «W
A
/
X
ooleçoes preciosas. Efetua ativamente o,intercâmbio, nao so com bibli®
teaas nacionais, mas também estrangeiras®

Tem,

ainda,

a Biblioteca Pú-

blica Riograndense, uma mapoteca em fase de organização.
IlI-é - Biblioteca Pública Municipal, de Santa Maria,
dada em 1938,

tem como órgãoip integrantes:

Clubes literários,

para cegos e secção infí^ntil. Promove exposições,
audições,

concertos,

fun-

serviços

conferências públicas,

Seu acervo é de 10,000 volumes e bom número de

txtulps de periódicos, Possue filmoteca, mapoteca e um museu em organ^
zaçao,

IV - BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS

IVrIi.
criada em 1942,

- A Biblioteca do

Tecnplógico do RGS foi-

Conta atualmente com um p.cervo de 6^505 obras,

folhetos, 130 microfilmes,

3» 253 -

231 títulos de periódicos? além de uma cole

ção sempre atualizada das Kormas Técnica? de Tecnologia brasileiras,
francesas,

americanas,

mal de Dewey e CI)U,

-

inglesas e alemãs. Utiliza a classificação deci_

dispondo de catálogo sistemático

lém de catálogo de autor e de título.

(de assuntos),

a

Os trabalhos e estudos dos técni

COS do ITERS são publicados em forma de Boletins e separa,tas,

encarre-

gando-se a biblioteca de sua distribuição, mantendo intercâmbio com íüb
tituições similares,

em número de 950»

É uma biblioteca semi-pública,

sendo sua consulta facultada a engenheiros e químicos, professores a a
lunos universitários, industrialistas e técnicos, proporcionando, no entanto,

empréstimo a domicílio somente a funcionários do Instituto.Em

1958 foram atendidas 3.142 consultas,
IV* 2

- Biblioteca do Tribunal de Justiça. Em virtiide de in

cendio ocorrido em 1949»
mesmo ano,
d^-des,

perdeu a Biblioteca todo o seu acervo.

em face de doações,

Nesse-

teve a biblioteca reiniciada siiac

contando ^.tualmentc com um acervo de 8o200 volumes,

p-lém de

3.864 periódicos. Utiliza a classificação decimal universal, A cons"ulta de suas obras ç de caráter público, mas 9 empréstimo a domicílio

é

reservado aos srs, Pesembargadores e Juizes, Registra um movimento médio de 30 consultas,

Rpa,liza intercâmbio com entidacles similaresj. utili

zando-se de duplicatas,
IV-3

cm

1

- Biblioteca do Departamjnto de Prefeituras Munici-

Digitalizado
gentilmente por:

�pala, foi instalada em 1941-&gt; íí especializada, em direito,, adçiinistra ção,e finanças. Seu acervo atual consta de 5c982 livrçs e 5»139 folhetos, Tem caráter piíblico, franqueada aos interessados» Tem serviços de emprétimos a domicp5.1io, tendo registrado um movimentç anual médio
de 427 empréstimos e 3*575 consultas e 1,029 publicações«.
Adota a classificação decimal e catálogo dicionário. Seu setor mais importante é um catálogo completo de legisâção federal,
e municipal,, com índices,, dçsde o ano de 1937,

estadual

possuindo também um ca

tálogo dos pareceres do D,SoP
l^&amp;z permuta com duplicatas de publicações oficiais e do Boletim
do D.P,M,
IV-4 - A Biblioteca da Procuradoria Geral do Egtado teve sua o rigem 1954, mas sua organização foi iniciada em 1955«
em pbraa jurídicas e coletâneas legislativas,
srs. Agentes do Ministério Público,

especializada

destinadas a atmender

os

estando porém franqueada ^ consul-

ta de todos os interessa(^oSo Conta com um acervo de 1,600 volumes, 500
periédicos e 50 folhetos, Registrou-se em 1958,
dendo a 884 leitores,

2,458.consultas aten -

com um total de 533 empréstimos.

Utiliza a classificação decimal universal,
de autores e de títulos,

dispondo de fichário

estando o sistemático de assunto em organiza-

ção. Realiza permuta esporadicamente com bibliotecas congeneres,
IV-5 - A Biblioteca Central da Secretaria de A^ricultura^ man tem bibliotecas,em diversas Diretorias e Estações experimentais do in,
terio do ^stado,

especializada em,obras agronomiças e ma-férias afinsr,

Possue um acervo de 7o427 obras, lQo758 follietos,

430 títulos de pe -

rlodicos e 250 títulos de revistas. Usa a classificação de Dewey,

es~.

tando presentemente com o çatálogo sistemático em fase de organização,
Mantégi intenso intercâmbio. Sua média diária de consulentes é de 9 lei
toros.
Em 1959 apresentou o,seguinte moviemnto de leitores e leituras,

res -

pectivamente 931 e 2„258e
IV-6 - A Biblioteca do Dastituto de Educação Galo Piores da CunM,

entrou a partir de 1954?

criada para

em fase de completa reorganização, Pol

funcionar junto açs cursos dessa escola estadual» Possue

um acervo_de aproximadamente 6,000 volumes, além de folhetos e recor tes,

coleções de revistas pedagégiíjas, litera'rias e de informação ge -

ral,

jornais de,literatura e de informações sobre a vida.universitária

de Porto Alegre» Em i960 9 número de consultas foi de 24»836,

com um

número de 16,246 leitores^ Funciona em caráter semi-público e atende,
especialmente aos professores e alunos dos cursos secundários, normal
e de especialização. Proporciona material para comemorações daç grandes datas nacionais ou universais e para trabalhos do pesquiza„

�- 10 -

IV- 7-

~ A Biblioteca do Instituto Rio^rajidense dq Arroz foi fun

dada,em 1954,

destinando-se,a atender aos funcionários e técnicos do -

IRGA. PosEue yci aòervo de 3.246 livros e a assinatura de 296 títulos de periódicos. Adota a classificação decimal universal e presentemente
está com o catálogo sistemático em.fase de preparação.

Em 1959 aprese-

tou um,movimento de 3.046 leituras. Paz parte do SCIB e promove interoâmbio,

V - BIBLIOTECAS DE ENTIDADES PARTICULARES
V-1 - Biblioteca do Instituto Cultur.al [^rasileiro Forte Americano, foi fundada em 1947.

Seu acervo é de 6,500 obraç,

sendo 90^ de seu

acervo representado por obras de literatura inglesa. Usa a classifica
ção do Dewey,

catálogo dicionário,

Tem caráter particular,

cervo é exçliisivo dos sócios p alunos do Instituto^

pois sou a

Tem 92 títulos de

periódicos. Paz parto do S0IB. Possue.uma discoteca formadçi por obras
clássicas e populares e uma filiaoteca. Realiza intercaiabio» Promovo exposições e conferências públicas,
V-n

- A Biblioteca da Companhia Previdencia do Sul^ foi,funda

da em 1949 e é dividida esquemáticamente em duas grandes partess
geral e outra especializada.

uma-

Tem um acervo de 3c838 volumes e 70 títur

los de periQdicps, O total de leituras até dezembro de 1959 atingiu a
cerca de 40,000, ÍTo corrente exercício apresenta uma média mensal de 585 leituras. Publica ^regularmente um Boletim Bibliográfico, bem como
uma Bibliografia, anual.

Realiza intercâmbio internacional^

intermédio de sçu Boletim,

tanto por -

como também pela compra de obras que lhe -

são solicitadas. Paz parte do catálogo coletivo do SCIB e realiza o A
,
intercâmbio bibliotecário con äs dem.ais bibliotecas da Capital,

- Biblioteca Ambulante "Morvan do Pigueiredm" do Serviço Social da Indústria,

foi funda-da em 1951e

O âmbito de ação da bibliote

ca não se extende só às fábricas, mas tçimbém a diversos grupos escolares,

sindicatos e centros assistenciais,

O trabalho que nesse sentido

se dosBíivolve tem alcance na campanha educacional dos industriários gaúchos.
A Biblioteca conta com um acervo de 20»000 obras,
Leituras e atinge com seus, serviços 22 municipios.,
tun çiovimento superior a 45.000 leitura,So
wey,

Adota a classificação de De-

e através dele faz intercâmbio com bibliotecas e organi-

zações similares.

1

1959 apr4r'p!n'&gt;jOU

Publica um Boletim Bibliográfico sob o título "Saiba escolher su-

as leituras"

cm

188 Postos de

Digitalizado
gentilmente por:

�V-4 - Serviços ijLe Bleilote Olrculantes do Servi CO Social do Comércio o Entre as atividades de ordem assistencial e so
ciai mantidas j^elo SESC/RGSiLÍ.p destaca-oe o Serviço do Bibliotecas An'ou
lantes e CirculanteSg ao cuais vêm desce,1953 beneficiando a claçse comerciaria do Estado no, tocante à cultura^ Pos3u.e uiq acervo de ^70533 vg
lumes e desde,sua criaçao até 30/II/96O foram ájcgistradas

206o274 lei-"

turas para 19o084 leitores inscritoso Mantém 236 Postos de Leituras

ç

6 Bibliotecas Circulantes entrç a Gapitalg 22 municípios e 3 distritos o
Adota a classificação de Devrey„ Publica semestralmente um Boletim Biblgõ
gráfico e por çeu Intermédio fas intercâmbio com bibliotecas e çntlda
des congêneres,, Ainda,

cos^tuna Interoambiar com outras organizagoes^pu

blicações préprlas do SESC,

cm

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Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st e m

♦

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lí

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�Digitalizado
gentilmente por:

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                <text>O presente comunicado teria a finalidade de apresentar o que realizam as bibliotecas do Rio Grande do Sul, com referência ao setor de "Relações Públicas e de Intercâmbio". No entanto, por não se encontrarem, em sua maioria, completamente organizadas, requisito sem o qual não podem ser executados os seiviços em questão cumpre-nos apontar a situação de deficiência das mesmas e, como decorrência de um questionário realizado entre os respectivos bibliotecários, ressaltamos algumas sugestões indicadas para o desenvolvimento, do intercâmbio biblioteconômico estadual e nacional. Finalizando, fazemos um rápido esbôço histórico do movimento biblioteconomico do Estado, para apresentarmos, logo após, um levantamento com os dados os mais atualizados possíveis, com o objetivo de informar aos Congressistas o movimento geral de um grande número de bibliotecas gaúchas.</text>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

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�TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA B DOCUrí]íNTAÇÃO

Plano de assistência as bibliotecas escolares
por
Maria de Lourdes Tito .

oaOG/.-à CÃ»)
C
. -PC/

Curitiba
1961

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TEMAjj^» PRÍX5ESS0S TÉCNICOS
PLANO DE ASSISTÊNCIA ÀS BIBLIOTECAS ESCOLARES
POR
MARIA DE LOURDES TITO/

»

SINOPSE:
Êste trabalhouma colaboração à Divisão de Extensão da Biblioteca Publica de Minas Gerais que, no programa de çuas atividades, traça um plano de assistência bi bliotecaria aos Grupos Escolares do Município de B^lo Ho rizonte.
Focalizamos a situação atual das bibliotecas exis tentes com^seus problemas e deficiências, as gossibilida des de^auxilio por parte da Divisão de Extensão da Biblioteca Publica de Minas Gerais e o plano de trabalho pro priamente dito.

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^LSyste

�CONTEÚDO

1. Situação atual das Bibliotecas dop Grupos Escolares
1-1

Instalações e outras condições locais

1-2

Pessoal

1-3

Acervo

2» Funções da Biblioteca Publica
2-1 A Biblioteca como laboratório e escola
2-2 Problema de pessoal
2-3 Experiência ja realizada pela B« Publica de Mina^ Gerais

3« Plano de trabalho.
wm
0é
0
3-1 Investigação da situaçao atual das bibliotecas primarias
3-2 Estudo do "curriculum" do curso primário e planejamento da coleção
básièa
3-3 Aquisição coletiva
3-4 Apresentação do plano ao Sr. Secretário de Educação
3-5 Curso intensivo para as professoras primárias
3-6 Estagio e trabalhos práticos na B. P« M« G»
3'7 Organização do sistema de catalogação cooperativa
3-8 Programa do carro-biblioteca

4-« Considerações finais.

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st e m

�1SITUAÇÃO ATÜiU, DAS BIBLIOTECA? DAF ESCOLAS PRIMÁRIAS

A Divisão de Extensão da Biblioteca Publica de Minas Gerais incluleem
A
/
\
seu programa de atividades futuras ura plano de assistência técnica as bibliotecas
/
ê
das escolas primarias do Municipio de Belo Horizorits«
Julgamos esta colaboragão imprescindível em todos os aspectos, se considerarmos a situação atual das bibliotecas acima citadas o
Se bem que, teoricamente, exista em todo estabelecimento uma "biblioteK
A
ca"# sabemos quão impropriamente o termo se aplica a um amontoado de livros, muitas
vezes ja gastos e desatualizados, sem qualquer axstema de classificaçao ou catalogação ou com um sistema rudimentar e ineficiente, fechados em lugares inaccessíveis às
crianças, sem nenhuma das normas que caracteri7,am as bibliotecas modernas.
Hoje, quando se nota uma renovação no ensino, com a implantação da escola ativa que procura levar o aluno de mero agente passivo a um elemento que busca ele
proprio o desenvolvimento intelecti^al, promovendo sua auto educação, vemos como a biblioteca ocupa posição de relevo no processo educacional.
que se nota a dericiêacia de nossas bibliotecas primarias.

É justamente neste ponto
Deficientes de material,

de pessoal especializado e sem preparo profissional, falhas na arrumaçao metódica das
coleçoes, os estabelecimentos se acham desaparelhados para executar os serviços bi &gt;
^
P
bliotecarios minimos, indispensáveis aos professores e alunos»

1-1 Instalações e outras condiçõos locais
Sn primeiro lugar devemos reconhecer as deficiências nas instalações das
bibliotecas.

Geralmente, com o número insuficiente de escolas primarias, os esta-

belecimentos de ensino se vêem na contigência de aceitar núniero elevado de crianças
sem contar com local adequ^o para acomodação dos mesmopo

Assim, quando classes são

instaladas ao ar livre ou no galpão de recreio, pouco espaço pode ser reservado para
a Instalaçao adequada de uma bibliotecas
Os estabelecimentos melhor aparelhados contam com uma sala de dimensões
M
N
reduzidas, mal iluminadas e ventiladas com ambiente que, em nada, predispõem a leitura»

lato, sem frisarmos a situação daquelas, melhor aparelhadas, que mantêm oe
I

livros fechados para presorva-los das crianças o

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�-2Nestes casos grande podei&lt;í ser o auxílio do carro-tiblloteca, incluindo
em seu programa de visitas, os estabelecimentos que r»o dispõem de uma biblioteca bem
aparelhada,
Consideramos, ainda, a possibilidade de uma intervenção junto ao Srg Secretário de Educação, no sentido de ser incluido no projeto de construção das novas
escolas um lugar que preencha os requisitos mínimos à instalação de un» biblioteca moderna,

1-2 Pessoal
Os poderes públicos * quem cabem grande responsabilidade na solução do
assunto se mostram impotentes para enfrentar o problema por fatores vários»

A falta

de pessoal especializado em biblioteconomia e um ponto de grande importancia,

O nu-

mero de bibliotecários diplomados pela Escola de Biblioteconomia de Minas Gorais, com
um curso de tres anos é irrisório e não atende as necessidades mxnimas das bibliotecas dc Belo Horizonte,
Devemos considerar, ainda, a desproporção salarial entre os quadros do funcionalismo federal e estadual, recrutando aquele, quase na íntegra, os bibliotecários
recém formados para as bibliotecas da Universidade»

Isto, sem considerar as biblio-

tecas de instituições não oficiais e particulares que, cada vez mais, solicitara a presença do bibliotecário diplomado, deixando as bibliotecas de nossas escolas entregues
a elementos pouco capazes»

Acresce, pe.ra gravidade do problema, o fato de ainda im-

perar em certos círaulos o conceito da função de bibliotecário reservada a elementos
já incapazes para outi«.s funções mais importantes»

Justifico esta afirmação, consi-

derando que as professoras designadas para as funções de bibliotecário nas Escolas do
Estado de Minas Gerais, não gozara os privilégios concedidos às regentes de classe,
como sejam mudança de padrão em tempo determinado e outras vantagens, supondo-se que
as mesmas já são grandemente beneficiadas»

1-3 Acervo
A falta de recursos para a compra de livros e outros materiais é outro
ponto a ponderar.

Com o número sempre crescente de escolas particulares, reservam-

se os grupos escolares às crianças menos favorecidas, que por isso mesmo necessitam
maior assistência.

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�-3Em condições que, pessoalmsnto, verificamos, »s Caixas Escolares devem
proporcionar às crianças alimentos, uniformes e material escolar.

Possuindo as mes-

mas fundos monetários mínimos, como irão conseguir verba suficiente para aquisição do
livros, principalmente tendo-se em vista o elevado custo dos mesmos?
A situação financeira do .Estado não permite dotar c«da grupo escolar do
uma coleção satisfatória e as professoras procuram resolver em parte, o problema, promovendo festas e outras atividades, não atingindo, contudo, resultados compensadores.

2, FUNÇÕES Dà BIBLIÜTEGà PÚHLIGà
AÍ entra uma questão amplamente debatida.

Será realmente função da bi-

blioteca publica realizar a tarefa imposta às bibliotecas escolares?
Efci nosso ambiente, e considerando as particularidades locais, juJbgamos
que esta ação deva se fazer sentir e de uma maneira que abranja todos os aspectos do
problema.
A biblioteca publica não pode se fixar rigidamente dentro dos limites que
lhe sao traçados.

Acreditamos que, em uma comunidade onde as bibliotecas escolares

sejam tão deficientes, a biblioteca publica não pode restringir suas atividades apenas ao leitor adulto, proporclonando-lhe uma coleção criteriosamente selecionada e
preparada, com um serviço de referencia do melhor nível bem como outras atividades
específicas de sua finalidade se não dedicar alguma atenção ao seu futuro leitor,
é desnecessário encarecer a excelente oportunidade que se nos apresenta, no período
de formação dos jovens, para a implantação dos hábitos de freqüência à biblioteca
e de amor aos livros, além da obrigatoriedade que temos de lhes proporcionar os elementos necessários à própria educação e formação,

2-1 A Biblioteca Publica como laboratório e escola
A Divisão de Extensão da Biblioteca Publica de Minas Gerais na amplitude de suas funções também enfrentando problemas próprios, se propõe a realizar
uma magna tarefa.
Instalada a biblioteca infai til em prédio próprio, com móveis e material
cuidadosamente escolhidos e ecom pessoal treinado e especializado, a biblioteca pública dispõe de um ótimo local de trabalho e laboratório de estudos»

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�-4A Biblioteca Irifantil contar* com o auxílio de bibliotecários especializados em atendimentos aos escolares, sendo dotada de uma coleçOD para empréstimos e de
referência nos níveis desejados.
Outras atividades suplementares estão programadas, de modo que a mesma se
torne não só eficiente en seu trabalho como se transforme, por sua vez, em uma escola
para as professoras que, pretendemos, como mais abaixo se expõe, aí fagam um estágio.

2-2 Problema de pessoal
O problema de falta de pessoal treinado paiw. prestar serviços na biblioteca infantil, será de certa maneira solucionado com o auxílio das professoras primárias.
Conhecedoras dos problemas de psicologia educacional e com experiencia geral de magistério, serão as mesmas elementos de grande auxílio nas relações da biblioteca pública com as crianças.
A orientação técnica que lhes será dispensada pela biblioteca pública será
grandemente compensauia com o auxílio que as mesmas estão aptas a nos proporcionar.

2-3 Ejqjeriência já realizada pela Biblioteca Publica de Minas Gerais.
A Bibliotec» Publica de Minas Gerais, quando ainda instalada em sua antiga séde, sem possuir biblioteca infantil, já contou con o auxílio de professoras primárias, traduzido em estágios de diversas turmas, por um período de seis meses.
Representantes de 25 grupos ali adquiriram noções de biblioteconomia por
meio de aulas teóricas, ministradas por elementos de nosso quadro de bibliotecários,
bem como trabalharam nos diversos setores da biblioteca.
Desta experiência, avaliados os resultados obtidos, verificamos que muita
coisa pode ser realizada, desde que se faça um plano de trabalho e o executemos dentro de nossas possibilidades reais.

Oon a experiência já feita conseguimos despertar

o interesse não só das diretoras dos estabelecimentos do ensino que, mais conscientes
da situação, procuiíim antecipadamente inscrever suas professoras enti*e as candidatas
aos próximos estágios, bem como junto âs mesmas que voltando aos grupos escolares,
iniciam seu trabalho sob um outro prisma e com uma nova concepção de suas funções.

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�-53. PIANO DE TB/iBiLHO
Em linhas gerais é o seguinte o nosso plano de trabalhp;

3-1 Deverá, era primeiro lugar, ser feita uma investigação da situação
atual das bibliotecas dos estabelecimentos de ensino primário do município, com un estudo detalhado do número de alunos, condições sociais dos mesmos, existência e situação atuais das bibliotecas escolares, com referência ao acervo, pessoal e outras condições materiais.

3-2 O bibliotecário deverá solicitar o auxílio de técnicos em educação para em conjunto, procederem ao estudo do "curriculum" do curso primário com exame das
obras adotadas, bem como das coleções suplementares.

Desta maneira, será estabeleci-

da uma coleção mínimaideal para cada estabelecimento,

3-3 O elevado preço dos livros, como já expusemos acima, impossibilita a
aquisição de coleções satisfatórias por porte dos estabelecimentos de ensino prir.áario»
Periodicamente, o governo faz às crianças pobres, doações de livros de
texto, sem contudo, alcançar uma solução definitiva para o problema.
Sugerimos aqui, a possibilidade de ser feita a aquisição coletiva dos livros, com base no estudo previamente feito das necessidades específicas de cada estabelecimento.
Grandes vantagens poderão ser obtidas se considerarmos o abatimento concedido pelas editoras para a aquisição em grande escala, bem como as facilidades de
catalogação e classificação, o que sem dúvida importará no barateamento geral do trabalho ,
Resta assegurar as verbas necessárias à aquisição das obras, podendo as
mesmas ser incluidas nas dotações orçamentárias da biblioteca pública, nas de cada
estabelecimento de ensino em separado, ou em uma niiibrica especial no orçamente

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crotaria de Educação,

3-4 Coligidos os dados necessários, o plano deverá ser submetido à aprovação do Sr. Secretário de Educação,
Neste ensejo, será encarecida a necessidade de uma estreita cooperação

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�-6entre a Secretaria de Educação e a Biblioteca Publica, que cônscias do sibs responsabilidades se propoen a trabalhar en conun na solução de tão relevante problena.

3-4-1 Nesta oportunidade será oferecido o auxílio de técnicos-bibliotecários, para em colaboração con os arquitetos do Estado planejarem de uma maneira funcional e eficiente, a instalação das bibliotecas dos novos grupos escolares, bem como
as adaptações necessárias, nos prédios já era funcionamento.
Sem dúvida esta colaboração será de grande valor, vindo sanar umaSdeficiência básica em nossas bibliotecas.

3-4-2 Deverá ainda ser discutida a necessidade de uma emenda ao plano de
reclassificação do funcionalismo do Estado de Minas Gerais, assegurando às professoi«.s
primárias encarregadas das bibliotecas, as mesmas vantagens concedidas às regentes de
classe, bem como uma recomendação do que as mesmas, em virtude do grande trabalho de
que são investidas não deverão ser desviadas para outras funções suplementares dentro
do horário escolar.

3-5 Curso intensivo para as professoras primárias
Nosso programa está baseado no curso preparado por Emma Buanaventura
"Introduccion a Ias bibliotecas infantiles y escolares" e com as modificações que as
A
experiencias dos cursos anteriores nos sugeriraja;
I. Evolução do conceito de biblioteca, A biblioteca moderna,
II, Tipos de bibliotecas
a) Bibliotecas infantis; objetivos, seu trabalho e serviços
b) Bibliotecas escolares: sua função em faoe do ensino, seus objetivos, seus
serviços,
III, Organização de Bibliotecas Infantis e Escolares
1, Local
a) Prédio, luz, ventilação, etc,
b) Mobiliário
c) Decoração
2, Seleção e aquisição
a) Bases para a seleção das coleções

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�-7b) Moios de avaliação dos livros
c) Atualização das coleções
d) Ooleção de referencia básica
e) Processos de aquisição
3, Serviços técnicos
a) Registro
b) Classificação
c) Cntalogação
d) Processos mecânicos
e) Biblioteca circulante
IV. Classificação
1, Definiçãoj utilidade
2, Sistemas de classificaçio
a) Sistema Deciraal de Dewey
b) Sistena de Cutter
c) Outros sistemas
3, Sistema Decimal de Melvil Dewey
a) Estrutura e caráter
b) Classes básicas
c) Determinantes de forma
4, Colocação dos livros nas estantes
5, Regras para classificar um livro
V, Catalogação
1, O Catálogo
a) Finalidades
b) Tipos de Catálogos
c) Catalogação descritiva
2, Regras gei^is da entrada bibliográfica de autores individuais e coletivos
a) Regras gerais
b) Formas em que se apresentam os nomas dc autores individuais
c) AnSnim;^os clássicos e outras entradas
d) Entradas secundárias
e) Publicações periódicas

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�-8VI. Biblioteca circulante
1. O bibliotecário e o publico
2, Servigo de empréstino
3« Serviço do reservas e reclamações
4» Regulanento da biblioteca
5» Estatístic« da circulação
VII, O bibliotecário infantil e escolar
1, Preparo técnico, psicologico,e pedagógico
2, Cooperação entre a escola e a biblioteca
3, Atividades extra-curriculares
VIII« Ensino do uso e manejo da biblioteca às crianças
1, Unidades de instrução mais comuns
ä) Reciirsos com que conta a biblioteca
b) Disciplina a ser obseinmda
c) Os catálogos
d) Gomo são arrumados os livi^s nas estantes
e) As obras de referencia e seu uso
2. Organização do bibliografias
IX, A literatura infantil e juvenil
1, Formas da literatura infantil
2, Histórico
3, Sóculos XVII-XVIII
4, séculos XIX e XX
5» Interesses ^ela leitura segundo a idade
a) Crianças que não saben ler
b) 2â etapa ^ 7-12 anos)
c) Adolescentes
6, Hora do conto
a) Objetivos
b) Seleção
c) Métodos para a preparação do conto
d) Sistemas de aprendizado
e) Narração

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�-93-7 Catalogação cooperativa
Sendo de um modo geral muito semelhantes as coleções das escolas primárias, será de grande utilidcwie a centralização dos serviços de classificação e catalogação na Biblioteca Publica de Minas Gerais»
Um corpo de funcionários, práticos em classificação e catalogação de obras
infantis, encarregar-se-á do trabalho, do qual também participarão as professoras estagiárias sob orientação dos mesmos.
âs fichas então feitas, serão mimeogrofadas, organizando-se os catálogos
no sistema da ficha única,

Estas serão vendidas às Escolas por preço de custo, fican-

do o desdobramento das mesmas a cargo das professoras-bibliotecárias, as quais participarão da futura catalogação cooperativa.
Será desnecessário ressaltar as vantagens do processo, considerando-se
a padronização do trabalho, sua rapidez, bem como a economia de pessoal e de material,

3-8 Programa do carro-biblioteca
Além do programa assistencial acima exposto, as escolas serão incluidas no
plano de visitas do carro-biblioteca.
Em primeiro lugar será conveniente um entendimento com as diretoras e
professoras das escolas primárias, às quais o bibliotecário explicará os objetivos e
vantagens do plano de trabalho, procurando despertar-lhes o interesse assegurando a
cooperação da Escola com a Biblioteca Publica,
Selecionadas as bibliotecas a serem visitadas, levando-se em conta suas
necessidades de assistência, será estabelecido o programa de visitas, determinando-se
o dia e hora reservados a cada estabelecimento, bem como o prazo para a devolução dos
livíos,
Na primeira visita as crianças deverão ser esclarecidas das vantagens que
lhe são oferecidas, bem como do regulamento a ser observado, distribuindo-se inclusive as mesmas, os cartões de inscrição a fim de ser obtida a necessaria autoidzaçao
dos pais»
Nos diferentes estabelecimentos de ensino, alunos poderão ficar responsáveis peitos livros emprestados aos colegas, encarregando-se da dobrança dos atrazados
e facilitando assim, a tarefa do bibliotecário no dia da visita quinzenai.
Sem dúvida, inestimáveis serão os resultados do trabalho que a biblioteca

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�- 10pública poderQ desenvolver junto às esüolas prioárias.

Devemos considerar a possibi-

lidade de expansão e enriquecimento das coleções das escolas, o enpristino de obras
solicitadas pelos professores e alunos ben como o auxílio na pesquiza de materiais de
ensino.
Quando as necessidades do serviço o exigirem, a biblioteca pública poderá
designar um funcionário para prestar assistência local. Trabalhando em colaboração com
a bibliotecária-professora, o bibliotecário dará a esta sua orientação, esclnrecendo-a
e auxiliando-a na organização de suas atividades futuras.
Desta maneira, procurando formar novos leitores, indo ao encontro dos mesmos, despertanio-lhes nova mentalidade com relação aos livros, acreditemos que a biblio
teca pública estará realizando umagrande função,

4- CONSIDERAÇÕES FHIA.IS
Finalizando esta exposição devemos ressaltar que avaliamos bem as inúmeras dificuldades que se nos apresentarão na execução do plano que nos pirrpomos realizar.
Entretanto, apesar de julgarmos o muito que esta realização possa onerar
as bibliotecas publicas, freqüentemente ja lutando con problemas próprios de verba e
pessoal, desejamos apresentar apenas um plano de trabalho da Divisão de Extensão da
Biblioteca Publica de Minas Gerais, ficando também como uma sugestão àqueles que,
como nos, tenham o mesmo problema e estejam dispostos a um pouco mais de dedicação
e sacrifício, tendo-se en vista os resultados ponderáveis que pensamos, podem ser
obtidos.

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                <text>Este trabalho é uma colaboração à Divisão de Extensão da Biblioteca Pública de Minas Gerais que, no programa de suas atividades, traça um plano de assistência bibliotecária aos Grupos Escolares do Município de Belo Horizonte. Focalizamos a situação atual das bibliotecas existentes com seus problemas e deficiências, as possibilidades de auxílio por parte da Divisão de Extensão da Biblioteca Pública de Minas Gerais e o plano de trabalho propriamente dito.</text>
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                    <text>SI ^sarsüsris cs

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��TEHCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA E DOCU!;IENTAÇÃO

Informaçoes sobre bibliotecas escolares da
Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul
por
Elvira Barcelos Sobral

qS

t í oofl

I

0&lt;S '• ^ (J'^

6.
V.8

Curitiba
1961

Digitalizado
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Tema VI - Tipos de "bibliotecas

INPOmtAÇÕ JS SOBRE BIBLI0T5CAS ESCOLARES
SECRETARIA DE EDUCAClO E CULTURA DO

RIO GRANDE

DA
DO

SUL

POR
Elvira Barcelos Sobral

Sinopse
1» PARTE: CURSO BÁSICO DE BIBLIOTECONOMIA PARA PROPESSORJJSÍ
a) Criação b) Finalidades c) Programa d) Candidatos e) Duraçao f) Horário g) Professores h) Matérias i) Certificados»

2» PARTE: ORI.ÜlNTAÇlO DE BIBLIOTECAS ESCOLARES s
a) Criação b) Como se processa c) Atividades das bibliotecas
escolares d) Plano de trabalho para o ano de I96I.

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st e m

♦

�III C0FGR.a5S0 BR/VSIL IIR ' ^ BIBLIOTBCOHOMIA B DOOUMXaJTAg3LO
Curitiba - 1961

INFORMAyOES SOBRE BIBLIOTECAS ESCOLARES
M
3ECR-1TARIA BE EBUCAÇSO E CULTURA ^ MO GRAITBE BO SUL
Por Elvira Barcelos Sobral
Orientadora de biblioteca escolar do
Centro de Pesquisas e Orientação Educaionais
da
Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul

i?. parte
CURSO BÁSICO M BIBLIOTECOITOMIA PARA PROFESSORES
O Centro de Pesquisas e Orientação Educacionais, órgão técnico
da Secretaria de Educaçao e Cultura, dentro do que lhe compete, de acordo com o
artigo 12, inciso 111, letras a e b, do Becreto n^ 420?, de 10 de outubro de 1953y
realiza um curso de especializaçao em Biblioteconomia, bem como, mantém atividades de orientação especializada junto às bibliotecas dó escolas Primárias, Normais o Secundárias do Estado.

,

a) Criação

curso

Em 1956, a S.E.C., por iniciativa da então Diretora do C.P.O.E.,
Exma, Srta, Alda Cardozo Kremer, foi solicitado, â Associação Rio-Grandense de Bifeliotec
bliotecários, colaboração técnica^ com a finalidade de emprender um curso especializado em Biblioteconomia, destinado aos professores que exercem suas fimçoes Junto às bibliotecas escolares.
A, então, presidente da A.R.B,, Srta. Sully Bjcodbeck, prontamente atendendo à solicitação do C.P.O.E., estudou e preparou o programa e, assim, te
ve início em I956, o CURSO BÁSICO DE BIBLIOTECONOMIA PARA PROFESSORES, da S.E.C.,
supervisionado pelo C.P.O.E.
Este ano, o curso foi destinado, somente, aos professores da
capital. Em 1957, estendeu-se aos professôros do interior do Estado e, em 1953»
passou a atender, também, professôros de escolas particulares.
Até a presente data já foram entregues, pelo C.P.O.E., 87 certificados de aproveitamento.
b) Finalidades do curso
O curso dá o preparo técnico especializado aos professores encar
regados das bibliotecas escolaros&gt; procurando dotar estas entidades com elementos
aptos no desempenho da função bibliotecária, Pois que, do acordo com os princípios
que regem a direção da aprendizagem era todos os níveis, as bibliotecas escolares
devem constituir verdadeiros centros do estudos para os alunos, necessitando apresentar organização atualizada e acorde aos seus fins.
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c) PrO;2T£una
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'I" " I" " I" " I" " I" " I' Digitalizado
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�um troinamento completo nesse campo de estudo&gt; hatiiiitando-os, a bem resolver as
necessidades dos diversos serviços da "biblioteca escolar.
d) Candidatos
Os candidatos devem ser óloiaôntOB indicados pelas Delegacias Regionais
de Ensino ou Direções das escolas, entrotanio, sondo observadas as seguintes condições?
a) apresentar diploma de professor5
b) efetividade no magistdrioj
c) gosto o entusiasmo polo trabalho em biblioteca;
d) possibilidade do permanência na capital, durante o período de um
ano letivo, exceptuando-se o período de férias de inverno;
e) integração social;
f) compromisso da parto da Escola e do professor indicado, de permanência, após o Curso, na biblioteca da Escola de origem, que no interior do Estado, servirá do centro de observação e orientação no que se refere às modernas técnicas bibliotocônômicas.
o) Duração
O curso tem a duraçao do 8 meses, compreendendo o período de abril â
dezembro, com interrupção cm Julho, durante as férias de inverno,
f) Hordrio
As aulas sao diárias, exceptuando-se quartas-feiras c sábados, em número do 8 horas semanais.
g) Professôir&amp;aLocionam no curso professoras com o curso do Biblioteconomia.

h) Matérias
Organização £ Administração do Bibliotecas
Esta matéria ostá organizada de forma a dar aos alunos as noções básicas para a organizaçao o administraçao do bibliotecas escolares, desenvolvendo um
estudo completo sobre os vários serviços do rotina.
1. Princípios geraiss
a) Histórico da evolução das bibliotecas.
b) Tipos de bibliotecas
c) Depósito legal o Direitos autorais.
2. Finalidades da biblioteca escolar. Conceito moderno da biblioteca"(função social e educativa.
3. Bibliotecário escolar ( e da biblioteca infantil)t conhecimento e
qualidades essenciais.
4. Atribuições do professor o do bibliotecário no processo de aprendizagem.
5. Instalaçao da biblioteca escolar: local, decoração, mobiliário,
6. Acorvo da biblioteca escolar ( o da biblioteca infantil);
a) Princípios de seleção de livros.
b) Apreciaçao e crítica do revistas, jornais e suplementos infantis.
c) Aquisição; verbas, duplicatas, intercâmbio.

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�7. Tratamento do matoriais ospcciaiss pcriódicos, folhetos, gravuras
G rocortoa do jornr.is, mapas, diapositivos, filmes, etc,
8» Colaboração dos alunos na organização da bitliotoca.
9. O uso dos livros o da biblioteca.
10» Orientação do leitura. Atividade da hilsliotecária para medir o
acompanhar a evolução da apreciação da criança.
11. Atividades q.ue a biblioteca escolar ( e infantil) podo organizar
e dnsonvolver.
12. Rodo do bibliotecas infantò-juvonís de São Paulo.
13. Empréstimo domiciliar.
14. Restauração, encadernação, desinfocção das coleções.
15. Publicidade, llstatísticas. Estatutos.
16. Organizações nacionais e internacionais relacionadas com biblioteconomia e bibliografia.
Catalogação
Ssta matíria comprcende \ima das partes fundamentais da Biblioteconomia o 30 destina a dar '^aso sólida para o conhecimento da catalogação sob seus
vírlos aspectos. As aulas serão teóricas e práticas.
a) Teoria
1. Catalogação? função, definição, material o objetivo,
2. História dos catálogos.
3. Tipos do catálogos: impressos o cm fichas. Para o público o o
bibliotecário.
4. Código do catalogação da Biblioteca Vaticana, Partes em quo se
divide.
b) Prática
1. Partes impressas do livros sou uso em catalogação; colação, imprenta o conteúdo,
2. Catálogo dicionário.
3. Catálogos auxiliaros do bibliotecário: topográfico, identidade
(nome certo)&gt; cabeçalhos do assunto.
4. Técnica de fichagem. Ficha continuação. Continuação do conteúdo.
Ortografia o pontuação de fichas.
5. Formas do autores; anônimos, pseudônomis; individuais, coletivos
sociedades o governo como autores, etc. Fichas secundárias de
autores. Autor como assunto (biografias).
6. Formas de títulosí títulos como entrada principal o secundária,
7. Assunto. Sugestões práticas para a escolha dos cabeçalhos de
assunto, Romissivas; sinônimas d relaciona,des. Uso das listas
do cabeçalhos do assunto,
8. Finhas analíticas.
9« Fichas do sório.
10, Catalogação simplificada.
11« xilfaoetaçoo do catálogo dicionário.
c) Especialização
Sugestões para escolh? de eaboçalliorj í.i

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l'i

�OlassificaQEo
3sta raatória comproondo o ostudo dos diversos sistomas do /
classificaçã», Emprego do Sistema Decimal do Molvil Dcwoy, com aulas teóricas,
suplementadas com aulas práticas, dadas nas "bibliotecas escolares.
a) Teoria.
1. Introdução â classificação? definição, finalidades, ofoito.
2. Rosiimo dos sistèmaff do classificação bibliográfica mais co■ nhecidos, antigos o modernos.
3. ClassifiÊação Decimal do Molvil Dowey. Histórico o caracto,

rísticas. Vantagens.
b) Prática
1. Leitura técnica do livro. Regras básicas para a escolha da
classificc,ção adequada.
2. Estudo o aplicação da Classificação Decimal de Molvil Dowoy
(até o 3° sumário).
3. Número de chamada. Sua exposição. Tabela do Cuttor.
4. Colocação dos livros nas estantes do acordo com o sistema de
classificação adotado.
c) Especialização

I
1. Finalidades da classificação na Biblioteca escolar ( o in-

'

, fantil).
2. Classificação Decimal do Dewey abreviada para o uso das bibliotecas escolares ( o infantis)
3. Livros infantis do ficção. Como classificá-los.

Referência o_ Bibliografia
Esta matôria comproondo os princípios fundamentais do Serviço
do RoforSncia, o estudo do material empregado e a prátifia do sou manuseio. Sendo
observadas o estudadas, obras de referência indispensáveis à biblioteca escolar
( o infantil).
1. O serviço do roforôncia, característica da bibliotoca moderna,
2. Características das obras do refercncia. Critórios para aprociaçao dos diferontoo tipos do obras de referência.
3. Conhecimento prático dos mais credenciados dicionários da lín, gua portuguesaI bilingües? tipos especiais de dicionários.
4. As mais conhecidas enciclopédias.
5. Bibliografias brasileiras. Fontes para cstudp de geografia,
história, educação, literatura (naciona.1^ riograndonso o infantil), etc,
6. Fontes biográficas para o Brasil&lt; Coleção do biografias em
fiÉhas.
7. Livros do referência indicados para bibliotecas escolares ( o
infantis). Atlas. Mapas,
8. Documentação nas osöOlas.
9. Compilar bibliografias. Roforonvias bibliográficas.

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�o aproveitamento do Cursp Básico do Bibliotoconomia para profossôros, á verificado por moio do sabatinas monsais c oxamoss cm julho o cm dozcmtro; apresentação do lom trabalho sobro organização o administraçao do biblioteca escolar5 apresentação do Catálogo dicionário e catálogos aiixiliaros relativo às obras estudadas durante o ano; apresentação do catálogo das obras do reforônffiia observadas no docorrer do curso.
E considerado, tambóm, a freqüência às aulas, outrossim a freq_ti6ncia o o aproveitamento no estágio.
O estágio 6 obrigatório durante todo o por-iodo do curso. B
feito em bibliotecas escolares, prèviamento designadas pelo coordenador do curso.
Aos alunos 6 conferido um certificado de aproveitamento o freqüência.
Este certificado dá ao aluno, direito do exercer.a função de
bibliotecário em escolas PrimáriaSj Secundárias o Normais, da S.E.C. e de escolas particulares.

^ PARTE

0RIEITTAg]l0 DE BIBLIOTECAS ESCOLARES

a) CRIAÇjlO
Simultânoamento , à criação do Curso Básico de Biblioteconomia
para professores, em 1956, o C.P.O.E, deliberou que, as bibliotecas escolares fossem orientadas por um elemento especializado. Assim, pela primeira voz cm nosso
Estado, esta instituição escolar passou a receber assistência de uma orientadora
bibliotecária.
Iniciamos a orientação, visitando as escolas que haviam enviado
olomentos ao Curso de Biblioteconomia do C.P.O.E.
Em 1957, nosso trabalho foi muito ampliado, atendíamos às solicitações, tanto de escolas mantidas pela S.E.D. como do escolas particulares. Foi
iniciado, Tambóm, neste período, as reuniões monsais de orientação, congregando
elementos que trabalhem em bibliotecas osdolc,rcs.
Atualmente, somos duas orientadoras para o a,tendimento dêste
trabalho na Capital e arredores.

b) COMO SE PROCESSA
A orientação junto às bibliotecas escolares se processa da seguinto maneirai

t
1. Visitas às bibliotecas
Todas as bibliotecas das escolas, da S.S.C,, são orientadas,
cabendo a, cada escola, no mínimo, dua.s visitas mensais.
Estas visitas visam orientar e observar o trabalho realizado
na biblioteca, cooperando para sou desenvolvimento.
As bibliotecas de escolas particulares, tambóm, são visitadas,
quando solicitam a orientação ao C.P.O.E.
ões com os

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bibliot;;!^'r;l .

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�são congregados mensalmente oara uma reunião àe orientação,
Essas reuniões são realizadas -nas "bibliotecas das escolas
da capital e das cidades próximas, com a finalidade des orientar5
solucionar problemas, esclaöecer dúvidas; atualizar a ampliar conhecimentos de biblioteconomia; trocar experiências; conhecer o acervo e criticar construtivamente a organização da biblioteca onde
se realiza a reiinião.
Dá-se, ainda, notícias sobre acontecimentos de relevância
da bibliote conomia nacional e internacional 5 sugestões paôa melhor
desenvolvimento do trabalho; bibliografias referentes à Educação
compiladas pelo C.P.O.E. e o trabalho que deverá ser desenvolvido.

3. Reuniões com _o corpo docente da escola
Periodicamente, aão feitas reuniões com os professores
de cada escola, tendo como objetivos! esclarecê-los sobre o trabalho que a biblioteca est^ realizando; solicitar sugestões para um
melhor entrosamento entre o trabalho da biblioteca e o de classe;
criar e desenvolver uma consciência biblioteconômica no magistério,
destacando o valor e importância dos serviços bibliotecários.
4. Palestras nas reuniões do Círculo de pais _e mestres
Aproveitando a presença dos pais dos alunos na escola,
por ocasião das reuniões realizadas pelo C-írculo de pais e mestres,
sao feitas palestras, nas quais são dados esclarecimentos relativos
à finalidade das bibliotecas oscolases.
Pretendemos, através dêste contacto, criar uma compreensão mais clara da missão educativa da biblioteca escolar, incentivando-os a cooporarem com esta instituição da escola.
5• Publicações
O C.P.O.E. mantém orientação às bibliotocas escolares, por
meio de artigos publicados na Revista do Ensino, periódico editado
pela S.E.C., do Ri:o Grande do Sul.
^ • Correspondência
A orientação às bibliotocas escolares do interior do IDstado.
é feita por corrospondôncia.
E enviado, tamb'm, cópia da ata relativa às reuniões mensais, realizadas com os professores bibliotecários e, em outubro,
do cada ano, um Relatório em forma do questionário, para ser preenchido o devolvido em dezembro.
7• Atendimento no C.P.0.E.
As orientadoras de biblioteca escolar fazom sou expediente
junto ao C.P.O.E., duas v"zos na semana, para o atendimento das soli
citações dirigidas a esto órgão, relativas à instituição quo orien^
tam.

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�c) ATIVIDADES DAS BIBLIOTiPCAS BSCOLARUiS
1. Organização
As bibliotecas oscolarcs ostão sondo instaladas em salas apropriadas, com mobiliário adequado, conforme modelos fornocidos polo C.P.O.Ej
organizadas do acordo com sua finalidade educativa o pedagógica5 classificadas
ficadas pelo sistema decimal do Mclvil Dewey, usando a catalogação simplificada no Catálogo dicionário, lofialização relativa o do livre acesso.
Permanecem abortas durante o horário escolar e fazem empróstimo
domiciliar aos àiunos, professores c olomentos relacionados à escola.
2. Regulamentação
As bibliotecas escolares são regidas por Estatutos, distribuídos
polo C.P.O.E.
Cabe ao professor bibliotecário registrar as atividades diárias
da biblioteca, elaborar a estatística mensal relativa a estas atividades o apresentar o Relatório anual dos trabalhos desenvolvidos pela
mesma.
3• Recursos financoiros
As bibliotecas escolares lutam com grandes dificuldades financeiras. As verbas do Orçamento da S.E.C., destinadas a esta instituição, são doficiontcs.
Contam com doações do Instituto Nacional do Livro, do Centro Rogional de Pesquisas Educacionais, da contri^ição dos professores o
alunos, da ajuda das demais instituições escrolaros o auxílios dc soclodados, como Ratary-Club o outras.
4» Atendimento das classes
O atendimento das classes 6 feito quando solicitado pelo professor,
q;uo indica o horário e o assunto cm estudo,
são atendidas todas as classes da escola, inclusive o Jardim de
Infância.
No desenvolvimento do trabalho, alJm do material bibliográfico,
S usado a Hora do conto, dramatizações, projeções, concursos do perguntas o respostas, jogos educativos, etc,
5* Participação dos alunos na organização da Biblioteca
Os aluhos participam ativamente da organização das bibliotecas escolares.
Orientados pelos profossCres bibliotecários, cm horário ospecia}
prestam sua colaboraçao, realizando trabalhos do acordo cora suas capacidades .
Estos, organizados por equipes, oncarrogam-se dos recortes, montagens de gravuras, carimbagem, rostauraça.o de livros, desdobramento
do fichas, etc,
Familiarizam-so, ainda, cora ■&gt; acervo, aprendera a atender ao eraprós

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�tinjo, auxiliando o professor bibliotecário, q.uando nocossário.
6. Outras átividados
A fim do melhor colaborar com a escola, no dosonvplvimonto intelectual da criança, as bibliot4cas escolares vêm promovendo o desenvolvendo diferentes atividades, tais como;
a) organização o manutenção do Jornal mural|
b) campanhas educativas 5
c) palestras relativas à Educação, Literatura o Artes;
d) entrevistas com intelectuais!
à) visitas â bibliotecas, museus e exposições culturaisf
f) exposições bibliográficas;
g) feira do livro nas escolas,
7 • Bibliotecas orientadas
Rocçbom, atualmente, orientação do C.P.O.E. , 107 bibliotecas
escolares,
d) PLANO m TRABALHO P/JIA O M[0 L3TIV0 ÇS 1061
Aguardando aprovação do C.P.O.E,, nosso planodo trabalho para o
ano letivo de 1961, prevê o seguihtej

a) elaborar e manter um Catálogo centralizado da rode de bibliotecas escolares do Estado, na capital, junte ao C.P.O.E,,2o,
ne interior, junto às Delegacias Regionais de Ensino;
b) estimular a fundaçn.o de Clubes do leitura;
c) orientar e regulamentar um Concurso literário infantil;
d) solicitar â S.E.C. , quo promova, através do C.P.O.E. , tun
curso do revisão para 03 professores bibliotecários;
e) solicitar do C.P.O.E. , que sejam tomadas providências, para o registro das bibliotecas escolares do Estado, juhto a
esto 5rgão;
f) solicitar da S.E.C., o-reconhecimento oficial das Recomendações da tese; PLANO DE UKÍIPICAÇÍIO E DESENVOLVIMENTO DAS BIBLIOTECAS ESCOLxiRES, trabalho em equipe das prodossôras bibliotecárias Dulce Silveira, Nelcy Nascimento o Yeda Castro,
orientadora Elvira Barcelos Sobral, apresentado o aprovado
no III Congresso Naci -nal de Professores Primários, 1958*

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��TEiiCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA S DOCUI/ENTAÇÃO

Relações publicas e publicidade era bibliotecas publicas brasileiras
por
Nancy Meirelles Junqueira

V-

Curitiba
1961

I
cm

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�•*
^
Tema V - Relações Publicas e Intercâmbio

RELAÇÕES PUBLICAS E PUBLICTOADE EM BIBLIOTECAS PUBLICAS BRASILEIRAS
por
NANCY l^IRELLES

JUÍIQUEIRA

SINOPSE

O trabalho, depois de tentar esclarecer as diferenças essenciais
entre Relações Publicas e Publicidade, focaliza a importância de

as

Bibliotecas Publicas estabelecerem um plano de relações publicas, ajus
tando-se aos interesses o necessidades do publico para, então, fazerem
a publicidade dos serviços que oferecem, de modo a recrutar leitores
para movimentar suas coleções.
Sugere alguns recursos de publicidade que poderão ser empregados
pelas bibliotecas com um mínimo de despesas»

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lí

�I
CONTEIÍDO

1.

CONCEITUAÇÃO DO ASSONTO.

1.1

Relações publicas.

1.2

Publicidade»

2.

RELA.ÇÜES PIÍBLICAS E PUBLICIDADE EI-I BIBLIOTECAS PlÍBLICAS.

2.1

Justificativa. Iraport^cia.

2.2

Bases para uma campanha de publicidade eficiente.

3.

MEIOS DE PUBLICIDADE QUE PODEM SER El^lPREGADOS PELA BIBLIOTECA PUBLICA.

3.1

Contactos pessoais»

3.11

Visitas coletivas à Biblioteca.

3.2

Cartazes e publicações da Biblioteca.

3.3

Vitrines.

3.4-

Publicidade em jornais.

3.5

Radio.

3.51

Televisão.

3*6

Cinema

U,

CONCLUSÕES.

Visitas a instituições e clubes.

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�1.

CQNCEITUAC^O M ASSUNTO.

C
^
1.1 - Reloçoes Publicas.
çoes Publicas.

^
M
M
Varias sao as definições e os conceitos de Rela-

Assunto rclativanente novo, e natural, que nao se tenha, ainda, fir-

A
nado o seu conceito e nesno quo reine cert-. confusão er.i torno de seu sentido.
90
^
Em 194-2, en xim reunião do Servidores Públicos realizada nos Estados Unidos,
foi estfibelecida a seguinte definição: "RoL^^.ções Públicos diaen respeito ao desenvolvinento o mnutençao, por qualquer neio legitimo, de atitudes favoraveis da parto de
&gt;
/ *#
/
un publico con que un orgao esta en contacto."
••
M
/
Esta definição nao situa, poren, o assunto en todos os seus aspectos, pois
Relações Publicas pressupoen uina reciprocidade entro instituição e publico: o preci90
0^
^
so que a instituição esteja enquadrada nos interesses do publico, tenhí\ um tianeira
9»
^
m*
A
/
de agir de nodo a inpor-se perante a opinião publica, para, então, receber desse publico, o credito que lho e devido.
Outra definição de Relações Publicas, nais conpleta, diz que são elas a
função administrativa por neio da qual se avalian as atitudes publicas, se identifican as diretrizes o os procedinentos de un indivíduo ou de una organizaçao con o in«

A
/
90
toresso publico q se executa tin progmna de ação, con o objetivo de angariar a coraproensão o a aceitação publicas en favor daquele indivíduo ou daquela organização»
90
^
^
As Relações Publicas consisten 90^ en fazer o quo o direito e 10^ en divulgar.
Facilitan a conunicação o a interpretação da infornrição de una onprêza para
os seus públicod e a conunicação das idéias e opiniões desses públicos para a enprê^
A
^
90
zaf do modo a resultar dai, para a enprezn, ur?. wolido prograna do açao que conte con
é0
90
A
^
una completa conpreensao, aceitaçao e apoio do publico.
90
90
^
4
^
A principal função do un agente do Relações Publicas o identificar seu publico, estuda-lo, conpreendo-lo, para, então, ajustar a enpreza e os serviços que
ela oferece a esse publico.

Descobrir as causas das nas relações eccertificar-se

de que a instituição esta funcionando bon.

Caso contrario, procurar corrigir os er-

ros e os desajustanontos.
Depois, onpr^ar os recursos da publicidade, todos os veicixlos de divulgaçao
00
4
ék
f
para tomar sua instituição, ja identificada aos interesses do publico, ben açoita
por ele.

cm

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�2)

No Brasil, no entanto, considcraia fioLíçõcs Publicas unicainGntc como divulgação, publicidado ou, o quo c pior, como cortozia, amabilidado, siiaplosmonto com o fim
do captar asimpatia g boa vontade do publico.

Publicidado o o unico meio dc que so

servem para realizar BcLições Publicas»

^ A
«V
1»2 - Publicidade - E toda açao consciente, destinada a transmitir qualquer
inforraaçao ou idéia a um publico, cora o intuito de leva-lo a pensar ou agir de determinada forma.

^ um dos meios adotados pelas Relagões Publicas, depois de estabelecidl o

plano de ajustamento da instituição a comunidade, para tomar, esta instituição, cfenhccida e procurada.

A publicidade visa o coletivo, o grupo social^ Seu fim e essen-

M
/
/
&gt;
ciàlmente lucrativo, para as organizações comerciais, e e paga pelo publico, polo proprio consumidor do produto»

Alem de ter rim caráter iaformativo, mostra as vantagens

do produto, sugere benefícios, procura forçar o publico a aceitar, divulga novas necessidades o novos hábitos.
O fim da publicidade e sempre desenvolver e aumentar o consumo do um produto
anunciado»

Publicidade servo, primeiramente, para formar uma clientela que, depois,

devera ser conservada e aumentada.

2.

REUCSeS pfeLICAS E PUBLICIDADE M BIBLIOTECAS PUBLICAS.

2*1 - A Biblioteca Publica e, hoje em dia, uma instituição humana e, ocsao
tal, pronta a cgnsiderar os interesses pessoais de sua clientela.
A qualidade do serviços que oferece deixa-a em posição de servir com© agente, guia o orientadora da cultura do uma comunidade.

Sua finalidade precípua o a do

ter um livro para cada leitor que a procura o um leitor para cada livro de sua coleção o, ainda mais, de conseguir localizar esses livros em poucos minutos.
Naö pode, portanto, ser ixma instituição estatica, um museu do livros, limitando-se a ter um acervo bom organizado»

Nao pode se divorciar do publico a que pre-

w
A
A
tendo servir . Existe em função dele e devo dar-lho aquilo que ele necessita.
Para isto, devera utilizar-se dos princípios e métodos das Relações Publicas, procurando, por meio de estudo minucioso, inque'ritos bem planejados, conhecer
seus leitores»

Deve, então, analisar-se cuidadosamente, para verificar se os servi-

ços que oforeco correspondeji^ realmente^ às necessidades o interesses dosi"^!til&lt;tor(l-s#tor»

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�3)

Corrigir falhas porventura notadas, modificar regulamentos, ampliar horários, onfiin,
procurar tornar-se realmente um organismo vivo, parte integrante da comUnidadoi
E, então, tomar-so agressiva, fazer a publicidade bom planejada do seus recuro.
o leitor pivDCisa sor recrutado em todas as partes. ílao c fácil para uma biblioteca competir com o mundo comercial do entretenimento público quo, hoje cm dia,
absorvo o domina a opinião publica»
Salvo em casos excepcionais, o publico nao procura a biblioteca para distrairse»

Aqueles que a procuram para pesquisa o estudo, tem razões p-^oprias, não precisam

ser solicitados.

Mas a grande maioria que deveria ler para instruir-se o eduôar-se,

esta, ignora o que a biblioteca lhe podo oferecer.
Tomc.-so necessário, então, que a biblioteca organize um plano cuidado® de
r-nTUiii-

publicitária, que empregue todos os recursos do atraçao aos leitores»

Sora

uma publicidade ativa, focalizando pontos do interesso, repetindo-os parg gravar, atin^
00
gindo a sensibilidade do publico, pois nao basta oferocor friamente, por mais bem documentada quo soja essa oferta.
^
90
Sc a biblioteca e, entretanto, uma instituição govcmamontal^ que nada cobra
por seus serviços, como competir com o comercio e a industria em uma campanha de publicidado?

Ê lácito desviar verbas, quaso sempre oxxguas, para fazer publicidade?

As verbas da biblioteca nunca são suficientes para a aquisição do um bom acervo o nem
&gt;
^
^
mesmo para o pagamonto do pessoal ladispcnsavol para organiza-lo o movimcnta-lo»
o problema tom, entretanto, outro angulo: o licito, ao contrario, despender
verbas para formar coleções que permaneçam estaticas, por falta do conhecimonto dos
leitores?
E preciso, portanto, quo a biblioteca encontre um meio termo: organizo o
aplique um bom programa do relações publicas, empregando princípios e métodos, procurando, por meio de estudo minucioso, inquéritos bem planejados, conhecer o que os leitores em potencial pensam o desejam»
O Diretor da Biblioteca Publica, entre suas fixnções administrativas, tem ài'de
^
00
atuar como agente de Relações Publicas, contando, para isto, com a colaboração do
seus auxiliares imediatos.

Mesmo o planejamento de uma campanha publicitária o ta-

refa que lhe compete»

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�4.)

A aplicação dos planos traçados c, ontão, trabalho dc colaboração do t&lt;3do o
pessoal«

Os recursos do imaginação dcsso pessoal poderão süprir a escassos de recur-

sos finandeiros*
dado.

Nem e preciso qüe a Biblioteca empregue um especialista em publici-

'
A
Se puder faze-lo, tanto melhor.

Mas, uma conjugaçao de ôsforços de todo o pes-

soai, aproveitando-se habilidades e vocaçoea, poderá conduzir a resultados satisfatórios no campo da publicidade, muito onbora não se possam dosprezar os métodos e rotei-ros da publicidade científica.
Um bom planejamento, uma boa aplicação (o plano, imaginação o boa vontado eis os elementos com que contar para uma publicidade pouco dispendiosa.

2.2 - BASES PARA UMA CAI^IPAJIHA DE PUBLICIDADE EFICIENTE.
Antes láô mais nada, ao se planejar a publicidade, o necossario o estudo proli
minar da comunidade onde se localiza a Biblioteca, para que se possam determincir os
meios de atingí-la e, portanto, dc influencia-la favoravelmcnto.

Tal estudo será fei-

/
*
*
to por moio do inquéritos adrcdcmcnto preparados, bom como por intcrmcdxo da aa:ialiso
do material esta.tístico existente sobre o local. Deve-se conhecer o publico a que se
vai servir o, portanto, seus interesses, suas atividades, nível de instrução, ocupaçoes predominantes, grupos raciais ou religiosos, alem das agremiações ja existentes,
tais como clubes, associações esportivas, de classe, culturais, etc., mais facünxDnto
*
^
f •
n
atingivois por'uma campanha de publicidade, pois seus membros tom, do mxcio, algumas
idéias o opinioos em coram.

E esto o estudo que se faz ao organizar-se um

C.

laçoes publicas para o ajustamento da Biblioteca a seu publico e que, agora, sera aproveitado como diretriz da campanha publicitária.
O conhcoimento do público e de suas condições leva ao emprego de recursos
ß
psicologicos dos tinados a estimular e desenvolver o desejo de leitura»
soas tom razões inteinas e exteroas para não gostar do ler»

A
Todas as pes»-

Algumas, löm muito vaga-

rosamente, ao ponto do se dcsiatcressj,rcmj no entanto, sò a leitura atraente poderá
lev^las a melhorar sou tempo do leitura»

Outras, possuem defeitos de visãoj a lei-

tura escolhida, livros com tipós de impressão maiores, poderá satisfaae-las.
MM
ainda, nao conseguem concentração suficiente para se manterem paradas, lendo.

OutraS,
/
Alem

dessas razões, que podemos chamar intenias, há, ainda, livros que não- despertam into-

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rcsso, serviço ina4oquado, dosconhocimento dos rocursos da Biblioteca, regulamentos
horários insuficientes, instalações incômodas - enfim, grnnde ninaoro do fatores que, conhecidos, poderão ser objeto de estudo e correção, por prirte da Biblioteca, visando ao ajustamento das campanhas publicitárias aos interesses da coletividade,
A
A *
Conhecidos os interesses o tuMoileida

^
do publico a que serve, a Biblliotcca,

havera maior facilidade em planejar-se uma campanha de publicidade no sentido de despertar a atenção dos leitores, ao ponto de desejarem estes adquirir novos conhecinentos,
procurar a leitura para educar-so, instruir-se o divertir-se - como o programa da Biblioteca»
Em segundo lugar, vem a necessidade de conhecimento da técnica de publicidade,
dos métodos a serem empregados»
consultada.

Existo f'irta bibliografia

a respeito, que poderá ser

Artigos de periódicos de biblioteconomia cf^tumam ser de grande valor
t

nesse sentido,

E, também, qualquer trabalho sobre publicidade comercial servira como

%
roteiro para ser adaptado as necessidades da Biblioteca,
A observação das campanhas de publicidade levadas a efeito por firmas comerciais para implantar determinados produtos podo ser fonte do idéias para o Bibliotecário,
E, finalmente, resta definir a finalidade da campanha de publicidade parq a Biblioteca,

O que se quer conseguir e como caisegui-lo.

Os meios a serem empresados pa-

ra atingir as finalidades, combinando recursos o técnicas variadas, de maneira a que toda a Biblioteca possa se empenhar em uma caués? comum.
Para orientaçao do plano, convpem estudar o calendário dos acontecimentos
cxvicos, sociais e culturais da região e da localidade, estabelecendo um programa de
açao para deterr.iinado perxodo - trimestre, semestre ou ano,

O planejamento sera fle-

xível pafa que se possam apfoveitar acontecimentos imprevistos, ocorrências momentâneas.

•
Convém determinar, no plano, o tipo de livros que se quer anunciar.

Deve-se

focalizar determinado assunto, determinado autor e, nunca, determinados títulos, pois
a Biblioteca não poderia fornecer aos que a procurarem, atraidos pela publicidade, exeiaplares em numero suficiente.

Serão focalizados assuntos como viagens, biografias, avia-

çao, viagens interplanetárias, elotrotecnica, etc,, dos quais a

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Biblioteca possua va-

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�6)

rios livros do autores diversos.

Datas conenorativas g anivorsarios de escritores na-

cionais o estrangeiros poderão ser, tanbem, notivo para ©ridntaçao de una canpanha publicitária, visando increnontar a leitura do suas obras»
Unia vez organizado o plano e dele ciente todo o pessaal da Biblioteca, passaso à plicação, ■'âsaAâ(?-So todos os recursos do neio e procurando, mesno, utilizar-se daqueles qnuG sao oferecidos gratuitanente a Biblioteca.

3.

MEIOS DE PUBLICIDADE QUE PODEM SER EÍIPREGADOS PELA BIBLIOTECA PUBLICA a

Vários são os rieios que se poden onpregar para fazer a publicidade e elevar o
povo a ler.

Sonpre procurando utilizar os recursos da comunidade, para evitar despesas

inpossíveis que irian sobrecarregar o orçancnto da Biblioteca.
3.1 - Contactos pessoais - O pessoal da Biblioteca, principaliaente seu Diretor,
devora estar senpre on contacto con associações, organizações culturais, escolas, etc..
Os acontecimentos de interesse cultural - tais cono conferências, lançamentos de livros,
exposições, etc. - não poderão ser esquocidos.

O Diretor de ULia Biblioteca, mito embo-

" ra tenha de atender às mltiplas tarefas do sua adriinistração, estara sei-npre presente aos
acontecinentos marcantes da vida cultural da localidade.
3.11 - Alem dessa presença, tao necessaiia para tomar a Bibliotecro conhecida,
un plano do visitas gítífeóèrtíMs-j cora a finalidade de explicar, en poucas
Biblioteca e suas finalidades, devora ser organizado*
rio.

a

Um preparo prévio sera necessa-

O Diretor - ou a pessoa por ele designada - preparara uma pequena exposição soore

a Biblioteca, ilustrada, so possível, con "slides", fotografias, quadros estatísticos
o plantas, levando senpro en consideração os interesses do grupo a ser visitado e procurando nostrar-lhex en que a Biblioteca poderá servi-lo.

Tais palestras serão infor-

rais, nais on ton de conversa que de conferencia e serão feitas por ocasiao de reuniões
reguläres desses clubes ou associaçoes.

Ao fin da pa&gt;lestra, o bibliotecário convidara

o grupo a visitar a Biblioteca, en horário

previanente escolhidoo

3.12 - As visitas do gi'upos especiais de leitores a Biblioteca serão objeto
de cuidadosa preparação. Deverão ser designados guias que receberão instruções sobre
cono desenvolver a visita aos diferentes setores da Biblioteca, quais as informções
que

cm

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deverão ser prestadas, naturalmente aquelas de naior interesse para o grupo visi-

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tanto, evitando-se dooasiados detalhes técnicos.

Se o grupo for grande, sera subdivido

cia pequenos núcleos de, no mxiiaoj dez pessoas, para que todos possan ouvir as explicações do guia, Para cada núcleo, então, sera' estabelecido un ponto de início da visita,
de moda a não haver quebra na sequenci?. das explicações.

Firialnente, todo o grupo sera

reunido em um auditorio ou sala roaior, para conclusão da visita.

Nessa ocasiao, caso

os recursos o permitam, poderá ser oferecido um pequeno lunch aos visitantes ou, então,
a visita poderá terminar pela exibição de um filme ou mesno ^la projeção de "slides"
ou "filmstrips".
Para as secções infantis, este e un recurso extremamente valioso«

As esco-

ias serão visitadas pelo bibliotecário, convidando-se as diversas turmas para a visita
protocolar à Biblioteca.

As tuiraas serão acompanhadas pelas respectivas professoras,

marcando-se horários diversos para os diferentes anos ou series da Escola.

Depois de

M
ê
explicada e visitada a secçao infantil da Biblioteca, a visita terminara con uma "hora de historias", para os menores e, para os maiores, numa hora de comentários dos li^
A
vros mais interessantes, mostrando-lhes e resumindo as historias nele contidas.

3.2 - Cartazes - Um bom mimeografo e o melhor auxiliar do bibliotecário para
a publicidade»

E, também, uma pessoa que saiba lidar com ele, e claro.

Alguém que

se especialize em trabalhos de duplicação, conhecendo todos os recursos oferecidos pela maquina - irapressão a cores, tamanhos reduzidos, etc..

Com isso, poderá organizar

a Biblioteca uma serie de folhetos para distribuição interna, tais como: bibliografias
A
^
IV
de assuntos de interesse, an\ancios de novos serviços, alterações em rogi^amentos, etc.«
Se tais folhetos puderem ser ilustrados, melhor» Uma boa ilustração oferece ou revela
uma idéia en mcnos'&lt;ífconpo-'do 'Cíüp/.se-^-^sta pa.rn .exRijiepçyJ-a em um paragrafo.
Cartazes são de fácil confecção na própria Bibliotera, enpregando-se cartolinas coloridas, recortes do revistas e letreiros desenhados com normagrafo.

Podem

ser utilizados para dar a conhecer a localização dos diversos setores da Biblioteca,
hoírarios, regulamentos, etc..
Era casos especiais, poderão ser confeccionados, em tipografia, cartazes coloridos, com desenhos e frases sugestivas, para serem distribuidos em pontos diversos da
cidade, tais como: estações, halls do hotéis, abrigos de coletivos, repartições publicas, etc.. Desses cartazes deve constar, evidentemente, o endereço da Bibliotecao

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En todas essas nonsagons tên de sor dsda a naior importância à forna de expressão, quo deve, sempro, sor encarainhada no sentido do persuadir o convencer, sendo capaz do produzi? sentimentos sinpaticos para cora a Biblioteca«,

Todo animcio,

cartaz ou ilustração deverá levar o leitor a passai* pelas etapas de:
Atenção,
A
interesse e
ação»
Levar, porta.nto, os leitores a procurar &lt;-■3 serviços ou a leitura por eles
reconendados»

3«3 - Vitrines - Toda Biblioteca Rrblica devo dispor de duas ou mais vitrines, para exposição de livros o outros rnatcriais de publicidade»

Se possível, essas

vitrines deverão ser extcmas, isto o, estar colocadas na fachada do prédio«

Na fal-

ta de vitrines externas, as internas ficarao localizadas no hall da Biblioteca, en local de passagem obrigatória dos leitores.
Sao múltiplas as utilidades das vitrines de uma Bibliotecao

Poderão ser usa-

das para exposiçoes de livros novos, do livros sobi*e deteminado assunto, de objetos
relacionados com algun aconteciriiento marcante na localidade, enfim, poderão integrarse no plano já preparado para a publicidade geral da Bibliotecao
colha un encarrogado do ornamentar as vitrines.

Essa pessoa ierá senpro en mente a fi-

nalidade da vitrine da Biblioteca: atrair leitores.
de pessoas que quase nunca ou nxinca lem»

é preciso que se es-

As vitrines despertam a atenção

Er.i dois minutos apreende-se o conteúdo de

/
uma vitrine, desde que a idoia exposta seja clara e sir.ipleso
O encarregado da omamenteçao poderá organizar uma pasta com recortes de
odeias e sugestões, guardando material que possa vir a ser utilizado oportunamente:
jaquetas de livros, papeis coloridos, revistas, mapas, cartolinas, pedaços de tecidos,
etc», alem de letras de madeira, gêsso ou de quajq'-ier outro material»
Dois pontos são essenciais ao arranjo de uma vitrine: seleção de livros
A
^
interessantes; escolha de luna frase bonita d sugostiva para explicar o conteúdo e a
idéia da vitrine»

Não e necessário que se escolha uma frase mito originalo

simples sao, muitas vezes, mais sugestivas.

As mais

As idéias mito complicadas ou mito sutis

sempre fí-êòassÉàn» Deve-se escolher uma idéia central que possa ser facilmente apreendi-

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da.
As exposições de objetos de arte ou curiosidades são excclentes, principalmente para as vitrines internas da Biblioteca.
Nunca se dsquecer: a competição das vitrines da Biblioteca con os est^bolecimentos comerciais e dura»

Somente a originalidade das idéias poderá levar as vi-

trines da Biblioteca a sobressair nun centro comercial«

Bom gosto, antes de tudo.

3 »4- - Jornais - A imprensa local e un dos melhores meios do comunicação da
Biblioteca com seus leitores e possiveis leitores»
Realizam uma publicidade de âmbito geral, pois o jornal nao sofre limitações
de assunto»

E, tai-nbe'm, e accessivel a todas as bolsas.

Dificilmente se encontra al-

guém que deixe de comprar o jornal diário.
Os jornais tem necessidade do noticia'rios de interesse local.
oferece oportunidades pafa isto»

E a Biblioteca

A
^
m
Sao, portanto, otimo veiculo para a Biblioteca que nao

dispõe de grandes recursos parp, im,primir seus proprios folhetos»
Pode-se conseguir e aumentar a boa vontade e simpatia do pessoal da imprensa
para com a

Biblioteca, oferecendo-lhe serviços, fazendo-os conhecer os recursos biblip-

gráficos a sua disposição, convidando-os a visitar e conhecer a Biblioteca, enfim^
procurando a\ixilia-lo em suas necessidades»
O jornal pode ser utilizado parq a publicação de avisos da Biblioteca:

insta-

lação de novos serviços, alterações no regulamento, realização de conferências, exposiçoes, etc.»

Pode-se fazer publicar lista.s de livros recentemente adquiridos; estatís-

ticas

' íiGVibs-iê-i'tores •
Alem disso, poderá a Biblioteca ncjiter, mitas vezes, em suplementos literários,

—
^
/
A
secçoes de criticas de livros, de comentários, etc., naturalmente sobre livros existentes em suas coleções*
Finalmente, a Biblioteca poderá ser objeto de reportagens feitas polo próprio jornal, focalizando aspectos curiosos de seus serviços ou inaugurações de novas
secções»
As noticias poderão ser redigidas pela própria

Biblioteca,

brar-se que deverão ter un carater geral, de interesse para muitos»

Para isto, lemrQuando se tratar

de noticiar algum acontecimento que seja, mesmo "noticia", saindo na e'poca apropriada

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e não posto rio rnen te ao acontcclmento»
concisaè»

En noticiário de jornal o imiito inportante a

A falta de tonpo leia") os leitores a se contentarora coni os primeiros paragra-

fos de tm artigo«

É preciso, portanto, que o prijiieiro paragrafo de iina notpicia conte-

nha os fajos importantes: Que?

Quando?

Onde? e Porque?

Sempre que possível, incluir fotografias nas notícias sobre a Biblioteca»
*
P
/
As noticias de carater informtivo em geral nunca constituem riateria paga en
jornais.

Com a boa vontade do pessoal da imprensa, pode-se conseguir a publicação de

entrevistas e reportagens, de vez em quando, sen que isto acarrete despesas para a
Biblioteca.

3.5 - Radio - A publicidade radiofcnica e das nais eficientes.

Consegue-se

com facilidade que essa publicidade desperte a simpatia do publico.
Vantagens da publicidade radiofonica:

e, antes do tudo, direta.

apreendida muito mais rapidamente que a notícia lida.

Pode ser

á ouvida, porque um determinado

prograna esta sendo ouvido e a capacidade coletiva do ouvir e mito maior que a de ler.
9*
A
^
#
Centenas sao as pessoas que tem por habito trabalhar ouvindo radio, principalmcnto as
donas de casa.
^

A
Milhares de pessoas podem ouvir, siimiltaneanente, ao passo que a lei-

à
*
tura e individual e um anuncio em jornal pode passar despercebido.

^
A
A conüjinação des-

ses fatores toma a publicidade radiofonica mais fácil e, portanto, mais eficiente e
popular.
^
0ê
A publicidade pelo radio podo ser classificada cm cíqco tipos: citaçõesj
anúncios musicados, anmcios ligados a qualquer tipo do programa, como, por exemplo,
um jogo de futebol; programa de studio propriamente dito e programas patrocinados.
A Biblioteca pode obter a irradiaçao de pquenos avisos, anúncios, etc«, em
jornais falados, isto gratuitfimente.
Poderá, tambon, encarregar-se de um prograna de carater educativo, de inteA
resse geral.

A
t*
Todas as estações, mesmo as estritci.nonto comerciais, reservam detomina-

dos horários a atividades educacionais.

Nesses horários, a Biblioteca poderá figurar,

apresentando progranas interessantes de crítica de livros, entrevistas com autores,
com o próprio pessoal da casa, etc..

Tais progranas deverão ser preparados cono se

prepara uxi artigo para o jornal - isto e, do naneira atraente, com infomaçoes de carater geral.

em

1

Ate nesno a promoção do nesas redondas ou discussões em grupo, sobre as-

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suntos literários, poderão ser tentadas.
Não e do todo inpossivol que a Biblioteca encontre m pntrocinador p-ira os
seus progmrnas, dosde que saiba organizar qualquer coisa attaento^ji òUm serie de palesA
^
M
tras educativas, por exonplo, sobro assunto atual, poderá conseguir boa aceitaçao»
Existen, no Brasi^., várias estações de rádio govemanentais, con finalidades
educativas»

^
M
Dia vira en que essas estações, en colaboragao estreita con as Bibliote-

cas, serão realr.iente educativas»

Pronoverao a irradiação de programs especiais para

as escolas, a exemplo do que se faz nos Estados Unidosc » Todas as classes do sistema
escolar local possuem aparelhos

receptores«

PK
M
En horário previamente estabelecido, sao

irradiados progrc.r.ias especiais para deteminadas series - geografia, história, liíiguas,
etc.» Os professores, após a irradiaçcão, limitar-se-ão a dar explicações conplementares e a fazer a verificação do aprendizado»

3»51 - A televisão - A televisão apresenta-se como um dos meios mais modernos
do publicidade, muito embora sou emprego, no Brasil, não tenha atingido ainda a maioridade.

á una publicidade cara.

Evidentemente, mito mais eficiente que os demais

íac^^-,

apesar de atingir somente determinada classe da população e aquela, justj,nente, que não
precisa tanto da Biblioteca Publica.
A publicidade da Biblioteca pela televisão só poderá ser feita em bases gratuitas, participando do programas educativos, dd noticicários gerais.

Será dificil con-

seguir-so o patrocínio cor-ßrcial de una programação da Biblioteca, \ima vez que a puM
\
A
blicidade da televisão brasileira tem se baseado, ultimamente, em prêmios e recompensas aos ouvintes.

Poderá ser tentada, entretanto, a colaboração em determinados pro-

gramas de cunho cultural, como, por exemplo, mesas redondas e grupos de discussões sobre livros, filmes, problemas educativos, etc.,

Tudo dependera' da penetração que o

Diretor da Biblioteca tenha conseguido no ambiente cultural da cidade.

Se for ele

u^ pessoa de reconhecido mérito, naturalmente será convidado a participar dos programas educativos da localidade.

3»6 - Cinema - O cinema, &lt;lcno fator de difusão dos mais poderosos da nossa
época, exerce notoria influencia nos costuir^es de todos os povos civilizados»

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é un dos raeios de publicidade mis diretos,

Cono a telovisão, o assistente

ve, escutc o le.
InfeliznentG, o tanbon un dos noios mis cnros do publicidade•

Poucas serão

as Bibliotecas Publicas que terno recursos suficientes para rnandar filnxir, de maneira
interessante e atraente, suas inst-^.laçoes g serviços.
tribuição desse filr.ie.

Ha, depois, o probleris da dis-

Para maior oficiencia, deveria ele ser exibido eri casas de di-

versões publicas, cono conplenento as sessões conims.

E difícil que se consiga essa

exibição»
Devera, ent^^o, a Biblioteca desprezar o cinema cono neio do publicidade?
Muito ao contrario.

Ea recursos que poderão ser utilizados»

Un deles, sera

conseguir a inclusão do qualquer noticiário da Piblioteca nos jornais cinenatogr^ficos
conuns, mediante o pagamento de taxas estipuladas»
o problema da distribuição do filno,

Nesse caso, desaparecera, tanben,

O jjomal sera exibido em quase todo o país»

Una noticia de dois a tres minutos sera suficiente o de un alcance incalculável, para
o conhecinento da Biblütoca»
En quase todos os Estados brasileiros ha Departamentos de ]hfornaçoes, especialmente encarregados de promover a publicidade das realizações govenaanentais e o fazem, principalmente, através do cinoma»

Sera brstcinte razosí^vel que esses departanentos

incluan em seus programas, noticiários relativos às Bibliotecas Publicas.
Da nesma forna, podor-se-a aproveitar o habito de exibirem os cinemas, no
inicio das sessões, "slides" de anúncios»

Un cartaz atraente, enunciando a Bibliote-

ca, seus serviços, horários, otc., poderá ser transfornado em "slide", con pequena
despesa»

ê
P
94
E nao sára inpossivel canseguir-se sua exibição gratuita, uma vez que a

Biblioteca e instituição educacional, nada cobrando pelo seu uso»
Alen da publicidade direta, ha outro recurso de que as Bibliotecas poden
lançar mão, enpregando o cinema:
da Biblioteca»

a realização de sessões cluenatogra'ficas, dentro

&gt;
A
Para isto, poder-se-a entrar en acordo con Eatidades que dispõem de

filmes para emprestino, ur.ia vez que as filmotecas sao ainda sonho para as Bibliotecas
Publicas bra.sileiras.

Existem, alen dos organismos govemanentais do cinema educativo,

os escritorios comerciais o CTii-tarais de paisss estrangeiros que possuem filmes e aparelhagem para exibições publicas»

I
cm

1

Em caso de hriver disponibilidades financeiras, os

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filxiGS poderão ser alugados»
«M
^
M
^
As sessões cinenatografIcas da Biblioteca deverão obedecer a horários regulares §Sni3iri5-iS/

oxoiaplo#

m»
P
^
^
A
Um boa suposto o sora realizrí-las no horarxo do alnoço, a

exemplo do que se faz na Biblioteca Publica do New York.

Dessa naneira, a grande maio-

ria dos empregados no corne'rcio o funcionários que sc contentam com refeições ligeiras,
nas proximidades dos locais de trabalho, terão çnde despender o tempo que lhes sobra,
antes de regressarem as suas atividades»

6.

CONCLUSÕES.

6,1 - Existo a necessidade de as Bibliotecas Publicas miiterem um programa
consciente de Relações Publicas, entrosando os serviços que oferecem aos reais interesses dos leitores»
6»2 - Alcí:a do programa de Relações Publicas, e necessário que se faça tiia plsfoí?
publicite'rio eficiente, para tomrr a Biblioteca Publica conhecida»
6.3 - Para não sobrecarregar o orçamento da Biblioteca, os meios de publicidade a serem empregados deverão ser escolhidos entro os recursos gratuitos que toda comunidade oferece»

Bolo Horizonte, 3 de dezembro de i960

a) - Nancy Meirelies Junqueira»

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                <text>O trabalho, depois de tentar esclarecer as diferenças essenciais entre Relações Públicas e Publicidade, focaliza a importância de as Bibliotecas Públicas estabelecerem um plano de relações públicas, ajustando-se aos interêsses e necessidades do público para, então, fazerem a publicidade dos serviços que oferecem, de modo a recrutar leitores para movimentar suas coleções. Sugere alguns recursos de publicidade que poderão ser empregados pelas bibliotecas com um mínimo de despesas.</text>
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��TSRCSIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCTJT^NTAÇÃO

Informe sobre a Comissão Brasileira de Glassificaçao Decimal Universal
(IBBD/CDU)
por
Abner Lellis Corrêa Vicentini

oZ \
d
\j . sO

Curitiba
1961

cm

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III CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
CURITIBA, 8 a 15 de janeiro de 1961

Tema I - Processos Técnicos

INFORME SOBRE A COMISSÃO BRASILEIRA DE CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL
(ibbd/cdu)
por
Abner

Lellis

A
Corrêa

Sinopse

Vicentini

íí

'

O Autor apresenta um relatório minucioso das atividades levadas

a

efeito pela Comissão Brasileira da CDU nos seus dois primeiros anos de
existência, de outubro de 195Ö a outubro de 1960, especificando as tra
duçoes ja realizadas e traçando planos para o futuro.

Bibliotecário-Chefe do Centro Técnico de Aeronautica, de São José dos
Campos - SP;
Presidente da Associação Paulista de Bibliotecários;
Presidente da Comissão Brasileira de Classificação Decimal Unirer^'n'!'.

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7 gentil mente por:

�INFORME SOBRE A COMISSÃO BRASILEIRA DE CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL
por
Abner

Lellis

Corrêa

Vicentini

Conteúdo
1, Introdução
2, Criação
3, Membros
4., Regulamento
5, Reuniões realizadas
5.1 Reuniões nacionais
5.2 Reuniões conjuntas
6, Representação em certames internacionaia
6.1 4.52 Colóquio Internacional de Estudo» Luso^Brasileiros
6.2 26â Conferencia Geral da FID
7, Traduções elaboradas no Brasil
7.1 Classe 1: Filosofia
7.2 Classe 4- e 8: Filologia e Lit«rat«ra
7.3 Classe 2: Religião, Teologia
7.4. Classe 7: Belas Artes
7,5 Outras traduções
Ö, Traduções elaboradas em Portugal
0,1 Classe 0: Obras Gerais
S,2 Edição Abreviada
9. Projetos Brasileiros de Extensão (Pbr)
10, Divulgação da CDU no Brasil
11, Utilizadores da CDU no Brasil
12, Subcomissões
12.1 Subcomissão Paranaense da CDU
12.2 Subcomissão Bahiana da CDU
13« Planos para o futuro

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7 gentil mente por:

�INTRODUÇÃO
O Congresso Internacional de Bibliografia, reunido em Bruxelas
era 1S95&gt; decidiu fundar o Instituto Internacional de Bibliografia,
cora o objetivo de organizar ura repertório bibliográfico universal,
que servisse de guia para a produção intelectual da humanidade.

Resolveu, então, o Instituto recem-criado, adotar a Classificagão Decimal de Melvil Dewey, cuja 1&amp; edição já se encontrava
sua 5- edição nos Estados Unidos.

era

A lâ edição da Classificação de

Devrey apareceu em 1S76, contendo 54- páginas, sendo 12 páginas

de

introdução, 12 para as tabelas e 18 para o índice, apresentando 10
classes, 100 divisões e 1,000 secçoes.

Foi efetuado um acordo entre o I, I. B. e ífelvil Dewey para

o

emprego e ampliação da Classificação Decimal.

O I, I, B,

dedicou-se, então, à ampliação do sistema de Dewey,

tentando elaborar uma classificação minuciosa e pormenorizada.

A

lâ edição internacional, completa, foi publicada em 1905» sob o ti
tulo "Manuel du Repertoire Bibliographique Universel", compreenden
do 33.000 subdivisões e um índice com 38.000 entradas, ficando conhecida como Classificação de Bruxelas.

Com o correr dos anos as atividades do I, I. B. se ampliaram, e
ele passou a Instituto de Bibliografia e Docuraentaçao em 1931, e a
Federação Internacional de Documentação era 1937, e a sua sede

foi .

transferida de Bruxelas para Haia.

A 1&amp; edição de 1905 foi sucessivamente ampliada e traduzida para diversos idiomas, dando ensejo a que aparecesse as edições in ternacionais da Classificação Decimal Universal (CDU).

A Classificação Decimal Universal acha-se atualmente bastante
difundida em todo o mundo, apresentando edições em quase todas as
f
A
línguas. Nos seus cincoenta e poucos anos de existencia a CDU, conhecida antigamente como a Classificaçao de Bruxelas, transformou-se

I Digitalizado
^g^System
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l'í

�Portugal? através do Centro de Documentação Cientifica

do

Instituto de Alta Cultura, membro nacional da FID desde 194-9, iniciou
os trabalhos de traduçao em 1954-«

E o Brasil?

Em 1954

realizado no Brasil o 22 Colóquio de Estudos L\iso-Bra-

sileiros. O certame trouxe ao Brasil o Dr. Zeferino Ferreira Paulo,
diretor

do Centro de Documentação Científica do Instituto de Alta

Cultura de Portugal, que, então, acabava de publicar a Edição Preliminar Abreviada da CDU.

O Dr. Zeferino Paulo solicitou a colaboraçao

da Universidade de São Paulo no sentido de ser revista a Edição Preli
minar Portuguesa.

Foij então, criada, por iniciativa de D, ífaria Luí

sa Monteiro da Cunha, Bibliotecária-Chefe da Biblioteca Central da Uni
versidade de Sao Paulo, a Comissão de Terminologia Cientifica daquela
Universidade, que promoveu a revisão da Edição Preliminar.

Pelo Decreto ns 35.124-, de 27 de fevereiro de 1954-&gt; de acordo com
o Arte 13 da Lei 1.310, de 15 de janeiro de 1951» foi criado dentro
da estrutura do Conselho Nacional de Pesquisas, o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, que teve seu Regimento aprovado pe
Io Decreto n2 35o4-30, de 29 de abril de 1954-

O Io B. B. D, veio preencher uma lacuna no setor da documentação,
pois ''reúne as funções próprias dos Centros de documentação especia lizados e aquelas peculiares aos Centros bibliográficos gerais, a fim
de tornar mais fácii, nao somente o trabalho das instituições científicas, técnicas e industriais, mas, ainda, o aperfeiçoamento dos traba
lhos biblioteccnomicos e bibliográficos, que

sao de interesse básico

para o desenvolvimento, no Brasil, da pesquisa científica e da educação de nível superior".

Instalado em 1954 o I,B9B0D, já em 1955 tornou-se membro da
e seu orgao nacional no Brasil.

Digitalizado
7 gentil mente por:

FID,

�. 5
Como órgão nacional da FID o IBBD, além de atendei* a apelo da

t. • \\y

Fedsraçao para maior divulgação do sistema, conçsreehdeu logo a impos?tância da Classificação Decimal Universal para a reunião de documentos
e, por sugestão do bibliotecário Édson Nery da Fonseca, um incansável
batalhador pela difusão da CDU no Brasil, decidiu criar a Comissão Era
sileira de Classificação Decimal Universal.

2, CRIAÇÃO
A Comissão Brasileira de Classificação Decimal Universal, IBBD/CDU,
foi criada no Brasil, pela Resolução nfl 70, do Conselho Diretor do Ins
tituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, em sua 30ã Reunião
Extraordinária, tendo em vista o disposto no Artfi 9 do Regimento aprovodo pelo Decreto nS 35.430, de 29 de abril de 1954-&gt; com aprovaçao da
Federação Internacional de Documentação.

3. MEMBROS
Os ilrfcös 4° e 5® do Regimento Interno da IBBD/CDU estabelecem que
a Comissão é constituída por técnicos e representantes de Bibliotecas e
outros orgaos que utilizam a CDU, podendo também solicitar a colaboração
de professores universitários e especialistas sempre que necessário

ou

aconselhável.

Durante os dois primeiros anos de atividades da IBBD/CDU, trinta técnicos participaram de suas reuniões, seja como membros efetivos, seja co
mo observadores, representando os Estados de Bahia, Guanabara, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo e Distrito Federal,

Relação completa dos participantes das oito reuniões realizadas

pela

IBBD/CDU, em ordem alfabética, mencionando as reuniões em que coLpareceram, vem transcrita no ANEXO 1,

Digitalizado
-^gentilmente por:

�REGULAMENTO
Em sua 6^ Reunião, realizada nos dias 2, 3 e 4

maio de i960,

a IBBD/CDU, pela Resolução 6.3, discutiu e aprovou o seu Regimento
Interno, estabelecendo os seus fins, a sua sede, a sua competenciaj
os seus membros e a sua organização.

(ANEXO 2).

REUNIÕES
No período de outubro de 1958 a outubro de i960, ou seja, nos seus
dois anos de existência, a IBBD/CDU realizou 8 (oito) reuniões, sendo
duas em conjunto com a Comissão Portuguesa da CDU, tendo sido tomadas
132 Resoluções.
5»1 Reuniões Nacionais
la Reunião;
Realizada de 27 a 29 de outubro de 195Ö
22 Resoluções.
2S Reunião;
Realizada de 15 a 17 de dezembro de 1958
10 Resoluçoes.
35 Reunião
Realizada de 28 a 30 de abril de 1959
20 Resoluções.
AS Reunião
Realizada de 29 a 31 de julho de 1959
17 Resoluções.
5S Reunião
Realizada de 24. a 25 de novembro de 1959
23 Resoluçoes.
6s Reunião
Realizada de 2 a 4- de maio de i960
15 Resoluções.

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�7S Reunião
Realizada a 22 de julho de i960
19 Resoluçoes
8a Reunião
Realizada de 24 a 26 de outubro de i960
21 Resoluções,
5.2 Reuniões Conjuntas
1&amp; Reunião
A 4-- Reunião da IBBD/CDU, realizada de 29 a 31 de julho de 1959»
foi a lâ Reunião Conjunta realizada com a Comissão Portuguesa da
CDU, que esteve representada pelo Dr, Zeferino Ferreira Paulo,
Presidente da CP/CDU, e por D, Maria Laurinda Vasooncellos, do
Centro de Documontação Científica de Portugal. - Especialmente
convidado compareceu e abrilhantou a reunião o Prof, Dr, Javier
Lasso de Ia Vega y Jimenez Placer, Presidente da Comissão Espanhola da CDU,
2a Reunião
A 7a Reunião da IBBD/CDU, realizada a 22 de julho de i960, foi a
2a Reunião Conjunta com a Comissão Portuguesa da CDU, que esteve
representada pelo Dr, Zeferino Ferreira Paulo, Presidente da CP/CDU,
e pelo Eng, João Fernando Cansado Tavares, do Laboratorio de Enge nharia Civil de Portugal, - Nesta Reunião foi feito o levantamento
do estado da Edição Abreviada em Lingua Portuguesa em agosto de i960,
aprovado o protocolo a ser observado para as traduções das diversas
classes da Edição Desenvolvida, e estabolecidas as normas gerais
para a Edição da Classe O, Obras Gerais,

Digitalizado
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�.9
4.. As classes 2, 4-? 61, 7 e as classes 5&gt; 62/69 e 9, da Edição
/
Desenvolvida, estão a ser traduzidas, respectivamente, pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação e pelo Centro de
Documentação Cientifica.

TRADUÇÕES EL/iBORAD/iS MO BILISIL
Foi bastante profícua a atividade da IBBD/CDU nestes dois anos.
Entre as classes que mereceram atenção especial estão a Filosofia,
Filologia, Literatura, Religião e Belas i:\rtes.
7.1

Classe 1; Filosofia
A classe 1 foi traduzida no Instituto Teológico Pio XI (Faculdade de Teologia da Congregação Salesiana), sob a direção

do

Revdmo. Pe, Asterio Campos, Bibliotecário e Professor de Filosofia e Direito Canonico daquele Instituto.
Traduzida diretamente da Edição Desenvolvida /ilemã (3- Edição
Internacional da CDU), teve o seu índice alfabético-remissivo
totalmente refeito e cuidadosamente elaborado, de acordo com a
mais moderna técnica.
A classe 1 foi revista pela Comissão Portuguesa que enviou al%
guns reparos a mesma,

^

o texto definitivo da classe 1 foi aprovado e remetido a FID/CCC
de acordo com Resolução 8.11, tomada na öa Reunião, A edição mimeografada está sendo distribuída pelo IBBD,

7.2

Classes A e 8; Filologia e Literatura
As classes 4- (Filologia) e 8 (Literatura) foram traduzidas pela
Escola de Biblioteconomia e Doctimentação "Santa Ursula" da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, por D, Ulrike
Wehmeier e D, íferia iintonietta Hequião Piedade.
lis duas classes ja foram revistas pela IBBD/CDU, tendo sido enviadas a CP/CDU para a revisão de Portugal.

I Digitalizado
-^gentilmente por:

]_'5

16

17

1

�.10
Os índices destas classes encontram-se em preparo. A IBBD/CDU
espera poder remeter o texto definitivo (tabela e índices)

à

FID/CCC em 1961.
iis edições mimeografadas, sem indicas, foram preparadas pelo IBBD.

Classe 2; Religião. Teologia
A classe 2 (Religião, Teologia) foi traduzida no Instituto Teológico Pio XI, pelo Revdno. Pe. Daniel Roscoe, S.D.B,, sob a supervisão e revisão do Revdmo. Pe. Dr. ilntonio Charbel, S.D.B., pro fessor de Sagrada Escritura daquele Instituto e da Faculdade de
Teologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
A IBBD/CDU espera remeter a tradução a Comissão Portuguesa, para
revisão, no.12 semestre de 1961.

Classe 7; Belas /irtes
Na sua 6^ Reunião, pela Resolução 6.11, a IBBD/CDU encarregou
D. Noêmia Lentino, Professor de Classificação da Escola de Biblioteconomia da Fundaçao Escola de Sociologia e Política, da
traduçao da Classe 7, Belas ilrtes.

O texto da tabela ja se encon

tra pronto, devendo ser revisto pela Comissão em sua 9^ Reunião,
que se realizará em abril de 1961.

Outras traduções
iUÓm da traduçao das classes mencionadas de 7,1 a 7.4- a IBHD/CDU
está euqjenhada na
7.5.1 Tradução das Tabelas Auxiliares, que está sendo elaborada
por D, Vera Fursterníi.u, da Escola de Biblioteconomia e Documentação "Santa Ursula"3
7.5.2 Tradução da classe 6l (Medicina) tendo encarregado a Subcomissão Bahiana de sua elaboração;
7.5.3 Tradução r'.a classe 62 (Engenharia) que esta a cargo da Subcomissão Paranaense da CDUj

Digitalizado
-^gentilmente por:

�.11
7.5.4- Tradução da classe 66 (Engenharia Química) encarregando,
pela sua Resolução 0,10, a Escola de Biblioteconomia

de

Minas Gerais, deste trabalho;
7.5.5 Elaboração da lista dos exemplos brasileiros que deverão
figurar na Edição Desenvolvida da Classe 8, que devera
A
ser feita pelo Dr. ffcnoel Adolpho Wanderley, de acordo
com Resolução S.IO,

8, TRi'iDUCÖES ELí1B0R;J&gt;/íS em PORTUG/iL
A Comissão Portuguesa da CDU publicou em 1954. a Edição preliminar
da Edição Abreviada da CDU em Língua Portuguesa.

Desde então, vem

trabalhando ativamente, não só na edição definitiva,

mas também nas

Classes O, 5 e 9, na revisão das traduções elaboradas pela IBBD/CDU.
8.1 Classe Ot Obras Gerais
O texto da Classe O (Generalidades) foi traduzido pela CP/CDU,
tendo a Comissão Brasileira revisto o mesmo, e elaborado o respectivo índice, de acordo com a Resolução 1.7 e 2.1.
8.2 Edição Abreviada em LÍngua Portuguesa
Todos os esforços da CP/CDU estão concentrados na publicação da
Edição Abreviada em LÍngua Portuguesa, que deverá sair em princípios de 1961, atualizada até dezembro de 1958, incluindo o PE
658.
O estado atual dos trabalhos de tradução é o seguinte:
1. Palavras prévias (a redigir pela CP/CDU)
2. Prefácio e'Introdução (prontos)
3. /iTtigo sobre a aplicação da CDU, Donker Duyvis (providenciar)
4.. Quadro geral das principais divisões (pronto)
5. Tabelas principais:
Prontas; O, 1, 2, 3, 4-&gt; 5/54-7 6/621,3, 7, 8 e 9 (traduzidas
pela CP/CDU e revistas pc.La IBBD/CDU)
Falta; Revisão do 55/59 e 621,9/69.

cm

1

Digitalizado
-^gentilmente por:

�.12
6, Tabelas auxlliares (traduzidas pela CP/CDU. Falta revisão
dos nomes geográficos usados no Brasil. Inclusão em nota dos
números auxiliares de lugar do Brasil).
7» índice alfabético-relativo (a ser elaborado pela CP/CDU).

PROJETOS BRASILEIROS DE EXTENSÃO DA CPU (Pbr)
De acordo com o Tirtö 3&gt; letra "d" e "e", do Regimento Interno,
coDçjete a IBBD/cDU promover a revisão das divisões particulares da
CDU, apresentando propostas de estensao ou correção do sistema

a

Comissão Central de Classificagao (FID/cCC),
A IBBD/CDU apresentou a FID nove projetos de extensão, que tomaram os nOs. Pbr 1

a

Pbr 9&gt; e que são os seguintes:

Pbr 1 (Resolução nO 1,16);
Acrescentar na Classe 2:
271.789

Salesianos de Dom Bosco (1S59) IS.D.B,!

Pbr 2 (Resolução nQ 1,16);
Acrescentar na Classe 2:
23,01

Introdução a Teologia Dogmatica

Pbr 3 (Resolução nö i^.,12):
(81)

Numeros auxiliares de lugar para o Brasil

(VIDE

;j®XO Nfi 3)
Pbr Z. (Resolução nö 4..12)
Transferir "Existencialismo" de 141,319»8

para 141,32

15 Observacao;
A filosofia existencial ou existencialismo, classificada
em 141.319.8, aparece como subr'ivisäo da Escolástica, cu
ja classificação é 141,31
2a Observacao!
A Pbr 4. já foi aprovada pela FID, que a transformou em
Pbr 681, tendo sido publicada na '"Extensions &amp; Corre -■
ctions to UDC, Series 4-&gt;

Digitalizado
7 gentil mente por:

2"o

�.13
Pbr 5 (Resolução nö 5.14,);
Acrescentar as seguintes subdivisões ao número 159,9,01:
159,9.011

Generalidades filosóficas sobre a alma humana

159.9.011.1

Existência da alma humana

159.9.011.2

Simplicidade da alma humana

159.9.011.3

Espiritualidade da alma humana

159.9.011.4

Substancialidade da alma humana. União substancial entre alma e corpo

159.9.011.5

Unidade da alna humana

159.9.011.6

Origem da alma humana

159.9.011.7

Imortalidade da alma humana, Traducianismo

159.9.011.8

Imortalidade da alma humana. Vida futura, Reincarnação, ^fetempsicose, Potências e faculdades da alma,

Pbr 6 (Resolução nö 5,14-)*
Acrescentar a seguinte nota após o número;
86o(8)

Literatura sul-americana
Para as literaturas dos diversos países sul-americanos de lingua espanhola, subdividir como (82/899).
Ex,: Literatura argentina

86o(82)

Pbr 7 (Resolução nö 5.14-)!
Acrescentar na Classe 8;
869.0 (81)

Literatura brasileira

Pbr 8 (Resolução nö 6,7):
Substituir, em face da mudança da capital brasileira,
815.4

Distrito Federal (atual),

815.4

Estado da Guanabara

por

Pbr 9 (Resolução nö 6o7):
Substituir, em face da mudança da capital brasileira,
817»4

Brasilia (futuro distrito federal),

817.4

Brasília, Distrito Federal.

Digitalizado
7 gentil mente por:

por

�,1A
10. DIVULGAG/ÍO DA CPU NO BRfiglL
Entre- as atribuições da IBBD/CDTJ

figura a divulgaçao da Clas-

sificação Decimal Universal no Brasil (ilrtö 3®» letra "a", do Regimento Intc-rno),
Com sua 6&amp; Reunião, e pela Resolução 6,6, a IBBD/CDU sugeriu
ao IBBD a tradução para o português, do artigo de E. Jacquemin:
"La Classification Decimale Universelle: description et comnentaire des règles en usage", publicado na Revue de Documentation,
26U): lOl-lOA, 1959.
Atendendo aquela sugestão o IBBD publicou, em agosto de i960,
em folheto de 32 páginas, o referido artigo, em esmerada traduçao
de Laura Miia de Figueiredo e Édson Nery da Fonseca.
O artigo de E, Jacquemin, que em português tem o título "A Cias
sificaçao Decimal Universal: descrição e comentários das regras em
uso", e a publicação nö 312 da FID, e está sendo distribuído gra tuitamente pelo IBBD,

11. UTILIZiU)0RES DA CPU NO BRi'iSIL
A IBBD/CPU, em sua lâ Reunião, encarregou Édson Nery da Fonseca
de elaborar a lista dos utilizadores da CPU no Brasil.
A la lista foi publicada em 1959 e incluiu bibliotecas e publicações.

Em i960 foi publicado o Ifl Suplemento.

E intenção da IBBP/CDU publicar anualmente a lista dos "Utilizadores da CDU no Brasil", contribuindo assim para a atualizaçao
de "Periodicals using the UPC", da FID.

12. SUBCOMISSÕES
O Regimento Interno da IBBD/CDU estabelece em sou Turtô 12 que,
para facilitar seu trabalho, a Comissão poderá organizar subconip
soes estaduais, que deverão difundir a CDU no plano regional.

I Digitalizado
-^gentilmente por:

]_'5

16

11

l'í

�•15
^
ß
M
Ate o presente nonento ja foran criadas duas subcomissões, a saber:
12.1 Subconissão Paranaense da CPU
Por iniciativa do Curso de Biblioteconomia da Universidade

do

Paraná, foi criada, en 2U de abril de 1959? em Curitiba, a Subcomissão Paranaense da CDU, com a sigla CBRUP/CDU,

Esta Subco-

missão está encarregada da tradução da Classe 62 (Engenharia).
12.2 Subcomissão Bahiana da CPU
Por iniciativa da Escola de Biblioteconomia e Pocumentaçao da
Universidade da Bahia, foi criada em 10 de agosto de 1959, em
Salvador, a Subcomissão Bahiana da CPU, que está encarregada
da traduçao da Classe 6l (Medicina),

PLANOS PAR/i O FUTURO
O Programa de Trabalho a Longo Prazo da FH), no setor referente
a Classificação, estabeleceu que a CPU deve

ser mantida e melhorada,

para "servir de estrutura básica do saber".
Tendo por base o programa da Federaçao, a IBBP/CPU procurará, sempre em estreita colaboraçao com Portugal;
13.1 Ultimar a traduçao das classes faltantes para completar a Edição
Pesenvolvida em Lingua Portuguesa.
13.2 Continuar a difusão da CPU nos diversos Estados brasileiros, incrementando a fornaçao de subcomissões estaduais,
13.3 Conseguir que os periódicos, relatórios, teses e informes, enfin
todo e qualquer trabalho científico publicado no Brasil, adote o
uso da CPU,
13,4- Enviar a FIP extensões relativas ao Brasil, tendo em vista

as

classes ou subdivisões de assuntos que apresentem peculiaridades
nacionais, como por exemplo: direito brasileiro, administração
/A
^
publica, forças armadas, literatura, historia, etc.
13,5 Conseguir sejam consideradas normas brasileiras as edições
CPU em língua portuguesa.

Digitalizado
7 gentil mente por:

da

�INFORME SÔIRE A GOI^SÃO HRASILEEA DE CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL

AÍJEXO. Nfl 1

MEMBROS

1.

DA

IBBP/CDU

ABl^ LELL3S CORRÊA VICENTINI

(lâ a Ôâ Reuniões)

pela Biblioteca Central do Centro Técnico de Aeronautica, de
Sao Jose dos Campos - SP
Presidente da IBBD/cDIJ: 1958/59, 1959/60 e I960/6I

2.

ADELPHA silva RODRIGUES DE FIGUEIREDO

(7â Reunião)

pela Biblioteca Mmicipal de São Paulo

3.

PE. ASTÉRIO CAl^CS, S.D.B.

(la a 5^ Reuniões)

pelo Instituto Teológico Pio XI, de São Paulo

4..

FREI BERITARDO DO CATÃO, O.P.

(2ã, 3^ e

Reuniões)

pelo Convento Dominicano de São Paulo

5.

CACnDA BASÍLIO DE SOUZA REIS

(^.â Reunião)

pela Escola de Biblioteconomia de ffi.nas Gerais

6.

CORDÉLIA ROBALINHO CAVALCANTI

(^.i a 8â Reuniões)

pelo Serviço Central de Informaçoes Bibliográficas da
íftiiversidade do Recife

7.

ÉDSON Í^RY DA FO^SECA

(lâ a 6a Reuniões)

pela Comissão de Doctimentaçao da Associaçao Brasileira de
Ilõrmas Técnicas

8.

ÉLTON E. VOLPINI

(8a Reunião)

pela Escola de Biblioteconomia de MLnas Gerais

9.

EMÍLIA MACHADO DE BUSTAMANTE

(lâ, 2â, /^â e 6â Reuniões)

pela Biblioteca do Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro

cm

12

3

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14

15

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18

19

20

�.2
(ANEXO NC 1 - Cont.)
10.

ETELVINA Lm

(7â Reunião)

pela Escola de Biblioteconomia de líLnas Gerais

11.

FELIS BELA LIBJÜRATQ DE mTTOS CARVALHO

(4.â a 7^ Reuniões)

pela Subcordssão Bahiana da CDU

12.

FERNAMDA LEITE RIBEIRO

(lè a Ôâ Reuniões)

pelo Serviço de Informaçoes Tecnico-Cientificas do IBBD
Secretaria da IBBD/CDU

13.

FLÂVIA RUBENS ACCIOLI DO PRADO

(^.â Reunião)

pela Subcomissão Paranaense da CDU

14..

ILÍRIA BUEDE

(6s Reunião)

pelo Serviço Central de Informações Bibliográficas

da

Universidade do Rio Grande do Sul

15.

LAURA MAIA DE FIGUEIREDO

(l&amp; a 8a Reunlõea)

pelo Serviço de Bibliografia do IBBD

16.

LAURO 1'JEY DE I^MEZES. MAJ. AV.

(2a e 3a Reuniões)

pela Escola de Aperfeiçoamento de Ofloiais da Aeronáutica,
Base Aerea de Cutnbica

17.

L'YDIA DE QUEIROZ SAmQUI

(lâ a 8â Reuniões)

pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação

18.

MALVINA VIAIIA ROSA

(4.â Reunião)

pelo Serviço Central de Informações Bibliográficas

da

Universidade do Rio Grande do Sul

19.

I'IANOEL ADOLPHO WANDERLEY

(lâ a 8a Reuniões)

pela Biblioteca Nacional

20.

MARIA /íNTONIETA REQUIÃO PIEDADE

(^a a 8â ReuniÕes)

pela Escola de Biblioteconomia e Documentação "Santa Úrsula"

Digitalizado
-^gentilmente por:

�.3
(ANEXO Nß 1 - Cont,)
21.

M&amp;RIA AFAIÍECIDA GOMES DE I-K)URA

(5a Reunião)

pelo Conselho Nacional de Estatística

22.

WiRlk DA GLÓRIA VilSGO DE TOLEDO

(2a Reunião)

pela Biblioteca Minicipal de São Paulo

23.

MARIA EMÍLIA DE t'ELLO E CUTffiA

(la a

6a, 7â e Sa Reuniões)

pelo Conselho Nacional de Estatística

2A.

miA HELENA G. DE PAIVA

(Sa Reunião)

pelo Conselho Nacional de Estatística

25;

MARIA LIA FASANO

(2a Reunião)

pela Escola Politécnica da Universidade de Sao Paulo

26.

MARIA LUÍSA Í43NTEIRO DA CIMHA

(lâ a 3a, 5^ a Ôâ Reuniões)

pela Biblioteca Central da Universidade de Sao Paulo

27.

NANCY WSSTPHALEN CORREi^

a 8a Rguniões)

pelo Serviço Central de Infonaasoes Bibliográficas da
Universidade do Paraná

2S.

NOÊMIA LENTBIO

(3ß a 8a Reuniões)

pela Biblioteca Municipal de São Paulo

29.

REGDIA PORTO MACEDO

(2a a 8S Reuniões)

pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo

30,

WASHCTGTON JOSÉ DE ALMEIDA M3ÜRA

(la a 5a Reuniões)

pela Biblioteca da Camara dos Deputados

Digitalizado
-^gentilmente por:

�DFORME SOBRE L CO^OSSXn HR7^qTT.F.-m.V m nT.^SSIFICACÃO DECIM/'iL UNIVERSAL

/JjEXO

NO

2

REGIMENTO BTTERNO DA IBBD/CDU

Capítulo I

Dos fins, da sede e da competência da

Comissão

/irtö lö - Criada pela Resolução nö 70, do Conselho Diretor do Instituto
M
A
Brasileiro de Bibliografia e Documentação, como un de seus or gaos técnicos consultivos, em sua Trigesima Reunião Extraordi nária, realizada em 8 de março de 1958, e confirmada pela Federaçao Internacional de Documentagao, em 19 de agosto de 1958, a
Comissão Brasileira da Classificação Decimal Universal (IBBD/cDU)
^
4M
tem como finalidade precipua a difusão da CDU no Brasil e demais
países da /jncrica Latina, colocando-a ao alcance do maior número
possível de estudiosos,

Art2 2Ö - A sede da IBBD/CDU é o Instituto Brasileiro de Bibliografia e
Documentação, membro nacional da FID para o Brasil

(Av, General

Justo, 171 - 4,2 andar - Rio de Janeiro),

Artß 32 - Compete à IBBD/CDU:
a) difundir o emprego da CDU nas bibliotecas e centros de documentação do Brasil;
b) congregar os esforços das entidades que já se utilizam

da

ODU no Brasil;
c) contribuir para a edição da CDU em língua portuguesa;
d) promover a revisão das divisões particulares da CDU, apresen
tando propostas de extensão ou correção a Comissão Central
de Classificação da FID (CCC/FID);

Digitalizado
-^gentilmente por:

�' ..2
(ANEXO m 2 - Cont.5
o) estudar os projetos de extensão e correção apresentados pelas
Comissoes Nacionais dos demais países membros da FID e emitir
A
parecer sobre os mesmos;
f) estudar as extensões da CDU relativas ao Brasil, tendo em vis
ta as classes ou subdivisões de assuntos que apresentem peculiaridades nacionais;
g) colaborar com a Comissão Portuguesa da Classificação Decimal
Universal (CP/CDU),

Capítulo II

Da Organização da Comissão

4-® - A IBHD/CDU será constituída por técnicos e representantes de
Bibliotecas e outros orgaos que utilizam a CDU,
§ 12 - O total de membros não deverá exceder a 25.
§ 22 - Os novos membros serão eleitos pela IBBD/cDU e designados
pelo IBHD,
Art2 50 _ A IBBD/CDU poderá solicitar também a colaboração de professo
res universitários e especialistas, sempre que necessário ou aconselhável,

.\rtfi 62 - A IBBD/CDU terá um Presidente, eleito, por periodo de um ano,
por votação dos seus membros na última Reunião anual da Comissão,

Art2 7Q _ Sao atribuições do Presidente:
a) presidir, orientar e dirigir os trabalhos da IBBD/cDU;
b) zelar pela fiel obseirvancia do Regimento e das Resoluções da
Comissão;
c) representar a IBBD/CDU nos atos, visitas, solenidades e ceri
A
monias a que deva comparecer, ou designar quem o represente;
a) exercer todas as atividades compatíveis com o Regimento;
e) resolver os casos omissos neste Regimento.

I Digitalizado
-^gentilmente por:

S'SSZX

]_'4

15

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17

l'í

�'.3
(AIEXO Nö 2 - Cont.)

'

Artö 82 - Em caso de impedimento do Presidente, os membros da Comissão
elegerão seu substituto.

Arto 92 - Os trabalhos de secretaria da IBBD/CDU ficarão a cargo do
Serviço de Informações Tecnico-Científicas (SITC) do IBBD,

Capítulo III

Das disposições gerais

i»rtö 102 - As Resoluções da Comissão serão redigidas em forma articulada e indicada pelo respectivo número de ordem,

Arto 110 _ As Resoluções serão aprovadas pelos membros da Comissão pre
sentes a cada Reunião, cabendo ao Presidente o voto de desempat&lt;

iirtö 120

Para facilitar seu trabalho, a IBBD/CDU poderá organizar sub
comissões estaduais que deverão fazer-se representar nas Reunioes da Comissão e prestar contas de seu trabalho,

Arto 130 - Os membros da IBBD/CDU, residentes fora do Rio, de Janeiro,
M
A
convocados para as reuniões terão sua hospedagem e diarias pagas polo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
dxirante o período da Reunião,

Digitalizado
-^gentilmente por:

�INFORME SOBRE A COMISSÃO BR/^ILEm DE CL^iSSlFICAGÃO DECim UNIVERSAL

ANEXO Na 3
(Phr 3, S e 9)

Numeros auxiliares de lugar para, n fírpa;t,1
í
(81)
(811)

Brasil
REGIÃO NORTE

(811.1)

Território de Rondônia (antigo Guaporé)

(811.11)

Hmicípio do Porto Velho (capital)

(811.12)

Outros municípios. Subdividir L/Z

(811.2)

Território do Acre

(811.21)

Manicípio de Rio Branco (capital)

(811.22)

Outros municípios. Subdividir /i/Z

(811.3)

Estado do Amazonas

(811.31)

Município de Manaus (capital)

(811.32)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(811,4.)

Território do Rio Branco

(811,41)

Idinicípio de Boa Vista (capital)

(811,4,2)

Outros municípios. Subdividir I\/Z

(811.5)

Estado do Pará

(811.51)

Minicípio de Belém (capital)

(811.52)

Outros municípios. Subdividir li/Z

(811.6)

Territorio do Amapá

(811.61)

Minicípio de i'lacapa (capital)

(811.62)

Outros municípios. Subdividir l/Z

(812/813) REGIÃO NORDESTE
(812)

Região Nordeste Ocidental

Digitalizado
-^gentilmente por:

�-

(AIEZO N2 3 - Cont.)

(Ö12.1)

Sstado do Ifaranhao

(812,11)

!-iLaicípio de São Luis (capital)

(812,12

Outros municípios. Subdividir íí/Z

(812,2)

Estado do Piauí

(812.21)

Município de Tcresina (capital)

(812.22)

Outros municípios. Subdividir /i/Z

(813)

Região Nordeste Oriental

(813.1)

Estado do Ceará

(813,11)

Manicípio dc Fortaleza (capital)

(83.3,12)

Outros municípios. Subdividir il/Z

(813.2)

Estado do Rio Grande do Norte

(813.21)

Ítoiicípio de Natal (capital)

(813.22)

Outros municípios. Subdividir íjz

(813.3)

Estado da Paraíba

(813.31)

ííunicípio de Jõao Pessoa (capital)

(813.32)

Outros municípios. Subdividir iv'Z

(813,4.)

Estado de Pernambuco

(813.41)

Município de Recife (capital)

(813.42)

Outros municípios. Subdividir hfz

(813.5)

Estado de lagoas

(813.51)

ííanicípio de I'&amp;ceio (capital)

(813.52)

Outros municípios. Subdividir h/Z

(813.6)

Território de Fernando de Noronha

(814/815)

REGI2L0 I£STE

(814)

Região Leste Setentrional

Digitalizado
-^gentilmente por:

14

15

�.3
(AJIEXO HC 3 - Cont.)

cm

1

(Ö14.,l)

Estado de Sergipe

(8U.11)

l'iLinicipio de Aracaju (capital)

(814„12)

Outros municípios. Subdividir

(S14,2)

Estado da Bahia

(8l4,«2l)

fiuiicípio de Salvador (capital)

(8I4..22)

Outros municípios. Subdividir //Z

(815)

Região Leste Meridional

(815.1)

Estado de líinas Gerais

(815.11)

!-íiinicípio de Belo Horizonte (capital)

(815.12)

Outros lüunicípioa. Subdividir hfZ

(815.2)

Estado do Espírito Santo

(815.21)

Ilinicípio de Vitória (capital)

(815.22)

Outros municípios. Subdividir hfl*

(815.3)

Estado do Rio de Janeiro

(815.31)

limicípio de Niterói (capital)

(815.32)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(815.4.)

Estado da Guanabara

(815.41)

ítoiicípio do Rio de Jaiielro (capital)

(816)

REGIÃO SUL

(816.1)

Estado de São Paulo

(816.11)

Minicípio de São Paulo (capital)

(816.12)

Outros municípios. Subdividir

(816.2)

Estado do Paraná

(816.21)

1'íunicípio de Curitiba (capital)

(816.22)

Outros municípios« Subdividir /i/Z

(816.3)

Território do Iguaçu (extinto)

(816.31)

í-iinicípio de Iguaçu (capital)

(816.32)

Outros municípios. Subdividir /i/Z

Digitalizado
gentilmente por:

^

^

o

14

15

16

17

lí

19

20

�•U
(MEXO Nfi 3 - Cont.)
(816.4.)

Estado dc Santa Catarina

(316.41)

Minicípio de Florianopolis (capital)

(816.42)

Outros municípios. Subdividir Vz

(816,5)

Estado do Rio Grande do Sul

(816,51)

Itoiicípio de Porto jUegre (capital)

(ÖI6.52)

Outros municípios. Subdividir h/Z

(817)

,

REGIÃO CEíITRO-OESTE

(817.1)

Território de Ponta Porã (extinto)

(817.11)

^íünicípio do Ponta Pora (capital)

(817.12)

Outros municípios. Subdividir ii/Z

(817.2)

Estado de l-feto Grosso

(817.21)

Município de Cuiabá (capital)

(817.22)

Outros municípios» Subdividir A/Z

(817.3)

Estado de Goiás

(817.31)

Município de Goiânia (capital)

(817.32)

Outros municípios. Subdividir //Z

(817.4)

Brasília, Distrito Federal

Digitalizado
-^gentilmente por:

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I Digitalizado
7 gentil mente por:

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14

15

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16

17

18

19

20

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Informe sôbre a Comissão Brasileira de Classificaçao Decimal Universal (IBBD/CDU)</text>
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                <text>O Autor apresenta um relatório minucioso das atividades levadas a efeito pela Comissão Brasileira da CDU nos seus dois primeiros anos de existência, de outubro de 1958 a outubro de 1960, especificando as traduções já realizadas e traçando planos para o futuro.</text>
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                    <text>OKTÂÇlC

1.3(81)

Digitalizado
gentilmente por:

�-^#vg4'

cm

_.

�!

íf.'

cm

1

�TERCEIRO CONGRESSO BRASILBIRO DE BIBLIOTECONOMIA B DOCUIvIENTAÇÃO

Atual situaçao das bibliotecas em Belo Horizonte
por
Hnnaiz Maria

Pereira Vial

Ob

oa \ 06'.
3. pe/
M. ii.

.O-CitoJ^V

Curitiba
1961

I Digitalizado
-^gentilmente por:

'

&lt;'

14

15

16

17

18

�i

TEMA

\

'

- TIPOS DE BIBLIOTECAS

ATUAL SITUAÇÃO DAS BIBLIOTECAS EM BELO HORIZONTE.
POR

ANNAIZ MARIA PEREIRA-VIAL

SINOPSE
Estudo comparativo das Bibliotecas Publicas e especializadas de Belo Horizonte,

com uma exposição dos trabalhos

desenvolvidos, dificuldados encontradas e necessidade da for
mação de^raaior número e amparo aos Bibliotecários dentro da
legislação.
Sugestões de ordem técnica aguardando maior rendimento, difu
sao e êxito no serviço da Biblioteca moderna.
Quadros demonstrativos de resultados obtidos:

Digitalizado
-^gentilmente por:

�1
ATUAL SITUAÇÃO DAS BIBLIOTECAS EM BELO HORIZONTE

= OBJETIVO
O estudo principal do meu trabalho e fruto de um lovantamen
to realizado nas diversas bibliotecas de Belo Horizonte,
dade tipicamente brasileira,

ci

com mais de 620.000 habitantes

e ocupa entre as demais capitais de país e 3° lugar.
Ha dez anos vem funcionando o "Curso de Biblioteconomia" ne^a
capital e desta data,

sentimos o efeito paulatinamente do d£

senvolvimento o progresso das bibliotecas bolorizontinas.
Passo a expor em síntese, as necessidades primordiais das
nossas bibliotecas,

quanto ao pessoal técnico,

quanto-aos re

cursos financeiros e quanto ao esclarecimento o difusão

a

coletividade no sentido real do que é a Biblioteca Moderna
e o seu valor.
BIBLIOTECA PÚBLICA
Reconhecendo o papel educativo da biblioteca e o lugar que
ela deve conservar na formação intelectual, moral e cívica
de um povo,
todos,

devemos formar bibliotecas públicas abertas a

com o acervo eficiente à comunidade a que vai ser-

gir, esforçando-se por oferecer livros que correspondam ao
público em geral,

elevando o nível fultural.

Relembro, aqui,

a frase de Jules Ferry: -"Podemos fazer tu

do pela escola,

pelo liceu, pela universidade,

não houver a biblioteca,
2.1

sc depois

nada teremos feito".

No ano de 1954, foi criada e instalada em prédio provisório
a Biblioteca Pública de Minas Gerais,

que vem se desenvol-

vendo o prestando grande serviço à população.

Dentro de

mais alguns dias passará a funcionar no seu prédio próprio,
de amplas e modernas instalações,
belas praças,

situado em uma das mais

onde sg encontra a sede do governo.

Encontramos um grupo do bibliotecários que ali vem desenvolvendo um trabalho de equipe com grande eficácia, apesar
de número reduzido.
I Digitalizado
7 gentil mente por:

14

15

16

17

II

19

20

�2

Com a ampliação do quadro de funcionários técnicos, ora em estudo, está pre
vista a ampliagão das secções e do horário de atendimento ao leitor.
Urgi a instalagao do Departamento Infantil, uma vez que está em fase de
conclusão e dentro das Bibliotecas Públicas não temos ainda este serviço organizado.
No correr deste ano foi inaugurado o "Carro Biblioteca" para o serviço de
extensão, que vem alcançando o seu objetivo,
2,2

- A Biblioteca Pública Municipal instalada no andar térreo do edifício da C%
mara Municipal, não conta com o espaço satisfatório e nem pessoal técnico
para o sei^viço.
Muito pouco tem oferecido aos que dela se utilizam, uma vez que não tem
acoa?p.anhado o progresso da cidade.
Notamos, entretanto, que possue um bom acervo.
-

2.3

As Bibliotecas do SESI e do SESC, bom trabalho vem efetuando dentro do seu
setor, através das bibliotecas centrais, ambulantes e do deposito em ca^
xas, tanto na capital como no Interior.
Muito tem procurado ampliar os seus beneficios fazendo sentir, no entanto, a necessidade de ampliação do quadro do pessoal e de maiores verbas.

- Quanto a Biblioteca Thomas Jefferson, esta tem se dedicado à difusão da
A
cultura em nossa cidade e encontramos ali com grande frequencia, ativi-

2.4

dades relacionadas à arte, permanentes exposiçoes e um grande número de
leitores.
- As demais Associaçoes Culturais, estão abertas ao público, com as suas

2.5

coleçoes a serem organizadas, necessitando maior aceleramento e progre^
so em süas atividades.
2.6

- BIBLIOTECAS PUBLICAS - (ver quadro demonstrativo l)

3

- BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS
Com o desenvolvimento vertiginoso da ciência e da técnica em nosso século, cregceu paralele -rt.--, a bibliografia especializada.
O aumento extraordinário das instituições destinadas' á pesquisa científica e o interesse para tais, multiplicou o número de publicações editadas em todos os paises do mundo.
A amplitude dos conhecimentos exige do homem moderno a necessidade de
estar em dia com as últimas publicações do seu campo particular de especuj.nçao.
Devido o elevado custo dessas publicações, não pode, o cientista, o téc
nico ou estudante contar com os seus próprios recursos para manter

a

sua biblioteca.
Para- o atendimento destes problemas, surgiu a necessidade de formar bibli^
tecas especializadas ou centros de informaçoes e documentação, fornecendo aos leitores o máximo de facilidades com o mínimo de formalidades, agrupando desta maneira assuntos

correlates para formar seu acervo, de-

dicando—se a determinados campos do conhecimento.

cm

1

2

I Digitalizado
-^gentilmente por:

14

15

16

17

lí

19

20

�3
Há nesessidade da formação do bibliotecário especializado, capaz de um
estudo cuidadoso, atendendo aos interesses da clientela.
3.1

- BIBLIOTECAS E5C0LARES - CURSO UNIVERSITÍRIO
Tendo a universidade a finalidade de conservar o saber e as idéias, desenvolvendo-os pela pesquisa e difundi-los através do tempo, cabe a Biblioteca Uhiversitária, preservar o saber acumulado pelo homem, na luta
pela conquista de maior desenvolvimento intelectual e espiritual.
O acervo como base do serviço a ser prestado, deve acompanhar o "curriculum dos diversos cursos, abrangendo-os em sua totalidade e dando assi^
tência integral ao leitor.

3.1.1 - Ressalta-se que as bibliotecas da Ifeiversidade de Minas Gerais (UMG) e da
lÄiiversidade Rural de Minas Gerais (URMG) vêm se desenvolvendo e prestando um grande auxílio aos seus leitores, fazendo a seleção do material
bibliográfico de comum acordo entre a biblioteca e o corpo docente»
Observamos, que há número insuficiente de bibliotecários tanto para os
serviços técnicos como para o atendimento ao numero atual de consulentes.

^

Em três dessas bibliotecas não figura em seu quadro o cargo do bibliotecário diplomado, onde tem sido executada a função por leigos que dej
conhecera a técnica de organizaçao, com todas as garantias legais»
A biblioteca da escola de Arquitetura está magnificamente instalada e
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bem organizada; a da escola de Direito, aguardando as instalações defi
nitigas no edifício recentemente construído, no ano de 1956/57 sofreu
umn reorganizaçao em seus métodos, passando a usar a Classificaçao Decimeil Iftaiversai,
A biblioteca da escola de Sigenharia a de maior acervo entre as univej
sitárias, é classificada por cadeira ali ministrada, não possuindo um
serviço de catalogação e a necessidade de mudança de métodos, já

se

faz sentir.
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*
O acervo da Biblioteca da Escola de Engenharia e considerada no genero,
uma das maiores do Brasil, nao tem conseguido alcançar suas verdadeiras finalidades,
A Biblioteca da escola de Filodofia está entregue a um grupo de 18 fi®
cionários, sendo que dez destes são bibliotecários.

Foi iniciada

a

organização de periódicos que registra cêrca de 1.500 títulos»
A escola de Medicina recebeu da "Organizaçao Rockefeiler" um laboratório fotográfico, que em parte já está em funcionamento,
3.1.2 - As bibliotecas da IMversidade Católica de Minas Gerais e Escolas Independentes, têm o acerro reduzido, pequenas verbas e número mtiito menor
de bibliotecários, quase todas entregues a funcionários administrativos»
3.1.3 - BIBLIOTECAS UNIVERSIDADE MINAS GERAIS

( UMG) - (Ver quadro demonstrati-

•vo IIÖ )
- BIBLIOTECAS DA UNKERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS (UCMG)
(Ver quadro demonstrativo Ilis)

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3.1.5 - BIBLIOTECA DA UNIVERSIDADE RURiiL ESTADO DE MINAS GER/ilS (URMG) - (Ver qu§
quadro demonstrativo IIIö)
3.1.6 - BIBLIOTECAS INDEPENDENTES (Ver-quadro demonstrativo IIIö)
3.2

- BIBLIOTECAS ESCOLâRES - CURSO SBCUNDiÍRIO
A Divisão do Ensino Secundário, do Ministério da Educagao e Cultuara, pela Portaria n^ 501 - Anexo II, determina que o estabelecimento que pretende o reconhecimento oficial, organize uma Biblioteca com o mínimo de
laOOO volumes, com uma colegão de referencia e a sala de leitura de livre acesso a professores e alunos, com a capacidade de vinte e cinco Ijj
geres no mínimo.
Em dezembro de 1957, pela publicagao do livro "Biblioteca Escolar" editado pela CADES (Campanha de Aperfeiçoamento e Difusão do Fiisino Secundário) encontramos a preocupação dos órgãos oficiais pela existencia e
bom aparelhamento das bibliotecas escolares.
Na realidade as bibliotecas escolares do curso secundário nesta cidade,
sao era número muito reduzido»
Estabelecimentos de ensino, considerados dos melhores não se acham aparelhados para atender estas exigências ministeriais*

Ate mesmo os es-

tabelecimentos oficiais enfrentam dificuldades de espaço, de pessoal e
do verbasr,
3.2.1 - É de SC lamentar que o Colégio Estadual, há dez anos nao realiza aquisições por falta de meios orçamentários.
3.2.2 - Quanto ao Instituto do Educação, em setembro de 1953, viu destruída por
incêndio a sua biblioteca de 50.000 volumes.
Nesse mesmo ano foi iniciada a recuperação que foi inaugurada três anos
depois e ven atendendo a alunos de outros estabelecimentos da capital.
3.2.3 - Instituto São Rafael fundado em 1926, com a finalidade do ensino aos cegos, reúne o curso primário, secundário e especializado em música, tem
o seu acervo no Sistema Braille.
Recebe doaçoes da "Fundaçao Para o Livro do Cego no Brasil" e do ''Inst^
tuto Benjamin Constanfj há necessidade de tais livros serem fornecidos
gratuitamente por órgãos
nesse alfabeto,

governamentais . .

devido a escassez de livros

O Instituto São Rafael necessita de maior recurso fi-=

nanceiro não só para incentivar o aprendizado facilitando as transcrições, como para melhor instalar a sua biblioteca.
3.2.4 - Cunpre, salj.entar, a existência de bibliotecas que constituem verdadeiros
museus, vedadas aos alunos como acontece em vários estabelecimentos ministrados por religiosas, que desconhecem a verdadeira finalidade da bj^
blioteca moderna.
Desconhecem a preocupação atual de desenvolvimento integral do indivíduo, com o ideal democrático de que todos devem ter oportunidades iguais,
procurando desenvolver a função de educar e elevar o nível cuj-tural^
Nao se concebe uma escola, em nossos dias sem uma biblioteca, onde encojj
tramos armazenado por gerações, as experiências em livros e documentos»

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Dificilmente un adulto - e muito menos um escolar - poderia adquirir t^
dos os livros e periódicos que permitissem estabelecer contacto com
pensamento e o progresso da humanidade.

o

Isto nao lhe seria possível,

quer pela vultuosa despesa que a compra acarretaria, quer pela dificuldade de alojamento.

O prego exagerado dos livros escolares e a tendêjj
A
cia, cada vez mais acentuada, de troca anual de compêndios e manuais a-

dotados em estabelecimentos de ensino secundário do nosso Rxís, impos^i
bilita o aproveitamento dos livros até por membros de uma mesma família.
Torna-se portanto, uma oVrigagao dos responsáveis pelas casas de ensino
médio, manterem as suas bibliotecas bom dotadas em todos os pontos

do

vista, quer material ou pessoal, colaborando desta forma para o desenvolvimento do ensino.
3.2.5 - BIBLIOTECAS ESCOURES - CURSO SECUND/íRIO ( Ver Quadro demonstrativo IV)
3.3

- BIBLIOTECAS ESC0Li:RES - CURSO ERitóRIO
A escola primária para desenvolver os seus objetivos gerais, necessita
da formaçao do bibliotecas como agente intermediário educacional.

^

ra enriquecer a experiência infantil dando-lhe desembaraço para expo^
gao clara de suas idéias, através de uma linguagem eficiente, toma-se
indispensável o uso da literatura infantil, onde se ensina e desenvolve o gosto pela leitura sadia.

Cumpre, à professora com conhecimento

especializado orientar e completar a educagao escolar, formando o carjc
ter da criança, enriquecendo a cultura nos diferentes campos, oferecendo oportunidades para o desenvolvimento social e intelectual e horas de
distração«

ifera isto, toma-se indispensável o aparelhamento de boas

bibliotecas.
Estando Belo Horizonte sem bibliotecas públicas infantis, é a maior razao desta necessidade urgente, que ultimamente parece estar seniflo senti
da pelo atual Secretário da Educação, Dr, Ciro Maciel, que autorizou a
partir do mes de junho de 1959, que se formassem turmas de professoras
primárias, para um estágio de 4 meses na Biblioteca Pública Estadml.
Tres turmas lá estiveram, nun total de 25, recebendo neste curto pería
do instruções através de aulas e horas de serviços prestados. Sondo o
fé
espaço de tempo insuficiente para conhecer organizaçao de biblioteca,
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seria o ideal que fossem realizados cursos intensivos, com duraçao de
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um ano letivo, e que estas professoras apos a especializaçao fossem r4g
lhor remuneradas.
Em todos os grupos dqada capital encontramos coleçoes de livros, adqiií
ridas pelo esforço próprio através de rendas extra-orçamentárias,

po-

rém é o número bem reduzido o de bibliotecas organizadas.
3.4

- BIBLIOTECAS ESEBCL'iLIZADAS - GOVERNAMENTAIS
A formação dessas bibliotecas vêm da necessidade de centros de informjj
çao e documentos necessários ao desenvolvimento das atividades da organi
zaçao.

Restringem sejrvir a um determinado setor da comunidade intere^

sado em um campo de atividade.

Os bibliotecários que ali trabalham
A
sentem-se tolhidos por falta de recursos financeiros e assistência dos

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poderos públicos»

Mais ainda, os denoninados "bibliotecários," que pres-

tam serviços neste setor, na realidade não são bibliotecários técnicos
e sim funcionários leigos destinados para tal fim, como guardiães dos 1.4
vros e periódicos, quando não é raro ver a sala dotada de bom acervo e
completamente acéfala.
A atualização é realizada lentamente e quase todas necessitam de melhores instalações.
3.4.1 -BIBLIOTECAS ESEBCIi.LIZADÍiS - GOVERNAMENTAIS (Ver quadro demonstrativo V)
3.5

- BIBLIOTECAS ESPBCIALIZADÍÍS - ENTIDADES PARTIGUXARES
Nenhuma entidade desconhece da necessidade da biblioteca e do seu valor
para maior elevar o níyel dos que ali trabalham, tanto assim, que procji
ram formar algumas colpçoes de livroso
Torna-se necessário que compreendam que "Biblioteca Moderna", não é coleçao bem encadernada tom efeito decorativo e com ricas instalações.

E

isto que encontramos n|i-B entidades particulares que desconhecem o valor
do Bibliotecário como ügente que dedica o seu tempo e o seu trabalho ao
livro e ao leitor, ao contrário do que muitos imaginam, o bibliotecário
nao e somente aquele que adquire livros, que os poe em ordem e faz com
que sejam lidos ou consultadoso

Ontem uma cultiu-a sólida fazia o biblJ;^

tecário, hoje são os conhecimentos técnicos que o tornam insubstituível
em seu campo de ação,
3.5.1 - BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS - ENTIDADES PARTICÜUlRES -(Ver Quadro demonstrativo VI)
A

- ESCOLi; DE BIBLIOTECONOMIA

4.1

- HISTÓRICO
Em 1950, a Secretaria da Eíiucaçao do Estado de Minas Gerais solicitou a
cooperaçao do Instituto Nacional do Livro para a realisaçao de um curso
de Biblioteconomia, anexo ao Instituto de Educação, cora a finalidade de
formar bibliotecários para as escolas primárias*

O curso funcionou dj[j

rante o ano letivo«
Em 1951, nao se interessando mais a Secretaria da Biucagao pela continuj,
dade do Curso, resolveu o Instituto Nacional do liivro mante-lo, int^almente, já com o caracter geral, isto é, destinado à formação de bibliot^
cários, em gemi,

Teve o Curso a duraçao do um ano»

A partir de 1953, já com o nome de Bsc.oia de Biblioteconomia de Minas G^
rais, passou a ter duraçao de 2 anosc
Em 1957, para acompanhar a orientação dada à Escola de Biblioteconomia
da liiiversidade de Santa Círsula do Rio da Janeiro, aumentou o seu per£o
do letivo para 3 anoss
4.2

- CADEIRiiS ministradas
Organirnção e adninistraçao de bibliotecas; Classificaçao de livrosj Ca
talogaçaoj Bibliografia e referencia; Historia dos livros e das bibliotecas; Introdução à literatura universais Introdução ã cultura artística; Introdução ao penamento científico e filosófico; Introdução às ciêjj

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cias huraanasj histórico e sociologiaj Técnica da docuaentaçao.
A.3

- BIBLIOTBC/iRIOS DIPLOM/.DOS
150 ( cento o cinqüenta )

5

- i^SOCKgÂO DE BIBLIOTEC/.RIOS DE MINAS GSRiiIS
Fundada om I96O o conta cora 60 sócios inscritos.

6

- NECESSIDADES

6.1

- FOimÇ?iO

RIOFISSIONAL DO BIBLIOTEC/ÍRIO

O destino das bibliotecas brasileiras está na dcpendencia da foroagao ad^
quada de bibliotecários.

Ha necessidade ie formar escolas con un "CURRI-

CULIM" realmente universitário e que nas universidades do Brasil existam
uma Escola de Biblioteconomia e Docuraentagao,

Tais escolas devem formar

bibliotecários com conhecimentos técnicos aliados as cadeiras de integrjs
ção cultural indispensáveis à formagao de bibliotecários.
Maior conhecimento dos legisladores, do valor do diploma de bibliotecor^
mia em todos os paises do mundo, daddo assim o apoio legislativo, regulam^n
tando o ensino e o exercício da profissão,
A exigencia do diploma è um combate a leigos que ocupam a carreira de bibliotecários com vencimentos e garantias do cargo.
6.2

- ASSISTÊNCIi'. TÉCNICA AS BIBLIOTECAS
Procurando ampliar os benéficios da Biblioteca, urgi amparar às bibliotecas do interior, centros de grande popula§ao que reclamam a ausência de bj,
bliotecas e pessoal técnic^o.
Apresento a sugestão da criação do Bibliotecário itinerante, serviço já
iniciado pelo Instituto Nacional do Livro, com o Assistente Técnico Regi^
nal que foi coberto de êxito o desapareceu por falta de apoio monetário.
in
Essa equipe de bibliotecários faria estágio com o fim de preparar o poss^
al para dirigir as bibliotecas locais.
Esse serviço estaria ligado à Biblioteca Pública do Estado, que ficaria
incumbida de orientar e organizar.
O Instituto Nacional do lirro tem feito as suas doaçoes anuais, estas d^
veriam ser remetidas prontas para o empréstimo domiciliar com as fichas
prontas para o catálogo dicionário.
Sentimos a necessidade de mrior assistência técnica, para que haja mais
difusão e maior interesse em criar bibliotecas municipais.

6.3

- aíPRÉSTIMO ENTRE BIBLIOTECAS
Nao existe organizado um serviço de intercâmbio entre bibliotecas,

uma

vez que cada biblioteca com o seu regulamento restritivo faz proibição,
O empréstimo é feito em casos especiais&gt; de acordo com as necessidades urge
gentes, é o sejrviço de boa vontade entre biliotecários.
Ihra que esto serviço alcance êxito I necessário a formação de biblioteca»los que conheçam e compreendam o valor desse intercâmbio.
O bibliotecário de hoje sabe como I preciosa a colaboração que a sua biblioteca poderá prestar as demais organizações congêneres e como será vü
liosa para os seus trabalhos a cooperação que dessas poderá receber»

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Nenhuna biblioteca, por nais ben dotada quo seja em recursos financeiros,
bibliográficos e on pessoal, deixará de lucrar extraordinariamente ao integrer-se on un sistema de perfeita colaboração com outras bibliotecas»
Com a implantagao e a regulamentação dos serviços entre bibliotecas em Belo Horizonte, os leitores estariam em condições de aproveitar, o máximo,
coQ todo o material bibliográfico

das nossas bibliotecas.

A fim de que este intercâmbio chegue ao seu ápice com êxito e indispensável a criaçao do Catálogo Coletivo, de maneira que possa ser conhecido com
toda presteza o acervo de cada biblioteca para a localizaçao das obras, a
fim de obtê-las por emprestimo de outra instituição,
6.4

-CATÁLOGO COLETIVO
Em 1956, o Conselho Diretor do IBBD (Instituto Brasileiro de Bibliografia
o Docviraentaçao) criou a Comissão Nacional do Catálogo Coletivo, dividida
em comissões Regionais.
Ura grupo idealista tentou formar o Catálogo Coletivo dentro da liiiversidade
do Minas Gerais, e esto foi aceito, porém, é plano da Biblioteca Publica
de Minas Gorais quando ampliado o seu quadro de pessoal e a instalaçao no
prédio proprio, o que será efetuado ainda este ano, assumir esta responsa
bilidade e organizá-lo.
Após o estudo informativo baseado em dados estatísticos a primordial neA
A
cessiaade quö consiste na ausência do pessoal eo^iecializado, assistência
dos órgãos oficiais e responsáveis pelas emjjrêsas particulares, para
maior difusão.
Está Bolo Horizonte dotado de espírito mais desenvolvido, graças a este
reduzido grupo de idealistas que vem com todos esforços lutando para a s^
lidificação dos objetivos da Biblioteconomia Moderna.

7

- BIBLIOGRAFIA
BRASIL.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGR/.FIii E ESTATÍSTICA.-

Quadros estatísticos, censo 1959. Belo Horizonte.
LIM/i, Etelvina- Atendimentos de escolares em bibliotecas publicas.

Belo

Horizonte : 20, jun. 1959(Contribuição ao item 9- do temário II0 Congresso Brasileiro de Bibliografia)

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                <text>Estudo comparativo das Bibliotecas Públicas e especializadas de Belo Horizonte, com uma exposição dos trabalhos desenvolvidos, dificuldades encontradas e necessidade da formação de maior número e amparo aos Bibliotecários dentro da legislação. Sugestões de ordem técnica aguardando maior rendimento, difusão e êxito no serviço da Biblioteca moderna.</text>
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��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCm.IENTAÇÃO

O bibliotecário:

este desconhecido

por
Nice Menezes de Figueiredo

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Curitiba
1961

cm

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TEMA III - PROFISSjto DE BIBIJOTECARIO D0CU}i™TfltT.T3T&amp;

•; &gt;

0 bibiiotecírio i este desconhecido
POR
NICE ÍÍEIÍEZES DE figueiredo

sinopse
Tratamos nesta conamicação, da generalidade do desconhecimento do
que seja a profissão de bibliotecário, e dos problemas advindos deste desconhecimento,
Achamos sumamente oportima esta ocasião em que se resolve de maneira mais positiva a elevaçao da carreira de bibliotecário a nivel superior, de se
ß
«1^
#
tratar também da difusão do conhecimento do que seja a profissão de bibliotecário,
*
t
*
E e necessário fazer chegar este conhseimento tanto aà leitor
A
#
a quem vamos servir, afim de que ele saiba como lhe poderemos ser úteis, como, e principalmente, as autoridades constituídas, pois sem o apoio das mesmas, nosso eerviço nao
pode ser realizado de maoeira satisfatória.

�o BTBUOTBCÁRíC s 3?TE Diü^COMaCiDÜ

ü pr-opoKi-to desta coimmí.oagao ' iipresentar ume ser.l3 ae fatorf, eii grande
parte conhecidos por uurltos blbi:.ot'e5ca.riO£i ^ o as censeqtionoias de],es acb^iraas
■V
do iiTTia despretensiosa conxrd.bxilgao, baseada em nossa expc-rfencaa pf^sscaif

orazen

Tratamos neste, ooiiTunicacao, da generalidade do íief.ícori;aecl??ient,o do que se
Ja a profissão de bib.liotecariOj e dos p'."oblei!:as advindos desue aesconheclnientot.
Iniciai eraos ^ citando a,'? pa.la\'ras de uc dos naa.oj-es vx:ltofi do nov^so século - o Papa Pio Xll - ditas &amp;■: 1951j, quando por e].e forarj recebidos os congressistas
que pai-ticiparam do Congresso ':5indiai de Documentação, rea.li2.ado en lior-a;
se pense, só oor me nomento, nas »jcasperadoraa perdas de teripo,
na fadii;ja ener'jante e evtei-11 dum cientistaj, duin escritor, diiGi conferen—
mé
A
cista, duifl horaem de açao, obrigadoele proprio«, a ^cagar'*- os documentos,
reunir, copiar, ordenar^

aeu material sempre muito inconpleto,

e, as ve^jes, i?:uito pouco exatOc™.-.
**Vos vos preocupastes cojn esta Ô^íiculdade e e paj:*a resolve-la que

se

aplicarn vossos Institutos j, vossas fsderfagoes j, vossos cántros e vosso pre
sente congresso^ Essa or^ani^iaçao e, na sua unidade, diaxiia complexidade
assustadora,, Sla supõe ^ sempre era colaboragao, ja se ve., eit ligaçao per
manente e estreita -- us ^'-oficios^ cs riais diversos, dos quais vosso prof
^
V
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A
»«í
grama da utra idéia gi.imariao Pesquisa; colecionajnento, as «.'•ezes traduções
r
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de documentos
analise duT nuaero incalculável de livros, revistas e pr
nals - transcrição e reprodução, graças aos processos moderno.'-:; de copí.as
/
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**,
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sm numero suficientey que, as vezes, a multo brande *- ciassificaçao de
peças, de restuJios, d.e fichas - Índices remissivos e referencias múltiplas
- postas ao alcance dos quíí precisam? e se a tudo isso acrescentassemüjs
a complacência de gui3.r, muitas vezes j orientar ou aconselhar os pesquisadores, esse ccn;-unto de coisas nao daria senão um breve resvimo da vastidão, mas tamban da uti.lidade inestíJTiavel da tarefa por vos assumida.. c"
Ci^ioaremos, agora ^ out.ra ob.3e:r/ar"ao di^na, ds notaj. proferida fjor urn cientista - a quem o bibliotecário esta intir-amente ligado er^i seu trabalho: Kadaiiia Curie,
que ja em 19^22, como merioro da Comissão Inte-macá-onal. de Cooperaçao Intelectual, nome
ada pelo Conselírio da Sociedade das Nações, entre out-ros nones ilustx-es, -=? fig'urando
ainda como vice--presideate desta Gomissão e fazendo parte do Instituto de Cooperaçao
Intelectual de Paris, afirmava ssr necessário iniciar a a»,'* luta com o que (ela) cha
ma de anarquia do traba]h.o cientifico no m?andGc.
Naquela época a Insigne sabia antevia a neceSBidade in.adiavel da organisagao intema™
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icional dos se.n/igosj, os quais sonente o bibliotecaxdo-, pela sua formação zecrScB.^ e
capai de realiaaro
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Atualmente, nos paises europeus e na America do Norte, js existe uüia con
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cepçao bíistante clara do quo seja uraa biblioteca e sua imensa utilidade como veiculo
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de cultura» Naqueles paises cs bibliotecários tem uma posição a aJtura do seia cabedal
de conhecimentos e sac

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-onf""! "^dcc postoe ciia\'es em jjT]port.antissiraas orgsnie.açoee

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�- 2 de pesquisas técnicas e cientificas« Por ocasiao da 26a , Gorifi;:!

jer-ril da FID, rea

lizada em julho de i960 no Rio de Janeiro, tivei^os prova disto, qusaido asolheiúos biblio
tecários ilustres que ocupam importantes posições eii sev-s países de origem..
No Brasil, entretanto, tal não acontecoi con raT'issiKas eroepgceso Os bibliotecarios brasileiros ainda sao consideradd;; meraiaonte como fiircionarios comuns,
dos quais não se conhece nem a formação, nem as atribuições esp&amp;oi-icas da profissão.
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Acreditamos que, entre nos, somente os proprics Ijíbliotecarios e que saM
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bem o que sao, o que representam e valem numa sociedade.' sao os únicos a terem ciência
das atribuições especificas de suas funções e das; responsabilidadsíJ de sua posição;
sao os únicos, ainda, a saberem quais os conhecimentos, aptidoe^í, 3, finaLnente, quais
diplomas possuem^
A
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E este desconhecimento tem sido sempre uci prcbleTiía. para o bibliotecário
.V.
^
^
no àeâempenho de suas atividades, pois se a função primordial ão bioliotecario e a de
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A
servir aqueles que procuram a biblioteca, como execu.tar bem este idsterj so aqueles
que a procuram desconhecem o que lhe pode ser oferecido, e por quem?
E se este fator tem se consti.tuido eix seiio problema naß relações com o
ÍV
consulente, maior se torna nas relações do bibliotecário com seu anbiente de trabalho,
pelas dificuldades que acarreta nas relações com os sTiperiores diretos, que na maioria
das vezes "não entendem bem'' as atribuições do bibDJ.otecfirj o j bíítc. tem conh.ecirnento dos
M
A
serviços executados na secçao por ele dirigida.
Citamos como único exemplo, que julgamos ser suficien~e;, tal a t-ua sá^^nificação, do que semelhante desconhecimento acarreta em preji:.if5o de toda a classes
Quando se tratou, nos altos orgaos competentes, frise-se, da reclassificação dos cargos do funcionalismo publico do Estado de Si-.o Paulo, a profi.s.^ao de bibliotecário foi
classificada entre aquelas de "Cultura e Ação '-'oci.al''^ Hart quíaiido foi d8.da a referencia para a função, surgiu a prova do desconiiecimcnto da profissão, poi&amp; o bibliotecairio foi diminuido em seu valor, e uma função pi.irgmente intelectual foi equiparada a ai
tras braçais e manuais, como a de alfaiate è a de eletrotsciiicc (nao engenlieiro),
Achamos sumamente oportuna esta ocasi ac;, am qae se resolve de maneira
M
*
*
mais positiva a elevaçao da carreira de bibliotecário a nivel superior, de se tratar
também da difusão do conhecimento do que seja a profissão da oibljotecarioc É nossa
teoria que jamâis conseguiremos tal pretensão na pratica, isto ó, poderoro.s ter nossa
carreira elevada a nivel superior, mas não seremos contiecidos corao portadores de diplo
mas universitários, se nao cuidarmos ao mesmo tempo, de tornar coruiecida a profissão
P
A
de bibliotecário, em todos os seus ângulos de atividadesr
P
A
Enquanto o bibliotecário for tido como ^'guardador de livros"' e "confeccio
nador de fichinhhaö'jl, enquanto julgarem o bibliotecário apena,R como i.ri^ pessoa cuja
função e a de entregar as obras ao consulente, jaanais teremos o rGoonhecimento da importancia da nossa profissão«,
Enquanto nos tiverem em. conta somente como moças ~ com excusas aoa dignos
cavalheiros que nos honram como colegas - que ganhsjn bei^; a nada produzem de util,

e

que passam o tempo em sua repartição na leitura dos livros da bib^Lioteca, ou de ''revi^
tas que guardam em suaS mesas de trabalho", enquanto formos asair.: Ju.lfad.o.'s, rf*'petimoR,
não atingiremof=í p »Itur?

jamoso

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�E e necessário fazer chegar o conhecimento da profissão de bibliotacario,
A
•
tanto ao leitor a quem vamos servir, afim de que ele saiba como Lhe poderemos ser to•v
^
teiá, como, e principalmente, as autoridades constituidas, pois sem o apoio das rnesmas, nosso serviço nao pode ser realizada de maneira satisfatoriac
A
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Abordaremos a seguir, as conseqüências resultantes ao bioliotecario no
desempenho de suas funções, dentro desta atual ordem de coisas^
^
^
A
A
Ha poucos anos atras, uns tres anov^ ou maiS;, foraza criaaas pelo Governo
do Estado de fcao Paulo, varias faculdades pelo interior - nao nos cabe aqui comentar
a oportunidade ou propriedade de tais atos, mas sim apresenta-los sob o angulo qtie
nos interessa - ej como ci-gãos vitais destas faculdades, cri?xac-S9 as bibliotecas,
A
/
Pela nossa experiencia, e por contaètos mantjdos cora colegas cujo campo
de trabaüio se assemelha ao nosso, conclioimos que a criaçao de taiB bibjJ.otecas em
í&gt;
centoifs ncs quais se constituem as únicas instaladas e organizadas debaixo as mais no
demas técnicas, e uma aventura da qual teremos muitas aecepgoesc.
Primeiramente, as salas de leitura de tais bibliotecc.r: são, ora grando
parte, consideradas como salas de estar ou de visitasj ou ainda de aa.la de reuniões
A
^
que se deveri^xi dar em greados estudantis,
r.
n ''
Em seg-undo lugar, qual o papel do bibliotecário neste acirience^ i.coi::o
•*
informaçao apenascitaiiios a dificuldade inicial para que sejam nomeados biblioteca-rios para tais lugares o. o) o Mas, o papel do bibliotecário, foi o que ooser-v^unos ^

e

tido como o de u:ii guarda por demais zeloso do seu material, o de Tm policial a ditar
normas para cercear o uso da Biblioteca, nada mais« Exemplificando; tendo de funcionar proviscriamente nossa eecçao, sem as portas, ficando assim por xlt. longo periodo
completamonto devassada e aberta aos consulentes, quando se s.?Jiou esta faliia, isto e,
quando se colocaram as portas, houve quem pergxintasse se as mesmas arsjr. -'para proibir
a entrada na Biblioteca,.,'^»
E tudo isto acontece por que? Por duas ra::ces ímiito claras;
^
A
/
&gt;
12 - Por este interior afora e por este imenso pais, a maioria d.as pessoas jaiiais viu
uma biblioteca organizada» Ainda exemplificando, roäatarernos; constituiu para nos
A
uma triste surpresa, constatar que os consulentes rao sabí.aia consi-Jtar obras de
refer-enciac Contando este nosso desapontamento as colegas da região, elas informaram quo a surpresa havia sido delas, quando vindo estuda.r em Sao Pa.ulo e ido a
Biblioteca Publica líunicipal. Ia viram estudantes Juvenis consultando tais obras,
A
A
com toda desenvoltuia. Justificaram assim, plenpjuenbe, a ignor;í;n.cia do.-í al;mos,
embora universitários, em nao saberem manusear as obras, visto nunca terem tido
oport'iin^idade de se familiarizarem com elas,
22 - Da mesma maneira, nao sâo conhecidas as atribuições do bibliotecário, na direção
da biblioteca,
_
A
Destes males advierom os fatos, por cuja experiencia. passamos; os alimos
de faculdade nao estavam aptos a fazer uso da biblioteca - qu.ando ja deviam chegar a
ela em condiçoes de saber usufruir amplamente de todos os seus recursos e beneficies
(lenbramoo qr..c

ao bibliotecário de uma facul.dade, o nister de ensinsir o

uso

da biblioteca, mas sim ja deveriam os alunos, apos freqüentarem as bibliotecas infantis
e as escolares, este.:- suficienterii-?nte familiaríizados com. o mariuseio da mesr^a) ^

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Fica então , o bibliotecário com o dilema; organizar a biblioteca segtindo
os mais modernos preceitos, ou ddapta-la ao nível dos seus consulentes?
É claro que esta segunda hipótese nao pode ser aceita por nos, mas, sera a primeira sa
tisfatoria aos consulentes? E nao e a eles que devemos servir?
labutaremos na confecção de um catalogo que ficará apenas como enfeite, já que a ele
não saberao recorrer?

Que fazer?

A solução para o problema, tal como ele se nos apresenta atualmente,
A
seria a luta por todos os meios aà alcance da classe, pela difusão das bibliotecas infantis e escolares, ficando a chefia e a parte técnica das mesmas, sob a direção exclu
sivamente de bibliotecários formados,
Pois se a criança for acostumada desde cedo a freqüentar a biblioteca infantil e mais
tarde a escolar, quando chegar a faculdade, tera pleno conhecimento de como fazer uso
da bibliotecaj da mesma maneira, a criança, assim acostumada, com o tempo conhecerá a
verdadeira função do bibliotecário na biblioteca, o qual aprenderá a ver como um amigo
a lhe servir, dotado de todos os requisitos para tal.
Concluindo: Sem a difusão do que e a profissão de bibliotecário, embora
os diplomas nos garantam uma especialização técnica, jamais
saberao o que somos, e, sem este conhecimento, não teremos
J.também
-L ' o apoio
A
0
necessário
ao nosso trabalho,
é preciso fazer com que as crianças, desde cedo, aprendam
a freqüentar e a usar a biblioteca, a te-la como um ambien
te agradavel ds estudo, e a saber quem e e o que faz o bibliotecário Para as servir»
Para Isto propomos: Que se interessem as associações de classe j-unto
aos respectivos governos, chamando a atenção para
A
A
estes fatos e solicitando providencias imediatas,
afim de que os mesmos sejam sanados no mais breve
espaço de tempo possivel.
Que se informe ao Ministério e às Secretarias de
Educação, a imprescindivel e inadiável necessidade
da obrigatoriedade de serem mantidas junto as escolas publicas e particulares, bibliotecas vivas,
dirigidas, para isto, por bibliotecários foi*mados,
bem como de ser instituido nos currículos escolares, principalmente do primário, o ensino do que
seja uma biblioteca e como usa-la, cabendo tal ensino ao bibliotecário, na escola em que estiver
servindo,
Que se exponha com todos os seus detalhes e exigen
cias, a necessidade de serem colocados na direção
de bibliotecas, unicamente bibliotecários formados,
únicos capazes de preparar e auxiliar o cidadão em
seus estudos e pesquisas.

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                <text>Tratamos nesta comunicação, da generalidade do desconhecimento do que seja a profissão de bibliotecário, e dos problemas advindos dêste desconhecimento. Achamos sumamente oportuna esta ocasião em que se resolve de maneira mais positiva a elevaçao da carreira de bibliotecário a nível superior, de se tratar também da difusão do conhecimento do que seja a profissão de bibliotecário. E é necessário fazer chegar êste conhecimento tanto ao leitor a quem vamos servir, afim de que ele saiba como lhe poderemos ser úteis, como, e principalmente, às autoridades constituídas, pois sem o apôio das mesmas, nosso serviço não pode ser realizado de maneira satisfatória.</text>
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gentilmente por:

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��TERCEIRO CONGBESSO BRASILBIRO DB BIBLIÜTBCOHOmA B DOCUMENTAÇÃO

Bibliotecas satelites
por
Júlio Moreira
e
Rosala Garzuze

Curitiba
1961

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�Trabalho extra-oficial
apresentado pors

Dr. Júlio Moreira
Professor universitário
Diretor do Museu Paranaense
Presidente do Centro de Letras do Paraná

Roäala Garzuze
Professor universitário
Do Instituto Heo-Pitagórico

§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§
§§§§§§§§§§§§§§§
§§§§§§§§§

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�Júlio Moreira
Rosala Garzuze

JUSTIFICAÇÃO

Já possuimos, em nosso país, bibliotécas bem aparelhadas de pessoal técnico e com apreciável acervo de livros, especializadas ou. não, como ocorre nas Universidades e em algumas bibliotecas estaduais.
Apesar do desenvolvimento educacional, nos seus múltiplos aspectos, as bibliotecas não têm, em muitos casos, podido atender satisfatòriamente às solicitações mais elementares dos consulentes. Não nos referimos,
apenas, às bibliotecas públicas - estaduais ou municipais - mas, também às
bibliotecas escolares de todos os gr^us, das instituições literárias»religiosas, científicas, técnicas e das entidades comercisis, agrícolas, profi_s
sionais, etc., etc.
Na verdade, no desenvolvimento dêsses órgãos de difusão cultural,
é importantíssimo o fator econômico. As verbas destinada^s pelo govêrno às
bibliotecas universitárias, são substanciosas, permitindo que as mesmas sejam atualizadas e constantemente refeitas,que nas suas estantes figurem

as

melhores e mais recentes publicações, quer nacionais, quer estrangeiras.Isto porém, não tem ocorrido em muitas bibliotecas estaduais, municipais,nem
nas de instituições privadas, cujas verbas, quando existem, não chegam a ob
tear, siquer, as mesmas, quanto mais para ampliação do acervo das bibliotecas devidamente credenciàdas.
Por outro lado as bibliotecas exigem, atualmente, pessoal altamen
te técnico, preparado em moldes universitários, que a experiência tem aconselhado, de material humano habilitado para os serviços auxiliares e, até
mesmo, para a adi-ninistração.

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�-2-

A Biblioteca Piíblica do Paraná está provida de excelentes servidão
res, porém, em número restrito, o que lhe tem impedido satisfazer, como era
de seu programa, as necessidades decorrentes do crescimento desusado de no_s
sa Capital e das solicitações de consulentes correspondentes. Isto, contudo
é um singular aspecto, que não ocorre na grande maioria das bibliotecas

no

território estadual, notadamente nas das sociedades de iniciativa particular
e nas

de propriedades particulares, onde, a própria classificação e arruma^

ção dos livros, obedece critério completamente desatualizados ou, ainda,si_s
t
temas criados ao gosto de seus próprios bibliotecários e, modificados, ^com
o correr dos anos, pelas freqüantes mudanças de

diretorias.

As dificuldades, sempre crescentes, para atender aos consulentes,
sejam as de ordem técnica, sejam as de ordem material, sejam, mesmo, as decorrentes das grandes distâncias que separam os bairros, da biblioteca, impõem medidas saneadoras dessas deficiências.
As distancias e os horários são, muitas vezes, os motivos que desanimam e desentusiasmam os moradores dos subúrbios das cidades, ao estudo
e à leitura nas bibliotecas.
Outro aspecto interessante do problema, 6 a existência de inúmeras bibliotecas, algumas com precioso acervo de livros especializados

ou

não, de propriedade de instituições privadas, sociedades literárias, clubes recreativos ou, mesmo, individuais, que permanecem inativas, sem o uso
razoável e correspondente ao enorme manancial literário aí acomodado.
Assim sendo, poder-se-ia, numa época de cooperação e de interdependência associativa em que vivemos, admitir uma nova modalidade de atividade das bibliotecas, tanto públicas, como as semi-públicas e particulares.
Tal modalidade não afetaria em nada a estrutura estática da maioria das bibliotecas, hoje existentes, porém, ampliaria grandemente a atividade das m^
mas, facultando maior desenvolvimento cultural e educacional, que é o mais
importante objetivo colimado por "uais instituições.
Desejamos chamar, pois, a preciosa atenção deste notável conclave,
onde se reúnem técnicos de todos 03 pontos do pa.ís, para o assunto que, com
sinceridade, vimos oferecer, neste momento.

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BIBLIOTECAS SATELITES
Essa nova modalidade de expansão do trabalho,consistiria na criação de uma constelação de bibliotecas que cobrisse, mais intensamente, toda
a área de cada Estado da Federação, gravitando em törno dasbibliotecas públicas estaduais, O núcleo central seria, como exemplo local, a Biblioteca
Pública do Paraná.
As bibliotecas satélites seriam constituídas pelas bibliotecas
atualmente existentes, ou que se vierem a fornar, tanto no perímetro municipal da Capital, como aquelas situadas em qualquer parte do interior do E_s
tado.

Sòmente seriam admitidas como participantes desta constelação, as

bibliotecas, cujo acêrvo e cuja localização, conviessem ao plano geral de
aproveitamento de pessoal técnico necessário ao seu funcionamento.
O entrosamento seria feito mediante convênio ajustado a cada caso, em separado, entre a Biblioteca Pública e o orgão mantenedor da biblioteca (que se tornaria satélite).
Em ligeiro apanhado, definindo a organização e seu funcionamento,
poderíamos lembrar alguns pontos, julgados fundamentais e, que definirão e
esclarecerão o assunto em pauta.
Assim:
a) Uma determinada biblioteca solicitaria sua admissão como satélite da Biblioteca Estadual;
B) o diretor da Biblioteca Estadual estudaria cuidadosamente o
acêrvo bibliográfico, as instalações, localização,e demais con
diçõos, afim de assegurar-se da necessidade ou não da sua fil^
ação;
C) considerada a biblioteca como sendo de valôr e de interesse â
difusão cultural, seria estabelecido o convênio;
d) no documento do convênio seriam estipuladas as obrigações de
ambas as instituiçõe&gt;j, prazo e previsão de sua prorrogação,horário e condições de funcionamento etc.
E) a Biblioteca Estadual(como núcleo da constelação)assumiria a
responsabilidade de orientar,através

seu pessoal, a organiza- ^

ção, para uniformidade,da classificação dos livros e o regimem
de funcionamento;

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�F) na Biblioteca Central ficaria a segunda via das fichas dos livros das "bibliotecas satélites, ps,ra informações aos consulentes.

CONCLUSÕES
Esta nova modalidade, a que denominamos de "Bibliotecas Satelites'
tr aria diversas vantagens:
Ia. Multiplicação das bibliotecas de acesso público no território
do Estado, em diversos pontos da Capital, nos seus bairros e, mesmo nas sédes dos municípios do Interior.
2'-; Esta vasta ampliação seria feita com mínimo dispendio para o
Estado, pois cada biblioteca satélite, oneraria a Biblioteca Sentral^apenas
com uma bibliotecária.
5a. As Bibliotecas Satélites continuariam a ser mantidas pelas
próprias instituições, em suas instalações
expensas.

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e o pessoal auxiliar

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��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUiriCNTAÇÃO

üspectos sociais da formaçao do bibliotecário
por
Maria Lecticia

Andrade Lima

: oc I. à

V. iS

Curitiba
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TEMA II - ENSINO DA BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Aspectos Sociais da ?ormação do Bibliotecário
por
Maria Lecticia de Andrade Lima

Sinopse
Os projetos de currículo para o
Biblioteconomia
em

parte,

apresentados

os aspectos

Curso de

até agora,

sociais

da

descuram,

formação

do

bibliotecário.
Há

estreita

aproximação

entre os

cam-

pos da Biblioteconomia e da Educação.
O bibliotecário,para agir eficientemente,
precisa estudar o leitor, seus interesses,
e preferências,

possuindo,

cimentos de Psicologia.

para isso,sólidos conhe-

Precisa,

-se a entender os problemas da
da Sociologia aplicada,

habilitar-

comunidade,

através

estimular,

nas

aulas o

o caráter social da profissão.

Na preparaçao do
ter em vista a

ainda,

tendo as escolas de biblio-

teconomia a preocupaçao de
trabalhos práticos,

hábitos

bibliotecário

sua possível ação

deve-se

e influencia so-

bre todas as classes da populaçao,sondo extremamente
útil

a

divulgação de métodos

atualizados de Rela-

ções Públicas o Publicidade.

Comunicação oficial
Associação Pernambucana de Bibliotecários

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�ASPECTOS SOCLí^IS DA POHMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO

Era simpósio sôbre Problemas Educacionais Brasileiros, realizado em
1959, foi ressaltado duplo aspecto do ensino superior: a) base técnica

para

fomentar o progresso material; b) meio de intensificar e alargar as relações
humanas (l).
O primeiro aspecto - o aspecto técnico, diretamente ligado às pesquisas cientificas, tem merecido a atonçao mais cuidadosa, nos diversos projetos de reforma do currículo dos Cursos de Biblioteconomia.

Em

Curitiba,

por exemplo, foi dada ônfase aos métodos de coleta, análise e elaboração dos
dados, no programa da cadeira do Pesquisa em Biblioteconomia e Documentação.
No projeto submetido à apreciaçao dos congressistas, no II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, a mera enumeração das cátedras do curso de graduaçao ressqlta a justa importância dada a essa base técnica.

Há; Documentação fonográfica. Documentação fotográfica. Semântica ge-

ral e Indexação, Teoria da Documontaçao e Cibernética.

Não foi incluida,po-

rém, nenhuma cátedra que demonstre preocupaçao com a intensificação ou alargamento das relações humanas.
S verdade que dentro da cátedra do Organização e Administração
Bibliotecas, alguns pontos importantes das Relações Públicas

de

podem ser tra-

tados.
No projeto de currículo elaborado pelas bibliotecárias 3my Pamplona e Maria Antonieta Requiao '^iedade, divulgado pela Associação Brasileira de
Bibliotecários, em 1956, a cadeira de Organização e Administração de Bibliotecas prevê, no 15 ano; "Princípios de sociologia e psicologia aplicados

à

biblioteconomia" e no 32 ano: "Problemas de Relações Piiblicas".
No Curso de Biblioteconomia do Recife vem sendo incluida a Psico logia, no 22 ano.

No programa desenvolvido, encontramos tópicos em

que são

estudados "os aspectos e problemas de urna Psicologia das relações humanas" .
O "problema da liderança", de tanta importância no estudo da interação e contacto social, é também abordado.
SÓ no programa apresentado pela diretora da Sscola de Biblioteconomia e Dücumentaçao, da Universidade da Bahia, ao II Congresso Brasileiro,realizado em Salvador, é que vaunos encontrar, parece-me, citadas como disciplinas

(l) Resumo da exposição' do Prof. Milton da Silva Rodrigues, na Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, v. 33, n. 76, out./dez. 1959. p. 217

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�independenocjjj no 41; E^no; Psioologia das Relações Humanas; Relações Pfiblicas
e Publicidade, formando o V Departamento, o de Psicologia Social.
Entrctaabo, pelo próprio caráter da profissão, a formaçao do bibliotecário exigTí um maior desenvolvimento dêsses aspectos sociais,

_0 bibliotecário era face do leitor
Em interessante publicação das "British Council Study Boxes", Sydney
e Ashby (2) falam nas "pontes" necessárias na biblioteca:

dentro

da

própria instituição, facilitando o tráfico de livros, idéias, informaçoes

e,

principalmente, pontes entre os serviços o o leitor,

pontes

Nao sbmente

o

leitor,

como o leitor eni potencial.
A personalidade do leitor, seus ijitcrôsses, hábitos

e preferências,

eis um importantíssimo ca.mpo de estudo, que não pode ser ignorado,

no curri-

culo das Escolas de Bibliotccononiia»
Greie

ser

ponto

pacifico

que

tôda

biblioteca

é

uma

insti-

tuição edr.?^''voc)!,
Nu

que se reuniu em Chicago,em 1948,um dos participan -

tes concluiu o seu documentado tra.balho afirmando a estreita

aproximação en

tre os caiiç)os da Biblioteconomia e da educaçao.

reunião, outro

orador, fazendo o

apanhado

a) ênfase c

dos

"pecados'-

das

Nessa

mesma

escolas

de

"í~::icmia

em meras técnicas,

bj currículo muito vas ;o e pouco profundo,
o) escolas que nao prepaxam para liderança em campos enpecialiaados ou em. adminisi.ra'^«'-,^
d) distinção insuficiente entre aspectos tfc'cniccs
profissionais

e

aspectos

A primeira característica de unia profissão.""tro oartiei pante da citada contcrônciajá a existência de um cSdigu ue Ótica reconhecido»
Olhajidü a profissão de bibliotecá^-io, um dos professôres da Universidade de Chicago^

com a su^a. autoridade

de Ohefo da Divisão de Ciências So-

ciais (3) disse s:?i'em seus objetivos; o eEclarecime;ito da Gommiidade,a disseminação da verdid.a e o desenvolvinunto de uma cidadania inteligente,
Fj "'se se quizer que a bí.blioteca publica se come um dos fatores de
educaçao geral,nao ' preciso escolher os membros do seu pessoal de preferCnoi"
porque sao eruditos ou especialistas peritos de catalogaçao", diz um bibliote~

Unesco (4), *'iras

antes de tudO; seu valor comc irrten

é prenxso

'^^ntre o inundo

considerar,

dos livros e tôdas

as classes da populaçao''c

(2) SydneyjEdwai-d &amp; A3hby,.tLol::ei~t» The library .^n the cüiiiinonity, Lciidon, Irie
British 'Jcu'i'jil, 1557 r p, 14
(3) Tyler, Ealpl) W« Jüdacafciona.1 problems in other professions. In: Berelson,
3emard,edo BducE^-cion for Librarianship, Chicago, A cL.A .,1949. p,j 22
(4) Thomsen., Carl et alii„ l,s rSle des bibliothfeques publiques dana ISducation
des adultos. Paris, Unesco, 1950&lt;. p, 5-6
r Wij

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�- 3 temi
Creio quo não se/áado a importância devida, até agora, ao estudo
do leitor, nos programas dos oursos de biblioteconoraj.a.
Analisando as bases mínimas, indispensáveis em qualquer escola de
biblioteconomia, manual publicado pela Unesco, em 1950 (5) sintetiza;
1. Catalogação e classificação
2. Bibliografia e instrumentos de referência
3. Seleção e aquisiçao de livros
4. Organização e administração de bibliotecas
5. Necessidades do leitor, interêsses e hábitos.
S6 os quatro primeiros Itens, entretanto, são universalmente adotados, em escolas da Bélgica, Brasil, Canadá, Equador, Inglaterra,

França,

Itália, México, Escócia, Estados Unidos e Uruguai.
As necessidades, interêsses e hábitos do leitor representam, contudo, conhecimento indispensável, no trabalho junto ao público.
Para que a biblioteca sirva como escola de ação

complementar,

é

preciso não s6 habilitar o bibliotecário, por meio de sólida base de psicologia, à boa compreensão do elemento humano com que vai lidar,como

prepará-

-lo para entender os problemas da comunidade, dando-lha conhecimentos de sociologia aplicada.
Finalmente, deve o bibliotecário adquirir técnicas eficientes

de

ação junto aos leitores, por meio do estudo das Relações Páblicas,

Sugestões quanto ao currículo
O currículo dos cursos de biblioteconomia, que tem se preocupado
até agora, principalmente com os estudos era tôrno do documento impresso,precisa, pelo menos era parte, focalizar seu centro de interêsse no leitor,
"Leitores são tão importantes quanto os livros" seria um bom slogan
para essa orientaçao.
Alguns tópicos, que têm sido abordados de maneira muito superficial,
podem ser aprofundados e desdobrados, colhendo-se dentro da Psicologia,da Sociologia e ciências afins, os elementos necessários à formaçao do bibliotecário,
O desdobramento do curso ora quqtro anos seria uma oportunidade favorável para experiências nesse sentido.
Nao julgaríamos, porém, proveitosa a inclusão dêsses estudos,era conjunto, no último ano do curso.

Precisam ser intercalados,

desde

o primeiro

ano, proporcionando-se gradualmente, durante todo o curso, possibilidade

de

estudar o leitor e compreendê-lo.
O Curso de Biblioteconomia do Recife tem incluido
primeiro ano e Psicologia no segundo.

a

Filosofia

no

Creio ser essa uma boa medida, pois os

conhecimentos básicos de Filosofia preparam o estudante para uma melhor compreensão do programa de Psicologia,

(5) Danton, J. Periam.

La formation du bibliothécaire.

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Paris, Unesco,1950.

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p,16

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�ilfe) terceiro ano, poderá ser incluída a Sociologia, al6m de cursos teíiricos
e trabalhos práticos s5bre Relações Bíblicas e Publicidade.
ks Relações Bíblicas, não constituindo uma ciência, nem mesmo uma
técnica, são sobretudo um método.

Método que aproveita várias ciências, como

a Psicologia e a Sociologia e utiliza técnicas, como a da Propaganda.
Se se pode definir Relações Bíblicas, como o faz o Professor Walter
Ramos Poyares; "método de integrar na opinião pública conceitos favoráveis

a

uma pessoa ou instituição", nao pode o bibliotecário ignorar êsse recurso moderno, junto a seu público.
Quanto à Publicidade, têrmo preferível a Propaganda, que suscita
desconfianças, pelo mau emprêgo dos seus processos de persuasao intencional,
ê indispensável a qualquer instituição, em nossa época.
No quarto ano do curso, em que devem ser intensificados os estágios
e trabalhos práticos, realizarao obrigatbriamente os alunos alguma pesquisa de
caráter social, como inquéritos sSbre preferências dos leitores, sôbre atitudes para com os serviços biblioteconômicos da coaunidade ou sôbre a influência
«»orcida pelas bibliotecas, trabalhos que servirão para estimular o

caráter

social da profissão.

Caracterizaçao do bibliotecá.rio
Alguns cursos superiores têm exigido, ocasionalmente,dos candidatos
ao exame vestibular, provas psicotécnicas.

Prática que se deveria tomar obr_i

gat5ria, pois há, em cada profissão, condições de trabalho diversas, que correspondem a determinadas tendências e preferências individuais.

3mbora

ainda

não se dê, no Brasil, a devida importância à orientaçao profissional, nao
pode deixar de reconhecer que os atributos pessoais influem,

se

extraordinària-

mente, no êxito, dentro de qualquer carreira.
Myra y Lopez, citado pela d®; "F'emanda Barcellos (6), caracteriza da
seguinte maneira o trabalho do bibliotecário; "trabalho predominantemente psíquico, abstrato-verbo espacial, determinado, perceptorreacional", concluindo
que sao requeridos "bom nível intelectual, com ampla capacidade de classificação e ordenaçao de conteúdo conceituais.
metria de tendências.

Temperamento com bom equilíbrio e s_i

Caráter perseverante, ordenado, plástico e ativo. Exce-

lente memória de nomes próprios e títulos.

Boa precisão de movimentos. Boa ca

pacidade discriminativa táctil."
Pela enumeraçao, vê-se que o autor citado teve em mente o bibliotecário de açao interna, dentro de sua instituição, cora pouco contacto com o público.

Nao se refere à sociabilidade, que é incluida nas características exi-

gidas em outras profissoes.

(6) Barcellos, Fernanda. Pequeno tratado de relações humanas. 2. ed.
Janeiro, P. Alves, 1960. p. 145-146

Rio de

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�- 5 -

3e há classificadores e catalogadores, cujo trabalho se realiza dentro de
suas secçoes, de maior importância social é a açao do bibliotecário
educador e orientador do pilblico,

Se do professor &amp; exigido,

como

segundo

o

próprio Myra y Lopez, "ura elevado gráu de sociabilidade", para o biblio tecário em contacto com os leitores, deve existir a mesma exigência.

As

palavras finais da caracterização do professor "Contraindica-se, evidentesmente, tipo de personalidade neurótica ou psicológica, inclusive se esti ver dotado de boas condições intelectuais e boa intenção para a sua missão",
podem ser aplicadas, sem receio, na escolha de ura bibliotecário.

C0NCLUSÕ3S

Sugerimos, em conclusão, que os Cursos de Biblioteconomia;

a) intensifiquem, em seus currículos, o estudo das ciências
necessárias a uma melhor compreensão do leitor, seus interêsses e hábitos;
b) preocupera-se com o conheciraento da comunidade, treinando
os futuros bibliotecários na observação do meio
para dar base sólida ao planejamento

do

seu

social,
trabalho

junto ao públicoj
c) proporcionem aos seus alunos

conhecimentos

atualizados

de Relações Biblicas e Publicidade, para um melhor

apa-

relhamento da biblioteca,em sua açao educativo-social.

Associação Pernambucana de Bibliotecários.

Recife, nov. 1960

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                <text>Os projetos de currículo para o Curso de Biblioteconomia apresentados até agora, descuram, em parte, os aspectos sociais da formação do bibliotecário. Há estreita aproximação entre os campos da Biblioteconomia e da Educação. O bibliotecário,para agir eficientemente, precisa estudar o leitor, seus interêsses, hábitos e preferências, possuindo, para isso, sólidos conhecimentos de Psicologia. Precisa, ainda, habilitar-se a entender os problemas da comunidade, através da Sociologia aplicada, tendo as escolas de biblioteconomia a preocupação de estimular, nas aulas o trabalhos práticos, o caráter social da profissão. Na preparação do bibliotecário deve-se ter em vista a sua possível ação e influência sobre todas as classes da população, sendo extremamente útil a divulgação de métodos atualizados de Relações Públicas e Publicidade.</text>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

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��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUIdNTAÇAO

Conservação e restauração de livros e documentos
por
Lindaura Alban Corujeira

t&gt;2«. Oô». 3
SÃO PAULO
x-. ■'O-Cjto

°

à.
\l. 4 ^

Curitiba
1961

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TEMA I - Processos técnicos

CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS
por
LINDAURA ALBAN CORUJEIRA

SINOPSE:
O Documento e seu valor como fonte de inforinaçao. Agentes físicos, químicos e biológicos que e_s
tragara os livros e documentos. Meios de combatê-los.
A necessidade da restaurf.ção de livros e docunientos.
Qualidades do restaurador. Fases da restauração.
Conclusões.

Trabalho apresontrado ao III Congresso Brasileiro
de
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Janeiro de I96O
Curitiba - Paraná

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í

�SONS RVÃ.01ÍO .1 R' STAmiAO^o m LivRQg E DOCIM;:NTOS

Lindaur-'i Alban Oomjoira - Bib3.1otGc^~
ria da Faculdade da Filosofia da Unlver
r-;idade ds. Bahia,

D.Jsdo quo o honiorn teve iicc }38Idade do exprimir,
ou palavras o quo sentia,
mais tardo oscrlta,

surgiu a linguagem, a princípio oral

o

Gom a linguagem oscrlta aparccou o documento,

Na sua acopção geral,
(manuscritos o Improssos),

documcnto coraprocndo não sd livros

revistas,

duçõos gráficas do toda ospçícloí
culturas,

com gostos

Joir^nals como tambí5m as ropro

desenhos, gravuras, pinturas, cs_

fotografias, microfilmes, otc,

Documonto, portanto, â tudo aquilo que podo comprovar a
evidencia dc algiim fato ou alguma coisa» .Na reconstrução do um a~
contoclmnnto hlstcSrlco, llt.;r&gt;:'^rlo ou flloldglco tem o documcnto
papel primordial,
Dí.?sso modo toda a civilização nos foi legada atrav^ís dos
documentos, íst^-s, porfím,
rações,
dade,

com o t :.mpo começaram a sofrer deterio-

Surgiu assim a necessidade de consorvá~los para a postori

consequ mtomonto a restauração,
A tradição da restauração do livros e doeujrientos é antl-

quísslma.

Os primeiros exemplos

mcontram-se nos papiros egípcios

o nos manuscritos cm pcrgamlnho do ápoia remota,
No puríodo humanístlco,

o cri:^sclmonto do comercio librári

rio o sobretudo a valorização filoláglca dos toxtos antigos,

con-

tribuíram para dar novo impulso, à arte de restaurar.
Neste prlm.^iro período e,

depois, atd a primeira metade

do s(5culo XVIII, a te5cnica de restaurar permaneceu empírica. As
receitas para limpar o po.pel, para reavivar as tintas,

dependiam

do talento o destreza de amanuenses, miniaturlstas ou do encador-*
nadores, deixando nos cddices traços

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indolc^vols por danos produ-

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lí

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�zldos polo abuso quo so fca dolcis.
Um dos pioneiros do. ros'Gauiv-ção química foi o frr.,ncoa
Cho-ptcil, o qual, por voltp, do 1785 iniciou as "orova.s do limpo^ja
das antigas estampas, m.'dianto roaç5.:.s o lavagens quo sulomotou,
dois vanos depois, à aprovação da Acadomia do Ciências do Paris,
}i]m 1797f

o flor.-.uitino Fabroni propuiilica um aporfoiçoamon-

to.na tdcnica do mc5todo do Ohcaptal ".;mbaraç030 o do díficil conservação", o, cm 1806 deu notíciis do remédios empregados por o«
Io para combator os insotos dí.-s ostant-s»
A primeira obra fundam.jn,tai sÖbrc a arte do. restauração
foi o, do Bonnardot,
dois o.nos depois,

surgida ';.:m primoir-i. edição no ano do 184S o,

a segunda,

D"-í por diante vctrios procossos so ensa.iar.a:n, e.t^ quo a.
restauração d'-i:cou do 3 ir uma tfícnica empírica para 30 tornar um
comploxo do operações de cura que tondem a estagnar procossos do
deterioração das mo/t,;5rias,

o,ssegure,ndo ao livro ou docuracnto suo^

ultorior conservação,
:em lßo8 foi fundado o Instituto do Patologia do Livro
por Alfonso &amp;:^llo, em Roma,

umo. instituição línica c comploto. no

que se rofore o.os ostudos do laboratório e Jl ü,rte do restaurar.
Está dividido om cinco sccções que corrspondem r^-sp..etivãmente:
Ia.) ~ Bibliografia, a qual, por sua vez,
sou;

b) Bibliotocc;.;

c)

Fototecaj

subdivido«se^ om:

a)Mu-

d) Laboratório do r: sto.uração

(onde o livro JíÍ clioga dio-gnosticado e prognostico.do das outro,s
SOOÇOGS ).,
2a.,) - Biologia,

compro.-ndendo;

Co.mpo experimental

a) Biologia,; b) rJntomologia:

c)

(cultivam~sc o estudam-.se quaso todas e,s esp^

cies vogetais com alta porconto-gom do celulose),
3a,) " Química., possuindo um lo.borat(5rio de química, o quartos do
isolamento o dosinfeção para livros infectos q uo pertençam a bi
bliotecas piíblicas o particulares,
4a«)

Física» abrangendo os seguintes departamentosí

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^g^ystem
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.

^5

a) Labora-

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17

l'í

�^ o —
tdrlo do dtica

(instruni^/ntoi? do obsorv.'^.gno o pcoquisc. o:ra

fondtrlc a, mlcroRcdplc:'., otc», aparoultrc.~violO"
tc-s, infr-:i-v;^rmolhos,

raios X; b) Laboratório foto^lfico.- (roall.'

aa tro.balhoB para as coleçocs da fòtotoca o outr-'-s socçoos do In^
tituto o p;\ra outr.'s imtituiçõo'5 ciontíficas, ric.o s(5 nacionais
como ostransoiras,
5a,) - TocnolORia,
a) R'ibrica do papol

Tom osta socção os. sG[;uintc.s departamentos;
(toda a aparolliagem nocossd!ria para a produ-

ção do papol antigo; b) Laboratório do toonolo^ia do papol
trumentos de medição para a preparação da-pasta do papel;);

(insc)

Laboratório, de calco^rafia J^ot^do- do-'xima pjxxnsa^-calco^rífica;
controla o papel prodi^'l''do na f.ííbrica o as tintas v.mprj3adas);
d)

Imprensa,
Voltando ao documento, porgxintarcmos;

Por que restaurar?

Valeríí a pona restaurar todos os livros c docuiii-ntos? Não, A res
tauração deve ser considerada como um romddio cxcepcionrl, adota
do nos casos em que esteja gravomonto comprometida a conservação
do material raro o de valor» Antes de dcixíí^lo perecer,

tem-so o

dovor do salvíí-lo,
Hdf por outro lado, o problema financeiro, pois,

trata-

so do processos austosos o que pedem empregos do matórias primas
nom sempre encontradas nos mercados locais,
Ä irnltil realizar restaurações de livros comuns que fa«
cilmonto poderão sor substituídos por outros.

Somente rasões pro

filífticas Justificam intervenções de tal gênero para evitar o con
tá?gio quo olos possam trazer ao material bibliográfico de valor,
No entanto,

seríl mais econômico e prudente, afastar radicalmente

as ®ausa-s que dotoroinam os danos.
Quais StÇo as causas que determinoju esses danos?
Sntro elas podemos considerar as se^uintesi
dadO| luz, ventilação e o toßo) químicas
tintas da escrita) biol&lt;ißlcaa

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(insetos,

físicas

(umi

(ácidos do papel e as
ratos e o próprio homem).

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�^ 4 "

Entro as físlcr:-s, a ação mais ostondida, Ó a. ■uiiiido.dc;

r,

umlda,do amblontc ^era,! da cldado ou rosi^o o a umidado particulár d© odifício ou lugar do edifício om quo so guardem ou arqui^
vom livros o documontos. A unidade, penetrando no iDanol, origina
a formaç^So do oolôniaa de fungos que se nutrem, principalmente,
dos.matoriais que oonstituom o prdprio papel.
As -vezios n2o ^ um estado de umidade permanente o que dos
tr&lt;5o um livro ou documonto, o sim Tnolhn-^uran

"i''cT''n«+.'^nclrÍBi uma

gotoira no teto, um acidente que tiiz ca.ir muito, .'íguo, sSbre as eg'
tc^ntes, intervenções de bombeiros num incêndioj,

inund'"&gt;,çooQ, etc,

PÔstos a salvo do-s goteiras ou molhaduras e, atendidos depois,
03 livros e documentos sofrem um dano mínimo,

Poriím,

se os pa-

pais empapados de íígua sao deixados enquocidos num canto, a umidade,

existente noleSy antes qunochogue a evaporar-3c devido ao

volume do material,

terei feito seu trabalho destruidor •

Outra das causas que prejudicam os livros e documentos
6 a luz natural intensa.. ]\^o serít necessiírlo descrever a alteraçao que sofre um papel quando se mantém constantomontc h. lua for
to do'dia. As gravuras, por exemplo,

se cscurocoir de tal modo que.

Os', traçoâ finos que la-vrou o buril ficajn ocultos^ a,parccendo

à

vista nada mais que os rasgos fortes«,
A vcntilaçao, por pou lado, muito intenda podo produsir
desftblpamontos da matdria org.^nic". quo constituo o papel,
O fogo

(gorcalmonte nas bibliotecas S proúu:3ido por inoân

dios*) é outro inimigo dos livros e documcntos«
tròít complotamonte,

contra^; o papel,

Q,aando não os dos

tornando-os fracos,

Nao devemos esquecer a poeira que 6 nuito prejudicial,
O pulvíscolo atmosférico 6 uma mistura de detritos de subs"^

-j

orgolnicas o inorganicas entro an quais se encontram agentes bio1(5 gicos

(microorganismos)

tidos om suspensão ou postos em movi-

mento pela,s correntes aéreaso
nocivos que contdm,

3ua constituição revela os fatores

especialmente se provem do estações ferroviá

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�~ 5 "
rl.^-3,

oricin:i3,

ostaboleoluientos indunbriain ou run.s poolront:^n.

As c"usc-B químicr.B podem ser do duas espáciosj

por c-oi-

do2 do p.:'.pol ou pelas tlnt.is do escrever.
A ácidos do pr.pel, geralmonte se verifica nos livros an
tigos, naqueles cujo papel foi fabricado "à mão", pois, na fabricaçao do mesmo colooa,vn.m-so matí^riaisácidas que não sendo do
vidamento neutralizadas,

com o correr do tempo e em contaoto com

o ar oxidavam o papel, d::.ndo-lhe uma cor meia roxa.
Outra classe do destruição química do papel a reallsa.l?
algumas tintas de escrever que se usarcjn at6 o síículo passado,
No onpenho do encontrar uma f(5rmula de tinta que não se apagasse, utilizavam-se íCcidfiJs corrosivos, os quais, queimavam o papel.
Fina,lmonto,

temos as causas biol&lt;5sicas que produzem

mais extensos e profundos danos nos livros o documentos.

os

Tomos

a salientar entre elas, oa insetos.
A faima ontomoldsioa que vive entre os livros, íilimcntando-se da mataria que os constituem e da

'amadcira das estan-

tes, 6 muitp numerosa.
Q,uant:;s são as espí^cios que devoram os livros? Pelas
pesquisas do Houlbort,
t^pteros(4),

são as seguintesJ

coledpteros

(52),

or-

tisaniiros(9), psoudoneur(5pteros(6), himen(5pteros(1),

lopld(5ptoros(7), aracnídeos(2),

outros (s).

Total:

67 espícies.

Os danos produzidos por eles são de gríliu e intensidade
diversa. Alguns mostram-se ?l vista e ouvido de quom vivo entre
os livros,

outros tom um desenvolvimento silencioso e inadverti«^

do» A alguns pi^dclusem galerias, em cujas extremidades depositam
os ovos;

outros abrem taminhos ramificados, cm cujas paredes dei

xam seoreções que fazem aderir as folhas, umas h.s outras,

soldando

do-as de modo a transformar o livro om vm bloco compacto,
Podemos adUidid dividir os insetos libr.'Hrios cm dois grupos, ocasionais e habituais. Os primeiros vivem na madeira, enquanto que os segundos se aliment.am da própria madeira, pergaminho e papel.

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�« Q/a

Entre os primeiros tencsí

p. falsa trriç."- dr. roup:^ que se

encontra em muitos pn,ísos do oliíiiia t ■:mpor^dOe As larvas se alimonta,m des objetos mais iietercgeneos e, nas bibliotooas roem 0,3
e*»ademaç3os,

com certa preferencia pelas

Os sogimdos,

peles de beserrOo

ou sejam us habituais^

Peixes do prata ou lepisma saçarosa

são mais noaorosos;

'

(tlsanuros,) - são pequenas

Itiaetos .cíptoros de loma de comprimonto,

RocorJieocr:-^se faailmen"

te pelaa antenas Xargas e pontea^udas e pelos filamo?:.tr.G em que
termina#

Tom um brilho metálicíOa Fogem da luz e saio rrípidos de

m^vimontPSo

^■3nctrain nos livros do dÔr-.c p..,x'"i '■"'«ínr/vvi

-jornem n- - •

papel longitudinalmente o Vivem am temperatura do 16 a g44.grííus
e uaiidade de 55^ cr-íuso
Termitas
t.

(ls(5pteros) - -Tri'nbö'm oh.u:ia..d'"s formicíis biv.ncr.:: c que :;e

podem olassific.ar eu duas oatei^oi-i-así

as subterrr^xeas e o.s da ma

deira.
As termitas vivem oni colÔnias;

extrem;■.monto interessan-

tes e crganiaadasa Uma rainh-a podo por at,ò° 30o000 ovo-, diíírios»
Desse modo multiplicam-ríO vom .xi-^ndc rapidoí:» Nnj.va biblioteca
atr-.^ada polas termitr s 6 neco,:'^.'^r.''c iaip.p; oionar diarln,mento rs
lOíií^.s,

Oonvem evitar o emprGgo do o.rn.'^Jrion do madivira,

d«^, apciados em paredes^ polsj

sobretu

as tornitar. devoram tudo que contem

oelulrse.
Carcomas

(andbidos) " È3303 inrí jtos '-V'.o aorJo.oeidOB dosdc que

xistem Os livroso N...
sãf

"""O'-i „rna a

^;l^•..nd;^3 p-'o.jn.ir,os,, pois

tão vorazes que dovorcuai at6 üliuiiibon A.'i larvas desses insetos

sEo as mais prejudiciais, porciuej pcoa-e-a ovos noa cantos dos li
vros e a--; na^rr-or as larvas,, pen^-tram no interior dos mesmosj

en-

'hendc- :: • de ijoquonas
Barata

(blat^doos) ■ • 3crá áoniico :;'.síírío din-i' o estrago que es

se ins

:

.usa»; nos livros e docJUiiontüs, Há tros esp&lt;íoies de ba
;
'f
ratgsl ^&gt;er,'^^ilaneta ' lentalisp blatta gormânioa e blatta amerioa
na* A r„iental 6 nol.uma, esconde—se entro as resin.^'- df s paredesl
sí-í
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�^ 7 „
A aloma 6 muito voraz o seu ciclo vital 6 rapldfnslmo, Finalmon^to a amcrioana quo tom 28 a SSiam,

Tom uma cor vermelha o:tidad.a,

Al(ím dossosimnsèèos do maior iniportãncia,
tros,

oxistom ou~

oomo por o:cemplo as vespas de barro que costumam construir

seus ninhos do barro endurecido, nos cantos dos livros, no interior dos mapas enrolados,
vros, por^m os estraga,

etc. Nao ataca sistoma.ticamente os li-

sujando-os de barro-s

Ao lado dos insetos, temos a considerar os ratos e o prd
prio homem como outros elementos do destruição;
seando um livro, não possui o necessá!rio

o homem que manu

cuidado cora o mesmo.

Dobra suas folhas, umedocendo-as com saliva pax-a passar as págiw
nas e muitas vezes com mãos

sujas e gordurosaso

Ifcixa como marcas,

folhas o pedaços do papol nem sempre do boa qualidade,
timo,

E, por líl-

furta páginas e gravuras e às vezes livros completos,
Oonhooidas, portanto, as causas que danificam os livros

e documentos devemos estudar os moios de combatSiäss«
para dcfondo-loa contra a unidade, primr.ira condição reside na instalação dos mesmos na bibliotecao
livros em estantes nem armários frchadosj
des que tonhiim manchas de unidade^

I^Iao se devo colocar

cm contactos com pare-

Dovc&lt;-.L'e

cul'^ado para que

não haja filtraçoes de onoanamcntcs no depdsito de livros,

enfim,

que não haja unidade.
Segundo o Guia de um dos mais autorizados corpos tf^cnicos americanos que se ocupa do a.condi-íionamonto atmosfi^rico,

(The

American society of heating and ventilating enginners), as bíblia
tocas não devom ter uaia uinidade relativa inserier a 40 gráus e
superior a VO,
As gra,ndes bibliotecas instaladas cm rogiSos como, portos do mai», proximidade do lagos e rios,

terrenos pantanosos, de-

vom empregar o sistema do ar condicionado, pois o pa.pel se conser
va melhor em clima soco.
Outro fator importante 6 a luz solar que,

cm

1

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direta,

em gra^

�- 8 -

do quantidade o constiinto, prejudica a oscrlta dos llvron e docu■-.nt03, dj,3corando~a,

Não acontccc o mesmo com a luz difusa, bra^

da o suave que nenhtmiâpr'.:Juízo--l".raz aos papfjls*
IXtvg-so Impedir quo a lus Incida dlx^^i uamsníbe nos livros o
documentos, cmproßando-se para isto vidros apropriados que filtram
a luz ou cortinas niis tonalidades brancag e vorde.
O arejamento, por outro lado, 6 um fator do r^rande Impor
tríncla,

dcv..ndo gor estudado quando a Instalação de Uina blblloto

ca, A falba do r..novação do ar propicia o apar'. cim.-.nto do mofo
ou bolor onde h.ouv.':r substancias orsanlcas,
Para protr.g.jr os livros e doçura^ ntos conora s. ação destruldora do fogo,

o ideal será instalar-se numa biblioteca;,

tintores a seco, não sondo rocomendíüveis aqueles h água,

ex-

os quais,

quando necessários, vão causar danos.
Seriam eflca-zos as oegulntes medldasl
a)

instalar as blblloteca^s em edifícios isolados»

b)

separações interna/, por maio do p;?.rcdorí espo'ssas e portas Incandccentcs,

Isol^xr o deposito dos livros do r:.'jto do odifício»

c) evitar a pacísag-m de linhas a^r -a-'. de fÔrça ou luz elétrica por
qualquer part^.' do cdlfíclo,
d) proteção da-

In - talaçõ:

eldtrlca^-»

Inspeção frequ-nte,

e) não usar nem deposita-r álcool, gasolina,

etc»

Tiintro as causas bioló^lc".". que mais estudos tem requerido,

esoão os Insetos»

No seu combauc, provavelmente, não ■ x.lsi"":

um míjtovlo que p' rmita e::t^.rmlná-los definitivamente.
lher os meios que dev':m empr gar-se,
as características próprias

Para esco-

6 necessário ter em conta

(costumes,

alimentação, etc.),

assim

como sou niímero,
São as temiltas cs ma.is important';s.
dois hábitos que permitem .^nvencná-las,
to

cm

1

(com tanta enersia que às vozes,

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Por sort :,

In to 6,

elas tem

•■;.usam-so muivua.m.:;n

ferem-se e a que morre 6 ácvc

�mita f ri-orti

con^'ricüo coa pó fio gamaz-ianoj, v rdo 0.^ Ferir.» ar:?.c~'

nico bratiüo ou pds DDT, norr-;-,

■■■.-■ rá chupada-por- outra guo ■br..iP.b'^n:

morcríl o a^Rin huo ;-.''3Ívaiir.;nt-j ■viiiun.rLi.o duiMr a '^i.jvldado do Ycnc_
no,
Podeiii-To ovitai- as invanõoí-s d?,r~i

'c rmibar)

borranoas^

tomando-«GO al3Ui-iag pi-^cauç'5of:&gt; híí- .íOíih bruçSo àm iocaia®. Quando
Já Invadiram o edli"íoiOj 6 iicoo^.r.árl.o or.i.c:ríiui'l&lt;?la3 par m-.iü de
i
■produtorj,, nuíüLi.íiOso ..FulV'.rl2;a"8o aom DDT íi projsão ira in^^rodu-í.indo
o-funo do 5aao-xan.c

(rira do dopá'"ito pol:

dc .

cv-traß-a c papel)o
i

Ö pd

-;. dljaZa
ôori.tíra-as tornit

o "dnloo -T/.tüdo ofioas do luta,
mofiquitulro's o,
"íugajg—Os ».T1
or,

o&lt;xa'-l:VGf.&gt; oß prob :&lt;jor 0.3 mo sinas com

os objetos dc nado ira -co:- uiria

do

-ubrbiíncia insoti-

rJolmanj, coiapoptoa de uma mistura «^oltSvel de flu

crono a.diniJtroí^nol, par^Joom mair? adequados para o int^rrtor—

do bibliotvjcaa pcrc;u;; sao inodorO'-, o nao jr.anchain«

Quando,

numa

bibllobooa de .r.j^iOüc. tropicais não se po-i^a dinporir:ar a aad^ira^
deve—B o o-::, o olhe r ujn tipo quo /o ia r-s latent:;- àr? tcnnitasc
Na Aiiiíricap para dosinfotar 'ain
t.-rraitas,

difíoloj

inva,dido"pclap

cmpr!-&gt;ga«se a furo Ilação oom ácido cianídricoo

inco-;\,ni-.-nto

O único

que c locai tem dc c^;rrar'-río honn'■ tioain.;nto duran^

to 48 horas o lo^,c - •ntilív-lo on:.rGicamonbo durante outras tantas»
Tmprogando--"se o bromuro do ra~-i."l.Uf o. operação c.6 requer um dia»
Essas oporaçoos- ní5 deverão ser rc-oj,Í7.ari.a&amp; pöF'ipi^jtss'lonais5 os
quais tomarão as prcoauç3--.G n''COB?.ái'ia3c
Szistomp polo monos quatro procoos do furaicação
utilizam em divorcos paíacs?

ho

fumisaçEo 'do bibliotooas inteiras.,

fumlgação de alguns livrc^ em um fuai^atário ospeoialj,

f';iaiÍ5aQao

rcf^ular do toda a coleção dn. biblioteca que so far' om v:íria3 vo--"^""
zos om uma câmara do
U2a pcquono

&gt;

3

e^

funißacäo do um o'ã vários livr-os em

armário ou caixão j. h&gt;:;rmetl/'-amcnt«^fohaão,

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�-10Atualmente,

já se encontram no comércio diversos verni-

zes insericidas que parecem superar os demais produtos usados nas bi
bliotecas para acabar com os insetos. Entre eles temos, O Insecta Lac, a base de dieldrina.
Quanto aos inseticidasj

os fa bricantes advertem que não

ha tipo universal pois e preciso ter-se em contra os costumes e habi
tos alimentícios dos insetos que se querem destruir,

O mais comumen-

te usado é o DDT,
Pronto o diagnostico do livro ou documento,

conhecido

os meios de conbater os elementos destruidores, precisamos aplicar
medidas curativas para que o mesmo possa continuar vivendo.
medidas seãp essas? Gomo tratar um documento gujo

ííiue

e estragado

?

Como restaurá-lp?
Restaurar, reparar,
vro ou documento,

por em estado de conservação ujn M

significas deter a ação dos fatores que o

destr£

emj eliffiina-loj recompor o destruído. É dar ao livro uma pararência
de Jiovo sem danifica- Io.
IIa execução de todo esse trabalho,
ter entre outras as qualidades dei
iniciativa e,

improvisação,

o restaurador deve
intuição, dotes de

as vezes, rapidez nas intervenções e--sempre vaseadas

^
A
no conhecimento dos recursos aplicaveis e nas reações da matéria so
bre que trabalha. Deve meditar bem antes de aplicar um recurso deter
minado ou seja, não exe cutar nada qae não possa ser desgeito.
várias operações têm então na técnica de restaurar.
A São as seguintes;
Ia.) DESaNCADERHAÇÃO - um dos p.':imerios passos no traba'ho da restauração de uma livro e separar suas folhas, repassar a neEeração
^
^
^
A.
^
para verificação devendo anota-las a lápis, por ser esüe, inatacavel,

colocar essas folhas,
Muitas folh^.s,

uma por uma, para serem lavadas.
porem, não se soltam com facilidade, de-

vido à cola líquida que deslisou pelo orifício da costura.

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Podem-

�sc dcixá-^lan do mSllio um pouco abi no äospogarom,
2a,-) LAVAG-EM « A lava.^'^-m do uni papol roqu-r multo cuidado o aton^
çao não a&lt;5 no tipo do papolquo p.c lava como n-^s substancias quo
so empregam pr.ra limpd!~lo«

Em c;xaor-', do paióis muit«* sujos devemos

deixá-los de mSlhO dur.'.nto al^ims minut n para doiainuir a sujeira
o tomarcm-se mais ponotrávois 5, substiancia cl irificad#3fa.
Os papeis muito est rag.-.dos, muitas verdes desfasom-so numa lavagem,

Podom-se então^

r^. staurá-los antes,

emprt"gando-se g_o

Ias espociais que não se dissolvem na íí;-;;ua.3arf 3RANQ.UEA.I/IENTO - Para branquear o p.apel e tirar-lhò as ma-ncha.s,

temos de empre2:ar substancias que não ataquem a tinta». En-

tre estas substâncias podemos salientar o cloreto do ár.l, hipoclorito/ etc*

Todo O cuidado S péaêo no branquea.monto d-as papdis,

poiS| muitas vêzos,

a qualidade,^ 0 estado em que se encontram 6

tao precáriô' tão d^il que nãfíf se pode insistir aiuito na limpeza..
Ouidados espociais/ por exemplo,
apresentam mancha-s do mugre,- azoito,
erevor«

requerem os livros que

cora,

forr&lt; o tintas do os--

Eüi algims casos ó preferível desistir do eliminá-las pa--

ra não perder § documentòè
Alguns liA'-ros,
tas marginais,

em.maior ou menor niiiicro,

desenhos;

fin^ias,

apresentam no-

otOi Na^ querendo óonserv?I-lag,

com um simples banhÃ olarificanto dado no papol, dosapareierãd;
eíaso édntrárif, pido^so recobrir a parte escrita com DUOO,

antes

da lavagemi
Terminadi ^ traballl| de limpeza da fÖllia colòca-se a mes
ma para seoar^

d que se dá dessa maneirai

éaj)

Podeiso socar um papol rocorrondo-se ao ar livre

3EQAG-EM

èu em secadores especiais^ numa temperatura não superior a 30
gráusi Nê castk do sotá«lô aò ar livro deve-se ter cuidado para
nSò ox^ÉWlas

cdrrontes multfl fÇrtos que poderão rasgar % mesnljj^»

Bop^ia que a folha d| papel está completamente sê^a, ayc
.
r
^
sa»so còm um fori'il tãò mui1% quoiito» Tem erttãfc liigar a restaura-

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^

&lt;5-

�13 ^

...o
guio jpropriamonbo cllt'a quo,'

co:.viO já ficou claro,.'^ o trabalho do

roparoí3 o r.-rionäOB no ot'i.3d do papolp. r^^?,g•Ado•í:,
traça,
5o,,)

crcomldo?, pela

do^pcdaçadc-! e ohamu'^Cc.'u.-l.on,

Pi!SFAR&amp;.^3Í0 &gt;- REMENDO3 « A reparação de? estragos que alí%

das manchas e do sujo te3nh\ sofrido um livro,
ou estampa

cTocuraonto, gravura

tarefa que roq.uor como elementos principais: habll^

dade manual^ paolencia e capacidade de Iniciativa,
vV
Uma das principais necessidades para. o trabalho da restauraçãcé jiosBUir uma variada coleção do papdis brancos do todas as #^cas e classes que seja po^-;sível, Muitas vezes d preci«
/
so substituir por outro um pedaço de papel que falto.,

o,*a(|onte-

oe que lião temos » ,papel d.a mesma cor, Podemos clareá-ld.èu õscu
reo^lo,

.(

4^^.

"Ho, duas espdcles de rasgadurasj

as rocontos ou não mal-

'•i' '
tlbati^das o às antigas, ou mltrafladas. As primeiras s.ão aqUelas
que^dep#is &lt;äe produzidas não ^freram fricções nem manusõios e,
em SGUS dois^fios conservam as

"barbas"

da pasta de papol.

As

outras, pelo contrario', n^ comorvam Ssses fios e uní-las requer mais' trabalhe"que as primeiras»
Os papdis estradados, aqueles que tem as mar^ensp frag^
V'
mehtfs pordidips e^»3 carcomidos polas traças requeriam também,
operações ospociais,
No ca^ de papdis furados pelas traças ou carcomidos,
nã© â na,da .prátlcç-^tapar tedos #s buracos, pois, muitas vezes
3les estão distanoiad^ys uns dos outros e sã» penuelÄs, a ní^
(9
j' •
I ,
ser que se desejo * faze«l,pr p^r questão de gostsH.
se p papol

incontra-se muito «arcomid^ ou se o

•Vflumo o Qjinsldcr^.d^ obra rara, uma relíquia, podo-se aplicar
acetato de celulose ou n''v6u de s$da,
' ' V
' O "a.ce.tiatc ;de celulasc pode-se aplicar ao docuracnto de
d®is mçdòsj eíQ solução tU::'por mel# de máquinas plastiflca.doras»
!
*
Nò primei^i^ oas®^ 'tprívar-so um tro.balho majtual muito difícil, po-

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20

�« 13

rôm n~o 6 impotásívcl,

?ondo c'o srf.ndo auxili r p .r:\ bibllotocas

ouc n~.o t^ni r : cur no 3 fln'Mic:lroB p'.rc';, GOjnpr'r 'uiia m.^qtilnc, plc^stific.idora ou laminarlorii dovldo ao preço oxorblo-.vnbn da mosma,
A larain^ção deve aor adotrida sem v.^cilaçSos para os papais noclorn03, prlncipalraonto 03 jornais pcln, lul! n;ar,.lldr.dc dos
mosmos.

Fígmii .iggim 03

Iocum;-:nbos com esse olomonto protetor que

6 o acetato con'iorv.do'^ indefinidamente,

nem que possam afetá-

los circunstancias ambiontaisrmon de uso,
Uma maquina plagtifioadora ou 1 ..u-iinadora 6 o que se pode
exigir de melhor p.^rr. imi trabalho de rost.-.ur'^ç~,o do do'auraentos
enfraquecidos o corroidos, pois cconomirja tempo e dft verdadeira,monto,

consistência ao documento,

:orotesondo-o contra danos futu

ros,
Nos SstadOB Unld.os o em :il2;umaB bibliotecas c museus eu
ropeus empregasse muito uma m:íoulna l.i-min.'doríi que foi idoalisada o patenteada por William J. Barrow,
do Estado do Virginia,

Richjnonf«

restaurador d.a Biblioteca

H jv fv.-i'^-'on-.^^-'^nto 6 muito sim-

ples.
Na Italia, no Instituto de Patolopâ.;. do Livro 6 empregada ura mitro tipo de mítquino.' plastlficadorr,, uma prenso, lildráluliea esouontada por vapor e esfriada pela ■'ígua,
Al6m do -acetato pode-se usp.r outro tipo de restauração,
que 6 cba.mada de v6u do süda,

Oonslste em recobrir o documento

con m v6u do seda muito fino o transparente
Resumindo,

(cropelina ou nylon)

todas as operações om-pregadas na tócnica do

restaurar, podem obedecer ou não r\ ord~m estabelocida

(pode-se

lavar antes de remendar), depois de tndo pronto, prensa-se todo
material e ontrega.-so ao oncademador.
Atd aqui tratamos do pap6ls impressos*

F.\laremo3 agora

do pap(5is manuscritos»
Um manuscrito, geralmente 6 uma peça ilnica,
duções.

Dovo-so porisso,

N^.o h-ü repro^

fotograf.ir ou melhor microfilmar todos

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os docuniGiitos dossa ospdcio,
Acontoco, porám, -quo niuit.^s

docmicnto não ostá

om condiçoos do r^or fotografado devido '10"b&lt;^ catado,

É nocos-

sírio limpar c rocompor os pr.poiug -^Jites do. d3.r ao fot(5:3rafo para roprodu:":il«lo,
A limpeza e remoção do manchcas sônoro um manuscrito,
trabalho multo delicado o que e^ilgc muita rospon^^abllldade.

6
Ge-

ralmente, a tinta do um íjmpresso roslgto â llmpesa do manchas
n^.o gucodondo o mesmo com /,.s tintas do oscrovor.
Durante v.'^.rlos sáculos essas tintas estaveim compostas
com no^ro de fumo

(fuligem) para dar cor;

para dar fluidos o consistência o,
fiirlco para flxíC-las, Hoje,

cola vegetal ou animal

sulfato do,forro ou ácido sul

as tintas são feitas h. base de gaiato

do ferro ou outros produtos químicos,

Dovldo, portanto,

â sua

composição são sensíveis aos produtos que se usam para limpar
o branquear o papel',
O caso mais simples 6 o empr%o da água;

se a escrita so

mantém relativamente clara o Intensa a dificuldade 6 mínima;
perdou essa intensidade o aparece amarelada,

so

indica que desapare

cou o corante o s(í se conserva a oxidagão mçtíClicaJ

ê tratamento

oom água requer oerta atenção o a aplicação do um banho detorgon
to, nosso caso,

â fatal,

Quando o papel

oncontra-se muito onfraquecido e a tinta

do. escrita doscolerida devido â ação da umidade,
acetato de folulose,

rocorro-so a#

©btondo-se assim a nGccss:írla consist^ncífa

para a.pllc2.r compressas ou mesmo banhos detergentes, A ação da
água s3bre estas folhas 6 mais lenta por6m eficaz,
gintetiaando, devemos ter multo cuidado ao limpar manuscritos, pôls multas vezes as manchas não desaparecem a não ser
quo se queira estragar a escrita o que não S o no:-so caso, DiMè
nulr a intensidade da mancha será o suficiente,
por outro lado, muitos manuscritos oncontram-se tãj apa~

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II

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�- 15 -

SS-dos que não se pode ler o quo contonif,

Com o correr dos tempos o

cor:mte das tintas desapareceu ficando tão somente a parte motáli
ca, incrustada no papeli

Submetendo as folhas St luz ultra-violeta

S possível ler o seu conteúdo, e,aos raios infra- --^rffiollios, podemse fotografar.
Existe,

tambdm a possibilidade de reavivar as tintas, ten-

do-go o cuidado de investigar se estão feito-s à base de ferro, pois,
somente 5sse tipo é passivel de reavivamento

Outros pap6is - Tomos a consideapsr tanbdm,

outros tipos de documen-

tos que não sejam papdis impressos ou manuscritos,
restaurados«
ch^" ,

São elesí desenhos, pinturar,

que poderão ser

fotografia.s, papel "cou-

selos e Jornais,
Êsses dooumentoa, em

.-n-^c^r-oe, operações

empregadas nos impressos - ou manuscritos com certas restrições, prin
cipalmente no que se refere aos banhos clarificadores.
Por exemplo,

tSdas as publicações periódicas,

diítrios ou revistas, podem-se reparar«
dade ou de outra natureza,

trate-se do

Se apresentara manchas de uni

eliminam-se igv^^.rente que os livros.

Se

o papel está debilitado ou em decorapo::ioã:i„ reccrro--sc ao acetato
do celulose em solução ou em laminas.
O ideal será insta^lar numa hemeroteca u'-iia Inminadora, plana
ou de rotação para dar o rendimento que

a quantidade do mate-

riais acumulados o em cí^esoente aou""'i"''ãc,
OonclUsSea: A restauração de livros o documer:

deverá aer fei-

ta, quando existir realmente, necessidade imperiosa o-.i. seja, quando
•v
^
se tratar de livros e docximentos raros o de valora Caso contrário,
não compensará o esfáfrço empregado, pois, a restauração,
dissemos antes toniar»se mult.r»

•

como já

devido nao so ao material '

como ?ls substâncias empregadas•
Sugerimos que em t5da biblioteca e arquivo, seja instalado
.1 ■
um pequeno laborati5rio de roste.uração e, nas Escolas de Biblioteconomia,

seja acrescentada ao seu currículo escolar a cadeira de RES-

TAURACTÍO DE LIVROS E DOCUMENTOS« preparando assim tdonicos no assimto.

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�— 16 —

BayiJiv;::ciA3 ijULioGRÍFicAa

ALMELA MELIA, Juan. Hisiene y terapeutlca dol libro,
Fondo do cultura econdralca, 1956. 219p»

Uêxíoo,

AROHIVUM; rovuo International des archlves.
Paris, Presses
Universitalros, 1953,
•í
GALLO, Alfonse« Patologia e terapia dei libro»
Roma, Biitr^ce Raggio, 1951«
PLUMBE. Wilfrod J. La consorvaoidn y lá protecöi(5n do libros,
revistas y pcrii5dicos en Ias rogipnes tropicales» (Eoletin
do Ia Unesco para Ias bibliotecas, 12(7)» 15&amp;-1CL, jul» 1958«

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Digitalizado
gentilmente por:

���3RCEIR0 CONGRESSO BR4SILEIR0 DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUÍÍENTâÇAO

Necessitamos, urgentemente, de^um Codigo
Brasileiro de Catalogação
por
Fellsbela Liberáto de Matos Carvalho

'.06". 5^5'^
SÃO PAULO
Jb« ifc
40-Cito

C^4í)
\f . 10

Curitiba
1961

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-^gentilmente por:

'

&lt;'

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�i\r

Tema I - Processos Tecnicos

NECESSITÂhOS, üxíGEi^TEKEKTE, DE UK CÓDIGO
BRASILEIíiO DE CATALCGAÇÃO
por
Felisbela Liberato de Matos Carvalho
{
Sinopse
2.

^
^
A
Introdução, com visão panoramica do desenvolvimento biblioteconomico no Brasil.

2.

O problema, que constitui, para as Escolas br^
sileiras de Biblioteconomia e Documentação, a
falta de um CÓdigo.

3.

Sugestões para um.a tentativa de solução ao pro
blema apresentado.

Digitalizado
7 gentil mente por:

�NECESSITAMOS, ÜRGENTEMEKTE, DE UM CÓDIGO EKASILEIRO
DE CATALOGAÇÃO

- INTfiODÜÇSO -

Nao se justifica, nm pais com o avanço do nosso,
contando já com nove Escolas ou Cursos de Pdblloteconomia e
Documentação, o continuarmos privados de um Código, em porA,
tugues, para uso dos nossos estudantes.
O problema e realmente premente, e nao consideraA
/
mos de boa política uma atitude isolada no ensino da Cata logação Descritiva.

Por isso valemo-nos da oportunidade des-

ta reunião para propor a tentativa de um trabalho em comiim,
que nos possa apresentar uma feliz solução.
Devemos tomar ainda em consideração o avanço que
se verifica nestes últimos cinco anos na Biblioteconomia e
Documentação no Brasil, onde florescem,

como foi enumerado

acima, varias escolas e cursos da especialização, há um Instituto Brasileiro de Bibliografia e Dccuraeiitação,
funcionando, a muitas facetas,

(IBBD),

como verdadeiro orgão nacio-

nal, e com tanta eficiencia e brilho que conseguiu efetuar,
no Estado da Guanabara, em 1960, a 2.6^ reunião internacional
da FID^ Em cada Universidade brasileira funciona um Serviço
Central de Informações Bibliográficas,

com os quais o IBBD

estabeleceu convênios para a elaboração do Catálogo Coletivo Nacional de Perlocicos, o funcicnamento da Comissão Brasileira da C.D.U.

(IBBD/CDU) e o ensino da Biblioteconomia.

Por outro ladOj os bibliotecários,

cada vez mais

conscios das suas responsabilidades profissionais, vêm promovendo um maior congraçamento, uma melhor entrosagem de es-

I Digitalizado
-^gentilmente por:

14

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1

�forços,realizando um 2^ Congresso Brasileiro de Liblioteconomia e Documentação na Bahia,

em julho de 1959»

e,com ape-

nas 18 meses áe intérvalo, este 3®» en Curitiba, fatos estes
marcantes, que provam, cabalmenjce, quão intensos têm sido os
nossos esforços, a maturidade que já nos foi dado alcançar.
^
*
Porque estacionarmos no que diz respeito as tecni-,
cas biblioteconomicas, e ficarmos pacientemente "em berço esplendido" , aguardando que nos cheguem as mesmas do estrangei✓
^
ro? Se ja conhecemos as normas e o espirito das normas, porque nao redigirmos as que melhor se enquadram a nos?
É do domínio público que vem sendo promovido pela
ALA uma revisão das suas regras de Catalogação que já não sar
tisfazem as bibliotecas norte-americanas, nem as dos outros
paises que as adotam. Na reunião preparatória da Conferencia
Internacional de Catalogação, realizada em Londres em 1959&gt;
trinta e seis Codigos de Catalogaçao foram enviados pelas nar
ções que se fizeram representar. A nossa edição brasileira
das normas da Vaticana não faz parte da lista.

Por desatua-

lizados que sejam, e de caráter essencialmente nacional os
Codigos apresentados,

constituem, pelo menos, uma fonte para
/
A
estudos das nece-ssidades especificas dos seus paises de origem. E verdade que o Brasil foi representado por uma das nossas mais credenciadas, competentes e cuidadosas professoras
de Catalogação Descritiva. Por maior todavia que tenha sido
a sua atuaçao, nao acreditamos que o novo Código a ser pu blicado sob os auspícios da ALA, venha a preencher nossas
lacunas.
Precisamos levar em consideração a questão vital
do idioma em que vai ser editado. Mesmo que ,^a uma edi ção em espanhol,

ainda estará longe de satisfazer-nos.

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�- 3 -

ENCARADO A REALIDADE...

A realidade é que necessitamos, urgentemente, nosso
código de Catalogação.

A falta de um tal instrumento de tra-

bàlho e um problema muito serio5 que esta a exigir de todos
nósj bibliotecários brasileiros, a conjugação do melhor dos
nossos esforços, para uma pronta solução.
Não é possível ensinar Catalogação Descritiva, uma
^
A
A
das disciplinas basicas das Ciências Diblioteconomicas, sem
dispor de um exemplar do CÓdigo adotado, para cada estudante,
É o código um dos livros que devemos apresentar

ao

/
aluno logo nos primeiros dias de aula, e que devera acompanha-lo
Io em toda a sua vida,

se o aluno de hoje vai tornar-se, de

fato, um profissional em Biblioteconomia.
Nao e o Codigo um mero coijpendio de consulta rapida
e eventual, mas um livro para ser muitas vezes lido e relido,
sentido, trabalhado, anotado, para que sejam bem compreendidos e satisfeitos os objetivos da Biblioteconomia, no que
diz respeito aos catalogos.
A Biblioteconomia, como a entendemos em nossos dias,
e uma cienßia, uma arte e uma técnica, cuja finalidade e tor
nar possivel a utilizaçao de todos os meios de conhecimento,
em qualquer setor a que se dirija,

-^ssim, as suas normas, as

suas leis, não podem prescindir do cunho universal,

com a neces-

saria flexibilidade, para posteriores adaptações.

Cada pais,

sem prejuizo do fundam^ento, da base,

em fim,

da filosofia,

de tais normas e leis, deve proceder o ajuste das mesmas as
suas necessidades específicas.
Como toda a lei e toda a norma, as nossas, no terre
,
A
no biblioteconomico,

rw
A
estão sujeitas a mudanças, de acordo com

os rumos que toma a humanidade.

Ha, todavia, aquela base, a-

quela filosofia que deve permanecer inaltaravel, na formaçao

cm

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17

13

19

20

�^ u -

do bibliotecário:

b,en servir o leitor,

É justamente ao ca-

talogaàor que cabe a delicada tarefa -ie ser o elemento de li
gação entre o pensamento do autor e a necessidade imediata ou
mesmo remota do leitor,
cartolina,
presenta,

ele deve transcrever na fichinha de

criteriosa e cuidadosamente, o livro que ela recuidando para que nada de verdadeiramente útil se-

ja omitido e nada de supérfluo seja anotado,
Um código,

'

com as necess-^rias adaptações ao nosso
A

pais e indispensável, e nao dispomos dele.
Na maioria das nossas escolas de Biblioteconomia e
Documentação, vimos usando a edição brasileira do CÓdigo da _
Biblioteca Apostolica V^ticana que, infMizmente, esta esgotada.
Nao pretendemos entrar em considerações sobre o mérito ou o demérito da obra acima citada.

Devemos todavia fa

zer justiça aos bons serviços que ela prestou e vem prestando ate hoje as bibliotecas brasrlleiras, e, muito especialmente,

ás Escolas ou Cursos de Biblioteconomia e Documentação.

Dentro "do bom senso, tal obra deve constiituir o ponto de partida para a elaboração do Codigo Brasileiro de Catalogação.
Desejamos que fique bem claro que não pretendemos
retirar o cunho universal das regras existentes, tampouco
proceder a mudanças radicais, mas, tão so, rivalizar uma sele
'
.t»
çao daquelas de real necessidade pai*a nos,

aáppta-las, colo-

car boa exemplificaçao.
Muitas regras da edição bnsileira das Normas da
Vaticana não são apl:ic'vei.i as nossas bibliotecas.
repetição, de utilidade, talvez,
teca.
regras.

Ha muita

so mesmo para aquela biblio

Da pagina 1 a pagina 32, por exemplo, encontram-se 37
Comumente so 15 são de utilidade para nósc

Tal pro-

porção e ainda mais relevante nas paginas que se seguem.

Digitalizado
-^gentilmente por:

�- 5 -

Seria talvez perigoso e ate mesmo nocivo, não dar
A
A
conhecimento aos acadêmicos de ciências biblioteconomicas,
das demais regras do Codigo adotado.

Embora as praticas de-

vam ser feitas com as regras que irem.os usar comumente, o e^
A
^
tudante deve ler obrigatoriamente as demais, e formar juizo
proprio sobre o assunto.

Isto so sera possivel, dispondo ca

da um de ura exemplar do Codigo.
A
Outro trabalho em português que vem sendo de muita
utilidade, pelo menos para nós, na Escola de Biblioteconomia
e Documentação da Universidade da Bahia, é aquele de Maria
Luiza Monteiro da Cunha,
Catalogação".

"Nomes Brasileiros, Um Problema na

São as regras que adotamos para nomes brasileiras

A
ros e portugueses.
De início, nos primeiros tempos da Escola, usavamos
o código Anglo-Ai.ericano de 19^8, depois a 2^ edição prelimir-r
nar do mesmo, de 19^1» em seguida a 2^ edição de 1949»

De

A
^
M
1950 em diante demos preferencia a edição brasileira das Noe
mas Para Catalogação de Impressos da Biblioteca Vaticana, sem
\
segui-las a risca todavia, como no caso dos nomes brasileiros
e portugueses, por exemplo.
Não sabemos como estão procedendo e de que recur
A
^
SOS vem lançando mao as demais escolas de biblioteconom.ia do
pais, depois de esgotada a edição brasileira da Vaticana.
Para nos, na Universidade da Bahia, tem sido um verdadeiro
pesadelo reunir o numero reduzidíssimo de exemplares que se
encontram nas bibliotecas e em mãos de particulares de boa
vontade, para fazê-los circular entre os estudantes, o que
^
A
A
esta em absoluto desacordo com o nosso ponto de vista sobre
a utilização e uso do codigo, que deve ser ura dos

"livros

de cabeceira" do acadêmico de Biblioteconomia.
A cada ano escolar que se inicia, o problema e mais
serio, pois menor e o numero de exemplares de que se dispõe.
As regras são perigosamente tomadas era apontamentos,

cm

1

I Digitalizado
-^gentilmente por:

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15

que

i'g

17

i's

19

20

�- 6 -

A
^
M
nem sempre vem as mãos do professor para revisão.
As considerações que vimos tecendo em torno do assunto, procurando encarar a realidade brasileira, desde a in
trodução do presente trabalho, levaram-nos a trazer a este con
clave o problema da falta de um CÓdigo Brasileiro de Cataloga
çao e a proposta para uma tentativa de solução, que, nos para
grafos que se seguem, encaminhamos a discussão e votaçao do
plenário.
1,

Formar uma CpmiÄß_5o composta dos professores

brasileiros de Catalogação Descritiva, aos quais

seja distribui

da a tarefa da elaboração do CÓdigo que nos falta.

Cada profe^

sor se encarregaria de uma parte.
2,

Tomarmos como ponto de partida os 2 trabalhos

aqui citados, a saber:

a edição brasileira das "Normas Para

Catalogação de Impressos" da Biblioteca ^aticana e "Nomes Bra
sileiros, um Problema na Catalogação", de Maria Luiza Monteiro da Cunha.
3-

Nao perdermos tempo com discussões esterèis sobre

detalhes que não podem nem devem servir de entrave ao fim que
temos em vista.
I
U.

Surgindo um impasse,

A
^
»W
subnebe~lo a votaçao entre

os membros da Comissão, acatada, imediatamente,

a opinião da

maioria.
5.

Elaborar um trabalho em caráter experimental,

provisorio, mimeografado, mas que possa ser posto a disposição dos estudantes nc ano de 1962.
D.

Alem das Regras que cor.istltuem o Codigo propri
A
^
A
amente dito, prover a edição dos seguintes apcndices:
.1

a elaboração da ficha matriz e das demais fi-

chas que devem compor os cat'logos internos e externos;
.2
tico,

suas vantagens e desvantagens.
.3

cm

1

^
/
y
o arranjo dos catalogos dicionário e sistemáO uso das notas especiais;

catalogação de raridr.des bibliográficas;

I Digitalizado
-^gentilmente por:

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15

i'g

17

i's

19

20

�- v -

,U

catalogação de "eriodicos e mapas;

.5

catalogação de material audlo-visual5

.6

recursos que oferecem as técnicas biblioteco

nomicas na determinação de cabeçalhos de assunto,
7.

Simplificar e unificar o mais possível a cata-

logação descritiva.
8»

Apresentação de Bibliografia atualizada e mui-

to selecionada ao fim de cada Apêndice.
19*

Marcar a 1^ reunião da Comissão de professores

encarregados da elaboraçao do Codigo Brasileiro de Catalogação enquanto estamos reunidos em Congresso, na cidade de Curitiba, a Eâ^para apresentação e discussão dos trabalhos efe
tuados em abril próximo, em local e data a combinar, a 3- e
ultima, para acertos finais, em julho do ano em curso.
10.

Ter pronto, memeografado, o CÓdigo Brasileiro

de Catalogação, para ser levado a Conferência Internacional
de Catalogação que se reunirá em Paris, no ano em curso.

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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gentilmente por:

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1

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-3yír^(Ç^3b&gt;^.

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20

��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Comissoes Técnicas de Bibliografia e Documentação
por
«
Fernanda Leite Ribeiro

os •. oG'. a
ô. -PA*

Curitiba
1961

cm

1

I Digitalizado
-^gentilmente por:

I Sc a n
&lt;/

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20

�Tema i - pi'ocessos técnicos

COMISSÕES TáCFICAS DE BLBLIGGF-AFIÄ S DOCUi.ElTTAÇlC
por
Fernanda Leite Eibeiro-::-

&gt;

Sinopse
Principais realizações e atividades das Conissões Tec
nicas instituídas como orgãos consultivos do Instituto Bra
sileiro de Bibliografia e Documentação e que,

desde 1956,

vêm desenvolvendo intensivo programa,

con a colaboração de

especialistas e das Eiais iraportantes

bibliotecas

sil.

Programa de trabalho

da

do Bra-

Comissão Latino-Americana,

priraeiro passo da política regionalista da Federação Inte;r
nacional de Locurcentação.

•jf Jüií-etcra 3o Serviço de Infornaçces Tecnicc^Cientificas do
I33D, Secretária da I33B/CCH, da I3BB/CDU e da FID/CLA.
I Digitalizado
7 gentil mente por:

&gt;ca n
st e m
14

15

16

17

lí

�Criadas como órgãos de o''ientaçao para os trabalhos tec_
nicos do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Docurcentação e pa
ra serviren de elementos de ligação entre o mesmo e as diferentes
bibliotecas e centros de documentação do 3''asil,
nicas do I33D vem desenvolvendo,
que,

até o momento,

desde 1956,

as Comissões Tec

intensivo

programa

não tem sido muito divulgado no País,

Foram projetadas preliminarmente cinco comissões,
ber: Comissão Nacional do Catálogo Coletivo,

a sa-

Comissão Brasileira

da Classificação Decimal Universal, Comissão Nacional de Biblio grafia, Comissão Brasileira de Estudos de Catalogação
de Ensino de Biblio^lreconosiia
estabelecidas,

ate Í960,

e

Documentação,

e Comissão

das quais acham-se

as duas primeiras citadas,

estando em fa

se de instalação a Cbmissão Brasileira de Terminologia Científi ca,

não p»-evista no plano inicial,

0 IBBD tem, ainda,

a seu en-

cargo a secretária da recentemente criada Comissão Latino-America
na da Fede»'açao Internacional de Documentação,

com característi-

cas semelhantes as das suas Comissões Técnicas,

atuando,

to,

em campo mais amplo,
Kealizat-am-se,

no entan

de cunho regional e internacional,
todavia, na sede do IB3D,eri 1956 e 1957,

cora a presença de delegados da maioria dos Estados, Reuniões Espe
ciais de Estudo sob^'e Catalogação,
mentaçao

(1)

,

3ibliog»-afia e Ensino de Dccu-

com a finalidade de sentir e debater

problemas nacionais nesses setores,

os principais

cujas comissões ainda não fo-

ram instaladas.
Convém,

ainda,

assinala" os trabalhos da Comissão Con -

sultiva de Bibliografia do Instituto Brasileiro de Educação, Ciên
cia e Cultura

(2)

^
"•
e da Comissão tíe Eccumentação da Associação Bra

silei^a de No»'mas Técnicas
cas,

Que,

vem colaborando com as dc IBBD e

tamben comc comissões técniprestando grandes serviços

ao desenvclvimentto da 3ibliog'''afia e da Bccunentação no 3''asil,
Vejamos,

pois,

as

principais atividades e realizações

das comissões já existentes;

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�,2
1 - COMISSÃO NACIOML DO CAT/LOGO COLETIVO (I33D/CCIJ)
Criada pela Resolução n, 7,
era sua 11^ Reunião Ordinária,

do Conselho Diretor do

realizada en 30 de janeiro de 1956 ,

a I3BD/CCN tem cono principal finalidade pronover,
a elaboração de um Catálogo Coletivo Nacional,
vos das principais bibliotecas b''asilei''as

em cooperação

,

que inclua os acer-

(4)

Para facilitar os trabalhos de compilaçao

do

Catálogo

Coletivo Nacional de Livros e de Periódicos e prover o País de una estreita rede de informações,

o I3BD vem,

as Universidades e instituições interessadas,
bliográficos regionais,
bio e,

principalmente,

mediante acordos com
criandc Centros Bi-

com o objetivo de incentivar

o intercâm-

de organl^a-\ 3^1:-

cópias dos catálogos desses centros são,

^

periodicamente,

remeti -

das ao Catálogo Coletivo llacional,
Com esta finalidade,
com as Universidades do Brasil,

firmados
acordos
(5 \
en 16 de março de 1956
, do Pa

/
rana,

,

em 11 de

de 1957
Ceará,
1957

já foram,

/ ^\

'.Io 1956

do Rio Grande do Sul,
em 27 de agosto de 1957
de Pernambuco,

assim,

de Minas Gerais,

en 13 de maio

em 4 de julho Jc 1957
da 3ahia,

do

eri 30 de outubro de

em 12 de maio de lóSO

com o Inst^

tuto Nacional de Pesquisas da Amazônia,■cm 25 dc naio de 1960
e com o Müseu Paraense Emílio Goeldi,

em 6 de julho de 1960

,

Os membros da I33D/CCN são os representantes dos Cen
tros regionais e do Catálogo Coletivo Nacional do IBBD,
-se,anualmente,

na sede do Catálogo Coletivc ITacicnal,

do o relatório de suas atividades,
ficos de cada região,

Pe^neTrapresentan

debatendo cs problemas especí-

estudando e elaborando normas para a compi-

lação e atualização dos catálogos coletivos. Presentemente,
-se em estudo,
tecas,

acha-

pela Comissão,um código de Emprestimo-entre-Biblío

elaborado,

a pedido,

pela Associação Paulista de Bibliote-

cários ,

I Digitalizado
-^gentilmente por:

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16

17

lí

�,3
Até 1960,

fcran realizadas cincc Êeuniões,

ções Finais fcran ou estãc sendo publicadas no
f orznativo"

cujas-Resuiu

-

"I3BD Boletim Ini*

.
Aluda para rácilitar o'irite'Tcämbio'entre as. biblictecafr- T

do País,., o-IBBL promoveu,
' tros regionais,

con a inestimável

colaboração dos Cena

tm' Tevantanento 'das' bibliotecas especializadas^bra

sileiras,' pcfT meio de-ua^questionárlo-distribuíclc

a quase

' bibliotecas nacionais♦ O resultado^ desse levantanento,

1»000^._,

abrangen-*-

" do cerca de 400 bibliotecas do País,

constituiria o "Guia das Bi
'
/15)
bli-otecas Especializadèss Brasileiras*^
- em fase final de revi

sao •, a ser divulgado em 1961é
-A próxina etapa-das realizações da I33E/CCN

será.a-. ici^

'pi^esiyfo do Catálogo Coletivo de LivroB e de Pe''iodicos,

trabalho

que envolve una serie de problenas específicos - desde a orgahizft
ção do paterial coligido e respectiva

atualização,

ate que^^es

técnicas de impressão.os quais yen dificultando,

sobremaneira,

" sua edição»-.
Contudo,

a, IBBU/CCN espera,

de ver 6 fruto do seu trabalho
so,

en breve,

te^ a satisfa-çãQ_

materializado no Catálogo impres-

que permitirá a utilização máxima do acervo

bibliográfico e»

Xistente nö Tais.

2 « COMISSiO 3FJlSILEIIcA DA CLASSIFICAÇlO CEC IML miVEI-SAL (IBBD/
CPU)
Criada pelo Conselho Diretor do I3BD,
70,

na .sua 30® Ue.união Ext»"aordinária,

1958,

pela Resolução n,

realizada ea O de nar-ço de

e devidamente autorizada pela Federação Internacional de Do

■■ cumentação, da qual o I3BD e membro nacional,
objetivo essencial a difusão da..Classificação

a I.33Ii/CDU tem como
Decimal

Universal

'no~ Bras-il^" colocando^ ao alcance do mais elevado número possível
de estudiosos

,

A tarefa de maior vulto da IBBD/CDU é,

cm

1

I Digitalizado
-^gentilmente por:

evidentemente, a

14

15

i'g

17

i's

19

20

�o4
tradução e publicaçao,

era língua po»"tuguèsa,da Classificsçao i.eci^

mal Universal - Bd.lçáo Abreviada e Sciiçào ";3 sen volvida
mcnuBiental que í-ncluirá csvcn de

trabalho

rs Eíilhao de vocábulos gs todos

os ramos do conhecimento huiucno.
A ConissKo Portuguesa da GIU \CI-/CTA1),
tro ds

'

, A'v'".Tf i.cc"; do -LdST 11uto d© Alts Cultura de Po^

tugal e cor.1 a qual o

~

nha dessíivolvenáo este

'""f;-lo ha

pela impressão ca
piíhT icr""^ Constituiu-se,

ja vi-

c?no'-". fs

í pv^ciirr.íni*','' ..4

cvi.?.da

e

a í"- ;

"'o^^tugt^esa da CüU

íí fci env.lado no yrãeLi pa"2 •''^^:7isso c crítica.

eritac-,

::\z onivcsldaoe de L-ao .r'au.lo^

Ter*n»-»"oi cgia Ciontífica.

a Comissão de

cuja priavsrv^a *• ei^niao fo5. r(??•"• i^oc'a na se

de da Birxlioteca Cer.t»-al daquela 'ür.iversidadej
1954,

cuja sade e o Cen

er.; 9 de outubro

Easa Co^njssao dest^.nava-so a colabc^ar cor a Cp/C'JU,

neira a fixar,

.la líi/gDa pc í:u5-'"sa,

ser utilizada nas odiçbes ócsta

noser-d aí :;ra

£ia 1907,

Sao Paulo foi extinta,

sido os se'""

'.-'c'-a''v.cs t^arisfc i ílas para o nove orgao do IB5D,
U os

a

a instituição

da .Wr-/CL-U,

Sao raorabros da

da

ds ma-

científica

cj ?^ssif icaçao,

a Conissao

de

tendo

téc^MCos e reprc^eutantes de

bibliotecas e outros orgaos 'rva ut.ilizss: a CDO no járasil« Keunem-se três vezes ao ano na sede do Ilxíl\,

/te 1960 fo^ars

r-^ealizadas

oito Fcèuniòes, das rjuais a quarta t ci setlsia oíu conjurto com a Co~
A
(18^
missão Pct'jg4-esa
- ,
■
Entre a« -- i-;c:pa.iG atribuições da IBBt/CI-U convei«. res saltar
ligião),

-tes: a)
4 (Filologia) ,

T^adujja^o
7 (Artes)

Classes 1 (Filosofia),
e 8 (Lite^^atura) ,

b) Eevisao da Ciasse ü íGene''al3.dadeS/da Edição

senvolvida,

e da maioria das classes da Eciçao

meros /mxil i

Digitalizado
-^gentilmente por:

--

c) E]^-

--Tab'^''=^ de Nu

"Exerrip'ios E'^asiloir os que

Deverão Fieurar na Edição i.£v:.^ada Lef initiva*'

1

Abreviada;

j-J-ilizadces da CDU no B'asil",
T.-.ir-ar pa:'*a o Brasil",

(Re-

da Edição De -

senvolvida;

boração de "Lista de

cm

2

e o "

jtndice

da

�.5
Classe 1 Desenvolvida";
(texto e índice)
Jacquemin

,

d) Fublicaçao da Classe

em edição p^'eliininar,

1

Tesenvolvida

e do trabalho

de

E,

"A Classificação Decircal Universal"
A I3BD/CDU tem,

ainda,

uma longa

tarefa pela frente,

tanto no extenso programa de tradução corjo na atualização da classificação e sua divulgação no Brasil e noo demais países da América Latina,
í-'
3 - COMISflO LATINO-AFRICANA L'A FJJj (FID/CLA)
Dent^'e as I^ecomendações
ral da Fede^-ação Internacional
no P&gt;io de Janeiro,

de

de

22 a 31 de

Finais

da 2 S- C cnforência Ge -

Eocuirientação (FIL) ,
julho de 1960,

destaca-se a que

criou a Comissão Latino-Americana da FID (FIL/CLA)

,

No "Prog''ama de Trabalho a Longo P''azo" ,
em que são expostas bdses para ''eorganização e
Federaçao,

a fim de que ela seja,

ção internacional -,
vidades,

está prevista

realmente,

realizada

da FID

revigoramento

da

lídor da documenta-

a descentralização de scas ati^

em favor da política ''egionalista&lt;,
A FIL/CLA e,

assin,

a prir;eira Ccrjissao T-egional e c mar

CO inicial da nova política da Federação.,
Constituem a FID/CLA os países r,enb''os nacionais da Fede
raç.lít) na Amc'ica Latina,
vista,

pa»*a 1961,

atualmente Brasil e Mexico,

a filiação do Uruguai, A'-'gentina,

estando preChile, Colom-

bia, Venezuela e Pcu,
Os trabalhos são coordenados por
de,

ate março de 1962,

para o Brasil,

ocupa,

para a Améf-ica Latina,

sera o I3SD,
atualmente,

que,

una Secretaria,

aler.i

de Eembro

cuja se
nacional

a Vice-p"esiciência da Federação

(Vide Anexo l) ,

Foi organizado,

para aque'le período,

c seguinte programa

de trabalho;
a ^ Estimular o maior número

cm

1

Digitalizado
/gentilmente
entil mente por:

/JSUSJJ

possível de bibliote-

^4

^5

^7

19

20

�♦6
cas e centros de documentação
a cooperarem entre si,

latino-americanos

facilitando,

assim,

ò in-

tercanbio de informações necessárias aos cientis
tas,

pesquisadores e estudiosos en geral,

b - 0''ganiza**,

em colaboração con os centros biblio-

gráficos nacionais

existentes na América Latina

e se obtiver o auxílio

da

UNESCO e da OEA,

um

"Guia das P»*incipais Bibliotecas Latino-Americanas",
c « Compilar, em colaboração com os centros
g^^áficos latino-americanos,

biblio-

um "Catálogo Coleti-

vo dos Pciodicos Técnicos e Científicos",

exis-

tentes nas principais bibliotecas da America Latina,
d m Institui»* bolsas de estudo e incentivar o intercâmbio de professo''es,

para desenvolver as rela-

ções entre os centros de documentação do Conti nentcé
e m Promover uma reunião anual de representantes dos
centros bibliográficos nacionais interessados nas
atividades da Comissão.
Em cumprimento ao plano estabelecido,
boração da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento

o 1331,

do Pessoal de NÍ -

vel Superior e da Divisão Cultural do líinistério das
teriores,

deverá receber, para treinamento,

sede, bibliotecários latino-americanos,

Espera, ainda, a FID/CLA contar,
dos

Relações Ex -

como bolsistas,

programado para 1961,
naquele período,

Estados Americanos,

1

I Digitalizado
-^gentilmente por:

14

com

na edição

"Guia das Principais Bibliotecas Latino-Americanas",

cm

em sua

que virão assistir ao Curso

de Pesqjaisas Bibliográficas em Tecnologia,

colaboraçlío da Organização

com a cola-

a
do

pois a refe -

15

i'g

17

i's

19

20

�,7
rida Organização

já

p^^ovidcnciov un levantar.iento

significativo a

respeito.
A Primeira Reunião da FID/CLA será

realizada no Mexico

por ocasiao do Seninario Regional da UFSSCC para Bibliografia,
nentação e Pernuta Internacional de PuclicaçôeSj

,

Docu

entre 21 de noven-

br o e 3 de dezeribro de 1960.
Presenteraente,

a

FIZ/CLA elaoo^a "ffcrrias*-

ção do "Catálogo Coletivo de Periódicos Tecniccs e
Xistentes nas bibl-í

pa^a conpila Científicos'-

e-

o qual teu sua publica

ção prevista para 1964,

contribuindo,

desta Maneira,

pa^a o desen -

volvinento da informação científica na Araerica Latina s habilitando
este Hemisfério a aiencer eficientemente às solir!'+^çr';-s

T

jam feitas pelos diversos paises,.

4 - COMISS.gO BRASILBIIvA DE TSI-.itINOLOGIA CIBIvTÍFICA
Ainda en fasb do planejairicntOj
Terninologia Científica (IBBl/TC)

(IBBD/TC)

a Cor^iissão Brasileira

deverá ser ciada er: 1961,

de

para,

era colaboração cor.i a Cociissäc de BocuiTicntação da A3&gt;JT e orgãos técnicos interessados,

incentivar os t'-'abalhcs de

unifornização e

ção da nomenclatura técnica e cicntíflca e de atualizaçao de concei
tos fundamentais nos vários rarics r-éi c iene ia,
O estabelecimento da tc-nirjclcjrla

(¥icc Anexo 2),
científica brasileira

sera de grande utilidade para r;, Biblic^g^rafia c a Doeurjcntação de nos
so País, especialmente para os

trabalhes da I-^D/CLU e para a meca-

nização da informaçao bibliográfica,

tcncc cr. visica que cs novos pro

cessos de autonatizrç^-

tenden,

pregar, como e1c:-;cLtos de codificação,
tenham conceito bem

definido,

por números.

cm

1

Digitalizado
-^gentilmente por:

ca&gt;ja vez nais,

a em-

palavas o;; cabeç^i:.:-:

ao invés da tradicional codificação

�Al'JEXO

1

PROJETO DE REGULAÍiENTO PARA A C0EI5SÂ0 LATIlíO-AJiSRICANA DA FID
(FID/CLA)

1

- Finalidades

1,1

- A Comissão Latino-Americana da Federação Internacional de
Documentação,
'

Geral da FID,
ral,

cuja criação foi aprovada pela

Assembléia

realizada por ocasião da 263 Conferência Ge

no Rio de Janeiro,

B^-asil (22 a 31 de julho de 1960),

tem as seguintes finalidades:
1.1.1

- Cooperar pará a difusãò,

entre os países

da

região,

dos

pròpósitos e atividades da FID.
1.1.2

- Fomentar a criação e desenvolvimento das atividades de do
cumentação nos países da Araé»'ica Latina,

1.1.3

- Coordenar os trabalhos de documentação rtesseS pailses,

2

- Organização

2.1

- A FID/CLA esta constituída pelos países membros nacionais

/

daquela Federação na América Latina,

que são,

atualmente,

o Brasil e o México,
2.2

- A FID/CLA poderá convidar outros países latino-americanos
a participarem da Comissão,

2.3

• Todos os países da América Latina que se afiliarem,
membros nacionais,

automaticamente,

a FID/CLA,

- Os membros associados da FID na América Latina serão convidados,

2.5

como

a Federaçao Internacional de Documenta

ção passarão a integrar,
2.4

como observadores.

preferencialmente,

a participar dos trabalhos da

FID/CLA e de suas reuniões,

na qualidade de- observadores,

- Os trabalhos da FID/CLA serão coordenados

e

estimulados

por uma Secretaria,

I Digitalizado
-^gentilmente por:

14

15

16

17

lí

�.2
2*6

- Corresponderá ao Instituto Brasileiro de Bibliografia e Do
curaentação,

nenbro nacional da FIE no B''asil,

sede da Secretaria da FID/CLA,
2.7

atuar

até março de 1963.

- A partir da data acina mencionada,

a Secretaria da FID/CL/í

poderá ser transferida, por períodos de três anos,
dos outi'os países latino-araericanos,
FID e que venham a ocupar

cono

para ura

ffienb»'os nacionais da

a Vice-Presidencia da Federação

para a Anérica Latina.
2.8

- A FID/CL/» promoverá uraa Keunião Anual, que poderá ser realizada eri qualquer dos países da América Latina,

menbros

nacionais da FIE,
2.8.1

- Instituições de todos os países da América Latina poden ser
convidadas a enviar observadores

às

Reuniões da FID/CLA,

bem cono as de todos os países fora da Airerica Latina,

mas

membros nacionais da FIE».
2.8.2

- Serão,

ainda,

convidadas a enviar representantes as Eeu -

niões da Fir/CLA a Direção Geral da FID

e as instituições

internacionais interessadas en Documentação e Bibliografia.
3

- Eecursos financeiros
— ——
■

3.1

- A FID/CLA receberá

3.2

um auxílio financeiro da FID,

estabelecido,

anualmente,

Cabe,

ao órgão latino-americano,

também,

cretaria da FII/CLA,

que será

pela Federação,

contribuir

incumbido da Se-

com recursos financeiros

para a manutenção dos trabalhos da Comissão.
4

- Relação da Comissão com a FII&gt;

4.1

- A FIL/CLA trará a FID informada de todos os seus programas
de trabalho e resoluções,

encaminhando à

Direção Geral da

Federação um Lelatcrio anual referente ao período de agosto a agosto.

I Digitalizado
-^gentilmente por:

14

15

16

17

lí

�Os programas de t^'abalho da FID/CLA
ção da FID,

eribora devam ser

independera de aprova-

orientados pelas

Resoluções

gerais da Federação e pelo seu Programa a Longo Prazo.
A FID/CLA deve enviar representante a todas as reuniões da
Federação.

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

lí

�/

AMBXO

2

TERI'IIHOLCGIAS
Trabalhos realizados no Brasil"

TB-1

Condicionamento de Ar

TB-2

Eletrodos

TB-3

Rochas e Solos

TB-4

Classificaçao de Material Refratá^io

TB-5

Terminologia das Partes-do Truque

TB-6

Terminologia de Elevadores

TB-7

Classificação de Pavimentação líodoviária

TB-10

Classificação de Solas

TB-11

Terminologia do Material Automóvel - 1- parte

T3-15

Terminologia de Válvulas

T3-16

Terminologia de Materiais de Locha -

T3-19

Vocabulário de Eletricidade -

TB-20

Classificação de P-rodutos SÍlico-Aluminosos

T3-23

Vocabulário de termos de iluminação

TB-24

Maquinas Elétricas Girantes -

T3-.30

Dicionário multilingue de termos técnicos de tolerâncias,

parte
v -

a-

justes e calibradores,
COíTSTr^üçXo

Terminologia no texto da norma

HB-19

Instalações Prediais de Esgotos Sanitários

iTB-24

Instalações Hidráulicas Prediais contra incêndio

N3.-25

Modulação das Construções

EB-1

Cimento Portland Comum

EB-2

Cimento Portland de Alta liesistência Inicial

EB-S

Barras Laminadas de Aço para Concreto Armado

I»I3-11

Análise Química de Cimento Portland

SOLOS B PAVII'^HTAÇÍiC - Terminologia no texto da norma N3-12

Normas Gerais de Sondagem de Reconhecimento para Fundações
de Edifícios

NB-28

Reconhecimento e Amostragens para fins de Caracterização de
ocorrências de X.ochas -

NB-29

-

-

Reconhecimento e Amostragem para fins de
Pedregulhos

Caracterização de

-

NB-52

Execução de Pavimentes de Alvenaria Poliedrica

EB-72

Pedra Britada,

Pcdrisco e PÓ de Pedra para Base de Macadame

Hidráulico
Relaçao elaborada pela Comissão de Documentação da A.áNT.

cm

1

Digitalizado
/gentilmente
entil mente por:

14

15

17

13

19

20

�E3-78

Cimentos Asfalticos de Petróleo

E3-94

Cimentos Asfalticos llativos

EB-104

Fedra Britada Caduada e Solo p/Base tipo Macadame

Iíl"-107

determinação da Penetração dos Beturaes

ÍC3-170

Determinação de Abrasão "Ics Angeles"

de Ag'-egados

ELEVÁLOLH/S - Terminologia no texto da norma
H3-38

Construção e Instalação de Escadas Rolantes

113-44

Construção e Instalação de Planos Inclinados

ELETIvOTÉCxTICA --TeTiinolcgia no texto da norma
EB-9

Isoladces de Porcelana pa^'a Instalações de Fo''ça e Luz

EB-11

Fios nws de cobre

EB-45

Medidores Elétricos Konofásicos

E3-59

Condutores Slet'"icos Isolados com composto de Borracha Natu
ral Vulcanizada

S3-80

Requisitos Gerais.para Aparelhos Elé,t''icos de Uso Doméstico

3B-83

Chaves de Faca para Baixa Tensão (não blindada)

13-124

Fogões Elét''icos

N3-57

lliveis de-Iluminaçao de interiores

EB-18

Acumuladores Elétricos

KB-42

Roscas Edison

E3-53

Porta Fusíveis Rolha e Cartucho

'E3-E4

Fusíveis Rolha' e"Cartucho

E3-41

Porta lâmpadas de Rosca Edison

E3-123

Elos Fusíveis e distribuição

...

-

P-E3-139 - Capacitores Shunt para Sistemas de Energia Elétrica
EK ESTIEC ilAS I&gt;BSPECTIVAS COI^IISSgES PB SSTIDO
Terminologia de Fossas Sépticas
"
"

de Avaliações de Imóveis
-

de Hidrologia

Vocabulário de Estradas e Aeródromos

Digitalizado
-^gentilmente por:

�TEIdOITOLCGI/iS 3RASlLBir&gt;AS DIVBIxSAS
Serviço Técnico da Aeronáutica
S.T. AER
1102-A

Norienclatura do material utilizado era pintura,

Conissão consultiva de armazéns e silos,

EinistG''io da Ac^ricultu

ra - Av. Rio Branco 80 - 8^ andar.
T-5 - Noraenclatura de grãos e outros p&gt;'odutos alimentícios come''
cializados nos pi-incipais cent»*os do Brasil,
Diretoria de Koto^raecanizaçãc,
Kinisté'-io da Guerra
Nomenclatura de cabeças de parafusos,
Liretivas pa''a a nomenclatura do material das viaturas - au.
tomöveis - bujao,
GEACE - Terminologia de computadores eletrônicos - digitais - Em (
laboração,
PETFíOBLiiS - Nomenclatu''a geologica . Em elaboração.

Digitalizado
-^gentilmente por:

�(1)

IBBL c Boletin inforrâativo. 2(4) ;192-193,
1956;

3(3/4) ;213,

4(3/6) :169-178,

IdGiTi,

(3)

Idem. 2(l/2);15-23,

1956.

(4)

Iden,

1956.

(5)

Idera. 2(l/2);67,

(6)

Ideia.

2(3) ;108-109,

(7)

Iden.

3{S/4; :203.206,

(8)

Idem,

3(3/&lt;-):21C,

(9)

Iden,

S(3/4) r2lO-^2ll,

(10)

Idem.

3(5/6);355,

(Iljl2,13)

Ide:.",

(14)

2 ■ l/r; •

Idera,

1358;

1958;

1956;

2( 6) ;370-373,

1957.

(2)

2(l/2):31-33,

1956;

I^evista do Livro,

2(3) : 107-109,

1956;

5:120,

1957,

2(4):191,

1956.

1956,
1957.

1957.
1957.

1G57.

6(l/S}

1960

3,

(en preparação).

1956;

5(1/6),

2( 6) ;367-370,

1959 (no p''elo);

1956;

6(1/6)

4(3/6) :207.-2ll ,
1960 (en prepara-

ção)
(15)

Iden.

2(4);191,

1956;

(16)

Idea.

4(l/2);E3~59,

(17)

Federaçac Internacional de Documentação - Classificação decimal uKiVf^rsal

3(l/2);57,

1957;

3(5/6);339-342,

1958.

Edição abreviada-.portuguêsa. Edição abrevia

da portuguesa. Ed-ição preliminar. Lisboa,

Instituto de Al-

ta Cultura", Centro de Documentação Científica,
(18)

IBBD, Boletin informativo.
207,

1957.

1958;

5(l/6)

4(3/6) :203-206,

1959 (no prelo);

1958;

6(l/6)

1954. 174p.
4(3/6) :206—

1960 (era pre-

paraçao) .
--.1

Internacional de Documentação mal u..
Eev.-Padre

c

C:? assei

1; Filosofia

Campes,

jClassificação decd^

|e índice |-Tradução do

S.D.B. r^io de Janeiro,

Institu-

to Brasileiro de ribliografia e Documentação, Comissão Bra
sileira da Classificação Decimal Universal,
(20)

Jacquemin, E(,

1

|142|

- A classificação - decimal universal (CSU)

crição e coiíxentárics das ^egras em uso. Tão

cm

1960

Digitalizado
-^gentilmente por:

de

p,

des -

Janeiro

,

�.2
1960.

32 p:

cação,

(Fedeí-ação Inte'-nacional de Docunentação.

312),

(21) Federação Internacional de Docunentação.
103,

de 8 de set,

Ci»-cular F(Gen)

terra policy

1960I

of

|The Hague,
39p,

cation,

60-

1960,

(22) Federação Internacional de Docunentação - Outline

tion

Publi -

cf

a long-

the laternational Federation-for DocumentaInternational Federation for Docunentation,

(Federaçao Internacional de Documentação, Publi-

325),

I

Digitalizado
-^gentilmente por:

�fM-

r:^

y^

2Afe&amp;

Mm

kl:

^4

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.(^.Pr
f

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L-^-

cm

12

3

I Digitalizado
T gentil mente por:

"

�Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
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                </elementTextContainer>
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                  <text>CBBD - Edição: 03 - Ano: 1961 (Curitiba/PR)</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Principais realizações e atividades das Comissões Técnicas instituídas como orgãos consultivos do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação e que, desde 1956, vêm desenvolvendo intensivo programa, com a colaboração de especialistas e das mais importantes bibliotecas do Brasil. Programa de trabalho da Comissão Latino-Americana, primeiro passo da política regionalista da Federação Internacional de Documentação.</text>
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        <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/10/535/C749_3_PR_V_18.pdf</src>
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                    <text>061 . 3(81)

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2(

��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA E DOCUTÍENTAÇÃO

^
Ante-pçojeto de lei
,
Oodigo Nacional de Empréstimo Interbibliotecario
por
Odette Penha

0-3

OG /. á (8.)

SÃO PAULO
iK
v;. \S

Curitiba
1961

cm

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I Sc a n
&lt;/

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�/ h edj-pJl

AHT5-PRQJETQ DE LEI
CÓDIGO NACIOMAL DS E?!PRESTII:I0 ETTISRBIBIIOTECARIQ
Odette Penha
Biblioteca Central da Universidade
do Brasil

Cria o Smpréstino Inter-Bibliotecário,

sob a super-

visão do Catálogo Coletivo ITacional (IBBD) e estab_e
lece normas para sua aplicação.

Art.

là - Fica instituído o empréstimo inter-bibliotecário, a que e_s
tão submetidas todas as bibliotecas dos órgãos federais, situadas no Distrito Federal, nos Estados e nos Territárioa^
para obras de caráter científico, técnico ou pedagógico.

Art.

22 - A supervisão e coordenação do sistema a ser utilizado

no

empréstimo inter-bibliotecário ficará a cargo do CatálogoColetivo Nacional do Instituto Brasileiro de Bibliografiae Documentação.
Art.

3° - As bibliotecas pertencentes a órgãos estaduais ou munici—
pais, instituições culturais como associações, clubes, que
desejarem participar do sistema de empréstimo inter-bibli_o
tecário, deverão formular seus pedidos ao Catálogo Coletivo Nacional(IBBD), que, após analisá-los, autorizará
não,

ou

sua admissão, firmando convênia com a autoridade com-

petente, na primeira hipótese.
Art.

4^ - Não poderão ser objeto do empréstimo inter-bibliotecário as obras raras; as de custo elevado; as de difícil aquisição e aquelas que por suas dimensões não possam ser transportadas com facilidade.
§ 12 - Também não poderão ser objeto de empréstimo in—
ter-bibliotecário as teses, manuscritos ou material

sim_i

lar, e as obras de referência.
Art«

5° ~ As obras mencionadas no artigo anterior poderão ser fornecidas através de miao-filmes^reprodução fotográfica},

me-

diante pedido ao Catálogo Coletivo Nacional, correndo

as

despesas respectivas sob a responsabilidade da Bibliotecasolicitante, que poderá cobrar do leitor interessado a importância despendida.

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�Art,

62-10 concedida franquia postal, para o transporte das obras objeto de empréstimo inter-bibliotecário.
Parágrafo linico - Os invólucros contendo as aludidas obras deverão ostentar em letras bem visíveis as palavrass
" LIVROS-SMPRÍSTIIIO-EITTRE-BIBLIOTECAS " .

Art.

7° ~

poderão ser solicitadas a uma mesma biblioteca, em oc^
sião idêntica, mais de 2 (dois) volumes para cada interessado.

Art.

82 - Os volumes cedidos por empréstimo, deverão ser de^volvidos,
improrrogavelmente, decorrido o prazo de 15 (quinze) dias,
contados do seu recebimento.
§ - Picando comprovada a responsabilidade da biblioteca pelo atrazo, esta será excluída do empréstimo

inter-

bibliotecário se o fato ocorrer mais do que duas vezes,
Art.

9° - ilo caso de extravio ou avaria do volume objeto de emprésti^
mo, ficará a biblioteca solicitante com a obrig'ação de repôr ou indenizar o prejuízo ocorrido.
§ - Demonstrada a responsabilidade do leitor pelo

ex-

travio ou avaria, a biblioteca solicitante exigirá do mesmo a importância decorrente da reparação da obra ou da

in_

denização.
Art. 102 _ jtq prazo de JO dias, a contar da aplicação desta lei,

o

Catálogo Coletivo Nacional submeterá à apreciação da autoridade competente a regulamentação.
Art. 11® - Aprovada a regulamentação, tôdas as Bibliotecas federais adatarão seus regimentos aos termos desta lei e do regulamento respectivo.

Trabalho apresentado ao III Congresso Brasileiro de Biblio_
teconomia e Documentação, Curitiba,

janeiro de 1961, por Odette Senna

de Oliveira Penna, Bibliotecária da Biblioteca Central da Universidade do Brasil.

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�BREVES lyFüR^lftCÕES

SOBRE A

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE PETRÓPOLIS

Maria Helena

de Avellar Pa Ina

Bibliotecária

Apresentado ao III CjN:}RE330 BRASILEIRO DE
BIBLIOIECONOMIe^ E DOCUMENTAÇÃO

CuritiDa - Parana
1961

Digitalizado
7 gentil mente por:

�BIBLIOTECA MUTTICIPAL DE PfiTRÓPO^IS

Instituição cultural mantida pela

PREFEITUHA MOTÇIPAL

Subordinada ao Departamento de Educação e Cultura

PREFEITO

: Dr. Nelson de Sa Earp

DIRETOR DE EDUCaÇAO E SAtJDE : Dr.
SECRETi^RIO DE EDUCAÇÃO
CHEFE DA BIBLIOTECA

;

Tarquinio Duarte Silveira

Sr. Jose Dopke Froes

; Maria Helena de Avellar Palma

I

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7 gentil mente por:

�1
aiBLIOTÜlCA MUNICIPAL DE PEI-^(5POLI3

DADOS HISTÓRICOS

;

^
Pe^topolls, a linda cidade serrana, possui também, para atender a sua população, uma ótima biblioteca»
Foi a Biblioteca Municipal criada pela lei municipal n2. 1625, de 20 de dezembro de I87I, começando a funcionar
entretanto, a 12 de fevereiro de I876, as 2as., Uqs. e 6as feiras,
das 10 as l'^ horas, na administração do sr. Paulino Afonso Pereira*
r
A
A
Por sede, teve uma das dependencias da Gamara
Municipal.
Deixou depois algum tempo de funcionar, isto,
ços primeiros anos da Republica, por não^haver local apropriado
as si^as atividades, pois o edificio da Gamara contava com grande mumero de repartições.
D. Pedro II, iipperador do Brasil, visitando-a em
1882 e^constatando o limij^do numero de volumes e a pobreza (Je
seu acervo, doou a importancia de (^r.itOO,00 ao professor Jose
Ferreira Paixão, então vereador e diretor de importante educandario da ^cidade e com mais
50,00 conseguidos com^a renda de
um espetáculo teatral fo:i^am adquiridos na Europa vários livros,
entre os quais, o Dicionário Larousse, em 17 vols.
A Biblj,oteca Municipal passou a 25 de janeiro
de 1897 a funcionar no ultimo paviijjento do edificio da Prefeitura Municipalj^ adquirido p.:ira o^^governo municipal sendo então presidente da Gamara o d:r;. Hermogenio Silva.
^
^
Petropolis, capit§.l do Estado, nesta época, era
residencia oficial do corpo diplomático e embaixadores e ministros aqui passavam a estação de veraneio
,
A Biblioteca Municipal (^esenvolveu-se dç um modo extraordinari^o e tem hoje sua seáe própria em prédio a Praça
Visconde de Maua, tendo sido inaugurada em 29 de julho de 19^0«
sendo preÇeito o dr^ Alv.jro Corrêa B§,stos Junior e^bibliotecario
o sr. Jose Xopke Froes, atual secretario de Educação e Gi^ltura.
Presentemente e dirigida pela bibliotecarioa
Maria Halena de Avellar Ç-^lma.
^
Seu acervo atual e de de cerca de ^0.000 vols.
Glassifiçada^pe^-O Sistema Decimal (Je Dewey, obedece as regras
de catalogação (ia Biolioteca Apostolica Vaticana»

CONSULTA

;

O leitor encontrara a seu alcance para manuseio no salão de leitura e a domicilio, uma admiravel coleção de
literatura, assim como 9bras de estudo; medicina, direito, f:i,losofia, etc. 5 oçras didaticas, mapas^ jornais e revistas, diários
e leis e apreciavel coleção de referencia. ,
O emprestimo a domicílio è feito por 15 dias
podendo o leitor_^renovar o prazo e retirar um ou do:i,s livros,
quando o livro não se encontrar na Biblioteca poderá pedir a reserva do mesmo.

cm

1

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-^gentilmente por:

�2
HORÁRIO;
A BibÜQteca funciona nos dias utoiç das 12 as 22 hçras, exceto aos saDados qu^indo 3g abre das 9 as 15
ô das lv8 as
22 hora So
^
Âtemde as diversas categorias de leitores, cônsulentes
e estudioso^, prestando colaboraçao principalmente aos estudantes^dos colégios, ginásios e aos universitários das Faculdades
Católicas Petropolitanas.
0feroc3 qs segttíintes vantagenss
um^salão de leitura, o livre acossQ ~s estanteslistas bioliograficas, orientaçao^e conselhos soDre_^loituras,*informaç9es sobra livros, informações sobre legislação jrasileira, emprestimo
de livros, etc.
j-&gt;s sugestões dad s pelos leitores soo sempre bem receDi^as procurando a Biolioteca servi-los na medida de suas possibilidades.
,
^
Com um numero restrito d^ funcionários, luta ainda a
Biolioteca com as dif iculd;-^des da epoça, falta de local, apropriado as divai;sas secções, preparo técnico de pessoal,^alias
p];oblema não so da nossa mas de muitas outras instituições congêneres.
^
Durante o ano p. findo foram atendidos segundo estatística 50«339 consulentes, sondo 27.309 senhores e 23.230 senhoras, tendo sido consultados kl'030 volames.
Foram registrados 6.1x30 volum.es adquiridos por compra, doação e permuta.
ATIVIDADES

:

Promove a Biolioteca periodicamente ,comem.orações
e ex^vos^ções exaltando vultos nacionais, datas maximas da nossa historia em cooperação com outros cántros .culturais de nos»
so pais.
^Tendo por objetivo ^espertar o conhecimento da geografig,, historia, ativa o intercamoio com, as diversas embaj^adas, orgãos culturais, bibliotecas, etc. tendç receoido inúmeras doações e enriquecido sobremaneira seu acervo.
^
Presta aind^ serviços de e^jtensão biblioteconomica e tem ainda duas filiais; em São Tose dç Rio Preto e na
Posse, preparando todo o material bibliográfico em circulação.
LOCALIZAÇÃO
;
Fiça a
tuada na Praça Maua.

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Biolioteca Municipal de Petrópolis,

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Digitalizado
gentilmente por:

���TER.G3IR0 CONGRESSO BRáSILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOGU!íENTrtÇÃO

Deontologia e ética profissional
por
Laura Garcia Moreno

Russo

C&gt;^^ OGI
Ciqof
Paulo
n

sl
i;-

Curitiba
1961

Digitalizado
-^gentilmente por:

I Sc a n
&lt;/

�STICA PROFISSIONAL

Trnik V

-

RELAÇÕES PUBLICAS

DEONTOLOGIA E ÉTICA PROFISSIONAL
por
Laura Garcia Moreno Russo

SINOPSE;- FUNCSO SOCIAL DA PROFISSSO.
;
%
•

Significado da palavra "deontologia",
A Biblioteconomia como profissão.
Deveres legais e morais do bibliotecário.
A Biblioteca como empresa a serviço da coletividade.
Elementos de propagação da cult\ara,
Especializaçao do bibliotecário.
Cumprimento do dever.
Clima espiritual do bibliotecário,
STICA PROFISSIONAL — Definição e delimitação«
Necessidade e maneira de se criár um Código de Ética
Profissional do Bibliotecário.
✓
Ante-Projeto de Código.

oo

I Digitalizado
-^gentilmente por:

]_'5

16

11

l'í

�DEONTOLOOIA.

E

ÉTICA

PROFISSIONAL

O estudo da fvinção social das profissões está na ordem do
dia e é de palpitante atualidade.
Jeremias Benthan, economista inglês, foi quem pela primei
ra vez usou a palavra ''äeontologia" com o sentido de moral especial
ou ciência dos deveres,

E, pois, um conjunto de normas que regulam

as relações de um profissional com o seu público, com a sociedade.
Um tratalho sobre deontologia bibliotecária vem a ser uma
apresentação dos problemas da classe e vim exame de sua moral

pro-

fissional .
Antes de mais nada, devemos considerar se á
teconomia chamada de profissão.

a

Biblio-

Sim, ê julgada desse modo no

sil e em todo o país civilizado, assim a julgou também o

Bra-

Excelen-

tíssimo Dr. Fernando Hóbrega, ex-Ministro do Trabalho, ao

incluí-

la no 19° Grupo do Plano da Confederação Nacional das Profissões Li
berais do Brasil.
Chama-se de profissão a Biblioteconorpia porque não é, ape
nas, lim trabalho que se faz para ganhar a vida.

Requer conhecimen-

to e estudo especial, adquirido para benefício da coletividade.
Os bibliotecários, como,tantos outros profissionais,
responsabilidades legais e morais.

Desde que assumem seus

estão obrigados a um estudo consciencioso dos progressos

têm

cargos
consegui-

dos no campo de sua profissão.
Todas as profissões têm,a sua moral, que consiste na consideração de sua utilidade social.
Ser amigo dos livros sem sentir afeição por seu mundo não
é suficiente para ser um bom bibliotecário, para governar lima

bi-

blioteca, fazendo-a útil aos demais,
O erudito, o acadêmico, o sábio que por uma
çao fosse designado para dirigir uma biblio-^eca poderia
ser o primeiro inimigo de sua função social.

especializachegar

a

Ser bibliotecário

ê

sentir a biblioteca como emprêsa a serviço da coletividade.

Digitalizado
-^gentilmente por:

�-30 mimdo integrado pelos elementos de propagação
tura s$ ampliou extraordinariamente,
ê tudo.

da

cul-

O livro e a biblioteca já não

Apareceram as microtecas, discotecas, filmotecas, etc.

do esse material de cultura, cada dia, exige mais técnicos

To

para

a

sua classificação, ordenação e seleção de métodos e sistemas,

O

trabalho do bibliotecário deve, pçis, estar em dia com todos

esses

elementos propagadores da cultura,
Tendo em vista a preparação e especialização

do

biblio-

tecário deve êle ter uma formação integral que.abarque, quanto possível, todos os horizontes do mundo dos livros.

Deve possuir, como

nenhiom outro universitário, o que há de cultura em todas as

Facul-

dades, ou seja, yna formação que é a base de ponderação de todos os
nossos problemas.

Isto não quer dizer que o bibliotecário deva ser

enciclopédico, senão conhecer as dimensões da cultura, não para escrever sobre ela, mas para não ignoray, precisamente, que há sempre
alguma cousa mais em qualquer questão,
A especialização há de vir depois, posto que nas pequenas
localidades, e são a maioria, a biblioteca deve servir,

primeira-

mente, como força social civilizadora e moralizadora,

CLIMâ ESPIRITUAL DO BIBLIOTECÁRIO

Ortega y Gasset chamou espírito ao "conjunto de atçs

ín-

timos quo cada qual se sente verdadeiro autor e protagonista",
Ho desempenlj.o de suas funções todo o bibliotecário tem
dever de pôr espírito,

O dever é lima cousa a que

é

o

rigorosamente

obrigado todo aquêle que deseja evitar o completo descrédito moral5
é uma obrigação, uma dívida que não pode ser paga senão por esforço
voluntário,

'

Sua formação lhe dará os meios de bem servir à
dade 5 sua deontologia, a norma; a competência, lhe dará

e te-

nacidade, o êxito; a disciplina, a exatidão; a dignidade,

pres-

a equidade, a gratidão; o tacto, a subordinação.

1

confiança

em si mesmo; o domínio de si mesmo, a segurança; sua decisão

tígio; o espírito de compreensão a paz; a autorã^dade,

cm

coletivi-

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-^gentilmente por:

e

o

respeito;

�-4IUDECISKO ^ CI3MPRIMBITT0 DO DEVER

Em "bem da coletividade e de seu próprio êxito, o

biblio-

tecário deve desterrar de seu vocabulário "não sei, não posso,

i&gt;ãg

há meios, e de difícil solução, não existe, acha-se perdido, etc,".
Nada desacredita tanto como essas foi'mulas tão usadas,
se a

livro q.ue consta no Catálogo,

referindo-

Nada desanima tanto ao

lei-

tor como dar-lhe una dessas desculpas tão condenáveis, porque, ho^e
há muitos meios de se obter informação e reprodução de textos.
Definindo, exatamente, as obrigações do bibliotecário, de
maneira simples, podemos dizer q.ue são:
12 - Conservar
22 - Administrar
32 - Facilitar

00

ÉTICA PROFISSIONAL

Para se falar em ética profissional, convém, antes de tudo, q,ue se precisem os termos e se delimitem os campos.
Tôda ética e, essencialmente, um conhecimento prático, is
to é, um conheciipento que visa dirigir a ação humana numa atividade
para o bem comum.

A ética profissional abrangerá, portanto,os prin

cxpios morais que terão de dirigir a atividade dos que exercem

vima

profissão,
O escopo deste trabalho é tratar do problema em relação,â
biblioteconomia; será um aspecto particular da ética profissional,
Diflci2.nente, uma única pessoa, poderia chegar a um
tema concreto e praticável de preceitos cabíveis,para

as

modalidades de conduta dos integrantes dn uma classe.

Esse

sis-

variadas
siste-

ma, só poderia ser estabelecido através do processo democrático

de

debate refletido e pacienbe entre os membros das várias Associações
de Bibliotecários do País e que tenham experiência
práticos da vida biblioteconômica..

cm

1

Digitalizado
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dos

problemas

�-5Aorescentamos çi.ue, mesmo através àe debates,

realizados

com a máxima boa vontade, não se poderia organizar, rapidamente, xim
Código de Ética.
Seria necessário algum tempo, durante o q,ual,

poderiam

ser testados, em casos concretos, os princípios aceitos

a

título

precário,
A criação de um código moral para o bibliotecário,
possa captar o consenso geral e a indispensável

aprovação

implica::á, de certo modo, os mesmos processos evolutivos

que
social,

q.ue

ca-

racterizaram a ciência bibliotecônomica entre nós.
Deve ser exercida grande cautela para que esse Código pro
picie os frutos desejados, mas devemos criá-lo,

para

discipliiiar

atitudes, motivadas quase sempre, por algum impulso entusiástico«
Cumpre âs nossas Associações se habituarem a

ter

idéias

claras, bem delineadas, no que se refere ao conceito do bem coletivo e fundar nesse princípio o estabelecimento de normas éticas.
Não se trata de empregar truques pedagógicos, porém, apelar ao bom senso de verdade d§ todos, para que possam ouvir a

voz

da Razao em prol do bem comum«
Sabemos ser de difícil a aplicação desse

princípio,

uma

vez que o elogio e a censura são empregados como meios de,coação.Ao
vêr-se guiado assim o bibliotecário adapta-se e permanece»
Ao elogio e â censura se deve o adiamento

injustificável

de nosça valorização profissional e do reconhecimento de nossos direitos«

00

A autora apresenta à consideração do plenário
deste trabalho e às Associações de Bibliotecários vim

o espírito

Ante-Projeto

de Código de Ética Profissional do Bibliotecário Brasileiro,

que,

uma vez estudado e debatido, deseja ser aplicado
são Paulo, 6 de dezembro de 1S60
La-ü.ra Garcia Moreno Russo

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15

16

17

1

�-6ANTE-projeto DE
CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL
22 bibliotecário brasileiro

CONTEÚDO

SECÇSO

I

SECÇSO

II

-

EXERCÍCIO DA PROFISSÃO

-

7

DAS RELAÇÕES,COM O.PÜBLIÇP

E,,COM SEUS

COLEGAS

SECÇSO

III

SECÇSO IV

SECÇÃO V

SECÇÃO

-

-

DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

8

DA ACEITAÇÃO DE TRABALHOS

-

VI

8

9

DAS CRÍTICAS

-

9

DAS ASSOCIAÇÕES DE CLASSE

10

, . .
SECÇÃO VII

SECÇÃO

VIII

-

/ , .

...fé

DA OBSERVANCIA DO CÖDIGO

-

11

DA MODIFiaiÇÃO E VIGEl^^LI DESTE CÖDIGO

11

oo

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16

�-7sEcgSo^^i

-

exercício m PRorassIg

-

Artö. - 12 - O bibliotecário deve preservar, contra tudo e contra todos o cvmho liberal e humanista de

sua

profissão,

porque ê fvindado na liberdade de convicção científica, hvimanístico
porque tem como fundamento a dignidade da pessoa humana.

Art2, - 22 - O bibliotecário deve, acima de tudo, capacitar-se de que a sua profissão não se exaure n\am círculo restrito de interesses pessoais, mas constitui um elemento

substancial

da comunidade.

Art2, - 30 _ Aplicará o bibliotecário todo zelo e diligência e os recursos de seu saber em prol dg progresso

da

pro-

fissão e bom nome da instituição onde sirva,

Artö, - 4° " Os deveres do bibliotecário

compreendem,

além da defesa dos direitos e interesses que lhe são confiados, o
zelo do prestígio de sua classe, da dignidade e

aperfeiçoamento

das Instituições biblioteconômicas«

Art&gt;5. - 5® - O bibliotecário não se valerá de sua influ
ência política em benefício proprio quando osoa atitude comprometer o direito de um colega ou os direitos da cl£3se em geral,

Art2» - 6ä - Todo bibliotecário deve assumir posição vi
gilante no momento da feitura das lei-s, para preservar-se ,o caráter técnico cultural da profissão e os interesses da classe,

Artö, - JQ - uão está inibido o bibliotecário de prestar
esclarecimentos necessários aos corpos leí^islativcs

ou

perante

qualquer departamento da administração pública, propugnando
aprovaçao de prçjetos de leis ou resoluções, defendendo
e causas justas,

E mister, entriítanto, que o faça

âs

pela

direitos
claras,

guardando as observânclas que regulam sua ação no seio da classe.

cm

1

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�-8-

§S22l9==iS

^

S2i 2 l2m2Q S 2M
SEUS COLEGAS

Artö - 8s - Deve o "bibliotecário tratar as

autoridades

e o público em geral, com respeito e uxbanidade devidos,não prescindindo do mesmo tratamento por parte deles,

Art o - 90 - Deve tratar seus chefes com o maior

res-

peito e discreção, sem dispensar igual tratamento por parte deles
e sem esquecer q.ue uns e outros oçlaboram na mesma obra e

servem

à mesma causa com igual dignidade.

Artö -102 - Havendo queixas sérias e fundadas, contra vim
chefe ê de obrigação representá-las ao poder competente,
desse fato cabe aos bibliçtecários prestarem auxílio

ao

A par
Colega

alvo de críticas injustas.

Artö -II0 _ Deve observar em suas discussões a mais per
feita cortezia e urbanidade, abstendosse de alusões â vida particular e de entendimentos tendenciosos.

il2Sl2=='iSí

Art2 -122 ^

"

Sè

2? iiSIiSSi

necessário que se contrate,

previamente,

por escrito, a prestação de serviços profissionais,

atendidos os

elementos seguintess
a) - a relevância, o vulto, a complexidade
culdade do trabalho 5
b) - o tempo necessário|
c) — o lugar da prestação dos serviços|
d) - a competência e renome do profissional

cm

1

I Digitalizado
-^gentilmente por:

ou

difi-

�-9^S£Si2==íí

~

2S TMMLHOS

Artö -13® - Deve o "bibliotecário não se pronunciar

so-

bre serviços que saiba entregue à responsabilidade de outro

co-

lega, sem conhecer os f\indamentos da opinião ou da atitude do mes
mo colega, e na presença dele ou com seu prévio e ezpresso assentimento.

V

-

ms CRITICAS

Artö -14a - As críticas de trabalhos

profissionais

colegas deverão ser feitas com espírito elevado, sem outro
resse senão aquele de colaborar para o progresso da própria

de

intepro-

fissão.

Arto -15° - são condenáveis e devem ser proscritaç

as

discussões pela imprensa, tendo por objeto causas pendentes, Quan
do circunstâncias extremas, de razoes especiais, possam

justifi-

car a necessidade de uma explicação em público, não poderá
lo senão com sua assinatura e responsabilidade,

cingindo-se

assimto em questão, evitando referência a fatos estranhos à

fazêao
cau-

sa .

Art2 -162 - não deve o bibliotecário apontar
formação profissional ou associativa brasileira em

Congressos ou

Reuniões Internacionais, deixando para fazê-lo em §uas
ções de Classe, em Revmiões e Congressos líacionais.

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falhas da

Associa-

�-10-

Arijfi —17® — Cabe às Associações de classe:

a) - Reforçar o sentimento de responsabilidade
cial do "bibliotecário 5

so-

b) - Estimular a formulação de padrões peculiares e
exeqüíveis para orientar as decisões a serem to
madas pelas Associações de classe;
o) - Incentivar o debate, entendimento mútuo e coope
ração entre os vários grupos interessados|
d) - Organizar os trabalhos de equipe|
e) - Criar um olima social que se imponha às camadas
administrativas do país|
/
todo
bibliof) - Criar um ambiente moral em que
tecário se sinta disposto a obedecer
a esses
princípios e percebam que fazendo isso estaraö
atendendo aos seus próprios interesses remotos,

Artö -l8o - Declinará o bibliotecário de mandato
o qual tenha sidç eleito, logo que sinta faltar-lhe

a

para

confiança

dos seus colegas.

Art o -19° - No caso de renúncia de mandato, terá o
bliotecário o maior cuidado em preservar a defega dos
ele confiados e abster-se de declaração pública.

cm

1

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bi-

direitos a

�A^ö -200 _ Deve o "bibliotecário levar ao conhecimento de
sua Associação de Classe, com digcreçao e fundamentadamente,as trare
gressões das noimas dêste Código,

Art5 -21Ö - Quando em dúvida s3"bre questão de ética
fissional q.ue considere não prevista neste Código, o

pro-

"bibliotecário

deve, antes de qualquer atitude,apresentar o caso em termos gerais
à consideração de sug, Associação de QLasse para que o considere

em

sua primeira reunião.

Art 2 -22° - Sempre que tenha conhecimento de transgressão
das normas dêste Código, a Associação a que o "bi"bliotecário pertença
chamará a atenção do responsável paça o dispositivo violado,

sem

prejuizo das penalidades aplicáveis,

Arto -23° - Constitui falta de ética profissional a infra
ção dos Estatutos, Regulamentos e demais disposições das Associaçoes
de Classe e da PEBAB,

Art o -24° - A enximeração dos preceitos expressos neste Có
digo, não exclui outros deveres que aos ■bi"bliotecários

impõem

âs

Leis e Regulamentos, nem os que resultem da independência,pro'bidad^
virtudes que hão de ser as insp^radoras de todos e de cada

um

de

seus atos da vida profissional.

COpiGO

Arto -25° - Qualquer modificação dêste

Código,

somente

será feita pelo Conselho Deliberativo e Assembléia dos Delegados,da
PEBAÇ, em virtude de proposta da Diretoria, com antecedência de

$0

dias.

Art° -26° - Q,pyç§§9te Código entrará en.vigor em todo
Territorio Nacional a

r? cabei^do às Associações

promover a sua mais ampla divulgação.

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de

o

Classe,

��cm

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gentilmente por:

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��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTEGONÜMIü E DOCUlíENTàÇÃO

A Semana Nacional da Biblioteca e o Brasil
por
Lourdes Mesquita Siqueira

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SÃO PAULO
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Curitiba
1961

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1

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�(vA'

III9 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCTBIBWJlÇjO
CURITIBA, 8 a 15 de janeiro de I96I

Tema V - Relações Públicas

A SEMANA NACIONAL DA BIBLIOTECA E O BRASIL
por
Lourdos Mesquita Siqueira*

Sinopse
O trabalho procura enfatizar a necessidade de maior divuXga*
ção da Biblioteca Moderna e de seus objetivos« E Estudada a funçío
dinâmica da Biblioteca e a evolução do seu conceito atraváa dos 3^
culos. Para egsa maior divulgaçao é sugerida a realização anual da
Semana Nacional da Biblioteca nos Estados e Municípios brasileiro^
de forma bem planejada e estruturada, e seu enquadramento no

pro-

grama de realizações da FEBAB,

*Técnico Especializado em Bibliografia e Documentação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica,São José dos Campos (SP)
Diretora da Biblioteca Pública Edgar Portes, Caçapava (SP)

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�A SEMANA NACIONAL DA BIBLIOTECA E O BRASIL

por

Lourdes Mesquita Siqueira

Conteúdo

1, Evolução do Conceito de Biblioteca
2. Biblioteca Dinâmica
5, Semana Nacional da Biblioteca
4. A Semana Nacional da Biblioteca e o Brasil
4.1 Criação de Comissões
4.2 Constituição das Comissões
4.3 Função das Comissões
4.4 Instalação dás Comissões
4.5 Reunião das -.^-omissões
4.6 Programa das comemorações
5. A Semana e a F.E.B.A.B.
6. Bibliografia Consultada

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1

�A Semana Nacional da Biblioteca e o Brasil

Evolução do Conceito de Biblioteca

Sempre que ura povo passa da vida selvagem para a vida civilizada
sente a necessidade de fixar por escrito as suas tradições, as suas
idéias, os acontecimentos políticos ou guerreiros em que toma parte,
Foi a pintura uma das formas de escrever. Os sinais que constitu
iam a escrita primitiva eram figurativos, pictograficos, feitos com
pedras ponteagudas nas paredes das cavernas, reproduzindo a princípio a realidade e depois idéias. Essa pictografia foi com o correr
do tempo transformada em sinsâs cuneiformes que representavam inicx
almente sílabas e mais tarde letras, chegando-se dessa forma à es crita alfabética. As duas primeiras escritas alfabéticas foram:

a

cuneiforme e a egipcia, sendo que desta última deriva a nossa.
Podemos sintetizar a história da escrita no seguinte quadro sino
tico:
^

Fases

j Pictográfica
t
Escrita^ Simbólica
Silabica

Cirilica

Alfabética: egxpcia-fenícia-grega
Latina ou Romana
Idade ífedia

Sgc .3QC

;1, Insular (Inglaterra)
I2, Merovíngia (França) que se
transformou em

Latina
ou

^Escritas Nacionais

o n
n •
/t.
n
j3. Carolina (França)

Romana
4.. Visigoda (Espanha)
5, Humanistica ou Longobarda (Itália)
j6. Gótica (Alemanha)
Bulótica (escrita das bulas papais)
V

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lí

�.2

Os hieroglli'os pei^tenccrn à primeira fase da escrita e representavam ora a figirra dos próprios objetos e outras vezes eram puros símbolos destinados a exprimir idéias e sentimentos, Esses sinais hiero
glifos, interpretados por Chairpollion, sofreram com o tempo certas
modificações introduzidas pelos escribas. Foram abreviados de forma
que deram unicnm.ente o côntôrno das figuras, resviltando assim uma escrita mais simples, denominada "hierática", Esta escrita, por sioa vez,
ainda veio a sofrer novas modificações, tomando a forma curslva, vindo
a const'd.tuir a escrita popular que os gregos chamaram "demótica",
A escrita cuneiforme - assim chamada porque os caracteres tinham a
foriüa de cunha - era cono a hieroglífica, ao mesmo tempo pictografica,
ideográfica e fonética. Foi interpretada em meados do século IJX devido sobretudo aos sábios Rawlinson, Oppert e Hincks e concorreu para o
/
A
/
rápido e intenso desenvolvimento da inteligência humana, tanto que, ja
no 32 milênio antes de nossa era, os grandes monarcas acadianos se pre
ocupavam em organizar bibliotecas reunindo coleções de pequenos tijo los, onde era registrada a ciência da época«
O aparecimento do alfabeto permitindo fixar em documentos as variadas manifestações do engenho intelotual transformou a escrita em ins trumento de trabalho e de cultura, vulgarizou a ciência, pôs a literatura e a filosofia ao alcance de todos os homens.
As bibliotecas da Antiquidade tinham um caráter privativo, sendo
destinadas exclusivamente a sábios e eruditos. Eram instaladas em templos e palácios reais, onde também ficavam os tesouros, os objetos de
culto, as tradições, e tudo que se relacionava com a história de

um

povo.
Os antigos egípcios e assírios, possuiram suas bibliotecas que servirajn mais tpjde, de modelo aos gregos, da mesma, forma que a cultura
helênica se estendeu depois ao Egito, Ásia e Itália, dando origem, nes
ses países, a outras bibliotecas.

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�A leitura teve grande incremento com a descoberta do papiro, sendo
os templos, desde então, convertidos em centros de atividade literaria,
onde o prestígio dos escribas eri ratiito grande, devido ao caráter cien
tifico e religioso de suas funções.
A arte de escrever começou a ser usada entre os gregos no século
VIII, permitindo até a morte de Alexandre, a elaboração de uma literatura vasta e fundamental para o desenvolvimento estético e teórico

da

humanidade,
Passou o livro desde então a ser a forma por excelência de os honens
coratinicarem seus pensamentos e os auditórios começaram a ser substituídos pelas silenciosas salas de leitura# mais propícias a meditação,
Com o incremento do cristianismo na última época do Império Romano,
surgiu uma literatura peculiar, sendo as obras colecionadas em bibliotecas unidas a Igreja, A mais importante dessas bibliotecas foi fundada por Panfilio, em Cesaréa e enriquecida por Eusébio, historiador da
Igreja,
A Idade Media marcou um período importante na evolução do pensamento, A lingua latina escrita apenas com 24. sinais de origem grega, ad quiriu dignidade literaria. Os códices em papiros passaram a ser trans
A
critos sobre o pergaminho e os copistas eram os monges nos mosteiros
que, pouco a pouco, fizeram surgir as chamadas "escritas nacionais",
Foram os monges os depositários dos manuscritos salvos das invasões
barbaras, Foi notável, nesse sentido, o mosteiro de Ifcnte Athos

na

Grécia, e digno de referencia o trabalho dos beneditinos, aos quais de
vemos o fato de terem chegado ate nossos dias muitas obras primas

da

Antigüidade,
Os monges beneditinos ocupados na cópia de manuscritos antigos

e

senhores de muitos conhecimentos agrícolas e mecânicos, foram os gran^
«v
des reconstrutores da Europa, apos o vendaval das invasões barbaras,
A
p
Mantiveram acesa a chama do saber clássico e ensinaram aos povos, com

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�o SGU Gxenplo, a cultivar a terra, a desbravar os desertos, a secar os
A
\
pantanos, a levantar as ruinas que Jaaian por toda a parte,
Sao ^Gal, Sao Patrício, Sao Bonifácio, São Columbano e São Bento, são
os grandes nomes dessa orden, responsável por 50% dos códices medievais.
Eram os mosteiros, quase que os únicos centros de ensino, onde os jo
vens estudiosos deviam copiar as obras dos antigos ou de seus mestres.
No século XV, recuar era avançar. Da Itália e depois da Franga, derranaram-se as gemas da jazida literária da Antigüidade, Abriram-se es colas para o ensino do grego e do latim e academias para a restaui'ação
e o estudo dos textos. Reacenderam-se as luzes apagadas de Roma e

da

Grécia, Assim iluminada, reencontrou a humanidade os proprios predicados perdidos nas trevas medievais.
Surgiu a imprensa que pode ser considerada como um verdadeiro mrco
na historia das bibliotecas, porque desde então, elas adquiriram, grande
desenvolvimento, multiplicaram-se, enriqueceram-se na proporção do eres
cimento da população literária, estimulando no público o desejo de instrução,
iUites e durante o quinhentisno, fundaram-se diversas bibliotecas
universitárias, tais como as de Conpenhaguc, Valladolid, Lausanne,
Leipzig, Leyde, ütrech e Edinburgo e muitas outras públicas, como as
de Viena, Msgúncia, Lião, Berna, Angsburgo, Gênova e a Colunbina, de
Sevilhaj a do Escurial e a /unbrosiana de Milão; a Valliciliana, de Roma; a Estense, de MÍdena,
Em 1595 abriu-se a Nacional de Paris, originada de pequena coleção
de Carlos V, em parte vendida ao duque de Bedford e o restante mais
tarde aduzido aos volumes confiscados por Carlos VIII e Luís de Blois
para Fontainebleau,
A primeira livraria pública da América, foi criada em New York, em
1,700, pelo pastor João Sharp,

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�.5

A partir da Revoluf^ão Industrial, 03 bens da civilisagao passaran a
medir-Se en função das niassas. As bibliotecas que a prir.cípio erain privilégios reais e sacerdotais, tornarara--se instituições para o povo.
Al
Assájn, da Biblioteca l-fuseu, passanoo a uri organisno vivo e dinasico,
onde cada princípio de adiiiinistracao, cada metro quadrado do local, cada peca d^s instalações, se orienta no sentido de bem f^ervir ao leitor.
"/is lendarias riquesao de nilhares do papiros reunidos em Pergamo e
i^Jexandria, en Atenas e em Rona, onde estes tesouros tinham a tal ponto fins de luxo epicurista que, em algunvas, as estantes eram de cedro,
nariin e mármore con incrustagões a ouro, tudo isto são fatos do passado,
O quadro romântico das velhas livrarias de in-folios iluminados e códices preciosos, repousando na calma das salas vagamente iluminadas por
vitrais coloridos, onde ate o silêncio parece dormir, e a quietude, o re
pouso, a trancmilidade dos estúdios sao verdadeiros repositarios de calma propícia a erudição beneditina, nao e mais para os nossos tempos.
A tradiçao monacal das vetustas camaras abobadadas, pejadas de grossos volumes, para uso e gozo de uma elite de letrados e couca de antanho.
íloje a biblioteca deve ter uiaa função dinamica de divulgaçao cultural, indo ao encontro da massa, disseminando conhecimentos, irradiando
A
M
ideais, fomentando, selecionando e dirigindo toda a imensa multidão de
leitores potenciais do seu sator de acao, assistindo as gerações

que

completam os cursos universitários, abolindo a tendencia do livro fecha
A,
A
do, criando e estimulando o gosto pela leitura, pelas conferências, pelas audições, completando enfim o trabalho cultural das escolas secun. darias",

2, Biblioteca Dinamica
A biblioteca moderna procura colocar o livro ao alcance de todos,
despertar o gosto pela leitura, principalmente nas crianças; oferecer
ao leitor todas as facilidades para que encontre o que procura, sem esA
mA
forco e em condicoes comodas; e proporcionar meios para estudos senos

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i'g

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i's

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�.6

Essas atribud,.oões da biblioteca de nossos dias, exigen do biblio~
tecário un preparo cada ves riais coaplexo, Oivhen, era apenas ijn er^adito; hoje, ao lado de. sua. bagagexi ciiltiiral precisa de iir;ia forraagao
técnica, constanteraente atualisada, porque do contrário ficará nuna
situação subalterna e outros virão ocupar o lugar que na realidade
M
lhe pertence, daiido assim origeri a ''Jiia outra profissão,
Muitos são os que pretendem separar o bibliotecário do docmentalista, raas o docarnentalista nada nais é que a»?, bibliotecário especializado, e a Docmentaçao que, segundo Coblans, é impossível de ser de
finida com exatidao e cujo objetivo e, segundo a FID, "reunir, classer
et distribuor des docuraents de tout genre dans tous les donaines de
l'activite huriaino", é a própria Bibliotecononia, despojada das vellias
técnicas, adotando novos raetodos de trsbalho e lançando mao'de laeios
mis eficazes que satisfaçam as exigências do aumento e variedade da
literatura científica, pemitindo ao pesquisador saber de maneira rát
^
pida e precisa tudo o que tem sido publicado no pais e no mundo sobre
o assunto qus no momento lhe interessa»
Em 1904., Cliarles-Victor Langlois, escrevia: "Comment faire pour que
le public soit en raesure de s'informer rapidement et surement des ressources de toute espècs qu'offre 1'énorne bibliothèque accumulée

par

les écrivains de tous les tenps et de tous les pays? C'est-à-dire, le
patrimoine littéraire et scientifique de 1'hunanité? Cooment aménager
ce patrimoine de manière que tous les interesses en pouissent a^Ji3Si
complotement et confortablement que possible? Tel est l'enonce le pl'os
general du probleme bibliographique".
Segundo líalcles: "H serait difficile d'exprimer cet énonce en termes plus accGSsibles; auss.i bien et poiir essayer de s'en tenir à une
forme aussi directe, peut-on repondre que Ia Solution du probleme reside dans l^utilisation d'Instruments particuliers du travail intellectuel dsnommés bibliographies ou répertoires bibliographiaues".

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^g^ystem
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�7

A bibliografia oae conr-titui a etapo inicial de quaJ.quer Rervioo
cio investigação, e to,n velha qunnto a bibliotv^cononia, poren tomou
novo iapi'lso e ^;rande vulto no r^e-culo P/II, aparecendo cono inv^tru.rnento de aujc'lio ao pesquisador,
Surr^iu para solucionar o [-grande problema da organiaacao racional
do patriiionio científico o literário da liur.ianidade, patriaonio esse
que e representado por ura nuiaero cada vez iiaior do naterial impresso.
Baseia-se em 4- elenentos;
I - na investiganão
II - m identificação
III - na descri-ção
IV - no arranjo
Os catálogos impressos do século XV a XVI, constituirari as primei«
ras verdadeiras bibliografias, se bem que essas listas não obedecessem
a nenhuma regra. Chamavam-se "Catálogos" ou "Bibliotheca", pois a palavra Bibliografia só apareceu em 16/^6, com Louis Jacob, L partir do
ß
\
século XVII, essas listas se sucederam rapidamente, passando a ser os
interm.ediários entre os livros e os leitores. Inicialmente eram em or
dem alfabética de autores, e depois, classificados por assunto, com o
objetivo de faciJLitar o trabalho do pesquisador,
O desenvolvimento científico trouxe como conseqüência u_m grande
aumento de produção bibliográfica, qúe começou a ser apresentada em
formas diferentes daquelas ate então conhecidas pelo bibliotecário,
Surgirai?: as teses, as monografias, as tabelas, as patentes, os guias,
etc,

Apareceram os periódicos, que, pela diversidade do seu conteúdo,

exigiam ura tratamento todo especial, Era necessário a análise de cada
artigo, com a focalizaoão dos diferentes aspectos de cada assunto.
As bibliotecas dos Estados Unidos e da Gra Bretanha, empenhadas na
socialisação da educação, com tal afã se dedicaram a esse empreendimcnto, que ficcu temporariariente esquecida a função primordial

do

bibliotecário - a compilagao de bibliografias, tarefa que durante

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�/
A
séculos foi por ele feita,
A literatura se avolunou, dando margem pnra que aparecesse no cenário, p docunentalista, GoiiipT.eta2i6nte leigo em bibliotecononia e que,
de maneira inais ou nenos amadora, começou a fazer com o auxílio da me~
canisaçao, a indexação dessa literatura.
Ora, as bibliotecas nao dispunliam de aparelhamentos para esse fim
e os bibliotecários não possuindo o preparo técnico necessário para en
frentar a situaçao, ficaram completamente desnorteados diante do acres
cimo e variedade dos acervos.
Surgiu então a Documentação para solucionar o problema desse acumulo e variedade de produção bibj.iográfica, A Documentação, ainda citando Iklcles, "nada mais é que Bibliografia superada no seu conteúdo

e

acelerada na sua marcha",
Aproveita-se de várias técnicas:
I - a bibliotecononica!quando falamos em classificação e catalogação
II - a bibliográfica: quando falamos em clifusao e utilizaçao
III - tipográfica
IV - mecanográfica
V - fotográfica

Exarainemos agora a Biblioteconomia, Sabemos que essa ciência com preendej
I - ilquisiçao
II - Organizaçao

A aquisição significa obtenção do melhor livro para determinado lei
tor, e a tarefa do bibliotecário é colocar à disposição do leitor todos os tipos de material impresso ou não, facilitando a sua utilização.
Organização bibliográfica é o trabalho de tornar acessível o materi
ai existente e a Documentação e a parte da organizaçao bibliográfica
que situa e obtém o material destinado as pesquisas, nos ramos de in dústria, do comércio e das ciências em geral.

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�M
&gt;
A
A Docvmentaçao ise aproveita da tccnica bibliotecono-mica - classificação G catalogação - e da bibliográfica, utilizada pelo bibliotecário desde os tempos nais rc-notos, Para atingir as técnicas tipográ
fica, mecanográfica e fotográfica? precisa apenas a. biblioteconomia
oferecer aos profissionais ut;: xjrepnro svificiente para sua devida coiapreensão e utilização.
Por SI podemos verificar ciue a Docunentaçao nada mais e que bibliotecononia atualizada., marchando com os fatos, e que bibliotecário especializado e docunientalista significam a mesma cousa, com terminologia
diferente«
O que se torna necessário é a modificação nos currículos de nossas
escolas de biblioteconomia, com a inclusão não de apenas uma cadeira
de Docimentaçao, mas sLm de vários topicos dentro do campo da Doou inentaçao. Outra medida que se faz indispensável e a instalaçao

dos

cursos pós-graduados&gt; para que os bibliotecários formados .lá há alguns anos, possaia atualizar os seus conhecimentos, fiquem a par das
5.novaçQos biblioteconomicas, dos novos métodos e técnicas indispen sáveis a sua profissão e se instruam sobre o uso da CDU, classificação que desde Otlet e La Fontaine, vem servindo a Dociraentação.
Podem contestar os leigos em biblioteconomia, que o bibliotecário
tem se preocupado exclusivamente com o acesso físico

que e feito

através dos catálogos e que o documentalista possibilita o acesso ao
conteúdo, chamado por Shera: "content acessibility", através de índices, da bibliografia, dos serviços de resumo. Porém, nós que dominamos
A
A ^
^
a ciência biblioteconomica, sabemos que, para classificar e preciso co
nhecer o conteúdo do livro, Nao classificamos apenas pelo título,

E

niJina biblioteca especializada, onde so use o catálogo sistemtico,
desce-se a especificações, da-se entradas secundarias a todos os as pectos do assunto tratado no documento e que possam interessar ao pesquisador naquele ramo

de conlaecimento humano,.

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�.10

.

o que é verdade, e que as nossas bibliotecas, por falta de verba,

não dispõem dos aparelhamentos necessários. Sem a mecanização, o bibliotecário será serapro um escravo de serviços rudimentares que lhe
tomara todo o tempo que poderia ser dedicado a um estudo mais profundo
e minucioso,

do conteúdo do material bibliográfico, a conipilaçao de bi

bliografias e a realizaçao de resumos,
Ê necessário que despertemos a atençao dos governantes e do povo
para esses problemas. Torna-se imprescindível ressaltar a eficiência
dos serviços biblioteoonomicos e a importancia da biblioteca. A vida
moderna com seus inúraeros atrativos dificulta a nossa tarefa de valorisação, avunentando o desinteresse pela leitura, A televisão, o rádio
e o cinema, são os nossos mais fortes concorrentes nesse terreno,

A

Biblioteca precisa adotar ima atitude agressiva, sem o que ficará irremediavelmente relegada a um segijndo plano. Torna-se indispensável
uma propaganda inteligente e bem orientada, com aproveitamento das oportunidades que se nos apresentem.

E melhor oportunidade não existe

que a "Semana Panamericana da Biblioteca" há poucos^ anos instituída
pelos Estados Unidos da América do Norte,

Semana Nacional da Biblioteca
A "National Library Week" foi instituída nos Estados Unidos da América do Norte no ano de 1957, e comemorada pela lâ vez de 16 a 22

de

março de 1953, por sugestão do "National Book Committee" e de um grupo
M
de pessoas interessadas na valorizaçao da biblioteca e no incremento
da leitura.
Sob o slogan "Wake üp and Read" o "American Book Committee", com a
cooperação de "American Library Association", obteve participaçao

e

apoio dos editores, publicadores, jornalistas, do rádio, da televisão
e de elementos mais representativos da vida econômica, cultural, edixcn
cional e administrativa de cada comunidade, elementos esses, que têm
anualmente constituído os comitês para orientação e planejamento

das

comemorações.

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l'í

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As celebrações abrangem todos os recantos dos Estados Unidos, visando num movimento coordenado e com firme orientaçao, os seguintes
objetivos enumerados por ten Arnold no "ALA Rületin";
I - Incrementar o apoio dos altos líderes da vida economica, profissional e cultural do país às bibliotecas.
II - Expor a necessidade da extensão e melhoramento dos serviços de
bibliotecas escolares e públicas,
III - Oferecer oportunidade para que os bibliotecários trabalhem mais
de perto com os lideres de jornais, revistas e agencias

de

propaganda, na difusão do uso do material impresso.
IV - Atrair de maneira mais ampla a atenção pública para os serviços
bibliotecários, por meio de artigos nos grandes jornais

e

revistas,
V - Promover prestígio para a leitura em si, mostrando o papel vital que as bibliotecas podem desempenhar nos seguintes ca SOS: o praser de ler em voz alta no seio da família; as reconçensas de ler como recreação; a contribuição da leitura
para o progresso na profissão.
A Semana tem sido, desde então, celebrada anualmente, sendo que,
em 1959 e i960, as comemorações foram realizadas de 12 a IS de abril.
Todo o Continente americano, no mes de abril, participa desse movi
mento que visa, como pudemos constatar ncs objetivos descritos

por

I/cn Arnold, incentivar a leitura, ressaltar o valor dos serviços biblioteconomicos, demonstrar as funções altamente educativas da biblio
teca e oferecer oportunidade ao bibliotecário para atualizaçao e de senvolvimento dos seus conhecimentos profissionais,

A Semana Nacional da Biblioteca c o Brasil
No Brasil, a "Semana Nacional da Biblioteca" foi celebrada de 3 a
9 de abril, em 1959 e i960, porem salvo raras exceções, essas comemoA
\
rações tem se limitado apenas as capitais.

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"•

Em Sao Paulo, sob o patrocinio da Associaçao Paulista de Bibliote-

/
M
/
A
carios, da Associaçao de Bibliotecários Municipais, da Gamara Brasi A#
^
leira do Livro, com a colaboragao da Biblioteca Municipal, Colmeia,
Departamento de Educação, Fundação do Livro do Cego, Ifcvimento da Arregimentação Feminino c Serviço Social da Industria, essas celebrações
têm se revestido do mais completo êxito. Porém, ainda não atinamos com
as possibilidades que teriamos se, nessa ocasiao, levássemos a efeito
em todos os municípios brasileiros, comemóraçoes com os objetivos citados no item anterior.
Devíamos seguir o exemplo dos Estados Unidos da América do Norte,
organizando para esse fim, comissões compostas não apenas de bibliotecários , mas também de elementos representativos da vida caltural, edu
cacional, econômica e administrativa de cada comunidade, com a partici
pação da imprensa falada e escrita, para que apresentassem, sugestões e
se sentissem integrados nesse movimento de valorizacao das nossas bi bliotecas. SÓ assim, teríamos a certeza de alargar os nossos horizontes e de despertar una consciência pública sobre a importância dos
^
*
serviços blblioteconomicos^ criando um clima favoravel para o desenvolvimento de nossas atividades.
Baseados na leitura de boletins da "American Library Association" e
da "Associacion Colombiana de Bibliotecários", apresentamos algumas
sugestões para a ''Semana Nacional da Biblioteca", em nosso país;
/V.l Criação de Comissões
Para o planejamento e orientação das comemoraçoes, seriam criadas as seguintes comissões;
1) Comissão Nacional
2) Con.lssões Estaduais
3) Comissões ílinicipais
4.c2 Constituição ias Comissões
Para a consituiçao das comissões acima referidas, seriam esco -

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Ihidos não apenas olenentos de destaque no campo da Biblioteconomia e Docunentaçao, ms também figuras representativas da vida
A
^
cultural, educacional, econonica e administrativa do Pais,

dos

Estados e dos !4inicipios. Nao seriam naturalmente, esquecidos os
representantes da imprensa falada e escrita,
Essas comiSGoes ficariam, mais ou menos assim constituídas;
1) Comissão Nacional
Presidente:
Ministro da Educação e Cultura
Ifembros:
Presidente do I.B.B.D,
Presidente do Instituto Nacional do Livro
Secretário Geral da Federação Brasileira de Associações
de Bibliotecários
Diretor da Biblioteca Nacional
A
Presidente da Camara Federal
Presidente da Comissão de Educação e Cultura da Prefei
tura de Brasília
Representantes da imprensa falada e escrita
3 bibliotecários de projeção no país

2) Comissões Estaduaia
Presidente;
Secretario da Educaçao
ffcnbros:
Reitor da Universidade
Diretor do Departamento de Educação
Presidente da Comissão de Educação e Cultvira da Prefei
tura
Presidente das Associações de Bibliotecários existentes
na Capital
Diretores das Escolas de Biblioteconomia da Capital

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�•u

Presidente da Bederaçao das Industrias
Presidente da Associação Comercial
Representantes da imprensa falada e escrita
3 bibliotecários de projeção no Estado

3) Comissões Minicipais
Essas comissões seriam criadas nas cidades do interior e ficariam assim constituídas:
Presidente:
Prefeito Itoaicipal
Membros;
Presidente da Camara
Presidente da Comissão de Educação e C\ü.tura da Prefeitura
Presidente da Associação Comercial, Industrial e Agrícola
da cidade
Diretor da Biblioteca Publica
Diretores das escolas primárias, secundarias e superiores
existentes no município
Presidentes dos clubes literários e recreativos
Representantes da imprensa falada e escrita
Bibliotecários existentes na cidade e que possuam o diploma de Escola de Biblioteconomia
Diretores de Escolas de Biblioteconomia (se houver)

4-*3 Função das Comissões
l) Comissão Nacional:
a) Obtenção do uma verba especial para cobrir as despe
sas decoiTentes das comemorações,
b) Supervisão e planejamento dos trabalhos,
c) Estudo e elaboraçao de um programa de comemorações
para todo o país.
d) Orientação e fornecimento de material de propaganda
aos comitês estaduais.

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e) Realização dentro do prazo de 90 dias após o término da Semana, de um relatório das comemorações
em todo o país e de um balancete que seria uma
prestação de contas do emprego da verba recebida
2) Comissões Estaduais:
a) Estudo do programa do comemorações sugerido pela
Comissão Nacional, sendo-lhe reservado o direito
de suprimir, modificar ou acrescentar alguns
itens,/ de acordo com as condicoes
locais e
o

as

sugestões apresentadas pelos membros da Comissão
b) Orientação e distribuição de material de propaganda
às comissões municipais,
c) Apresentação a Comissão Nacional, dentro do prazo
de 60 dias após o término da Semana, de um relatório não só de suas atividades como também do
trabalho realizado pelas comissões municipais,
sob a sua orientação,
3) Comissões Municipais;
a) "Estudo do programa das comemorações sugerido pela
Comissão Nacional, sendo-lhe reservado o direito
de suprimir, modificar ou acrescentar alguns
itens, de acordo com as condiçoes locais e

as

sugestões apresentadas pelos membros da comissão
b) Apresentação a Comissão Estadual, dentro do prazo
de 30 dias após o termino da Semana, de um relatório de suas atividades.

Instalação das Comissões
As Comissões seriam instaladas 90 dias antes do início da
Semana Nacional de Biblioteca o entrariam imediatamente
atividade.

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em

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4..5 Reunião das Comissões
As Comissões se reuniriam com a maior freqüência possível
para estudar o planejamento da "Semana", convidando bibliotecários de todos os setores para apresentação

de

sugestões.
4.6 Programa das Comemorações
1) Divulgação pelos jornais, revistas, rádio e televisão,
dos objetivos da Semana.
2) Palestras, conferências, exposições, nao só de caráter
técnico, mas também de cunho cultural,
3) Cattazes e "slogans" que seriam colocados nas casas comerciais, escolas, clubes, fábricas, etc..
4) Concursos literários.
5) Concursos de vitrines,
6) Instituição do "Dia do Bibliotecário",
7) EscoUia do "Bibliotecário do Ano", que receberia o seu
título em sessão solene realizada na Capital do Estado,
no "Dia do Bibliotecário",
S) Mesa redonda na televisão, com a participaçao também

de

bibliotecários do interior, para que fossem ventilados
e discutidos os problemas das bibliotecas afastadas dos
grandes centros,

A Semana e a F.E.B.A.B.
M
A
Esperamos que a Federaçao Brasileira de Associaçoes de Biblioteca
rios «nalise com carinho estas sugestões e tome as necessarias pro vidências para que em todo o Brasil, seja, durante a "Semana Nacio nal da Biblioteca", levado a efeito um movimento bem orientado e que
as vozes em uníssono se levantem em prol de tao nobre causa, sem

o

que jamais alcançaremos, integralmente, o nosso objetivo.

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lí

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Um País não é constituído apenas de Capitais. Integram-no tambéi?
as cidades do interior. Sabenos, e muito bem, a natureza dos proble
mas que o bibliotecário ai enfrenta, no desempenho de suas funções,
dificuldades que geraL'aente decorrem num meio onde a biblioteca raramente é reconhecida como instituição de utilidade publica.
Ifa movimento esparso, de nada adianta. É necessário, pois, que
durante a oportunidade excepcional da Semana, façamos com que gover
nantes e povo de cada comunidade fiquem convencidos do valor da Biblioteca e de que "nenhuma operaçao de credito, nenhuma aplicaçao de
capitais, dará ao Estado maior rendimento que os gastos feitos para
difundir conhecimentos. - A inteligência cultivada e o traba].ho amparado não sao frutos de luxo, produtos artificiais de estuf.as fecha
0^
P
^
dasj sao fortes e vigorosas raizes a esgalhar ao ar livre a ramaria
farfalhante das frondes acolhedoras e amigas".

é. Bibliojferafia Consultada
1, AGUIAR, Pinto de.- Função dinâmica das bibliotecas. Salvador,
Progresso, 1958, p,13-14.
2é ARNOLDjj len - National Library Week off to a good star. ALA Buli.
51(9): 673-721, Oct. 1957.
3. ARNOLD, ]^en - National Library Week at this eleventh hour. ALA
Buli. 52(2): 111-113, Feb. 1958.
4-, BOLETIN de Ia Asociación Colombiana de Bibliotecários, 4(l):
17-18, Encro/Mirzo, i960,
5. MALCLÈS, Luise-Nöelle.- La bibliographie , Paris, Presses Universitaires de Prance, 1956, p.7
6. MEYNER, Robert B. - National Library in New Jersey. ALA Bull.
54(3); 203-20/t, ífer. 1958.
7« RIZZINI, Carlos - 0 livro, o jornal e a tipografia no Brasil.
Rio de Janeiro, Kosmos, 194-6, p,141-142.

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ß» THIHOW, Gertrude R, - National Library Week in its third year.
AU Bull. 54(1): 31-33, Jan. i960.
9. TRUEM/IN, William Albert - The common cultural objectives of National Library Week and the Canada Council. ALA Bull.
54(7): 603-607, July/Aug., i960.
10. VICENTINI, Abner Lellis Correa - 0 conceito moderno de biblioteca.
O Valeparàibano, São José dos Campos, 7/8 de abril

de

i960.

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                <text>O trabalho procura enfatizar a necessidade de maior divugação da Biblioteca Moderna e de seus objetivos. E Estudada a função dinâmica da Biblioteca e a evolução do seu conceito através dos séculos. Para essa maior divulgaçao é sugerida a realização anual da Semana Nacional da Biblioteca nos Estados e Municípios brasileiros, de forma bem planejada e estruturada, e seu enquadramento no programa de realizações da FEBAB.</text>
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���TERCEIRO GOfíGRESSO BRASILEIRO D3 BIBLIOTECONOMIA E DOCmfflNTAÇÃO

Processos técnicos e formaçao profissional
por
ádelpha S.R. Figueiredo

p elBaíj «v
«pA

02 •. 0&lt;S &gt;. ^

SAO PAULO
v^-ío-cito.:^

Curitiba
1961

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I ...

\J - eAjL

�'■

PROCESSOS TÉCNICOS -E FOKMQjSa mOPISSIONAL

P

O

por
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'i

Adelpha S-.R. Figueiredo
Chefe de Catalogação e
Classificação da Biblioteca
Municipal Mário de Andrade

Tendo recebido o honroso convite de apresentar, neste conclave, um trabalho sobre "formação profissional do bibliotecário"
começávamos a elaborá-lo quando fomos consultados sobre a possibilidade de

apre-

sentarmos, como representante da Associação Paulista de Bibliotecários, um

outro

sôbre "processos técnicos",
Se ura convite era honroso, o outro era impossivel de se regeitar, na qualidade de representante da Associação a que perten
cemos.
Como diz, em seu trabalho "The Technical
Processes and Library Service", William M. Randall,
✓
...|os serviços técnicos] tornaram-se,para
muitos, a atividade mais típica das exer
I
cidas pelos bibliotecários...
pensámos que reunir, em uma s&lt;5 exposição, êsses dois aspectos da biblioteconomia,
não seria fora de propésito, pois estaríamos estudando, ao mesmo tempo a formação
do bibliotecário e aquilo que, até há bem pouco tempo, constituía a atividade mais
^i^líoteconômioa das atividades da biblioteconomia; os processos técnicos.
Sendo a nossa tarefa histérica, começaremos
tentando definir o que entendemos por processos técnicos e diremos, depois,algo sô
bre sua evolução entre nós, ^ que constituiu, também por largo tempo,' a formação
dos nossos bibliotecários,
E possível pensar em bibliotecas,pelo menos,,
de dois modos» Sobre qual dêstes modos a biblioteca é julgada, por um indivíduo,de
pende exclusivamente do conceito que êle faz, através do tipo de biblioteca que ge
ralmente encontra,
Um dos modos é bem típico da bíblioteoa do
passado e o outro, tao claramente da biblioteca do presente ciue não seria de tôdo
mau chamá-los respectivamente de "biblioteca museu" e de "biblioteca viva ou

atu-

ante". Em outras palavras, de "coleção de livros", a biblioteca antiga e de "agência de serviço", a biblioteca viva.

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�Não podemos, entretanto, deixar de reconhecer q.ue a biblioteca "agência de serviço" nasceu do desenvolvimento natural da biblioteca "coleção de livros". Talvês possamos dizer, mais claramente que a primeira idáia, a da coleção de livros, transformou-se na segunda, quando essa coleção
de livros passou a ter valor como coleção de cousas usadas, cada uma no sentido da
utilidade nelas contidas.
Em seguida consideraríamos as coleções

de

livros como arquivos de conhecimento e portanto, fontes de cultura, o que nos leva
â idéia moderna de biblioteca, sendo cada livro uma fonte de conhecimento com

um

serviço específico a ser prestado, ou a coleção como "agência de serviço": fontes
de informação que têm como função específica a comunicação de um fato ou idéia

a

í alguém.
;

Esse alguém quem é? Fatalmente, o consulente, o estudioso que procura se abeberar nas fontes de conhecimento de tôdos os tipos, quer seja êle um curioso, um simples estudante, um peaquizador, um cientista

I ou, alguen que deseja momentos de um lazer intelectual»
Desde que admitamos o consulente, teremos
descoberto o público das bibliotecas e, nesse mesmo momento, deixamos de pensar na
, biblioteca como uma "coleção de livros", e o nosso conceito passa a ser o de

uma

biblioteca "agência de serviço".
E quem se ocupará da prestação dêste serviço? Como será êle prestado? Que Conhecimentos deverá ter quem o prestar? Que métodos empregará para prestá-lo eficientemente? De que material disporá para a sua
prestação de serviço?
Surge então a idéia daquele que prestará o
serviço: o profissional da biblioteca. Em seguida, aparecem ás maneiras dos melhores meios da prestação de serviço. E o profissional enfrenta os problemas do material para servir, do conhecimento que lhe é necessário para, no desempenho do

seu

I mistér, poder ser realmente útil. E daí, é que veia a questão da "formação profisi

sional".
Constata-se então, o fato da função educac_i
onal do profissional da biblioteca, pois, não basta dar uma determinada organiza-

í çao ao material, de acôrdo com determinados métodos; é necessária a capacidade de
r
-orientação do público através da massa de material informativo.
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�o profissional de biblioteca pensa, então,
ern seu papel de "guia de leitura" através do mundo de conhecimentos contidos

em

sua coleção de livros, folhetos, revistas etc. Assim agindo, pensa mais no seu ser
viço junto ao público do q.ue em coleçoes e grandes acêrvos.
Para melhorar o serviço, terá êle que apien
der mais e mais a respeito daqueles a quem serve e das suas necessidades| mais

e

mais sôbre os materiais de que usa para desempenhar suas obrigações, no serviço
que lhe 6 solicitado; logo descobrirá que o serviço não será sempre eficiente, se
êle pensar só em termos de métodos, de processos, de técnicas.
Verá, entretanto que os

mesçjos processos

técnicos sao também indispensáveis, ao lado do conhecimento, para que ele seja c^
paz de comunicar, râpidamente, ao público, a informação pedida.
Temos, pois aqui, os dois pensamentos

bá-

sicos da biblioteconomia, estando o problema assim situado:
a[ de um lado, o conhecimento dos processos que nos levarão

a

poder servir de ma.neira eficiente;
b| de outro, o estudo do público e de suas exigências que, sé é
possivel através de cultura.
Em outras palavras: a formação profissional
do bibliotecário pelo estudo dos processos técnicos, alicerçados em larga e
da base cultural.
Até agora, estivemos falando em processos
técnicos como se soubessemos, exatamente, o que êles são. Bem sabemos que todos cs
bibliotecários presentes o sabem, mas, parece-nos necessário chegarmos a um entendimento definitivo. Conseguiremos defini-los, razoavelmente, se enumerarmos aquilo
que as bibliotecas, geralmente, fazem para conseguir "servir bem" ao seu público,
Estas atividades, parece-nos, podem ser incluidas em seis Jój

categorias, a saber:

1. seleção do material;
2. aquisição do mesmo material;
3. tombamento ou incorporação do material
4. preparo do material para uso;ou, catalogação e cls.s^'"^"'^''''?^ 7"^"'
5. ensino do uso do material;ou, interpretação para o público,
através da referencia ou do empréstimo;
6. técnicas especiais,para material documentário diferente de
livro,
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�-4Em muitas bibliotecas, infelizmente, a at_i
vidade da seleção é incluida na de aquisição, juntamente com a de incorporação.
A quarta, a quinta e a sexta são considera
da.s como processos relativos â preservação da coleção, ao mesmo tempo que de interpretação junto ao público, tomando diferentes aspectos, conforme o tipo de público servido: geral ou especializado.
Desde que a seleção seja incluida na aquisição, o bibliotecário fica privado de uma das atividades de mais alto teor cultu_
ral da biblioteca, aquela que no dizer do grande mestre de seleção "Francis K.V/.
Drury" é a de fornecer os meios de dar a certo leitor, o livro certo, na ocasião
certa. Isto demanda, do bibliotecário, um grande conhecimento do mercado livrescq,
uma grande cultura.

repetimos, uma infelicidade para o profissional do livro

que, então é levado a pensar muito mais no conhecimento de processos técnicos do
que na formação cultural que constitue a base indispensável até para a assimilação dos processos e sua aplicação inteligente.
Pensamos que agora devemos passar a estudar
a história do desenvolvimento desses mesmos processos técnicos entre nós.
Qual era, no início da biblioteconomia moderna entre nós, a situação que devíamos encarar?
Para esta pergunta daremos três respostas,
a sabers
1. um desconhecimento completo da biblioteca moderna;
2. inexistência do bibliotecário preparado para exercer uma biblioteconomia moderna;
3. a necessidade absoluta da reorganização das nossas bibliotecas-museus,
para transformá-las em "agências de serviço".
Esta a situação que encontrámos em São Pau
Io, em 1951j a-o regressarmos ao Brasil, depois de termos terminado nossos estudos,
na Escola de Biblioteconomia da Universidade de Columbia.
Devido a circunstâncias diversas que não
cabe aqui expor, só em julho de 1936 começámos a ter alguma atuação no então desenvolvimento da biblioteconomia e, concomitantemente na formação de bibliotecários
que, apesar de já se/ ter esboçado em 1931» no Instituto Mackensie, só tesre real
desenvolvimento, quando fomos convidados a colaborar na reorganização da então
blioteca Municipal de São Paulo.

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�-5Pelo Ato 1.146 da Prefeitura Municipal

de

são Paulo, deveria o Chefe de Divisão da Biblioteca Municipal, manter um curso de
biblioteconomia, para a foi-mação de bibliotecários para o Município.
Como manter uti curso completo para bibliotecários, se só havia, no Brasil, um bibliotecário com estudos de biblioteconomia?
Foi então q.ua resolvemos iniciar o primeiro
curso que teria caracter de iniciaçao e q^ue devia versar sobre as técnicas basicss
apenas. Assim nasceu o pirimeiro curso de técnica bibliotecária, a 17 de agosto de
1956, em São Paulo.
Foram ministrados, de maneira muito geral,
os processos técnicos mais necessários, através de aulas que incluiamj
1. seleção e aquisição de livros;
2. catalogação e classificação 5
3. referência e bibliografia.
ITo primeiro semestre, demos

de barato que

os alunos sabiam que deveriam e como deveriam adquirir a coleção da biblioteca,
pois eram eles, na sua grande maioria, funcionários de bibliotecas. Dedicamos portanto, o pouco tempo de aula de que dispúnhamos, ao ensino de catalogação e class_i
f icação.
Fazíamos, no decorrer dessas aulas,cada vez
que as circunstâncias o exigiam, menção da necessidade do estudo de referência
bibliografia. O mesmo se dava em relação â organização da coleção e

e

administra-

ção dos serviços. Para êsse fim recorríamos a visitas especialmente feitas â Bibli_o
teca do Instituto Mackensie que era, então, a única organizada em moldes modernos,
pois fôramos sua bibliotecária, no periodo de I926 a 1956, e a reorganizáramos, de
1951 a 1956, antes de ingressarmos no funcionalismo municipal.
Se o primeiro curso oomeçára suas atividades em agosto de 1956, já no princípio de 1957 sra promulgada, pelo Govêrno Estadu
al, a Lei n^ 2.589 l^e criava o "Conselho Bibliotecário do Estado" que, uma vez
constituído, passou a funcionar regido por essa mesma lei. Ilessa previa-se, entre
outras atividades, a redistribuição dos acervos das bibliotecas do Estado, a uniformização dos processos técnicos, a existência de um catálogo coletivo e a regul^
mentação da carreira de bibliotecário.
Infelizmente, como sabeis, êsse Conselho B_i
bliotecário do Estado foi extinto uma vez, reapareceu como "Conselho Estadual

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�-6Bibliotecas e Museus" pelo Decreto-Lei n® 13,411 d.e 1945» Mais uma vez extinto,
deixou entretanto, bem viva a necessidade dos estudos dos processos técnicos.
Hoje, graças a esforços de caracter internacional, tôdos temos bea clara a idéia da urgência da internacionalização básica
desses processos, ou pelo menos, de alguns desses processos, aqueles que se dest^
nam a orientar as atividades de x-^^^servaçao das coleçoes e da interpretação

de

seus elementos junto ao público, eia suas diversas modalidades.
A ôste resultado porém, não chegamos sem
atravessar muitas etapas, das quais consideramos como mais importantes, aquelas
diretamente ligadas â formação profissional, no afan de prepararmos os interpretes das fontes de conhecimento, junto a.o consulente de todos os tipos.
Do Curso de Biblioteconomia do Departamento de Cultura, graduou-se uma única turma em 1953» Em seguida foi extinto.
Criou-se em São Paulo, então, em 19 40, a
Escola de Biblioteconomia anexa â Fundação Escola de Sociologia e Política."essa
nova escola, coin o corpo docente do primeiro curso ampliado e com seu programa
alargado, já contendo aulas reguläres de organização e administração de bibliotecas, catalogação e classificação, bibliogrofia e referência e de história do

li-

vro, novas levas de bibliotecários foram se formando, não só no sentido técnico,
mas também, começaram a surgir bibliotecários com exata mentalidade biblioteconômica.
Em 1944» tivemos oportunidade de colaborar
na organização de uma segunda escola de biblioteconomia, a conhecida pelo nome de
"Sedes Sapientiae", anexa â Faculdade de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de são Paulo.
Outra escola, a de Campinas, Estado de S.
Paulo, organizada por ex-aluno da primeira, passou também a preparar bibliot.jcárxe.
Outros ex-alunos da Escola de Bibliotecono_
mia de São Paulo levaram para a Bahia, Pernambuco, Minas, Paraná e Rio Grande

do

Sul, os conhecimentos aqui recebidos. Nesses estavam incluídos, em situação preponderante, aqueles processos técnicos contidos e recomendados pela Lei n22.859
de 1937» do Estado de São Paulo.
Desde a vigência dessa Lei, a Biblioteca
Municipal de S.Paulo, agora chamada Biblioteca Municipal Mário Andrade, em obediência aos ditames nela exarados, preparava e arquivava fichas para um Catálogo C_o

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�-7letivo do Estaáo, que só veio a se tornar realidade por um Ato do então Reitor da
Universidade de São Paulo, publicado no Diário Oficial de 31 de outubro de 1954i
com o seguinte teor:
UNIVERSIDADE DE SiíO PAULO
REITORIA
Atos de 28 do corrente

Designando

autorizado pelo Governador do

I
Estado, por despacho de 27 de outubro de 1954 &gt;
exarado a fls.-.|,do Processo n.l7523-54»desta Rri
toria, e em face de Recomendação do I Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia»realizado em Recife, em julho do corrente ano,a Biblioteca Central da Universidade de São Paulo,como Sáde dos
Catálogos Coletivos de Livros e de Publicações
Periódicas do Estado de São Paulo.
Mais tarde, eia 20 de novembro, de 1956, pela Resolução n^ 678, o Governo do Estado de São Paulo, recomenda às Repartições
Públicas do Estado, que contribuam para a atualização dos Catálogos Coletivos

da

Biblioteca Central da Universidade de São-Paulo.
E a seguir, em 10 do fevereiro de 1958» a
Resolução n^ 897 regulamenta a anterior, no sentido de evitar contribuições diretas ao Catálogo Coletivo Nacional, esclarecendo que as contribuições só poderão
ser feitas através da Biblioteca Central da Universidade de São Paulo.
Entretanto, de acordo com o teor do Proce_s
30 n. 17523 de 1954» d.3- Reitoria da Universidade de S.Paulo, já poude a Biblioteca
Municipal Mário de Andrade, dar início, a maior contribuição para êsse Catálogo
Coletivo do Estado, ou sejam, 109.125 fichas de autor, em novembro de 1954» um mês
após o Ato do Sr. Reitor.
Através de todas essas atividades»reconhecemos o papel importante que tiveram os processos técnicos, sempre base da formação profissional.
Em quase tôdas as escolas novas e mesmo na
primeira, a mais antiga, começou-se, entretanto a sentir que algo faltava na for-

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�mação profissional de nossos 'bibliotecários. E essa falta era, infelizmente, a
base cultural de tanta magnitude na formação dc- todo e qualquer profissional, sem
que, nem mesmo os processos técnicos podem sobreviver. São Sles apenas, o primeiro passo do preparo profissional, passo básico, indispensável, porém perigoso pelo seu caracter exclusivista de técnica. Incluem então, as escolas, em seus ensinamentos, estudos que concorram para o desenvolvimento cultural dos bibliotecários, tais como iniciação â filosofia, â filologia e à literatura, âs ciências sociais e econômicas, às ciências naturais, âs artes e à história. Assim fazendo,
em relação à formação dos bibliotecários, lançaram as bases do conhecimento necessário à futura especialização daqueles que tal desejassem.
Abriram ainda assim, o caminho para o 'campo
do treiiiamento nas técnicas da prestação de informação de toda a sorte, em face
da multiplicidade da documentos de todos os tipos e de sua sempre^ crescente bibliografia. Esta Bibliografia documentária, exatamente devido à variadíssima forma dos documentos, exigirá uma base de conhecimentos bibliográficos gerais, que
aliada a conhecimentos científicos especiais, podará levar o bibliotecário-documentalista a ser um profissional eficiente em qualquer dos campos de especialização de sua escolha.
Dado porém o fato "'^ist'rico dos países de
recente desenvolvimento, recebendo seus conhecimentos na Europa ou nos Estados
Unidos, onde as mentalidades, por força de diferença de formação são totalmente
diferentes e têm. outros problemas que não os nossos, julgamos dever aproveitar a
oportunidade de re-pen^ar em nosso caso, livre e inteligentemente, tomando de cada fonte a:.uilo que ela tenha de bom e, de acordo com os nossos problemas,estabelecer uma situação que satisfaça, plenamente, aos bibliotecários.
Proporíamos, então, um programa de formação
profissional nacional: ensino dc- processos técnicos de maneira profunda, matérias
culturais, técnicas documentárias e, com.o cursos supletivos, o ensino de línguas
vivas além do português. Avultaria, entretanto, a exigência de determinadas hoias
de prática no aplicação dos diversos processos técnicos.
Pensamos ter dado, assim, um esboço em linhas gerais, do que constituiria um curso de preparação profissional para bibliotecírios-documentalist:s. Não entramos em detalhes de seriação de cursos, pois
pensamos aqui não caber tal estudo.

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Não queremos, entretanto, lançar a idéia de
que alunos que passaram por esses cursos estejan "para todo o senpre" preparados
para exercer eficientemente sua profissão,
Como todos os cursos de preparação profissi
onal, também o de biblioteconomia não passa de um guia básico na vida intelectual e cultural do bibliotecário. Não nos esqueçamos de que a cultura é um proaesso de desenvolvimento tão longo quanto uma vida. ííão tem fim propriamente.Aquilo
de que mais desejamos impregnar as mentalidades dos nossos bibliotecários é que,
uma vez formados numa escola de qualquer tipo, estão openas dando o primeiro passo, numa longa scnda de estudos contínuos, se quizerem se manter em situação rer
ai de poderem, prestando serviços eficientes, prestigiar a sua profissão, a sua
carreira.
Nas suas tarefas específicas, o bibliotecá!^se
rio encontra , muitas vezes, dii^ntu do consulente, numa situação didática, e em
face do um aluno que, freqüentemente não sabe, exatamente, o que lhe é cais adequado, em seu caso pai-ticular. Rao sabe se, para cb^ter uma determinada informação, deve pedir um certo livro, uma certa separ:ta, uma determinada monografia ou
alguma ccusa sobre um assunto que deseja conhecer melhor.
Sendo assim, grande dicernimento e grande
conhecimento bibliográfico no sentido profundo e não no de listas de livros, são
necessários aos bibliotecários, em seus campos de especialização, estejam êles
adquirindo livros ou outro material bibliográfico para seu acervo, ou respondendo a uma deterainads consulta.
"Um bom livro" sobre energia atômica ou sôbre cultivo de vegetais, ou sobre mecânica de aviação ou televisão, pode ser pe&gt;
dido. Possivelraente o leitor se esqueceu do nome do autor do livro que deseja, ou
do título. Falta de conhecimento ou percepção em atender a tais pedidos á mau para o leitor e reflete desfavoravelmente na reputação e no serviço da biblioteca.
Isto é o que diz "Ernestine Rose" em seu livro "The Public Library in American
Life" .
Ora, se isto á certo giTí bibliotecas públicas, quanto mais não o será nas especializadas!
E pois necessário, em se tratando de "formação profissional" que os bibliotecários se convençam de que não basta urã ótimo

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�-10curso profissional; c urgonte que pensem ojTí seu dosünvilviniGnto cultural em todos 03 sentidos e, principalnente, no aentido as sua osptcialisação, que deve ,s
ser obtida tm tôdas as fontes possíveis, ea nossa língua e en outras dc outros
países dc grande desenvolvimento científico, enquanto não tivermos a possibilidade franca da tradução bers foita e em grande quantidade.
Talvês, então, alguém nos pergunte;valerá
a pena tôdo esse esforço de estudo para se obter um grsu de bibliotecário? Dedicar-Sü uma vida toda, estudando para se atingir a um? cultura que torne o bibli£
tfecário, não só orientador de leitores en gorai, mas ainda o "guia bibliográfico vivo" por assim dizer, ate de cientistas? Val^^rá a pena tôdo esse esforço,
quando a remuneração que corresponde a essa dedica.ção, só em poucos casos, atinge â, de um professor catedr:'tico? Só os postos altos da administração biblioteconômica são realmente compensadores, e êsses são pouquíssimos!
A profissão exige uma série graduada

de

cargos, com salários proporcionais, para poder ser compensadora.
Em são Paulo, só os bibliotecários municipais têm uma carreira graduada, que inicia na letra "I" e sóbe, aos poucos, por
sucessivas promoções, até a Ittra "M". Daí por diante passam seus ocupantes

a

"Oficial Administrativo"padrão "íT" e "O", indo atingir a chefia de Secção na letra "R" e a chefia de Divisão na l.,tra "X". De cinco em cinco anos recebem adicio_
nais de 5^ qu-S se somam ao salário.
Nem o Estado, nem a Universidade apresentam carreiras para o bibliotecário, no mesmo sentido que a Municipalidade;

em

uns casos, dois cargos e noutros, só o de chefe, com auxiliares burocráticos.
Pensamos que uma escala de crrgos, com uma
correspondente escala de responsabilida-des e a escala respectiva de salários,
tornariam os bibliotecários mais interessados em progredir, em se manter ao par
das produções literárias o científicas, de maneira a poderem fazer, de fato,trabalho eficiente e transformar suas bibliotecas em verdadeiras "agências de servir" .
líão podemos portanto só pensar nos" currículos escolares, mss temos que pensar na organização da carreira, seja ela exercida na União, no Ebtado ou no Muniáípio; na biblioteca de instituições de carac.
ter público ou particular.

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�-11Temos notado que alguns bibliotecdrios
tem uma espécie de "instinto" ao solucionarem os problemas de seus consulentes,
enquanto que outros não saben como transmitir os seus conhecimentos, não sabem
lidar com peasoas. Haverá uma profissão realmente, quando os seus componentes
nostrani-se, por assim dizer, "amadores" no exercício de suas tarefas?
Se 08 bibliotecários quizerea obter prestígio profissional como interpretes do conhecimento, e lógico que deverão, primeiro, treinar-se, não só na ciência da sua profissão, como também na sua arte.
Aqui está, de novo, a necessidade do conhe_
cimento dos processos técnicos, não só em teoria, como também através de prática
real e longa; a necessidade de uniformização desses processos, .não em têrmos de
nações, mas no sentido internacional; a necessidade da normalização na documentação e suas técnicas também. Tudo isto, entretanto, repetimos deverá ter por
base um alicerce cultural largo e profundo.
Hão nos esqueçamos de que a biblioteca deve ser, por natureza, uma instituição de utilidade pública, agindo dentro de uma
sociedade democrática, devendo portanto os bibliotecários estar preparados para
esse serviço que é social, que é cívico, porque é serviço para o público,
seja ôle geral ou especializado.

São Paulo, 11 de novembro de I96O

Adelpha S. R, Figueiredo

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����</text>
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cm

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3

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�Í"S

cm

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�TERCEIRO

CONGRESSO BRhSILBIRO DE B-IBLIOTBCONGMlA E DOCOTÍENTAÇÃO

A documentação no Brasil
O Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
por
✓
/K
Lais da Boa Morte

0^ \oqi^(30

Curitiba
1961

Digitalizado
-^gentilmente por:

I Sc a n
&lt;/

�A DOCUI'^ENTACÄO NO BRASIL
O

INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO

por Laís da Boa Morte

SERVIÇOS DE DOCUFENTAÇÃO
Até a criação do Instituto Brasileiro de

Bibliografia

e

Documentação não existia no Brasil um centro nacional de bibliografia e documentação.

^

Os serviços de documentação existentes,

quasi todos

per-

tencentes a entidades governamentais, devendo encarregar-se da

do-

cumentação no campo de atividade do órgão a que estão ligados,

são,

na sua maioria, por motivos vários, deficientes.
documentar é reunir,
gênero,

Considerando que

classificar e distribuir documentos de todo

estes serviços não conseguem realizar senão loma

o

parcela do

trabalho que deles se deveria esperar.
Mlf
*
O Serviço de Documentação do Mnisterio da Justiça e

Ne-

gócios Interiores realiza vim bom trabalho de referência legislativa
e edita, mensalmente a publicação "Jus Docvimentação", onde são
lacionados os atos do poder legislativo e do executivo,

re-

alem de no-

ticiário e informações bibliográficas.
O Serviço de Informação Agrícola

(Ministério da Agricul-

tura) procura documentar a vida rural através de publicações,
mes e discos e divulga informações de interesse para a

fil-

agricultura

através da imprensa escrita e falada.
O Serviço de Doc\imentação do Ministério da Educação e Cultura possui iim excelente regimento,

que,

entretanto, não

foi ainda,

totalmente, vôsto em execução.
O Instituto 'brasileiro de Geografia e Estatística,
cuja atividade se estende por todo o território nacional,

órgão

deve ser

considerado, em sua \inidade,

como um grande centro de

especializada,

classifica e divulga informações sobre

já oue reúne,

documentação

estatística e geografia do Brasil.
Dentro da administração federal encontramos ainda os serviços de docTomentação do DASP,
e da Marinha.

do Ministério do Trabalho, da Viação

Todos estes serviços editam publicações e contam com

uma biblioteca em sua estrutura.
As bibliotecas, em sua maioria,

através de seus

de referência prestam, informações bibliográficas,

serviços

e algumas,

da Faculdade Nacional de Medicina, do Instituto Oswaldo Cruz

como a
e

da

Universidade de São Paulo, fornecem aos interessados reproduções fotograficas dos docxamentos existentes em seu poder.
I Digitalizado
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�A Documentação no Brasil - 2 BIBLIOGRAFIAS
Existem,

atualmente, em publicação as seguintes bibliogra-

fias nacionais correntes:
Boletim bibliográfico, editado, pela Biblioteca Nacional,
desde I886,

que tem sofrido várias interrupções e encontra-se

em sua quarta fase.

Registra as obras recebidas mediante

legal e possui, atualmente, o arranjo classificado,
tema de Dewey.

hoje
0
deposito

segundo o

sis-

No volume correspondente ao 2^ semestre de cada ano

inclui tuna lista dos periódicos recebidos.
Bibliografia brasileira, editada pelo Instituto
do Livro,

Nacional

Tem o arranjo de catalogo-dicionario e os volumes

ja pu-

blicados abrangem o período de 1938 a 19^6 e 1953 &amp; 195'^* Esta para
ser distribuído o tomo correspondente ao período de 19Í4.7~52«
Boletim bibliográfico brasileiro, publicado biraestralmente pelo Sindicato Nacional das Empresas Editoras de Livros e Publicaçoes Culturais,

correspondendo o seu primeiro numero ao

nov./dez. de 1952 e

jan./fev,

de 1953«

Recentemente passou

subvencionado nela Gamara Brasileira do Livro e pelo
cional do Livro,

periodo

O seu arranjo e classificado,

a

ser

Instituto Na-

segundo o

sistema

decimal de Dewey.
A Revista do Livro, periódico cuja publicação foi iniciada em I95Ó» pelo Instituto Nacional do Livro, divulga a
fia Brasileira Corrente,

Bibliogra-

compilada por Áureo Ottoni.

Bibliografia Nacional, iniciada por Antonio Simões
Reis,

dos

em 19^2 infelizmente foi interrompida no ano seguinte.

BIBLIOGRAFIAS ESPECIALIZADAS
Diversas bibliografias especializadas procuram divulgar a
produção bibliográfica brasileira nos diversos campos do conhecimento humano.

Edson Nery da Fonseca, em seu artigo sobre o

vimento da biblioteconomia e da bibliografia no Brasil,

desenvolpublicado

na Revista do Livro, faz \im ótimo estudo destas bibliografias,
zão porque aaui iremos apenas mencionar algumas delas,

ra-

aconselhando

aos interessados a leitura do mencionado trabalho.
A bibliografia brasileira de ciências sociais, matemática,
física, química, botânica e ajoologia é publicada pelo IBBD, Falaremos sobre estas publicações mais adiante ao tratarmos deste

Insti-

tuto .
A bibliografia brasileira de educação é editada pelo Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos.
/s
^
No campo das ciências geologicas encontramos a Bibliografia e índice da Geologia do Brasil, organizada por Dolores Igléslas
e Maria de Lourdes Meneghezzi e no da etnologia os trabalhos de Her

Digitalizado
^gentilmente por:

;l4

15

16

17

lí

�A Doctomentação no Brasil - 3 ~
bert Baldusí Bibliografia Comentada de Etnologia Brasileira eo

Bi»

bliografia Crítica da Etnologia Brasileira«
A bibliografia de medicina vem sendo organizada por Jorge
0
#
0
0
de Andrade Maia, que a divulga através de seu Indice-Catalogo Medico Brasileiro.
A Escola Politécnica da Universidade da Bahia
índice Tecnológico,

publica

onde são relacionados artigos sobre

o

engenharia

e tecnologia,
Duas instituições têm se preocupado com

a

bibliografia

geográfica brasileira: o Instituto Brasileiro de Geografia

e Esta-

tística, que editou, em 195^* ^ Bibliografia Geografico-Estatística
Brasileira, e, em 1957» o Manual Bibliográfico de Geografia Paulista e o Centro de Pesquisas de Geografia do Brasil da
cional de Filosofia,

Faculdade Na-

que publica a Bibliografia Cartografica do Bra-

sil e a Bibliografia Geografica do Brasil.
^ Bibliografia de História do Brasil e editada pela Comics
são de Estudos dos textos da História do Brasil, que funciona no Mi
nistério das Relações ExteriQres.
Não podemos deixar de citar, por sua importância, o Manual Bibliográfico de Estudos Brasileiros, dirigido por

Rubens Borba

de Moraes e William Berrien.

A obra e dividida em 12 partes

direito, educação, etnologia,

filologia,

(artes,

folclore, geografia,

his-

tória, literatura, música,

sociologia e obras gerais de referência)
0
preparadas por especialistas, incluindo cada secçao alem da bibliografia ma introdução ao assunto.

INSTTTITTO BRASILEIRO DE
O IBBD foi criado,

BIBLIOGRAFIA E DOCUMEITTAÇÃO

dentro da estrutura do Conselho Nacio-

nal de Pesquisas, por decreto presidencial de 27 de fevereiro 195^»
por proposta conjunta do Conselho Nacional de Pesquisas,

da Funda-

ção Getulio Vargas e do DASP.

/

Ja de algum tempo cogitava-se da organização de um centro
nacional de bibliografia, tendo a UNESCO., em 195^» sugerido a Pion^
0
^
0
daçao Getulio Vargas que promovesse a criação de \am orgao desta naM
0
tureza, prontificando-se a contribuir com a orientaçao técnica e com
bôlaas de estudos para a preparação do pessoal para o referido centro,

Pouco tempo depois, realmente, promoveu a visita de duas

bliotecárias brasileiras aos principais centros de

bi-

docum.entação da

Europa e dos Estados Unidos, e enviou ao Brasil um de seus especialistas: Dr. Herbert Coblans.
Segundo as palavras do próprio Presidente do IBBD,

Sra.

Lydia de Queiroz Sambaquy "devido a dispersão e ao desamparo do tra
iT
^
balho intelectual em nosso paxs, o IBBD reúne as funções propriamen
te dos centros de documentação especializados e aquelas

cm

1

I Digitalizado
-^gentilmente por:

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peculiares

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II

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�A Dociimentação no Brasil - ij. 0
ao3 centros bibliográficos gerais,

^
a fim de tornar mais fácil,

somente o trabalho das instituições científicas,

técnicas e

^
nao

indus-

triais, mas ainda o aperfeiçoamento dos trabalhos biblioteconômicos
e bibliográficos que são de interesse básico para o desenvolvimento,
0
0^0
no Brasil, da pesquisa cientifica e da educaçao de nivel
superior.
Cabe pois ao IBBD incentivar a execução de trabalhos bibliográficos
empreendidos pelas diferentes instituições especializadas

e quando

solicitado, participar diretamente desses trabalhos auxiliando e co
laborando ativamente,
ço,

sempre evitando qualquer duplicação de servi-

Cumpre-lhe ainda inventariar as disponibilidades de nossos acer

vos bibliográficos e envidar os m.elhores esforgoscnoosentido de mi-los através da mais perfeita cooperaçao,

a fim de qtie cada estúdio

so venha a ter permanentemente a seu serviço o total das

coleções

bibliográficas existentes no país",
Para a realização de suas tarefas,

foi dada ao IBBD a se-

guinte estrutura:

I Digitalizado
-^gentilmente por:

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lí

�A Documentação no Brasil - 5 *
P.G.V.

CÔNSELHO NACIONAL DE PESQUISAS

Serviço de Administração
Pessoal

Contabilidade e Orç amen
to
""

Material

Serv.de Intercâmbio de Cataloga
ção
Revisão

Impressão

DASP

Secretaria
Mecanografia

Comunicações

Serviço de Bibliografia
Ciências
Pisicas e Naturais

Vendas

Biblioteca
Laboratorio de Reproduçoes
Preparação

Referencia e
Empréstimo

Fotográficas

Serviço de Informações Tecnico-Cientificas
Assistência
Técnica

cm

1

Informaçoes e
Intercâmbio

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-^gentilmente por:

Pesquiças
Bibliográficas e
Traduções

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lí

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�A Documentação no Brasil - 6 Deixando de lado a parte administrativa cuidaremos de seus
serviços técnicos:
O SERVIÇO DS INTERCÂMBIO BE CATALOGAÇÃO

(SIC) tem por fi-

nalidade "facilitar e baratear a reorganização dos catalogos
tentes nas bibliotecas brasileiras por meio de um sistema

exis-

coopera-

tivo de catalogação em que se imprimam as fichas fornecidas
bibliotecas cooperantes e se facilite o intercâmbio de

pelas

informações

bibliográficas entre elas"(art,
criado,

13 do Regimento do I3BD), O SlC^foi
^
%
em 19^42, na Biblioteca do DASP, com a colaboração do Depar-

tamento de Imprensa Nacional, e a contribuição de algumas bibliotecas cooperantes.

Cabia à Biblioteca do DASP rever e liniformizar as

fichas enviadas pelas bibliotecas cooperantes e ao D.I.N.
são destas fichas e a sua distribuição.

Em 19Í4-7&gt; a

a impli*,es-

Fundação detu-

lio Vargas, mediante acordo, passou a ser o representante do D.I.N.
para a venda das fichas do SIC.

Por este acordo a P\mdação se com-

prometia a prestar o auxilio financeiro de que necessitava
para o seu desenvolvimento.

Em 195'4-»

o

SIC

com a criação do IBBD,

o SIC

passou a constituir um dos seus serviços.
O SIC é constituido por tres seções: Revisão, Impressão e
Vendas e Distribuição.
O CATÁLOGO COLETIVO DO IBBD compreende um catálogo de livros e \im de periódicos.

O catálogo coletivo de livros foi

criado

era 19^7» na Fundação Getúlio Vargas e transferido para IBBD em 195^»
quando então foi iniciado o catálogo de periódicos.
Cabe-lhe reunir o acervo das principais bibliotecas
sileiras e procurar localizar, no país ou no estrangeiro,

bra-

as publi-

cações que lhe forem solicitadas por estudiosos ou instituições, promovendo a sua reprodução fotográfica,

quando isto se fizer necessá-

rio.
Em janeiro de 195^» poi* resolução do Conselho

Diretor do

IBBD, foi criada a COMISSÃO NACIONAL DO CATÁLOGO COLETIVO,

com a fi

nalidade de facilitar a organização do Catálogo Coletivo Nacional e
incentivar a organização de catálogos coletivos regionais.
A Comissão Nacional do Catálogo Coletivo foi dividida
oito comissões regionais,

em

tendo como sede e coordenador geral o IBBD.

A BIBLIOTECA do IBBD e uma biblioteca de referência. Reúne em seu acervo, princÍT)alinente,

fontes de informação bibliográfi-

ca (bibliografias, índices e "abstracts") sobre assuntos
científi0
»
*
0
COS e tecnologicos, dicionários especializados e livros e
periódicos sobre Biblioteconomia, Bibliografia e Documentação, A Biblioteca do IBBD está formando também uma coleção especializada em

ener-

gia nuclear, reunindo,

sobre

alem de livros, folhetos e periódicos

o assxinto, os relatorios científicos das comissões de
clear dos diversos países

energia

nu-

(a Biblioteca é a depositária, no'Brasil,

dos trabalhos da U.S. Atomic Energy Commission)
I Digitalizado
/gentilmente por:

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20

�A Documentação no Brasil - 7 ~
Na Biblioteca existem duas seções; Preparação e

Referen-

cia e Empréstimo.
O SERVIÇO DE BIBLIOGRAFIA, qué é dividido em duas seções:
Ciências Sociais e Ciências Pisicas e Naturais,

encarrega-se da com

pilação da bibliögrafia cientifica brasileira,^ podendo em alguns ca
sos,

especiais, elaborar bibliografias de caráter internacional. Ci-

taremos as bibliografias

já compiladas,

ao tratarmos das publicações

do IBBD.
Ao SERVIÇO DE PUBLICAÇÕES compete promover a impressão das
publicações do IBBD,
O LABORATÓRIO DE REPRODUÇÕES F'OTOGRAPICAS tem por atribui
ção "reproduzir pelos diversos processos foto-mecânicos,
mais convenientes,

que forem

os documentos necessários a pesquisa e ao estudo,

cabendo-lhe ainda, estudar o aperfeiçoamento desses processos"

(art.

16 do Regimento do IBBD)
ACORDOS - Tendo em vista estabelecer uma rede de serviços
de informação no país, o IBBD tem firmado acordos com varias instituições para a criação de centros bibliográficos regionais,

Já fo-

ram assinados acordos com as Universidades do Brasil, do Ceara,

da

Bahia', de Minas Gerais, do Parana e do Rio Grande do Sul.
O IBBD realizou também um acordo com o Instituto Nacional
do Livro para a impressão e distribuição de fichas bibliográficas às
bibliotecas brasileiras,
RTBLICAÇÕES - São as seguintes as publicações já editadas
pelo IBBD:
1, «•Bibliografia Brasileira de Ciências Sociais, v.l, 195U
semestre), v.2, 1935&gt; v,3, 1956*
2, •í^Bibliografia Brasileira de Botânica, v,

(2^

1, 1950/55

3« íí-Bibliografia Brasileira de Matemática e FÍsica, v,l, 195^/5^
J4., «-Bibliografia Brasileira de Química, v, 1, 1950/55*
5. «-Bibliografia Brasileira de Zoologia, v.l, 1950/55*
6.

Curare, Bibliografia (internacional)

7. «-Catalogo da Biblioteca de Energia Atômica, v. 1 e 2
8.

IBBD. Boletim Informativo.

Jan./fev.

1955""

[bimestral|

9.

Lista Selecionada das Publicações Recebidas [pela Biblioteca
do IBBD|, jan-jun. 1955"
|blmestral|

10.

Sumários de Energia Nuclear, n, 1,
lar, quinzenal ou semanal!

agosto 1957"

[irregu-

11.

Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação; decreto
n. 35"12l|., de 27 de fevereiro de 195^ l®l decreto
numero 35*^30» de 29 de^abril de 195m-«
Rio de Janeiro,
Esta publicaçao foi editada também em inglês e
I95U.
francês

12»

Periódicos Brasileiros de Cultura (Edição_^preliminar), 195^»
[Devera ser publicada uma nova edição no
2semestre
de 1958I

«• Todas estas bibliografias estão sendo continuadas, devendo os vol\iraes subsequentes, serem publicados dentre em breve.

cm

1

Digitalizado
7 gentil mente por:

14

15

17

13

19

20

�A Docvunentação no Brasi-1 - 8 13.

IBBD. Relatório,

I95Í4.-

janual|

14»

Rizzinlj^ Carlos Toledo»
tanica.
1957*

15.

Sanibaqu^, Lydia de Queiroz.
poe a Prestar.
1957*

lé.

O IBBD edita^ainda o Boletim do Conselho Nacional de Pesquisas, já tendo sido publicados três números.

Esboço de um Guia da Literatura BoO IBBD e os Serviços que se Pro

Encontram-se em preparação as seguintes publicações:
Bibliografia Brasileira de Agricultura,

v. 1,

1956/57*

Bibliografia da Amazônia.
Bibliografia Internacional de Doença de Chagas.
Bibliografia Brasileira de Leishmaniose, Doença de Chagas,
Malária, Bouba, Pebre Amarela e Esquistossomose.
O IBBD, a partir do corrente ano,
Catalo(2:o Medico Brasileiro de Jorge de

será o editor do índice

Andrade Maia,

estando

ja em

fase de impressão a narte relativa a autores, do volume 1^.

BIBLIOGRAFIA
1. Brasil. Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação. Relatório de 195U-1957*
2. Fonseca, Edson Nery da.

Rio "äe Janeiro, 1955"1958*
Desenvolvimento da biblioteconomia e da

bibliografia no Brasil.

Revista do Livro. 2(5) J95"'12Í4.,

mar,

1957.
3. Mesouita, Espirito Santo.
nistrativa.

Revista do Serviço Publico,

I4.. Sambaquy, Lydia de Queiroz.
a prestar.

f
)

cm

Unidade padrão de doc\imenfcação
15(2), fev,

O IBBD e os serviços que se

Rio de Janeiro, I.B.B.D.,

1957*

admi-

1952*
propõ©

�I Digitalizado
-^gentilmente por:

�Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
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gentilmente por:

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12

3

I Digitalizado
-^gentilmente por:

I Sc a n
^y st em

��TERCEIRO CONGRESSO 3RÀSILEIR0 DE BIBLIOTEGONOMIH E DOCUMENTAÇÃO

Diversidade de línguas,

obstáculo à informação científica
por

Célia Ribeiro Zaber

Curitiba
1961

�0.

Tema IV - Bibliografia e Documentação - Bibliotecas Especializadas

BIVERSIIiADE DE LÍNGUAS, OBSTiCcULO Â INFORIíAÇlO

CIENTÍFICA

por
Célia Ribeiro Zaher

Sinopse
Diversidade de línguas como barreira inicial à difusão da
literatura científica e técnica. Tradutores para serviços especializadas de tradução. Sistema adotado na Seção de Pesquisas Bibliográficas e Traduções do Instituto Brasileiro de Bibliógrafia e Documentação.

Instituições interessadas na difusão das traduções

e

índices e catálogos especializados para divulgação das mesmas. Sugestão para solução do problema no Brasil,

Digitalizado
-^gentilmente por:

�DIVSLSILASB ::b líijguas. c3St/culo â infopj-iacâo

cibhtífica

1. o problema lingS^ístico
Na tarefa de informar aos cientistas e técnicos,

a diver-

sidade de línguas provoca barreira inicial à difusão da literatura
científica e técnica,

constituindo

problema que deve ser conside-

rado cios riiais importantes.
No século passado,

quando a produção intelectual perten -

cia a uma elite que se sentia capaz de dominar a literatura de sua
especialidade,

as línguas básicas de intercomunicação,

científico e técnico,

eram inglês,

no

casipo

francês e aler.:ao,

Coiã o desenvolvimento das ciências,

em ritmo acelerado, a

literatura especializada passou a ter lugar de destaque no acompanhamento dessa evolução,

em virtude, mesmo,

do crescimento e da ex

pansão ilimitados que tiveram os conhecimentos humanos,
impossibilitar,

ao especialista,

no seu campo, A informaçao,

o controle da literatura

surgindo de varias fontes,

tes línguas e com raio de interesse

mundial

em diferen-

inf.ihitamente maior,

englobar diversas literaturas - como a russa,
liana -,

a ponto de

veio

a

a espanhola e a ita-

que assumiram significação para o mundo científico, No ra£

canismo do processamento da informaçao cientifica e técnica,
ceu nova etapa a vencer: a dificuldade

apar£

do cientista na leitura de

textos em línguas estrangeiras.
Corí o fim de demonstrar os diversos aspectos do problema,
a Unesco elaborou un estudo (1)
ca,

em que reuniu dados,

listas,

sobre tradução técnica e científi-

notas e opiniões expressos por documenta-

ling\histas e outras pessoas diretamente interessadas no as

sunto. r.ealizou,

assim,

uma apreciação geral do estado atual,

for-

necendo cálculos estimativos do núi^ero de cientistas e técnicos e-

cm

1

Digitalizado
-^gentilmente por:

�.2
xistentes em cada país,

idiomas falados,

línguas mais usadas e co-

nhecidas e percentagera de utilização de cada língua
artigos científicos,

todos dados valiosos,

estudo de vários aspectos do problena,

por possibilitarem

um

oferecendo base mais reali^

ta para análise. As estatísticas fornecidas nesse
citadas se

na redaçao de

trabalho e aqui

referem ao ano de 1948,

Os estudiosos sertem, atualmente,

necessidade de conhecer

as línguas que lideram a literatura científica, com o objetivo

de

obter mais fácil acesso à mesma, O mundo contemporâneo está voltado, principalmente, para a literatura russa, devido

ao

progresso manifestado no campo científico soviético,

índice de

o que provo-

ca, consequentemente, maior interesse pela aprendizagem da
correspondente, Na RÚssia,

lingua

a média do conhecimento lingüístico

e

excepcional, en relaçao aos outros países, pois, dos 900 mil cientistas estimados para o ano de 1948,
geira,

entre alemão,

inglês,

todos falam uma língua estran

francês e espanhol,

e mais de 50^ co-

nhecem duas línguas,
O panorama lingüístico nos Estados Unidos,
diverso,

no entanto,

colocando esse país entre os que mais se preocupam

é

com o

problema da informação no que se refere a traduçao de textos científicos estrangeiros,

justamente por apresentar baixa

percentagem

de cientistas poliglotas. Assim, dos 905 mil cientistas estimados,
apenas 18,4^ conhecem outro idioma,
sa, espanhola e

entre as línguas alemã,

france

russa,

já no Brasil,
conhecem francês,

dentre os 73 mil cientistas calculados, 53%

inglês ou alemão. Porém,

a

grande maioria

dos

técnicos da nossa indústria desconhece outras línguas - ou tem delas, apenas conhecimentos rudimentares,

o que impossibilita a lei-

tura de textos tecnológicos na língua original,

tão necessária ao

progresso e aprimoramento de novos processos aplicáveis às indús trias.

cm

1

I Digitalizado
-^gentilmente por:

14

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i'g

17

i's

19

20

�.3

O interesse en traduzir trabalhos científicos para o português é exclusivo de Portugal e colonias, Brasil e cerca dem te£
ço da população mundial de língua espanhola
tal número conheça o idioiaa português),

(na presunção

de que

perfazendo un total de 150

nil elegíveis leitores de trabalhos de cunho científico ou técnico.
Con base no gráfico apresentado no relatório da Unesco,ad
Eiite-se que 505^ da literatura

científica sãc publicações en lín -

guas desconhecidas pela metade dos cientistas do mundo

e que o i-

dioma de maior difusão e uso entre os estudiosos é o inglês.
Essa análise comprova o grande obstáculo criado pela barreira lingüística,

que, além dos problemas da difusão local,

reduz

à metade o aproveitamento da literatura científica mundial.
O processo de traduçao e lento e oneroso,
SC una solução imediata de assistência, como,

impondo-se

também,

nao

um planeja -

mento para o futuro, tendo en vista a diminuição das proporções de
tal trabalho e

reduzindo-o a um problema de fácil solução,

k nosso ver,

duas medidas contribuiriam para isso:

a) Aumento da capacidade lingfcística de cada indiví duo de nível universitário,

estudioso ou pesquisa-

dor;
b) Estabelecimento de una fórmula ideal - com relação
a autores e editores,na adoção de línguas oficiais
para redaçao de trabalhes científicos - e facilida
des na identificação dos textos - por meio de resu
nos em una língua única,

universalmente adotada,

Essas duas medidas tem sido discutidas sob diversas for mas en inuneras ocasioes,

principalmente no que se refere a segun-

da, sempre objetivo dos esforços de congressos e associações de b^
bliotecononia e de normalização,
tação de publicações,

cm

1

para fixação de regras ã apresen-

com a finalidade de facilitar e padronizar as

I Digitalizado
-^gentilmente por:

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15

19

20

�técnicas docunentárias;
Os lingüistas afirnaid que o aprendizado de línguas deve ria ser orientado en bases nais cienvíficas,

É necessário estudar

línguas na adolescência, cono parte •'os currículos escolares,

nas

se faz nister naior intensificação desses estudes no nível universitário,

por causa do grande aproVditanento surgido na maturidade,

que se caracteriza por capacida^ie e discerninento nais agudos, dan
do à Dente percepção naior e rrcjccínio clarc, En sua maioria,

são

os cientistas autodidatas nesse campo, pois vêem sentido utilitá rio,

e não puranente cultural,

m

aquisição de conhecinentos lin -

gfcísticos,
É inportante a forna&lt;^o de grupos de especialistas possui
dores de vasto vocabulário téarico, que trabalhen cono base de infornação para tradutores de instituições de caráter científico necessitando de serviços de traduçao, Cor.i esse fin,
dos,

deven ser cria -

en organizações cientificas e técnicas, cursos de línguas pa-

ea especialistas,

visando a aparelhá-los con conhecinentos necessá

rios a identificação de textos estrangeiros nas principais línguas
faladas no nundo e fornando grupos hábeis no nanêjc de diversos idionas en núltiplos canpos de especialidade,
O problena da unificação lingüística,
lhos científicos,

na redação de traba

e de difícil solução. De acordo con a estatísti-

ca apresentada pela Unesco,

existe, no nundo científico,

ninância de língua entro os cinco nais usados idionas,
todos os nodos,

um fato en nutação,

alenães cabia, no pasoado,
ca,

pois,-

una predo
nas é, por

enquanto às publicações

o papel de líder da literatura científi^

hoje conpete as aiericanas a nesna liderança no canpo tecnoló-

gico e as russas no 3etor científico» Para aprendizado,
sistir una língua local, nas,

en nível de pesquisa e estudos supe-

riores, as línguas proocninantes são,

Digitalizado
-^gentilmente por:

pode per -

fcrçosanente,

as que lideran

�o nundo científico,

tornando-se imprescindível a substituição ofi-

cial de um idiona nacional por línguas estrangeiras nos países pos
suidores de diversos dialetos,

o que acarreta,

no entanto,

vezes, choques ideologicos e políticos, Apesar disto,

nuitas

a nao adoçao

de uma língua estrangeira oficial de estudos pode causar a extin ção de qualquer contacto con a literatura internacional,
gindo o progresso das ciências nun c-eterninadc
os estudiosos de uraa região a se confinarem

país

restrin -

ou obrigando

dentro de suas

pro -

prias realizações,
Essa tendência para a adoção de una língua única no canpo
científico pende en favor do idiona inglês.

Os que o advogam

nac

são seus nativos utilizadores nas sin todos cs que encontran nessa
língua saxonica sinplicidade, clareza gramatical e objetividade que
a torna essencialmente técnica.
Por outro lado, con o desenvolvimento da ciência na 2Ús sia,

é grande o número de adeptos à oficialização

do

inglês e do

russo como línguas para redação de trabalhos científicos,

o que li^

mitaria o estudo lingftístico a apenas dois idiomas estrangeiros es
senciais.
Ha,
mo,

também,

por exemplo,

os que preconizam uma língua construída,

o esperanto,

co-

colocando a questão em terreno neu -

tro.

2, Processamento da tradução
Se o objetivo essencial de um processo documentário é pro
ver a infortiação, a finalidade da tradução e facultar

essa mesma

informação aos que desconhecem a língua em que ela está escrita,
A fim de evitar o risco de traduzir um trabalho desinte ressante para uma clientela em potencial,

torna-se aconselhável,

mesmo necessário, analisar o texto original,

Digitalizado
-^gentilmente por:

e

procedendo, assim, a

�una seleção inicial, con o intuito de julgar a inportancia e o in•
teresse do assunte tratado.
Nessa tarefa,
de antenão,

o resuno ten papel destacado,

diante do interessado,

pois coloca,

os dados exigidos para estabele

cer de que valia lhe pode ser o texto e determinar a importância do
original a ser traduzido, A utilidade de resumir é por todos reconhecida e,

nesse sentido,

ten sido árcua a luta dos docuLientalis -

tas, que vcera no resuno una necessidade,
no para o futuro leitor,

nao so para o tradutor co

alén de ser essencial aos processos mecâ-

nicos.
Traduzir,

de língua estrangeira,

un texto técnico requer

conhecimento especializado suficiente para sua compreensão,
*

ben C£

no grande doninic dos dois idiomas, A fidelidade de uma traduçao de
pende,

de fato,

tadas,

o que,

da compreensão total das idéias a serem interpre -

nem senpre,

está ao alcance de um tradutor geral,mes

no provido de dicionário,

porque, nuitas palavras tem significação

própria nas, en conjanto, mudarj de sentido,

A carência de diciona

rios minuciosos é outro notivo de dificuldade para quem traduz con
fiante nesse instrumento de trabalho e se depara con a pobreza des
se material auxiliar,

enquanto o técnico identifica o

terno

pelo

significado na frase.
Mesmo um tradutor com conhecimentos técnicos necessita se
familiarizar com o vocabulário das línguas a serem
fim de prover uniformidade de terminologia,

traduzidas,

essencial a

a

qualquer

trabalho.
Demais,

um bom tradutor deve ter a intuição

esse tipo de serviço,

além de saber que dicionários técnicos exis-

tem sobre o assunto e, ainda,
dos a quem recorrer,

necessária a

conhecer profissionais especializa -

se preciso.

Digitalizado
-^gentilmente por:

�Conclui-se, então, que para ura bon tradutor é nais importante conhecer o assunto do que conhecer a língua,
No entanto, A. G. Tíeadett,

baseado na experiencia de che-

fe de serviço de traduções dc National Coal Board,
firria (2) que un tradutor não especializado, porén
dedicado a esse trabalho, conseguirá,
vocabulário técnico, á preciso,
essa afirmativa trabalhando,

inteligente

e

en pouco tenpo, apreender un

entretanto,

apenas,

en Londres, a -

salientar que chegou a

nuia assunto

muito específico

- carvão e correlates - de vocabulário restrito e sempre repetido,
^

A
Nessa experiencia de seis anos,

^
na chefia da Seção de Tra

duçoes do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, demonstrou que, para temas científicos,

não se

pode

prescindir

de

tradutores especializados,
á certo que,
cultura geral,

de início,

tentamos utilizar tradutores

com

promovendo a revisão da tradução por un especialis-

ta do assunto, mas verificamos que esse processo,

embora seg-uro,

é

muito lento e, atualmente,

estamos tentando um esquema ideal: en -

pregar,

tradutores especializados e conhecedo -

para cada assunto,

res das principais línguas com que lidamos,

ou sejam, alemão e in-

glês,
Nãc temos, ate o momento,
áe de tenpo integral;

servimos, apenas,

o interessado e o tradutor,
traduzir,

uma equipe trabalhando em reg:icomo intermediários

entre

fazendo a distribuição do material

a

de acordo com a língua e com a especialidade,
Ã Seção faz una revisão final,

guardando cópias que cons-

tituem fichario das traduções realizadas, arrumado en ordem alfabe
tica de autor e assunto,

a fim de colocar esse material à disposi-

ção de outras pessoas interessadas e evitar duplicidade de traba lho de nossa parte.

Digitalizado
-^gentilmente por:

�.8
Ate hoje, não experimentamos o intercâmbio em base nacional ou internacional, pois, para isso,
prévia, Mas,

consultamos,

sempre,

seria necessária preparação

as fontes que relacionam tradu -

ções já elaboradas por serviços estrangeiros.
Assim,
Readett,

não podemos nos aproveitar

da

experiencia de Mr,

que treina seus tradutores em serviço,

forçando-os a

se

familiarizar com a nomenclatura e a terminologia técnicas do car vão,
Êsse sistema poderia ser adotado por firmas especializa das,

em casos particulares,

to ao tradutor,

onde puver possibilidade de ter,

um especialista no assunto,

vantagem

jun -

que lhe dará

lingragem técnica mais apropriada do que a consulta a dicionários,

3, Difusão das traduções
En todo o nundo,
ca sofrem os mesmos

os serviços de traduçao tecnico-cientif^

problemas,

oriundos da necessidade de servir

melhor no menor tempo possível,
O desconhecimento do que se está fazendo

com

respeito a

tradução de textos científicos e técnicos em outros departamentos
ou instituições especializadas similares,
Exterior,

provoca,

tanto nacionais como do

era conseqüência, duplicação de esforços,

perda

de tempo e prejuízo financeiro. Tal estado de coisas vem despertar
nesse campo, maior interesse pela intensa colaboração em âmbito na
cional e internacional«
As traduções técnicas devem ser difundidas por meio de pu
blicação em revistas especializadas, dando a um grande grupo a van
tagem oferecida apenas a ura grupo reduzido.
As traduções de capa-a-capa,

cada vez mais freqüentes,

revistas estrangeiras sao altamente procuradas,

de

principalmente no

que se refere a material russo, O interesse sempre crescente des -

cm

1

I Digitalizado
-^gentilmente por:

14

15

19

20

�.9
pertaöo pela literatura científica

russa causou a criação de cen -

tros especializados em tradução de raaterial publicado na ÃÚssia e,
até :.:eS£ão,

de serviços comerciais,

Bureau Inc,,

(.3) que traduz,

como,

eri Hew York.o Consultants

entre outros trabalhos,

pa,

para o inglês,

46 periódicos russos,

te,

tabelas de conteúdo dos periódicos traduzidos.

fornecendo,

Instituições corao o Fernaraon Institute,
lucros e coi^ o objetivo de difundir,
inglesa,

de capa-a-cagratuitanen -

sen preocupação de

entre os cientistas de língua

os conhecinentos científicos russos,tornait cada vez nais

fácil a identificação de textos no idioma russo,
A preocupação do raundo ocidental cok referência à literatura científica soviética provocou mudança de orientação em diversos serviços, que passaram a dar ênfase ao tratamento desse mate rial, A Association
(4)

iniciou,

of

em 1951,

Special Libraries and Information Bureaux

o "Corjraonwealth Index of Unpublished Ccien -

tific and Technical Translations",

como resultado de resolução ado

tada pela British Comiaonwealth Scientific Cfficial Conference, que
teve lugar em 1946,

e de recomendação da Itoyal

Information Conference,

Society Scientific

realizada era 1948.

JÊ
^
jlj ur,i catalogo de traduções,

mantido cooperativamente pe-

las agências na Grã-Bretanha, Austrália, Nova Zelândia, Canadá,
dia e /frica do Sul,

e em que o British Cormonwealth Scientific Of

fice atua como órgão centralizador,
rentes países e

recebendo informações dos dife

retransmitintío-as para todos os catálogos das agên

cias cooperantes, liecente conferência sra Londres,

em abril de 1960,

concluiu que maior amplitude deveria ser dada a esse Catálogo,
treitando,

inclusive,

raent of Scientific Industrial lesearch.

cm

1

es-

relações com tradutores individuais.

Outra instituição digna de nota,

da ASLI3,

ín

pelo levantamento que faz,

I Digitalizado
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como exemplo,

é o Lepart

que complementa o catálogo

junto às firmas

14

15

i'g

industriais.

17

i's

19

20

�ao
coligindo o máxino de traduções de íiaterial russo,
ITos Estados Unidos e na Inglaterra,

são diversos os servi^

ços de tradução existentes. As traduções são feitas por organiza ções cot;-erciais, que as venden,
ocasionalraente,

as fazem e de

após o uso Í!nediato,
tais,

Que,

bom grado oferecen-nas gratuitamente

e por agências governaraentais e paragovernamen

%
as expensas do orçaraento federal.
Deve-se ressaltar,

nha,

por companhias industriais,

através do

ainda,

Lralstelle

rev-r,

:

lai:

as traduções elaboradas no país,
tivo, que

o trabalho realizado na Aleraa -

levantattento

de

todas

funcionando como depósito informa

registra 170 mil traduções,

das quais 60% são inéditas,e

contando cor.: uma percentager. de 33% na localização das traduções,

4. Conclusão e sugestões
Baseados no exemplo desses países,
2aais variados serviços,

que,

pela criação dos

demonstrarar.: reconhecer a

um tratamento especial para a barreira linr'èística,

necessidade

devemos enca -

rar a situação do problema no Brasil e tentar solucionar,
nuar,

de

ou ate -

os obstáculos existentes, coordenando nossos esforços isola-

dos para criação de uíii Serviço Central Cooperativo

de

Traduções,

com a finalidade de promover colaboração efetiva entre os serviços
de docuriientação,

bibliotecas especializadas dos 3stados e institui

ções de carater científico,
duções,

permitindo maior cproveitamento das tra

em estreita cooperarão,

para efetuar trabalho mais amplo e

melhor,
O Serviço funcionaria,

inicialmente,

como uma

comissão

constituída por elementos representativos dos diferentes Lstados e
teria cono tarefas inaugurais as seguintes;
a) Fazer,

na forma de sindicância,

Digitalizado
/gentilmente
entil mente por:

^ -."ffí.íírí?.,.

&lt;5-

14

un levantamento re-

15

17

13

19

2

�.11
gional dss instituições científicas que

oferecen

aos pesquisadores serviço de traduções ou que utilizar.!, com freqüência,

o trabalho tíe tradutores;

b) Convocar essas instituições para tonar parte nessa
cadeia de cooperação,

comproiaetendo-se a notificar

quais as traduções elaboradas e a dispor de cópias
em caso de necessidade,
c) Escolher a instituição que abrigaria o Serviço Cen
trai Cooperativo tíe Traduções,
coKo centros de informações,
penhar tal tarefa e dispondo,
teca especializada,
ra traduções,

que

funcionaria

equipado para desei- para isso,de

cora instrumentos de pesquisa pa

índices e bibliografias de tra

publicados por serviços internacionais,

principais revistas traduzidas do russo,
rêsse para ubi ^rupo ir.aior. Processar,
te,

oiblio-

ou sejam: dicionários especializados,

era diversas línguas,
duçÕes,

e

e

de inter-

paralelamen-

um levantamento destinado a estabelecer qual o

material de infornação para tradutores e instituições existente nas

bibliotecas e

centros de cocu

:cientação do Brasil.
d) Publicar ur.i índice das traduções científicas e téc_
nicas,

de tiragein linitada e

restrita,

que eluci -

dasse quais as traduções já elaboradas,

assinalan-

do as instituições possuidoras dos trabalhos cor respondentes,

o que facultaria riaior aproveitarien-

to dos nesrios e evitaria duplicidade en outros se£
viços.
e) jiscutir,
autoral,

cm

1

en bases concretas,

a questão do direito

que tandos impecilhos causa

Digitalizado
-^gentilmente por:

à divulgação

�.12
de traduções,

e

estudar nedidas necessárias

para

obter franquia de publicação de trabalhos traduzidos.
A tarefa não está aciría de nossas possibilidades nem,
pouco,

é onerosa eri demasia, caso não levenos erii conta,

a percentagein de aproveitaraento de tal trabalho, i;as,

tão

de início,

a colabora -

ção total das instituições envolvidas reduziria as despesas ao raínimo e estabeleceria bases para ui: planejamento futuro,

quando o u

so sempre crescente faria sentir sua real necessidade, Tarabém,
podemos continuar ignorando a barreira lingVjistica,
gresso dos estudos de nossos jovens,

não

entrave ao pro

neiti fechar os olhos aos esfor_

ços envidados por outros países para atenuar as proporçoes do probleraa,
Nossa inércia atual só será prejudicial as gerações vin douras, Iieveraos considerar, co"io estíi.iulo,

o interesse demonstrado

pela criação de un centro internacional de traduções, projeto apre^
sentado e debatido,

recentemente,

pelo Prof» Eoblitz na reunião da

•Tiretoria da Federação Internacional de Locuiaentaçãojcosio parte do
seu prograna a longo prazo e que riarcaria as bases de

ur,ia coopera-

ção de âmbito internacional,
Estamos convictos da necessidade de um levantanento

para

iniciar cooperação em base nacional» Compete a este Congresso julgar do valor de tal erapreendiraento e tomar a si
lançar a semente desse trabalho,
to das técnicas documentárias,

a

iniciativa

de

comc vigia alerta do aprinoramen-

a serviço

dos

estudiosos de nosso

país.

cm

1

(1)

ClvGÁlIIZAÇÂC CLilITÍFICÁ, CULTIRÁL E E2UCÁCICNAL DAS IKÇCES UNI
^AS - Scientific and technical translating
and
other aspects of the language problem. Paris, ÍS57, SG2p„

(2)

..cSAI:eTT. A.G, - The training of translators, ASLI3 Proceedinps,
10(6) ;131-146, June 1^:50.

I Digitalizado
-^gentilmente por:

14

15

i'g

17

i's

19

20

�.13
;{AISSR, I,P»E, - Translators and translations:
services
and
Sources
IJew York, Special Libraries Association,
1959,

CClJFi-ilüiíCS on technical translation, ASLÍ3 Proceedinps.l2(^) í
:125-173, April 1960.
^
PAUiS:^, A,G, - A Short list of organizations handling transia
tions, Library Association lilecord. 60(7) :222-224, 1953,

I Digitalizado
-^gentilmente por:

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17

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Digitalizado
gentilmente por:

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19

20

��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUIÍENTAÇÁO

O auxiliar de biblioteca e sua forraaçao profissional
por
Heloisa de âlraeida Prado

02. '.0 6'-

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SÂO PAULO

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O AUXILIAR DE BIBLIOTECA E SUA PORlíAÇÂO PROFISSIONAL.
por
HELOÍSA DE ALMEIDA PRADO

SINOPSE

1, O problema do material humano para se encarregar de
bibliotecas infanto-juvenis, escolares e municipais,
em pequenos centros,
2, Necessidade de preparar avixiliares de biblioteca,
3» Sistema centralizado para adquirir e preparar o material para essas bibliotecas,
U, Programa para o curso,
5» Requisitos exigidos dos candidatos,
6, Orientação profissional.

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�o AUXILIAR DE BIBLIOTECA E SUA FORMAÇÃO PROFISSIONAL
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Resolvemos tratar deste assunto porque sentimos que ha, ate certo ponto, unidade
de vista dos bibliotecários brasileiros quanto a formação profissional do bibliotecário, Grande tem sido o interesse, por parte dos dirigentes das escolas de biblioteconomia, de melhorar seus curriculos dando aos alunos vun preparo de nivel

supe -

rior.
Logicamente os individuos que assim se preparam, almejam cargos onde possam
exercer sua profissão, usando os altos conhecimentos adquiridos em estabelecimentos
/
universitários*
A biblioteconomia é uma das profissões que mais exige cultura dos profissionais,
0
P
0
A
pois, alem da técnica, requer conhecimento de linguas, literatura, ciência, arte,
filosofia, etc, para que seja possível enfrentar o trabalho de dirigir, desenvolver
e manter bibliotecas universitárias, nacionais, especializadas, enfim instituições
que exijam tal competência de seus encarregados,
Se por um lado esta afirmação é irrefutável, por outro não é menos verdadeira a
necessidade de prepararmos profissionais para se dedicarem à bibliotecas infanto juvenis, escolares e mesmo municipais, em pequenos centros, Quem se encarregara dessas bibliot®cas que deverão estar espalhadas por todo Brasil, maiores e menores, na
medida das posses dos diversos mmicipios? Essas bibliotecas, em geral modestas

em

seus acervos e om suas pretensões, não são menos necessárias do que as já citadas.
Inútil seria perdermos tempo falando aos congressistas sobre o valor do material
impresso como veiculo impar para a difusão cultural e base para a realização

dos

mais altos objetivos da educação»
Ideal seria que cada município e cada escola tivesse sua biblioteca. Sabemos
que o ensino so pode ser realmente eficionte quando a escola dispõe desse verdadeiro laboratorio para a tarefa escolar.
Julgamos imprescindível que preparemos profissionais capazes de se encarregar
desse trabalho, Temos o exemplo dos professores primários (normalistas) que após o
12 ciclo ginasial ingressam no curso profissional, se habilitam e se propoem a realizar o seu trabalho nas mais longínquas escolas, Temos tconbem o dos auxiliares de
enfermagem que tão bons serviços vem prestando. Formar apenas bibliotecários (ni vel superior) seria nao querer enfrentar a realidade brasileira. Mesmo em paises
mais avançados do que o nosso, tal solução seria utópica.
Parece-nos que, diante desta evidencia, sera altamente oportuno as Escolas d^e
Biblioteconomia organizarem cursos para a formação desses profissionais.

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�- Fls, 2 Sendo a falta destes cureos sentida por todos que se interessam pelo assimto, talvez grupos menos credenciados venham a se incumbir da tarefa de organiza-los, quando
tal serviço poderá ser eficientemente executado pelas escolas de biblioteconomia,
A melhor solução para o problema dessas bibliotecas nos parece ser o sistema cen0
e&lt;é
tralizado nacional ou estadual, onde os processos técnicos, desde a aquisiçao do ma terial impresso até o preparo para circulaçao estara a cargo da biblioteca central,

. n

ficando o auxiliar de biblioteca apenaa encarregado de administrar e dirigir a biblioteca, atender convenientemente o leitor e fazer com que a instituição atinja seus verdadeiros objetivos. Naturalmente o sistema centralizado garante a uniformidade e
perfeição na parte técnica,

a

além de ser muito interessante sob o ponto de vista eco-

nomico,
Como, porém, a. organização desse trabalho centralizado depende do muitas soluções
de ordem burocrática, o mais prático será procurarmos habilitar os auxiliares dsi bi blioteca para executar sozinhos suas tarefas, O que nao podemos e privar o nosso po vo de bibliotecas bem orientadas enquanto aguardamos a centralização do serviço.
Julgamos que o curso poderia ter a duração de um ano e que poderia ser exigido
para ingresso o cettificado de conclusão do I2 ciclo ginasial^ ou um exame de admissão
correspondente aos conhecimentos desse primeiro ciclo, pois há, pelo interior do Brasil, pessoas que não sendo portadoras do certificado do I0 ciclo ginasial, possuem
boa cultura, sendo elementos capazes do seguir com sucesso o curso de auxiliar de bibliotecej. e executar um trabalho eficiente junto a toda essa população ávida de oportunidade para desenvolver sua inteligência e personalidade.
Por exemplo, no Estado de S, Paulo possuimos apenas 86 (oitenta e seis) bibliotecas publicas municipais o que e indiscutivelmente irrisorio, se considerarmos o nimero de nmiclpios (505) e os seus desenvolvimentos. Através da Comissão Estadual de Literatura do Conselho de Cultura do Estado de S. Paulo estamos propondo ao Governo
Estado um plano de fundação de novas bibliotecas e assistência às já existentes,

do
por

meio de um serviço centralizado.
Atendida essa proposta estamos certos de que lutaremos com o problema do m&amp;terial
humano para efetivar o trabalho que essas bibliotecas deverão realizar.
Devemos oferecer ao auxiliar do biblioteca um mínimo de conhecimentos técnicos,
Certamente os processos técnicos para as bibliotecas a quo se destinam serão mais simples, O acervo também é mais uniformo, o que facilita o trabalho. Quanto aos leitores,
r&gt;é
^
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as exigencias sao menores, porque dificilmente surgira um investigador, no sentido

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mais amplo, om geral serão indivíduos dcsejosos de adquirir novos conhecimentos,
A titulo de sugestão propomos o seguinte programa para êsso curso:
Classificação

-

3 aulas semanais

Catalogação

-

3 aulas semanais

Noçoes de história do livro

-

Elementos de referencia

2 aulas semanais

Língua portuguesa Psicologia

-

-

1 aula semanal

2 aulas semanais
2 aulas semanais

Organização e administração de bibliotecas

-

2 aulas semanais

Esta distribuição dará 3 horas diárias, devendo ser exigido de cada aluno um está0
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gio de 50 horas em biblioteca, o que sera indispensável para que

,
consiga levar a

bom termo sua tarefa. Terminado o curso, o aluno receberá um certificado.
Esclarecimentos sobre as disciplinas:
CLASSIFICAÇÃO ; Esta disciplina devera tratar apenas do sentido da mesma e do estudo dos três sumários de Dewey, habilitando os alunos a classificar de acordo

com

essa tabela e a sabor orientar os leitores na colocação dos livros nas estantes.
Será estudado também o problema da identificação do livro classificado, podendo ser
usada a tabela de Cutter,
CATALOGAÇÃO : Regras para preparo do fichas simplificadas e conhecimento básico
de organização de catálogo dicionário, recomendado para esses tipos de bibliotecas,
NOÇÕESDE HISTÓRIA DO LIVRO ; Serão úteis como cultura, pois o auxiliar de biblioteca trabalhando com o material impresso deverá conhecer algo do sua história,
ELEMENTOS DE REFERÊNCIA : Será indispensável alguma orientação sobre as obras do
referencia, utilidade e manejo de dicionários, enciclopédias e anuários, principalmente os nacionais,
LÍNGUA PORTUGUÊSA j É indiscutível a utilidade do ensino da língua, pois a deficiência de conhecimento que temos notado, mesmo em estudantes que terminaram o 22 ciclo ginasial, nos autoriza a afirmar que esta disciplina é indispensável,
PSICOLOGIA : Esta disciplina oferecerá conhecimentos básicos de psicologia in fantil o do adolescente, o que muito ajudara o trabalho do auxiliar de bibliotecas
infanto-juvenis e escolares. Nesta cadeira poderá ser incluido algo de relações públicas, o que contribuirá para o sucesso dos serviços prestados om qualquer tipo de
biblioteca,
ORGANIZAÇÃO DE BIBLIOTLCAS : A maior atenção deve ser dada a esta cadeira, que

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será por assim dizer a coordenadora do ensino ministrado em outras disciplinas,

Ela

deverá oferecer aos alunos uma visão geral de todos os trabalhos que preeisam seriei
tos em uma biblioteca e determinar os métodos de trabalho que garantam maior rendi mento c melhor serviço,

Poderá ser incluido um mínimo sobre seleção, pois embora ês-

te trabalho nao deva ser executado pelo auxiliar, e necessário que conheça o critério
que o determina,
Aproveitando os conhecimentos técnicos adquiridos, deverá a cadeira de organização orientar sobre o uso do catalogo e da classificaçao, assim como sobre o modo de
prestar assistência aos leitores.
Por certo, no exeicicio de sua profissão, terá o auxiliar uma série do obriga ções de caráter administrativo, técnico e de rotina para as quais precisara ser convenientemente preparado.
Quanto às obrigações administrativas, está incluida a determinação do horário,
do regulamento interno do serviço do empréstimo, a instituição da penalidade, a substituiçao de livros perdidos o descartados, etc.
trabalho de estatísticas, relatórios, etc.

Precisara ser orientado quanto

ao

Receber sugestões quanto a exposições,

hora do conto, orientação de leitura, arranjo dos livros e da sala e outros trabalhos
que proporcionem maior e melhor aproveitamento do material da biblioteca.
Indiscutivelmente o responsável pela biblioteca é a alma da mesma e, aliando as
suas possibilidades naturais aos conhecimentos recebidos, poderá tornar a institui ção uma verdadeira oficina de trabalho,

É ele que poderá criar o clima para que

os

leitores se sintam a vontade o possam tirar da biblioteca todas as vantagens que ela
estiver cm condições de oferecer.
As qualidades pessoais exigidas dos a\ixiliares de biblioteca são de tal impor tância

que julgamos ser muito útil haver orientação profissional, pois grande parte

do sucesso desse curso se situa numa boa seleção das possibilidades individuais.
Amor aos livros, compreensão, dedicação, bom humor, paciência, interesse em auxiliar
os trabalhos de pesquisa e fé na boa influencia da leitura são requisitos essenciais.
Diz Emma Buenaventura em seu trabalho "Manual para Ia organizacion de bibliotecas
infantiles y escolares" :'sé quando todo o conjunto de recursos técnicos e humanos se
põem em movimento, em ação contínua para servir os leitores, podemos falar de uma biblioteci,
Penspjnos que seria oportuno aproveitar este Congresso para ouvir opiniões sobre
o plano de formação do auxiliar do biblioteca e, no caso de ser aprovado, estabele cer o programa para este curso, pois sera de inestimável valor esta uniformização.

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Naturalmente sempre que a Instituição mantenedora de uma biblioteca estiver
condições financeiras de ter um bibliotecário, poderá fazê-lo, pois o auxiliar

em
de

biblioteca continuará cm sua atividade, uma vez que seu certificado não lhe dá o direito
de ser bibliotecário, mas simplesmente auxiliar.

Terminando, aguardamos a opinião dos colegas para as seguintes recomendações:
1 - Seja organizado nas Escolas de Biblioteconomia o curso para auxiliar
de biblioteca»
2 - Seja determinado o programa e a duração para esse curso, a fim de haver xmif ormidade ,
3 - Seja fornecido, aos aprovados no curso, o certificado de auxiliar
biblioteca,
I
^
^
I4 - Seja pedida as autoridades competentes a criaçao, no quadro do funcionalismo, do cargo de auxiliar de biblioteca,

REFERÊMCIAS

BIBLIOGRAFICAS

1 - Development of public libraries in Latin America; the São Paulo conference.
CI952.
2 - Instruções para a organização das bibliotecas municipais - Ministério da educação, Instituto nacional do livro,

19^05

3 - Manual of techniques in library Organization - Cundiff,

195^»

I4. - Manual para Ia organizacion de bibliotecas infantiles y escolares - Buenaventura,

i960,

5 - Principies of College library admirdstration - Randall and
V
6-0 problema das bibliotecas brasileiras - Moraes,
7 - The public library in American life - Rose,
8 - Simple library cataloging - Akers,

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I95I4..

19h5o

9 - The small public library - Moshier LeFevro,
10- "ÈRching with books - Branscomb.

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��TEBCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCIJIíSNTáÇÃO

Bibliografia corrente brasileira
por
Laura Maia de Figueiredo

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�Tema IV - Bibliografia e Documentação - Bibliotecas especializadas

BIBLIOGRATi-IA CORRENTF BRASILEIRA
por
Laura Mala de Figueiredo

Sinopse
Serviço de Bibliografia do Instituto Brasileiro de Bibliografia
e Documentação.

Bibliografias correntes, gerais e especializadas

no

setor das CiênciPs Sociais, Baslcas e Aplicadas que constituem volu mes independentes.

Digitalizado
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�1 - INTRODUÇÃO
'
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i

No trabalho de Edson ÍTery da Fonseca - Desenvolvimento da Blbllo
•
teconomis e de Bibliografia no Brasil, publicado na Revista do Li-

•

55 95-121.1, m^rço de 19^7 - n« parte referente às atividades bibliográficas,

f
í
s

temos um panorama ger^l dos

no Br-ísil até I956.
tros especialist5s,

O tema já foi,

trabalhos bibliográficos

t®mbem objeto de estudo de ou -

cujos trabalhos servem de base para uma aprecia

ção completa sobre o assunto.
Apresentamos, agora, este trabalho, focalizando o Serviço de Bibliografia do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
órgão nacion^'l,

especialmente destinado a executar, promover e coor

denar levantamentos bibliogr'='ficos, cuj&lt;^ criação marcou nova
da bibliografi» no Brasil,
rentes

,

Falaremos,também,

fase

das bibliogr?^fias cor

ger^^is e especializadas no setor das Ciências Sociais,

Bas^i

cas e Aplicd^s que são divulgadas em volumes independentes.
Esclarecemos,

ainda,que o IBED pare melhor divulgar os

bibliográficos brasileiros,

divulgi^ra em breve,

trabalhos

a Bibliografia Bra-

sileir" de ^dbliogr^fl'^s.

2 - SERVIÇO DE BIBLIOGRAFIA DO INSTITUTO BP^SIL^IRO DE BIBLIOGRAFIA E DO
CUMENTAÇSO
Ao Serviço de Bibliogr'^fia do IBBD cabe promover o

levantamento

*
0
/
d'=' Bibliogr^fi" tecnico-cientifica brasileira e divulga-la
de edições periódicas e cumulativas.

#
através

Suas principais funções

a)

compilar a bibliogrf'fia técnico-científica corrente;

b)

compilar bibliografias intern^^cionais especializadas,

sao;

quando

de interesse particular par" determin'^do grupo de estudiosos e

que

digam respeito a problemas br^^sileiros;
c)

compilar bibliogr-^fias de interesse para o Conselho Nacional

de Pesquisf^s,

a ^undação Getúlio Vargas, o Departamento Administra-

tivo do Serviço Publico e instituições que lhes são subordinadas.

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�-22,1 - Orp:anízação blbllop;raficn
ko estudPr o IBBD o seu Pl^no de Trrbolbo,

no que se refere

à

org?!ni7,pcÃo d" Bibliogr-^fip científlc» br-^slleirp ,naturplmente ,te
ve aue resolver,

de início,

vnrios problemps fund?.mentp&gt;is.

2.1.1 - .Arr'^nio
Alfi'betlco de cbeç^lhos

do assunto ou sistemático ?

Êsses dois tipos de arrnnjo, os mais empregados,
como é natural, cada um,

apresentam,

suas vantagens e desvantagens.

O arranjo alfabético não dá idéia de conjunto e limita o uso
da bibliografia às pessoas que conheçam o idioma em que é apresen
ß
tPd'' a materi'';

/
M
o arranjo cl^^ssificdo da visão de conjunto e,se_n

do um sistemf^ de notação universal, pode ser utilizado em qualquer
parte do mundo,
O sistema de Classificção Decim^^l Universal teve de ser pr£
ferido ^^o de Dewey pelas vantagens oue oferece.
O arranjo escolhido foi, portanto,
com o m^is
hum'^nos,

o sistemático, de acordo

'^tu'^liz^do sistem® de classificação dos

conhecimentos

« Classificação Decimal Universal e completf^do com um in

dice de "utores e

»^ssuntos.

2.1.2 - Bibliogr«^fi»^ sin^lética ou analítica
Resolvido o tipo de arranjo

- CDU - teve o IBBD que

decidir

se a bibliografia seria sinaletica ou analítica,

Embora reconhe-

cendo a superioridade da bibliografia analitica,

teve que escolher

a sin^letica, pois o serviço de analise bibliográfica tem exigências grandes para um órgão novo como aquele,

então em fase de im-

plantação e experimentação.
2.1.3 - Período e periodicidade
Cora rel^tção ao período que a bibliografia deveria abranger ,
estudou se levnt^ria a bibliogr-^fia a partir da

data de criação

do Instituto - I95U - conservando atualizada daí por diante,ou se
tentaria

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? np-poj^da tarefa

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d" bibliopraf ia retrospectiva .Apesar de

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�-3evidente que n org-^.nização

bibliogr°fcientífica brasileira

retrospectivo devn irrti dia ser tent'^dfi,
lução mais conveniente,
tir de 1^53^»

teve que resolver pela so-

dispondo-se a tr^tsr da bibliografia a par

isto é, com quatro ".nos de retrospecção dn data

de

sua cri^^ção.
O problema periodicidade também foi estudado cora cuidado.
be-se que quanto mais freoüente fôr «
lhor, m^-s,

t'&gt;rabém,

au"nto mais

parece oue pTa estas

informação bibliográfica m^

"cumul'd'^, m^is fácil

pesquisa .

du-s condições que se contr-^põem a solução

ideal seria termos bibliografias mensais,
tes, pelo menos semestr'is,
cinco anos,

Sa

"nuais,

dez em dez etc.

com acumulações freqüen

acumulando ainda de cinco

em

Infelizmente, isto é um trabalho ex-

trem-^mente dispendioso e difícil, não sendo possível sua solução
imediata.
Par" iniciar,

viu-se o IBBD obrigado a se contentar com

bi-

bliogr^^fit^s anu'^is, na sua primeir»" fase, pois segundo veremos mais
adiante,

a situação não permaneceu como fora prevista.

2.1,U - Materiol bibliográfico
Outr" preocupação do Instituto foi o material a incluir;
vros,

artigos de periódicos,

ra fazer

li-

teses, folhetos etc, Era princípio,pa

bibliografias tão completas qixanto possível,

resol -

veu incluir,ppulatin'^mente,material de documentf^ção que de

qual-

quer raoneira contribuísse p'^r'^ a informação científica sobre o a£
sunto.
2,1,5 - 'Assuntos
O problema final foi escolher se o IBBD faria uma bibliografia ger'^l científica.,

como a adotada para as Ciências Sociais, ou

se optaria pelas bibliografias especializadas publicadas separada
mente.

A. dificuldade nessa solução prendeu-se ao fato de serem os

assuntos, hoje em dia,

tão correlacionados que,

considerando a pu

blicaçao em sep'trado de bibliogr^^fias especi-^lizadas, o IBBD
• *a

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1 r'

te-

.ti.;."o de titulos.

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�-1+Apes^r dl3so, preferiu o Instituto,

embora conservando ainda

a Bibllofyr-'fia Br^sileir" de ClênciQS Sociais como uma obra em con
A
^
junto, editar suas bibliografias no c^^mpo das Ciências básicas
e
0
9
aplicadas da maneira mais especializada possivel,
O IBBD esta en
carregado de compilar e divulgar a bibliografia brasileira corren
te de Agricultura, Botânica, Ciências Sociais, Documentação Matemática e Fisica, Medicina, Zoologia,

além de outros trabalhos bi-

bliográficos .
2.1.6 - Apresentação
Todos admitem,

sem dúvida,

que a apresentação da bibliog a -

fia como de todos os documentos deve ser normalizada.
O IBBD,

de início, preocupou-se com as normas bibliográficas

recomendadas, passando a adotá-las na elaboração se seus
As normas da Associação Br^sileir»

trabalhos.

de Normas Técnicas divul-

g«d"3 em Normali?!«ção da Documentação no Brasil, em 19^0, por

a-

ouelo Associação em colaboração com o IBBD são observadas.

- EIBLIOGRÍTJ-IAS GAFAIS
O Boletim Bibliográfico da Biblioteca Nacional,
Brasileira do Instituto Nacional do Livro

a

Bibliografia

e o Boletim Bibliográfi-

co Brasileiro, publicado sob os auspícios do Sindicato Nacional das
Empresas Editoras de Livros e Publicações Culturais, Câmara Brasilei
ra do Livro e Instituto Nacional do Livro, continuam saindo com cer
ta regularidade.
Por oc^si^o do Seminário Regional de Bibliografia,Documentação e
Permuta de Publicações, realizado no Mexico, no período
vembro a i; de dezembro de 19^0, quando se realizou,

de 21 de no

também,

a Pri -

meira Reunião da Comissão Latino-Americana da Federação Internacional de Documentação os delegados de 17 países Latino-americanos decidiram compilar um» Bibliogr""fi^ Latino-Americana,

em substituição

a Bibliografia de Centro Amerlc» y dei Caribe.Caberá ao Brasil edi' "r

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�-5ferente a 19éO, que incluirá além dos psíses d'J América Centr?-1,

a

Argentina e o Uruguai, entre outros.
Par? o volume referente a 19^0,

esper"-se a adesão dos demais pai

ses aue se fizeram representar no Seminário,
Tod« produção bibliográfica d«"

entre eles o Brasil.

Améric Latina indicndr em uma só

obra, nos n'-rece um^ re-^lizrção dign«» de aplausos pois mostrará intern«»cion'^lmente o valor ã-' contribuindo bibliográfica df' América La
#
tina, facilitara a pesquisa,

/
alem de outras vantagens.

Evidentemen

te, e um tr^^balho de vulto que so poderá ser levado a efeito com

o

concurso efetivo de todos os paises,

Í4. - BIBLIOGRAFIAS ESPECIALIZADAS
I|., 1 - Ciências Sociais
A Bibliografia Brasileir*^ de Ciências Sociais que foi a prime^
ra da serie de bibliografias que o IBBD se propôs a editar,
contr»^ no volume h,
guintes,

6 e 7»

já se en

referente a 1957» estando o 5 no prelo e os se-

em fase de organização.

A Bibliografia Brasileira de Educação que vem sendo

publicada

pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Educcion-^is do Instituto Nacio
nal de Estudos Pedagógicos - INEP - atingiu o volume B, n.
ro/março de I9ÓO,

1,

janei

Podemos dizer ^e com esta realização do INEP,

a

organização da produção intelectual sobre Educação e assuntos corre
latos não deixa maiores preocupações,
U.2 - Ciências Básicas
As ciências geologicas continuam sendo cuidadas.

Em 1957,

apa-

receu o terceiro suplemento da Bibliop;rafia e índice da Geologia do
Brasil 16I1I/I9I4.O,

correspondente ao período I9Í4.5/5O,

o numero correspondente a I951/55, graças aos

Em 1959,

ssiu

esforços de suas auto

ras Sras. Dolores Iglesias e Maria de Lourdes Meneghezzi.
Bibliografias de Matemática, PÍsica, Química, Botânica e Zoolo
gia vem sendo

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compiladas e divulgadas pelo IBBD,

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�Da Blbllogrqfla Br'^sllelr'? de Mntem'itlca e Fistca fol publicado o \'oluine 2, que inclui materiP.l bibliográfico relrtivo no período 1900/57 e ^ilguns trabalhos do século passado.
A Bibliografia Brasileira de Químic" v.2,

195^/5^ está no pre-

lo, bem como a Bibliografia Brasileira de Botânica relativa ao mes*
periodo,
^uanto " Bibliografia Br^^sileir«' de 'Zoologia o último volumejÄi
blicpdo foi o segundo,

também, referente a 195^/5^*

5 - Ciências Aplic'dqs
K«"s ciênci^a

"» '
medlòíns temos a Bibliografia-Braslleira de Medi-

cina - anteriormente Indice-Cstálogo Medico Brasileiro - de autoria
de Jorge de Andrade Maia,da qual o ultimo voluitie publicado foi 06,
1957» em colaboração com o IBBD. Desta Bibliografia, iniciada eml939
com o primeiro volume correspondente ao período 1937/39» não foi pu
blicado o volume 5» 1953/5^«

Com a morte de seu compilador, o IBBD

tomou a seu ergo a continuação deste trr^b^lho que como bem assinalou a Sra. Terezine Ferraz,

em seu Trabalho sobre bibliografia bra-

sileira no setor das ciências médicas - IBBD Boletim informativo

U

(3/6):129-139, maio/dezembro de 195^ - "representa o marco inicial
da bibliografia medica nacional sistematizada
O primeiro volume da Bibliografia Brasileira de Agricultiira
1956/5^,

,

el^bor^d" pelo IBBD em col^boreição com a Sociedí^de Nado -

nal de Agricultura, será divulgad»" em 19él.
O índice Tecnologico d" Escola Politécnica da
Bahia,

Universidade da

organizado pela Sra, Bernadette Sinay Neves, encontra-se

no

numero 7 de dezembro de 1957«
Tod'^s estas Bibliografias continuam sendo compiladas para opor
tuna divulgação.

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��TERCEIRO CONGRESSO BRàSILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA 3 DOCUIffiNTAÇÃO

A catalogaçao dos autores brasileiros e portugueses
por
Maria Antonietta Requião Piedade

Oa\ OGI.âC^/)

à.
\l • ^ -f

Curitiba
1961

cm

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�TEMA

A

CATALOGAÇÃO

DOS

I

-

PROCESSOS TÉCNICOS

AUTORES

BRASILEIROS

E

PORTUGUÊSES

por
Maria Antonietta Requiao Piedade

SINOPSE
Relação dos estudos brasileiros sobre catalogação, especialmeri'
te referentes aos nomes brasileiros e portugueses, acompanhada
de comentários. Apresentação dos vários pontos de vista e
gras enunciadas e em uso para a catalogação dos mesmos

re-

nomes.

Sugestões de consoYidaçao das regras de catalogação para autores brasileiros e portugueses. Conclusão sugerindo a criação ,
pelo Congresso, de uma Comissão Brasileira de Catalogação, com
a finalidade de redigir as regras definitivas, a serem,automaticamente, adotadas e apresentadas como norma brasileira à Con
ferenda Internacional sobre Princípios de Catalogação (Paris,
outubro, 1961),

V

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�INTRODUÇÃO
Ha cerca de quinze anos a forma da entrada dos nomes dos
autores brasileiros e portugueses preocupa e tumultua o nosso

meio

biblioteconômico. Ha alguns anos surgiu o interesse internacional em
resolver o assunto.
A Assembleia do Bibliotecários das .Américas, realizada ern
Washington,

em 19^7, estudou o assimto, e,

criando a Comissão Latino

Americana de Catalogação, pensou obter soluçoes.
O Codigo da American Library Association, na sua segunda
edição, de 19^1-9, dedica-lhe ujíi paragrafo (r. 38), recomendando proce
dimento semelhante àquele em pratica na Biblioteca Nacional.
Em 195^ a TOJESCO fez um acordo com a Comissão Nacional de
Bibliografia do Instituto Brasileiro de Educação Ciência e Cultura e
a bibliotecária Irene de Menezes.Doria foi encarregada de promover cs
entendimentos necessários à solução do impasse.
A Comissão de Organização da Conferência Interijacional
sobre Princípios de Catalogação, promovida pela Federação Interna cional de Associações de Bibliotecários (IFLA), sob o patrocínio da
UNESCO, a reunir-se era Paris,
par-se cora o assunto.

em outubro de 1961, voltou a preocu -

Os bibliotecários brasileiros e suas associa-

ções de classe vêm sendo instados a trabalharem por um acordo nacio
nal que solucione o assunto.
1. PRECEDENTES HISTÓRICO- •^I^LT^'iriFICOS
1.1. são bem mais antigas do que originalmente possa se
pensar, pois datam de 1918, as primeiras sugestões sobre cataloga ção dos nomes brasileiros e devemo-las a Cícero de Brito Galvão,

o-

ficial da Biblioteca Nacional (Repertorios. Boi, bibl. Bca Nac..Rio
de Janeiro, l(2);29-32, rbr./jun. 1918).
1.2. Em 193^ o funcionário da Biblioteca Municipal

do

Rio de Janeiro, Jorge Duarte Ribeiro, publicou um trabalho aprese^trndo um_projeto de decreto estabelecendo 51 regras necessárias
catalogação das bibliotecas (Regras bibliográficas;
ficacão,

1934.
1.3*

à

ensaio de codi-

29 p.).

Poucos anos mais tarde, em 19^11,

como resultado da

modernização do estudo de biblioteconomia no.estado de São Paulo,vie
rara a luz, sob a responsabilidade da Associação Paulista de Bibliotecários, as Regras gerais de catalogação e redação de fichas
Paulo, 1941.

(São

20 p.).
1»L\.» No mesmo ano o Departamento Administrativo do Ser-

viço Publico nomeou uma Comissão Incumbida de Elaborar o Codigo Bra

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sileiro de Catalogação de Bibliotecas, integrada pelos bibliotecários
da Biblioteca Nacional Emanuel Gaudie Ley, Maria da Penha .Afonseca

e

Vera Barbosa de Oliveira e Dela representante do DASP, Nilza Lins

de

Almeida.
Os membros da Comissão, em ofício ao Presidente do

DASP,

afirmaram que "depois de exame minucioso dos codigos mais conhecidos,
tais como A.L«A. Catalog rules^ Norme per il catalogo degli stamnati
(Biblioteca Apostolica Vaticana), The Prussian Instructions e
for a dictionarv catalog (Charles A. Cutter),

Ruies

a atual Comissão do Co

digo Brasileiro de Catalogação achou conveniente redigir um código
baseado nos dois primeiros. A Comissão, entretanto, deseja conservar
a liberdade de discordar destes códigos sempre que julgar conveniente."
Em 19hh foram publicadas,

sob a forma mimeografada,

as

"Normas para organização de um catalogo dicionário do livros e periódicos que,

infelizmente, não teve a aceitação e a repercução que

o

trabalho merece.
1.5« Nos anos de 19h7 e 19^8 apareceram dois importantes
trabalhos da professora e bibliotecária paulista Maria Luiza Monteiro da Cunha (Manual de catalogação para a Biblioteca Publica Municipal de são Paulo. New York, 19^7.
problema de catalogação.

P«

e Nomes brasileiros,

São Paulo, 19^8.

um

l6 p.).

1.6, Em 19^9 era publicada, por iniciativa de Lidia Sambaqui,

a edição brasileira das Normas para catalogação de impressos,

da Biblioteca Vaticana (São Paulo, Progresso,
gra 38a,

1949), acrescida da re

sobre catalogação de nomes brasileiros, de autoria do pro -

fessor Otávio Calazans Rodrigues.
1«7. Durante a administração de Josué Montelo na Biblioteca Nacional foi constituída uma comissão interna para estudar a unificação da catalogação nos vários departam_entos da Instituição.Para essa Comissão o professor Calazans Rodrigues preparou um documento,

ainda inédito,

em que expõe sua opinião sobre a entrada dos

no-

mes brasileiros e protuguêses, defendendo a forma composta.
1»8, Antonio Caetano Dias, diretor dos Cursos da Biblioteca Nacional,
pai

em artigo publicado no Boletim da Biblioteca Munici -

de são Paulo, defende a entrada pela forma composta do sobreno-

me e a regra 38A do Codigo do Vaticano (Oproblema da catalogação dos
nomes portugueses e brasileiros. Boi, bibl. Bca Mun.. São Paulo, 20;
47-53, 1952).
1«9.

Tivemos a oportunidade de divulgar dois artigos,so-

bre catalogação das obras dos autores brasileiros,

em que discutimos

a form.a do nome (Grafia dos nomes brasileiro? e portugueses. Bibli_2~
tecas e bibliotecários. Rio de Janeiro, l(9)sl-4, nov. I95/4.)

cm

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e apro-

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ncntamos a pratica da Biblioteca Nacional (Nomes brasileiros e portu-.
gneses; regras de catalogação da Biblioteca Nacional. Bibliotecas
Bibliotecários., Rio de Janeiro, 1(6) sl-Ii,

o

ago 195^)*

Convém lembrar aqui que a Bibliografia Brasileira,

do Ins

tituto Nacional do Livro, bem como o Boletim Bibliográfico Brasileiro,
seguem de porto as regras grlotadas pela Biblioteca Nacional.
1.10. O 12 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, reü nido em Recife,

em 195^, apreciou um informe apresentado por Edson

Nery da Fonseca e Myriam Gusmão de Martins sobre os Processos Técnicos nas bibliotecas do"país,

onde são assinalados os problemas refe-

rentes à catalogação, e encareceu a necessidade do contarmos com

um

codigo brasileiro de catalogação.
1.11. Dando cumprimento a recomendação do Congresso
Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (I.B.B.D.)

o
convo

cou para novembro do mesmo ano a Com.issão do Estudos de Catalogação,
composta de l6 bibliotecários, representando 7 estados da FederaçãoPernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro (Guanabara),

São Pau

Io, Paraná e Rio Grande do Sul. j^pos tres dias do dobates apresentou
5/|. resoluções, divulgadas . em forma mimoografada , pelo I.B.B.D.
lucões adotadas; catalogação simplificada

(Reso-

jRio do Janeiro, 195^1).

1.11.1. A mesma Comissão designou uma Sub-Comissão,

com

o fito de preparar um ante-projeto de Codigo Brasileiro de Catalogação, composta de bibliotecários do Rio e do São Paulo.
1.11.1.1. O grupo do Rio do Janeiro, integrado por
Pamplona,

Emy

Irene Doria, Edson Nery da Fonseca e a autora do presente

documento,

apresentou ao I.B.B.D.

o resultado do seu trabalho, divul

gado por esta instituição, sob a forma raimeografada
tudos do Catalogaçao.

(Comissão de Es-

Codigo brasileiro do catalogacao^ antopro.ioto

preparado pela Sub-Comissão de Redação).
1.12« Irene de Menezes Doria encarregou-se, como membro
da Sub-Comissão, do relatar o problema dos nomes brasileiros.

Este

relatorio não foi divulgadojporem no seu trabalho Processos técnicos
da compilação bibliográfica (Rio do Janeiro, Ministério das Relações
Exteriores, Seção de Publicações, 1955)? às paginas 12-17,

aparecem

expostas as opiniões da professora.
l«"'!. De Recife nos chegaram, om 1959,

as Normas para a

catalopno.^-.r; rips bibliotecas da Universidade de Rocifo,

em 26 paginas

mimoografadas,
l.li-U No mesmo ano o Serviço de Intercâmbio de Catalogação divulgou um documento mimeografado contendo sugestco- às bibliotecas cooperantes, procurando uniformizar a pratica catalografiea
brasileira,

esclarecendo pontos,obscuros o omissos do Codigo do Va -

ticano e advogando a simplificação das notas bibliograficr.s.

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1.15» Tivemos oportunidado do enviar ao 2ß Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, reunido em Salvador, Bahia,

em 1959, um

trabalho intitulado Sugestões para acréscimos o modificações necessa.•'i'S ao Codigo do Vaticano a fim de o adaptar as exigoncias das biblio
t'-cas brasileiras.
1.16, No princípio do corrente ano (I96O)

o conhecido es-

critor patricin Gilberto Freyro fez publicar ura suelto advogando
respeito a grafia original no nome das pessoas (Ã

o

proposito da grafia

do nomos de pessoas. Diário de Pernambuco. Recife, 21 fev. 1960íI|.).
1.17« Recebemos do professor português Zeferino Ferreira
Paulo,

em forma mimeografada, um documento intitulado Catalogação de

impressos;

pro.ieto português, em que estão discutidos os problemas de

descrição do livro, forma da entrada de autor e cabeçalhos de assunto.

2. PROBLEMAS CATALOGRÍFICOS DOS NOMES BRASILEIROS
PORTUGUÊSES

E

E SOLUÇÕES AVENTADAS

2.1. GRAFIA
2.1.1. Havendo Portugal e Brasil adotado a ortografia simplificada este ato refletiu-se na grafia dos nomes proprios que, como
estabelece o acordo ortográfico de 19^3, nos seus artigos 39 e 1|0, "es
tão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns",

a-

crescentando "para salvaguardar direitos individuais, quem o quiser man
tera om sua assinatura a forma consuetudinaria".
Os bibliotecários brasileiros dividem-se em dois grupos-:
aqueles que preferem a grafia simplificada para os nomes proprios

e

os Partidarios da conservação da grafia usada pelo autor.
2.1.2. Em nosso artigo Grafia dos nomes brasileiros a^^vogamos a simplificação dos nomes proprios convencidas da impraticabl lidade da conservação de duas

formas num mesmo catalogo e guiadas pe

Ia pratica literaria e livresca do país.
Esta solução vçra de ser adotada na Biblioteca Nacional,
apos termos deixado a direção da Seção de Catalogação, exigida pela
conveniência dos leitores.
O Instituto Nacional do livro prefere a grafia simplificada para a Bibliografia Brasileira.
Na ocasião da publicação do referido trabalho contamos
com opinião favoravel dos escritores Eugênio Gomes, então Diretor da
Biblioteca Nacional,

e Afrânio Coutinho.

Algumas bibliotecas paulistas,

entre elas a Bibli-^teca Mu-

nicipal de São Paulo, a segunda biblioteca em tamanho
do país,

adotam a grafia simplificada e a professora Maria Luísa. Mon-

teiro, no seu trabalho sobre nomos brasileiros,

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. e importância

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citado no paragrafo

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�1#5») recomenda esta pratica, também aconselhada pelo projeto português (§ 1,17).
_

^

A Comissão de Estudos do Catalogação (§1,11)

na resolução I1.6,

estabeleceu,

a adoção da grafia simplificada.

Considerando a modernização da grafia um imperativo nacio
nal, que influenciara a própria,eficiência do catalogo, reconhecemos,
no entretanto, que a sua imposição no âmbito internacional traria dificuldades intransponíveis aos bibliotecários estrangeiros. Assim sen
do não consideramos dev© constar das regras de catalogação internado
nais.
2,2, FORMA DO NOME
Duas,são as correntes sobre a forma do nome a ser empregada na catalogação,
2,2,1.

Os bibliotecários paulistas o a Biblioteca Muni -

cipal de São Paulo adotam o recomendam nos seus trabalhos (§ l-,3j e
1»5)

o adoção do nom.o completo dos autores, mesmo quando não os usam

ao assinar suas obras, Como exemplo lembraremos que o reitor Pedro
Calmon, da Universidade do Brasil,

sera registrado como Pedro Calmon

Munlz de Aragão Bittencourt.
2.2.2« Todas as demais alas bibliotecárias,

inclusive a

Biblioteca Nacional, ficam fieis aos codigos da ALA e Vaticano,

omi-

tem os pronomes o sobrenomes que os autores não usam e mandam "dar
preferencia a forma coraumente adotada pelo autor"

(Vaticano regras

58, 3PAb, lj.8),
2,3c AUTORES QUE N.S0 USAM SOBRENOMES
2.3.1, É tão comum, entre os autores nacionais, assinar
so com os pronomes que já em 193'í-l- Duarte Ribeiro (§ 1,2)

apresentava,

solução para o fato, preferindo a entrada pelo primeiro prenome, Ex.:
Sálvio Júlio.
2.3.2, Os paulistas, apoiados pela prática da .Biblioteca
Municipal, partidários invariáveis da entrada obrigatória polo nome
completo,

escolheriam por entrada; Lins, Silvio JÚlio de Alguquerque,
2.3.3, As Normas para organização de um catálogo dicioná-

rio (regra 37)

ofereceram uma terceira solução, que formulada.por Ca-

lazans Rodrigues,

se converteu nr, regra 38A,

alínea c, da edição bra-

sileira do Codigo do Vaticano, que assim rosa;
"Quando os autores hpbitualm.ente assinam seus trabalhos
somente com prenom.es compostos, dove~se escolher o se gundo como entrada principal". Ex.; JÚlio,

SÍlvio.

Esta e a solução da Biblioteca Nacional e a que conta
com maiores adeptos no nosso melo blblioteconomlco,

tendo sido per-

filhada pela Comissão de Estudos de Catalogação, na resolução 30 (§1.11)
' I" " I" " I" " I" " I" " I Digitalizado
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�í
I 2,3*4» Profetizando,

^
^
acreditamos que sera aceita a ter-

ceira formula, na uniform.izaçao.
e_

'~~j

I 2.U, SOBRENOMES COMPOSTOS
Inicialmente devemos dizer que ha duas acepções
do que

soja sobrenome composto.
2.1|..l.l. Sobrenome composto e aquele formado de mais de

uma palavra. Ex.s LÍdia do Queiroz Sambaqui (Sambaqui e sobrenome do
marido).
Z.Iiel.E. Sobrenomes compostos são aqueles que são nomes
do família compostos de duas ou mais palavras,

aqueles que ja

pas-

sam de pai a filho compostos. Ex.i Virgílio de Melo Franco, Afonso
Arinos de Melo Franco (da importante família mineira Melo Franco). .
O ultimo sentido o, realm.ente, aquole^que representa,na
concepção corrente,

o sobrenome composto, e, representando a opini-

ão da professora LÍdia Sambaqui, vem sendo seguida pelo Serviço de
Intercâmbio de Catalogação (S.I.C.).
Apreciando e apoiando esta definição reconhecemos, no
entretanto, não ter tido ela grande aceitação entre os biblioteca rios, devido a dificuldade de conhecimento da origem dos nomes dos

,

autores. Preferem anrovar a primeira acepção, que ê aquela encontrada nos codigos tradicionais.
2.Í4..2. As opiniões sobre a forma da entrada estão divididas em dois campos; partidarios da forma composta,

entrada pelo pri-

meiro sobrenome seguido dos demais, e adeptos da entrada pelo ulti mc sobrenome.
2.ij-.2el. O Codigo do Vaticano (regra i.l.0 e 38Aa),
catalog rules, nas edições de I90P e 19^4-1 (regras 25 e 35)

o ALA

adeptos

da fi^rma composta são os preferidos pela corrente liderada pelos professores Calazans e Antonio Caetano Dias,

dos Cursos da Biblioteca

Nacional»
2./4.2.2, O Serviço de Intercâmbio de Catalogação, apli cando o pensamento de LÍdia Sambaqui e liderado por Haidea Martins,
prefere entrar pela forma composta, quando esta e nome de família
composto (§ 2.1^.1.2), decidindo-se pelo ultimo sobrenome, quando isto não acontece ou quando não é possível obter informação.
Acompanha esta corrente a profes'-ora Lais da Boa Morte.
Observam.os que em. mais de 50^ dos casos as entradas
escolhidas por este grupo coincidem com aquelas preconizadas polo
grupo seguinte.
2,/j.,2.3. A escolha da ultima palavra do nome para entrada da catalogação já era recomendada por Cícero de Brito Galvão,
1918, quando afirmou "a meu ver, a mais sensata e a

Irograj

em

do últi-

mo nome".

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e "o ultlno nome e a mais facll de retor na memoria, não deixa duvidas quanto ao modo de proceder do catalogador e e a mais uniforme".
Os adeptos do ultimo sobrenome subdividem-se em dois gru
pos s
2.l4.2#3»l» A Biblioteca Municipal de São Paulo e o grupo
paulista, liderados por Maria Luísa Monteiro e A''elfa Figueiredo, es
colhem a ultima palavra do nome completo do autor. Ex.: Bittencourt,
Pedro Calmon Muniz de Aragão.
2.3*2.3»2. O Grupo liderado pela Biblioteca Nacional,
que nos filiamos, apoiado pelas Normas brasileiras ja citadas

a

(§ l.Il-),

prefere a entrada pelo ultimo nome da assinatura constante nas obras.
Ex.; Calmon, Pedro.
Z»h*3* A aceitação do último nome por todas as correntes,
fórmula para a qual sente-se maior tendência, tornar-se-ia possivel e
^
f
«&lt;•«
\
fácil se conseguíssemos formular, de modo preciso, exceções a regra
geral.
2,5. EXCEÇÕES \ ENTRAD/i PELO ÚLTIMO SOBRENOME
2.5.1. SOBRENOMES MAIS CO^JHECIDOS PELA FORMA COMPOSTA
2.5»1.1. Os códigos da ALA e Vaticano pixj^Tor -"no caso era
que a própria pessoa,

ou o costume de seu país, tenha dado preferên-

cia a alguma outra parte do nome,

esta será adotada como

lavra de

ordem principal".
Os bibliotecários brasileiros sempre temeram, a liberdade
de escolha que a entrada nos termos acima propicia e procuram incessantemente meio de formular uma regra que,

cobrindo a maioria dos ca-

sos, oriente o catalogador.
2.5.1.2. Irene DÓria sugeriu a Comissão de Estudos de Catalogação (195^)

que "quando o autor não usa prenomes, assinando suas

obras só com sobrenomes,

a entrada |seja|

feita pela primeira parte

do sobrenome". Êsta opinião, aceita com restrições, converteu-se na
resolução 51, da mesma Comissão.
2.5.2. SOBRENOMES FIRMANDO EXPRESSAO
É pratica da Biblioteca Nacional,

alicerçada nos autores

Normas para organização de um catalogo dicionário,

catalogar pe-

la forma composta os sobrenomes constituídos de duas ou mais palavras,
formando uma eiípressão. Ex.; Castelo Branco, Camilo; Espírito Santo,
Humberto.
Todos os partidarios do últimn sobrenome,

e mesmo o gru-

po que deseja a entrada pelo snbrenom.e com.posto, escolhem esta forma
de entrada, que, geralmente, representa a forma mais conhecida»

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2.5.3. SOBRENOMES LI G.ADOS COM TRAÇO DE UNiIO
O traço de união, raro nos sobrenomes portugueses e brasileiros, e sempre respeitado e a entrada feita pela primeira parte.
2.6. "FILHO", "NETO", "JUNIOR", "SOBRINHO" NOS NOMES
É comum encontrar as palavras "Filho", "Neto",

etc.

como

parte integrante dos nonos pessoais brasileiros e portugueses.
Três soluções estão em uso:
2.6.1, Suprimir as referidas palavras da entrada de autor,
como fazem os códigos Vaticano e ALA, acrescentando-as, apos os prenomes,

somente na falta das datas, quando necessário à identificação. Ex.;

Couto, Miguel, 19

-

2.6.2, Acrescentar sempre as ditas palavras apos os pronomes e antes das datas. Ex.: Couto, Miguel, filho, 19
Mnria Luísa Monteiro (§ 1.5)
Ex.; Couto, Miguel (filho),

inclue-as entre parêntesis.

v

O SIC adota esta forma porém sem. o parêntesis. Ex.; Sousa,
João, jr.
2.6.5. As Normas brasileiras

(§ 1.4), o projeto português

(§ 1.17)5 Irene DÓria e a pratica da Biblioteca Nacional aconselham
conservar as citadas Dalavras após o sobrenome, Ex.: Couto Filho, Miguel,
2.6.Í4., Ha alguns casos em que as designações "Filho", "Junior", etc.

são sobrenomes verdadeiros e como tais tratados na catalo-

gação. Ex.: Netto, Violeta Coelho (entrada pelo ultim.o sobrenome)

e

Coelho Netto, Violeta (entrada pela fnrm.a composta do sobrenom.e).
2.7. PRENOMES COMO SOBRENOMES
Ha casos na literatura brasileira em que nomes completos,
constituídos de pronomes e sobrenomespassam a servir de sobrenom.e,
constituindo sobrenomes com.postos, Ex,; Miguel-Pereira,, Lucia«
Acrcditam.os que este foi o pensamento do professor Calazans
ao redigir a alínea d, da regra 38A, porem,

infelizmente, como está re-

digida traz confusões e somos forçadas a aconselhar seu esquecim.ento.
Necessitamos,

certamente, de uma regra permitindo a entra-

da pela primeira parte destes sobrenomes porém com redação mais precisa.
2.8. MULHERES CASADAS
Os nomes das m.ulheres casadas brasileiras e portuguesas
não apresentam problemas especiais, não previstos pelos grandes códigos, é, no entretanto, desaconselhàvel incluir o sobrenome de solteira entre parêntesis, pois que é parte integrante dos seus nom.es.
A prática dos serviços de catalogação brasileiros é tratar
os nomes das senhoras casadas segundo as mesmas regras estabelecidas

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para os demais noraes.
3. NOVA PROPOSTA DE REGRAS DE CATALOGAÇ.ÍO PARA OS
NOfíES PORTUGUêSES E, BRASILEIROS
3.1»

Sera usada a grafia moderna oficial para os autores

brasileiros e partuguêses e, excepcionalmente,

sera conservada a gra-

fia original para os nomes notoriamente de origem estrangeira. Ex.:
Adolfo Konder
Hélio Viana
Viana Moog

jAssinatura; Adolpho Konder]

jAssinatura: Hélio Viarma 1
[Assinaturas Vianna Moogl

Tristao de Ataíde

|Assinatura: Thristão de Athaydej

Aquiles Bevilaqua

1 Assinaturas.Achilles Bevilaqua]

Oto Maria Carpeaux

jAssinatura: Otto Maria Carpeauxj

3.2. A catalogação sera feita pelo ultim.o sobrenome seguido, apos a virgula, dos prenomes, acrescentando-se a data de nascimento e morte,

caso esta haja ocorrido, resolvadas as exceções contidas

nas regras seguintes. Ex.:
Macedo, Joaquim Manuel de
Morais, Vinicius de
Almeida, Julia Lopes de
3.2.1. As preposições e conj^onções são posi^-stas. Ex.;
Santos, João dos
Andrade, Mario de
Rego, Jose Lins do
3.2.2.

Os prefixos e atributos invariaveis que precedera os

sobrenomes são antepostos. Ex.;
São Tiago, Paulo
3.3* Quando o autor não usa todos os prenomes ou omite
certos sobrenomes sera dada preferência à forma adotada pelo autor.

O

nome completo devera.constar no fim da ficha, apcs a pista e ser objeto de remis siva. Ex.;
Bilac, Olavo
[Nome completo; Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac1
Barbosa, Rui
jWome completo; Rui Barbosa de Oliveira]
'^
^
Sera adotado o m.esDO critério quando,
à sua vontade,

por razão superior

o autor aparecer com o nome completo em certas publica-

ções (geralmente documentos oficiais),

porem for conhecido por parte

do nome. Ex.;
Kubitschek, Juscolino
|Nome completo:Juscelino Kubitschek de Oliveira!
3*k-

Os autores que habitualmente não usam os nomes de ba-

tismo nas suas obras deverão ser catalogados com os prenomes completos,
depois de devidamente pesquisados, perm.itindo-se a entrada pela primei' I" " I" " I" " I" " I" " I Digitalizado
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ra parte dos sobrenomes,

encontrados nas folhas-do-rosto. Ex.;

Eça de Queiroz, Jose Maria
Guerra Junqueira, /ibílio Manuel
Oliveira Lima, Manuel de
Machado de Assis, Joaquim Maria
3.5. Quando os autores habitualmente assinam seus trabalhos
somente com prenomes compostos a catalogação sera feita pelo segundo,
seguido, apos a vírgula, do prineiro, Ex.:
Mariane, Olegario
iNome completo; Olegario Mariane Carneiro da Cunha 1
Herculano, /ilexandre
llTome completo; .Alexandre Herculano de Carvalho Araújo|
3.6, Os sobrenomes ligados por traço de união serão catalogados pela primeira parte. Ex.:
Duque-Estrada, Rodiigo
3,7« Os sobrenomes constituídos de duas ou mais palavras
formando expressão serão catalogados pela primeira parte, Ex.:
Castelo Branco, Camilo
Espírito Santo, Humberto
3.8,

Os prenomes, que unidos aos seus sobrenomes, passaram

a constituir sobrenomes compostos,

transmitidos de pai a filho,

serão

catalogados pela primeira parte dos sobrenom.os. Ex.:
Miguel Pereira, Lucia
1Filha de Miguel Pereira!
3»9* As palavras "neto", "junior", "filho", "sobrinho" figurarão, na entrada,

em seguida ao ultimo sobreni^me e terão valor na

ordenação alfabética. Ex.;
Couto Filho, , Miguel
Sera feita remissiva da entrada sem inclusão das palavras
em apreço, Ex,;
Couto, Miguel, 19
ver'
Couto Filho, Miguel, 19
3.10. A forma da entrada, dos nomes das senhoras brasileiras
e portuguesas estará sujeita às regras anteriores, respeitando-se o estabelecido nos códigos da American Library Association e Vaticano, no
que se refere ès mudanças de nome. Ex.;
Queirós, Dina Silveira de
1 Sobrenome de solteira; Silveira]
lSobrenom.e de casada; Queirós |

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CONCLUSÃO
Apresentamos na terceirr. parte uma série de regras que
rej)resentam, a nosso ver, a pratica, aceita pela maioria das correntes.
Procuramos mostrar que o assunto ja está suficientemente
estudado e,

com boa vontade, cedendo cada qual um pouco, convictos da

necessidade de acordo,

ja e possivel a solução.

Esperamos que o Congresso,

diante do exposto,

RESOLVA :

Criar a Comissão Brasileira de Catalogação,

composta de

dois especialistas em. catalogação de cada estado, designados pelas
respectivas associações de classe, representando as diferentes correntes de pensamento, incumbidos de discutir e redigir as regras necessárias à catalogação dos nomes brasileiros e portugueses, que passarão automaticamente a constituir norma nacional e,

como tal,

serão

levadas à Conferência sobre Princípios de Catalogação, a se reunir
em Paris, no proximo mês de outubro.

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��TB..CEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

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✓
Formacion de bibliotecários y documentalistas en
America Latina
por
Maria Luisa Monteiro da Cunha

02; o6l3Í.^0

Curitiba
1961

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lí

�(Trabalho apresentado ao Seminário Latino - ümericano de

Bibliografia,

Documentação,e Permuta&gt; realizado no Mexico em Novembro de i960)

Antes de cualquier pesquisa y estúdio a cerca de Ia formación profesional de bibliotecários o bibliografos y documentalistas, cumple
estabelecer Ia diferencia de atribuciones de esos profesionales y su
campo específico de actividades.
La dificultad sxorge inmediatamente, ante Ias propias definiciones
hasta ahora existentes.
"La propia enterpretación de Ia palabra Documentacidn es ambigua.
La definición dada al tármino por Ia FID: "Documentacidn significa Ia
colecta y archivo, clasificación y selección, diseminación y utilización", no obstante correcta, es según Majewski, "Incompleta y demasiadamente inclusiva; así, en sus pormenores. ha sido blanco de interpreta
ciones diversas". ^

~
. 2
De ahí el hecho de que Ia Bibliografia Brasileíía de Documentación
transcriba en su prefacio Ia opiniißn de Antonio Houaiss, segun Ia cualj
Ia Documentación "engloba Ias bibliotecas, los museos, Ias pinacotecas&gt;
Ias filmotecas, Ias glosotecas, Ias gloptotecas, Ias "n-tecas". Esto
porque Ia función de coleccionar, reunir, clasificar y distribuir documentos cabe tambián a esos organismos, siendo primordia en Ias bibliotecas. En esa misma bibliografia entre tanto, es citada Ia afirmación
de Louise Noelle Malclás concerniente a Ia Documentación, o sea, que
esa,nueva ciência no es más que "Ia bibliografia ultrapasada en su contenido, e acelerada en su marcha".^
A nuestro parecer, el primér paso a ser dado en Io que respecta a
Ia formación de profesionales será Ia delinitación de lós campos específicos de trabajo. Io que. indubitablemente. nos forzará a definir,

ui

aunque en lineas generales, Ias diferentes técnicas biblioteconómicas,
bibliográficas v docuiiientarias.
La 26® Conferencia general de 1- iJ.I.D. ^ provó que, en su mayoría,,tanto los bibliotecários como los documentalistas v otros interesados, todavia están vacilantes cuanto a Ia delimitación de atribuciones y, consecuentemente, a"^a formación profisional de los documentalistas. La Mesa Redonda dedicada a esta cuestión, redundó en Ia propue^
ta de que los estúdios continuen a procesarse en ese sentido.

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"Los autores no

son unânimes en el concepto de Ia Documentacidn
5
lato sensu" dice Edson Nery da Fonseca,
transcribiendo, seguidamente,
una afirmación de Krues: "estamos de acuerdo en que no estamos de acuerdo sobre Io que entendemos por documentación".
Los propios sistemas decimales de clasificación más en voga, lâ
1
8
C.D.U.
y Ia D.D.C.
disoordan cuanto a Ia posicidn de Ia Documentación
con referencia a Ia Biblioteconomia y a Ia Bibliografia. Realmente, Ia
C.D.U. coloca Ia documentacidn en 002, al paso que en Ia D.D.C. Ia vemos
en 010, dentro da Ia Bibliografia en concordância con Ia opinián de
Malclès.
Cumple resaltar que en ningumo de esos sistemas hay subordinaci6n
de Ia Biblioteconomia, de Ia Archivistica o de Ia Muaeó?ià)gp.àxa Ia Documentación,
La comparacián de difiniciones, generalmente antagônicas, nos llevaria a largos percursos sin resultados positivos, ya que serian siempre
lineas paralelas, aiín cruzándose frecuentemente, sin fundirse nunca en
una sola.
Asi, en este estúdio tomamos como ruta Ia experiencia de una Universidad conceptuada, enla que Ia Documentacidn surgio y floreció como consecuencia natural dei aperfeccionamiento de Ia técnica biblioteconámica y dc
de Ias necesidades de Ia pesquisa cientifica y tecnológica. Nos referimos a Ia Western Reserve University que, en su folleto de divulgación de
los cursos para "documentalistas especialistas", aclara; "La Biblioteconomia tiene como funci6n primordial Ia tarea universal de canaliaar todaa
Ias especies de registros gráficos destinados a todos los interesados,
para todas Ias finalidades, en todos los niveles, con el fin de que toda
Ia experiencia humana, registrada, pueda ser tan util cuanto posible",
"La Documentación, por contraste, es el aspecto de Ia Biblioteconomia
(subrayado nuestro) concerniente a Ia mejoria de Ia comunicaciön gráfica
para servir a grupos de especialistas} envuelve Ia parte de Ia Bibliotec_on
nomia relacionada a Ia utilizacidn de materiales y a Ias necesidades de
Is cultura; ocúpase, por consiguiente, especialmente, con Ia preparaci6n
de resTÍmenes o recenciones, confección de Índices,,1a clasificación, los
trabajos de pesquisa, Ia copilación de bibliografias y médios similares
indicados para atender a Ias necesidadea de Ia información especializada.
Áiin cuado otros aspectos de Ia Biblioteconomia reclamen los métodos y Ia
experiencia dei documentalista, áste, generalmente, no tiene como objetivo atender interesea puramente recreativos, popu-lares, dei público en
9
general".
La Bibliografia, por su vez, "es el conociemento de todos los textos publicados, Se basea en Ia pesquisa, en Ia transcripcion y clasificación de esos documentos, con el objeto de organizar servidos

o elaborar

instrumentos destinados a facilitar el trabajo intelectual"»^^

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Todavia, como mis arriba deciamoa, Ia comparacidn de Ias definicio-

nes, nos conduciría no solamente muy lejos, como asímismo, a extremos tales como el citado por Shera

refiriendose a Ia opinidn de autor anoni-

mo; "Dociimentación es Ia biblioteconomia ejercida por af icionados". Esto,
sin embargo, cabría linicamente en un anecdotario tanto de Ia Bibliotecon^
mia como de Ia Documentacidnj
La realidad presente nos lleva a reconecer, entretanto, q.ue así como
Ia "Bibliografia surgid para solucionar el grave problema de Ia organizacidn racional de Io que Langlois llam(5 el patrimonio literário y científi12
co de Ia hunanidad"
, otra ciência. Ia Documentacidn, nació como decoprencia dei aumento, en extencidn y profundidad, de Ia pesquisa científica
y tecnológica,
En vista al actual "Problema de Ia documentacidn", hemos de tomar d^
cisiones concernientes a su solucidn. El paso inicial es el reconocimiento de que los métodos tradicionales adoptados en Ias bibliotecas, archivos y otros organismos dedicados a Ia colecta y conservación, selección y
uso de documentos, han do ser modernizados, una vez que so objetivo,hoy
en dia,no es simplemente Ia diseminacidn y utilización de Ia unidad biblj.
ográfica y sí Ia polarización de su contenido, visando Ia divulgacidn de
Ia información en ella contenida.Como dice, acertadamente, Teresa Boada,
refiriendose a Ia formación dei bibliotecário - 10 que se aplica, igualmeri
te, a Ia dei documentali3ta,del archivador, dei bibliografo, etc. - "Ya
no se trc.ta de proporcionar libros. Hay que proporcionar inf ormaciones ,n_o
tícias ya seleccionades y a punto para el uso"
En Io que concierne a Ia formación profeaiónal de bibliotecários o
bibliografos y documentaligtas, además de establecer Ias respectivas atr_i
buciones, cumplo distinguir el tipo de material que les cabe utilizar.
Tomemos, de inicio, el libro, unida,d bibliográfica que pertenece, c^
si exclusivamente, a Ia biblioteca. La historia dei libro y de Ias bibli_o
tecas relata Ias diversas etapas recorridas desde el rollo de papiro, el
código de pergamino, Ia tablilla encerada, el ladrillo de arcilla, hasta
Ia publicación impresa - libro o revista - de nuestros dias. Entretanto,
por libro, en Ia acepción extensa dal término, entendemos, hoy, por todo rregistro manuscrito, gráfico, pictórico y resultante dei trabajo intelectua,l dei hombre o de los caprichos de su espíritu. Así, Ia biblioteca moderna, adquiere, registra, cataloga, cla.3ifica, nó sólamente el libro pr_o
piamente dicho, como tambien el disco, el microfilm, las partituras musiw-l
cales, las películas, divulgando Ia información en ellos contenidas por
médio de aparato para lectura de microfilms, microfichas, diapositivas,
para audición de discos, de poesias grabadas por los propios poetas (ejem.
el Woodberry Poetry Room, en. Ia Lamont Library de Ia Universidad de Harvard) etc. etc. Ya existen emprendimentos para Ia utilización de Ia televisión en los servicios de câmbios y préstamos entre bibliotecários y varias bibliotecas americanas adoptan Ia mecanización en Ias secciones de
préstamos y en Ia copilación de bibliografias.

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La complejidad c,dq.uirida por el libro en el sentido amplio que hoy
le es dado, hace'con que la bibliografia, sobre todola especializada, no
se limite a la publicaci6n iapresa, incluyendo, por extensi6n, el material pictórico y audio-visual ya referido. Ni podriamos decir, por analogia;
como cita Malcltís,

"musicografía, cartografia, iconografia, sigilogra-

fía, filmografia, discografia, etc. em Io que concierne a los repertorios
de títulos de partituras musicales, de mapas, de planos, de grabados, de
sellos, de películas, de discos, etc. pues esas palabras designan, en la
ma,yoría de los casos, la ciência y. nó la coleccidn de los títulos".
Ejemplo de Io anteriormente expuesto en este pírrafo son Ias obras;
"Bibliographiesí subject and national, de Collison", la Bibliographie de
la France, ler. partie. Suplement C. Musique", y otras muchas.
Cuanto a la documentacidn, no dudamos que crezca y fructifique, teniendo enseguida muchos seguidores, la nueva corriente que con Hajewski,
Coblans, Zaferino Paulo y otros, tiende a sustituir el tármino por otro
más amplio, o sea, "Información Científica", dentro dei cual "documentais
ci6n representaria apenas una de Ias partes constituyentes"
He auí porque en el, CERN (Contre Européen por la Recherche Nucláaire), el sector organizado y dirigido por H. Coblans, tiene la designaci&lt;5n
de Información Cientifica.

Zeferino Paulo, otro documentalista tambien

de destaque entre nosotros, frecuantemente ha manifestado la intención de
hacer Io mismo cuanto al nombre dei actual Servicío de Documentacíon Cien
tífica dei Instituto de Alta Cultura de Portugal.
Lo que importa, realmente, no son tanto Ias definiciones y sí los
hechos, pues estos nos llaman para tomar posicidn inmediata, al paso que
aquellas nos abligan a mudanças constantes, tal como sucederia, si abandonando la "bibliografia", adoptasemos la "dooumentográfía" al relacionar el
acervo de la biblioteca moderna con "sus múltiplas coleciones de bustos,
med&amp;llas, napag etc."

, para enseguida descobrir que otro término seria,

talvez más indicado, para definir exactaircnte la coleccidn de los documentos n(5 como unidades bibliográficas o documentárias y sí de Ias informaci_o
nes en ellos contenidas, àulti-dimensionales como Ias ideas y pensamientos
que representan y transmiten.
Son, pues, los hechos, que, obligándonos a planear, decidir y organizar, nos colocan frente al problema de la preparaci6n profesional nó sólamente dei docuipentalista, dei "Information officer", dei bibliógrafo, dei
bibliotecário especializado, como tambien dei auxiliar de biblioteca, dei
auxiliar de documentación, dei auxiliar de

referencia.

Considerando;
(l) que la organización bibliográfica, o sea, la colecta, la selección, el resumen y la difusión de la información especializada, exi^
gen, además de cultura hxinianística, cientifica y tecnológica, conocimientos profundos de la tácnica documentaria todos sus promenores &lt;

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�(2) que "hay muchos piintos comunes entre una biblioteca especializada (3e£
ción de biblioteca universitária o biblioteca de instituto, por ejemplo) y un centro de documentación propiamente dicho, no obstante el
proplema de Ia conservacidn tenga más importante en Ia primera"; 17
(3) q.ue "los problemas de Ia documenta cián y de Ias bibliotecas de Francia está directamente relacionada com Ia federación Internacional de
Documentacidn por intermedie dei Comitê de documentacidn, cuya sede es
Ia Dirección;
(4) q.ue "el libro todavia es Ia fuente principal de pesquisa de documentos
19
sobre el plan de estúdio;
(5) que "Ia Bibliografia. - Ia fuente de información más importante sobre
los recursos documentários - cuenta como principales elementos: los r_e
portorios o monografias de caracter bibliográfico; Ias revistas de bi20
bliografia corriente; los grandes catálogos de bibliotecas";
(6) que "Ias bibliotecas especializadas están próximas a los centros de
pesquisa y, en su mayoria, tienden a transformarse en centros de docu21
mentación, con o sin esa denominacidn";
(surayado nuestro)
(7) que Ias cualidades necesarias al documentalista, o sea: (a) "especializacián cultural con afinidad al organismo a que irá servir;

(b) conoci-

miento de Ias técnicas de Ia forma de los documentos y de su tratamiento (separación, consrvación, reprodución); (c) respeto al documento
cuanto a su integridad fisica e intelectual; (d) capacidad de proceder
a una interpretación y solecidn de los documentos bajos sus cuidados
para fines de distribuicidn o de establecimiento de una sintesis docu22
mentaria"
deben tambien constituir Ias credenciales dei bibliotecário especializado o bibliotecário - documentalista;
(s) que "el entrenamiento profesional llevado a efecto en muchas de Ias actuales escuelas de biblioteconomia" (correspondientes a Ias de tipo ^
de los Estados Unidos) "es perfectamente adecuado al cumplimiento de
Ias tareas inherentes a Ia documentación, desde que los alumnos posean
base cultural que los capacite a ejecutarlas - y esto tambien se apli25
ca a los bibliotecários";
(9) que, en algunos países de América Latina (Argentina y Brasil, por ejemplo) Ias Escuelas de Biblioteconomia introducieron Ia ensenanza de Ia
Documentación para atender a Ias necesidades de Ia biblioteca especializadas y de los centiros de documentacián;
asignatura, apenas, Ia ensenanza

(cumple resaltar que como

será eficiente si los cm'sos tu-

vieran Ia duración de por Io menos tres anos);
(10) que, organizados, geralmente,

según el padrón de 1h biblioteconomia es-

tadunidiense, Ias escuelas de biblioteconomia de imérica Latina vienen,
desde hace mucho, ensenando 1;. técnica de Ia Biblioteconomia moderna,
con sus múltiples equipes audi o-visuales &lt;, Consecuentemente, no les será dificil seguir, una vez más, el ejemplo do los Estados Unidos, inclu
yendo en los programas matérias de natureza documentaria como "Ia lógica de Ia infornación mecanizada para fines de pesquisa"

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�(University of

Michigan. Library School)5 "organizaci6n bibliográfica

y recuperación de la informacidn" (University of California. School of
librarianship; "documentación de la literatura científica" (Carnegie
Library School);" principies de los métodos de la pesquisa"; "literatu
ra de la ciência y de la tecnologia" (University of Illinois, Graduate
School of Library Science)} "literatura médica"; "métodos de pesquisa";
"documentación" (Columbia University. School of Library Service) - Io
que constituiria exelente base para la pos - graduación en Documentación;
(11) que, como dice Wegelius, "documentalistas generales (bibliotecários con
prática en documentación) pueden serensenados en Ias actuales escuelas
de biblioteconomia. Documentalistas especializados (especialistas - científicos, ingenieros - con preparación en documentación) deben ser
instruídos mediante cursos especiales. Cursos especiales (todavia solo
pueden ser llevados a efecto en grandes países con recurso ilimitados";
(subrayado nestro)
(12) que, aegiin Jones," los programas de escuelas de biblioteconomia, cuando 30n debidamente confeccionados, contienen mucho de documentación, y
su ampliación, en extensión y profundidas, aseguraria la preparación
25
adecuada para documentalistas;
(15) que los latino-americanos están, de cierto modo, en situación aventajada en Io concerniente a la formación de documentalistas,
(a)

porque la propias escuelas de bibliotecomía se encuentran en fase de transición, estando, en su mayoria, empenadas en la reorga
nización de programas de tal modo que diplomen bibliotecários a_£
tos para el cumplimiento de funciones en bibliotecas especializa
das y en centros de documentación y especialmente en los médios
industriales donde más se hace sentir la marcha acelerada de la
ciência y de la tecnologia;

(14) que, en estrecha colaboración con bibliotecários y bibliografos, los
documentalistas son llamados a emprender "vastos y minuciosos trabajos
relativos a la catalogación (subrayado nuestro) de los impresos comunes, de los grabados, de la música, de Ics mapas", como ocurri' cuando
con respecto a la sub-comisión incumbida de copilar un código francês
de catalogación "para uso de los bibliotecários, de los bibliógrafos y
de los documentalistas";
(15) que, por otro lado, bibliotecários y bibliografos, principalmente en
Ias Universidades y en otras instituiciones destinadí&gt;,s a la investigación cientifica y a la tecnologia, emplean la C.D.U. los procesos técnicos de la Documentación (referencias bibliográficas, traducciones,
análisis, recensiones, etc. );
(16) que la Biblioteconomia, la Bibliografia y la Documentación (u organiz^
ción bibliográfia

o información científica) constituyen trabajos en

equipo con la única finalidad de facilitar el ^rabajo intelectual visando el progreso de la ciência:
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(17) q.ue Comisiones da Normas Tácnicas, como Ia dei Brasil (C.B.N.T.) ya
cuentan con una sub-comisi6n de Documentacidn integrada principalmente por bibliotecários;
(16) que, en Brasil, por Io menos, son todavia, bibliotecários, los miem27
bros de Ia Comisión Nacional de Ia CoDcU.

Sugerimos;

(1) Sea Ia preparaci6n profesional de documentalistas (a) generales o (b)
especializados, llevada a efecto, en Amcírica Latina, en Ias Escuelas
de Biblioteconomia oficiales u oficialmente reconecidas;
(2) Q,ue sean los programas de Ias Escuelas de Biblioteconomia de Amárica
Latina ampliados de tal modo que satisfagan tanto Ias necesidades de
Ia documentaciön, como Ias de labibliografia y de Ia biblioteca especializada}
(3) Que no se limiten Ias Escuelas de Biblioteconomia a Ia ensenanza de
Ias asignaturas técnicas, sino que incluyan, tambien, Ias que proporcionen mayor conocimiento científico, tecnológico y humanístico; que
se instituya, además de ésto, el curso de pos-graduaci6n documentaria,
faculta do tanto a los bibliotecários diplomados, como a los portadores de diploma de nivel universitário.
(4) Que sea conferido el diploma de bibliotecário-documentalista al bibli^
tecário que, habiendo terminando el curso regular de biblioteconomia,
en tres anos, completa un ano más de pos-graduación en técnica documen
taria; (serán salvaguardados los derechos de los diplomados ya en ci;iroficiales o oficialmente reconecidos de menor duración);
(5) Que sea otorgado el diploma de documentalistas escializado linicamente
al portador de diploma de nivel
I

universitário (médico, ingeniero, ab_o

gado, licenciado en letras o en cualquer ramo de Ia ciência, dentista,
etc.) que complete un ano de estúdios de Ia técnica documentaria administrados por Ias escuelas de biblioteconomia como Ia pos-graduaci&lt;5n
para bibliotecários.
(6) Que el ingreso

Ias Escuelas de Biblioteconomia sea hecho mediante

Ias mismas exigencias para Ia

matricula en cualquer Universidad o Es-

cuela de nivel superior; además de ésto, que se incluya el exámen de
admisién (en el Brasil, oposiciones de habilitacián) de los candidatos,
n(5 sólamente de matérias culturales, a critério de cada Escuela, sino
tambien pruebas escritas que comprueben el conociniento de:

(a) inglês,

(b) francês o alemán, (c) espanol o português.
Considerando, asimismo, que tanto Ias bibliotecas como los centros de documentación necesitan de personal auxiliar con preparacién especial indispe^
sable al cumplimiento de sus atribuciones,

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Sugerimos;
(1) que Ias Escuelas de Biblioteconomia proporcionen cursos con una diiración de un ano para formación de (e) auxiliares de biblioteca; (b) auxiliares de documentaclón;
(2) Que sea conferido a esos profesionales el certificado.de habilitación
como auxiliares de biblioteca o de docunentación;
(3) q.ue sea necesaria, para el ingreso en el curso, instruccidn correspondjL
ente al término dei priner ciclo dei curso secundário de Ias escuelas
brasileíías (equivalente en los demás países).
Observacidn; Es indispensable que en todos los países de América Latina Ia
formacidn profesional de (a) bibliotecários y bibliografos (b) bibliotecários-documentalistas, (c) documentalistaa especializados,
de biblioteca,

(d) auxiliares

(e) auxiliares de docunentación, sea regularizada por ley.

Estos son, en lineas generales, los aspectos de Ia formación profesional de bibliotecários o bibliografos y documentalistas estudiados, a Ia
luz de Ia situacidn y reales necesidades de Amárica Latina.
Si esta pequena contribuicidn, que refleja el pensamiento de Ia mayoría
de los bibliotecários brasilenos

y se apoya en Ia experiencia de profesi_o

nales (bibliotecários y documentalistas) de renombre internacional, puede
influir en sentido de que el

Seminário regional de Bibliografia, Documen-

tación y Permuta Internacional de Publicaciones (Mexico, I96O) alcance el
ideal senado por todos nosotrosi el entrosamiento de Ia Biblioteconomia y
de Ia Documentaci(5n cimentado en un verdadero espíritu de solidaridad hum^
na, habremos conseguido plenamente nuestro objetivo.

BIBLIOGRAFIA

1. MAJEWSKI, Zygmunt - Training of documantalists and of users of documentation.
F.I.D,

25th Conference, 21-26 Sept. 1959» Warsaw.

Reports and re-

solutions.
p. I4I-I83.

Warszawa |C3ntral Institute for Scientific and Techni-

cal DocumentationI

I96O.

305P'

BIBLIOGRAFIA BRASILEIRA de POCUMENTAÇÃO! I8II/196O.

Rio de Janeiro,

Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, I96ONota da A; Estranhamos que esta bibliografia não t;nha recebido título
mais adequado, ema vez que publicação similar, da própria F.I.D. se
intitula: "Bibliographie de Ia Documentation eú de Ia Bibliotheconomie".

La Haye, F.I.D., I96O)

MALGLES, Louise-Noele - Cours de bibliographie...

Geneve, Droz; Giard,

1954 xii, 350p.

2

3

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�4. FEDERATION INTERNATIONALE

9
2òs Conferência Gerül, Rio

DOCUMENTATION.

de Janeiro. I96O.
5. NERY

FONSECA, Edson - Bibliografia e docuaentação. In

SILEIRO ^

INSTITUTO BRA-

BIBLIOGRAFIA e. DOCUMENTAÇÃO. S.I.T.C. - Cursos de Pesqui-

sa bibliográfica. Cadeira de técnica da organização e da pesquisa bibliográfica, 1.4.
6. Apud LASSO

LA VEGA, j. - Bibliotecário y docuraentalista. Una fricción

y un problema.

REVISTA de ARCHIVOS, BIBLIOTECAS y MÜSEOS, Madrid,

60 (2)s 451-476, Júlio Dicienbre, 1945 &gt;
7. FEDERATION INTERNATIONALE ^ DOCUMENTATION - Dezimal- Klassifikation,
deutsche Gesamtausgaben bearb. von Deutschen Nornenausschuss.
internationale Augusg. der Dezimal-Klassifikation.

5«

Berlin, Beuth-

Vertrieb, 1934-55Classifica.ción decimal universal. Tablas completas en espanol (publ.
243) Madrid. Instituti Nacional de Racionalización dei Trabajo,
1955-1957.
8. DEWEY, Melvil - Dewey decimal Classification and relative index.
ed. Lake Placid Club, N.Y., Forest press

I6th

|iy58|

9. CLEVELAND, WESTERN RESERVE UNIVERSITY. SCHOOL _of LIBRARY SCIENCE.
Program for documentation specialists.
10. i,IALCLES, L. N. - Op. cit.
11. SHERA, Jesse Hank - Documentação e organização bibliográfica jApostilas
do curso ministrado no I.B.B.D. Rio de janeiro, agôsto/setembro,
1957/
12. NERY ^ FONSECA, Edson - Tp. cit.
15. BOADA, M. T. - La formación dei bibliotecário.

BIBLIOTECONOMIA, T,arce_

lona, 1_6 (49)' 7-15» Enero/junio, o959»
14. MALCLES, L. N. - Op. cit.
15. MYEY/SKI, Zygmunt - Op. cit.
16. BRIET, Suzanne - Qu'est-ce que Ia documentation?

Paris, EDIT, Editions

Documentaires, Industrielles et Techniques, 1951'

48p»

17. FRANÇA. DIRECTION d^ BIBLIOTHEQUES ^ FRANCE. SERVICE TECHNIQUE. - Int;í':a(iuc'tipn à une visite des bibliotheques de France.
47p.
18.

Op. cit.

19. BRIET, Suzanne - Op. cit.
19/22.

Op. cit.

Paris, 1955«

�I
10
li;
23. CLAPP,íVerner W, - Resposta N° 4; ^ pergunta N® 2 do Questionário anexado ,;âo trabalho apresentado pelo A a 26&amp; Conferência geral da P.I.D.
(còrn o créscimo de 6 respostas figura e anexo)
24» WEGEL|US, E. - Resposta N® _1 do Questionário anexado ao trabalho apresentado pela ^ à 26&amp; Conferência geral da F.I.D.
(cpa o acréscimo de 6 respostas figura em anexo)
25. JONES, D.C.H. - Resposta ITö ^ do Questionário anexado ao trabalho apresentado pela A â 26® Conferência geral da P.I.D.
(cypm o acráscimo de 6 respostas figura em anexo)
26. BRIEÍ, Suzanne - Op. cit.
27. IBBD/pDU: COMISSÃO BRASILEIRA ^ CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL.

Rio

da Janeiro.

I

2. Nota

.1

Ia A;

Extranamos que esta bibliografia no haya recebido título

adecuado, una vez que publicacidn similar, de Ia propia P.I.D.,
, 1
s^Vi intitula; "Bibliograhie de Ia Documentation et de Ia Bibliothéconp^ie".
m
'ft
25»

(La Haye, F.I.D., I96O)

Raapuesta N® 20 a Ia pregunta Nö 3 dei Cuestionario anexado al traba
jò*]presentado por Ia ^ a Ia 26a. Conferancia general de Ia P.I.D.
(ci^ el acréscimo de 6 respuestas figura en anexo)
j
35
/•.í

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Digitalizado
gentilmente por:

�Digitalizado
^BêTs t
;gentilmente por:

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�5 A-

�TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

A formaçao de bibliotecários
por
Vollne Cardim

C-=)4^
ò.-^ß.
V.

*

Curitiba
1961

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lí

�\V

TEMA III - PROFISSÃO M BiBLiOTECiRIO-DOCUMENTALiSTA

k for ir ação de Biblio-ecários
por
Voline Cardim

Sinopse
A carreira de Bibliotecário é missão
quando baseada no ideal traçado por vocação.
O Bibliotecário precisa

de uma for-

mação ética que o prepare para as

responsabi-

lidades de seu trabalho profissional.
Influência do

meio e da opoca sobre

o Bibliotecário moderno.
Necessidade de

inclusão

da cadeira

de Stica Profissional no currículo das Escolas
de Biblioteconomia.
Análise sucinta do
para

Bibliotecários,

da

Código

de ática

American

Library

Association.

Associação Pernambucana de Bibliotecários.

I Digitalizado
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lí

�A FORIfiAÇSO DE BIBIIOT'RCART.OS

Cada.profissão I terreno propício â realizaçao

do

ideal traçado por vocação,
Não se diga que a Classe Bibliotecária seja exce—
ção,

Hoje,

é carreira reconheci^^amente oficial,

todas as outras profissões,
vos e tem o seu programa»
estão aí,

requer escudos,

é como

preparati—

Os Cursos de Bit'lioteconomia

como prova do quanto é indispensável preparar

intelectualmente os interessados pela profissão de Bi "bliotecário e como é sumamente importante dar rumo certo a estes mesmos que se interessam pela causa.
As exigências dos Cursos variam^
res GB alunos cursam 2 anos,

Um alguns

em outros^

3 anos,

lugae há

o

caso de exigir-se apenas 1 ano para aqueles que já possuem título de.Curso Superiore
zar esta situação,

chegar-se a um acôrdo;

nacionalmente uma norma,
do o território.

O ideal será uniformi—

pois,

estabelecer

a finalidade é una em t£

Uniformização,

aliás,

[já em estudos.

Mas não vamos falar aqui, nessas irregular_i,
dades,

nem tao pouco falaremos sobre um " CURSO IDSAL

Queremos^PugF-rir,
rar,

sim,

algo que pudesso realmente melho

algo que resultasse de prático,

Fíolaoiona-se

ao

homem,

aquilo que dignifica nualquci- cspíScie de comuni-

dada9;

I o dever de cumprir i-jna.iTQ.ssão,

taremos nesta pequena contribuição.

ÍJ ciisto que tra

Contribuição

uma idéia ];iova traduzida em nova.
nos Cursos: Ética Profissional,

de

ministrada
líao so com a.

formação

intelectual,pode o Bibliotecário roall^ar-se inteira
devidamente,

Além desta,

há a forinacao moral,

ção que desperte amor â causa,
frio e penoso,

e

Forma—

para o trabalho nao

ser

para a alma vibrar e a profissão deixar

de ser rotina e fardo pesado..

Formação qua penetre fun

do e ensine o que é dever e responsabilidadeDever que
é o estímulo das consciências retas,

obrigação de se r_e

ali7:ar o que se assiimiu anteriormente,

dever que se tra

duz na exatidão de uma tarefa e que tem como prêmio
paz dos que sabem-fazer bem e a alegria tianquila

a
de

A.Pe.B, -

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]_'5

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11

l'i

�- 2 -

quem tem na personalidade a marca do ser responsável.
Dever e responsa"bilidade que sofrem crise em nossos dias, mas que,

felizmente,

sobrevivem ainda nos que

tidos como "

INTRANSIGENTES

sao

Raro o funcionário que não se deixe influenciar pelos males da época,

pelas enroladas e inexatidoe®,

no cumprimento do seu dever,

Estas influencias,

talvez,

venham prejudicando os que rcceloeram formaçao na infan—
ciacia,

à altura de clima seguro e honesto,

contrários

a toda.e qualquer fraude - mesmo em questão da sua profissão.

É uma das razoes fundamentais da nossa suges—

tão de agora,

Seria interessante a criação de nova ca-

deira para ensinamentos neste gênero,
ar o aluno, a si próprio,

Além de ■benefic_i

como pessoa humana que e,

a

colaboração à coletividade e ao serviço excederia â expectativa,
Há pontos urgente que precisam ser esclarec_i
dos na formação ético-profissional do pessoal que traba
lha em Biblioteca,.

Assim,

o respeito â dignidade huma-

na e ã personalidade de cada um,
edade mútua e vida de equipe

(

o espírito de solidar_i

quando se vive em grupo,

deve-se olhar mais o grupo do que a si próprio

),

partes essenciais do êxito de um trabalho que,

por

só| requer mi^iúcias infindas,
de burocracia.
des,

são
si

pormenores intermináveis

Conhecedor destas mesmas particularida-

o Bibliotecário não se pode eximir ao cuidado

de

preparação ético-profissional para ser capaz de enfrentar o viver.de cada hora na sua profissão^

Bem verdade

que a educação doméstica é cunha forte e de base,

mas,

de mãos dadas com à boa formação do indivíduo e que

a-

tingirão o Bibliçtecário ideal,

se

este de quem tanto

fala e se espera,
O homem é ser completo e nao se deve descuidar,

nele,

nem uma das partos que o comppem.

partes ê falha,

o homem todo se ressente,

qualidades e defeitos,

Todos

temos

Refreiando as imperfeições e m_e

lhorando o que há de bom,
ma favorável.

Se uma das

necessàriamonfco,

teremos cli-

As qualidades exigidas aos Bibliotecários

devem ser conhecidas,

aprendidas e vividas em permanen-

te estágio pelos interessados,

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Syst em

para haver menores poss_i

�- 3 "bilidades de constantes decepções e desenganos na

vida,

no cotidiano da sua profissão.

somos

De qualquer modo,

seres diferentes uns dos outros
circunstâncias de vida,
ninguém.

Poderemos,

etc,

(

temperamento,

educação,

) e não podemos transformar

contudo,

tolerarmo-nos mutuamente e

vivermos em paz com os outros, realizando conscientemente,

cada um a sua função,

pesar ao companheiro,
do,

sabendo qual o seu dever,

sem atrapalhar o conjunto,

sem

sobretu

sem prejudicar o resultado do serviço para atender

cuidados pessoais.
Também,
da educação.

estamos vivendo a ora da técnica

e

O homem tem de se adaptar ao ambiente,

co-

mo fator de vital significação no processo r"educativo
pois,

,

a ação educativa não depende meramente do indiví—

duo que a realiza.

A educação na evolução dos tempos

substitui o " homem em _si " pelo " homem-ambiente."
serve e é servido,

,
que

em troca constante e recíproca» A ten

tativa de aperfeiçoar é substituida pela tentativa con—
creta de melhorar,
de corrigir erros.
mo ser singular,
ente,

poder

Se sempre acertasse desapareceria c_o

ficaria envolvido totalmente pelo ambi-

sepultado nele.

cultura,
sua

" O homem vive graças ao seu

Ao desdobrar sua técnica e a

recria a natureza;

adapta-a a si proprio,

sua
fá-la

"A civilização tecnológica formará novos

tipos

de homens das suas sociedades e novas formas de vida
de cultura "

(l),

e

Era da técnica e da educação I

Interessante é observar,

que,

há uma publica-

ção do " CÓDIGO Dl ÍTICA.PARA BIBLIOTECÍRIOS " na Revista do Serviço Público, v,

lY n.

1 de 1951;.

glês feita por Sylvio dp Valle Amaral,
tado pelo Conselho do A,L,A.

versão do in-

codigo êote,

em dezembro de 1935.

adoNa Bj.

bliografia Brasileira de Documentação nada encontramos
relacionado,

sobre o assunto,

depois daquela, data.

Êste código regula normas de comportamento é'tico para o Bibliotecário profissional,
Biblioteca,

(l) REISSIG,

como instituição,

Dis ele,

que

existe para bcrpficiar cer

Luís - A ora tecnológica e a educagao.

de Germano Jardim,

a

Rio de JG,neiro,

INEP,

Tra

1959.

À'.-Pe?;3,

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s t e .O"
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lí

�- 4 -

ta clientela,

elementos de instituição educa-cicnal ou al

gum outro grupo mais desenvolvido e mais especializado.
Os que escolhem a profissão de Bibliotecário,

obrigam-se

a manter padrões de ética de comportamento em relação
autoridade,

aos freqüentadores do estabelecimento,

á

â pró-

pria Biblioteca, bem como á carreira escolhida e á sociedade;
I - RELAÇSO DO BIBLIOTECÁRIO COM A AUTORIDADE
GOVERNAMENTAL
Cumprindo os seus deveres,
rio.o fará,
tração,

o Biblioteca—

sabendo que a jurisdição superior da admini^

repousa em autoridade governamental,

te constituída,

oficialmen-

O responsável pela Biblioteca i

manterá

governo informado quanto ao padrão profissional e o de—
senvolvimento das atividades.

Os outros Bibliotecários

responderão pela realização do plano da autoridade gover
namental com espírito do lealdade.
rio-chefe,

Cabe ao Bibliotecá—

interpretar as decisões da autoridade e

agií»

oomo elemento de ligação nas recomendações,

nas promo —

çoes, mudança de pessoal,

e fazer tudo

em ambiente liberal,

resoluções,

etc,,

onde se possam declarar as opiniões,

II - RELAÇÕES DO BIBLIOTECÁRIO COM A CLIENTELA
Auxiliado pela equipe de Bibliotecários
o responsável pela Biblioteca,

,

estudará as necessidades

presentes e futuras do estabelecimento para adquirir material de acordo com as necessidades.

Os freqüentadores

da Biblioteca terão conhecimento das possibilidades

da

Biblioteca e o trabalho prestado por cada funcionário

,

será imparcial a quantos estejam credenciados a frequentá-la,
gredo,

Além disso,

o Bibliotecário tem obrigação do se-

Qualquer informação particular de algum leitor

tem carater confidencial.
Biblioteca,

Zelando pela propriedade

inculcar-se-á nos seus freqüentadores,

,
da

o sen

so de responsabilidade na sua conservação,
III - RELAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO NO ESTABELECIMEN
TO
Ao chefe convém delegar autoridade,
rajar as iniciativas,

tomar providencias,

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]_'4

enc_o

apreciar o bom

^5

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11

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20

�tratalho,

O espírito de lealdade e a amável cooperação^

são essenciais ao equilíbrio do serviço-.

Críticas cons-

trutivas serão feitas com o propósito de fazer melhora-—
mentos,

Quem 6 admitido num trabalho tem obrigação

permanecer nele,

o tempo suficiente para compensar à de^

pesa resultante da admissão.
fielmente.

este,

Contrato deve ser cumprido

Em caso de desistência,

antecedência,

de

avisar com razoável

Não se cogite de vantagem pessoal,

pois

não é o objetivo do Bibliotecário que não utiliza-

rá recursos da Biblioteca para uso próprio.
IV - RELAÇTÍO do BIBLIOTEC/íRIO para com a carreira
A profissão não é só reconhecida como edu
cacional,

como também,

deve ter eficiência crescente

de

Os fatores habilidade e personalidade

no

serviço.

serviço,

são de tal forma importantes,

que o Bibliotecá-

rio somente deve estimular pessoas com aptidões recomendáveis,

para o ingresso na profissão,
sinceridade,

desencoraja,ndo

os

incapazes,

A clareza,

confiança e interes-

se crítico,

são elementos que pÕem o Bibliotecário á al-

tura dos seus deveres,

dos seus direitos,

condições apropriadas,

inclusive o de exigir salário ju^

to.

e o manêm

Unidos em organizações bibliotecárias,

em

participarão

dos movimentos e comparecerão as reuniões e conferências
do interêsse da profissão,
V - RELAÇ2I0 DO BIBLIOTEC.IRIO COM A SOCIEDADE
É por meio do Bibliotecário,

que o públi-

co tomará conhecimento das atividades da Biblioteca,
precisa estar informado dos movimentos,
instituições,

organizações

cujos objetivos se harmonizem com os

seu estabelecimento.

Assim,

e
do

representarão a Biblioteca

de modo que ela tenha o lugar definido,
des educativas,

Êle

entre as entida-

sociais e culturais,
Da conduta do Bibliotecário,

dependerá

a

estima do público pela respectiva instituição e serviço,
finalidade exclusiva da classe

:

" SERVUM SERVORUM SCIEN

TIAE
«3,

•

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st em
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lí

�- 6 -

Amemos o trabalho com alma e coração, pois,

tra

balhar g condição que dignifica e enobrece o homem desde
que ele corresponda com precisão a tudo o que lhe e atrò.
buido,
vir,

desde que ele

se compenetre da sua missão de ser-

servir com solicitude e espontaneamente,

é amar a seu irmão, única coisa que contará no
DE CONTAS final.

Associaçao Pernambucana de Bibliotecários, Recife, nov. 1960

servir que
TRIBUNAL

��17

18

19

2(

��</text>
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                <text>A carreira de Bibliotecário é missão quando baseada no ideal traçado por vocação. O Bibliotecário precisa de uma formação ética que o prepare para as responsabilidades de seu trabalho profissional. Influência do meio e da época sobre o Bibliotecário moderno. Necessidade de inclusão da cadeira de Ética Profissional no currículo das Escolas de Biblioteconomia. Análise sucinta do Código de Ética para Bibliotecários, da American Library Association.</text>
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20

��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCIPIENTAÇÃO

A profissão^de bibliotecario-documentarlsta
Situação e perspectivas no Brasil
Dor
Esmeralda Maria de Áragao

V. so

Curitiba
1961

I Digitalizado
-gentilmente por:

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14

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lí

�C.D.U. 023 í 002 (81)

Tema III-- Profissão de Bibllotecario-Documentarista

A PROFISSÃO DE BIBLIOTECARIOuDOGUlffilITARISTA
SITUAÇÃO E PERSPECTIVAS
NO BRASIL

\ \

POR
Esmeralda Maria de Aragão

Sinopse

A profissão de Bibliotecário-Documentarista em quase todos

os

*
/A
paises do mundo e especialmente no Brasil, esta ainda na dependencia de fato res comuns, desde a sua formaçao através Escolas de Biblioteconomia incorporadas as Universidades, ate um melhor planejamento e organizaçao dos serviços pa
ra bibliotecas que se pretende criarj legislação especifica para assegurar

uma

regulamentação dos cursos e currículos das Escolasj legislação para regulamentaçao da profissão e seu exercicio no paisj entresamento necessário entre Esco
Ias e Associações de Classe para a elaboração e desenvolvimento de planos putGl
citarios visando atrair a opinião publica e os orgaos governamentais para o tia
/
M
balho do bibliotecario-documentarista, atrações da carreira e vantagens do exBj
^
00
cicio da profissão.

iV
As Escolas de Biblioteconomia no Brasil., incorporação

%
as

Universidades e criaçao de novas escolas.
As perspectivas futuras a respeito da formação profissional s
o planejamento da Escola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade
Bahia}

da

a Universidade de Brasília e a Faculdade de Biblioteconomia como facul

dade de basej

os projetos em tramite na Gamara Federalj

trabalho

da

^
M
jujito as Associaçoes de Classe e aos poderes executivo e legislativo,,

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F5BAB

�2 -

pequenas salas de suas Prefeituras acervos Inadequados, fora do interesse corram
da população, denominando-os pomposamente de "bibliotecas".

A mentalidade colo

nial brasileira esta, de fato, mi;iito arraigada no espírito da nossa gente,do m
A
modo geral e especialmente entre os homens de governo,

/
A idéia de se criar

e

instalar xjma biblioteca não pressupõe, as mais das vezes um estudo e planejamen
to necessário a sua existencia e atuaçao na comunidade, Uma previsão, para que
e para quem vai ser criado o serviço não entra na cogitação dos planos, Quem vai
dirigir e orienta-lo? Na maioria das vezes, pessoas sem a necessaria forraaçao
profissional,
O fato e,que, não existindo um planejamento racional normali zando e estruturando a instalaçao de bibliotecas em todo territorio pátrio, imrpedindo as demagógicas instalações de serviços improvisados, nao se atentou bem
para a falta de profissionais que possam cobrir todas as necessidades adminis trativas dos mesmos,

Ainda ha falta, sobretudo, de uma mentalidade biblioteco-

A
A
,
nomica, capaz de entender da necessidade de se incrementar a existencxa de

no-

vas escolas, dando-lhes amparo legal, prestigio e influencia para solucionar os
problemas atinentes a criação, instalação e desenvolvimento das bibliotecas.
ê
P
M
A
Se e verdade que ha perspectivas de modificaçao desse programa
pela atuação da classe, através as associações e escolas de biblioteconomia, na
luta pela aprovação de dois projetos de leis em tramite na Gamara Federal, ha
que se insistir, com veemência, junto a todos os governantes brasileiros,

para

a solução do problema,
A
,
^
A avassaladora torrente evolutiva de todas as esferas cientifl
cas e técnicas que impulsionam a vida brasileira, esta a exigir e reclamar nao
/
A
^
SO para o interior, onde se deseja instalar cassas poderosas "agencias educativas", como centros denamizadores de toda a cultura, plasmadores da mentalidade
•^ •
X. ' •
nacional, mas, especialmente, nos grandes centros, onde as cxencias e tecnxcas
se desenvolvem, na busca incessante de novos processos,
Uma especial atenção ha que se dispensar para o aumento quantitativo e qualitativo desses profissionais Bibliotecarios-Dociimentaristas, re^
ponsaveis pelo êxito da informação e docvimentação no Brasil,

cm

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lí

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20

�- 3 Providencias a serem encaminhadas em forma de recomendações, por este Congre&amp;so; campanha para criaçao de novas escolas Incorporadas as Universidades; campanha para aprovação dos dois

projetoá de lei em tramite na Gamara Federal;re

comendações as Associações e Escolas para elaboração de planos publicitários em
torno da formação profissional do Bibliotecario-Documentarista e exercício da
profissão no paxs«,

AS BIBLIOTECAS E OS BIBLIOTECÁRIOS NO BRASIL

Face à complexidade de problemas que envolvem a instalação e or
ganizaçao de bibliotecas publicas de carater popular, serviços técnicos especia
lizados para os vários setores da vida nacional, a falta de pessoal categorizado, profissionalmente capacitado, constitui um dos mais sérios problemas, quiçá
A
/
o mais grave, dada a urgente e imperiosa necessidade de se levar, a todas as a^
M
A
reas do imenso territorio brasileiro a dinamizaçao dos serviços biblioteconomicos.
O Instituto Nacional do Livro em recente publicaçao apresentou
um levantamento de 7.000 bibliotecas brasileiras em todo territorio nacional, sa
lientando, na parte introdutória o seu organizador, Dr, Hélio Gomes Machado,

a

triste revelação de que, em realidade, vim milheiro apenas dessas bibliotecas me
recem a denominaçao específica, acrescentando ainda que "a evolução ideal das li
bliotecas existentes esta, na dependência, tao somente, da formaçao de técnicos
capacitados, profissionais comuns, apenas, nos centros mais adiantados do pais".
(1)
Cumprindo uma daquelas condições primordiais de cultura dos tem
pos coloniais, governantes brasileiros ainda ha que se preocupam em feundr

(l) Guia d-tó

cm

1

2

3

em

Brosiloiraso- 3-^ odição,. Rio do Janeiro. .195í'.

5

6

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�A PROFISolo DE BIBLIOTEGÍRIOuPOCUMENTARISTA
Sua formação

A profissão de bibliotecario-documentarista, a par

da

crescente imposição social para a criaçao de serviços modernamente aparelhados que respondem a toda sorte de indagações feitas pelo homem de cien
cia ou mesmo pelo homem comum, no afan de inteirar^se pelo que realizou e
realiza o seu semelhante nos quatros cantos do globo, apresenta aspectos
/
comuns a quase todos os paises.
Recentes informes publicados pela UI'IESCO em seu "Boletín
para Ias Bibliotecas" relatam a situação em diversos países da Europa

e

da Ásia, reportando-se, de um modo geral, a afiimativa de que a escassez
de profissionais bibliotecario&amp;-documentaristas e o fator responsável pe
mê
A
Io nao funcionamento de melhores serviços biblioteconomicos.
Revela-se também que a formaçao de tais profissionais e
feita através Escolas de Bibliotoconatnia e os currículos das mesmas
riam, assim como a duraçao dos cursos que vao de 2 a 4 anos.

va-

A tenden -

cia mais acentuada e aconseUhada pelos "experts" e de se incorporar

as

Escolas as Universidades, com o planejamento de programas e métodos de en
sino semelhantes aos ministrados por escolas superiores para médicos, ad
vogados, engenheiros e outras profissões liberais.
Em seu trabalho sobre a formação profissional do biblio
tecario Feriam E-nton salienta que, entre os vários fatores, para se con
seguir uma boa formação profissional de bibliotecário, devemos observar:
a) criação de Escolas de Biblioteconomia com objetivos definidos; b) ela
boração de planos de estudo e métodos de ensinoj c) seleção do corpo
professores; d) seleção e recrutamento dos estudantes; e) empi^go

de

para

os diplomados e estudantes»(*)No desenvolvimento destes pontos Danton al^
de a problemas outros que estão estreitamente relacionados aos mesmos.

(«) IJa Escolí^ de Biblioteconomia e Documentação da Bahia os estudantes
realizam estagio gratuito de 200hs e recebem gratificação pelas horas
excedentes do estagio, A partir da 2^ serie os alunos ja podem ser indi
cados para trabalhar em bibliotecas com a supervisão de um professor da
Escola»
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�A
^
quais sejam, a situaçao econoniica e financeira, horário de funcionamento das es
colas, atividades desenvolvidas pelos estudantes, material didático apropriado
e pesquisas bibliográficas.

Argumenta principalmente sobre a importância de que

as Escolas estejam nas Universidades como qualquer

outra de ensino superior, ci

tando o informe de Co C, VJilliamson, "Training for Library Service", que

deu

%
maior impulso a tese.
Marietta Daniels em seu informe "Estúdios y Goncimientos en Aç
M
*
cion" focaliza os serviços e organizações das bibliotecas na America Latina, si
tuando a formação técnica do bibliotecário observa: "El poder contar con bibliotecários y bibliografos debidamente preparados, es tan importante para Ia creación y mantenimiento de Ias bibliotecas y servidos de informacion, como Io es
para Ias escuelas contar con maestros o para los hospitales con médicos", Tam bem Carlos Victor Penna em seu dociimentado trabalho "Bosquejo de un piàn de es/
A
tinrulo y desarrollo de los servidos bibliotecários" assim nos fala sobre a

e-

xistência de bons serviços em relação com a preparação profissional do bibliote
cário: "Para disponer de un buen servicio en el campo de Ias bibliotecas se

re

qiiiere, además de los recursos materiales, de una administracion bibliotecária
basada en princípios válidos

para Ias condiciones dei pais y personal capaz de

poner en fimcionamiento tal administracion«

Por tal motivo, en el planeamiento

que nos ocupa, el factor personal es de fundamental importancia".
A preparaçao profissional do bibliotecário atinge, em

nossos

dias, aspectos de tamanha importancia em todo o mundo civilizado que ja nao

se

compreende entregar a organizaçao e direção de serviços biblioteconomicos senão
a profissionais ojae hajam realizado uma boa formação em Escola de Biblioteconomia, Por seu turno, a evolução das técnicas biblioteconomicas fez surgir o bino
mio: bibliotecáxio-docujiientarista« As Escolas do Biblioteconomia passaram a

se

denominar Escolas de Biblioteconomia e Dotrijnentaçao, rnoluindo nos seus currícu
los as técnicas documentais, capacitando, assim, 03 seus alunos a realizarem nas
bibliotecas ou nos chamados "Centros de Docninentaçao", o trabalho que a investi
gação e a técnica cientifica, artistica e literaria estão a exigir para a conse
cução dos seus empreendimentos» Tal vem sendo a atenção dispensada aos serviços

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lí

�da documentação que uma pequena corrente cogitou dissociar a documentação da bi
blioteconomia, Esta tentativa porem, não surtiu o efeito desejado, pois, e fora
de duvida que a documentação não passa da evolução natural da biblioteconomia,
Esta e a opinião da maioria dos bibliotecarios-documentaristas em todo o mundo,
A bibliotecária paulista Maria Luiza Monteiro da Giinha apresen
tou, a 26^ Gonferencia Geral da Federação Internacional de Documentação, eficiente trabalho sobre o assunto^ ao qual acrescentou um questionário realizado com
vários bibliotecários de renome internacional(2)•

Na conclusão desse trabalho

esboça a opinião acimai acrescentando, com referencia a situação

da America

tina e especialmente do Brasil, os principais pontos pelos quais estamos em van
tagem para com outros países no que concerne a formaçao de documentaristas, salientando a fase de transiçao que atravessamos, e estudos ja realizados por gini
pos de bibliotecários brasileiros diplomados pelas Escolas de Biblioteconomia e
Documentação do país,
Estas, a par de virem reformando seus currículos com o acresci
P
A
^
mo de novas técnicas e disciplinas de integraçao cultural, vem estudando também
a possibilidade de criarem cursos de pos-graduaçao visando formar especialistas.
Vejamos as Escolas de Biblioteconomia no Brasil.

AS ESCOLAS DE BIBLIOTECONOMIA E DOGUI^NTAGÃO
NO BRASIL

Achamr-se em funcionamento no Brasil varias Escolas e Cursos de
Biblioteconomia assim enumerados: Rio de Janeiro (Est, da Guanabara), os cursos
da Biblioteca Nacional e Escola de Biblioteconomia e Documentação do Instituto
Santa Ursula; S, Paulo, a Escola de Biblioteconomia anexa a Escola de Sociologia
e Política, o Curso de Biblioteconomia da Faculdade Sedes Sapientiae e a Escola
\
A
de Biblioteconomia de Campinas, anexa a Faculdade de Filosofiaj Porto Alegre, o

(2) Maria Luiza Monteiro da Cunha. Formação profissional - documentaristas
bibliotecários.

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�- 7 ê
P
Curso dado pelo Departamento do Serviço Publicoj Santa Catarinai Parana, a Esco
Ia de BiblioteconoEiia do Pajrana; Belo Horizonte, o Curso de Biblioteconomia patrocinado pelo Instituto Nacional do Livroj Pemambuco, Curso de Bibliotecono %
mia anexo a Universidade do Recifej finalmente a Escola de Biblioteconomia e do
cumentaçao da Universidade da Bahia, Ate o momento, so a Escola da Bahia e a do
Instituto Santa Ursula, no Rio de Janeiro, tem a denominação de Escola de Bibli
oteconomia e Documentação, Todavia, porem, as demais Escolas e Cursos ja estão
providenciando a reestruturação de seus currículos, sendo a Documentação mate na basica de formaçao técnica em todos eles, de acordo com as ultimas recomen
dações aprovadas

no 2S Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação

realizado em Salvador, em julho de 1959 (3). Outra recomendação também aprovada
naquele conclave diz respeito a duraçao dos cursos para um mínimo de 4- anos

e

incorporação das Escolas as Universidades,

da

Ate o momento, apenas a Escola

Bahia ja atende a essas duas recomendações isto ej curso com duraçao de 4 anos
e incorporação a Universidade (4),
A par da aprovação dessas importantes recomendações do 2^ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, duas outras, de capital im
portancia também foram aprovadas a respeito da legislaçao do ensino da Bibliote
M
0*
*é
P
f
conomia e Documentação e da regulamentação da profissão e seu exercício no pais
(5),

Apesar das

recomendações, a situação continua a mesma, decorrido 1 ano e

meio da realização do Congresso,
De referencia ao que ficou estabelecido pela Comissão designada pelo Ministério da Educação e Cultura, para estudar a padronizaçao dos curri
culos, os mesmos terão duraçao minima de 4 anos e matérias basicas de formaçao
P
P
M
«w
técnica obrigatoria tais como; classificação, catalogaçao, organizaçao de bibld
A
*
—
otecas, referencia, bibliografia, documentação, historia e seleção de livros,
P
P
m»
Alem dessas matérias outras de integraçao cultural devem ser ministradas.

(3) Abner Lellis Corroa Vicentini - A documentação no Brasil,
(4.) Op, cit.
(5) Op, cit.

cm

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lí

�Sugere-se a inclusão da Psicologia Social, Psicologia das Relações Humanas e Publicas e Publicidade, como de importancia primordial

para

A
^
que se de ao estudante do biblioteconomia e docirmentaçao melhor preparo psicologico para saber lidar com o publico naé suas variadas e complexas parcelas
individuais representadas pelos freqüentadores da biblioteca» Nao se compreent
de que possa existir um bom bibliotecário som a necessaria formação psicológica e, especialmente, desconhecendo as normas e princípios estabelecidos para o
trato formal e informal com o publico. Saber informar nao e suficiente para o
tipo de serviço que a biblioteca deve prestar: e imprescindível gostar de in f Omare
A Administração Cientifica, a Literatura em suas varias epo ^
m
f
cas e idiomas, o estudo das linguas, as introduções aos diversos campos artisticos, técnicos e científicos, sao indispensáveis também a boa; formação dos Bi
bliotecarios-Documentaristas, como "back ground" cultural para o desempenho de
suas funções.

A - REGULAl'4:ti:NTACÃ0 DA PROFISSÃO

O Projeto de lei nS 4-«770/5Ö que regula a profissão de Bibliotecario-Docvimentarista no Brasil, ainda tramita morosamente na Assembleia Legislativa Federal, apesar da vigilante assistência que lhe tem sido dispensada
pela íEBAB ( Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários) e outras
associaçoes regionais, através ofícios e pedidos pessoais aos deputados

para

sua aprovação. Acreditamos que há necessidade de se fixar, neste Congresso, uma campanha mais intensa para o Sxitö final de tais providências
Sem uma lei que regulamente a profissão o seu exercício no pa
f
P
m
is, nao se poderá evitar as nomeaçoes improvisadas ou indiscriminadas que ainda proliferam entre nós, fruto de uma incompreensão das necessidades do bons
serviços funcionando em lugar de serviços deficientes, mal dirigidos e orientados, por pessoas sem gabarito e formação profissional.

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lí

�Fol flagrante a injustiça feita à classe através a Lei 3, 780
de 12-7-60, excluindo o bibliotecário da categoria de N.U, relegando-o a umapo
siçao nao so injusta como ilegal, pois, de ha muito a Biblioteca Nacional

vem

registrando seus diplomas na Divisão do Ensino Superior do Ministério da Educa
gão e Cultura e a Escolä da Bahia desde 1955, quando acertou convênio com a Universidade da Bahia, Tal situação vem motivando protestos da imprensa brasilei
ra através seus mais categorizados comentaristas do Rio

e

Sao Paulo e esta a

A
^
^
exigir de nossa parte providencias mais energicas, através a FEBAB e junto

^
a

A
^
#
Gamara Federal, Senado da Republica ou proprio Presidente para que nos seja re
conhecido este direito«
Una medida aconselhável e de certo modo alicerçante, seria que
os Estados da União, a exemplo de que se fez na Bahia, regulamentassem o exercício da profissão de bibliotecário como o fez a Lei 675 do 25-11-1954» a qual
estraturou o pessoal de ILU» no Estado, incluindo o bibliotecário,
A batalha em assegurar para a profissão de bibliotecario-docu
mentarista no Brasil legislaçao especifica para o ensino, reformando-o para ga
rantir uma melhor formaçao profissional e a conquista da regulamentação,

tera

que ser feita agora pela FEBAB, criada como uma das mais importantes resoluções
do 29 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (6)« A FEBAB nas^
ceu sob a invspiração das mais sentidas reivindicações da classe, como um impera
tivo mesmo de nossas próprias necessidades para o estabelecimento de melhor orientaçao e coordenaçao das atividades, através orgao centralizador, com atribuições de defesa e incentivo ao desenvolvimento da profissão.
Dada a Secretaria provisoria da mesma a S, Paulo, idealizador
do projeto, e que oferecia lealmente maiores possibilidades para o inicio das
atividades, verificamos então o acordo daqr.ola decisão, especialmente com a apresentacão do trabalho desenvolvido durante o primeiro ano, levado ao Conselho

(6) Laura Garcia Moreno Russo e Rodolfo Rocha Jr, - Federação das Associaçoes
de Bibliotecários,

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lí

�Deliberativo e Assembléia dos Delegados da mesma, en suas reiiniões do julho

do

ano passado, no Rio de Janeiro, por ocasião da 26â Conferencia Geral da Federaçao Internacional de Documentação, Deveria ser eleita naquela oportunidade, pela Assembléia dos Delegados, a primeira Diretoria, achando porem, a maioria dos
delegados presentes, mais conveniente a transferencia da eleição e posse para o
A
novo encontro da classe neste 3^ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docu
mentação que ora se realiza nesta cidade de Curitibao
Esperamos que, neste Congresso, sejam finalmente eleitos

os

primeiros dirigentes deste importante orgão federativo da classe, responsável,
a esta altura, pelos trabalhos de organização e coordenação das suas

ativida-

A
des em todo o pais.

COLABORAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COM AS ESCOLAS DE
BIBLIOTECONOMIA

Faz-se mister agora que as associações de classe regionais realizem nos seus Estados um trabalho de colaboração com as Escolas de Biblioteco
^
ß
nomia a fiia de que se estabeleça a elaboraçao de planos publicitários atraindo
as atenções das elites e do poder publico para o trabalho que realiza o biblio
tecario.
Compete às Associações o papel de defensores mais ativos e vi
gilantes ao aproveitamento de pessoal e estimulo a criaçac de serviços, e espe
cialmente unir os componentes da classe para as discussões de planos

e ativi^

dades,
S
'
%
M
Por sua vez, cabe as Escolas o fornecer as Associaçoes as pos
sibilidades para a elaboraçao de projetos, o toda sorte de informaçao técnica
que so

estabelecimento de fcnnação profissional pode e deve dispensar

aos

integrantes da profissão, a braços, muita vez, com problemas administrativos de
interesse da comunidade, e ate mesmo de ordem puramente tecnicao

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
]_4
]_5
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lí

�- 11 -

Esta tarefa, realizada assim em perfeita comiinhâo de idéias e
propositos, visa objetivos definidos e concrétos: tornar a profissão prestigi/
MM
/
ada, impondo-se no conceito publico como profissão tao importante e necessaria
^
M
como o soem ser as demais profxssoes, ditas liberais®
M
A
^ M
M
A
A uniao desses dois orgaos de formaçao e defesa ds classe daß
ra possibilidade a que acorram a ela jovens interessados pelas perspectivas apontadas, através m bom trabalho publicitário.

Alem disso, como profissão no

/
A
va, ha que incentivar um maior labor intelectual por parte de professores e es
peciallstas para

a organizagao de trabalhos didáticos sobre as varias tecnl -

cas aplicadas, pesquisas bibliográficas de toda ordemo Fomentar, enfim, uma cul
tura mais ampla, com a realização de conferências e congressos nacionais e regionais para que se faça o intercâmbio e troca de experiências entre profissionais de outros pontos do país e mesmo de interessados e colaboradores de ou tras profissões« A aproximação com profissionais e entidades de classes

das

demais profissoes liberais e técnicas e trabalho que esta na orbita das associ
ações de classe,

PERSPECTIVAS FUTURAS

Nao se poderá afirmar, sem incorrer na falta de veracidade de
dados, que a situação da profissão de Bibliotecario-Documentarist-a no Brasil
seja, de um modo geral, excelente, ou menos satisfatória^ A realxdade porem ,
deixa-nos antever, niun futuro próximo, perspectivas bastante
\
MM
to a sua formaçao e atuaçao em nosso ambiente sociale

promissoras quan

Com relação à existência de planos para a formaçao de profissionais e aparelhamento das escolas, temos a salientar o que vem de ser recentemente elaborado pela Escola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade da Bahia, Dentro em pouco sera construidOj no Parque Universitário da Uni -

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�/
w
versidade, ao Canela, um prédio onde serão instalados a Escola de Bibliotecono»«;.
mia e o Serviço Central de Informaçoes Bibliográficas atendendo,de modo satisfa
*
\
/
torxo e mesmo excelente, as necessidades de nossas escolass funcionamento empre
dios proprios e integrados na Universidade o Mo planejamento, incluiu-se ainda a
A
/
possibilidade do darem, alunos e professores tempo integral, cursos de pos-graduação, etCj (7)o
Ainda na Bahia em 1957 a Escola de Biblioteconomia e DocTomen
taçao projetou, a pedido do então prefeito da Cidade do Salvador, Dr. Hello Machado, a Bibliot-eca Publica Municipal de Salvador© O projeto foi elaborado apos
estudos da densidade populacional da Cidade do Salvador, estabelecendo os Io i*
«W
A
cais, bairros e suburbios, onde deverão ser instaladas as bibliotecas da rede ,
maneira de distribuição do serviço, admissão de pessoal, orçamento para execu^
çao do projeto, etc,
No ano de i960, foi solicitada a mesma Escola a necessaria o
rientaçao para o levantamento da planta da Biblioteca Publica de Feira de San•
^
• j- j.
tana, prospera cidade do interior bahiano. Neste caso fox o proprio arquiteto
encarregado do projeto de constnaçao, quem se dirigiu difetamente a Escola

a

qual lhe colocou em mãos todos os dados necessarioso
A elaboração de projetos dessa natureza, por parte das Escolas de Biblioteconomia do pais, vai ao encontro da opinião de diversas autorid^
des biblioteoonomicas internacionais que aconselham m perfeito entrosamento en
tre as autoridades, arquitetos, construtores, etco e bibliotecários, em planeja
mentos desta naturezas
De grande importancia para a formação profissional do biblio
tecario-docTiiaentarigta, e, sem duvida, o projeto que ven de ser apresentado

a

Gamara Federal criando na Universidade de Brasília, e, como faculdade base,

a

Faculdade de Biblioteconomia« Diretamente ligada a ela esta a Biblioteca Central

(7) Planejamento e organização em anexo.

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lí

�- 13 -

servindo de labóratorlo para as t)rátlcas dos alunos, como a da Bahia.
A Universidade de Brasilia estabelecera normas completamente revolucionárias para o ensino superior no país, sendo importante observar
que o estudante não ingressará, terminando o curso securdario, imediatamente nas
escolas de formaçao profissional, permanecendo algum tempo nos "Institutos Cen
trais", dedicando-se a pesquisa em todo os campos do conhecimento hxiniano« Pode
rao continuar se dedicando a pesquisa aqueles bem dotados e tomarem-so especi
alistas em setores fundamentais.

O conjunto dos Institutos Centrais será um

estagio intermediário de onde poderão sair e ingressar nas faculdades do form
gão profissional (8).
Para o ensino da Biblioteconomia e Documentação a mais nova
Universidade brasileijxi abrirá amplas possibilidades aos inte-rossados, pois os
Institutos Centrais de certo poderão encaminhar e alicerçar para as técnicas M
blioteconomicas grande núraero dos seus pesquisadores, dando oportunidade a que
aiomente, em progressão horizontal, os especialistas no assunto ou mesmo os encaminham para a formaçao profissional através a Escola de Biblioteconomia.

Os

M
*
alunos para todos os cursos serão recrutados nos vários Estados mediante seleçao para bolsas da estudo* Uma oportxinidado se abrira assim, para os inúmeros
valores existentes em todo o país, muitos dos quais, pesquisadores inatos, mas
impedidos de realizarem uma formaçao universitária

por falta de recursos

fi-

nanceiros ou existência de escolas de ensino superior nos seus estados,
A
Como Vemos, a mentalidade biblioteconomica brasileira encaP
A
minha-se para estabelecer, através de planos racionais e em consonância com

o

que vem sendo discutido e aprovado nos congressos e reuniões periódicas da cks

&lt;

se, as providências mais acertadas para a formação profissional do bibliotecario-docunentarista. Resta facilitar os cursos de pos-graduaçao para os egressos
das escolas que desejem uma especialização em qualquer setor.

Jf

)

19

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(8) Mundo Universitário - Universidade de Brasilia« In CAPES, nö 94? setembre
i960.

cm

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NN|III
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Nao será por acaso uma própria imposição social esta de for
mar especialistas dentro de cada profissão?
A programação de congressos e reuniões da classe desde 1954
quando teve lugar em Recife o primeiro conclave nacional, vem modificando sensi
velmente a formação profissional do Bibliotecário,
Em julho de 1959, realizamos em Salvador o 2^ Congresso Bra
sileiro de Biblioteconomia e Documentação e, apenas decorrido 1 ano e meio, novamente nos reunimos nesta cidade de Curitiba para um 3^ Congresso, De permeio
a estes três importantes conclaves da classe, em três outras oportunidades di^
cutimos problemas de interesse profissional, quando, por ocasião das Reuniões
A
/
Anuais da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, tivemos os simpo sios de biblioteconomia, bibliografia e documentação, apresentação e divulgação
do trabalho científico, em 1957, 1958, e 1959, no Rio de Janeiro, São Paulo

e

Bahia, respectivamente,
Ainda em julho de i960, a Federação Internacional de Documentação realizou no Rio de Janeiro, por iniciativa do IBBD, a 26^ Conferência
Internacional, comparecendo grande numero de bibliotecários brasileiros que ti
veram oportunidade de manter contactos com notáveis autoridades internacionais
em biblioteconomia e documentação, acompanhando as discussões em plenário

dos

problemas então suscitados, Puderam, desse modo, confrontar o desenvolvimento
A
da experiencia brasileira na maioria dos temas e os colegas visitantes por sua
vez, observaram, nao so no Rio de Janeiro, através o IBBD, mas em outros cen tros do pais, o trabalho que vimos realizando no setor de biblioteconomia e do
cumentação,
Na realização periódica dêssoB congressop, revela-se o bi bliotecário brasileiro ccm aquele espírito que assinala Ortega y Casset: "El li
bliotecário debe ser un hombre de mente jovon, inquieto, dinâmico, siempre dis
puesto a aceptar ideas nuevaSo Un espirito progressista Io anima y Io convence

�/
p
de que ante todo esta al servido de Ia comunidad y que ya no tlene razon

de

ser ese sentimiento egoísta de querer vivlr y gozar para sl, para satisfaccion
e Interes personal, los llbros que Io acompanam en su tarea dlarla" (9)•
A criação de novas escolas de Biblioteconomia e Documenta ao

no pais. Integradas nas Universidades brasileiras, estimulara a Instalaçao

de modernos serviços blblloteconomloos entregando-os a direção de pessoal com petente e profissionalmente habilitado, Novas perspectivas se apresentarão

en-

M
^
mm/
/
tao ao exercido da profissão e, nao sera absurdo prever para o nosso pais

uma

situação mais positiva como líder realmente que o e da Biblioteconomia e Docu mentação na America do Sul e quiçá de toda America Latina.

CONCLUSÕES

A profissão de blbllotecárlo-documentarista, no Brasil, está na dependência de fatores comims a outros

países, mas apresenta caracterís-

ticas próprias, a saber:
a) necessidade de incorporação de todas as Escolas de Bibüi
oteconomia as Universidades brasilelrasj
mé
f
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^
b) padronizaçao dos currículos com matérias basicas e ou
tras tantas de Integraçao cultural indispensáveis

como

"back ground" cultural para o exercido de tais funçoesj
«
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Pm
c)criaçao de cursos de pos-graduaçaoj
d) aprovação do projeto de lei que padivaniza os currículos
e determina um mínimo de 4 anos para os cursos de Escolas de Biblioteconomia e Documentaçaoj

(9) J. Ortega y Gasset - Mission dei Bibliotecário,

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e) aprovação do projeto de lei ns 4*770 que regulamenta a profl.^
sao de bibliotecario-documentarlsta e seu exercício no paisj
f) providencias cabíveis e necessárias para, na Lei nS 3.780 de
12-7-1960, incluir os Bibliotecários-Documontarisiias entre os profissionais de
N. U.j
g) conseguir, através das Associações da Classe, dos demais Estados, leis semelhantes a Lei do Estado da Bahia, nS 675 de 25-11-1954-» que

re-

conhece o bibliotecário como profissional de N.U.j
h) a eleição da Diretoria da FEBAB para que haja um melhor

en-

trosamento e colaboração entre as Associações Federadas nos trabalhos de reivindicaçoes da classe em todo o pais.
A
f
A
Alem dog itens acima mencionados, que consideramos do importancia vital para o desenvolvimento da formaçao dos bibliotecarios-documentaristas
brasileiros, achamos indispensável um maior e melhor ontrosamento entre as Escolas e as Associações da classe, principalmente na organizaçao de planos publici*tários que atraiam as atenções das elites e do poder público para a carreira, suas
atividades, vantagens do exercício da profissão, como profissão nova intensaraente recrutada para serviços nos diversos setores da vida publica e privada do pais.
Perspectivas futuras da profissão no Brasil - Abrem excelentes
perspectivas: a Escola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade da Bahi^
instalada em prédio propi-io, no Parque Universitário em conjunto com o Seiviço
Central de Informações Bibliográficas| a Universidade de Brasilia em bases revolucionárias e a Faculdade de Biblioteconomia como faculdade base; a ativa participaçao da classe em congressos e reuniões periódicas, estabelecendo novas recoM
A
^
mendaçoes de interesse profissional e técnico.
M
A
No empenho em dar solução e desenvolvimento a todos esses assun
tos, percebe-se que a profissão de bibliotecario-documentarista, no Brasil, enca
minha-se para situar o nosso pais como lider da Biblioteconomia, nao so na Ameri

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ca do Sul, nas en toda Amorica Latina,

hecomendacSes

Encaminhamos a discussão e aprovaçao do Plenário, as seguintes
re comendaçõe s:
1 - Referendar as recomendações do 2^ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação realizado em julho de 1959, em Salvador, Bahia, a respeito da ne cessidade de incorporação de todas as Escolas de Biblioteconomia e Documentação
as Universidades brasileiras.
Enviar a todas as Universidades brasileiras Nfemorial com as se
guintes considerações: a) importancia que se vem dispensando aos trabalhos bi blioteconomicos em todo o mundo para a idealização de trabalhos tecnicos-científicosj b) a criação da Faculdade de Biblioteconomia como faculdade de base na U
niversidade de Brasília; c) necessidade de que hajam bons serviços funcionando
niima Universidade e em toda a comunidade onde ela se situaj d) que tais send. ços precisam ser entregues a profissionais competentes e com boa formação uni versitariaj e) que as Universidades brasileiras que possuem Escolas de Bibliote
conomia estão fadadas a realizar melhores trabalhos no campo da especialização
te cnica-cientifica.
2 - Recomendar, de acordo ainda com outra recomendação aprovada no 22 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, a seguinte proposição:
Que as Escolas de Biblioteconomia e Documentação formem profissionais oomum
mínimo de

anos,

3 - Recomendar a todas as Associações da Classe que mantenham entendimentos

cem

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os representantes de seus Estados, na Gamara Federal, através oficios ou pessoalmente, para a aprovação mais rápida dos 2 projetos de lei sobre a Regulamenta
ção

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da Profissão e do ensino, respectivamente.

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�4 - Recomendai' a FE3AB e demais Associações da Classe que enviem Memoriais

ao

Presidente da Republica, a G^ara dos Deputados e ao Senado, reivindicandà para
o bibliotecário o N.U, o que, injustamente lhe negou a Lei 3,780 de 12-7-1960,
5 - Que este Congresso telegrafe imediatamente ao Presidente da República, a As
sembleia Legislativa Federal e ao Senado sobre o assunto do item anterior,

ou

seja: Inclusão dos Bibliotecários entre os profissionais N,U,

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 - BAHIA, Leis, decretos, etc.

Lei ns 675 de 25-11-1954,

reestrutura o pes

soai de N.U, e dá outras providências. Diário Oficial 7-12-195A.
2 - BRASIL, Instituto Nacional do Livro. Guia das bibliotecas brasileiras. 3- £
dição. Rio de Janeiro, 1955» p. 131,
3 - CARVALHO, Felisbela Liberato de Matos - Fortriação profissional do bibliotec^
rio, in IBBD - boletip irifnrmativo»

Rio de Janeiro, v, 3, n,5/6, p, 319

-325.
-

Planejamento apresentado ao Reitor Edgar Santos para construção

e

instalação da Escola de Biblioteconomia o Documentação e do Serviço Central

de

Informações Bibliográficas da Universidade da Bahia, 1960,
5 - CUNHA, Maria Luiza Monteiro da - A formação profissional - Documentalistas
e Bibliotecários, in 26^ Conferencia Geral da Federação Internacional de
Documentação. Rio de Janeiro, julho, i960,
6 - DANIELS, Marietta - Estúdios y conocimientos en accion, Washington, Union
Panamericana, 1958, 81p,ilus,
7 - DAiJTON, J, Periam - La forraacion profcsional dei bibliotecário. UNESCO, 195!^
I04.P,
8 - HATTORI, Kintaro - La formación de bibliotecários en el Japon, in Boletin
de Ia Unesco para Ias bibliotecas» v. 13? n.l, 1959, p. 13-14«
9 - KENl^DY, R, F. - Las bibliotecas públicas y Ia formacioh de los bibliotecários en Ia Union Sudafricana. in Boletin de Ia UNESCO para Ias bibliotecas. V. 9, n, 7, 1955, p. 120-122.
10 - MUNDO UNIVERSITÁRIO - Universidade de Brasília, in CAPES - Boletim Infor »
mativo da Campanha de Pessoal de Nível Superior« n. 94, setembro,

I96O

p. 16h-23.

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11 - ORTEGA y Gassetj, Jose - Mission dei bibliotecário, in 2^ Gongi-esso Internacional

de bibliotecas y bibliografia.

Madrid-Barcelona, 1935# p# 79.

12 - PENNA, Carlos Victor - Bosquejo de un Plan de Estimulo y Desarrollo de los
Serviçios Bibliotecários, in Boletin de Ia Asociacion Colombiana de Bibliotecários. Bogotá, Colombia, v.3j n,3, julio-septiembre, 1959, p. 73-85.
13 - REDMÜND, Da A« - Formacion de bibliotecários en Ceilan. in Boletin de Ia UNESCO para Ias bibliotecas, v. 12, n, 10, 1958, p. 230-231.
14. - RUSSO, Laura Garcia Moreno e Rocha, Rodolfo (Jr^ -

Federação das Associa-

çoes Brasileiras de Bibliotecários, in 2S Congresso Brasileiro de Blblioteconom.a e Documentação. Salvador, Bahia, julho, 1959.
15 - VICEWTINI, Abner Lollis Corrêa - A dociimentagão no Brasil, in 2S Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Docunentacao. Salvador, Bahia, julho,
1959 c

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�PLANEJAMENTO PARA CONSTRUÇÃO DO
PRÉDIO FARA A ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCIMSNTAGÃO E O
SERVIÇO CENTRAL DE INFORMAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
DA UNIVERSIDADE DA BAHIA

Diretoria«

1 sala

Secretaria

"

"

ESCOLA E

Relagões Publicas e Publicidade,,,.,

"

"

S.C,I.B,

Serviços de Administração,,,..,.,

,3 salas

Auditório c/capacidade p/l50 pessoas,
Almoxa rifado

1 sala

Area p/exposiçao de cartazes, etc

"

"

Pequeno apart, p/zelador do prédio.

5 salas de aula (capacidade p/trinta alunos cada sala)
1 sala p/ a Biblioteca de uso dos alunos (cerca de 1.000 livros)
1 sala p/o Diretorio Acadêmico
ESCOLA

1 cantina
1 sala p/os professores
1 sala p/os arquivos
Sanitários

a) Deposito (em forma de torre) p/ receber os livros dispostos
classificados por assunto, prevendo um crescimento em 20 aS.C.I.B.
b) 5 salas p/os serviços técnicos de seleção, catalogaçao, pi«
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paraçao, distribuição, permuta, etc, do material bibliogra-

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�fico(no mesmo pavimento e próximas da area destinada aos catálogos de uso externo).
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c) area para os catalogos
d) 4 salas destinadas aos serviços de pesquisas bibliográficas, informações, e intercâmbio e traduções
e) 4 salas para os serviços de publicações, distribuição e controle,
redação e revisão, mecanografia e impressão, (prever área livre
p/ o desenvolvimento deste último serviço)
f) 4 salas para os serviços de foto-docunentação
g) area p/ os laboratórios (fotografia, preparo de foto-cópias, die
positivos, otc» e restauração de documentos)
h) 1 sala (grande) p/ as obras de referencia que será também sala de
leitura, com cnpacidade p/50 leitores,
i) 1 ídem onde ficarão os periódicos de consulta (index, abstracts,
etc«) do ano em curso o do ano anterior e que sera também sala
de leitura com capacidade p/ 30 leitores,
j) 1 pequena sala para as raridades bibliográficas
k) 6 reservados destinados aos pesquisadores, onde ficarão reservados o material em estudo, com aparelho para leitura de

mlcrofil

mes, etc,
1) 1 sala destinada as reuniões do "staff",
m) sanitários.

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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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20

��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTEGONOríIA E DOGUT^ÍENTrtÇÃO

O ensino de línguas estrangeiras para os bibliotecários
por
Heloisa Medeiros

oa '.OGKâ (^0

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Curitiba
1961

I Digitalizado
-gentilmente por:

�P. R. - C. N.Pq. - INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBUOQRAFIA E DOCUMENTAÇÃO

TmÊã II

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O fiNSlNO DB LÍNGUAS

ESTSANQEIKAS PARA OS BIBLIOTECÁRIOS
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• •mtrmm lias«** Mirasgalraa. O
Caaclaaiaa.

(•)j^C*lab«f:«d«ra da Safi« de Pasquisaa Bibliagrãf ic« • Tra
dasãtts do SerTifa da Iniamafãea Téciiiea&lt;-Cieiitlíicaa da
laaiiittia Braaifeira de Bibliagralía e Dactmantafie,

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1 n nnn - 7 . fio
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O BWSIMD PB LÍNOBâS ESTIUWOBIIUS PàSA OS BIBLOTBClUlOS

1.

A

i4«d« ám csakMlSMit« ém íimgmMB MirAas«!*

BâMi*t«c4rÍ*s •

I«

imâtrãém •

m C«iisr«s0«s»

hmm €«■» &lt;» 4»

•HSia* &lt;!• llagiaas tm c«rs«s ém

cmm&gt;

-

«•at« ia4Í«p«M«T«Í a lanufi* pr«f isaiaaal^lbBMIaiacarâ*.
JUiiéria «ftsa |ã diaaatiila «aiva aatroa aa Sia^ala d« Blt»lijft
tscaaeeia r«aliaada aa Kia d« «laii*ira mi Í9ft7» a lai saia
caaiMaAie aa 24i Caaí«r«icia Ci«rai da Pad«rafa«

iataraacia*

aal d« Dacasaatafia raaliaada «■ |atÍM da I9é0,t«eli5» na Ria
d« Jaa«ira^ bmm cmm aa Saainaria Latlaa«teMriaana da Bil»Iá^
grafia^ I&gt;ocaM«nia$io « Paiwata d« PablicafÕM

raaliaado

aa

eidad« do Aaxieo» mi dMMdura do momm aao.
2*

Pmt canaosttiato doaajMwa

apoaaa ai^rosaiitar algaaas

eoseatáriaa aabr« a »ciado de «aaiao de lli^aa eairaageirai^
&lt;|ae

jttlgmoa aer a «aia adobado para a «aao ecpeelai doa

blioiecárloa.

Alada aão eaistiado o eaaiaa

de líagaaa aeja

aos Caraas de Biblioieeaae«ia da Biblioteca Hacloaal^aeja Ma|k
cursos da põa-gradttafão para Biblloiecáriaa c«m» a "Carso de
Pes^isas Bibllasrãlieas Aplicadas mi Tecaalagia" do last lia
to Brasileira de Bibliogralia e DocasMatafio« peassaes qvsM
tos coMentárias posssa ter algaaa atilidade ^aado do estabjs
lecIsento dos referidas carsas fae virão preeacber wmã graa*
de lacaaa aa atnal lorMafão do Bibliotecário«
&lt;|aeles 4|ae iria se dediaar a bibliotecas

sobretada da-

especialiaadas teje

aicaa oa cientificas.

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.2

3.

fisies c&lt;MMitt«rÍ«s c«^re«iiderio SMcai« •
d« ifttfiias porqn« mchamom

t* pela Igntmuclm^

d«

r«sp«fift«Tel tiw

serai« do c«ii1i«cí»míí« d« IdlMuis^

dos caadidftios aos Cwsos do Biblâoi««on(aRÍa^ e&lt;Mu&gt;« ftÍad*^fM
Io dooltttorõsso ^o oxisto ptm • aproadlsAd» dés *eaeos po*
los ostttdsaios do Biblloto«oaofliâa o« polos próprios Bâbliot£
«srios

Js fonsadosj

m psrio« oji vordsdo« por

|á so

«cluvoa

■Bits solurocsrrsgsdos polos osttidos« polas suas iMfõos«

ou

p«r sal^s« son os&lt;|aoeor o probloas liasacoir« ^o sproscats
tal osiado polo alio casto das «alas oa cursas do liagaas
traogairas.
/
3.1

Tf—os COM oxes^lo o ositida da itasaa laslosa» ca

io coakocÍ«eato dovwia |a sor coadi$io %iao faa noa*
o iasrosso nas Carsos do Bâblioiocaaosla.
dollciôacia do conliociMoatos do tal

Parfnoji oaiio,

a

ifagaa aos caadidatos

a

Blbllatocários« o ^o õ ox toas Ivo aos candidatos a
carsa aaporlorf

para

^aaliiaor

CHisorvisi fào as ostadaatos« aa s«a aalo *

rU, ao dolxar o cwsa glnaslal» oado sogaaa com «atorlas o
telssicrlaa do corao^ m cadoiras do llagaa laclõsa o fraac^
m»0 iSm0 gorateoato« mm coaUocIsMato saparf Iclal do

aabas «

a]iaadMUttdo»as ao prasan^alr soas ostados por aia sor«a mais
tais aatMrlaa laclaldas ao carrIcalaM das ciarsos salMo^ea •
tos^

o aasla«

ai carta prssa^ ao os^ocm da poaco %ao apri«

doraa aa glaa^la.

A saloria qnM tonta prossogalr aos

soas

ostados do llagaas lagroasa mt carsas ^pMSo sosyiro sal orlra

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maám o «IttnO perd« ses teMpo e dinàeiro^ e««i resttlift ém* potieo satisÍAiórios pelo
to»

pro|pres»i n«* e^nliecimeii-

tlogttlstico« adqpsiriáM« « «ttie Ityi Miiios ««tttdwiteft de-

sistir«« de afnreadisad« eu ee iernarea atxte«didatas eai casos
excepcioaais.
iros

3.1

O q«« esperar«

wtmo, ds cealieci«ento de eu •

idiesas estrangeiros?

B af«i clisgaass as psats ^e desejssss swteiitar psr

tsMa^ls sssw respesssTel psls desluterêsse ss aprejuiiftade de
ilagsas • s ds séisds de easili^.

Ifss csrsss de l|]if«as^

«1 asds ssral« hm a presciipafie priasrdial de íaser •
istar

de

aliuis

t idieaa« para s ^«e cafre^aai até ss asderass aistsdss

aitdis*vis«ais de ensine q«e acàS^''dererlaai ser aplicades ss •
aeate ao ensine

infantil. Tsn^esi eestaum exigir de estndan*

te s aprendisade de regras e cases de gramatlea {|ae pareeesi
ter per finalidade apenas

iapresslenar s principiante

e nãe

facilitar e estnds da llngna. Ora a nie ser esi cases particn
lares de alnnss f«e pela s«a vida prsfissisnal necessltsa S£
kretnde de aprender a lalar finenteaente e a escrever csh at»
seinta cerrefle 4. IÍns»a sm estnds» es dosais sie prsindica«
dss per tal Meteds de ensine« psis ss leva a falar a lingna«^
gcm nsnal rapidamente, nie dã s dsaUnls da lingna ^e sé pedera s«r efctid« pels csnfcecisMnts de ^e ests essrits» sn m
ja pela capacidade de leitnra^ para s ^e kasta adfnirlr vs&lt;»
calmiaris e e csnhec isente de rndisentes ds gr«nati«a«|4 fpie
não necessiáa«

taabési«

saber

escrever cs« sbssinta

csrrsfie

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fMura •

••ria mxiftiáê wm

eyreodissile«

Imtm

••

C« —hrmtmêm mm cm— áom nihíMmmmtimm ^ dmn âfr«iá«r «
j
iiiiSMi ràpliniiÉI # ÉMiii U psU isüsfi#

• pr«#eiqMi*

si» de fttlar •« •»cr«v«r tai» mitgarn mm l«rU

i«np* «■

^ oi*
timmim.

•• ammmmmiarí^ mm rnsm^mímím úm mtm

kmmim m m^m4m úm mmmímm ém

ra EiMiat«c&amp;rÍM jâeverá Mr éirigiáa

mmirmmgmUmm
mmmiiám ém làea dar«

mm wmím Èrmwm pemm0 paaaiv#!* cmakmcimmmtmm garaia de granltlca iMura a cfpri^aii» dai caaatrttfia • redafia da iaxia

pa-

cailar a cada lUg^ •« fiiriiaaiar« a «a axieaaa vacabalãrla»
;
;
♦
aabratada eapffirlaltaarta «á Bililiat«caiMHia.

Aa i^çiaa s«raia

de grmÊmmiiem aeria [gramlad paUí raaiiaafio inteaa&amp;Ta de exiur
cieiea adeqaadoai e a veedimiãria aerâ a#si*llade prep(«cla«
aaade leitaraa a^ élvM cai»ea de ilMa deapertar a laterêaae
a tal paoie yie Èim veafa a laiercia aataral mm preparar a «m
I »&gt;• ►&lt;!
■a palavra no djiftl#a«ria biliagBe iiuaataa veaea ae|a aeceaaä»
■ í
í
■
, ~
,
ria (dla«M ^e para aer emerlaade an vecabale
devera
aer
pracarada aeia
/
3.3

..)•
!^j \

f

l&gt;aa«|a#è alada ceMotar a preecapafaa lateate«

•
/
í
geral« aaa altura de llagaaa eatrttugelraa de aaber falar
'/
I ■
\
^
llagaa« faa cama |á diaaenaa« aé aslunea aeeeaaãrla p«ra

de

■/ ■
_'\
ierwlnadai praflaaSea entre aa faaia oaa ae enceatra a de
/
bliatec^la. Parece*aaa fae iaaa vaa aluda ém cei^lexo

^e

exiate na braaileire relatIvaMite a aaperlerldade ealtaral
de earèpea a eceaêslca da eaerlcaM de aotrte*«.Jtea pfacaraMa

4

P'!

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I t

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«st« €mÊptvL9 • m ai*

• laglM *•# pêrtL •

WÊâB 9im m •Btmámr iLigiUM «mi •

é* sa*

ilalMMT «• «•••«•

tm i^teelr*

g«r.

áMiln*

^mr

AmIa mm Uihiimimtm •

&lt;|ttAl

•

llnftM pela tcitara |ã pmám atilial-la pata • «ather dm

smmpomhQ da# íaafães qae cxerco;^ seja aa talefio para a aqaj^
•ifio da livra»«

»«^a na catalagafio e cla«»ificaçiop om aia

da na aarYiça de eapreatün» pn referênaàa#
fãaej» arientaada a leiiar»
de reatnwa«

3.4

preetanda iafarv»

orgaaiaasde bibiiagrafias« faxea«*

absiracia e iradtifãea.

Par eeae«aralaie aata Tes apltetdo um ««teio de •asi'»

aa fae tenha par eb}eilTo priacipel
* *»Hara de tlasaa^
rt nater dlf lealdade«

ierütr a ataao etpacita«

o aprendlaado da «efU^a aie cpreseai£

e se ler

lApesstTel ao

beaa eeakeeiaeates de ifagats aates do

esiadaaie o1»ter

injresse nas

Carsoa^

da Bât»tlaieaanoaita« poderie es aesises ssr mlaistrAdes nas
/
dais maoc de dar ação de referida carse« praae este que per
atitirá ae aiano dealnar« «eut esfêrfo« e

4.

O inglês«

ceosiderada

filo eceaanice« pelltlcaj
llagna inglesa«

e«

par

idioaa em esiada.

lingna nniversat pelo prede«J[

técaico e «lentlflca dos poYos

isso«

•»

de

indispensável aa Bibliaiecaria«

para o bmm dmmtmpeahm daa saas íaafães.

Deveria a ensina dei»

ia ifagaa ser «rgenienente incarpa&lt;^ado aes Cwrmmm de Bibliotecon««ia a exigidea baas caalieciaeaies de i«gtea para a iagraaaa «a carses de pãa&lt;-f;rad«afia de Bibileieaáriaa

aaaw

•

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d» Insiiist* Or«sil«iro de Biili#srafim c Docomíiíaçí*,

d«

f«« |&amp; lalMM« pois • iicttico tm

amiê

de

« "serro dos serv»»

d*

qtfilfiier «irtr* BÍbli*i«eSri*

i

eiSael«*» nio pod« i£Mr*r msm llasna n« qual irá eacs&amp;irar
qoftse t#d« •

d«

Ii« p«rft

mm p««qQÍ

•M*

5.

Mam iiÍ0 d«v« •

«stafti^iunr

Bi« da llogiia iaslÔM» por« proMi^ir»

• dnsl
am ««itidsdi

oirtras llngsu «strsngeJlrMA nio •• para vaiar Isar Ma capa*
cidade prof Issianal« ccae par^e eada s&lt;nra llagaa ad^irida
« tax

quo nos revelará rÍ4;piesas eoltiiraia inacesst *

reis aos &lt;|«ie a U;ziorai^ pois aio hSt tradaior lansxto« mecânico 0« eietrõaico «pie poaaa lamla iraaaaiitir lieiMOBie o cm
iemà9, a "alns" per assim dlxer« da elira 9rUgUukl,{^Rit jede
aeaseleraie Sprache genrisuit man âUie aeite Seele** Oooilie)*
lianottte para aóa« povos laiiaos« o espaabol e o iiaiiaaoiãts
apreaentaa laaioros dificuldades« solnrotiido para a leitara^I^
der lanas atesoo diser que o t»rasi loiro dostlaa itaifiralBMiaie
troa idieeMiss o portii^ês, o ospaalioi e o italiaao* Peia
■a origen ceean latina ainda oocMtra grande facilidade ao ^
prendiaado do idiona francos. AssÍm nos será exi|;ido algon«
forço apenaa o aprendiaado das ilaig«as anglo-saxoaicaa
do grupo eslavo, ostss«

6.

o as

aenos do i|cto aqneias.

Sibrc a ilnsnA laslSsa já faieaes cano de ceniioci •

sento ioqprescindivel e não liesitaakos en afirwar €|ae iogo

a«

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.f

pM« wê iMimtimmm fím

de

mBtwmÊgmirmm

pelM Blblâ#t«€«ri«s^dev«r« •• «Hic^Atrar m fias«« r«SM« mm
da» ling««» •t ieiftls ém Orguilsftçi« Câ«atlf I««» CmÈtwrmt m E
dneaclettftl d«« IfaçSes HsIdM»

cada wm m*mmm päd«

»«r

Isaarada pmt— ]llfelâ#t«c4ri«d p«l# graad« frasraaa« ^iaatifI.
ca • tacaiea da Üaâia daa Kapa^iicaa Sacialiaiaa Savlaiicaa»
e«i «na iraailaalM pradaçia litarária «n tadaa aa «aapa»
caiüMCiamita fcwaaa, taaa âaa«^aiiâa^^«a |â t«a aâda

da

&lt;^t*aa

iia ««aeatada «a Coagraaaaa» Slapáaiaa a faaaiÕaa de Eibila«
teeartaa qaasta a aeceaaâdada de eaaitia da tiasaaa eairuig^
raa aaa Ctiraae de Bibliateceaenla. O idioaia raaae apreeeata
«fsa barreira
eeaftecfftenie«

farace latraaapaalYei «o iatereaaade ae ae«
e a de «iillsar a alfabeta de «araetereaçi

rf ficas em Tea doa caracter ea

tat Ines cetae a aeaao, fiaa
h

Tec attferadt esa« aparente dlf#c«Si!ade

una

isielat e qne não

tãe frande qiisate parece I primeira Yiata«

a

ã

ilastta raaaa aa

apreaentt^ coao tsR idieisa de fácil domlaie pele

leitara^

aa
m
be» qtte aie pela eaerita devida aas «oit caeoa de decliaafia
i|«e apraaeata» «aa ceMa |i diaa^nea aaiea^ êate aia « a
tiva principal oa aat«&lt;l^ da llasaa pelaa Mibliatacáriaaj pim
aa ■!■■■ qaa aa aa rttaaoa letrados eaarereai aaa cerrarão. ••
Aaa im a lingua raaaa «Itrapaaaa em iaierease e facili«iade
llaystui alesm,

a

apreaeoie
I
grande iapertâncl», sat»retnde oes e»ipoa da ciêoSAa e da t^
cica^

ae bem foe a eatratura dc«ia a ioda

e qtüc o eee eattsdo uao dera #er «bsoIat«tente dcspreaa

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�e .K
•».
NTAÇAO
N
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.a

de, »u ca^ecndido ccm a p«cirâcÍA aecejisariA para,
vêeea, na Iciittra,

nnitAa

ir'^pcMcmr'* • vert»e ao IIm de toda tm pa-

rá|;ralo...

7«

CaM Ja a« t«i dlia f«a aS aa daa prlnalraa lf«$«aa
%

aio d&amp;ficaia de apreader e fae o ceabcclsietite das eattaa T«a
I
depola, aataralaeat«, ea Bi]»llei«elr4l^ toaaileirea aduw^ae
tm aitma(io priTil«glada peia

ia sabeada o pariii$fiêa, a Mjm
o.

aiiol e o iialiaae, ema graad« facilidade apreades a Iraacãaj
COM abrii^atòriedad« a Im^Ieaj
alsaão, rtnnilmande,
apoaaa trêa,
♦

e ceai kaa vaatade e raaaa

a a

egaiiin^ aeie llacitM, faliasulo p«ra «i dea

pederãe aar a raneao, a tcheea, aasetbantaa,
•

reapeciivaaoBte, ae prápria pori«saêa e ae rtitae a, qaea. aa*
be, o chiaea?...

^

a»

ConclMSÕe«!

S.l

A oiecesftidaUe do apreudiaado de llogvaa é Isprcacij^

direi para oa Bibliei&lt;icãrioa, aeUretude e da ifogua iu^lesa.

a.J

ê argeaie a laclaaae de eoaáae de tiaeitAS eetraasej^

raa oej Caraea de Bibiietecaaettâa,

pela delielêacia am cmtbe

cimentea iixiglíaiicaa apreaeaiada,

ea

petea caadida •

iea aea reíeridea Caraea.
/
i
S.A

Aclumea s^^r

eaia deíiciêacia cansada, aabretaule, |»e

le4 notados 4e eaaXna de Xla^iias, »aX ari«»iadaa para aa fi»
aaiidãdea a qae se d^stiaattj para ea Blblietecarioa aerianaa

I. B. B. D. - 1 «
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^Scan

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^

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.9
í
coialitt€iMAat«ft 4» idiMt qM pemitisse» • dmlaie
ÚÊk mmÊÊm —ia' ioiturâ • • wÁXmém ú% muiIb» 4&lt;nr«ria viMr ffj.
■ArdiJiJjMBi« «st« #bi«4iv«.
qtt*

««ri* CM

wÊÍtmám

ftp«a4M •• ritdilütftdaios d* ipr«iMÍiicA « wQCtJmXâtim

iacUiliKS«! o Mpcciatlsftdo eu
tf« tfmiUiIi» da

8»4

par a

sã

r4|^

9^1m.

ApSs M ííngttM iiXgiMJi deveu eet cewÊláerãtdsB em «r*»

daet de isâporiincia docrcsteaie pete e âlblioi«4«rio em lhe •
gcfls nt««« 9 alttiii
trAficM«

ottiras cmt» o espaaliol«

• italiáUMi «

•

oio Aj^öseuiaui oultif (llÍicAl4aá« pare o

rl» brâsilolro.

S.5

A praileeSa de j^ibllotoc^io «xJ4;e ueie cio &lt;|ttc qpu^
otfirm o Ajpreadisacto d«

aptQ a l«ritr#

para

«1« «e esiCo«ir«^

vária« íonuui, ae iicnic«« ao «icatiata* e

a« loitor« a coalccâdo do acorva d^ iimraa «ali a aaa íítmrde ,
X "
^
»
iernaodú^Q aaain mi «Ímmbío 8&lt;ii^e aaia uiâl a conuAidad«.

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 03 - Ano: 1961 (Curitiba/PR)</text>
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��TE?.CEIHO CONGRESSO BRiiSILSIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCmffiNTrtÇÃO

Considerações sobre o currículo universitário de biblioteconomia
por
àbner Lellis Corrêa Vicentini

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Curitiba
1961

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�Illö CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

CURITIBA, 8 a 15 de janeiro de I96I '

^

Tema II : Ensáno da Biblioteconomia e da Documentação

CONSIDERAÇÕES SOBRE O CURRÍCULO UNIVERSITÁRIO DE BIBLIOTECONOMIA
por
*
Abner Lellis Corrêa Yicentini

Sinopse

Chama a atenção para o problema da formação em separado de bibliotecários e documentalistas. Sugere reestruturação dos currículos ■
de biblioteconomia, em nível universitário de quatro anos, e a inclusão definitiva de várias disciplinas no campo da documentação o

Bibliotecário-Chef e do Centro Técnico de Aeroííautica. de São J_o
sé dos Campos - SP?
Presidente da Associação Paulista de Bibliotecários
Presidente da Comissão Brasileira da Classificação Decimal Universal

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�III

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECQNOMÍA E DOOüMENTAClO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O CURRÍCULO UNIVERSITÁRIO 3)E BIBLIOTECONOMIA
por
Abner Lellis Corrêa Vicentiní

Ao

28 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documenta -

ção realizado em Salvador, Bahia, em 1959&gt; apresentamos um trabalho sôbre a situação da documentação no Brasil, chamando a atenção dos bibliotecários brasi leiros para a necessidade urgente da atualização dos currículos das escolas

de

biblioteconomia.
Naquêle trabalho mencionamos as advertências de insígnes mes_
tres aôbre a necessidade da biblioteconomia atualizar suas técnicas e as escolas
introduzirem em seus currículos o campo da Documentação.
Coblans (l) ao afirmar que a
✓

nova
documentação traz uma mentali-

dade que forçará a extensão gradativa dos limites da biblioteca tradicional e ®
incluirá nas suas práticas, faz a seguinte advertências "Neste assunto dos cursos de biblioteconomia têm grande responsabilidade, A menos

que os currículos

sejam modificados para incluírem a docuemtação, haverá uma tendência para tratar
dosdocumentalistas como profissionais diferentes, com grande prejuízo para a
classe de bibliotecários em geral. Acredito firmemente que esta separação ê um
retrocesso e deve ser evitada. O bibliotecários e o

documentalista devem ser es

pecíalizaçSes de uma mesma profissão".
Lasso de Ia Yega, o mestre inesquecível e tão caro aos brasi.
leiros, seja no seu completo tratado de documentação "Como se hace una tese doctoral" (2)

seja em seus iniímeros artigos, principalmente em

"Bibliotecário e -

Documentalista": una ficcíón y un problema,(5) nos diz taxativamente;
"A profissão de bibliotecário, como tsntas outras, se diversificou era especialidades. A própria denominação "bibliotecário" é, a nosso ver,
muito equívoca, pois não implica estar de posse de uma técnica, nem de um título
universitário, já que na direção de qualquer sociedade recreativa, irmandade ou
clube desportivo, existe geralmente um membro bibliotecário sem que para isso se
ja necessário que a sociedade possua biblioteca. Por isso propusemos, em outras
ocasioes, o têrmo bibliólogo, mais culto e mais expressivo, pare. designar os que
dominam a ciência, dos livros, e estão de posse do título universitário pertinente, O Termo atual de bibliotecário pode-

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ria reservar-se para a pessoa qiie, embora sen coinf)etènoia adequada, e sem o domínio da especialidade, tenha a seu cargo uma bilbioteca, e se destinaria ainI
da o de "bibliot4q.ueiro" para os que, com de3pr6:áo de uma técnica complicada, se
I
põem a organizar bibliotecas, conforme as regras de improvisoj tiradas do por tentoso engenho com que, a seu juízo lhes dotou a

Divina Providência.

Em todo caso, o certo é que 1°) na profissão de bibli_o
tecário se esboçam hoje, como em outros profissões, diversos ramos especializados, como classificação, informação bibliográfica, catalogações especiais (tais
como as de música, mapas, códices, materiais audiovisuais, etí.); bibliotecas de
diversos fins, como as de hospital, infantis, de prisões, militares, escolares,
universitárias, científicas, n cionais, parlamentares, etc,; 2°) o documentali^
ta separou-se, tonto por suas atividades como pelos conhecimentos que é obrigado a possuir, da profissão de biblioteéario, na qual podemos afirmar que estava
incluído até um século atrás.
E, recentemente, no seu nagnifico trabalho(4))"CrÍ3Ís y
futuro de Ia profession bibliotecária" é o nosso Lasso de Ia Vega, que mais u ma vez nos lembra»

"El concepto de Ia profesión bibliotecária está en crisis.

Una de Ias autoridades de más prestigio en el campo de Ia Biblioteconomia y de
Ia Documentación, Jesse H. fera, decano de Ia Escuela de Bibliotecários de
Wèstern Reserve University (Ohio), ha escrito recientemente, en el prólogo a Ia
obra de Perry Kent titulada

Documentation and Information Retrieval, Í8 segui^

te: "En el pasado hemos llamado repetidamente Ia atención sobre el peligro que
Ia técnica bibliotecária, sus sistemas, sus mecanismos,

sus prácticas y méto -

dos corren por haber quedado distanciados de su teoria fundamental.,."

La po -

breza de inovaciones que caracteriza en el presente Ia profesión bibliotecária
hace evidente Ia neßesidad de revisar este problema y de buscar

bases sólidas

en donde poder apoyar los princípios a que debe ajustarse Ia profesión, a sa bers Ia utilización por el hombre de todos los médios de conocimiento y de est;u
dio. De esta opinión han sido tambiéa los conocidos tratadistas Metcalf, RussêQ.
y Osborn en sus interessantes informes relativos a Ias ensenffan^as que se cursai
en Ias escuelas de bibliotecários de los Estados Unidos. Otros tratadistas, que
participan de Ia misma creencia, sostienen que Ia profesión está exhausta y estacionada, y que necesita con urgência ser objeto de

reformas para acomodarse

a Ias necesidades de los tiempos que corremos. No ha faltado, en fin, quien Ia
tache de parasitaria por no llenar cumplidamente los fines a que debe respon -

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der y por carecer de vitalidad própria, El crecimiento asombroao de materialés
científicos y de fuentea de saber, por un lado, y de los aparatos y máquinas creadas al servicio de Ia documentación, por otro, han pursto, en efecto, sobre
el tapete da necesidad de revisar el carácter, los médios y los fines que ha de
cumprir en el presente y en el futuro nuestra profesión,
Jorge Aguayo (5) afirma que

"La carrera de bibliote -

cario corre peligro entre nosotros de estancarse como profesión de nivel univer^
sitário si no fijamos Ia diferencia fundamental que existe entre nuestra profesión y todss Ias demás que existem en el mundo,
Todo el mundo sabe que el inginiero construye; que el
abogado dirige los asuntos legales de sus clientes, representándolos en los ju^
cios en que son parte; que el médico diagnostica, receta o pratica intervención
quiriírgica, para salvar, mediante este último recurso. Ia vida puesta en peligro
por Ia ineficacia de los medicamentos; que el farmaceútico elabora los produtos
recetados pos los médicos; que el dentista se especializa en conservar Ia dent^
dura; que el oèulista trata los males de los ojos; que el maestro instruy,etc,etc, Podría alguien expresar con una sola palabr? o frase cuál es Ia. esencia d®
Ia profesión de bibliotecário? "
Os progressos da documentação aí estão patentes. Ignorá-los seria um erro imperdoável e ug atraso. Aumenta de ano para ano a preocu^
pa^ao com o preparo e formação de documentalista. A 26® Conferc^ncia Geral da
PID, reunida no Rio de Janeiro era julho de i960, aprova entre suas conclusões
uma referente â necessidade de criação de um curso intensivo para documentali_s_
taa.

A essa mesma conferência o ilustre bibliotecário indií Ranganathan apresen

tou um projeto de

currículo para treinamento de documentlistas,
A bibliotedsria paulista

Maria Luisa Monteiro da Cu-

nha em bem elaborado trabalho demonstrou na 26- Conferência da FID, atravás de
t
inquérito interna,GÍon.i. 1 as opniões divergentes no tocante aos campos -da biblio_
teconomia e de documentação.
Entretanto o problema que se poe aos brasileiros é o
seguinte: Devemos separar a formação de bibliotecários e documentalistas?
,
fissão

Se o fizemos daremos oportunidade a que uma nova pro_

apareça e venha cuidar dos setores descuidados pelos bibliotecários.
Se decidirmos pelo contrário, isto é, pela formação

em conjunto de bibliotecário-documenta.lista, como o fizeram a British Library
Association e a Auatralian Library Association (^) precisamos, então, rever,e^

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tabelecer e reestruturar definitivamente o curriculo das nossas escolas de bi "blioteconomia, a fim de que os bibliotecários brasileiros possam ser ao mesmo tempo documentalistas, torna-se necessário a nosso ver:
1) Que as escolas de Biblioteconomia incluam definiti-

\

vãmente a documentação, não só no seiB noraes^ mas também

nos seus cur_

rículos.
2) Que a Docuemtação não seja apenas uma cadeira a ser
lecionada no líltimo ano, mas sim um conjunto de disciplinas e técnicas que abranjam a totalidade de seu campo, quais sejam: Produção de
Documentos, Reunião de Documentos, Seleção

de Docuemtnos e Reprodu-

ção de Documentos.
5; ^-Que-âá^^iateríSâ âá^èíâiáriasMét^^DôcíimQntaçHo
da das possibilidades e das condições locais brasileiras, sejam in clüidas no curso.
4) Que a duração do curso seja no minimo de 4 anos (Qi^
tro), a fim de que tôdas essas disciplinas possam ser ministradas con_
vinientemente, e para nivelá-lo aos demais cursos universitários do País.
5) Que as escolas de biblioteconomia tenham em mente que estão

preparando elites de técnicos

e não fornadas de bibliote-

cários, nao devendo subordinar a restruturação do curriculo de 4 ^
nos à possibilidade de diminuição do nilmero de altinos. Devemos levantar o nível das escolas de biblioteconomia tendo em vista, línica e
tão semente, os superiores interêsses de unificar no Brasil, a formação de bibliotecário e documentalista.
6) Que as escolas de biblioteconomia, com seus currículos bem reestruturados, em nível universitário, permitam que os biblio_
tecários já formados voltem aos bancos escolares para, se atualizarem
nas técnicas da Documentaçso.
7) Que êste Congresso notifique a FID e a IFLA de que os brasileiros são contrários â formação em separado de bibliotecários
e documentalista, e que as escolas brasileiras de biblioteconomia e do^
cumentação

estão aptas a ministras as suas técnicas

Essas recomendações que desejavamos levr â consideração dos colegas de todos os Estados brasileiros, na representação neste conclave»

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BIBLIOGRAFIA bONSüLTADA

(1) COBLANS, Herbert. Introdução ao estudo da document^
ção. Rio de janeiro, DASP, 1957» p«ll.
(2) LASSO DE LA VEGA, Javier, Como se hace una tesis do_o
toral. Madrid, Editorial Mayfe, 1950» P*355»
(3) LASSO DE LA VEGA, Javier, Bibliotecário e documenta lista: uma divergência e um problema. Revista do Serviço Piíblico. 86; 137-155&gt; março I96O,
(4) LASSO DE LA VEGA, Javier, Criais y futuro de Ia profe_
sion bibliot4caria, Revista de Archivos, Bibliotecas y Museus, 68: |09-127, enero I96O,
(5) AGUAYO, Jor^e. La profesidn de bibliotecário, Boletin
de Ia Associaci(5n Colombiana de Bibliotecários,
4: 24-26, enero-mayo i960,
^6) Carta circular da F.I.D, 54/58, com as recomendações do Conselho dastiiuâtaralian

Library Association,

A

(British) Library Association se manifestou contrà riamente â separação do ensino para formação de biblio_
tecários e documentalistas, Assim se expressou em documento dirigido ao International Library Comitee, em
1953, F.I.D, Ref. 3»782/1, maio de 1953.

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                <text>Considerações sobre o currículo universitário de biblioteconomia</text>
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                <text>Chama a atenção para o problema da formação em separado de bibliotecários e documentalistas. Sugere reestruturação dos currículos de biblioteconomia, em nível universitário de quatro anos, e a inclusão definitiva de várias disciplinas no campo da documentação.</text>
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gentilmente por:

�i.
"

ÍSÂRSI-

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ij^ &gt;1

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLI0TSG0N0MI4 E DOCUIÍENTAÇÃO

Escolas de Biblioteconoraia do Brasil
por
Laura Garcia Moreno Russo

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�i{^

UNIVERSIDADE DO CEARÄ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1963

TEMA IV

-

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA

1, ESCOLAS DE BIBLIOTECONOMIA DO BRASIL

par

Laura Garcia Moreno Ru»äo {♦)

CDU 578,9 s 02+002

^'iCt
V. 3&gt;

Presidente da Federação Brasileira- de Associações de^Biblioteeários
Secretária Geral da Seeção America Latina da Federagao Internacional
de Associações de Bibliotecários
Chefe da Secção de Aquisição e Registro da Biblioteca Municipal de
são Paulo

cm

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ESCOUS DE BIJLIOTECONÜI.JA DO 3R;\SIL
191^

-

1963

A BIBLIOTECONOMIA brasileira adquiriu un nivel bem elevado, em
^
/V
comparaçao con o que se observa em muitos outros paises. Investigações
realizadas para levar a efeito este trabalho determinaram a situação
desse setor cultural em nosso pais.

Os levantamentos revelaram a exis-

teneia de onze eseolag de biblioteoonoi.úa e documentação, sendo oito
vinculadas a Universidades, uma diretamente ao HEC e duas autonomas.

Ha 52 anos, justamente, foi fundado no Brasil o primeiro curso
de biblioteconomia, na cidade do Hio de Janeiro, pelo Dr« Manuel Gi'cero
Peregrino da Silva,

O üecreto Federal nß 8835» de 11 de julho de I9II, que aprovou
o Regulamento da Biblioteca Nacional, estruturou o curso que começou
funcionar em abril de 1915»

Ê interessante notar no Capítulo IX,

a
do

referido Decreto, a atualidade de objetivos que hoje trazem as organiza
ções nacionais e internacionais profundamente interessadas o que sãoí

a) - permutas internacionais;
b) ~ organização, segundo o sistema de classificação docima e
por meio de fichas, do repertório bibliográfico brasilej^
ro j
.
*w
*
c) - impressão dessas fichas, para serem expostas a venda)
dj - organizaçao do catalogo coletivo das bibliotecas brasa. leiras;
eJ " uso publico dos repertorios e do catalogo coletivo

vários Decretos reestruturaram os ^rsos da Biblioteca Nacional
e sao elesj 15*596, de 2 de agosto de 1922; I5.67O, de 6 de setembro

de

1922; 20«673j de 17 de novembro de 193l&gt; J3ecreto-Lei 6.Í1Í4O, de 27 de
abril de I9ÍU+» 15»395» de 27 do abril de 19kU e, finalmente, o de numero
550^ do 10 de fevereiro de 1962.

• • •

�SÃO PA'uLO E A BIDLIOTECOWüLnA

Data de 1929 o primeiro curso elenentar, ministrado no "MackenII
*
zie College , pela bibliotocaria americana Kiss Dorothy i'juriel Geddes,

Ein 23 de janeiro de 1930 ouviu-se, novamente, falar da necessidade da formação de técnicos para as nossas bibliotecas.

Sob a direção

do Dr, Eurico de Goes, diretor da :]i.'lioteca líunicipal, foi organizado
um curso sob os auspicios do Instituto Historico e Geográfico

de

são

Paulo,
\
Estavam assim lançadas as bases para um curso regular de biblio
teconomia, que viria a ser criado pelo Departamento de Cultura, tendo cm
vista as exigenoias do -^rtß 195» letra o do Ato III1.6, de 4 de julho
.
A
^
1956, da Prefeitura do ilinicipio de Sao i-aulo.

de

Ha 27 anos, pois, a escola foi saudada com expectativa confiante,
4%
ã
por todos aqueles que se dedicavam ao mister de cuidar dos acervos biblio
gráficos das bibliotecas paulistas,

Foi grande o interesse despertado pelo curso e isto demonstra o
nunero de matrículas que, em maio do 1937» atingiu a 215 alunos.

Em 20 do dezembro de 1938

Efefeitura Ilunicipal formou a

sua

primeira turma do bibliotecários, constituída de 59 alunos, que consegui
ram terminar o curso,

Á Escola dc Biblioteconomia do ^ao Paulo contou, nos primeiros
anos de sua fundação, com a competência profissional do ^bens Borba
ves de Lioraes o Adelpha Silva •'■'odrigucs de Figu&amp;:.redo, dois entre os
maiores, bibliotecários brasileiros.

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�-3E&gt;:TINÇÃ0 do curso da Pj-EFEIIUII/. MUI-nCIpAL de são Pi.ULO

1939 i'oi cancelada a subvenção dada ao Curso de Bibliotoconinia
o, em seguida, suprimido»

Não desaninaran os funf'adores da í&gt;scola, que procuraram o apoio
da Escoja Livre de Sociologia e •Política dò Sao' Paulo,

O curso foi reinsta

lado em maio de I9Í4O, no Edifício da ^scola Alvares Penteado, onde funcio nou ate 28 de setembro de 195^» Dessa data em diante a Escola do 3ibliotoco
nomia passou a funcionar a Rua ^^enoral Jardim 522, en ediiicio proprio

da

Escola do Sociologia e Politica de «ao -^aulo^

Ümo. das cousas que mais contribuiram para a propÂ-^uçao da ciência
biblioteconôraica no i3rasil foi a' conocssao do bolsas de estudos, fornecidas
pelos Cursos da Biblioteca iíaeional em número de 84 até I96I e 10 do Sao
Paulo, do I9Í+3 a I9Í46«

LEGISLAÇÃO gÔ3RE O RECJHHECEiENIO Di.S ESCOU^S Pi^ULISTi^S

1) « O DECRETÄ-LEI 17.10^, de 12 de mrço de 19Í+7 reconhooou o Curso de BiM
bibliotecononia do Sao PauloJ

2) • O DECRETO 22,835í fio 28 de outubiK) de 1953» rof;ulanent.ou o Docrcilo Lei
l7»lQii/i+7;

3) — o DECRETO 23»Í4Í4-3*-B» de

de julho de. 1954 reconheceu o Curso de BibHo

tecononia da •'''aculdado Sedes Sapientiaej

h) - O DECRETO 25«570"'D» de 19 do agosto de 1954» reconheceu os diplomas
expedidos pelo ^rso de biblioteconomia, do Instituto Caetano de Camposf

5) - O DECRETO 23,570-B, de 20 do agosto de 1954» reconheceu o Curso de Bi «
biblioteconomia "Nossa ^onhora do Sion";

�6) - A LEI 2817, do 30 de novcnbro de 1954» reconlaeoeu os Cursos de Bibliotc
cononia da faculdade do Filosofia Sedos Sapientiae, da Universidade

do

Canpinas, da irefeitura Municipal do "ao •t'aulo o do Instituto Caetano
de Canpos;

7) - O DECRETO 39«162, de 3 de outubro de I96I, roconhoceu a Escola de Biblio
ÍW
_ /w _
tocononia e Docuncntaçao de oao Carlos;

8) - O DECRETO FEDE.i.tii n^ 52.055» de 81 de maio de 1963» reconheceu a Escola
de 3ibliotoOononia do Sao Paulo, eono instituto de ensino superior.

CRONOLOGIA DA IHSTiJgi.ÇAQ DOS CURSOS REGUL.RES DE Bi:3LIöTEC lTOl4K

1915 - Cursos da Biblioteca ^^acional

A/
1936 - Escola de Biblioteconomia do Sao raulo
19^2 - Escola do Biblioteconomia o "^ocuinentaçao da ühiversid;; de da Bahia
I9I4Í). - i^scola do Bibliotoconoraia da ■''aculdade dc -filosofia Sedes Sapiontiao
(extinta)
19i;5 ~ Escola de Biblioteeonor.iia da Universidade '-'atolica de Campinas
19i^7 -

scola do Biblioteconomia c -^oouiiicntaçao da Universidade do fiio ^raado do Sul

I9Í+8 - ^scola de Bibliotooonomia da -"^refeitura do Recife (extinta^
I9Í18 - Escola dc Biblioteconomia Nossa '\iiihora do Sion (extinta)
1950 - Escola de Biblioteconomia e documentação da líniver-sidade do -t^ecife
1950 - ■'^scola de Biblioteconomia da Universidade d» llinas Gerais
1951 - Curso de Biblioteconomia do Instituto Caetano do Garços (extinto)
1952 - ^urso do Bibliotooonomia o Documcntaçao da Universidade do ■t'arana
1957 ~ *^urso de Biblioteconomia e ■'^ocumentaçao do Instituto Santa '^rsula
1959 ~ i^scola de Biblioteconomia o Documentação do "^ao Carlos
1962 - Curso deBiblioteoonomia o Docuncntaçao da Faculdade de Filosofia,
Ciências e ■'-'etras de -"-ssis.

«

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�-5
EVOLUÇÃO DOS CURRICbLOS

Os currículos das escolas de bibliotccononia, nos ultinos 25 anos,
tcn sofrido alterações, tanto no que sc refere ao nunero de anos do dura
çao, cono do natcrias ensinadas, Darcnos, a seguir, alguns dados sobro

as

escolas da Biblioteca Nacional o de Sao ■'•'auloJ
1915 - BIOLIüTEOa ili.CIOlJAL
Bibliografia
Paleografia o üiplomtica
Iconografia
líurnisnática

3ibliof,raf ia

1951 -

Paleografia o Diplomática
Historia Liter ar la
Iconografia e Cartografia

I9hk - a

1962 -

rganizaçao e -^dninistraçao do Bibliotecas

b

Gatalqg açao e Classif icaqao

c

Bibliografia e itefor«!»ucia

d

Historia do Livro o das Bibliotecas

e

História da Literatura (aplicada a bibliografia^

f

Noçoes do taleografia

Técnica de Rofercacia
Bibliografia Geral
Catalogaçao c Classificação
Orgonizaçao o Jidninistraçao de Bibliot&amp;cas
Historia do l^ivro o das bibliotecas
Organização e Teenica da J^ocur.acntaçaa
Literatura o Bibliografia Literária
Introdução a "ultura -üistorica e '^ooiologica
lieprodução do Docunentos
Paleografia
«V % &lt; '1
^
^
Introdução a ^altura Filosofica e -^rtistica

cm

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lí

�1929 - SÃO PÁULO
a) Catalogação
b) Clc ssificaçao
cj Referencia
d) "^rganizaçao

1938-191+0
a) CataiOf;açao
b) Glassifiorçao

'

c) Historia do Livro
d) Organizaçao de Bibliotecas

19ia-19it2
\
M
aj Catajogaçao
b) Classificaçao
c) Bibliografia
d) Historir do Livro
e} ^ganizaçao do Bibliot'OCM

1943-1959
a) Cotalogaçao
b) Classificação
' c) Bibliografia
d) Organização do Bibliotecas
e) Hj^stória do Livro e Paleografia

i960 -a) Catalogaçao
b) Classificação
c) Bibliografia
d) Organizaçao
c) Historia do Livro e Paleografia
f) Qocunontaçao

cm

1

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st em

�1961-1962
0.) Catalogação
b; Classificação
c) Referoncia e Bibliografia
d) História do Livro
e) Paloografia
f) Organização g -íi-dministraçao dc Bibliotecas
g) ■^ocunentaçao
h) Scloçao de Livros
i) Introdução a Cultura Artistioa
ÍV ^
/
j) Introdução r. Cultura Filosofica
k) Introdução a Cultura Histérica
l) Introdução as Ciências Sociais

CURRÍCULO MÍNIMO APRQYj.DO PELO Cüu'SELHO FEDER.iL DE EDUCAÇÃO E CULTJRiV

História do Livro e das Bibliotecas
2, História da Literatura
5, Historia da /^rto
h* Introdução aos Lstudos Historicos e Sociais
5, Evolução do Pensancnto Filosofioo o Cientifico
J /V^
6» Organizciçao o ixdninistraçao de i3iblioteoas
7» Catalog çao o Classificação
A
8, Bibliografia o Rcforenoia
9« Documentação
10, Paieografia

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Syst em

�-8RECüNH&gt;:GI: Ji:HTO Di'.S ESCOI^iS Bi híyel SüPFRIOR
A
^
Durante todo esso poriodo dc tcrpo, as escolas tcntarcim

o indispen

savol rcoonhocinento, pela Diretoria do -l^nsino Superior, do lunistcrio

da

Educação g Cultura, entretanto, o exceção da Biblioteca i'iacional c Santa ^rA
sula, todas elas lutarnn con grandes dificuldades parn concretizar ossa Justa nedida, O ingresso- dc oito escolas nas '-'niversidadea foi tanbem nuito dificil do ser conseguido o, ainda hoje, a situação não c, para algunas, plena
nente satisfatória,

Líuito deve a classe bibliotecária do Brasil, ao atual ^iretor

de

Ensino Superior, Dr. Durneval Trigueiro Mendes, pelo que ten feito para re fé
gularizar a situação das escolas de bibliotocononia o pelo apoio que ten dado a classG,

Interessou-se, principalnente, en convocar una. conissao consti

tuida polos bibliotecários I Abncr LfIIís Corroa Vioentini, Cordelia Roba

-

linho de Oliveira Cnvaícanti, Edson Nery da i'onseca, Etclvina Lina, Nancy
TTostfallen Corrêa, Sully

rodbeck e Zilda Galhardo de Araújo, para estudar a

nova estrutura do Curso, O trabalho realizado foi subnctido a aprcciaçao

do

Conselho Federal de Mucaçao en 1962« Infolizncnte, parece nao ter sido ele
ben interpretado pelo Conselho que o nodificou do nrnoira substancial, tendo
\
^
^
«V
aprovado sonunto o Curriculo Mnino, con 3 Q-nos de duraçao do curso, (Pare cer nß 526, Separata dc Docuncnta n^s lO c 11, 19^2, Currículos dos Cursos
Superiores)

CURRÍCULO MÍHIIjO PaR/". AS ESCODiS DE jBIBLIQTECOIJOÍUA, APRESENTaDQ PEU. COMIS
SÃO DESIGNiJ)A PELi^ DIRETORIA DO ENSINO SUPERIOR

1 - Curso do Grraduação
é
«w
2 - Curso dc Pos-Graduaçao
3 - Curso do Doutorado

cm

1

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�1 - CJRSQ DE Gi&lt;..DU..Çi.O

O Curso do Grcduaçíio con a durnQcio nininr. dc 6 (seis) senestros
destina-so a fomar bibliotocarios c docunontalistas»
O ingresso no Curso do Graduaçao far»«se-a nediantc aprovaçao cn
M
concurso dc habilitaçr.o,
**
0
04
Ao concurso dc habilitaçno so scrao admitidos os portadores dc
M
eortificado dc conclusão do ciclo colef;ial conplcto, ou cquivalente, do acordo con a Icgislaçao er.i vigor»
M
é
O colicurso dc habilitagao constara de provas das seguintes disciplinas t
A
Língua portuguesa
b) Literaturas brasileira c portuguesa
c) Lingua inglesa
d/ Outra lingua a escolher entre o clenao, o frraiccs e o italiano
c) Historia Grcral e do Brc.sil

O Curso de Graduaçao ter: as seguintes disciplinas obrigatórias*
a) Bibliografia
b) Ciitalogaçao
e) ^lassificaçao
d) ^ocunenta quo
c} Historia da j-rte
f) lüstoria da Ciência c dci 'tecnologia
g) Historia da Literatura
h) Historia do Livro e das bibliotecas
\
IV ^
^
i; Introdução a Filosofia
j) Introdução as í^iencias Sociais
k) Organização e Adninistraçao das Bibliotecas o Serviços do öoeu
fw
nenta çao
1) Referencia
n) Seleção dc Livros

Digitalizado
-gentilmente por:

�-10disciplinas poderão sei* desdobradas pcra efeito didaticoí
f&gt;4
^
tu
Os regulrsncntos disporao So^re o repine parcelado ou nao^

a

ser adotado pela Escola para a distribuição das disciplinas,
L&amp; disciplinas Bibliografia, Crtalogaqao, Classificação e ^
ganizaçao o j^driinistraçao das Bibliotecas e Serviços do Docu
nontação serão lecionadas cn 6 (seis) senestrcs»
u disciplina Documentação sera lecionada no rnínino on I4. (qiic^
tro) senestres.
Áos concluintos do ^urso de Graduaçao sera comerido o grau
dc Bacharel er.i Bibliotocononia, condicionada a prestaçao

do

estagio rnínino do 500 horas, en biblioteca designada pela
Escola,

2 - ÜUHSO DE PÔS^GjEL.DÜAçJIO

O Curso do PÓs«»Graduaçao, con a duração mínina do 2 (dois) se_
nestros destina-se a ai.pliar o atualizar conhocinontoa "toCJiiM
COS do Biblioteconomia, Bibliografia o Dokumentaçao o a for /s
Jj
^
ncr professores do Bibliotecononiia o ocuncntaçao,
O ingresso no Curso dc Pos-Graduaçao far-ÄJ-»u. nediante apre «
sentaçao de diploma de conclusão do Curso de 'Jraduaçao,
O '«Kirso do FÓs-Graduação poderá ser feito en una das soguin tes especializaçõesi Bibliologia, Bibliotecas Infanio-Juvenis,
M
/
Docuncntaçao, Bi^iHotecas Especializadas o Didatica,
é
*
O Curso dc Bibliologia torn as seguintes disciplinas obrigatórias t
a) Patologia do Livro
V
é
b; -lirtcs Graficas
e) Encadernaçao o ^»-ostauraçao de ^^torial Bibliográfico
d) Historia do Livro
o) Palcografia
f) Iconografia
g) Critica do textos

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

1

�o Ciirso do iibliotccae Infant o-Juvenis tcra as seguintes discipli
nas obrif^atorias t
a) Psicologia Infantil c do iidolesconto
b) Literatura Infantil c Juvenil
c) Organização e •'"àninistraçao do Diblioteoas InfantcWuvenis
Escolares
\
A
d; ii.I Bibliografia e lícforoacia
em Bibliotecas Escolares
c) iitividadcs en Grupo
O Curso de ^ocunentação o bibliotecas Especializadas terá as se
guintes disciplinas obrigatórias i
a) Nornalizaçao
\
^
b) Catalogaçao Especializada
Classificação Docinal Universal
d) Técnica do Indexação o ^'•esuno
o) Pesquisa Bibliográfica

'

f) Ámazenagcn o Hccuperrçao de Infornaçocs
g) Organizaçao o Ádninistraçao de 3ibliot£*OÄ5 Especializadas
Serviços do üocuncntaçao
\
^
h} Reprodução do Docuiiiontos
x) Teoria da Inforriaçao e &lt;libcrnotiea
As disciplinas do Curso do PÓs-Graduação poderão ser desdobrada«
para efeito didático.
Os rogulanentos disporao sobre o regino parcelado ou nao, a sof
adotado pela Escola pora a distribuição daa disciplinas,
Ao eoneluintc do Curso dePos-Gr uluaçao será conferido o grau de
Liccnoiado na especialização escolhida.

3 - CURSO DE DOÜTOP.^DO

Aa Escolas de Bibliotocononia poderão promover, na nedida do suas
possibilidades. Cursos de Doutorado,

Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan

�-123.2

-

O ingresso nos Cursos dc Doutoradc; v privritivo dos liconcitidos
cn Curso do i^os-Graduanao,

3*3

••

O grc-u dc Doutor on Dibliotocononia será conferido a.o ooncluin
te do ,Curso do Doutorado que apresentar c defender toso, dc
acordo con v.s fornr.lidüdcs le(:,ais.

JUSTIFICy.Çi^ÜQ •
i

0 ensino da 3ibliotcoono:nia esta en crise, Contando noio século

de

existência (o prineiro curso desta especialização foi fundado pela ^iblio
toea Uaeional do Üio dc tír.neiro, en 1915) o ensino dc biblioteconomia dci^
xou dc ser cninentenento erudito para tornar-se, no decorrer dos anos,
^
n
*
'
exolusivancnte técnico» "isto resultou ur.i visivol rebaixaraento do nivcl
do bibliotecário, reduzido a produzir fichas c a ordenar livros para es tantos, som participar das responsabilidades do direção das bibliotecas
M
«W
/
que estão a roclanar,cm escala crescente,a oríentaçao dc pessoas tocaxoo»
mente habilitadas»
0
A
O extraordinário deseuvolviiionto da ciência e da tecnologia tevo c_o
no conseqüência um aumento vertici^ioso da produção de documentos, êste
se constituiu num dos problemas cruciais do estudioso moderno, sen tenpo
A
para tomar conhecimento de tudo o que se divulga no setor do seu inter&amp;a-*
SC,

íci "lilSlÓN DEL ;3I;3LIOTEC^-RIO", O^tcga y Gasset analisou magistralneri
^
IV
/
"to esto problema, propmdo uma função mais elevada para o Bibliotecárioj
a de intermediário entre o mundo dos leitores o o rriundo dos livros, -t-^ara
isto, ha que dar ao Jibliotecurio uma fonnaçao condigna, ao mesmo tempo
eultural c técnica,

íia que preparar bibliotecários capazes do organizar

c dirigir bibliotecas e serviços dc documentação, selecionar material bi^
f
bliografico altamente especializado, redigir resumos de trabalhos científicos, realizar pesquisas bibliográficas, orientar leitores, lidar

com

processos clctronicos do armazenagem e recuperaçao de infarmações»

Ve-sc

claramente que, na formação do bibliotecário, as disciplinas culturais
a'
sao tao instriinentais quanto as técnicas.

u rcform que ora aproscntonoís ao Conselho Fcdoral dc Educação foi
inspirada por esta prcocupaçao.

cm

1

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

�SITUAÇÃO

ATUAL

DAS

ESCOLAS DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

�-14X.l - Nomes- CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA BIBLIOTECA NACIONAL,
Direçãot- Avenida Rio Branco,219
Rio de Janeiro - Estado da Guanabara
Brasil
Diretor;- Antonio Caetano Dias

1.2 - Data da fundação;- 1910
Currículo - 3 anos

1.3 - Dependencia;- Biblioteca Nacional, Ministério da Educação
e Cultura.

1.4 - Título que outorga;- Diploma de bibliotecário, reconhecido
pelos Decretos nö; 15.395/944 e 550
de 1 2-1962,

1.5 - Condições de ingresso;- Exame vestibular, constante das matérias;
Português
Inglês
Francês ou Espanhol
Literatura
Geografia Geral e do Brasil
História da Civilização e do Brasil
Conhecimentos Gerais

1.6 - Plano de Estudo
Organização e Administração de Bibliotecas
Catalogação
Bibliografia
Classificação
Referência
História do Livro e das Bibliotecas
Organização e Técnica de Documentação
Literatura e Bibliografia Literária
Introdução à Cultura Histórica e Sociológica
Reprodução de Documentos
Paleografia
Introdução à Cultura Filosófica e Artística

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
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14

15

16

17

lí

19

20

�15-

PROSRAMA DE ESTUDO;Iß Ano - l)
2)
3)
4)
5)

Organização e Administração de Bibliotecas
Introdução à Catalogação e Classificação
Biblioteca Geral
Técnica do Serviço de Referência
História do Livro e das Bibliotecas

2® Ano - 1)
2)
3)
4)
5)
5)

Organização e Técnica da Documentação
Bibliografia especializada
Catalogação
Classificação
Literatura e Bibliografia Literária
Introdução à Cultura Histórica e Sociológica

30 Ano - 1)
2)
3)
4)
5)

Catalogação
Classificação
Reprodução de Documentos
Paleografia
Introdução à Cultura Filosófica e Artística

1.7 - Número de alunos inscritos: 1° ano - 37
2 0 ano - 28
3® ano - só em 19^4

1.8 - Número de alunos formados; 983
m
1.9 - Biblioteca especializada 1.500 volumes - As obras que tem
relação com as disciplinas foram destacadas do acervo da
Biblioteca Nacional, formando uma coleção especializada,
destinada aos professores e alunos do Curso de Biblioteco
nomia.

1.10 -Programa e Apostilas Mimeografados

1.11 -Corpo Docente;Afrânio dos Santos Coutinho
Antonio Caetano Dias
Ibany da Cunha Ribeiro
Josué de Souza Montello
Lydia de Queiroz Sambaquy
Maria Carmelita de Gouvea Rego
Oséa Botelho Fernandes
Xavier Placer
Laura Maia de Figueiredo
Raymundo Magalhães

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
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14

15

16

17

lí

�1.1

-

ííome:^ ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA DE SÃO PAULO
Direção:- Rua General Jardim, 522
são Paulo - Brasil

'•'ice-üiretora: - Zilda Machado Taveira

1.2

-

Data da fundação:- 1030
Currículo - 3 anos

1»5

-

Dependência:- Fundacjao Escola de Sociologia e Política de
são Paulo,
Instituição Complementar da Uni
versidade de São Paulo.

1«4

-

Títulos que outorga;- Diploma de Bibliotecário; reconheci
do pelo Governo do Estado
de Sãõ
Paulo,Deeretosil7104/47 e 22.833/53.
Decreto Federal n® 52»035'ide 21-5-63

1,5

-

Condições de ingressor- Exame vestibular, constante das se
guintea matérias;
"
Português
Francês
Inglês
História do Bi»ftsil e Geral

1*6

-

Plano de estudo
Catalogação
Classificação'
Referência o Bibliografia
História do Livro
Paleografia
Organização e Adm,inistração de Bibliotecas
Documentação
Seleção de Livros
Introdução
Introdução
Introdução
Introdução

à
à
à
às

Cultura Artística
Cultura Filosófica
Cultura Histórica
Ciências Sociais

PROGRAMA DE ESTUDO
10 Ano - 1)
2^
3)
4)
5)
6)
7)
8)

Organização e Administração de Bibliotecas
Catalogação
Classificação
Referência e Bibliografia
Paleografia
Introdução à Cultura Histórica
Introdução à Cultura Artística
Literatura

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st ei
14

15

16

17

�28 Ano - l)
2)
3)
4)
5)
6)
7)

Organização
Catalogação
.
Classificação
Bibliografia especializada
História do Livro
Introdução às Ciências Sociais
Psicologia

3° Ano - 1)
2)
3)
4)
5)
6)

Catalogação de material espoeiali7;ado
Classificação especializada
Documentação
Introdução à Cultura Filosófica
Seleção de Livros
Organização

-17-

1.7

-

Nilmero de alunos inscritos; 1^ ano: 53
2 2 ano: 15
3° ano: 15

1.8

-

Número de alunos formados: 562

1.9

-

Bibliotecas especializadas: 850 volumes
200 volumes para práticas de
classificação

1.10 -

Publicações editadas p«la Escola;
1) Cunha, Maria Luisa Monteiro da
Nomes brasileiros, um problema da catalogação»São Paulc^
Escola de Biblioteconomia, 1948.
2) Lentino, Noemia
Classificação decimal; teórica, prática, comparada. São
Paulo, Leia, 1959.

1.11 -

Corpo Docente
Abner Lellis Corrêa Vicentini
Adelpha S. Rodrigues de Figueiredo
Giulio David Leoni
Heloisa de Almeida Prado
Josué Spina França
Maria Antonieta Ferraz
Maria de Lourdes Figueiredo
Maria Luiza Monteiro da Cunha
Noemia do Vai Penteado
Noemia Lentino
Odilon Nogueira de Matos
Oswaldo de Andrade Filho
Petronio Matos Coutinho
Regina Carneiro
Zilda Machado Taveira
Lourdes Mesquita Siquoira
Sara Corrêa
Dinah Aguiar Poblacxón

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
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14

15

16

17

lí

19

20

�ESCOL.. .")E i-I. LI'jTEC&lt;.1I-Í.IA E -'^jCÜI-ENTixÇiro

HJi; Ii4

üii-açno;:» iibitoria cta Ünirersidade da $ahia '
36-liifeä'6'r ^W. Jífthià-

^

äräa'ii
Tiirct rir.:- Folisbola L, de Ij?.t s Cnrvr.lho

On.ta Ja funlr.çao:- 19^2
Currículo - i; n.n

r^cx^on lônoia :•»
t
Titulo quo

Univorsi trvJe Ic. .^ahir.

jut &gt;rc°-*~

'
-)ipl ^na de .jibli ■'tcenri:) j) &gt;cunonta.rista;
reo jnhcoido pclo
Lei 675, de 25-11-54
Pec. 43.804, de 23-5-58,

Cwiicliç^eB de iní-rcssoí-

Extvne vostiLulnr c-nstr^nte clr.s sof^in»
t&amp;&amp; mr.tcric.6i ^
Linr •un i ortu uoaa ^
Literatura a rtuijuoaa e ..taaileira
iüst ria Grcrfti o íTcr .-irfradi,
Gr^3{;rafiG ío rasil
^
^
Lin^;ua
au Francoaa

ilano de E&amp;tudai^
M
Catalogaçao^
Classificacao
• eé
«V
•ii-lninistraçao o Orf;aniza'çao de -dbliotceas
Hist ria do Livro e das -^ibli^tceaa
ribli-irraf ia e iief crcnoia
Seleqao
iroblems Especiais le D^cuneiitaçao
r'iMi'irraf ia Especializada en grupos i.
^
a) Literatura» ^^.rte, i'iloaofia e^Ueliciao
b) Ciências exatas, naturais e toonieas
c; Ciências s )oiais
Cionoia da ^víninistraçao
^
Ilist ria da Literatura o Literatura * ortu(;ucsa
Literatura -rasileira
A
Literatura Geral Contenporanca
isicolof^ia das liolaçoes Hunr.nas
ilelaçoes iubliças e .^ublici"a-íe
Linrua ^ nrtu,-uesa
Lin»"ua Francesa ou i^lem
Lingua Inßleaa
ialeoprafia
Historia da i^rte
^
^
Evolução d ) j.ensancnto Filos )fieo c Cientifico
Introdução a is Estudos Histéricos o Sociais

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
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14

15

16

17

�PiiUGju'xlui. DB ESTUiOü»Ifl ano - 1V Catalí^f.nçao
2) Glcissifioaçao
5) Eist )ria d) Livro o das üiMijtooas
J4.) Ciência da i^dninistraçào
5) Língua l ortu ueaa
6) Hiat -ria da Litera'^ra
7) Literatura lortu,';uesa
2c ano - IJ
2)
5)
I4.)
5)
6)
\
7)

Gatalof^açao^
Classificação
iuüninistraQao e Jrf:;anitaçno de .^ibliotcoaa
.3iV;lioj;;rafia o iicforeneia
iraleo(;rafia^
Linrua Inrlosa
'
1-1
"
"
Lin(;ua l'ranoGaa ou i^.leraa

3® ano - 1)
2)
3)
li)
5)
Oj
\

xroblfcnas especiais de docunontaçao
;Ublio.~rafia especializada
Literatura brasileira
Linpi^a francesa ou alem
Historia da i^rte
Evolução do lonsanento Filosofico e Cicntifieo
7•
'
t.5tu''oa Históricos o Síciaia

Í4,c ano • 1)
2)
3)
I4.)
5)
6)
7)

Seleção
i sicolof-ia^das iCelaçoes Bananas
itelaçoes *ubli®as e iublic3,lade
Literatura Geral Contemporânea
Lingua Innlêsa
Lingua Finmcesa ou Jilena
^
^
Evolução dí' pensamento filosofico e eientifioo

1,7

-

NÚnero de alunos inseritosIß
2^
"
3®
J4.®

1.8

•

Numero de alunt^s firmados í»»

1.9

•

Ji'1 li 'teca eapecializadai» 7,200 volumes

1,13 •

ano
ano
f'-no
ano

••
-

h7
ii.5
21
10

82

Corpo 'ioccntot«»
Fclisbela Liberato de Latos Carvalho
Oswaldo lubassahy da Silva
Esmeralda ^--^aria de ivraf-ao
Marinha de Andrade
Burydiee iires do Sant'Anna
Karia Stela Santos iita Leite
mi
Lourdes do Camo C onceição
Franoiseo J. Liberato de ^-«.tos Carvalho
Dinora lúendonça l^ona
^ilzira i'assos de Oliveira

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em

�1»1

-

Nomei- FACULDiiDE DE BIBLIOTECONOMIA
Direção»- Universidade Católica de Campinas
Rua Marechal Deodoro, 1C99
Campinas - são Paulo
Brasil
Diretor:*-

1,2

-

Padre Jose Narciso Vieira Ehrenberg

Data de fundaçãoi-

Z-h-lShd

Purriculo - 5 anos

1,5

1«Í4.

««

Dependenoia»-

Universidade Católica de Cí^rapinaii

-

V
' ■ ü ■ ■ "'Ví !
Diploma de bibliotecário; reconhecido polos Decreto«
17. lÖtA?' e 22i 833/53 e ■ o Doere
to Lei 25.l4Í;3 de l/7/5Ífi
I

1.5

-

Condiçoes de ingresso«-

1.6

*•

Plano de Es tudo »-

Examg vestibular das seguinte# materiaM
Inglèsr
L^ngrra Portuguesa
^
Literaturas t Portuguesa e Drasile ira
Historia Geral é do Brasil
^ ■
Lingua optativai Franoefl* Alemao&gt; Italiano

Catalogação^
Classificação
Referencia e Bibliografia
I^storia do Livro e das Bibliotecas
Oganizaçao e Administração de Bibliotecas
iPaleografia
Ética Profissional
Historid,da Literatura
Documentação
^
Introdução aos Estudos Historicos e Sociais
Historia da Arte
Evolução do Pensamento Filosofico e Cientifico
Cultura Religiosa
PROGR/Já/. DE ESTUDO»Ia, serie - 1;
2)
i)
3}
i).)
5)
6)
7)
8)

Catalogaçao^
Classificaçao
Bibliografií
Bibliografia
Historia do Livro e das Bibliotecas
Organização o Administração do Bibliotecas
História da Literatura
Historia da Arte
H^.
?aleografia
Pc

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em

�2a, serie — l) Catalogaçao^
2) Claesifioaçao
Bibliografia
If.) Historia do Li^o e daa Biblioteoa#
5) ürganizaçao e Actainisiíração de Bibliotecas
6) Documentação
7) Referencia
3a, serie " 1)
2)
5)
I4.)
5)
6)
7)
8)

Cataiogaçao
Classifioaçao
Ética Profissional
Bibliografia
Documentajao
Qrganizajao e Administração de Bibliotecas
Introdução aos ^studos Historicos e Soeiai«
Evolução do Pensamento Filosofico e Científico

1,7

-

Numero de alunos inscritos:-

1,8

«

Numero de alunos formados;-

1,9

-

Biblioteca especializada 1-

Ia, serie - 18
2a, s^rie - 11
3a, «erie - em 1961;

206

]

200 volumes

1,10 -

Publicações editadas pela escola» colabora ra Revista da üniveraj-dade
Católica de Campinas,

1,11 -

Corpo DocentetÁna Lucia Maia Bonato
Antonio Teixeira de Assunção (Dr,)
Ernesto Manuel Zink
Luiza aizana Ernostina Herrmann
Maria •^itonia Ribas Pi^lTa
Mercedes de Jesus Thome Forti
Jose Narciso Vieira Ehrenberg (padre)
Ricardo Roman Blanco (Dr,)
Roberto Pinarello de Almeida (padre)

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

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16

17

�1.1

-

Nomes- ESCOU DE BIBLIOTECONOMIA B DOCUtíENTAÇAO

^22«

Universidade do Rio Srande do Sul
Porto Alegre - Rio Grande do Sul
Direção;- Caixá&gt;'Postal, 2394
Coordenadora»-

1.2

-

ß
Zenaira Garcia Marquez

Data da fundação«-

19k7

Currículo - 3 anos

1,3

-

Dependenciai-

Faculdade do Ciências Economioaa, da Universidade do
Rio Gb:ande do Sul,

l.ij.

-

TÍtulo que outorgas- Diploma de Bibliotecário Documentarista

1,5

-

Condições de ingressos-

1,6

-

Plano de EstudosM
Catalogaçao^
Classificação
^
Bibliografia e Referencia
Historia do Livro e das Bibliotecas
Organização e Adninistraçao de Bibliotecas
Documentação
Paleografia
^
Introdução aoe Estudos Historicos e Sociais
Historia da Literatura
Historia da Arte
^
^
Evolução do Pensamento Filosofico e Cientifico

Exai^e vestibular constante da« seguintes matériusí
?»■; X r
j
Português
Ingles Francês
Datilografia

PROGR/iWv DE ESTUDOsla, série - l)
2)
3)
ij.)
5)
6)

Catalogação^
Classificação
Bibliografia e Referencia^
Organização e Administração de Bibliotecas
História do Livro e das Bibliotecas
Introdução aos Estudos Historicos e Sociais

2a* serie - 1^
2)
3)
k)
5)
6)
7)

Catalogação^
Classifioaçao
^
Bibliografia e Referencia
Organização o Administração de-Bibliotecas
História do I^ivro e das Bibliotecas
História da Literatura
Historia da lirte

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
st em
14

15

16

17

1^

�5a, série - l) Catalogação
2)
5)
í(.)
5)
6)

1,7

Claesifica^áo
'
Doouínentaço.0
Paleografia
Organização o Administração de Biblioteca»
Evolução do Pensamento Filoaofico e CÍiehtífiôo

Numero do alunos inscritos».

Ia, série» I4.6
2a, serie» 36
3^* serie» 2?

1.8

-

Numero de alunos formados»

112

1.9

-

Biblioteca Especializada» os alunos usam a^Biblioteoa da Faculdade
de Ciêa&amp;ias Boonomica»,
I

1.10 •

Corpo Docente»Jahyra Corroa Santos

■

Selna ^ern
Talita Teresa Bogo

'

t

Lucilla Minssen
Minda Oroiscian
Maximiliano Bottari
Zahyra do Albuquerque Petry

•

Edi Madalena Fracasso

i

Carlos Antonio Mancuso
iidda Drflgg de Freitas
Zenaira Garcia llarquez

✓

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

1

�1.1 - Nome;- CURSO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Universidade do Recife
Recife - Pernambuco
Direção:- Avenida Conselheiro Rosa e Silva, 1350

-24-.

Diretor:- Yves da Mota e Albuquerque

1.2 - Data da fundação;- 1950
Currículo - 3 anos

1.3 - Dependência;- Universidade do Recife

1.4 - Título que outorga: diploma de Bibliotecário-Documentalista

1.5 - Condiçoes de ingresso« Exame vestibular, constante das
guintes matérias:

se-

Português
Literatura Brasileira e Portuguesa
Inglês
Francês, Alemão ou Italiano
(opção no ato da inscrição)
História Geral.

1.6 - Plano de Estudo;Administração dç Bibliotecas
Bibliografia
Catalogação
Classificação
Documentação
Evolução do Pensamento Filosófico e Científico
História da Arte
História da Literatura
História do Livro e das Bibliotecas
Introdução aos Estudos Históricos e Sociais
Organização
Paleografia
Psicologia
Referencia
Seleção de material bibliográfico

PROGRAMA DE ESTUDO
Ia, série - l)
2)
3)
4)
5)
6)
7)

Catalogação (l)
Classificação (l)
Evolução do Pensamento Filosófico e Científico
História da Arte
História do Livro e das Bibliotecas
Organização
Referência

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
s t e .O"

14

15

16

17

lí

19

20

�-252a, série - 1)
2)
3)
4)
5)
6)
7)

Administração de Bibliotecas
Bibliografia
Catalogação (2)
Classificação (2)
História da Literatura
Introdução aos estudos históricos e sociais
Psicologia

3a, série - 1)
2)
3)
4)
5)

Bibliografia especializada
Catalogação
Classificação de material espeeialieado
Documentação
Paleografia
Seleção de material bibliográfico

1.7

- Número de alunos inscritos: Ia. série; 27
2a. série:
8
3a. série:
6

1.8

- Número de alunos formados:

1.9

- Biblioteca especializada:

1.10 - Corpo Docente;-

1;45

895

,
Aida Nery da Fonseca de Aquino
Ana Paes Barreto
Carmen de Andrade Trajano
Cordelia Robalinho de Oliveira Cavalcanti
Eunice Coutinho Robalinho de Oliveira Cavaloanti
Gadiel Perruci
Graciette Glasner da Rocha Araújo
Ivanilda Fernandes da Costa
João Alexandre Barbosa
José Antonio Gonçalves de Mello Netto
José Glaucio Veiga
Orlando da Costa Ferreira
Maria Leticia de Andrade Lima
Maria Thereza Amorim Pacopiio
Milton Ferreira de Mello
Myriam Gusmão de Martins
Lilian Glasner de Barros
Sebastião Uchoa Leite
Yves da Mota e Albuquerque

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

�1.1

-

Nome:- ESCOLA. DE BIBLIOTECONOMIA DE iíINAS GERAIS

-26-

Direçãoí- Rua Carangola, 288
A
Santo Antonio
Belo Horizonte - L.íinas Gerais
n
' Brasil

■

■

■

.

Diretoraí- Etelvina Lima (licenciado)
Substituta I-

1.2

-

Data de fundaçao;-

liíaria Martha de Carvalho

1950

Currículo - 3 anos
*
1,5

-

Dopehdência:-

Universidade de Minaa Gerais
i

1,U

-

Titulo que outorgai-

Diploma de Bibliotecário

1.5

-

Condições de ingresso«-

1.6

-

Plano de Estudo»-

Exarao vestibular, organizado e aplicado
pelo Serviço de Orientaçao e Seleção •
Profissional do Estado de Minas Geràis»
(SOSP).

-

Organizaçao e Administração de Bibliotecas
Classificação de Livros
.
Catalogaçao
Bibliografia e Referencia
História da Litoratufa
'
Paleografia
^
Prática Bibliotecária
'
, Historia da Arte
'
Documentação
^
Introdução aos Estudos Historie os e Soôiaia
Evolução do Pensamento Filoeofioo e Cientifico
PROGRAMA DE ESTUDO»-

cm

1

■

"t

'

Organização^e Administração de Bibliotecas
Classificação de Livros
Catalogaçao
^
Bibliografia o Referencia
História da Literatura
Paleografia
^
.
Prática Bibliotecária
'
'

2« ano - 1)
2)
3)
i;)
5)
6;
7)

Organização^e /uiministração de Biblioteoa«
ClassifiCfGção de Livros
Catalogação
Bibliografia e Referência
História do. Livro e d'as Bibliotecas
História da iirte ^
Píática Bibliotecária

'I Digitalizado
-gentilmente por:

'

/
■ • ,
'

'

10 ano - l)
2)
3)
i;)
5)
6)
7)

-

'

.
^

•

14

15

16

17

18

19

20

�Jß arxo •• l)
2)
3)
Í4)
5)
6)

Organização e Administração de Bibliotecas
Classificação de Livros
Catalogação
Bibliografia e Referencia
Documentação
^
Introdução aos Estudos Historicos e Sociais
Evolução do Pensamento Filosofico e Cientifico
Pratica Bibliotecária

0
0
Numero de alunos»- Ia, sende 1 21
2a. serie» 11
3a« serie» 12

1,7

-

1,8

•

Numero de alunos formados*-

1.9

-

Biblioteca especializada»—

1.10 -

152

1*2C# voj-umee

Corpo Docente
Ana Lucia Pereira Leite
Annaiz Maria Pereira Vial
Antonio Ribeiro de Almeida
Elton Eugênio Volpini
Henriqueta Lisboa
Ismailia Nunes
Maria Lucia de Andrade Garcia
Maria Romano Schreiber
Marília Nazareth Paula de Carvalíio
Marina Camargo l^buriba
Paulo Kröger Corrêa Mourao
Vera /onália Amarante Macedo

cm

1

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em

�1,1

-

Nomei- CURSO DE BIBLIOTECONOMIA E DuCUIvíENTAÇÃO
Direçãoí- Reitoria da Universidade do Parana
Caixa Postal, i|l;l
Curitiba - Paraná
Brasil
Diretora-Coordenadora»-

1,2

-

Data de fundação»-

Maria de Lourdes Tavares

1952

Curriculo - 5 anos
I
1.5

-

Dependenciat-

Universidade do Parana

1»Í4.

-

Titulo que outorga»-

1,5

-

Condiçoos de ingresso»-

Diploma de Bibliotecário Documentarista

Exame vestibular com as seguintes in2äb.eriaw
Lingua Portuguesa
Literatura Brasileira e Portuguesa
Lingua Inglesa
Lingua Francesa, Espanhola ou Alemã
Hj^storia Geral e do Brasil

1,6

-

Plano de Estudo»Catalogaçao
Classificação
^
Bibliografia e Referencia
Organizaçao e Administração do Biblioteca
Historia do Livro
Documentação
H» storia
«tf da Literatura
»
*
Evolução do Pensanionto Filosofico e Gientifioo
Introdução aos Estudos Historicoa o Sociais
Historia da Arte

PROGR/J.IA DE ESTUDO»Ia, serie - i; Classificaçao
2) Catalogação
^
3) Bibliografia e Referencia
Í4.) Organizaçao e Administração de Bibliotecas
5) Historia da Literatura
t'
6) História da /urte
^
A
&lt;V
2a, serie - l) Classificação
2) Catalogação
3) Bibliografia e Referencia^
Í4.) Organizaçao e Administração de Bibliotecas
5) Historia do Livro
6) Evolução do Pensamento Filosofico o Cientifico

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

�Ja, série - liClassifieaçao
2;Catalogaqão
5)Dooumentaçao
l^)Adninl»traQao e Ürgoniraçao^de Biblioteeaa
5)lntrodu&lt;jao aoa Estudos Hist.)rico8 o Sociais

»
Numero do alunos inscritosi-

*
Ia, serie - 15
2a, serie - 7
3a» serie - 11

1,7

-

1,8

-

1.8

- Número de alunos formados: 111,

1.9

-

Numero de alunos formados» Esto ano (I963) e a primeira turma
do curso de J anos,

Biblioteca especializada 1

1,1^ *-

1,11

800 volumes

Publicações editadas pela Escola»

Regiment o ^aprovado pelo CoáoeUio
Ifeiiversltario era IQA^IÇÀI«

«. Corpo Docente i»
Eduardo Virraond
Euelide8 Migliari

'

Maria Dorothea Darbosa
Maria de Lourdes Tavares
Maria Jose Hiereza de iünorim
Havia Rubens Accioli Prado
Nancy Westefalen Corrêa
Regina Duffara
Thereza Feijo
Suzana Castilho
Relindes Köhler

cm

1

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
14

15

16

17

lí

�-30
1,1

-

Home:- ESCOU DE lilBLIGTECONülvilii E QOCUliENTAÇiíO DO INSTITUTO
SANTA fcsULA.
Direçãoi- Rua Farani, 75 *• Botafogo
Rio de Janeiro - Guanabara
Diretorat- Madre Emmanuel Petersen,

1,2

-

Data de fundaçaoi-

O,S.U.

1957

Currículo - 5 anoe

1,3

-

DependênciaI-

Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, do
Instituto Santa ^rsula.

l,i|

-»

Diplom de Bibliotecário e Documentai ist a.

1,5

-

Condições de ingresso»-

1,6

-

Plano de iistudo»-

Exame vestibular com as seguintes ma»
teriasi
A
Português
Francês
Inglçs
Historia Geral

Religiao
^
Bibliografia e ^^ferencia^
Catalogaçao e Ci&amp;ssificaçao
■'^ocumentaçao ^
Doutrina Católica
^
^
Evolução do Pensanento Filosofico e Cientifico
Historia da Arte
Historia da Literatura
Historia do
IV Livro e das Bibliotecas
Organizaçao e Administração de Bibliotecas
Paleografia
líatérias optativas (obrigatórias 2 espetialjeaçoes)
Bibliotecas Infantis e Escolares
Bibliotecas de liusica^e Discoteca
BibliotecasM Universitárias
Lncadernaçao
Iconografia
Livros Raros e ^%stauraçao
ííapoteca
Psicologia

I

cm

1

'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

17

1

�PROGR^M/i Dg ESTUDO
Ifi Ano - 1,
2,
3«
Í4.,
5.
y
6.

fíelicião
Bibliografia e Referencia
^atalogaçao e *^lassificaçao
Historia da Literatura
,
*
Historia
do
Livro
e
das
bibliotecas
.
A»
'
«V
^^anizaçao e -íj-dministraçao do Bibliotecas
^
2fi i^o «» 1, Relifjiao
^
o í "• lioferencia
_2, Bibliografia
**
■
3, Catalogação e
ssificaçao
■ ^
li, flistoria da Arte
5. Introdução aos i^studos Historicoa e Sociais
6,. .Organi^zaçao
■''■dninistraçao de Bibliotecas
5® Ano -'1,
2,
3»
ii,
5«
6.
7»

1.7

~
■

^

-

-

,•

. _

líeligiao ^
^
•
Catalogação e ^lassificaçao
^ocuLicntaçao ^
^
'
Ooutrina Católica
^
^
*
Evolução do rensanento Filosofiao e Cientifico
Ürganizaçao e ^uininistraçao^dc Bibliotecas Especializadas
Seleção de Livros e^ientaçao de Leitura
liaterias optativas (2)
^
«•

Nunoro de alunos inscritos»- Iß ano - 10
20 ano - 10
'
^
3° Gno - Iii

,

1.8

-

Nunero de alünos formados!-

40

1.9

-

Biblioteca especializadas-

1.10

-

Publicações editadas;- Artigos publicados gela Revista "SERVI/Jí
do Instituto Santa t^rsula.

1,11

-

.Corpo Docentos-

1,000 volumes

.Afranio Coutinho
./^ssibtentes iielena Lapa líaranhao .
Anerico Lourenço «^acobina Lacoinbè
^
Assistente: Vicente Costa Santos Tapajós
Manoel Adolphe Vi^^nderley
Marcilio Teixeira ioarinho
liaria Antônieta ■'■^equiao Piedade
•í^ssistente í Iviaria ^molia líartins de Araújo
Maria ^^ntonieta de ^'esquita Barres
Assistente! Rosy Bleggi Peixoto
Assistente! Lolia Galvao Caldas da Cunha
Pedro Socondi (frei)
Assistente? "^ader Denuzzi i'^artins
' •
Ruth Villela Alves de Souza
Substituta: Anelia Roöaura de Ji^lneida
Tasso da Silveira
Zilda Galhardo de ij'aujo
César Valente
Madre J-^ria Inaoulada de Carvalho
í.'iadrc ^'laria das liâercos Liguori
liadre i'-iaria Tarcisio Sicard
. ■ ■

Digitalizado
-gentilmente por:

�r

1.1

-

-32,

Nomei- ESCOL/i DE DIBLIOTECONOMI/i E DOCUiíENX/iÇlo DE S^O C/iRLOS
DireçãoI- Escola de Engenharia de Sao Carlos
Caixa Postal, 359
são Carlos - Sao Paulo

' '

Brasil

,

Diretor»- Alfredo /«nerico Hamar

1.2

-

Data de fundação:-

■

.

/

. ,

25-Í+-1959

Curriculo - 5 anos

cm

1

^
^
DependenciaAutonoma

...

1.3

"

l.il;

-

Titulo que outorga»- Diploma de Bibliotecaràc®rDocumentariírtaí:^
rcconhccido pelo ffoverno do Estado de Sao
Paulo,Decretos 17.10Í4./4).7 e 22^033/5^
e
pelo Decreto Estadual
dà'jU04/6i.

1,5

-

Condiçoes de ingressoi-

1*6

—

Plano de Estudot

Examc vestibular ccnstanto das seguin
tos matérias t
Inglês
Fnanços
Historia Universal e do Brasil ^
Literatura Brasileira e Portuguefia

M
A/
Teoria da Organizaçao e iidministraçao
Catalogaçao^^
Classificação
,Referencia e Bibliografia
Historia do Livro
Orgeinização e Administração de Bibliotecas
Paleo^rafia
Seleção de^Livros
Documentação
Fçtoreproduçao de Documento^
Lingua o Literatura Portuguesa e Brasileira
Encadernação
Relações Publicas e Ética Profissional
Psicologia
Cultura Histórica
Cultura
"Artistioa
/%
Ciências Sociais
Cultura Cientifica
Cultura Filosofica

'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

17

lí

19

20

�PROGR/iMA DE ESTUDOíIa* serie - IJ
2)
3)
JL|.)
5)
6)
1)
8)
9)

Paleografia
Teoria da^Organizaçao o Administração
Catalogaçao^
Classificação
Reforoncia
Bibliografia
Cultura Histórica
Cultura Artistioa
Literatura ^-Brasileira e Portugüesa
Encadernação

2a, serie - 1)
2)
5)
i;)
5)
6)
7)
8)
9)

Bibliografia Especializada
Catalogaçao^
Classificação
Organizaçao o Administração do Bibliotecas
Seleção de Livros
Historia do Livro
Psicologia
Ciências Sociais
Encadernação

Ja, serie - 1)
2)
3)
i+)
5)

Documentagao
Catalogaçaç de Material Especializado
Relações Publicas e Ética Profissional
Cultura Cientifica
\
Cultura Filosofica
»V
Fotoreproduçao de Documentos
Trabalhos Práticos e Estagios ©m Biblioteek«

1.7

-•

Numero de alunos inscritos:- 1° ano» 9
&gt;
20 ano* 12
5® ano» ♦
M /
0
♦ No 3^ n.no naoha alunos inscritos devido mudança de currioulo de
2'para J anos».

1.8

-

Numero de alunos formados:13

1.9

••

Biblioteca especializada:

1.10 •-

58U'

Corpo Doconta
Alfredo Américo Hamar
Elza do Angelis
Jacy Gioxigo
Eunice Diva Garcia
Ina Bentim
Laila Haddad
Maria Helena ^ucchese
Maria de Lourdes Malerba
Maria de Lourdes Serafim
Oswaldo Oarrao
Sônia Corrêa

I Digitalizado
-gentilmente por:

'

.
■

I Sc a n

^
.

.

.O"
14

15

16

17

�Nome:- CURSO DE-BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTACAO DE ASSIS
i
Diroçaot- Faculdade de Filosofia, Ciência'? e Letras
Assíd - são Paulo
• Brasil
Diretor:- Dr. Abner Lellis Corrêa Vicentini

Data de fundação;- 19-12-1962
Currículo -.*3 anos.
A
A
Dependencia;- Faculdad© de Filosofia, Ciências e Letras de Assis

Diploma de Bibliotecário; reconhecido pelo Decreto 41.227,
de
18-12-62 e Diretoria do Ensino Superior do Ministério da Educação e Cultu
rp..

Condições de ingresso:- Exame vestibular constante das seguintes disciplinas:
i '
a) Português
b) Inglês
c) Outra língua a escolher•entre francês,
o alemão e o italiano.
«
d) História Geral e do Brasil

Plano de Estudo:
Bibliografia
"
Catalogação
.'
,
Classificação
Docijmentação
Evolução do Pensamento Filosófico e Científico
História da Arte
História da Literatura
História do Livro e das Bibliotecas
Introdução aos Estudos Históricos -e Sociais
Organização e Administração de Bibliotecas
Paleoçrafia
Referencia
Seleção de Livros

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n

.O"
14

15

16

17

18

19

�PROGRAMA DB ESTUDO

-35

12 Ano - 1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.

Bibliografia e Técnica de Referência
Catalogação
Classificação
Evolução do Pensamento Filosófico e Científico
História da Literatura
Organização e Administração de Bibliotecas
Paleografia

22 Ano - 1.
2i
3«
4.
5.
6.
7.

Bibliografia o Técnica de Referência
Catalogação
Classificação
História do. Livro e das Bibliotecas
Introdução aos Estudos Históricos e Sociais
Organização e Administração de Bibliotecas
Matéria Optativa

3® Ano - 1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.

Catalogação
Classificação
Documentação
HiStórig, da Arte
Organização e Administração de Centros d© Documentação
Seleção de Livros e Bibliografia Especializada
Matéria Optativa

1.7

-

Números de alunos inscritos:- prejudicado

1,8

-

Húmero de alunos, formados:- prejudicado

1.9

-

Biblioteca especializada;-

ri,

300 volumes

1.10 -

r.bliCKÇüos

1.11 -

Corpo Docente;- Os ooaponentés estão sendo convidados.

I Digitalizado
-gentilmente por:

p '-Ji

I Sc a n
14

15

16

17

lí

�- 36
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO DA
FACULDADE DE FILOSOFIA. CIÊNCIAS E LETRAS DE ASSIS
- Anteprojeto de Regulamento TÍTULO

I

DO CURSO, SEUS FINS E ORGANIZAÇÃO
■ CAPÍTULO

I

Dos fins
Artigo 1Ö • O Curso de Biblioteconomia q Documentação da Faculdade de Fi«.
losofia, Ciências e Letras de Assis (CBD) a que se refere

o

Título I, Capítulo II, Artigo 4^, Item I do Regimento da Faculdade, apr^
vado pelo Decreto n® 41.227, de 18 de dezembro de 1962 (Diário Oficial
do Estado de São Paulo, n° 276, de 19 de dezembro de 1962, p»2-4)»

tom

como finalidades i
a) formar,bibliotecários e documentalistas de acordo com o
que dispõe a Lei n° 4.084 de 30 de junho de 1962 ( Diário Oficial da U«
nião n° 123, de 2 de julho de 1962);
b) criar pesquisadores no campo da biblioteconomia e documen
t. çtação;

0

c) formar professores de biblioteconomia e documentação;
d) promover o aperfeiçoamento e a especialização de bibliotecários e documentalistas;
e) colaborar no desenvolvimento dos arquivos, das bibliotecas o dos centros de documentação.
CAPÍTULO

II

Da Organização
Artigo 2" - Para preencher as finalidades do.artigo anterior, o Curso
de Biblioteconomia e Documentação da Faculdade de Filosofiaj
Ciências e Letras de Assis tera os seguintes níveis;
I - o de Graduação
II - o de Pos-Graduação,
III - o de doutoramento

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

�§ 1® - Ö nível de graduação é o quo concede di^l^ma/de B^har^l. eá Biblioteconomia, e tera a duração de três (3) anos»§ 2® « O nível de pôs-graduação, com duração mínima 4e dois anos,

é

o que'concede'os diplomas de, especialistas e^ de; práfessor de sBi
blioteconomia e documentação»

^
1
"■^.4
.§ 32 _ Para obtenção de diploma de doutor hayeráyex^encia.^ -.a serem
xadas em regulamento pro'prio,

/

,/

" ,
'•

"""■
'

' ' CAPÍTULÒ.1 Iii
V
.
• •
:
' / '
'
~
Do Curso om NÍvel do Graduac^ão

Artigo

L ^
•
i
■
&gt;: ..
* ' "i.'
^ - O currículo do curso em nível do grad.ua^ão,' de acordo ,rcom a Resolução do Conselho Federal de Educação

de 20 de novembro de 1962, compreendera as seguintes'disciplinas»
l|,,;Bibliogja:fia

.

2&gt; Catalogação
3. Classificação
Documentação

.

,

|

■

,
.

'

,

5&gt; Evolução do Pensamento Pilosofico e Sientífico
6» Historia da Arte

- .

Historia da Litera^tura,
8. Historia do Livro o das Bibliotecas

^

9. Introdução aos Estudos Historicos e Sociais

.

'' ' •

10. Organização e Administração dc Bibliotecas
11, Paleografia
12V Referência

*

_

'

13» Seleção de Livros.
(
A•
Artigo 4® - Em atenção a conveniências de ensino, as discipli- .
nas poderãoser reunidas, por afinidades, em uma
Cadeira, e também desdobradas.
Artigo 5® - A duração ,e a distribuição das disciplinas por sé
ries sera da alçada do CBD, ouvidos os professores
cujas cadeiras, de outros Departamentos, tem de ser dadas no curso» ,

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

�- 58
Artigo

6®- Aos concluintes do curso em nível de graduação será conferido o grau de Bacharel em Biblioteconomiaj

condicionado à prestação de estagio mínimo de 300 horas na Biblioteca
Central da Faculdade e apresentação de um trabalho em uma das discipl^
nas do curso.
CAPÍTULO

IV

Do curso em NÍvel de Pos-Graduação
Artigo

7®~0 curso em nível de po's-graduação, com a duração mínima de quatro (4) semestres destina-se a ampliar cj^

nhecimentos técnicos de Biblioteconomia, Bibliografia e Documontaçao e
a formar professores de Biblioteconomia e Documentação.
ARTIGO

8® -O ingresso no curso em nível do pos-graduação

far-

-se-a mediante apresentação do diploma de Bacharel
em Biblioteconomia.
Artigo

9® -O curso em nível do pos-graduação po4era ser feito
A
^
em termos de especializaçao em qualquer disciplina

do curso de graduação, ou em outro campo de estudo comoí Bibliologia,
Bibliotecas Infanto-Juvenis, Documentação e Bibliotecas Especializadas,
e Ensino de Biblioteconomia e Documentação«
Artigo

10° - O ourso de especialização em Bibliologia poderá ter
entro outras as disciplinas seguintes;

a) Patologia do Livro
b) Artes Graficas
c) Encadernação e Restauração de Material Bibliográfico
d) Historia do Livro
e) Paleografia
f) Organização e Administração de Bibliotecas Nacionais
g) Crítica de textos
Artigo

11° - O curso de especialização em Bibliotecas Infanto-Ju
venis poderá ter entre outras as disciplinas seguin
tes:

a) Psicologia Infantil e do Adolescente
b) Literatura Infantil e Juvenil
c) Organização e Administração de Bibliotecas Infanto-Juvenis
e Escolares

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

�39

^

d) Bibliografia e Referencia em Bibliotecas Escolares
e) Atividades em Grupo
f) Processos Técnicos Especiais
Artigo

12^ - O Curso de Especialização em Docunentação e Biblijo^
tecas Especializadas poderá ter as disciplinas ao»

guintos:
a) Normalização
b) Catalogação Especializada
c) Classificação Decimal Universal
d) Pesquisa Bibliográfica e Técnica de Indexação e Resumo
e) Armazenagem e Recuperação de Informações
f) Organização e Administração de Bibliotecas Especialisadas
e do Serviços de Bocunentação.
g) Reprografia
Artigo

13* - O curso de formação de Professor de Biblioteconomia e Documentação constará de especialização, no

mínimo por dois (2) anos, em uma ou duas disciplinas, mas nesto caso
afina, dos cursos de graduação e pos-graduação, e, ainda, da conclui
são do Curso de Didática Geral exigido aos licenciados da Faculdade.
Parágrafo línico - A prática de ensino, em forma do estágio supervisia
nado pela disciplina de Didática Geral, far-se-á no
Curso de Graduação em Biblioteconomia,
Artigo

14' - Em atenção a conveniência do ensino, as discipli •.
nas poderão ser reunidas, por afinidade, em una Cá

deira, e também desdobradas.
Artigo

15® - Aos concluintes do curso em nível de pos-graduação será conferido o diploma de Especialista e,

no caso de atendido ao que preçeitua o Artigo 13®, o de Professor de
Biblioteconomia o Documentação,
CAPÍTULO

V

Das Condições do Admissão
Artigo

16® - O ingresso no curso em nível de graduação far-se-á
mediante a aprovação em concurso do habilitação,'

Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan
^ ... ur...».,.,.

14

15

16

17

1^

�;Yí r-TTTTlTn ^1"

'nrrj'ij'vT^

• "T'i fV"j •' j;T"^rf-TiTfnrf &gt;^
Tíí

- 40 Art l g t) 17" - O concurso de habilitação constara de provas das
I

seguintes disciplinasí

a) Português
b) Inglês
c.) Outra língua a escolher, entre

i,taliano

d) Hlst^oria Geral o do Brasil.
Artigo

18® - Ao concurso de habilitação so serão admitidos

os"

portadores de certificado de conclusão do ciclo co»
A
legial completo, ou equivalente, àe acordo con a Ipgislaçao om vigor»
í
TÍTULO

II

'

no GOaPO DOCMIE, do coepo discente, e do regime, escolar
A r t i; g o

19® - o corpo docente, o corpo dleooàte o o regine escolar reger-soião pelo Reginento da Faculdade de Filo,

sofia, Ciências e Letras de Assis, aprovado pelo Decreto n° 41.227»
de 18 de dezembro de 1962 (d.O, do Estado de São Paulo n® 27^, de 19.
de dezembro de 1962).
TÍTULO
DISPOSIÇÕES
Artigo

III
tiunsit(5rias

20ß - O Curso de Biblioteconomia e Documentação tera injCcio no anç letivo do 1964, com o curso em nível de
graduação.

Parãgrafo Ünico - O Curso de Nível do pos graduação funcionara somente
a partir do ano letivo de 1967*
Artigo

21° - O Curso de Biblioteconomia o Documentação sera mini^
trado pelo Departamento de Biblioteconomia e Documen
^
A
taçao da Faculdade de Filosofia, Ciências e Lotras

de Asais, enquanto não se criar a Escola de Biblioteconomia e Documentação.

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20

�FACULDADE PS FILOSOFIA» CIÊNCIAS E LETRAS DE ASSIS
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇlO
Currículo do Curso de Graduação
ic

ANO

^
A
Bibliografia e Tocnica de Roferoncia
2* Catalogação
5» Classificação
4»- Organização e Administração de Bibliotecas
5» Evolução do Pensamento Filosofico e Ciontífico (S)
5* Historia da Literatura (s)
ga

ANO
tt

,
1. Bibliografia g Tocnica dc Referencia
2» Catalogação
3-» Classificação
4» Organização e Administração do Bibliotecas
5. Historia do Livro e das Bibliotecas (S)

6. Introdução aos Estudos Históricos e Sociaiar (s)
3°

ANO

1(, Catalogação
2. Classificação
3« Documentação
4« Historia da Arte (s)
5. Paleografia (s)
6f Organização e Administração de Centros do Documentação (s)
7» Seleção de Livros e Bibliografia Especializada (s)

OBSERVAÇÃO :

(s)

Curso de duração de un semestre

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st e m
&lt;/

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lí

�C o N C L.u SÃO

Através doste relatorio, podenos observar que o ourrioulo
ninino esta sendo observado pelas escolas e que todaa elas ditan
outras naterias, julgadas necessárias a forriaçao integral do bi ^
4
'
•
bliotecario.

PROPOSIÇOES

'

a) - que as escolas pronovan lina reunião de pro ••
rs
fessores, a fim de estudaren a possiblidade
"

de coincidência das mterias, atravas da seriaçao no que concerne ao curriculo ninino,
pelo menos,

^erá desta form facilitada

a

transferencia de alunos de una para outra es
cola;

,

,

b) - que os professores estudon a possibilidade
de fundar una Jissociação Brasileira de Pro /&gt; •
.
fessores de Biblioteconomia e "ocunentaçao »
'

Sonente através do elo associativo poderão
* V
as escolas manter senpre harmonizados os

«

seus curriculoa, conforme a evolução da eien
A
. &gt;
cia biblioteconomica.

A autora deste trabalho, apresenta as sugestões acima enumeradas,
*
^
no sentido de contribuir para um melhor intercâmbio entre as escolas
e
A
melhoria do ensino bibliotecononico no Braáil,

- ooo

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gentilmente por:

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Digitalizado
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20

��IV CONGRESSO BRaSILEIRO DB BIBLIOTECONOMIA E DOGUI^INTAÇÃO

Entradas de entidades governamentais do Brasil
por
Laura Garcia Moreno Russo

1'

Fortaleza
1963

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♦

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lí

�UNIVERSIDADE DO CEARA
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBUOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a I4 DE JULHO DE 1963

TEMA I - PROCESSOS TÉCNICOS E INTERCÂMBIO
3. ENTRADilS DE ENTIIUlDES GOVERNi'JffiNTAIS DO BRASIL
por
Lfeura Garcia Moreno Russo (l)
cixj

025.323:354(81)

(1) Presidente da Federaçao Brasileira de Associaçoes de^Bibliotecários
Secretária Geral da Secçao América Latina da Federaçao Internacional
de Associaçoes de Bibliotecários
Chefe da Secçao do Aquisição e Registro da Biblioteca Municipal de
Sao Paulo

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�i

APRESENTAÇÃO

êste trabalho ó uma lista das Repartições Fedarais, algiiraas Au
tarquias e Universidades Federalizadas»

Nele observamos a

estrutura

de eada uma e incluimos aa alterações verificadas até 31 de

dezembro

de 1962,

2.

Dentro de oada Organismo as entidades foram entradas em

ordem

a-lfabética, obedecendo-se a uma classificação progressiva e seguindo99 a entrada catalográfica com o símbolo jç.

3.

Apesar de serem adotados dois Códigos nas bibliotecas brasilei

rasj A.L,A.

e

B.A.V,, são enormes as dificuldades com que ae defr-on

tam os catalogadorea para eatabeleceer as entradas de entidades

cor-

porativas f

4.

Durante a execução deste trabalho^ nos deparamos com

localidades completamente desconhecidas,
das tivemos que recorrer à pesquisa,

Para estabelecer as

Essas dificuldades

entra-

não

ocorrido se se tratasse de dar uma entrada certa a Cidade do
Janeiro, de Petrópolis, etc.

inúmeras

teriam
Rio

Vimos, então, que o critério de

de

consi-

derar esta ou aquela cidade mais conhecida ou menos conhecida é falh«^
porquanto não existiriam as mesmas dificuldades para os

bibliotecá-

rios residentes naouelas cidades ou em suas proximidades,

5.

Existindo no Braail, atualmente, 3144 municípios e,

tendo-«:©

em conta que esse número tende a elevar-se, surge a necessidade de se
pospor a qualquer entrada de cidade, o Estado a que pertence,

exemplos;

Parnaíba, Piauí, Delegacia do Trabalho Marítimo .
Uberlândia, Minas Gerais, Escola de Engenharia.
Manca, Acre, Agência Aduaneira,
Xiborena, Amazonas, Posto Fisoal,

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6.

A mesma dificuldade não ocorre em íse tratando de entradas

las capitais dos Estados.

Não será necessário segui-las do nome

peEs-

tado, porquanto são apenas 26, contando-se nesse número as 4 capitais
dos Territórios.

7.

Com relação a regra n2l27, do B.A.V., onde são

especificadas

algumas entidades, podemos observar o seguinte:
... as instituições devem ser catalogadas
lugar em que estão situadas, seguindo-se

pelo nome do
seu nome par-

ticular. ,«
exemplos: Rio de Janeiro. Museu da República.
são Paulo» Museu de Arte Moderna.
Salvador. Museu de Arte Sacra.
Rio de Janeiro. Casa de Rui Barbosa,
Não há dificuldade na identificação, nem localiaÂQão,por se tra
tarem de «ntidade» localizadas em capitais.

Tal eousa não

«contece,

entretanto, com as cue se situam em qualquer cidade brasil«ii&gt;a, cujas
entradas devem ser mais esclarecedoras.
exemplos! Brodosqui, São Paulo. Museu Portinari,
são José do Rio Pardo, São Paulo.
Cunha.

Mus-eu Euclid«» da

Campinas, São Paulo. Museu Carlos Gomes.
Petrópolis, Rio de Janeiro. Museu Imperial.

8.

Um programa nacional de uniformização das técnicas

catalográ«»

ficas é desenvolvido pela Comissão Brasileira de Catalogação que coni*
ta com representantes de Escolas de Biblioteconomia e
Bibliotecários e tem na presidência a bibliotecária
teiro da Cunha.

Associações de
Maria Luisa Mon-

Essa Comissão está vivamente empenhada no

estabele«»

cimento de regras que integrarão o Código-Luso-Brasileiro de

Catalo-

gação, cuja necessidade é sentida há muitos anos e vem sendo apontada
em nossos Congressos de Biblioteconomia, desde 1954.

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�III

9.

Atualmente, a referida Comissão, aguarda a nova edição

do có-

digo anglo-americano, prometida para os primeiros meses de lo64.

Do

estudo comparativo entre as novas regras nele estabelecidas»com as do
B.A.V, e os princípios aprovados pela Comissão Internacional de Catalogação, onde figuram as adaptações que satisfazem às necessidades do
Brasil e Portugal, sairá o almejado Código.

Esperamos que

tal

fato

se concretize.

10.

O Brasil com sua vasta extensão territorial e milhares de muni

cípios, tem problemas diferentes de outros países,

É, pois,

oportuna de se estudar a maneira rápida de identificar,

ocasião

através

dos

catálogos das bibliotecas, esta ou aquela cidade brasileira,

A tare-

fa do eatalogador aerá grandemente facilitada, pois, saberá

que

a

qualquer nome de cidade deverá pospor o do Estado a que ela pertence,
excluidas as capitais.

são esses os subsídios que levamos à considera^jão do

IV

CON-

GRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO e da COMISSÃO BRA
SILEIRA DE CATALOGAÇÃO.

ooo

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�iv
S U M X R I o

X.

PODER LEGISLATIVO

1.1

Congresso Nacional

1.1.1

câmara dos Deputados

1.1.2

Senado Federal

2.

PODER EXECUTIVO

2.1

Presidência da República

2.2

Ministério da Aeronáutica

2.3

Ministério da Agricultura

2.4

Ministério da Educação e Cultura

2»5

Ministério da Fazenda

2.6

Ministério da Guerra

2.7

Ministério da Indústria e Comérnio

2.8

Ministério da Justiça e Kegéeios Interiores

2.9

Ministério da Marinha

2.10

Ministério das Minas e Energia

2.11

Ministério das Relações Ext^rdLo-res

2.12

Ministério da Saúde

2.13

Ministério do Trabalho e Previ'dincia Soetai

2.14

Ministério da Viação e Obras Públicas

3.

PODER JUDICIÁRIO

4.

ÖRGXOS AUXILIARES

5.

AUTARQUIAS FEDERAIS

BIBLIOGRAFIA

APÊNDICES

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lí

�- 1 1.

PODER LEGISLATIVO

1.1

Congresso Nacional,

c.

Brasil, Congresso Nacional,

1»1»1

câmara dos Deputados.

C«

Brasil, Gamara doa Deputados

1.1.2

Senado Federal,

c.

Brasil, Senado Federal#

2,

PODER EXECUTIVO

2,1

Presidencia da República,

c.

Brasil, Presidencia.

2.1.1

Comissão de Readaptaçao dos Incapazes das Forças Armadas,

c,

Bmsil» Comissão de Readaptação dos Incapaee» -das Forçfts Ar»»4as,

2.1.2

Comissão do Vale de São Francisco,

c.

Brasil, Comissão do Vale de São Francisco,

2.1.3

Conselho de Ministros.

c.

Brasil, Conselho de Ministros.

2.1.4

Conselho de Segurança Nacional,

e.

Brasil, Conselho de Segurança Hacional.

2.1.5

Conselho Nacional de Pesquisas.

e.

Brasil, Conselho Hacional de Pesquisas,

2,1,5.1

Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação,

c.

Brasil, Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação«

2.1.6

Departamento Administrativo do Serviço Públieo",

c.

Brasil. Departamento Administrativo do Serviço Público.

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�- 2 2.1.7

Estado Maior das Forças Armadas.

c.

Brasil» Estado Maior daa Forças Armadas.

2.1.8

Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste.

c»

Brasil. Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste,

2.1.9

A
A
A
Superintendencia do Plano de Valorizaçao Economica da Amazônia,

e.

Brasil. Superintendencia do Plano de Valorização Eeonomiea da Ama
zonia.

2.1.10

Superintendência do Plano de Valorização Eeohõaioe da
Fronteira Sudoeste do País.

c.

Brasil. Superintendência do Plano de Valorização
Região da Fronteira Sudoeste do País.

2,2.

MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA

c.

Brasil, Ministério da Aeronáutica,

2.2.1

Biblioteca do Ministério da Aeronáutica.

c.

Brasil. Ministério da Aeronáutica. Biblioteca.

2.2.2

Centro Técnico da Aeronáutica,

c,

são José dos Campos, São Paulo, Centro Técnico da Aeronáutlcii,

2.2.3

Diretoria de Aeronáutica Civil,

c.

Brasil. Diretoria de Aeronáutica Civil.

2.2.4

Diretoria de Engenharia Aeronáutica.

c.

Brasil. Diretoria de Engenharia Aeronáutica,

2.2.5

Diretoria de Intendência da Aeronáutica,

C«

Brasil» Diretoria de Intendência da Aeronáutica,

2.2.6

Diretoria do Ensino da Aeronáutica.

c.

Brasil. Diretoria do Ensino da Aeronáutica,

Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan

Região

Econômica

da
da

�- 3 2.2*7

Diretoria do Material da Aeronáutica,

c.

Brasil, Diretoria do Material da Aeronáuticai

2.2.8

Diretoria de Rotas Aéreas.

e.

Brasil. Diretoria de Rotas Aéreas.

2.2.9

Diretoria de Saúde da Aeronáutica.

c.

Brasil. Diretoria de Saúde da Aeronáutica»

2.2.10

Escola de Aeronáutica.

e»

Rio de Janeiro. Escola d» Aeronáutica.»

2.2(11

Estado Maior da Aeronáutica,

c.

Brasil, Aeronáutica. Estado Maior»

2.2.12

Zonas Aéreas.

2.2.12.1

Primeira Zona Aérea.

c»

Brasil. Aeronáutica. Ia. Zona Aérea. Beisaif Pará»

2.2.12.2

Segunda Zona Aérea.

c.

Brasil, Aeronáutica. 2a. Zona Aérea. Pi&amp;dade, Recif©«

2.2.12.3

Terceira Zona Aérea.

c.

Brasil. Aeronáutica, 3a. Zona Aérea. Rio de Janeir0| Guanabara,

2.2.12.4

Quarta Zona Aérea.

c.

Brasil, Aeronáutica,

2.2.12.5

Quinta Zona Aérea.

c.

Brasil. Aeronáutica, 5a* Zona Aérea, Canoas, Rio Grande do Sul*

2.3

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

c.

Brasil» Ministério da Agricultura,

Digitalizado
-gentilmente por:

4a. Zona Aérea, sSo Paulo*

�Departamento de Administração do Ministério da Agricultura»
Brasil. Ministério da Agricultura. Dspartamento d® Administrsçacw
A
^
Departamento Economico do Ministério da Agricultura,
Brasil« Ministério da Agricultura, Departamento Eeonomico,

Secção de Segurança Nacional do Ministério da Agricultura.
Brasil. Ministério da Agrieultura. Se-eção de Segurança. ÍIa«ton*l«
A
Centro Nacional de Ensino e Pesquisas Agronomieas,
Brasil, Centro Nacional de Ensino » Pesquisaa Agronômicasr

Conselho de Fiscalização das Expedições Artísticas © Científicas
no Brasil.
Braoil, Cons«lho de Pi««ali«Â-ÇÂotíficas no Brasil.

Expediç»«a Artiatieaa « GLcn

Conselho Nacional de Protocção aos índios.
Brasil. Conselho Nacional de Protecçao aos Índios.

Conselho Florestal Federal.
Brasil. Conselho Florestal Federal,

Departeuaento de Defeí?a e Inspecção Agropecuárias.
Brasil» Departamento de Defesa e InspecçSo Agropecuárias.

Departamento de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias.
Brasil, Departamento de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias.

Departamento de Promoções Agropecuárias,
Brasil. Departamento de Promoções Agropecuárias.

Departamento de Recursos Naturais Renováveis,
Brasil, Departajnento de Recursos Naturais Renováveis»

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

19

�- 5 2,3.12

Instituto de Ecologia e Experimentação Agrícolas.
brasil. Instituto de Ecologia e Experimentação Agricolas.

2»3»13

Instituto de Fermentação»
Brasil, Instituto de Fermentação»

2.3.14

Instituto d© ólsos.

c.

Brasil. Instituto de óleos.

2.3.15

Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias do Lost«
Brasil» Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropeeuaria«
Leste.

2.3.16

do

Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias do Nordost«,
Brasil. Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias
Hordeste.

2.3.17

Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias do Norte.

®*

Brasil. Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias
Norte.

2.J.18

Instituto de Pesouisas e Experimentação Agropecuárias do Oeste.

c.

Brasil, Instituto de Pesouisas e Experimentação Agropeouórlaft
Oeste,

2,3,19

Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias do Sul,

c.

Brasil. Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias
Sul.

2.3.20

Serviço de Informação -Agrícola.

c»

Brasil, Serviço de Informação Agrícola.

2.3.21

Serviço de Metoreologia.

c.

Brasil. Serviço de Meteorologia.

2,3*22

Serviço de Proteção aos índios,

c.

Brasil, Serviço de Proteção aos índios,

2.3*23

Superintendencia do EInsino Agrícola e Veterinário.

do

do

do

do

Brasil, Superintendencia do Ensino Agrícola o Veterinário«

cm

1

2

3

'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

20

�%

-62,4

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA

c»

Brasil, Ministério da Educação e Cultura,

2,4.1

Biblioteca da Secretaria de Estado,

c.

Brasil, Ministério da Educação e Cultura. Biblioteca.

2« 4.2

Biblto"teca Nacional do Rio de Janeiro,

c.

Rio d« Janeiro» Bi.blicrt«oa Nacional,

2;»4'.3

Casa de Rui Barbosa.

c»

Rio d«- jÄÄ^iro. Co-SÄ -de Rui Burboati^

2.4.4

Colégio Pedro II,

c.

Rio de Janeiro, Colégio Pedro 11^

^4*^

Comissão Nacional de Belas Artes,

c»

Brasil. Comissão Nacional de Bel«s Ajrt«.»,

Comissão Nacional do Livro Didático,
C»

BxaJSil» C«mi^íS«Lô Nacioiml do LIvto- -líldátieo»

2.4.7

Conselho Federal de Educação,

c.

Brasil, Conselho Federal de Educação.

2.4.8

Conselho Nacional de Desportos.

c.

Brasil, Conselho Nacional de Desi&gt;ortoß.

2.4.9

Conselho Nacional de

c.

Brasil. Conselho Nacional de Serviço Social^

2.4.10

Departamento de Administração do Ministério da Educação e Cultura,

c.

Brasil, Ministério da Educação e Cultura, Departamento de Admlnis
tração.

2»4,11

Departamento Nacional de Educação,

c.

Brasil, Departamento Nacional de Educação#

Serviço Social,

Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan

�Diretoria do Ensino Comercial.
Brasil. Diretoria do Ensino Comercial.

Diretoria do Ensino Industrial,
Brasil. Diretoria do Ensino Industrial.

Diretoria do Ensino Secundário»
Brasil. Diretoria do Ensino Secundário»

Diretoria do Ensino Superior.
Brasil. Diretoria do Ensino Superior.

Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico NaeimiAl.
Brasil. Diretoria do Patrimônio His1&gt;órico e Artístico Nacional#

Instituto Benjamin Constant»
Rio de Janeiro. Instituto Benjamin Con.stant.

Instituto Nacional de Educação de Surdos.
Rio de Janeiro. Instituto Nacional de Edu-caçSo de Surdos,

Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos.
Brasil. Instituto Nacional de Estudos Pt^agógi-coa.

Instituto Nacional de Cinema Educativo.
Brasil. Instituto Nacional de Cinema Educativo»

Instituto Nacional do Livro»
Brasil. Instituto Nacional do Livro.

Museu da República.
Rio de Janeiro» Museu da República,

Museu Histórico Naoional»
Rio dô Janeiro. Museu Historico Nacional.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

�- 8 2.4*24

Museu Imperial de Petrápolia,

c.

Petrópolis, Rio de Jainelro« Museu Imperial^

2.4»25

Museu Nacional de Belas Artea«

c»

Rio de Janeiro. Museu Nacional de Belas ArWs.

2»4«26

Observatório Nacional,

c»

Rio de Janeiro» Observatório Nacional,

2«4i27

Secção de Seguwmça Nacional do Ministério da Eduoaeção e Cultujwi»

c.

Brasil, Ministério da Educação e Cultura. Seoçfio d« Segurança Na
cional,
"

2,4.28

Serviço de Documentação do Ministério da Educação e Cultura,

o.

Brasil, Ministério da Educação e Cultura^ Serviço de
ção,

2r4»29

Serviço de Estatística da Educação a Cultura,

•C».

&amp;r-asiL» Ministéria da Educação e Cultura-, _5r®*vi-ço_de_JBat«tí**Íjo«w

2,4.30

Serviço de Radiodifusão Educativa,

c.

Brasil, Serviço de Radiodifusão Educativa,

2,4»31-

Serviço Nacional de Teatro,

c»

Brasil, Serviço íacional de Teatro,

2,4,32

ESTABELECIMENTOS DE ENSINO 6UPSRI0R SOB A ADMINISTRAÇXO DIRETA DA
UNiXO,

2»4*32,1

Conservatório Mineiro de Música,

e.

Belo Horizonte, Conservatório Mineiro de Música.

2.4*32,2

Escola de Engenharia Industrial de Rio ftrande,

c»

Rio Grande, Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia Industrial*

2»4,32»3

Escola de Engenharia de Uberlandia.

c»

Uberlândia, Minas Gerais, Escola de Engenharia.

2,4,32.« 4

Escola de Farmácia de Ouro Preto,

c»

Ouro Preto, Minas Gerais, Escola de Farmácia.

Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

DocuHi«n.ta-

17

1^

�2.4.32.5

Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro,

c.

Rio de Janeiro, Escola de Medicina e Cirurgia,

2.4.32.6

Faculdade de Direito do Amazonas,

e,

Manaus, Faculdade do Direito»

2.4.32.7

I^euldade d© Direito de Sao Luis do Maranhão,

e,

são Luis do Maranhão. Faculdade de Direito,

2.4^32,8

Faculdade de Diroito de Mato Gro«»o»

c.

Cuiabá, Faculdade de Direito,

2.4.32.9

Faculdade de Direito do Piauí,

c.

Tereaina, Faculdade de Direito,

2.4.32.10

Faculdade de Direito de Sergip«»

C«

Aracaju. Faculdade de Direito.

2.4.32.11

Faculdade de Farmácia e Odontologia de São Luis do MaranhÄ^""^

c,

são Luis do Maranhão. Faculdade de Farmácia -o- Odcntologia,

2.4.32.12

Faculdade de Farmácia e Odontologia de Alfonas,

c*

Alfenas, Minas Gerais, Faculdade de Farmácia « Odontologia.

2.4.32.13

Faculdade de Medicina do Triângulo Minsiro,

c»

Uberaba, Minas Gerais, Faculdade d» Modieina do Triângulo MIuaI
ro,

2.4.32.14

Faculdade de Odontologia de Diamantina.

c.

Diamantina, Minas Gerais, Faculdade de Direito.

2,4,32«15

Instituto de Belas Artes do Rio ö-rande do Sul,

c.

Porto Alegre, Instituto de Belas Artes.

2,4,32.16

Instituto Eletrotécnico de Itajubá,

c,

Itajubá, Minas Gerais. Instituto Eletrotécnico,

Digitalizado
-gentilmente por:

^

V

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

19

�- 10 2.5

'

Ministério da fazenda

c»..

Brasili Ministério da Fazènda,

2*5il

Administração do Sdifíoio á&amp; Fatehdai

'óè

Brasil. Ministério jda Fazeilda. Admitilâii^açâlo ào Êdlfieie ék fktén
daj
"

24 5.2

AGÊNCIAS ADUANEIRAS

cé

À
f
Agencia Aduaneira de Cojibai
*
.A
Cojiba, Acre. Agancia Adüànaira»

2.5*2»2

Agencia Aduansifa em Maneà.

c.

Manca, Acre. Agencia Aduaneira.

2,5-i2,3

Agencia Aduaneira em Güajará-Mirim»

C«.

Guajará-41irim, Rondônia, Agência Adxianeira,..

2.5»3

Biblioteca do Ministério da Fazenda»

c.

Brasil. Ministério da Fazenda. Biblioteca«

2.5»,4

Caixa de Amortização.

c» .■

Brasil. Caixa de Amortização.

2..5.5

Casa da Moeda.

C«

Brasil* Casa da Moeda»

2i5*6

Coletorias Federais.

2i546»l

Coletoria Federal no Acre.

c.*

Acre. Coletoria Federal.

2»5*6.2

Coletoria Federal no Àftazohas,

c»

Amazonas» Coletoria Fedorkl*

2*5*2.1

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st e m
&lt;/

14

15

16

17

lí

19

�- 11 ~
2.5.6.3

Coletoria Federal na Bahia,

c.

Bahia, Coletoria Federal,

2.5.6.4

Coletoria Federal no Ceará,

c.

Ceará. Coletoria Federal.

2.5.6.5

Coletoria Federal no Espirito Santo»

c.

Espírito Santo. Coletoria Ped-eral.

2.5.6.6

Coletoria Federal em Goiás,

c.

Goiás. Coletoria Federal.

2.5.6.7

Coletoria Federal no Maranhão,

c.

Maranhão, Coletoria Federal,

2.5.6.8

Coletoria Federal em Mato Grosso,

c.

Mato Grosso. Coletoria Federal.

2.5.6.9

Coletoria Federal em Minas Gerais,

c.

Minas Gerais, Coletoria Federal.

2.5.6.10

Coletoria Federal no Pará.

c.

Pará. Coletoria Federal.

2.5.6.11

Coletoria Federal na Paraíba,

c.

Paraíba. Coletoria Federal.

2.5.6.12

Coletoria Federal no Paraná,

c.

Paraná. Coletoria Federal no Paraná.

2.5.6.13

Coletoria Federal em Pernambuco,

c,

Pernambuco. Coletoria Federal.

2,5»6.14

Coletoria Federal no Piauí,

c.

Piauí. Coletoria Federal,

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
&lt;/

�- 12 2.5.6.15

Coletoria Federal no Rio de Janeiro,

c.

Rio de Janeiro (estado)» Coletoria Federal»

2.5.6*16

Coletoria Federal no Rio Grande do Norte,

c»

Rio Grande do Norte. Coletoria Federal,

2.5.6«17

Coletoria Federal no Rio Grande do Sul.

c.

Rio Grande do Sul.

2,5.6«18

Coletoria Federal em Santa Catarina,

c»

Santa Catarina. Coletoria Federal.

2.5.6.19

Coletoria Federal em São Paulo,

c»

são Paulo, Coletoria Federal,

2.5.6.20

Coletoria Federal em Sergipe,

c»

Sergipe. Coletoria Federal.

2.5.6.21

Coletoria Federal em Rondônia,

c.

Rondonia (território) Coletoria Federal.

2.5.6.22

Coletoria Federal no Amapá,

e,

Amapá (território) Coletoria Federal»

2.5»6,23

Coletoria Federal em Rio Branco,

c*

Rio Branco (território) Coletoria Federal,

2.5.7

Conselho de Contribuintes,

c.

Brasil, Conselho de Contribuinte»,

2.5.8

Conselho de Terras da União,

c.

Brasil, Conselho de Terras da União.

2.5.9

Conselho de Política Aduaneira,

Cf

Brasil, Conselho de Política Aduaneira,

Coletoria Federal.

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

1

�- 13 2.5.10

Conselho Superior de Tarifa,

c.

Brasil, Conselho Superior de Tarifa.

2.3.11

Conselho Técnico de Economia e Finanças»

c.

Brasil. Conselho Técnico de Economia e Finanças.

2.5.12

Contadoria Geral da República,

c.

Brasil, Contadoria Geral da República.

2.5.13

Delegacia do Tesouro Brasileiro no Exterior,

c*

Brasil, Ministério da Fazenda. Delegacia do Tesourn
no Exterior,

2,5.14

DELEGACIAS FISCAIS

2,5.14,1

Delegacia Fiscal em Alagoas,

Cm

Alagoas, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional.

2.5*14.2

Delegacia Fiscal no Amazonas.

c,

Amazonas. Delegacia Fiscal do Tesouro KaeirmaJ.».

2.5.14.3

Delegacia Fiscal na Bahia.

c»

Bahia. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional»

2.5.14.4

Delegacia Fiscal nd Ceará.

c.

Ceara. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2.5.14.5

Delegacia Fiscal no Espírito Santo.

BMi*il»lro

Espírito Santo. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional»

2.5.14.6

Delegacia Fiscal em Goiás.

c.

Goiás, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2.5.14»?

Delegacia Fiscal no Maranhão.

c.

Maranhão. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2

3

I Digitalizado
-gentilmente por:

MScan
14

15

16

17

i&lt;

19

20

�- 14 2.5.14,8

Delegacia Fiscal em Mato Grosso.

c.

Mato örosso. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2.5.14.9

Delegacia Fiscal em Minas Gerais,

c.

Minas Gerais.

2.5.14.10

Delegacia Fiscal no Pará,

c»

Pará. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional.

2.5.14.11

Delegacia Fiscal na Paraíba.

ç»

Paraíba, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional.

2.5.14.12

Delegacia Fiscal no Paraná.

c.

Paraná. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional.

2,5.14*13

Delegacia Fiscal em Pernambuco,

c*

Pernambuco, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2,5.14,14

Delegacia Fiscal em Piauí.

c,

Piauí, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2,5,14,15.

Delegacia Fiscal no Rio do Janeiro,

c.

Rio de Janeiro (estado) Delegacia Fiscal do Tesouro Haelonal».

2,5.14,16

Delegacia Fiscal no Rio Grande do Norte.

c.

Rio Grande do Norte. Delegacia Fiscal do Tesouro Naelonalr

2,5.14*17

Delegacia Fiscal no Rio Grande do Sul.

c.

Rio Grande do Sul, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2.5.14.18

Delegacia Fiscal em Santa Catarina,

e.

Santa Catarina, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2.5.14.15

Delegacia Fiscal em São Paulo.

c.

são Paulo. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

Delegacia

Digitalizado
-gentilmente por:

Fiscal do Tesouro Nacional,

�- X5 -

cm

1

2.5.14.20

Delegacia Fiscal em Sergipe»

c.

Sergipe. Delegacia Fiscal âo Tesouro Nacional,

2«5.15

Departamento Federal de Compras,

C«

Brasil, Ministério da Fazenda» Departamento Federal de Compras«

2,5*16

Direção Geral da Fazenda Nacional,

c.

Brasil» Direcçao Geral da Fazenda Nacional,

2,5.17

Diretoria da Despesa Pública,

e.

Brasil, Diretoria da Despesa Pública,

2«5*18

Diretoria da8 Rendas Internas,

e.

Brasil, Diretoria das Rendas Internas.

2,5«19

Diretoria de Rendas Aduaneiras,

c.

Brasil, Diretoria de Rendas Aduaneiras,

2,5.20

Divisão do Imposto de Renda,

c.

Brasil, Divisão do Imposto de Renda,

2.5*21

Divisão de Obras do Ministério da Fazenda,

c.

Brasil, Ministério da Fazenda. Divisão &lt;ie Obras*

2.5.22

Divisão do Material do Ministério da Fazenda«

c.

Brasil, Ministério da Faz-enda, DãvisÃo- ^ ObrJM,

2.5.23

ESTAÇÕES ADUANEIRAS

2.5.23.1

Estação Aduaneira em Maceió,

c.

Maceió. Estação Aduaneira,

2.5.23.2

Estação Aduaneira em Manaus,

e,

Manaus, Estação Aduaneira,

Digitalizado
-gentilmente por:

�- 16 -

cm

1

2.5.23.3

Estação Aduaneira em Salvador,

c.

Salvador. Estação Aduaneira,.

2.5.23.4-

Estação Aduaneira em Fortaleza,

c.

Fortaleza. Estação Aduaneira.

2.5.23i5

Estação Aduaneira em Vitória,

c.

Vitória, Estação Aduaneira,

2.5.23.6

Rstação Aduaneira no Rio de Janeiro,

c.

Rio de Janeiro. Estação Aduaneira.

2.5.23.7

Estação Aduaneira em Corumbá,

c.

Corumbá, Mato Grosso. Estação Aduaneira.

2.5.23.8

Estação Aduaneira em Belém,

c*

Belém. Estação Aduaneira.

2.5.23.9

Estação Aduaneira «m João Pessoa,

c,

João Pessoa, Estação Aduaneira.

2.5.23.10

Estação Aduaneira em Paranaguá,

c.

Paranaguá, Paraná, Estação Aduaneira.

2.5*23.11

Estação Aduaneira em Recife,

c,

Reeife. Estação Aduaneira.

2.5.23.12

Estação Aduaneira em Paranaíba.

c.

Paranaíba, Piauí. Estação Aduaneira«

2.5.23.13

Estação Aduaneira em Niterói.

c,

Niterói, Rio de Janeiro, Estaçao Aduaneira»

2.5.23.14

Estação Aduaneira em Natal»

c.

Natal* Estação Aduaneira.

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
st e m
&lt;/

14

�- 17 2»5.23»15

Estaçao Aduaneira em Jaguarão»
Jaguarao, Rio Grande do Sul* Estação Aduaneira.«

2.3&gt;23*16

Estação Aduaneira em Pelotas,
Pelotas, Rio Grande do Sul» Estaçao Aduaneira,

2.5»23»17

Estação Aduaneira em Porto Alegre,

c»

Porto Alegre, Estação Aduaneira,

2,5»23.18

Estação Aduaneira em Rio Grande,

C«

Rio Grande, Rio Grande do Sul« Estaçao Aduaiveira»

2#5»23.19

Estaçao Aduaneira em Uruguaiana»

c»

Uruguaiana, Rio Grande do Sul, Estaçao Aduaneira.

2.5&lt;23»20

Estaçao Aduaneira em Florianópolis,

c»

Florianópolis, Estação Aduaneira,

2,5,23»21

Estação Aduaneira em Itajaí,

C«

Itajaí, Santa Catarina, Estação Aduaneira,

2i5»23»22

Estação Aduaneira em São Francisco do Sul,

C«

são Francisco do Sul, Santa Catarina, Estaçe« Aduaneira«

2,5»23»23

Estação Aduaneira em Santos,

c.

Santos, são Paulo. Estação Aduaneira.

2,5»23»24

Estação Aduaneira em Aracaju,

c,

Aracaju. Estação Aduaneira,

2.5.23.25

Estação Aduaneira de Importação Aérea em São Paulo*

c,

são Paulo. Estação Aduaneira de Importação Aérea.

2.5.24

Laboratório Nacional de Análise.

c.

Brasil. Ministério da Fazenda, Laboratório Nacional do Análise,

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st e m
&lt;/

14

15

16

17

lí

�- 18 -

cm

2.5.25

MESAS DE RENDAS

2.5.25.1

Mesa de Renda em Rio Branco»

c.

Rio Branco (cidade) Mesa de Renda,

2,5»25.2

Mesa de Renda em Penedo,

c.

Penedo, Alagoas» Mesa de Renda.

2.5.25.3

Mesa de Renda em Capacete.

c.

Capacete, Amazonas. Mesa de Renda.

2.5.25.4

Mesa de Renda em Alcobaça.

c.

Alcobaça, Bahia. Mesa de Renda,

2.5.25.5

Mesa de Renda em Caravelas.

c.

Caravelas, Bahia, Mesa de Renda.

2.5.25.6

Mesa de Renda em Ilhéu».

c.

Ilhéus, Bahia, Mesa de Renda,

2.5.25.7

Mesa de Renda em Camoein,

o.

Camoein,

2.5.25.8

Mesa de Renda em Tutóia,

c.

Tutóia, Maranhão, Mesa de Renda,

2.5.25.9

Mesa de Renda em Bela Vista.

c.

Bela Vista, Mato Srosso. Mesa de Rend*.

2.5.25.10

Mesa de Renda em Ponta Porã,

c.

Ponta Porã, Mato Grosso. Mesa de Renda«

2.5.25.11

Mesa de Renda em Porto Esperança,

c.

Porto Esperança, Mato Grosso. Mesa de Renda.

2.5.25.12

Mesa de Renda em Porto Murtinho.

c»

Porto Murtinho, Mato Grosso, Mesa de R«nda,

12

3

5

Ceará, Mesa de Renda.

6

Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

ig

17

13

19

20

�- 19 2»5«25.13

Mesa de Renda em Antonina.

c«

Antonina, Paraná, Mesa de Renda«

2.5.25.14

Mosa de Renda na Foz do Iguaçu,

c.

Foz do Iguaçu, Paraná, Mesa de Renda,

2.5.25.15

Mesa de Renda era Angra doa Reis,

c»

Angra dos Reis, Rio de Janeiro, Mesa de Renda,

2.5.25.16

Mesa de Renda em Areia Branca,

c»

Areia Branca, Rio G-rande do Norte, Mese de Renda,

2.5.25.17

Mesa de Renda em Macau,

Cf

Macau, Rio Grande do Norte, Mesa de Renda,

2.5.25.18

Mesa de Renda em Aceguá,

c,

Aceguá, Rio Grande do Norte, Mesa de Renda,

2.5.25.19

Mesa de Renda em Dom Pedrito,

o»

Dom Pedrito, Rio Grande do Sul, Mesa de Rend^,

2.5.25.20

Mesa de Renda em Itaquí,

c,

Itaquí, Rio Grande do Sul, Mesa de Renda.

2.5.25.21

Mesa de Renda em Laguna,

c.

Laguna, Rio Grande do Sul, Mesa de Renda.

2.5.25.22
c.

Mesa de Renda em Porto Lucena,
A
Porto Lucena, Rio Grande do Sul, Mesa de Renda,

2.5.25.23

Mesa de Renda em Quaraí,

c,

Quaraí, Rio Grande do Sul, Mesa de Renda,

2.5.25.24

Mesa de Renda em Santa Vitória do Palmar,

e.

Santa Vitoria do Palmar, Rio Grande do Sul^ Mesa de Renda,

Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan

�- 20 2.5f25.*25

Mesa de Renda em São Borja»

c.

SÜo Borja, Rio G-rande do Sul» Mesa de Renda,

2.5.25«26

Mesa de Renda em Sao Sebastiao.

c.

são Sebastião,

2.5»25.27

Mesa de Renda em Macapá,

c.

Macapá. Mesa de Renda.

2.5.25.28

Mesa de Renda em Boa Vista,

c.

Boa Vista, Rio Branco, Mesa de R®nda.

2.5.25.29

Mesa de Renda em Porto Velho,

c.

Porto Velho. Mesa de Renda,

2.5,26

Procuradoria Geral da Fazenda Nacional,

c.

Brasil. Procuradoria Geral da Fazenda Nacional,

2.5,27

POSTOS FISCAIS,

2.5.27.1

Posto Fiscal em Xiborena,

o.

Xiborena, Amazonas, Posto Fiscal,

2.5.27.2

Posto Fiscal em Alegrete,

c.

Alegrete, Rio Grande do Sul. Posto Fiscal,

2.5.27.3

Posto Fiscal era Bagé,

c,

Bagé, Rio Grande do Sul, Posto Fiscal,

2.5.27.4

Posto Fiscal em Cachoeira do Sul.

c.

Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul. PoBto 7isc«l*

2.5,27»5

Posto Fiscal em Cruz Alta.

c.

Cruz Alta, Rio Grande do Sul, Posto Fiscal,

2.5.27,6

Posto Fiscal em Rosário do Sul,

c.

Rosário do Sul, Rio Grande do Sul* Posto Fiseal,

2

3

São Paulo. Mesa de Renda«

'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

20

�- 21 -

cm

1

2.5.27.7

Posto Fiscal em Santa Maria.

Cm

Santa Maria, Rio G-rande do Sul. Posto Fiscal,

2.5.27.8

Posto Fiscal em Santo Ângelo.

c.

Santo Ângelo, Rio Grande do Sul, Posto Piscai.

2.5.27.9

Posto Fiscal era São Gabriel.

c.

são Gabriel, Rio Grande do Sul. Posto Fiscal.

2.5.27.10

Posto Fiscal em Sambaquí.

c,

Sambaquí, Santa Catarina. Posto Fiscal,

2.5.27.11

Posto Fiscal era Oiaporue.

c.

Oiapoque, Amapá, Posto Fiscal,

2.5.27.12

Mesa de Renda em Ponta dos índios.

c.

Ponta dos Índios, Amapá, Posto Fiscal.

2.5.28

RECEBEDORIAS FEDERAIS

2.5.28.1

Recebedoria Federal no Estado da Guanabara,

0«

Guanabara, Recebedoria Federal,

2.5.28.2

Recebedoria Federal em Minas Gerais,

c.

Minas Gerais. Recebedoria Federal.

2.5.28.3

Recebedoria Federal em São Paulo,

c.

são Paulo, Recebedoria Federal,

2.5.29

REGISTROS FISCAIS

2.5.29.1

Registro Fiscal era Antimarí.

c,

Arttimarí, Acre. Registro Fiscal.

2.5.29.2

Registro Fiscal em Campinas,

c»

Campinas, Acre, Registro Fiscal.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

19

20

�1

- 22 2.5.29.3

Registro iTiscal em Feijó.

c.

Feijó, Acre. Registro Fiscal.

2.5.29»4

Registro Fiscal em louirí.

c.

Iquirí, Acre, Registro Fiscal.

2,5.29»5

Registro Fiscal em Juruparí,

c.

Juruparíj Acre. Registro Fiscal.

2.5.29.6

Registro Fiscal em Liberdade.

c.

Liberdade, Acre. Registro Fiscal.

2.5.29.7

Registro Fiscal em Abunã.

c.

Abunã, Rondonia. Registro Fiscal.

2.5.30

Secção de Segurança Nacional do Ministério da Fn*enda.

c.

Brasil. Ministério df? Fazenda, Secoão de Segurança líacion^l»

2.5.31

Serviço de Comunicmões do Ministério da Fazenda,

c.

Brasil. Ministério da Fazenda. Serviço de Comimicaçãaa«

2.5.32

Serviço de Estatística Econômica e Financeira do Ministério
Fazenda.

c.

Brasil. Ministério da Fa*enda, Sarviço de Estatíetlca
e Financeira.

d«

Econ^aiio^

c.

A
^
Serviço do Patrimonio da União.
A
M
Brasil. Serviço do Patrimonio da União.

2.5.34

Serviço do Pessoal do Ministério da Fazenda,

c.

Brasil. Ministério da Fazenda, Serviço do Pessoal.

2.5.35

Superintendência do Serviço de Repressão ao Contrabando«

e.

Brasil. Superintendencia do Serviço de Repressão ao Contrabando,

2.6

MINISTÉRIO DA GURRRA

c.

Brasil. Ministério da Guerra.

2.5.33

�- 23 -

cm

1

2.6.1

Ministério da Guerra, Exército,

G.

Brasil. Exército.

2.5.1.1

I Exército,

c.

Brasil, lo Exército. Rio de Janeiro.

2.6.1.2

II Exército.

C«

Brasil. 2® Exército, São Paulo,

2.6.1.3

III fiklrcito,

c.

Brasil, 3® Exército. Porto Alegre,

2.6.1.4

IV Exército,

c.

Brasil.

2.6.1.5

Ia, Região Militar.

c.

Brasil, Exército, Ig, Região Militar» Rio de Janeiro.

2.6.1.6

2a, Região Militar,

c.

Brasil. Exército, 2a, Região Militar, São Paulo*

2.6.1.7

3a, Região Militar.

c.

Brasil. Exército. 3a. Região Militar. Porto JllsgjM,

2.6.1.8

4a. Região Militar,

c.

Brasil. Exército,

2.6.1.9

5a. Região Militar.

c.

Brasil, Exército, 5a. Região Militar, Curitiba,

2.6.1.10

6a. Região Militar.

c.

Brasil, Exército. 6a, Região Militar, Salvador,

2.6.1.11

7a. Região Militar.

c.

Brasil. Exército. 7a. Região Militar, R«eife,

4° Exército. Reoife.

4a, Região Militar» Jui« d® Fora,

Digitalizado
-gentilmente por:

�- 24 2.6.1.12

3a. Região Militar.

c«

Brasil, Exército, 8a. Região Militar, Belém.

2.6.1.13

9a. Região Militar,

c.

~

Brasil. Exército. 9a. Região Militar. Campo Grande«

2.6.1.14

10a. Região Militar.

c.

Brasil, 10a. Região Militar, Portale-^a.

2.7

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E DO COMERCIO

c.

Brasil, Ministério da Industria e do Comércio«

2,7.1

Centro de Estudos Econômicos do Ministério da Indústria e do Comércio.
Brasil, Ministério da Indústria (3 do Comércio, Centro de Estudos
Economicos.

2.7.2

Consultoria Jurídica do Ministério da Indústria « do Comércio.
Brasil, Ministério da Indústria e do Comércio, Consultoria Jurídica .

2,7.3

DELEGACIAS ESTADUAIS DO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO

2.7.3.1

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Alagoas.

em

c.

Alagoas. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do
mércio.

Co-

2.7.3.2

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comercio
Amazonas.

no

c,

Amazonas- Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio.

2.7»3.3

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comercio
Bahia,

c,

Bahia, Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio,

2,7.3.4

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comercio
Ceará.

c.

Ceará. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio .

2

3

'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

17

na

no

18

19

20

�- 25 2.7.5.5

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Espirito Santo.

c.

Espirito Santo. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria
do Comércio.

2.7.3.6

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Goiás.

c»

Goiás. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comer»
cio.

2,7»3.7

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Guanabara,

c,

Guanabara. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Co
mércio.

2.7.3.8

Delegacia Estadual do Ministério da Industria e do. Comércio
Maranhao.

c.

Maranhão. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio.

2.7.3.9

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Mato Grosso.

c.

Mato Grosso. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria
Comércio.

2.7.3.10

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Minas Gerais.

c.

Minas Gerais. Delegacia Estadual do Ministério da Industria e do
Comércio.

2.7.3.11

Delegacia Estadual do Ministério de Indústria e do Comércio
Pará.

c,

Pará. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria © do
cio,

2.7.3.12

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Paraiba.

na

e.

Paraiba, Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do
mércio.

Co-

I Digitalizado
-gentilmente por:

no
m

em

na

no

em
e do

em

no

Comér-

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

19

20

�- 26 2.7.3.13

Delegacia Estadual do Ministério da Industria e do Comércio
Paraná,

c.

Paraná. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do
mércio.

2.7.3.14

Delegacia Estadual da Industria e do Comércio em Pernambuco.

C«

PernaibuGo. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e
Comércio.

do

2.7.5.15

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Piauí.

no

c.

Piauí. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do
mércio .

2.7.3.16

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Rio Grande do Norte.

c.

Rio Grande do Norte. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio.

2.7.3.17

Delegacia listadual dó Ministério da Indústria e do Comércio
Rio Grande do Sul.

o.

Rio Grande do Sul, Delegacia Estadual do Ministério da
tria e do Comércio,

2.7.3.18

Delegacia Estadual do Ministério da Induptria e do Comércio
Santa Catarina,

c.

Santa Catarina, Delegacia Estadual do Mini.Ttério da Indústria e
do Comércio.

2.7.3.19

Deleg8.cia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
são Paulo.

Rm

c.

são Paulo. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria
Comércio.

e

do

2.7.3.20

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Sergipe.

em

c.

Sergipe. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio .

Digitalizado
-gentilmente por:

no
Co-

Co-

no

no

Indú??-

em

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

�- 27 -

cm

1

2.7.3.21

Delegacia Regional do Ministério da Indústria e do Comércio
Distrito Federal.

c,

Brasília» Delegacia Regional do Ministério da Indústria e do Comércio.

2.7.4

Departamento de Administração do Ministério da Indústria e do Co
mércio.

e.

Brasil, Ministério da Indústria e do Comércio. Departamento
Administragão.

2t7.5

Departamento Hacional da Indústria,

e«

Brasil. Departamento Wacional da Indústria,

2.7.6 .

Departamento Nacional da Propriedade Industrial.

c.

Brasil. Departamento Nacional da Propriedade Industrial.

2.7.7

Departamento Nacional de Registro do Comércio»

C«

Brasil, Departamento Nacional de Registro do Comércio.

2.7.8

Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalizaçao»

c.

Brasil. Departamento Nacional de Seguros Privados e
ção.

2.7»9

Departamento Nacional do Comércio,

c.

Brasil. Departamento Nacional do Comércio,

2»7.10

Departamento Nacional de Pesos e Medidas,

e.

Brasil. Departamento Nacional de Pesos e Medidas

2.7.11

Instituto Nacional de Tecnologia.

c»

Brasil. Instituto Nacional de Tecnologia.

2.7.12

Secção de Segurança Nacional do Ministério da Indústria e do Comércio .

c.

Brasil. Ministério da Indústria e do Comércio.
rança Nacional,

Digitalizado
-gentilmente por:

no

d©

Capitaliza-

Secção de

Segu»

�- 28 2.7.13

Secretaria da Indústria do Ministério da Indústria e do Comércio,

«.

Brasil, Ministério da Indústria e do Comércio, Secretaria da
dústria.

2,7tl4

Secretaria do Comércio do Ministério da Indústria e do Comércio,

C«

Brasil. Ministério da Indústria e do Comércio. Secretaria do
mércio .

2.8

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E NEGÓCIOS INTERIORES

c»

Brasil. Ministério da Justiça e Negócios Interiorés.

Co-

c.

A
Agencia Nacional.
A
Brasil, Agencia Hacional,

2.8.2

Arquivo Nacional.

c.

Brasil. Arquivo Nacional,

2.8.3

Conselho Nacional de Transito.

c.

Brasil. Conselho Nacional de Transito,

2.8.4

Conselho Penitenciário,

c.

Brasil. Conselho Penitenciário.

2.8.5

Departamento de Administração do Ministério da Justiça e Negócios
Interiores,

c.

Brasil, Ministério da Justiça e Negócios Interiores, Departamento
de Administração,

2.8.6

Departamento de Imprensa Nacional,

c.

Brasil. Departamento de Imprensa Nacional,

2.8.7*

Departamento do Interior e Justiça,

c.

Brasil. Departamento do Interior e Justiça,

2*8«8

Departamento Federal de Segurança Pública,

ç.

Brasil. Departamento Federal

2.8.1

cm

In-

1

Digitalizado
-gentilmente por:

de Segurança Pública,

�- 25 2.0»9

Ministério Público Federal.

c«

Brasil. Ministério Público»

2.8.9.1

Ministério Público em Alagoas.
Alagoas, Ministério Público.

2.8.9.2

Ministério Público no Amazonas.
Amazonas. Ministério Público.

2.8.9.3

Ministério Público na Bahia,
Bahia. Ministério Público,

2.8.9.4

Ministério Público no Ceará,
Ceará, Ministério Público.

2.8.9.5

Ministério Público no Distrito Federal,
Brasília. Ministério Público,

2.8.9.6

Ministério Público no Espírito Sant»,
-CíSpírito Santo, Ministério Público»

2.8.9.7

Ministério Público em Goiás.
Soiás. Ministério Público,

2.8.9.8

Ministério Publico na Guanabara,
Guanabara. Ministério Público.

2.8.9.9

Ministério Público no Maranhão»
Maranhão. Ministério Público»

cm

2.8.9.10

Ministério Público em Mato Grosso.

e*

Mato Grosm

1

Público,

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em

�- 30 2.8.9.11

Ministério Público em Minas Gerais.

c.

Minas Gerais. Ministério Público»

2.8.9.12

Ministério Público no Pará,

c.

Pará, Ministério Público»

2.8.9.13

Ministério Público na Paraíba,

c.

Paraíba, Ministério Público.

2.8.9.14

Ministério Público no Pernambuco»

c,

Pernambuco, Ministério Público.

2.3.9.15

Ministério Público no Paraná,

c»

Paraná, Ministério Público,

2.8.9.16

Ministério Público no Piauí.

C«

Piauí, Ministério Público.

2.8.9.17

Ministério Público no Rio de Janeiro»

c.

Rio de Janeiro, Ministério Público,

2.8.9.18

Ministério Público no Rio Grande do Korte.

c.

Rio Grande do Norte. Ministério Públioo.

2.8.9.19

Ministério Público no Rio Grande do Sul.

c.

Rio Grande do Sul. Ministério Público.

2.8.9.20

Ministério Público em Santa Catarina,

c.

Santa Catarina, Ministério Público,

'

2.8.9.21

Ministério Público em Sao Paulo,

c.

são Paulo, Ministério Público,

2.8.9.22

Ministério Público em Sergipe,

c.

Sergipe. Mi nist«^-io Público.

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

1

�- 31 -

cm

1

2.8.10

Procuradoria Geral da República.

c.

Brasil, Procuradoria Geral da República.

2.8.11

Serviço de Assistência a Menores.

c.

Brasil. Serviço de Assistência a Menores,

2,8.11.1

Escola Agrícola de Artur Bernardes.

c.

Viçosa, Minas Gerais. Escola Agrícola Artur Bernardea,

2.8.12

Serviço de Docianentaçao do Ministério da Justiça e Negócios
teriores.

e.

Brasil. Ministério da Justiça e Negócios Interiores, Serviço
Documentação,

2.8.13

Serviço de Estatística Demográfica, Moral e Política.

c.

Brasil. Serviço de Estatística Demográfica, Moral e Política,

2,9

MINISTÉRIO DA MARINHA

c.

Brasil. Ministério da Marinha,

2.9.1

Comando Naval em Brasília,

c.

Brasil. Marinha, Comando Naval em Brasília.

2.9.2

Conselho do Alrairantado.

e.

Brasil. Marinha. Conselho do Almirantado.

2.9»3

Corpo de Fuzileiros Navais,

c.

Brasil. Marinha, Corpo de Fuzileiros,

2.9.4

Diretoria de Aeronáutica de Marinha,

c.

Brasil, Marinha, Diretoria de Aeronáutica,

2.9.5

Diretoria de Armamentos de Marinha.

c.

Brasil. Marinha, Diretoria de Armameaato,

Digitalizado
-gentilmente por:

Inde

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

�- 32 2,9,6

Diretoria de Eletrônica,

c»

Brasil. Marinha, Diretoria de Eletrônica,

2.9«7

Diretoria de Engenharia de Marinha,

c.

Brasil. Marinha. Diretoria de Engenharia.

2,9.8

Diretoria de Hidrografia e Navegagão.

c.

Brasil, Marinha, Diretoria de Hidrografia e Navegaçao,

2,9«9

Diretoria de Intendencia da Marinha,

c.

Brasil. Marinha, Diretoria de Intendencia.

2.9,10

Diretoria de Portos e Costas,

c.

Brasil. Marinha. Diretoria de Portoô © Costas,

2,9»11

Escola de Marinha Mercante,

c»

Rio de Janeiro, Escola de Marinha Mercante.

2,9,12

Estado Maior da Armada,

e,

-

Brasil. Marinha, Estado Maior.

2,9«13

Tribunal Marítimo,

c.

Brasil. Tribunal Marítimo,

2,10

MINISTÉRIO DAS MINAS E EHERGIA

e.

Brasil, Ministério das Minas e Energia.

2.10.1

Conselho Nacional de Águas e Energia Elótrio«..

c.

Brasil, Conselho Nacional de Äguas e Energia El«+rlea«

2.10.2

Conselho Nacional de Minas e Metalurgia,

Cm

Brasil, Conselho Nacional de Minas e Metalurgia,

�- 33 -

cm

1

2»10,3

Conselho Nacional de Petróleo,

C«

Brasil, Conselho Nacional do Petróleo,

2.10.4

Departamento Nacional da Produção Mineral,

c.

Brasil. Departamento Nacional da Produção Minaral,

2.11

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

c.

Brasil, Miniatério das Relações Exteriores,

2.m.

CcHuiaeão Brasileira Demarcadora de Limites.

C«

Brasil. Comissão Brasileira Demaroadora de Limites»

2.11.2

Instituto Rio Branco.

e.

Rio de Janeiro. Instituto Rio Branco.

2.12

MINISTÉRIO DA SAÚDE

c.

Brasil, Ministério da Saude.

2.12«!.

Comissão Nacional de Alimentação,

c.

Brasil. Comissão Nacional de AllmentaoSo,

2.12,2

Conselho Nacional de Saúde,

c.

Brasil.

2.12.5

Qepart-amento de Administração do MinLstério d&amp; Saúde,

c.

Brasil. Ministério da Saúde. Dejjartamento de Administração»

2.12.4

Departamento Nacional da Criança.

c.

Brasil. Departamento Nacional da Criançô,

2.12.5

Departamento Nacional de Endemias Rurais,

c.

Brasil. Departamento Nacional de Endemias Rurais»

Conselho Nacional de Saúde,

Digitalizado
-gentilmente por:

�- 34 2.12.6

Departamento Nacional de Saúde.

c.

Brasil. Departamento Nacional de Saúde»

2,12,7

Instituto Oswaldo Cruz.

c.

Rio de Janeiro. Instituto Oswaldo Cruz»

2«12,8

Secção de Segurança Nacional.

c.

Brasil. Ministério da Saúde. Secção de Segurança Nacional#

2.12»9

Serviço de Biometria Médica,

c.

Brasil. Serviço de Biometria Médica,

2»12.10

Serviço de Documentação do Ministério da Saúde,

c.

Brasil. Ministério da Saúde, Serviço de Documentação.

2.12.11

Serviço de Estatística da Saúde.

c.

Brasil. Serviço de Estatística da Saúde.

2.12.12

Serviço Federal de Bioestatíatica.

c.

Brasil, Serviço Federal de Bioestatíatica.

2.12.13

Serviço Nacional de Doenças Mentais.

e.

Brasil.

2.12.14

Serviço Nacional de Educação Sanitária,

c.

Brasil. Serviço Nacional de Educação Sanitária,

2.12.15

Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmácia,

c.

Brasil. Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmáclfl,

2,12.15

Serviço Nacional de' Fiscalização da Odontologia,

c.

Brasil, Serviço Nacional de Fiscalização da Odontologia,

Serviço Nacional de Doenças Mentais,

Digitalizado
-gentilmente por:

�- 35
2*12.17

Serviço Nacional de Lepra,

C«

Brasil. Serviço Nacional de Lepra,

2.12.18

Serviço Nacional de Saúde dos Portos.

c.

Brasil, Serviço Nacional de Saúde dos Portos,

2.12.19

Serviço Nacional de Tuberculose»

c.

Brasil. Serviço Nacional de Tuberculose,

2.12.20

Serviço Nacional do Cancer.

c.

Brasil. Serviço Nacional do Cancer,

2»13

MINISTÉRIO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL

c.

Brasil. Ministério do Trabalho e Prevideneia Social.

2.13»1

Comissão do Imposto Sindical,

c.

Brasil. Comissão do Imposto Sindical,

2.13.2

Comissão Permanente de Direito Social,

c.

Brasil. Comissão- Fermanente^ de Direito Sooia.1«

2.13.3

Comissão Técnica de Orientação Sindical,.

c.

Brasil. Comissão Técnica de Orientação Sindicalt

2.13.4

Conselho Superior da Previdência Social,

c.

Brasil. Conselho Superior da Prevideneia Social»

2.13.5

DELEGACIAS DO TRABALHO MARÍTIMO

2,15»5»1

Delegacia do Trabalho Marítimo em Aracaju,

c». •

Aracaju. Delegacia do Trabalho Marítimo,

2.13.5.2

Delegacia do Trabalho Marítimo em Belém,

c.

Belém. Delegacia do Trabalho Marítimo.

Digitalizado
-gentilmente por:

�- 36 2.13.5.3

Delegacia do Trabalho Marítimo em Corumbá,
Corumbá, Mato Grosso, Delegacia do Trabalho Marítimo«

2.13.5.4

Delegacia do Trabalho Marítimo em Florianópolis,

c.

Florianópolis. Delegacia do Trabalho Marítimo.

2.13.5.5

Delegacia do Trabalho Marítimo em Fortaleza,

c.

Fortaleza. Delegacia do Trabalho Marítimo»

2.13.,5.6

Delegacia do Trabalho Marítimo em Foz do Iguaçu,

c.

Foz do Iguaçu, Paraná, Delegacia do Trabalho Marítimo,

2.13..5,7

Delegacia do Trabalho em João Pessoa,

c.

João Pessoa, Delegacia do Trabalho Marítimo,

2.13.5.8

Delegacia do Trabalho Marítimo em Maceió.

Q,

Maceió. Delegacia do Trabalho Marítimo.

2.13.5.9

Delegacia do Trabalho Marítimo em Manaus,

e,

Manaus, Delegacia do Trabalho Marítimo.

2.13.5.10

Delegacia do Trabalho Marítimo em Natal,

c.

Natal, Delegacia do Trabalho Marítimo.

2.13.5.11

Delegacia do Trabalho Marítimo em Paranaguá,

ç,

Paranaguá, Paraná, Delegacia do Trabalho Mariliimo,

2.13.5.12

Delegacia do Trabalho Marítimo em Parnaíba.

c.

Parnaíba, Piauí. Delegacia do Trabalho Marítimo,

2.13.5.13

Delegacia do Trabalho Marítimo em Pirapora,

c,

Pirapora, Minas Gerais. Delegacia do Trabalho Marítimo,

2.13.5.14

Delegacia do Trabalho Marítimo no Recife,

c.

Recife. Delegacia do Trabalho Marítimo,

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em

�- 37 Delegacia do Trabalho Marítimo no Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro« Delegacia do Trabalho Marítimo,

Delegacia do Trabalho Marítimo em Rio Grande,
Rio Grande, Rio Grande do Sul, Delegacia do Trabalho Marítimo.»

Delegacia do Trabalho Marítimo em Salvador.
Salvador, Delegacia do Trabalho Marítimo,

Delegacia do Trabalho Marítimo em Santos,
Santos, são Paulo, Delegacia do Trabalho Marítimo»
X
Delegacia do Trabalho Marítimo em São Luis do Maranhão.,
são Luis do Maranhão, Delegacia do Trabalho Marítimo,

Delegacia do Trabalho Marítimo em Vitória,
Vitória, Delegacia do Trabalho Marítimo,

DELEGACIAS REGIONAIS DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL
A
Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social em Alagofifc
A
Alagoas, Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social«
A
Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social no Amazonas,
A
Amazonas, Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social,

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social na Bahia,
Bahia, Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social,

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social no Ceará,
Ceará, Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social,

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social no Espírito Santo.
Espirito Santo, Delegaci?. Regional do Trabalho e Previdência So
ciai.

I Digitalizado
-gentilmente por:

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Syst em
14

15

16

17

lí

19

�- 38 2.13.6.6

Delegncia Regionnl do Trab'alho e Previdência Sociil em Goiás.

c.

Goiás. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

2.13.6.7

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social no Maranhao,

c.

Maranhão, Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

2.13.6.8

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social em Mato Gros
so.
A
Mato Grosso. Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia
Social.

c.

2.13.6.9

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social em Minas Ge
rais.
"

c.

Minas Gerais. Delegacia Reg'ional do Trabalho e Previdência
cial,

2.13.6.10

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social no Pará.

c.

Pará. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

2.13.6.11

Delegacia Regional do Trabalho « Previdência Social na Paraíba,

c.

Paraíba. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

2.13.6.12

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social no Paraná»

c.

Paraná, Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

2.13.6.13

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social em
buco.

c.

Pernambuco. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social»

2.13.6.14

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social no Piauí. .

c.

Piauí. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social,

2.13.6.15

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social no
Janeiro.

c.

Rio de Janeiro (estado) Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social.

2.13.6.16

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social do Rio Gran
de do Norte.
~

c.

Rio Grande do Norte. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

2

3

I Digitalizado
-gentilmente por:

So-

Pernam-

Rio

do

I Sc a n
14

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19

20

�Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social
Grande do Sul,

no

Rto

A
Rio Grande do Sul. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social em
Catarina,
Santa Catarina. Delegacia Regional do Trabalho e
Social.

Santn

A
Previdencia

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social em
Paulo.

São

são Pa'ulo. Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia
cial,

So-

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social em Sergipe.
Sergipe. Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social»

Departamento de Administração do Ministério do Trabalho e Pre
videncia Social.
Brasil. Ministério do Trabalho e Previdência Social. Departamento de Administração.

Departamento Nacional de Previdencia Social.
Brasil-. Departamento Nacional de Previdencia Social,

Departamento Nacional do Trabalho.
Brasil. Departamento Nacional do Trabalho,

Ministério Público Junto à Justiça do Trabalho,
Brasil. Ministério Público Junto à Justiça do Trabalho.

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho em Belo Horis©nte.
Belo Horizonte, Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho,

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho em Fortaleza,
Fortaleza. Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho,

I Digitalizado
-gentilmente por:

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Syst em
14

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16

17

lí

19

�- 40 2.13»10.3

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho em Porto Alegre,

C«

Porto Alegre. Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho,

2.13.10,4

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho no Recife,

c»

Recife, Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho.

2,13,10,-5

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho no Rio de Janeiro,

c.

Rio de Janeiro. Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho,

2.13»10«6

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho em Salvador,

c»

Salvador, Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho.

2.13.10.7

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho em São Paulo,

c,

são Paulo. Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho.

2.13.11

Secção de Segurança Nacional do Ministério do Trabalho e
videncia Social,

c*

Brasil. Ministério do Trabalho e Previdência Social. Secçao àe
Segurança Nacional.

2.13.12

Serviço Atuarial do Ministério do Trabalho e Previdencia
cial .

c.

Brasil. Ministério do Trabalho e Previdência Social,
Atuarial,

2..13.13

Serviço de Documentação do Ministério do Trabalho e
cia Social.

c.

Brasil. Ministério do Trabalho e Previdência Social,
de Documentação,

2,13.14

Serviço de Estatistica da Previdencia Social.

c.

Brasil, Ministério do Trabalho e Previdência Social.
de Estatística,

2,14

MINISTÉRIO DA VIAÇÃO E OBRAS PÚBLICAS.

c.

Brasil. Ministério da Viaçao e Obras Públicas,

2,14,1

Biblioteca do Ministério da Viação e Obras Públicas,

0-

Brasil. Ministério da Viação e Obras Públicas. Blioteca,

2

3

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em

Pre«

So-

Serviço

PrevidênServiço

Servl'^o

NN|III
15

16

17

18

19

20

�- 41 2.14.2

Comissão Executiva do Plano Postal»

c.

Brasil.

2.14.3

Departamento de Administração do Ministério da Viação e
Públicas.

c.

Brasil. Ministério da Viação e Obras Públicas, Departamento
Administração.

2,14»4

Departamento de Correios e Telégrafos,

c»

Brasil, Departamento de Correios e Telégrafo^s#

2.14.5

Departamento Nacional de Obras Contra as Secas.

c»

Brasil, Departamento Nacional de Obras Contra as Secas.

2.14.6

Departamento Nacional de Portos, Rios e Canais,

c.

Brasil. Departamento Nacional de Portos, Rios e Canais,

2.14.7

Secção de Segurança Nacional do Ministério da Viação e Obras Pub li
cas.

c.

Brasil, Ministério da Viaçao e Dbra.s Públicas. Secçao de
rança. Nacional,

2»14.8

Serviço de Documentação do Ministério da Viai^ão e Obras Pública&amp;

c.

Brasil, Ministério da Viação e Obras Públicas, Serviço de Documen
tação.

3,

PODER JUDICIÁRIO

3.1

Justiça do Distrito Federal.

c.

Brasil. Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

3.2

Justiça do Trabalho.

e.

Brasil. Justiça do Trabalho.

3.3

Justiça dos Territórios,

c.

Brasil, Justiça dos Territórios.

Comissão Executiva do Plano Postal,

Obras
de

Segu-

�- 42 3.4

Justiça Eleitoral.

c.

Brasil. Justiça Eleitoral.

3.5

Justiça Militar,

c.

Brasil. Justiça Militar.

3.6

Supremo Tribunal Federal,

c.

Brasil. Supremo Tribunal Federal.

3.7

Tribunal Federal de Recursos.

c.

Brasil. Tribunal Federal de Recursos,

3.8

Tribunal Superior Eleitoral.

c

Brasil. Tribunal Superior Eleitoral,

4.

ORGÂOS AUXILIARES

4.1

Conselho Nacional de Economia,

o.

Brasil. Conselho Nacional de Economia.

4-,2

Tribunal de Contas.

c

Brasil. Tribunal de Contas.

•

AUTARQUIAS

Caixa de Crédito Cooperativo.
Brasil. Caixa de Crédito Cooperativo.

Caixa de Crédito de Pe'sca.
Brasil.

Caixa de Crédito de Pesca.

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st em

�- 43 5.3

Caixa de Mobilização e Fiscalização Bancária,

c.

Brasil. Caixa de Mobilização e Fiscalização Bancária.

5#4

Departamento Nacional de Estradas de Rodagem,

c.

Brasil, Departamento Nacional de Estradas de Rodagem.

5.5

Estrada

c.

Brasil, Estrada de Ferro Central do Brasil.

5.6

Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

c.

Brasil, Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

5.7

Estrada de Ferro Santos-Jundiaí.

c.

Brasil. Estrada de Ferro Santos-Jundiaí.

5.8

Instituto Brasileiro de G-eografia e Estatística.

Cl

Brasil, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística«

5.9

Instituto Brasileiro do Café.

c»

Brasil, Instituto Brasileiro do Café,

5.10

Instituto de Aposentadoria e Pensoes da Estiva,

c.

Brasil, Instituto de Aposentadoria e Pensoes da Estiva,

5.11

Instituto de Aposentadoria e Pensoes dos Bancários,

Cm

Brasil, Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários,

5.12

Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários.

c.

Brasil. Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários,

5.13

Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes ô
Cargas,

c.

Brasil, Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Trans
portes e Cargas,

de Ferro Central do Brasil.

Digitalizado
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st e m
&lt;/

14

15

16

17

lí

�- 44 5.14

Instituto de Aposentadoria e Pensoes dos Ferroviários e
em Serviços Públicos.

Eupregado^

Brasil, Instituto de Aposentadoria e Pensoes dos Ferroviários e Em«
pregados em Serviços Públicos.

5.15

Instituto de Aposentadoria e Pensoes dos Induatriârios.

e«

Brasil. Instituto de Aposentadoria e Pensoes dos Industrlários.

5.16

Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos.

C«

Brasil* Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimosj

5.17

Instituto de Providencia e Assistência dos Servidores do Estado,

c.

Brasil, Instituto de Prevideneia e Assistência dos Servidor^js do Es
tado.
-

5.18

Instituto do Açuoar e do Álcool.

c.

Brasil. Instituto do Açúcar e do Álcool.

5.19

Instituto Nacional do Mate,

c.

Brasil, Instituto Nacional do Mate.

5.20

Instituto Nacional do Pinho,

c.

Brasil, Instituto Nacional do Pinho.

5.21

Instituto Nacional do Sal,

c.

Brasil, Instituto Hacional do Sal

5.22

Lóide Brasileiro

c.

Brasil. Lóide Brasileiro

5.23

Serviço de Alimentação da Previdência Social,
Brasil, Serviço de Alimentação da Previdência Social»

cm

1

5.24

Serviço de Navegação da Bacia do Prata.

c.

Brasil. Serviço de Navegação da Bacia do Prata,

5.25

Serviços de Navegação da Amaisonia e de Administração do Porto do Pa
rá,
.
•

cs.

Brasil, Serviços de Navegação da Amazônia e de Administração do PÔr
to do Pará.
~

2

3

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-gentilmente por:

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18

19

20

�-456,

UNIVERSIDADES FEDERAIS

6.1

Universidade de Alagoas,

c.

Alagoas. Universidade,

6.2

Universidade da Bahia,

c,

Bahia, Universidade»

6.3

Universidade do Ceará,

c.

Ceará. Universidade.

6.4

Universidade do Espírito Santo,

c.

Espírito Santo. Universidade»

6.5

Universidade de Goiás,

c,

Goiás, Universidade,

6.6

Universidade de Juiz de Fór«.,

c»

Juiz de Fora, Universidade,

6.7

Universidade de Minas Gereiie#

e.

Minas Gerais. Universidade,

6.8

Universidade do Pará,

e.

Pará. Universidade.

6.9

Universidade da Paraiba,

c.

Paraiba, Universidade.

6.10

Universidade do Paraná,

c#

Paraná, Universidade,

6.11

Universidade do Recife»

c»

Recifei Universidade.

I

Digitalizado
gentilmente por:

""
^

�- 46 -

Universidade do Brasil.
Rio de Janeiro. Universidade.do Brasil.

6.13

Universidade do Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro

6.14

(estado) Universidade.

Universidade do Rio Grande do Norte.
Rio Grande do Morte. Universidade.

6.15

Universidade do Rio Grande do Sul.
Rio Grande do Sul, Universidade.

6.16

Universidade de Santa Catarina,

c.

Santa Catarina, Universidade.

6.17

Universidade de Santa Maria,

c.

Santa Maria. Universidade,

6.18

Universidade Federal de São Paulo,

c-

São Paulo. Universidade Federal,

— ooo

cm

1

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
&lt;/

�- 47

BIBLIOGRAFIA

CONSULTADA'

1 - American Library Association,
,

and title entries«

Cataloging rulea for author and

Chicago,A.L.A., 1949«

2 - Biblioteca Apostólica Vaticana.
pressos«

3 - Brasil,

Normas para catalogagão de im

Rio de Janeiro, I.B#B.D», 1962,

Lei 4.177. de 11 de dezembro de 1962t receita e des-

pesa»

4 — International Federation of Library Associations»

Relatório o

ficial da Conferencia Internacional de Catalogação»

Paris^

IFLA, 1961.

5 - Musso, Luis Alberto.

Guia de encabezamientos de autores cor-

porativos uruguayos»

Montevideo, Agrupacion Bibliotecolo—

gica del Uruguay, 1961« 71f,

6 — Ossorguino, Mme,

Les regles de catalogage des

auteurs en U,R,S.S.

collectivitéfl

Bulletin des Bibliotheques de France,

2(6): 423-427, juin 1958,

7 - Wasilevskaja, V.A«

Collectivites-auteurs.

Bulletin des Bi-

bliotheques de France, ^(9-10)sep,1961,

8 - Informações conseguidas através de cartas e telefonemas,

Con-

sulta ao Catálogo Coletivo Rdgionftl da Universidade de

São

Paulo,

ooo

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
s t e .O"
14

15

16

17

lí

�- 48 APÊNDICE

1

PODER LEGISLATIVO
Brasil,

Congresso Nacional.

O poder legislativo é exercido pelo Congresso Nacional,
compete,

com a sanção do Presidente da República: votar o

A este

Orçamento;

votar os tributos próprios da União e regular a arrecadação e a

dis-

tribuição das suas rendas; dipor sobre a dívida pública federal

e os

meios de solvê-la; criar e extinguir cargos públicos e fixar-lhes

os

vencimentos, sempre por lei especial; votar a lei de fixação das forças armadas para o tempo de paz; autorizar a abertura e operaçoes

de

crédito e emissões de curso forçado; transferir temporariamente a sede do Governo Federal; resolver sobre limites do território nacional;
legislar sobre bens do domínio federal e sobre todas as matérias de
A
^
competencia da União, ressalvada a matéria a que se refere sua compeA
tencia exclusiva.
Exclusivamente; resolver em definitivo sobre os tra
tados e convenções celebrados com os Estados estrangeiros pelo Presidente da República; autorizar o Presidente da República a

declarar

guerra e a fazer a paz; autorizar o Presidente da República a

permi~

tir que forças estrangeiras transitem pelo território nacional;

ou^

por motivo de guerra, nele permaneçam temporariamente; aprovar ou sus
pender a intervenção federal, quando decretada pelo Presidente da República; conceder anistia; aprovar as resoluções das assembléias

le-

gislativas estaduais, sobre incorporação, subdivisão ou desmenbramen—
to de Estados; autorizar o

Presidente da República e o Vice-Presiden

te da República a se ausentarem do país; julgar as contas do Presiden
te da Republica; fixar a ajuda de custo dos seus membros bem

como

9

Subsidio d©s"t8s e os do PrGsídônije e do Vic©—PrGSxdente dp. RGpúblxcs.}
reformar a Constituição de acordo com a forma prevista em seu próprio
texto.
ORGANIZAÇÃO
a) Camara dos Deputados
b) Senado Federal
ENDERÉCO
Praça dos Tres Poderes
Brasília - D.F.

cm

1

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14

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16

17

1

�- 49 APÊNDICE

CÂMARA
Brasil,

DOS

2

DEPUTADOS

Gamara dos Deputados.

FINALIDADE;

Compete a declaração, pelo voto da maioria absoluta

dos seus membros, da procedência ou improcedíncia da acusação contra o
Presidente da República e contra os Ministros de Estado, nos crimes co
nexos com os do Presidente da República; a iniciativa da tomada de con
tas do Presidente da República, mediante designação de comissão

espel

cial, quando não forem apresentadas ao Congresso Nacional dentro de ses
senta dias apo's a abertura da sessão Legislativa.

ORGANIZAÇÃO;

Comp5e-se de representantes do povo, eleitos segun

do o sistema de representação proporcional, pelos Estados, pelo DistrI
to Federal e pelos Territórios.

O número de deputados será fixado por

Lei, em proporção que não exceda um para cada cento e cinqüenta mil ha
bitantes até vinte deputados, e, além desse limite, um para cada du^en
tos e cinqüenta mil habitantes. Cada Território terá um deputado e
de sete deputados o número mínimo por Estado e pelo Distrito Federal.

ENDEREÇO;

Praça dos Três Poderes
Brasília - D.F,

cm

1

Digitalizado
-gentilmente por:

é

�- 50 APÊNDICB

SENADO

5

FEDERAL

Brasil.

Senado Federal,

FINALIDADE;

julgar o Presidente da República nos crimes de res-»

ponsabilidade e os Ministros de Estados nos crime» da mesma

naturesa

conexos com os daquele} processar e julgar o» Ministros do Supremo Tri
bunal Federal e o Procurador Geral da República, nos crimes de responsabilidade; aprovar, mediante voto secreto, a escolha de

magistrados,

nos casos estabelecidos pela ConstituigSo, do Procurador (Jeral da Repú
blica, dos Ministros do Tribunal de Contas, do Prefeito do Distrito Fe
'
wm
deral, dos membros do Conselho Nacional de Economia e dos Chefes de mis
aão diplomatica de caráter permanente; autorizar os empréstimos externos dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios»

Incumbe-lhe,

ainda, suspender a execução, no todo ou em parte, de lei ou decreto d®
clarados inconstitucionais por decisão definitiva do Supremo

Tribunal

Fed,eral,

OR&amp;ANIZAÇXO;

compõe-se de representantes dos Estados e do Distrito Fe

deral, eleitos segundo o princípio majoritário.
sim o Distrito Federal, elegerá três senadores.

ENDERÊÇOt

Praça dos Tres Poderes
Brasília - D.F,

Digitalizado
-gentilmente por:

Cada Estado, e bem as

�- 51 APÊNDICE

4

PRESIDÊNCIA DA REPÜBLICA
Brasil.

Presidência,

residente d= HepubXioa é o Chefe do Poder Eiceoutivo.

Compete

lhe sancionar, promulgar e fazer puMioar aa leis e expedir decretos I
regulamentos para a s„a fiel execuçSo, vetar, „„3 termoa do Art= 70, §
1". da Constituição, os projetos de lei, nomear e demitir os Ministes
ae Estados, nomear e demitir o Prefeito do Distrito Federal

(Arf 26,

1» e 2«) e os membros do Conselho Nacional de Economia (Art» 205

§

l=)i promover, na forma da lei e com as ressalvas estatuídas pela cóns
tituiçao, os cargos públicos federais, manter relasSes com o.
estrangeiros, celebrar tratados e oonvençSes internacionais

Estado!
"ad refe.

rendum" do Congresso Nacional, declarar guerra depois de autorizado pe
Io Congresso Nacional, ou sem essa autorizaçSo no caso da agressio .si
trangeira, ,uando verificada no intervalo das sesso-es legislativas, fa
zer a paz, com autorização e "ad referendum" do Congresso Nacion.üper
mitir, depois de autorizado pelo Congresso »acionai, ou sem essa

autõ

rizaçao no intervalo das seasSes legislativas, que fírças estrangeiras
transitem pelo territárlo do país ou, por motivo de guerra, nele perma
neçam temporariamente, exercer o comando supremo das firças

armadas!

administrando-as por intermédio dos o-rgSos competentes, decretar a mobilização^total ou parcial das forças armadas, decretar o estado de s£
tio nos termos da Constituição, decretar e executar a intervenção

fel

deral, nos termos dos Arts. 7 a 14 da Constituição, autorizar brasilei
ros a agitarem pensão, emprSgo ou comissão de governos

estrangeirosi

enviar à CÍmara dos Deputados, dentro dos primeiros dois meses da sessão legislativa, a proposta

de orçamento, prestar anualmente ao

Con-

gresso Nacional, dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa, as contas relativas ao exercício anterior, remeter mensagem
ao Congresso Nacional por ocasião da abertura da sessão

legislativa,

dando conta da situação do país e solicitando as providencias cue jul«ar^necessárias, conceder indulto e comutar penas, com audiáncia

dos

Órgãos instituídos em lei,
ENDERÉCOi Palácio do Planalto
Praça dos Três Poderes
Brasília - D,F,

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

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lí

�19

20

�Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <elementText elementTextId="8099">
                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                  <text>Biblioteconomia</text>
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                  <text>IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação</text>
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gentilmente por:

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��IV CONGRP^SSO

BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA S DOCIJ^/IENTAÇáO

Notas sobre o problema da informação nas bibliotecas especializadas
por
Alice Camargo Guarnieri

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a 14 de julho de 1965

Tema

III

-

Informação Científica

Notas sobre o Problema da Infoirmação nas Bibliotecas Especializadas
por
Alice Cajnargo Guamieri (♦)

CDU 002:026

SÃO PAULO
o^y

(♦) Bibliotecária Chefe do Instituto Eletrotécnico

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lí

�RESUMO

Funções

primoirdiais das bibliotecas especializadas e requesitos

básicos à organização dos seus serviços de informações. Fatores negativos
coadjuvantes na influencia negativa dos atuais serviços de informações di»
bibliotecas especialiiadas.
A cultvira especializada dos bibliotecíírios como condição fundamen
tal ao êxito desses serviços.

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lí

�NOTAS SOBRE 0 PROBI.EMA DA INFORMAÇÃO NAS
BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS

O que importa verdadeiramente em uma biblioteca especializada e o USO
e ACESSIBILIDADE do seu acervo; a

RAPIDEZ

no

atendimento; a ATUALIZAÇÃO das suas

coleções e processos de trabalho; a SBíPLICIDADE da sua organização e seus SERVIÇOS
de INFORMAÇÃO.
Ccan estas palavras

iniciámos relatório apresentado em maio de 1961 â

Comissão de Bibliotecas da Universidade de São Paulo,
sição com respeito â organização e funcionamento

a fim de firmarmos nossa po-

dessas

bibliotecas, que, a nosso

ver, são orgãos, governamentais ou não, destinados a colecionar, conservar, classificar, ajialisar e divulgar toda espécie de documentos sobre determinado assunto, oferecendo

informações

mais completas e atualizadas sobre ele. Assim, para atingir

esses objetivos é absolutamente necessário que;
1. o controle
mas

documentário cujas unidades são livros, revistas, separatas, nor-

te'cnicas,

gráficos,

relatórios de pesquisa, gravuras, filmes etc. seja

entregue a pessoal preparado para operar no ramo especifico, e técnico em biblioteconomia;
2. o preparo

desses

biblioteconomia,
3. a análise
cas

e

documentos

para uso do leitor seja confiado a técnicos em

com razoáveis conliecimentos básicos sobre a especialização;

dos docvurientos chegue ao estudioéo por meio de listas bibliográfi-

resumos

com

a

máxima rapidez, preferivelmente no momento em que vim

trabalho tenha sido projetado a fim de que sejam evitadas duplicatas de estudos ou pesquisas e reduzidos ao máximo os atrazos, tanto com relação â compra
de novas obras, como com relação ao emprestimo das existentes;
4. a reprodução

dos documentos essenciais seja assegurada por serviços de foto-

reprodução, a preços reduzidos, e, qiiando possível, gratuitos;
5* a impressão

de originais das instituições seja facilitada pelo uso de apare-

lhos simples (multilith, ditto, cópias off-set

e outros) à falta de máquinas

de alto custo;
6. a diAnilgação desses documentos essenciais seja garantida

de modo amplo e sem

entraves por serviços de permutas e doações e emprestimos entre-bibliotecas;

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�7« o uso do acervo total, seja garantido por uma política de ampla confiança entre
os usuários

e

bibliotecários, de modo que, tanto a consulta nas sedes como a

que e feita pelo emprestimo domiciliar e entre-bibliotecas, seja permitida sem
restrições desnecessárias.
As possibilidades
ficiênciàs da informação,

de

dependem

êxito desses serviços, capazes de reduzir as deda

organização das bibliotecas

como organismos

vivos,

centros de estudo e pesquisa nas instituições em que estão sediadas; da capa-

cidade

e

vel

e

capaz de, se não pesquisar, pelo menos compreender os problemas dos pesquisa-

dores;

da aproximação entre leitores e bibliotecários para que sejam sanados os gra-

ves

número do pessoal empregado que deve ter formação profissional de alto ní-

problemas

profissional

com

os quais ambos defrontam, nem sempre por deficiência da formação

especializada

dos segundos, porem, muitas vezes decorrentes do precon-

ceito ainda existente, de que os bibliotecários não

podem alcançar o âmago das ques-

tões, nem sabem informar.
Como
formações

o

problema

ftindamental e finalidade principal do serviço de in-

nas bibliotecas especializadas e " colocar as informações técnicas tão ra-

pidamente quanto

possível, nas mãos do quem precise delas, " o mais importante e en-

contrar e desenvolver os meios para atingir esses objetivos.
Primeiramente

e necessário organização aberta, de livre acesso aos do-

cumentos, porque este promove intercâmbio de conhecimentos entre leitores e bibliotecários,

facilitando a estes a tarefa de descobrirem exatamente os problemas dos con-

sulentes,

os q\iais, inúmeras vezes, pedem ajuda de modo vago, impreciso ou demasiado

geral, quando tem em mente, pormenores de uma questão.
Alem

disso,

a

acessibilidade do recinto, responsável pela maior fre-

^
^
K&gt;»
quencia as bibliotecas, permite maior utilizaçao dos acervos e maior difusão dos serviços que podem prestar.
Em segundo lugar destacamos os emprestimos domiciliares e entre-bibliotecas

pelos quais são beneficiados todos quanto trabalham ou moram fora do local on-

de

estão instaladas. Dentro da nossa realidade social e necessária a mais ampla aju-

da

por emprestimos, com restrições mínimas, especialmente aos leitores que pertencem

a industria, quase sempre distanciadas da capital e centros culturalmente mais elevados,

Felizmente esta muito claro o papel que às instituições universitárias cabe, no

tocante

ao

desenvolvimento científico e industrial de um país. Se, como destacaaü E.

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Egger, " o auge econômico significa desenvolvimento da indústria e este depende, em
grande parte, da investigação piira e da documentação

a organização da documenta-

ção e imprescindível ao progresso cientifico e tecnológico, o qual e consequencia da
combinação de inúmeros impulsos

individuais passados, presentes e futuros, cada um

resultpjido da combinação dos conhecimentos pessoais de \mi cientista ou estudioso com
os que adquiriu de outros. É necessário compreendermos que, a despeito da
lização

cada

especia-

vez mais marcada da ciência, do desenvolvimento da pesquisa em maior

número de países e da difusão em línguas sempre mais diversas, a informação científica

e

técnica

permanece um todo, cujos fragmentos são permutados entre iniímeros

técnicos com a ajuda dos serviços existentes em bibliotecas e centros de documentação. A

informação

organizada continuará a representar o único fator que permite a

unidade da ciência.Toda a ciência, toda produção científica, todo o progresso e todo benefício que a humanidade espera dele, depende em princípio, da informação; mas,
o paradoxo

está

evidente. Quanto mais se ampliam os conhecimentos maàs escasseia

a informação para os usuários.
A
^
" A abundancia de conhecimentos aumenta a produção intelectual, imundando a informação, ameaçando-a de caos", disse M.Hans Rotters, por ocasião
nião Europea

sobre

Informação

da Reu-

Científica, porem, mais grave, " e' a crise pessoal

dos

próprios técnicos, os quais, assoberbados com tanto material bibliográfico que

não

têm

tempo de estudar, dissimulam as suas lacunas, mesmo perante os colegas

As conseqüências deste estado de coisas são imprevisíveis, a menos que a informação
seja

organizada e melhorada. Os esforços, portanto, devem ser dirigidos no sentido

de melhorar a informação de modo que os usuários
lhes

sejcim beneficiados com aquilo que

for possível assimilar. Êste ponto, pensamos, e fundamental e deve ser objeto

de atenção por parte dos responsáveis pela organização das informações técnicas.
Que informações são essas, poderão nos perguntar ? As informações que
as bibliotecas especializadas devem

o

podem dar, dividem-se ao nosso ver, em dois

grandes grupos;
1. informações puramente bibliográficas, isto e', sobre autores, títulos, assuntos,
editores, datas do edições etc., as quais entretanto, precisam ser pesquisadas ;
2. informações técnicas,
mvdto experientes

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e

isto e, sobre a especialização. Somente bibliotecários
possuidores de conhecimentos do assunto poderão dá-las;

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�porem, todos podem pedi-las aos especialistas.
Exemplifiquemos.
No primeiro caso teríamos perguntas tais como:
- A biblioteca possue a obra intitulada - Pulse Techniqxieç, editada

pela Prentice-

Hall, em 1951 ?
V
- A biblioteca pode informar qxiais os manuais de eletrotecnica existentes no seu acervo ?
- Possue o acervo os folhetos do Research Laboratory of the British Thomson-Houston?
Quais ?
- Em 1956 foi publicado
sistemas

de

artigo

í
na revista Electronics sobre Redução de ruidos nos

comunicação. Poderá a biblioteca informar o título, o autor, em que

mês e página foi publicado ?
- Nas referências bibliográficas de uma obra foi citado o autor tal,que publicou em
maio de i960, artigo na revista Electrical Engineering, Poderá a biblioteca verificar o título e determinar o assunto do mesmo ?
- Poderá a biblioteca verificar se no Rider- Television Manual foi publicado o circuito do aparelho dc Televisão Stropiberg-Carlson, modelo 321 CD 2m ?
- Qual firma brasileira, paulista, estrangeira, fabrica ou representa tal produto ?
- Ejcistcm catálogos da G.E., Westinghouse etc. sobre características de motores ?
- Possue a biblioteca tal revista ? o artigo

V
desejado pode ser solicitado a outros

centros ? etc. etc. etc.
No segundo caso teríamos perguntas mais ou menos como estas:
- A Norma VDE

n2

530 apresenta tabela

com os dados sobre tolerâncias

para moto-

res de c.c. A biblioteca poderá verificar a percentagem citada para o item 4 ?
- A American Standards Association já publicou o código eletrico da NFPA. Qual o numero recebido ?
- Qual o número recebido na ASA pela norma IPCEA da NEMA ?
- A biblioteca possue normas sobre ruidos ? De que sociedade ?Qual seu número edata?
- O que significam as siglas IRE, UL, ASE, IRAM ?
- Poderá a biblioteca dar a equivalente da válvula 12BE6 ?
- Possue a biblioteca publicações sobre motores Schräge ?
- Como se deve preparar a sinopse de xim trabalho ?

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- Como se classificam artigos de revistas ?
- Qiiais as obras que pessoalmente li, sobre Mica, em 1959 ?
- Sei que em 1950 li artigo sobre isolantes numa revista da biblioteca« Poderá a biblioteca informar o autor, titulo, qual a revista ?
- Poderá a biblioteca lêr o item 19 da secção 4 da Norma BS-196: 1961 ?
E inúmeras
tas. Entretanto; surgem

desse tipo. Para tpdas temos possibilidades de dar resposalgumas que devem ser dadas exclusivamente por especialista,

ou com ajuda deles.
Exemplo;

*
-

No relatório tal, quando se fala da Usina Nogueira Garcoz aparece o se-

guinte; A demanda foi da

ordem de

7Ö.ÖA4 kvh/h e o consumo 310.Ö70.690 lcvh.Pergun-

ta-se: - Porque na demanda aparece barra h (/h) depois de kvh, e no consumo não ?
- Qual a constante dieletrica do óleo isolante de origem vegetal ?
- Como se determina a velocidade no motor Schräge ?
- Qual a diferença entre resistência e resistividade ?
- O que significa " Capacitor " ?
- Qual o significado de " Jitter " ?
- Qual a resistência em ohms por Km a 25^ do cabo nO 250.000 C.M. da Brovm &amp; Sharpe?
- Qual a carga máxima, em ampéres, para condutores isolados ?
- Qual

o tamanho mínimo de eletroduto para um ou mais fios de borracha, sem capa de

chumbo ?
Como organizar

serviço

que preste essas informações ? Nao cabe neste

artigo relato sobre organização, porem, como o seu funcionamento e eficiência se mede

pelas respostas dos profissionais (bibliotecários) torna-se necessário que estes

possam

poiatesponder a confiança depositada neles. Assim em terceiro lugar, destaca-

mos a necessidade de os profissionais diplomados, posstdrem preparo adequado ao ramo
onde irão trabalhar, desde que em nosso país, nós,

bibliotecários

nem sempre sânos

tambón médicos, dentistas, engenheiros etc.
Todo pesquisador sabe a ajuda

que lhes presta o bibliotecário bem in-

formado, não só no tocante aos princípios de administração e organização de bibliotecas

e serviços de informação, mas também possuidor de conhecimentos fundamentais da

especialização» êste e o itbío mais eficiente e necessário para aproximar o leitor do

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bibliotecário.
Assim, a primeira qualificação do bibliotecário para bibliotecas especializadas e a de
ganização

ser técnico em fontes de informações no campo de interesse da or-

para a qual trabalha. Precisa saber onde, como e quando encontrar ou pro-

curar a informação; precisa saber usar as fontes de referência, suas' ferramentas mestras de trabalho, no momento em que um problema
perspicácia

lhe

fôr apresentado; precisa ter a

necessária para descobrir o que realmente o leitor deseja saber, procu-

rar ou conhecer,

desde que a maioria solicita ao bibliotecário de modo extremamente

especializado ou muito vago, como já dissemos.
Mais de uma vez

atendemos

leitores que, precisando saber as fases de

ensaio de rigidez dieletrica de óleo isolante
sem dúvida, representava

o

m

pediram obras sobre isolantes, o que,

problema, porem, em caráter geral. A rigidez dieletrica

era o ponto principal, no entanto nem foi mencionada, Inqucrindo pacientemente, conseguimos chegar ate o problema a ser resolvido. Esta
questão por iniciativa do bibliotecário
serem indicados para

atitude, de

ir ate o âmago da

diferencia os profissiomis e os capacita a

bibliotecas especializadas. Por outro lado, precisa conhecer a

terminologia, geralmente ainda confusa entre nós, do

ramo

científico, artístico ou

técnico onde estiver trabalhando. Precisa ser capaz de relacionar e preparar bibliografias antes da pesquisa propriamente, a fim de informar os interessados

com ante-

cedência sobre que material terão â disposição para estudar. Esta antecipação permite igualmente que a biblioteca possa tomar as providências necessárias, mandando vir
o material que não possue, por meio do microfilmes ou emprestimos.
Em i960 oferecemos a um

pesquisador

deste Instituto ajuda no sentido

de prepararmos bibliografia necessária ao estudo do projeto e constinição de mesa de
corrente continua para exame das condiçoes

de

operação

de rede eletrica qualquer

particularmente destinada ao estudo de uma, que seria construida no Brasil na região
centro-sul» Aceito
dos

o oferecimento iniciámos as buscas bibliográficas, arrolámos to-

os títulos desde 1943, separámos todo material aqui eidLstente em livros, folhe-

tos, artigos de revistas, catálogos técnicos, normas relacionados com o assunto e copilamos a bibliografia " Analisadores
estrangeira) " que

foi

de circuitos de corrente cont5!nua (literatura

publicada sob ns 22 da serie bibliotecológica do Serviço de

Documentação, já distribuída aos centros congêneres»

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�Desta bibliografia, com total de 66 títulos de artigos de revistas,
foram encomendados dez ao estrangeiro como microfilmes por intermedio do I.B.B.D,
e, no laboratório fotográfico do I.E., ampliados para o pesoiiisador.
Conversando
o

com

o

interessado, tivemos a satisfação de saber que

projeto dessa rede dependeu, indiretamente, da ajuda antecipada da biblioteca.
Para que, pessoalmente pudessemos preparar bibliografia especializa

da sem possuirmos diploma de engenheiro eletricista, foi preciso:
1. conhecimento dos fundamentos desse ramo da engenharia,adquirido,desde 1945»
com a leitura de obras básicas de física, matemática e fundamentos da elotro
te'cnica, quando sentimos que, para compreendermos os problemas dos engenhei
ros e do próprio

Instituto, terícimos que conhecer os princípios básicos da

especialidade j
2. conhecimento das fontes de referência;
3. conhecimento do problema a ser resolvido.
Com
trato diário com
daílos

os

conhecimentos

básicos

dos

fundamentos da especialização,

os leitores e seus problemas, interesse real, verdadeiro em aju-

e muito esforço pessoal, conseguimos levar avante nosso plano de organiza-

ção de centro vivo dentro da institiiição em que está nossa biblioteca.
Se nós
capaz de entender

os

podemos ajudar, (não como especialistas) mas como alguém

os problemas dos especialistas, todos os bibliotecários poderão

fazê-lo também.
Ainda

aqui destacamos a necessidade de as Escolas de Biblioteconomia

se encarregarem de dar aos seus al\inos esses fundamentos essenciais.
O problema repousa nos conhecimentos

especializados

adquiridos

em

ciarso

adequado. Sobre esta questão tivemos pessoalmente oportunidade de enviar em

1959»

acompanhando

carta, aos Senhores Dr. Abner Lellis Vicentini, Presidente da

A.P.B., Antonio Francisco de Azevedo, Diretor da Biblioteca Municipal Mário de Andrade e Senhora Maria Antonieta Mesquita

Barros,

Professora

do

Rio de Janeiro,

sugestões sobre o Ensino da Biblioteconomia e Documentação. Para o curso e sua duração

propuzemos que: " Nas Escolas de Biblioteconomia e Dociimentação fossem rea-

lizados, em nível superior, entre outros, os seguintes:
a) Cursos de Graduação ou Normais em 3 (três) anos;

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�8
b) Cursos de Especialização destinados a aprofundar em " ensino intensivo e sistemático

conhecimentos atinentes a finalidades " científicas,

artísticas ou

industriais " das bibliotecas especializadas, em 1 (um) ano;
c) Cursos de PÓs-Graduação ou aperfeiçoamento para estudo aprofundado de qualquer
disciplina. "
A escolha da especialização deveria ser feita na Escola de Biblioteconomia para que,

ao término do curso básico,

zação escolhida. Se a sua escolha recaisse,

os alunos fizessem um ano de especialipor exemplo sobre a eletrote'cnica, a Es**

cola de Biblioteconomia oferecer-lhes-ia axilas das matérias fundamentais, como física,

mateniatica e fundamentos de eletrotécnica, familiarizando-os com os conceitos do

campo, as quais poderiam ser assistidas em qualquer das nossas Escolas Superiores.
As Escolas de Biblioteconomia ensinam princípios básicos da administra
ção de Bibliotecas incluindo as especializadas, porém, deveriam

ensinar, não só

ganização e administração particularmente destas, mas suas relações com

or-

organizações

das quais são parte e orgãos vitais.
Deveriam ensinar, e nisto insistimos, as relações entre leitores e bibliotecários dando a estes treino sobre

aquela

atitude

especial e particular

precisam ter diante dos problemas dos consulentes, decorrente do conhecimento
sunto,

que
do as-

não tanto como especialistas, mas como aqueles que entendem as questões

pos-

tas por eles.
Finalizamos afirmando que cabe às
centros

de

bibliotecas

aos

Porque há fatores negativos impedindo-as de se desenvolve-

rem convenientemente. E esses fatores negativos
atuais

e

docximentação, o forneeimento organizado da informação. Por que nem todas

os possuem ? Respondemos,

dos

especializadas

coadjuvantes

na influencia negativa

serviços de informação das bibliotecas especializadas e centros de docu-

mentação podem ser resumidos nos seguintes itens;
1. falta sistematização no controle documentário;
2. faltam meios para seleção daquilo aue deve ser impresso;
3. faltam meios para reprodução de publicações básicas;
4. falta organização de setores para distribuição dos trabalhos impressos;
5. falta destinar os acervos a todos os interessados;
6.

falta dar-lhes organização que permita o livre acesso a todos os documentos;

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7. faltam serviços de informações indiretas, isto e, de listas e resiimos bibliográficos dor.material já publicado

ou manuscrito, na língua original ou tra-

4uzidos;
Ö. falta ainda quem controle, sistemâticcmente, como vem tentando fazer o I.B.B.
D., todas as pesquisas em andamento e estudos projetados num detemánado ramo científico;
9. falta o incentivo aos esforços dos responsáveis pelos serviços de informação;
10, falta também o mínimo de conliecimento,

por parto dos próprios pesquisadores

sobre os problemas de documentação com

os quais deparam hoje os bibliotecá-

rios;
11. falta fe no trabalho que realizam os bibliotecários, por parte dos dirigentes de muitos institutos universitários.
Enquanto
vencerem de que a
controlam,

os

responsáveis pela direção desses institutos riao se con

informação científica e técnica depende dos profissionais que a

selecionam,

classificam, preparam e difundem; enquanto

não dedicarem

mais do seu tempo â compreensão dos problemas com os quais defrontam esses profissionoás; enquanto não separoj?em as atividades de rotina administrativa das que são
específicas

da informação científica; enquanto continuarem a relegar as bibliote-

cas a plano inferior,

em vez de traze-las para o contacto direto com a pesquisa e

os pesquisadores; enquanto não

se convencerem de cue as bibliotecas são laborató-

rios onde os instrumentos de trabalho são as fontes de referência bibliográfica, cujo uso

depende da capacidade dos bibliotecários em torná-las conhecidas dos usuá-

rios; enquanto destinarem às bibliotecas o mínimo dos seus orçamentos; enquanto negarem

a admissão de pessoal profissionalmente preparado para execução

dos traba-

lhos específicos de biblioteconomia e doctunentação, não será positiva (com raras e
honrosas exceções) a

influencia das bibliotecas sobre o meio em que estiverem se**

diadas.
Entretanto, inúmeros proeminentes

homens do governo da ciência e da

indústria tem sido alertados sobre os graves problemas da ineficiência e inadequabilidade dos métodos existentes em nossas

bibliotecas

para a busca bibliográfica

ou dos documentos.
Embóra saibam que a proporção pela qual o desenvolvimento científico

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e tecnologico pode prosseguir depende, como

ja dissemos, freqüentemente da facili-

dade, exatidão e.rapidez com a qual a informação técnica chega
ser conseguida e disseminada, auase nada têm

feito

ao

usuário

e pode

no sentido de resolver, com os

bibliotecários responsáveis por bibliotecas especializadas os problemas da informação organizada.
Podemos repetir, como refrão, a celebre frase do cientista Dr, Vannevar Bush; " Um documento, se útil à ciência, deve ser continuamente propagado, deve
ser conservado, e, acima de tudo, consultado

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Ia Unesco para Ias Eibl.

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12(11/12):254-260, nov./dic. 1958.

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Boi. de Ia Uncsco para Ias Bibl.

12(11/12);261-266, nov./dic. 195Ö.

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12(11/12):277-279, nov./dic. 195Ö.

*

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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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gentilmente por:

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��IV CONGRIiSSO BRiiSILEiRC DT5 BIBLIOTECONOMIA E DOCUMTAÇÃO

Utilidade dos Centros de Docjnentaçao:
Fundação de um Centro de Documentarão Infanlío-Juvenil
por
Alice Camargo Guarnieri

Fortaleza
1963

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UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1965

Tema III

-

Informação Científica

Utilidade dos Centros de Documentação:
Fundação de um Centro de Documentação Infanto-Juvenil
por
Alice Camargo Guarnieri (*)
CDU 002.6.012-053.2-.7

V/. L

(*) Bibliotecária Chefe do Instituto de Eletrotécnica da
Universidade de São Paulo.

cm

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�EXPLICAÇÃO

Nao me dispvinha a escrever
convite, a meu ver," ponco tarde.
■útil ao nosso país,

na

sobre

o item 3 do Tema III por ter recebido

Gostaria de poder-apresentar trabalho realmente

profissão

que

exerço. Mudei pore'm, meu modo de pensar,

quando me dei conta dos gastos que a Universidade do Ceará está tendo comigo e me
senti, então, com novas forças para lançar idéia l:^á muito acalentada., exposta nês,te trabalho preliminar.
Espero

poder

rever e completar tudo quanto já escrevi, pois tenho tido

pouquíssimo tempo para estudo aprofundado de qualquer problema para o qual me sin
■to inclinada a conhecer.O vastíssimo campo à minha frente desperta meus entusiasmos juvenis, sempre me acena com ilusões sobre a possibilidade de vir ainda a ajudar a resolver os graves problemas educacionais do Brasil. No meu íntimo, continuo
a ser a professora inconformada com suas próprias faculdades, desconfiada dos seus
próprios recursos e ávida de conhecer mais sobre muita coisa. Nem sempre porem, me
tem

sido

possível conseguir meu intento. Êste trabalho e esboço que, apresento a

fim de me

desincumbir da tarefa a qual fui chamada a colaborar e aceitei levar a

termo.
Não poderei deixar de mencionar o motivo básico pelo qual não me' detenho
•»
nas informações gerais sobre centros de documentação e informações - a lembránça
daquele

pensamento

de Charles Jewett: um livro uma vez catalogado jamais deverá

se-lo outra vez; o que se gastou no primeiro catalogo de traia biblioteca,jamais deverá ser gasto outra vez tanto por essa mesma biblioteca, como por outra.
Muito já foi escrito sobre o assunto, de modo que sinto ser

redundância

repetir as mesmas informações. Prefiro citar a bibliogra^fia que me ocorre neste momento, remetendo os leitores às fontes existentes.
Remeto portanto os leitores para

os trabalhos de I^ia Sambaquy sobre o

I.B.B.D., pois alem da sua qualidade de presidente desse órgão nacional, possue o
*
entusiasmo e competência ne*cessária3 a quem real, sincera e honestamente se propõe
a orgard-zar, dirigir e desenvolver serviços de ajuda ao leitor; aos inúmeros trabalhos .apresentados, em Congressos anteriores, muitos dos quais publicados nos Boletins Informativos do I.B.B.D. Acredito ser preciso sim, procurarmos de agóra em
diante, as nossas falhas, a fim de iniciarmos luta no sentido de atingir os alicer-

�ces da educação, cujo edifício ruirá se não lhe injetarmos o cimento que o sustente e reerga.
êste trabalho

foi escrito com o pensamento voltado para as crianças e os

jovens, aos quais homenageio nesta oportunidade.

�S U M JÍ R I o

1. Bibliotecas e Centras de Documentação, como instituições sociais

1»1 Centro de Docximentação Infanto-Juvenil e Campanha da Educação- através da
'

Biblioteca

2. Serviços de Informação e Centros de Documentação *

3» Serviços prestados por Bibliotecas Especializadas nesse setor

4« Conclusões e Recomendações

5« Referências Bibliográficas

2

3

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^Scan
^ ... ur...».,.,.

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�BIBLIOTECAS E CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO COMO INSTITUIÇÕES SOCIAIS
«■
"
sendo

O

cientista

pesquisado,

moderno

&gt;»

•

I

'

precisa saber o que já foi feito, o que está

o que está sendo planejado e o que não está sendo estudado.

Neste último aspecto, a informação negativa será de imensa utilidade, pois sig-,
nifica,

para

o

cientista, a " luz verde " que o estimula a continuar em suas
1

tentativas ".

•

Estas palavras encontradas num trabalho da Prof§^. Maria Laura da Cunha
Lion foram minha " luz verde " pois me impressionaram pela verdade que exprimem,
Na realidade, o que não está sendo estudado deve ser objeto de atenção^
dos estudiosos, em todos os campos do conhecimento humano, e em nosso caso, especialmenté no que se relaciona com os problemas da situação real da Biblioteca
no Brasil, sua

participação na vida do povo brasileiro, não apenas dos grandes

centros, mas principalmente das pequenas cidades.
Se aceitamos como verdade que só a educação e capaz de fazer surgir em "
cada

ser a parcela de infinito que ele traz em si mesmo; que essa parcela res-

plandecerá como estrela se a alimentarmos convenientemente; que o livro e' parte
imensa
todas

desse alimento.e que a biblioteca e seu guardião em todos os tempos, em
as latitudes e longitudes da terra, então e chegado o tempo de „chamarmos

os nossos Governos, nossas Universidades, nossas Instituições de Ensino, nossas
Indústrias, nosso Comercio, nossas Empresas Editoriais, nossas Fundações, enfim,
TÔDAS as instituições ' int^eäsadas em minorar os sofrimentos do nosso povo, em
desenvolver

as aptidões latentes, e aproveitar as massas aperceptivas, em desi ^
pertar do seu torpor capacidades adormecidas, em trazer para a luz a fim de podei^m «enxergar,
recursos,

não.

utilização

aqueles cegados pelas doenças g ignorancia, para cue nos deem
*
apenas financeiros, mas primordialmente humanos, necessários à

das bibliotecas de todos os tipos, como coadjuvantes das atividades

educacionais em nosso• país.
Não se
mente ao
;de

espaço

admite mais, num mundo de homens capazes de se lançarem ativana

desenvolvimento

país
fusão

.

ânsia de devassá-lo, demonstrando dessa forma o alto grau .
econômico,

científico,

técnico, cultural e social do seu

de origem, que em nossa TERíLA, as atividades chaves, responsáveis pela didos conhecimentos, ainda permaneçam desconhecidas, paralisadas, estagna-

nadas, relagadas à estaca zero nos planos educacionais dos nossos GOVERNOS.

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�Pois não são as Bibliotecas, as depositárias vivas do pensamento ?
i
Não estão guardados nos docmentos (sejam eles livros, revistas, folhetos, relatórios, selos,

gravxiras, pinturas, esculturas, partituras rausicaiß, filmes
m
e tantos outros), os pensamentos, as diretrizes, os ideais, as tendâncias, o
trabalho enfim

de

uma sociedade ? Não são essas manifestações do pensamento

científico, tecnológico, artístico, filosófico, sociológico reflexo das atividades do homem, reflexo do seu desenvolvimento, reflexo da sua cultura ?
Por que então ignorar os meios de tornar tudo isso conhecido de -todos
para uso de todos.

'

Os meios capazes de levar ao homem o conhecimento da produção do seu
e de outros povos, são preconizados também pelas Bibliotecas, desde_a antigüidade, A Biblioteca e instituição educativa, a partir dos jardins de infância,
e,'à falta destes,

os próprios centros de saúde, os quais começam a educar a,

infância através da educação das mães 1 E

nada

mais necessário e acertado 1

Educar a infância começando pelas mães, pois só a educação poderá, por certo,
salvar

da

pobreza

física, moral e intelectual a população abandonada à sua

própria condição de sub hc»ncns, sem direitos, sem assistência.
Esta

a realidade brasileira l Mlhares de crianças morrem por hora,

em todo o país pelos mais diversos motivos, incluindo o mais constrangedor, o
mais terrível, a fome. Sim l Estatísticas são publicadas 'pelos Serviços do
't
&gt;
Estatísticas dos Estados, e se nós atentarmos para as causas da mortalidade in
fantil, vamos

encontrar

a sub-alimentação ceifando vidas nos dois primôiros

anos, apesar das cruzadas contra a fome 1
' Êste aspecto negativo da influencia educativa da escola e da biblioteca deve ser estudado.

Cremos ser

desníveis culturais do .nosso

urgentíssimo que nós nos apercebamos dos

povo, a fim de, por todos os meios ao nosso al-

cance, lançarmos a " Campanha da Educação

através da Biblioteca

em todó o

território nacional.
Sem dúvida, aqui se evidencia -o imenso papel dos centros de dociamentação, nacionais

e

regionais

para a conquista dos objetivos dessa Campanha

Nacional.
Precisamos sim analisar esse aspecto negativo da educação a apressar
o seu desaparecimento, Mas^nos perguntarão, Como ? e responderemos;

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^a^s'ster,
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í

�- Procurando e sentindo a verdade, agindo

com coragem o amor l Verda-

de sobre o estado mise'rrimo em que vivem nossas crianças;

verdade

sobre o a¥
bandono em oue se encontram os seus pais; verdade sobre a ignorancia total de
grande parte da nossa população; verdade sobre a desesperança que vive no coração dos nossos caboclos e nossos caiçaras; verdade sobre o descaso de grande raímero de brasileiros responsáveis pela real aplicação dos dinheiros públi
COS no ataque a piór de ,t3das as doenças - o analfabetismo e o semi-alfabetis

mo; verdade sobre a tendencia que quase sempre temos,de nos acomodarmos à situação, sem coragem para com audácia, forçarmos as mudanças que o meio exige;
verdade sobre o êxodo de brasileiros do norte para o sul, do campo para as cidades, onde muitas vozes perecem â mingua de recursos e assistência.
Esta verdade,dura de ouvir mas que deve ser ouvida, verdade- sobre as
falhas do nosso sistema educativo

e assistencial, responsáveis pela situação

deplorável em que se encontra grande pí?.rte do povo brasileiro semi-alfabetiza
do, atinge

em sua essência, a organização das bibliotecas e centros de docu-

mentação . Se aceitarmos

a

premissa de que a biblioteca tem obrigação de "ir

ate o usuário ou possível usuário e não esperar que ele venha ate ela, precisamos

dar

a

mão à palmatória 1 O sistema bibliotecário ainda está falho no

Brasil« O que não está sendo feito ? Onde está errado ou falho ?
Estamos diante de problema, de

grande complexidade. Não pretendemos

apresentar solução imediata, pois isso demonstraria ingenuidade da nossa parte, tanto quanto o medico que pretendesse curar sem antes fazer o diagnostico
da doença. O que estamos sentindo, pöre'm, nos leva a concluir que se o Estado
ainda não está devidamente aparelhado para solucionar os problemas economicos,
administrativos e da educação do povo, isso pãéftpode impedir que o tempo continue a passar e os problemas continuem a s\jrgir e se agravarl Portanto,e ne*
cessário, de qtolquer forma, proc\irar honestamente, onde estão os doentes ,
qual a doença, como combatê-la para curá-los l_A

nosso ver a solução está na

infancia e juventude. Nestas duas forças, tão maltratadas nesta vastidão bra*
sileira, repousa a vida, a saúde, a beleza T Demos portanto a atenção necessária a esses dois sustentáculos de um povo, a fim de conseguirmos, a' curto pra
zo, diminuir as discrepâncias existentes, extinguir êsse iáto na nossa cultvira,
"representado pelo semi-alfabetismo, doença do brasileiro que precisa ser curada.

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l'i

�o semi-alfabetizado, pensa

que

sabe

forças para vencer, acredita que tem capacidade
tas, porque não está preparado para
sua família,

a

enxergar

alguma coisa, julga que tem
para enfrentar todas as lu
a realidade, expondo-se, e à

toda sorte de dificuldades. Por essas estradas brasileiras

ainda caminham crianças e velhos maltrapilhos e esfomeados' que são obrigados
a acompanhar os mais moços no seu desejo de encontrar a terra prometida 1 A
terra prometida está em toda parte,mas o engano lhes acena com promessas de
dias melhores em lugares desconhecidos,,E a natioreza continua a aplicar ine
xoràvelmente a lei do mais fortel Os que se livram da morte chegam ao desti
no estropiados, para reiniciarem a sua batalha cotidiana - miséria l
Não vamos apresentar solução para este problema social. O que dese
jcunos e poder alertar os educadores (incluindo os bibliotecários) para essa
realidade, a fim de que nossa atenção seja atraída para os problemas da infancia

e juventude no sentido de com elas prepr.rarmos os degraus seguintes

da nossa emancipação total.
Lembremo-nos das palavras proferidas, em meados do se'culo dezenove
pelo grande educador americano Horace Mnn, que ate' os quinze anos não havia
cursado escola devido a extrema pobreza da sua família, são palavras saídas
do cerebro

e aquecidas pelo coração de quem conheceu a miséria e chegou ao

poder, sem jamais abusar dele.
t
" Nada, por certo, salvo a educação universal, pode contrabalançar
a tendência à dominação do capital e à servilidade do trabalho. Se uma cla£
se possui toda a riqueza e toda a educação, enquanto o restante da sociedade
6 ignorante

e pobre, pouco importa o nome que dermos à relação entre uns e

outros; em verdade e de fato, os segundos serão os dependentes servis e sub
jugados

dos primeiros. Mas, se a educação for difundida, por igual atrairá

ela, com a mais forte de todas as forças, posses e bens, - pois nunca aconteceu e nunca acontecerá que um corpo de homens inteligentes e práticos, ve
nha a

se conservar permanentemente pobre...A

educação, portanto, mais que

qualquer outro instrumento de origem htmiana, e a grande igualadora das condi
ções entre os homens- a roda de equilíbrio da maquinária social... Da a cada
homem

a independencia e os meios de resistir ao egoismo dos outros homens.
%
Faz mais do que desarmar os pobres de sua hostilidade para com os ricos; im

pede-os de ser pobres

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l'i

�.5
Esta, a fimção social da educação. Se nós, bibliotecários^^ que temos o alimento
valor

e

da

nas nossas ferramentas de trabalho, nao nos dermos conta do
força dessas ferramentas, faremos como o ferreiro que malha o

ferro sem a forja 1
A infancia e a juventude aí estão, à espera de
mos t As
guerra,
mento

bruscas mudanças verificadas

que os compreenda-

na estrutura das sociedades de após

trouxe, como conseqüência dos desiquilíbrios sociais, o desajustados

jovens e o retardamento educacional da infancia. Embora não te-

nhamos sofrido o que outros paises sofreram, os problemas de ordem economica, moral e social indiretamente nos abalaram.
Ate hoje, dezoito anos do termino da guerra, ainda se fazem sentir
os seus efeitos

nefastos. Façamos nós, o esforço necessário para fazer ca-

minharem peralelos os sustentáculos de um povo - cultura e saúde l
Abrir bibliotpcas, escolas, jardins de infancia e centros de saúde
para que

sejam

preensão

das

inoculados

nas mãos os germens do desenvolvimento e com-

suas necessidades fundamentais como ser humano com direito à

educação, saúde e bem estar.
Façamos
ao

lad«

para que haja em nosso país, orgão documentário capaz de,

da escola, atender- a infancia e juventude, tanto quanto nós vimos

fazendo no sentido de impulsionar o desenvolvimento científico e industrial.
Começamos

pelo telhado do edifício; desçamos agora ao terreno ainda virgem

e preparamo-lo

para as construções futuras. Pensamos que a criação de cen-

tro de documentação infanto-juvenil

com

serviço de informação

organizado

será poderosa arma no combat-e ao semi-alfabetismo l
Toda a atenção e gastos com a infância e juventude terá, em futuro
próximo, compensações imprevisíveis no sentido beae&amp;co» A hora e propícia }
A estabilidade

da escola e biblioteca condiciona os meios para as mudanças

que o povo exige, refletidas na segurança economica, saúde e educação.

CENTRO NACIONAL DE DQCUMEMTAÇXo INFANTO-JUVENIL

Os centros
t
para atendimento

\
•
de documentação, não devem ser tão somente organizados
'
•

dos cientistas e industriais, mas sim existirem também

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ao

l'i

�6
nível da inf^cia e juventude, especialmente no Brasil,Organizados exclusivamente para atender às suas necessidades e à dos responsáveis pelo seu desenvolvimento, caber-lhes-á o papel de orientadores, divulgadores, organizadores
de rede de informações infanto-juvenil. Não é utópica esta nossa

sugestão I

Todos os centros de documentação no mundo, tiveram quase sempre sua
I
origem numa pequena l^iblioteca especializada a qual, pela pressão do meio,
foi ampliando sua ação, atingindo círculos cada vez mais vastos, incluindo o
internacional.
,Todos estamos lembrados do imenso valor, e do papel de .orientadora,
organizadora e divulgadora desempenhado pela Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato de são Paulo, Não e regionalismo falarmos aqui dessa Biblioteca,
podemos

afirmar

que

os atuais Diretores e chefes das Bibliotecas Infantis

brasileiras, de norte a sul, tiveram ocasião de ver, ler, solicitar ajuda

a

D. Lenyra Camargo Fraccarolli, agora aposentada.
f
A Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato de São Paulo não têm o
nome de Centro de Documentação Infanto-Juvenil, porem, na sua essencia, organização e funções e o maior existente em nossa patria. Salvador se orgulha cfe pos
suir sua bela, útil e eficiente Biblioteca Infantil com Denise Tavares à fren
teils de Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro,Brasi
lia para citar algumas, poderão dentro de algum tempo, caminhar

para centros

regionais de informações ou documentação infantil aos. quais caberão as mesmas
fiinções dos centros que trabalham para a ciência, indústria, arte etc.*
Esta ide'ia,
muitos

hoje

bibliotecários

lançada, já deve ter sido objeto de cogitaçao de

das bibliotecas infantis e juvenis do Brasil, porem,

pensamos, não havia sido publicamente exposta.
Um centro nacional de informação ou documentação infanto-júvenil ,
poderá servir como viga mestra do sistema bibliotecário nesse importantíssimo estágio da educação,

E seria justo que a Biblioteca Infanto-Juvenil Mon-

teiro Lobato de São Paulo fosse o primeiro Centro de Documentação Infanto-Ju
venil do Brasil.

*

á na, infância e juventude que repousam os alicerces da cultura e de
senvolvimento de \jm povo.

Se

atendermos mais, agora, neste momento da vida

nacional, de arrancadas para o progresso, à infância e juventude, dando-lhes

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�imediatamente a atenção devida por direito, haveremos de atingir o Homem dentro de poucos anos, E, se Deus o quiser, nos todos estaremos vivos para sentir

os

benefícios

do nosso esforço, entusiasmo e sobretudo nosso amor, em

prol da criança e do jovem !
Nao esqueçamos

que qualquer centro de documentação representa con-

'junto de serviços organizados metòdicamente para serem postos ao alcance dos
interessados, oferecendo-lhes documentos especializados ou gerais.
Èsses serviços definem as funções dos centros de documentação e informação, resijmidas na procura, reunião, produção e difusão de documentos ou
informações. Tudo quanto se exige de centros destinados aos cientistas, também será exigido dos que se dispuzerem a atender a infancia e juventude.
^

Naturalmente, se tanto a investigação como a comunicação cientifica

da informação estão

condicionados e se vem cortinados pelos recursos dispo-

níveis, financeiros e himanos, um centro de'documentação infanto-juvenil também encontrará as mesmas dificuldades. Pore'm, tudo serã resolvido se as próprias Bibliotecas Infantis forem, gradativamente agindo sobre o meio através
de tare'fas básicas preliminares no molde dos centros de documentação existen
tes. Essas tare'fas podem ser resumidas no preparo de:
1» Guia das bibliotecas infanto-juvenis brasileiras
2, Catatlogos coletivos
3» Listas de instituições ligadas à infância e a juventude
4» Bibliografia infanto-juvenil
Em nosso pais, estamos inclinados a crer, a Biblioteca Infanto-Jiívenil Monteiro Lobato de São Paulo já constitue centro de docmentação, desempe
nhando as tare'fas acima expostas, já existe Bibliografia especializada sobre
literatura infantil.vários trabalhps foram, em Congressos anteriores, apresen
tados,'versandö sobre organizaçao de Bibliotecas infantis.'Na Bibliografia Brasileira de Docxmentação publicada pelo I.B.B.D, estão devidojnente inde'xados«
O livro de Lenyra Camargo Fraccarolli- "Bibliografia de literatura infantil"e realmente obra básica, ponto de partida

para novos caminhos, os quais po-

derão ser descobertos por tantos outros bibliotecários capazes, já conhecedores dos problemas existentes nas Bibliotecas Infantis e Juvenis".

SERVIÇOS DE INFOmiAÇÕES E CENTROS DE DOCUÍffiNTAÇÃO^CIENTÍFICA

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I Sc a n
Syst em
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lí

�Falar sobre

serviços

de informaçoes implica em saber, não somente,

quais são esses serviços, mas também onde existem, sobre que assuntos, o como
utilizá-los.
Foge às nossas possibilidades, devido ao restrito tempo para a busca
dos dados necessários, dar todas as informações acima. Trabalhos desta natureza

implicam no conhecimento pormenorizado de cada instituição que os possua,

tal como feito pelo I.B.B,D. antes da publicação em 1962, do livro " Bibliotecas Especializadas: Guia pa-ra intercâmbio bibliográfico ".
Entretanto, gostaríamos de recordar como introdução a este trabalho,
alguns

dos

centros mais importantes, como orgaos internacionais e regionais

de documentação,
1» Federação Internacional de Documentação

(FIP) Representa o orgão prin-

cipal da documentação, desde que promove o entrosamento dos centros bi'S
*
bibliográficos do mundo todo a ele filiados. Com sede atual em Haia te
ve sua origem em Bruxellas em lt95. Das suas Ö comissoes de estudo a quo
merece atenção.especial é sem dúvida ò "Comitê Internacional de Classificação

Decimal Universal " a fim de anipliá-la e corrigi-la constante-

mente .
2, Organização

Internacional

dardisation

de

Normalização (ISO - International Stan-

of'Organization) ■- Fundada em New York, em 1926 e com sede

atual em Genebra, preocupa-se com problemas da normalização da Documentação, A

A.B.N.T., no Brasil e membro nacional da ISO, tendo sido, por

sugestão do I.B.B.D,, criada entre suas Comissões, a de Documentação.
3» Conselho
of
nou

Internacional

das Uniões Científicas - International Council

Scientific Unions - ICSU) - Fundado em Haia em 1931» A Unesco assiacordo

com

a ICSU que a reconheceu como orgão coordenador das U-

niões Científicas Internacionais. Sao membros 43 paises e 13 Uniões Internacionais i entre

as

quais, Radioeletricidade. Física, Química etc.

Seu objetivo principal e âssegurar
a preocupação de ftindar

o

a rapidez da informação, tendo tido

Bioreau de Resiomos Analíticos, cujo programa

inclue normas para a publicação de trabalhos científicos. Duplicação da
Informação Científica, Cooperação ^ no Setor dos Resumos, e Troca de Informações

em caráter internacional. Neste sentido estabeleceu coopera-

ção entre Estados Unidos, Rússia, França e Grã-Bretanha, de modo que es-

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�SOS paises enviassem listas das publicações periódicas, seriadas ou nSo,
neles editadas, ,com indicação do editor, endereço etc.
4. UNESCO -(United Nations Education Scientific and Cultural Organization)
Fundada com a finalidade de promover a cooperação entre os povos, através a educação, ciência e cultura vem contribuindo para o desenvolvimento biblioteconomico no mundo, tanto pela promoção de Conferências internacionais

para

organização

o aperfeiçoamento dos Serviços Bibliográficos, como na

de Centros de Documentação, ta.is como os do Mexico, índia,

Uruguai, lugoslavia, Egito, Argentina, Brasil e outros»
Dentre os Centros Regionais podemos destacar:
1« Centro de Documentação Científica e Técnica de Mexico que edita o Boletin dei Centro para indexação de todos os periódicos científicos e técnicos publicados na America Latina e artigos de valor da literatura mun
dial.
2, Indian Scientific Documentation Centre (INSDOC) - Fundado em Nova Delhi
em 1951

para

promover o progresso científico do Sul da Ásia. Possue»©

Catálogo Coletivo do Ceilão, índia, Birmânia, Malaia e Indone'sia.
3« Centro Nacional para a Pesquisa Científica- em Paris, destinado a incrementar os serviços de informações e documentação da França.
4. Instituto de Informações Científicas da Academia de Ciências de Moscou»
Estabelecido

em 1952, tem por função principal, o preparo e publicação

do jornal de Referencias, constituído de resmos analíticos sobre matemática, mecânica, física, química, astronomia
tigos

científicos e copilação de dicionários,

etc.;

traduções do ar-

e a publicação de obras

e monografias das instituições e orgãps científicos dependentes da Academia «
5« Centro de Investigações e Desenvolvimentos Técnicos substituído pela kcademia

Checoslóvaquia de Ciências, cujas atividades são desempenhadas

por três centros; Biblioteca das Universidades Técnicas que edita o Boletim de novas publicações classificadas sistematicamente fçla CDU; Instituto de Inform.'^.ções Técnicas e Economicas publicador de folhetos sobre
as

experiências checoslovaquias e estrangeiras nos diferentes ramos da

produção; Oficina de Invensões e de Normalização que também edita o Bo-

om

1

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I Sc a n
Syst em

�J.«
letim de Infornirições sobre p?.tentes etc.
6, Biblioteca da Academia de Ciências da Hungria fundada em 1Ö26 pelo Conde
Joseph Teleki

que fez doação à Academia de 30,000 volumes. O Serviço de

Informações Bibliográficas aos investigadores inclue a publicação de bibliografias e o intercâmbio com 1,260 instituições científicas de 72 pai
ses«
Italiano de Documentação (CID)em Milão, responsável pela publicação

do

bibliografias

especializadas de obras italianas e estrangeiras

(resumos)
Ö. Instituto de Engenheiros Eletrotécnicos de Londres, publica a Science AbstractS) resumos sobre todos os artigos no campo da Física e Eletrotécnica Section A - Physics Abstracts - Section B - Electricàl Engineeiring Ab_s
tracts)
9» Biblioteca do Congresso de Washington
Marietta Danielg
cios de información
sou

no

seu trabalho " La evolucion de los servi»ios

cientifica

de los Estados Unidos, " informa que no

país o desenvolvimento dos serviços do informações científicas pode

dividir-se em dois períodos: o primeiro ate 1950 de organização e fundos
bibliográficos, e o segundo, a partir daquele ano, de ampliação de meios
mecânicos (com base na maquina de escrever) para oferecer as informações
cora maior rapidez. Realmente a necessidade de obter informação mais rápida acerca dos

acervos

fês com que fossem adotados processos novos de

catalogação, surgindo especialmente na Biblioteca do Congresso em VJashing
gton, a^ catalogação cooperativa. Sob os auspicios da Association öf Research

Libraries, foram publicadas em forma de livro, as fichas impres-

sas da Biblioteca do Congresso, Depois dessa primeira
editados
ries,

suplementos

pai-a m?,nto-la

publicação

foram

atualizada, aparecendo em duas se-

uma para assuntos e outra para autores. Deste modo os bibliotecá-

rios conseguiram uma fonte de referência excelente.
Entretanto
quanto

desejam

relevante
cas,

em

e

ccmum

que nem sempre os leitores encontram tudo

uma única biblioteca. Aqui portanto aparece o papel

dos serviços de informações e dos emprestimos-entre-bibliote-

juntamente com o dos Catálogos Coletivos regionais, para localiza-

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.

I Sc a H
s t e .O"
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lí

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�11
çãó de daHos necessários â investigação. A descentralização desses serviços, mormente no Brasil, e absolutamente necessária.
Sem dúvida
nar

problema

bliotecas,

a

velha lei da oferta e procura ajudou a solucio-

criado pelo aumento dos pedidos de emprestimos-entre-bi-

originados pelo'desenvolvimento técnico-cientxficot Em fins

da década

de 1930 muitas bibliotecas norte americanas já haviam desço•
í
%
aw
*
berto as aplicações dos microfilmes.
•
Com
tecnologia
sa. De

a

segunda

A
*
grande guerra,' a eletrônica e .outros ramos da

foram chrjnadas a cooperar no controle da informação impres-

1930 a 1950 o preparo de bibliografias especializadas, serviços

de

consulta e ajuda aos leitores e emprego de processos mecânicos para
4
rehaver as informações, alcançaram grande desenvolvimento.
'

O uso automático da máquina de escrever, ou seja, sistema Flexo-

Writer, combinado com equipamentos IBM e outros, veio dar grande impulso
aos métodos automáticos usados pelas bibliotecas.
»/
Atenção tajnbém foi dada aos processos fotográficos, O bibliote
cario Ralph Schaw inventor do sistema " Photoclerk " para simplificação
dos empréstimos também criou o aparelho " Rapid Selector " para armazenagem das informações em microfilmes. Depois dêle a telecomunicação e a
televisão vem sendo usadas com objetivo de transmitir informações do lu
gar onde se encontre a um receptor situado em lugar distante. Êstes dois
últimos métodos serão o próximo passo enquanto são terminados os estudos
sobre automação que estão sendo feitos na Biblioteca do Congresso,
V
•

.
grandes

A

Biblioteca

centros

do Congresso de Washington encabeça q. lista dos
'
'

de informações dos Estados Unidos. Seguindo-a, encon-

tramos :
Biblioteca e^s Sociedades de
ry) que
ções etc.

Engenheiros (Engineering Societies Libra-

faz empréstimos, tem serviço de fotoduplicação, prepara traduNÓs já utilizambs êstes

serviços mas confessamos, são muito

caros.
11. Chemical

Abstracts

Services que também realiza buscas bibliográficas,

responde a perguntas técnicas e prepara resumos.
12, Serviços

da

Comis^^o de Energia Atômica que copila e resume a coleção

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11

1

�12
de informações cientificas mais completa do mundo em matéria de ciênci"I

•»
as nucleares.

13» Escritório de Patentes dos Estados Unidos, desenvolve sistema mecanizado de armazenagem e

localização de patentes, bem como informação sobre

elas com a cooperação da I.B.M.
14« Centro de Documentação e Investigações sobre Ccmunicaçoes, da Universidade V/estern Reserve que faz pesquisas bibliográficas por meios automáticos, especialmente no campo metalúrgico.
15* Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
Chegamos agora
janeiro

de

1951*

ao nosso pais. Desde a fundação do I.B.B.D., em 15 de

e depois dêsses catorze anos de lutas para angariar a con-

fiança

dos cientistas e estudiosos nos ^serviços que se propõe a prestar, mui-

tr*

conseguiu. Do Norte ao Sul, de Este a Oeste novos pequenos centros

se

informações

foram

mesmas - informar
mento

de

da

surgindo. Embora com deficiências, suas finalidades são as
com

bibliotecas

cializadas,

rapidez

pelos meios adequados, auxiliar o desenvolvi-

de pescuisa e promover a formação de bibliotecas espe-

Naturalmente,

alçada

de

como

é lógico, estas duas últimas finalidades são

quase exclusiva do I.B.B.D., porem, as novas Escolas de Biblioteco

nomia surgidas, sempre promovem a formação de novas bibliotecas»
O I.B.B.D,, a fim de facilitar o intercâmbio entre as bibliotecas bra
sileiras,

possue

o Catálogo Coletivo Nacional de

Livros e o Catálogo de Pe-

riódicos, cuja publicação em livro estava já programado desde 195Ö.
As

principais vantagens

dêsses

catálogos a todos que pesouisam e a

nós que precisamos ajudá-los, resumem-se em:
a) facilijrar a localização de publicações, onde quer que estejam;
b) facilitar a identificação das obras que já possuem fichas impressas pelo
Serviço de Intercâmbio de Catalogação (S.I.C.)
c) evitar a duplicação
ca

poderá

tecas

com

de obras nas bibliotecas, uma vez que cada bibliot^

facilmente verificar que obras ainda não existem nas biblioas

quais

costuma manter intercâmbio e, portanto, que obras

deverá, realmente adquirir por compra;
d) facilitar o Serviço de Permutas de publicações;
e) incrementar o emprestimo-entre-bibliotecas.

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11

1

�13
Sobre
apresentado

o emprestimo-entre-bibliotecas já existem dois ante-projetos, am

por

Odete Oliveira Penna e publicado no IBBD, Boi, Inform., Rio de

Janeiro, 3(5)*.293-303, set./dez., 1957, e outro pela A.P.B, que aceitou o trabalho preliminar apresentado por Alice Camargo Guarnieri e Maria Antonieta Ferraz,
publicado no - Boletim Informativo da F'.E.B.AAB., São Paulo, 5(3/4):36-3Ö, mar./
abr,, 1962,
Tão

necessária

quanto a existência do I.B.B.D, é a instituição do em-

prestimo-entre-bibliotecas

dentro do território nacional, tí urgente que se con-.

siga a isenção de taxas do correio ou redução apenas para esse SERVIÇO.
Ale'm

de ser a se'de do Catálogo Coletivo Nacional,

pelo seu Serviço de

Bibliografia é autor de dezenas de bibliografias especializadas.
r
Através

do

Serviço

de publicações vem editando não só bibliografias,

mas igualmente Guias, Catálogos, índices,. Folhetos, Sumários de energia nu/
clear. Lista selecionada de livros, folhetos e periódicos da sua Biblioteca» Além

disso

promove a edição e distribuição das fichas de catalogação do Serviço

de Intercâmbio de Catalogação (S.I.C.), que já reviu quasi 50.000 fichas das bibliotecas cooperantes,
Pelo

Laboratório de reproduções fotográficas vem o I.B.B.D. permitindo

que as bibliotecas especializadas possam atender melhor seus usuários pela procu
ra de 'material não existente nos seus acervos,
Infelizmente

a demora entre o pedido do leitor e o atendimento pelo I,

B.B.D», ainda e

muito grande, provocando reclamações. Entretanto, a culpa não é
i
propriamente do I.B.B.D. Cremos que" a procura por parte de usuários e outros cen
tros tem aumentado nestes'dez anos, sem que aumentasse na mesma proporção os fun
cionários para atendê-la com a necessária rapidez*
Êste mal não é previlegio do I.B.B.D. Sentimo-lo igualmente, desde 1950,
por isso sabemos compreendê-lo.
*
«
Com serviços de informações organizados no molde

do

I.B.B.D,

podemos

destacar;
Amazonas

- Instituto Nacional de Pesquisas da àmazonia (ainda em or^nização);

Bahia

- Serviço

de Informações Bibliográficas da Reitoria da Univer-

sidade ;
Ceará

cm

1

;

-Serviço Central de-Informáções Bibliográficas da Universidade;

'I Digitalizado
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�14
Goiás .......... - Serviço

de Informações Bibliográficas da Universidade Federal

de Goiás;

'

Guanabara ...... - Instituto
Nacional

Brasileiro de
de

Bibliografia e Documentação e Centro

Informação Científica em Microbiologia(lnstituto

de Microbiologia);
Minas Gerais

- Serviço

Central

de Informações Bibliográficas da Reitoria da

Universidade;
Pará

- Museid

Paraense " Emilio Goeldi " e Serviço Central de Infor-

mações Bibliográficas da Reitoria da Universidade;
Parama ......... - Centro

de Bibliografia e Documentação da Universidade;

Pernambuco ..... - Serviço Central das Bibliotecas da Universidade do Recife;
Rio Grande do Sul- Serviço Central de Informações Bibliográficas da Universidade;
Santa Catarina.. - Serviço Central de Informações Bibliográficas da Universidade;
são Paulo

- Divisão

de Documentação da RUSP,

Biblioteca Central da RUSP,

Serviço de Documentação da Secretaria da Saúde, Serviço de Biblioteca e Docmentação do Instituto

de Eletrotécnica da Uni-

, versidade e outros,
3. SERVIÇOS PRESTADOS POR BIBLIG1T:CAS ESPECIALIZADAS NÊSTE SETOR
De que

devem se ocupar basicamente as bibliotecas especializadas que

reúnem as funções de centros de informações? Tomando por exemplo, não o I.B.B.
D., orgão nacional, mas um pequeno centro, nascido de biblioteca especializada
que possuía apenas 800 volmes em 1945&gt; podemos afirmar, são as seguintes ás ta
refas fundamentais:
a) atendimento rápido tanto na sede,como por telefone e fora dela (acesso li
vre);
b) empréstimos domiciliares e entre-bibliotecas(se possível, fora da sede tam
be'm);
o) respostas a perguntas dos consulentes com os recvirsos que possue;
i) fichário de indústrias (endereços e linha de fabricaçãp);
li) fichário de endereços de outros centros e bibliotecas;
iii) fichário de catálogos técnicos das indústrias nacionais e estrangeiras ;

■

iv) fichário

das retiradas individuais dos cientistas, técnicos e enge-

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
]_4
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16
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lí

�nheiros;
v) fichário das entidades permutadoras;
d) resume artigos de revistas. Cataloga-os;

.

. ' ■

'

e) encarrega-se de localizar e ir buscar publicações de interesse dos pesquisado-res, existentes em outras bibliotecas;

'

:j|

f) prepara bibliografias a pedido e ajuda no pie par o delas quando solicitado;

J

s) procura, localiza e manda traduzir artigos de revistas;
h) prepara e distribue listas de obras sobre o assixnto;
i) ajuda na redação de trabalhos quando solicitado;
j) encarrega-se de procurar obras de interesse dos leitores, tanto nas
como nas livrarias;

,

editõras

-

-

i I;
k) ajuda os usuários na escolha de obras básicas sobre a especialização;
í j1
1) prepara microfilmes, ampliações e fotocópias;
m) prepara comunicados para a. imprensa;
n) ajuàa na revisão das sinopses e referências bibliográficas dos trabalhos dos
especialistas quando solicitado;
o) publica trabalhos sobre biblioteconomia e documentação;

.

•

p) organiza exposições, conferências, palestras e cursos rápidos sobre documentação »

'
Para conseguir levar a bom termo essas tarefas a biblioteca especializada

que, através seu desenvolvimento e por imposição do meio, se ampliôü de modo a ccns
titu2.r centro de informaçao, precisa:
1. Procvrrar os documentos necessários â sua especialização e de interesse dos seus
usuários;
2# Reunir os documentos organizando-os de modo a serem usados nas suas se'des e fó-.
'
s
y
ra dela.
i
^

3» Produzi-los»
4» Difundi-los entre os técnicos da sede, do país e fora dele, através .seus setores de Permutas e doações, e Intercâmbio de informações e fotoreprodução.
4. CONCLUäOES E RECOtíENDAÇÕES .

.

-

.

Pelo exposto e face a um novo Congresso que se realizará no Brasil em data a sex" determin?.da, solicitiamos seja encaminhada às autoridades competentes su
I
gestão para que considerem imprescindível;

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•
1. Seja fundado

o

16

Centro Nacional de Docimentação Infanto-Juvenil com sede

na cidade de São Paulo.
2» Seja dado

o

nome de Centro Nacional de Documentação Infanto-Juvenil Mon-

teiro Lobato à

atual

Biblioteca

Infanto-Juvenil Monteiro Lobato de São

Patilo,
apresentado,

no

próximo Congresso plano de Organização desse Cen-

tro, e, se a ide'ia

se

concretizar antes

3» Seja

destes dois anos, trabalho so-

bre o mesmo»

Sugerimos igualmente aos organizadores dos próximos Congressos;

1. Sejam revistas, Eeestudadas e postas em prática.as conclusões e recomenda
ções aprovadas nos congressos anteriores;
2, Sejam
dência

solicitadas teses

originais sobre os temas propostos, com antece-

de no mínimo, um-ano,-a fim de que, não sejam debatidos trabalhos

idênticos e se evite duplicata de esforços;
3» Sejam

permitidas

inscrições

para apresentação desses trabalhos com tí-

tulos provisórios, com antecedência também de um ano;
4* Seja

estudado

•

questionário sobre empre'stimos-entre-bibliotecaa ccano su-

gerido no trabalho da A.P.B, a ser enviado às bibliotecas dos cursos seA
cxmdários, universitários, especializadas e públicas;
■ k
5» Sejam debatidos os ante-projetos de códigos de Emprestimos-entre-Bibliotecas,

'se

não

neste, mas, em reuniões no I.B.B.D,, à qual deverão com-

parecer não apenas os autores,

pore'm,

como já sugerido, comissões esta-

duais para sua redação;
6» Sejam feitas reuniões anuais para debate de problemas da profissão;
7. Seja lembrado o rlome de Lenjo-a Camargo PVacçarolli para presidente Ou diretor de honra do Centro Nacional de Documentação Infanto-Juvenil,

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lí

�,

REFEEÍ^NCIAS BIBLIOGRiÍFICAS
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4CENTROS,DE INFORMAÇÃO

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FOTHERINGHAM, H, - Actividad y objetivos de Ia Biblioteca Internacional de Ia
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13(7):156-157í jul., 1959»
HARASZTHY, G, - Bibliotecas cientificas de Hungria.
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KOFNOVEC, L., SPIRIT, J. - información cientifica y técnica en Checoeslovaquia,
Boi, Unesco Bibl,
12(7):163-165, jul., 195Ö.
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LARSEN, K. - Los servidos bibliográficos
(6);313-322, nov./dec^j 1961.

nacionales.

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LDRENZ, J,G. - La función de Ias bibliotecas, en el desarrollo econoraico y social.
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16(5):239-246, sept./oct., 1962.
SHAW, R.R. - Conferencia sobre Informacion cientifica.
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Rio de Janeiro, Serv, Doe.

SAMBAQUY, L.Q, - Federação Intern-cional de Documentação.
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SAMBAQUY, L.Q. - O IBBD e os serviçQs que se propoe prestar.
B^B.D., 1957.

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Rio de Janeiro,

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SAWAYA, P. - Contribuição da biblioteconomia para o progresso científico.
IBBD
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Rio de Janeiro,
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VICENTINI, A.L.C, - A documentação no Brasil
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Paulo. 15, dez., 1950r
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São

TAVARES, D.F, - Sugestões para organização de vima pequena biblioteca infantil.
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TAVARES, D.F. - Situação das Bibliotecas Infantis brasileiras.
Informe apresentado ao I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, Recife, julho, 1954.

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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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�IV CONGRESSO BHüSILSIRG DE BIBLIOTECONOMIA S DOCIJI-ÍENTAÇ-ÀO

Bibliotecas especializadas
por
Dinora Mendonça Luna

b

Margarida Pinto Oliveira

Fortaleza
1965

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♦

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lí

�TEMA

III

-

Informação Científica

Bibliotecas

Especializadas
«

-s

por

Dinora Mendonça Luna*
e
Margarida Pinto Oliveira
SÃO PAUL"0

°]

Mtce

* Professora da Escola de Biblioteconomia e Documentação
Universidade da. Bahia - Cadeira
/

da

"Classificação". Cheíe '

da Biblioteca da Procuradoria da Fazenda do Estado
♦
Bahia

da

*♦ Bibliotecária da Secretaria de Saúde e Assistência Social do
Estado da Bahia e Bibliotecária Assistente da Fundaçao
Gonçalo Moniz

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NN|III
15

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lí

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�S U M if R I o

Sinopse

1

1 - Bibliotecas especializadas - Situação
das Bibliotecas Universitárias Bra
sileiras •

2

2 - Uma experiência na Biblioteca da Fa culdade de Medicina da U, Ba....t.

3

3 - Condiçoes mínimas para o bom funciona
mento da Biblioteca

8

h - Referências bibliográficas

10

Recomendaçoes

11

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^Scan

�SINOPSE

A Biblioteca Especializada,
organização e administração»

À biblioteca universitá-

ria como biblioteca especializada,
sil.

suas coleções,

sua posição no Bra-

Dados relativos a trabalhos realizados numa bi -

blioteca universitária - A Biblioteca da Faculdade

de

Medicina da Universidade da Bahia - transformando-a nu
ma biblioteca ativa.

Apresentação de sugestões para

um funcionamento ideal.

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- £ «

1 - BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS - SITUAÇÃO DAS BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS BRASIJIICIRAS,

Através da história o homem tem buscado informação
sobre si mesmo, o segredo da vida, os mistérios da medicina, enfim o conhecimento mais complexo de tudo que o cerca.

Daí o pro-

gresso que vemos hoje, a imensidão de livros, revistas e documen
f
tos outros dos assuntos ma'is diversos»

Surgiram as bibliotecas

*

e, cora o grande desenvolvimento das ciências, a biblioteca especializada, destinada especialmente a um determinado público.
Suas coleções se referem na maior parte' a u'a matéria ou um campo particular do conhecimento, constando principalmente de revistas, índices, coleções^especiais

(teses, patentes,

relatórios, catálogos comerciais, separatas, cópias fotostatica^
•f*
,
.
microfilmes, etc.).
.

^

A biblioteca pode depender de diversos organismos
tais comoí

serviços de administração pública, instituições ei-

f
^
entificas, sociedades culturais, associáçoes profissionais, museu,, entidades ind^istriais, comerciais e similares-.
, ,

Sua organização e administração para que possam cum

prir bem a sua missão, não são coisas acidentais senão o resulta
do de uma feliz conjunção de circunstâncias»

A experiência tem

provado que as bibliotecas devem ser planejadas levando-se

em

conta seus mínimõs detalhes, características, extensão, modalida
de de organização, fins e procedimentos para que possam atingir

cm

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Syst em

'

�„ 3 -

seus objetivos de bem servir aos leitores.
Masj nab basta somente isto, requesito essencial ne^
ta combinação de circunstancias é um pessoal preparado com boa ba
se cultural, lingüística e técnica uma vez que, para a biblioteca
especializada, muito mais.importante que seu acervo material, e a
informação.

Portanto torna-se justo que uma biblioteca especiali^

zada esteja em condições de informar dentro de sua especialidade
cora muito mais rigor que a geral, destinada a fazê-lo nos vários
ramos do conliecimento humano.
Dentro de um estudo de biblioteca especializada pode
mos situar a biblioteca universitária como a que, esta.ndo ligada
as varias unidades da Universidade, atende, cada uma delas a

m

determinado setor das ciências, artes e técnicas.
No Brasil a situação destas bibliotecas não é aquela desejada.

Quase todas apresentam as mesmas dificuldades desde

as instalações muitas vezes inadequadas, e ate improvisadas, as
verbas insuficientes para a aquisição de m bom acervo e, princi
palmente o problema de escassês de pessoal técnico à frente dêstes serviços.

Comprovando o exposto, citaremos uma experiência,

vivida numa biblioteca universitária.

2 - UMA EXPIiRIÊKCIA NÂ BIBLIOT-clCÀ DA FACULDADE DE FiSDICINA DA UNI
VERSIDADE DA BAHIA ■

cm

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�" u -

A Faculdade de Medicina tradicional e pioneira dos
estudos médicos no Brasil, possui como imidade complementar

de

seu programa educacional uma Biblioteca que, embora contando com
um acervo numeroso e composto de valiosas e preciosas coleções,
##
^
»
nao oferece ainda mn fumcionamento condigno a uma biblioteca espe
cializada.
Instalada era 1836 conservou-se até bem pouco tempo
em métodos arcaicos, com um acervo de i^O.OOO livros e 2.000 titu
los de periódicos desatualizados, praticamente sem catalogos que
permitissem as consultas.
Naturalmente, tal situação não poderia continuar

e

foi sentida a necessidade de reorganiza-la, atualiza-la, rompendo
destarte as barreiras que as separavam dos modernos meios de fun
cionamento, transformando-a, conseqüentemente num organismo ativo
em correlação com as atividades da Universidade, tornando-a enfim
A
»V
^
uma verdadeira "agencia de serviços", onde nao somente a atuali%
zação de seu acervo era sentida, mas, principalmente, a presença
de bibliotecários capazes.
\

Uma equipe de bibliotecários prontificou-sc a isto»

Convém notar que problemas comvms a quase todas as bibliotecas
brasileiras, aqui taijibém apareceram!

restrições de verbas, espâ

ço reduzido para instalações adequadas, falta de pessoal capacife
do em numero suficiente para o atendimento nos vários departamen
tos da Biblioteca,, e, mais ainda, a impossibilidade do suspensão
total de funcionamento das atividades da mesma, para a sua reor-

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�ganização completa.

a

'

'

Por tudo isto teve de se pensar numa forma quo possj^
bilitasse a solução das maiores dificuldades,

sem fechar a Biblio

teca, sem privar os corpos docente e discente do serviço que lhe
prestava mesmo em carater precário aquela Instituição«
«
^
Como ponto de partida de'ste trabalho foi dedicado Um
estudo especial aos objetivos da Biblioteca, levando-se em consideração os vários tipos de leitores:

alunos, professores das di-

versas cadeiras e, mais ainda,todo estudioso no campo das ciências
1
*
médicas.
Considerando que o curriculo médico se encontra cons
*
tituido de cadeiras de estudo básico (em funcionamento no proprio
prédio,da'Escola) e cadeiras de clinicas especializadas, fxmcio nando no Hospital anexo a esta, ficou decidido que aquele material
específico das clínicas, para ali se deslocaria, enquanto as obras
ligadas as cadeiras básicas, bem assim a secção de referência mé^ t
dica geral, as coleções de periodicos mais gerais, deveriam perma
necer na Biblioteca da /5scoÍa.

.

'

Do mesmo modo a equipe teve do se dividir para atenter o fimcionamento em dois locais.

Embora a divisão fosse exigj.

da, o trabalho permaneceu um so e em comum, pois a Biblioteca era,
uma so e os objetivos os mesmos.

,

,

Uma plano de traba,lho foi cuidadosamente preparado e
começou a ser executado.

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�6 ^

Fase iniciais

Seleção

do material encontrado.

Uma vista d'olhos inicial permitiu constatar que o
mesmo era variadíssimo- o mais de sua metade por nenhum modo esta
va sendo utilizada pelos leitores.

Do pronto forain selecionadas

todas as obras existentes que não ofereciam nenhuma ligação com
as ciências médicas tais como:

filosofia, direito, engenharia,

literatura, historia, sendo em seguida compiladas listas das rae^
mas e encaminhadas a Direção da Sscola sugerindo fossem aquelas
coleçoes enviadas as demais unidades da Universidade onde tives~
sem melhor aproveitamento.

Com isto estava-se de um modo, colo-

cando o livro onde ele fô^se mais,procurado e do outro modo, de^
congestionando o acervo do material perfeitamente dispensável,
resultando por certo ainda a vantagem da aquisição de novos espa
ços que poderiam ser aproveitados e utilizados nas instalações de
secções de funcionamento indispensável,

,

.

lilxecutada esta primeira tarefa, com a ajuda de pro fessores da Escola, começou a seleção propriamente dita do mate»
rial cm condições de circular.

Êste, foi colocado em sala com li

vre acesso aos leitores e de cada obra recolheu-se um exemplar pa
ra consulta no local, ficando.assim uma espécie de secção fixa.
Atenção especial presidiu o trabalho de atualização
revisão de fichários.

Um catálogo sistemático começou a ser £

laborado e a reclassificação deste material seguiu-se paralelamen
te utilizando-se a Classificação Decimal Universal (CDU)

cm

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�Os periódicos por sua vez tiveram também uni tratamon
to especial, com a elaboração dos catálogos de título, assunto, on
tidade e geográfico.
0
\
A instalação da secção de referencia, constituiu a
etapa seguinte.

Com as coleções neste genero retiradas do acer-

vo geral, procurou-se atualizá-la completando suas coleções de ín
dices e "Abstracts" sobre a-especialização da Biblioteca, elabo rando catálogos.

Esta secção passou a funcionar em sala a parte,

com mesas para estudos isolados e em grupo.
Outra secção já em funcionamento é a tíe teses, composta nao somente daquelas defendidas na própria Escola mas, tam
bem em Escolas congeneres, no pais e no estrangeiro.
Igualmente vem se processando a catalogação e classi
ficação do referido material facilitando assim qualquer informa ção neste setor.
Parte curiosa e atrativa da Biblioteca e a secção de
livros raros, que embora separados ainda não foram instalados por
falta de espaço adequado ao seu funcionamentoo
No setor de carater informativo, a Biblioteca começou a organizar exposições sobre temas especiais ou aqueles de
mais utilização ou interesse aos trabalhos e estudos

de seus lei-

tores.
Em colaboração do o Serviço Contrai de Informações
Bibliográficas da Universidade da Bahia (SCIB) a Biblioteca vem
mantendo o atendimento de compilações bibliográficas, orientações
e assistência na prepa.ração e apresentação de trabalhos científicos.

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�Pela doficiencia de verbas para a atualização do seu
acervo de livros e complementação das coleções de periódicos esta
beleceu o serviço de interc^bio com as bibliotecas de medicina
e centros de documentação nacionais e estrangeiros»
Doações importantes foram recebidas inclusive- aquelas feitas pela Kellogg Foundation e mais ainda obtenção de micro
filmes, fotocópias, etc.
Merece destacar ainda a colaboração que a Biblioteca
vem meintendo com o Catálogo Coletivo Regional.
i^mbora todo esforço empreendido, e o .razoavel

rendi,

mcnto apresentado, consideramos que há muito o que fazer, acrescen
do que os trabalhos -foram interrompidos a cerca de quase dois anos,
dispersa a equipe por falta de verbas.

3 - CONDIÇÕES MÍNIlylÁS PíÍRá O BOM FUIíCIONAMi^NTO DA BIBLI0T3CÁ.
$
3*1 - Atualização do antigo regimento da Biblioteca, inclu
I
indo no mesmo entre outras inovações, um"Conselho de Biblioteca"» '
5*2 - Atualização geral de seu acervo ^ esta poderá ,ser fei^
ta pelos meios normais de aquisição: compra, através de doações
por instituições ou ainda através de permutas, utilizando-se para
isto de duplicatas, Boletim do Hospital das Clinicas, ou mesmo pu
blicações outras da entidade.

i

3.3 - Ampliação das instalações principalmente para atender

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a expansão da biblioteca com a atvialização das suas coleções 5
\araa da.3 previsões neste sentido c o deslocamento do acervo morto para o depósito do SCIB, tão logo seja instalado«
3»h - Elaboração de um Manual de Serviço que sem dúvida
virá facilicar enormeracnto a continuação dos serviços iniciados
e a instalação de outros seguindo o ritmo normal de trabalho.
3»5 - r^ditar um Guia da Biblioteca.
3.6 ~ instituir m curso anual de 6 a 10 aulas sobre a ma\
neira de se utilizarem os estudantes, dos recursos da Biblioteca.
3.7 " Integração da Biblioteca com o Corpo Docente da iis cola.

O bibliotecário deve procurar entrar em cohtácto mais dire-

to com os professores, convidando-os a se valerem dos recursos da
Biblioteca5 aliás este contácto, será muito benefico ao trabalho
*
, V
do bibliotecário pois conhecendorse os objetivos do professor e o
material que lhe inter'essaj

será muito mj.is fácil atender aos pe-

didos de estudantes, para aquisição de livros.

Uma experiência

pioneira neste setor no Brasil, é a da J^scola Técnica de Aeronáutica de São José dos C.,vpos onde o bibliotecário faz parte da Congrega.ção da referida Li-cola.
3.8 - Integração da Biblioteca com as riais modernas tecni~
cas biblioteconômicas através de contáctos com instituições conge-^
neres, tanto no plano nacional como internacional.
3.9 -■ Publicação de um boletim da Biblioteca.

lílm conclusão, temos que, para ujii eficiejite fiinciona-

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�** io -•

mento da Biblioteca que foi objeto do nosso estudo, dada a expericncia que lá vivemos, alem dos itens acima referidos,

se fa.ria

mister una certa liberdade de ação, urn pouco meno de burocracia,
inclusive na seleção dos auxiliares mais modestos, como mensageiros, serventes, etc»

h « REFERÊNCIAS BIBLIOGR.ÍPICAS

U»! - COBLANS, Herbert-- Algumas notas sobre Ia organización de bibliotecas especializadas.

Boi»Unes-

co Bibl., ^(11-12): 261-266, nov./dic. 1958.
U»2. " FUSSLER, Herman H. - Rela.tório de um levantamento
geral das bibliotecas da Universidade de São
Paulo.

12p.

(datilografado)

U*3 - GUKTÍE^R, Alfred " La microfotografía en Ias biliotecas.

Boi« Unesco Bibl.^ ^Cl): 1-23&gt; enero/

feb. 1962.
ll*U

LASSO DE LA VEGA, Javier - La biblioteca central
universitária y Ias de faculdades.
co Bibl.^

195-200,

Boi. Unes-

jul./ago. 1961.

il.»5 ••• SEMINÁRIO regional sobre el desarrollo de Ias bi"
bliotecas en x\sia Meridional? informe resumido.
Boi, Unesco Bibl.. 15.^2): 75-83? mar./abr. 1961

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�- 11 ~

rscom::;ITOAÇOES

1 - Que o IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
e Documentação, envie um memorial aos M, Reitores da Universidades
Brasileiras,

sugerindo üma reorgaixização de base nas Bibliotecas

Universitárias•

2 - Que façam ver aos mesmos Reitores as

vantagens da

aquisição planifiçada em termos nacionais, apos o devido preparo
em suas respectivas Universidades.

3 - Que a questão de pessoal

soja dada prioridade nu-

mero um como fator decisivo ao bom funcionamento da Biblioteca.

U - Que sejam enviadas cópias da Lei L\.»OQU de 30.6.962
para que não continuem leigos nas chefias dos "Serviços de Biblio
teconomia e Documentação das Universidades Brasileiras".

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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

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20

�44

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DB BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Tendencias modernas para normalização dos trabalhos

de

classificação: Histórico e atividades da Comissão
Brasileira de Classificação Decimal Universal (IBBD/CDU)
por
Abner Lellis Corrêa Vicentini

Fortaleza
1963

'I Digitalizado
-gentilmente por:

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lí

�IV CONGRESSO BR.1SILEIR0 DB BIBLIOTECONOMIA E DOCUÍfimAÇAO

UNIVERSm.'iDE DO GB.iRA

7 a 14 de julho de

1963

TERi I • PROCESSOS tócNIGOS E INTSRClíffilO

CDU

025.4-5:06.04.9(81)

Tendências modernas para normalização dos trabalhos de classificacão;
Histórico e atividades da Comissão Brasileira de Classifieacãd
Decimal Universal (IBED/GDü)

por

Abner Lellis Corres Vicentini

D d-^ O

\ .5 ( g 1

n
Presidente da Comissão Brasileira de Classificação Decimal Universal (IBBD/cDü)
lembro da Comissão Central de Classificação da FID (FID/cCG)
Bibliotecario-Chefe

cm

1

do

Instituto

Tecnológico

I Digitalizado
-gentilmente por:

de

I Sc a H
st ei

Aeronáutica

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lí

19

�IV CONGRESSO BRASILEIRO HE BIBLIOTECONOMIA E DOCUIffiNTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a IA de julho de 1963

Sinopse

íielatório minucioso das atividades levadas a efeito pela Comissão
Brasileira da CDU nos seus cinco anos de existência, de outubro de 1958
té
^
a junho de 1963, dando o seu regulamento, especificando as traduções ja
realizadas, traçando planos para o futuro. Relaciona as propostas de extensão encaminhadas a PID/CCC e transcreve os comentários sobre o Relato
rio do Comitê Ad Hoc nomeado pelo Bureau da FID para estudo da CDU,
&lt;&gt;
Conteúdo

1.

Criaçao

2.

I^fembros

3.

Regulajnento

4..

Reuniões realizadas
4..1

Reuniões nacionais

4.»2

Reuniões conjuntas

5,

Comissão Central de Classificação

6,

Representação em certames internacionais

7,

Traduções elaboradas no Brasil

8,

Traduções elaboradas em Pcftrtugal

9,

Projetos Brasileiros de Ejctensão (Pbr)

10,

Divulgaçao da CDU no Brasil

11,

Utilizadores da CDU no Brasil

12,

Planos para o futuro

Anexos;

1,

Regimento Interno da IBBD/cDU,

2,

Report of the Ad Hoc Committee on UDC and Comisnnts on it by GCC

3,

Projetos de extensão a CDU (Pbr)

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�Tendencias modernas pars normalizacao dos trabalhos de classificação;
Hlstorlco e atividades da Comissão Brasileira de Classificacao
Decimal Universal (IBBD/cDU)

por

Abner Lellis Corrêa Vicentini

Para se falar em tendências modernas de normalização dos trabalhos de
classificação, temos que, forçosamente, nos reportar ao sistema de Classificação
Decimal Universal.
A CDU já Q considerada classificaçao normalizada em vários países,

e

no Brasil og assuntos a ela referentes sao da competencia exclusiva da Comissão
Brasileira de Classificaçao Decimal Universal, mais conhecida pela sigla IBBí/CDÜ,
Em cumprimento a Resolução nS 15 da 16&amp; Reunião da IBBD/cDU, realizada
no Rio de Janeiro, no período de 20 a 22 de maio de 1963, encaminho ao plenário
do IV Congresso Hrasileiro de Biblioteconomia e Documentação um relatorio das ati
vidades da Comissão, focando a contribuição brasileira para o aperfeiçoamento e
divulgação do sistema CDU.
1.

CRIAfÃO
A Comissão Brasileira de Classificaçao Decimal Universal, IBH)/CDU, foi

criada no Brasil, pela Resolução n^ 70, de 8 de março de 195Ö, do Conselho Dire*.
tor do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, em sua 30â

Reunião

Extraordinária, tendo em vista o disposto no Art2.9 do Regimento aprovado

pelo

Decreto nö 35.430» de 29 de abril de 1954&gt; com aprovação da Federação Internado
nal de Documentação.
2.

hEMBROS
Os Artfis 4'® e 5^ do Regimento Interno da IBED/cDU estabelecem que

a

Comissão 1 constituída por técnicos e representantes de Bibliotecas e outros orgaos que utilizam a CDU, podendo também solicitar a colaboração de professores
universitários e especialistas sempre que necessário ou aconselhável, é integrada por representantes dos Estsdos da Bahia, Guanabara, Tíinas Gerais, Paraná, Per
nambuco. Rio Grande do Sul, São Paulo e Distrito Federal,
3.

REGULAIENTO
Em sua 6s Reunião, realizada nos dias 2, 3 e 4- d® maio de i960,

a

IBH)/CDU, pela Resolução 6.3, discutiu e aprovou o seu Regimento Interno, estabelecendo os seus fins, a sua sede, a sua competência, os seus membros e a sua
organização. (ANEXO l).

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�.2

4,

REUNIÕES
No período de outubro de'1953 a junho de 1963» ou. seja, nos seus cinco

anos de existencia, a IBBD/cDU realizou 16 (dezesseis) reuniões, sendo três

em

conjunto com a Comissão Portuguesa da CDU, e uma extraordinária parcial em conjunto com a Comissão Portuguesa da CDU, tendo sido tomadas 319 Resoluções.
J+,1

Reuniões Nacionais
16 Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 27 a 29 de outubro de 1958,
22 Resoluções.

•

2S Reunião (RIO IE J.A1EIR0)
Realizada no período de 15 a 17 de dezembro de 1958.
10 Resoluçõesc
3&amp; Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 28 a 30 de abril de 1959.
20 Resoluções.
A&amp; Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 29 a 31 de julho de 1959.
17 Piesoluçoes.
5&amp; Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 2^, a 25 de novembro de 1959.
23 Resoluções.
6a Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 2 a 4- de maio de i960.
15 Resoluçoes,
75 Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 22 a 24, de julho de i960.
19 Resoluções.

,

8&amp; Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 24 a 26 de outubro de i960,
21 Jíesoluçoca,
96 Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 23 a 25 de abril de 1961.
19 Re soluço'" &lt;3,

•

106 Reunião (POÇOS DE CALDAS)
Realizada no período de 10 a 13 de julho de 1961.
18 Resoluçõesr.
116 Reunião (LI330A)
Realizada no período de 25 a 27 de setembro de 1961.
17 Resoluçoes.
126 Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 22 a 24 de janeiro de 1962.
26 Ptesolunòes,

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13a Reunigo (SÃO J0S6 DOS CAMPOS)
Realizada no período de 28 a 30 de maio de 1962.
34. Resoluções.
IAS Reunigo (CURITIBA)
Realizada no período de 9 o 11 de julho de 1962,
23 Resoluções.
15&amp; Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 21 a 23 de janeiro de 1963.
32 Resoluções,
16a Reunigo (RIO DH JANEIRO)
Realizada no período de 20 a 22 de maio de 1963,
18 Resoluções.

4.,2

Reuniões Conjuntas

,

la Reunião
A 4-- Reunião do IBH)/CDU, realizada de 29 a 31 de julho de 1959»
no Rio de Janeiro, foi a ia Reunião Conjunta realizada com a Comissão Portuguesa
da CDU, que esteve representada pelo Dr, Zeferino Ferreira Paulo, Presidente da
CP/CDU, e por D. ^feri8 Laurinda Vasconcellos, do Centro de Documentação Cientí«
fica de Portugal. - Especialmente convidado,compareceu e abrilhantou a reunião
o Prof, Dr, Javier Lasso de la Vega y Jimenez Placer, Presidente da Comissão Espanhola da CDU,
2a Reunião
A 7a Reunião da IBBD/cDU, realizada no período de 22 a 24- de julho de i960, no Rio de Janeiro, foi a 2â Reunião Conjunta com a Comissão Portuguesa da CDU, que esteve representada pelo Dr, Zeferino Ferreira Paulo, Presi dente da CP/CDU, e pelo Eng, João Fernando Cansado Tavares, do Laboratório de En
genharia Civil de Portugal, - Nesta reunião foi feito o levantamento do estado
da Edição Abreviada em LÍngua Portuguesa em agosto de i960, aprovado o protocolo
a ser observado para as traduções das diversas classes da Edição Desenvolvida, e
estabelecidas as normas gerais para a edição da Classe O, Obras Gerais,
í
,
3a Reunião
A lia Reunião da IBBD/cDU, realizada no período de 25 a 27

de

setembro de 1961, em Lisboa, Portugal, foi a 3a Reunião Conjunta com a Comissão
Portuguesa da CDU, que esteve representada pelo Dr, Zeferino Ferreira Paulo,
Sra, Maria Laurinda Vasconcellos, Dr. Enrique Pessoa Lobato Cortesão, Eng, João
Cansado Tavares, Dr. Rogério Lopes de Souza e Sr, Jaime Jorge Ribeiro Caseiro,Nesta reunião foi aprovada a "Norma de apresentaçao grafica da Edição Desenvolvida em LÍngua Portuguesa", Classe 0/9

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e Tabelas Auxiliares,

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�Reunião Parcia1 Extraordinária
Tendo sido reestruturada a Comissão Portuguesa da CDU e tendo sido designado diretor do Centro de Documentação Cientifica do Instituto de Alta Cultura o Prof, Dr, Antonio Modeiros de Goveia, foi decidida a realização de uma reunião parcial extraordinária entre as Comissões Portuguesa e Brasileira da CDU,
Tal reunião teve lugar em Lisboa, no período de 13 a 23 de novembro de
1962, Representaram a IBBD/cDU o seu Presidente e o Rev. Pe, Dr, Astério Campos,
S,D,B,, - A Comissão Portuguesa esteve representada pelo Dr, Antonio de Medeiros
Gouveia, Dr, Rogério Lopes de Souza, e Sr. Gabriel O, Ramos da Cunha,
Esta reunião teve a seguinte Agenda:
1.

Aprovação da ilgenda.

2.

Anteprojeto de acordo para publicação das classes da CDU da
Edição desenvolvida e assuntos afins,

â*l

Aspecto gráfico,

2.2

Tradução das tabelas e das publicações da FID sobre dóítunentaçao consideradas de interesse.

2.3

Fixação das classes a traduzir pelo Brasil e Portugal.

2.4.

Sistema de revisão dos textos traduzidos.

2.5

Ortografia das tabelas publicadas no Brasil.

2.6

Problemas filológicos (Diferenças de terminologia),

2.7

Condições de venda da CDU - edição abreviada e classe O da
Edição desenvolvida - no Brasil,

2,7.1

Modo de pagamento dos exemplares vendidos ao Brasil.

3.

Ressalva dos direitos de edição de Portugal, Compensação pelo Brasil.

4-.

Divulgaçao no Brasil e em Portugal das tabelas da CDU, Plano
conjunto.

5.

Próxima reunião conjunta da IBBD/cDU e da CP/CDU, Estudar a
possibilidad.e de integração no "V Colóquio Internacional
de Estudos Luso-Brasileiros",

6,

5.

Outros assuntos.

COMISSÃO CEMTRAL DE GL.ISSIFICAÇÃO (FIP/CCC)

Durante a 27^ Conferencia Geral da Federação Internacional de Dooum»
mentaçao, realizada era Londres, em setembro de 1961, o Presidente da IBBD/cDU
foi eleito membro efetivo da Conissão Central de Classificação (FID/cCC),
A FID/cCC e formada pelos editores das edições internacionais da CDU,
sendo a autoridade maxima dentro da FID para assuntos de classificação,

6•1

Coloquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros
A IBBD/cDU esteve representada no 4-® Coloquio Internacional de

Estudos Luso-Brasileiros por dois de seus membros, Abnqr Lellis Corrêa Vicen-

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�.5

tini e édson Nery ds Fonseca, que apresentaram informes sobre as atividades

e

realizações da Comissão.
6,2

26s Conferencia Geral da FID
De acordo com Resolução 6,12, o Autor foi designado para repre-

sentar a IBBD/cDU na 26ê Conferência Geral da FID, realizada no Rio de Janeiro,
de 21 a 31 de julho de i960,
A Sessão dedicada a Classificação Decimal Universal foi realizada
no dia 26 d© julho, estando a mesa dirigente dos trabalhos assim constituída;
Presidente:

Dr, Zeferino Ferreira Paulo (Portugal)

Coordenador de Debates:

Dr. Abner L, C» Vicentini (Brasil)

Relator: Dr, M, Schuchmann (Alemanha).
As conclusões da 26s Assembléia Consultiva da FID, estabeleceram
em sua letra E:
A Edi.ção abreviada em, língua portuguesa, traduzida pelo Centro de
Documentação Científica (de Portugal), será editada no fim de i960
pelo Centro de Documentação Científica.
2«

A Classe O da Edição desenvolvida em língua portuguesa, traduzida
pelo Centro de Documentacao Científica (de Portugal), será editada
em princípios de 1961, pelo Centro de Documentação Científic? e
pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (do Brasil), de comum acordo.

3«

As Classes 1 e 8, traduzidas pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, e revistas pelo Centro de Documentação Científica, serão publicadas o mais rapidamente possível,

U»

As Classes 2, 4., 61, 7 e as Classes 5, 62/69 e 9&gt; da Edição desen
volvida, estão a ser traduzidas, respectivamente, pelo Instituto
Brasileiro de Bibliografia e Documentação e pelo Centro de Documentação Científica,

^•3

27s Conferência Geral da FID
De acordo com Resolução 10,17, o Autor foi designado para repre-

sentar a IBED/cDTJ na 27- Conferência Geral da FID, realizada em Londres, de 9 a
16 de setembro de 196?..
Nessa reunião o Brasil foi eleito membro efetivo da FID/cCC,
6,4.

285 Conferência Geral da FID
Em curaprimento a Resolução 14.,21, o Autor representou a IBED/CDU

na 28fi Conferencia Geral da FID, realizada em Haia, em setembro de 1962,
6,5

Reunião Anual da FIP/CCC de 1962
O Presidente da IBHJ/CDU compareceu a reunião anual da Comissão

Central de Classificação, que se realizou poí- ocasião da 28s Conferencia Geral
da FID,

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�.6

Nessa reunião foi apresentado o relatorio contendo os comentários
fV
^
90
brasileiros sobre as conclusoes do "Gomite Ad Hoc para Glassificsçao", e as conclusões da FID/cGC sobre o mesmo (Anexo 2), e foi feita s entrega das Classes Uj
55 e 8, traduzidas no Brasil, para a revisão da CBC,
Entre as decisões importantes dessa Reunião, figurou a transferen
cia da Classe 4 para a Classe 8,

7.

TRADUÇÕES ELABORADAS NO BRASIL
Foi bastante profícua a atividade da IBBD/cDTT nestes cinco anos. Entre

as classes que mereceram atenção especial estão a Filosofia, Filologia, Literatu
ra. Religião, Belas Artes, Geologia e Ciências Sociais,
7.1

Classe 1; Filosofia
A Classe 1 foi traduzida no Instituto Teológico Pio XI CFaculdade

de Teologia da Congregação Salesiana), sob a direção do Rev, Pe, Qr, Astirio Cam
pos, S.D.B.,
Traduzida diretamente da Edição Desenvolvida Alemã (3^ Edição Internacional da CDEU), teve o seu índice alfa bit ioo-remissivo totalmente rereit© e
cuidgKdoeameiite eloboredo, de e&lt;jordo com e mais moderna técnica,
A Classe 1 foi revisto pela- •Comissão Rartuguíacr que enviou algumas
sugestões a mesma,
O texto definitivo da Classe 1 foi aprovado e remetido a FID/CCC,
de acordo com ?£solução 8.11, tomada na 8s Reunião, A edição mimeografada foi
distribuída pelo IBBD. Após ter sido aprovada pela FID/cCC, está sendo impressa
pela Grafica Editora Vida Domestica.
7.2

Classe 2; Religião. Teologia
A Classe 2 (Religião, Teologia) foi traduzida no Instituto Teoló-

gico Pio XI, pelo Rev, Pe. Dr. Antonio Charbel, S.D.B,, professor de Sagrado Escritura da Faculdade de Teologia da Pontifícia Universidade Católico de Sso PoUp.
Io e Reitor daquele Instituto,
A Comissão Portuguesa fez a revisão do texto, e a FID/cCG já
aprovou sua publicaçao, No momento se acha em fase de impressão na Gráfica Editora Vida Domestica, devendo ser distribuído no 22 semestre,
7.3

Classes Z. e 8; Filologia e Literatura
As Classes 4- (Filologia) e 8 (Literatura) foram traduzidas na Es-

cola de Biblioteconomia e Documentação "Santo Örsula" da Pontifícia Universidade
Católica do Rio de Janeiro, por D, Ulrike Tfehmeier e D, &gt;ferio Antonietta Requião
Piedade.
As duas classes já foram revistos pela IBED/cDU, tendo sido enviadas a CP/CDU pora o revisão de Portugal.
Os índices destas classes encontram-se em preparo. A IBBD/CDU remeteu o texto definitivo a FID/cCC em 1962,
As edições mimeografodos, sem Índices, forom distribuídas pelo
IBBD,

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�.7

7,4.

Classe 55; Geologia
Pela Resolução 9.14.» « Serviço Central de Informa.ções Bibliográ-

ficas da Reitoria da Universidade do Rio Grande do Sul, foi incumbida de traduzir a Classe 55, Geologia, - O trabalho foi feito pela Bibliotecária Lia Becker,
e revista pelo Prof, Adolpho Kurth Hanke, da Escola de Geologia daquela Universidade.

I
Pela Resolução 13.23, a IBBD/GDU solicitou ao Instituto Geográfi-

co e Geológico de São Paulo e cotejainento das revisões feitas para a Classe 55»
encarregando a Bibliotecária Zenobia Pereira da Silva para a coordenação desse
trabalhe,

i
Pela Resolução 14..7, a IBBD/CDU recebeu a tradução dos PB 713,

733 e 74.5f referentes ao número 551.46, Oceanografia'físic." e Topografia submarina, para inclusão na Classe 55j e pela Resolução 14«o texto definitivo cem
a revisão do Dr, Jesuino Felicíssimo Jr,, Chefe da Divisão de Ge-ologia do Instituto Geográfico e Geológico de São Paulo.
O texto, depois de aprovade pela IB3!)/CDU, foi encaminhado

a

FID/cCC, para aprovação final, A IBBD/gDíJ eapejja iraprtmir a Classe 55, na-Z^ semestre de 1963.
7.5

Classe 7; Belas Artes
Na sua 6â Reunião, pela Resolução 6,11, a IBBD/cDU encarregou

D, Noemia Lentine, Professor de Classificação da Escola de Biblioteconomia da
Fundaçfo Escola de Sociologia e Política, da tradução da Classe 7, Belas Artes,
O texte da tabela, incluindo todas as extensões e correções até 1962 (inclusive
a grande ampliação da Classe 77, Fotografia), já se encontra pronto, devendo ser
reviste pela Comissão em suas próximas reuniões,
7.6

Tabelas Auxiliares da Edição Desenvolvida
As Tabelas Auxiliares da Edição Desenvolvida foram traduzid;is por

D, Vera Fursternau, da Escola de Biblioteconomia e Documentação "Santa Örsula",
sob a supervisão da Profâ ^í^ria Antonietta Requião Piedade,
Pela Resolução 13.22, o Prof, élton Eugênio Volpini foi encarregado de cotejar a tradução com as edições desenvolvidas inglesa e alemã.
O texto definitivo sera aprovado pela IBBD/cDU no 20 semestre de
1963,
7.7

Classe 3; Ciências Sociais
A Classe 3, Ciências Sociais, está sendo traduzida no Instituto

de Ciências Sociais da Universidade do Brasil por um Grupo de Trabalho, sob a
direção de D, Irene de Ifenezes DÓria.
Classe 61; ífedicina
Pelas Resoluções 13.13 e 13.19 foi criado um Grupo de Trabalho
para rever a tradução da Classe 61, ífedicina, tendo sido designado relator
o Dr. Luiz Rey, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

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8»

TRADUÇÕES ELABORADAS BM PORTUGAL
A Comissão Portuguesa da. CDU publicou em 1954 ^ Edição preliminar da Edi-

çã® Abreviada da C5DÜ em Língua P«i-tugtte&amp;a, Deade então, -brebelbou -»tiveunente^ nao
na ediçãf definitiva, mas também na Classe O, e na revisão das traduções elalj«
radas pela IBBD/cDU,
8^1 Classe O? Obras. Gerais
Ö te:cta da Classe O (Gexißrjtlidades) foi traduzido pela CP/CDU, tend^
C^missl^ Brasileira revisto-• mesmo^ e

reapecti"*^

a

de Aeosrdo

com as Resoluções 1,7 e 2í1.
O tepct^ impresso foi publicada em 1962, contendo as extensões até 31 de
deaembr# de i960 (PE 723)*
8,2 Edição Abreviada em Língua Portuguesa
esforços da GP/CDU f^am ««acentrados na publicaçfo da Edição
Abrevisda^m Língua Pörtuguesa, que saiu em 1961, atualizada até deríiembJro de
1958, Incluindo s PE 658, Números geográficas do JSnajBAI»
9è

PROJETOS BRASIL3IR0S PS ECT3NSÃ0 DA CPU (Phr)
De a

com o Aftö 3&gt; letra "d" e

d&lt;v Jiegimento Interno, confete à

IBBD/GDTJ protnnver a revisão das divisões particulare« der CJilI, «rpreaootaa^ pjr«»
pastas de extensão ou correção do sistema a Comissão Centr»! de Glssslfloaçffo
(fid/ccc)^
A IBBD/CDU Ja qpresentou à FID 35 projetos de extensão, qUe tomarem^ ftös
Pbr 1

a

Pbr 35» e que se acham relacionados no Anexo 5,
projetos brasileiros de extensão foram ja aprovados pela FID oa seguin

tes:
(öl)

Divisão Geográfica do Brasil (Pbr&gt;763)

141432

Existencialismo (Pbr 6ÖI)

^060(8)

Literatlira sulsmericana em língua espanhola (Pbr 739)

869«0(8)

Literatura sul-americana em língua portuguesa (Pbr 739)

869»0(8l)

Literatura brasileira (Pbr 739)

271,789

Salesianos de Dom Bosco (Pbr 758)

10^ DIVULGAÇÃO DA CDU NO BRASIL
Entre as atribuições da IBBD/cDU figura a divulgaçao da Classificação Decimal Universal no Brasil (ArtQ 3^, letra "a", do Regimento Interno),
Elm sua 6s Reunião, e pela Resolução 6,6, a IBBD/cDU sugeriu ao IBBD

a

tradução para o português, do artigo de B. Jacquemin: "La CI.assification Decimale Universelle; description et commentaire des regles en usage", publicado
na Revue de» Documentation, 26(4.); IOI-IO4, 1959.

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�.9

Atendendo àquela sugestão o IBBD publicou, em agosto de i960, em folheto
de 32 páginas, o referido artigo, em esmerada tradução de Laura Ifeia de Figueiredo e édson Neiy da Fonseca.
O artigo de B. Jacquemin, que em português tem o título "A Classificação
Decimal Universal: descrição e comentários das regras em uso", é a publicação
nO 312 da FID, e é distribuído gratuitainente pelo IBBD,
11, UTILIZADORES DA CPU NO ERASIL
A IBH)/C!DU, em sua lâ Reunião, encarregou Édson Ifery da Fonseca de elaborar 8 lista dos utilizadores da CDU no Brasil,
A 1&amp; lista foi publicada em 1959 e incluiu bibliotecas e publicações.

Em

i960 foi publicado o primeiro Suplemento,
é intenção da IBBD/CDU publicar anualmente a lista dos "Utilizadores da CDU
no Brasil", contribuindo assim para a atualização de "Periodicals using the UDC",
da FID,
12. PLANOS PARA O FUTURO
O Programa de Trabalho a Longo Prazo da FID, no setor referente a Classificação, estabeleceu que a CDU deve ser mantida e melhorada, para "servir de estrutura básica do saber",
Tendo por base o programa da Federação, a IBBD/cDU procurará, ^empre

em

estreita colaboração com Portugal:
12.1

Entregar ao público luso-brasileiro, no 20 semestre de 1963» as Classes 1,
Filosofia e 2, Religião, que ja se encontram em fase de Impressão,

12.2

Ultimar a tradução das classes faltantes para completar a 3dição Desenvol
vida em Língua Portuguesa, 9^ Edição Internacional da CDU.

12.3

Continuar a difusão da CDU nos diversos Estados brasileiros, incrementando a formação de subcomissões estaduais.

12,4.

Conseguir que os periódicos, relatórios, teses e informes, enfim, todos

12.5

os trabalhos científicos publicados no Brasil, adotem o uso da CDU,
%
M
Enviar a FID extensões relativas ao Brasil, tendo em vista as classes ou
subdivisões de assuntos que apresentem peculiaridades nacionais, como
por exemplo, direito brasileiro, administração pública, forças armadas'^
literatura, histórica, etc,

12.6

Publicar manuais sobre a aplicação e uso da CDU,

12.7

Incentivar as Escolas de Biblioteconomia a concederem mais tempo em seus
currículos ao ensino da CDU,

12.8

Levantar a bibliografia tão completa quanto possível sobre a CDU,

12.9

Conseguir sejam consideradas normas brasileiras as ediçÕes da CDU

em

língua portuguesa.

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�ANEXO

NO

1

REGII'flOTO INTERÍIO DA IBBD/CDU
Capítulo

I

^
A
M
Dos fins, da sede e da competencia da Comissão

Art, 12 - Criada pela Resolução nß 70, do Conselho Diretor do Instituto
Brasileiro de Bibliografia e Documentação, como um de seus orgaos técnicos conV
M
y
sultivos, em sua Trigesima Reunião Esctre ordinär ia, realizada em 8 de março de
1958, e confirmada pela Federação Internacional de Documentação, era 19 de agosto
de 1958, a Comissão Brasileira da Classificação Decimal Universal (IBBD/CDU) tem
como finalidade precípua a difusão da CDU no Brasil e demàis paises da America
Latina, colocando-a ao alcance do maior número possível de estudiosos,
Art, 2fi - A sede da IBBD/cDU é o Instituto Brasileiro de Bibliografia
e Documentação, membro nacional da FID para o Brasil (Av. General Justo, 171 andar. Rio de Janeiro),
Art, 30 - Compete a IBBD/cDU:
a) difundir o emprego da CDU nas bibliotecas e centros de documentação do Brasil?
b) congregar os esforços das entidades que já se utilizam da CDU
no Brasil;
c) contribuir para a edição da CDU em língua portuguesa;
d) promover a revisão das divisões particulares da CDU, apresentando propostas de extensão ou correção a Comissão Central
de Classificação da FID (CCC/FID);
e) estudar os projetos de extensão e correção apresentados peles
Comissoes Nacionais dos demais paises membros da FID e emitir parecer sobre os mesmos?
f) estudar as extensões da CDU relativos ao Brasil, tendo em vista
as classes ou subdivisões de assuntos que apresentarem peculiaridades nacionais;
g) colaborar com a Comissão Portuguesa da Classificação Decimal
Universal (CP/CDU).

Capítulo II
Da 0rp:ani7.ação da Comissão
ilrt. 4° - A IBBD/cDU seró. constituída por técnicos e representantes
de Bibliotecas e outros órgãos que utilizam a CDU,
§10-0 total de membros não deverá exceder a 25.
5 22 T Os novos membros serão eleitos pela IBBD/cDU e designados pelo
IBBD.

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�2

Art, 5® - A IBBD/cDU poderá solicitar também o colsboração de professores universitários e especialistas, sempre que necessário ou aconselhável.
Art, 6ß - A IBBD/cdU terá um Presidente, eleito, por período de

um

ano, por votação dos seus membros na último Reunião anual da Comissão.
Art, 72 - são atribuições do Presidente;
a) presidir, orientar e dirigir os trabalhos da IBBD/cDU}
b) zelar pela fiel observância do Regimento e das Resoluçoes do
Comissão;
c) representar a IBED/CDU em atos, visitas, solenidades e cerimonias 3 que deva comparecer, ou designar quem o representes
d) exercer todas as atividades compatíveis com o Regimento?
e) resolver os casos omissos neste Regimento.
Art, 82 - Sm caso de impedimento, do Presidente, os membros da Comissão elegerão seu substituto.
ilrt, 9® - Os trabalhos de secretaria da IBBD/cDU ficarão acargo

do

Serviço de Informações Tecnico-Científicas (SITC) do IBED,

Capítulo III
Das disposicoes gerais
Art, 10Ö - As Resoluções da Comissão serão redj.gidas em forma articulada e indicadas pelo respectivo número de ordem,
Art, 11

- As Resoluções serão aprovadas pelos membros da Comissão

presentes a cada Reunião, cabendo ao Presidente o voto de desempate,
Art, 122 _ Para facilitar seu trabalho, a IBBD/cDTJ poderá organizar
subcomissões estaduais que deverão fazer-se representar nas Reuniões do Comissão e prestar contas de seu trabalho.
Art, 132 - Os membros da IBBD/cDIJ, residentes fora do Rio^.de Janeiro,
convocados para as reuniões terão sua hospedagem e diárias pagas pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação durante h o período da Reunião,

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�A N E X O

Nfi 2

RBPORT OF THE iiD HOC COMMITTEB ON UDC AND COMÍ^NTS ON IT BY GCC

The Brazilian UDC Committee (iBfeD/tíDU) after having carefully studied
the Report of the Ad Hoc Committee on UDC, together with the Commcnts mede on
it by FID/cGC during its Meeting of íferch 25/26 at The Hague, decided to point
outí
1.

To agree with FID/cCCs Resolutions and not to approve "in totum"

the Report of the Ad Hoc Committee, and to make some remarks, vrfiich will be
listed bellow,
2.

To state that this is the right moment for the total and fundamental

reviewing of UDC's structure.
3.

To express the opinion that such a reviewing is of CCCs exclusive

competence, which may be delegated to special committees and, if CCC finds it
necessary, experts may be invited to perform the work, but, evenso, under its
supervision,
4..

To agree entirely vrith the transference of Class 4. to Class 8, as

per the Draft Proposal contained in the Document C 62-5» of April 13, 1962.
5è

To express the opinion that Mr, G, A, LLOYD's proposal, contained

in the Document C 62-9, of August 15, 1962, may be accepted as a starting point
towards the re-allocstion of Class 4-&gt; since besides liberating several overcrovded sections of Classes 5/6, it gives a structural systematization to the
re-allocation of said classes and also a logical sequence (idiat does not happens
on lír. Engel's proposal)
O

Generaiities

1/2

Man and the cosmos

3

Man and his fellow men

4.

Man and his natural evironment and material resources

6,

To agree with the suggestion for a complete revision of the double

annotations (Ad hoc 2.2.13), which must be done together with a re-allocation
grouping of 55+622 and 30+629+656, and to suggest other ones such as:
533.6+629.13,
7,

539.1+621.039, etc.
To disapprove entirely the Recommendation 2,4.,2 of the Ad Hoc

Committee, and to state that UDC needs detailed and expanded indexes, and to
seize the opportunity to praise the Index of the English 3rd abridged edition,
(British Standard lOOOA: 1961).
8,

To agree entirely with the idea of giving permission to the Clas-

sification Department to indicate, on an exclusive basis, the temporary numbers
for the new subjects.
Mot to agree, by any means, with the temporary use of letters (Ad hoc
2.2.5), considering the fact that such practice would make the annotation more
complicatçd, and to recommend, instead, the use of the asterisk. *

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�2

10,

To recommend that Class U be reserved for Electrica1 Engineering,

Blectronica &amp; Telecommunicetions (present

621.3), and Nuclear, Atonic Physic and

Engineering (present 539.1+621.039), and, possibly, the Transportation, including
Space Science.
11,

' ,
Finalljr, to endorse the recoranendation that an intrinsic reVision

should be mede of each class and not only a "redistribution of overcrowded
sections".
QIVING EXAMPLBS:
Class 61

^fedica.l Sciences

The simple reeding of the text of class 61 immediately leads any expert
to the conviction that extensive modification are being required in such class,

•

in Order to overcome its anachronism and to put it in condition to attend to the
needs of modern medicai documentation,
Therefore, it is indispensable to re-exa.mine its structure and to
propose the adding of extensions, the making of alterations and suppresions, thus
inaklng it a practical and up-to-date Classification system,
Let US take, for instance, the case of the anatomic vocabulary,
Anatomics names vrere coflified in 1895, at an international conference on Anatomy,
\^ich was held in Basel in that year. The vocabulary adopted then became known
by the sigla BNA (Basel Nomina Anatômica). It was largely used, notwithstanding
being subjected to much criticism.
In view of its defects, the German authors a.nd some of other nations
compiled a new list and had it presented,

Professor H. Stieve, at a German

Anatomic Society, in 1935, in lena (lens Nomina Anatômica).

.

Said vocabulary was adopted by ÜDC for Latin names, being accompanied
by the respective translations, or by the names usually given in the languages
in Vilich DDG is published.
However, the lena Vocabulary was never officialy adopted. The Fifth
International Conference on ilnatomy.v held in 1950 in Oxford, thought it would
be best to constitute an International Committee for the compiling of the
Anatomic vocabulary , which is working on this ^:ask since then, and that, in 1955,
presented in Paris, at the Sixth International Conferenee, an official list on
the subject, today known by the sigla PNA (Parisiensis Nomine Anatômica),
Such vocabular^'', which is the only one now accepted as official, was
reviewd.at the Seventh International Conference, \Aich was held in New York, i960.
It is indispensable thet UDC should contain both in its text and in its
Index, at least as for synonymous use, said vocabulary, in v^ich almost all
anatomic works appear nowadays.
12,

To suggest to FID the necessary financial resources for the revicw

ing of TE)C and to approve a three-year-plan of work.
OBSERVATION; -

In order that the Report of the Ad Hoc Committee should be

largely discussed, and according to its Resolution 12.22, IBBD/cDU had it
distributed in Portuguese to tis members. Copies of its translation are annexed.

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�A N E X O

PROPOSTAS

DZ

N a

atTENSÄO

^

A

CDU

FOM'JLiüJAS PELA I3BD/3BU

(Resolução nS 1,16)
Acrescentar na Cia =3se 2:
271.789

Salesianos de Dora Bosco (1859)

| S.D.B,|

(Resolução nö 1,16)
Acrescentar na Classe 2;
23.01

Introdução à Teologia Dogmática

(Resolução n2 4.. 12)
(81)
(811)

Números auxiliares de lugar para o Brasil
RSGI-IO NORTE

(811.1) Território de Rondônia (antigo Guaporé)
(811.11) Município de Porto Velho (capital)
(811,12) Outros municípios, Subdividir A/Z

(811.2) Território do Acre
(811.21) Município de Rio Branco (capital)
(811.22) Outros mixnicípios. Subdividir A/Z
(811.3)

Estado do Amazonas

(811.31) Mmicípio de Manaus (capital)
(811.32) Outros municípios. Subdividir A/Z
(811,4.)

Território do Rio Branco

(811.4.1) Município de Boa Vista (capital)
(811.4.2) Outros mvinicípios. Subdividir A/Z
(811.5)

Estado do Pará

(811.51) Mmicípio de Belém (capital)
(811.52) Outros municípios. Subdividir k/Z
(811.6)

Território do Amapá

(811.61) Municípios de Macapá (capital)
(811.62) Outros miinicípios. Subdividir A/Z

(812/813) REGIÃO NORDESTE
(812)

Região Nordeste Ocidental

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|ll
3^4
^5
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�. nö 2

(812.1)

ICstado do iiaranhão

(812.11)

Município de São Liixs (capital)

(812.12)

Outros oiunicípios. Subdividir A/Z

(812.2)

Estado do Piaiix

(812.21)

Município de Teresina (capital)

(812.22)

Outros municípios. Subdividir k/Z

(813)

Região Nordeste Oriental

(813.1)

Estado do Ceará

(813.11)

Município de Fortaleza (capital)

(813.12)

Outros municípios. Subdividir á/Z

(813.2)

Estado do Rio Grande do Norte

(813.21)

Miinicípio de Natal (capital)

(813.22)

Outros municípios. Subdividir A/Z
%

(813.3)

Estado da Paraíba

(813.31)

Mianicípio de João Pessoa (capital)

(813.32)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(813.4-)

Estado de Pernambuco

(813.4-1)

Município de Recife (capital)

(813.4-2)

Outros municípios. Subdividir li/Z

(813.5)

Estado de Alagoas

(813.51)

Município de Maceió (capital*)

(813 ."52)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(813.6)

Territótio Fernando de Noronha

(8U/815)

REGIÃO LESTE

im)

Região Leste Setentrional

(8U.1)

Estado de Sergipe «

(8U.11)

Mtinicípio de Aracaju (capital)

(8U.12)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(814-, 2)

Estado da Bahia

(814.,21 Município de Salvador (capital)

cm

1

(814.,22)

Outros m\inicípios. Subdividir A/Z

(815)

Região Leste Meridional

(815.1)

Estado de Minas Gerais

(815.11)

Miinicípio de Belo Horizonte (capital)

(815.12)

Outros municípios. Subdividir A/Z

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�. nö 3.

(815.2)

Estado do Espírito Santo

(815.21)

iMunicípio de Vitória (capital)

(815.22)

Outros miinicípios. Subdividir A/Z

(815.3)

Estado do Rio de Janeiro

(815.31)

Município de Niterói (capital)

(815.32)

Outros municípios. Subdividir k/Z

(815.4)

Estado da Guanabara (desde 21/4./196O)

(815.4-1)

Município do Rio de Janeiro (capital)

(816)

REGIÃO SUL

(816.1)

Estado de São Paulo

(816.11)

Município de São Paulo (capital)

(816.12)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(816.2)

Zstado do Paraná

(816.21) Município de Curitiba (capital)
(816.22)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(816.3)

Território do ■'■guaçu (extinto) (Existiu desde 13/9/43
ate' 18/9/1946)

(816.31)

Município de Iguaçu Capital)

(816.32)

Outros municípios. Subdividir a/Z

(816.4)

Estado de Santa Catarina

(816.41)

Município de Florianópolis (capital)

(816.42)

Outros mxinicípios. Subdividir A/Z

(816.5)

Estado do Rio Grande do Sul

(816.51)

Mvinicípio de Porto Alegre (capital)

(816.52)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(817)

REGIixO CENTRO OESTE

(817.1)

Território de Ponta Porã (extinto) (Existiü desde
13/9/43 ate' 18/9/1946

(817.11)

Município de Ponta Porã (capital)

(817.12)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(817.2)

Estado de ^^to Grosso

(817.21)

Município de Cuiabá (capital)

(817.22)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(817.3)

Estado de Goiás

(817.31)

Município de Goiânia (capital)

(817.32)

Outros municípios. Subdividir A/Z

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�• nO A,

(817.4-)

Brasília, Distrito Federal (desde 21/4/I96O)

(Resolugão nfi 4.12)
Transferir "Existencialismo" de 14.1.319.8

para 141.32

is Observação;
A filosofia existenciail ou existencialismo, classificada em
141.319.8, aparece como subdivisão da Escolástica, cuja clâs
sificação é 141.31
2&amp; Observação
A pbr 4 já foi aprovada pela FID, que a transformou em Pbr
681, tendo sido publicada na "Sxtensions &amp; Gorrections to UDC,
séries 4, nQ 2 ".

(Resolução NO 5.L;)
Acrescentar as seguintes subdivisões ao número 159.9.01
159.9.011

Generalidades filosóficas sobre a alma humana

159.9*011.1

Existência da alma humana

159.9.011.2

Simplicidade da alma humana

159.9.011.3

Espiritualidade da alma humana

159.9.011.4

Substancialidade da alma hximana.ünião substancial entre alma e corpo

159.9.011.5

Unidade da alma hujnana

159.9.011.6

Origem da alma humana

159.9.011.7

Imortabilidade da alma hmana. Traducianismo

159.9.011.8

Imortabilidade da alma hu lana. Vida futura.
Reincarnação. Metempsicose. Potências e faculdades
da alraa

(Resolugão nfi 5.14-)
Acrescentar a seguinte nota após o número
860(8)

Literatura sul-americana
Para as literaturas dos diversos

países sul-amerj^

canos de língua espanhola, subdividir como (8^/899)
Ex; Literatura argentina 860(82)

(Resolução nO 5.14-)
Acrescentar na Classe 8;
869.0 (81)

Literatxira brasileira

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
]_4
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lí

�Pbr 8

(Resolução rtö 6.7)
Substltiiir, em facá da mudança da capital brasileira

Pbr 9

815.4-

Distrito Federal (atual), por

815.^;

Estado da Guanabara

(Resolução n2 6.7)
Substituir, em face da mudança da capital brasileira

Pbr 10

Pbr 11

817,4-

Brasília (futura distrito federal), por

817.4

Brasília, Distrito Federal

(Resolução n2 10.10)
230.111

Acrescentar: V. tb. 231.74-1 Conceito de revelação

234.2

Fe'

(Resolução lO.lO)
231.742.1

Pbr 12

«

Acrescentar V. tb. 262.7

"Tradição^' na Igreja

(-"«solução nö 10.10)
232.37

Acrescentar: V, tb. 239.61

Instituição divina da

Igreja
260.113

Instituição da Igreja

«

(Resolução nö 10.10)

Pbr 14

260.312

Acrescentar: V, tb. 262.131.3

262.8

Autoridade ou poder da Igreja

(Resolução n) 10.9)
261.8

P^r 15

Poder de governar

Acrescentar; Ecumenismo ( após Malinaa)

(Resolução nö 10.9)
261.8

Substituir 283.3

Movimento de Oxford por

283 (42)- 22 Movimento Oxford

Pbr 16

(Resolução nö 12.23)
869.9

Pbr 17

(Resolução nö 12.23)
378.9

cm

1

2

3

Literatura galega

Estabelecimentos de ensino superior

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�nö 6

Estabelecimentos de ensino superior
Os números dos assvintos devem ser relacionados por j.
em vez de anexados, como indicam as Tabelas, Assim,
em vez de 378,938, 378, 962, 378,963 etc. deve figurar; 378.9:38, 378.9:62, 378.9:63 etc.

Justificação:

A relação possibilita a entrada dos docvunentos que
tratam do ensino superior especializado, tanto

em

378.9 como nos assuntos da especializarão, Ex:
38:378.9, 62.378.9, 63:378.9 etc.

(Resolução n^ 13.31)
22,01

Introdução à Biblia

Interpretação bíblica

Acrescentart Iniciação bíblica

(Resolução nö 13,31)
22,015

Crítica Literária. Fontes dos escritores sagrados.
Acrescentar! Gêneros literários.

(Resolução 13,31)
Deixar em 22.017 somente

Doutrina dos Livros Santos,

Teologia bíblica
Transferir para 22.06

Sentido e interpretação. Métodos de inter-

pretação, Exegese,

(Resolução nö 13,31)
296.65

Essênios, Comunidade Gumran

296.66

Fariseus e saduceus

Transferir

Essênios de 299»235 (outras religiões) para 296.65

(Judaismo, Mosaismo)

(Resolução 14,16)
Acrescentar:
811.2

Território do Acre (Texto existente)

por
811.2

Estado do Acre (desde 22/6/1962)

(Resolução 14-. 16)
234..124

Inabitação da Santíssima Trindade
V. tb. 24.8.159.1

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Devoção à Santíssima Trindade

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�nö 7

(Resolução 15.16)
159.961.7
Acrescentar ao texto existente: Metafísica
•
(Resolução 15.16)
159.923
Acrescentar ao texto existente; Psicotipologia

(Resolução 15.16)
159.923.A
Acrescentar ao texto existente; 3iotip)ologia

(Resolução 15.16)
159.922.S

Psicologia do adolescente, Efebologia
Subdividir como 159.922.7

(Resolução 15.16)
232.842
Acrescentar ao texto já existente: Teologia do Sagrado Coração de
J esug

(Resolução 15.16)
(811.2)

\

Território do Acre

Acrescentar ao texto existente; Estado do Acre (desde 22 de junho
de 1962

(Resolução 15.16)
(811.4.)

Território do Rio Branco
Acrescentar ao texèo já existente; Território Federal
de RORAIM/l (desde 13 de dezembro de 1962)

(Resolução 15.16)
660(7/8)

Literatura hispano-americana

(Resolução 15.16)
=765

Arcade. Gipriota. Micênico

= 761,1

Arcade

= 765.2

Gipriota

= 765.3

MicSnico

(Resolução 15.16)
930.271

Epigrafia, Insórições

Acrescentar ao texto existente; Use, se necessário o número auxiliar para língua
Ex; 930^271 = 765«3
I Digitalizado
-gentilmente por:

Epigrafia micSnica

]_'4

'

16

11

18

19

�(Resolução 16,8)
Cancelar: salesianos

(Resolução l6,8)
271.975

Cancelar: salesianas.

Digitalizado
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                <text>Relatório minuciosa das atividades levadas a efeito pela Comissão Brasileira da CDU nos seus cinco anos de existência, de outubro de 1958 a junho de 1963, dando o seu regulamento, especificando as traduções já realizadas, traçando planos para o futuro. Relaciona as propostas de extensão encaminhadas à PID/CCC e transcreve os comentários sobre o Relatório do Comite Ad Hoc nomeado pelo Bureau da FID para estudo da CDU.</text>
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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Situação atual da permuta de publicações no Brasil
por
Abnef Lellis Corrêa Vicentini

Fortaleza
1963

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lí

�TV CONGEE^ mSIIEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCIMINTAQÍlO
UNIVERSIDADE DO CE.'^A
7 a 14. de julho de 1963

TEMA I

-

PROCESSOS TÉCNICOS E INTERCÂMBIO

SITUAÇÃO ATUAL DA PERMOTA DE PUBLICAÇÕES NO BR.ISIL

por

ABNER LELLIS CORRÊA VIGENTINI »

CDU

021.85(81)

vAt.ce.
V.1

Bibliotecario-Chefe do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, de S, Jose dos Campos, S,P,
Presidente da Comissão Brasileira de Classificação Decimal Universal (IBBD/cDU)
^fembro da Comissão Central de Classificação da Federaçao Internacional de Documentação
(fid/ccc)

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20

�SINOPSE
Historico do tratamento dado a permuta de publicações nos congressos
A
M
de Biblioteconomia realizados no Brasil, A importancia e as decisões do Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Publicações realizado em
1956. A contribuição da Biblioteca Nacional, do IBED e dos centros regionais
de informaçao bibliográfica no programa nacional de permuta. Necessidade do
centro nacional e fontes bibliográficas adoquadas para coordenaçao da permuta. Conclui afirmando que a permuta de publicações no Brasil esta circunscri
ta ao esforço isolado das entidades interessadas, que realizam a operação de
biblioteca para biblioteca, e recomendo algumas soluções de caráter provisório ate que possam ser cumpridas as resoluçoes do Seminário de Permuta de
1956.

CONTEÚDO
1, Histórico
1.1 12 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
1.2 Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Publicações no
Brasil
1.3 20 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
1,4. 3° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
2, Organismos que ativam a permuta no Brasil
2.1 Biblioteca Nacional
2.2 Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
2.3 Centros Regionais de Informaçao Bibliográfica^
3, Situação atual
3.1 Centro Nacional de Permuta
3.2 Lista de publicações oficiais
3.3 Bibliografia corrente brasileira
3,4. Bibliografia das publicações de Associaçoes e Instituições Científicas
3.5 Contribuição do U,3,B,E,
3.6 Conclusão
3.7 Recomendações

4.. iinexo
Bibliografia sobre permuta de publicações no Brasil

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�1,

Histórico

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10 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
O ano de 1954- constituiu üm marco histórico na biblioteconomia brasilei-

ra, pois, pela primeira vez, os bibliotecários brasileiros tiveram oportunida-.
de de se^reunir para tratar dos assuntos comuns.
Sob os auspícios da Universidade do Recife e da Diretoria de Documenta çao da Prefeitura limicipal, realizou-se o lö Congresso Brasileiro de Bibllote
conomia.
Nessa ocasião os bibliotecários brasileiros tiveram ocasião de discutir,
A
em conjunto, pele primeira vez, os problemas de permuta e intercâmbio de publi
caçoes, tendo sido aprovadas as seguintes resoluções:
1) Que se desenvolva o intercâmbio entre as bibliotecas nacionais e en tre estas e as estrangeiras.
2) Que todas as bibliotecas especializadas participem do programa de per
muta da U^ICSCO,
3) Que se obtenha para as bibliotecas redução ou até isenção de tarifas
postais, para remessas e intercâmbio de material bibliográfico,

1,2

^
A
00
Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Publicações

.•■ste seminário foi realizado sob os auspícios da Universidade de Sao Pau
Io, com a colaboração da Associação Paulista 'de Bibliotecários e do Instituto
Brasileiro de Uducaçao, Ciência e Cultura (IBECC), no período de 26 a 30 de ju
nho de 1956, por sugestão do Centro Regional da UNESCO no Hemisfério Ocidental,
Para organização do certame foi encaminhada uma circular a todos os dlre
tores de orgaos governamentais, solicitando o comparecimento de um representan
te da instituição, especialista no serviço de permutas.
O temario do certame abrangeu os seguintes tópicos;
1) Permuta de publicações no Brasil, &gt;fetodos usados e resultados obtidos,
Situaçao atual.
2) Acordos e tratados firmados pelo Governo para permuta de publicações,
3) Bibliotecas e instituições que oferecem as publicações que editam

e

desejam permuta.

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�4.) Permute de duplicatas e material dispensável.
5) Ba.seg para organização de um centro coord.enador de permuta de publica
goes.
0 seminário alcançou amplo sucesso e varias recomenr^ações foram feitas
ao Governo brasileiro, principalmente no que diz respeito a criação;
a) de um Centro Coordenador de Permutas (resultante da reestruturação do servi
ço existente na Biblioteca Nacional);
b) rede de centros regionais de intercâmbio de publicações, subordinados ao
Centro Coordenador.,

1.3

20 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Realizou-se em Salvador, sob os auspícios da Universidade da B*hlo,

julho

em

de 1959, o 2fl Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
O tema 8fi deste Congresso tratou de "Intercâmbio Biblioteconômico", com

os seguintes subtópicos:
a) catalogação cooperativa;
b) catálogos coletivos;
c) empréstimo inter-bibliotecas;
d) permuta.
•»

Durante as sessões plenarias foram ventiladas as teses debatidas em Sao

Paulo, por ocasião do Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Pu0»
A
V
blicaçoes," e mais uma vez recomendadas ao Governo brasileiro as sugestões

a-

provadas naquele conclave,

1«4.

3° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
A Biblioteca Publica do Parana patrocinou a realização do Illß Congresso

Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação que se reuniu em Curitiba, de 8 o
15 de janeiro de 1961.
O tema V do Congresso foi dedicado a "Relações Publicas e Intercâmbio",
e foi aprovada a seguinte recomendação;
NO /ß - Que se recomende ao Poder Executivo e ao Poder Legislativo o es-.
tudo das possibilidades de ser concedida isenção de tarifas postais para a realizaçoo de intercâmbio de material bibliográfico
entre bibliotecas e serviços de documentação.

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2.

Organismos que otivom a permuto_ _no Brasil

Apesar de não termos ainda no Brasil um centro coordenador de pemuta
de publicações, alguns organismos oficiais vêm preenchendo, legal ou informalmente, aquela lacuna. Entre outros:

2,1

Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
O Decreto nO 197 de lo de fevereiro de 1890 criou, em anexo a Bibliote-

ca Nacional, uma repartiçao de permutas internacionais.
A fusão desta repartição com a Biblioteca Nacional foi efetuada

pelo

Decreto nO 856, de 13 de outubro de 1890, que estabeleceu a Seção de Administração de Permutas,
A partir de então a Biblioteca Nacional vem se encarregando do setor de
pgrmutas Internaçionais, e como tal cumpre cem regularidade os compromissos as
sumidos pelo Governo brasileiro na Conveção de Bruxelas e nos demais acordos
interamericanos, isto e:
a) Remete ao Exterior, com regularidade e sistematicamente, as publicações ofi
ciais que recebe para tal fim.
b) Por troca de correspondência tem acrescido o número de instituições com as
quais permuta, e portanto, enriquecido o seu próprio acervo.
c) Distribuir no Brasil todas as publicações que recebe do Exterior.
d) Atender as solicitações de instituições científicas na troca de publicações
A
M
congcneres, para cujo fim requisita publicações,
e) Distribuir a instituições especializadas publicações que recebe do Exterior
e que não interessam a seu acervo,
Para tal a Biblioteca Nacional possui: a) fichario que contém nomes das
instituições nacionais e estrangeiras com quem mantém permuta, constando de cada ficha o que a instituição recebe, e no verso, o que a Biblioteca Nacional rc
eebe em trocaj

b) fichario das publicações oficiais que distribui, estando men

cionadas, em cada ficha, as instituições que as recebem:

c) fichario de lança-

mentos das publicações oficiais que recebe e das remessas feitas es instituições.

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�2,2

Instituto Brasileiro de Bibllo,grafia c Dooumentgogo

Em 27 de fevereiro de 195Uf pelo Decreto n2 35.124., nos termos da Lei
nO 1.310 de 15 de janeiro de 1951, foi criado o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD), dentro da estrutura do Conselho Nacional de Pes
quisas, com os seguintes finalidades:
a) Promover a criaoao e o desenvolvimento dos servinos especializados dc bibli
ografio e documentação.
b) Estimular o intercâmbio entre bibliotecas e centros de documentação, no âmbito nacional e internacional.
c) Incentivar e coordenar o melhor aproveitajnento dos recursos bibliográficos
e documentários do Pais, tendo em vista, em particular, sua utilizaçao no informaçao cientifica e tecnologica destinada aos pesquisadores.
Devido a dispersão e ao desamparo do trabalho intelectual no Brasil

»

Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação reúne as funções próprios
dos centros de documentação especializados e aquelas peculiares aos centros
bibliográficos gerais, a fim de tornar mais fácil, nao somente o trabalho das
instituições cientificas, técnicas e industriais, mas, ainda, o aperfeiçoamen
to dos trabalhos biblioteconomicos e bibliográficos, que são de interesse básico para o desenvolvimento da pesquiso científica e da educaçao de nível superior no Brasil.
Através da Seção de Informações e Intercâmbio do Seirviço de Informações
Tecnico-Científicas, o IBBÍD vem procurando desenvolver a troca de informações
6 publicações entre as instituições de pesquisas científicas e tecnológicas e
centros de documentação nacionais e internacionais.
A contribuição do IBED para o programa de permuta de publicações se evi
dencia:
a) pela organizaçao do Catalogo Coletivo Nacional de Livros e Periódicosj
b) pela publicação da Bibliografia corrente brasileira nos campos das ciencias socieis, matematica, física, quimica, medicina, botânica., zoologia,
energia nuclear e documentaçãoj

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lí

�c) pela publicaçao de "Periódicos Brasileiros de Cultura", obra que relacionou
a grande maioria das publicações periódicas brasileiras, constituindo-se em ver
dadeira fonte de referência para a permuta no setor de periódicos;
d) pela publicação em 1962 de "Bibliotecas Especializadas Brasileiras: guia de
A
/
/A
m
intercaiiibio bibliográfico", em cujo prefacio se le: "Para facilitar a ampliaçao
dos diferentes tipos de cooperação, que devem existir entre as bibliotecas,
tais como - troca de informaçoes bibliográficas, emprestirao-entre-bibliotecas,
troca de microfilmes ou de outros tipos de reprod,uções, catalogação cooperati^
iV
tf#
va, compra centralizada, deposites conjuntos, permuta de publicações, aquisiçao
cooperativa, catalogos coletivos, etc, - publica o IBBD, agora, esta relação
das Bibliotecas Especializadas Brasileiras, a. guisa de Guia para o Intercâmbio
inter-bibliotecario,
A
*
m
^ste guia será publicado anualmente, com novas edições, atualizadas

e

corrigidas por uma permanente colaboração das bibliotecas que desejarem participar dos trabalhos de informação científica ou de informação bibliográfica no
Brasil, e serviró como fonte positiva para o intercâmbio de publicações.

3•

Centros P^gionals d^_ Informação Bibliográfica

Com o desenvolvimento do ensino universitário brasileiro, quase todas
as unidades da Federação Brasileira já possuem a sua Universidade,
O I,B,B,D,, através de convênios com as Universidades Federais, organizou uma rede de centros regionais de informações bibliográficas, que, alem de
manter o catalogo coletivo de livros e periódicos da região, têm se constituído, informalmente, em órgãos coordenadores de permuta no setor regional,
âstes centros recebem constantemente publicações nacionais e estrangeiras, e as redistribuem entre as bibliotecas de sua esfera regional.

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�-6-

Os centros regionais são os seguintes:

Amozonas
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Rua Guilherme ^forei^a, s/nO
MANAUS, AM
Bahia
Serviço Central de Informações Bibliográficas
Universidade da Bahia
Rua João das Botasj s/nö
S ALVADOR, BA
Ceará
Serviço Central de Informações Bibliográficas
Universidade do Ceorá
Av, Visconde do Cauípe, 28
FORTALEZA, GHi
Guanabara
Biblioteca Central da
Universidade do Brasil
Av. Pasteur, 250
RIO DE JilI^miRO, GB
Minas Gerais
Serviço Central de Informaçoes Bibliográficos
Universidade de Minas Gerais
BELO HORIZOMTEÍ, MG
Fará
Museu Paraense Emílio Goeldi
Av, Independência, s/nS
BSIÍM, PA
Paraná
Centro de Bibliografis, e Documentação
Universidade do Paraná.
Av, 15 de Novembro, s/no
CURITIBA, PR
Pernambuco
Serviço Central das Bibliotecas
Universidade do Recife
Rua do Hospício, 6l9~A
RECIF2, PE-

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�-7Rio Grande do Sul
Serviço Central de Informações Bibliográficos
Universidade do Rio Grande do Sul
Av. Paulo Gama, s/nS
PÔRTO ALSGRB, RGS
Sao Paulo
Biblioteca Central da
Universidade de Sao Paulo
Cidade Universitário - Butanta
SÃO PAULO, SP

3.

Situação atual

3•1

Centro Nacional de Permutas
No Brasil ha necessidade, no momento, de luna coordenaçãa das atividades

nacionais em matéria de permuta.
lia centro nacional coordenador da permuta e o que se deseja. Entretanto
nada foi feito alem das recomendações dos congressos,
O Serviço de Permutas da Biblioteca Nacional nao preenche, dentro

da

sua atual estrutura, falta de verbo e de pessoal, suas finalidades, ou melhor,
não coordena,'realmente, no Brasil, o*programa de permutas.

3.2

Lista de publicações oficiais

Para uma verdadeira cooperaçao internacional no setor de permuta, a base nacional é cond-içao indispensável.
As publicações oficiais ocupam lugar de destaque no intercâmbio bibliográfico.
No Brasil não existe uma lista ou bibliografia das publicações oficiais
e semi-oficiais,
Na situação atual e necessário consultar todas as bibliografias existen
tes paro se ter uma idéia das publicações oficiais da União e dos "stados fede
rados, e mesmo assim a informaçao sera incompleta e precaria.

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3.3

Bibliogrgfio corrente brasileira

O repertório da produção bibliográfica corrente de um país e essencial
a permuta,
Não existe no Brasil uma bibliografia corrente brasileira nos moldes
"British National Bibliography" ou do "Gummulative Book Index",
As bibliografias do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
cobrem apenas campos determinados, como foi dito em "2,2, b",
O Boletim Bibliográfico da Biblioteca Nacional registra somente as obras
entradas naquela biblioteca, em virtude da le,i do depósito legal, e sua publicaçao e feita sempre com muito atraso,
Temos que nos contentar no Brasil com as publicações do Sindicato Nacio
nal das Smprêsas Editoras de Livros e Publicações Culturais, que têm servido
como guio para a permuta, a saber:
3.3.1

BBB - Revista dos Editores

O Boletim Bibliográfico Brasileiro foi fundado em 1952, tendo completado
com o nC 76 (Jan.-Fêv, 1963) seus dez (lO) anos de publicação.
Fundado inicialmente para divulgar a realidade editorial brasileira,
afirma, no seu número comemorativo do décimo aniversário, que é a "única publi
caçao brasileira a trazer, mensalmente, a bibliografia brasileira, completa,
atual e rigorosamente técnica",
êgto boletim deveria ser uma publicação mensal, no entanto o último fas
'
m
ciculo publicado em Janeiro de 1963, constitui uma acumulaçao de Junho a Dezera
bro de 1962, á classificado por assunto, de acordo com a classificação decimal
de Dewey, apresentando índice de títulos, não tendo, porém, índice de autores,
3.3*2

Bdicoes Brasileiras
Esta publicação surgiu em janeiro de 1963, e constitui um catálogo tri-

mestral de livros publicados no Brasil, De acordo com seu prefácio "é o primei
ro catalogo de livros que se publica neste País com o objetivo de registrar

a

totalidade ou o maior numero possível de obras impressas no Brasil, reunindo,
para isso, expressivo grupo de editores, A ausência de uma publicaçao assim,
todos reconhecem, vinha constituindo séria lacuna para a atividade editorial
e para a própria difusão cultural no Brasil".

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�Trí?to--se, portanto, de um catálogo cumulativo dos editores brasileiros,
reunindo as obras em dez grandes classes, de 0/9, com índices separados de autor e de títulos, dando endereço dos editores, preço e outras especificações,
O primeiro numero registrou 2,17/4. obras de 43 casas editoras diferentes,

3• 4-

Publicações de Associações e Instituições Cientificas
As pesquisas científicas levadas a efeito pelas entidades e associações

sao divulgadas em seus boletins, anais e relatorios técnicos. No Brasil

noo

existe uma bibliografia especial abrangendo este tipo de publicação, ou

seja,
' ■

as emanadas das associações e entidades científicas.

A Bibliografia Brasileira de Educação, o índice Tecnológico, as Bibliografias do I.B.B.D,, etc., não se restringem a este aspecto de selecionar

as

publicoçaoes das entidades de pesquisas,

3.5

Contribuição do U,S.B.l?.
O "United States Book Sxchange" tem colaborado de maneira positiva com

o programa de permuta no Brasil, I-feis de uma centena de bibliotecas brasileiras estão filiadas ao USBB e recebem mensalmente suas listas de publicações
disponíveis.
A título de exemplo, citamos a Biblioteca Central do Instituto Tecnoló
gico de Aeronautica, que conseguiu, com o auxílio do USBE, organizar coleções
coBçletas' de periódicos no caiiçio da Aeronáutica.
3.6

Conclusão
A permuta d.e publicações no Brasil esta. circunscrita ao esforço isolado

das entidades interessadas, que realizam a operacao de biblioteca para biblioteca, sem uma coordenaçao de âmbito nacional. A falta de guias para permuta,
tais como, lista de publicações oficiais, e de bibliografia das publicações c-mo
nadas de associocões e instituições científicas, vem sendo siçjrida pelas bibliografias publicadas pelo IBBD, pelas bibliografias isoladas (como a Bibliografia
Brasileira de Educação, publicada pelo Centro de Pesquisas Educacionais) e pelas
edições do Sindicato Nacional dos Editores de Livros.

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1^

�-10-

No que diz respeito o tarifrs postais para remesso de material perrautodo,
todas as entidades públicas federais ja contam com franquia postal dentro do ter
ritório brasileiro, Para remessa de publicações para o Exterior as tarifas

são

reduzidas.
As entidades do âmbito estadual, no entanto, não gozam do benefício

ds

franquia postal.
Em suma, não existe no Brasil um programo governamental de permuto

de

publicações, nem no plano federal, nem no setor estadual.

3.7

Recomendações

Tendo em vista as considerações acima e a impossibilidade de se concretizar as resoluções do "Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Pu
blicações", recomendo ao plenário do IV Congresso, solicitando aprovação;
3.7.1

Que o Serviço Nacional de Bibliotecas funcione provisoriamente

como

centro nacional de permuta,
3.7.2

Que as futuros edições de "Bibliotecas Especializadas Brasileiras",
publicação do IBBD, relacione também os titulos das publicações»periódicas ou nao, editadas pelo.3 instituições relacionadas.

3.7.3

Que'se recomende ao IBBD a publicaçao dos seguintes bibliografias noci
onais:
a) Lista de publicações oficiais brasileiras;
b) Bibliografia das publicações de Associações e Entidades Científicas;
c) Edição atualizada de "Periodicos Brasileiros de Cultura",

3,7,4.

Que 03 Bibliotecas Centrais dos Universidades coordenem o permuta nos
respectivos Estodos, otuondo como orgao regional de permuta de publicações.

cm

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�.11-

ANEXO

A»

Biblionraflo sobre perrauto de mblicocõcs no Brasil

/jLMSIDA, Rcnsto - Permuta de publicações como instrumento de cultura, In; SEÍÍTnAfJO sobre PEIRMIJTA NACION/iL E INTERNACIONAL DE PUBLICAÇÕES - Informe fi
nol; 37-43, são Paulo, Reitoria da Universidade de São Paulo, Biblioteca
Central, 1956,

3 f.p,, 53 p, 23cm,

B.IRROS, Maria ilntonieta de Mesquita - Bases paro organização de um centro coordenador de permuta de publicações, - In: SEMIN/íRIO SOBRE PERMTTTA NACIO NiiL E INTSRNACION/iL DE PUBLIC.i.gÕES, tema 5, p.1-20, são Paulo 1 Seção Grá
fica da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de Sao
Paulo 11956| 78 p, |pag. irreg.l 32cm.
BIBLIOTEC/iS PÚBLICAS: franquia postal para os livros e publicações oficiais a
elas remetidos; legislação.

Revista de Direito Administrativo, Rio de

Janeiro, 10:^16, abr, 194-9,
BUSSE, Gisela von - Bresil, In: Handbook on the international exchange

of

publications, 2nd edition, Paris, Unesco, 1956, p.24-8-55,
CAVALC.UITI, Jayne rjccoverd.c de -llbuquerque - Discurso, In: SEMIN/iRIO SOBRE PERMUTA NACIONAL E INT:íIRNxICION;iL de PUBLICAÇÕES - Informe final: UU-50
[Pronunciado na sessão plenária de abertura do Seminário]

São Paulo,

Reitoria da Universidade de São Paulo, Biblioteca Central. 1956, 3 f.p.»
53 p, 23cm,
CUNHA, ^feria Luísa (Pereira) Ifonteiro da - Pteunião de especialistas sobre permuta internacional de publicações na .\merica Latina, realizado Isic] em
Havana, de 1 a 5 de outubro de 1956, sob os auspicios da UIESCO, com a
colaboraçao

do Governo de Cuba, Relatorio,,, Sao Paulo, Universidade

de são Paulo, Biblioteca Central, 1956, Capa, 12 p, 22cm |^illtilitado|
CONFERÊNCIA INTER/JfiRIc;iNA DE CONSOLIDAÇÃO DA P/iZ, 1,, Buenos ."ares, 1936
Convenção sobre o intercâmbio de publicações,..
nistério das Relações Exteriores, 194-0, 14- P.

-

Rio de Janeiro, Mi-

(Coleçao de atos inter-

nacionais, n, 14/-). - Apud "Boletim Bibliográfico", Rio de Janeiro,
3(2): U, Jun./Dez, 1953.

cm

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1

�D'/iPICE, Virginio Buff - Perniuta de publicações no Brasil. In; íSEMEnArIO SOBF®
PERlilTTA NACIONAL E INTERNACIONilL DE PUBLICAÇÕES, temo I, p.1-10.

Bso

Paulo, 1 Seção Gráfica da Foculdode de Filosofia, Ciências e Letras da
Universidade de São Paulo 1 1956.
DI DIO, Dulce Carmen Philomena - Permuto de duplicatas e de material dispensável, In; ^MN/íRIO sobre PERMÜTA NACION;iL S INTERNACIONilL DE PUBLICAÇÕES,
temo

p^i^—lj^.

DÔRIA, Irene de Ifenezes - Bases para a organizaçao de um centro de permuta

de

publicações, IBBD Boletim Informativo, Rio de Janeiro - 2(6);34i-3A9,
nov./dez, 1956 li.e. 1957|.
A Seção de Permutas da Divisão de Aquisição da Biblioteca Nacional, sua
^
historia e piano para sua ampliaçao e desenvolvimento? cooperaçao com
outros serviços, investigação e informaçao bibliográfica, sistematizaçao
A
M
do intercâmbio, acordos internacionais, pessoal, administraçao, orçamento, regimento,
FONSECA, Edson Nery - Permuta; o Seminário Internacional de Havana, Tribuna da
Imprensa, Rio de Janeiro, 27/28 set, 1957, supl. Tribuna dos Livros: 3.
Problemas da permuta nacional e internacional de publicações, O Informe
final do Seminário realizado em Sao Paulo e o Relatório de Iferia Luisa
ífonteiro da Cunha sobre a reunião internacional em Havana,
FREITAS, Idelraa - Bibliotecas e instituições que oferecem as publicações

que

editam e desejam estabelecer permuta, In: SEIÍINÀRIO SÔBI® PERMITTA NACIO
NAL E INTERNACIONAL DE PUBLICAÇÕES, tema 3, p.1-18. São Paulo 1 Seção
Grafica da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade
de são Paulol 1956 |78| p, jpag. irreg,] 32cm,
FURTADO, AÍda - Acordos e tratados firmados pelo Governo para permuta de publicações, In: SEfflNÂRIO SOBRE PSRIÍUTA NACIONAL B IlfTERNACIONAL DE PUBLICA^
OÕES, tema 2, p,l-7, São Paulo |Seção Gráfica da Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras da Universidade de Sao Paulo] 1956 l78| p, |pag, irreg,|
32cm,

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lí

�-13-

SEHEnXrIO SÖHRE PERÍÍUTA NACIONAL E INTERNACIONAL DB PUBLICAÇÕES, são Paulo,
1956 - Informe final. São Paulo, Reitoria da Universidade de são Paulo,
Biblioteca Central, 1956, 3 f.p.» 53 p. 23cm,
SSMINÄRIO SÔBRS PSRMUTA NACIONAL E INTERNACIONAL DE PUBLICAÇÕES, .sl^o Paulo,
1956 - Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Publicações,
sob os auspícios da Universidade de Sao Paulo com a colaboração da Associação Paulista de Bibliotecários e do Instituto Brasileiro para Edu
cação, Ciência e Cultura, em Sao Paulo, de 26 a 30 de junho de 1956,
\
Seo Paulo |Seção Grafica da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras
da Universidade de são Paulo] 1956 |78| p, jpag.irreg,| 32cm,

cm

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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        <name>Dublin Core</name>
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                <text>IV Congresso Brasileiro de Bblioteconomia e Documentação</text>
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                <text>Situação atual da permuta de publicações no Brasil</text>
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                <text>Vicentini, Abner Lellis Corrêa </text>
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                <text>Histórico do tratamento dado a permuta de publicações nos congressos de Biblioteconomia realizados no Brasil. A importância e as decisões do Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Publicações realizado em 1956. A contribuição da Biblioteca Nacional, do IBBD e dos centros regionais de informação bibliográfica no programa nacional de permuta. Necessidade do centro nacional e fontes bibliográficas adequadas para coordenaçao da permuta. Conclui afirmando que a permuta de publicações no Brasil esta circunscrita ao esforço isolado das entidades interessadas, que realizam a operação de biblioteca para biblioteca, e recomendo algumas soluções de caráter provisório até que possam ser cumpridas as resoluções do Seminário de Permuta de 1956.</text>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

�&amp;

r &gt;c

cm

1

Digitalizado
^a^s'^tem^
■^gentilmente por:

^4

15

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17

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20

��^

•

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCU?íENTAÇr.O

FIüB/SüL
Secçao ümerica Latina da
Federação Internacional de iissocia-}õ,es de Bibliotecários
por
Laura Garcia Moreno Russo

C9-V7
ct
v.p.

Fortaleza
1963

�UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMJlíTAÇÃO

L

FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1563

TEMA IV

-

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECÄRIO-DOCUMENTALISTA

3. FIAVSAL
SECÇÃO AMÉRICA LATINA DA
FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS

por
Laura Garcia Moreno Russo(*)

CDU 02:61.25(100:8=6)

(*) Presidente da Federação Brasileira dç Associações de Bibliotocários
Soepotária Geral da Seeção América Latina da Federação Internacional
de Associações de Bibliotecários
Chefe da Secção de Aquisição e Registro da Biblioteca Municipal de
são Paulo

'I Digitalizado
-gentilmente
por:
I

^ ... '''

o

14

15

16

17

lí

19

20

�fiab/sal

-1-'

sECçÂo amSrica latina m federação internacional de associações
DE bibliotecários

HISTÓRICO - Durante a 24a. Reunião Anual da FIAB, realizada em 1958, na Ci
dade de Madrid, Espanha, alguns bibliotecários espanhóis,
os
representantes de Portugal, do Brasil, da Colombia, do Peru,do
Panamá, de Cuba, de Santo Domingo e do Urugua^,
propuseram a
criação de uma Comissão Iberoamericana de Associações de
Bibliotecários,
2.
A proposição foi aceita e os bibliotecários a seguir relacionados,
concordaram em trabalhar para levar a efeito um programa de iaiercambio on
tre Espanha, Portugal, Brasil e todos os países aue compõem a Hispano-América,
3.

BIBLIOTECÁRIOS PRESENTES
BERTA BECHRRA, Asociaciõn Cubana de Bibliotecários,
ERNESTO J. CASTILLIERO, Asociación Panamena de Bibliotecários.
BENITO REYES TESTA, en representación de Panamá,
CARLOS SERRATE REICH, ex-Director Nacional de
Bolivia,

Cultura

de

LUCILA VALDERRAMA, Asociación Peruana de Bibliotecários,
LAURA GARCIA MORENO RUSSO, Associação Paulista
tecários»
MARUJA GONZALEZ ARCOS, Asociación Uruguaya
rios,

^

de Biblio-

de Bibliotecá-

LUIS FLOREN LOZANO, Asociación Colombiana y
de Bibliotecários,

Costarricense

LUIS SILVEIRA, Inspetor Geral das Bibliotecas
de Portugal,

e

Arquivos

VESTILIO ALFAU DURÄN, Director de Ia Biblioteca de Ia Universidad de Santo Domingo,
JAVIER LASSO DE LA VEGA, de Ia Anaba - Espanha.
AMADEO TORTAJADA, Vicepresidente de Ia Anaba - Espanha.
RICARDO BLASCO GfclNOVA, Inspector Central de
Espanha,
JUSTO GARCÍA MORALES, Miembro de Ia Junta
Anaba - Espanha,

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Bibliotecas
Directiva

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de

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lí

�JOSB IBAÍffíZ CERDÄ, de Ia Anaba - Espanha.
JOSÉ DE LA PEÍÍA CAMARA, Biblioteca dei Archivo
Espanha,

de

índias

4.
Durante a última reunião, realizada na Biblioteca Nacional de Ma
dri&lt;ä, estudou-se o programa de trabalho e foram escolhidos os membros d
diretoria da nova Secção da FIAB;
BERTA BECERRA - Presidente - Cuba.
LUIS SILVEIRA - Vice Presidente - Portugal,
JOSE IBÄNEZ CERDÄ - Secretario - Espanha,
5,

PROGRAMA PROPOSTO \ FIAB
a - "Formar Ia Comisión Iberoamericana de Asociaciones de
Bibliotecários, cora el fin específico de incorporar al
movimiento bibliotecário universal, Ias distintas Asociaciones de Bibliotecários de los países iberoamericanos.

;

b - Invitar a Filipinas para que se incorpore a esta Comi»
sión,
e - Designar como presidente de Ia Comisión Iberoamericana
a Da, BERTA BECERRA y como vicepresidente a Ias personas que designen Portugal y Ia Asociación Nacional de
Archiveros, Bibliotecários y Arqueólogos de Espana, Co
mo Secretario actuará D, JOSÉ IBÀIÍEZ CERDÄ, de Ia mis•
ma Asociación,
d - Esta Comisión formará Ias secciones de trabajo nue cor
mm
respondan a Ias comisiones de Ia FIAB, para oue parale
lamente Iberoamérica se incorpore a Ias tareas de Ias
mismas, teniendo muy presentes Ias peculiaridades y ne
cesidades de cada país,
e - Los miembros que constituyen esta Comisión, consideran
con especial interés como una de Ias finalidades
mas
importantes de Ia misma, Ia elaboración cooperativa de
Ia bibliografia de Ias lenguas iberoamericanas,
f - La Comisión promoverá y desarrollará un programa
de
trabajo y Ia organización de reuniones periódicas
en
alguna de Ias naciones iberoamericanas que se integren
en esta Comisión".
6«
Condições adversas, provenientes da mudanga de reçime em Cuba,pa
onde deveria atuar a presidente, senhora BERTA BECERRA, fez com que a Se
ção Iberoamericana não funcionasse satisfatoriamente.

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�7.
Em 1962, pRlo ofício n5 131 de 10 de junho i presidente da FEBAB .«^u
geriu ao senhor, presidente da PIAB a reestruturação da -Seccão Iberoamericã
na em Secçao América Latina, incluindo países da América Latina
sòmente7
uma vez que Espanha e Portugal, membros da FIAB, têm problemas diversos da
queles com que se defrontam os países americanos»
"
8.
A idéia da reestruturação foi aceita e a FEBAB recebeu
Hofmann o ofício
3 41, de 10 de julho de 1962, dando completo
causa.

do
Dr.
apoio
a

9.
Aproximava-se a realização do "Seminário Regional sobre o
Desenvolvimento das Bibliotecas Universitárias na América Latina" que teve lugar em Mendoza, de 24 de setembro a 5 de outubro de 1962,
(,
10.
ótima oportunidade se apresentou para reunir os membros das várias
AssociaçS«8 Latinoamericanas e a FIAB designou o Professor Lasso de Ia Veg^
diretor do referido Seminário, para coordenar os trabalhos da Reunião«
11.
Antes da realização do Conclave o Dr, Carlos Victor íenna,
Chefe
do Centro Regional^da UNESCO, no Hemisfério Ocidental, enviou à FEBAB cópias de correspondência trocada com a presidencia e secretaria éa TIAB, em
janeiro e julho de 1962, pela qual se depreende a identidade de pontos do
viat^sobre a necessidade de se reestruturar a Comissão Iberoaaericana,
12,
Os delegados de países latinoamericanos tiveram todo o apoio e aju
da por parttt do Dr^ Lasso de Ia Vega e Dr* Carlos Victor Penna, atitude es
sa que facilitou o encaminhamento dos trabalhos, A Reunião se realizou nÕ
dia 11 de outubro do I962,
13.

cÒmpon&gt;jntes da reunião de MENDOZA

AR6ENTINA - Cecilio Zelicman, Ercilia Sagastume Berra,
Ricardo
Loi^
Jorge Luis Rougés, Hortensia B,M, de Viilars, Ricard« "A&lt; Gietr^
Eva B . de Miro sin skj*, Rebeka Marehevsky, Berta Alicia
Vélez
de RodrÜguez, Pablo D, Parodi, Hans Gravenhorst,
Nicolas Matijevic, Carlos AJ.berto Giuffra.,
BRASIL

- Laura Garcia Moreno Russo

CHILE

- Maria Teresa Sanz-, Helly S. de Vtllaloa^ Bianca Matas..

COLOMBIA

— Luis Floren Lo2rai\i^, Ernssto Delgado

COSTA RICA«« Efraim Rojas
EQUADOR

- Victor M. Guerra T.

GUATEMALA - Gonzalo Dardón Córdoba
PANAMA

- Carmen D. Herrera

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-4-

PERU

- Cristina Duarte de Morales

REPUBLICA DOMINICANA - Próspero José Mella Chavier
URUGUAY

- Ermelinda Acerenza, Ricardo Casanello, Margarita Montedónico,
Hebe Bollini Folchi, Haydée Asenjo

VENEZUELA - Pedro Barbosa de Ia Torre

ORGANISMOS INTERNACIONALES - OBSERVADORES
UNESCO DO HEMISFERIO OCIDENTAL - Dr.

Carlos Victor Penna

ORGANIZACIÕN DE LOS ESTADOS AMERICANOS - Marietta Daniels

14.

"ACTA DE LA REUNIÓN"

Abierto el acto a Ias diez horas, el seiíor Presidente pasó a expli
car el motivo de Ia reunión, expreaando primero su satisfacción por el in
terés demostrado por los delegados latinoamericanos en concurrir al acto.
Leyó un telegrama dei Presidente de Ia FIAB :Jr, Hofr;anni, que fué seguido
dei aplauso de los asistentes y por último se acordo contestarlo agradeeiéndolo.
Luego puso de relieve Ia necesidad de reactivar Ia sección latinoamericana de asociaciones de bibliotecários como parte integrante de
Ia FIAB, tomando parte activa en sus trabajos.
Explico Ia estructura de
Ia FIAB y sus contribucioneS para el progreso de Ia bibliotecología universal.
En seguida el senor Presidente concedió Ia palabra a Ia delegada
dei Brasil, Sra. Laura Garcia Moreno Russo oue hizo un breve relato histó
rico de Ia constitución de Ia FIAB, creada en 1927 y Ias secciones
rue
constituyen este organismo internacional.
Despues explico como se había
constituído Ia Sección Iberoamericana em Madrid, en 1958 durante Ia
24a
Rôunión Anual de Ia FIAB.
Posteriormente el profesor Lasso de Ia Vega hi
zo una relación de Ia 28a. Reunión Anual de Ia FIAB realizada en Berna, en
agosto último, exponiendo los programas planeados a largo y corto plazo y
Ias actividades de Ias diversas secciones y su vinculación con UNESCO y
otros organismos internacionales.
Luego el senor Presidente
indico al
seiíor Ricardo J. Lois, Presidente de Ia Asociación de Bibliotecários Graduados de Ia República Argentina, que pusiera a consideración de Ia Asamblea, el anteproyecto documento constitutivo de Ia Sección Latinoamericana, el que, despues de un cambio de opiniones, quedo relatado de Ia
siguiente manera:
Los delegados y representantes de Asociaciones de Biblio
tecarios de América Latina, presentes a Ia reunión de Ia FIAb/sAL en Ia
ciudad de Mendoza, República Argentina, el 4 de octubre de 1962,
CONSIDERAN:
Que al crearse Ia Sección Iberoamericana de Ia FIAB, Ia idea original fué, desde un principio, concebida como asociación regional federativa e independiente dentro de Ia FIAB, representativa solamente de países
latinoamericanos;

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l'i

�-5Que las tendencias modernas de racionalizar Ias inruietudes o con
vonienoias de los grupos internacionales en razón de su situación geográfica, ligados por lazos históricos, lengüas, costumbres y raza;
Que Ia necesidad de coordinación de labores de los bibliotecários
en los mismos países se ve facilitada por agrupamientos geográficos;
Que Ia conveniência de formar estos grupos geográficos Io demuestra el mismo hecho de que Ia organización internacional UNESCO adoptó este critério para celebrar el Seminário Regional sobre el desarrollo de Ias
Bibliotecas Universitárias en America Latina, en Mendoza, República Argen
tina,
En consequencia,
ACUERDAN;
1Ö - La conveniência de reconstruir Ia Comisión Iberoamericana de Asoeiaciones de Bibliotecários en Sección Latinoamericana de Asociaciones
de Bibliotecários con Ia sigla FIAb/saL, compuesta actualmente
por
los siguientes países: Argentina, Brasil, Colombia, Costa Rica,Cuba,
Méjico, Uruguay, Venezuela»
PROPÓSITOS;
Son propósitos de esta Sección:
a - Realizar y secundar en el continente Latinoamericano los propo—
sitos y programas de Ia FIAB y participar en los benefícios propios de Ias actividades de dicha institución y de otras institucionea internacionales relacionadas con Ia profesión«
b - Tratar de incorporar a los países Que aun no están afiliados.
e - Mejorar el intercâmbio técnico, cultural y científico entre asociaciones y escuelas de bibliotecología.
d — Defender y apoyar Ia profesión bibliotecária y a los bibliotecários en todos los campos donde sean necesarios»
9 — Promover mediante publicaciones y en toda otra forma posiblo, 1«
actividad profesional,
f - Conseguir que se valorice Ia biblioteca como principal vehiculo
de difusión de ideas indispensables al progreso cultural dei pue
blo.
g — Organizar a su semejanza Ias distintas secciones de Ia FIAB.
h - Para Ia obtención de sus propósitos comunos. Ia FIAB/saL actuará
en estrecha relación con el secretariado de Ia FIAB,
i - Servir de órgano de comunicación entre los afiliados y celebrar
congresos, reuniones, mesas redondas y establecer nexoS de amistad y correspondência fraterna universal«
j — Intervenir y participar en Ias reuniones internacionales relacio
nadas con Ia profesión.

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�-6Que para Ia asignación de Ia sigla conocida por IFLA, los present«s acordaron que se debería preferir FIAB por responder a Ia
denominación en lengua espanola y portuguesa. En cuanto a Ia sigla de Ia sección
fue preferida Ia SAL, cuyo significado contiene Ias iniciales dei nombre
Sección América Latina, siendo en consecuencia adoptada FIAB/sal para designar a Ia sección ahora reestructurada,
El delegado por Costa Rica Sr, Efraim Rojas hiE0 presente su preocupación por Ias dificultades que habría en algunas Repúblicas para poder abonar Ia anualidad Ia cuota anual de Ia FIAB, teniendo en cuenta Ia
diferencia de cambio que hace muy elevada esta contribución.
Otros delegados secundaron esta preocupación.
El profesor Lasso
de Ia Vega prometió a los reunidos hacer gestiones acerca de Ia FIAB, pa
ra resolver el problema de Ia cuantía de Ia cuota y Ia obteneión de Ias
divisas«
Los senores Lois y Floren Lozano, presidente de Ia Asociaeión de
Bibliotecários Graduados de Ia República Argentina y Direetor de Ia Escue
Ia de Bibliotecología de Medellín, respectivamente, proponen Ia creación
de una revista regional colectiva para Ia FIAb/saL, que recogiera Ias inquietudes y trabajog de Ias asociaciones y personas que componen.
El Sr.
Floren ofrece financiaria y distribuiria con los fondos de Ia institución
que dirige, obligándose los países miembros a remitirle el material infor
mativo a través de Ia Secretaria.
El profesor Lasso de Ia Vega propone que el producto de Ias suseripciones pase a reforzar los fondos para abonar una cuota de
suscripción, pese a su caracter gratuito para destinarlo a cubrir los gastos de
Ia Secretaria de FIAB/saL, propuestas que son aceptadas por unanimidad,
Inmediatamente el profesor Lasso de Ia Vega provoco un cambio do
opiniones para interesar a todos los países en Ias actividades de Ia FIAB
y a este fin distribuir entre ellos Ias diversas secciones de Ia
FIAB,
Aaí Ias cosas, se pasan a considerar Ia distribución de ellas,
ouedando
repartidas de Ia forma siguiente;
SECCIÓN 1,-Bibliotecas Nacionales, México
SECCIÓN 2.-Bibliotecas Universitárias, Uruguay
SECClON 3.-Bibliotecas Públicas, Bolivia
SECCIÓN 4.-Bibliotecas Infantiles y Escolares, Brasil
SECCIÓN 5.-Comisión de Periódicos y Publicaciones Seriadas, Argentina
SECCIÓN 6.-Comisión de Entrenamiento Profesional, Colombia
SECCIÓN 7.-Comisión de Canje de Publicaciones, Argentina
SECCIÓN 8,-Comisión de Bibliotecas Parlamentarias....
SECCIÓN 9»-Comi3ión do Bibliotecas Hospitalarias, Venezuela

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�SECCIÓN 10.-Comisión de Estadísticas, Chile
SECCIÖN 11,-Comisión de Construcción y Equipos de
Bibliotecas, Panamá
SECCIÓN 12.-Comisión de Regias de
Argentina y Brasil

Catalogación,

SECCIÖN 13.-Comi3i6n de Libros y Documentos
ros y Preciosos, Peru

Ra-

SECCIÓN 14.-Comisión de Bibliotecas Administrativâ. s « • « • •«
Por último se reaolvió proponer a Ia FIAB adoptar también
como
idioma oficial el espanol en congressos, reuniones e impresos, habida Ia
cuenta de Ia extensión dei idioma en Ia aotualidad.
Continuada Ia sesión,
el profesor Lasso de Ia Vega propuso Ia constitución de Ia comisión
direetiva de Ia FIAB/sAL y luego, de un cambio de opiniones, se aeordó que
los cargos a cubrir son los que se mencionan a continuación y a
distribuir en los diversos países miembros por el término de tres aiíos:
1
2
1
1
15.

presidente
vicepresidentes
secretario general
tesorero

DIRECTIVA - 1962-1965
Presidente:
ARGENTINA; Carlos Alberto Giuffra, en repree^ntaeionfje la
ii-sociación de Bibliotecários Graduados de Ia República
iiTgentina,
Vicepresidente 1°:
CHILE:

Sergio Salas, por Ia Aaoeiación
de Bibliotecários

Chilena

Vicepresidente 2^:
MÉXICO:

Antonio Alcalá, Director de Ia Biblioteca
Nacional de ívíqxíco

Secretaria General;
BRASIL:

Laura Garcia Moreno Russo,
Ia Federación Brasileíia de
de Bibliotecários

presidenta de
Asociaciones

Tesorera;
BRASIL:

Maria Alice de Toledo Leite,
Tesorera de
Ia Federación Brasilena de
Asociaciones
de Bibliotecários

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�Finalmente, so acordo Que el Sr. Lasso de Ia Vega se
encargar»,
como vicepresidente de Ia PIAB y director de Ia presente »esión,de llevar
el acta y realizar Ias gestiones prometidas, relacionadas con Ias cuotas
y otros piintos tratados,
En médio de gran entusiasmo y prometiendo los presentes realizar
en su esfera de acción todo Io necesario para que Ia FIAB/sal
sea
una
efeetiva contribución a Ia obra de Ia FIAB y sacaria de Ia inaetividad en
que había estado hasta ahora, se levanto Ia sesión firmando a
continuaeión los componentes de Ia mesa de trabajo y por planilla separada que se
acompana, los concurrentes a Ia sesión.
15.

Filiaram-ae à FIAB, até a presente data os seguintes paísesj
ARGEiíTIlIA, Blü.SIL, G0Lüàii3Ii., QOôaVi RIC;., MEXICO, UxiÜGUivI E VEJEZtEU^
•

17.
A Secretária Geral da FIAB/sAL desenvolve grande atividade no sen
tido de coordenar os trabalhos de execução dos primeiros
questionários
que devem circular, colhendo os dados e informações necessárias para a or
ganização de um relatório geral que
sôf 'àlüíesentãdõ a Fèdoi-stçãó^
íixl
ternacional de Documentação em sua 29a. Reunião a se realizar em
Sofia,
Bulgaria de 2 a 7 de setembro próximo,
18.
O Boletim n" 3, de 15 de dezembro de 1962, da FIAB, traz amplo no
ticiário aobre a organização da FIAB/saL.

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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

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18

19

2(

��IV C0NGHKS30 BRüSILSIRO D3 BIBLIOTECONO-IIÄ S DOCUMENTAV^ÃO

M,
-A
o 'Institõtà 'N^cTonãji^ do "Liví^e o seu programa para
o desenvolvimento das blbD.iotecas brasi3.eiras
por
Gacilda Basilio de Sousa Reis

Digitalizado
-gentilmente por:

�UNIVERSIDADE DO

CEARA

IV CONCRESSO "Rj-.SILEIPiC DE BIBLICTECCNCi'IA E DCGUlíENTA^
Fortaleza,

7 a

de

julho do 1963

-i
Tc^-^a II — Bibliotecas I^úblicas,

Infanto- Juvenis, Ambulantes

e Escolares

Ao INSTITUTO NACICN-iL DO LIVRC E O SEU PROGRAMA PARA
l.
O DESENVOLVIMEFTO DAS BIBLIOTECAS BRASILEIRAS

por

Cacilda
Basílio
de
Sousa Reis
Professora de Práticas Educativas e Assistente
Regional do INL em
São Paulo

�o INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO E 0 SEU PROGRAí^A
FARA

O

DESENVOLVIMENTO

DAS

BIBLIOTECAS

BRASILEIRAS

^
J
.**

A) CRIAÇÃO DO INSTITUTO NACICNAL DO LIVRO
B) sáÇÕES TÉCNICAS
a)sá^ão da Enciclopédia e do Dicionário
b)S^ão das Publicações
G)Se%ão das Bibliotecas

A) CRIAÇÃO DO INSTITUTO NACIONAL DC LIVRO
Decreto-lei n2 93

21 de dezembro de 1937

B) sé^ES TÉCNICAS
^

'

\

dg Enciclo-pódia e do Dicionário —
a qiial compete

"organizar e publicar a Enciclopédia Brasileira

e o Dicionário da LÍngua Nacional, revendo-lhes as sucessivas
edições", vem se dedicando à publicação das obras subsidiárias
que servirão de fpntoj principalmente^no que se refere aos assuntos brasileiros, para a confecção da Enciclopédia

do Di -

cionário.
O rendimento desta stfçSo, para ser critério samente interpretado, depende de análise cuidadosa o do conhecimento direto da

sua situação interna.

Toda sorte de obstá -

culos - naturais e circunstanciais - v^ta dificultando-lhe
cumprimento final de suas atribuições.

o

O volume de trabalho ,

problemas de ordem técnica, problema de pagamento regular

aos

especialistas e, destacadamente,

in-

o lugar comum das verbas

suficientes^ para manter um ritmo normal de produção,

são

os

primeiros fat éres a serem apontados como responsáveis pelo retardamento da entrega ao publico"da Enciclopédia Brasileira#

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Exemplos de obras subsidiárias

ja publicadasí

Memórias sobre a paleontologia brasileira, por Peter Wilhelm
Lundy Revi'^e' comti^^^r Carlos de Paula Couto.
Os roedores do Brasil, por João Moojen.

1950.

1952*

Paleontologia brasiloira;mamíferos, por Carlos de Paula Couto.
1953.
Moluscos tés seis do Brasil, por JÚlio Magalhães e'Sergio Mazz£
lira.

1953.

Dicionário do folclore brasileiro, por Luís da Camara Cascudo.
1953

(ja saiu a 2?' ed.)

Frutas do Brasil, por Eurico' Teixeira da Fonseca.

Publicações

—

1953.

à qual compete

"editar toda sorte do obras raras ou preciosas, que sejam

de

grande interesse para a cultura nacional" e "promover as me didas necessárias para aumentar, melhorar e baratear a edição
de livros no país, bom como facilitar a importação de livros
estrangeiros", vera, dentro das limitações que lhe são impostas
por fctores vários,

cimiprindo tão . alta incumbência.

Promover a publicação de obras de grande valor
cultural e de restrito valor comercial, não permitindo

que

g sua atividade editorial ponha em perigo o comércio de livros
ou amoaoe a iniciativa* privada,

são critérios estabelecidos

pelo INL.
Quando foram publicadas as "i'-ormas para cata
logaçao de impressos", da Biblioteca Apostolica Vaticana, e
a
"Bibliografia de fl^iteratura infantil em língua portuguesa", do
Lenyra C. Fraccaroli, por serem do limitado interesse comercial,
o INL garantiu, aos respectivos editores,

a. aquisição de 2.000

exemplares de cada obra.
Destacamos, a título de exemplo, algumas coleções
ja colocadas ao alcance do públicos
Biblioteca Científica Brasileira
Biblioteca Filologica
Biblioteca Histórica
Biblioteconomàa
Coleção do Obras Raras
Coleção do Estudante
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Exemplos de obras subsidiárias

já publicadas:

Memórias sobre a paleontologia brasileira, por Peter Wilhelm
Lundy Rev4*^e comV^'^or Carlos de Paula Couto.
Os roedores do Brasil,

por João Mooõen.

1950.

1952»

Paleontologia brasiloira;mamíferos, por Carlos de Paula Couto.
1953.
Moluscos fé sseis do Brasil, por JÚlio Magalhães e'Sergio Mazz^
lira.

1953.

"

Dicionário do folclore brasileiro, por Luís da câmara Cascudo.
1953

(js saiu a 2Í' ed.)

Frutas do Brasil,

por Eurico* Teixeira da Fonseca.

Publicações

—

1953.

à qual compete

"editar toda sorte do obras raras ou preciosas, que sejam

de

grande interesse para a cultura nacional" e "promover as me didas necessárias para aumentar, melhorar e baratear a edição
de livros no país, bem como facilitar a importação de livros
estrangeiros",

vem, dentro das limitações que lhe são impostas

por fatores vários,

cumprindo tão.alta incumbência.

Promover a publicação de obras de grande valor
cultural e de restrito valor comercial, não permitindo

que

ê sua atividade editorial ponha era perigo o comercio de livros
ou amosoe a Iniciativa* privada,

são critérios estabelecidos

pelo INL.
Quando foram publicadas as "^•ormas para cata
logação de impressos", da Biblioteca Apostolica Vaticana, e
a
"Bibliografia de fl^iteratura infantil em língua portuguesa", do
Lenyra C. Fraccaroli,

por serem de limitado interesse comercial,

o INL garantiu, aos respectivos editores, a aquisição de 2.000
exemplares de cada obra.
Destacamos,

a título de exemplo, algumas coleções

já colocadas ao alcance do publico?
Biblioteca Científica Brasileira
Biblioteca Filologica
Biblioteca Histórica
Biblioteconomia
Coleção de Obras Raras
Coleção do Estudante

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�3

Destcícamos, oinda, r. título do exemplo, algumas
puTDlicrções de particular interesso do bibliotecarioi
Instruções para a organização das bibliotecas municipais.

19^0»

;

Bibliografia brasileira, 1938Guia das bibliotecas brasileiras,

19'-i-l (3»cd.

1955)

Bibliografia das bibliografias brasileiras, por Antônio Simões
dos Reis.

19^2.

Classificação^ sistemas de classificação bibliográfica, por Jos6 Soares de Sousa,

i

19^3*

Guia das livrarias brasileiras.

19^+3•

'

Compêndio do classificação decimal e Índico alfabético, por Antonio Caetano Dias o Luís Cosme,

19^^ (2,ed,

1950)

Relação do cabeçalhos de assuntos para fichas, por Wanda Ferraz,
19^^.
Manual de classificação o catalogação do discos musicais, por
Luís Cosme.

19^9»

Como organizar o catálogo dicionarj.o, por Adelfa S.R. Figueiredo.
1950.
Editoras e livr^ias,

1953*

Bibliotecas do ^cntro-^^ste do Brasil, por Humberto Soares da Costa.

j

1953.
A "Revista do Livro" começou a ser publicada em

junho de 1956 e ja está no n2 2h,

É por ela responsável

a

j

Redação da Revista do Livro.

c) Seção das Bibliotecas —

à qual compete "incen-

tivar a organização e auxiliar a manutenção de bibliotecas publi«»
cas cm todo o territorio nacional", visa, ainda, organizar um cadastro geral &lt;3as bibliotecas brasileiras e contribuir para a cria
ção de novas bibliotecas no país, fazendo-lhes doações periódicas,
tanto de publicações ^o líIL como de livros comprados diretamente
aos editores, a fim de que cresçam e se desenvolvam, dentro do po^
sível, atualizadas ,

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�Des suas otribuições, dostecGinoss
1. Registro do bibllotocas '.t^CBar-nnêxo ng 30
2.

Sclcçro o aquisição do obras a

serem distribuídas

entre as bibliotecas.
A
✓
%
3» Assistência técnica regional, 19^9 rnfõíTTnoxa-nO V)
o) Visitas feitas por assistentes técnicos —•
i

Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceara, Guaporé,
Maranhão, Mato Grosso, Para, Paraíba, Parana,

Pernambuco,

Piauí, Rio de Janeiro ,

Rio Grande do Norte, Rio Grande do

Sul ,

Santa Catarina, São Paulo e Sergipe,
b) Cursos intensivos - foram dados em Alagoas,
Minas Gorais, Parana, Perrbuco

c) Escolas de biblioteconomia —^2Tam criadas
duas;

Minas Gerais e Parana«

d) Bolsas de estudo, 1955-

*

^ 18 bolsis-

tas, vindos dos diferentes Estados, fro
qtContaram o Curso do Biblioteconomia

-x
da

Biblioteca Nacional do Rio do Janeiro.
Convênio com as Prefeituras*■í3ôzEZ2:,no_3co nß 5)
5.

Convênio com o SIC":tvgY

6.

Biblioteca Defr/rnstrativa Castro Alves —
criada, no Rio de Janeiro, para servir do modelo às bibliotecas publicas»

Recebe estagiá-

rios.

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�5

CONSIDERANDO

que o Instituto Nceionol do Livro

1) É uma entidade perfeitamente definido, de tradição e de
completa penetração nacional5
2) É uma entidade construída com sacrifícios,
vulto das suas obrigações

em virtude do

em relação à extensão territo

rial do país e à precariedade de meios com que contasn os
movimentos culturais;
3) É uma entidade que planejou e ^m executando amplo progra
ma do ajuda positiva à. bibliotecas5
É uma entidade que,

com as suas doações gratuitas, muito

beneficia as bibliotecas do interior, especialmente as de
parco recursos, que inúmeras vezes tem as suas coleções
constituídas aj)cnas por livros remetidos pelo INL5
5) Ê uma entidade que,

ate 31 de maio de 1963» recebeu a in_s

crição de 10,800 biblio'tecas, às quais distribui livros ,
gratuitamente,

todos os anos5

6) É uma entidade iq^ue, ate 31 de maio de I963» doou um total
do 2.758*5^8 volumes5
7) É uma entidade que criou duas escolas do biblioteconomia5
8) É uma entidade que não tem recebido das Escolas de Biblio
teconomia do país a justa referencia,

inclusive em benefí-

cio delas .próprias;
9) É uma entidade que lançou a idéia das feiras anuais de livros,

tendo organizado e coordenado a primeira^

IA) É uma entidade que, por solicitação da FEBAB,

conseguiu o

decreto que instituiu a Semana Nacional da Biblioteca;
11) É uma entidade que apoia a FEBAB
Informativo;

custeando-lhe o Boletim

�6

pedimos vcnic pcrc

sugerir que o IV Congresso Brasileiro do

Bibliotoconomir. o Documentcção, dando apoio ao valioso e im
portanto programa do INL paiA?, o desenvolvimento das bibliotecos brasileiras, recomende que
»
1) As Associações de Bibliotecários^enviem à FEBA!^ informações
calcadas nas necessidcdes das bibliotecas de seus Estados ,
dentro dos /tens que possam merecer a atenção do INL3
2) A FEBAB

apresente ao INL sugestões bcsoadas nos problemas

o estudos focalizados pelas Associações de Bibliotecários5
3) As Associações de Bibliotecários incluam, anualmente,

om

seus programas comemorativos do Semana Niioional da Bibliot_o
ca, assuntos referentes aos trabalhos da competência do INL5
^)As Escolas de Biblioteconomia doem om seus programas escolares maior ênfase aos serviços prestados polo INL às bibliotecas 5
5) Os bibliotecários dêem ao INL apoio integral, mantendo

ag

sues bibliotecas era contato com aquela instituição para dela recebereiffapcrcola de serviço que lhos c devida*,
6) Os bibliotoccrios de todo o país procurem informar às bi bliotecas de suas cidades o de lugares circunvizinhos

das

vcntcgens om se inscreverem t.n INL.

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�DEGRETO-I^I

93 de 21 de Dezembro de 1937

Cria o Instituto Nacional do Livro

O Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil, usando das a— •
tribuiçSes q^ue lhe confere o arti^jo 180 da Constituição,
Decreto:
Artf15 - O Instituto Cairá fica transformado em Instituto Nacional do
Livro,
§í}nico - O Instituto Nacional do Livro torá a sede de seus serviço^o
Edifício da Biblioteca Nacional.
Art92s - Competirá ao- instituto Nacional do Livro;
a) - organizar e publicar a Enciclopédia Brasileira e o Dicionário da
LÍngua Nacional,

rovendo-lhes as sucessivas edições^

"b) - editar i:3da sorte de obras raras ou preciosas,

que sejam de gron

de interesse para a cultura nacional^
c) - promover as medidas necessárias para aumentar, melhorar e bara tear a edição de livros no paJ's,

bem como facilitar a importação de livros

estrangeiros^
d) -• incentivar a organização e auxiliar a manutenção de bibliotecas
piíblicas em todo torritário nacional.
Art«.3s - O Instituto Nacional dò Livro tera,
de administração;

allm dos serviços gerais

três secçSes técnicas e um Conselho de Orientação,

Art«42 - As trás SecçÕQs .técnicas se denominarão;
X&gt;édia e do Dicionário,

Secção de Enciclo -

Secção das Publicações e Secção das Bibliotecas,

ca-

bendo h. primeira as funções da letra a , h segunda as funções das letras b
0 0 0» terceira as funções da letra d,

do" artido 22 dêste decreto-lei.

§12 - Cada Socção será dirigida'por um chefe.
§2 2 - Os chefes de Secção,

bem como o demais pessoal do Instituto Na-

cional do Livrc^ serão admitidos na foriáã do decreto n2 671, de 19 de junho
de 1936o
Artr5'' - A.0 nonRelho de Orientação caberá o plano de organização
I]r.oicl:-j-.ödia Brasileira e do Dicionário da LÍne:ua Nacional,

da

bem como dar pa

recer sôbre as medidas q.ue devam ser tomadas para que os objetivos do Inst_i
tuto Nacional do Livro sejam conseguidos,
.yl2 - O Conselho de Orientação sera composto de cinco membros nomeados
pelo Prüsldente da Repiíblica.

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�§20 - A fxmção dô' membro do Conselho de Orientação será í_;ratülta e con£
tituird serviço pdblico relevante.
§32 - O Conselho de Orientação funcionará na sede do Instituto Nacio uai do Livro.
§42 - Tomará parte nas discussões do Conselho de Orientação o diretor
do Instituto Nacional do Livrq^e fu^^ionara como seu secretário,

podendo

igualmente discutir as matériaso chefe da Secção da Enciclopédia e do Dicionário,
§52 - líenhuma reunião do Conselho de Orientação se realizará sem que pa
á
""
ra a mesma sejam convocados o diretpr do Instituto Nacional do Livro e o ch^
fe

da Secção da Enciclopédia e do Diconário.
Art.ós - As publicações do Instituto Nacional do Livro não serão dis -

tribuiaas

gratuitamente senão "Ls bibliotecas piíblicas a Ôle filiadas, mas

se colocarão

a venda em todo o país por preços que apenas bastem para com-

pensar total

ou parcialmente o seu custo,

Art.79 - O Poder Executivo baixará o regulamt&gt;nto do Instituto Nacional
do Livro,
Art.82 - 'éste decreto-lei entrará em vigor no dia I2 do janeiro

de

193^ ficando revogadas as disposições em contrário,
ilio de Janeiro,
República. Ass.

21 de dezembro de 1937; 116® da Independência e 40« da

Ge túlio "Vargas - Gustavo Capanema.

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�III3TRUQ0E3 PARA R5GI3T0 DE 3IBLI0TS0A"~~"77Í&gt;D^
Para obtenção do regisl^ no Instituto Nacional do Livro (I.K.L.) é
necessário que as bibliotecas 'interessadas o solicitem por escrito, atravás
de
seus responsáveis imediatos ou da autoridade superior. Para efeito do
auxí lio em doações de livros e assistência técnica é observado o seguinte
critério :
^
Biblioteca Particular
por particular, entende-se a biblioteca pâát|||#.iaé"6'^pessoa física, isto é, aquela que qualquer cidadão pode possuir para'üso exclusivamente
pes soai. O I.n.L. não toma conhecimento de pedidos de auxílio a bibliotecas dessa natureza. Os particulares interessados, entretanto, poderão diri^^ir-se
ao
Serviço de Vendas, para aquisição de noss^ ediçSes. Portanto,
bibliotecas
instaladas em prédios particulares (resid^ciais) sob pretexto algum^
terão
direito a qualquer auxílio.
Biblioteca
■I.II1...I ■ Privativa
É .11
■-!
É considerada privativa a biblioteca qu^ mantida por associação, grêmio,
sindicato, sociedade ou repartição pilblica, não á franqueada ao público
em
(^eral, limitando as facilidades de leitura e consulta aos assáciados ou fun cionários. Para seu registo, exige o I.N.L. a devolução do questionário anexo,
■ devidamente preenchido e assinado por pessoa responsável, bem como o envio de
um documento passado por autoridade local (prefeito ou delegado de polícia) ,
atestando a sua idoneidade. Ho caso de repartição pdblica fica dispensado êsse atestado, bastando que o questionário anexo seja assinado pelo chefe
do
serviço ou por funcionário responsável. A biblioteca privativa sc5 tem direi to hs publicações oficiais do Ministério da Educação e Cultur^ não podendo
ser-lhes assegurada regularidade de doações, nem quanto a periodicidade
nem
quanto ao número de volumes.
Biblioteca Franqueada ou Escolar
Consideram-se franqueadas as bibliotecas mantidas por qualquer das entidades acima menciondas que permitem o acesso do público em geral íis suas
ocf«
leções, através de leitura e consulta e leitura na sede ou de empréstimos
de
livros a domicílio. Para o seu registo, exige o I.N.L. a devolução do questi£
nário anexo, devidamente jDreenchido e assinado por pessoa responsável, acom i^onhado de lom atestado de acôrdo com o modêlo anexo^ Deve-se notar que,
para
obtenção de registo, é indispensável,^steJa a biblioteca instalada e já em
pleno funcionamento, sendo ainda de ^&amp;a a conveniôncia constar da âocumen tação um recorte do jornal da localidade no qual anuncie ao público em geral
as facilidades de seus serviços. A condição de franquia ao público em geral
não exclui, naturalmente, o direito que assiste h. biblioteca de estabelecer
norários e quaisquer medidas de ordem interna. No caso de repartição pública,
e exi^jido, apenas, a devolução do questionário anexo,
assinado pelo chefe de
serviço ou por funcionário responsável,, encaminhado por ofício da autoridade
competente.
Xs bibliotecas escolares, não importando o número de secçõeg em que forem divididas, é concedido, tão sbmente, um rei^isto ^^eral, não lhe concedendo
o I.N.L., por desaconselhável, a iniciativa de franquear seus acervos
ao público. Quanto ^s formalidades para registo, devom obedecer hs instruções re ferentes ao caso anterior. Em qualquer dos casos, informações incorretas vi sando li obtenção de privilégios j.jara a biblioteca solicitante poderão acarretar, a-critério do I.N.L., sanções diversas.
Uma vez registada, a biblioteca terá direito a doações rej^ulares, cong ,tituidas de publicações oficiais do Ministério da Educação e Cultura e de ouras adquiridas no mercado,
rei^ularidade de remessas e o número de volumes
íie cada uma, a critério do I.N.L., condicionam-se h. categoria da biblioteca e hs possilDilidades orçamentárias. A biblioteca que deixar de acusar o recebimento de qualquer doação, não importando os motivos, terá os auxílios su£
pensos até regularizar.a situação. Também, anualmente, as bibliotecas obri
gam-se a informar o número de volumes do seu patrimônio ao I.N.L.

Augusto Meyer

cm

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1$/^^
""

�Anexo nf 2

DA SDUCAÇlO E CULTURA

MovliiientQ.jia-_3eo&lt;^q^as Bibliotecas desde a criação do ■ .I-,JíJ.»I»*.-atl
31/12/1962

NQ DE VOLUl^IES

We DS BIBLIOTECAS

ESTADOS

DOADOS

-TIEGISTADAS

SÂO PAULO

950

1^92 671

MINAS GEEAIS

612

i;01 950

SANTA CAT.miKA

271

^b^ kSZ

RIO GRAllD^'DO SUL''

105

zLüx 505

GU.U1ABAEÁ

QU3

183 979

651

162 672

k95

151 175

579,

159 367

331

81 529

PARAÍBA

230

79 921

CEARxí

285

72 567

^íilRAI^IHÄO

17Í;

k3 256

ESPÍRITO SANTO

158

U3 817

RIO GRANDE DO NORTE^

153

hz 5hl

PIAUÍ

9^

35 237

GOIiíS

126

3h 255

ALAGÔ.\S

loZi

27 323

MATO GROüSO

■91

25 173

SERGIPE

79

21 387

AMZONAS

76

20 167

PARÁ

91

19 905

ACRE

12

6 130

TERRITÖRIO DO AMiVPÄ

16

U UQk

14

-"-"■3 179

22

1 768

6

957

10 568

2 601 I1I3

:0 DE''JANEIRO
ÍÂ
lÃTTTA

,

PERNAMBUCO

"

"

DE RONDÔNIA

.

DISTRITO FEDEML
TSRIUTÓRIÜ-DO RIO BRANCO
TOTAL (BRASIL)

Livros distribuídos para prêmios como incentiTO.a
20 088

"•"rLai&gt;CLLaíi3£a^ culturais-.,..,,;^,...

2 621 501
A Bibliotecas e Instituições.no estrangeiro.a..
título de intercâmbio

;

62 997
Z 68U Í|98

TOTAL GEPulL

cm

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�Anexo n9 3

INSTRUÇÕES PARA RIi,GI3T0 DE 3IBLI0TBCA
Para obtenção do registo no Instituto Nacional do Livro (I.N.L.) ê necessário que as bibliotecas interessadas o solicitem por escrito, através
de
seus responsáveis imediatos ou da autoridade superior. Para efeito do
auxí lio em doações de livros e assistência técnica é observado o seguinte
critério:
Biblioteca Particular
por particulari entende-se a biblioteca pa|;t^®âiaé'é ^ pessoa física, isto é, aquela que qualquer cidadão pode possuir par^a' üSo exclusivamente
pes soai. O I.II.L. não toma conliecimento de pedidos de auxílio a bibliotecas dessa natureza. Os particulares interessados, entretanto, poderão dirii_ir-se
ao
Serviço de Vendas, para aquisição de nossas ediçSes, Portanto,
bibliotecas
instaladas em prédios particulares (residenciais) sob pretexto al^,um
terão
direito a qualquer auxílio.
Biblioteca
■I I I I
■ I ■! I I " Privativa
»■■■■■
Ê considerada privativa a biblioteca que mantida por associação, grêmio,
sindicato, sociedade ou repartição pilblica, não é franqueada ao páblico
em
,,eral, limitando as facilidades de leitura e consulta aos assãciados ou fun ciondrios. Para seu registo, exige o I.N.L. a devolução do questionário anexo,
devidamente preenchido e assinado por pessoa responsável, bem como o envio de
um documento xjassado por autoridade local (prefeito ou delegado de polícia) ,
atestando a sua idoneidade. No caso de repartição pdblica fica dispensado èsse atestado, bastando que o questionário anexo seja assinado pelo chefe
do
serviço ou por funcionário responsável. A biblioteca privativa sé tem direi to hs publicações oficiais do Ministério da Educação e Cultura não podendo
ser-lhes assegurada regularidade de doações, nem quanto a periodicidade nem
quanto ao número de volumes.
Biblioteca Franqueada ou Escolar
Consideram-se franqueadas as bibliotecas mantidas por qualquer das entidades acima menciondas que permitem o acesso do público em geral hs suas
acf^
leções, através de leitura e consulta e leitura na sede ou de empréstimos
de
livros a domicílio. Para o seu registo, exige o I.N.L. a devolução do que3ti£
nário anexo, devidamente jpreenchido e assinado por pessoa responsável, acom i&gt;anhado de um atestado de acôrdo com o modôlo anexo, Deve-se notar que,
para
obtenção de registo, é indispensável, esteja a biblioteca instalada e já em
pleno funcionamento, sendo ainda de otda a conveniência constar da âocumen tação um recorte de jornal da localidade no qual anuncie ao público em geral
as facilidades de seus serviços. A condição de franquia ao público em geral
não exclui, naturalmente, o direito que assiste h. biblioteca de estabelecer
norários e quaisquer medidas de ordem interna. No caso de repartição pública,
é exiijido, apenas, a devolução do Questionário anexo,
assinado pelo chefe de
serviço ou por funcionário responsável, encaminhado por ofício da autoridade
competente.
Xs bibliotecas escolares, não importando o número de secçSes em que forem divididas, é concedido, tão sbmente, um re^^isto ^eral, não lhe concedendo
o I.N.L., por desaconselhável, a iniciativa de franquear seus acervos
ao público. Quanto as formalidades para registo, devem obedecer hs instruções re ferontes ao caso anterior. Em qualquer dos casos, informações incorretas vi sando h obtenção de priviléi^ios para a biblioteca solicitante poderão acarretar, a-critério do I.N.L., sanções diversas.
Uma vez registada, a biblioteca terá direito a doações re^^ulares, cons tituidas de publicações oficiais do Ministério da Educação e Cultura e de ouras adquiridas no mercado,
regularidade de remessas e o número de volumes
úe cada uma, a critério do I.N.L., condicionam-se b. cate-^oria da biblioteca e hs possibilidades orçamentárias. A biblioteca que deixar de acusar o recebimento de qualquer doação, não importando os motivos, terá os auxílios su£
pensos até regularizar a situação. Também, anualmente, as bibliotecas obri
gam-se a informar o número de volumes do seu patrimônio ao I.N.L.

Aug-usto Meyer
Diretor

�MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

REGISTO

DE

BIBLIOTECAS

Nome completo da biblioteca
Rua
ENDERÊÇO
POSTAL

N.°..

Localidade
Município
Estado

1) Data da fundação
2) É oficial?

da instalação

acervo atual..

Federal, Estadual ou Municipal?

Subordinada o que instituição?
Não sendo oficial, qual a instituição que a mantém?

3) É pública ?

Privativa ?

Geral ou especializada ?

Qual a especialização?
4) Em que dias funciona?

Qual o horário?

5) Qual a média mensal de consulentes?

Quais os assuntos

mais lidos?
6) N.° de funcionários
7) Tem

verba

própria ?.

8) Há livro inventário?
Há catálogos

de técnicos
Quanto ?

Na classificação, adota o sistema decimal?
Quais?

O leitor tem livre acesso às estantes?

9) Quais as

São remunerados?

Há empréstimo domiciliar?

iniciativas culturois (exposições, conferências, etc.,)?

10) Que espécie de obras interessa receber?

Data
•Assinatura
Cargo ou função

cm

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�LIINUTA DE ATESTADO
Para biblioteca privativa;
Atesto que a biblioteca ....
mantida por
aeáiada na

.•

ín°í'?.??.iÇ?íiW9?°.')í?.í'.???íf?;
Íí-íí.f.çfffí"?)

é idônea e está em ^'leno funcionamento, merecendo,

pois,

o auxílio que

so-

licita do Instituto Nacional do Livro em doaçSes de livros e assistência
técnica.
(Pausado í&gt;or prefeito ou Delegado de Polícia

com

fârma reconiiecida).

Para biblioteca pdblica ou franqueada;
Atesto aus a biblioteca .... ííííf.íí.íííHíí???!..
mantida por

jÇfí jíV4Ç?-9. ^■V'?.

sediada na
á idônea e está em pleno funcionamento,

merecendo,

pois,

o auxílio que

so-

licita do Instituto Nacional do Livro em doaçSes de livros e assistência
técnica,

o que a consulta e leitura de obras na sede 6 franqueada ao públi-

co em geral.
(Passado por Prefeito ou Delsgado fáe Polícia

com

firma reconliocida).
Para biblioteca escolar;

Atesto que a biblioteca.
mantida por
,. ,
sediada na

(Nome da biblioteca)

ÍÇÇíiÇ.da.instiíWÇÇÇ.WÇ.^i.iíiWÍw)
(rua e número)
;

6 idônea e está em pleno funcionamento, merecendo, pois,

o auxílio que

so-

licita do Instituto Nacional do Livro em doações de livros e assistência
técnica,

e que a consulta e leitura de obras na sede é franqueada aos alu -

nos e professores do estabelecimento.
(Passado por Prefeito
cal de Ensino com firma reconhecida).

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Syst em

Delegado de Polícia ou Fis-

�Anexo n? 4
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E SAÚDE
INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

ASSISTÊNCIA REGIONAL ÀS BIBLIOTECAS

Biblioteca

N.° de registro no I. N. L.

Localidade

Município

Estado
VISITADA EM

DA LOCALIDADE: N.° de habitantes
Assistência hospitalar

Situação econômicaboa, regular, máhigiênica
boa. regular, má

DA BIBLIOTECA; Subvenção
Responsável

Nível intelectual

sim ou não

federal (Ministério?), estadual ou municipal (Secretaria?), não oficial (InstituiçSo ?)

bibliotecário (quais títulos), professor, etc.

N." de funcionários ... de técnicos . . . Localização
Instalação

elevado, médio, baixo

Acervo

boa, inadequada, deficiente, má

Estado de conservação dos livros

zona comercial, industrial, rural ou residencial (pobre, rica, remediada)

bom, regular, mau

Especialização

n.® de obras e de vols.

Caráter

público ou privado

geral ou especializado

Há livro inventário?

Classificação

decimal, de Bruxelas, própria (se satisfaz)

Quais os catálogos existentes?
Qual o padrão técnico de catalogação?
O leitor tem livre acesso às estantes?

Consultas

Freqüência (em relaçãc à população)
Freqüentadores (cálculo percentual aproximado)

na sede, empréstimo domiciliar

grande, regular, pequena
adultos, jovens e crianças

Limpeza e desinfecção dos livros (como são feitas)
Há livros em alfabeto Braille?

Quantos?

Observações — (quais as iniciativas culturais; se possui livros raros manuscritos, jornais e revistas (de onde), gravuras; que espécie
de obras interessaria à biblioteca, orientarão dada; que sugestões foram apresentadas; anormalidades' verificadas;
proposta de suspensão temporária, dc cancelamento definitivo, de fusão com outra biblioteca da localidade, se
encontrou na localidade pessoas interessadas no aprendizado de biblioteconomia, etc.).

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�Anexo n? 5

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

Sr» Prefeito:

Estando o Instituto Nacional do Livro vivamente empenhado
em promover relevante movimento cultural em todo

território nacional,

tenho o prazer de solicitar a indispensável colaboração de V.S.,

a ser

representada pela criação, nesse município, de uma biblioteca pública.
Ü lícito confiar-se nos benefícios que adviriam dessa experiência,

a comprovarem-se por manifestações inequívocas na vida

so-

cial e econômica cotidiana dessa comimidade.
Assim,
ministerial,

informo que êste Instituto,

daria, permanentemente,

com o necessário apôio

smbstancial aiixílio

h iniciativa,

através de doações de livros e assistência técnica conforme os

têrmos

do convênio ora submetido a V.S.
Aguardando com interâsse sua breve comunicação,

subscrê -

vo-me atenciosamente.

José Renato Santos Pereira
Diretor

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�(Instruções)

Sr♦Prefeito:
Em aditamento h circular nexa,

cumpre—ma ö-sclarecer qu©

a©

tomam indispensáveis aa seguintes oondiçõaa prévias para execução

do

mencionado auxílio:
a) comunicação oficial de V.S.

ao Instituto Nacional do Li-

vro da fundação o instalação da biblioteca pública muni* cipal; por instalação, nesse caso,

entende-se um mínimo

de estantes, mesas e cadeiras para os consulentes,

dis -

postos em sala ou salas especiais;
b) comunicação ao Instituto Nacional do Livro do ato

que

criou a biblioteca pública municipal;
c) designação de um ou mais funcionários para os serviços
da biblioteca;
d) compromisso,

da parte da Prefeitura,

de promover a consig

nação em orçamento de uma verba, modesta embora,

especial

mente destinada b.s despesas da biblioteca.

cm

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�\
t

CONVÊNIO CEIEBRilDO EN TBE A PRICFSITURA WICIPAL EE
E O INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO PABA A INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO

EE

UMA

BIBLIOTECA PÚBLICA.
A Prefeitura Municipal do
representada polo limo,Sr, Prefoito
e o Instituto Nacional do Livro,

(5rgão do Ministério da Educação © Cultu-

ra, roprosontado por seu Diretor
pelo prosento convênio ajustam o seguinte;
1Ö
A Profoitura M'unicipal do

, &lt;., , »«. . , . oc

obriga-se. mediante resolução da respectiva Câmara do Vereadores,
instalar e manter,

ou a continuar mantendo5

a criar,

caso já tenha existência efe-

tiva entre os serviços da Municipalidade, uma Biblioteca Pública destinada a desenvolver o gôsto pela leitura o a disseminar a cultura entre

os

munícipeso
22
Al6m do sediamento da biblioxeca,
zê-la instalar com mobiliário,
dispensável aos serviços,

a Prefeitura se obrigará a fa-

material bibliográfico e d© expediente in-

bem como proverá a sua direção por pessoa do re

conhecida capacidade para o cargo,

garantindo-lhe remiineração condigna«
3u

A Prefeitura Municipal louvar-se-á na orientação do Instituto Na
cional do Livro para a organização da biblioteca,

o atenderá as sugestões

do referido &gt;5rgão tendo em vista a pàanificação técnica dos serviços,
benefício de sua maior eficiência,

em

i^endimontos o amplitude de raio d© al:'^

canco da respetiva ação educativa e culturalo
42
O Instituto Nacional do Livro,
teca,

logo apds a instalação da biblio-

far-lhe-a doaçao inicial de 800 (oitocentos) volumes,

enviará 500 (quinhentos) volum;s entro livros recreativos,
referência,

ifí-Yinl

mento do acervo,

fi rndP" " r^itnl n^ndnr;.

e anualmente,
didáticos o d©

visando ao enriqueci

uma vez cumpr idas as formalidades do praxe, pela interes-

sada.
5^
O Instituto Nacional Jo Livro proporcionará,

em tempo oportuno,

bolsa dü estudo ao bibliotecário local, no intiíito de dar-lhe formação
profissional adeqaada,

devendo a Prefeitura Municipal satisfazer as

con-

venções que forem fixadas para a concessão de tal benefício.

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�í-''
V

6ß
O Instituto Nacional do Livro prestará assistência tdcnica h
blioteca,

bi-

sempre que isao lhe seja solicitado ou julgue oonvonicij.te;

a

título,, de fiscaJ I Ilação ou aprimoramonto de trabalho.
75
A Prefeitura Municipal atribuirá,

anualmente,

em sou orçamento

,

verba mínima de Cr 20 000,00 (vinte mil cruzeiros) para aquisição do
vros destinados ao acervo da biblioteca,

comprometendo-se o Instituto Na

cional do Livro a fazer chegar li mesma o Boletim Bibliográfico Brasileiro, para,

como fonte autorizada de informaçSes, habilitá-la a escolha

e

compra de obras.
8ß
A Prefeitura Municipal compromete-se a organizar uma "Sociedade do
Amigos da Biblioteca",

constituída de pessoas gradas,

alheias aos sorvi -

viços municipais e dotadas do espírito de cooperação o de boa vontade com
a incumbência de zolar por tudo quanto represente interôsse para os objetivos da biblioteca.
92
Na biblioteca serão realizadas exposições de livros,
-se-á,

em sua sede,

as, palestras,
lias,

etc.,

atividades culturais diversas,

e permitir -

tais como conferênci-

debates de assuntos de interêsse para a comunidade,

tertá

sob orientação da "Sociedade de Amigos da Biblioteca".

O Instituto Nacional do Livro, notificando em tempo sôbre os programas 5

dará sua melhor colaboração "ha iniciativas.
105
Com o desenvolvimento dos serviços da biblioteca,

as possibilidades do erário municipal,

e do acôrdo com

a Prefeitura cogitará da criação

do filiais nos diversos distritos de sua jurisdição. Essas bibliotecas
distritais terão,

de parte do Instituto Nacional do Livro,

todas as van-

tagens asseguradas h. matriz do presente convênio.
112
Caberá a Prefeitura Municipal.
a]

'^onvênio,

Biblioteca,

30 dias ap&lt;5s a assinatura do atu-

ter elaborado e posto em vigência o Regulamento interno
do qual constem horário de fimcionamento

,

da

obrigações do fim

cionalismo e do público para com a instituição.

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�12 ö
O presente conv$nio vigorará por tempo indeterminado,

o sua regc^

são far-ee-á mediante aviso com 30 diaa do antecedôncia, por qualquer
partes,

das

o que sd poderá ocorrer por motivos relevantes ou excepcionais»
13«
Os entendimentos entro as partes serão feitos pelo Sr.

Municipal e pelo Sr,Diretor do Instituto Nacional do Livro

Prefeito

ou por pesso-

as por ôles designadas.

Èste convênio, depois de lido e achado conforme, para sua firmeza e validade,
as,

é assinado pelas partes e pelas testemunhas em duas (2) vi-

ficando uma em poder da Prefeitura Municipal de

*

e outra com o Instituto Nacional do Livro.

Testemunha

Prefeito Municipal

Testemunha

Diretor do I.N.L,

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s t e .O"
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�Anexo n? 6

IUNIStóRIC DA EDUCAÇ2Í0 E OuLTURA
INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

Senhor bihliooecdrio:

Estando o Inst'^'v-ito

Livro vivamente empe-

nhado em facilitar o servino das várias bibliotecas em todo o território na
oional, resolveu,

através do Serviço de Intercâmbio de Catalogação,

buir agora não sd com a doação dos livros,

como também com a Catalogação ©

a Classificação dos mesmos. Assim sendo, poderá V.S.
Avenida General Justo,

contri-

dirigir-se ao S.I.C» ~

171 - 3® e 42 andares - Guanabara,

chas catalogadas não só das obras ora remetidas,

solicitando as

como também das

demais Já

existentes nessa bibli^oteca, que aquele Serviço estará habilitado a atender,
^^íor fôrça de um convênio com o Instituto Nacional do Livro,
Cordiais saudaçSes.

Augusto Meyer
Diretor

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��</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

�. j.'
f!k,- i

16

17

18

19

2Í

��IV

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA S DOCUMENTAglO

4

Conferência Internacional de Catalogação
Relatório oficial preliminar

Traduzido por
Maria Luisa Monteiro da Cunha
"I

£? 9.loé f-3 C?i3, jj
c=hm
11

.

'•

Fortaleza
1963

�T

ri '
'

f^A^O'v^^ßjUx^
cÁo^
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE CATALOGAÇÃO
PELATÓRIO OFICIAL PRELBÍINAR

Introdução

A Conferência Internacional de Catalogagao patrocinada pela F.I.A.B.
(Federação Internacional de Associações de Bibliotecários - I.F.L.A.) e com o
auxílio de subvenção do American Council on Library Resources, de Washington,
realizou-se na UNESCO (edificio das conferências), em Paris,

de 9 a 18 de ou

tubro de 1961.

O objetivo da Conferência, expresso na Reunião Preliminar levada

a

efeito em Londres em julho de 1959, foi "alcançar acordo nos princípios basi
r
f
COS que governam a escolha e forma de entrada no catalogo alfabético de auto
res e títulos".

Com esta finalidade em vista, foi solicitado as

associações

de bibliotecários e outras associações interessadas em todos os países com os
quais poderia ser estabelecido contacto, que instituíssem comissoes nacionais
a fim de que seus respectivos delegados fossem designados e instruídos quanto
aos objetivos do certame.

Varias organizações internacionais

convidadas a participar da Conferência.

foram

Documentos de trabalho

também

sobre

assun

tos sugeridos na Reunião Preliminar foram elaborados e distribuídos amplamen
^
A
f
te para estudo e comentários. Baseando-se nesses trabalhos e nos comentários
recebidos, o Sr. Secretário Executivo preparou um projeto de

Exposição

dos

princípios que foi distribuído aos participantes e as suas organizações antes
do inicio da Conferencia.

As sessões da Conferência foram principalmente dedicadas

a

discus

são do projeto de Exposição dos princípios e respectivas emendas.

Depois

discussão geral sobre cada secção do projeto, durante

delegações

a qual

as

de

aprevsentavam emendas, era constituído um grupo de trabalho que juntamente cora
membros da Comissã» Organizadora ampliada, considerava as emendas e os proble
mas ressaltados durante a discussão geral, preparando, então, um texto
to da sessão que era submetido a votaçao no decorrer de uma
da Conferência.

sessão

revis

ulterior

O texto da Exposição final decorrente desse procedimento

cebeu aprovaçao de grande maioria dos participantes.

re

Além das sessões gerais

concernentes a Exposição dos princípios e Resoluções gerais, alguns grupos es
peciais se reuniram durante a Conferência elaborando relatórios que serão

pu

blicados mais tarde juntamente com o relatório completo do Certame.

O texto da Exposição de princípios e outras Resoluções aprovadas pe
Ia Conferência, as listas dos delegados e dos grupos especiais, bem
resumo da votaçao figuram

como

um

a seguir.

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lí

�2.

RESOLUÇÕES
Resolução I

De acordo com os votos registradosj a Conferencia anrova

a Exposi

çao de princípios abaixo transcritos.
Solicita aos delepados nacionais oficiais e as CoMssoes nacionais;
(1)

que dêm a mais ampla publicidade ao texto da

Expo-sição

pios entre bibliotecários, editores, livreiros e

de princi

autoridades

res

ponsaveis nos seus respectivos paises;
(2)

que tomem as necessarias medidas no sentido de (a) serem as regras
de catalogação em seus paises estabelecidas ou revistas

e

postas

em prática tao logo quanto possivel e de conformidade com os
cípios adotados pela Conferência; (b) que esses mesmos

p^^in

princípios

sejam tomados em consideragao na compilaçao das bibliografias

na

cionais.
Pede, ainda, aos delegados oficiais de organizações internacionais,
que tornem o texto da Exposição de princípios conhecido dos

membros

nacio-

*
Solicita a Secretaria aue divulgue o texto da Exposição de

í
princi

nais de suas organizações.

pios em todos os países e organizações internacionais nao representados

na

Conferência, mas que se presume tenham interesse na Catalogaçao.

EXPOSIÇÃO DOS PRINCÍPIOS
adotados pela Conferência Internacional
sobre Princípios de Catalogaçao
Paris, outubro de 1961.
1. Alcance dos princípios
Os princípios aqui formulados se aplicam unicamente a
forma de cabeçalhos e palavras de entrada - i.e., aos

escolha

e

principais

elementos
1
que determinam a ordem das entradas nos catalogos de livros impressos
nos
quais sao combinadas numa só ordem alfabética as entradas peloa nomes de
tores e, quando estas sao insuficientes ou inadequadas, pelos titulos
obras.

au
das

No estabelecimento desses princípios foram particularmente considera

das as grandes bibliotecas gerais, mas sua aplicação aos catalogos de outras
bibliotecas e listas alfabéticas de livros também se recomenda com as modifi
cações exigidas pelas finalidades desses catálogos ou listas.

1.

cm

1

Nesta Exposição de princípios a palavra "livro" abrange nao so o livro
propriamente dito como também outros documentos da mesma natureza.

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�o catalogo deve ser um infitruraento eficente para determinar;
2.1,

se a biblioteca contém determinado livro caracterizado
(a)

pelo seu autor e pelo titulo,

.gu

(b)

pelo título apenas, . se o autor não fifrura no livro,

(c)

por um substituto apropriado quando tanto o autor como

ou
o

título são inadequados ou insuficientes,
2.2.

(a)

quais as obrns de determinado autor

(b)

quais as edições de determinada obra

o.
existem na biblioteca.

Estrutura do Catalopo
Para cumprir essas funções o catalogo deve conters
3.1.

no mínimo uma entrada para cada livro catalopado e

3.2.

mais de uma entrada para cada livro, sempre que o interesse dos lei
tores ou as características do livro o exijam, como por exemplos
3.21. quando o autor é conhecido sob mais de um nome ou
nome,

forma

de

ou

3.22. quando o nome do autor foi identificado mas nao figura na
gina de rosto do livro,

ou

3.23. quando vários autores ou colaboradores contribuíram
produção do livro,

pa

para

a

ou

3.24. quando o livro e atribuido a diversos autores

ou

3.25. quando o livro contém uma obra conhecida sob vários titulos.
Tipos de entradas
às entradas podem ser; principais, secundarias, e remissivas.
4.1.

Cada livro deve ser objeto de uma entrada completa - a entrada prin
cipal - dando todos os pormenores necessários a identificação da
bra.

o

Outras entradas podem ser feitas quer sob a forma de entradas

secundarias (i.e. entradas adicionais baseadas na principal e repro
duzindo total ou parcialmente sob outros cabeçalhos

a

inforraaçao

contida nesta últiraa), quer como remissivas (que orientam o

leitor

levando-o a outros lugares no catálogo).

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lí

�4.
5. Uso de entradas múltiplas
As duas funções do catalogo (vide 2.1. e 2.2.) sao mais eficientemen
te executadas por meio de
5.1.

una entrada para cada livro sob um cabeçalho derivado do nome
tor ou do título tal como impresso livro

5.2.

do au

e

quando ocorrem varias formas do nome do autor ou do titulo, por uma
2
entrada para cada livro sob um cabeçalho uniforme
constituído por
/
determinada forma do nome do autor ou determinado titulo, ou, no ca
so de livros não Identificados pelo autor ou pelo titulo, um

cabeça

lho uniforme constituído por un substituto adequado do titulo
5.3.

e

entradas secundárias e/ou remissivas adequadas.

6• Função dos diferentes tipos de entradas
6.1.

à entrada principal para obras catalogadas pelos nomes do autores de
ve ser um cabeçalho uniforme.

A entrada principal das obras

catalo

gadas pelo titulo poder ser o titulo tal como impresso no livro com
f
f
/
entrada secundaria sob um titulo uniforme ou um titulo uniforme com
entradas secundarias ou remissivas para os outros titulos.

Esta

ul

tima prática é a recomendada para a catalogaçao de obras muito conhe
cidas, especialmente as que se identificam por um titulo de uso

cor

rente (vide 11.3.)^
6.2.

Entradas sob outros nomes ou formas de nome para ura mesmo
vera, em geral, ter a forma de remissivas; todavia, entradas
4
rias podem ser adotadas em casos especiais.

6.3.

autor

de
/
secunda

Entradas sob outros títulos para a mesma obra devera em geral ser

en

tradas secundárias; entretanto, remissivas podem ser empregadas quan
A
^
/
do uma referencia pode substituir um numero de entradas secundarias
sob um so cabeçalho
6.4.

Entradas secundárias (ou, segundo o caso, remissivas)

deveriam

ser

feitas sob nomes de co-autores, colaboradores etc. e sob titulos de
/
/
obras cuja entrada principal e o nome do autor sempre que o titulo
constitui alternativa importante para identificação.

2. O termo "cabeçalho uniforme" foi adotado en substituição ao termo "cabeçalho
padronizado" empregado no texto submetido à inferência tendo em vista
a
objeção que se segue: "cabeçalho padronizado" poderia fazer crer tratar-se
de cabeçalho aprovado por um organismo de normalização.
3. Os princípios^estabelecidos para a catalogaçao de obras entradas pelo titu
Io podem tamben ser seguidos para o arranjo de entradas sob um cabeçalho de
determinado autor.
4. Por exemplo, quando determinado grupo de obras está associado a determinado
nome.
5. Por exemplo, quando determinada variante do título foi usada em certo
ro de edições.

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nume

�5.
'7» Escolha do Cabeoalho Uniforme
O cabeçalho uniforme deve em geral ser o nome (ou e forma do nome)
ou o titulo que mais freqüentemente figura em edições das obras catr.logadas
ou em referencias a seu respeito encontradas em fontes autorizadas.
7.1.

Guando há edições em várias linguas deve ser preferido

un cabeça-

lho baseado na língua original; entretanto, se essa lingua nao for
/
&lt;
A
usualmente empregada no catalogo, o cabeçalho poderá ser de acordo
com edições e referências em uma das línguas utilizadas no

catalo

go.
8. Autor Individual
8.1.

A entrada principal de cada edição de uma obra identificada como
/
sendo de autoria de uma so pessoa deve ser o nome do autor indivi
dual.

Faz-se uma entrada secundária ou uma remissiva sob o título

de cada edição na qual o nome do autor não figure na página de ros
to.
8.2.

O cabeçalho uniforrae deve ser o nome pelo qual o autor é freqüente
6
mente identificado nas edições de suas obras,
na forma corrente
e mais completa sob a qual comumente apareça, salvo

nos

casos se

guintess
8.21.

um outro nome ou forma de nome poderá ser usado como
çalho uniforme desde que se tenha consagrado

cabe

pelo uso

ral quer em referências feitas ao autor em obras

ge

biográfi

cas, históricas ou literarias, quer em relaçao cora

suas

atividades publicas distintas das que tem como autor;
8.22.

uma característica para identificação

suplementar

deverá

ser acrescentada, caso necessário, para distinguir o autor
de outros que tenham o mesmo nome.
9. Entrada de Entidades Coletivas
9.1.

k entrada principal de uma obra deve ser o nome da entidade coleti
va (i.e. uma instituição, entidade constituída ou assembléia
pessoas conhecida
9,11.

de

por um nome corporativo ou coletivo)

quando, por sua natureza, a obra e necessariamente a
ex
~ do pansamente ou atividade coletiva da entidade 7 ,
pressão

6. Sujeito à Secção 7.1.
7. Por exemplo, relatorios oficiais, regras e regulamentos, manifestos,
gramas e registros do resultado de obras coletivas.

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pro

�ainda que assinada por uma pessoa na capacidade de
nario ou servidor do orgao em questão,
9.12.

funcio

ou

quando os dizeres do título ou da página de

rosto conside

rados era relaçao com a natureza da obra indicam
f
/
claro que a entidade e coletivamente responsável

de

modo

pelo con

teúdo da obra
.9.2.

Em outros casos, quando uma entidade coletiva exerceu

função subsi

diária a do autor (tal como a de editor intelectual) uma entrada se
cundária devera ser feita sob o nome da entidade.
9.3.

Em casos passíveis de dúvida a entrada principal pode ser quer pelo
nome da entidade coletiva, quer pelo titulo ou o nome do autor indi
vidual, com entrada secundária em cada caso sob a" alternativa

nao

escolhida para a entrada principal.
9.4.

O cabeçalho uniforme para as obras que têm entrada pelo nome de uma
entidade coletiva, deve ser o nome sob o qual a entidade e

freqüen

temente Identificada em suas publicações, exceto nos casos

seguin-

tes:
9.41.

quando em suas publicações ocorrem

freqüentemente

varia

çoes da forma do nome, o cabeçalho uniforme deve ser a for
ma oficial do nome;
9.42.

quando a entidade coletiva tem nomes oficiais em
varias
/
/
línguas, o cabeçalho deve ser na língua que melhor se adap
te aos interesses dos utilizadores do catalogo;

9.43.

quando a entidade coletiva e geralmente conhecida por
A
/
f
nome corrente, este nome (numa das línguas usualmente

um
em

pregadas no catálogo) deve ser o cabeçalho uniformo;
9.44

para as publicações dos Estados e outras autoridades terri
toriais, o cabeçalho uniforme deve ser a forma sob
/
rs» f
O territorío em questão e comumente designado na

a qual
/
língua

que melhor se adapte aos interesses dos utilizadores do ca
talogo;
9.45.

se a entidade coletiva usou sucessivamente nomes

diversos

que nao podem ser considerados pequenas variações do mesmo
nome, o cabeçalho para cada obra deve ser o

rome

adotado

pela entidade no momento da publicação da obra, relacionan
9
do-se os diferentes nomes por meio de remissivas ;
Por exemplo, publicações seriadas cujos títulos consistem num termo gene
rico (Boletim, Transactions etc.) precedido ou seguido do nome de uma en
tidade coletiva e que incluem algum relato ou descrição das atividades do
orgao.
Desde que se estabeleça com certeza que os nomes sucessivos se aplicam ao
mesmo organismo, todas as entradas podem ser reagrupadas sob o nome mais
recente, com remissivas dos demais.

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lí

�9.46.

acrescenta-se uma caracteristicn suplementar,de identifica
gao, quando ha necessidade de distinguir a entidade coloti
va de outras com o mesmo nome.

9.5.

As constituições, as leis a os tratados, e outras obras da mesma n^
tureza, devem ter entrada pelo nome do Estado ou da autoridade
ritorial apropriada com títulos formais ou convencionais
quem a especie do documento.

que

ter
indi

Entradas secundarias pelo titulo

ver

dadeiro devem ser estabelecidas sempi-e que sejam necessárias.
9.6.

Uma obra de orgao subordinado a entidade superior terá entrada pelo
orgao subordinado salvo nos casos seguintes;
9.61.

se o próprio nome implica subordinação ou função subordina
/
f
da ou e insuficiente para identificar o orgao subordinado,
a entrada principal se faz pela entidade superior, seguida
da subordinada comr sub-cabeçallio;

9.62.

se a entidade subordinada é um órgão administrativo, judi
*
A
/
ciario ou legislativo de um governo, a entrada principal e
o nome do Estado ou da autoridade territorial

apropriada

seguido do nome do orgao como sub-cabeçalho.
10.

Autores múltiplos
Quando dois ou mais autores

colaboraram na criaçao de uma obras

10.1. se um dos autores figura no livro como autor principal,

tendo

demais papel subordinado ou auxiliar, a entrada principal da

os
obra

se faz pelo nome do autor principal;
10.2. se nenhum dos autores figura no livro como autor principal,

a

en

trada principal se faz
10.21.

pelo nome do autor citado em prirrieiro lupar na pagina
^
/a
/
rosto quando ha dois ou tres autores, com entradas secunda
rias pelo(s) nome(B) do ou dos outro(s) autor(es)5

10.22.

pelo titulo da obra quando o numero dos autores e superior
A
f
a tres, fazendo-se entrada secundaria pelo nome do autor
citado em primeiro lugar na pagina de rosto bem como pelos
outros autores desde que se julgue necessário.

10.

Nesta secçao, a pala' ra autor e empregada de modo a se aplicar igualmente
a uma entidade coletiva sob o nome da qual se fazem entradas (vide 9).

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�8.
10.3. Coletâneas

^ entrnda principal pw.rn una coletanea enfeixondo obras, independen
tes ou pertes de obras de diversos autores deve ser feita

10.31.

pelo titulo da coletanea, se se trntar de um titulo geralf

10.32.

pelo nome do autor ou pelo título da primeira obra,

caso

nao haja título geral;
10.33.

Nestes dois casos, deve ser feita entrada secundaria
none do compilador (isto e, a pessoa que assumiu a
snbilidade de reunir os textos da coletanea

pelo
respon

recorrendo

a

fontes variadas), se este for conhecido?
10.34.

Exceção; Se o none do compilador aparece en evidência

na

pagina de rosto, a entrada principal pode ser pelo compila
dor, com entrada secundaria pelo titulo.

10.4. Quando paitp sucessivas de una obra sao atribuidas

a

autores, a entrada principal deve ser feita pelo autor da

diferentes
primeira

parte.

11.

Houve minoria importante da Conferência qu.e não aceitou o texto que figu
ra sob (10.3.) e se pronunciou a favor do seguinte;
10.3.

10.31.

cm

1

k entrada principal de uma coletanea enfeixando obras independen
tes ou partes de obras de autores diversos deve ser feita
quando a coletanea tem um titulo geral;
10.311

pelo none do compilador (isto é, a pessoa que assumiu
a
responsabilidade de reunir os textos da coletanea^recorren
do a fontes variadas), se o seu nome figurar na pagina de
rosto;

lO.BlS.

pelo titulo da coletanea se o nome do compilador não figu
rar na pagina de rosto;

10.32.

quando a coletanea nao tem título geral, pelo none do autor ou
Io titulo da primeira obra da coletanea.

10.33.

Uma entrada secundaria deve ser sempre feita pelo nome do compilador (se for conhecido), caso ele nao seja escolhido como
entrada
principal; e pelo ;ytulq quando p pntrada p'-incipal e pelo nome do
compilador.

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pe

�Obras cataloradas pelo título
11.1.

Tem entrada principal pelo titulos
11.11.

obras cujos autores nao foram identifiçados|

11.12,

obras de mais de tres autores nao sendo nenhum o au
tor principal (vide 10.22.)

11.15.

coletaneas de obras independentes ou de partes
obras de diversos autores publicadas sob um

de
/
titulo

geral,
11.14.

obras (inclusive as publicações periódicas e as

o

bras pertencentes n uma série) conhecidas principal
mente mais pelo título do que por un noíne de autor.
11.2. Uma entrada secundária ou uma remissiva deve ser feita pelo título
para s
11.21.

edições anônimas de obras cujos autores foram identificadosj

11.22.

obras cuja entrada principal e pelo nome do autor ,
quando o título é outro elemento importante de iden
tificaçao;

11.23.

obras cuja entrada principal e polo nome de ui'aa

en

tidade coletiva, mas que tem titulos característicos
que nao incluem o nome da entidade;
11.24-.

coletaneas cuja entrada principal e feita excepcionalmente polo nomo do compilador.

11.3. O cabeçalJho uniforme (no concernente às entradas principais ou

as

secundarias, vido 6.1.) para as obras cuja entrada o polo
titulo
/
deve ser o titulo original ou o mais freqüentemente usado nas edi
12
çoes da obra
, exceto no caso seguintes
11.31.

se o obra for geralmente conhecida sob um título

do

uso

corrente, esto deve ser escolhido cono cabegalho uniforme.
11.4. O c^'becalho uniforme para obras cujrs partos sucessivas ou os volu
A
/
/
mes tem titulos diferentes devo ser o titulo da primeira parte, a
nao ser que a maioria das partos ou volumes tenha um outro título.

12.

Sujeito a Secção 7.1.

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st e m
&lt;/

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17

lí

�11.5. Quando uma publicação era sério é publicada sucessivamente sob dife
rentes títulos, uma entrada principal deve ser feita para cada
tulo abrangendo a serie de fasciculos que tem esse titulo,

ti

mencio

nando-se pelo nenos o imediatamente anterior e imediatamente pos/
/
terior. Uma entrada secundaria pode ser feita para as series em a
A
r
13
prego sob un só título preferencial
. Se, entretanto, as variações do título são mínimas, a forma empregada mais

freqüentemente

pode ser usada como cabeçalho uniforme p«tra todos os fascículos.

11.6. Os tratados e as convenções internacionais multilaterais,

e

cer

tas categorias de publicações que não têm título característico ,
14
podem ter entrada
sob um cabeçalho uniforme, convencional, asco
Ihido com o objetivo de tornar conhecida a forma da publicaçao.

12.

PALAVRA DE ENTRADA PARA OS NOMES DE AUTORES INDIVIDUAIS

Quando o nome de um autor individual inclui varias palavras, a
colha da palavra de entrada é determinada, tanto quanto possível, pelo '

es
uso

consagrado no pais do qual o portador do nome e cidadao, ou, se isso nao

pu

der ser feito, pelo uso admitido na língua que êle em geral emprega.

13.

14.

y
/
^
se se julgar desejável, a^fim de reunir num so lugar do catalogo
as informações relativas a publicação inteira,

A
todas

se se julgar desejável, a fim de reunir num sn lugar do catálog;o
estas publicações.

todas

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�11.
RESOLUÇÃO II

A Conferencia decide;
1.

que a Comissão organizadorn, tal cono foi ampliada, permneçf em função
ato a próxima reunião anual do Concelho da F.I.u.B., a fim dos
a) assegurar aos textos adotados pela Conferenci-^ as correções

redacio

nais que se fizerem necessárias;
b) incumbir-se da difusão destes textos a todos os delegados e

ob serva

dores, a todas as comissoes nacionais e outras organizações

partici

pantes, bem como aos periódicos profissionais;
A
editar e publicar o relatorio da Conferencia;
d) garantir a execução de todas as resoluções da Conferência;
e) assegurar o proseguimonto dos trabalhos iniciados no decurrer da Con
ferenda pe^los grupos especializados;
f) conservar o aproveitar o material documentário reunido no decorrer
da preparaçao da Conferência e durante a própria Conferencia;
g) submeter a secretaria da F.I.A.B, uma lista dos assuntos

que

pode-

riam ser objeto do estudos ulteriores c.o domínio da catalogaçao;

2.

que se encarregue a secretaria da F.I.â.B. de estudar os meios que
mitam continuar o tr'^balho encetado pela Conferencia e os

per

assuntos

estudo ulterior no domínio da catalogaçao, e de esforçar-se por

de

encon

trar os recursos financeiros que assegurem a execução dos projetos apro
vados pela Conferência e dos projetos justificados por todo programa fu
turo.

RESOLUÇÃO III
!
k Conferencia julga necessário que, no interesse do tr íbalho internacio
nal futuro, as coraissões nacionais

criadas em função da

Conferência

sejam

mantidas o continuem a cooperar com a Comissão organizadora.

RESOLUÇÃO IV

Pro.ietos a empreender.
a) a Conferência propoe que os seguintes projetos sejam empreendidos sob
a direção da Comissão organizadora;
1.

a publicaçao, dentro de \im prazo mínimo, de uma súmula da prática
da em cada país, para as entradas relativas aos nomes
procedentes;

cm

1

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de

pessoas

adota
dele

�2.

a preparação e publicação das listas seguintes:
a) uma lista dos nomes'de Estados e outras autoridades territoriais, sob
a forma adotada para as entradas nos catálogos,

em conformidade

os nomes oficiais usados por estas próprias autoridades, 9

com

consignan

do os equivalentes nas principais línpuas do mundo?
b) uma lista dos titulos uniformes para os clássicos anonimos

de

cada

país, cora os equivalentes adotados nas línguas de outros países;
c) uma lista limitada de categorias de publicações que podem ser

catalo

gadas sob um cabeçalho convencional, correspondendo a forma da obra.
B) A Conferencia, reconhecendo ser desejável a elaboragao de certas

lis

tas de càboçQlhcs" uniforno3"(por exe-plo dTS ncnes de autores clapnicos

gre

gos e latinos, dos nomes das principais entidades coletivas existentes em

ca

da país, bem como das organizações internacionais importantes), propoe, a
A
t
tulo de experiencia, que se estabeleça um numero limitado destas listas.

tí

RESOLUÇÃO V
A
^
A Conferencia recomenda que os paises que pertençam, integral ou parcial
mente, a u'a mesma area lingüística procedam as consultas necessárias,

com o

fim de unificar suas praticas respectivas concernentes a forma de entrada dos
nomes de pessoas na língua comum,

RESOLUÇÃO VI

A Conferência recomenda que a F.I.A.B», em conjunto com as outras
nizações internacionais interessadas, estude as incidências que

orga-

poderia

sobre as regras de catalogaçao a utilizaçao das maquinas eletrônicas e,

ter
de

maneira geral, de todo processo mecânico, especialmente nas grandes bibliotecas gerais.

RESOLUÇÃO VII

A Conferencia deseja que seja estudada a possibilidade de

se

posteriormente a Exposição dos princípios, em relaçao a um certo

completar
número

do

pontos susceptíveis de merecer um acordo internacional.

RESOLUÇÃO VIII
A Conferencia congratula-se pela vontade de cooperação reafirmada
delegado da ISO e deseja que a mris estreita ligaçao seja mentida

pelo

entre

a

F.I.A.B, e a ISO, especialmente no que concerne as referencias bibliográficas
%
»S*
e a transliteraçao.

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Syst em
14

15

16

17

lí

�13
RESOLUÇÃO IX

A Conferencia faz questão de lembrnr que,

uc

pode atingir com suces

so seus objetivos e chegar a um acordo muito exterivso sobre os princípios

de

catalogaçao, deve este sucesso aos recursos muito importantes postos a dispo
siçao da F.I.à.B.

pelo "Council on Library Resources".

Esta ajuda

tiu assegurar a preparação da Conferência em condições excelentes e

permi
reunir

especialistas responsáveis de un grande numero de paises e de organizações
internacionais.

A Conferencia 'exprime sua gratidao ao "Council on Library Resources"
por sua ajuda generosa.

Apêndice I
DE LBC-AÇÕES

O numero de participantes foi de 105, ou sejas as delegações de 53 pai
ses e de 12 organizações internacionais, alem dos membros da Comissão organizadora designada em Londres em 1959 e dos autores de documentos de trabalho nomeados pela Comissão.

Assistiram iguelmente a Conferência 104 obser-

vadores de 20 países.
Delegações nacionais;

Alemanha (República federal)
Argentina
Austrália
Áustria
Belgioa
Brasil
Bulgária
Canada
Ceilão
Checoslovaauia
Chile
^
China (Republica)
Colombia
Coréia (República)
Dinamarca
Espanha
Estados Unidos da America
Finlândia
França
Grã-Bretanha
Guatemala
Holanda (V, Paises Baixos)
Hungria
índia
Indonésia
Ira
Israel
Itália

cm

1

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Iugoslávia
Jamaica
Japao
Líbano
Luxemburgo
Mexico
Nigeria^ Ghana, Sierra Leone (Asso
ciaçao dos bibliotecários da
Africq Ocidental)
Noruega
Nova-Zelandia
Paquistão
Paises Baixos (Holanda)
Perú
Polonia
Portugal
República Sul-Africana
Eodssia e Niassalandia (Federação)
Rumenia
Si^apura
Suécia
Suíça
Tailandia
Turquia
URfS
Uruguai
Vietnam (Republica)
Vietnam (Republica democrática)

�Organizações internacionaisi
ássociagão das biblioteco.s de Judaica e Hebraica na Europa?
Associagf^o internacional dos bibliotecários o docamentalistas agricolasi
Associação das bibliotecas juridicas;
Associação internacional das bibliotecas musicais?
Associaçao internacional dos editores;
Bibliotecas das Nações Unidas, Nova York|
Bibliotecas das Nações Unidas, Genebra,
Federação internacional de docunentagaoi
Federação internacional das associaçoes de bibliotecários^
Organizaçao das Nações Unidas para a alimontaçno e a agricultura (biblioteca)
Orç-anização internacional de normalização;
Unesco.
As delerações seguintes, que haviam sido designadas, nao puderam participar da
Conferência;
Cuba;
Alemanha (Republica democratica);
Republica árabe Unida;
Comunidade internacional das associaçoes de livreiros.
Apendice II
COMISSÃO ORGANIZADORA

Designada na Reunião Preliminar de Londres (julho, 1959)s

M. Paul Poindron, Conservador Chefe - Direction des Bibliothèques de France,
Paris (Vice-presidente)
Senhorinha N. A. Lavrova, Secretaria Cientifica e bibliófrafa chefe - Gamara
do Livro da União, Moscou.
Dr. Ludwip Sickmann, Docente - Bibliothekar-Lehrinstitut des Landes
Nordyhein-Westfalen, Colônia.
Mr. A. H. Chaplin, Conservador - Department of Printed Books, British Museum,
Londres (Secretario executivo).
Membros que ampliaram a Comissão tendo sido desipnados
durante a Conferência em Paris (outubro, 1961);
S.ra Maria Luisa Monteiro da Cunha - Biblioteca Central da Universidade de
Sao Paulo, Brasil.
Dr, Adrew Osborn, Bibliotecário - University of Sydney, AustralJ.a.
Shri Benoyendra Senpupta, Bibliotecário Assistente - Biblioteca Nacional,
Calcutá.
Mr. Wyllis E. V/rÍ£'ht, Bibliotecário - V/iiliams College, Williarastown,
Massachusetts.

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.O"
14

15

16

17

lí

�Apendice III
VOTOS

Äs resoluções I a IX for.am adotadas por unaninidado.

A votação concernente ao texto da Exposição dos princípios se processou
segundo o solicitado pelos dalepndos, ou seja, secção por secgao.

Para

tô

das as secções, a maioria dos votos se pronunciou a favor do texto submetido
pelos e-rupos de trabalho; as cifras do cada votação figuram abaixo (a especi
ficação dos votos de oposição e de abstenção, com as explicações fornecidas
^
A
por algumas delegações, serão publicadas no relatorio completo da Conferen cia).

Os representantes da F.I.A.B, e da Associação Internacional de Edito-

res não participaram da votação.

Pro

Contra

TOTAL

Abstenção

Secção 1

62

1

63

Secçao 2

61

2

63

Secção 3

63

63

Secçao 4

62

63

Secção 5

59

4

63

Secçao 6

60

3

63

Secçao 7

58

4

1

63

Secçao 8

58

3

2

63

Secção 9.1

56

7

63

Nota de rodapé
da pagina da
secçao 9.12

50

6

58

Secçao 9.2

59

3

1

63

Secçao 9.3

57

3

3

63

Secção 9.4

54

3

6

63

Secçao 9.5

47

3

11

61

Secçao 9.6

59

3

1

63

Secçao 10-10.21

58

2

Secçao 10.22

44

14

1

59

Secção 10.3

35

22

2

59

Secçao 10.3 Texto
alternativo (vide
nota de rodapé,
pagina 10).

25

26

3

54

Secgao 10.4

57

1

60

Secgao 11.11

adotada por unanimidade.
Não houve votos por boletins.

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60

I Sc a n
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14

15

16

17

1

�16.
Pró
Socçao 11.12-11.13

Contra

Abstenção

TOTAL

Não houve votos (a decisão
decorre dos votos sob 10.22
e 10.3 respectivamente)

Secçao 11 .'14

55

3

2

60

Secçao 11.2-11.23

60

—

—

60

Socgão 11 .'24

Não houve votos (a decisão
decorre do voto sob 10.3)

Secçao 11 .'3

57

2

1

60

Secçao 11.4

60

—

—

60

Secçao 11.5

54

4

2

60

Secçao 11.6

52

5

3

60

Secçao 12.

54

5

2

61

Apêndice IV
GRUPOS ESPEClàLIZ/IDOS

Terminologia
Transliteração
Bilingüismo
Nomes indianos
Nomes muçulmanos n." índin e no Paquistão
Nomes árabes
Nomos hebreus
Nomes persas
Liturpia

àpondice V

DOGUÍÍENTOS DE TRABALHO

cm

1

1.

Relação entre os princípios de cntalogaçao e os aplicaveis a outras for
mas de trabalho bibliog^rnfico.
Andrew D. Osborn.

2.

Função da entrada principal no catalogo alfabético.

Seyiaour I.ubetzky.

3.

Função da entrada principal no catalogo alfabético.

Eva Verona«

4.

Função da entrada principal no catálogo alfabético; comentário das opiniões emitidas por Seymour Lubetzky e Eva Verona.
Leonard J. Jolley.

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I Sc a H
st e m
&lt;/

14

15

16

17

lí

�17.
5.

Entidades coletivas.
(1)
(2)

I.

V. A» Vasilewska.in.

Limites ao'uso de entradcTS de autores coletivos.
Ce,talo£:açao de leia e trntndos.

G.

Entidades coletivos»
II.
Suznnne Honoré.
(1)
Fom'i de ccbeçalho p&lt;jrn autores coletivos.
(2)
Tratamento dispensado a orpaos subordinados.

7.

Entrada de obras anônimas sob títulos padronizados ou de forma.
Pierrot.

8.

Problemas da catalogação de publicações periódicas.

9.'

Catalogação de liturgias e textos religiosos no catalogo alfabético.
Ruth C. Eisenhart.

Roger

Paul S. Dunkin.

10.

Autores múltiplos.-

Hellmut Braun.

11."

Escolha da entrada para autores cujos nomes variam.

12.

Relatorio sobre nomes compostos e sobre nomes com prefixos.
Ascarelli.

13.

Nomes brasileiros e portugueses? problemas e soluções.
Monteiro da Cunha.

14é

Tratamento de nomes de autores individuais indianos nas entradas do
catalogo.
Shri Benovendra Senrupta»

15.

Entradas de nomes arabes.

16è

Tratamento de nomes era caracteres hebraicos e entrada pelo título de
livros hebreus.
R. Edelmann»

17.

O impacto da eletrônica no concernente às regras de catalogaç-ão.
C» D» Gull.

Pavle Kalan.
Fernanda

Maria Luisa

Mahmud Shenlti.

8 de novembro de 1961.
Distribuido por:
A» íi» Chaplin
Secretario Executivo C.I.P.C.
a/c The National Central Library
Malet place, London, WC 1.
Traduzido por

Maria Luisa Monteiro da Cunha
Presidente
Comissão Brasileira de Catalogação
Sao Paulo, fevereiro de 1962.

cm

1

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17

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17

18

19

20

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

���IV CONGR^JSSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOOITMENTAÇÃO

Seminário sobre o desenvol^^imento das bibliotecas

univeT-sitá^^ia

por
Maria Lulsa

Monteiro da Cunha

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

^

14

15

16

17

1^

�UNIVERSIDADE DO CEARÄ
IV CONGRESSO BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7a 14 DE JULHO DE 1A63

CDU 027.7

t ,
TEMA III

1,

-

DOCUMENTAÇÃO CIENTIFICA

SEMINÁRIO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DAS BIBLIOTE&lt;U.S
UNIVERSITÁRIAS

por

Maria Luisa Monteiro da Cunha (^

O a.} O foi.&gt;
C?'V?
tfC
.
l'. iP-

Diretora da Biblioteca Central da Universidade^de São Paulo
Presidente da Comissão Brasileira de Catalogação

cm

1

I Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan

�SMINARIO SOBRE O DESEWOLVIlilENTO DAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
le '

•

NA AlffiRICA LATINA

, AITECEDENTES

-

líENDOZA, setc-out2,1962.

.

■

.

%
|.
^Entre as atividades da UNESCO dentro do s-eu programa no setor da edutoaçao, da ciência e da cultura, tem figurado sempre, e com relevo, o estimulo
ao
Jdesenvolvimento das bibliotecas* A iimerica Latina tem sido bem aquinhoada,
sob
f, este aspecto, Vários seminários soore ^ermuta de publicações foram organizados em
f paises latino-americanos, por solicitaçao da UNESCO, culminando cora a Reunião
de
í Especialistas em Permuta Nacional e Internacional de Publicações realizada em Hava
' na em 195^» sob os auspicios do Centro Regioáfal ád UNESCO ^ara o Hemisfério Ocidení tal, ^Inúmeras reuniões de bibliotecários e bibliografos tom sido levadas a efeit"õ
■ na America Latina para^^estudo dos problemas inerentes a bibliografia e a documenta
: çao. As bibliotecas publicas,figuram çntre os primeiros estudos era conjunto neste"
5 hemisferio, cora a realizaçao da Conferencia promovida pela UNESCO em Sao Paulo om
tM951« Entretanto, ate recentemente, nao se havia cogitado de nenhum encontro
de
bibliotecários de bibliotecas universitárias latino-amcrioanas. , Houve, era janeiro
;■ de 1961, era Aller,ton House, em Monticello, Illinois, uma semana de estudos promovi
da pela CHEAR, na qual 10 bibliotecários de renome nos meios universitários ^ dos
Estados Unidos e 10 colegas latino-americanos ospecialricnte convidados para esse
|„,fin, examinaram e^discutiram problemas que afetam as bibliotecas universitárias im
1-, pedindo seu desejável desenvolvimento, _^Com idêntico proposito foi realizada recen
L" temente a Primeira Reunião de bibliotecários universitários da America Central. To
I davia, estas duas reuniões foram parciais, tanto cm numero, como no total de seus
■ objetivos,
■»
; . ^
'
Tendo em consideração a importância crescente da biblioteca universií:, taria face o papel politico-economico-social da universidade latino-americana
em
. nossos dias, a UNESCO, de acordo com o estabelecido na Resolução.!).,512 aprovada pe
Ia 11a, Sessão da Conferencia Geral, e'dentro do Programa Regional do Assistência
Técnica para V^l/62,. deoidiu promover um Seminário Regional que congregasse pela
primeira vez nao so todos os diretores de bibliotecas universitárias da /jnoricá La
tina, como também educadores de renome em nossas universidades,

[

■ LOCAL

r

■

-

'

^
A escolha do Mendoza para sede do Seminário- prendeu-se ao fato de ter
^havido grande interesse do Governo^da Republica.argentina ^ue ofereceu a UNESCO to_
j;, das as facilidades para a realizaçao do certame naquele pais. Outros, fatores que
contribuirara çara a eleição de Mendoza foram as solicitações recebidas dos Estados
membros da America Latina e o desejo demonstrado pólo Magnifico Reitor da Univers^
dade de Cuyo no sentido de roorganiza-^ao do sistema de bibliotecas daquela univer- ^
sidade^ mediante a instalaçoo de uma Biblioteca Central eficiente, funcionando como orgao coordenador de atividades bibliográficas.
Cumpre ressaltar, ainda, que o ^eminario sobre o Desenvolvimento das
Bibliotecas Universitárias na America Latina se .enfe^xa entre os itens do programa
da Aliança para o Progressoj eis que a Conferencia sobre Educaçao e Desenvolvimento Economic o e Social na /tmerica Latina convocada pela UNESCO em Santiago do Chile
/ em março de I962 recomendou que "uma proporção- nao inferior a 15?^ dos fundos publj^
■' COS disponiveis, da Aliança para o Progresso fosse aplicada aos programas da educa' çao o que se melhorassem os serviços de. bibliotecas de qualquer natureza, inclusive os das bibliotecas universitárias".

�Realmcnto, se as universidades latino-americanas tem de cumprir tarefas sumamente importantes com o objetivo fundamental de se situarem em condições
de responder "ao desafio de responsabilidades históricas inevitáveis", nos proxi mos deçenios, essas atribuições, direta ou indiretr.neni&gt;e, afetam a biblioteca universitária, trazendo aos bibliotecários da America Latina novos e mais amplos en cargos,
Tudo isto se evidenciou no Seminário d.e Mendoza, que congregou, duran
te duas seraamas, quarenta e três delegados, quarenta e cinco observadores (com dT
roito a voz) o oito visitantes&gt; num total de 96 participantes representando: iirgen
tina, Bolivia, Brasil, Colombia, Costa Rica, Chile, Cuba, Equador, El Salvador, ~
Guatemala, Haiti, Honduras,'Mexico^.Nicaragua, Panama, Paraguai, Peru, Rep, Domini
cana, Venezuela, Uruguai, a FUndaçaô Ford e os seguintes Organismos internacionai¥:
Associação Internacional de Universidades, CI.50PE, IFUi, OEA, Union de Universidades
de America Latina,
'

MÉTODO DE TR/.B/iLHO
Sob a orientaçao técnica do Sr, Diretor e da Vioo-Diretora e com
a
ooordenaçao administrativa do Sr. Chefe do Centro Regional da UNESCO gara o Hemisfério Ocidental, o Seminário teve seus trabalhos subdivididos em sessões plenarias
e Grupos de Trabalho,
Cada Grupo de Trabalho foi dirigido por um Chefe e um Relator elei
tos por votação doe respectivos participantes, ^Alem das autoridades oficiais
do
Seminário, sempre presentes aos trabalhos, os vários Grupos também contaram
com
a colaboraçao de^assessores especiais,
Nas duas primeiras sessões plenarias foram debatidos os dois primei ros tomas da Agenda^ Os Grupos de Trabalho estudaram e discutiram os temas restan
tes, A sessão plenaria de encerramento apresentou as cr^nclusoes do Seminário
©m
gorai,

AGENDA
1,

Novas tendencias e objetivos da educação superior na ionérica Latina; previsão
para os proxiraos, doz anos,

2,

Funções da biblioteca universitária, considerando' o provável desenvolvimento
do ensino superior na •'»■morica Latina nos proxinos dez anoç,

3,

Recursos e necessidades atuais das bibliotecas universitárias na America Lati
na,

4,

iludanças que deverão efetuar-se em vista do desenvolvimento previsto nas universidades durotnte os proximos dez anos, com^ relação a:
a)
b)
c)
d)
e)
f)

L estrutura das bibliotecas universitárias,
Os fundos bibliográficos e documentários,
Os serviços técnicos e administrativos.
Os edificios o equipamentos^
A cooperação interbibliotecaria,
Financirftiento,

5«

Elaboração de un plano de doz anos para o desenvolvimento de uma biblioteca
universitária, baseado no plano do desenvolvimento da universidade pu de
um
plano nacional par.a o desenvolvimento do ensino superior,

o,

Possiveis fontes de auxilio ec momico exterior ou de outro tipo, para o de
senvolvimento das* bibliotecas universitárias dá America Latina.

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-

lí

�AUTORIDADES

DO

SMINARIO

Diretor t

JAVIER Li.SSO DE Ui VEGA
Diretor des. Biblioteca
Universidad de Liadrid

Vice Diretora»

W.RIj. LUISA MONTEIRO
GUNH/i
Biblioteca Central
Universidade de Sao Paulo

Representante da UNESCOi

CiiRLOS VICTOR PENNA
Chefe do Centro Regional da UNESCO
para o Henisferio Ocidental

COMISSÃO

ORGANIZADOR/.

Presidente I

HENRlQjUE ZULETA ALVAREZ
Diretor da Biblioteca Central
Universidad do Cuyo

Vio e Pr e s idcnte:

ERNESTO GüSTJ.VO GIETZ
Diretor da Biblioteca da Faculdade de Engenharia
Universidade de ^enos Aires

Secretariai

MERCEDES RODRIGUES GíVLAN
Ohefo de Atividades Culturais
Conissao Nacional Argentina para a UNESCO

Vocais:

GERIM GARCIA
Chefe do Lepartr.rnonto do Bibliotecas e Pu blicaçoes
Faculdade de Ciências Exatas e Naturais
Universidade de Buen-js Aires
HORi'.CIO H, HERNAITOEZ
Diretor da Biblic^teca
Faculdade do Ciências Médicas
Universidade de Buenos Aires
LiiUR/x lI/iRriNEZ rv
AChefe da Divisão Técnica Central
Biblioteca N.^.cional da Argentina
Ri'ii/iON JUAN MORUJA
Secretario Pernanente
Conissao Nacional /irgerítina para a UNESCO

INFORtJE D/.S SESSgES PLENÁRIAS E DOS GRUPOS DE TRx\B..LH) - RECOMENDAÇ^S
(Vor en anexo}
CONCLUSÕES
Concebido o progranado pela UNESCO en seu constante reconhecimento da
iiAportancia das bibliotecas no fomento da cultura e no desenvolvimento econonico e
social dos povos, o Seminário sobre o Desenvolvimento das Bibliotecas Universita rias na /imerica Latina considerou que os problemas relativos as bibliotecas univer

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�'tßitarias nao poden ser solucionados de maneira eficaz sem prévio conhecimento das
tendências do ensino superior,^or uma parte, e, por outra, das funções que as bibliotecas universitárias deverão assumir para fazer frente a tais exigências, NesKte sentido, o Seminário^consider;u que as tendencias da educaçao superior na Ameri
i. ca Latina durante os pr.oximos dez anos se ajustarao aos seguintes principioss
~
; A laissao do ensino superior deve reo.lizar-se através das distintas funções da universidadei
X
'
a)

a função de -ensino, que deve merecer atençao preferencial,

.
b;

/V
/
a função de preparo profissi.mal, o serviço mais visivel que
universidade presta a comunidade,

a

Opinouiyse, neste sentido, que a universidade deve ampliar o qua dro das disciplinas tradicionais chamadas liberais; deve ser re conhecida a existencia de novas ocupaçoes que merecem adquirir n^
vel universitário; o atender as necessidades do estado atual dos
paises latino-americanos no que se refere a fornaçao de pessoal idoneo,
.
c}

/V
&lt;v
/
W
a função de investigação cientifica, que se reconhece^como missão
própria da univ^ersidade, sempre que seu cultivo nao va em detri mento de seus diversos finsj

.
d)

ÍV
^
a função cultural, que também deve ser atendida, uma vez que
a
universidade nao esgota seus objetivos na tarefa da instrução pr_o
fissional. Cabe aceitar o lema contido no documento de base»
"Por meio da profissão ate o mundo da cultura";

.
e)

|S&lt;
•
Aí
^
a função de extensão universitária, que corresponde ao què
se
chamou a universidade trabalhando em direção afora, visando
ao
publico, em seus diversos niveis e interesses.^ Na etaça atual de
desenvolvimento da America Latina esta tarefa e iniludivel. Doven
também merecer atençao os pos-graduados, a fin^de que sejam mant_i
dos em dia quanto ao progresso técnico e cientifico.

*

Ante estas tendencias do ensino superior, o Seminário considerou
as
funções que devem assumir as bibliatecas universitárias e, neste sentido, ratifi oando o ja aprovado na Primeira Reunião de Bibliotecas das Universidades da Ameri»
ça Central, ponderou que elas deverão ser as seguintes;
a)

Constituir um fundo bibliograf iccj em que apíirecan,, adequada e har_
monicamente representadas, as ciências, as letras e as artes»

b)

Organizar e desenvolver os meios e serviços que facilitem e estimulem o estudo, a pesquisa em todos os seus niveis e como forma
de docência, e a formaçao e aperfeiçoamento dos profissionais»

Em relaçao com o desenvolvimento projetado para os dez proximos anos,
que inclui os principies expostos, rual a capacidade atual da jfimerica Latina para
oumpri-los ?
^ ,
I
De acordo com os dados recolhidos no questionário elaborado pela
UNESCO, o Seminário comprovou o seguinte:
l)

Com respeito a cultura;
»
• \
^
a) liia desconcertante variedade de todas as ordens; universidades e^
taduais, livres^ c nfessionais, etc,; numero diferente de faculda^
des, de professores, de aliAnos, etc,j

�r
b)

Falta de bibliotecas centrais ben organizadas e de cooperaçao entre bibliotecas}

c)

Falta de regulamentos eficientes}

d^

Falta de'participação do bibliotecário diretor, tanto nas Juntas
de Governo cDno nas comissoes de Orçanonto da Universidade,
Falta de pessoal técnico e administrativo, en número necessário
para o desempenho cabal dos serviços ®to,

2)

Con respeito aos fundos bibliográficos e coleções;
Grandes lacunas nos fundos destinados a maioria das disciplinas e
num.ero elevado de coleçoes incompletas?
Falta de publicações recentes procedentes de paises estrangeiros,
inclusive as impressas em espanhol e em português}
Presença de livros, ^f olhetos etc, ^inúteis, pela data de sua in ••
pressão, para a docência universitária}

5)

Gon respei o aos serviços técnicos;
Falta de repertórios, catalogos e livros de referencia, capazes
de oferecer ao publico una infornaçao bibliográfica adequada)
A
^
Deficiências de uniformidade e de nornalizaçao nos processos
de
classificaçao, catalogaçao e compilaçao de catalogos}
f
^
*
Ausência,
na maioria
dos ^^estabelecimentos, dos serviços de docu nentaçao técnica e cientifica}
Deficiencia nos serviços de circulaçao ou emprestino urbanos, interurbanos ^ou internacionais, carentes, en sua maioria','da flui dec necessaria para atender as necessidades mais elementares
da
pesquisa}
Ausência de neoanizaçao nos serviços de emprestino, informaçao
distancia, registro, encadernação, preparações, etc,}

a

Falta de meios adequados para"prestar serviços de extensão biblio
tocaria aos pos-graduados}
Falta de ensino quanto ao uso das bibliotecas e da técnica do
trabalho intelectual}

-

A
Numero-nuito reduzido de guias, boletins de novas aquisições, memórias anuais e, en geral, de publicações apropriadas a pemuta,
0
Falta de escolas de bibliotecqnomia que outorguem os graus de licenciado e doutorj

Ij.)

Con respeito ao financianonta
Orçamentos inadequados para a nanutençao nedia dás bibliotecas
universitárias, e salários muito reduzidos e insuficientes para o
pessoal técnico, auxiliar e administrativo»

%
&lt;v
/
/
A vista desta situaçao e con o proposito de alcançar durante os proxi
nos dez anos netas satisfatórias e niveis de trabalho aceitaveis, foram propostas
as seguintes Reconendaçoess
^

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�1.

EM RELi'igIO COM A ESTRUTURA DA BIBLIOTECA DA UNIVERSIDADE

O^Seninario considerou a inprescindÍTCl necessidade da existencia de
una perfeita rede de bibliotecas universitárias coordenadas por ima biblioteca oen
trai e orientada por regulamentos que estabeleçam a estrutura interna das bibliotê"
caa e suas varias funções técnicas e administrativas, assim coíio a participaçao dõ"
bibliotecário no organismo dé governo da universidade ou faculdade,
S.

EM RELAgilO COM OS FUNDOS BIBLIQGRíIfICOS E DOCTOiENTilllIOS

O Seminário consider )u que o Diretor da Bi^blioteöa tem autoridade para decidir sobre_^o material que deve ser incorporado as coleçoos e que para
a
8ua seleção devera fazer-se assessorar pelo corpo-docente da universidade. Ostros
sin, aconselhou a aquisiçao planificada do material bibliográfico o documentário,
i
3.

EM RELílÇÃO AOS SERVIÇOS TÉCNICOS E ADMINISTR^.TIVDS'

A Reunião achou conveniente o estabelecimento de um plano para regu •lar as aquisições, unificar a técnica catalografica, aplicar a classificaçao
de
validez e eficacia mais reconhecidas, elaborar catalogos coletivos, aperfeiçor os
sistemas do emprestimo, da referencia e da documentação, e organizar cursos de uti
lizaçao e manejo de bibliotecas, assim como os de ensino da técnica do trabalho in
tolectual,

EM RELAÇÃO COM A FORIL^ÇÃO DO PESSO/J.
^Considerando que os serviços das bibliotecas dependem en grande medida da formação e qualidade do seu pessoal, o Seminário aconselhou que as ascolas
de^biblioteconomia formem parte da^universidade, e que se fixe como meta para
os
proximos dez anos uma hierarquizaçao nos estudos que permita outorga de graus de
licenciado ou doutor.
Outrossim, a Reunião considerou de grande importancia estudos
aperfeiçoamento para o pessoal docente das escolas de biblioteconomia,

de

No que respeita ao pessoal em serviço, o Seminário aconselhou a organizaçao de cursos para aperfeiçoamento de suas técnicas de trabalho, como também o
estabelecimento de cursos para Pos-graduados a fim de se manter em constante me lhoria o exercicio da profissão,
✓
*
Com o proposito de facilitar as tarefas docentes e oferecer aos bi bliotecarios em serviço adequada informaçao bibliográfica, foi julgada conveniente
a organizaçao de Centros Nacionais de Documentação Bibliotecononica.
No que respeita ao pessoal diretivo das bibliotecas universitárias ,
considerou-se imprescindível que os diretores de ^bibliotecas tenham, alen de e3cpe_
riencia e reconhecido saber, formaçao biblioteconomica cor^ativèl com suas eleva ••
das funções,
^
Por ultimo, e en atençao^aos esforços realizados pelo^Conselho Uni «
versitario Centroanericano en sua politica de integraçao universitária, foi^aprova
do que se recomendasse a criaçao de uma escola de biblioteconomia para a /imerica
Central, tal como opinou a Primeira
Reunião de Bibliotecários das Universidades da
/V
quela zona, com .ç. colaboraçao dos organismos internacionais e em consulta con
a
Escola Interanericana de Biblioteconomia de i&amp;dellin.

5,

EM RELAÇÃO COM OS EDIFÍCIOS E EQjUIPAlfflNTOS

O Seminário reconheceu a urgente necessidade de serem as bibliotecas
universitárias dotada^ do edificioG funcionais adequados ao cumprimento de seus
fins, Para alco.nçar este objetivo, os planos deverão ser preparados pelos arquit^
tos, em estreita colaboraçao e-cjnsulta con os bibliotecários,
/

cm

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�Ha adciptaçao . le edifícios jS-Vv^s-paralíc biblio~
30 _c^o^cne^;u a r.piioaça o, d.)s, i^ríhoipios prsocdentes, na márciraa r.ioi:-ír-offirr;!'"» •«,... r^Qu-i^r:.-çíri;c—-•■
, ? nsideroiv-se q-uc-devorao
rosp-orulex—c.. xiLiO. r-unçao g reuriir ao iiiU2;iri.o.,.o.ondiçoeG do rnodernlvi'".;^ 8 eficacia^
'
6c

I-3H R-^SLAÇÃQ CQII i. GOQPER/iÇÃO xUTaRBIBLIOTECARIA

C Seiniriario comprovou^ a Tist;a d'^^y di)Our.iöii"tos de Laso o io .intuicaa —
bn..o 16 opinioos , quo ha use ossidado dt; una csti: oj t-ti c olaboraçao intcirbiblioteoaria
coir.j o ncio mais eii-jaz para aumento das possll^i] j lidor. individuais das bibliote cas no Gunprirnonto de seus fins. e para qa« so ovitu a duulicação de projetos
de
ÜUStO e.lJT'ACCu
Paru opso
.Coram oonsideradac :.i3ceGsarian e Í!;"ipr.c;sü-j.ndivtíÍB
as
senuintes .iie-;ida,5 • • norinalizaçao die processcc tc-cnic 3, con^jiloçao g publicaçao dc ^c:atc.lo;;oa oole ti-rO'S ■ aquisiçao jjlanificada^^ er.tens-^^ e aperfeiçoamento do em pi'ostino^oi;. Lro b:.biJ.'"t;Gra3 „ criaçao do comiss.Tos de bibliotecaí? univoraitai;! ar nas'
Lss :cíaçoo£ do Bibii-?i-ecrrios, criaçao. de Junt.-.G líaci-onrãs dc biLlioteoarios uni vorsitarios o, ratif-^.oaçaí. das Gonvençoos lut er nacionais de Pcrmuta de Publicações
preparadas p'ola MEr.CO,
"
'

7»

m icvjjjJio íxc; o fieaiíc:íJ£3nto

/S
■'
y
i'. fálT;a do rtcursoj^^cooronücot; nas bibii itecas univors:i.3;r.riri,&amp; da ij:íorioa Latina oonsti^tiiiu pveocupaçao c .■■asta.n^a do Seainr.rio^ eis que c-.sco o fator in
fluente ^na situação doafavcraTel o,r.i quo as mesmas so onoontrarn.
Isto *:er.i incidido
nos salarioa reduzidos o nao raro insuficientes dos bibliotecários, dai resultando
ser condição de ale?, prioridade i"eir?diar es^a anomalia com a maior brovldado pos —
sivsl,
^ -.T
.
^
^ . ' .
.
.
lio es'üudo dec'co to:.ia o oominano consi''or u'necessário^ a fim de de —
terminar bases funcii.o.nais do f'inanciameutö^, qua só iniciem pesquisai que re'velem —
05 recursos economiüoa i'equoridoü polas bibi'i jtocr..-; ^ de .acordo com gu ms o.ircuns tancias ospeoiait: o em vista dé sous obJcti'/oS; pa.ra que possam estender o melho~
rar sous sor-riços^
•
.
iíi.iito üontido, o Ser.iníu-io foi L-.^rulicito ao dev~larar
total de caia^uni .'ersida le oCi, inc-tituiçao ,se detíf.ljie nao menos de
COS bibliotecai'ios,
Os vcncimontos dos dirot.-ri.üi dat' bibliotocas
inferiores aos dos^_;i-ofo&amp;£!orc3 titularei contratados om rof;inio de
siva i3 f em i.roporçac a osfios salarios, dovom tior es b: boieoido.'^ ós
pessoal em c.\orc\cio 2ias bibliotecas.,,-

quo do orçamento
^Jó para os servi
nao dovörao ser
dedicaçao excludo restante do -

iío eonoei'nenti'! a fontes de o.Jadr o&gt;s.tei'ior; o Seminário deixcu ciara mente^esco.b.-leoido que. c esforço principal quanto .ao fi.nanciumento das bibliotecas
devera sei- assumido■ pelos projirios ^)ais3st Nas 3ol.ioitaçoe3 que as un.LVorsidades
f oiTuularoE:. para f in;,', no ir no .ato através de aiuda oxtorior, deverão figurar as dota ç'.)os e j "^nríaicas e x'Cr ':j.xi cs teonicos destinci-ios . ao aperfeiçoament o e de ^^envolvimento das bibliotocac universitárias,
i^ara tal fim^ os diretores das bibliotecas
universitäria.s devoxTi-o coiiiiocer as fontes e modalIdadoo de ajuda exterior;, programar suas neccíssidadnq o e.Laborar o projete de rrca.raento pormenorizado con.3Íderado
nocessario para ccbrí-Ias,
Para quo estes; ob,'jetivos sejam logrados om a necessa
ria eficaciaj o Sominarjo o^^nsidorou quo cs diretores das bi^bliotecas univorsita riatí dovoíii estar j epreí^ontados na^ Juntas do Planojamuntoo

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�F

18.

EM REL/^ÇlO COM A EL/iBOa'iÇÃO DE UM PL/iHO DECENAL PAR/i O DESENVOLVIMENTO DE
.UW» BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA, SOBRE A BASE DO PLuMO DE DESENVOIVIMEMTOA
tiNIVERSIDAÖE OU DE Uli PUiNO INTERNACIONAL PAili», O DESEFTOOTIMENTO DO ENSINO SUPERIOR"
^
:—

Com o proposito de dar cumprimento a este ponto da Agenda, o Soraina rio aceitou a solicitaçao^do sonhor Reitor da Universidade de Cuyo no sentido
de'
que os serviços_^biblióteoariOS"-daquela Universidade fossem considerados como base
para a elaboraçao do referido plano»

\
f;
;

^
Tanto as autoridades do^Serainario oomoos participantes desta Reunião
estavam conscios da dificuldade que este i oxercicio de aplicaçao pratica envolvia,
uma Vez que, ^esar da excelente documentação previamente preparada pela Bibliote—*■
ca Central, nao se dispunha de inforraaçao concreta sobre os recursos economic os que a Universidade estava disposta^a destinar ao seu-financ" amento, nem havia de terminadas informaçoes e valorizações indispensáveis para sustentar as delibera çoes.
,
,
^
Nao obstante, o Grupo de Trabalho levou a cabo una obra ^xcelente
e
meritoria, elaborando um documento que figura em anexo, e cuja extensão e comple xidade impedem seja resumido nestas conclusoes,
'Á
. ^
Considera-se, todavia, que esse documento constitui uma primeira
oxperiencia de formulaçao coletiva de um^plano dessa natureza, e que poderá servir
de guia e orientação paraT'estudos semelhantes,
&lt;
Por outra parte, a Universidade de Cuyo esta de posse de um documento
que reflete a opinião de especialistas de vários paises e que, ao dispor dos ne oespTios elementos complenentares, mormente os de carater economico, poderá aperfeiçoar e aplicar no momento oportuno.
Justo e sublinhar a iiaportancia que_^teve este öxercicio pratico
sob
o asgeoto do planejamento dos serviços bibliotecáriosj-tema que foi estudado ^ era
sessão plenaria e cujos resultados se encontrara incluidos no Informe do Seminário,

.

,

Como final destas CoE'lusoes, as autoridades do Seminário desejam expressar que os principies de planejaraènto foram objeto de constante atençao profis
sional, estiveram sempre presentes e caracterizaram em grande parte^as atividades
dos diferentes Grupos de Trabalho. Dai resultar que, dada a importancia desta
disciplina e o vivo interesse dos participantes era lograr os resulta-dos do-planej^
mento, considerou o Seminário que esta matéria deve receber atençao preferencial por parte das escolas de biblioteconomia e das organizações internacionais interessadas nestes temas.
Por ultimo, em cumprimento de grato dever, termnamos este Informe p_a
tenteando nossa gratidão a todos os que direta ou indiretamente contribuiram com
seu entusiasmo, sua capacidade e dedicaçao, para a obtenção dos resultados aqui as
s inalados,
""

♦

O^presente documento e um resumo do Informe elaborado pelas autoridades do Send
nario e distribuído na sessão de encerramento do certame (Mendoza, 5 de outubro
de 1962)^ sendo que a red,açao dos tres primeiros itens, ou seja, "Antecedentes,
Local, Metodo.de Trabalho", e responsabilidade da Vice Diretoria do Seminário»

. -

'

BIBLIOTECA CENTR/i. DA UNIVERSID/JDE
Sao Paulo, novembro de I962

,

�IV CONGRESSO BR/i.SILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
TEíiA
1.

III

-

INFOmifiÇAO CIENTIFICA

Bibliotecas universitárias,

^unção das Bibliotecas Centrais uni-

versitarias.

RECOMENDAÇÕES baseadas nas que forajp aprovadas no Seminário Regional s.obre o Desen
volvimento das Bibliotecas ^Universitárias na /«nerica ■'-'atina realizado en Lfendoza, sob os auspicios da UNESCO e do Governo argentino de
2i). de setembro a 5 de outubro de I962»
A
^
•
Hue em todas as^universidades brasileiras exista uma perfeita rede de biblio tecas universitárias co.Trdenada por uma Biblioteca Central e orientada çor regulamentos que estabeleçam a estrutura interna das bibliotecas e suas varias funções técnicas e administrativas;

1»

2, ,^e haja uniformização dos processos técnicos em todas as bibliotecas universi
tarias para melhor aproveitamento de verbas, de tempo e de pessoalJ
3»

HUe se incentive a aquxsiçao planificada do material bibliográfico e documenta
rio;

I4.,

Que se organizem cursos de utilizaçao e manejo de bibliotecas', assim como os de ensino da técnica do trabalho intelectual?

5,

i^ue as escolas de Biblioteconomia e Documentação formem parte da Universidadee que se fixe como mota para os proximos dez anos uma hierarquizaçao nos estudos que permita outorga de graus de licenciado ou dcutorj

6,

Que haja cursos para Pos-graduados era Biblioteconomia e Documentação a fim de
se manter em constante melhoria o exercício da profissão;

7,

Que os planos para á construção de ed^fioios para bibliotecas universitárias sejam preparados pelos arquitetos em estreita colaboraçao e consulta com os bi
biiotecarios;
t
*
hà ^
t*
Que o recomendado no item
acima, se aplique tambem^com relaçao a adaptação
de edificios para instalação de bibliotecas universitárias;

8»
9.

Que sejam ratificadas as Convençoes Internacionais de Permuta de Publicações»

10»

o orçamento botai de cada universidade ou instituição se destine nao me
nos de 3% pc-ra os serviços bibliotecários;

—

11, (^ue nas solicitaçoes-^de ajuda .exterior, formuladas pelas universidades, figu rem as dotaçoes economicas e os auxilios técnicos destinados ao aperfeiçoamento e desenvolvimento-das bibliotecas universitárias;
12, Que
de bibliotecas universitárias
&lt;v os vencimentos dos bibliotecários diretores
/\
nao devem ser inferiores aos dos.professores titulares contratados em regime de dedicação exclusiva e, em proporção a esses salarios, sejam estabelecidos . os do restante do'*pessQal em exercicio naa bibliotecas;
A»
^
,
15» Que-^haja participação do'bibliotecario-'diretor no orgaiiismo de governo da umversidade ou faculdade;
I
A
li(.« Que em todas as universidades se estabeleçam' Comissoes Centrais de Bibliotecas
integradas por bibliotecários {2/j&gt;) o membros do Corpo Docente (1/5);
*
*
15» Qwe sejam criadas Juntas -"^^lacionais de bibliotecários universitários;
'
16. Que os bibliotecários diretores de bibliotecas façam parte das Comissoes de
i'lanejamento das Universidades,.
■ .

■

-

são Paulo, 2O de junho de 1963«
M/JIIA LUIS/i I.©NTEIRO DA CUNH/i
Diretora da Biblioteca Central
da Universidade do Sao Paulo

n

1

'I Digitalizado
-gentilmente por:

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�Digitalizado
^gentilmente por:

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20

��</text>
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gentilmente por:

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20

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE 3IBLI0TEC0N0MIÄ E DOCUMENTAÇIO

Novas tendencias de norraalizaçao dos trabalhos de
catalogação
por
Maria Luisa Monteiro da Cunha

o 9.O fo I'J) í

O

HZCt

Fortaleza
1963

I Digitalizado
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st e m
&lt;/

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1

�UNIVERSIDADE DO CEôRÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DXUMENTAÇÃO
7 a 14 de julho de 1963

"nnwA I - PxocessoB Técnicos e IntercâmMo
r
NOVAS TENDÊNCIAS ^ NORMALIZAÇÃO DOS TRABALHOS
DE

CATALOGAÇÃO

CDU 025.3:389.6

Maria Luisa Monteiro da Cionha

Diretora da Biblioteca Central da Universidade de São Paulo
Presidente da Comissão Brasileira de Catalogação.

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I Sc a n

.O"
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lí

�NOVAS TENDÊNCIAS M NORMALIZAÇÃO DOS TRABALHOS DE CATALOGAÇÃO

Maria Luisa Monteiro da C,unha

"Tudo que facilita a pesquisa, contribui para o progresso da
ciência"?'

Can esta frase, Jewett, em 1851, iniciava o sôu plano de

'talogagao'Cooperativa♦

ójj

Cumpre notar, entretanto, que sua idela ja dat|

Va de meados de 1840, tendo sido exposta no outono de 1847

a

Henry

Stevens a quem manifestara o interesse de tornar seu plano
conhecido
*
A
9
**
dos senhoras ligados a biblioteca do Museu Britânico.
Segundo o
jeto de Jewett, qualquer biblioteca em crescimento poderia,

mediante

custo relativamente pequeno, publicar catálogos anuais ou bienais

da

suas eoleçõesj isso possibilitaria a um orgão central publicar a

dèter

9^nadO,S intervalos catálogos gerais de todas as bibliotecas do pais»

Propunha Jewett que o orgaO central a quem caberia a .tarejfa
de compilari editar e publicar o catalogo coletivo das bibliotecas

nojj

te-ameficanas fosse a Snithsonian Institution, com sede em Washington D»
C» ' Enitre 08 trabalhos especificados para a execução do plano» d,QÍ3
' recea nossa atenção por se referirem, de modo direto, a tentativa

me
de

nornalizaçao da técnica catalograficai

1(

A Smithsonian Institution publicaria regras para o
paro dos catalogos e

2«

solicitaria as bibliotecas interessadas na
publicação
dos Catalogos dos seus acervos, que os preparassem de
Bcôrdo coro .as regras supra referidas, para que^o
mate
rial pudesse ser estereotipado sob a sua direção
"

Foi tao decisiva a influência do plano esboçado

por

pre
"*

Jawett

na execução dos projetos posteriores de catalogação Cooperativa e

dos

catalogos coletivos, que julgamos oportuno transcrever suas próprias PS
lavras quando, em 1851, lançou as bases do projeto a que
com todo o empenho e aptidão:

^-se

dodioara

"Assim, cada estudante na América

dispj}

TH do meios para saber toda a extensão dos recursos a seu dispor para ö
penquiffA*

O local onde cada livro poderá ser encontrado será

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indicado

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s t e .O"
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lí

�*
no catalogo.

&gt;
Um sistema de permutas e de doagoes poderá ser estabeleci

do, de modo que toda a riqueza literária do país se torne acessível
cada pesquisador.

Quando o empréstimo da obra não fôr possível,

a

serão

elaborados resumos; as citações serão verificadas
e a anithsonian
/
f
Institution também se incumbira de fazer pesquisas que, em muitos casos,
poderão ser tão úteis ao estudante quanto o exame do próprio livro.Além
disso, mediante consulta ao catálogo geral, os compradores de livros pa
ra bibliotecas publicas poderão inteirar-se das necessidades

do

país.

Outro benefíôio do sistema é o de permitir que se modifique a forma

do

catalogo, i.e., a mudança do alfabético para o classificado, quando

de

sejavel.
logos.

Representa, ainda, grande vantagem, a uniformidade

nos catá-

Um grande grau de uniformidade será absolutamente indispensável

para sucesso do plano.

Sem dúvida, uma padronização total não

poderá

ser esperada, eis que a perfeição não é atributo da obra humana.

Tod^

via, este sistema permitirá alcançar uniformidade muito maior do que

a

que se poderia esperar.

âs regras de catalogação devem ser exatas e atender,
quanto possível, as necessidades aos leitores.

tanto

Nada deverá ser deixado

ao julgamento ou gosto individual do catalogador.

Êste deve ser pessoa

que tenha suficiente cultura, exatidão e constância na aplicação das re
gras.

Em casos de dúvida, será consultado o órgão central, ao qual

o

trabalho deverá ser submetido em sua totalidade, página por página,

pa

ra exame e revisão.

Assim, todos os catálogos serão organizados segun-

do um único plano.
Ainda que o adotado fosse aquele do pior dos nossos
ê
t
catalogos, desde que todos o seguissem, esta uniformidade de
pratica
tornaria os catalogos muito mais úteis, evitando-se, assim, o caos
discrepancias até agora existentes.

das

Esperamos, todavia, que seja adota

do o melhor sistema possível.

Outra consideração geral a favor do plano é ser ele um
de passo na concretização do sonho dourado de todo erudito
dor; um catalogo universal.

ou pesquisa

Se o sistema tiver sucesso neste país,

mesmo poderá ocorrer em cada país da Europa.

poucos em número

o

Quando tiver sido adotado

e levado a efeito de um modo geral, a reunião dos catálogos
resultantes

graij

, representará o total da

ra existente, o que tornará possível a publicação

de

coletivos
literatu

uma bibliografia

universal. Isto promoveria o progresso da ciência, eis que evidenciaria
o que ja foi tentado ou realizado, e o que falta ser obtido; reduziria

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�ou eliminaria a imprudência dos que escrevem ignorando o que outros ja
escreveram, aumentando, desse modo, a massa de livros, seni nada

acres

centar a scana dos conhecimentos.

expôs

O trabalho, tanto nos setores

tos, como em outros, propiciaria os grandes objetivos que temos em vij
ta, e, assim, deve merecer a atençao de todos os que se interessam por
A
estas questoes"i

Por dificuldades técnicas relativas as laminas de estereótl
po, o plano de Jewett não foi executado com sucesso, mas os benefícios
da catalogação cooperativa e dos catálogos coletivos amplamente

divul

gados nos últimos anos, provam que seu projeto não foi condenado
fracasso.

ao

Vemos, portanto, que os projetos atuais de catalogos coleti

vos, catalogação cooperativa, bibliografias nacionais e internacionais,
não constituem privilégio do nosso século, uma vez que sua origem,
América, remonta à quarta década do século 19.

Eis porque, ao

das tendências atuais da normalização na catalogação, não

na

tratar

poderíamos

deixar de fazer referência ao plano de Jewett, marco inicial das ativi
dades neste campo.

A semente lançada por Jewett frutificou em grandes

messes

nos Estados Unidos graças às atividades conjuntas da American

Library

Association e da Biblioteca do Congresso.
i
Traçar, mesmo em linhas gerais, o desenvolvimento da Catalo
gação naquele país e os estudos a que até hoje se dedicam biblioteca rios dos mais conceituados, seria tarefa longa e desnecessária,
não ha bibliotecário latino-americano que o desconheça.

pois

Salientamos

aqui, ànicamente, o papel de relevo da C.C.R. (Cataloging Code Revision)
comissão que tem a seu cargo a revisão total do codigo de

catalogaçao

da A.L.A., trabalho sobremaneira difícil, pois não se trata apenas

de

uma atualização de regras e sim de nova edição grandemente modificada,
graças aos estudos de Lubetzky

que durante vários anos procedeu

a

exame minucioso e crítica construtiva do código em apreço.
!
Caracteristica importante da nova edição - prometida

para

os primeiros meses de 1964 - é a de ser, como a de 1908, anglo-america
na.

Os Princípios estabelecidos na Conferência Internacional de Cata
0
/
*
logaçao realizada em Paris
nortearão o novo codigo, o que facilitara
sua aplicaçao em âmbito internacional.

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�2. A IFLA e sua influência na Catalogação

Se até outubro de 1961, grande número de bibliotecários igno
rava o papel de relevo da IFLA em todas as questões técnicas e administrativas que direta ou indiretamente afetam as bibliotecas,

a

partir

dessa data não pode existir bibliotecário ou bibliografo que desconheça
7
o seu trabalho no campo da Catalogaçao.

Com suas atividades programadas de acordo com as

diversas

comissoes que articula e supervisiona, o Conselho da IFLA mantém,
anos, a Comissão de Regras de Catalogação, cuja finalidade é

na

promover

e difundir estudos que visam ao aperfeiçoamento da técnica catalografica em todos os seus aspectos.

Foi justamente essa Comissão que,

pelo

seu trabalho, evidenciou a necessidade de uma tentativa de • coordenaçao
dos princípios que regem as entradas no catálogo alfabético de autores,
indispensável em qualquer 'tipo de biblioteca.

Apoiada nas sugestões da Comissão, a IFLA resolveu programar
uma conferência internacional para cuja realização solicitaria o

apoio

do Council on Library Resources (Washington, D.C.) e da UNESCO.

Cumpre esclarecer que a origem da Conferência „L.Ltornaoiónal
Ä
0
sobre Princípios de Catalogação
data de inícios de 1950. Para efeito
do presente trabalho, faremos referência apenas à Reunião Preliminar rM
lizada era Londres em 1959 da qual participaram 20 bibliotecários espe cialmente convidados e que constituíram c grupo referido como " Working
Group on Coordination of Cataloging Principies".

Durante essa

Reunião

foi estabelecida a Agenda da C.I.C. acompanhada das recomendações

acêr

ca da constituição e trabalhos preparatórios do certame. Foi também ipro
posta e aprovada a instituição de uma pequena Comissão Organizadora

in

tegrada por quatro bibliotecários apenas, e que foram, respectivamente:
o Sr. A. H. Chaplin (Grã-Bretanha - designado secretário executivo);
Paul Poindron (França); Ludwig Sickmann (Alemanha); e um membro que
ria indicado por entidade da URSS.

Essa última designação, feita

Conselho Bibliotecário da URSS, recaiu sobre a S.nha N.A. Lavrova,
Gamara da União do Livro, de Moscou.

As recomendações do

se
pelo
da

" Working

Group on Coordination of Cataloging Principies" foram aprovadas

pelo

Conselho da IFLA em setembro de 1959.

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�^
/
De regresso aos seus respectivos países, levavam os vários mem
bros do Srupo, entre outras incumbências, a de organizar uma Comissão

Na

cional de Catalogação que, bem articulada, facilitaria o trabalho de

di

vulgação do temário da C.I.C. e o estudo dos documentos de base cuja

ela

boração, de acordo com os tópicos da Agenda, deveria ser logo processada,
a fim de que, por ocasião do certame internacional, os diversos delegados
oficiais não só já conhecessem os trabalhos apresentados, como também, sô
eles, manifestassem a opinião da maioria dos bibliotecários de seus pai ses.

3. A Conferência Internacional sobre Princípios de Catalogação; sucesso e
pro.iecão de um dos maiores empreendimentos da IFLA.
Sob os auspícios da IFLA, mediante subvenção do Council

on

Library Resources e com a colaboração da UNESCO, realizou-se em Paris, de
9

a 18 de outubro de 1961, a primeira Conferência internacional

sobre

princípios de Catalogação, cujo êxito foi assegurado pelo meticuloso

tra

balho preparatório, mormente nos dois anos que precederam o memorável cer
tame.

Dezesete documentos de base foram apresentados, mas o que faci
litou o trabalho da conferência foi a súmula que o Sr. Secretário Executi
vo da Comissão Organizadora elaborou, extraindo de cada trabalho o

essen

ciai para a formulação dos princípios que deveriam ser discutidos e

apro

vados.

Assim, tendo em mãos o Programa no qual figuravam os itens que
9
seriam discutidos em cada dia, bem como o correspondente
no
"Draft
Statement of Principies" e os documentos que a êle correspondiam, cada de
legado dispunha dos elementos necessários para minucioso estudo de

cada

questão.

Seja-nos permitido, nesta oportunidade, enaltecer, uma

vez

mais, a capacidade e alto espírito de organização do Sr., Secretário

Exe

cutivo da C.I.C., ao qual muito devem os participantes da conferência,eis
que seu laborioso e inteligente estudo facilitou sobremaneira a
de todos.

atuação

Basta lembrar que o "Draft" começou a circular dia 4 de

bro de 1961, portanto, um mês antes da C.I.C.

setem

Outrossim, a Comissão Orga

nizadora publicou e distribuiu entre abril de 1960 e agosto de 1961, nove
Boletins informando acerca do desenvolver de suas atividades.

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^Scan
^ ... ur...».,.,.

14

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1^

�Pormenor que não ficura no Relatório Oficial Preliminar
mas que elucida quanto a eficiência das atividades da C.I.C,,

e

que

após cada sessão, um pequeno grupo de trabalho, escolhido entre os

de

legados que mais se distinguiam durante a discussão do tema, era incuig
bido de estudar todas as propostas apresentadas, cabendo-lhe, então, a
tarefa de elaborar nova redação ou modificação do item do "Draft" rel^
cionado com o assunto tratado.

Êsse texto circulava entre todos

oa

participantes, sendo submetido a votação numa sessão subseqüente.

Os

votos pró ou contra, assim como as abstenções, eram registrados,

A

Comissão Organizadora, que para efeito da conferência*foi acrescida de
11
'
~
/
mais quatro membros,
estabeleceu horário que permitiu nao so a rej
M
M
^
9
00
lizaçao das sessões pela manha e a tarde, como também as reuniões dos
referidos grupos de trabalho e das comissões especiais para estudo

de

determinados topicos como bilingülamo, transliteraçao, glossário

de

têrmos de Catalogação etc, etc.

Mediante êste esquema, a Comissão con

seguiu doscutir todos os itens do "Draft" e aprovar o total dos Princí
pios à luz das discussões e emendas que surgiram.

A Comissão Organizadora reuniu-se varias vezes apos as

ses

sões para discussão de problemas atinentes à marcha dos trabalhos.Alem
disso, um membro, pelo menos, participava das reuniões dos

pequenos

grupos especiais de trabalho, figurando, em geral, na qualidad^

de

coordenador.

4. Aspectos dignos de especial menção

Sabem os bibliotecários, de longa data, que o princípio

da

autoria coletiva não era adotado na Alemanha nem nos países nos quais
~
1?.
~
a Catalogaçao se norteia pelas Instruções prussianas.
Por ocasiao
da Reunião Preliminar, em Londres, tivemos a impressão de que dificilmente a C.I.C, alcançaria êxito neste setor.

Todavia, para

surpresa

e satisfação de todos os delegados, o princípio da autoria coletiva fdt"
aceito por unanimidade, sem maiores lutas ou discussões,
repercussão essa adesão dos grupos acima referidos, 'que
Osborn

Teve tao boa
o

Sr,

, expressando a opinião de todos os delegados, pediu a

A.
pala

vra para dizer que só isso justificaria a realização da C.I,C.

Agrado geral foi também obtido com a aceitação, por

parte

da delegação de Portxigal, do documento no qual os delegados do

Brasil

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15

16

17

lí

�apresentaram as regras de entradas para autores brasileiros e portuguê
ses.

Un dos'delegados,

citando esse exemplo, :

formulou votos

de

que, em futuro não distante, se alcançasse o mesmo nos países onde

há

similaridade de línguas.

5. Modificações mais importantes sob o aspecto da técnica catalografica
até agora em vigor

•

Entre os Princípios adotados pela C.I.C. merecem

especial

atenção os relativos a autores individuais, entidades coletivas, obras
escritas em colaboração e publicações periódicas.

5.1.

Sociedades e Instituições
• *

»
Cumpre ressaltar que entre as grandes modificações na tecn^

ca catalografica decorrente da C.I.C., têm relevo as referentes às

en

tradas de entidades coletivas, uma vez que agora se enquadram total

e

logicamente nos princípios que regem as entradas de autor em geral, i.
e., a entrada se apoia num único elemento; o nome.

Voltamos ao*passado, relembando Cutter

que defendia

ês

te mesmo princípio, embora rejeitando entrada direta para entidades co
letivas, quo não tinham nomes característicos (4a. edição,' p.47)
Fino

, outro grande precursor neste campo.

e

Os participantes da C.I.

C. reconheceram, unanimemente, que o tratamento idêntico para as socie
dades e instituições redunda em maior acessibilidade e torna as regras
mais facilmente aplicaveis.

5.2.

Autores múltiplos

Ponto que suscitou discordância de opiniões (Cf. Princípios
da C.I.C. Votos. p.15) foi o que diz respeito aos autores múltiplos
quando se trata de obras com mais de três autores e não há nenhum
possa ser indicado como o principal.

,
que

Neste caso, de acordo com o prin

cípio aprovado, a entrada principal é pelo título, com secundária pelo
nome do autor citado em primeiro lugar na página de rosto, bem como pe
los outros autores desde que se julgue necessáiíio.

Pessoalmente,

pre

feriríamos que se mantivesse o critério estabelecido no código da A.L.
A. neste setor.

Aliás, na Reunião de Londres

em 1959, já havíamos

exposto êste ponto de vista.

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lí

�5.3.

Coletâneas

Grande polêmica decorreu da discussão da entrada de coleta neas com título coletivo, para as quais os Princípios da C.I.C, determi
nam a entrada pelo título, com secundária para o compilador, desde
este seja conhecido.

que

Embora expressiva, a minoria que defendia a entra

da pelo nome do compilador ou editor nao conseguiu ver aprovada a

sua

proposta.

5.4.

Publicações periódicas

Mereceu aprovação, não só na C.I.C. como também no meio

bi

bliotecário brasileiro, a entrada das publicações periódicas pelo títu
Io corrente.

Esta prática, que também difere da até agora adotada

Io código da A.L.A.

e da VAT

pe

, facilitará sobremaneira o trabalho

dos compiladores e editores de Catálogos Coletivos de Periódicos. Além
disso, a sugestão de que sa "se julgar desejável, a fim de reunir nran só
lugar do catálogo todas as informações relativas a publicação inteira ,
poderá ser feita uma entrada secundária sob um só titulo preferencial"
amenizará a susceptibilidade dos que relutam em abandonar práticas tra
dicionais.

5.5.

Exemplificacão dos Princípios

A UNESCO está interessada em publicar, mediante contrato

,

ma edição dos "Princípios" da C.I.C. acompanhada de exemplos, como foi
sugerido pela Comissão Organizadora na sua reunião em Berna, em
de 1962.

Desse modo, os "Princípios" poderão ser melhor

agosto

assimilados

nos países cujo desenvolvimento catalográfico ainda não alcançou o

pa

drao dos que estão na liderança no concernente a técnica da Catalogação.
A indicação de um editor para essa edição será objeto de estudo durante
a reunião do Conselho da IFLA, em Sofia, em setembro de 1963.

5.6.

Nomes brasileiros e portugueses

Embora expressando a opinião da maioria dos bibliotecários
brasileiros e de constituir belo exemplo de cooperação profissional, eis
que grande número de bibliotecários abriu mão de práticas já consagradas

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lí

�«V
fS*
/
em seu meio para nao prejudicar a possibilidade de uma uniformização ha
anos sonhada, as Regras para entradas de autores brasileiros e portuguê
ses apresentadas e aceitas na C.I.C. ainda não foram adotadas em
os estados do Brasil.

Dai termos öömparecido

todos

à reunião da Comissão Ca

rioca de Catalogação realizada no Rio de Janeiro a 9 de maio de 1963

,

com o proposito de dar resposta verbal a perguntas feitas pela referida
Comissão, ficando, então, estabelecido, que urge incentivar a aplicação,
não so das regras em apreço, como também dos "Princípios" em geral, em
A
^
todas as bibliotecas, escolas de biblioteconomia e centros bibliográficos e de documentação do Brasil.

5.7,

Listas especiais mediante contratos com a ütESCO

Tendo examinado os projetos apresentados pela Sra.

Siizanne

Honore e pelo Sr. Roger Pierrot, e em cumprimento à Resolução IV-A

2

(a, b) da C.I.C., a Comissão Organizadora, reunida em Berna em agosto
de 1962, decidiu solicitar ao Conselho da IFLA que estabelesse contra tos com a UNESCO para a compilação das seguintes listass

5.7.1.

Nomes de estados e outras autoridades territoriais

A Sra. Suzanne Honoré, da Biblioteca Nacional de Paris e

au

tora do documento de base Nß 6 apresentado à C.I.C., foi designada para
a compilação de uma lista padronizada de nomes de estados e outras auto
ridades territoriais.

O contrato, para esse fim, já foi firmado com

a

UNESCO.

5.7.2.

Clássicos anônimos

Caberá ao Sr. Roger Pierrot, diretor do departamento de

im

pressos da Biblioteca Nacional de Paris e autor do documento do base Nö
7 da C.I.C., a edição de lista de títulos uniformes para os
clássicos
A
/
^
anonimos de cada pais, assim como o preparo de uma relação das
obras
que se enquadram nas entradas de forma.

O contrato'com a UNESCO também

já foi estabelecido.

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^ ... ur...».,.,.

14

15

16

17

1^

�10.
5.7.3.

Uso nacional para a entrada de nomes de pessoas

O primeiro contrato com a UNESCO, logo após a C.I.C., foi

o

do Sr, A.H. Chaplin, secretário executivo da Comissão Organizadora

d^

quele certame, a quem cabera a tarefa da compilação de uma sumula

da

prática adotada em cada país para as entradas relativas aos nomes

de

pessoas dele procedentes.

Para a execução do seu trabalho o Sr.Chaplin

já elaborou um questionário que foi amplamente distribuído,
entre os membros da Comissão Brasileira de Catalogação.

inolUBive

Na Argentina ,

a S.nha Emma Linares prestara colaboraçao ao projeto, incumbindo-se

do

levantamento de informações relativas aos nomes de autores latino-amer_i
canos e espanhóis.

5.7.4.

Quanto as outras listas mencionadas na Resolução IV (b) da C*

I»C., a Comissão Organizadora decidiu o seguinte; (a) que o preparo de
liâtas das principais entidades coletivas de cada país caberia mais ao
/
9
/
proprio pais do que a um único compilador; seria solicitada a colaborj
gao das bibliotecas da ONU e da UNESCO no que respeita às listas de en
tidades internacionais; (b) que a compilação de listas de autores dás
sicos gregos e latinos não e urgente, podendo ser objeto de consideraçao posterior ao preparo das listas acima referidas.

6»

Outras decisões da C. 0. na reunião de Berna (25/27.VIII.1962)

k Comissão Organizadora da C.I.C. reuniu-se na Biblioteca Na
cional da Suiça no dia 25 de agosto de 1962, a fim de examinar o Relat^
rio elaborado pelo Sr. Secretario Executivo e que seria submetido

à

apreciaçao do Conselho da IFLA durante a reunião que se iniciaria

em

Berna logo a seguir. Ficou estabelecido:

6.1.

que o Relatorio, depois de revisto e atualizado, seria distribuído a todos os participantes da reunião de Berna;

6.2.

que o documento em apreço seria apresentado pelo Sr.

Seorétário

Executivo durante a reunião da Comissão de Regras de

Catalogação

da IFLA no dia 27 de agosto dé 1962.

Digitalizado
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�11.
6.3.

Atividades dos Grupos Especiais constituídos durante a C.I.C.

Tendo alguns membros dos grupos especiais constituídos duran
te a C.I.C, sugerido ao Sr. Secretário Executivo que seria útil a conti
A#
^
^
/
nuaçao de suas respectivas tarefas, a Comissão Organizadora nao so aprg
vou estas sugestões, cotno achou que deveriam ser estimuladas as atlvlda
des nestes setores.

Os relatórios desses Grupos especiais, Incumbidos

de estudar, respectivamente; entradas de nomes arabes, de nomes hebreus,
de nomes indianos, de nomes iranianos, bilingüismo, liturgia e
textos religiosos, transliteraçao, ja

começam a circular.

desses documentos poderia constituir atividade da Comissão

A

outros
traduçao

Braailalra

de Catalogação para uso das escolas de biblioteconomia e das bibliotecas
em geral.

6.4.

Traducões do Relatório Oficial Preliminar

O Relatório Oficial Preliminar da C.I.C,, assim como os

Prin

cíplos adotados, já foram divulgados ou traduzidos em publicações periódicas de vários países, como demonstram os dados que se seguem:
Alemão, 2} Croata, 1; Espanhol, 2; Flamengo, 1; Francês, 4; Húngaro, 1}
Inglês, 9; Italiano, 1; Polonês, 1; Português, 2 (l em tradução mimeo grafada e 1 no Boletim Informativo da FEBAB); Russo, 2} Sueco, 1.

7.

Ação futura da IFLA no campo da Catalogação

A Comissão Organizadora aprovou, por unanimidade, que

fosse

solicitado ao Conselho da IFLA:
7.1.

cm

1

A prorrogação da ação da Comissão Organizadora até serem cum
pridas todas as Resoluções da C.I.C.

7.2.

^ que a IFLA edite todos os relatórios e listas decorrentes das
Resoluçoes da C.I.C. como publicações que seriam vendidas ,
aplicando-se as respectivas somas para financiamento de trabalhos posteriores acerca de problemas de Catalogação;

7.3.

que se iniciassem entendimentos entre a IFLA, a FID, a ISO e
a UNESCO para aplicação dos Princípios da C.I.C. nas bibliografias nacionais e internacionais;

7.4.

que se considerasse a possibilidade de futuros contratos com
a UNESCO para estudos relativos a: (a) dados bibliográficos
descritivos essenciais a serem incluídos nas entradas catalg
graficas; (bj princípios para a organização do material cor
respondente as entradas de autores de grande produção e
ou

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�tras que, igualmente volumosas, dificultam o manuseio dos ca
talogos;
7.5.

que as organizações nacionais^^mais 'indicadas estudassem
as
. possibilidades da "catalogação na fonte" era seus respecti vos paises.
Informou o Sr. Secretário Executivo já estar em

elaboração

o Relatorio Geral da C.I.C. que incluirá, além dos "Princípios", os

do

aumentos de base e todas as atividades e trabalhos da Conferência.

8.

Passado vs. Presente

A Conferência Internacional de Catalogação, o maior certame,
no gênero, até hoje realizado, evidenciou que as atividades atuais

vi

sando à normalização dos trabalhos de Catalogação, podem ser consideradas consequencia natural da obra pioneira de Jewett, na América, e
Outlet e La Fontaine na Europa.

Nao estão os bibliotecários do

de

século

20 em atalhos que os colocam em posições antagônicas a esses predecesso
res e sim em etapas mais avançadas da rota iniciais a trilha cuja
9
A
e o progresso da ciência em todos os aspectos.

9.

meta

Recomendações;

Considerando que e ordem de comando no campo da Biblioteconp
mia a uniformização de técnicas, tanto no âmbito nacional como no inter
nacional}
Considerando que o almejado código luso-brasileiro de catalo
gação deverá nortear-se pelos Princípios adotados na C.I.C.

RECOMENDAMOS;
1.

Sejam as Regras para entradas de nomes brasileiros
e
portuguêses apresentadas no documento N2 13 da C.I.C. 20
postas em pratica em todas as escolas de biblioteconomia
bibliotecas, serviços de documentação, bibliografias ge
rais ou especializadas, catalogos etc. do Brasil}

2.

Que os Princípios da C.I.C. tenham a mais ampla divulga
ção no Brasil e sejam aplicados não sg nas bibliotecas
e serviços de documentação, como também no preparo
de
bibliografias.

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^Scan

�3.

Que a Comissão Brasileira de Catalogação estabeleça en
tendmentos com as instituições de Portugal para
que
também naquele pais sejam postas em pratica as Reccmen
dações N.s 1 e 2 acima;

4.

Que as secções estaduais da Comissão Brasileira'de »Cata
logação desenvolvam o melhor de seus esforços no senti
do de que as Recomendações N.s 1 e 2 ora apresentadas
tenham rápido cumprimento.

5.

Que se instalem Comissões estaduais da Comissão Brasi
leira de Catalogação nos estados onde ainda não existem.

O o o o o o o o
BIBLIOGRAFIA
1,

JEWETT, C.C. — A plan for stereotyping catalogues by separate
titles.
I Washington, 1851]
p.3

2,

p,g

3«

p, 3

4.

p. 12-14

5.

UJBETZKY, SEYMOUR
Catalogine rules and principies: a critique
of the A.L.A. rules for entry and a proposal design for their
revision»..
Washington, Library of Congress. Processing
Department, 1953.

6.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SÔBRE PRINCÍPIOS DE CATALOGAÇÃO. Ia.,
Paris, 1961 -— Exposição dos Princípios adotados pela Confe
rencia... In; Relatorio oficial preliminar, p.2-10.
Sao Paulo. Universidade, 1962]
Mimeogr.

7.

8.
9.

Relatorio oficial preliminar; trad. de M.L.M. da Cunha.
são Paulo. Universidade, 1962.
17fl.
Mimeogr.
Op. cit.

^

DRAFT STATEMENT OF PRINCIPLES; documento no qual o Sr. A.H. Chaplin,
secretario^executivo da C.I.C.,apresentou um esboço dos ^inci
pios extraidos dos 17 trabalhos de base elaborados para o certame.»

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14

15

16

17

1^

�14.

10.
11.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE FRINCÍPIOS DE CATALOGAÇÃO
p.l4

12.

THE PRUSSIAN INSTRUCTIONS; rules for the alphabetical catalogs of
the Prussian libraries; translated from the second ed.... with
an introduction and notes by Andrew D. Osborn.
Ann Arbor,
The University of Michigan press, 1938.

13.

ANDREW D. OSBORN, bibliotecário da Universidade de Sydney, Austrália.
Autor do documento de trabalho n^ 1 da C.I.C. Membro da Comissão
Organizadora. Eminente bibliotecário, com larga e substanciosa
produção bibliográfica no campo da Biblioteconomia e da Documentação.

14.

CUTTER, C.A.
Rules for a dictionary catalog.
Washington, Govt. Print. Office, 1934.

15;

FINÓ, iT. pílÉDâllC
Enc^ezamientos de entes colectivos.
Buenos Aires, Coni, 1948.

16.

IFLA. WORKING GROUP ON COORDINATION OF CATALOGUING PRINGIPLES.
Londres, 1959.

4th ed.

Grupo integrado por 20 bibliotecários convidados pela IFLA para
a Reunião preliminar da C.I.C. realizada em Londres em julho
de 1959.
17.

AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION
Cataloging rules for author and
title entries.
Chicago, 1949"
~

18.

BIBLIOTECA APOSTOLICA VATICANA
Norme Txsr il catalogo degli
stampati.
Terza ed.
Roma, 1949.

19.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PRUíCÍPIOS DE CATALOGAÇÃO. Ia.,
Paris, 1961.
Exçosição dos Princípios adotados pela Confe
rencia...
Relatorio oficial preliminar, 11.5, p.lO,
I são Paulo, Universidade, 1962j Mimeogr.

20.

CUNHA, M.L.M. da
IParis, 196l|

Treatment of Brazilian and Portuguese names.
19, 2fl.
Mimeogr,

"Working paper'^ n^ 13, apresentado a Conferência Internacional
sobre Princípios de Catalogação realizada em Paris sob os
auspícios da IFLA em outubro de 1961.
Distribuído também
em francês.
Divulgado no Brasil em português.

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16

17

lí

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a lit de julho de I96J

TEMA X

-

PROCESSOS TÉCNICOS E INTERCÍMBIO
/
o D ü

*

025,5 I 061,3 (100)

RElAjtfRIO OFICIM, PRSUMINAH
da
TCI^_ INTERNACIONAL DE CATALO(

tradnzido

p-or

MARIA lüISA MONTEIRO DA CUNHA. ♦

«• ANEXO AD TRABALHO!

"NOVAS TENDÊNCIAS DE NORMALIZAÇÃO

DOS TRABALHOS DE CATALOGAÇÃO, da AUTORA.

♦

Delegada Btrasllelra a Conferencia Internacional Sobre
Pi^ncípios de Catalogação
Dltetora da Biblioteca Central da. Universidade de São
Patilo
Pcofessora de Catalogação da Escola de Bibliotecono •»
nda de São Paulo
Pjfostdehtc da Comissão Brasileira de Catalogação

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�IV

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E
universidade do ceara'

D0CUMENTAgS!0

7 a 14 de julho
1965
coneerencia internacional de CATALOGAÇÂ'0
CDU 025.3:061.3élOO)
Introdução

,

.

,

&gt;

A Conferencia Internacional de Catalogaçao patrocinada pela F,I,A,B,
Federaçao Internacional de ÊBsacinÇDçãvde Bibliotecários - I.F.L.A.) e con o
auxílio de subvenção do American Council o« Library Resources, de Washington,
realizou-se'na UIíESCO (edifício das conferências), en Paris, de 9 18 de outubro de 1961,
A
O bjetivo da Conferencia, expresso na Beunião Preliminar levada a
efeito en Londres em julho de~ 1959, foi "Alcançar acordo nos princípios básicos que govornq.a' a escolha e forna de^'entrada no catalogo alfabético de
autores e títulos
Con esta finalidade en vista, foi solicitado as associações de bibliotecários e outras associações do
interessadas 'en todos
en todos os paizes con os quais . poderia ser etsbalecido contacto,que instituísse conissões nacionais a fin de ques respectivos delegados fosson designados o Snstruidos quanto aos objotovos do certame. Varias organizações innaciohais foran tanben convidadas a p participar- da Conferencia, Documentes
de trabalho sobre assuntos
sugeridos na Reunião Prolininar*- foran elabgrados
e distribuidos anplanento para estuíJos e conentarios. Baseando-se nesses
trabalhos e conentarios recebidos^ o Sr, Secretário í-xecutivo preparou' un
projeto do^ do Exposiçãè dos princípios que foi distrifeuidos aos participantes e as suas organizações antes do início da Conferencia,
A
M
%
As sessões da Conferencia
foran »priuá!±í)aint&gt;nte dedicadas a discussão geral sobre cada sccção do Projeto de Exposição
dos princi-pios
o respectivas enndas, ^epois dc discussão geral sobre cada se.cção do
projeto, durante a qual as delegações apresentavan cnendas,era constituido un grupo do trabalho que juntanontc
con nenbros da Conissão Organizadora anpliada, considerava as enendas o oa problenas ressaltados durante a discussão geral preparando, então, un texto revisto da sessão qtio
era subnetido a votação no decorrer desuna sessão ulterior da Conferencia.
O texto da exposição final decorrente desse procedincnto rccebor aprovação
dc grande naioria dos participantes, Aicn" das sessões gerias
concernentes a
Exposição dos princípios q ^^esoluçõcs gorais, alguns grupos especiais se
reuniran durante a Conferencia elaborando rolatorios quc serão publicados
nais tardo juntanonto
con~ o relatrio conpleto do Certame,
O te;{to da ^xposição de princípios o outras I^esoluçocs aprovadas
pela Confcrcncia, as listas dos delegados e dos grpo's especiais,bcn cone
un resuno dft cotação figuran a' seguir,
RESOLUÇÕES
Resolução I
sição
'
naisi
( 1 )

cm

1

A
^
T
Do acordo con os votos registrados, a Conferencia aprova a Expode ptlaoípios abaixo transcritos,
Solicita aos delegados nacionais oficiais o as Conissões nacio^
que den a nais anpla publicidad ao texto da Exposição de
pios Òntre bibliotecários, editorcsj livfeíros è inutôíidades íèê»
^ôhsavois nos sclis respectivos países';

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�-2(2) quo tonen as ncccssarias nodidas no sentido do (a) seren as regras
do catalogação cn seus países estabelecidas ou revistas e postas en prá
tica tão logo quanto possível c do confornidade c'on os princípios adot^
dos pela Conferência; (b) que esses nesnos princípios sejan tonados en
consideração na-conpilação das-bibliografias nacionais.
Pode, ainda, ams delegados oficiais do organizações internacionais^'
que tornen o texto da Exposição do princípios conhecido dos nonböos nacionais de suas organizações.
Solicitada a Secretaria que divulgue o texto da Exposição de principies en todos as países e organizações internacionais não representai
dos na Conferência, nas que se presune interesse na Catalogação,

EXPOSIÇÃO DOS,princípios
adotados pela Conferencia Internacional
sobre princípios de Catalogâção
Paris, outubro de 1961.
1 • Alcance dos principios.
Os principios aqux fornulados se aplica'unicanente a escolha e forna de cabeçalhos e palavras de entrada - i.e.,- aos princi^jais elenentos
que deteminan a orden das entradas nos catálogos de livros inpressoa /
nos quais são conbinados nuna so orden alfabética as entradas pólos
nes de autores c,'quando estas são insuficientes ou inadequadas,
pelos
títulos das obras. No estabolecinento desses principies foran partioalarnente consideradas as grandes bibliotecas gerais, nas sua aplicação
aos catalõgos de outras bibliotecas e listas alfabéticas do livros tanben se redonenda con as nodificaçoes pelas finalidades desses catálogos
01^1 listas,
2» Funções do Catálogo.
,0_catálogo deve ser uu instrunento eficiente para deterninar:
2.1. se a biblioteca contón "deterninado livro caracterizado
(a) pí^lo sou autor e pelo título, _ou
(b) pelo título apenas, se o autor não figura no livro, ^
(o) por un substituto apropiado quando tanto o autor cone o tí, ,
tulo são inadequados ou insuficientes;
2.2. (a) quais as obras de deterninado autor
~
j deterninada
j 1.
j
■, obra
1.^
vbO quais as edições
de

^
existen na biblioteca.

5. Estrutura do Catálogo.
, Para cuaprir essas funções o catálogo deve conter:
3.1. no nínino una entrada para cada livro catalogado o
3.2. nais de unã entrada para cada livro, senpre que o interesse dos •
loitçres ou as -caracteristicas do livro e exijan,cono por exenploi

%

3.21.
'
3.22.
'
'
3.23.
'
3«24»
3.25.

quando o autor e conhecido sob nais do un none ou forna de
none, ^
quando o none do autor foi identificado nas não figura na
pagina de rosto do livro, ou
quando vários autores ou colaboradores contribuíran para
a produção do livro, _ojj
quando o livro e atribuido a diversos autores, ou
quando o livro contcn una obra conhecida sob varies títulos.
é

4* Tipos de entradas.
As entradas poden ser: principais, sodundárias e_ ronissiyas.
1«Nesta exposição de principies a palavra "livro" abrange não 30■ o livro prí
prianonto --''.ito cono tanben outros í^.ocunentos da nesna nnturezQ,
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18

19

�■ '
-34»1. Cada livro dovo ser objeto de una entrada conplota . a entrada
•principal - dando todos os pornonoros necessários a identifica,
ção da obra. Outras entradas poden ser feitas quer sob a forna do entradas secundárias (i.e. entradas adicionais baseadas'
na principal o produzindo total ou parcialmente sob outros oa^
beçalhos a infornaçSo contida nesta últina ()., quer cono renis
sivas (que oriontan o leitor levando-o a outros lugares no catalogo . O»
5« Uso de entrada DUltiplas.

*

é

4

t

As duas funções do catálogo (vido 2.1. e 2.2.) são nais efioicntenente executadas por neio de
5.1. una entrada para cada livro sob un cabeçalho derivado do nona
' ' do autor ou do título tal cono inpresso livro ^
5.2. quando ocorren várias fornas do none do autor ou do titulo,por
una entrada para cada livro sob un cabeçalho uniforne constituídò por deterninada forna do none do autor ou determinado tí
tuloj ou, no caso de litros não identificados pelo autor ou p£,
Io título, um cabeçalho uniforne constituido por un substituto
' ' adequado do título ^
5.3. entradas secundárias o/ ou renissivas adequadas.
6. Função dos diferentes tipos de entradas.
6.1. A entrada principal para obras catalogadas pelos nones de autü
res deve ser un cabecaJ^ho uniforne. A entrada principal das
bras catalogadas polo titulo podo ser o título tal cono inproso no livro com entrada secundária sob
titulo uniforne
^
un título unifornó con entradas secundárias ou renissivas para
os outros títulos. Esta últina prática e a reconendada para a
catalogação de obras nuito conhecidas, especialnente'as que se
identificam por un título de uso corrente (vide 11.3«)5
6.2. Entradas sob outros nonos ou fornas de none para un nesno au-~
ter devem, en geral, ter a forna de renissivas; todavia, en traídas secundárias poden ser adotadas en casos especiais«^
6.3. Entradas sob outros títulos para a nesna obra deven en geral ^
ser entradas secundarAas;^entretanto, renissivas poden ser enprogadas quando uma roferencia pode substituir un numero de en
' ' tradas secundárias sob un~so cabeçalho,5
6.4. Entradas secundárias (ou, segundo o caso, renissivas)'deveriam
ser feitas sob nomes de co-autores, colaboradores etc. e sob /
títulos de obras cuja entrada principal e o none do autor sempre que o título constitui alternativa importante para identifi
,
cação.
2» O terno "cabeçalho uniforme" foi adotajjo en substituição ao tôrno
"cabeçalho padronizado" cnprcgado no texto submetido a Confergncia
tendo em vista a objeção que se segue :"'cabeçaH^o padroTiizado"poderia
fazer crer tratar-se de cabeçalho aprovado por um organismo de noraa
' lização.
3« Os principios ..estabelecidos para a catalogação de obras entradas pelo título podem também ser seguidos para o arranjo de entradas sob um
oabeçalho de determinado autor.
4« Por exemplo,qdo, determinado grupo de obras está associado a detern^
' nado none. '
5. Por exünplo, Guan:lo detcrrdnr/ia variante do título foi usada en oer—
toe ■ ' ■ ■
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]_'4

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l'í

�7 • Escolha do cnbeQalho Unlforne.«
O cabooalho uniforpe deve en geral sor o nou© (ou a forna do
none) ou o titulo que nais frequontenente figura en edições das obras"
oatalogadàs ou en reforencias a seu respeito encontradas on fontes autorizadas.
9 «

4

7.1» Quando ha edições en vtirias línguas deve ser proferido un oabje
çalho na lingua original; entretanto, se ossa lingua não for
usyalnente enpregada no catalogo, o cabeçalho poderá ser de
aooÄdo con edições o referencias en una das linguas utilizadas
no"catalogo,
*

8. Atttor individual»
8.1. A entrada principal de cada edição de una
no sendo dô autoria de una so pessoa deve
individual, Paz-se una entrada secundária
o título de cada edição na qual o none do
, ^ pagina do rosto.

obra identificada eo»
ser o none do autor
ou una renissiva sob
autor não figura na

8.2. O cabeçalho uniforne deve ser o none pelo qual o autor e
fr^
quontenente identificado nas edições de suas obras,^ na forçia
corrente e nais conjileta sob a qual conunonto apareça, salvo
nos casos seguintes:
8.21. un oujjto nono ou forna de none poderá ser usado cono est
beçalho uniforne desde que se tenha consagrado polo uaõ
geral quer en referencias feitas ao autor en obras biográficas, históricas ou literárias, quer en relação con
suas atividades publicas distintas das que ten cono au'
'
tor;
8,22. una característica para identificação suplenentar deverá
sor acrescentada, caso necessário, paia distinguir o aja
tor do outros que tenhan o nosno none.
4
9« BHtrada de Entidades Coletivas
i I
9.1» A entrada*principal de una obra deve ser o none da entidade~c^
letiva (i.e. una instituição, entidade constituída ou assenbleia de pessoas conhecida por un none corporativo ou colotivõ)
9.11» quando, por sua natureza, a obra e necessarianonte a expressão do pensanento ou atividade coletiva da entidade?#
ainda que assinada por una pessoa na capacidade de funci^
,
nario ou servidor do orgão en questão, ^
9.12,

6;
7.
*
8.

quando os dizeres do título ou da página de rosto conside
rados en relação con a natureza da obra indican de nodo 7"
claro que a entidade e coletivanente responsável pelo conteuc'.o da^obra^
11.^ I II !■ IjlJ—
Sujeito a Socçao 7.1.
Por exenplo, rèlatórios oficiais, regras e regu^açontos, nanifestoa,
progranaa e registros do resultado de obras coletivas.
(xtâa Por exenplo, publicações seriadas cujos títulos oonsisten nun
temo genérico (Bolotin, Transactions, toe.) precedido ou seguido do
none de una entidade coleti-Ç-a e que incluon algun relato ou descrição das atividades do or^ão.

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�9.2» En outros cagos, quanuo una entidado coletiva oxercGU função x
subsidiaria a do autor (tal cono a de editor intelectual) ona
entrada secundaria devera ser feita sob o nona da entidade.
9»5» En casos passiveis de duvida a'entrada principal podo ser quer
pelo none da entidade coletiva, quer pelo título ou o none do
autor individual, con entrada seJunJ.ária en cada'caso sob a aj^
, ternativa não escolhAda para a entrada principal«
9,4« O oabeoalho uniforno para as obras que ton entrada pelo none do
una entidade coletiva, deve ser o none sob o qüal a entidade ©
frequentenentô identificada en suas publicações, exceto nos oa3ÕS seguintes:
9.41« quando en suas publicações ocorren frequentenente variações da forna do none, o oabeçalho uniforno deve ser a f^r
'
'na oficial do none}
9«42« quando a entidade coletiva ten nones oficiais en varias"/
linguas, o cabcçalho deve ser na lingua que nelhor se a4
' dapte aos interesses dos utilizadores do catálogo»
9«43» quando a entidade coletiva e geralnente conhecida por un
nono corrente, esto none (nuna das linguas usualnente e^
'
' pregadas no catalogo) deve ser o cabeçalho unifornej
9»44« para as publicações dos ^stados e outras autoridades tej»
ritoriais, o cabeçalho uniforno deve ser a foma sob a
qual o territorio en questão o conunente designado na liij
gua que nelhor se adapte aos insteresses dos utilizadorea
' do catalogo;
9«45» se a entidade coldJiva usou sucessivanente nones diversos
que não poden ser considerados pequenas variações do no^
no none, o oabeçalho para cada obra deve ser o none"adotado pela entidade no nonento da publicação da obra, re' lacionando-se os diferentes nones por neio de renissivas^i
9.46, acrescenta-se una caracteristica suplonontar de identificação, quando há necessidade de distinguir a entidade
' •
letiva de outras con o nesno nòne.
9»5« As constituições, as leis e os tratados, e outras obras da nesna
natureza, deven ter entrada pelo none do Estado ou da pelo none do
Estado ou da autoridade territorial apropiada con títulos fornais
ou convencionais que indiquen a espécie do docunento. Entradas se
cundárias pelo titulo'verdadeiro deven ser estabelecidas secpre /
' ' que sejan necessárias.
9,6« Una obra de órgão subordinado a entidade superior tera entrada peIç orgão subordi^T^-^r» saTyo nos casos seguijrbes.

^

9.61. se o proprio none inplica subordinação ou função subordinada
ou e insuficiente para identificar o orgão subordinado^ a en
trada principal se faz pela entidade superior, seguida da /
subordinada cono sub-oabeçalho;

9«Desdo que se estabeleça con certeza que os nones sucessivos se aplioãn
ao nesno organisno, todas as entradas po'en ser reagrupadas sob o nono nais recentô, con feniasivas dos denàls.
10« Nesta secção, a palavra autor o enpregado de nodo a se aplicar iguâ^
nente a tina entidade coletiva sob o none da qual se fazen entradas»
(Vide 9),

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I Sc a H
st em
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17

lí

�10,5 Coletâneas
A entrada principal para ma coletânea enfeixando obras
independentes ou partes de obras de diversos autores

deve

srer feita
10.31» pelo título da coletânea^
.

se se tratar de um título gg

ralj

10*pelo ipme do autor ou pelo título da primeira obra,câ
,

so não haja título geral;

10,33« Nestes dois casos, deve ser feita entrada

secundaria

p^o nome do compilador (isto e, a pessoa que assumiu
a responsabilidade de reunir os textos da coletânea
.

recorrendo a fontes variadas),

10«Exceção:

Se o nome do compilador aparece em evidência

na página de rosto,
.

-

10,1;,

se este for conhecido;

compilador,

a entrada principal pode ser pelo

com entrada secundária pelo título.

Quando partes sucessivas de uma obra são atribuídas a
diferentes autores, a entrada principal deve ser feita pelo autor da primeira parte.

Obras catalogadas pelo título
11»1

Tem entrada principal pelo título:
11,11 obras cujos autores não foram identificados;
11,1Z obras do mais de três crutores não sendo

ne-*

nhum o autor principal (vide 10,22.)
11,13 coletâneas de obras independentes ou de paj;
tes de obras de diversos autores publicadas
sob um título gorai;
llffl/; obras (inclusive as publicações periódicas
e as obras pertencentes a uma série)

conhe-

cidas principalmente, mais pelo título do que
por um noine de autor,

11, Houve minoria importante dr. Conferência que não
o texto que figura ^b (10,3)

aceitou,

c se pronunciou a favor dlo

seguinte»
10,3 ^ entrada principal de uma coletânea enfeixando

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o*-

�- 7 ■feras independentes ou partes de obras de autores diversos deve ser feita
quando a coletânea tem -um título geral t
10,311 pelo nome do compilador (isto éj a pessoa que
assumiu a responsabilidade de reunir os tex tos da coletânea recorrendo a fontes varia
das)}

«-

se o seu nome figurar na página d© ros-

to}
10^312 pelo título da coletânea se o nome do compila
dor não figurar na página de rostoj
quando a coletânea não tem título geraijpelo nome ^
autor ou pelo título da -primeira obra da coletânea •
■Uma entrada secundária deve ser sempre feita pelo no&gt;
ma do compilador (se for conhecido),

caso ele não

Ja escolhido como entrada principal;

e pelo

ti" tulo.

quando a entrada principal é pelo nome do compilador.
Uina entrada secundária ou uma remissiva deve ser fe^L'
ta.pelo título para:
11.21

edições anônimas de obras cujos autores foram
identificados;

11.22

obras cuja entrada principal e pelo nme do ajj
tor, quando o título e outro elemento impor .

tante de Identificação;

11,23# obras cuja entrada principal e pelo nome

d e

■uma entidade coletiva, mas que têm títulos Câ
racterísticos que não incluon o nome da entlll»2ii.,

dade;
coletâneas cuja entrada principal é feita ex-cepcionalmente pelo nome do compilador,

O cabeçalho uniforme (no concernente às entradas prlß
dpais ou às secundárias, vide 6,1,) paras as

obras

cuja entrada e pelo título deve ser o título origi nal ou o mais freqüentemente usado nas edições da o12
bra
, exceto no caso seguinte:
11,31«

se a obra for geralmente conhecida sob um título de uso corrente,

este deve ser escolhidlo

como; cabeçalho uniforme.

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�U.ij.,

o cabeçalho tmiforme para obras ctijas partes suoessl VSLS Ott os volumes têm títulos diferentes deve ser o ti
tolo da primeira parte, a não ser que a maioria das pag;

.

.

11«5«

te» ou volumes tenha um outro título.
Quando uma publicação em série e publicada sucessiva «
mente sob diferentes títulos, uma entrada principal dfi
ire ser feita para cada título abrangendo a serie de faß
oíctúLos que tem esse título, mencionando-.se pelo möms
o imediatamente anterior e imediatamente posterior,T3ma
entrada secundária pode ser feita para as slries em.
preço sob um só título preferencial^^.
Se, entretanto, as variações do título são mínimas,

a

forma empregada mais freqüentemente pode ser usada eo.

.

11«6,

mo cabeçalho uniforme para todos os fascículos'.
Os tratados e as convenções internacionais multilaterâ
ia, e certas categorias de publicações que não tOT título característico, podem ter entrada^ sob um cabeça
lho uniforme,

convencional, escolhido com.o objetivo

de tornar conhecida a forma da publicação#
«
12.

PALAVRA DE ENTRADA PARA OS NOMES DE AUTORES INDIVIDUA/.
IS
Quando o nome de um autor individual inclui várias pa-

lavras,

a escolha da palavra de entrada I determinada, tanto

quanto possível, pelo uso consagrado no país do qual o portador do nome e cidadão, ou,

se isso não puder ser feito,

pelo

ttso admitido na língua que ele em geral emprega.

12

Sujeito à Secção 7»1«

13

se se j'ulgar desejável, a fim de reunir mm só

lugar

do catálogo, todas as informações relativas à pxiblica •
ção inteira.
1/;

se se julgar desejável, a fim de reunir num só

lugar

do catálogo todas estas publicações.

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1^

�mm ^ mê
RESOLUÇÃO

II

A Conferência decide:
1,

que a Comissão organizadora, tal como foi ampliada, permâ.
neça, em funação ate à próxima reunião anual do
da F,I,A,B,,
a)

Conselho

a fira de:

assegurar aos textos adotados pela Conferência as oog
reçoes redacionais que se fizeram necessárias;

b)

incumbir-se da difusão destes textos a todos os delegados e observadores, a todas as comissões

nacionais

e outras organizações participantes, bem como aos periódicos profissionais;
a)

editar e publicar o relatório da Conferência;

d)

garantir a execução de todas as resoluções da Confe rência;

e)

assegurar o prosseguimento^ dos trabalhos iniciados no
decorrer da Conferência, pelos grupos especializados ;

t)

conservar e aproveitar o material documentário reunido no decorrer da preparação da Conferência e durante
a própria ôonferência;

g)

submeter à secretaria da F,I.A.B, uma lista dos asstiß
tos que poderiam ser objeto de estudos ulteriores

no

domínio da catalogação;
2*

que se encarregue a secretaria da F,I.A.B, de estudar os
meios que permitam continuar o trabalho encetado pelaCoji
ferência-e os assuntos de estudo ulterior no domínio
catailogação,

e de esforçar-se por-encontrar os

da

recursos

financeiros que assegurem a execução dos projetos aprov^
dos pela Conferência e dos projetos Justificados por todo programa faturo,

RESOLUÇÃO

III

A Conferência julga necessário que, no interesse do trabalho internacional futuro,

as comissões nacionais criadas era

fimção' da Conferencia sejam.mantidas e continuem a cooperar
can a Comissão organizadora.

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11

l'í

�- 10 RSSOLUÇiO

IV

Pro.letos a empreender.
A.)

A Conferência propõe que os seguintes projetos sejam

e^reendidos sob a direção da Comissão organizadora»
1»

a publicação, dentro de um prazo mínimo, de uma

sumula

da prática adotada em cada país, para as entradas relat^.
vas aos nomes de pessoas dele procedentes;
2«

a preparação e publicação das listas seguintesi
a) tmia lista dos nomes de estados e outras
territorias,
catálogos,

autoridades

sob a forma adotada para as entradas nos

em conformidade com os nomes oficiais usa-

dos por estas próprias autoridades,

e consignando

os

equivalentes nas principais línguas do mundo;
b) uma lista dos títulos uniformes para os clássicos anô
nimos de cada país, com os equivalentes adotados

nas

línguas de outros países;
c) uma lista limitada de categorias de publicações

que

podem ser catalogadas sob ura cabeçalho convencional ^
correspondendo à forma da obra,
B) A Conferência, reconhecendo ser desejável a elabora ção de certas listas de cabeçalhos uniformes (por

e-

jccnplo dos nomes de autores clássicos gregos e lati nos, dos nomes das principais entidades coletivas e xistentes em cada país, bem como das organizações irtternacionais importantes), propõe, a título de experi
encia,

que se estabeleça um numero limitado destas li^

tas,
RESOLUÇÃO

V

A Conferência recomenda que os países que pertençam, integral ou parcialmente, a uma mesma área lingüística procedam
asr consultas necessárias,

com o fim de unificar suas práticas

respectivas concernentes à forma de entrada dos nomes de pessoas na língua comum.

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^Scan
^ ... ur...».,.,.

14

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1^

�« 11 R E S o L U Q~l O

VI

A Conferência recomenda que a

em conjunto

as outras organizações internacionais interessadas,

com

esrtude as

incidências que poderia ter sobre as regras de catalogaçãa

a

utilização das máqxiinas eletrônicas e, de maneira geraljde tg^
do processo mecânico,

especialmente nas grandes biblioteca»

gerais,
RESOLUÇÃO

VII

A Conferência deseja que seja estudada a

possibilidade

de se completar posteriormente a Exposição dos princípios» cm
relação a um certo numero de pontos susceptíveis de mera «er
im acordo internacional,
RESOLUÇÃO VIII
A Conferência congratula-se pela vontade de cooperação
reafirmada pelo delegado da ISO e deseja que a mais
ligação seja mantida entre a F,I.A«B:. e a ISO,

estreita

e specialmeß

te m que concerne às referências bibliográficas e à transllto ração»
RESOLUÇÃO

IX

A Conferência faz. questão de lembrar que,

se pôde atln. »

gir com sucesso seus objetivos e chegar a um acôrdo muito extenso sôbre os princípios de catalogação; deve este suce.sso
aos recursos muito importantes postos à disposição da F,I,A«B
pelo "Council on Library Resources", Esta ajuda permitiu
gurar a preparação da Conferência em condições excelentes

e

reunir especialistas responsáveis de. um grande número de países e de organizações internacionais,
A Conferência exprime sua gratidão ao "Council on Ltbra^
ry Resources" por sua ajuda generosa.
Apêndice I
DELEGAÇÕES
O número de participantes foi de IO5, ou seja:

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as delegâ

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st e m
&lt;/

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17

lí

�iz çSes de 53 países e de 12 organizações internacionalSj

aléa

das membros da Comissão organizadora designada em Londres

em

1959 6- dos auteres de documentos de trabalho nomeados pela
missão« Assistiram igualmente à Conferência lOij.

obffempadorea

de 20 países.
Delegações nacionais:
Alemanha (República federal)

Iugoslávia

Argentina

Jam

Austrália

Japão

Áustria

Líbano

Bélgica

Luxemburgo

Brasil

México

Bulgária

Nigériaj"Ghana, Sierra L e o ne
(Associação dos bibliotecários
da África Ocidental)

Canadá

Noruega

Ceilão

Nova-Zelândia

Che CO slo vâq-ui a

Pasquitão

Chile

Países BaiTOS (Holanda)

China (República)

Perú

Colombia

Polonia

Coréia (República)

Portugal

Dinamarca

República Sul-Africana

Espanha

Ròdésia e Niassalândia (Federa,
çao;

Estados Unidos da América

Rumênia

Finlândia

Singapura

França

Suécia

Grã-Bretanha

Suiça

Guatemala .

Tailândia

Holanda (V, Países Bai2a&gt;s)

Turquia

Hungria

URSS

índia

Uruguai

Indonésia

VietnaBi (República)

Irã

Vietnam (República demooíática)

Israel
Itália

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&lt;/

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lí

�** 15 ^
. ilTrb.erpftç^py^g:
Associiação das bibliotecas de Judaica e Hebraica na Eurfi;
pa;
Associação internacional dos bibliotecários e docamentaliatas agrícolas;
Associação das bibliotecas jurídicas;
Associação internacional das bibliotecas musicais;
Associação internacional dos editores;
Bibliotecas das Nações Unidas, Nova Ifork;
Bibliotecas das Nações Unidas, Genebra;
Federação internacional de documentação;
Federação internacional dast associações de bibliotecários;
Organização das Nações Unidas para a alimentação e a a ~
gricultura (biblioteca);
Organização internacional de normalização;
Unesco»
Aat delegações seguintes, que haviam sido designadas, não pude
ram participar da Conferencia;
Cuba;
Alemanha (Republica democrática)5
Republica Árabe Unida;
Comunidade internacional das associações de IIttoItos»
Apêrtdice II
COMISSÃO ORGANIZADORA
Designada na Reunião Preliminar de Londres (julho, 1959)*
M, Paul Poindron, Conservador Chefe - WLrection dos Blblloth^
ques' de France, Paris (Vice-presidente)
*
Senhorinha N,A. Lavrova^

Secretária Científica e bibliogiafö

, chefe - C^ara do Livro da União, Moscou,
Dr. Ludwing Sickmann,, Docente - Bibliothekar-Iehrtnstttat des
. Landes; Nordyhein-V^estfalon, Colônia.
Mr, A, H,

Chaplin,

Conservador - Department of Printed Books^

British Museum, Londres (Secretário execatlvo).

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~

«c

14

15

16

17

lí

19

�« llt Mqnbi*os aue ampliaremi a Comissão tendo sido designados daraft*
te a Conferência em Paris (outubro, I96I)t
t
Bara, Maria Luisa Monteiro äa Cúríha •• Biblioteca; Central da IInlversidade de Saa Pauloj Brasil*
Dr* Adjro«' Oêíbom, Bibliotecário
tralla*

Univejfslty of Sydliaey, Aua ••

Shri Benoyendra Sexigupta|^'Bibliotecário Assistente « BibQ.lotâ
ca Nacional, Calcuta*
Dr» VJyilis- E, Wírtght, Bibliotecário - Williams College, VELU^
liamstown, Massactasretts,
Apendiee III
VOTOS
Ab resoluções I a IX foram adotadas por unanimidade,
A votação concernente ao texto da Eaqoosição dos principe,
os se processou segundo o solicitado pelos d^egados, ou se •»
ía,

sucção por secçSo, Para todas as secçõe», a maioria

d.o $

votos se pronunciou a favor do texto submetido pelos grupo0
de trabalho;

as cifras de cada.votação figuram abaixo ( a o»-

pecificação dOs votos de oposição e de abstenção,
plicações fornecidas por algumas delegações;

com as ex

serão publicadas

no relatorio completo da Conferência)« Os representantes da P
I.A^B,

e da Associação Internacional de Editores não partici-

param da votação,
Pr&lt;$

Contra

Abstenção

TOTAL

SecçSo 1

6E

1

65

Secção Z

61

2

65

Secção 5

63

Seoção Ii-

62

1

65

Secção 5

59

Secção 6

60

•—»

65

Secção 7

58

il.

1

^3

Secção 8.

58

5

2

^3

Secção 9»1

5^

7

*•

^

Nota^de rodapé
da paginít. da
Secção 9»12

50

6

2

58

Secção 9#2'-

59

3

1

63

Digitalizado
-gentilmente por:

h

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14

15

16

17

lí

�^ 15 ^
Pr($

# -t :
Secção 9,5

5T

Secsçio* 9*^

5h

Contra
3
,

Secção 9.5
SecçãjD 9.6

•■/Ebstenção

.

3

'

Í59

-3

Secção lO^lO.ZL „58

2

Secção 10*22
Secção 10.3

6?

6

65

11

6l

1

63

-.'00

iUl-

li{-

1

39

.35

22

2

59

&gt;26^
-

3

Secção 10,3 Texto
altemativo C^idç
nota de rodapé Pâ
glna 6)
Secção 10.U

5
.

3 ^

TOTAL

'5üj. ' ^

"

'^57

Secção 11,11

2

1

60

adotada por tmanimidade
;
Nãa'houve votos por boletins^

Secção 11,1&amp;.11 j.3 Não houve votos C a dedõão
decotre dos votos sob 10,22
e 10,3 respectivamente)
Secção ll,llt

.

55

3

2

Secção ll.S.11.23 60

—

—

Secção 11.2ti.

Não houve votos (a decisão
'decorre do voto sob 10.35

60
60- - «
- ^.

Secção 11,3

57

2

Secção ll.Ii-

60

»i»

Secção li,?

3h

h

'2

60

^cção 11,6

52

5

3

60

3k

5

2

6l

Secção 12.- ; ^

;

■^

vr-

1

60
60

Apêndice
IV
*

.

px,

CJRDPOS ESPECIALIZADOS
/

ly."';";&lt;
-o

a.,'.

1í.

v'
• . c.

•

•
——
•—
—
—.
—

Terminologia
Transliteração
BHigoisno
Nomes indianas
■"' «
Nomes ijuçulmanos na~índia e no Paquistão
Nomes arabes
;
Nomes hebreus
Nomes persas "•
'■ '-ü^.
— Liturgia
■I -

Apendice V

f.

- documentos de trabalho

1« Relação entre os princípios de catalogação e os aplicávo-

õacf.".

Ã

\ Digitalizado
-gentilmente por:

'

14

15

16

17

18

19

20

�M 16 m»
Is a oatras foiroas do trabalho "blbliográfloo, Andrew D.Osbom
E,

Função da entradâ principal m catálogo alfabético»
Sgymour- Labetzky.

3*
;

Punçãa da. èntrada principal no catálogo alfabético»
Bva. Verona.

Zu

Função da entrada principal no catálogo alfabéticotcanexi»»
tario öe.r '^inioes «nitidas por Seymour Lubetaicy e Eva Ve
2?om» Leonard J.Jolley^.
,
.

5»

Entidades coletivas,

6»

I, V. A. Vasileydca.1a.

(1)

Limites ao uso de entradas de autores coletivos»

(2)

Catalogação de. leis. e tratados»

Entidades' coletivas»
(1)

II»

Suzanne Homiré.

Forma de cabeçalho para autores coletivos^

.

Tratamento dispensado a órgãos subordinados»
7»

Entra(?a de obras anônimas sob títulos paidronlzadoáforma»
Roger Pierret.

8»

Probleöas da òatalogação de publicações periódicas»
Paul
Dunkin.

9»
-

Catalogação de litutgias e teJctos religiosos no
alfabético»
Ruth. C.Elsenhart^

XO» Autores milltiplos,

ou do

catálogo

Hellnnit Braun»

11» Escolha da èntrada para autores cujos nomes variam»
' Farvle Kalan.
12, Relatório sobre nomes compostos e sobre nomes &lt;xm prefjL ••
. XDS»
Maria Luisa Monteiro da Punha
13» Nomes brasileiros e portuguêsèsí problemas e soluções»
' Maria Luisa Monteiro da Cunha&gt;
Xlu Tratamento de nomes de autores individuais indianos nas
. entradas do catálogo»
Shri Benovendra Senquota.,
15» Entradas de nomes árabes,

Mahmud Sheniti.

16» Trat^ento de nomes em caracterès hebraicôs^e entrada p«. Io título d.e livros hebreus»
R, Edelmann.
17» O impacto da' eletironica no concernente às regras de cata-lo gação» C.D.Gu^l.

8 de novembro de 19ól.
Distídbuido por:
A, H, Chaplin
' '
'
Secretário Executivo C»I»P,C»
a/c The National Central Idbrary
Malet place, London^
WC 1»

Traduzido por Maria Luisa Monteiro da Cunha
Presidente
'
Comissão Brasileira de Catalogação,

Digitalizado
-gentilmente por:

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gentilmente por:

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCIWBNTAÇAO

Tendências modernas do currículo no ensino da biblioteconomia
por
Antonio Caetano Dias

Fortaleza
1963

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-gentilmente por:

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lí

�4

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a 14 de julho do 1963

TEMA IV

-

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECÄRIO-DOCUMENTALISTA

TENDâNCIAS MODERNAS DO CURRÍCULO NO ENSINO DA BIBLIOTECONOMIA

por

ANTONIO CAETANO DIAS (*)

CDU 378.9:02+002

M? Ct
«4

(♦) Diretor dos Cursos de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional

)

cm

1

Digitalizado
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�TENDÊNCIAS MODERNAS DO CURRÍCULO NO ENSINO DA BIBLIOTECONOMIA
Antonio CG.eta.no Dias
1, Histórico
2,

S i tucLç S.O At uclL

5» Tendêncic-s Modernc-s
h* Conclusões
1. HISTÖRICO
Foi no último qucjtel do século passado^
1879

exatamente no ano de

Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro instituiu os seus

famosos concursos públicos para selecionar pessoal especializado,
Para os preenchimento das vagas de Oficial da B.N,
nhecimento das seguintes matérias:

eram exigidos co-

História Universal, Geografia, Li-

teratura, Filosofia, Bibliografia, Iconografia, Classificação de
nuscritos

e Línguas

(traduções de Latim, Francês e Inglês),

Ma-

Esses con-

cursos propo3!?cionai''ani o ingresso na Casa de Rcmiz Q-alv3.o de figuras
do roais elevado gabarito

cultural como Capistrano de Abreu, Antonio

Jansen do Paço, Miguel de Lemos,

Constâncio A.lves, Jo5.o Ribeiro c ou-

tros,
Além das matérias de cultura geral já. figuravam algumas di5cipli_
nas que, por si só, identificavam o sentido profissional da carreira
de bibliotecário, A disciplina Bibliografia, por exemplo, abrangia nSLo
só a história do livro,
tração do bibliotecas,
classificação,

como tiimbem incorporava conceitos de adminiscatalogação de livros e folhetos e ainda de

Tudo dentro do melhor figurino da época que era a obra

de Giuseppe Fujnagalli "Bibliografi'^, publicada em edição dos manuais
da Coleção '^Hoepli", Também IconogJafia e Catalogação de manuscritos
eram as outras componentes que já caracterizavam uma especialização.
Eram as normas clássicas, vigentes em todas as bibliotecas, ao
tempo em que começavam a aparecer na Europa e nos Estados Unidos
primeiras tentativas de 'codificação das regras de catalogação,

as

junta-

mente com a aplicação dos sistemas filosóficos dos conhecimentos humanos ao problema da localização dös livros nas estantes:

as classifica-

ções bibliográficas. Vale assinalar que a formação erudita dos bibliotecários, naquela época,
especializada,

sobrepunha-se amplamente a qualquer formação

Isso porque a produção bibliográfica caminhava lentamen-

te como vagarosamente progredia o quadro geral da ciência e da tecnologia até o advento da revolução industrial,
No Brasil,

como não poderia deixar de ser, a vinculação a cultxjr-

ra eui^opéia ora uma herança direta dos nossos imãos portugueses,

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E

�2
£3.3 nomao clássicas ddotadc-s forcin. baseadas na "Êcolc des Cliartea" de
Püfflo^ quando se cogitou de estriiturar uuia fomaçSo profissional para
Oft*' primeiros bibliotecários brasileiros. Pato que se verificou em
I9ID, por ocasião da Refórma da Biblioteca Nacional quando esta se instalava no edificio da Avenida Rio Branco, No artigo
8,855j

decreto n,

11 de jullio de 1911j vamos encontrar as linhas gerais da es-

truturação do primeiro C^ítso de Biblioteconomia que viria a ser o pioneiro em toda a -fiüiiêrica Latina,

"Art,

5^-0 Curso de Biblioteconomia

constará das seguintes matérias que constituiríio uma s6 serie e de
cujo ensino serüo encarregados os diretores de seçJlo:
a)

Bibliografia

b) Paleografia e Diplomática
c)

Iconografia

d)

Niomismática

Conforme se poderá observar, as matérias correspondiam exatamente ks seçSee da Biblioteca Nacional, A matéria "Numismática'j por exemrploj foi cancelada do currículo tüo logo a coleçSo de moedas p dC &amp;OU. ^
guarda do Museu ílistárico do Rio de JaneiTO, Até hoje essa matéria
existe, mas no currículo do Curso de Museologia, Assim o Curso de Biblioteconomia, que sámente começou a funcionar em 1915^

^ cujtso

de formaçüo de bibliotecários exclusivamente para a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro,
Com cQ^gumas interrupções em certos anos, pela ausência de alunos
ou pela falta de^professôres, o Curso veio a sofrer algumas refármas
na sua estrutujra, Páde-se destacar a de 1951^ pelo decreto 20,675^
17 de novembro, que passou o seu tempo de duração para dois anos

e

assegurou aos portadores dos diplomas vantagens especiais para o exercício da profissão de bibliotecário na então Capital da República,

Os

alunos diplomados no Curso teriam preferencia absoluta para o provimento efetivo, interino,

contratado ou em comissão, no

cargo de bibliote-

cário de qualquer departamento ou repartição federal,

E também os fun-

cionários da BN que se diplomassem mereceriam a preferência para a promoção em seus quadros, Na nova refárma estaVam assim distribuídas

as

disciplinasí
12 ano:
a) Bibliografia
b)

Paleografia e Diplomática

a)

Histária literária

2Q anoí
aplicação à bibliogra-

b) Iconografia e Cartografia
Já por essa época começava a se fazer sentir o impacto de uma nova conjuntura após o advento, nos paises mais adiantados, da revolução
industrial com as suas implicações no campo da ciência e da tecnologia,
E os reflexos na produção bibliográfica não poderiam deixar de se fazer

cm

1

Digitalizado
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�5.
sentir, O crescimento progressivo do. produção bibliográficc.,

com ênfa-

se especial nos periódicos especializados, numa verdadeira avalanche
de papel impresso&gt; veio provocar, principalmente na Europa e nos Estados Unidos, logo depois da primeira conflagração mundial, problemas
de toda a ordem.
Modificava—se,

entSo, o conceito meramente humanístico das bi-

bliotecas para dai'' lu^ar a uma preocupação de utilitarismo aos
acervos,

seus

Surgiaßi, assim, as bibliotecas especializadas e os centros

de doc\iJfiientac?ío,
o
•
Essô panorama,

como n3.o poderia deixar de ser, iria tarabem pro-

duzir seus efeitos no Brasil,
Em Süo Paulo, no ano de 1929j o Instituto Mackenzie, prestigioso estabelecimento de ensino,

contratou a bibliotecária aiuericana

iorotliy Muriel G-eddes, hoje Mrs, Gropp,

com a dupla finalidade de pre-

parar a refómia da sua biblioteca e preparar a sua bibliotecária para
fazer o Curso de Biblioteconomia nos Estados Unidos,
Com a volta de D, Adelpha Rodrigues Figueiredo, diplomada pela
Escola de Biblioteconomia da Columbia University, no ano de
de reassumir as suas func3es de bibliotecária do Mackenzie, também se
encarregou de prosseguir na direção do Cujr-so de Biblioteconomia que a
bibliotecária americana iniciára na sua ausência. Eram as seguintes
as matérias básica desse cursot
a)

CatalogaçSo

b)

Classificação

c)

Referência

d)

Organização

Estava, assim, lançada em São Paulo, a semente da forroação profissional do bibliotecário,
métodos americanos.

já sob a direta influência dos consagrados

Tão logo se afirmava o êxito da iniciativa do Ins-

txtuto Mackenzie, a Divisão de Bibliotecas do Depai^tamento de Cultura
da Prefeitura de São Paulo promovia a criação do seu Curso de Biblioteconomia, Êsse fato ocorreu entre os anos de I935 e I956.

Inicialmen-

te, apenas com a cadeira de Cataloc'.acäo _e Classificação, a Escola de
Biblioteconomia passou a fu.ncionar no prédio da Escola de Comércio Alvai^es Penteado, no recinto ocupado pela Escola Livre de Sociologia e
Política.

Enquanto se extinguia o Cui^so do Instituto Mackenzie.

1957 outra cadeira foi criada:
te completava-se o currículo

Em

a de História ^ Livro,e no ano seguin-

com a cadeira de Referência. Mais tarde,

com a duração de dois anos, auxiliada pela Fundação Rockfe

er (l ■9101.),

continuou a Escola de Biblioteconomia de São Paulo prestando sei^viços
da maior relevancia ao progresso da Biblioteconomia era todo o país.
Dessa fôrma tínliamos, por volta de I9I-1.O, duas Escolas fmcionando no Brasilí

uiua em São Paulo, representando as necessidades modernas

da especialização do - bibliotecário, sob a inspiração direta, dos métodos norte—americanos,

cm

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Outra, no Rio de Janeiro, atrave

'I Digitalizado
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I

^ ...

o

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da Biblioteca

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�1+
NcLcionc-l, representando as necessidades cldssicas da fomação do Bi—
bHo&gt;'ki&amp;eáélôo sob a inspiração direta dos métodos europeus^ tendo

como

justificativa a presença do mais valioso acervo bibliográTico do conrtinente siü—americano,
Porêra, as necessidades de iima renovação no processo de formação
do bibliotecário moderno também se fizeram sentir na antiga Capital
da Repilblica, Novas bibliotecas surgiram em decorrência da Reforma Administrativa empreendida pelo Departamento Administrativo do Serviço
Publico,

E foi o próprio DASP quem tomou a iniciativa de instituir um

Cui^so Intensivo de Biblioteconomia, ao mesmo tempo que determinava a
divisão da carreira de bibliotecário em "bibliotecário"- e bibliotecário—auxiliar", pelo Decreto 2,lé6, de 6 de maio de ISh-O«
Pelo Decreto 6.[|-l6 de 50
Intensivo de Biblioteconomia,
do até 13h3f

outubro de I9Í-Í-O instituiu uju Curso
com a dujração de seis meses, funcionan-

G.S seguintes matérias no seu currículo?
a)•

Catalogação
e Classificação
«w» ^
5

b) Bibliografia e Referência
c)

Organização e Administração de Bibliotecas

Também na própria Biblioteca Nacional se fazia sentir a necessidade de algujaas reforaias, Não só em seus serviços como tombem no Curso de Biblioteconomia, Foi ainda na profícua administração de Rodolfo
Garcia (1955~í9^5)j

se verificai^aiu as tão reclamadas reformas,

A criação de uma Seção de Referência e a Reforma dos Cursos de Biblioteconomia ocorreram em I9I4ÍI- com a efetiva participação da bibliotecária recém chagada dos Estados Unidos, Cecilia Roxd Wagley e do técnico de educação, professor Josué de Sousa Montello,
A Reforma dos Cursos da Biblioteca Nacional teve a principal
finalidade de transformar o antigo curso que, a rigor,

se limitava a

formar bibliotecários para a Biblioteca Nacional em curso destinado
a promover, ujua formação básica em princípio util a qualquer tipo de
biblioteca, Foi este o espírito que norteou a Reforma estabelecida
pelo Decreto^Lei n2
Decreto 15.595

é.Liii.O, de 27 de abril de 19^+1-!-^ regulaj-aentado pelo

27 de abril de 19^^^!-. O

seu. currículo ficou assim

constituído;
a)

b)

Curso Fujidamental de Biblioteconomia
1)

Organização de Bibliotecas

2)

Catalogação

5)

Bibliografia e Referência

I4.)

História do Livi'o e das Bibliotecas

e Classificação

Curso Superior de Biblioteconomia
1)

Organização

e Adiíiini st ração de Bibliotecas

2)

Catalogação

e Classificação

5)

História da Litera-bura (aplicada a bibliografia)

I^)

Disciplina optativa entre as seguintes; Noções
de Pai eografia; Catalogao•

I Digitalizado
-gentilmente por:

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
]_4
]_5
16
17
lí

�5.
çSo de Mcmuscrltos, Mapoteccisj

Iconografiaj

Bibliotecas Infantis e Escolares;
tecas Universitárias;

Biljilioteca. de Músicaj

Bibliotecas Especializadas; Biblio-

Bibliotecas Públicas ou qualquer disciplina ou

grupo de disciplinas cursadas na Faculdade de Filosofia ou Instituto
congênere^ versando sobre assuntos de interesse para a cultura do Bibliotecário,
c)

Cursos Avulsos

Além dos Cursos reguläres,

que âZío direito a diploraa, a Reforma

de I9L1I!- estabeleceu a realização de cursos avulsos, de livre escoltia
da direçS.o dos Cursos, destinados a atualizar os conhecimentos dos bibliotecários

já diplomados.

Convém assinalar que os diplomas e:5çpedidos pelos Cursos de Biblioteconomia da B»N,

sZo, desde 1955j registrados pela Diretoria do

Ensino Superior do Ministério da EducaçS-o e Cultura,
✓
Como São Paulo, também o Rio de Janeiro, depois da Reforma de
191+1^., passou a conceder bolsas de estudo a candidatos residentes fora
do Rio de Janeiro, Essa providência teve como conseqüência a descentralização do

ensino da Biblioteconomia,

Todos os cursos ou escolas

de biblioteconomia, fundados em outros estados, tiveram como principais colaboradores ex-bolsistas dos Cursos da Biblioteca Nacional ou
ex—bolsistas da escola de S.Paulo,
Aos poucos aumentava o número de bibliotecas e tamb^ cresciam
as necessidades de bibliotecários formados, Ainda em S.Paulo, no ano
j de 19l!lj-í outro Curso de Biblioteconomia era fundado:
^ de Filosofia ?'Sede Sapientiae",
mente extinto,

Elti 19^4-5^

^

o da Faculdade

com a Duração de dois anos e recente-

cidade de Campinas, sob os auspícios do

Reitor da Universidade Catáilica, Monsenhor Dr.
da—se outra escola de biblioteconomia.

Emilio José Salim,fun-

Funciona até hoje,

com a dura-

ção de três anos, com sua estrutura curricular atualizada e prestando inestimáveis serviços a cultura nacional, Na Baiiia, no ano de 19Í|6,
surgia o Curso de Biblioteííonomia,

com a duração de uj?i ano,

orientação de Bemardette Sinay Neves, Fujiciona até hoje,
ção de quatro anos, incorporada a Universidade da Bahia,

sob a

com a duraTambém Per-

nambuco e Rio Grande do SuJ., respectivamente, tiveram os seus cursos
ie biblioteconomia criados nos anos de 19l4fl e I95O, Funcioncuu ambos,
com a duração de três anos, incorporados também ^s Universidades dos
seus Estados,

E o Instituto Nacional do Livro, realizando Cursos In-

tensivos, com pessoal especializado contratado especialmente para
A •
"*
esse fim, proporcionou a Belo Horizonte e CuJjitiba a estrutm^açSo de—

f •

finitiva de seus Cursos, agora integrados às Universidades de Minas
ferais e Paraná,
2,

SITUAÇAO ATUAL

A "Conferência para o desenvolvimento das bibliotecas públicas
los pais es latino—araericanos'^, realizada sob os auspícios da UNESCO

cm

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�■

f
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■

^

em Süo PcLulo, no uno de 1951&gt; trouxe pc.rn. o Brasil, c.lcm de excelentes
resultadoo^

técnicos, um resultc-do prático de estraordinário alcance no

ccunpo da biblioteconomia e da documentaçSoS
sileiro de Bibliografia e Documentação»

a criaoSlo do Instituto Bra-

A criaç&amp;o desse Instituto, dentro do Consellio Nacional de Pes—
quizas, proporcionou a vinda ao Brasil de dois competentes-documentaristas europeus:
^

Zeferino Ferreira Paulo e Herbert Coblans,

A presença desses dois especialistas, nos anos de 1952 e 1955^

respectivamente, no Rio de tTaneiro, veio modificar o panorama da Biblioteconomia em nosso país,

Com as vantagens de ser um. país de estru-

tura nova, na sua formaçSo cultural, o Brasil aproveitou extraordinariamente a liçS.0 deixada pelos docujnentaristas estrangeiros,
repetiu,
ropeus:

se ■

Não

em nosso país, o mesmo problema ocorrido em certos países

eu-

"a desafortunada separação da documentação da BIblioteconomla

ortodoxa" iniciada em meados do século XIX.
A incorporação dos métodos e dos processos da Documentação aos
currículos permanentes das escolas de biblioteconomia brasileiras,foi,
sem duvida, a valiosa colaboração que Herbert Coblans deixou cm nosso
país.

Num Curso Avulso que ministrou na Biblioteca Nacional, mais tar-

de publicado pelo Serviço de Docujaentação do Dasp,
trodução ao estudo de Decumentação",

sob o título "In--

encontramos a seguinte advôrtên-

cia de Coblans que vale- reproduzir pela sua oportunidade;

"A documen-

tação o muito mais do que máquinas e mlcrocáplas. Traz uma nova mentalidade que forçará a extenção gradativa dos limites da biblioteca tra—
^ dlcional e se incluirá nas suas práticas.

Neste assunto os cursos de

biblioteconomia têm grande responsabilidade. A menos que os currículos
sejam modificados para Incluírem a docujnentação, haverá um.a tendênciapara tratar os documentarlstas como profissionais diferentes cora grande prejuízo para a classe de bibliotecários em geral. Acredito firmemente que esta separação

é um rejirocesso e deve ser evitada.

Em alguns

países as condições locais são tais que exigem separação temporária,
O bibliotecário e o documentarlsta devem ser especializações de uma
mesma profissão," Essa opinião

está apoiada expressamente numa reco-

mendação da Conferência de 19^4-6 da Pederation Internationale de Dociimentation (PIS):

"training In general docujnentation shouid sei^c as

an Introductlon to trainlng In special do cujnentation for llbraries,
museums and archlves," E reforçada mais tarde, em 1955f

ocasião

do "Congres International des bibliothcques et Centres de Documenta—
tlon,"realizado cm Bmxelas, no magistral trabalho de Suzanne Briet
"Formation des bibllothécalres plus partlculierement en vue de leur
participatlon a Ia vle economique et sociale". Entre outras coisas
afirma a autora no seu excelente informe: - "Les professions voisines
de bibliothecaires, d'archiviste, de

conservateur de collections

de documentaliste n'ont pas encore etc d6finies avec toute Ia
cislon dcsirable

ítscate

de monographles

et

pre—

professionelles, ou faíi-te

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�professionelles, ou faute de formc-tlon distincte,
Lea pays de structure enclenne evoluent plus lenteraent que len
pays neufß, La prise de conscience de cliacune des peofesslons est
plus ou moins clalre selon le degré d'evolutlon d^un pays donnê,
Pour ce que est des blbliotheques,

c'est tantot la fonction

conservatrice que l'eriiporte, ■'"vantôt la fonction utilisatrice, Dans
les vieux pays, -les bibliotiièques thesaurisent essentiellement,

et

les centres de docuraentation selectionnent prlncipalement, Dans les
pays les plus nouvelleraent équipês, la bibliotheque joue d^ eniblêe le
role de centre de docunientatlon".
È exatamente nesse sentido que se tenta atualraente, no Brasil&gt;
a nova estruturação curricular das

eseolas e cursos de bibliotecono-

mia,

Sendo que as novas escolas, as criadas mais recentemente, já.
*
trazem nas suas denord.naç5es a indicação der,sa nova concepção: Escola

de B iblio t e conomia _e Do cumentacSo, Ê o que se pode constatcr com a Escola do Instituto de Santa Ursula no Rio,

com a Escola mais recente de

todas, a da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que começou a
funcionar este ano, em Niterói, e outras que foram recentemente inco3&gt;poradas Vs Universidades dos seus Estados,

como as de Pernambuco e

Baliia,
No

/
/
campo da Documentação deve—se também assinalar a notável con-

tribuição que vem sendo prestada \s bibliotecas científicas do país
pelo IBBD. Não semente atrávez su^s publicações como tamb^ pelos seus
Cursos de Faoqulsas Bibliográficas. Em 19^2 funcionou,

com pleno êxi-

to, o Curso de Pesquisa bibliográfica em Ciências Médicas e no corrente ano está. sendo realizado outro CuJ^'so de Pesquisas bibliográficas
em Ciências Agrícolas. A professora Lídia de Queiroz Sambaquy deve-se
o êxito dessas iniciativas na qualidade de fundadora e tcmbem Presidente do I.B.B.D,
A REFORMA DE I962
Dentixi do panorama geral que acabamos de descrever pode-se verificar, sem esforço, que nova reforma se fazia-necessária para os
Cursos de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional,

Já os dois anos

eram insuficientes para o numero de disciplinas novas que devei'iam
ser incorporadas devido ^s razões acima, expostas', bem como outras razões não menos fortes,

í*.omo a abolição da matrícula também conliecida

como ex-oficio, para funcionários de bibliotecas, independentemente
de apresentação de certificado de conclusão do segundo eíclo ginasial,
dispositivo esse que prejudicava toda uma classe na sua justa aspiração ao nível universitário,
Muito embora encaininiiada desde o ano de 195^ pela direção dos
Cursos a direção geral da Biblioteca Nacional, por motivos que não
mais vêm ao caso relatar,

somente

era I962, na administração do

tor Adonias de Aguiar Pillio, teve o processo da reforma o
to assegurado, atrave'z do Decreto n£

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escri-

seu andaiuen

^^0,(\.c 1 de fevereiro de 19^2,

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l'i

�publicado o texto da Reforma no dia seguinte, pelo Diário Oficial,
Cora três anos de dui^ação, ficou o seu currículo assim constituído:
12 ano
a)

Técnica do àerViço de Referência

b) Bibliografia Geral
c)

Introdução a catalogaçSo e classificaçíío

d)

Organização e AdministraçSo de Bibliotecas

e)

Histária do Livro e das Bibliotecas
2S ano

a)

Organização e Técnica de Documentação

b) Bibliografia Especial^izada
c)
d)

Catalogação e Classificação
o
Literatua-a e Bibliograi'ia Llterá:ria

e)

Introdução a cultui^a histórica e sociólogica

a)

Catalogação Especializada

b)

Classificação Especializada

c)

Reprodução de Docujiientos

d)

Paleografia

e)

Introdução a cultura filosófica e artistica

52 ano

Para obter a diplomação, o aluno ficará obrigado a prestar prova
desuni Curso Avulso^ de livre escollizi,

entre os Cursos ministrados de

acôrdo com o planejajnento anual promovido pela direção dos Cursos da
B,N., obedecendo, de preferencia, às seguintes disciplinas;

Bibliote■

cas Infantis, e Escolares, Bibliotecas Universitárias, Iconografia,

Mecanização bibliográfica. Estabelecimento de Textos e Edições Críticas, Poto-Docujaentação, Artes Gráficas, Cartografia, Bibliotecas'de
Música, Relações Huinanas, .Bibliografia Brasileira, Bibliografia Aplicada

Artes, Bibliografia aplicada as Ciências, Bibliografia Aplica-

da as Religiões, Bibliografia Aplicada a Filosofia, Bibliotecas Especxalizadas, ou qualquer disciplina ou grupo de disciplinas cujr-sadas na
Faculdade de Filosofia ou Instituto

congênere, versando sobre assujito

de interesse para a cultura geral do bibliotecário e docujnentarista.
A primeira conseqüência prática da Reforma de I962 foi a promulgo.çao da Lei ij.,08l4., de 30 de jujah.o de 19^2, que regixLajüientou as atividades profxssionais dos bibliotecários em todo o país,

E com essa pro-

vxdência foi alcançada outra importante reivindicação da classe; o
nível ujiiversitário e a valorização da carreira. Deve-se registrar aqui
o extraordinário esforço da PEBAB, na pessoa de seu presidente, a bibliotecária paulista Laura Ru.sso, que não poupou sacrifícios pessoais
para alcançar ,esses objetivos,
CURRÍCULO MÍNIMO
É também de lonoa data a tentativa de se obter ujíi denominador
comum, o currículo mínimo, para todas as escolas era funcionamento no
país.
j

cm

Sob os auspícios da Diretoria do Ensino Superior do MEC foi

constxtuj-da comissão, para esse fim,

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com representantes de todas as

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�escolas,

O interesse principal desse, providência era o registro, dos

diplomas, expedidos pelas escolas existentes^ naquela Diretoria,

Esse

processo, depois de longa peregrinação, foi despachado pela Diretoria
do Ensino Superior ao ConsellX) Federal de Educação que, pelo Parecer
nö 526, baseado nos artigos 9s

(alinea e)

e 70 da Lei de Diretrizes

e Bases, aprovou finalmente a fixação do currículo mínimo e determinou o tempo de duração para os Cursos de Biblioteconomia,
Arts 10;

3 currículo mínimo do curso de Biblioteconomia comr-

preenderd. as seguintes matérias:
a)

Histeria do Livro e das Bibliotecas

b) Histária da Literatura
c) História da Arte
d)

Int3X)dução aos estudos históricos e sociais

e)

Evolução do pensamento filosófico e científico

f)

Organização e administração de bibliotecas

g)

Catalogação e classificação

h) Bibliografia e Referência
i) Docuinentação
j)

Paieografia

Arts 22:

A duração do Ciifso será de três anos letivos,

ArtQ 52í

Ê obrigatória a obsei'väncia dos artigos IQ

e 22 a

partir do ano letivo de 1965»
Cujnpre assinalar a contribuição, mais

vez, do professor

Josué Montello que na qualidade de relator do processo no Conselho
Federal de Educação envidou todos os esforços no sentido de que mais
essa reivindicação fosse atendida em beneficio do ensino da biblioteconomia em nopso país,
TENDÊNCIAS MODERNAS DOS CUEBÍCüLOS
Muito embora se possa proclcunar como importantes conquistas todas as medidas aqui assinjiLadas, devemos estar previnidos no sentido
de que se observem, na prática, tôdas as suas reações, para futuras
decisões,
Além da incorporação das disciplinas 'de Docujuentação podemos
observar a tendência das escolas em incluir matéria do cultura geral
com o nítido, sentido de suprir as lacxmas de um imperfeito sistema de
ensino médio,

Qy.cr me parecer que esses objetivos são remanescentes,

de uma mentalidade que até bem pouco tempo prevalecia em nosso país.
Dentro do quadro gemi das tendências de ensino,

cm todos os campos

da pedagogia universal, observa-se que atualmente, a escola e a ciência pedagógica se defrontam com as dificuldades de estabelecer uma ligação entre o ensino

e o trabalho pixjdutivo, A ligação do ensino com

o traballTo produtivo é necessário tanto para a elevação da qualidade
do trabalho como para a assimilação dos conhecimentos abstratos. Assim,
pensamos, que, na aplicação prática do atual currículo mínimo — que

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�10.
n?ío impede absolutcjiiente a mplic-cSo de disciplineis - c.s matérias de
cultura geral (Literatura, Arte, História, Sociologia, Filosofia e
Ciência), sejcm ministradas com enfase absoluta no seu aspecto bibliográfico,

Entendemos quei para o bibliotecário moderno, tíLo iniportcnte

será o seu conhecimento sôbre essas matérias corno mais importante ainda será o seu Coniiecimeríto sobre fontes de pesquisas e todo o repertório bibliográfico sobre as mesmas,

O que,

em áltima cnálise, estabele-

cerá um vínculo- com as atividades práticas das bibliotecas ou centros
de documentaçSo,

NÜo se quer dizer com isso que se tente subordinar o

ensino ao trabalho, prática que se observou em algms países, socialistas, Mas, ao mesmo tempo, nZLo se pode deixar de reconhecer que está
ficando para trás, mesmo nos países n2o socializados, a estmturaçS.o do
ensino e- do trabalho

como dois processos independentes sem ligaçELo en-

tre êles,
Na formaçílo do bibliotecário moderno parece-nos deôuma importância a ligaçSo entre o

ensino

e o trabalho. Deve mesmo,

em nossa modeo^

ta opiniüo, ser êsse o seu princípio diretor,
I4..

CONCLUSOES

O Brasil ê uju país em marcha batida para o desenvolvimento,
uma taxa anual de crescimento demográfico de
mundo, as soluçCSes dos

Com

^^.s mais altas do

seus problemas só serüo alcançadas através do

aumento da pixjdutividade,

Quer no setor industrial, quer no setor de

produçíío agrícola, os índices de pixDdutividade terão que acompanhar o
ritmo Vertiginoso do

cresciraento populacional, A missSo do bibliote-

cário está vinculada a essas exigências,

Seüs. serviços, altamente es-

pecializados, serSo cada vêx mais necessários, NSo somente nas bibliotecas como também nos centros de documentação onde exercerão suas funções
de docujnentarista,

E também nos laboratórios de pesquisas, nas indus-

trias e ainda nos escritórios,
0 currículo münimo, estabelecido pelo Conselho Federal de EducaçS.0,

como o próprio nome sugere,possibilitará as Escolas de Biblioteco-

nomia e Docuiuentaçüo a inclufi2o de outras disciplinas modernas que forem
sm^gindo nos paises mais adiantados, Ê o ponto de partida para o currí-gciílo móvel que vem sendo

adotado nas esferas de ensino mais avançadas.

Diante desse panorama geral, bastante resujuido, no quel pixDcuramos n?5o entrar no mérito das discussões polêmicas ainda existentes cm
tômo de alguns pontos da estrutui^a c\irricular das escolas de biblioteconomia, podemos chegar a certas conclusões que nos autorizam a formular,

como feclio dês te trabalho, algujnas recomendações;
a) Sómente a aplicação prática do atual oujrrículo mínimo

poderá

nos trazer observações e conclusões sobre os seu£ defeitos ou suas qualidades (já se pode prever, que,

em algujis estados da

ederação, a sua

aplicação será muito difícil);

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20

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

O ensino de Biblioteconomia em São Carlos
por
^Alfredo Américo Hamar

OSc*. o&amp;I .=5 í" ?J&gt;'0
i(\ce
a íi'

Fortaleza
1963
■ )

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st e m
&lt;/

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lí

�o

ENSINO

DE

BIBLIOTECONOMIA

EM

SÍO

CARLOS

Alfrede Am^rioo Hajnar
Diretor da Esoola de Biblioteconomia
e Documentação de São Carlos (SP)

Con • desenrolvimento do ensino no Estado de São Paulo e conseqüente instalação de escolas supetiores no interior, surgiram também inúmeras bibliotecas, principalmente especializadas.
Desde 1930 a maioria dos institutos superiores, localizadas no
interior, se depararam com a grande dificuldade: falta de elementos especializados para as suas bibliotecas.
Os bibliotecários formados na capital de São Paulo e Campinas,
raramente se decidiam a trabalhar no interior« Criou-se uma situação diflcel para essas bibliotecas. Não havia solução imediata mas, semente,

com

a criação de escolas de biblioteconomia no interior do estado*
Essa situação permanece attf o presente momânto. Inúmeras facul^
dades, prefeituras, empresas oficiais continuam interessadas em

conseguir

bibliotecários.
A escassez de bibliotecários foi idtntica em São Carlos e

ci-

dade s vi z inhas•
Compreendo a importância do problema e as graves

causas

falta de elementos habilitados, 4 que um grupo de bibliotecários de

da
Sao

Carlos resolveu tomar a iniciativa de funddx uma escola de biblioteconomia.
Inegáveis eram as vantagens de escolas de biblioteconomia Ijo
calizadas em diversas cidades do estado.
Alám disso, a biblioteconomia teria melhor divulgação nè interior, principalmente, criando um ambiente favorável de melhor compreensão d^sse campo de trabalho. A escola traria meios de melhor informaçao
sSbre o conceito moderno de organização, valor e função das bibliotecas.
Seráa a participação ativa da biblioteconomia ao desenvolvimento cultural*
j

O grupo de São Carlos, embora contando com ta»e» fatores

fa-

voráveis, analisou minuciosamente a situação cultural da cidade* Concluiu
' que existia, de fato, uma situação^propícia.
A cidade de São Carlos contava, na ocasião, com populaçao

de

60.000 habitantes* Possuia inúmeras escolas, entre as quais destacamos:
3 ginásios. Conservatório Musical, Escola Superior de Educaçao Física
Escola de Engenharia, da Universidade de São Paulo*

cm

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A localização geográfica e excelentes meios de comunicação, proporcionavam facilidades a todos os interessados da região, para deaenvo_l
verem seus estudos em São Carlos.
A população estudantil também era elevada; aproximava-se de 6.000
alunos*
£m abril de 1939 o grupo de São Carlos, composto das Srtas« Evinice Garcia Silva, Terezinha Abs, Iná Bentim e Sr. Alfredo A. Hamar realiza
ram a reunião ds fundação, constituindo uma Sociedade Civil, registrada
sob nfi 1^2 no Cartório de São Carlos.
A iniciativa foi comunicada iLs principais entidades bibliotecárias
de são Paulo e do país.
Com as respostas de apoio e incentivo, constatou-se o interdsse da
iniciativa.
As entidades escolares se desenvolveram, baseadas na escola padrão
do estado - Escola de Biblioteconomia da Fundação Sociologia e Bõlítica de
são Paulo e na legislação estadual, prevista no Decreto 22.8^3 de 28 de ou
tubro de 1955*
Logo, ap6s, providenciou-se concurso de ingresso, exigindo dos can
didatos diversos requisitos, entre os quais o cusso sscundário completo ou
equivalente.
As provas versaram sSbret
Literatura portuguesa e brasileira
História Univeral e do Brasil
Inglês
Francas
A duração do curso, inicialmente, se estabeleceu em dois anos, passando para três em 1962.
Obedece, atualmente, ao currículo escolar, fixado para as escolas
de biblioteconomia do país, além d* incluir disciplinas como aulas práticas
de Encadernação e Fotoreprodução de Documentos.
Complementando a formação dos alunos, leciona as matérias culttirais
e promove conferências, palestras e cursos de extensão cultural.
Exige de seus alunos freqttencia mínima de 30^ ^.as aulas.
A Escola 6 reconhecida pelo govêrno do estado de São Paulo, conforme Decreto n« 59*162, de 5 de outubro de I96I. 2 também reconhecida de utilidade pública Municipal conforme L®i nO 4.296 de 26-8-I96I.

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No memanto, considerando a recente legislação sõbre o assunto,
está providenciando o seu reconhecimento federal*
As suas atividades didáticas são realizadas nas aalas de aulas
da iüscola de Engenharia de São Carlos, conforme convênio estabelecido.
Utiliza também a Biblioteca dessa faculdade. Aléu dessas vantagens, possui a Escola de Biblioteconomia tuna biblioteca laboratório para os alunos, e 4 também Biblioteca pdblica da cidade de São Carlos.
A Escola exige de seus altuios, como trabalho prático, a organização de Bibliotecas existentes na cidade, tanto públicas como particulares. Assim ê que seus alunos orgsuiizaram as bibliotecas da Inspetoria
Seccional do Ensino Secundário, do Prof. Emanuel V. Garcia, do Centro
AcadSmico Armando Salles de Oliveira, Biblioteca Infantil de São Carlos,
etc.
Ainda, por iniciativa da Escola, foi oficializada no Município
de são Carlos, a Semana Nacional da Biblioteca, conforme Lei n^ 449^
22 de agSsto de 1962. Prevfi diversas comemorações, um concurso de trabalhos s8bre bibliotecas e outros assuntos ligados á cultura, com prtmio de 9^0.000,00. Para as realizações, durante a Semana a Prefeitura,
anualmente, auxilia com uma dotação de 9100.000,00.
A Biblioteca pública, mantida pela Escola, conta atualmente com
um actrvo de 1.^00 obras, sendo constantemente consultada pela população
da cidade.
Os benefícios da Escola Someçam a surgir, pois, além da maioria
de seus alunos formados ;já estarem exercendo a profissão, criou UBia nova
mentalidade sdbre a função importante de uma biblioteca.
O resultado da experiência de São Carlos tem apresentado êxito,
tanto na colaboração da difusão da cultura, como pelo pessoal habilitado
que se encontra trabalhando em diversas cidades do interior.
Atualmente a direção da Escola, por proposta do membro do Conselho Universitário de São Paulo, Prof. Theodoreto de Arruda Souto, eatá
pleiteando sua integração na Universidade de São Paulo, como instituição
anexa ll Escola de Engenharia de São Carlos.

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��IV CONGRESSO BRhSILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOGUiriDNTAÇÃO

1

Mapas:

tombarnento,^regigtro, catalogação,
classificação, numero de chamada,
arranjo das pecaç, organização de
catalogos, glossário e bibliografia.
por

Aline de Ivliranda Cabral

Fortaleza
1963

cm

1

Digitalizado
-gentilmente por:

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARA
7 a 14 do julho de I963

TEMA I - PROCESSOS TÉCNICOS E INTERCÂMBIO

MAPAS ; Tombamento, registro, catalogaçao, classificaçao, número de chamadsy
arranjo das peças organização de cat^
logos, glosscírio e bibliografia,
por
ALIlíS

CD TI

DE MIRANDA CABRAL

Í"

025.3 « 912

V

R

da Sèo^aaode Documentação da Divisão do Cajtografia da SUDENE (Pernambuco)

2

3

5

g

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i&lt;

�INTRODUÇÃO

Os mapas podem ser considerados como instrumentos indispensáveis em
vários setores tais como, a t.Jiministraçao publica, a defesa nacional, o tu
A/
A
rismo, a urbanizaçao e de maneira especial no planejamento economico,
Na execução de um plano de dese'volvimento é essencial o conhecimen
/
^
A
to sistemático da região a que ele se refere, um conhecimento minucioso dos
seus recursos naturais e uma detalhada descrição e registro de tais elemen
tos.
Os mapas permitem um conhecimento preciso dos recursos minerais, v^
gotais e animais, das formaçoes geológicas e produtividade do solo, distri
buiçao o volume das precipitações, bom como da d'stribuiçao da flora e

da

fauna e constituem uma base firme para os trabalhos de conservaçao dos recursos naturais, irrigaçao^ drenagem, eletrificação o desenvolvimento

dos

serviços do comunicaçao.
Embora, dia a dia se multipliquem os recursos técnicos que

tomam

mais fácil planejar g promover o desenvolvimento economico, nenhum

grande

trabalho de engenharia, do desenvolvimento agrícola, nem o planejamento de
cidade podem ser preparados e executados sem mapas do grrjide precisão,
A despeito do grande uso e valor dos levantamentos cartográficos ,
muitas regiões do mundo ainda nao ostao adequadamente mapeadas, como

por

exemplo o Nordeste do Brasil,

A
A SUDME visa suprir essa deficioncia por meio do seu Plano Carto-

grafico, quo sora executado através da Divisão de G-.rtografia o em convênio com outras Instituições,
Como uma das etapas deste Plano foi feita a aquisiçao de cópias dos
principais levantamentos cartográficos já eidstentes o que constituiu
o
A
^
acervo inicial da Socçao do Documentação da Divisão de Cartografia da SUDENE.
A
A
^
fv
Dada a importancia deste material, se faz necessário uma organizaçao
que dentro dos padroos internacionais de organizaçao de docmontos, permitig.
se Q facilitasse a sua utilização.
Assim e que, cm maio do 1962, foram iniciados os trabalhos de organi^
^
A
zaçao da mapotoca, que ja contava, naquela opoca com c-rca de 2,000 exemplares.
Coube a mim, com a oriontaçao, no que se fez necessário, do Chefe da
Divisão f Major Criseu Maurício Chaves, do Dr,

Hober Compasso e outros téc-

nicos, bem como do Dr, Jose Jorge Seixas, Professor da Escola de Geologia de
Pernambuco - CAGE o da Escola de Engenharia do Pernsjnbuco da UR», a assisten

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I Sc a H
ste
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17

lí

�me
M
't'
cia do Dona MjTiam Gusmão do Martins, Chefe da Divisão do Docimientaçao

da

SUDEIíE e a ajuda do Oficial Administrativo da Divisão de Cartografia, Jorge Waquim Filho a organização da referida mapoteca,
A
^
^
Este trabalho visa divulgar a experiencia que tive e poderá servxr
de orientação as pessoas interessadas em tratamento de material cartográfico,
TCMB/IÍENTO
/
A
Para se ter ■uma idoia exata do acervo, o Oficial Administrativo

da

Divisão, arrolou todo material existente, agrupando os mapas por areas

e

colhendo, inclusive, os dados necessários a catologaçao.
REGISTRO
•
»
Foi feita uma adaptaçao da folha de registro de livros, dando origem
A
A
a m modelo, que constituo o anexo n^ 1 deste trabalho.
CAIALOOAÇÃO
M
A
«M
A ôataJLogaçao foi feita de acordo com as regras para catalogaçao do
mapas da ALA (Amerixian Library Association).

Ver anexo 2,

As indicações da projeção o do meridiano de origem que sao aconselha
das por Robert L, CoUison em The treatmont of special material in libraries
deverão figurar na catalogagÃo dependendo do valor do mapa ou quando merecerem destaque por não -Sôrem as projeções e o meridiano geralmente usados«
CLASSIFICAÇÃO
Quase todos os trabalhos consultados aconselhavam que se usasse, para material cartográfico, a classificaçao de Boggs,
Em princípio, a classificaçao de qualquer material cartográfico, devera ser feita pela area, partindo das grandes para as pequenas areas e pelo assunto. Esta e a base da classificaçao de Boggs que utiliza mímeros pa/
A
ra as areas e letras para os assimtos. Ora, a CDU permite que se faça este
arranjo, relacionando areas e assuntos, por melo do sinal : (dois pontos).
Por outro lado, sendo a CDU usada nao só na Biblioteca Central da SUDENE, como nas Bibliotecas Departamentais, a sua adoção"

na Secção de Docu-

mentação da Divisão de Cartografia, uniformizaria o sistema de classificaçao permitindo, sem problemas, a intercalaçao das peças se porventura precisarem ser transferidas de um núcleo de documentação para outro. Também,
em caso de substituiçaode pessoal nao haveria a necessidade de adaptação a
um novo sistema e aos bolsistas estagiários que anualmente freqüentam

o

Curso de Treincjnento em Documentação Economica, seria mais fácil lidar

com

um so sistema de classificação.
Assim, e que foi utilizado o esquema da classificaçao Decimal Univer
sal na edição trilingue abreviada (London, British Standards Institution,
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1^

�1958) e a extensão das subdivisões geográficas para o Brasil.
Os mapas foram classificados pela ároa que representavam o dentro
desta, por assunto. Os mapas que representavam o mesmo aspecto do uma deter
minada região, foram dispostos em ordem cronológica.
Deste modo, os mapas planimétricos (l) de uma determinada região ,
receberam o numero de classificagao desta rogiao,
Ex, 918.1

l-íapa planimótrico do Brasil

Quando os mapas representavam um aspecto especial do uma determinada arca, tal como, rodovias, geomorfologia, produção economica, rociirsos
nerais etc., recebiam o número de classificação da área a que se referiam,
subdividido por meio do sinal (dois pontos) pelo numero do assunto corrospon
dento ao aspecto representado,
Ex.

918,1:338,1"1960"

Mapa rodoviário do Brasil - i960

918.1:338.1"1961"

Mapa rodoviário do Brasil - 19^1

918.134-:551.4-

Mapa geomorfológico do Estado de
Pernambuco,

918,12/»13:338

Mapa da produção economica do No£
deste do Brasil.

918,133:54-9

Mapa dos recursos minerais do Estado da Paraíba.

*
/
Nestes casos, para cada mapa, foram feitas fichas secundarias por
assunto, subdividido pelo local.
Alguns mapas continhara representações de dois ou mais aspectos do
M
A
uma região, sendo todos de igual importancia. Nestes casos, os mapas ainda
foram classificados pelo número da área subdividido por meio do sinal:(dois
pontos) pelos números dos assuntos ligados pelo sina
Ex,

918,1(282,2SÃ0 Fra):526,9+551.4-82

(mais)
Carta topo-hidrográfica

da bacia do Sao Francisco.
Foram feitas fichas secundárias pcjra cada assunto subdividido polo
local.
Também, quando os mapas representavam cortas características
do
M
A
rclüvante importância, como os que sao baseados apenas em fotografias aereas, estas características foram salientadas no numoro de classificaçao ,
com o auxilio do sinal + (mais),
Ex,

918,132,2M03:55+526,918

Mapa fotogeológlco do município

de Mossoro (RM)

(1) Para melhor compreensão ver o Glossário onde so salienta o-S principais
características dos diferentes tipos de mapas e cartas.

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lí

�Nlft'lERO DE CH.y'ÍADA
Os ntuncros de chamada foram constituídos dos mesmos elomontos do quo
so compoom, usiialmonto, os numoros de chamada de material bibliográfico, isto o, numoro de classificaçao o numero do livro.
A
^
Considerando-se o que foi dito sobro a classificaço.o, todos os mapas
do uma determinada r.jgiao, foram arquivados juntos o, sistomc.ticamonte, por
assunto. Alem disso, dentro do cada assunto, foram dispostos scgmdo a ordem

cronologica o, no caso do existirem'cartas com a mesma data, por ordom

alfabética do autor ou da instituição responsável.
/
A
Entretanto, quando os mapas se compunhojn do varias folh-.s numeradas,
como as Cartas do Brasil nas escalas de 1:250,000, 1:500,000, 1:1»000.000,
editadas pelo Conselho Nacional do Geografia, a carta topográfica do Estado
do Pernambuco editada pelo Serviço Geográfico do Exercito otc., alom do número de classificaçao e o numero do livro, a escala em cíJLgarismo romcjio

e

o numero da folha, passaram a compor o numoro de chamada, Esta medida, visou
facilitar a localizaçao de cada folha dentro d a coleção, permitindo se dar
um numero do classifico.çao para as regiões abrangidas por cada folha.
Ex.

918,1:526,9
C651-M
SC-23

milionesimo (topografica)

918,1:526,9
C651-Ü
SE-23-NE

Folha SE-23-NS da Carta do ^Brasil
na escala 1;500,000(topográfica)

918,13^:526,9
S523-^
SC-25-A-ÍI-2S0

Folha SC-25-A-II-2S0 da corta topografica de Pernambuco na escala
1:25.000,

Folha SC-23 da Carta do Brasil ao

Uma voz que a maioria dos mapas era editada por instituições oficiais
brasileiras, considerou-se para o número de Cutter, a sigla da instituição
o nao a palavra do ordem principal que seria sempre - Brasil.
AERANJO DAS PEÇAS
Os mapas foram guardados em arcazes de aço, que permitem, sejam os
A
mesmos, mantidos em posição horizontal, Este sistema de arquivamento, embora apresente desvemtagens, evita que haja distensao dos mapas, o que possivelmente ocorreria no sistema vertical, acarretando deformaçoes, que seriam
tao mais indesejáveis, quanto menor fosse a escala do mapa,
No sistema horlzonta,l, os mapas deverão ser envolvidos em portfolios
que poderão ser feitos em papel kraft, a fim de evitar o atrito e, consequen
temente, um desgaste dos mapas ao serem retirados ou colocados nas gavetas.
Em cada portfolio, poderão ser colocados mais de um mapa, desde que se

se

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s t e .O"
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lí

�ponha uma indicaçao do conteúdo.
DovQ-se tor o cuidado de não superlotar as gavetas c de retirar todo um portfolio, em voz do cada mapa individixc^lmonto,
^
&lt;S/
Uma das desvantagens do arquivamento horizontal o então, como

se

podo deduzir, o espaço perdido com as divisões das gavetas, com os portfolios e também, ó mais fácil retirar ou colocar um mapa rio sistenià vertical
qne no horizontal.
Entretanto, uma voz que já tinham sido comprados os arcazes, antes
do iniciados os trabalhos de organizagao, adotou-se na Secgao de Documentação da Divisão do Cartografia da SUDENE, o sistema do arquivamento horizontal.
ORGANIZAÇÃO DE GATJÍLQGOS
Foi organizado, apenas, um catálogo sistemático, que auxiliado por
f
^
K
tun xndice alfabético de assunto, tem atendido satisfatoriamente as solicita
çoes constantes que sao dirigidas aquela Secçao.
DIVULGAÇÃO
Evotá em fase final do preparação, a Bibliografia Cartográfica

do

Nordeste, arrolando cerc:'. do 1.000 itens. Esta bibliografia devera ser fei\
/
ta periodicamente, a medida quo novos lovr'jitcjnüntos cojrtograficos sejam incorporados ao acervo do. Socgao»

/

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�GLOSSÁRIO

Ifepas. cartas e plantas - à diferença entre mapas, cartas e plantas está
no valor da escala. Alguns autores consideram como Plantas os mapas cuja
escala varia de 1:1,000 até 1;50,000; Cartas quando a escala

varia

de

1:50.000 até 1:200,OOOj Mapas. propriamente ditos, quando o valor da escala e de 1:200,000 em diante,
A
A
Estes limites, entreteinto, variam de autor para autor e de acordo com

a

finalidade do mapa.
Os mapas, cartas e plantas podem ser;
Cadastrais - quando figuram todas as propriedades particulares, com
respectivos limites, de modo a facilitar a taxação de impostös e

os
outras

providencias administrativas.
Geográficos - quando representam grandes regiões, como continentes, países.
Hidrográficos - quando os cursos d'água, lo.gos, mares, portos sao figura
dos com a mao:ina minuciosidade,
Maritimos - quando figiira o contorno da costa e sua natureza, com as emboco.duras dos rios, baías, golfos, portos, posição dos faróis, situaçao
dos recifes e ilhas, bom como as curvas batimétricas ou simplesmente
cotas de profundidades, que facilitam a navegaçao.

as

Destinam-se a navega

çao marítima.
Náuticos - ver marítimos,
Planimétricos - quando representam todos os acidentes de uma determinada
area, quer naturais (lagos, rios, etc.) ou ojrtificiais (estradas, dida A
des, etc.) monos o relevo,
Foliticos - quando as linhas limítrofes dos Jjaíses e dos respectivos estados sao assinaladas, com toda clareza, já pelos acidentes geográficos
ja pelas convençoes, nelas figurando, também as povoaçoes e praças

de

guerra, bem como todas as vias de penetraçao nos países vizinhos.
Topográficos - quando representam todos os acidentes de uma determinada
região, naturais ou artificiais, inclusive o relevo, A representação

do

relevo e feita por meio de curvas de nível, normais etc.

Informaçoes prestadas pelo Dr. Heber Compasso, técnico da Divisão de
Cartografia da^SUDEIíE ou extraídas de Arthur Paulino de Sousa - Noções de
desenho topográfico de cartorirafia. Rio de Janeiro, Sauer, 1938,

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1

�V
BIBLIOGRAFIA

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land;

an FAO land tenure study. Roma, FAO, 1953. 67 p.
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atlases. New York, Special Libraries Association, 195A»
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PONüá, l%ria d» Carmo - Mapoteca: atribuições, classificação, notaçao,
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/
Há
/
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estágio apresentado ao Diretor do Arquivo do Estado da Bahia em 1947,
Recife, SüDEIíE, I962.
♦
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Royal Geographical Society, 1955.

WOODS, B. M, - Maps information reference service. Sep. Libs..
4-5; 103-106, mar. 1954»
(

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECJONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

r

UNIVERSIDADE DO CEARA
;

7 a 14 àe julho de 1963

T E M A I

O .SETOR

-

PROCESSOS OTECSNICOS- E INTERCÂMBIO

RETRATOS

NA SEÇÃD DE*ICONOGRAFIA

por

LYGIA DA I\)NSECA_mUIAlIDES DA JMIKHA +

CDU...

025 : 779 * 0^.54(&amp;1&gt;

I

+

cm

1

Bibliotecária da Biblioteca Nacional do Rio d® JanoiSro, Guanabara

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�o SETOR

RETRATOS

NA

SEÇ^O

DE

IGOMO'IRAFIA

Ljygia da Fonseca Fernandes da Cunha
Bibliotecária, Ohefo da S.I.

Ao iniciarmos a reorganizarão da 3.1,, dentre os problemas que
considerámos de maior importância estava o da catalogação de retratos, ctijo
fichlrio existente mencionava, até então, a entrada do retratado sem

maio

res. detalhes. Fonte de consulta das mais importantes, é necessário que

pos

sa o leitor, pelas indicações ccaiatantes da ficha, ter noí^^ão do que vai con
sultar* Assim, arientamos nossos trabalhos no sentido de Incrementar ao
ximo as pesquisas sobre 00 retratado», completando a 1'ich v com dados

ma

biobi

bliográficos.
Ideámos um tipo de ficha-padrão que é o atualmente usado:
Retratado

datas

dados biográficos
autor de!
processo iconográfico

diiaenaõea

lugar, casa reproàut«Dra, data

Vide! bibliografia
Passemos às explicações sobre cada item:
1) retratado - indica a pessoa cuja imgem ê reproduzida, sendo neste

fi

chário a entrada principal. Quanto às regras de catalogição para a entrada
do nome, seguimos as da Seção de Catedogação da Biblioteca Nacional, cujos
trabalhos têem sido divulgados. Seguein-sn as datas de nascimento e morte.
2) Dados biográficos - em poucas pa].avras define-se o retratado, Ebc,!

pqe

ta baianoj oficial do exército francês, tomou parte na Ia guerra mundial ;
etc.
3) autor de - afim de melhor Identificar o retratado, Indicamos apenas

um

trabalho, o mais conhecido, que seja de sua autoria, übe.: Autor de: Ca S»
toes.
a) processo iconográfico - é de grande importância, pois nos dirá da auten
ticidade da peça, às vezes reprsenta diretamente o indivíduo, como na foto
grafia, desenho ou retrato posado, etc,, e outras vezes ó cópia de um tra^
balho já feito, sendo re^odução por processos mecanicoíj ou artísticos

de

trabalhos de outrem, No primeiro caso menciona-se: fotografia, desenho cri
ginal por

(nome do artista); no segundo, as explicativas têm que

nais completas: litografia por

(nome do litógrafo) segundo desenho

{nome do desenhista)? fotografia de Wi quadro a óleo de

(nome

ser
de
do

pintor); fotografia da litografia por ... (nome do llt&lt;'grafo); etc,

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^ ... ur...».,.,.

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�2
O SETOR

RETRATOS

NA

SEÇlO

DE

ICONOGRAFIA

Lygia da Fonseca Fernandes da Cxxnha
Bibliotecária, Chefe da S.I.
5) dimensões - alttara e largxira da pega" dada era milímetros. Em se tratando

de

uma estampa cm margens, é conveniente dar esta segxmda dimensão,
6) lugar - quando fcr possível identificar o lugar em que foi feito o trabalho
deve-se menciona~lo. Muitas vezes as fotografias traem o nome das cidade em que
se estabelece o fotógrafo e aa estampas podem ser localizadas pelas casas edito
que as divulgam.
7) casa produtora - é o estabelecimento que assume a responsabilidade correspon
dente ao do editor de xana obra. Pode ser vim fotógrafo, uma oficina de impressão
etc.
8) data - sempre que possivel assinalar a data em que foi feito o retrato,

Não

sendo esto, na maioria dos casos, datado, pode-se atribuir uma data aproximada,
sendo neste caso colocada entíce colchetes, Não confimdir, entretanto com a época em que foi roproduzido o personagem, o que nen sempre acontece em vida do re
tratado, Uma das deficiências que ainda não conseguimos superar é o de atribuir
a idade aproximada do retratado, p, ex,, retrato feito quando tinha aproximadamente 20 anos, Mas como há facilidade de pôr ao alcance do leitor todas as peças
existentes na S.I,, o interessado verá qual a que lhe convém. Cabem melhor ostes
dados a m catálogo descritivo, no qual esteja munucioaamente feita a descrigão
da peça, Como exemplo temos, já publicado nos Anais da Biblioteca Nacional,

vo

lumes XVI,XVII,XXI o Catálogo dos retratos colligidos por Diogo Barboza Machado
preparado por Z, MeiMzoa Brum, chefe da Seção de Estampas,
9) in - quando ocorre ser a peça incluida numa revista, fazer parte de uma

sé

rie de retratos com título comum, ou mesmo estar incluida em um álbum ou obra ,
menciona-se este item ccaao se fosse ficha analítica, Ex: título da revista,ano,
nc e pagina, nome do autor, título da obra, n^ e pagina, série, n«
10) vide — indicamos tambom na ficha uma fonte de referencia onde se tenha

com

pletado a pesquisa biobibliográfica do retratado, Apesar de ser quase sempre ne
cessario consultar-várias fontes, seria demasiado relaciona-las todas numa

fi

cha que não tem a mesma finalidade que uma ficha de autoridade,
Temos então ccaapleta a ficha do retratado,
^

Caldas Junior, Francisco Antonio Vieira, 1868-1913,
Prosador, poeta e jorníilista sergipano} resident® no
Rio Grande do Sul.
Autor de: Cartas gaúchas,
desenho a bico de pena por M,J.Garnl«r
Jq

Sonetos brasileiros.

o,119xo,loo

Rio de Janeiro, F. Brigviiet,

1867-1870, vol. 6, n, 236,
Vido: Die, bio-bibliografico sergipano, p, 94.»

LFFC

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o

SETOR

RETRATOS

NA

SEÇÃO

DE

ICONOGRAFIA

Ijjrgia da Fonseca Fernandes da Cvinha
Bibliotecária, Chefe da S.I,
Ejc.» II

Arrabida, Antonio do, sacerdote, 1771 - 1850,
Português j bispo de Aneravcria; Diretor da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro de 1822 a 1831.
litog. de A.A. Sisson

0,230x0,30

|Río de Janeiro, ca. 1852|
Ide:
^11

Sacranento Blake, p. i^3.

Almeida, Cândido Mendes de, 1818-1881.
Maranhense? advogado; prof. da Faculdade de
Direito do Rio de Janeiro; deputado à Assembléia
legislativa pela prov. do Maranhão.
Autor de: Codigo Filiipino.
Litog. de CoUette, segundo desenho original
por L.A. Boulanger, (feito em 1851)
Paris, Ibç). Leaercier, 1856.
In

Boulanger, L.A.

Assembléia geral legis-

laUva (9a) de 1853 a 1856.
Vide; Sacramento Blake, v. 2, p. 35-72.
O caao dos retratos em grupo « mais complexo, havendo necessidade de identificar
cada um dos personagens separadamente, dando uma nota em que se mencione a
em que estiver incluido.

peça

Exi "Acha-se incluido no grupo reproduzido por ocasião

de tal fato". Havendo uma relação comxm entre as pessoas incluidas na mesma peça,
pode-se fazer uma ficha coletiva como entrada principeil, não impedindo que se fa
Ça uma catalogação aneilítica.

Ex.:

Orleans e Bragança (família)
A Augusta Família Imperial do Brasil.
' Grupo formado por D, Pedro II, D.Thereza Christina, D. Izabel e D. Leopoldina - em corpo inteiro,
litog, por H, Fleiusa, segundo o quasro de F.R.
Moreau

'

Rio de Janeiro, H. Fleiuss

0,316x0,^15
jca. 1860|

1. Pedro II, imperador do Brasil, 1825-1891«
2. Thereza Christina Maria, imperatriz do Brasil, 1822-1889.
3. Isabel, princesa do Brasil, 18/1.6-1921,
4» Leopoldina, princesa do Brasil, 1847-1871.
Entradas secunflárias:
Não é fácil a atribuição de assimtos que são dados de acordo com a profissão
exercida pelo retratado. Em se tratsuido de personagens que muitas vezes
vários cargos, é necessário seleciona-los afim de não sobrecarregar o
com entradas desnecessárias.

/

ocupam
fichario

Aliás na S.I, ainda se estuda xjm tipo de cabeça/

lhos de acordo com o material eir. recatalogagão, razão pela qual ainda aão foram

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SEÇlO

DE

ICONOGRAFIA

lygia da Fonaeca Fernandes da Cunha
Bibliotecária, Chefe da 3,1.
desdobrfdae as fichas constando somente os cabeçalhos na pista da ficha princi
pai» Cpcptinamente será feito o desdobramento.
são atribuidos os cabeçaú-hos pelas profissões do retratado, segtm
do «s eít-pllcagões fornecidas no item 2, seguidos da distribuição geográfica.
Ex:*t

Jcrnalistas - Brasil, Ceará.
Médicos - França
Occnrre serem cabeçalhos mais complexos, ccano no oaso das

pessoas

qi» exeixeiíi cargos oficiais ou profissões de classificação precária, quando en
tão aãoi«sic&gt;s um grupamento genérico.

Ex.:

Funcionários piíblicosj Delegados de polícia
ver
Administração pública - Brasil
Deputadosj Senadoresj Estadistas; Revolucionários
ver
Políticos - Brasil.
Os Presidentes da Republica recebem o cabeçalho Presidentes

da

Republica ssubdivididos pelo noE® do país, seguida da subdivisão cronológica.
Presidentes da Republica - Brasil, 1914-191Ö
Para os oficiais das Forças Armadas ju3.gainos conveniente, era

vez

de adc&gt;t(ir u-en-trada genérica Militares, subdividir pelas diferentes armas.
Exército - França
Marinha

- Brasil

Patra personagens com abundância de material iconograi'ico tais

co

mo aec,al.haa, efígies, bustos, fotogrsifla da casa em que nasceu, caricaturas

,

9to,f fitr-íte-ão subdivisões subordinadas ao respectivo nome: Ex.í
Arnold, Matthew, 1823-1888 - Caricaturas,
Balzac, Honoré de, 1799-1850 - Iconografia
ilén CA» entradas de cabeçalhos de assxmto, conatajBi t^Dcbea da pista as entrade-s
de fo1»|jíral'os, artistas, gravadores que servirão de base para pesquisas,

ícas

que ai) opoi'tunamente serão desdobradas.
Quanto á conservação do Matsrial na S.I., distinguimos as peças

/

pelos d;lf«rentes tamanhos grupados eia 3 diferentes arcazesj menciona-se no canto sufie]'!«' esquerdo da ficha o número que lhe foi atribuído (1,2,3). Toda a Iç
QOgrai'iu referente à ír.esaa pessoa, sendo do nesíco tairanho, acha-se fjuardada

no

laesÄO eiwe^.ope, que tea por fora o nome conpleto do inà3.víduo e datasj. envelq^e

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RETRATOS

NA

SEÇÃO

DE

ICONOGRAFIA

lygia da Fonseca Fernandes da Cunha
Bibliotecária^ Chefe da S.I.
A consulta é bastante simples, bastando ao leitor mencionar o retra
tado e o arcaz em que se encontra a peça.
Este trabalho de Catalogação de retratos está entrosado coin víric 3
setores, pois revistas, obras literárias e históricas, estampas artísticas

^

multas vezes reprodíizem imagens de pessoas necessitando um fichamento ar aii a
CO que informe no fichário de retratos a existência de tal docui^entação sôtrto personages« Esta deficiência ainda existe na S.I», onde os trabalhos

aicds

estão em fase de reorganlsação, pretendemos, assim que seja terminado o trsba
lho a que estamos procedendo, continuar as pesquisas no sentido de ficher
liticamente o acervo que possua imagens*^
Com tal finalidade, entre as inovações programadas ao reorgarisar '
o setor Retratos, estaria a reprodução fotograflca, em tamanho reduzido, da
peça original a ser inserida na ficha do salão de leitura, permitindo ac ccnsulente um primeiro contato com o material 0 inçwdindo o seu desgaste,

Esta

processo já em voga em muitos centros de documentação, é já realizado entre
nós em São Paulo, na Seção de Arte da Biblioteca Mjnicipal. Entretanto,

por

dificuldades de ordem técnica, não foi possível até a presente dalia, organl sor este fichário mais aperfeiçoado.
,

Por se achar ainda na fase experimental, não deve o atual fichário

da S*I« ser tomado como padrão» \ medida que ocorre* os problemas, temos
modificar nossos pontos de vlsi», mas de modo geral, as regras que aqui deixa
mos elaboradas são as que se nos afigtaram Imprescindíveis, sujeitas a revisões
conforme as conveniências.

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gentilmente por:

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-gentilmente por:

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCÜrJENTAÇáO

Los servidos bibliotecário^ y el planearniento de
Ia educaclon
por
Carlos V.ictor Penna

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�-XBLIOT' iCOFOMIA
XV CONGR'SoO BÍIíiBIIjSIRO DE j
'

TJMITLRSIT^A'OE DO CEARA

7

3

14,

&lt;?-e

jiilho

cie

DOC'Mv^AfÄO •

1963

Tií&gt;lA CroITRAL : A EDUCAÇÃO ATR:.V^3 Dá BIBLIOTECA

LOS SiíRVIGIOS BIBLIOT'X miOS Y EL PLAI&gt;rTiMIBNTO DE
LA EDIICACI6\T

por

CARLOS VICTOR PEim

CDU

Diretor do Cejatrc Resionol da UTESCO

I Digitalizado
-gentilmente por:

021.2

no

Hemiísfério- Ocidental, Esvema, Cuba,

MScan
14

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18

19

�LOS

nl'BLIor^r'.AniOS Y

D^ TA
POR

CffiLOS VICTOR
Como una consecuencia de ly, coraplejidad creciente de las sociediides
contemporâneas, de los câmbios operados
su estructura y su funcionamiento
y drl desarrollo tRonológico, la política dei "lai'?sez faire" ha. dado paso
en todos los países, en mayor o menor CTado, y aunq.ue al.-riinos de ellos no
siempre lo reconozcon abiertanente, a uns. planificación c&lt;?,da vítz más cuidado
sa de muchas de 1e.s r^ctividadeti sociales. L juicio de Tarl "'annheim, (1) "las
.'ãltemativf:.3 no son ya pl?.n.ificación o lainise?, faire, sino p]
f,iccción para cué? y qu(? clase de pi an.if icación?".
Qran paxte de Ia actividad de Tiuchos países ostá orientada por Ia pl_a
nificación* Sc planifica Ia (^conomía, Ia industria, Ia producción a^r-ícola,
el desprrollo de Ias ciudades, Ia prestación de los servidos sociales; es ra
ra Ia actividad humana que no
oncue-i.tra afectada por talos procesos. La educación, con Ia cual los servicios hihliotecarioR eatán íntimarnente relacionados, está siendo planifiçada cada ve^, rn rnayor escala. J.-a "bibliografia de
los últimos aííoB sobre Ia ulanificación integral de Ia ediicación '^s ahiindante;
se hnn sucedido seminários, conferências y reuniones técnicas para encontrar
Ias mejores solucionas n, los problemas q.u'^ pl.antea. esta cunstión. Mientras t£m
to, los servicios bibliotecários de los países latinoa-^ericanos han permanecido al marren de est&gt;-s tondencias a penar de que 3ú.s características, su influencia en los pi'ocesos educativos, su proyección sobre el área total de Ia naci
(5n y f3ii importância para "1 mejora^iiento de los indivii'iuos, de todas Ias esfG_
ras sociales, justifican plenamente que sp&gt;'?n soraetidos a este tratmiento a
fin de imprimirles el dinamismo de que carecen y que constituve una de Ias razones de su jnercia.
■^n este artículo pretendemos exbosax al:runas ideas sobre el planeamien
to de I05 servicios bibliotecários y dar,^en cierte, medida, respuesta a Ias
pre/^untas, formulais por i^'^annheim, limitando el campo, desde luo,';;o, a Ia esfera
senalada,
1.

l^S^.F'MA
IJx SITlI.\niO¥ \r:'T'T.L\L
Las 8-ctividades bibliotec.vxias on Ia mayoría !^e los 'ps-íf^os de Ia -unérica La.tina se han desarrollado, y se nstán desarrollando, sobre Ia base de bi
bliotecas que llevan a cabo sus tareas en forma individual sin oue estén respaldadas, salvo mixy conta/Ias excepciones, por medidas de cai^ácter administrativo que coordinen o centralicen los sevicios dQ aquell-as que por sus objeti».-»*
vos comunes o nus semej-anzas lo .iustifiquen, "^1 establecim.iento, organización
y funcionaíniento de bibliotecas no se han ajustado, hasta Ia fecha, a planes
previamente establecidos. ""^l pro.íjreso más sifgriificativo se re."-istra en la,s que
responden a los exi'j'entes requii-imientos de una actividad determinada., sobre
todo en los cánpos de Ias bibliotecas especialiíiadas. "*^1 mejoraxniento y extensidn do los servicios bibliotGca,x'ios, en los diferentes niA^^eles de Ia ensenanaa, no está {^ener.almf^nte relacionado con el desarrolo de Ia educacián. Salvo
alfTunas excepciones, Ias biblioter-as púbic.as no consti.tuyen sistem.as centrali«
aados, "n síntesis. Ia extensión y .mejo.rajüiento de los servicios bibliotecaxi03, en sus diferentes niveles y tipos, no forma parte de Ia política educ3.tiva
nacional, ni responrie .9.. una pl.anificación previamente estructurada.
Consecuencia de este est'uio de cosas es «1 lento desoarrollo de los ser
vicios en rolación con Ia poblacién alfabetizada, 1,?-, f,?lta de presupuestos ade
cuados para el pro-'^eso de tales servicios y Ia ■ -.usenci.a cie un pl.an que tienda
a aumentar los rectixsos disponibles en rei lei6n con el crecimiento y l.as ní^co^í»
sid3,des de Ia población a.lfo.br&gt;tizada cc.paz de leer.
^1, 1

.■D-^SVIcTC'JIi.lCTO'T
T.' ?0LT.1.'ICf. ''■'TiVC,:''VTfL
LOS n^uYinios Bi^'Lio^rC' -.iios

COi'T "^L D^Sn-íOLLO

n Ia, casi totali.'io,d de, los países latino:.iinericanos los servicios bibliotec'r-'jrios no haji sid.o incli3Ídos d.entr-p de los planes d.e Ia política ed.ucati
va n.acional. Las oficin.as de p''.áneainiento intefral de Ia educaeión, croTíl.as úl
tim.'jjiiento en muclios d.e estos p.aíses, t-ampoco incluyen en sus planes de trabajo'
o^por lo menos '^n Ia presentación de t.alos planes, '^l des.arrollo de dichos s-;r
vicios. La literatura -.n.ás reciento dada a conocer sobre el planeamiento de Ia"
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]_'5

16

11

l'i

�P.2
educt^-ción y de Ir.', rdinin.istración í^eneral de ].a nducación, no â.a r,l dosc-rrol
Io y extengión de lor&gt; servicios bibliotecários jnrarquia de tern-a para por
considerado &lt;^ntrG Ias provisionos destinada?- .a ^--loiorar y extender Ia educacidn en í^eneral.
L nu/^stro antonder se comete así una omisi^n que gravita lastimosT,/nente sobre el resultado dei proceso educ.ativo. Las■ estadísticas educacio-nales latinoam^ricaniâs senalan los si,™i':'ntes heclios; "De una poblaci6n en
ede.d escolar obli^atoria de 36.000.000 de habitó:j\tes solo concurren a Ia e__s_
cuela primaria 25.000.000 do ninos, Io que determina un índice de analfabetismo e-stiraaío en im 40^
l?- población de 15 anos y más, en los censos
de 1950. Pero es altomente interessante estimar el valor de Ia educación impo-rtida a esos 25,000.000 de ninos. "1 t(^rmino "nedio de Ia esclaridad en Ia
.'iiTi-^rica Latina es aproximadamente de 2,5 a 5 anos de ensenanna primaria apro
bados. '^n países como Pananá, que acusa uno de los más sitos índices de peri.ianencia de los educendos en el ciclo primário, sólo terminan esta etapa de
Ia --^ducación el 50*^
los matriculados en el primer ano y este índice no al_
canza, para el tc5t3J. de los países latinoamericonos, el 20^'. ""n consecuencia,
una tT^'an parte de Ia población alfabetizada de l''^- .iinérica Latina acusa nive~
les sum.:Hinente ba.ios dc prepsración escolar y muchos de sus inte.^rantes a los
poços oiios de haber deja-^o Ias aulas, podrícn- ser consideriados, atinque Ias
estadísticas así no Io re;&lt;?-ÍHtren, como analfabetos.
Si consider'i-nos ahora. ] as personas mayores de 25 anos que heji cursado total o parcialmente Ia ensenan^s, media, vemos oue Ias cifras fluctúan si
rededor dei
Ici población. ^s decir, q\ie aun en el mejor de los casos5
Ia -jD^rica Latina, con una x^oblación estimada en 1959
190.000.000 de habitantes, no dispone de más de unos 2.500.000 de r^ersonas con ensonanaa secundari.a total a prrci.al. "^n el vértice de esta pirâmide educativa, podemos observar que sólo &lt;^1 0,4 por ciento de Ia pobl3.ci6n ha curs.?xl.o "studios universitários, o ha llovado a cp.bo '^J.OT.mos rios de estúdio en est"^. fase do su preparación, Io que permite re.ristrar un máximo de 800.000 personas con ef^ucaci6n universitária.
1. 2

BIHI"?ICTOW D^L "'^ST'.DO

"^L T^ROC'^OO POST-^SGOL'.R

■*^1 esfuerso educativo de Ia
mayoi-ía de los países latinoamericn/nos, fin?liaa en el mismo mofiento en'oue el educando de,ja, las aulas. Desde e^
te raismo insta-nte. Ia acción educativa,, en Ia forma en
está actualmente o
or.í^anizada, se desentiende práticami^inte dei indivíduo que ha formado y este
se entrega a sus taroas cotidianas, transformando se en muchos ca,sos, como ya
Io hemos senalado, en analfabeto.
^sto, situa.ci6n desfavorable se ori-'-^ina esencialmente por dos razones:
a) Io. encuela no orea "n el alumno el hábito de l.a lectura, no dispone de adecuadas bibliotecas escol^'res ni dnrcrrolla una conciencia en el educando s_o
bre Ia iraportancio, que tienen p.?ra su vida de adulto los recursos de Ia documentaoión; y b) no existen Ias bibliotecas necesarias ni en mjm:ero ni en co.li
d"óà, para atender Ias necesidades de Ia población adulta y Ias pecas que act^
almente funcionan no prestan siempre efjc.aces servicios en relación con Ia e~
ducación de adultos,
"1 impacto de este estado de cosas sobre el verdadero nivel educativo
nacional es de consecuencias ,graves: desde el punto de vista de Ia economia
nacional cabría ev?d.uar los resultados y estimar el beneficio real do la.s inversiones de una política educativa que absorbe u.na porte importante de l.as
rentas dei país y que debido o. Ias condiciones -intes senaladas permite el retorno al ahr.lfabetismo de un porcentaje elevado de los adolescentes in cuya
educación se han invertido sii'^ificativos recursos econômicos.
Sobre csta situación y sobre sus consecuenc-í as par*'. Ia economia nacio
nal creomos conveniente recoger Ia experiencia y los puntos de vista de los ■■
proprios educadores. Para tal fin nos velemos de un informe dei senor Júlio
Castro, pedago.í^o \irugu.ayoj reproducido en el folleto "'^1 proyecto principal
dò
tpf 'ifjCO píil:*a lá /isóriloa Iiíltina".
"T.'^jabi^n Ia acción limitada de Ia escuela rroduoo análo.o:as consecuen»
cia» (t-e refierê al analfabetismo en 1" población adulta), '"n une, encu'-^str,
por mnestr*as efßctuad.a
el tTru!Tuay&gt; pai-a comprobnr en los adultos los resul
tí^^dôs de Ia labor do una esóuelâ de un rancherío, en Ia cu"l se estudió *^1 ni
yel.de Gfcnocimientos do los.'-&gt;x aluamos,que ,habí:^n asistido a Ia misrne. durante
varao.'i i'nosj so obtuvieron Ion .cesultados siCT.ii-'^ntes:

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J^SUUJ

�P. 3
"Los 61 :iliimnos cn cu^stión h'-n 11'^n.ado on conjunto 197 ciirsos nn
l^r. --no, vcJ-G docir quo c?/!?- uno ostnvo, on prom^^dio, tros oiios y cunxto '
r^n os?, clr.so.
Do 12 do i^llos no pudimoo dotormin'-.r su..r içrcVos de conociniiontos
r.ctiialos; do los 49 rogtmtoR, sí.
Do opos 49} 9 loon j ':'scri'bGn bion. Tioni^n muy poco qr,o loor y noani
pimr.s fíriwncias on cui,nto
r-scrlhir, paro Io hT,cen sin
como
puode hacorlo un nino do 5® o AS 'vno oscolar. Of^ns.titaiynn ^1 1^' de los
■■,lr,innos dn 1'.', '^kcuoIo, riir",l. Ot:ros 1^
l^on y oscribon. "st'^ "-xpon-.&lt;i"
quioiro docir quo Io h-c^n si ti^non nocosid d, con osfuorzo y vonclnndo rosi_s
toncias. "^n ollos 1^: ogcritur" y Ic, l.octur", son ■letividrides oxcopcion-ilos, r.
Ias quo riDP'l "n sói o on muy ospocirles situacionos: í^or un bjlloto quo roci«
bon o oscribirlo - lotr". iloriblo y ortof^r.vfío. rncrquic.", - si tionon quo '-"n.vir.'xlo, "^stos quo ''?,pon:-,3 sn^^on'' son -^1 3'^'«
láltimo ou-.d.c.n los quo nox.sj_
bon nad'i» La -wayorla no oon croocos ni do trr.aar 'oI ^ar^.ho.to dn su. firnr,. No
loon, no oscriben, no puodcn sacr unn ouontn, oscrit?;,. Son 22 y formoji ol 445^&gt;
Todos concurrioron
l^'- osciioln, y cunplioron, ostos 22 on conjunto, 126 curSOS •"^SGol ",ros. "^s docir, p.ora hoy no sabor nnda,
.*'^C"nRCT;''' "II L'.
GPíGO ; TOS Y "'RDTO, como proraodio".
Por otrn p''.,rto, on un rrtíoulo .'ipcrocido, on "Tiors-Wondo" (3)5 IBort
P. 'Toßolit^ oxpror!."_ o;u.o "ol dosorrollo do Ir. onson^nzo. pririaria tiono ofocto
on prirnor lu;fT.':.r robro ol nivol d.o consuno do uno poblrición más quo sobro su
incroraonto do producción".
• Considorraido los nivolos od.uc.'-.tivos l:;:tinor'raoricon.os y tsniondo on
cuont:'. 'los ,jT?icios íintoriornonto ríionoionados, todos Iob osfurrzos quo so com
promot.ui p^.r.:. au'^ontar Ia oscolarid,-,d y po/ri "fr^cilitor c los j,dultos oport«nid.T.do do "utcducición
tr^.vis do oficiontos sorvicios bibliotocrrios ton~
dran sigtiific'-vdo no sólo p^r'^ ol 'lu.n'^nto do consumo, sino, Io quo os muy importanto, incidirá, on 1" modido, quo "Icrnco osto. o^ntoodueoxión, on ol .mismo dosorrollo do Ia producción.
Contra Io. oairmación cantorior^ionto oxpuoBto&gt; do ouo.l.-^s oscuolas pri-i
mo,rias, socimdari.ia y ospoci.aloB no fornan on ol olumno ol h.^.bito do loctura
y do quo ^1 "st-,do no proporcion" un adocuado y "ficionto sorvido bibliotocario,
'"iponorso doe .■■r5u.fn:--ntos quo tionon, on vnrdad, un si^iflc,ati~
vo valor, "^n primor lu:'"rar, so pn.od.o d.ocir quo c.-ciston bibliotocas, y quo ol
Estado ostiu'., fondos pa^^a su funclon.-jnionto, '^sto no puodo sor no^^do» "'odomos on cojnbio rjostonor, quo ogtas bibliotcòo,s son insufiçiontos, quo no sicnpro ost'n dotodo.3 do personal co.pacitad-o p-ir*, ].os .finos quo "ll.-xs dobon al
crnsor, quo suß coloccion^^o do libros no rofípondon, '^^n t.-^d.os lös co.sos, a 1 s
oxi,í^oncias do l'&gt;s cowunid:.do3 •:cturJ.o&lt;! y quo una i^an p'"rto do Ia poblaciôn»
no solo niral 5 sino t'-rabj f'^n \irb-.na, no dispono do "^shos orao.nismos on mímoro
y on calid^d •ad''"cuo.dos. '""n im traijt-.jo antorior titul-'do "La ■Bibliotocolo'":lo.
Latino:\Tncric:ini" (4) hiciri,on 'jn cálculo baso.do '^n los servicios bibliotoc.iri
os do los p':.ísos quo han loí^o-.do '.'Iton nivolos dn oficioncia y los rociirsos
actu.alos con qu-; cu.ontr:,n los paísos lo.tino.^uioricojios. Sobro Io. bo-s'' do Io. p_o
bl-'.ci6n nlfo.b--tJ.zid.c,, sonalojios osto.s nocosido.dos improsionantos; p',ro, dotar
do sorvicios bibliotoc'^rioB r.d.oouad.o3 a l.a '■•ctual población o,lf-ibotisio/i ^, Ir,
Araorj.ca Latina roquoriría, ndomás do los rocursos oxistontos, 242,000.000 do
voluirionos I.512.5II m^'^tros cuo.drados do .:.lmaconos p,af-o. dopositor Ias colocc^ .
onos bibliOi^áficv,fl y 54*000 bibliotocarios.
'^n sof'^ndo lu,;:.ar sn podrá mrjiifostar quo lä,3 oxifjoncias actuodos do
1p, od.uco.ción público, y los rocursos roquoridos uo.ra s.atinfaccr Ias nqcosidados dol crocirnionto vo-'fcto.tivo do l.a pO.^Sl.ación, no porraiton o,l ''^stádo prostar
Ia dobidc, ,?,t-&gt;ncion a "sio problnna. Y
rasonamônto os -acoptablo» puos son
bion òonocidos los osfuoraos r|uc l.lovoii z c'::?:'0 los ^''obiomos p-^ra suporor os- "
to ostodo do co;f,r;,s y ,"l fláricit do los rosursos doâtinados a oxtondoi* -7/ 0.
joroj.- Ia pd.i.Tco.cíôri publico.',
V
Sin embargo-, soria dosdn todo puntó do vista in toro santo ponsor dn- Ias
'V'ont ,jas ou- podrí^-n õbtonorso y nn -&gt;l oltó porconto.jo q-áo -nodi'jran
recurso,*5 invertidos on 1 rs -.ctu-al-^s ompro3?.,s 'di.i.c",tiv":s', si lòs a-Iriinnós quo p-r-jr; o"!! do lo'.s c st abi o cimionto s rduco.ci'on-.'.l'^P ost'uvioran cap'-.c'ita~
dos po.ra ut:llÍ9;o,r oorv.ició's bibliotoç",rio3 ostructuradòs intoliirnntf^'montn po.-.
ía capitrJ.iz.ar y auin^ntat l ". cduc "ción quo 1'o's ciÜd~d.anos hayon rocibido o'h

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l'í

�un sistoma -^duc^tivo
lis car.act-^ristic'vs d"^! Intinoam^-ric^no, Los r^sul^
ts,dos sor£"Ji alt?3monto s'\tisfactorios y quizá sorprf^tidrnt'^s.
to-^os Tiod^s
-^s 'ísto un ^■•sp'^cto d"! ^roc^so -duar.tivo, g-^n-^r-ln^ntr d-'SC'uid'^do, quo bi^n
valo 1^. p'na considor':r y ni^dit^r,
2,
2. 1

LOPi

Y LiL0§

^.nTC'T jT'*'L
Y ■^0-'T^TLTD.':.D^3

"^Tt^LIOT^O V^TOS i
T)'" PT, V'Nr^.V'TT'^T^O

Los servidos bibliotecários, t.".nto oomo In. "duc^.ción, -ptí.n dostin"dos " incidir "n •■^1 inr^ividuo d'^pd'"' -^1 kind,^r.^"rt'^n h/^st" los "oroc^sos post-univ-Tsit^rios»
otrns n".l?.'bras» af'^cta " todos los mi-'^'nbros do
If». soci'^«^"'^ ind"p-^ndi-nt»'n'-'nto d'^ sn ■-•d-^d, cfD'icid'^d y ocnp^ción. '^n '^sta
coinpl'\');a y v^ri-'da ß:p.'n'-&gt;, d'"' activid'^.d'^s y r"'sponsa'bilid'^d'^s 1':'. bibliot^colo
g'ia ha dividid.o sus s"rviGios por .Trupos d'' nctivid^d/^s o nfini(iados, Io
qU'^ ■o'"r'^ito formiil-ar Ia si/rui^^nto 'Sistinción; a) bibliotecas infantilí~-s y
f^scol"X"s&gt; b) bi.bliotnc?.8 da i'^stablocimi^ntos d^ '^ns'^nanz?. sacundaria y vo
cacional, c) bibliot-^cas púb]icas, d) bibliot'^cs univorsitarias y n) bibl_i
ot"cas '~'sp'''cializadí^s. "0-ntro dn Ias diAi'isionos d) y o) , pu'^d^n ubicarso c_i
"■rtos "'sp"ct0s particul —f^s df^ Ia bibliotacolo?ría talos como los cantros d'"^
docura^'^ntacion. Por otrr p 'rto, »^n paísns como los'l?-tinoatn'^ricanos, y on Ia
frran mayoría dr^ ""lios, ai concopto do bibliotocc, pública abarc? tambi6n a i.
Ias bibliot'^c^.s na^cional'^s aunquo "^stas mantong?Ji, r-ntro sus objotivos, lafunción ^rirrif^ra da adriinistr'ir y cons-r-rvar Ia producción biblio.íjrlfic-a dol
país o Ia r-^lativ-a ■t. f^l.
P-ara los fin''-s d'^l plan'-'^.mi"ntos, y t'^ni^ndo --n cu'^nta Ia inisma
tructura d-"' Ia -^duc^ción -^n los divrsos países latino^jnaric^.nos, psjc^co
convoni^nto y h-^st-" n'^cnsario, h-ac^r dos •^and'^s prupos do sovicios bibliot-^carios los qi-ia dabor:."n sor sstÍTnixlo.
TRTTPO 1: bibliot-^c" s da los asta.blncimi^ntos do "•nsonanza primaria, s-"cund'",ri-a y "sp'^cinl más Ias bibliotecas nacional-'^s y públi
cas.
GRTtpO 2; bibliot'^cas universitárias, centros d^ docam-^ntación y
bibliotocas ■;spi-ci?liz"drs.
'^,u"'d''n ''sí dolimitndos dos CT-andns campos quo r^spondon, '^n Io, mayoría do los casos, -a In .autorid.ad -administr.ativo do Ia cu.al d-^pondon, pTmitiondo, on consacu 'ncia, coraproin-^^tor m.^did.V-s da pl-^noominnto sin i-ntabl?.^
conflictos ontro l.os autorid-adi^s -'"dninistrativas qu': r^prulan t ^l'^s sorvidos"^n consocuoncio, los sorvidos bibliot-^carios doborían pl^no-arso d^
tal m'ijir^r":- qu^ los ind.ic.dos cn "1 ■orimrr r?^rupos so conc-'"'ntraran '^n los ininist^rios do ■"•ducad'^in y on Ias propi^.s oficinas dcl plan^amianto int-^a-ral
d'-^ jo "duc-'-.ciön, y, los s^g^j^dos, '-n Iris univ^rs^c] d.-^s
insti tucion^-^s do
e-nsonanza o do "ctividad su-oorior.
"n -^sto •:~rtículo nos ro-firimos '^s^ncíficTiT^nt-'^ o-l ■primor caso, r.nnqu^ Ias ido-s qtxo aqui
consip^ian puod-^n sorvir, con Ias adaptacion-'»s noca^-ri-o.s, para pl an'" ar Ias actividad^g bibliot'^ca.ri.as do los '• stablociniiontos do "nsonanz' su.pori-or y do Ias doTy^ndonci.as y orffaniza.cion'^s asp^cializadas. (5)
2. ?

'a'^T^■nTjo' niOfT

pT''^--"'',Ton^f^-\'PTO ■') C -^OO "0'^

TiTj'TTpT^'i.Toa T)'O

■^1 obi'''tivo os^nci-al do l'^- a.ctividaxl bibliot"c.ari-a os cro-ar Ias cori
didon'^s nocosarias p^ra quf^ »"l individuo disponf'^a '"n "d tnom^nto oportuno
dol rnatori.al do l-'ctura, .adocua.do ant^ uno. nac^sidad d^torminíida,. "■'or Io tan
to, '"»l T)lanoa.mionto dn los servidos bibliotocarios d^^b" astor dirigido a
4 ' ,
alcanzar ta,l fin aprov^chando '1 m-^yimo los r--^cursos hua-nos y matorial^s
disponiblos. ato so trata pu-.s do altorar o modificar Ias m'-tae- fimlrs do
1-a bibliot^coln^ía, sino simpl'^monto do ordonT los '"sfuorzos y ajust-'^r los
rocursos para Ia cons-^cución pl'^&gt;n-a y total do t^l^s motas.
Por otra parto, oi plano arai ^nto pormito dofinir con mayor "xa^ctitud
y pr^cisión los ob.j^-tivos quo dobo -a,lca-nz-"r Ia cctividad bibliot-^caria r^n
r^laciín con Ia política -'ducativa dol '^stcdo y con 1 :- ori"ntación d^l d"so.
rrollo oconómico y social dol país. La a.d'^ptadön do los sorvicios biblioto

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lí

�c".rios ^ l.'iö n'^c^ si d'd "'S qu"
y
los finr-s qu-^ tt rsi"-u- ~1 p.^ís
t-n su d-sarrollo fr.-'nr^Trl, rs otr-^ do l?.s -notr.s dcl pl.-ji'-ami'^nto --do tril-ís
S'~rvici')s.
'.dom-ls, ''1 pl?.T''''.'ni-^nto do l'"s sorvicios "biblintocorios, cuondo
mt!, parto
pl-r.^^a^innto
do Io '^ducocion, p^-imito "stohl'^cor los
m-H.odos y l '.s -ooutos do tro,bo,jo odoci.i^do-s -oar", incorporo-r Iog recursos do
Ir. bibliot-^coloí^ío i los procosos -duc^tivos n"ci.on^l'-s, y por Io tontç,
a otor,ç^or o. los sorvidos bibliot"c-.rios uno, importont'^ fu^.ción ■'^n Ia continuación dol rjroc^so rxorrn':^! oducativo qii' oi "stodo ofr'~'co o trovós d" ].o
"-nsonanz-^ prim-^r.i r,, s-^cund-ria y ospnciol.
"^1 plon'^arai'-^nto do los norvicios blbliot'^corios a trav's do invostigacionr^s apropiodas, do -stidísticas '-^duc^tivas y bibliotocaris, do '^nour;^
sto,s y ontudios "^spociojos, p'^rroit-. ontim-^j' con oxactitud los r-^ciirsos huiT&gt;_a
nos y ina,torial'^s oyisfntos y Ia utili-zación racional do tal'^s rocursos.
bro l- b^ so do dichos •'^studios
invosti/^'-.ci'inoB, -1 pi-no-.rninntos conduco
ai ost ••,blicimi'"'nto dr planas a corto, rr.'^dio.n.o y lorgo pi azo pr.ra, robas^.r 1
los obj'-'tivos s^n.al•^dos a Io o.Gtividad bibliotrcria.. "^stos mismos i^studios,
Ia dot'-nr.inacion de lo-s noc-!SÍdrdos nfosontos y laß provi sionos fiJturas,
pormiton ostablocor Ias bolsos por'' oi f j.n nci.o.rni "-^to do los sorvidos biblio
t-^carios y Io, cro-^ci-^n do lan '^st-'do d^ cond'^ncia "^n l'-' opini^n mlblic
dianto \;no Inf'^nación '^d''C''jo.do. nu'^ apoy^ y ha.i^o riosibl-^ Ia obtorici'^n td^uIotina d."^ '■fjos r'-Gur^'os, t^nto ^•.i '^stos orovi'^nr^n on su totalis'-d d'^l '^stodo,
0 do -^sto V ].•; contribuoión oriva-lo, s^'^min s^-^n Ias c'^r^ct'-'risticas po.rti cular-^s do
p-^.ís '^n mataria do fin^nd^.d'in do tol-s octividodos.
último, -1 ■Dlan'^atTii'-nto c'^^.st'i.tuyo -1 c^mino rn-'s of'icaa p^r.o, quo
los s'^rvicios bibliot-c''.rios s-&gt; incorroron a l-, alta "oolítico •-ducativa dol
po.is y ^lor-^ qu- onuT'n, ol nlvol quo nos oov.p", l^.s iin-Dort^nt-^s fiinoioa'^s ■'*
do cornpl~n'"'Pt'^r los T)r0Ci"S0s '^dnc':'.':ivos v d'^ STvir d" bas'"&gt; p-ra la autoodu™
C''ci:5n do l",s comunidrd.os "1 faboti.siodas.
2. 5

■'""fOS TV^L pT • vT-'_"'TT"^'Tr|iQ f^TPT.TO'r^C' ^TO

.'icopto,da In nocosidad y la comi^^ni^nci.d" la plo-nific "'ción do los
sorvidos bii^liot'c "rios, ■"l oriTi'^r nroblora"! a rogolv^'-r sor.'l lo constituci■•'■n do los oriP^an;i smos -ncoT"y''d.-^s do ponor 'n prátic.^- tal'-s ido'^s, os docir,
or^o,nizar las doTr^ndoncics o.dniinirtrativ" s y t-^cnicas qu"" pormiton, ^"^n primor t'^mino, ll.-'var '• c"bo los "stndios y Irs-i.nvostirtacioT"s relativas al
pr 'ipio p] anaaTni'-ntos, y, on s"»iriindo
, lo.s '^ncrr.f^adas do •■^.iucutar y po"i^r on vi.^^'nci ' los pl'\n^s olo.borodos.
2. 3,1

OFTOX-'r. T)T^ ~T/ ■■T^.-viTT^'TrpQ

""n los paisos
dispon"-n da^ o'^ioinos ^^ostinadas a.l pl-^n'^'^i^i'^nto
intoo'ral do l- •■:duca&gt;,ci6n, l'^.s funcion'-s pr jpi."s dol planoojni''pto r]o los sorvicios bibliot■^co.riOS dobor'^ji sor incorporadas a lo,s quo '"^stas ya roo.li'^o.n.
P'jr.a ollo, y -D.'.ra asO;'^.r"j: ol óxito do lo, ompr^^sa, sorá n-'-cs^xio contor co^i
porsonol colificado on cuostioncs bibliotocj-ias, "d/^m^^.s do los técnicos y
oxp'"-rtos on p3:*Qbloino.s -'du.catj.vos, od:ninxstro,tivos y "conomicos, '^n po,isos v"
dondo no oxistioro.n t:Jos facilidod.os, ha do cr^orso' una oficino, dostino-da
al pl'.n'^'-jaionto do los sorvicios bibliot^co/rios
i'i. qn.'-' oo dobor.! o-dscribir
ol p'rrson'",! c'J.if'icado ya, n3""Mcionod,o,
--.sofrurar la. oficaci;' d" sus roconondo.cionos, "ota oficina ha d.o •'«star diroctrvnonto rol".cion"da con los or^a-nistn.os t'~cnio.os dol ''^ini.storio do ''"'duco.cion y ^n forr'iai, tal qu"^
lo o.so^i^r"
una "uisto T)^'Tti.dT&gt;o.ci6n "n 1 ~s la.^ior-T ouo s"^ ll"'von a c^bo "■n ■'"■''lacD.ín con
la ".Ita politic orlticativ^ do 1n'^.ci'5n.
2, 3.2

oyjqT-^' T" ^."T^qTTqTQT^

■^1 nropósito rlol plan'""T3Í'''nto ^s ''stimular, rio acuordo con n^ut'^.s
proviniionto d.ot'^roin''das, 1' "-xt'-nsiin y ""1 nr^joro'Tii.'^nto do los sorvidos ^ ■■
'^ibliot"GTios on rrdación oon ^1 d'"sarr'"'llo ■"d.uc^ti-'T'o, soci "1 y oconómico
d'^l u"is. "^or lo tanto, su funci^n consisto ^n t-^^co^i^ndar la "".cción raós •
opropiado, para olco^zar los obj-^tivos sonal.odos. T" r'^-alizadön do los proyoctos -"^lo-boradog c^np-^to, por co-''Si:'nii"nt'', o los ór^anos do -jucuciín. '"n
muchos "oaisos, ostos or,qro,nd,sinos "^vist-^n como parto int'-Mrranto dol propio 'fi

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l'i

�P. b
nj.Gt'^rio í'..-! "'lue ci% o conio inati tu.cion.'^s ind"T)'^ridinnt''s, njnn.w r^l^.cion;^
d"s Ci-in t'-l
rauy poças nn.cion("s, sin "n'b'ri'o, ''stos
-".sum-'n Ia TosnonH-bilidad da •"'stimulT y dos.^rrollnr los sorvicios bibliotecários -^n to'i'^s lof! nivolos q.uc no^^ ocu-oan. "or lo tnnto os indisp^nsnblG
dispon-^r dn una unid'^-d administrativa i^nccx-rrada d.'^ la '^.jncución do los proyoctor. r)r"r»''.r''d.os por la oficina, d-^ plan^arai-nt'^, "unqua -'.rribas oficinas, las
da pl?.n^a^i'-nto y d.a ojociici6n pu'^d'^n *^orinn.r •cj^to d-^ nn" sola unidad. tócnica administrativa, con una clara y bi'^n d'^fin'''da dolimitación do sus ros«
pon 3 ?bilid ado s.
2. 4

B..S"S D^L
"^nLioT^n .lios

ir LOS '"i'^RVTCIOS

■^1 pl-n-&gt;aíni "^nto do los sorvidos bibliot-'C-rios, n,l nivol do lo.s
bibliot-'G'-.s ■■'scoItos, do -nsonanza m"dia y rst)'&gt;cial y dr~ Ias bibliotecas
publicas, d'^b'^ra. brxs-rso ''^n los si,rui"nto puntosj
1) tondonci.as y obiotivos do 1". '"ducación nacional,
2) poblaci-^n alf-b-^tizada, su ostructura y donmic provist^«
3) n^c^sidVodas dol cuadro do l'"- oconomía nacional.
Si ~copt'^'n.■^s i'T T)r-^nisa d" qi.io l'-is s'^rvicios bibliotoc^ri os constituyon un complaTn.onta y.una o-:tonsiín d.n los procosos '^d.uc^tivos do la naci6n, ol plano"ini-^nto do los sorvicios bibliotocarios doboró oonsidorar, on
prinor t'^roiino las tondonci-s y obioti-'-os d'^ tal--s 'Droc^sos oduc^tivos, Qon
viono aclo-ror, p'".r.:. evitar int^i^pr^^^t^xionos '^rr&lt;5n'\as5 qu"' no so prot'^nd'j
dosvirtuo.r ol principio do ouo una bibliotoca c-natitnyo un lufrar do libro
aacsso dond^' ol individuo" tidno la oportunidad do form-^rso unr idoa objotiv.a do los hochos y '■nriquocor su cultura a ti":.vós do uri", infor^nación biblio
f^rí.iic". libromantc soloccionada. Solninanto so nrotondc sonalar í", nocosidad
do QUO ol ol "n'^'^mirnto de Ics sorvicios bibliot^corios considoro Ias t-^ndon
cias y objotivos do la od.ucación nacionol a fin do quo las "bibliotecas, an 1
los nivol^s qu-, nos '^cupan, pu^dan sumini?tr:r ^n
sistorn'tica v oportuna "1 matori^J. biblio^T^.fico y l"'s sor^^icios indisp^nsoblos ■p'^ra b^cer
nás af-&gt;ctivo la T""bor do la "scuol«, y d^l .^ducador compl"-le^fjido o st a 1"bor con adocuadas l^cturas supl'-Tnentari'^s.
■^1 '■^etudio da Ias ci'^^r^s quo "rro.i i, lo, pobloción alfabotizada y la
ostructura, quo ha do ton^r rs-", pobl-cidn on anos v-nidoros, osp^cialraontc nn
lo r'^l"tivo a la oscol^xidad, -~s un factor do suma Import-ncio, -n '1 plan-^anii-nto d,a los s~rvicios bibliot-carips.
Lo.3 nec^sid-^dos dol cua.dro do lo. "conorala nacional ti''non una incidonci.\ muy sigTiificativa para ri pl^n~-'mi-^nto d.o l^s sorvicios bibliotoco-ri i
os. Si bi.-n os ciorto quo los plan^^s oductivos prov'n t-lo-s noc-^sidr/ios y
qun 1."' político, oducativa. n':,cion'\l so bar."in ,gra.n p:.rt-: on satisfacorlas,
no -;s ra'-n.&gt;s ciorto qu-^ la actividoá bibliotocaria, on su principa.1 función
do f■■•vor'''cor ol rae,jor'^.mionto
la "ducaci^n pública, a tro,v''s do la auto'~duc.:.ci6n d^l individuo, no pu^do fl^sconocor, a rios.w.i do llovar a-,c'-"&lt;"'o una
acci6n dosvinculada con los vordadoros int'^-r'^s'^s do la, comunidad, lo,s vit?/1-^s nocasid."d:^s y caract-^rísticas d-^l cuadro do la ■conomía nacionil.
''odida.s d^ caráctor s''.;cial t-'J.os como 1^ roducci-.^n d'"" Ias horas scmanalos d.o trabajo, aumonto d.o los n-ríodós do vacaci^nos, -^tc. , incromontan
Ias posibilicadoí? do acci^^in do l",s bibliotecas» L"" t"ndoncia, a l'i industrialización, Ias cxactorísticr s do t ri proc-'so, l",s n":cosid"d.os'do mano do o„
bra. calificad-a, 1 d-^sarrollo y racjoroni'^nto do l.s rrtos •vnías, otc., son
factor"'3 do la '"C";nemf.n, naciona.l do v^lor nf^ra la jri^^ntr.ción do los sorvicios bibliot.'T, rrios, para la sol "cci6n dol -na.toriai bibliográfico y para l':,
propia capo.cit-ción dol porsonal encarnado do adip.inistrar íos sorvicios.
3«

T^-GNIC.':

' "0'^ IjOS S"^HVTnTOS

.RIOS

-&gt;1 procoso do fonnulación do un p3 an tar.dir.nto a acolor-.r ^1 dos_o
rrollo y rac,ior'-jnionto do los sorvicios biblictocarios, net" fin-'l íTol plano"
mionto d.o talos F.O:rvi.cios, doborán cumpiirso Ias sipoji^ntes
l) Consulta do le oxnorioncia acujnul'd."; 2) ""i.iación do l'^s obiotivos quo dobon 1'2_
.■^rarso; 3) ""'studio do los rocu.rsos orristont'-s; 4) ""o^tudic do Ias nocesid^dcs
y su valcración '"conómic"; |5) "^ex..-v;ul-~.ci'^n dol pl^n y 6) - in'"nci'"T"iento do
los sorvicn.os bibliot-crios. "Do inmodi^to '■'f.rocomos "i^rvnas consid'ro.cionos

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�P.7
sobre c d"', imo dc estos puntos.
3. 1

COTA "D" Li.

:.CTJT./rTTL "O/.

' '

C )mo t'i.rnn, pr'^vi'-,
todo tr^^b^.jo d"^ pl'^.n'^'^.Tiionto, d'^bor", G'jnsult".r~
SG 1'^, '"iyporionci'^7:j,sto-ntr. s-^bro ol p'-^rticxil-ir v
].-, v'z, cnsidorT l:.s
opinion-s dc '"s'0nci''-list",s -ut'ria^-dos sobrr&gt; los cuostion^s nropios dol pl_2
n-^-.rnionto, '^n tol sontido convondr', tomor conociraionto do los, dcb'^-tos y ro~
coaondocior/-s formul-^.dos on lo,s rounionos profnsiono.lcs on quo estos tom'".s
u otros sGraf\jo,ntos so hoyoji ostudiodo; consultor los puntos do visto do bibliot"^C"rios5 pod^ga|5^os, socióloi^ros, oconomist'-.s, otc.; hocor un ostudio com
p-'xotivo do lo.s l-i,boros d.o plnno-^raionto y d.^ d-^s-^rrollo bibliotocorio ll'»~
v-,dos
cobo on otr-.iis poisos; rocopilor los ont^Ciodontos logol':-s n-^cionolos
Y ^xtr^njoros sobro ^1 oroblomo, ~n cu-^sticn.
3. 2

T?IJ.\CIO^T TP lOS .OBJ^TITOS

L0GR....HS"^

-.1 dor corni-^nü") o l.os toro os dol pl^ji-^^ni-^iito, so doboró toner ur.o
dofinici-ín -".rocto y cl^ro do los objotivos quo dobon "Inonzor lor, s'^rvicios
bibliotoGorios, Gin tol'-^s ob.jotivos n" podró ll^vorso o o"bo uno, l"bor oficoz d" pi ono-^!Tii"nto; do ohí sn import~ncio y su -nrioridod. "n su dotormirr^c^'*
ón no s51o so tondr'ji r&gt;n cuo.ato los motos propios quo so Ir osipji.on o,
oc~
tivid^d bibliotocorio., quo por otro'po;rto son bion conocidos por todos los
profosion^.los, sino quo tolos -pot',s dobcr'ji ostor comol"'inontodos y condiciono,dos por los objotivos ■'jonor'vlos quo oi p-ás porsif^io o. trovi^s do sus -eistom^'s •■duc-tivot:
3. 5

■^STI.DIO ."O" IiOG R'ncD'USOvS

Lo dotormin~ción do irts rocursos oxist^ntos, porto osonciol dol plrno'^jnionto do l:is sorvicios bibliotocTios, doboró. sonolor t^.nto '■n oi ordon c
GuontA.to.tivo corai': cuolitotivo, oi núãioro d.o bibliotocos on ■f'uncion.'niort'^ y
su istribución íro-i,o-r',-fico, los "fond.os biblioq^r^fic^s d»" osos institucionos
con un-^ ostinocií^n do sn c^lid/'d fronto o los Goiniinidodos ou" sirvo, "1 ogt_o
do y portononcido los odifioios bibliot ''C-'^j.'ios, cquipos y itiU'^bl^s. T'^inbion
so dobor-^, dotorninor ^i tipo d.o '^r.-çaniso.ción bibliotocorio, l-.s tf^cnicos oni'ploodos y l"s co?:"ctorístÍG"s dol sórvicio pr^st-^do. So doboró r.dcmós ovolu"j", do -.cu-vrdo con su c^.pocidod o -^stud-ios profosion-^l^^-s llovodos o co,bo, -^JL
porsonol quo pr-^sto sorvioios -^n lo-s biblioti-^co.s, closificóndolo por su funciôn --n d.ivors ^s gruposi t-^^cnicos, d.o dir"^coi-5n, inspoctoros, odjninistrotivo
y ■ ^apoci'^J., Con todos ostos ■■^lomontos do .juicio dobo confoccionorso un mopo
bibliotoGorio do l.o n-^ciín.
. '^n osto foso dol plonoorai.'nto do los sorvicios bibliot-corios, d.obo~
ró ostirrcxso ]. . copocid.-A dc los cosos oddtoros po.ro rospondor o. l.os oxigoncios do lo impr".sión do m-.toriol dc locturo, 1 ■&gt;. p"&gt;tonci-,lid..''d. dc I03 librorios, oi ^r&gt;todo dol ip-^rcodo dol libro locol y su conpor-.ción on posibilid.od'^s
y Drocios con r tros norcod^s do poisos produ.ctoros do motori "1 biblicOT-ófico, los rocursDs do l'-'s o^itori-los dol ,7o1.iio:rno, otc. T".mbión s-^ tondi'.o on
cu'mtn, l"^. copocidod do l'i oscuo] os d.o bibliotocorios y sus pl""!!"^? d.o estúdio,
I..0. org^jiizoción do lo profcsión dol bibliotocorio, otc. P'ro llovo,r o co&gt;-o
osto toro o, los plonificjdoros rocurrir.^n
los consos y .0 lo.s ost odísticos
o(3.uc'.tivos y bililiot" corios, y ll'iv.r'^n o c-'bo invostií?: iGion':s ospoci^l^s sobro lo boso do oncuostos, ontrovistos, f^iros do obsorvo,ei6n, otc.
'
■^n O3to os^ccto d'^1 plono'^jmionto sor'^. nocos.-xio ho,cor un cuid.odoso
ostudio do Ir-, 'xl.Tninistro.ción ^■•.GtuoJ, d.c los sorvicios bibliotocorios, dosdo ol
punto do vist ■ do lo, -.dministroci'^n contr.-l. So d.obor-^n tosibi-'m dotormin-ij: con
ox.o.ctitud los aun-s o_uo inviorto ol '"^sto-do on -^l o. ion nocionol, prov.inciol
y raunicip.ol nojro ol ra".ntonimiénto d.o los sorvicios bibliotocorios y "1 monto ^
dc l-,s institucionos priv-d.os.
5. 4

"IS'-'UDIO ".)" L--S ■'ÍTIC'^.SI'0Y FU y.LTOR

*
"^n osto foso d.ol plono-/nionto èo doborln dotorainor los nocosidod.GS
y los problomos do los sorvicios bibliot'-co.rios, "l niv^^l ou'^ nos ocupo-,
con indicición do l".s "lismos,
cr.cto, nodi^n'^ o l'^r.-TO "ol'^zo.

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l'i

�r. 8
L'' sU'ü'', dr^ t^log n-;Cnsid",d^s s-~^ "st'^.bloco cf^tno rns\ilto,do d^l conocími^nto d*: 1 )S r^curs s ".-eisten:tos, dnl -^ntiào di l'\ '-ducci'^n üúbli~
c", do 1-^ t^'id.3nci :, y -.bjntivor. de
'rduc'^.ci-'^n y dc l•^s n-icnsid-^d.'s d.ol
Gir:,dro do
iconorní-', n^r;i''n'^.l,
Li p.rdil-.ción f.n "d' d scol •"'5 "1 m5mT0 do "drltr-G
ntiz'-dor.
y 1"3 c"r'^ct.";ríslic-s
füTvioio rjur so prot-^nd" imp^rtir, crnstituir'^.n
los puntos d-T p-^jrtid". p"r'- -stim-j;' y
l",s nocosid^d.OFj. "n lino^.s
gonorr.lcs, habj'-i- quo c-^nnidT"!"
-ist". ~sti;n"ci6n los si.f^ii'^'.itos r;.spGctoiT: ;^rosup.xor-to P'-r^ l'". oonstrucción o "'.d-pt-.ción dc loc-^l-^s d"Fitinr,doR
■- l-^.s biblicí-^vc^s; costo dol m.?.tnri"'J bibliof^r'.Cico y "■•■'.d.iovi
iraport-^ d'"' l".s r■l!nunnr•^cio1'■s "-1 '-?ríTO:i--.l .•■.r'i,-?:n.-do a ].vs bibliot'^c.''fi y '^-l dr;stini-do
l"". ""xl'iiniBtr'.cion d'*^ los servidos bibliotrcvrios^ co^to do l-^.
for'^'^ciön dol -•"■rso'^'l ^."■.•ofosion^^l, 'M.iyilior y "■.dminiptr^tj.vo n'^C'^sTio
P".v" d^f-s'rroll'^r Ion sorvi.ciosi irnnorto dcT mobil.i"rio, -equipo y trr,nEspor_
t'^5 costo dn 1 •. od-ninint-'-oci'in do los o-rvicios.
Como oons"cijonci''. doj ost-" osti-dio podr - 00:1 f-'ccion'^.rs'^ un mopi.
bi.bliot-^c".:!io d^^ Io ""'.ci.ón, '^n "-l ou'^ ■fvn.ir''n,
nn niv-'l do soliJolo^^os
ido'-j.'^s, lof! r^CTSOS C;i.to ""T!, ;.iotoT"i.'"'. do. bibliotoc^s y do or^otiis "vción do
los r.^rvicios bibliot^corios, d"bcríõ, dispot oi p-.ís.
L'.s t'^cnic-s d-O troho-io oo.r~ llov^i' o
osto po.rto dol plon do
bor'''.n ^st'r bosodos o-n o], "^gtvdio do los t-^ndonci^s y dos^.rrollo íronoroJ.
d.ol p"ís "^n r^].',oión con Io oducoci-ónj Io o&lt;&gt;onoTnío. y •"■1 d"S"rrollo sooi.ol
los tosos dol oro'clini.--nto vo.w.'^t-^,tivo d'^ Io pobl.ooión, los r'^cvursos provis
tos "n 1" plonifi c ocif^n do 1". "^ducoción y '^7 d'-^orrollo ■^conomico o indus
triol d-1 pois.
3. 5

FOT":'"fL'.ciO'j
P7-\i yrL.nnu-myTro
■^.TPT.TOT^Ci.'ilOo

LOS T^vtct.OS

Los os'^^idios y trobojos incluídos on los puntos ""itorioroonto 'Ti^n
cion'dos proporcion ''.n Ioí; inforTPOcioi'! ^s v ontocodontos indisrionsoblos
Io forrauloción dol pl".-n do r..cci6n.
Lo pri-noi-o, rsorto dol -n;] ".n ho, do ost-M- ri'^cos-xr i Ti^oto d'"stino,d.o o
obton^r Io
utilidod do los rocTirsos disponibl-s. J,- scniado, poxtc
dcbor'. dot'^r~iinT 1.: •^yto-psidn y ol no^or"j^ionto do los sorvicios, sobro
Io br,so do plo.n^s do corto, nodio v I-^^títo ■Ico.nce. .'.unouo '1 -"Vinonto do
los rocursos oconórnicos p--ro Io ■•rt'-.-o.sion y t" jor^'^i'-nto d'~ los sorvícios
bibliot-c.rios os CM.ostión inciort". y dopondionto dc voriodos foctoros, so
dobcr-^n fi.jor plo'/jos
Io consocnción f'o l.os objotivos dol pl^ji, ''^stos
ctopos dobor''-n í,cr sonrJ."dos dentro do. limit.^s floriblns, pu..^n s-^rio, impro
^br.blo poder oso.^-.ur .1 quo 1',s ,n"ovision"s d.ol pl onr uinrnto pu.odon cumplirso
con Io o;-.- ctitud o.n o,u". los inis:.i03 ■ou-'"doji sor '• st im": d os.
Tjfomn.]'.oión dol pl-n nxir-o ' n.o los divorsos fo^ctoror' r
intorvio'.ion on ol doír.rrollo do los sorvicios bibliotí^cos "stcion do ".cuordo con
1"S nocosi.d vdos •■•et"-Irxidos v do ].os recursos o-viotontcs.
"n rniroor t-^r^n.ino '^1 plo.n dcbcr'^. provT l^' rofor-^-o, si ollo so ,jus_
tifico, do 1" odHiinT str.oción dc los soovicios '^ibliotocorios. ' fiuí dobor'^n
to^v.rso i nnort^ntor. d"'cisionos an cu-^nto o su -"otru-cturo, ol -stobloci.mion
to do '"io-t^Tri-T c.'.ntr".li'30dns por tipo do bibliot co, o ]o cro-.ción dc uno
r'"d dc biblioti-co pu'd.icas, '^tc.
Tod" ro^o.r"'io dc 1~ .~x1.mir&lt;istr".ción do los sorvicios bibliotecários
troo oporciodo do imiof^i^to, 1 ■, for;^.^ción y cpocitoción d'^l porsonol on
sorvicio. ',m''^^oo •".sp'^ctos d^ Io forraoíjion prof-sionol d-'^bor'n '~st-r pr'^vis-:
i;os on los plonos quo so orop ■r'^n y soró n'^ccsorio 1.'. coop'^r"ción do los
'^scu'^'l-.s do bibliot'^c ■ rios ^"ro l.o obt-^nción d- tnl-ís finos.
■"-■.ro 1.0 ofic'.5! 7:~'docción do los pl^n^s c" trobojo v poro Io evoluo
ción do lo3 r-^oult-^dos "Icnzo-dos con su oplic-.ción, sor;''. indispons-blo
dispon^r do 03t díoticos bibliotoc"'.ii-^s cuy. t'cnico dc cj-:Toil'"'.GÍf5n y utili
z---ci6n dcboró t-r t"'nbi'n dotorminodo diirantc osto procoso dol pi■ jioojnionto
■^■"1 míin'"^ro do bibliot.^cos, sxi distri.bución y c-roctorf-iticos do o-cuor
do con l'".a 'roos ,írooí^r'ficos, con "1 tipo do "sou-^^lo, con Ias ospociolcs nc
Gosid".dos rio l",s coi;ninid-'"-.d''^s, otc. , os otro '.nr^'^oto i"i'iort".nto dc Io TTctonsión y nr,oj--.;r,i'^nto d"" los ycrvi cios bi/^liot^-o v/ ios, qiio ol Tílon dcb^rí. con
to.npl
"'n todos su.s o,sn"cton.
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l'í

�Como co'^^ccunr)ci ■. d'" 1". roí"orr.i". dc 1.?, '&gt;.dministr'\ción do los sorvi
cios bibliot-^c 'Á-ios en
pro'':"lcT;-'.s do ordcn Ir.í^rr.l cuyr.'. r.olución
Jidj7)inistr'".tivo, d.'^bcr'l oncT",. 30
tr^.vi-ís do un'.^ ^.propiad^ lo.-^isi^ción,
"1 '.m'^nto do Izti noc':sid'"dos ■•^n in*~.tcr'i.•".1 bihliofT'fico y ".udiovj^
3U"1 •?xi:'Tir'*. ol ost"blocÍTni?nto do ni"did. ~.s qii.o ".aoi^iron st: ofic'^z solocci
ón y su corapr". '^n
rojoros condido
on cu"jito ^ pr^^cio y c.lídrxl dc
odicion-s. ?or otr-"i p'.rto:, los oxii^onci-^s dc nui^vos odificios p''.r", bi'blio_
toco.ß o l". -jdoptoci&lt;5n df? loc"los cyistnnt'^s
t^lon finos, Ror-";- uncconsocuonci ••, do Ir. oxtonción do los servicios bibliot^^corios, ^1 pl"-n do
r.coión dobor.^, contcmpl-^x trimbión aolucion'^s
"^stos probloni-.s.
Por último, dcborí. considor-rso "• Ia opinión público, como un fo,ctor datorminonto do], (^xito dol pro.^rrjno, dc ^cciónj on co■isocu.onci'":. ol plon
doborí cst-.blocor'con cl^ridr.d l?,s cojnp-n^p do c-róctcr público que dobor'^ji llov'-'XEic n cr.bo
oi dcs^-rrollo cTc un''- conci-^nci" público sobro "l
vilôr y Io importoncio do odocur,dog sorvicios bibliotoc"rios.
5. 6

TPX&gt;T',"T(-i-r,'iT.n-r'-Tm^ -rjrrt j.pq

TO TOS '°.T'BT,T0fT^r!.\PTOS

"^1 problomo, 0,0 oytondor y t^io í^^.- ]^ocj srrvioios bibliotocorios os»
on oTO-n jiií^dido,, un os^Jnto do ordcn '^concÇmiGO. T.'''- for!nnl'~.c3 ón do plon^s ■»
que' áomondori "Itos invcr'íion'^3, sin t^ncr ^n cii.onti, ].on posibilid'"-doG oco_nómics poro, fi.noncio,rlos puodon constituir ~1 punto dóbil dal pl",no"nicn
t-os.
Sin -rnborf'o, Io oficin'- do pi o.noojTiionto, -^-^boró dotormin'X 1-3 in
vorsion'C! toto.lòs nuo
d'^m.'nd.orio Io oxtonsi'^ f/y nio.ior^inionto
do los ^ sorvi
1
.
ciOR bibliot^crios o nivnlos "icoTjt \blos poro, olc",nz•^r lo"3 f inos sonolodo3 o, t'^l'^s norvicio,^, ün o studio cuido.doso do los rocurnos oxistontos, y
Io, concoitr ción do ^stos rocnxsos do ocuordo con Io ostoblccido por Io
r-^forma do Ic, odministroción dc lor. sorvicios bibliotoc'vriori, pormitiró,
dct-^nnin^r on quó escalo. podr'i\ dcsorrollorso t-^los .octiviJodes.
Los diforr:nci.?;,s entro los nocosid".dos tot-l'^s y los rccursos dis«
poniblns, poríiitirón o Io oficino do pl.on'"'"jnionto inici'-r /^ostionos dcst^
nodos o obtonor un'\, porticip''.ci6n nr.yor do los sorvicios bibliotocoxios
■'m l•^ d.istribuci6n d.o los r"'0uríi0n dostin-'.dos o 1". »^ducociin,
promover
comp^iías públicos o■nc^minod 3 o '•-U'nnntor su.s octuolos nrosupiiostos y, "ívon
tuo-lnicntc, o, obtoncr Ir, fijoción do impuostoc diroctos ô indiroctos " fin
do ouranntor lo,^" rontos dostinodos o t'-l'-s finrs,
f'or otro po.rto, osf-ndo los sorvic':&gt;s bj.bliotoc".rios dostinodos "
servir o tod'-s 1,3 rr.onos do Io n''-ción, "lodr -n /costi.onorso fondos odicion_o
los provonir-ntos de los odministr.ocion.os p^ovinciolos o rnunicipoloí; "st^
oltornotivo, dependo, desdo luof^o, do los c-'TO-ctoristic s "dministrotivos
propios do; cxlr. po,ís.
Lo octivid'd privdo, constituyc, por otro. po.rto, un foctor de rc
"2 intords por" cl f inonci ■'.■nior.to do los sorvicios bn bl iotocorios. '^n "-1
gunos poisos, cono 1", Arr-^ontino, l"s bibliot-cos públicos son protogid^^.s
por ol ■^st^d.o y sostonidos nor or^'n-iz ocionos no ^bornojnc-itoles. Lo p".rticipoción octivo do l^^.s institucion.-^ .cívicos, Gultur"l"'s, ortísticos,
otc. , es indisr&gt;'^:as'"'blo p"j?o. '"^l fin^ncioni ^nto d.e los servicios d.e bibliotecos públicos y su intervonción on ol d':stlno d/"' t;^.los io^ti ttxcioíT^s ''s
0-1 to.rontf" corivon'i onto, Lo,s os'Xiiocion'^s do p.^.dr'os de f -.milio, y otros orC'^jiÍ7iOcion'"s der&gt;tin'f;~s o -urilior lo 1-bor de los "sciioi^o pu'^don .iuo'^r
o.quí un popol muy íi.^jiific■'tivõ, "f^or último, no debo olvid'.rso quo 1-s fó
bricos, cer,ir!rcios, cooporotivo.B, •^tc,, o lo.s cuol'^s los bibliot-cos públi^
co.s or5t.'^,n on condicion-s do nrer-tor sonolodöF5 servicios, p\j'''don constitui
r,&lt;30 oji fuontes intor'^sont'^R poj*- 1", obt-nci(5n do cr^'^ditos do3tino.dos o i?io
joror y cxt-':'nder los sorvicios bibliotooorios, Lo mismo puodo docírso d.o
lofs airjdicotos, oriT'.nizo.ciön"'S pòlític".s y reliiq-ios^â, etc. "^n todos los
o'.SOS sen-.1 "dos, ~1
"-rrollo do vvno co'fici'&gt;ncio- público, sobro lo, import-ncio de ,'',dGcu",dos seivicios bibliotecários pojro el tnejor^^/Tiionto dõ lov
comunidr'-d y poro ô^tiõfo-caión y ben?bfiöiö fio sUS integ-rWt-:s,
fo.òtòí
docisívo f^n ol Umento p'^.ulotino do reCursois destinodoc ol finonci ^Tiic.ito
ds I05 sorvicios bj.bliotoa •,7:ios» "^1 ríccr"to tíonsist'^ on quo sr ôumpl^-n o
cabalidod los o.ltos fin^ß que poísi.írtlc
' octividocl bibliot-^óorio»

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.BTOLIOG'^t-.•■''IA
K-'.rl, ltibf\rt~.d, pod'ri- y plr.nific.^ciín dernoor'tic?,. M^ríxico,
Fondo d":- Cultiirn. '^con'Smic''., 1955•
ITPSCO Centro Roííjion"! on ol, Tíomisforio Ocold.r^nt"l, "^1 Proyccto
Principal do 1--. UITOGO p.''.rc\ . jnriric", L.-',tina. Ln. lab-iir-, 1959»
p; 11-12.
■ioselitz, Bert F. Qiiolquos rdfloxions sur 1'í^conomÍT do 1'-^duc^.tion
d-ns lo P'^.ys sous^dcvclopp's ("^ns Tir'iS ''^ondo, v. 1-2, p. 70.)
Ponnrt, Cr'.rios Victor, L-. Bihliotocologl", l'^.tinon.Tn'^ric^'.n".. Mfl^nrvs
considcr-''.cio?n.'^.s sobro su p;\';!\do; '^sbozo d.o im plP-n p-^.r" ""-color^x
SU drs.-rrollo, L". ITr.br-rm,, 1959? p.29-51«
.'■.ntrcodontos r.n csp'-iiol sobro esto toiT", puodon h"llr,rso on los si- '
i?:uiont-'S tr",bajos Hobrs "T^-ssna, 'tl-iquol,
""1 sr^rvicios do Bibliotocr.s ?úbl'io'^,s ^n jorn^-d-.s "Bibliotocold/ricas Cub^nr'-s, Ir".s. R
mond'^.cion^.3 y tr-'b^ios. I.^, "'I'vb'^-na 1955» P« HIj 10-15) 'Ml"g-,
Liiis F. i^b.ioto y nocosid-^d "n; Confori^ncia sobro ^'1 doG"'.rrOll&lt;3
de lcr3&gt; sox'Vl-cion do bi5&gt;li-otcc''.íi 'p^Wic^ gil
3-jy F-ulo p,

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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                  <text>IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação</text>
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gentilmente por:

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_._
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��IV GONGRESvSO BRhSILíIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOajMENTáÇÃO

Biblioteca ambulante do Serviço Social do Comercio
Administração Regional no Estado de São Paulo
por
Consuelo Godoy Damasio

Fortaleza
«1963

Digitalizado
-gentilmente por:

^

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ .
7 a 14 &lt;Je julho de 1963

Tema II - Bibliotecas Mblicas,

Infante - Juvenis,

Ambulantes e Escolares
•si
BIBLIOTECA AíIBULAlTTE DO SERVIÇO SOCIAL 3X) COMÉRCIO
AIXvD:NISTRAÇXO REGIOHAL NO ESTADO DE SÃO PAULO
por
CONSÜELO GODOY DAIvIASIO (♦)

CDU 027.022!022.94

O a'-O

O
Ct

h

(♦) Bibliotecária do Serviço í^ocial do Comércio do
Estado de São Paulo
, • '

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-gentilmente por:

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�Êete setor reiniciou suas atividades ne£
ta nova fase durante a gestão do dinâmico presidente do
Conselho Regional do Serviço Socia3. do'Comárcio - Admi"
nistração Regional no Estado de São Paulo- DR. SRASILIO
lliiCHADO NETTO,

o CLue se deu em 19- de fevereiro de 1962,
A Bil)3-ioteca i\mlDuI!,ante do Serviço Social

do Comdrcio,

serve-se para atingir aos seus fins,do veí

eulo de transporte do livro ao meio comerciário,
ja,

das Cai::as-Estantes, Em virtude do seu

trabalho,

to,

horário

toma-se muito difícil ao comerciário,

c\ira de Bibliotecas e locais de consulta,
a colocação dos livros em seu

ou sede

a pro-

sendo portan-

ambiente de trabalho

a solução do problema.
As Caiítas-Estantes,
zvú-,

são de aço,

de c8r a

com o emblema do Serviço Social do Comdrcio em suas

duas portas, No seu interior possue uma
cada lado,
livros.

prateleira

de

tendo a capacidade de transportar de 60 à 70

Por seresj de manejo fácil e aparência atraente,

constituem vim foco de atenção nos" locais onde são colocadas,

o q.vie sem diívida aumenta a sua eficiência.
A permanência' de uma. Cai::a-^Estante no Io

cal de leitura,

€ de 3 meses,

odiando ê substituida

outra,

'
Antes de ser. feita a

Cai::a-Estante,

.

instalação

o, local é visitado pelo

por

de uma

Orientador

So-

cial, c_ue será "sempre o_ elemento de ligação entre os Io
cais e a Biblioteca, Estas visitas de caráter informati
vo e de divulgação, não se limitam apenas à colocação âe
Cai::as-Estantes, mas,

também à promoção cultural dos em

pregados do estabelecimento visitado,

por meio de pale^

tras e outras ativida.des literárias.

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lí

�fls. 2

As firmas receloem folhas de auostionários
de preferência de leitui^a,

tantas

q.uantos

forem

os em

pregados.

Os

desses

ciuestionários,

ser~

vem

orientar

para

resultados

Cai:;as-Estantes

a

BilDiiotecária

na preparação das

.
Depois de recolhidos os cuestionários,

local é fichado,

o

em fichas especiais onde consta:

a) nome da firma
b)

endereço

c) nome do encarregadod)

data de saída, da Cai::a-^Estante

e)

data de re-^resso da Caixa-Estante

f) n2 de leituras havido por Cai::a-Estante
Estas fichas são alfabetadas no fichário
de locais,

esristentes na Biblioteca Ambulante,
Nossas remessas de Cai::aS"Estantes sao se^

manais,

Ap&lt;5s o recolhimento o preenchimento das formali-

dades e:!:postas no parágrafo anterior,

são organizadas as

Cai:;as-Estantes para entrega na semana posterior.
Quando são levadas às firmas, vai junto o
Orientador Social,

ç.ue e:nplica ao encarregado

a maneira

de fazer o empréstimo dos,livros, Este encarregado ciue é
o responsável no estabelecimento,

pelos livros,recebe en

tão as instruções de como proceder com as fichas de leitor,

listas de livros, maneira de fazer a entrega e rec£

Ihimento dos volumes;

são tambám entregues,

sivos à Biblioteca,

para afixar

do estabeleTjrimento,

afim de q.uo,

cartazes alu

em locais de oirculaçao
os funcionários

conhecimento da chegada e permanencia dos

tomem

livros no lo-

cal,
O transporte das Cài:cas"3stantes,
por um veículo de uso e::clusivo da Biblioteca,

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é feito

o c^ue fa-

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�fls,3

cilita a remessa,

aos pontos mais

distantes da cidade

e

do interior,
A Cai:ca-Estante,

iDermanece no local de lei

tvira por 3.-meses. Durante esse tempo,

o local é

pelo Orientador Social,

o movimento de lei-

tura,

oug verifica

procura so3.ucionar os

visitado

prolDlemas cue porventura sur

jam e faz peQ.uenos contactos com os f-oncionários

da fir-

ma comercial.
Quando faltam 15 dias para a troca da Caixa-Estanto,

o encarregado 6 avisado por

carta,e nesse ín

terim prepara-se uaa nova para ser remetida em sulDstituição àcuela,
ChegandO' os volumes à Biblioteca,
mesmos levados à estufa,
te,

para desinfeçção.

são

os

Posteriormen-

faz-se a estatística de leitura ' onde constatamos a a

ceitação das obras pelos leitores,
Temos observado em todos os

locais,

gran-

de interesso por parte dos comerciários pelos livros.
estatísticas sempre crescentes,
se fato. Estão sempre aumentando

As

evidenciam amplamente
,os pedidos de novas ins

talações de Cai::as-Estantcs.
O índice de leiteira começou

a ser levanta

do cm agosto ce 3.962,' data das primeiras trocas
:;as-Sstantes. Atá o momento foirám enviados
plares às firmas comerciais com um movimento
äcituras,

o q.ue representa ö0,04fi de

de

14.964
de

Caie-:em-

11.

aproveitamento

978
dos

3-.ivros enviados.
Quanto a -preferencia
dos,

dos assvjitos

li-

temos em ordem decrescentej

1) romances
2)

livros infantis

t

3) literatura

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�fls.4

4) "biografia
5)

filosofia

6)

ciências aiDlioadas

7)

sociologia

0)

geografia

9) histeria
10)

ciências puras

11) belas artes

'

i

12) religião
Os serviços

da Biblio-fceea

Ajabvilante

d«

Serviço Social do Conéi^cio -Administração Regional no Es
to-âv ^ SSó- Eaulo - Gstão- 'so- ampliando e::traordiaáriaiii&lt;^
jic ^ oom ô::ito q.ue superou a e::poctativa,
Sstamos atendendo no momaiilx? à 115 firíoae
comerciais da Capital e iniciando a coloca/ção de Cai^nas^Estantes no Intarioir do Estado.Posstiimos em estoque mais
1G5 Cai2:as-Estantes.

.

,

Temos recebido dos mais

diversos ■pontos

do Sstado pedidos para côlocação de Cai:ítas-Estantes,. aos
quais iremos.atender de acordo com as nossas possiÄilida
des de serviço,

•

•

O acervo da Biblioteca
8,590 livros,

já preparados e prontos

xunbulante

6

de

para serem envia-

dos Ãs firmas. O trabalho da Biblioteca 6 feito atualmen
te por ducs bibliotecárias,
ajudante,

_

um Orientador Social
.•

DrVTJjrGAÇÃO
Sendo a Biblioteca

um

..í:,.
....

,

.

.

lim se-tor de atividade

enquadrado no eso[v.ema -do I^ano G-eral de Ação
Social do Comércio, a ela se estèndem

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e

do Serviço

as normas e dire-

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¥

trizes ci.ue norteiam aq.ue3-e ^ plano.
Assim a BilD-lioteca tem as suas atividades
dirigidas especialmente para os comeroiários,
nfoi em vista servir à comunidade,

tendo

po-

à q.ual se èstenderá na

medida das suas possibilidades.
Como as deniais atividades sociais e assis
tenciais da entidade,
nas firmas,

a Biblioteca Ambulante ê divulgada

por intermédio dos Orientadores Sociais,

em

suas visitas às mesmas. Sstes levam em seus contactos caa
os empre^Gdores e empregados, material de iiiformação,
q.uando notam cue existe a possibilidade ' e
colocação da Cai;:a-Iistante,
dor Social da Biblioteca,

tras,

a colocação'

por interm(5dio de boletins,

dos

livros

concursos,

pai eis

procuramos ampliar a nossa atua.ç'ão no sentido

despertar nos comorciários,

o ;:;osto pela leitura,

nhecimento das diversas esco'las literárias,
res,

assim como,

e formetivo,

na

comunicám o fato ao Orienta-

Posteriormente
nas firmas,

ijaterêsse

e

através de obras

despertar neles

o

dé
co-

grandes auto_

dq cardtor. científico

tendencias e aptidões

q.ue

até então ignoravam.

são Pa.ulo/jullio/l?63

é

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Digitalizado
gentilmente por:

�cm

14

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18

19

20

��IV CÜNGxnESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTBCüNOMIa E DOCUMENTAÇÃO

Fl
K_
Federagão Brasileira de Associações de Bibliotecários:

)

✓
Historico,estrutura e funcionarnento
por
Laura Garcia Moreno Russo

^

SAO. r»-^-

o..

Fortaleza
1963

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st e m

14

15

16

17

lí

��UO-

UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1963

CDU 02:061,25(81)

TEMA IV

-

EDUCAÇXO DO BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA

3. A FEDBRAÇXO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DS BIBLIOTBCÁRIOSt
HISTÓRICO, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO
por
Laura Garcia Moreno Russo (*)

S

o

(
Paulo
^-&gt;1

O]
u. ÍL

. I

{*) Presidente da Federação Brasileira de Associagoes de Bibliotecários
Secretária Geral da Secgão América Latina da FIAB
Chefe da Secgão de Aquisição e Registro da
Biblioteca Municipal de São Paulo

cm

1

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em

�S U M X R ^ o

1.

HISTÓRICO DA FEBAB
Constituição
Associações fundadoras
Associações efetivas
órgãos dirigentes
Finalidades
Funcionamento

1
P.
?
2
2
2

2.

PRIMEIRA DIRETORIA

3

3.

DIRETORIA ATUAL

3

4.

ASSOCIAÇÕiüS FILIADAS

4

I.
2»
3«
4.
5.
6.
7.
8.
9»
10.
II,
12,

Associação
Associação
Associ4fSo
Associação
Asgo«iação
Associação
Associação
Associaçãa
Associação
Associação
Associação
Associação

Paulista de Bibliotecários
'
Pernambucana de Bibliotecários
Brasileira de Bibliotecários
Äiograndeaae do Bibliotecários
Bfchiana de Bibliotecários
Paranaense de Bibliotecários
dos Bibliotecários Municipais de S^Paulo
de Bibliotecários do Paraná
dos Bibliotecários do Minas Gerais
dos Bibliotecários do Distrito Federal
Baiana dos Bacharéis em Biblioteconomia
Campineira de Bibliotecários

30-9-1938
21-7-1948
18-7-1949
26-5-1951
4-1-1952
18-12-1952
11-12-1956
12-6-1959
9-7-l?60
19-9-1962
25-10-1962
17-3-1963

4-5
6-7
8-9
10-11
12-13
14-15
16-17
18
19-20
21
22
23

5.

QUADRO COMPARATIVO DAS ASSOCIAÇÕES FILIADAS

24

ß.

COMISSÕES DA FEBAB

25

7.

SÓCIOS BENEMÉRITOS

2^

8.

ESTATUTO

26..31

9.

REGIMENTO DA ASSEMBLÉIA DE DELEGADOS

31-33

10. CONSIDERAÇÕES

'. .

34

11. CONCLUSÃO

2

3

3 4-35

5

6

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em

14

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19

20

�1,

;.SS0CL-Çil0 P..ULIST.. DE BIi3LIüTEC.'pJUS
1,1 - Sigla»

2,

EinEHÊÇOf

ii-.P.B,

Avenida Ipiranga, 877, 9^^ andar, sala 93
são Paulo - Brasil

3,

D.. TÁ DE FUÍIil.Ç~Oj

Í4.,

SÓCIOS FUWDAD().:i:Si

5,

QUADRO SOCL.H

9-12-1958

82

3^^
(p

6,

MENS..LIDÍ..DE OU i.NUIDADE Pí.Ga í. ..SSüCIí.Ç ~0j

7.

PRIMEIR.. DIHETORL.:

CR^l^,&lt;y&gt; mensais

Presideirtc - Rubens Borba ^-lves,.dG koracs
Vioe-Presixkiötc - Jorge do iJidrade Laia
Ia, Secretaria"- Guioniar de Garvalh« Franoo
20, Secrctario - Randolpho Homem de i-ello
Tesoureiro - Syllas Schütter
Bibliotecário - Maria Eugenia M. A, Franoo

8,

DIRETORL'^ aTÔ^Í»
Presidente - Zcnobia Pereira da Silva
Yiee-Presidente - líoenia Lcntino
Ia, Secretária - Imria Iielena de iúD. tos Pamplona
2a, Secretária - haria de Pompeia Sampaio de i'ielo
Ia, Tesoureira - Neusa Dias Macedo
2a, Tesoureira - Odete de Aguiar Bucno e Castro
Biblioteearia - Sara Cori eia

9.

NOLES DOS EX^PRESIDE'^TES D.. E-íTIll-DE»
1,
2,
3,
1;,
5,
6,
7,
8,

10,

cm

1

Rubens Borba de Lora cs, 1939-19^1Sergio Milliot, 191+5-19^6
j.delpha S, R, Figueiredo, 19ii.7-1951
Guiomar Carvalho Franoo, 1952-1953
Lvisa Fonseca, 195Í4-1955
Lcnira Fraca-rolli^ 1956-1957
..bner Lellis Corroa Viccutini, I958-I96I
Zenobia Pereira da Silva, 1962-1963

O }'i.-lfD..TO D..

DIRET^iP.L. TEPJJIL. El.:

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n

19-^961+

.O"

! ? L C

14

15

16

17

�-511.

E PES&gt;S0A3 INTErtESSi.D..S NOS P.iOBLEiu.S

A :.SSCCI:.Ç.To CONGREGi. 31
a. BIBLIOTEC

12.

PUBLIC- O ''EOLETIit^Ö%.riVO" Du. ..«P.B,, /jiL.X,

13,

REiXIZ.. SU..S REUNIÕES MEII

Iii.

OS Í.SSOCI..DOS S..0 WOTIi lG.xDuS

uL;..ES MDJSi-IS, lllãrLihZíiSI. E TELEFO-

NE.

15.

D:.T^, DE IffiG-ISTRO DO EST:.TUTO?

2Í4-5-l9^

ioaçao do Estatutoj

15.1 ■''/

l6,

cm

1

0 DELiiGi.Dü JUl'TO

FE.u.a^;

Ihcrotino mirantes Ferrai,

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-gentilmente por:

I Sc a H
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lí

19

20

�J

^

- Sigla;

2,

-6-

ASSOCIAÇÃO PER1-IAI'3UCANA DE .JIBLIOTECAíilüS

EUnFRÊÇO:

A,Pe,3,

Edifício J«K., 9'^ andar
Recife

-

Pernambuco

3,

DATA DE FUNDAÇÃO;

21-7-19Í+8

J+,

SÓCIOS FüNDADOPvESi

5.

QUADRO SOCIAL; Y"-

6,

MEHSALIDADE OU AlíUIDADE PAGA A ASSüGIAÇAO:

20

ú

X% (um por eento) fiobre o gC-lari.»

bruto recebido, oriundo de atividades no carapo de biblLote&amp;onomia, uma vez
que «6 vencimentos dos biblioteeari«^ pernambucanos variam de nivel 7

7," -Pßll'EIPJi. DIRETORIA;
Presid&amp;fl^e^ Hernani de Paula Cernira, falecido
Vice-PresidèntB-.- Orlando da 0&lt;5sta Ferreira
Seoretari« - EoLd ÄSkap^^e Andr&amp;de Lima
2Ö Secretario •- Graciejrte Glasr
Tesoureira - Muri^ef^de Oliveira Santos
Bibliotecari« X^Cordelia Robalinho de O, Cavaíi&gt;a,nti

f.

DIRETORIA. ATü'AL:
Presidente » %riam Gusmai% de Llartins
' Viee-Presidente - Maria Nazareth de kelle Fonte©
Iß Secretário - láaria Aparecida Caldas
2ß Secretário - Martha Lobo Cabral de Vasconcelos
Iß Tesoureiro - liaria Christina kalta de Almeida
2^ Tesoureiro - Fernanda Saraiva

16,

••

�-1"
9.

NOlíES DOS EX-PRESIDEWTESi
Hernani de Paula Gerdeira, I9Í+8
2» Orlando da Costa Ferreira, 19Í49-1950
3*-Amaury Vasconcelos, 1951
Maria Letioia de A, Lina, 1952-1953^

6, Cordelia Robalinho de O, Cavalcanti, r,960-196l

10.

O MNDATO DA ATUAL. DIRETORIA TEMINA EMt
5 de maio de I96Í4., ou Ia, quinzena de março de I96U, conforme os estatutos,

11.

k ASSOCIAÇÃO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS E DOCÜMEIÍTARISTAS.

12.

PUBLICA O BOLETIM DA ASSOCL/iÇÃü PERNAIiBUCANA DE BIBLIOTEcXrIOS "APeB", MENS/iL,

15.

REi'iLIZA SUAS REUNIÕES DUAS VEZES POR l-ils,

II+.

&gt;
;
/
/
■
OS ASSOCIADOS ,fiÃ0 líOTIFlàjX)S POR OIRCUL/v^S,

■
TELEFOHEM/ÍS,

■
AVIÄ)5 OU

TAIS.

15.

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO:

li;-i;-l952

' "
15*1 - Última data da modificação do Estatuto*

/
'ejti' estudo e3yti
jL ae^aprwa^
aexVaprwa.

y6 (xínãy/ke^G 1^' sejnesíjí^^
/
16.

cm

1

}

-■

^

O DELEGADO tlTJNTO/^ FE;^3 ês

.

Mar^i^/tctic^^^/de /indrade/jáia^^^

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st em
14

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16

17

lí

�ivSSOCIAÇAO BRi'.SILEIiÜ. DE BIBLI0Tr0;jlIpS
Sigla»

ENDEREÇO:

A.B. 3

\lßj^

Avenida General Justo, 171»
Rio de Janeiro

D^Ti. DE FÜÍ®AÇÃÜ:

SÓCIOS FüiíD...DORES!

QÜX.ERO SOCIiJLi

-

andar

Guanabara

18-7-19II.9

I56

i|67

l'i:.lISi;LinADE ou iJíüIDii-DE PaG..

ASSOCIAÇi;;!

120,00 - mensalidade
CR$

500,00 - semestre

CR$ 1 »000,00 ~ anuidr.de

PRrr."E:i-&gt;iu DIRETORIA»
Prosident^Mí^ Honra •- Luis Sinocs Lopes
íircsidento - Josué LontollA
Vice-Presidcnte - i^ntonio Caetano Diaa
^
'"'•s .
Ia, Secretaria - Carmolità-.Rí g»
é
• /
2a, Secretaria - Osoa Fernandes
Iß, Tesoureiro^Djanira Pinto de Souza
22, Tesourara - Dolores Iglesia«
Depar^iáento Social - iíc.ria Elisa Pimenta Batista
Depí^rtamento Tccnieo - Lydia de "luciroz Saraba^uy

DIRZTORL'. Aru..Lj
Presidente - Lydia de '^'^ciroz Sambaquy
Vicc-ircsidente - ^».da i.íaria Coíiracy
Ia, Scorctaria - Thaia Caldeira Henrique
2a, Secretaria - lida Centcno de Oliveira
Ia, Tesoureira - Prancisca tóareondes Portugal
2a, Tesoureira - Vícaada Coelho e Silva
Diretor Técnico - Irene do iicneics Doria
Vice-Diretor Tconico - Maria alexandrina do Souza
Diretor Social - Jiavilah Cunha Pinto ícrrcira
Vice-Diretor Social - Liaria de Lourdcs Claro de Oliveira

I Digitalizado
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I Sc a n

�-9-

Dopartariento Fisoal - Ironc dc Menezes Doria, licenciada
Francisea Murcondcs Portugal, liecnoiada
Maria /oitonieta Mesquita Barr os
Ivianocl jAoifo Wandcrlcy c —
iücrcedcs Heis Pequeno

NOMES DOS EX^PRESIDElíTBS Di'. EJTID/vOEí

'

1, Jjuia Simões Lopes, Preaidcnte do Honra, 19i|.9»1951
Josué Montello, 191+9-1951
2, iiugusto May cr, 19?2-195l)3, Edson Nery da Fonseca, 195ÍJ--1956
i|, Edson ilery da Fonseca, 1956-1958
5« i/Iaria iíntonieta liíequião Piedade, 1959^1961
6, Lydia de Queirós Sambaquy, I96I-I963
\ &lt;•

O MiliTDATÖ DA ..TUyjL DIRIÍTORIA TEIMINA Elvi» Sj6t^br^l9^
ajítcÂhv^.

d.n'
11.

6^ ií? —

^^

to

ASSOCI^iÇi^IO COITGREG- BIBLIÜTEGUilüS E PESSOAS INTERESS/.D/.S NOS PROBLEíli-S
DA BIBLIOTECONOMIi.,

PUBLICA "NOTÍCL-S DA ABB", IRREGUL.'.R, 3 POR iJÍQ,

12.

RE;:LIZA SUAS REUITIÕES SEÍI^Í.N/LI^Í&gt;I^^^

QS ASSOCiyj)OS SÃO NOTIFICADOS POR TELEFONE, CIRCIíLiJl üü EDIT/J,.

II+.

I

Ty^'&gt;yi

DÍ&gt; REGISTRO DO ESTATUTO»

25-8-1962.

o
i ata
da modificação do Istatuto»

30"&gt;8-»l;

ó'
I

cm

O DELEGADO JÜIJTC A FEB/^B Êi

16.

1

2

3

tfeiria dc Lourdes Claro de Oliveira,

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I Sc a n
Syst em

NN|III
15

16

17

18

19

20

�tu
.
h

í&gt;
^10.

ASSOClÁÇlO HIOGEiJJm SE DE BIBLIOTSCÍRIOS.

1/. 1/^ - Siglas

Vj.2|/' ENDEEÊÇOi

A.il.B.

Caixa P#stal 2344
Porto i.legre - üio Grande do Sul

t|.5^

DiA'i. DE R.l.D.iÇlü.

Lj 4/

SCjCIÜS FL'tmDCÄES»

^ 5^

QliiüEO SCGliiL.

6/

t;Ei bALIDi^DE CU

16-5-1951
28

|C)

Pi^Cii. 1 í-5SCCIiCjrO.

CFki)

100- mensalidade

CH&lt;í IJX&gt;0,D0 - Anuidade

PiíBJiiKi.

.

Presidente de Eonra - i^ngela da Costa Franc«
Presidente - bully Brodbeck
Vi*e-Presidente - Carl Iierrmann Vieis
Secretário Geral - Lygia Yiamia Barbosa
Primeir« Secretário - 'i^herezinha Brandao
Segundo-becretário - Yacy Damiani Pinto
Primeiro Tesoureiro - Ivan Lindenmeyer
Segundo Tesoureiro - Gladis x^maral
Bibliotecário - lenira Maria Mliller

LIEET&amp;xíI^ i.TUi-Ls
Presidente de honra - *.ngela da Costa Franco
Presidente - **driana .tíoni iicauan, ausente do país
Viee-Presidente - Lourdes Catarina Gregol
Secretário Geral - Lahyr Hubert
Primeiro Secretário - Nice Maria *&gt;.m©rin
Segundo Secretário - Keusa Langel
Primeiro Tesoureiro - Sônia Ramos
Segundo Tesoureiro - Minda Groismann
Bibliotecário - Hilcke Frederica \&lt;eis

NOMLS DCS EX-Pil^SIBEíiTES Li. ENTIjX'-BE;
1. Sully Brodbeck, 1951-195^

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lí

19

20

�\ , ^i^íLí*^ f^voj
- Ji^ ^^
2. Lygia Viarma Barbosa^ 1956-1958

)3 r i
-11-

5» Juliana Viana iiosay alguns meses de 1956
4» L^urdes •rego^^ 1958-1960'
5. i.dda SrUg de Freitas^ I96O-I962
6,J^T±ana i3oni^&lt;^auan^ 1962

""•tZÜBTZi
y. 'jl ^ O IáiÍQ..TC D.- .-TU-L DIi1i;;T0i:i.- Tx.rtim^i^-Lí majç^964

11. .-/^SOCL.Ç-T« COIGfí^GL. xiI31ICT^.'rjCS ü P^8b0-S IETLiL.Sb,-I).-S K)S Pr.OBLILIii-S
II. BIijL10Ti.CCi;ClI-..

12. íl"0 PUBLIC.. BOLi^TIi..

Lj

jO ^

su-s RLUíiiOi^s miS-iioj.a'üi.

14. #3 ..SSOGL-DOS S.T« KtTIi'IG-DCS POR SDIlUi PliBLIC^DO Ei. JO.íN.-Ii«

Cj
L|

//

j}£ r:«GI5Tl;0 DO i.&amp;T..íUTOs

11-5-1955

(A J V - Ül'kima data da modifioação do xjstatutoi
16. O DiijLiLG..DO JUi TO

FüiB-B iís

10-4"'1957

Lourdes Catarina Gregol«

�associação a/.HL.NA DE 3I3LI0TECiJlIüS
- Sigla»

ENDEREÇO»

A.Bq.B,

íoaa Padre Fcijo, 31
Salvador

DATA DE FUiJDAÇAOt

Bahia

ifiu;j

4-rl-

SOCIOS FUNDADORES»

QiUiiDRO soe Iii»

-

1?

6ö

líENS/JLIDiJDE OU AiroiD;j)E PAGA À ASSOCIAÇ4O4 CR$50^ mensais

PRirílIR^'. DIHETüRL.:
^^^osidontc - Bernadette Sinay Neves
Vi«G&gt;i*Pcosidento - Pclisbcla de iíattos Carvalho
/
r
/s
Ia, Secretaria - l&amp;ria Joso das Mcrccs Passoa
/
A
•#
2a, Secretaria - Adalgisa Monit de iiragao
Ia, Tesoureira - Maria líiranda C, Brit«
2a, Tesoureira - Noemia Godinho ~ ^
Ia, Bibliotecária - Wanda /jnoriin de Alencar
2a, Bibliotecária - Luisa Koeha de Vasconeclos
ConselheirosI Isaias /J.ves, Clr.riec Machado Freitas, üalva Matos, Jo£i»
Ignacio do Mendonça, Oswald o Inibas sahy da Silva, iignoll»
Carvalho Brito

DIREToRL'i ATUAL f
Presidente - Noreth Calmon Cerqueira Ribeiro
Viee-Presidente • Lucia Mattos
Ia, Secretária - Maria Bernadete ijnaral
'2e., Secretaria - lí&amp;xria Nelcy Mendonça Leal
Ia, tesoureira - Lindaura Albcji Corujeira
2a. Tesoureira - Liaria Miranda Carvalho Brito
Ia, Bibliotecária - kilta de itxevedo Santos
2a, Bibliotecária - Isabel Ivíarqucs Chagas de Araújo

\

Dcpjartament^ Social - l^oernia Codi^o, feriai^ Tercea Meli» e Sonik Maria O.SaVto
Conselho Fisocil - Irac3'^, 3orgos Falcão, Jacyta Bandeirla AlvarcB q &lt;Jia Eirada \
'

Silvai

\

1

^

^

Oensclheiros^^ - Dr, iJLbcmoo Fraga ^ilho, Dei^ldo Souza'^ Ito.rinha íiaidrndc,
Mariedkth Dias Tòvares o L^ria «Justii^Q Souxa
I
\
^
1
I
\
1
'

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16

17

lí

�Departamento de Cultura - Dcnisc Tavares, ^smcrajda ^^ragão c Gilda Piros
Ferreira,
Departamento Tcorj.i'co

- ^ria Stella Pita Leite, Vera Calasaas Rodrl •
gupfi e Oswaldo Imbassahy da Silva,

^ ^

IK)IíES DOS EX-PRESIDENTES Da\ ENTIDiJ)Ei
1* Bernadcte Sinny Noves
2, Dcnisc Tavares

.

.

^ ) 1 SO
,

,

3, Esmeralda karia do /j-agao

/"? «T ^^
/*? r
^
^
»
r i j n
r/
-

k, Noreth Calnon,^^ Cerqueira Ribeiro^

o M/'JiDi.TO DA iiTU;i DIRETüRI.. TERI JNá EMi

11,

22-11-1961+

A i.SSOCIi.çr-0 COlíGREGA BlBLIüTEC/JilOS E PESSQ.S INTERESS.-D..S NOS PROBLEtii.ô
Dl-. BIBLIOTECONOMIA.

12,

(»V14,

NÍ!O PU;i.ICi. BOLETIM.

RELLIZI* SÜLS REUNIÕES TRIHESTiO.Li.íElITE.
*
os ASSOCIADOS SlO NOTIPICiJ)OS POR Ci.RTA CIRCULJl,
I
DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO»

21-9^1962
/

^ Ij

l6,

última data da modificação do Estatuto*

O DELEGÍJ30 JUNTO L FEBi^ Éx
Suplcntoi

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12

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i'^algisa MÕnit do Aragão

Daria Hattos^do Rio,

I Digitalizado
-gentilmente por:

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:*SSOCL.ÇuÜ P..ItJí..EííSE DE BIBLIOTEC.JÍIÜS,
- SiglaI

EMDERÊÇOí

ii.Pa.B

Biblioteca Publica do Parana
Curitiba

-

Parana
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a-TA DE FUm.ÇÃO»

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SÓCIOS FUNDiJDORES:

QiUiJ)RO SOCIiXt
,

19-12-1952

19

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7.

50/0 O
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IffiNS^'ilDADE OU iViíUIDiJ)E PAÖA A ASSüCIAQÍIOj

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PRIIiSIPu. DIKETORI..J
Presidente - liaria MHdcr Gonçalves
Vicc-ft:csidcntc - i/laria Jose Theresa do ianorim
Ia, Secretária - Iviaria dc Lourdeo Tavares
2a, Secretária - Nancy VVcstphalcn Corrcíi
Ia, Tesoureira - Ruth Feige
2a, Tesoureira - Gterraana Moreira

8.

DIRET:)RL. ATüj.Lj
Presidente » Germana l-ioreira
Vi(ic-Prosidontc - Maria das Neves Canelas dc Oliveira
Ia, Secretária - Ivaylda da Gosto. GawAcro
2a, Secretária - ajatonia Leiva dc Castro Morais
Ia, Tesoureira - Rosa Kolody
2a, Tesoureira - Luisa Santos Lima

HO-ÍES DOS EX-PRESIDEIíTES DA El'ÍTID..DEi
1, Maria líHíér
2, Eneida Mello

Gonçalves .
.

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5, Ruy iiTmando Sabine dos Santos
Marcclina Dantas
5, Germana Moreira

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L .'.SSOCL.Çila CONGIÍEG/. BI.'LIÜliiGiJilOS E FESSüAS INTEOSSSADu^S NOfi PROBLE.
Mi'iS DA BIBLIOTECONOMLL,

12,

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REjXIZí. suas reuniões ^lENSiiLMENIE.

1Í4.

4-^

l6,

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KAO PüBLIQi'. Bl,'LETII.4.

1

OS i;SSOCI/JX)S slo NOTIFICyjDOS VEEJ3/JLiiEííTE,

rUJA DláREGISTRO DO ESIi.TUTO»
(.

o DÈLEGí.DO JUIJTO i* PEBÍJB éi

2

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6

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Mareolina Ucintas

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
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20

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.iSSÜCI..Çi.O DOS BIBLIuTECaRIOS I;JJinCIP..IS DE S^'^O Pi.ULO,
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- Sigla:

L. 3.1:. S, P,

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ENDEREÇO:

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Di.TA DE FUHD-.çIOt

1^ i^l6í
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Rua da Con^ol.açao, 9h
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Sr. o Paule •
Sa o íai
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11-12-1956

SÓCIOS FUHD/vDÚliES:

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QUADRO SOCLL:

Í4O

^

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lffi:TS.-LID;-DE OU A1TUID.-DE PIG..

J

ASSOCIAÇÃO» QR$l^O(X_/)Q anual
500»00 seiii»a^re

7^

PRILEIR.. DIRL'TÜRL.1
Presidente • Noonia Lcntine

✓
Vieo»Presiàcnto • Rodolpho iiocha »^unior
Ia, Secretaria •• ^..na dc --scvedo ^i-ntuncs
2a, Secretária w Consucilo. iviaria Vercesi
Ia, lesoureira -&gt; i'^aria Nazareth de Costero Penna
2a, Tesoureira «• Iiuth von ückel Diem

8.

DIRETOKIi. ATUAL:
Presidente » Philomena So^catclli
Vicc-Prcsidente • Augusta 4, Sobiral Gustavo
Primeira Secretária

Ruth Von Ockel Diem

Segunda Secretaria • Leila Rahal
Primeira Tesoureira - Rose Edith F, Gharmillot
Segunda Tesoureira - Jüaria Helena G, Costa e Silva

MOI&lt;:.ES DOS EK-PRESinE"íTES D.. ExÍTIDíJOEx
1 - Noemia Lcntino ,

.

•

•

.

2 - Líiura Garcia koreno Russo
3 »• ^-fra de Lima

,

.

ij. - Philoiíicna Boccatclli

^

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...
. ,

•

.

[xíiTORL. TERlJlJi. Eä|.
o l:Z'm..TO Dx. i.TU.X DIx

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I Sc a n

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11,

A j.SSOGi;.ÇÃO CONGREGA BIBLIÜTECiUÍIOS E PESSO..S INTERE3o..DAS NOS PuO .
BLRi.'ü.S Du. BIBLIOTEGÜ;.ÍOLIa.

12.

NiiO PüSLICj. boletim.

REivLIZA SUaS reuniões ESPüRÀDIG/jj,EÍ'TB^

l4,

os ASSOCIADOS SÃ'.) NÜTIFIC..DOS POR ..VISOS FDú.DÜS NOS RELOGIOS PONTO
D.. BIBLIOTEG;. MUNICIF^.L li^UíIO DE .xiíDR..DE, BI ilOTEC^i liíFx.iíICUJUVE m
NIL E POR TELEFONE OS BIBLIOTECÁRIOS DE BAIRROS,

i l/ iV.

QÍ-TA DE REGISTRO DO ESTaTüTOi

W'

,

l6,

cm

1

o DELEGiJK) JUNTO

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FEBj.B Ét

25-6-0.9^
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^oigusta Sobral Gustavo

I Digitalizado
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�ASSOCI..ÇÃO DE BIBLIOTECÁRIOS DO P/.ItxNÁ
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27

í:vX - Siglas

MIDEREÇOí

A.B.Pr,

Du'.TA DE Füiro-.ÇiTO:

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-

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SÓCIOS FUlIDi.DOlíES;

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7,

CiULDRO SOCIAL:

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Parana

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12-6-1959
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Jidií^i-o
Curitiba

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MEMSi'^LIDiJDE OU jíIIUIDíJDE Pj^Gí» ü. iiSSüCLi-ÇAOt

CR$5P*0Ó mensais

PRIMEIRi. DIRETOlíLVi
Presidente - liaria Mäder Gonçalves
Vice-Presidente - Flavia Rubens Accioli*Prado
Ia, Secretaria - Maria Jose Thereza de /ijnorim
2a, Secretaria - I/Iaria de Lourdes Barbosa Borba
Ia, Tesoureira - Clio Petterle
2a, Tesoureira - liaria Dorothea Barbosa

8,

DIRETORIA ATÜÜL:
Presidente - Liaria Dorothea Barbosa
Vicc-Presidente - Sarah Guimaraes Costa
lá. Secretaria - Ivlaria Thoreza Laceirda Feijo
2a, Secretaria - Norma Stenzel
A
Ia, Tesoureira - Nancy Westphalen Corrêa
2g, Tesoureira - ííaria Leonice Lucchesi

Q (^,

NOMES DOS EX-PRESIDÍITES D/. EiTTIDi.íÓE:
Maria ^líSder Gonçalves,

í.T¥-

0 MANDATO

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ATUilL DIRETO ;L. TEIÍHIN.. EMi

11.

L ASSOCIAÇÃO CONGFtEG*. SÒkMTE BI JLIOTECÍIRIOS F0R1^J^.D0S,

12,

N.'IO PUBLICA BOLETIM

I

RE.-LIZA SUa.S REUNIÕES QU.-NDO SE FAZ NECESSÁRIO,

li|,

OS ..SSOCIiJDOS SÃO NüTIFICx.DOS VERB^.UjENTE,

DATA DE REGISTRO DO ESTí.TÜTOS
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12

IÍ+-8-I962

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1.

ASSCX;iAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS DE MINAS GEEAIS
1.1 - Siglas

2.

ENDEKÊÇO;

ABMG

'

Av. Contorno, 9945

.
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Caixa Postal, 1277
Belo Horizonte

-

Minas Gerais

5.

DATA DE FUNDAÇÃO:

4.

SÓCIOS FUNDADORESí

5.

QUADRO SOCIilLs

6.

MENSALID/iIÍES OU ANUIDADES PAGA l ASSOCIAÇÃO»

7.

9-6-1960
4I

67
CR$50,00 - mensalidade

^ PRIMEIRA DIRETORIA;
/^^s^^Presidente de honra - Dr» Antonio Canilo de i'aria Alvim
Presidente

-

Elizabeth Vorcaro Horta

Viçe-Presidente
^

8.

-

Etelvina Lima

Ia. Secretária

-

Heloisa fiaria Sohimiàt de Andrade

2a, Secretária

-

Maria Helena Lima

Ia. Tesoureira

-

Dáyse Paixão Lucas

Tesoureira

-

»
Lucia Maria Dinig Pereira

DIRETORIA ATUAL
Presidente

-

"

Elton Eugênio Volpini

Vice-Presidente

9.

-

■

'
' '

Annaiz Maria Pereira Vial

1® Secretário

-

Decio Pereira de Vasconcelos

2® Secretário

-

Vera Maria C, N, da Rocha

12 Tasoxrreiro

-

Louveralda Assunção da Fonseca

2° Tesoureiro

-

Cleyde Marly Neves

-

NOMES DOS EX-PRESIDENTES DA ENTIDADE:
- Elizabeth Vorcaro Horta
Annaiz Maria Pereira Vial

10.

2

O MANaiTO DA ATUAL DIRETOR K TERMINA EM 18-7-1965

3

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A iiSS0QI..Ç.-.0 GOlíGliEGi. JI:íLIüTEC;J.íIOS,

_20-

12.

Ni.O PUBLICA JMLSTIk,

13.

REx'vLIZÄ HEUlíIüES DE DlifflTO.ilA I"iENSixLi'JiiíTE E GEPu^L '^U.ãlDO I«:GESatriIi\S,

14,

OS ASS0CLJ30S E DliiETOiai- SÃO NOTIFICADOS POR CIRCUL&lt;UIES

15,

DATA DE REGISTRO DO EST..1¥T0:

16»

O DELEGADO JUIITO A FEii.3 Ei

5^9-1960

iiaria Lar'bh.a Carvalho»

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
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1,

ASSOCIAÇAO DOS BIBLIOTECÁRIOS DO DISTRITO FEDERjí,
1,1 •• Siglãi

2.

3,

ENDEREÇO»

. 6.

7,

C'
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A.B.D.F,

SQ 30i+, Blooo 2, Apto. 306
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.
Brasilia - Distrito Federal

DATA DE FUHD..ÇÃOt

QU;j)RO SOCLÍ-Lj

^

*

16-9-1962

áôcios FUHD.-DORES» '23

5,

.

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28

MElíSi'.LID.lDE OU ANUIDí^DE PAGA À aSSüCIAÇÃ0&lt;

CR$ 2,5€I0,*0 íinual

' PRIfcEIR^'x E ATü.i DIRETORLl»
Presidente - Adelia Leite Coelho
Vice-Presideate - Branca T, Rabello
^
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Ia, Secretaria - lífyrian Gurjao Mello
2a, Secretária - Maria Luiza Varella
Ia, Tesotireir-a - Hilia Soares Teixeira
2a, Tesoureira - Maria Ivonete de Faria Cunha
Diretora Técnica - Doris do Queiroz Carvalho

,

Diretora Social - Maria Eliza de ^..breu Nogueira

■ '

w

Conselho Deliberativo - Edson Nery da Fonseca, Lais Boa Morte, Elza Fontoura^
Zilah Hotinha e Lilian Thome ^Jidrade,
Suplentes - Carraolita Corrêa Hönning, Jeanette de Albuquerque, Maria Helena
,

• '

do

^xlneida Poreira, Maria de Lourdos Dantas e Isabel

Teixeira Osório.

8,

O I.;.'.ííDu.TO Di'. ATUAL DIRETORIa TERI-iIN:. Elíi

18-9-1964

9,

A aSSOCIaÇ-O CuUrrREG.- BIBLIOTECÁRIOS E PESSO..S IlTTEÍdSSS..DAS MOS PR^jBLEMí.S DA
BIBLIOTECÜNOHI..,

cm

IO-,

NÜO PUBLIC.. BOLETIM,

11,

REí-LIZJ: SU..S REUNIÕES LíENS..U;Ei.íTE,'

12,

OS Í-SSÜCL.DOS Sj!0 NOTH'ICaDÜS POR TELEFONE.

13,

DATA DE REGISTRO DO EST..rUTOi

1

,

2-10-1962

Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan

'

.

'

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1.

Ar.SOClÁÇÍo BAlANA" DOS BACHARÉIS EM BIBLIOTiiCONOMIA
1.1 - Sigla:

2.

END.íIíjSçO;

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-2P-

A,B.B.B,

Avenida Araújo Pinho, 22
Salvador - Bahia

3#

DATA DE FUNDAÇÃO; 20-10-1962

4,

SÓCIOS FUNDADORES; 58

5.

QUADRO SOCIAL; 58

6.

MENSALIDADE OU ANUIDADE PAGA X ASSOCIAÇÃO: CRfp 100^^ mení^aif?

7.

PRIMEIRA E ATUAL DIRETORIA:
Presidente - Eurydice Pirea de Sant'Anaa
Yice-Presidente - Maria Stela Santos Pite L«ite
Ia» Secretária - Gildete Barros Tiburcio
2a. Secretária - Margarida Pinto "(íliveira
Ia, Tesoureira - Dinorá Mendonça Luna
2a, Tesoureira - Nilza Medrado Vaz Santos Cabral

-

Bibliotecária - Alzira Conceição de Oliveira

8.

O MANDATO DA ATUAL DIRETORIA TERMINA EM: outubro de 1965

9.

A ASSOCIAÇÃO CONGR.ilGA BIBLIOTECÁRIOS E PESSOAS INTERESSADAS
NOS PROBLEMAS DA BIBLIOTECONOMIA, PARA FINS DE INTERCÂMBIO.

10.

O BOLETIM ESTÁ EM ELABORAÇÃO,

11,

OS ASSOCIADOS SÃO NOTIFICADOS PAI1A A3 REUNIÕES ATRAVÉS DE
CIRCULARES.

.

12.

DATA DU Rl-^GISTRO DO ESTATUTO; 23-ll~lC!62

13^

O DELEGADO JUNTO À FEBAB S; Felisbela Liberato do Mattoe C«rvaiho

�Up
1.

i.SSOCIi-Ç..O CiliPIvIEIIL. DE 3I3LI0riC.-RIÜS,
1,1 - Siglsv»

2,

ElíDEREÇOi

Rua. Liarcohal De od oro, 1099

DATA DE FUND..ÇÍl0t

6,

QU.'.DRO SOCLxLi

"

,

I962

SÓCIOS FüNDi.DORESi

5,

-23^

A.C. 3,

Campinas - S~o Paulo

5»

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.I«ÍENS;.LID..DE OU .JIUia.DE P.xG:. ,1 .i.SSOCL.Ç.\Qi ..nuidadoj CR$2,1+00,ÍX)
Mensalidade# aEí?200^-0§

7,

PRIJáEIRi. E U.TÜ..L DliíSToRI..;
fresidcnte « laorcodos dc Jesus Thome Fortl
Vice-Presidcnte - Muria ii-ntonia Ribas PinJcc
*
Ia, Sccrctaria - Luoilf, Pereira Liartins Gomes

■

.

'

2a. Secretaria - ijia Lucia i.^ia Bonat»
Ia, Tesoureira - Maria do Carmo Cagtro
2a, Tesoureira - u&gt;.pparccida Bonavitf- Soares
ê
'
Biblioteearia - Cecilia Passolo lamarino

cm

•

.

8,

O luiUfDATO Dii jULÍ DIRETORL» TERIvíIíL. EMi na 2a, quinzena de noveíibiyi de 196i|,

9,

P'
,
L ASSOCL.çro CONGllSG.. 3I3LI0TEc'íaGS E PBSSO..S IlJTE:íESSi.a.S NOS PROBLEJt.S DA
t,
BIBLIOTECOWÜMIi.,
'
'

10,

NaO PUBLICi. BOLETIM,

11,

REiXIZA Sü'AS REU1IIÕE5 I.íElíS.il&lt;if.iTE,

12,

\
OS ASSOCL.DOS sZo NOTIFICv.DOS POR TELEÍONE.

13,

Di-TA DE REGISTRO DO ESTi^TüTOt

12

3

5

6

.

*

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Esta cm processo.

I Digitalizado
-gentilmente por:

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20

�COMISSÕES DA FEMB

-?5-

Estão em funcionamento ativo a COMISSÃO DE DEFESA
que empreende em todo o país a campanha de valorização da

PROFISSIONAI»
profissão

bi-

bliotecária; a COMISSÃO BRASILEIRA DE CATALOGAÇÃO cue congrega biblioteca
rios de todas as Escolas de biblioteconomia e qua visa contribuir

para a

COMISSÃO INTERNACIONAL DE PRINCÍPIOS DE CATALOGAÇÃO, da IFLA, com as
tradas de Nomes e Entidades brasileiras e portuguesas, para

en-

os Catálogos

de todo o mundo.

Estamos trabalhando a fim/de ativar uiaa Comissão, que também es
tá filiada à IFLA e que se denomina: COMISSÃO DF! CONSTRUÇÃO E

EQUIPAMEN-

TOS DE BIBLIOTECAS.

orientação

Procura-se com isto fundar um centro de

a bibliotofiários e engenheiros de todo o Brasil, a fim do que não se prossiga na política de construir bibliotecas que não oferecem o

mínimo

de

conforto e funcionalidade.

SOCIOS BENEMÉRITOS

são sócios beneméritos da FEBAB, os DEPUTABOS ROG.Ê FERREIRA, au
tor do projeto de Regulamentação Profissional; o DEPUTADO

ALMINO

AFONSO

qu» prestigiou na Camara e conseguiu a sanção, sem veto, da

Lei 4084/62;

o SENADOR AURÉLIO VIANNA rue de^arruivou o Projeto 4770/58,

pondo-o

em

trânsito na Cãiaara e pugnando por sua aprovação final.

000

cm

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lí

�FijDBRAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES PB BIBLIOTECÁRIOS
(FEBAB)
E_STATUTO_
CAPITULO I

TITULO. FINALIDADE. SEDE E ORGAHIZACXO

A Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (feBAB),
fundada em 26-7-1959» por ocasiao do 2® Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação, com sede em Seo Paulo, é uma sociedade civil, sem finalidades lucrativas, que congrega as Associações profissionais da espécie em todo território nacional,
são finalidades da Federação:
a) congregar as Associações
Bibliotecárias do País,para. o objetivo de defesa da classe, sob os
pontos de vista técnico, cultural, social e economico; b) contri
buir para a solução dos problemas atinentes à classe,
quer regionais ou nacionais; cj prestar toda assistência possível as as
sociações filiadas,
"
Parágrafo único - Para consecução desses objetivos, a FEBAB utilizar-se-á dos meios que se mostrarem indicados, inclusive a cooperação com
Instituições
congeneres e eventual filiação às de âmbito in
ternacional.
"
A FEBAB é uma Federação. As Associações de Bibliotecários
dos
Municípios, dos Estados, Territórios e da Capital da República
sao suas unidades federadas.
são orgãos dirigentes da FEBAB: a Assembléia dos Delegados, a Di
retoria e as Comissões Permanentes,
~
CAPITULO II
DAS ASSOCIAÇÕES FEDERADAS
A Federação constitui-se de todas as Associações de
Bibliotecários, que representam os seus associados dos Municípios, Est^idos, Territórios e do Distrito Federal.
são requisitos para o reconhecimento e permanencia das
Associações de Bibliotecários Municipais, Estaduais, Territoriais ou
da Capital da República como unidade federada da FEBAB; a) pos*
suir personalidade jurídica; b) ser regida por estatuto na forma
da lei; c) cumprir e fazer cumprir as obrigações previstas neste
Estatuto,

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lí

�-27Art,

7

-

As Associações Federadas conservam sua autonomia administrativa
e economica.
Obrigam-se entretanto; a) prestigiar todas as iniciativas e resoluções tomadas pelo órgão supremo da FEBABjb) man
ter a FEBAB informada de todas as iniciativas © resoluções tomadas no âmbito regional pelos seus respectivos órgãos dirigentes;
c) comunicar à FEBAB nualquer alteração de seus cuadros sociais;
d) contribuir anualmente,para os cofres da FEBAB,
com a importância que fôr determinada pela Assembléia dos Delegados; e) ado
tar e utilizar em todos os seus impressos e cartazes a expressão
"Filiada à FEBAB".

Art.

8

-

As Associações filiadas poderão ter as seguintes categorias: fun
dadoras, efetivas, correspondente», honorárias © beneméritas.
Parágrafo único - Sao consideradas fundadoras todas as associações que colaboraram para a fundaçao da FEBAB,
até o registro do presente Estatuto.
Bibliote-

9

-

Serão consideradas efetivas todas as Associações de
cários que se filiarem à FEBAB após a sua formaçao.

Art, 10

-

Serão consideradas correspondentes, as Associações de
Bibliotecários de outros países,admitidas mediante proposta da Diretoria da FEBAB ou de qualquer das entidades federadas,
aprovada
pela Assembléia dos Delegados.

Art,

Serão consideradas honorárias, as Associações que por decisão,
pelo menos de dois terços da Assembléia dos Delegados, hajam con
tribuido, de algum modo, para maior progresso da FEBAB,

Art, 11

Art. 12

-

Serão agraciadas com título de benemeritas as Associaçoes
que
tenham prestado serviços de relevancia à FEBAB, desde que aceitas por decisão, pelo menos de dois terços, da Assembléia dos De
legados.
Parágrafo único - Podorao ser dados, extraordinariamente» a personalidades brasileiras ou estrangeiras os títulos de sócios honorários ou beneméritos, a
critério de pelo menos dois terços da Assembléia dos Delogados, por indicação da Diretoria ou de qualcuer Associaçao filiada.
CAPÍTULO III
DOS

Órgãos

dirigentes

A - DA assembléia DOS DELEGADOS

cm

1

Art» 13

-

A Assembléia dos Delegados é o orgão supremo da FEBAB nos limites da Lei e deste Estatuto, com poderes para resolver todos os
assuntos e decidir sobre todos os atos sociais.

Art. 14

-

A Assembléia dos Delegados é constituída por um representante de
cada Associação Federada,

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�Parágrafo

-28- - Os sócios das Associaçoes Federadas elegerão, por
voto direto e secreto, o Delegado nue as represen
,
tarao.
•
^

Parágrafo '2 2 - Havendo vaga ou impedimento no decorrer do mandato, assumirão os Suplentes,
Art, 15

• ,

As Associações Federadas estabelecerão as normas gerais e
os
princípios de elegibilidade para as eleições dos respectivos Dele
gados,
V

Art, 16

-

A Assembléia dos Delegados reunir-se-á, an'jalmente,em data e local determinados na reunião anterior,

Art, 17

-

A Assembléia dos Delegados reunir-se-á,extraordinariamente, ru'jn
do se fizer necessário, convocada pela Diretoria d''. FEBAB ou por
manifestação expressa de dois terços dos seus membroy.
Parágrafo 12 - A convocação extraordinária será feita pelo Presi
dente ou seu substituto legal às Diretorias das
Associações Federadas, mencionando data, local e
assunto da reunião, com prazo de 60 dias,salvo ca
sos de urgência,quando poderá ser feita no prazo
de 10 dias.

'

Parágrafo 2® - A Assembléia dos Delegados '^oderá, por aprovação
de pelo menos de dois terços dos presentes, deliberar sobre outros assuntos.
Art, 18

-

A Assembléia'dos Delegados terá um Regimento para a sua organiza
ção interna e funcionamento.

Art, 1«

-

Compete privativamente à Assç.-nbléia dos Delegados: a) promover a
tomada de contas da Diretoria da FEBAB; b) votar os orçamentos;
c) fixar a contribuição a que se refere ò Art, 7; d) emendar ou
reformar o Estatuto ou resolver matéria não prevista no mesmo;
e) determinar, através de resoluções, a orientaçao a ser seguida
pela FEBAB, relativamente às iniciativas que interessem à classe
bibliotecária.

Art, 20

-

As resoluções da Assembléia dos Delegados serão tomadas pelo voto majoritário, presente a maioria dos seus Delegados.
Parágrafo único - O nuorum para abertura das sessões será de dois
i
terços dos membros,
B - DA DIRETORIA

Art, 21

-

*A Diretoria é o orgão executivo da FEBAB é compõe-se de;- Presidente, Vice—Presidente, Secretário Geral, l^ e 2^
Secretáricfs,
19 e 22 Tesoureiros e Bibliotecário,

Art. 22

-

A Diretoria será eleita pelo voto direto e secreto da Assembléia
dos Delegados, tomará posse perante a mesma e exercerá o mandato
por dois anos.

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�-29Ar-t«. .2^

JL-COQdição de elegi bllif^t^dB.-&gt;r&gt;ara ~õli~^T-g«^_dP^Secretáric3G:Êxa_L^.
12 S&amp;&lt;?retaT'i'ir7
Tesoureiro e Bibliotecário resiS^-^TTãr sede da
F.EBAB enquanto durar seu mandato.

Art. 24

-

são atribuições do Presidente; a) representar a FEBAB etn jui?:o e
fora deles; b) presidir as reuniões da Diretoria; c) administrar
o patrimonio da FEBABj d) dar execução às resoluções da Apsembléia dos.Delegados; e) escolher o consultor jurídico r constituir advogado? da FEBAB; f) adquirir ou alienar bens imóveis e
dar em garantia hipoteca'ria bens do patrimonio da FEBAB,
auando
autorizado pela Assembléia dos Delegados; g) apresentar relató'^
rio circunstanciado de todas as atividades da FEBAB; h"* visitar
as Associações Federadas, pessoalmente ou por seu substituto legal, pelo menos 'uma vez no seu mandato,
para o que disporá de
verba. necessária; i) tom::.r providencias de carater administrati-,
vo previstas neste Estatuto; j) compárecer à Assembléia dos Delegados, onde, sempre que necessário, dará sua opinião nas dúvidas suscitadas.
,
Parágrafo único - Ao 1^ Vice-President.e compete,respectivamente,
substituir o Presidente nos saus impedimentos
e sucede-lo na vaga, caso seja necessário, até
o fim do mandato.

Art. 25

-

Ao Secretário Geral compete: a) secretariar as reuniões da Assem
bléia dos Delegados; b) dirigir todos os.serviços de secretaria;
c) admitir ou dispensar funcionários; d) organizar o Boletim Informativo da FEBAB; e; exercer outras atividades inerentes ao car
go, ou quo lhe venhaai a ser atribuídas,
4
Parágrafo 1® - Compete ao 1® Secretário auxiliar o Secretário Ge
ral e substituí-lo nos seus impedimentos.
I
Parágrafo 2® - Compete ao 2- Secret4r,io auxiliar o 1® Secretário
e substituí-lo nos seus impedimentos,

Art. 26

-

Compete ao 1^ Tesoureiro; a) adrainistrat o patrimonio e rendas
da FEBAB, sob supervisão e fiscalização da Comissão de Finanças;
b) fazer as despesas autorizadas pelo Presidente ou pela
Comissão de Finanças; c) fiscalizar a contabilidade; d) organizar e
manter em dia o quadro dos auxiliares da FEBAB; e) apresentar re
latório e balanço anual da tesouraria; f) exercer outras atividades peculiares'ao cargo, quje lhe venham a ser atribuídas.
Parágrafo único - Compete ao 2^ Tesoureiro auxiliar o 1® Tesoureiro e substituí-lo em seus impedimentos.

Art, 27

-

Compete ao Bibliotecário: a) adquirir ou sugerir por compra ou
doação as*obras que interessem à Biblioteca da FEBAB; b) dirigir
a Biblioteca; c) responder a quesitos atinentes a seu cargo e de
interesse das Filiadas»

�C

-

COMISSÕES PERMANENTES

-^O-

Art, 28

•-

As Comissões Permanentes, orgaos auxiliares da Diretoria, denomi
nam-se: - Comissão de Defesa Profissional, Comissão de Finanças,
Comissões Técnicas, Comissão de Ensino Biblioteconomico.

Art. 29

^

Cada Comissão será constituida de quatro membros eleitos pela As
sembléia dos Delegados, dentre os sócios efetivos das Associações Federadas»

Art, 30

-

As Comissões funcionarão independentemente da reunião
conjunta
de seus membros, correspondendo-se entre si, diretamente ou atra
vés da Secretaria da FEBAB.
*
Parágrafo único - Hávendo necessidade de solução para problemas
de interesse premente, a juízo do Presidente
da FEBAB, este poderá convocar os componentes
■ de qualquer Comissão, notificando-os dos motivos, data e lócal de reunião, com antecedencia
de 15 dias.

Art. 31

-

A distribuição das tarefas atribuidas às várias Comissões,
feita pela Diretoria da FEBAB,

será

Parágrafo único - As Comissoes deverão enviar a Secretaria Geral
da FEBAB, todo material referente às suas reuniões,
Art# 32

-

Comçete à Comissão de Defesa Profissional a defesa dos justos in
teresses profissionais dos bibliotecários,

Art, 33

-

Compete à Comissão de Finanças a_orientação de todos os assuntos
fin-anceiros da FEBAB, inclusive a, formação e preservação do
seu
patrimonio,

Art, 34

-

Compete às Comissões Técnicas a organização e manutenção do movi
mento técnico-cultural da FEBAB, assim como a organizaçao de con
gressos, prêmios, cursos, bolsas de estudo etc»
.
*

Art. 35

-

Compete à Comissão de Ensino Biblioteconomico estudar e sugerir
medidas, visando o aperfeiçoamento do ensino da biblioteponomia
no Brasil,
CAPITULO ^
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 36

-

A receita da FEBAB cônstituir-se-á de contribuições das^Associações Federadas, pagas por semestre,
A contribuição será arbitra
da pela Assembléia dos Delegados, anualmente.
Parágrafo único - As Associaçoes Federadas que nao estiverem cui
tes com a Tesouraria da FEBAB,relativamente ao
exercício anterior, não terão direito a voto
nas Assembléias dos Delegados.

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20

�-•51Art, 37

•

Todas as eleições proeessar-se-ao através ão voto secreto, admitindo-sT© voto por procuração.

Art, 38

-

S vedado a Diretoria da FEBAB tomar parte em manifestações poli—
tieo-partidárias ou religiosais.

Art, 39

-

Äste Estatuto só poderá sei emendado ou reformado pelo voto de
dois terços da Assembléia dos Delegados especialmente convocada,
e, em cuja ordem do dia, figure o assunto, comunicado com antecedencia de pelo menos 60 dias,

Art.

-

Em caso de se dissolver a FEBAB, a Assembléia doe Delegados
solverá sobre o destino a ser dado a seus bens.

40

re-

Curitiba, 11 de janeiro de 1961

REGIMENTO

DA

ASSEMBLiSlA

DOS

DELEGADOS

CAPÍTULO I
DA

Art»

1°

•

INSTALAÇÃO

Na primeira reunião de cada legislatura reunir-se-ão os Delega-»
dos das Associações Federadas em dia e lugar determinados pela
última reunião da legislatura anterior (Art°, 16, Estatuto),
5 1° Assumirá a direção dos trabalhos, o Presidente da FEBAB e
em seu impedimento o vice-Presidente, fazendo
parte
da
Mesa o Secretário fteral e o 1® Secretário.

Art,

2c

—

Verificadas as credenciais dos Delegados e havendo pelo menos 2
terços dos membros, o Presidente declarará aberta a sessão»

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�CA|&gt;:tTULO, , i;
DOS

SUPLENTES

Os Oelegados titulares podem ser »ubstituidoa pelos
eleitos pela mesma Assoeiaçao Federada,

Suplentes

5 1Ö - Para este fim o Delegado titular ofieiará à Diretoria da
FEBAB, comunicando o seu afastamento« A Diretoria convocará imediatamente o Suplente,
5 22 - Ao reassumir, o Delegado titular, eemunicará à Diretoria
da FEBAB sua resolução, ficando o Suplente afastado.
Terão Suplentes apenas aqueles Delegados cuja ausência,
temporária ou definitiva, for comunicada à Presidencia da FjüBAU.
CAPÍTULO

III

DAS COMISSÕES
Haverá quatro Comissões Permanentes, compostas no mínimo de quatro membros, eleitos pelos Delegados e empossados pele Presidente da FEBAB.
5 1® - Poderão ser criadas outras Comissões especiais, pela própria Assembléia e por proposta de rualíiuer Delegado,
se
aprovada em plenário,
* 2^ - As Comissões estudarão as proposições a elas dif?tribuidas pela Presidenoia, apresentando relato'rio a ser discutido em plenário,
^3° - As Comissões reunir-se-ão todas as vezes aue se firer necessário, por proposição da maioria de seus membroí^, «pre
sentando relatório à Diretoria da FEBAB,
CAPÍ|ULO
DAS

IV

SESSgES

O tempo de duração das reuniões da Assembléia dos Delegado.*! ser«,
no máximo, de 3 dias.
Cada sessão constará de expediente, com duração máxima de 45 minutos e de Ordem do dia, com duração máxima de 1'50 minutos (duaa
horas e meia).
g- único - Terminada uma sessão, o Presidente convocará os Dele«.
gados para a sessão seguinte, determinando a hora do
seu início, "ad referendum" do plenário.

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lí

�CAPITULO

V

-■53-

DO USO DA PALAVRA
Càda Delegado "terá direito a palavra para discutir qualquer pro
posição, pelo prazo de 5 minutos.
Nenhum Delegado poderá ^usar
da palavra pela segunda vez para discutir a mesma proposição.
V único - Poderá o Delegado, no entanto, usar novamente da palavra se esta for solicitada por um dos Delegados pre
sentes, que ainda não houver falado sobre o assunto
em discussão, e cedida especialmente a eles.
Os apartes, só serão permitidos depois de solicitados e concedidos, não se admitindo diálogos.
' Terminada a leitura do expediente e não havendo esgotado o tempo
a este dedicado, o Presidente concederá a palavra porlO minutos, no máximo, a qualruer Delegado que dela queira fazer uso.
CAPITULO

VI

"

•

• ,

■

DISPOSIÇÕES GERAIS
As questões de ordem serão resolvidas pela Mesa.
Quando a oues
tão do ordem suscitada não for prevista no Estatuto e neste Re-'
gimento, o Presidente, por analogia, aplicara as
dieposiQoes
usadas nas AsseAbléia? Legislativas do País,
ouvido o plenário,
Quando forem tumultuados os trabalhos, de modo_^a impedir o seu
prosseguimento,- o Presidente suspenderá a sessão por 10 minuto^
r&lt;yabrindo-a findo este prazo.
Não nendo possivel ambiente p^.ra
trabalho, depois de reaberta a sessão, o Presidente encerra-laá definitivamente e convocará os Delegados para a sessão
seguinte.
'
A reforma do Estatuto, para que possa ser objeto de
deliberação, deverá ser proposta com antecedencia de 60 dias,
para
que a Secretaria da Federação possa tornar ciente de seus termos todas as Associações Federadas.

Curitiba, 11 de janeiro de 196I

Os Estatutos da FEBAB foram registrados em São Paulo,
I0 Ofício de Registro de Títulos e Documentos,Livro A, nei3,
ns de ordem 7.712í publicado no Diário Oficial do Estado, em
5-7-61, pg. 22.■

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19

�COHSIDÜRACÕES

.3 4-

Fazendo uJH retrospecto dos trabalhos realizados, desde 195®,para
que todo o bibliotecário possa aquilatar o quanto a classe lucrou com
a
atividade associativa,rolacionamos alguns dados elucidativos:
105«) « 7 Associaçoes de Bibliotecários.
*
)
1050 _ XI Escolas de Biblioteconomia; 2 reconhecidas.
105c) „ Luta com a Diretoria do Ensino Superior para reconhee-er os

Cursos

de Biblioteconomia,
1?5Q - Projeto 4770/58 arquivado na Gamara Federal,
i960 - Lei 3780/60 excluiu o bibliotecário das vantagens concedidas aos pro
fissionais de nível superior.
1»63 - a) 12 Associações de Bibliotecários;
b) 1 Federação;

.

c) 10 Escolas de Bibliot-economia;
d) 8 Escolas reconhecidas pela Diretoria do Ensino Superior e
vias de reconhecimento;

em

e) Currículo mínimo para as Escolas;
f) Lei 4084/62 - Regulamentação Profissional;
g) Decreto 51.624, de 18 de dezembro: adicional de 15^,
vista o Artö 74, da Lei 3780/60;
.

tendo

em

h) Decreto Federal n^ 884/62 - Semana Nacional da Biblioteca;
i) Reenouadramento dos bibliotecários do E,&lt;3tado da Guanabara em nível universitário;
j) Reenquadramento dos bibliotecários da Universidade de São Paulo;
k) Reenquadramento dos bibliotecários do SESC, do Rio Grande do Sul;
1) Pela primeira vez é nomeada como Diretora da Biblioteca
de Porto Alegre uma bibliotecária formada.
'
♦

»

Pública

•

».

CONCLUSÃO

Depois de organi^^.ado este Relatório, da situação atual das Associações de Bibliotecários do Brasil, onde com detalhes pode ser observada
a maneira do atuar do cada uma (jelas, resolvemos apresentar um quadro comparativo constante de folhas n^
.
Nele podemos" ver a disparidade reinante, principalmente, no que concerne à manutenção e funcionamento.
Compreendemos, que a mudança dessa situação é assunto privT.tivo
de cada Associação, entretanto, a FEBAB, roserva--se o direito de
opinar,
vlnando sempre indicar à Classe o caminho mais fácil e mais seguro p^ra a
reafirmação de'seue direitos profissionais.

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�-55-

Assim e que propomos medidas que devem ser levadas a efeito^
A
^
a fim de garantir uma existenoia concreta e ativa das Associaçoes:

Ia, - Seflam realizadas sessões MENSAIS em todas as Associações e para

todos

•s Associados;
*
2a, - Sejam. levadas ao conhecimento de todos os associados as notícias recebi
das, através de correspondência, buscando interessa-los na&amp;-lutas e cqn
quistas da classe;
«
*
5a, - Seja procvirado o caminho para resolver as reivindicações locais da cla^
se;
4a, - Sejam organizados grupos de trabalho que visem dar satisfações à fEBAB
das atividades de suas varias Comissões;
5a. - Finalmente propomos que as Associaçoes de Bibliotecários reformem seus
estatutos no que concerne as contribuições que devem pagar as AssociaM
M
A
çoes, fazendo consignar nao a importância que de ano a ano á se desatu^
liza,- mas da'seguinte forma:
"as mensalidades serão ou níTo atualizadas, segundo re_
solução da Assembléia Geral, no início de cada gestão",
»
*
Vivemos numa época de transiçao e nenhum bibliotecário
d£
A
^
ve omitir-se de participar desse drama onde todos devem atuar n;^o como espect^
dores do trabalho de alguns, mas como atores conscientes de seu.?
papel dentro da Ciasse

verdadeiro

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>IV Congresso Brasileiro de Bblioteconomia e Documentação</text>
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                <text>A Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários: histótico, estrutura e funcionamento</text>
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gentilmente por:

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DB BIBLIOTKCONQT.'IA E DOCUIIENTAÇÃO

Teletipos na informação
por

•

Eurydlce Pires de Sant'Anna
e
Margarida
Pinto
Oliveira

Fortaleza
1963

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�- IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO FORTALEZA, 7 a 14 de julho de 196 3

TEMA

III

- Informação Ciantxfica

Teletipos na Informação
Por
Eurydice Pires de Sant'Anna +
e
Margarida Pinto Oliveira ++

o íL r otoi «3 C^i3'0
Ct
Vi9^ .»tjc.«I

-f

Professora da Escola de Biblioteconomia e Docitoentação da Uba, e
Chefe da Biblioteca da Fundação Gonçalo Moniz.
Bibliotecária da Secretaria de Saude Publica e Assistenoia Social

+4- Bibliotecária Assistente da Fungação Gonçalo Moniz e "
• Bibliotecária da Secretária de aúde Publica e Assistgncia Social

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�sümj(rio
S4.ftopse.2
1, Introdução..«.5
2f Estudo e aplicação ^o,f 4"
3f Uso naa b^-bliotecas......««».»ftt ♦
4-í Vantagens,,...»

6

5, Conol^são#

T

6. Refergncias,bibliografiçaa,..,18
Recomendações.

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�- 2 -

SINOPSE
I
O teletipo-í seu estudo, aplioaçao, funcionamento
A
ft USO* A importancia ão TELEX nas bibliotecas especializa
daa, seus resultados e vantagens.

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�I. INTRODUÇÃO

"O esforço inventivo^dove reinar
sempre, mesmo em relação as inve^iga
ções dos mais humildes fatos,ou na exe
cução da experienoia mais simples.
Onde não existe desonvolvimentô
do esforço pessoal òu de um intento _o
riginal, não existe,^na realidade,nem
mesmo o começo da ciência,"( Samuel
Pessoal)

Devido as dâfictildades de se ter conhecimento dos recursos que
poderia ofereoer cada biblioteca, ò trabalho de pesquisa era quasi sem
prs fruto de esforço individual, e, desse modo, nunca seria uri trabalho completo e eficiente.;
Atualmente, o individualismo cedeu lugar ao cooperativisno e^
por conseguinte, um maior incentivo tem se verificado no campo da investigação científica. A prestesia com que se obtém hoje a notícia
de
uma descoberta, de uma pesquisa ou de uma revisão de literatura,
vem
afirmar a necessidade de uma interligação entre os povos, evidenciando
que a colaboração, no plano nacional ou internacional, pode oferecer /
muitas vantagens a este respeito o
Notadamente-'-esta cooperaçao e feita atrayés de instrumentos ãji
xiliares, tais como: catalogos coletivos, intercâmbio entre-bibliotecas, catalogação centralizada, levantamentos bibliográficos,
permuta
de publicações, dispondo para isso do entròsanento com centros de dôcu
mentaçao, conselhos nacionais'de pesquisas, departamentos culturais, "7
instituições científicas, etc®
Entretanto, a expansão'rápida do conhecimento e a velocidade /
com a qual deveía ser aplicada, requerem o desenvolvimento técnico
mais e eficazes.
Sem dúvida alguma podemos louvar a idéia do uso, nas bibliotecas, de técnicas modernas como, por exomploj'o serviço de telecomvmic^
çoes para maior divulgação dos conhecinentos, ou melhor, da informação
científica.

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�- 4 2i ESTUDO E APLICAÇÍO DO TELETIPO
Acompanhando o dosenvolvinento técnico científico os neios àe
conuniõaçao surgirem e, ha alguns deoonioa foran empregadas novas te^
nicas dando origen ao TELEX, através do qual obten-so a nals rapida
oonunicação desejada,
O teletipo o constituída do una naquina telográfioa arríoicai
senolhante a um naquina datilográfioa de fácil operação. Consta de un
teoladoj da parte transoissora e ainda de un conjunto receptor e inpressor*
'
^
Possui duas funções: a neoanica e a eletrica, funcionando
ä
prineira en relação as partes expo§ta aoina e a segunda sob unâ "corrente de 110 volts e 45 M,A, (cc) que alinenta a bobina g. qual^ recebendo inpulsos elGtricos, os transforna en operações neoanicas.
^sta naquina pode ser operada en tres circuitos;~sinplG3 duplex o no circuito TELEX,"
Circuito Sinples"- usado en operações nais rudinentares, •
Circxiito Duplex"- usado en conpanhias de teleconunicaçõcs.
Circuito Telex - e alinentado por duas centrais en sincronisnoi a telefônica, con efeito de discagem e conseqüente contacto
dos
ehanantôs, o a telegráfica que ven formar a Central TELEX, proprianen
te dita,
Para ser usado neste circuito, e necessário que o teletipo ou
teleimpressor funcione encomun con una caixa eletrônica a parte, co§
posta de disco telefonico, selecionando os "relays" da central teléf^
nioa que, entrando en sincronisno autonático com a Central telegráfica forma o Circuito TELEX, que inprine'200 palavras por minuto, sinulj
taneanente, nos dois extrenos da linha;
Nas bibliotecas èspccializadas, a naior preocupação e a infor
nação técnico-ciontífica, Cono infernar ben, se o enorne a quantidade
de naterial intelectual, se e crescente a especialização e dificuldade de oonunicação entro as diversas disciplinas, se e enorne o aunento do rítino de desenvolvinento da tecnologia e da aplicação da ciência o da industria?
Existen já nultiplas técnicas e í)roce3sos para solucionar esteproblona, Não so existen noios sinples, cono também inventos eletr^
nicos« í de pensar que o teletipo ven de encontro ao pensamento ão'"ra
blioteoario moderno, que e o de enfrentar e solucionar todas as barreiras para ben servir ao leitor.
3, USO NAS BIBLIOTECAS
^entro da biblioteca, na obtenção da informação bibliográfica,
a notícia da teleinpressão, desde 1945^ através do boletim "UNESCO Fea
ture", fala que os cientistas do»Instituto Nacional de Saude de Bethea
da, Maryland, poderiam receber rapidanente a infornação científica /fj
transnitida pela Biblioteca do Ccfngresao, situada en Washington,a 20 kn.
da distancia,
~0s cientistas declararan^se encantados cono o novo sistema por
ser nulto rápido e por permitir aquele Instituto conservar un exemplar

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�de todos os textos transmitidos. ET grande, portanto, a inportancia da
cooperação entre bibliotecas, aumentando considerairelnente o enpreat^
Qo entre elasj que podora funcionar efioiontenenter através de catalo»
gos coletivos.
En outubro de 1957 foi.instalado na Philadelphia'Union Librar^
Catalogue (PULC) o TeletypeWriter Exchange Service (T¥X), gor incentivo da Biblioteca de Lehig University, oferecendo aos que deleâ se utilizassen, precisão e velocidade, tão proprios daquele serviço,
íanben, en 10 de abril de 1956, no serviço do Catalogo Coletivo nantido pola Biblioteca Técnica de Dolft, na Holanda, foi instalado
o lELEX (leleprinter Exchange Service), igualnente oon tão'bons resultados que Van der Wölk, bibliotecário daquela universidade, "sugère ã
possibilidade do que as bibliotecas de pesquisa do nundo inteiro, 'se3an un dia ligadas unas as outras, atravé^s do teletipo. Desse nodo, ca
da biblioteca teria, práticanente, a sua disposição a literatura nundi_
al".
A
Tres bibliotecas seguiram inèdiatancnte o exenplò da biblioteca da Universidade de Delft; Ia Haya, Utrgch e Eindhoven.
Os i'aises Baixos possuen já una rede de teletipos que reúne //
nals de 55 bibliotecas; isto pernite relações entre si e oon vários ou
tros centros científicos dos,paxses europeus. Tanben foi estabelecido
conunicaçSo por teletipo desdè Delft oon a Biblioteca da Wester Univer.
sity de Cleveland,' OHIO E,U,A,
^
Con o sistema de'teletipo'empregado nas bibliotecas da Súecia,
Dinamarca, Países Baixos, Bélgica, Republica Federal da Alemanha, Suíça, Áustria, França, completamente automático, e de se esperar que se
estenda rapidamente a comunicação por telatipo entre as bibliotecas da
Europa, e'que sôus efeitos sejam sentidos o desejados pelos pesquisad_o
res brasileiros.
No Brasil existe uma portaria que regulamenta o Serviço Nacional de "TELEX (lO^de julho de 1961), do Ministe'rio de Viação e Obras
blioas, ficando este, sob a responsabilidade do Departamento dos Correios e Telégrafos (dCT).
Merece nenção especial a cláusula que diz o seguinte; Se o DCT
não dispúzar de aparelhos necessáriós as instalações solicitadas pelos
usuários, estes poderão adquiri-los, por sua'conta, de acordo con os /
nodelos aprovados pelo Departanento, ficando, no ôntanto, sujeitos ao
paganento de taxas referentes ao uso e manutenção.
Alguns estados do Brasil possuem serviço TELEX en pleno funci^
nanento, notando-se entre elos o da Guanabara com prefixo }31 e,com a
proximadanente, perto de 200 assinantes: São Paulo, com prefixo 02
è
450 assinantes; Belo Horizonte, prefixo 037 com maiâ de JO'assinantes,
Em Curitiba está sendo instalado e, a Bahia, em jaüeiro de ///
1964» tera o serviço em funcionamênto,
Nas atividades do sistema, a biblioteca deverá estudar todos
os aspectos no envio da informação, netòdos e técnica, instruir os usu
arios'na técnica e cnprego de aparelhos, estudo e aplicação do "teleco
digo", atendendo os problemas de econonia, ima vez que as operações f]

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�. 6 —
tônicas deverão ser padronizadas para facilitar o trabalho do pessoal
não profissional, onbora a supervisão seja feita pelo bibliotecário es.
pecializado.
Antes de ser solicitado o podido, devo ser'feita a verificação
das indicações bibliográficas, através dos índices, resunos, etc,, imprescindíveis no exane de literatura.
4. VANTAGENS
^
^
O teletipo permitira as bibliotecas cujas coleçocs do referencia são limitadas, utilizar os- recursos de outras bibliotecas mais importantes e mais consultadas, uma vea que sou acervo e tão usado para
ensino como para pesquisa,
Êste serviço oferece múltiplas possibilidades;
a) cooperação em benefício mutuo;
b) redução de tempo, economia;
c) precisão na informação;
d) entrelaçamento entre bibliotecas; '
e) congraçamento entre bibliotecários»
A cooperação em beneficio mútuo seria esclarecida pelas vafttagens que cada biblioteca usufruiria na instalação do serviço TELEX# A
documentação tccnico-cientifica, nesses últimos decenios tem aumentado
consideravelmente, fazendo-se necessário o uso do técnicas modernas de
transmissão.
A obtenção do material bibliográfico que, pelo correio, exigi^
se 10 a 15 dias podeíia ser realizado pelo serviço TELEX no mais curto
espaço de tempo hora.
Também e necessário salientar a economia prevista'para este tl^
po de serviço, em relação às tarifas postais telègráficas, què alem dê
não serem accessíveis, e un serviço muito moroso, è eliminado, portanto, da atenção do sefviço ativo a que nos propomos, lí imprescindível /
dizer que esto serviço e de preço bem mais reduzido que a telefonia,Pa
ra melhor vantagem, do ponto de vista economico, já se vem tratando'no
estrangeiro da normlização das mensagens transj;iitidas por teletipo» A
exemplo disso, a Biblioteca da Universidade de Delft estudou um codigõ,
para transmissão por teletipo^ preparado especialmente para as bibliotecas e centros de documentação e, cerca da metade dos símbolos do~'"í^
lecodigo", são abreviatura já utilizadas em todo mundo para transais-"
são de monsagens_^dcsto tiço, A primôira edição do "Telecodigo" foi publicada em ingles) francês, alemão, neorlandes.
Para um eficiente-serviço de empréstimo entre bibliotecas, ter
na-se necessário são somente a velocidade, mas, também, a precisão
da
informação sobretudo na transcrição dos nomes estrangeirôs, anotações"
de algarismos relativos e datas, volumes, paginação, etc,, o que constituirá as principais vantagens do uso nas bibliotecas,
O pessoal da biblioteca deve estar familiarizado com o acervo
para pronta informação. Sobre o ponto de vista profissional, torna-sê
interessante'a cordialidade que deve ser mantida entre os colegas'bibliotecários , Seria o caso de se'por em prática o codigo da ética,que
com tanta ansiedade a aguardamos. -

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�- 7 A ooopcração nacional e internacional quo se ten verificado no
serviço de docunentação resulta do interesäe que o pessoal da bibliotê
ca ton deuonstrado, no seu aperfeiçoanento, através'de bolsas de estudos, estágios, cursos de pos graduação e siniliares.
Os bibliotecários de hoje procura resolver os probleiiás mis"
difíceis da biblioteca con os noios auxiliares de qu6 dispõen,sen,contudo, sentiron-sc desalentados cono en outras épocas. O Jessoal de um
biblioteca tecnico-científicâ., deverá estar senpre atualizado e caninhar ^ralelo ao pesquisador, a fin de que possa atende-lo nas consultas sobro a docunentaçao existente na biblioteca, por todos os neioa ao
seu sloance, e ajudar senpre os leitores, orientando-os na pesquisa bjL
bliogr'afica, cono na naneira de apresentar graficanente os trabalhos,
5, CONCLUSÃO
ET esta una questão que interessa a todas as bibliotecaè que de
fato ven prestando auxílio a todos os leitores e pesquisadores» O benê,
fício &lt;^uo traria o onprego desta tocnica para uso das infornações bibliográficas, por intornedio do TELEXj viria aproxinar os povoa e atua
lizar a infornação técnica cientifica.
Seria reunido e interpretado o nàterial existente, facilitaria
a docunentação ajudando os especialistas^ enpreenderia estudos experiÜentais e enprestaria^ajuda as instituições.
Dada a inportancia qúe o TELEX ven prestando à industria, ao /
coner cio, as casas bancarias, etc., jus tis sino seria tanben o aôatanejj
to da bibl'ioteca por tão inportante serviço de teloconunicação.

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�6, REFERÊNCL\S BIBLIOGRÁFICAS
1, A BIBLIOTECA■do Congresso usando a teleinpressão. IBBD Boi. Inforn«
,
l(5):121j nalo/^un. 1955i
2i DAWIELS, Mariotta - Estudios'y conociniento en accion. Washingtonj
,
Unioç, Pananericana, 1958» 81p«
3. EGGER, E, et alii Bibliotecas especiàlizadas stis necessidades. Boi»
,
Unosco Bibli. 12(ll/l2)t 254-260, nov./dic., 1958.
4« EMPREGO do toletipo nos * serviços dõ enprostiôo entre bibliotecas.
,
IBBD Boi. Infom.« 4 (3/6):235. naio/doz .1958,
^
5SLiGRENFELL, David - Publicacione s periódicas y'seriadas: su tratani~
ento e on Ias bibliotecas especializadas» Traduccion y adaptacion'por Jorge Borta Grossnann. Washington, Union Pananericana,
1962. 142.
,
, ,
6» MARTINS^ Wilson - A palavra escrita. sSo Paulo, Anhenbi, 1957.p«294»
377-373.
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,
7, RELACIONES entre Ias bibliotecas í)or toletipo. Boi. Unosco Bibli 1^
(5): 243t244, sept,/oct, 1960,
8, STEKHOVEN, G,' Schuurnans - Connunicacion êntrô bibliotecas pôr tel_e
,
tipo. Boi. Unosco Bib]blâ%12 (8/9) :218-219, ago/sept,1958,
,
9» VAN der'WOLK, L.J, -'Las bibliotecas de Ias'univôrsidados técnicas.
Boi. Uncsco Bibli' lg(l):8-ll. enoro/feb,196 3.
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RECOMENDAÇÕES

A
1, Roconendar aos Governos, dos Egtados Brasileirt)s urgência nas
Instalações das Centrais TELEX, através do envio de una Mensagefí, Incentivando' o aproveitar.iento das nesnas no uso das bibliotecas tocnico-científicas. '
2, Roconcndar tanben a instalação das naquinas Toletipo nas bibliotecas! logo sojan instaladas as Centrais noã Estados,' '
'
3, Reconendar a obsorvancia da Lei n° 4»084 de 30,6,962, quando
se tintar de nonoações para cargos de bibliotocariôs, docunentaristas,dj^
ret ores de bibliotecas ou serviços de ãocunentação,

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                    <text>���IV CONGRESSO BRASILtílRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

'Bibliotecas departamentaiô
por
Elton Eugênio Volpini

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE B1BLlOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA,

TEMA

III

-

7 A

U DE JULHO DE

19^3

INFORMAÇÃO CIENTfFICA

BIBLIOTECAS DEPARTAMENTAIS
POR
ELTON EUGEN 10 VOLPINI '

CDU 027.7:022

0.9^;

V.A ^ »7C. í

•Professor da Escola de Biblioteconomia de Minas Gerais
Vice-Presiden+e da Associaçao de Bib1iotederios'de Minas Gerais
Bibliotecário da^Faculdade de Medicina da U.M.G,
Membro da Comissão Brasileira de CIassif1caçao Decimal Universal

I Digitalizado
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lí

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�SINÖPSE

Bibliotecas departamentais
desenvolvido

porque as

têm se

bibliotecas cen-

trais freqüentemente têm falhado ao procu
rar atender as necess idade-S dos
listas,

Bibliotecas departamentais conti-

nuarão a crescer nos

locais onde es

des.de pesquisa estão amplamente
tes,

especia-

Entretanto,

min Istrraçao,

no que diz

unid£

distan-

respeito à a^

a experrienc ia demonstra que

o controle econSmlco e o trabalho efetivo
s&lt;5 sao obtidos quando o b ib I iotecfár Io tem
sob sua supervisão e controle direto todo
o acervo,

qualquer que seja a forme como

ele esteja distribuído,
cas departamentais,
coieçoes de
hospitais,

seja em bibliote-

coleçoes

laboratórios,
ou outras.

especiais,

bibliotecas de

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA,

7 A

l4 DE JULHO DE

I963

BIBLIOTECAS DEPARTAMENTAIS
POR
ELTON EUGEN 10 VOLPINI

Há tempos que bibliotecários e educadores
discutem os

problemas admln'strativos. e educacionais

surgem quando se separam as
trais.

coleçoes das bibliotecas cen-

Embora sejam fortes os argumentos pr&lt;5 e contra a

centralizaçao ou descentraIizaçao da coleção,
pontos de vista
várias formas

predomina sSbre o outro.

pelas quais

as

nenhum dos

Isto devido às

universidades estão,

administrando suas bibliotecas departamentais
cais e

que

hoje,

em clínl-

laboratórios,
A finalidade

deste trabalho é a de apre-

sentar alguns aspectos da organizaçao,
também,

administrraçao

e,

aspectos educacionais deste tipo de biblioteca,

ao mesmo tempo que se propõe alguns

pricípios

para

uma

organizaçao futura,
A divisão de uma biblioteca em
mentos é,
atividades,

como a divisão de trabalho,

a distribuição de

tendo a homogeneidade como base,

trole de um administrador.
partamentos sao várias,

mas

As bases
as mais

departa-

sob o con-

para a formação de de
Importantes numa

bi-

blioteca universitária sao principalmente quanto a

cm

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�-2-

função

(processamen+ostécn Ico,

comodidade

(divisão em departamentos,

localIzaçao
clientela

circuloçoo etc.)
por assunto)

(bibliotecas departamentais)

(leitores

a servir)

Desta forma localizamos as bibliotecas de
—
y/
partamentets dentro ou fora da biblioteca central,
mas
sob um mesmo controle administrativo.
Recentemente a
coleçoes em um único prádio.

tendencla é centralizar os

Entre outros fatores que têm

contribuído para esta centralização temos a construção de
novos e amplos
técnicos e de
mentoi
-

edifícios,

o desenvolvimento dos serviços

Interdependencia de vários

Entretanto ê pouco provável

ramos do conhecJ_

mesmo

lnVer*oss iml l

que desapareça^! as bibliotecas departamentais,
Embora as b Ib1 iotecasdepartamentaIs criem

problemas mais

complexos do que as bibliotecas centrais ,

aquelas sao administradas de forma semelhante a estas, E^e
um modo geral,
de

uma biblioteca departamental

livros e outros materiais

é uma coleção

ligados ao departamento

de

Instrução,

ßode estar situada dentro ou fora da blbllot^e

ca centrai,

se bem que,

to ao departamento,
As

comumente,

clínica,

esteja

local Iz-ada ]un—

laboratório etc.

relações das bibliotecas departamen-

tais com a biblioteca central

variam de

Instituição

para

Instituição,

Observamos que bibliotecas de assuntos tais

como Direito,

Medicina,

Odontologia,

Engenharlq e Farmá-

cia estão mais sujeitas a se separarem da administração
de uma biblioteca central

do que bibliotecas de assuntos

como História e Filosofia,

que,

controle direto.

estão sob seu

Será feito pela biblioteca central

o processamento técnico:
çao,

comumente,

catalogação etc,.

aqu^stçao,
Após

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registro,

todo

classlflca-

Isso as obras serão enviadas

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�paira o departamento, Alf um bibliotecário
ou mais de um,

(e um auxiliar,

dependendo do movimento da blbliotéca)
$

se

encarregará da circulaçao e empréstimo, A biblioteca central
das

enviará também cópia das

fichas das obras cataloga -

para o catálogo da biblioteca departamental^ 3 Dessa

forina,

no catálogo geral

se todos as
tes,

da biblioteca central

Informaçoes sobre todas as obras

assim como

encontram

alf existeji

Informaçoes sobre as obres existentes nas

bibliotecas departamentais. Nestas,

as

Informaçoes se

rje

sumem às obras alf existentes. Os métodos de classiflcaçao e de catalogpçao serão os mesmos da biblioteca cen —
trai,

visto que af será feito o processamento técnico.

Centra 1Izaçao X DescentralIraçao

Consideremos alguns

aspectos

pró e con -

tra a centralização sob o ponto de vista educativo,^
Interpelação de assunto,
db materIa I
Argumentos

acesso,

custo,

eficiência,

de
uso

etc.:
pfó centra 1izaçao1- A grande

tfos no uso das obras. As

Interrelaçao dos departamen-

ciências sao

interdependentes e

uma mesma obra é usada em vários departamentos,
2- As obras

gerais sao

Igualmente acces-

sívels a todos os departamentos,
3- Um catálogo geral,
sfvel

igualmente

acces—

a todos os departamentos é superior aos catálogos

dos departamentos e o hábito de consultar um catálogo g_e
ral

constitue amplo melo educacional,
4- A manutençao dos catálogos

é menos

dispendiosa,
5- Conversas

Informais entre pesquisado-

�res de vários departamentos estimula a pesquisa, A bibllo
teca central

proporciona excelente oportunidade para

es-

tes contiactos,
é- Melhor supervisão por bibliotecários
espeale1Izado» contribue e auxilia nos

trabalhos de pe£

quisa,
7- Acesso
peclalmeAèe útil
vel

Imediato a toda a coleção«

ao serviço de

ao trabalho de

referência,

imprescindí-

pesquisa.

8- A administração da biblioteca
tral

E_s

cen-

ê mais eficiente e econômica. A descentra1Izaçao

separa as obras que podem servir a mais de um departa mento,

e a dupllcaçao destas obras acarreta maiores de_s

pesas,

maior número de funcionários para atender às

dj_

versas bibliotecas e várias outras desvantagens de or dem administrativa,
9- O sistema de empréstimo é mais simples e menos dispendioso,

e,

ao mesmo tempo,

de ser controlado,

mais fácil

t

10- Com a centralização,

o espaço gasto

com bibliotecas departamentais serda utilizado para ojj
tros fins,
11- A construção de grandes

prédios

pa-

ra bibliotecas centrais dá as seguintes oportunidades;
a- mostra uma bela obra arquitetônica,
b- simboliza a unidade de conheclmen
to e de esforço educacional,
c- a biblioteca e considerada como o
coração da máquina educativa,
d- estimula doaçoes e ofertas.
I2- A ampllaçao de um prédio central
for planejado tendo em vista esta possibilidade,

que

é mais

�-5-

viável

e mais econSmica do que pequenas

mos em vários

prédios,

reformas

e acresci^

com a finalidade de ampliar as bi-

bliotecas departamentais.
l3- A duplícaçao de prédios,

funcionários

e serviços é cara e desnecessária»

Argumentos

pró descentraIIzaçao1- £ de grande vantagem a facilidade de se

consultar as obras no momento em que sao necessárias,
2- A centra 1izaçao tem muitas vantagens
sob o ponto de vista administrativo,

mas a conveniência da

administração bibIiotecárlannao deve se sobrepor à convenJ_
êncla dos
xlste

pesquisadores. A administração bibliotecária e-

para facilitar a

recursos

pesquisa e o ensino,

colocando

os

para este fim onde possam 0©èx:usados com maior

faci I Idade.
3- É
menta-i

Inevitável

fique separada dos

que a biblioteca departra-

laboratorlos,

mas as obras devem

ser colocadas tao próximo quanto possível
guIdadJe da biblioteca e
o

Interesse da

deles. A contí-

laboratório aumenta sensivelmente

pesquisa,

além de facllltá-la.

Em certas

clrcunstânc1 as devem-se agrupar as coleçoes de assuntos
re1 acionados,
4- Um prédio multo grande sacrifica os

Iii

terêsses educacionais de muitos departamentos, O tempo ga_s
to em

locomoção de uma parte a outra do prédio e,

o tempo gasto com a espera de elevadores sao

tambwm,

Inconvenlên-

alas d« um grande edifício,

Destes

argumentos

I
chegamos a conclusão de

que a centralização é favorecida nos
ao custo,

cm

1

Interre1açao,

poijtos que se

referem

eficiência e na parte educativa.

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�Ês+es dois

últimos argumentos

- eficiência e educaçao -

favorecem tiambém a descentralização,
tuiçao possua,num orçamento tal

contanto que a

!nstj_

que possa oferecer um ser-

viço adequado para manter tanto a biblioteca central

quaji

to as bibllotrecas departamentais.

Princípios para uma açaó futura. O problema da centra Itz^a
çao ê uma questão que nao pode ser respondida categoricamente, Os fatored a serem ponderados em cada
e as despesas que acarretam,

sao variáveis

Instituição,

Importantes

queddlfleultam a generalização, A tendência entre bibliotecas que construíram recentemente,
oonstruçao de novos
novas

prédios,

ou que planejam a

ê trazer para dentro dessas

Instalações o maior número possível

de unidades d^

partamentaIs,
Nas organ Iziaçoes antigas
sistemas departamentais,

mas ê possível

sam ser~ agrupadas as bibliotecas
tos rre Iaclonados,

e tenham,

blioteca para todas as
bibliotecas separadas
nica,

predominam os
que no futuro po^

departamentais de assun-

por exemplo,

somente uma bi-

ciências biológicas,
para biologia,

ao

Invés de

antropologia,

botâ-

zoologia etc.
Dados

estatísticos de bibliotecas

unlve£

sltírlas que tivemos oportunidade de visitar nos Estados
Unidos da América provam que uma considerável
mlnlstrativa e maior eficiência educacional

economia a^

podem ser obtJ_

das pela centralização do serviço bibliotecário.
Os

princípios básicos de organlraçao e a^

ministraçao de bibliotecas

centrais sao os mesmos de bi-

bliotecas departamentais. Novas coieçoes departamentais cfe
veriam ser estabelecidas e mantidas fora da biblioteca
central

cm

1

somente com a aprovaçao do diretor da

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instituição

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e do bibliotecário. As despesas com bibliotecas departamentais deveriam ser controladas

pela bíblloteco centrai,

assim como toda a parte administrativa, A duplicação do
matierlal

já existente na biblioteca central,

doreconhecido seu

Interesse para o ensino,

mesmo quan-

deve ser fei-

ta sòmente em casos de extrema necessidade,

observando-

se o controle das despesas,
O controle da
ve ser feito de tal

local izaçao do material

forma que permita atender aos

d_e

Interê_s

sesdos consulentes da melhor forma possível.
Sempre que houver garantia de economia e
de eficiência,
SOS

o bibliotecário deve centralizar os

proce^

técnicos e outros serviços.
As conclusoes obtidas

pela American LIbr_o

ry Association ao estudar este problema nao oferecem uma
solução positiva. Depois de acaloradas discussões,
te aprovou,

por" unanimidade,

ra a organização das

a seguinte declaraçao;

cels de se resolver e,

cm

1

Imediata,

é

"Emb_o

relações entre as bibliotecas cen-

trais e as departamentais seja um dos

ção

somen-

problemas mais dlf_f

como até agora nao haja uma solu-

indispensável

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perseverar no seu estudo".

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                <text>Bibliotecas departamentais têm se desenvolvido porque as bibliotecas centrais frequentemente têm falhado ao procurar atender as necessidades dos especialistas. Bibliotecas departamentais continuarão a crescer nos locais onde as unidades de pesquisa estão amplamente distantes. Entretanto, no que diz respeito à administração, a experiência demonstra que o controle econômico e o trabalho efetivo só são obtidos quando o bibliotecário tem sob sua supervisão e controle direto todo o acervo, qualquer que seja a forma como ele esteja distribuído, seja em bibliotecas departamentais, coleções especiais, coleções de laboratórios, bibliotecas de hospitais, ou outras.</text>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA B DOCIJMKMTAÇAO

Os Sistemas Regionais de Bibliotecas Publicas e seu
entrosaraento com o "Serviço Nacional de Bibliotecas"
por
Esmeralda Maria de Aragão

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�IV

GOííGREbSO

BILISILEIRO

7 n 14 cio

julho

DE

BIBLIOTSGOlíOMIA
c^c

E

DOCUMEilTAg.'TO

1965

TEMA 2 - BIBLIOTECAS HÍBUCAS, INFANT|-JUVENIS, AMBULANTES

E

ESCOLARES

Os Sistemas Regionais de Bibliotecas Publicas e seu entro«
samento com o"Servlço Nacional de Bil)liotecas".
por
Esmeralda Maria d&lt;J Arag5o(*)

0 3«:
Uice.

(*) Professora da Escola de Biblioteconomia e DocumentaçKc\
da Univeriidad^ da Bahia e Chefe do Serviço de Biblioteconomia^
e DocumeXitaçâí da Faculdade de Direito.

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�SINOPSE

Os sistemas de Bibliotecas Péblicas do País. Q Serviço Nacional de
Bibliotecas e o seu entrosamento com os Estados e MunicípioSj para criaçSo ou
reorganização dos sistemas. Colaboração das Universidades.

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INTRtDüÇÂi

A Importância da biblioteca como "agência educativa" é um tema pac^
fico dado os reais serviços que presta numa comunidade. Seu aprimoramento
difusão no entainto, nao têm sido encarados com objetividade, entre nós,

e

daí

se verificar em todo o país, um número ainda inexpressivo de bons serviços,em
função da população e das necessidades culturais. Ha em verdade, bibliotecas
especializadas e universitárias com instalações e acervos preciosos, em número
muito reduzido, todavia.
• tipo de biblioteca que vamos tratar neste trabalho, é porém, aque_
le mais carente de estudos e difusão por todo êste imenso território brasileir: a Fiblioteca Pública Municipal.
Sentimos o problema como fator de máxima importância para o desenvol_
vimento do Plano Nacional de Educação em bases mais realísticas.
De fato, a Biblioteca Pública, com todas as suas inúmeras atividades
não pode estar ausente de um plano educacional. Sem

leitura não se forma

a

mentalidade de um povo. Pode-se pensar em Educação de Adultos sem leitura para os recém-alfabetizados? E a educação infantil poderá ser completa só com aprendizagem ministrada pelos mestres?
Atestam esta necessidade e a importância os estudos que tem empreendido a UNESC6 criando uma série de projetos para instalação de Bibliotecas Públicas nos Países subdesenvolvidos, especialmente da Xsia, África e América
latina.
•s estudos, antes de serem transformados em projetos^ situam, desde

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as possibilidades econômicas das regiões, as condições sociais, os cos
tumes, a política governamental, preparo do pessoal através bolsas de
estudos, comunicações e convênios com instituições culturais e planejamento publicitário.

De estudos e projetos semelhantes carecemos nós, a fim de entrosar
através o binSmio Escola-Biblioteca a ação de educadores, povo e bibliotecários com o plano governamental.

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SISTimS REGIONAIS DE BIBLIOTECAS PUBLICAS

Nvim estudo da situação real das bibliotecas públicas brasileiras, vemos, como em tantos outros aspectos, que há regiões privilegiadas ou melhor
servidas. E, logo se imagina que estão no sul e leste os melhores serviços.Con^
tribuem, sem dúvida, para esta situação, as condições econômicas, a maior apl^
cação de verbas federais nessas áreas e um maior avanço técnico de tais centros.
Iniciando por S. Paulo, onde se localiza a maior biblioteca pública
municipal da América do Sul, podemos considerar o bem aparelhado Serviço

de

Bibliotecas públicas funcionando em rede, com uma extensão aos bairros e

al-

guns municípios. Além disso, há legislação regulando o serviço.
Saindo de S. Paulo, vamos encontrar a capital do Paraná com uma moder_
na Biblioteca Municipal, também com serviço de extensão aos bairros, Bibliobus etc.
Na região leste. Belo Horizonte vem de inaugurar uma ampla Biblioteca pública, cujo projeto esteve paralizado por longo tempo. A Guanabara,

sem

contar a Biblioteca Nacional, possui também uma Biblioteca Pública Municipal
com extensão de Bibliotecas infantis e alguns bairros. A Bahia, cuja Biblioteca pública criada em I81I pelo governo do Estado é, por força da lei, estadual, nSo atende às mínimas condições de funcionamento de uma biblioteca pública,
tem organização ainda do tempo do

flestacar apenas as Sec-

ções de"Referência" e de "Periódicos" organizadas pelos bibliotecários

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que

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ali servem, mas, nos últimos anos desatualizados por falta de entendimento e
compreensão da parte dos diretores leigos que por lá têm passado, especialmente
o atual, responsável pelo deserviço da instituição à população baiana (*).
Desde que foi criado o Município de Salvador, a Escola de Biblioteconomia apresentou projeto ao primeiro

prefeito eleito, para a criação da Bi-

blioteca Municipal de Salvador, acompanhado de estudo das condições sociais da
cidade e densidade demográfica dos bairros, onde o serviço instalaria, inicial^
mente, as primeiras sucursais e das zonas rurais que deveriam ser servidas pelas bibliotecas ambulantes. Infelizmente, o projeto ficou engavetado ficando
a cidade privada de realizar, em benefício de sua população, trabalho de vulto. As esperanças renascem agora, quaxido temos à frente da Prefeitura um jovem
Idealista, conhecedor dos problemas da comuna neste setor e, cujo Secretário de
Educação é pessoa de ampla visão.
Contudo, Feira de Santana, próspero município vizinho da Capital baiana, está agora com uma moderna biblioteca pública, servindo de modelo e incentivo aos demais municípios. Seu planejamento, construção e organização esteve, desde os primeiros passos, sob a orientação da Escola de Biblioteconomia
e Documentação da Universidade da Bahia.
No nordeste, há o sistema Biblioteca Pública Municipal de Recife e,
cogita agora a SUDENE por em execução ura projeto para criação de um Serviço

(*) As associações de classe baianas, com a Escola de Biblioteconomia, visitaram o Governador do Estado, recém-empossado, e lhes fizeram ver

a

situação dos cargos de direção de Bibliotecas depois da regulamentação da pro^
fissão através a Lei 4.084 de 3O/6/1962. Até agora porém, apesar das promessas
de atendimento, continua à frente da B.P. um bacharel em direito.

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de Bibliotecas Publicas para as zonas rurais da região nordestina, depois de
i &gt;
aprovar estudo do Jovem bibliotecário José Mussolini Brandão, recém diplomado
/ '
^
^
pela Escola de Biblioteconomia da Universidade; da Bahia.
Nos demais Estados do norte e nordeste, apesar da existência de Bibliotecas públicas, necessitam, todas elas, de reaparelhamento, e assistência
técnica, dinamização

dos serviços, enfim.

Vale salientar a informação que nos dá o "Guia das Bibliotecas "Espe^
cializadas" a respeito da situação de pessoal nas Bibliotecas brasileiras.

C

quadro é desolador: das 4o8 que relaciona, 102 não possuem bibliotecários.

A

maior parte tem apenas um biliotecário e, só as grandes bibliotecas do sul e
leste em S. I^ulo e no Rio de Janeiro, têm o privilégio de possuirem mais de
6 bibliotecários (1). As que nao possuem bibliotecários estão localizadas
I

no

norte, nordeste e região centro-oeste. Pode-se imaginar o funcionamento de tais
serviços, suas condiçSès, possibilidades de progresso e eficiência. É louvável,
sobretudo, o esforço dêsses abnegados que querem servir á cultura trabalhando
sem a mais mínima assistência material e técnica. Num país de extensão territo_
rial como o nosso, não" é para se admirar que exista, apesar do rádio, citamos
apenas este, porque a televisão é ainda privilégio das populaçSes das grandes
capitais, quem ignore'a existência de Escola Superior para a formação de biblio
tecarios e, que deve ser privativo de bibliotecários a organização e direção
de bibliotecas.
Mas, não somos daqueles

que descreem do progresso e desenvolvimento

deste País, juntamo-nos, pelo contrário, aos que encaram a realidade nacional

(l) BRASIL. Instituto Brasilèiro de Bibliografia e Documentação. Bibliotecas
especializadas brasileiras; guia para intexvjâmbio bibliográfico.

Rio

de Janeiro, 1962

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como promissora e em evolução, embora nos debatamos cora problemas mais sérios
e inadiáveis. Entre as grsindes reformas que precisamos encaminhar, a educaci£
nal é das mais urgentes. Precisamos juntar as energias, fazer o que estiver
dentro, e até mesmo além das nossas forças crentes no fim a que nos propOTios
que é a elevação do nosso povo.

e SERVIÇO NACIONAL DE BIBLIOTECAS

Em boa hora, criou o governo, através o decreto n9 51-S25 de 22 de
agSsto de I961, o Serviço Nacional de Bibliotecas com as finalidades, entre
outras,

■

de "estimular a criação de bibliotecas públicas e, especialmente,

os sistemas regionais de bibliotecas" e "colaborar na manutenção dos sistemas
regionais de bibliotecas" (*).
Diz o decreto ainda, que ao setor de Assistência Técnica "caberá a
organização de serviços regionais de bibliotecas e bibliotecas públicas em to_
do o País ..."

É, realmente de grande importância o funcionamento deste setor,

pois, como vimos, estão à espera de ajuda e assistência a grande maioria das
bibliotecas públicas do País.

(*) - Tal decreto surgiu de uma solicitação da Associação Baiana de
Bibliotecários ao Presidente jânio Quadros, para entrosar, com a campainha Nacional de Educação, um plano nacional de Bibliotecas públicas.

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s t e .O"
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Indispensável também^ para que se concretizem essas aspirações,

a

celebração de convênios com os Estados e Municípios de que nos fala o art. 1?
do decreto n? 51«224 de 22 de agosto do mesmo ano, que aprova o regulamento dos
Serviços Regionais de Bibliotecas.
Temos a lembrar no entanto, que também as Universidades Brasileiras
devem celebrar, além dos Estados e Municípios, convênios para esse fim, especialmente porque sSo elas que dispõem dos técnicos e dos recursos para a pesquisa. E, como o nosso pensamento é o de que se congreguem todos os esforços
para a execução de bons projetos, torna-se inadiável esta participação.
Ao que nos consta a.Universidade da Bahia é pioneira nesta questão
pois, iniciou tais atividades em janeiro de 19^2, quando, através a Escola de
Biblioteconomia e Documentação enviou ofício circular a todos os prefeitos baianos, convidando-os para um entendimento com sua Direção a respeito de ajuda
técnica que a Universidade daria àqutles que desejassem criar, ou reorganizar
Biblioteca Publica em seus municípios.
Desde 1959j vinha a Universidade da Bahia prestando colaboração ao
Município de Feira de Santana que inaugurou a sua modelar Biblioteca Municipal
em abril de 1902.
Ainda em 19^2, Jacobina, o distinte município do sertão baiano pedia
auxílio à Universideide, pois, possuia um acervo trancado, inútil, com algumas
obras de valor, doadas, a maioria, por um bibliófilo da terra.
Para lá nos dirigimos, por indicação da Diretora da Escola e, em duas semanas, realizamos trabalho técnico indispensável à circulação dos livros.

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A Biblioteca, uma pequena sala no andar térreo da Prefeitura, foi assim aberta ao público, nSo com inaugurações pomposas porque nSo se tratava, de fato,de
por ao alcance do mesmo um serviço de vulto, mas, dinamiaar um acervo inacessível, morto.
Os resultados foram excelentes, e, lá está em funcionaimento uma pequena sala de leitura, com uma freqüência diária de 40

a 50 leitores no turno

da tarde e à noite, até as 9 horas. La estSo os jornais da Capital, do próprio
município e de municípios vizinhos, a informar um sem niímero de cousas que o
nosso pacato tabaréu deseja saber. Ha também revistas, algumas obras de refe-»'
rência e boas coleções literárias de autores nacionais e portugueses.
A receptividade da populaçSo ao serviço, já está a exigir do novo
prefeito, recém-empossado, providências para a transferência do mesmo para me_
Ihores instalações e, quem sabe, a constmição definitiva de prédio próprio.
Outros municípios baianos seguindo o exemplo de Feira, e dessa pequena biblioteca de Jacobina, desejam que a Escola designe um bibliotecário
para ver as possibilidades de criação ou reorganização de Bibliotecas Publicas.
EstSo em pauta, Tanquinho de Feira, município novo, recentemente desmembrado
de F ira de Santana, Canavieiras, Cipó e Joazeiro, situados nas mais diversas
regiões do Estado.
O plano do "Serviço de Bibliotecas do Interior", sob a direçSo da
E.B.D. UB. é tornar a Biblioteca Municipal de Feira uma biblioteca central na
sua zona, entrando em convênio com municípios vizinhos mais novos e com menores dotações orçamentárias, que poderSo se valer daquele serviço enquanto não

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se encontrem em posição de instalar os próprios.
Ha ainda em estudos, o projeto de ser criada uma outra biblioteca,
nos moldes da de Feira, em Alagoinhas, destinada a servir outras zonas, era
convênio com importante empresa nacional.
Â medida que chegsim as solicitações das prefeituras do Interior, vã©_
se procedendo

aos estudos das regiões, registrando-se em fichas padrões,to-

das as informações a respeito do município.
Os dados dessa ficha são, em resumo, os seguintes: área, população,
densidade demográfica, produção, tipos de vida, situação educacional, recursos
econSmicos, comércio, etc.
Evidentemente, essas bibliotecas instaladas ou reorganizadas pelo
Serviço, ainda não dispõem de bibliotecários efetivos, pois, apesar da Escola
já haver diplomeido mais de uma centena de alunos, não há nenhum em disponibil^
dade para assumir esses postos. A biblioteca de Feira distante duas horas da
Capital, está sendo assistida semanalmente por uma professora da Escola e, já
está era entendimentos em convênio para que esta dê um curso intensivo, visando
o preparo de pessoal até que um bibliotecário possa vir a assumir a direção,
de acordo com a Lei nv 4.084.
Para Jacobina porém, distante 10 horas

de viagem de ônibus da Ca-

pital, o Serviço não poude estabelecer o mesmo critério, tais as dificuldades
de acesso e disponibilidade de pessoal. No entanto, a orientação dada quando
da reorganização, vem sendo cumprida e tem havido comunicações constantes da
Prefeitura com a Escola.

ft

�Mas, se os problemas baianos, neste setor, idênticos e semelhantes
aos das demais regiões,têm soluções próprias,especialmente porque conta com a
Escola na Universidade, não podemos deixar de acentuar a necessidade imperiosa
que tem, a vasta região norte e nordeste, de ura plano para instalação ou reor^
fc^sinização de bibliotecas, cursos intensivos para ura imediato funcionamento das
mesmas, o que requer, obrigatoriamente, recursos financeiros a serem fornecidos pelo Serviço Nacional de Bibliotecas, como órgão criado especialmente para tal fim.
Consideramos ainda de grande importância para um funcionamento eficiente do Plano Nacional, que se estude e divulgue iim planejamento publicitário sobre a importância da Biblioteca Piáblica, suas atividades e colaboração
com o plano educacional, afim de que se concentrem esforços de toda sorte para a criação e difusão destas instituições por toda a extensão dêste imenso e
rico território.
E façamos com que toda gente pense e sinta como Maurois: "nada importa tanto à humanidade como pôr à disposição de todos os homens esses instrumentos de superação, de evasão e de novidade, que transformara a vida e incrementam o valor social do indivíduo. O único meio de consegui-lo é a biblio_
teca pública" (2).

(2) UNESCO.

La biblioteca pública y su misión.

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st em
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lí

�CONCLUSÕES

O debate de problemas nacionais, naturalmente, requer a mais ampla
discussão em tômo das condições brasileiras e recursos de que dispõe.

Daí

porque achamos de todo conveniente que não se destinem verbas a um serviço
sem que se estude, inicialmente, as possibilidades efetivas da região para
aplicação das mesmas.
Sintetizamos

nosso trabalho então, nas seguintes conclusões

a

serem aprovadas por êste Congresso:
1.- Que o Serviço Nacional de Bibliotecas organize uma Comissão
cional, composta de i?epresentantes de todas as regiões do País, para que rel^
tem o real estado das mesmas, nêste setor.
2 - Que elabore um plano nacional publicitário, aplicando-o às possibilidades regionais sôbre a "biblioteca pública" e sua missão na comunidade
brasileira.
3 - Realize convênios com Estados e Municípios como prevt o decreto
para a organização ou reorganização de sistemas regionais.
4 - Que a distribuição de verbas se faça dentro de um esquema

das

necessidades regionais.
5 - Que se entrose com as Universidades brasileiras para a criação
de cursos intensivos de Biblioteconomia, através das Escolas de Bibliotecono^
mia e com o Instituto Nacional do Livro, como ficou estabelecido no 3' Congresso de Curitiba.
6 - Que se realizem reuniões periódicas para que se divulgue os
sultados e se mantenha t8da a população brasileira atenta ao que realiza
Serviço.

Digitalizado
-gentilmente por:

o

�Referências

H^SIL-

Bibliográficas

Instituto BrasilGiro de Bibliografia e Documentação.

Bibliotecas especializadas brasileiras; guia para intercâmbio.
BRASILI

Rio de Janeiro, 19^2.
Leis, decretos.

Serviço Nacional de Bibliotecas,dec.

n? 51.225 de 22 de agosto de 19^1.

MAUROIS, André - La Biblioteca Publica e su misión;
Unesco.

1961.

Digitalizado
-gentilmente por:

Paris,

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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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15

16

�m

/

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DB BIBLIOTSCONOMIh E DOGUMS''&gt;ÍTHCÃO
0
*

O 3SSG de Minas Gerais e sua biblioteca ambulante
por
Esteia Maris Borges

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�lEMA II - BIBLIOTECAS PÚBLICAS,

IKPANTO-JUV^NiS,

AMBULANTES x. ESCJLARES.

O S-SC

MINAS G.-RAIS L SUA BIBLIOTECA AMBULANTE

por
èSTELA IC^RIS BORGES.

UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV C0N5RESS0 BRASILEIRO DB BIBLIOTECONOMIA E DOOIHBíIXAÇlO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1^3

CDU 027.022:022,94

P fc-B,
SÃO PAULO
40- Cjto,

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n

MV, O-T"

�o Su^SC de Minas Gerais e sua Biblioteca Ambulante
por
ijstela Maris Borges

Conteúdo:
1.

A Biblioteca Ambulante

2»

Instalação da Biblioteca Ambulante

3*

Caixas-estantes

4*

Inscrição dos leitores

5.

jãnpréstimos

6.

Acervo

1,

Assistência e Propaganda

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-gentilmente por:

I Sc a H
ste
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15

�o S..RVIÇO Lx. ^XT^NSÃO D-^ BIBLIOT..CAS do

S-^SC de

Mi

nas (Jerais forma um setor independente da Biblioteca Central.
j-,stão compreendidos neste setor,
vros nos Centros Sociais

os Depósitos de

(Capitsl e Interior do ILstado)

li
e

o

Serviço de biblioteca Ambulante nas Firmas comerciais da Capi
tal.
Temos em planejamento a ampliaçao do setor,
criação do Serviço de Onibus-Biblioteca que deverá
os tairros onde há maior núcleo comercial e
lante no Interior do ^stado,

onde nao

há

com

a

percorrer

Biblioteca

Ambu

Centro Social

do

S^SC.
Falaremos sobre o Serviço de Biblioteca Ambulante,de
sua criação,

organização e funcionamento.

BIBLIOT-uCA AI.IBJLANTS;
O serviço de -ßiblioteca Ambulante foi criado no S^SC,
Regional de Minas Gerais,

em setembro de 1957»

teca se achava em organização,
setor (Je jLxtensão,

lento foi o desenvolvimento do

que se firmou realmente,

Foram atendidas até o momento,
lantiSi

Como a Biblio

nos fins de 1958.

pela Biblioteca

29 Firmas de Belo Horizonte e um Centro Social.

canceladas 5 (cinco),

trlljuir para o lAPC;

outra,

livros#

a pri

duas por deixarem de

por solicitação,

con

transferimos

caixa-egtante para outra loja da Firma e a última,
Centro Social,

Foram

pêlos motivos que explicaremos:

meira Por ter sido fechada a Firma;

Ambu

a

por ser um

substituímos a caixa-estante por um Depósito de

líão houve ainda,

cancelamento por falta de interesse

pela Biblioteca.
A permanênciqi das caixas-estantes nos
tos comerciais e prevista para três meses,

estabelecimen

prazo este que nao

é rigorosamente seguido pelos seguintes motivos;
serviço do encarregado,
livros e finalmente,

acúmulo de

atraso dos leitores na devolução

por solicitação da Firmaj

dos

dado o interês

se que a caixa ainda desperta na ocasião de ser recolhida.

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lí

�~ 2 -

2.

INSTALAÇÃO DA BIBLIJT.^CJA ALIB'JIANT^;
Quando o Strviço sí. achava em organizaçã,

talar a Biblioteca Ambulante,

para

ins-

uma

sele

fizemos inicialmente,

ção das Firmas c^ue possuiam maior núm&amp;ro de empregados
não eram muito próximas da Biblioteca Central,

ii-sta

e que
relaçao

nos foi fornecida pelo Serviço de Obrigatoriedade escolar

do

SLNAC.

em

De posse dos dados necessários,

contato com os gerentes das mesmas,

procuramos entrar

aos quais fazíamos uma ex

planação sobre o Serviço e lhes oferecíamos esta modalidade de
biblioteca para seus funcionários.
tou da seguinte;

Outra medida adotada,cons

enviamos uma carta a cada gerente,

do a existência do Serviço

de Biblioteca Ambulante,

uma ligeira explanação do que consta o Serviço.
carta,

nosso comparecimento à mesma,
instalar a Biblioteca, mas,
£ste

Biblioteca Ambulante,

contendo

Anexo a esta

um "coupon" a ser peenchido pele. Firma,

■fere o Serviço.

comunican

solicitando

sem compromisso de sua parte em

para melhores esclarecimentos

sô

"coupon" deveria ser remetido à sede

dã

para o que,

enviamos um envelope sobres

critado e selado.
Julgamos este processo mais racional,

pois

além

de

oferecer ao empregador maior liberdade para tomar uma decisão,
não deixa de constituir uma propaganda do Serviço'.
Conseguimos assim,

um bom núm^-ro de interessados,aos

quais atendemos pessoalmente,
litar-nos o trabalho,

com maiores detalhes.

organizamos um manual sobre

de Biblioteca Ambulante que &lt;;xpliC3 sua fundação,
funcionamento,

objetivos,

suem caixas~estantes,
as de inaugurações,
Atualmente,
fundido em Liinas,

e ainda,

1

Serviço

organização,

recortes de jornais,

já

pos

fotografi

etc.
como o Serviço do S-^SC já se acha bem di

estamos atendendo às Pirmas cue vêem solici
por sua própria iniciativa.

CA I J^S-i^Sí A NT^S:
Temos em circulação 35

cm

o

uma relação das Firmas que

tar nossas caixFS-estantes,

3.

Para faci

Digitalizado
-gentilmente por:

(trinta e cinco)

I Sc a n

caixas-estan

�- 3 -

tôs,

com as quais fazemos o rodízio nas Firmas.

Possuimos ou

tras em estoqus a serem organizadas quando necessário.

Sao

pintadas com o nome da Biblioteca Ambulante e possuem o emble
ma do Sx&gt;aC,

o que desperta curiosidade sobre o Serviço

naque

les que as vêem.
O processo de organização das caixas-estcntes
''ce ao st-guinte sistema:
Firma,

realizamos ali,

obede

antes da Biblioteca ser instalada
em data previamente marcada,

quisa entre os empregados,

^sta,

na

uma

é feita através de um

pes
ques

tionário que dá margem à exposição de preferencia (autores,as
sunto,

etc.),

o tipo dv, s^irviço e gráu de instrução de

cada

um.
Baseados na apuração dos questionários,
primeira (ou primeiras,

de acordo com a Firma)

Para as reinstalações, verificamos
da primeira,

como também,

do dos empréstimos,

formamos

a

caixa-estante.

o índice de aproveitamento

sugestões fornecidas pelo encarrega

colhidas de seus colegas por

ocasião

de

empréstimo ou recebimento dos livros.
Tendo sido determinado que o acervo da caixa-estante
seria fixo,

o mesmo assim se tem mantido relativamente,do vez

que algumas modificações se fazem necessárias quer no interês
se dos comerciários,

quer na substituição de livros

ou danificados pelo uso,

isto entretanto,

em moderada

perdidos
propor

ção.
As caixas-cstantòs não são repetidas nas Firmas,
para controlá-las,

idealizamos uma ficha contendo o número da

caixa e colunas a serem preonchidas com o nome da Firma,
de entrega e data da devolução.
de caixas,

4.

e,

Formamos assim,

um

data

fichário

obedecendo à ordem numérica das mesmas.

INSCRIÇÃO DOS L^ITJRx.S:
A inauguraçao da caixa-estante constitui sempre

solenidade nas Firmas.
número possível,

Reunem-se seus funcionários

uma

no maior

comparecem dirigentes da Firma e do SESC.

A fim de facilitar o serviço de empréstimos nesse dja,
bem como nos subsequentes,

I Digitalizado
-gentilmente por:

solicitamos sempre a

relação

dos

I Sc a H
s t e .O"
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20

�- 4 -

funcionários com seus respectivos endereços e os
como leitores, mesmo que nao haja interesse no
parte de todos.

Julgamos assim,

facilitar ao

registramos
momento,

por

encarregado

execução de suas tarefas, visto não terem estes,

a

tempo sufici

ente para o Sorviço.
Quando todos não se interessam pela Biblioteca
leitores,

resulta algumas vezes,

um número elevado de

ções e uma porcentagem de retirada de livros
com o número de leitores. Mas,
aproveitamento,

não

como
inseri

condizente

se desejamos um índice real de

basta-nos selecionar os cartões daqueles

retiraram livros e teremos um núrúero exato de leitores

que
daque

Ia caixa-estante.
No início de cada ano,
tores de todas as Firn-.as,

reformamos o registro de

à medida que vamos

r^icolhendo

lei
as

caixas e no correr do ano, vamos cancelando aqueles que deixa
ram as Firmas de acordo com os dados fornecidos pelos encarre
gados dos empréstimos.
Daremos em mapa estatístico a expressão numérica

de

leitores nos quatro últimos anos:

LilTJR^S INSCRITOS NA BIBLIOTECA ALIBUL.^NT^ DO S^SC (4 últimos
anos)

ANO

Fem.

Masc.
552 J

1960

859

1961 1

968

1962

5..

.

ACüIÄULADOS

CANCELADOS

ATUAIS
Total

Masc.

Total Masc Fem.

Fem.

Total

520

1.072

250

328

1

578

802

848 1.650

587 J

1.446

413-

488

1

901

1272

1075^ 2.347

471

1.4J9

81

169

250

' 1049

640 1.689

457

1.266

384 _267„.. ..J51_. 2293.

724. 1^917__

EMPRÍ;3TIMJS s
O com-rciário mineiro já adquiriu o gosto e o hábito

da leitura.
Ao recolhermos
tatística de cada livro,

uma caixa-estante,

fazemos apuraçao

computando o número de retiradas mas

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n

�culinas e femininas.
Os resultados têm sido os mais variados,

entretanto,

nota-se que sao satisfatórios.
Nas apurações que se mostram oscilantes,

quando

com

paradas às anteriores,procuramos sempre conhecer a causa para
superá-la,

se nos for possível.

Mas,

infelizmente, vários mo

tivos que afastam o comerciário da caixa-estante,
de nosso auxílio.

Verificamos que o movimento de dispensa

reintegraç'0 de pessoal nas Firmas com as quais
como também,

independem
e

trabalhamos»

alteração de tempo de trabalho com horas extras,

exigido pelas datas comemorativas,

exploradas comercialmente,

causam diminuição nos empréstimos.
Devemos ao analisar os resultados

estatísticos

de

uma Firma,

levar em consideração o tipo de serviço da

o horário,

nível intelectual e outros fatores que temos obser

vado,

mesma,

como causas de reflexos no bom aproveitamento da Biblio

teca Ambulante.
Outro fator quo-influi poderosamente no movimento de
retirada de livros é,

como algumas vezes apuramos,

a falta de

assistência aos leitores pelo encarregado da caixa-estante,
que já nos deu motivo de troca.

Sao estes,

quase sempre

mulados de atribuições e não dispõem do tempo que lhes

o

acu
seria

necessário para dar maior atençao ao Serviço.
Daremos a seguir os dados estatísticos referentes ao
empréstimo de livros:

^PR^STIMOS
ANO

D-

LIVROS
TOTAL

Fi^vIININOS

AlASCULINOS

1958

982

2.016

2.998

1959

850

1.892

2.742

1960

1.408

1.939

1961

1.527

2.318

3.845

1962

1.547

1.772

3.319

9.937

16.251

TOTAL

t

6.314

I Digitalizado
-gentilmente por:

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�6 -

6*

ACERVO:
A Biblioteca Ambulante do S-.SC possui como os demais

setor&gt;iS da Biblioteca,

um acervo próprio.

Contamos com um to

tal de 3«767 volumes registrados.
Cisando o aprimoramento intelectual de
res,

baseamos nossas compras na aquisição

nas sugestões de nossos leitorv&gt;s,
ainda,

nossos leito

dos bons

autores,

no interesse dos mesmos

e,

procuramos atualizar sempre o nosso acervo.
O registro de nossos livros apresenta

os

seguintes

dados;

LIVROS R-.GISTRADOS NA BIBLIJT-.C'. .^MBULANT-j DO S^SC

1.908

1959

1960

1•
1
vo 1
1
1 00 1
1
1

ACERVO

1958

1957

574

564

1961

1962

374

199

1963

1
1
1
1
1
1
1 «XI 1
1
o 1
!
1

ANO

TOTAL
3.767

7. ASSIST::.NCIA Lu PRJPAGANDA:
A Biblioteca Ambulante,

como toda Biblioteca moderna,

deve promover meios de divulgá-la e difundí-la Junto
merciários,

acompanhando assim,

aos

co

o rítimo da indústria e do co

mércio bem organizados.
Quando notamos que houve na caixa-estante recolhida,
menos movimento do que na precedente,

procuramos apurar junto

do encarregado na Firma as possíveis causas do acontecido,
mo ja dissemos.

Quando um dos fatores ó decorrente da

de interesse pela leitura,
causa,

procuramos de nossa parte

promovv-ndo meios de incentivar ou mesmo,

co

falta
sanar a

despertar

o

hábito de ler.
A Biblioteca Ambulante tem se encarregado da

confec

ção de listas mimeografadas do acervo da caixa-estante dc

mo

do mais claro o detalhado possível» Estas,são distribuídas ©n
tre os leitores no ato da inauguração ou reinstalação da
xa.

Como cabeçalho,

Para cada Firma,

apresentam o regulamento a ser

seguido#

fazemos sempre novas listas contendo o

I Digitalizado
-gentilmente por:

cai

nome

�- 7 -

das mesmas,

como tariibém,

da pessoa encarrogada

dos

ümprésti

mos.
Como inscntivo à leitura,
gráficos,

rcidigimos boletins

bilio-

contcndo pequena biografia dos autores cujos livros

foram comentados c enviados naquela caixa-ostanto.
Conforme a necessidade do Serviço,
aos leitoras,
tas também,

enviamos

cartas

comunicando a instalação da caixa-estante,

car

convidando a procurar a Biblioteca Ambulante

com

a relação dos livros instalados,
diretamente,

anexa.

São estas,

enviadas

para a residência do leitor#

Obtivemos ótimos resultados com esta

iniciativa,

o

que nos foi declarado pelos encarregados dos empréstimos e po
sitivado nas apurações estatísticas das caixas-estantee

reco

Ihidas.
Realizamos visitas às Firmas para supervisionar o Ser
♦iço,

esclarecer se preciso,

as possíveis dúvidas e

auxiliar

na cobrança dos livros atrasados»
Utilizamos também do telefone para este tipo de
trôlô do Serviço e através deste,

avisamos a data de

con

recolhi

mento da caixa-estante.
Outro meio que empregamos para chaniar a atenção
comerciários para a Biblioteca Ambulante,
Mas,

dos

são os cartazes.

como a confecção destes toma tempo e sua conservação nos

é muito útil,

idealizamos um porta-cartazes que os protege

e

dá realce.
Lstes,

foram feitos com um fundo que se abre, facili

tando a troca dos quadros;

possuem duas alças na moldura,

na posição horizontal o outra na vertical,
mudança de posição,

possibilitando

a

conforme o cartaz colocado.

Possuimos um bom número de cartazes com tamanho
drão,

uma

os quais vão fazendo rodízio nas Firmas atendidas

Biblioteca Ambulante,

são geralmente,

papela

colocados perto do

logio de ponto ou em outro lugar rue chamo a atenção dos

re
fun

cionários.

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�Nas Pirmas onde há jornaizinhos,
dwS congêneròs,

lançamos mao destas,

Até na televisão,

para meios de propaganda.

das caixas-estantes,

onde

deram informas sobre a Biblioteca

apresentando fotos

Mantemos ainda,

tiradas no ato da inauguração.

entrosamento

entre os

promovendo reuniões.

nos reunimos por ocasião do Natal,
pelo SjuSC,

ativida

cm programa patrocinado par uma Firma

temos duas caixas-estantes,
Ambulante,

grêmios ou

encarregados

Todos os anos nós

quando lhes são oferecidos

presentes em agradecimento

pela

sua

colaborr.ção

prestp.dp. ». entidade.
Sao reuniões revestid.f.s de cordif'.lid'^de e entusiasmo,
cont-ndo com p. presengr». dos senhoras dirigentes do
qu^.is,

dr.o inteiro f^pôio ao Serviço.

se sómpre motiv-'^.r outr-^s,

Sx^SC,

os

^^stR-s reuniões vêem qua

como um "^.Imôço oferecido pelo

Presidente do S^SC, Dr. Exr.ltino José Marques Andrade,
dos ^^ncnrreg^dos dp. Biblioteca. Ambulante n^is Pirmp.s,

Sr.
a

to

na

Colo

ofereceu

uma

nia de Ferias Sylla Velloso.
lim recente reunião,

o Sr.

Presidente,

temporad.?, de feri-ns na Colônia do S^SC,

n ser sorteada

03 responsáveis pel-s ctix^s-est^ntes n^s Firmf^.s,

entre

extensiva a

todos os seus dependentes.
são estes,

os meios que empr^^gamos para dar assistên

cia e divulgar a. leitura em nosso Serviço de Biblioteca

Ambu

lante do S^^SC em Minas Gerais.
Com este rápido e simpes depoimento de nosso
lho,

traba-

esper-mos ter contribuído com um pouco de nossa experion

cia para trocr. de idéias com nossos prezados colegas de Biblió
tecas similares.

Belo Hf^rizonte,

junho de 1963.

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lí

�S..-.RVI,0

BIBLIOTECAS

DO

S-SC

REGIONAL Dx. MINAS G.^R.aS

DIVISÃO

DO

S-RVigO

S^L^ÇÃO
AQJISIÇÃO
R..GISTRO

SUCÇÃO tICNICA

CATALOGAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO

INSCRIÇÃO DL LEITOR

BIBLIOT-.CA
S.^CÇAO
y

D..

AT£NDII.'I_NTO

\

y
N

LM?R..'STIMO DOMICILIAR
CJNSULTA X. R..F^RÍ;NCIA

CENTRAL

S,..CÇAO INPANTO-JUV-.NIL

SUCÇÃO D:^ x.NCAD.-,fíNAÇAO

cm

1

2

3

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-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em

NN|III
15

16

17

18

19

20

�- 2 -

C-^NTRO SJCIAL FLQRLSTA

f CAPITAL

C.

S.

CARLOS PRATAS

C.

S.

SANTA ^FIGINIA

cjlOnia
D^P.

Farias

SERVIÇO social

/
DEPÓSITOS

/
\

UB-oRABA
AKAXÁ

SiiRVIÇO

MJKT.S CLAROS
UB.-.RLÂNI)IA

DE

INTERIOR

&lt;

T-ÓFILO OTONI
POÇOS

..XTÍ.NSÃO

CALDAS

#UIZ
\

FÖRA

CARANGOLA

D2i

BIBLIOT-.CAS
35 C&gt;.I:ÍAS
BIBLIOTECA AI.rBJLANT.

FIRMAS COM

&lt;
(Capital)

25

SERVIÇO LSTAB^L^CIIO

BIBLIOT^C'. AT^SuLANTIi; (interior)

♦

Ônibus biblijt^ca *

\
Serviço ainda em planejamento.

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�SERVIÇOS

BI3LI0Tx.CAS DO S^SC

A Biblioteca Central do S.&gt;^SC é uma biblioteca moder
na,

tanto em suas csracterísticas como em SwUS objetivos.

Qaanto às características é classificada por assunto
a Classific-ç
ra o público.

segundo

o Decimal de Melviel Dewey e possue catálogo pa
O catálogo adotado é o dicionário

onde

as fi

chas de autor, .título e assunto se encontram numa só ordem al
fabética;

consultá-lo é o mesmo quc consultar um dicionário.

Êste catálogo permite ao leitor saber todos os livros de deto?
minado autor ou todos os livros de determinado assunto que
biblioteca possua.

a

As fichas de cat?.logação sao perluradas e

I introduzida na perfuraçao uma vareta de ?ço que conserva
alfabetaçao nss gavetas,

apesar do s^rem as fichas do

a

catálo

go constanteinente manuseadas pelos leitores.
A Biblioteca Central do Sx/SC permite o livre acesso
às estantes,

dando ao leitor mais liberdade de escolha e,

do classificada,

dá uma visão do que a Biblioteca

possue

sen
do

autor ou sobre o assunto que o leitor está interessado.
Faz o empréstimo do. .iciliar com o objetivo de

esti

mulsr o habito da leitura e de desenvolver o espírito de soli
dariedade e cooperaçao,
empréstimo as mesmas

com os que futuramente retirarão

obras.

Para alcançar seus objetivos educativos e
sao da cultura numa esfera maior,

de

difu

a Biblioteca do SLSC é fran

queada ao publico de Belo Horizonte,

bastando a

de um documento de identidade e dois

(2)

cular-se como leitor.

por

apresentação

retratos para

matri

Permite-se ao leitor da Biblioteca

SjjSC rotirar por empréstimo dois

(2)

pelo prazo de 15

O serviço é inteiramente gra

(quinze)

dias.

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livros e 1

(uma)

do

revista

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�tuíto.

A Biblioteca Central funciona s&amp;m interruiçao diária-

mente de 8 às 19 horas e aos sábados de 8 as 12 horas.
O caráter de seu acervo 6 geral e

procura

atender

em suas novas aquisições as nccessidadss e as preferências de
seus leitores.
A Biblioteca Central do S.^SC conta

atualmente

coli

8.000 livros registrados.
Ja fêz um total de 152.500 empréstimos domiciliares
de livros desde sua fundaçao em fins de 1957«
Possui 10.4^0 leitores inscritos.
Além de livros a Biblioteca possui jornais da
tal e de outros .instados,

capi

bem como revist^.s.

Seus livros são áe 2 tipos:
- de empréstimo domiciliar;
- de consultas e referência,
bliotec-,

tais como dicionários,

que nao saem da Bi-

enciclopédias, mapi-s,

atlas,

etc.
un 1961,

foi criada a Sc.cção Infanto-juvenil,

subor

dinada à Biblioteca Central, vindo assim completsr a finalida
de educativa da Biblioteca, visando,

primeiramente,

a criança,

futuro adulto.
A Biblioteca do S^SC possue também o Serviço de

lix

tensão de Bibliotecas que supervisiona a Biblioteca Ambulante
e os Depósitos de Livros.
A Biblioteca Ambulante é exclusivamente para
ciários.

Uma caixa-estante de aço contendo

comer

aproximadamente

80 livros é colocada em firma comcrcial pelo prazo aproximado
de 3

(três)

tem a caixa,

meses de acordo com o interGsse despertado.
livros recreativos e instrutivos e u::na parte

livros infantis Jiara atender os filhos dos comerciários.

Cr*
Äe
Sua

organização é baseada numa pesquisa do preferência de leitura,
idade e gráu de instrução,

aplicada entre

firma antes da instalação do serviço.

os

empregados

da

O objetivo primordial

dessa modalidade de serviço é elevaçao do nível

cultural

e

profissional do empregado do comércio.

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I Sc a H
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lí

�- 5 -

A Biblioteca Ambulante conta atualmente cora
tal de 25

um

to

unidades com Serviço estabelecido.
Para atender a ustas Firmas,

caixas organizadas,

a Biblioteca possua 35

as quais fazon. rodízio,

Conta a Biblioteca Ambulante com ótima equipe de au
xiliares que são encarregadas das caixas-estantes nas Firmas»
Sãô.*.'pessoas idealistas e dedicadas que se
bilizam pelrs caixas-estantes,

controlam o

préstimos e recebimento de livros,
leitores,

cancelam os afastados,

toque da caixa,

responsa-

movimento

de

fazem inscrições dos novos

recolhem e conferem todo

sao executadas com gosto e perfeição.

bem remuneração,

es

para se íaz..r a permuta.

xjstas atribuições e outras que podem surgir
namente.,

em

a Biblioteca tem por tradição

por ocasião do Natal,

nao como paga, mas como

oport»

Como não rece
presenteá-los
agradecimento

pela valiosa cooperação prestada ao S.^SC.
Os Depósitos de Livros foram criados para

atender

aos frv-quentador«s dos Centros Sociais do S.^SC na Capital

e

no Interior e colabofar com o trabalho das assistentes sociais»
das recreadoras infantis e das demais professoras dos Centros,
com livros especializados c,ue auxiliem no trabalho de cada um.
A Biblioteca do S^SC conta atualm..;nte com 13 Depósi
tos de Biblioteca,

s^ndo 5

(cinco)

na Capital e

8

(oito)

no

Interior.
Compõe-se atualmente de 8.500 livros já registrados»

V...BA aiARIA ROCHA
CH^F.. DX Bi:°-LIOT..CA CENTRAL DO SLSC
D^ MINAS G.^RAIS ,

Belo Horizonte,

26 de junho de 1963»

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I Sc a H
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gentilmente por:

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gentilmente por:

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12

3

I Digitalizado
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. ?&lt;=

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA E DOCÜMERTAÇÃO

^ propósito do programa da FID/GLá
(Comissão Latinoamericana da Federação Internacionali.de Documentarão)
por
Fernanda Leite Ribeiro

Fortaleza
1963

f

�IV CONGRESSO BEASILEUíej^E BIBLIOTECONOMIA E IXDCUMENTAÇAO
UNIVERSIDADE DO CEARA
7 a 14 de Julho do I963

TEMA IV

-

HDUCAÇAO DO BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA

A PROPOSITO DO PROGRAMA DA' FID/CLA
(Comissão Lati.noamericana da Federação Internacional de Documentação)

por

FERNANDA LEITE RIBEIRO

CDU

+

002:061.25(10048=6)

oa;
(iSÄOPAULO°l^^'^?
"
H'- et
40V, ÇLé

+

Diretor çLo Serviço de Informaçoes Técnico Científicas do IBBD
Vioe-Presidente da P E B A B
Secretária da

cm

1

FID/CLA em I960/1962

I Digitalizado
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17

1^

�M FHCPCSITC DC FRCGHüICij'^Dü FIS/CLii

1 - Introdução
Dentre

as Recomendações Finais da 26^ Conferência Geral da

Federação Internacional de Bocumentação (FID),
de Janeiro,

realizada no Rio

de 22 a 31 de julho de 1960, destaca-se a que criou

a Comissão Latino-ümericana da FID (FID/CLa),
No "Esboço de um Programa de Trabalho a Longo-Prazo da FID" -em
que são expostas bases para^reorganização e revigoramento da Fe
deração,

a fim de que ela seja,

realmente,

líder da documentação

i|int ernacional - está grevista a descentralização de suas ativida
des,

em favor da polctica regionalista.

ü FID/CLá é,

assim,

a primeira Comissão regional e o marco inicial

da nova política da Federação.
Constituem a FID/CL/í os países membros nacionais da Federação ra
Ámerica Latina,
para 1963,

atualmente Erasil e Argentina,

as filiações do Uruguai e Chile,

foram os membros fundadores da FID/ÇL. ■

estando previstas,

O Mexico e

o Erasil

Com a transformação ad-

ministrativa do Centro de Documentação Científica e Técnica do
Hfexico, em 1962,
aguardando-se,

este país deixou de ser membro nacional da FID,

entretanto,

o seu breve retorno à Federação,

Coube ao Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentaççao,
membro nacional da FID para o Erasil,

a Secretaria geral da Comi£

são para o período de julho de 1960 a dezembro de 1962,

Em 1963,

a Secretaria da Comissão foi transferida para o Conselho Nacional
de Pesquisas da Argentina,

atual vice-presidente da FID para a

area latino-americana,
2 - PRCGI-iiF.A ^ FID
À FID estabeleceu,

em 1960,

as bases para um programa a lon-

go-prazo - período aproximado de sete aaos - destacando
picos,

enumerados abaixo,

treze tó-

que deveriam nortear as suas atividades,

2.1

Publicações primárias e comunicações

2.2

Publicações secundárias

2.3

Problema lingüistico

2.4

Reprodução de documentos

2.5

Problemas de direitos autorais

2.6

Seleção e registro mecânico para efeito de consulta

^

(retrieval)
2.7

Classificação

2.8

Centros de informação especializada

2.9

Formação de documentalistas e de técnicos em informação
sspecializ ada

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lí

�- 2 2.10 normalização
2.11 Bibliografia e elaboração de resumos
2.12 Centros de informação e assessoraroentb da FID sobre
documentação,
2.13 Áreas menos desenvolvidas
Neste "nesfíO.n Programa,

foram lançadas as bases para a

Regionalização da Federação (da qual a FID/CLü é o primeiro resultado),

a descentralização por assunto ^rcentros

nacionais serão incumbidos de dirigir comissões especiais
e serão responsáveis pela Secretaria e administração dessas comissões)

e,

finalmente,

estreito entrosamento

com

outras entidades internacionais.

3 - OBJETIVOS Dü FID/CLa
O regulamento da Comissão estabelece os seguintes objetivos;
3.1 - Cooperar para a difusão entre os países da região,

dos

propósitos e atividades da FID,
3.2 - Fomentar a criação e desenvolvimento das atividades
documentação

de

noa jaíses da ümérica Latina.

3.3 - Coordenar os trabalhos de documentação nesses países.
Á documentação da America Latina poderia ser.dividida em
fases:

duas

antes e depois de 1950, Graças à atuação da UNESCO,

anos de.1950,

1952,

os

1954 marcaram o início dos Centros de Do-

cumentação Científica e Técnica do Mexico,

do Centro de Docu-

mentação Científica, Técnica e Economica do Uruguai e do Inst^
tuto"! Brasileiro de Bibliografia e Documentação,
Os anos,de 1960 a 1962 marcam a criação da FID/CLa e da FlAB/
SüL (Seção na ümerica Latina da Federação Internacional de associações de Bibliotecários)
üssim,

o panorama da documentação na i\raérica Latina, mostra-se

cada vez mais animador. Entretanto,

asinda há muito que

fa-

zer no setor da documentação e da informação científica.

4 - FROGRa&gt;IA Dü FID/CLii
Baseado nas finalidades da Comissão foi planejado e executado
pela Secretaria da FID/CLA o seguinte programa de trabalho para o periódo 1960/62:
4,1 Estimular o maior numero possível de bibliotecas e centros
dc documentação da America Latina a cooperarem entre si,
facilitando,

cm

1

assim,

o intercâmbio de informações e de docu

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lí

19

20

�mentação necessáricis aos cientistas, pesquisadores a estudiosos em geral,
4.2 Organizar,

em cooperação com os centros nacionais de bibli^

grafia existentes na ümérica Latina,
auxálio da UNESCO e da OE/i,

e,

se possível,

com o

um guia das principais bibliotje

Cé-s latino-americanas,
4.3 Compilar,

com a cooperação dos centros nacionais de biblio-

grafia latino-americanos,

um Catálogo coletivo dos periódi-

cos técnicos e científicos,

existentes nas principais bibli_o

tecas la1r i no-americanas ,
4.4 Contribuir,
. ■

cora bolsa de estudos e intercâmbio de professo-

res, para o desenvolvimento das relações entre os centros
de documentação e de informações latino-americanos.,

4.5 Promover uma Reunião anual de rerresentandes dos

centros na

cionais de bibliografia latino-americanos e interessados
nos trabalhos da Comissão.
ÁS realizações da FID/CLá durante o período de Secretariado do
Brasil são objeto do anexo deste trabalho,
Fode-se verificar que, apenas

o item 3,3 não foi integralmente

cumprido, pela simples razão de que a Biblioteca Comemorativa
de Colombo,
mente,

da União pan americana já havia iniciado,

anterior-

a compilação do Guia das principais bibliotecas latino-

americanas . Paralelamente,

o IBBD lançando,

em âmbito nacional,

as bases para a implantação do sistema de aquisição planificada,
preparou o seu Bibliotecas Brasileiras; Guia para intercâmbio
bibliografico. Finalmente,
grama da FID/CLA,
americanas

a GE/; cedeu,

como colaboração ao pr_o

a relação das principais bibliotecas latino-

(levantamento para o Guia) que foi transferida para

a atual secretaria da FID/CLA na ürgentina,
perspectivas FUTURáS P-AR/í o PROGRiiJcii BA FIP/CLA
ho terminar a execução deste primeiro Plano de Trabalho da FID/
CLA creio que e

interessante ressaltar os seguintes itens:

filiação dos países latino-americanos
O problema da filiação de outros países latino-americanos á
FID nao reside somente na.falta de conhecimento ou desinterês
se pelos

ideais da Federação, mas na grande maioria das vezes

em obstáculos de ordem financeira, a esse respeito,
ser pleiteado junto a F^C,
Hemisferio,

deveria

como incentivo aos países desse

que a contribuição total dos referidos países

ficasse com a FID/CLá,

revertendo,

assim,

em benefício

da

própria região,
b) Seminários especializados

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�- 4 ii realização periódica de seminários

especializados,

do recente Seminário de DocGmentação Científica,
tembro de 1962)

a exemplo

em Lima,

(se-

sob os auspícios da UNESCO e do Governo Peruano

ao qual f oram apresentados relatórios sobre a situação da docu
mentação científica em cada país desta região só de sumo interesse para orientar o planejamento das atividades da FID/CLü.
c)

Reunião dos membros da FID/CL'á
A. reunião dos membros da FID/CLa para estudar a participação
efetiva desta Gomissão no programa da FID,

acima

exposto

e a Êivor dos interesses da documentação latino-americana é
muito necessária.

Urge o estabelecimento de um Programa com

prazo mais longo e atendendo as reais necessidades da documentação desta área em rápido desenvolvimento.

aiádiíSiiçâsb:
No momento em que são estreitadas,

no Brasil,

as bases de cola-

boração e intercâmbio de informações, permito-me '
seguintes proposições,

fazer

as

de interesse para a região latino-ameri.

cana, aos delegados presentes ao IV Congresso Brasileiro dê
Biblioteconomia e Documentação;
1 - Que as bibliotecas bnasileiras e,

sobretudo,

os centros bj,

bliograficos regionais colaborem na compilaão da Bibliografia
da .america Latina (BaL),

cuja secretaria é a Biblioteca Hacio-

nal do Mexico.
2 - que as escolas de biblioteconomia do Brasil recebam,
bolsista,

estudantes latino-americanos,

como

para treinameto e

aperfeiçoamento na céxrreira.
3 - que os. bibliotecários brasileiros colaborem,

com a FID/CLü,

na compila^ da Bibliografia Latino-zimericana de documenta^ ão
f

a ser publicadE^ priodicamente^

na Revista Internacional de Do-

cumentação da FID.

cm

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�ANEXO
FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE DOCUMENTAÇÃO
COMISSÃO LüTINO-AMERICANA (FID/CLA)
síntese das atividades - julho de I96O a dezembro de I962

HISTÓRICO
Criação
Proposta unânime das sete delegações latino-americanas
tina, Brasil,

(Argen

Chile, Colômbia, México, Venezuela e Uruguai)

ßr esentes a Z6^ Conferência Geral da FID no Rio de Janeiro
(julho de i960)
Regulamento e Programa de Trabalho
Propostos pela Secretaria da FID/CLA era agosto de^ I96O. Revi^
tos e aprovados pelos delegados latino-americanos na Primeira
Reunião da FID/CLA no México (novembro de I96O)
r,
Submetidos ao Bureau Executivo da FID em abril de I96I
Alterações sugeridas por Espanha e Portugal na 27- Conferência
Geral da FID em Londres,

setembro de I96I.

Aprovados definitivamente pelo Bureau Executivo na Conferência
de Longres,

I96I,

FILIAÇÕES
Brasil:

I96O

México:

1960

(Em 19^2,

com a transformação do Centro de Docu-

mentação Científica y Técnica deixou de ser membro nacional)
Argentina;

I96I

Chile: filiação solicitada à FID,

em I962,

e aguardando cria-

ção do Centro Chileno de Documentação para aprovação final.
Possíveis filiações: Uruguai e Peru.
R3S0LUC8BS
Treinamento de bibliotecários latino-americanos
I96O: Curso de Verão sobre Biblioteconomia da Universidade de
Quito - Prof. Terezine -í^rantes Ferraz
1961:

(Ed .Sraàil)

13 bolsas de estudo para o Curso de Pesquisas Bibliográ
ficas em Tecnologia do IBBD - Argentina (2), Bolívia,
Chile, Colômbia,
co,

Costa Rica, Equador,

Guatemala, Méxi-

Panamá, Paraguai, Uruguai e Venezuela.

1962: 2 bolsas para o Curso de Pesquisas Bibliográficas em M^
dicina - Chile e Uruguai
Nota: Para 19^3^

o IBBD concedeu,

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como colaboração ao progra-

]_'4

]_'5

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l'i

�- 2 ma de treinamento de bibliotecários latino-americanos da FID/
CLÁ 5 bolsas para o Curso de Pesquisas Bibliográficas em Ciên
cias Agrícolas - Argentina (2), Chile, Colômbia e Uruguai.
5.2

-

3«2.1-

A

CDU

no Brasil

Cursos especializados sobre a CDU
1960j na Universidade do Paraná -

ministrado pelo Prof. Vicen

tini.
1961; no Seminário Coração li^ucarístico de Jesus, -3elo Horizonte, ministrado pelo Prof. Vicentini.
Notas Anteriormente a esse período já haviam sido ministrados
cursos sobre a CDU. ^i-ssim,
Prof. Zeferino Paulo
dos Deputados5

foi realizado,

em 195^?

o do

(Portugal) na Biblioteca da Câmara

em 1957 o do Prof, Vicentini no Institu-

to Filosófico de Natal;

em 1959, o do Prof. Lasso de Ia

Vega (Sspcnha.) na Universidade da Bahia e em 1959 o

do

Prof. Vicentino na Universidade do Rio Grande do Sul.
3.2.2 ^ Reuniões da Comissão Brasileira da CDU
1958/1963 (1^

semestre); I6 Reuniões,

sendo 3 conjuntas com a

Comissão Portuguesa (2 no Brasil e 1 em Portugal)
3».2i37*—Tabelas da CDU
Em impressão;

classes l(Filosofia) e 2(Religião)

Em revisão na FID/CCC em em J ortugal; itíFilolor ia),

55(Geolo-

gia) e*8(Literatura)
Em revisão na IBBD/CDU; Tabelas auxiliares,
tes)

e unificação da classe I4. e classe 8.

Em elaboração;
3.3

-

classe 7(Belas A^ .

classes 3 e 6I.

Reunião da FID/CLA
Primeira; México, 26 de novembro de I96O.. Delegados do México
e Brasil.
lívia,
Panamá,

Observadores; UNESCO,

Chile, Costa Rica,

OEA, Argentina, Bo-

Cuba, Guatemala, ' l^erú^.
■

El Sclvc.cJor»-

■

"■ .

Segunda; Rio de Janeiro, 20-22 de novembro de I96I. Delegados
do México,

Argentina e Brasil.

Observadores da FID,

da UNESCO, Argentina,Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, México, Panamá,

Parag\Hi,

Uruguai e Venezuela.
Terceira; Buenos Aires,

9-12 de outubro de I962. Delegados do

Brasil e Argentina. Observadores; FID, UNESCO,
gentina, Brasil,

cm

1

Ar-

Chile, Panamá e Uruguai.

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lí

�Publicações
Impressas:
Jacquerain - A classificação decimal universal,
FID - Esboço de um programa a longo-prazo,
Programa da Segunda Reunião da FID/CLA,
Programa da Terceira Reunião da FID/CLA,

i960.

I96O

I96I.
I962.
t

Mimeografadas;
Regimento e Programa de Trabalho da FID/CLA (em português,
espanhol e inglês) i960.
Resoluções da Primeira Reunião da FID/CLA (era português,
espanhol e inglês) I96O.
Resoluções da Segunda Reunião da FID/CLA (em português,
panhol e inglês)

e^

I96I.

Normas para a compilação do CAPPAL (projeto brasileiro-urü
guaioj

em português e espanhol)

I96I.

Normas para a"compilação do CAPPAL (projeto argentino;
espanhol)

em

I962.

Catálogo Coletivo de Publicações Periódicas da América Latina (CAPPaL) Sm 2 vis.

I962.

ORÇAMENTO
A

FID/CLA

dispendeu no período de julho de I96O a dezembro

de 1962 a quantia de

8.007,290,50 (oito milhões,

sete mil,

duzentos e noventa cruzeiros e cinqüenta centavos)
I96O/I96I; Receita; @ 5-527.290,50
Despesa:
Saldo:

Z;.797,290,50
730.000,00

1961/1962; Receita; (?| 2,Í4.80,000,00
Despesa; (Sü; 2./.|.80.000,00

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lí

�FERERjiÇÃO IíJTERMaCIONüL DE DOCUl^NTAÇÃO - Outline of a long
terin policy of the international Federation for Documentation«

|Tbe Hague,

19601

39p.

(Federação Internacional

de Bocumentçção, Publicação 325)
HUBEEL, A. F, et alii - The program of the United States Natio*
nal Committee for FID. American Documentation 14(1):78-81,
1963»

•;

RIBEIRO, F, L, „ Comissê^ técnicas de bibliografia e documentação

1"Trabalho apresentado ao III Congresso brasileiro de

Biblioteconomia e Documentação, Curitiba, Paraná,

Digitalizado
-gentilmente por:

1960]

I Sc a n
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lí

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2

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                    <text>cm

1

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��IV CONGRESSO BRüSILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOGTJTvTENThÇSO

Edücaçao do bibliotecário documentarista
por
Felisbela Liberáto de Matos Carvalho

Fortaleza
1963

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�IV CONGRESSO 3Ri-.SILEIR0 DE 31 LIOTECOKOMIA E DOCUMENTA. ^«0
UNIVERSIDADE DO CEi.R.'
7 a 11; de julho de

19^3

:EMA IV - EDUCACiíO DO BIBLIOTECÁRIO D0CUí4ENTAiiISTA

por

FELISBELA LIBSRATO DE MATOS CARVALHO

CDU

378.9 5 02+002

SÃO PAULO
*•
*"&gt;5. /&lt;A_r&gt;l»n

fí

„
.

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HtCC
V.

Diretora da Escola de BibliotoooncMnia g Documentação da
Universidade da Bahia
Diretora do Serviço Central de Informaçoes
lÄiiversidade da Bahia

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H."bliográficas da

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�EDUCACÍlO DO BIBLIOTECÁRIO DOCUl^ENTAKISTA

Felisbela Liberato de Natos Carvalho
Diretora da Escola de Siblioteconomia
e Documentagão e do Serviço Central
de InforraaQoes Bibliográficas da Universidade da Bahia.

SINOPSE

A formação profissional do BiblioJjecario como tema
central.
Algumas considera^^ões sobre recomendações
aprovadas era dois Congressos anteriores, de^^refere^cia
ao Tema em pauta.
Apreciações sobre o Currículo mi
nimo determinado pelo Conselho Nacional de Educação.
S ugestões para uma salutar ampliação do mesmo.

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�A EDUCARÃO DO BIBLIOTECÁRIO DOCUMEilTAilISTA

FGId'

FROFISSIoIaL

Não e a primeira vez - oxala fosse a ulti-

ma - que vimos de publico defender a tese que, "da formacpo dos bj.
bliotecarios docmentarist&amp;-s brasileiros depende o futuro das nossas bibliotecas e cer.tros de documentação".
Todos os assuntos contidos no Temário deste Congresso e^
tão na dependencia deste assunto chave, deste assunto eixo.

Enquaja

to não tivermos madureza e sensibilidade para atentarmos seriamente
este problema, muito pouco nos será dado realizar.

A própria vit^

ria alcançada no terreno profissional, com a aprovação da Lei
n^ k08U de 30 de junho de 1962, esta fadada a tornar-se uma pálida
Vitoria,

se nao nos dispuzermos a envidar bem coordenados esforços

na reestruturação das escolas e cursos existentes pare a formação
de Bacharéis em Biblioteconomia, enquanto não funcionar em cada universidade brasileira uma faculdade ou escola da especialização.
Propomo-nos estudar neste trabalho os progressos obtidos
na formação

p bibliotecário, hoje denominado Bacharel em Bibliote-

conomia, do II COKGRiíiSGO BK..0ILEIHO DE :3I-;LIOTECONOMIA E DOCüliENTÂÇÂO realizedo na Bahia em 1959) até a hora presente.

Não só estu-

dar, como defender o que discutimos, o que aprovemos em 19595 e, Ia
go R seguir, com apenas I8 meses de intervalo, novamente aprovamos
em Curitiba, no III COKGRESSO BKaSILEIRO DE BIBLIOTECONOiuA E DOCUMENTA ]:a0, ou seja, a formação universitária dos bibliotecários brasileiros, e a duração de, no mínimo, U (quatro) anos para o curso
de graduação.

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0

LS RECOMENDACOES ANTEKIDRMENTS í.PROVkDaS
serie de indagsgoes,
1.

Devemos começar por uma

indispenseveis para bem situar o problema.

f^ual o progresso obtido de 1959 £ 1963? na formação

do Bibliotecário?
2.

Em 1959 aprovamos p recomendação numero 2.2, no senti

do dum melhor preparo escolar do profissional em biblioteconomia.
O rue conseguimos*?
3«

quanto avançamos?

Por que nao se cumpriu a recomendação numero 2.5 tam-

bém aprovada em 1959&gt; renovsda no III Congresso em Curitiba com a
de número 17» reforçada esta pelrs de números 11,

12, 13?

lü.» 15&gt;

16 e 18?
Estão todos satisfeitos com o Curriculo MÍnimo determinado pelo Conselho Nacional de Educação?
Em resposta a indagaçao n^ 1, devemos confessar que o proê
gresso e de pouca monta.
Nenhuma nova escola foi instalada.

Ha, é verdade, a pro-

missora noticia de que a '-'niversidrde de Assis, no interior do ülstado de São Paulo,

terá em breve, em funcionamento, um curso de Bibli-

oteconomia, compondo a sua Faculdade de Filosofia.
E para lastimrr que, contrariando as recomendações aprovadas em dois Congressos consecutivos, as escolas que ainda tinham os
seus cursos de graduaçao em 2 (dois) anos prssassem para 3 (tres;,
em vez de h (Cs,uatro), como aprovamos nos referidos Congressos.
Nr

indagação n^ 3, a recomendação n^ 11 implica na criação

de um Departarí^ento de Psicologia nas escolas, e assim a número 13«
A número 12, no estudo da Sociologia.

An® lUt graçrs a Deus, esta
%
sendo cumprida, inclusive prevista no Curriculo Minirao, naturalmente
incluindo as de números 15 e 16.
Jr.s recomendações de números 17 e 18 infelizmente foram relegadas .
.

cm

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.

Porque?

deixamos aqui, em aberto, esta pergunta, com

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esperança de que este Congresso possa responde-la e encontrar os
meios de tornar aquelas recomendanoes uma realidade, em futuro proximo,..

p Cl)R;\ÍCULO MÍNIMO

Quanto a indagação n^ li,

gostariamos de saber

se estão todos satisfeitos com o novo Currículo MÍnimo.
Se não o estão, como é o nosso caso, por que cruzar os br^
ços,

impassíveis,

conformados"?

nao impede um maxitoo.

Não devemos esquecer que um iiinimo

De nossa parte, achamos que o atual Currículo

não satisfaz, que foram incluídas matérias desnecessárias para as bi
bliotecrs brasileiras de modo geral, em detrimento de outras que coa
sideramos indispensáveis.
rA
y
mm
^
^
Sabemos, por experiencia própria, que nao e fácil manter
uma escola de alto gabarito, o que vale dizer, boa
tica, bom corpo docente,

organizaçao dida-

instalações e pessoal administrativo razoa-

veis,corpo discente devidamente ajustado e atendido nas praticas, e^
tagios e pesquisas, e equilíbrio com os mercados de trabalho local,
regional e nacional.

Não é fácil, mas não é impossível consegui-lo,

se trabalharmos no sentido de criar uma atmosfera de compreensão
amor a causa.

e

Ha sempre uma grande receptividade da mocidade para

as coisas do espírito.

Ninguém é mais altruísta, ninguém e mais co^

preensivo que o estudante, o jovem - e são eles a razão de ser das
r\
escolas - quando se confia nele e se lhe apresenta com honestidade e
lealdade, o que dele se espera»
nas grandes mudanças sociais.

Sao sempre as vitimas e os heróis,
Se estão as vezes mal orientados,

a

culpa, em grande parte é nossa, dos mais velhos.
Não cremos que nenhum estudante se revolte porque a sua
cola estabelece um programa de estudos alem do mínimo previsto pelo
Ministério de Educação e Cultura,
rá,

ao contrario, a revolta lhe advi-

se ele for bem dotado de inteligência e compreender que não

lhe

estão facultando os recursos necessários ao desempenho futuro da pr^
fissão que escolheu.

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Ra formação do bibllotec?rio documentarista brasileiro, ou
melhor, do i3acharel em -biblioteconomia, como denominou a Lei n^ZiOS^j
ß
^
A
e indispensável prever os futuros administredores das bibliotecas,
centros c ■ documentacao e similares, em todo o territorio nacional.
■^sto nao sera possivel sem que lhe facultemos 1 ano, pelo
menos, de estudos de CIßPCIA D/. ADiíIKISTHi-.^AO, base indispensável
a aplicarão desta ciência na disciplina ORGANI2/íÇãO E ADíJNISTRAÇkO
DE BI3LI0TECAS, prevista, como é óbvio, no Currículo MÍnimo.
Na Escola de biblioteconomia e Dociimentação da Universid^
de da Bahia, chegamos a conclusão que, as noçoes que davamos de Cieneia da Administração, antecedendo sua aplicaçao a Organizaçao e
Administração de Bibliotecas, não eram suficientes, não havia tempo
bastante

num período escolar, para tal.

Desde 1955 temos ADMINIS-

TRíiCaO no 12 ano, com reais vantagens verificadas no aproveitamento
dr aprendizagem.

No 2® ano, os estudantes já não encontram dificul-

dades para aplica-la as bibliotecas, e sobra mais tempo para as praticas, visitas, estágios e planejamentos necessários na disciplina
organização E administrarão DE BIBLIOTECAS.

"ale notar que as no-

ções de CIÊNCIA DA ADMINISTRí.HãO ministradas desde o 1^ ano, dão ao
estudante a capacidade de melhor organizar o seu estudo,
A
com mais eficiência suas tarefas
escolares,

executando

A SELE'IüO, como disciplina distinta, e uma matéria de cu«I»
*
*
pola, que nao pode deixar de figurar no curriculo minimo e assim a
PSICOLOGIi. D..S RELaçOeS HU14íINí.3 , RELACOES PÚBLICAS E PUBLICIDADE,
LITERATUbu^: PORTUGUESA, LITERATU^RÍ. BRÍ.SILEIRA BRí-LSILEIRH, LITERATUR;.
GEHi.L CONTEMPORitNE^,.

Não se pode por em dúvida a imprescindibilida-

de dum estudo bem programado de tais literaturas na formação profissional do bibliotecário.

Se as escolas não estão em condições de

A
lhe despertar o intei» sse para o estudo dos grandes autores e suas
principais obras, como será ele capaz de fazer funcionar uma biblioteca mais tarde?

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Outra questão que consideramos primordial e o estudo das
línguas.

Se o bibliotecário vai lidar com com uma literatura univer-

sal, porque não lhe facultar o domínio de, pelo menos, mais dois idiomas além do pátrio?

E para o manejo desta, a língua pátria, podere-

mos considerar suficiente a bagagem que nos trazem os nossos estudantes, dos ciclos primário e secundário?

Infelizmente, com raras exce-

ções, a resposta e não.
A

verdade é que, os bibliotecários brasileiros que foram
'
/
^
capazes de pugnar pelas vitorias, incontestavelmente obtidas neste
•

país no setor biblioteconomico,

já trouxeram para os cursos que os di

plomaram na especialização, conhecimentos literários,

técnicos ou ci-

entíficos, o que lhes possibilitou uma certa posição de liderança,
uma melhor integração no espírito da profissão, pois, como sabemos,
em quase todos os cursos brasileiros de biblioteconomia só se estudavam as técnicas biblioteconômicas, muito importantes, e certo, mas iß
capazes, sozinhas, de bem formar e informar bibliotecários.
É possível que, em outros países, mais desenvolvidos que o
nosso, não seja necessário pensar no preparo do bibliotecário como d^
vemos fazer aqui,

Na A merica do Norte e em quase todos os paises da

Europa, a importancia das bibliotecas, a indispensabilidade dos seus
serviços,
rio.

A

são pontos pacíficos, fora de qualquer cogitação em contraBiblioteca, o Livro, estão integrados a vida do povo.

se discute a cultura geral e específica dum bibliotecário.

Nem

Ninguém

pensa em exercer tal profissão sem a devida habilitação.
Entre nós e diferente.

A te

de junho de 1962, qualquer

individuo, simples arrumador de livros, e mesmo alguns incapazes
arruma-los,

intitulavam-se " bibliotecários",

de

f^utros, miil orientados

na profissão escolhida, desajustados, pretendiam e,

infelizmente ain-

da pretendem, ocupar postos importantes de direção ou chefia, para os
quais não foram preparados.

E ainda vemos muitos cargos de direção,

em bibliotecas brasileirgis, que não estão ocupados por bibliotecários.

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�A LEI

Que podemos fazer?

do Bibliotecário.

Temos uma Lei que regulamenta a profissão

É a Lei

408/4. de 50 de junhp de I962.

É estato

davia muito recente, acaba de completar o seu primeiro ano de exisA
M
tencia.
Constrangedoramente devemos confessar que nao somos ainda
um povo para quem uma Lei é um dever,

obrigatoriamente a cumprir.

Gostamos da chicana, do contorno, da distorsão.

De modo geral nao â.

tingimos ainda uma maturidade política e social que nos permita bem
entender que "fora da Lei não há salvação", que a Lei resolve, que a
Lei tranqüiliza, que todos poderiam viver felizes cumprindo a Lei,
principalmente se capazes de sentir o espírito da Lei, colaborando,
mesmo indiretamente, com os legisladores, no sentido de cumprir a
Lei ou combater a Lei,

toda a vez que ela fugisse ao princípio da Jus.

tiça, da compreensão e da solidariedade humanas.
Dissemos, de início, que a vitória conseguida no terreno
profissional com a ^ei n® /i08Í4,, que regulamenta a profissão ao Bibliotecario estaria fadada a tornar-se uma palida vitoria.

Isco afirma

mos Justamente porque não temos um número suficiente de escolas

de

Biblioteconomia, porque nem todas as que se encontram em funcionamea
to podem apresentar um bom rendimento de ensino, porque ainda não coa
seguimos interessar as universidades em chama-las a si, torna-las eficientes, produtivas.

conclusão

Carecemos formar pessoal em condições de criar, entre os

brasileiros,

o hábito da leitura, organizar bibliotecas que funcio-

nem como orgãos de educação popular, converter as bibliotecas espcializadas em verdadeiros centros de documentação, caminhando sempre 2,
/
r .*
tualizado, par e par com o desenvolvimento artistico, tecnologico e
cientifico.

Pessoal que se imponha,pela sua formaçao universitária

no sentido exato da palavra, e seus conhecimentos específicos.

Pes-

soal que tenha envergadura para defender seus direitos, e cumprir,
melhor ainda, seus deveres.

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Pessoal que seja uma afirmação da nobre

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profissão de Bibliotecário, pessoal para o qual se fez a Lei U08U*
Pessoal cora sensibilidade para sentir os problemas de xima estrutura
social em mudança, como a nossa, num país que se empenha para

sair

dum pauperismo aviltante, do analfabetismo, para industriali2;ar-se,
para elevar-se, enfim, pessoal que ajude realmente, com üm trabalho
constante e profícuo, nas bibliotecas, nos centros de pesquisa e documentação.

Pessoal realmente capaz de cumprir e fazer cumprir to-

das as leis ditadas pelo espírito da justiça, visando o bem estar,
a elevação da pessoa humana.

RECOMENDi.r:OSS
1.

Que o IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DO-

CDMENTnÇÃO apresente ao Prof. Mil RTIFS FILHO, Magnífico ^^eitor da Universidade do Ceara, patrocinadora deste conclave, com os seus agradecimentos, o pedido da criação de uma Escola ou Faculdade de Biblioteconomia na Universidade do Ceará.

2.
CUMENTaJaO

Que o IV CONGRESSO BRi^-SILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DO-

dirija-se aos Magníficos Reitores das universidades brasi-

leiras onde ainda não funcionam cursos ou escolas de Biblioteconomia,
encarecendo a necessidade urgente de criação, instalação e funcionamento de tais instituições nas su£s respectivas universidades.

3.

Que o IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIj3LI0TEC0N0MI.. E DO-

CUMSNT^-7f.O apele para o Exmo. Sr.'PRESIDENTE Da REPÚBLICA, pedindo a
sua atenção para o problema das Bibliotecas brasileiras de modo geral
e para o ensino da Biblioteconomia nas imiversidades brasileiras de
modo especial.

U'

Que o IV CONGRESSO BR^-SILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DO-

CLiHENTi-.^ÃO dirija um Memorial ao Senhor Ministro de -^stado de Educa-

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çao e Cultura) no sentido de ser nomeada uma Comissão composta de
diretores e professores de Escolas de Biblioteconomia, para uma revisão do Currículo Minimo.

5.

•

Que o IV CONGRESSO BR..SILEIRO DE BIBLIOTECONOMIii E

DOCUI-íEKTiiwJÍO dirija ura apelo as competentes autoridades em todo p
pais para que se de cumprimento a Lei U08U que regulamenta a profifi,
Sao do Bibliotecário e da ao Bacharel em Biblioteconomia o direito
de dirigir aá bibliotecas e centros de documentação em todo o território nacional.

•^

\

3

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6

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,

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                <text>A formação profissional do Bibliotecário como tema central. Algumas considerações sobre recomendações aprovadas em dois Congressos anteriores, de referência ao Tema em pauta. Apreciações sobre o Currículo minimo determinado pelo Conselho Nacional de Educação. Sugestões para uma salutar ampliação do mesmo.</text>
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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE 3IBLI0TEG0N0MI4 E DOCUIvISNTAÇÍiO

Codigo de Ética Profissional do Bibliotecário Brasileiro
pela
tm
m»
^
Federaçao Brasileira de Associações de Bibliotecários

Fortaleza
1963
r

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lí

�UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 19^3

CDU &lt;&gt;?-f002il7

TEMA IV

-

EDUCAÇXO DO- BIBLIOTECÁRIO-DOCUMENTALISTA

4. ^CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO BIBLIOTECÁRIO BRASILEIRO X
pela
FEDERAÇÃO

BRASILEIRA

DE

ASSOCIAÇÕES

DE

BIBLIOTECÁRIOS

c.

�S/ÍJ M A^R I O

HISTÓRICO

3

SECÇXO I

-

DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO

4

SECÇÍO II

-

DAS RELAÇÕES COM O PÚBLICO
DAS RELAÇÕES COM AS AUTORIDADES
DAS RELAÇÕES COM OS COLEGAS

4
5
5

SEGÇÃO III -

DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

5

SECÇÃO IV

-

DAS CRÍTICAS

5

SBCÇÃO V

-

DAS ASSOCIAÇÕES DE CLASSE

6

SECÇÃO VI

-

DA OBSERVÂNCIA DO CÓDIGO E SUAS SANÇÕES

6

DA MODIFICAÇÃO E DA VIGÊNCIA DÊSTE CÓDIGO

7

SECÇÃO VII -

^

^

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lí

�FEDERAÇÃO BRASIIEIRA M ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS

-3-

(F£BAB)

O CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO BIBLIOTECÁRIO BRASILEIRO,que a Classe recebe neste IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,te
ve sua origem no III Congresso, realizado em janeiro de 1951, na

Cidade

de

Curitiba,

2,

O Ante-Projeto do Código acompanhou a tese "Deontologia e Ética Profis

sional", apresentada àquele Conclave pela bibliotecária Laura Garcia

Moreno

Russo.

3,

A
Aprovada a tese, foi encaminhado o Ante-Projeto a todas as A^sociaçoes

de Bibliotecários e Escolas de Biblioteconomia, a fim de receber as críticas
necessárias.

4,

Depois de estudado o seu texto, não só pelas Entidades referidas,

mas

também por bibliotecários, individualmente, a FEBAB reuniu todo o material e
o submeteu à apreciação dos Senhores Delegados, reunidos em Assembléia Anua],
no dia 21 de janeiro do corrente ano,

5,

Lidas as sugestões e, como figurava na agenda dos trabalhos o

enca-

minhamento da questão a uma Comissão, os senhores delegados resolveram designar três colegas presentes para elaborarem um Relatório,

6,

A Comissão foi constituída pelaa seguintes bibliotecárias;

Lourdes Claro de Oliveira , Diretora

Social da ABB, Adelia

Maria

Leite

Presidente da Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal e

de

Coelho,
Maria Do-

rothéa Barbosa, Presidente da Associação dos Bibliotecários do Paraná,

7,

No dia 23 do referido mês e ano, durante a realização da 15®.

Reunião

da FEBAB, a senhora Maria de Lourdes Claro de Oliveira, relatora da Comissãcy
leu o trabalho que resultou da introdução ao texto inicial das várias

su-

gestões apresentadas.

8, Foi assim organizado o texto definitivo do Código, que vigorará até a
instalação do Conselho Federal de Biblioteconomia, quando seus membros resol
verão por sua aplicação parcial ou total^ isljõ dèpõli. Qtj upi ovado na I.4-a..RRi]
nião da FEBAD^ a ühi' i:-fed.liy.faLd-a—mv-dia 12-7-1963, na Cidade jie—
¥oTT&amp;ltíZHf

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-4-

CÓDIGO DB 5TICA PROFISSIONAL
DO -rtbliotecArio brasileiro

SECCÃO

I

-

DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO

0 Mblioteoario devo preservar, o cunho liberal
prífiasão, fundado na liberdade de Investigaçao oientlfica
(jignidade da pessoa humana»

f

a sua
tß. 22 - O bibliotecário deve, acima de tudo, capacitar-se de^ue
loSsfo S^se exerce num circulo restrito de interesses
pessoais, mas constitui um elemento substancial da comunida e.
Artö. 3® — Anlicará o bibliotecário todo zSlo e aillgência e os recursos de
PÍL e^ prol do progresso da profissSo e bom nome da xnst.tuiçao onde sirva.
Art2..

4« - OS deveres do bibliotecário compreendem, a defesa dos
interesses que lhe sSo confiados; o prestigxo de sua classe,
dignidade e aperfeiçoamento das instituições bxblio economic

®

direit^de^m co. 52 - O bibliotecário não se valerá de sua
fício próprio quando essa atitude comprometer o dir.
lega ou os direitos da classe em geral,

issao e on interesses da classe.

ciaçao em &lt;iue estiver filiado.
Arts. 70 «
tração pública, propugnando pela aprovaçao de p
resoluções, defendendo direitos e causas juEtaB.
SBGCÂQ
Art2, 8 2

II

-

G

DAS RELAÇÕES COM O PÚBLICO

Deve o bibliotecário tratar o público em geral,
^
ã IL estima pela Instituição e pelo aervxço respectivo.

Art2. 92 - Devo o bibliotecário oapacitar-se da responsabilidade educativa da
sua profissão.
Apt2,102 - Deve o bibliotecário facilitar e orientar tSda a
?:iã, leibrando-se ,u, a Biblioteca e.iste em função do leitcr.

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�-5-

Art2»112 - Deve o bibliotecário tratar as autoridades com respeito e urbanidade devidos, a fim de que seja respeitado e acatado no exercício
d© sua profissão, ou fora dela.
DAS RELAÇÕES COM OS COLEGAS
Art2,12° -• Havendo queixas sérias e fundadas contra um colega, seja qual for
o cargo ocupado, é de obrigação representá-las ao poder competente.
§ 12 - Cabe ao bibliotecário prestar auxílio e solidariedade
alvo de críticas injuataSf

ao

colega

Art®.13° - Deve observar em suq,s discussões nas Assembléias de classe ou em
outro qualquer ambiente, a mais perfeita eortezia e
urbanidade,
abatendo-se de a,lusões à vida particular e de entendimentos tendenciosos.
SECÇÀO

III

-

DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

Art2,142 - Para a prestação de serviços profissionais,o bibliotecário deverá
ter em vista of seguintes elementos;
a) - a relevancia, o vulto, a complexidade ou dificulda
de do trabalho;
b) - o tempo necessário;
c) - o lugar da prestação dos serviços,
Arto,15® - Deve o bibliotecário não se pronunciar sobro serviços que
saiba
entregues à responsabilidade de outro colega, sem conhecermos fun
damentos da opinião ou da atitude do mesmo e na presença dele, ou
com seu prévio e expresso assentimento.
SBCÇÃO

IV

-

D^ CRÍTICAS

Arto,162 - são condenáveis e devem ser proscritas as discussões pela Imprensa«
§ 1° - Quando circunstancias extremas, de razões especiais, possam juati
ficar a necessidade de uma explicação om público, só poderá fazelo em seu próprio nome, assumindo toda a responsabilidade
pela
publicação»
Artö,l72 - Hão deve o bibliotecário apontar falhas da formação profissional
ou associativa brasileira era Congressos ou Reuniões
Internacionais, deixando para faze-lo em suas Associações de Classe,om Reuniões e Congressos Nacionais»

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�SECÇÃO

V

Art°»182 • Cabe às Associações de Classe:
a) - reforçar o sentimento de responsabilidade
do bibliotecário;

social

b) - incentivar e difundir estudos biblioteconômicos e
documentalógicos, contribuindo para o aprimoramen
to da classe, sobre os çontos de vista
téenico7
cultural, social e economico;
c) - estimular o debate^ entendimento mútuo e cooperação entre vários grupos interessados, organizando
trabalhos de equipe;
d) - criar um clima social que se imponha
administrativas do país;

às

camadas

e) - estabelecer um ambiente moral, de forma a conseguir do bibliotecário obediencia a esses princípios,
Art2,19° - Declinará o bibliotecário de mandato para o qual tenha sido eleito, logo que lhe sinta faltar a confiança dos seus colegas«
Art2»20ö . No caso de renúncia de mandato, terá o bibliotecário o maior cuidado em preservar a defesa dos direitos a ele confiados e absterse de declaração pública,
SECÇÃO

VI

-

DA OBSERVÂNCIA DO CÓDIGO E SUAS SANÇÕES

Art0,21° - Deve o bibliotecário levar ao conhecimento de sua Associação
de
Classe, com discreção e fundamento, as transgressões das
normas
deste código,
Arts,22ö - Quando em dúvida sobre questão de ética profissional não prevista
neste Código, o bibliotecário deve, antes de qualquer
atitude,
apresentar o caso em termos gerais à consideração de sua Associação de Classe para que o considere.
M
A
,
Artö,23° - Sempre que haja transgressão das normas deste Codigo, a Associação a que o bibliotecário pertença chamará a atenção do associado
para o dispositivo violado, e comunicará^ao Conselho Regional a
ocorrência.

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�§ 12 _ Caberá ao Conselho Regional de Biblioteconomia aplicar as sanções
previstas no seu regulamento e recorrer, se necessário, ao
Conselho Federal de Biblioteconomia.
Artö,24e - A enumeração dos preceitos expressos neste Código, não exclui outros deveres que aos bibliotecários impõem às Leis e Regulamentos
que regem o país, nem os que resultem da independencia,probidade,
virtudes que hão de ser as inspiradores de todos e de cada um de
seus atos da vida profissional,
SECÇÃO

VII

-

\
DA MODIFICAÇÃO B.DA VIGÊNCIA DESTE CÕDIGO

Art2,25° -Qualquer modificação deste Código, somente será feita pela Assembléia dos Delegados da FEBAB, em virtude de proposta da Diretoria
eom antecedencia de 90 dias.
Arto,26ö -O presente Código aprovado em Assembléia dos Delegados no dia
12
de
julho de 1963, entrará em vigor em todo o Território Nacional a 15 de julho de 1963, cabendo às Associações de Classe, promover a sua mais ampla divulgação»

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gentilmente por:

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Digitalizado
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-gentilmente por:
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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA S DOCUMENTAÇÃO

Os

arquivos corao fonte fundamental de documentação
por
Flavia Rubens acgIoIí Prado

Fortaleza
1963

Digitalizado
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�TRMA 7

UNIVERSIDADE DO CEARÁ

CDU 930.25:002

Os Arquivos como^fonte fundamental de documentação
•..V- v.
por
Flavia Rubens Accioli Prado
I

Introdução
do
Professor David Carneiro

i
Trabalho apresentado ao IV Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Docu
mentação, realizado em Fortaleza, dõ
7 a 1^ de ó^lho de 1963.

�COiS'T&gt;JÚDO

♦

Introdução

5

Conceito fundaracntal

6

Qualidades de um arquivista

7

Tipos de Arquivos

8

Seleção e arranjo

9

Tcndtncias Eodcrnas da Arguivística

13

Dinaaização da Arguivol^gia pelos processos
modernos dc regi 3tro do documcntos

14

Arquivol'^gia e Biblioteconrnia

14-

Esboço de ur iDrogracia de Arquivolo5';ia para
as Escolas dc Bibliotccon^^^ia

15

Reconcndação

16

Referências bibliográficas

17

SINOPSE
Expoê as finalidades dos Arquivos co-ic inètituição e
especifica o aatcria de Arquivo como documento.
de pesquisadores,quais os âsteTüas
arquivista o tipos de Arquivos.

Sob o ponto de vista

de classificação,

'^alidades

de

Ressalta a inportância dos arquivos

econôraicos-sociais.

Princípios de seleção e arranjo apresentando van

tagem g dt-svatafy^n.

Técnicas Liodernas de duplicação e registro de do

cuiaentos no progresso da .irquivística. Rocomcnda o ensino de Arquivo
logia nas Escolas de Bibliotccono-ria propondo um programa básico.

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I N T H o D U Ç~Ã O

Embora não h-jj no presente século, mais,

a pos-

sibilidade de saber-se como e por que forma foram guardados na antigüidade os primeiros documentos, constituídos desde logo em

ar-

quivos embrionários, na realidade a lóp:ica nos fornece diretrizes
para conceber,

desses arquivos primitivos,

como de quaisquer

seu

surto e sua cosntante evolução.
. O Ocidente possue no tíouseion de Alexandria e na
Torre de Nara do Japãp,

esses dois embriões modelos, marcos zero -

de evolução, modelares, ao mesmo tempo das bibliotecas,

dos museus

e dos arquivos históricos.
Necessário é,

sem duvida,

distingui-los, pelas -

suas funções e a natureza dos elementos culturais ciue depositam.
i Biblioteca é a reunião de livros, de codigos,
de obras realizadas por artistas, dramaturgos, historiadores, pesquisadores,

cientistas e poetas,

aue nos papiros ou nas tijoletas

assirio babilônias ou nos rolos de pergaminhos expunham idéias,
pressões,

im

extravasando sentimentos ou procurando passar à posteri-

dade quanto de extraordinário um dia houvessem assistido,

visto ou

concebido.
Os livros destinavam-se não apenas a expansão
comunicação de sentimentos,
geração,

idéias e projetos,

e

dentro de uma mesma

senão também visavam a permanência nos pósteros daquilo -

que alguém pensou e redigiu segundo as boas reguas da linguagem

-

(sem se,f,'uir as quais essa comunicação tornar-se-ia impossível) segundo as formas coetâneas.
II Os Museus (de início não separados das biblio
tecas) assim denominados por constituírem local onde se reuniam as
musas ou aqueles aue delas esperavam inspiração, passavam,

a pouco

e pouco a ser local onde se guardava a documentação concreta de he
roicidades pretéritas dos povos:
dos,
seus,

Armas, reliauias de heróis,

escu-

donde a denominação grega de oplotecas aos seus primitivos Mu
armados nos templos consagrados a Marte, á Minerva ou a outros

deuseus invocados nas horas de perigo da mesma forma como ho^e,

sob

outra capa se invocam Virgens de vária denominação,

tam

bém

específicos,

ou Cristos,

ou santos igualmente milagreiros.
III Enfim os arquivos,

ainda hoje não totalmente

separados em toda parte, de museus e bibliotecas (mas com essa ten
dência em todos os mais adiantados países do mundo) são o repositó
rio de documentário eventual, de destino efêmero dos múltiplos eleé
mentos, que talvez devessem ser destruídos ou que não sendo destina
dos especificamente à permanência,
do valor.

tenderam a eternizar-se,

ganhan-

Os documentos então escritos para preencher um destino

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�atual, comunicando noticias impressões ou projetos,
ou eventualidade da vidacomum,

ordens ou fatos

cotidiana, depois passavam a ser de-

monstração de "realidades escondidas",

quando a história,

&lt;1

feita por

memorialistas ou pela recomposição alinhava de tradições lendas e impressões e notícias,

coesas,

encobria situações difíceis,

atuações

menos conhecidas porém mais realmente importantes do que aquelas que
as aparências consagradas pela tradição, pudessem revelar.
Os arouivos tiveram, pois sempre um duplo destino:
Jurídico e histórico,
ao mesmo tempo.
cados,

ou jurídico e histórico ou historico • öuri'dico

Serviam para .justificar condutas dos altamente colo

quando sua "estrela" ou seu prestigio político,

lo de outros ulteriores lideres,

tendo desaparecido,

superado pe-

seus atos pas-

saram a ser olhados sob angulo e prisma inteiramente diverso.
Cada lider,
documentação de sua vida:

cada Chefe político tendeu a guardar

Cartas,

contas, partes de batalha,

feitos em horas dificeis por chefes a subordinados,
de gratidão,

a

apelos

demonstrações -

ordens para iniciativas de extrema responsabilidade em

que honra era posta em jogo.

Tudo passou a ser guardado porque tudo

foi julyado à vista das mudanças de situação ou na espectativa de sua possibilidade.

Da felididade -para o demerito absoluto como acon

teceu a Carlos I da Inglaterra,

ou a Luiz XVI e Maria Antonieta de

França.
A história é um Tribunal.

E embora nem todos tenham

importância para merecerem ser julgados perante ela,

qualquer crimi

noso vulgar, para que seja julgado, determina o amontoado de documentação especifica no autos de um processo de sorte a permitir aos
juizes a formulação certa de hipóteses,

a respeito da ocorrência

que deva ser focalizada para julgamento dos réus,

-

sua condenação ou

absolvição. As figuras históricas são sempre réus potenciais.
Dos arquivos particulares de pessoas públicas é que
surgiram os arquivos históricos,
se serviço permanente,

de caráter nacional,

constituindo-

com pessoal especializado funcionários manti

dos para esse efeito.
De início os arquivos não foram outra coisa além de
amontoados de papéis de várias origèBs.
Logo eles se começaram a classificar por datas e

-

por pessoas, admitindo especificidade múltipla.
Dois arquivos europeus podem servir de exemplo a es
ta nossa esquemática introdução:
O "public record office de Londres e o Arquivo Colonial de Lisboa.
O primeiro elemento destinado a servir um publico extremamente amplo e intelectualmente em extremo adiantado,
por intermédio a Universidade de Londres,
tálogos a série de documentos que

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serve-o

e publica em livros e ca-

^de século em se'culo vão sendo

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�postos à disposição dos estudiosos, na forma de índices.
O .segundo,
da Torre do Tombo
CO de Portugal,

,

acumulado em muitos séculos,

e separado

que reúne expressamente o documenT:ário específi

destina—se a servir aos estudiosos das antigas e

—

atuais colonias lusitanas desde a grande época dos descobrimentos»
Aquele já possue tudo esmiuçado e catalogado.
Ê fácil ir-se ao que se quer,
e pre-determinada:

se a nossa pesquisa

Século, assunto, guerra especifica,

lugar,

pode servir para uma busca anterior à chegada ao arquivo.
se vai para uma constatação final,

tudo

A este só

ou verificação de forma.

O português ainda e mina a fornecer riquesas inesperadas. Os especialistas era diplomacia,
a leitura da documentação,

os arquivistas habituados

são estupendos, habilissimos,

extraordi-

nários, mas ha ali muita coisa a fazer ainda sobretudo para nós bra
sileiros.
O arquivo da Inglaterra não publica os seus documentos, mas o Índice classificado do que possae.
O outro,

o pox'tugues (Colonial) nada tem publicado,

mas.ambos facilitam absolutamente tudo aos estudiosos e pesquisadores,

ainda que a facilidade do inglês é incompar'avelmente maior

quando se sabe-o que quer.
Quando em 195® voltei da Europa,
torio e o entrequei ao Governador do Estado,
o

rquivo /-.istorico do Parana.

trouxe o meu rela

por decreto foi criado

Mas tudo se resumiu a esse decreto.

Nossa documentação histórica local está se perdendoAs : amaras têm queimado seus arquivos,

quando os bi

chos não os destróem e as traças não os devoram.
É certo oue Curitiba publicou parte dos seus arquivos nos boletins,

sob a direção admirável do historiados Francisco

Negrão, mas o arquivo de Paranaguá desapareceu, pelo que se pode saber das referencias de Vieira dos Santos,
aproveitado.

O Brasil já esta em época,

com as suas Universidades

oficiais de entrar em combinação com elas,
mo serviço publico especializado' ,
vo »acionai,

que o teria examinado e -

e faze-las trabalhar co-

como fazem os ingleses.

tantas vezes visitado e aproveitado por mim,

bem, mas tem organização obsolete.

-

O/^rquifunciona

Pode modernizarsse e expandir-se

com a publicação de seus índices e de um ou outro documento modelart
integro.

O arquivo de São Paulo também é riquíssimo.

Parte

dele ja foi publicado, mas também na sua totalidade em lugar de o ser sob classificação,

apenas para guiar com segurança os estudio-

sos sem custarem fortunas as i'esxoctivas publicações.
D.C.

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CONCEITO FUNDAMMTAL

A principal finalidade do Arquivo e registrar
todos os documentos,

a ele confiado-^- sem dist

" ção e cronologi-

camente.
O Arquivo é a "memória" de um organismo,
um Estado,

de -

de um País, de um Povo, de uma Época ou de uma Civi-

lização .
Em seu processamento de dados ele pode conduzir ao levantamento da História religiosa,
ca,

sòcial, política,

econômica,

ca, desde a de uma Civilização,
de épocas distantes,

filosófica, heralái-

científica,

literária,

artisti

até ao menor incidente nacional

ou ao menor fato pessoal que se tenha int_e

resse investigar.
O material dos &lt;?rauivos são,

formalmente,

os

documentos oficiais provenientes de repartições públicas.
Para tornar possivel a sua pesquisa posterior
é necessário agrupar racionalmente esses documentos segundo

um

sistema previamente escolhido.
Os sistemas de classificação de documentos têm
preocupado seriamente os arquivistas.

A diversidade de finalida

des para as quais cada documento pode servir nas pesouisas,
gundo o ponto de vista do ptsauisador,

se-

tem dificultado essa ta-

refa,
Um economista não vê um documento sob o mesmo
aspecto que um historiador.

Entretanto,

a evolução histórica,

o

registro de fatos políticos cTbservados pelos historiadores po dem levar os economistas a detcriainar e prever os ciclos econômicos. O historiador de negócios vê um documento de maneira diversa do industrial que visa o lucro,

enquanto aquele a doutri-

na.
O grande problema das imensas lacunas em nossos Arquivos é á-f-Yido a que nem todos os povos tiveram o culto
pelos escritos.
Mesmo os reis que tinham verdadeiro culto

a

seus arquivos e só os confiavam a pessoas de toda a sua confian
ça,

apenas mantinham em seus "tombos" os documentos que julga -

vam de interesse para a política de seu reinado.

E para evitar

perdas, mandavam tirar cópi-^s e as distribuiatijpelos principais
mosteiros, lugares sagrados,

a quem confiavam a guarda.

Enquanto os Arquivos tiveram apenas interesse
de pesquisas históricas permaneceram estacionários.

Somente

quando iniciou-se a fase de interesses políticos foi que os Arquivos tomaram um novo aspecto e aceleraram sua marcha pc^ra cum
prir o papel que a Humanidade deles espera.

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l'i

�Assim como a curiosidade ou a ambição fizeram sur
gir os "ratos" dos túmulos dos faraós,

assim surgiram os "ratos"

dos arquivos.
O desaparecimento contínuo de documentos fez com que
em várias épocas se tomassem medidas para coibir os roubos. Leis
cartas de excomunhão,

etc.,

foram promulgadas.

Em 1621 foi lavrada Carta de Excomunhão contra todos aaufcles que se apoderassem,

ilicitamente, de documentos per-

tencentes aos Arquivos Reais.
No Regimento do Arquivo de Évora,
Jhoanes Mendez GÓis,

lê-se que

elaborado por

..."todas as escrituras serão poa

tas em arca de duas chaves das ouais uma terá um vereador e a ou
tra um procurador".

OU/^LIDADES D£ UM ARQUIVISTA

"Para o bom artífice não hà
má'ferementa."
Não resta a menor dúvida de que o melhor profissional ê o de vocação.
O serviço de Arquivo, por ser de grande responsabilidade, deve ser entregue a pessoas com o necessário preparo
técnico e aptidão para o trabalho,
O descrédito dos Arquivos,

ocorre,

em geral,

em en-

tidades que entregam a sua organização a pessoas muito jovens

e

consequentemente sem a necessária maturidade e experiência, ou

a

pe ssoas idosas que não têm mais animo e entusiasmo pelo trabalho.
Os jovens por sua inexperiência são em geral irriguietos e pulam
de um ser.viço para outro,
a

sem ter o principal princípio que rege

Irquivologia - o método,
A desordem das idéias,

inimigos da Arquivistica,

a indisciplina mental são

-

e em geral conduzem a imprevisibilidade

- a falta de espírito crítico,
O tino para classificar os documentos éinerente

a

faculdade de memória e espoirito analítico.
Por outro lado a sistematização no trabalho do arquivista é o principal índice de progresso e ordem.

A complexida

de de assuntos e diversidade de pontos de vista com que são tratados os documentos,

induziria un

arquivista, menos avisado,

a

um caos.
Sobre todas as qualidades de um arquivista,
impulsiona seu serviço e o engrandece,

o que

é incontestavelmente,

o

dinamismo.

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�TIPOS

DE

ARQUIVOS

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Desde os hebreus se tem notícia

de que já reuniam

seus documentos em lugares próprios.
Os egípcios, gregos e romanos mantinham seus arqui
vos públicos nos templos, lugares sagrados e nos palácios dos imperadores.

Prova evidente da preocupação de pre erváãlos e do va-

lor que lhes atribulam.
Atualmente os Arquivos sofreram as influências des
centralizantes do progresso.

E uma infinidade de tipos de Arquivos

surgir-m e surgem a todo momento.
Em linhas gerais podemos classificar os Arquivos em
gerais e especiais,

quanto a extensão, ei públicos e privados,

quan

to a entidade a que estão subordinados.
Arquivos públicos - são os mantidos pelos serviços
governamentais e postos a consulta, publica.
nais, Estaduais, Iviunicipais,

São os Arouivos Nacio

e os Historicos, Geográficos,

etc.

-

pertencentes à instàtuições públicas.
As Universidades brasileiras devem ser alertadas pa
ra o papel importantÉssimo çue poderá proporcionar na pesquisa cul
tural de seus Estados, com o arquivamento sistemático de seus doou
mentos e incentivando a formação de arquivistas.
Arquivos privados - são os pertencentes a organizações culturais,
ou indivíduos,
organização,

comerciais,

industriais ou reunidos por familias -

organizados com documentos pertencentes a própria

família ou indivíduo,

ou nao postos a consultas.
Mosteiros, de famílias,

ou a eles estranhos.

São os Arquivos de bancos,

Podem

ser

associações,

etc..

Freqüentemente os Governos tem adquirido arquivos
particulares

Julgados de interesse para o Estado,

da mesma forma

como adauirem bibliotecas particulares que assumem um determinado
valor.
ARQUIVOS ECONÔMICOS E SOCIAIS

As fontes dos Arquivos nacionais são em geral,
Presidência da República,

ou Gabinete Real,

deres Legislativos e Judiciários.

os Ministérios,

a

os Po-

Mas esses orgãos não constituem

as únicas fontes dociimentais da história de um povo em todos os se
us aspectos.

A margem das fontes formais de documentos públicos,

surgem as empresas comerciais,

industriais,

as sociedades,

-

estabe-

lecimentos financeiros.
Podemos facilmente imaginar o que representaria para um historiado-', do séc.

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XXI,

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os arquivos do imenso império econô

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mico representado pela famosa wall Street,
Shell, do Eximbank.

ou da General Motors, da

Lembrando-nos o lucro do ano de 1962 da General

Motors foi maior que as despesas do Governo Brasileiro, não será dif^
cil avaliarmos o que os arquivos da General Motors representa:.íem mate
ria de pesquisas ci ntificas,

economicas e sociais,

técnicas,

etc.

Um historiador do futuro tiraria conclusões comple
tamente invoridicas se limitasse suas pesquisas sobre nossa vida atual apenas nos arouivos nacionais.
O historiador de negóffios não terá'/econômica do se
culto passado, se não tiver acesso aos arquivos das principais empresas
comerciais,

industriais e financeiras da época.
Os governos têm tentado controlar os arquivos de em

presas, mas encontra forte oposição.

Quando mais a empresa cresce, mais

ela tenta fugir ou anular esse controle.
Na luta do poder politico sobre o poder econômico e
possivel Que no interesse público,

os governos possam exigir o dep6si~

to oficial de tudo o que representa um valor real dos estabolocimentos
empresariais. A concorrência econômica,

fartamente defundiií pelos fins

lucrativos, poderá ser solucionada sôbre o depósito selado por período
tão longo ouanto as empresas acordassem.
O governo tornareseqia o "Arquivo da história de negócios do país".
A Inglaterra deu esse exemplo fiondado em 193^» o
Conselho para a Preservação dos

Arquivos de Negócios que iniciou seu

levantamento ^sôbre os arquivos mais antigos procurando,

sabiamente re-

cuperar o que hal7ia sido negligenciado .
Outro aspecto interessante é a regulamentação impôs
ta as empresas por parte do Governo,

com a finalidade de obter dados -

para estabelecer tarifas às concessionárias do Estado.

Essa regulamen-

tação, para conseguir seu intento estabelece normas as empresas quanto
a organização e manutenção de seus arquivos.
mar,

Bastaria ampliar essas nor

e teriamos alem da preservação de nossos bens materiais,

os morais.

Embora o liberalismo das empresas tenha evoluido
muito,

e alguns proprietários de arquivos tenham permitido,

a historia

dores qualificados, acesso a eles ou publicado suas experiências e renovações, nenhuma empresa divulgou até hoje, um diário completo de suas
atividades,

ou algo semelhante.
SELEÇÃO E ARRANJO

Seleção
"O Arquivista procede com o arquivo como o Arqueo'logo com uma
peça pré-historica".

cm

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A grande questão sucitada quanto à seleção de documentos,

e se ela deve ser feita pelo Arauivista ou por um especialis-

ta no assunto do documento?
O argumento a favor do Arquivista,

é de que ele é um

técnico em seleção e estuda os processos de avaliação de docu.entos com
imp-ircialidade e com cspii?ito da pesquisa no campo geral a que esse poderá servir e aquele quem dará a classificação desses documentos.

Ao -

passo que um Historiador vê um documento sobre o valor da comprovação
de um fato ou ocorrência cue poderá deduzir um acontecimento subentendido ou oculto, mas que se suspeita.

O Economista vê um docuíáento sob

o aspecto de dados estatísticos, histórico de preços,
evolução de industrias,

etc.

E o médico,

ção clinica, propedêutica, pitologica,
ta uma cultura geral,

a introdução

e

o vê sob o valor de informa-

etc.O recurô é dar ao Arquivis-

ou conforme a tendência moderna,

a especialização

no assunto do Arquivo a que ele ira se dedicar.
O Arquivista para um desempenho geral de suos funções
deve ser üm pFOuco encadernador (para poder avaliar uma encadernação),
restaurador (para preservar),
reveladoras e insetecidas),

químico ( p.-ra conhecer das substâncias

Engenheiro (para instruir na construção de

prédios destinados a arquivos),
com arte e gosto),

Arquiteto (

para dispor as instalações

Entomologista e micologista (p^ra combater os inse-

tos e fungos aue infestam os documentos,arquivos,

estantes,

etc.) e fo

tógrafo (para decidir sobre a duplicação de documentos).
d Arquivista na operação de seleção sofre como todo
pesquisador, as tendências da época.

O que é um limite ao julgamento

com segurança do que pode" ser destruido ou guardado.
Tem-se tentado estabelecer códigos ou tabelas de re
tenção e destruição, regulamentos que prescrevem regras de conservação
e supressão,

(uadros de documentos sucetíveis de serem suprimidos,

mcnclatura com os prazos determinados para cada tipo de documento,

o
es-

tabelecendo em cada campo específico, preceitos próprios.
Eta sentido lato os documentos, para seleção podem
ser considerados eternos, de vida curta,

e rápida daducidade.

Podendo ser assim esnuematizado:

Posteridade
Atualidade
Caducidade
"morte"

O princípio aue rege essa classificação consiste
em determinar os documentos que devem ser preservados eternamente e o
"tempo de valor" para cada um das segunda e terceira categorias.
Nesse sentido o governo francês, baseando-se em

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princípios de 1844, regulamentou a lô de
de seleção dc documentos,
I.

de 1921,

aa regras gerais

estabelecendo:

- Devem conservar-se indefinidamente,

em princípio:

a) todos os processos e registros encerrados anterior
ao ano VIII
b) todas as peças gue possai;i estabelecer um direito em
proveito de uma ad^iinistração, de uma associação ou de \xm particular;
c) todos os documentos que apresentam ou passam adquirir um interesse histórico.
II - Podem, em principio,

ser suprimidos:

a) os documentos cujos dados essenciais encontram-se em
outro documento recapitulaôávo,

principalmente se esse documento foi -

impresso;
b) os papéis que nao apresentam senão um interesse temporário, porque ultrapassado o momento em gue podiam ser úteis.
Embora as regras sejam simples,

tornam-se dificeis de -

discer ,ir o valor de um documento diante das tendências da época e o
alcança do Arquivista da precisão para um futuro remoto. Mas é principio básico e indiscutível de q-e sempre que houver duvidas qHi.i;to,

at-r

preservação ou destruição de um documento, este deve ser preservado

-

"in dubio pro reu".
Mas cm todos os países,
responsabilidade do Arguivista,

tem sido deixado a iniciativa e

a destruição e guarda dos documshtos.

Quanto ao assunto,

a prioridade é porinterêsse historico

e administrativo.
O mais importante fator da seleção e a sistematização. E
é também o mais dfficil.
Sfcleção.

Os historiadores, :

são inimigos naturais

da

Argumentando que um fato sem a menor importância pode constitu-

ir um fato-chave no futuro. Assim é que uma prestação de contas de um
"Master of Revels"

da Corte de Jaime I pode parecer caduco,

entretanto

serviria para o levantamento de artist. as que se apresentaram na época
os jogos de salão,

costumes sociais,

tecidos,

iguarias,

vinhos,

erfim -

uma infinidade de pequenos detalhes que seriam importantes em uma biografia ou num estudo de usos e costumes,

ou mesmo industrial da época,

fonte imprescindível da literatura inglesa, principalmente nos estudos
ãóbre Shakespeare.
Mas a seleção é inevitável.
prejudica a

E quanto mais relegada, mais

nidade.
Ravisse calculou, para os 1.500 quilos que um estabele-

cimento bancário parisiense recebia por dia,o acúmulo de 450.000 ouilos
por ano.

E para uma coleção de 5o milhões de documentos públicos pelo

exame de 30 por.dia,

levar-se-ia um milhão de dias para ser concluido,

ou seja 5 mil anos.
A par da análise qualitativa e quantitativa entram o
bom senso e a cultura do Arauivista.

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�Arranjo

"^2
"Um lugar para cada documonto e
cada documento em seu lugar".

.".índa Que a maioria dos arquivos sejam organizados
ordem sistemática,

èm

ou porque seja regra adotada por regulamentos dc%

tado ou recomendação de í^ssociações de Árquivistas,

a ordem

cronoló-

gica tem sido defendida por numerosos e acalorados pesquisadores.
Em defesa do arranjo cronológico,
sociais,

argumenta-se qua aos

historiadores políticos,

econômicos,

literatos,

artísticos,etc

proporciona num rela-nce,

toda a seqüência com que se desenrolaram

os

fatos de uma determinada época.
Um obstáculo a esse arranjo são os documentos sem data.
É verdade que determinados tipos de documentos são incontestavclmente preferíveis em arranjo cronológico.

Entretanto,

a du

plicidade ou multiplicidade de tipos de arranjos num irauivo, pode con
duzir a uma prolixidade de serviços, absolutamente irrecomendavel.
Em defesa do arranjo sistemático, hà o exemplo
por um professor da "Ecole des Chartes" de Paris,

citado

quando documentos -

isolidos pertencentes ao século XVIII forami retirados de diversos

ar

quivos para serem ordenados cronológicamente - a maioria não era data
do.

Por mero acaso, chegou-se a conclusão de que todos esses documen

tos pertenciam ao Gabinete de Luiz XVI.

Somente com a sua reunião foi

possivel estabelecer uma seqüência lógica e mesmo atribuir datas
tornar legivel ou pelo menos interpretavel a coleção.

e

SÓ assim,ela po

de trazer a luz fatos importantes dêsse reinado.
i dispersão cronológica dificilmente poderia conduzir
a interligação aue o local - Gabinete de Luiz XVI - deu a "chave"

da

incógnita.
Não seria suficiente adotarmos o arranjo

sistemái7ico.

Teriamos gue decidir qual o sistema.
A discussão dos sistemas tem sido assunto

para

os

mais extensos tratados.
Limitar-nos-emos a enunciá-los:
numérico,

geográfico, decimal,

ideológico,

alfabético,

qualitativo,

alfabético

cronológico

,

etc..
O princípio da provúniência,
mantidos pela repartição aue o originou,
arquivistas.

Êsse princípio,

em que os documentos

são

teve grandes adeptos entre os

surgiu na França após a Revolução Fran-

9^®®^
baseia-se na preservação dos documentos^por unidades orgânicas
^.londs ;
Na Inglaterra usou-se a* expressão
grupos de arquivos
(archives groups) em vez de unidades orgânicas.
Nos Arquivos nacionais é adotado o princípio de grupos
de arquivos e definido como "unidade primordial do arquivo"estabelecido

�-13
pelo principio da proveniência com a intenção de constituir unidades
para o serviço de arranjo e descrição dos arquivos e publicação de seus
inventários,
Embora baseados no mesmo principio os termos unidades
orgânicas e grupos de arquivos não são equivalentes. Um grupo de arquivo
pode ser úma unidade orgônica,

várias unidades orgânicas, ou ainda par-

te de uma unidade orgânica.
A interpretação desse princípio tem variado constantemente. Na França,

onde foi formulado, cada unidade orgânica é arranja

da por grupos de assuntos e dentro de cada grupo,
alfabc-tica,

cronologica, geogr-ificamcnte,

vários paises,

os itens dispostos

etc.. Na Holanda,

seguida por

e na Prússia estabeleceu-se que os documentos em cada uni

dade orgânica devem ser mantidos na mesma organização dada pela reparti
ção que os originou.

TmêNCIAS MODERNAS DA 4RQ.UIVISTICA

Em principio,
os paj)iros,

as tabuletas de argilas,

o codex tiveram a mesma finalidade dos modernos materiais

bibliográficos de hoje - difundir os conhecimentos.
mento dessa difusão que chegamos ao nosso século,
ttes, discos,

os pergaminhos

fitas de gravação,

Foi no aperfeiçoa-

aos filmes, microfil

etc..

O maior problema que preocupou os Arquivistas dos
mais remotos "Museum" aos modernos Arquivos,

-

foram os de preservação e

guarda.
Naturalmente, acompanhando as tendências modernas de
duplicação de documentos,

surgiram as técnicas modernas de armazenagem

e manipulação.
Além dos filmes documentários públicos pertencentes
aos orgãos governamentais, possibilitou aos Arauivos possuir a coleção
completa de um determinado assunto ou assuntos de um outro Arquivo por
métodos fotográficos.
No Museu nacional da Noruega,

gravou-se informações

orais colhidas de testemunhas de f ^.tos entre 167o a 1910 relacionados
com a vida operária.
Os filmes particulares quando pertencentes a pessoas
Importantes ou quando registram fatos de algum modo interessante também
devem ser guardados nos Arquisros e mesmo estimular as suas doações ou vendas.
A classificação e catalogação de filmes tem sido outro problema árduo para os Arquivistas.

Em geral,

é feito um relatório

técnico para cada rolo de filme indicando o assunto, a origem (repartição ou particular) e a historia (
título,

r
i:

as informações que contém,

a finalidade para o qual foi feito) sinopse de ação, conteúdo cênico, gra

/

�-14
vação sonora. O catalogo de filmes 4 feito alfabeticamente por reparti
ção de origem,

ou qualquer outra procedência,

títulos e assuntos.

4léni dos cuidados especiais de armaz' nagcm:

ar, umi-

dade, temperatura, hrá os cuidado de preservar contra incêndio. As peli
cuias à base de nitrato de celulose são altamente inflamáveis e de com
buetao expontanêa e exigem equipamento e isolamento contra o fogo.
Um dado importante para o relatório do filmes,

é o.

autor do mesmo e ainda cm que ocasião c data para aue fins e em quais
condições foi realizado.

São as referências que darão possibilidade ao

bistofiador de verificar até, que ponto as cenas projetadas são verídie
cas*
O valor de arquivo para fins históricos deve ser com
provado no filme para que se possa basear em seu documentário.

DINAMIZACÄQ DA .4HQm TOIÖGI A. PELOS PftOCES-^OS
MODERITOS DE REGISTRO DE DÖCU!.'1.5NT0S

Os modernos processos dc armazenagem e recuperação
manuais,

elctricas ou eletrônicas,

trouxeram para a Arquivologia uma

radical transformação em seus obsoletos métodos de registro e publicação de Índices e catálogos de seus arquivos.
xis fichas perfuradas ou asmmicrofichas ou
magnéticas,

is fitas

ou ainda os tambores de mercúrio possibilitarc?jn o registro

de documentos estabelecendo intcrdepêndencia de assvintos,

evidenciando

todos os conceitos, e unidades de informação.
No Arquivo,

essa interdependência de assuntos, de con

ceitos, de unidades de informações é mais complexo de ser estabelecido
que nas bibliotecas.
Nesse campo os bibliotecários,

estão mais avançados

que os arquivistas
Ralph Shaw, Shera,

Gasey, Perry, Kinpers,

Samain,

e

muitos outros têm aperfeiçoado maquinas elétricas e eletrônicas para
fins bibliográficos,

o que irá auxiliar muito aos arquivistas, da mes-

ma forma como tem ajudado com os códigos de catalogação,
classificação, cabeçalhos do assuntos,

sistemas de

organização de ficharios, etc,.

'vRQüIVOLOGIA E BIBLIOTECONOiálA

Ainda que as Bibliotecas sejam tão antigas quanto os
Arquivos. Ainda que a Biblioteconomia seja tão antiga quanto a Arquivo
logia aquela teve um desenvolvimento bem maior que esta.

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Os bibliotecários têm em princípio as mesmas ativida
des que os arquivistas. As div^rgcncias de métodos esta interrela-""
cionado com a diferença de material que se destina a cada um.
NÓs, bibliotecários, estudaaos e nos aperfeiçoamos^
cada^vez mais em catalogação, clissificaçlo, organização e admini^
tração dc^fichários, arquivajnonto^e difusão de documentos,
sem a
preocupação de interrar-nos da ciência básica desses conhecimentos
- a Arquivologia.
Princípios de Arquivologia deveriam ser estudados
nas Escolas de Biblioteconomia co'^o uma cadeira isolada, ou
como
parte do programa^das cadeiras de^^História do Livro e das Bibliot»
caa, ou Organizaçrão e Administração de Bibliotecas, ou Paleografia
ou Documentação. O importante é que se ensine Atquivologia aos
Bi
bliotecários documentaristas*
""
Com esse pensamento esboçamos um programa de Arquivolgia para as Escolas de Biblioteconomia e Dociimentaçâo.
4ESBOÇO DE UM PROGRAMA DE A.RQUIV0L0GIa1 PARA àS
L3C0L\3 DE BIBLIOJECOWOmIA E DOCUMÁNTIÇÃO
1

- Arquivistica

1.1 - Conceito e extensão
1.2 - Documentos e Arquivos
1.3 - Funções dos .^rquivos
2

- Arquivologia

2.1 - Histórico
2.2 - Tipos de Arquivos
2.5 - Bibliotec?.s e
3

'rquivos

- Organização e administração de Arquivos

3.1 - Sistemas de coleta e registro
3.2 - Princípios de seleção
3.3 - Técnicas de destinsção
4

- Descrição do material de arquivo

4-.1 - Documentos públicos e privados
4.2 - Manuscritos
4.3 - Material especial
5

- Arranjo de

irquivos

5.1 - Sistemas de classificação
5.2 - Unidades de arquivos
5.3 - Arranjo de .irquivos e outros arranjos
6

- Arquivos Públicos

5.1 - Arquivos nacionais
6.2 - Arquivos governamentais
6.3 - Arquivos culturais
7

-

Arquivos Privados

7.1 - Irquivos industriais
7.2 - Arquivos econômicos
7.3 - Arquivos particulares

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- Arquivo Nacional do Brasil

8.1 - Histórico
8.2 - Estrutura e organização
8.3 - Publicações
9

- Avaliação de documentos

9.1 - Valores primários e secundários
9.2 - Valores probatórios e informativos
9.3 - Testes de aplicação comprobatórios
10

- Publicações de Arquivos

10.1 - Catáloaros coletivos de Arquivos
10.2 - Catlloeos coletivos de coleções manuscritas
10.3 - índices de Arquivos.

R£COMENI&gt;AÇÃO
Baseados no trabalho que acabamos de expor, propomos
ao
IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documen
tação reunido em Fortaleza, de 7 a 1^ de julho de 1965 que
que
fie&lt;i.omende o ensino de Arquivologia nas Escolas

de

Biblioteconomia e Documentação.

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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                  <text>Biblioteconomia</text>
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                  <text>IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação</text>
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                  <text>1963</text>
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                <text>Expoê as finalidades dos Arquivos como instituição e especifíca o material de Arquivo como documento. Sob o ponto de vista de pesquisadores, quais os sistemas de classificação, Qualidades de arquivista e tipos de Arquivos. Ressalta a importância dos arquivos econômicos-sociais. Princípios de seleção e arranjo apresentando vantagem e desvantagem. Técnicas modernas de duplicação e registro de documentos no progresso da Arquivística. Rocomenda o ensino de Arquivologia nas Escolas de Biblioteconomia propondo um programa básico.</text>
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3

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1

Digitalizado
^a^s'stem
■^gentilmente por: ^^..i!..'"

]_ 4

15

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��ONGRESSO BRASILEIRO D3 BIBLIOTECONOMIA E DOCUIáSMTAÇÃO

Documentação na industria têxtil,
por
Gilda Maria

V/hitaker Verri

Fortaleza
1963

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lí

�Tema

III -

Informação Científica

D0CTTJP.HTACX0 NA IT^nTTgTHiA

CDU

Tt;XTTT.

002 s 677

0 - Introdução
1 - Campo de trabalho
2 - Plano de ação
3 - Organização dó material
4 - Sistema de classificação
5

- Execução

6 - Conclusão
qrcv
\J^ )&gt;o

Gilda Haria T/hitaker Verrl
Chefe da Biblioteca da Comissão do Desenvolvimento Econoraico
do Estado de Pernambuco
( Ç O D E B E )

IV

COJÍGRLSSO

BRASILEIRODE

BIBLIOTECONOMIA

EBOCUMENTAÇJÍO
UNIVLRSIUÍDE
7 a 14

de

DO

CISARA

Julho de I963

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#

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�- 2 -

0 - ITTTRGDôCÃO

-

Ao atingir determinado grau

de de sen

ôolviffl^nto e interessada eri acompanhar o grogresso, \ima indústria têxtil
do fiecifo, resolveu inplantar uri serviço de docunentaçao
da necessidade de re"unir,

selecionar,

periódicos, plantas,

snrgiu

organizar e analisar o material

documentário acumulado durante vários anoss
de livros,

que

esse acer^T-o é constituído

folhetos, catálogos de pmostras e fo-

lhas solt?s.

I

A primeira medida adotada para solucionar o problema foi con
tratar uma pessoa que recolhesse e selecionasse esse'material;

essa

pessoa, embora não tivesse conhecimentos de biblioteconomia, «onsegiiu
fazer uma pre-classificacão do material por espécie e por aÄ9^uito.Pos_
teriormentr

foi contratado um técnico em documentação.

1 CAÍtPO DE TM'IALIIO
Podemos resumir em poucos itens os problemas a serem resolvo^
dos pelo técnico,
1)

como medidas de urgência.

tombamento do material

2) controle de chegada e saída
3)

localização preeisa

k)

documentação acessível ao pessoal técnico

5)

informação rápida

6)

reunião sistemática dos assuntos

7) utilização Imediata
Fomos encontrar, de início:
1) uma pessoa encarregada de responder pelo material
2) material pre~classificado por espécie e asstmto
Ji)

interesse por parte da chefia em utilizar o sistema de car
tas perfuradas IBM

2 - PLAIIO DE AÇlo

cm

1

a)

contacto com a chefia

b)

esclarecimento do campo de ação

c)

contacto com a pessoa responsável pelo material

d)

contaeto onrn o n.p.terial documentário

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�- 3 e) visita as instalações da fabrica
f) visita as maquinas IHÍI
g)

elaboraçno de iim codigo de assunto adaptado ao sistema IBK,
feito em cooperaçao com o pessoal técnico

h)

planejamento do ästema de organização

i)

levantamento do material

j)

tombnménto por espécie

k)

classificação do materir»!

1)

pesquisa de assuntos especiais

m)

compilação de bibliografias

3 - ORGAFIZACIO DO MATERIAL
3.1 - Periódicos
Foram tombados em fichas Eardex 125 títulos de periódicos e 35 títulos de duplicatas.
3.2 - Livros
Foram rcgistrrdos em livro de tombamento H8 volmes,
3*3 - Plr'.ntas
As plantns foram tombrdas de acordo com a arrumação prellciin?r, isto e,
ço?

por assunto,

"^las constituem o maior a»rrvo do Servi-

são plantas da fobrica, de máquinos, de penrs de máquinas e ate

parafusos,,.

nc tombado;

/
as maquinas no pto dp comprr,

89O,

de

As cónias das plajitas que acompanirm

forrm registrfdas e guardadas separadamen

te em conjunto com os materiais e folhetos que também vêm jimtos,

^ste

•2C grupo compõe-se de 35O plantas.

U. SIST^ÜA DTÍ nLAS3IFia\cXo
o primeiro sistema de classificação apresentado foi
CÜIT.

a

Infelizmente a divisão proposta pela classificação não está sufi-

cientemente desenvolvida pfra adaptar-se às necessidades da indústria t®
til»
to

Foi então sugerido o uso dos cartões perfurados

ço para novos assuntos.

1

, nara tan

foi elaborado um código em mWros contendo todos os assuntos e pro-

cessos empregados na indústrir de tecidos.

cm

I 3 M

O código prevê bastante espa

^Ae é simples pois vai de 001 a 999?

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os primei-

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�- 1; ros alsorismos pbrangRn os processos e ?s nnquinas àfí Fíacao^ Toceln~
gem e acabrmcnto«
O cartão a ser perfurado foi dividido en duas partos:
quivplente aos dados da ficha principal c a 2&amp;,
dito.

e-

ao assiinto propriamente

A traiiscrioão do assixnto aparece ao alto da carta.

gia adotada para a 1£' oarte foi:

a

A terminolo-

(os mímeros entre parentoses eqüivalem

0 nc de casos deixadas para perfurar)
1

Tíspécie

(1) - esta casa não devera ser utilizada,

ó reservada para In

dicar se o documento e confidencial ou nao)
12

tipo (2)

(- livro, mapa, folheto,

22

assunto principal da obra

3®

nö de livro do periódico etc (U)nQ de chamada,

(3)

(=código adotado)

tJltimo
os 3 itens formam
o nC de chamada
/oio

(2)

!ic do volume

(h)

Pagina (5)
Ass\into (1X3)
Para a utilização dos cartões havcra um índice alfabético

e

um minimo de assunto.
5.
5.1 - A primeirr experiencia do uso do cógido está sendo feita
com as plantas,

Para classificá-las resolvemos dividi-las por taxianho.

Convencionamos tre-s míneros para indicar as três dimensões em que sempre se apresentam.
baixo,

Demonstrando o emprego do código, damos o exemplo a

(as plantas sao guardadas na horizontal e o mimero de chamada

e

colocado no canto inferior esquerdo, e em ordem numérica).
Le-set
Ex:

cm

1

001

Planta 1)., tino 53

107 - "Edifício

do rdi:^ício da

53 - U

Fiação.

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�- 5 -

001

= Fi acro

107

= Edifício

53

~ """ipo menor dr

plrntr.

= i^'^u/nero de registro,

o
•H
O
^
m
fC

; c I
-P
{ § 1 c I
I
.
^
^
-2
í
o
\uj
-H
'Tri i a
ti
a ! &lt; !
{&lt;3j

isto e, de plantns cori rs indicações acima.

Ph
S:-,

K.
(os nc® entre parõnteses indicam o nö do espaços a perfurar)
Funcionará ao nrsmo tempo, para servir de índice ao classifi
cador, em folh?^s separadas o seguinte esquema;

(eqiiivale tanbem ao rí

de plantas qiio tcn a mesma indicação, assunto e sub-assunto, mas
•
^
v&amp;ria de trmanho ou tendo vários exemplares),

001

FIAÇÃO
^

(assunto?

que

^9"^ EDIFÍCIO
(sub. assimto)
Tamajihos

51

52

53

1

1

1

2

51

52

51

•

2
3
h

'•2 Foi apresontado pos térmicos uma vista analítica dos porlodlCOS existentes no Serviço.

A lista é o resultado de xima busca realiza

da durante o registro e renne as indicações referentes a cada periodioo.
Cada título conte'm;
o endereço,

o título do periódico pròprianente dito, o editos,

a data do*início da coleção no Serviço e a relaçao dos as-

sunto^tirranjados alfabeticamente por pais e conta também com um índice
alfabético do títulos.

cm

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�- 6 -

6, - Conclusão

O bom uso e a pratica do sistrna
de poucos meses,

IBM será

testado dentro

l^Isperamos qur a nossa exporlencia-possa servir de a

juda a algtim outro centro que se queira Ipncar no mimdo dos computado
res.
Para maiores esclprecimentos estamos no endereço;
•

Cx. Postal 916
Recife - Pe. Brasil

m
i

#

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                <text>Documentação na indústria têxtil</text>
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gentilmente por:

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^Scan

JÊÊ^
rii^'

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCTJIvíENTAÇÃO

Uma experiência em indexação coordenada
por
Havilah Cunha Pinto Ferreira

Fortaleza
1963

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st e m

♦

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lí

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLÍOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a 14 de julho de 1963
• •

TEMA III-INF0RMAÇ150

CIENTÍFICA
I

UMA

EXPERIÊNCIA

EM

INDEXAÇÃO

COORDENADA

por
Havilah

Cunha

j
Pinto

Ferreira (*)

CDU 001.815

(♦) Bibliotecária do Departamento Nacional da Criança

J

O

Cíi!)!)
M', C.&amp;

cm

1

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�S U M í R I o

1,

Introdução, - 1.2, Tentativa, - 1,3.

"Unitorn",- l.ii. Escolha dos termos.
2,

Adaptação do olstoma

- l.li.l.

Pequenos artifícios.-

Aplicação e funcionamento,- 2.1, Elaboração da ficha,

tagcns,

-

2,3«

- 2,2. Van

Avaliação,- 3* Dados estatísticos.- h» Conclusões,-

5« Obras de referencia úteis à seleção de tornos especializados
Medicina,

on

segundo sua importancia.

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NN|III
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lí

�SINOPSE

Taube o sous associados da "Docunontation Incorporatcd" dofondoran, on 1952, a toso do quo o inaplicavol a prática do caboçalho do
0^
!I0
assunto para indexar ou catalogar artigos, comunicaçoos, ou relatos
ciontíficos.

Partindo do princípio do que todos os tópicos de um ar-

tigo científico são importantes e que deve haver un ponto de vista comum entre o indexqdor e o pesquisador, crioulo ilustre Bibliotecário,
um sistema a que deu o nome de "Uniterm",
ô Biblioteca do Departamento Nacional da Criança procurou adapta
Io para que pudesse atender aos quesitos de sua organização. Codificando SGUS títulos do periodicos o fazendo algumas modificações quanto
sua aplicação chegou a um resultado que poderá
tecas semelhantes.

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à

ser aplicado à Biblio-

�UMA

EXPERIÊNCIA

EM
INDEXAÇÃO
por

Havllah

Cunha

COORDENADA

Pinto

Ferreira

1.

pTRODUÇSO

1,1

Mortimor Taube e seus associados da "Docunontation Incorporated"

defonderam,

en seu livro intitulados "Studies in Coordinate Indexing,

a tese de que e inaplicável, em princípio, a prática de cabeçalho
assunto,

para indexar ou catalogar artigos, comimicações ou

científicos.

Do exemplo abaixo citado pode-se tirar as

que se achar cabíveis.

de

relatos

conclusões

Um artigo intitulado; "O tratamento do can -

cer da tiroide com. iodina radioativa poderia originar uma serie
cabeçalhos de assunto, em uma Biblioteca padrão,

que não justificaria

de maneira alguma a despesa e o trabalho que poderia causar,
ficasse normalmente catalogado.

de

Alem disso, a numerosa

para que

subordinação

de vocábulos designativos não seria aceitável dentro dos limites
bom-senso e da compreensão.

Subordinar, como no caso acima,

RADIOATIVA a CANCER DA TIROIDE - TRATAMEI^TO,

ou CANCER DA

do

IODINA

TIROIDE -

TRATAMENTO PELA IODINA RADIOATIVA não faz sentido, diz ele, não ex pressa idéias tão complexas.

São grandes cabeçalhos constituídos cffe

palavras desconexas e que em uma ficha padrão não ficariam
serem demasiado longos.

Entretanto,

bem

por

topicos isolados poderiam solu-

cionar tais problemas, desde que fossem suficientemente coordenados,
porque, de certo modo, todos os topicos de um artigo^ ou relato científico são importantes e o são paralelamente.

Daí nasceu a idéia de

indexar os tópicos,

isoladamente, coordenando-os uns aos outros e re*
lacionando abaixo o material existente na Biblioteca, ordenando-o em
serie numérica,

sem que se precisasse usar cabeçalhos complicados, ou

mesmo normas rígidas de catalogação.
Partindo do pressuposto de que deve haver

um ponto de vista co-

mum entre o indexador e o pesquisador e que o fator de inclusão e omijs
sao de assuntos em um índice o subjetivo, requerendo qualidades de
gamento do indexador, que ele às vezes não tom e uma ciarividência por
»
•
parte do pesquisador,

que ele gostaria de possuir, Taube evitou tanto

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll
3^4
^5
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2

�- 2 quanto possível as rofcrônclas cruzadas,

tonando cada topico do um tí-

tulo, do per si, como so fossem palavras independentes.

A esse novo

sistema dou o nomo do "índice Coordenado", chamando de "Uniterm"
toma particular de atribuir para cada cartão ura termo -"unit"
devora ser livro,

isto é,

11
91
101

22
92
Atl2

303

que

indopendonte, não estar ligado a nenhum outro.

Termo; INTESTINOS
O
1
Z
'
"
20
30

- '

o sis

7
U
Ik
kk

kl

f 87

66
76

18
'

97

38
58

19
99
kl9
529
639
799

Modelo original (segundo Taube)
Biblioteca do Departamento Nacional da Criança, no estudo do novas técnicas,

procurou adaptar osso sistema para os artigos científicos

de pcri^Iicos nela existentes, a fim do quo pudesse dar de uma forma so
gura e rápida a informação solicitada.
1,2 -TENTATIVA
Em primeira tentativa, há alguns anos,

o trabalho de localização

de artigos dos principais periodicos foi realizado em fichas,

tamanho

20,5 X 12,5cm, constando de um cabeçalho do assunto e logo abaixo
relação dos nomes dos autores,

dos títulos dos artigos,

a

nome da resis-

tas, de forma abreviada, numero dos volumes, das páginas e as datas de
publicação.

Oöedecia assim esse índice o critério adotado pelo "Index

Medicus".

AGUIAR -Introdução ao est. da alergia, Matern.Inf.21 (2)

p,137,

1961
PINTO - Técnicas de diagnostico em älergia, Matern.Inf. 21 (2)p,l81
PEKlNÍETTA -

1961
Alergia5estudo clínico e etiopatogonico,Martorn.Inf. 21
(2)

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�Era, cntrotanto,

fatiganto esso trabalho porquo,

sg por un lado

informava os artigos existentes na Biblioteca sobre deterninado assunto,

sen previa consulta à Bibliografias ou índices especializados,

por outro lado abrigava o Bibliotecário a retirar as fichas do fichário para acrescentar os novos artigos das revistas recem-chegadas. Era
um dispendio de trabalho,
1,5 -

tempo,

energia e

...

cartolina,

ADAPTAÇÃO DO SI3TEM4 "UNITSaM"
Visto que as coleções de periodicos da Biblioteca

devidamente catalogadas, não em fichário analítico,

já estivessem

por razões obvíiass

espaço, escassez de verbas e de funcionários, mas em catálogo dicioná%
rio, procurou-se a melhor forma de se coadunar duas coisas; analisar
todos os artigos dos periodicos especializados,

sem precisar desman-

char as coleções, muitas delas já encadernadas,
sistema "Uniterm",

Foi então adaptado o

para que pudesse atender aos quesitos acima especi.

ficados.
Foi idealizada uma ficha de 20,5 x 12,5cm,

pautada, dividida em

10 colunas, a exemplo da ficha Taube (esta é somente um pouco menor).
Nessas colLuias seriam inseridos todos os números atribuídos às revistas, Mas para tal era necessário,

que houvesse um critério de diferen

cioção entro elas, Foi atribuído, então,
de periódico,
mnemonicos,

procurando-se utilizar,
Assim,

um codigo para cada

título

tanto quanto possível, caracteres

foram estudados todos os títulos de periodicos,

usando-se para tal fim o fichário Kardex.
conseguiu-se um bom critério para

Com pequenos

identificá-los.

artifícios

Revistas cujos tí

tulos começavam com palavras idênticas passaram muitas vezes a encabeçai

a relaçao dos codigos,

para que os mesmos se tornassem mais claros.

Exemplificando!
4 AJ -

American Journal of Orthopsychiatry
American Journal of Bsychiatry

AL AN -

Alguns Aspectos de Estatística Medico-Sanitária
American Journaü) of nur sing

AnB - Anuário de Bio-Estatística
AnE - Anuário Estotístico do Brasil
Aní - Anais da Faculdade de Medicina da Universidade do Recife

cm

1

AnI -

Anais do Instituto Fernandes Figueira

AnM -

Anais da Maternidade de oão Paulo

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�- k Depois dossa etapa inácial,

foi elaborado o fichario,

Dovrcy (l^Sx 73»5cm), com o nome do poriodico,

em fichas

procedido do codigo ado

tado, o numero de chamada o para dar maior utilidade à ficha foram
acrescentados também as abreviações dos títulos dos mesmos,
os preceitos recomendados pela
cas.

segundo

Associação Brasileira de Normas Tecnj.

Essas abreviações são utilizadas quando da confecção do "Bole-

tim Informativo'', editado pela Biblioteca,

AN - American Journal of Nursing

610.7308
Am35

Abrovía.çõps
Amor, J. Nurs.

Passou-se,

então, a terceira etapa,

que seria a de se localizar o

numero em que estaria o artigo. Duas hipóteses foram levantadas; 1^
usar o níinoro

do proprio fascículo,

usar um numero convencional,

atribuído a partir do primeiro fascículo recebido pela Biblioteca, ou
àa data

que se deveria começar a

indexar.

Optou-sejpla primeira,

la facilidade de se associar o num.oro ao mês correspondente.

pe-

Surgiu

A
un novo problema; se no segundo caso havia necessidade de um consu mg maior de labor e de atenção, no primeiro ficar-se-ia sujeito aos
rigores da revista.

Em outras palavras,

quando uma revista fosso cob

tituída de dois volumes por ano, haveria repetição do numero do fascículo e portanto coincidência de codificação, Sm periodico como o "Archives of pediatrics",

que edita anualmente 12 números ou fascículos

em 2 volumes de 1 a 6,

ficaria com suas anotações prejudicadas.

exemplo; a codificação

Por

AP2/62s21 valeria para dois meses, o do feve

reiro o o de agosto do 19^2, que resultaria ainda em uma nova pesqui
sa no volume encadernado.

Resolveu-se,

adotada na "Legenda Bibliográfica" ;
do volume em algarismos arábicos,

então, dar onfaso à técnica

indicar em. tais casos o, numero

já quo na Biblioteca esse tipo do pu

blicação era mais raro.

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�Para quo se aperfoiçoasso ainda mais o sistema, rosolvou-se colocar ao lado do ano,

o numero da pagina precedido de dois pontos. Essa

codificação e escrito à lápis,

ou en caneta esferográfica, na coluna

que lhe 6 correspondente,
l.il - ESCOLHA DOo TERMOS
Se no Sistema "Uniterm",

foi previamente estabelecido o vocabulá-

rio "livre" a ser adotado, a que o ilustre Bibliotecário chamou

do

"UnittJrpJ', nesse índice não houve um pre-estabelec imento do palavras
básicas e sim uma política a ser empregada. Dois foram os motivos po_
los quais não foi realizado tal intento.

Os tópicos encontrados em cr

tigos de revistas são específicos e nem sempre coincidem com os do Ca,
tálogo Dicionário,

A prática de catalogação, entretanto,influiu na so_

leçao dos termos à proporção que eles foram aparecendo.

Assim, a med^

da que foram surgindo certas dificuldades, não muito grandes,diga-se
de passagem,

foi-se anotando a política adotada,

^ regra geral foi a

de dar um s6 termo para cada ficha, com exceção apenas dos casos era
que dois termos tivessem ura único significado. Exemplificando?

ura ar-

tigo intitulado?,"Sobre um caso do esquistossomoso mansonica procedente
do interior do .Estado de São Paulo"
QUI3T0SS0M03E MANSONICA

foi registado em duas fichas ;ES -

e SÃO MULO. Um outro intitutlado s" Ação do Ser

viço Social sobre a Comunidade"

ficou registado em duas fichass SERVI-

ÇO SOOIAL - dois termos expressando uma s6 idéia - e COMUNIDADE,
DEMI A3 RURAIS,

EN-

por igual razão, constituiu uma só ficha, mas de cada

endemia em particular foi aberta uma ficha em separados MALÍj-IIA,

BOU-

BA, DOENÇA DE CHAGAS, KALAZAR, I-IELMINTIASES etc,, mas outro intitulado "Incidência de difteria nos hospitais de Santa Maria"
tado em quatro fichas, a saber;
TA MAiilA (RGS.),

ficou regis-

INCIDÊNCIA, DIFTERIA, HOSPITAIS, SAN-

Por outro lado, assuntos que por sua importancia na

Biblioteca, não puderam ser desassociados, ficaram igualmente constituídos de dois torm.os,

fugindo a regra geral, como 6 o caso do MORTA-

LIDADE INFANTIL, Tem-se portanto uma ficha para MORTALIDADE,

de modo

geral, outra para MORTALlDADii INFANTIL e outra para MORTALIDADE MATER
NA,

Era de se esperar,

que em um órgão de proteção à maternidade o à

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iq

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2

�- 6 infancia tais fichas tivessem tido corta prioridade e passassem a
constituir uma exceção.
Nomes de doenças de caráter geral,

como por exemplo helmintiases,

tomaram o termo generico, mas do cada caso em particular foi feita uma
ficha correspondente.

Assims "HELMINTIASES",para artigos que tratam

de cdsos em conjunto, mas " ASCARIS'* 5''GIARDI A3" , " ANCILOSTOMAS" , "oTR®.
GYLOIDEo" 5''SHIGELLAS" etc. Deu-se preferência ao nome do helminto para
que se pudesse incluir outros artigos, que não fossem somente casos
patológicos. Raciocinando pode se chegar a conclusão de que não ha
possibilidade de qualquer engano,

porque a coordenação das fichas"AS

GARIS" e "TRATAMENTO"ASCARIS" e "EXAMES DE LABORATÓRIO",
RI3" o "EPIDEMIOLOGIA" dará a localização desejada.

ou "ASCA-

A retirada das

três fichas apontará artigos sobre os tres topicoss Tratamento, Exames de Laboratório e Epidemiologia dos

Ascaris,

No exemplo acima referido, de "Endemias Rurais", caso o consulente deseje saber o que existo na Biblioteca sobre as doenças rurais no
Brasil,

bastará que se retiro as duas fichas; "ENDEMIAS RURAIS" e "BR^

SIL". Mas se elo desejar outras informações sobre o Brasil,
te-las também nessa ficha, combinando-a com outras,

poderá ob-

ou mesmo utilÍ2aido-

a cozinha, como fonte para um estudo da situação medico-social cm todo
o Brasil,

por exemplo,

l.Zi.l - Em Bibliotecas especializadas c comum o acúmulo de artigos sobre um mesmo tópico, determinando incidência do registos sobre certos
assuntos.

Procurou-se solucionar da seguinte forma; artigos que consj.

doravam a criança no sentido biológico,

psicológico,

educacional e so-

cial ficaram incluídos em "CRIANÇAS", como e o caso de "PSICOLOGIA IN
FANTIL",

uma em "PSICOLOGIA" e outra em "CRIANÇAS"

ça com o sistema de Molvil Dewey),
o ponto de vista patológico,

(note-se a

Artigos que tratavam da criança sob

terapoutico ou cirúrgico foram anotados

em "PEDIATRIA", com.o ó o caso de Tuberculose Infantil,
CULOSE" e outra em "PEDIATRIA",
anotações em "PEDIATRIA",
mos não aaados,

somelhan

Para sanar,

ainda mais,

uma em "TUBERo acúmulo dij

utilizou-se uma ficha para cada ano. Dos ter

quando sinônimos,

fez-se rcmissivas e dos correlates, re-

referencias.

cm

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]_'4

^5

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11

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20

�• V •
Para os assuntos,

cu.ja noncnclatura ainda não está bon cTofinida,

cono por oxonplo o caso dos "niomas'',

foi estabelecida a seguinte po

líticas todos os miomas ficaram juntos na nesna ficha, que devera ser
coordenada com as relativas aos diversos orgãos. Dos nomes específicos foram feitas reniissivas,

que para ficarem mais em conta foram con

feccionadas em papel comum recortado do tamanho da ficha original,
Essas fichas foram colocadas em. ordem alfabética e tornouHääJde
fácil manuseio para o usuário,

äste tora que ser previamente orienta,

do sobro o mecanismo do sistem-a, a fim do que possa tomar suasaiotações o entrega-las ao funcionário competente,

'^te agora, na Bibliote

ca do Departamento Nacional da Criança, o técnico não o utilizou, emtÔ
da a sua plenitude,

por dois m.otivos:

primeiro porque se tem o cuidado

de se acompanhar o leitor em suas pesquisas,
um tanto árdua,

tarefa que apesar de

ser

proporciona ao Bibliotecário um conhecimento mais pro

fundo do sou acervo e outra porque o proprio técnico não está ainda a
costumado a esse serviço,

sondo que às vezes ato o ignora.

Isto fez-

ne lembrar a opinião de um Chefe do Distrito Sanitário do Estado do
Rio de Janeiro, ao ser atendido pelo "índice Coordenado"? "A Bibliot£
conomia hoje o uma ciência... "
2.
2.1.

APLICAÇÃO E FUNCIONAMENTO
ELABORAÇÃO DA FICHA
Ao se determinar os assuntos do artigo,

do dois, três,

quatro ou mais,

que podem ser em numero

procurou-se abedecer ao critério de de

terminar o principal o em seguida os que lhe são coordenados ou paralelos. Escreveu-se na ficha o código convencionado para o tmtulo, o nú
moro do fascículo,
Ex.;

o ano o o número da página, procedido de dois ponto'Jc,

Ar2/6l;68
Ar
3
6l
;68

- Arquivos de Poditria
- Numero do fascículo
- Ano de 196l
- Numero da página,

Êsse cocffigo ficaria debaixo da coluna 3?

porque levou-se em con-

sideração o algarismo relativo ao numero do fascículo para a anotação
na ficha. Nessa coluna ficatiam todos os números terminados em 3i na
coluna do 2,

em

1

todos os números terminados cm 2.\ na do O, todos os ter-

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�- 8 ninciilos GRi O o assim por dianto,
Para se localiaar o que so dosoja, rotira-sc todas as fichas quo
so rolacionan com o assunto procurado o .compara-so as notações, colu
na por coluna,

partindo-so do cartão quo contom monor quantidade

notações para o do notações nui^erosas»
do codigo,

do

Quando houver coincidência

fascículo, ano o pagina o sinal do que sp possui algum ar

tigo sobre o mesmo, Esta foi a razão pela qual se chamou de índice co
ordenado,
Termo;
0

paralelo ou comparado.
MORTALIDADE
2
1

3

'

8

7

6

5

h

e(-)r/a • tf
•
ßc' 3/6l;âl

AnPs - Boletim do Sanatorio São Lucas, numoro 1, do 19^2, pagina 8
BO
- Boletin de Ia Oficina Sanitária Panamericana, numoro 3&gt;
do
1962, pagii;ja 22
SH
- Salubridad y higiene, numero lk3y íino de 196I, pagina 38.
2.2 - VANTAGENS
O codigo foi baseado nas letras do alfabeto,
possibilidades do combinações.
se incluir novos títulos,
núsculas.

quo oferecem maiores

Alem disso, há sempre oportunidade

de

podendo-se conjugar letras maiusculas e mi-

A notação o simples o mnomonica,

fazendo-so a rolação

dos

códigos como medida do segurança e como meio do comunicação entre o loi^
tor o o artigo. O traçado do cartão permite que,
de olhos,

com um rápido passar

possa se descobrir o título desejado. Cada ficha contom

em

seu corpo todos os artigos existentes na Biblioteca sobre determinado
assunto,

Todo o sistema o simples,

flexível, específico, corrente

o

completo,
2.3 -

AVALIAÇÃO

Dentro as dificuldades encontradas a que mais se evidenciou foi
a do critério para a adoção do tormo.

As variações quanto à termino-

logia, a inexistência do equivalentes em português de muitos vocábulos

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�estrangeiros originaram às vgzgs penosas pesquisas,

A falta do conhe-

ciiientos científicos, mais profundos, dentro da especialização contri
buiu tanben para un desperdício de tempo ocasional,

Mas o Biblioteca,

rio especializado deve trabalhar com grande numero de obras de refeíen
cia à sua frente. Dicionários especializados, vocabulários técnicos,
nacioiiais o estrangeiros,
dicionários bilíngües,

guias de nomenclatura,

poliglotas, enfim,

vademecuns, i.iementos,

toda sorte de obras que pos-

sam auxiliar na definição o conceituação de vocábulos.

Alem disso,

pro

cisa ter em mente que esses termos ele os esta utilizando para um publi
CO 'esclarecido e que precisa dessa

informação com certa rapidez, lia

muitas vezes necessidade de se perguntar, ao se procurar determinai
alguns ternos,
procuraria?

como se solicitaria tal assunto na- Biblioteca,

Quem o

A que tipo de especialista interessaria? Esf^otados todos

os recursos disponíveis,

inclusive a leitura parcial do artigo, deve-se

apelar para o especialista, Mas se este entende em profundidade de seu
assunto, o Bibliotecário entende de seu ramo e 6 preciso que os dois
trabalhem em completa harmonia para que tudo corra bem,

"ks vozes um iio

pico que não se acha conveniente ó a chave para a escolha adequada dà
un termo,
A uniformização na seleção dos ternos 6 outro fator que se deve
levar em conta,

Se foi estabelecido previamente,

entrariam pelo seu nome. técnico,

que todas as doenças

isso deve ser aplicado com rigor, Exera

plificandos Difteria em vez de Grupe, ílelmintíases en vez de Vcrninose,
As medidas adotadas poderão ser escritas à parte pra uma avaliação opor
tuna,
O defáito maior seria o do tananho da notação. Talvez houvesse pou
pança de símbolos no emprego

da segunda hipótese,

isto 6, numerar con

vencionalmente os fascículos do cada coleção, p partir do primeiro fascículo recebido pela Biblioteca,
dexar,

ou do ano en que se vai começar a

indicando esse número no Xardez,

in

para qualquer eventualidade e

colocando- sempre na lombada das encadernações a numeração atribuída
aos fascículos. Deve-se, também, conservar as capas anteriores das re
vistas onde estão escritos os números,

I Digitalizado
-gentilmente por:

Seria mesmo oportuno solicitar

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|lll
]_4
^5
16
17
18
19

�- 10 quo alguina Bibliotocn, aqui prcsonto^

procurasso

utiliza-la,

ja quo

scria ui^a forma prociosa cio ganhor ospaço o tonpo, com a vantagem cio
não so precisar repetir a num.oração dos fascícuilos do cada coleção do
periodicos, do 10 em 10 anos, no mínimo.
3.

DADOS ESTATÍSTICOS
Todas as revistas da Biblioteca são indexadas,

com exoeção daque-

las,

que por sou conteúdo, não puderam ser incluídas nosso índice,

são,

cm geral, revistas do caráter informativo.

Algumas são indexadas

ca parte, dependendo da qualidade de seus artigos. Kesumos não o são,
salvo raras exceções.
estrangeiros,

.

Ao todo 50 (cinqüenta) poriodicos, nacionais o

figuram no fichario,

perfazendo a modia do Í4.8OO artigos,

ja indexados, em pouco mais do ano.

Mil o poucas

fichas foram abortas

nosso período o duas Bibliotecárias se encarrogam de manto-lo em dia,
tendo indexado 30 (trinta)

por iodicos relativos aos anos de 196O, 1961,

1962 o 1963 o os demais a partir do 1961. Êsse critério, alias, não foi
muito rigoroso,

porque alguns poriodicos,

dado a

sou grande interesse,

foram indexados a partir do 1959. Essas Bibliotecárias não se incumbem
somente dessa tarefa, mas dodicam-se também à outras, como sejams a ela
boração de um fichario de referencia

legislativa, a catalogação de li-

vros e folhetos, ouo ate agora nao passaram por essa experioncia, conieação de resumos,

bibliografias etc, \ proporção que as revistas vão che-

gando, vai se rcgis!",ando no fichario "Kardex" e em seguida procedo-se
a indexação.
k -

CONCLUSÕES
âsse fichario,

quo a princípio pareceu um pouco com-plicado, foi lo-

go dominado e com o decorrer dos trabalhos tornou-so de fãcil aplicaçãc,
,jã que 6 s6 registar os símbolos convencionados nas fichas. Estas são
elaboradas à medida quo vão aparecendo novos assuntos.
que têm sido feitas,

ato mesmo por telefono,

tisfeitas, desde que o topico tenha
sabe,

A
porem,

As consultas

tem sido p2ienamcnte sa-

sido alvo de publicação.

Não se

^
t*é
se haverá ou nao necessidade de novas modificações, tal-

vez maior aperfeiçoamento quanto à form.a pela qual se procedem as po^

cm

1

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I Sc a n
Syst em

�- 11 "
quisas,

Alguiis consulontos,

inclusive os da Organização Mundial do

Saudo, tem interesso en inquéritos sobre detorninados assuntos. Nesse
*

caso teria que se abrir una ficha relativa à IN^:)UÉiiIT03,
tcressan por artigos nacionais,
mas,

Outros se in

por considerarem melhor nossos problo

o que eqüivaleria a dizer que em futuro próximo teria que se

abrir uma ficha somente para os artigos nacionais. Enfim,

o homem pro

cura cada vez mais a perfeição, mas só através do experiencias poderá
alcançar osso desiderato.

xxxx xxxx
(1) TAUflE, Mortimer |et alii] - Studios in coordinate indexing.
Documentation incorporáted, °1953U

5

-

|U3A,

OBRAS DE REFERÊNCIA ÚTEIS \ 3ELEÇÃ0 DE
GESPECIALIZADOS EM MEDICINA, SEGUI^TO
SUA IMPORTANCIA

CARDENAL, L - Diccionário terninológico de ciências médicas,
por E, Capdevlläa Casas,

Barcelona,

vat editores,

xi, 132/4P.

aa., 19/45.

Ementa; Edição aunontada,c atualizada,

Buenos

Jiaod.

Aires, Sal-

ilust.

contendo uma tabela do

articulações e várias tabelas anatômicas correspondentes às
X. ^
artérias,

^
ossos, nusculos, nervos o veias;

menclatura anatômica de Basiléia
ses

Anglosaxões,

■importantes,
vidas,

(3.N.A.),

4
sinoniiiiia,

A no-

corrente nos pa^

teve especial acolhida!' para os termos mais

ou mesno para aqueles que poderiam originar du-

Da de cada vocábulo a etimologia e os correspondentes

en cinco idioi|as; alemão,

inglês,

francos,

italiano e português.

Menciona termos vulgares o muitos derivados, dando o correspondente nos

idiomas acima referidos.

Ao fim do volume encontra-se uma relação do vocabulário módico em alemão e espanhol,

Teve a colaboração de eminentes o^

pecialistas entre os quais sodpsâc citar;
CAPDEVILA, QARDENAL,

(S),

AGUILAR,

(F),

AZIJA,

FERNtot^Z SANZ, RECASENS, SALVAT,

TAPIA Y Tüimó etc„

cm

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�- 12 PINTO,

Pedro A.

-* Dicionário do ternos ncdicos*

Rio

1 do Janoirol,

Editora Gicntífica, 1958.
507p.
^
/
A
Enonta s Da a etimologia dos vocábulos, pos prefixos dos termos,
cm latim o cm grego,

Dos ternos vulgares faz ronissiva para os

^

científicos.
FOfíTES, Hugo - Dicionário do tornos mcdicos.
flio do Janeiro, Ed,

Científica

j

Inglos-Portugues. 2a.cd,
1958],

702p,*

Ementas Da a pronuncia figurada de cada palavra, segundo o "NEV/
CENTURY DICTIONARY o WEBSTEfí INTERNATIONAL DICTI0N4RY". Contem
as abreviações do uso freqüente nas revistas médicas, hospitais
etc. Menciona as fontes de consulta,

que são aliás de ótima pro-

cedência i Desenvolve os tópicos mais importantes, dando todos os
correspondentes em português, Ex,í

Artey - artéria
aborrant - abcrranto
acromial - acromial
afferent - aforente,

GOULD'3 inedical dictionary, Words and phrases goncrally usod in medicino
and the allied sciences, with their pronunciation and «lerivation,
Editod by C.V.
iston Company,
Ementa;

Brownlow, 5th reviscd od,
c
19^1.
1528p,

Philadelphia, The Blacl|

Contem tabelas de bactérias patogênicas pafa bohomcn

para os animais,

o .

tabelas do infecções causadas pelos metazoários,

tabelas do doses de produtos medicinais etc,
DORLAND, 17. A. Novman - The American illustred modical dictionary,
complejíc dictionary of the terms usod in medicino,
tistry,

pharmacy, chemistry, nursing, veterinary,

gy, medicai biography etc,
and dcfinition,

A

surgory, dcnsciencc,

biolo-

Uith tho pronunciation, derivation

Philadelphia and London, iv',3, Saunders, 1938,

l607p.
(Possui tabela para doses de produtos medicinais).

cm

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I Sc a H
s t e .O"
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�- 13 LOGIE, H,B,

- Noncnclaturn padrão classificnda das doenças. Compilada

pela Conforcncia Nacional dc Nomenclatura do doenças... Tradução
brasileira dc 3. Cândido de
Jr.
v\fEBST3R,

Rio de Janeiro,

Andrade...

lAPC, 19^2,

o L. do Freitas Guimarães

8i|3P»

A. Morriam - Webster now international dictionaiy of thij

English Languagc. 2a.ed.
Springfiold,

unabridged. V/ith reforenco history,.,

G. &amp; C. Morriam Company, 19^42,

"^v.

(Contem inúmeros vocábulos técnicos, que não são encontrados cm
outros dicionários, mesmo os especializados).
ORGANIZAÇÃO MmjDXAL DE SAÓDli: &amp; ORGANlZÇtÇÍO PANAMERICANA DE SAÚDE, od.Clasificacion internacional do cnfermodadcs.

Adaptada para índice do

cliodlognosticos do. hospitalos y clasificacion dc oporacioncs.
do Ia publicacion on Inglês;
ses,

Adaptacicn

International Classification öiß Disea-

Preparado por El Centro Latinoamericano do Ia Clasificacion

de Snfermedades.

Uashington, 19^1.

301p.

(Publicaciones Cientí-

ficas, nß 52).
BRASIL. Ministério da Educação o Saúde - Manual da classificação estatistica internacional de doenças,

Icsoos e causas de morte. Sexta

revisão das listas internacionais de Doenças e Causas de Morte, ado
tada em 19^8, Lista tabular do inclusões.

Rio de -Janeiro, 1952.

3^^p.
ORGANIZAÇÃO Mundial de Saúde - Manual de Ia clasificacion ostadística
internacional de enfermedadcs,

traumatismos y causas do dcfuncion,

Basada en Ias Rocomondaciones dc Ia Scptima Conferôncia de Revision
1955, y adoptada por Ia Novena

Asamblea Mundial de Ia Salud, on vir-

tud de Ia Rcglamentacion de Ia Nomenclatura do Ia OMS,

Gincbra,1957»

il89p.
FÜRSTENAU, Eugênio E,
gucs. 2a.cd.

cm

1

- Dicionário de termos t.ocnicos.

jRio de Janeiro]

I Digitalizado
-gentilmente por:

Ingles-Portu-

Gortum Carneiro, 19^8,

51^P.

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�- ite QtlAVEo, Lulu G,

- è dictionary of food and nutrition, by Lulu G,

Grovos and Claroncc Wilbur Tabor,
Company, 1938.

Philadelphia, F,A. Davis

'^23p»

MíiRIE, Joseph S.F. - English,

German, Fronch,

Italian, Spanish me-

dicai vocobulary and phrases,
dolphia,

by Joseph S.F, Mario,
Philac
P, Blackiston's son &lt;3: co,, inc, j 19391.
.&gt;58p.
i

N0UVE4U LAROÜSoE MÊDIG^L ILLUSTHÉ, Édition onticroment rcfonduo du
Larousse medicai illustre,

public sous Ia direction du Dr,

Galtier-Boissièro, avec la participation de nombreux specia,
c
listes,
Paris, Librqirie Larousso,
1952,
IZlUp»
ilust,

REIS, João de Deus Bueno dos - Vademccum modico-farmacoutico. Zia. ..o(i,
são Paulo, Liv, Vademccum

j

s,d,j,

4 '1
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5

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I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
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gentilmente por:

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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Taube o seus associados da "Documentation Incorporated" defenderam, em 1952, a tese de que é inaplicável a prática de cabeçalho de assunto para indexar ou catalogar artigos, comunicações, ou relatos científicos. Partindo do princípio do que todos os tópicos de um artigo científico são importantes e que deve haver um ponto de vista comum entre o indexador e o pesquisador, criou, o ilustre Bibliotecário, um sistema a que deu o nome de "Uniterm". A Biblioteca do Departamento Nacional da Criança procurou adaptá-lo para que pudesse atender aos quesitos de sua organização. Codificando seus títulos de periódicos e fazendo algumas modificações quanto à sua aplicação chegou a um resultado que poderá ser aplicado à Bibliotecas semelhantes.</text>
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19

20

�CONGRESSO BRhdILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA E DOGUI.fáNTÁÇÃO

Bibliotecas especializadas
O especialista em informação científica
por
Heloisa Medeiros

Fortaleza
1963

Digitalizado
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st e m
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16

17

lí

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARA
7 a 14 ãe julho de 1963

TEMA III - Informação Cientifica

BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS

O especialista em infomaçao científica
por
Heloisa Medeiros (»)

CDU 002.007

SÃO PAULO
„ h

oy

M:

(♦) Bibliotecária do IBBD
2a« Secretária da FEBAB

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&lt;/

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16

17

�SINOPSE

Definição dos termos: bibliotecário, bibliotecário especializado,

especialista em informação científica, e especialista em infor-

mação documentária

(documentalista).

seus serviços específicos nos
mentaçãcfi

campos

A biblioteca especializada

e

da informação científica e da docu

o catálogo analítico de artigos de periódicos técnico-cientí-

floos e a sua importância na biblioteca espeoialiaaãa.
blbllote cas especializadas e sua formação.

Pessoal

Proposta para loma

para as
campanha

no sentido da criação de cursos e disposição de maiores recursos pelas
bibliotecas especializadas para a formação e aproveitamento dos especi_a
listas em informação cientifica na assistência aos tecnicoa,
e estudiosos em geral.

cientistas

Importância e necessidade dessa assistência té-

onlco-cientifica nas

instituições de pesauisa e culturais ou nas organ_l

zações Industriais,

Programas dos cursos

já existentes e propostos pa-

ra a formação do especialista em informação científica e documentária.

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19

�TEMA III - Informaçao Cientifica
BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS
0 especialista em informaçao cientifica
Neste trabalho pretendemos expor algtimas opiniões pessoais sobre
■ a formação de pessoal para as bibliotecas especializadas que tem como
finalidade precípua servir a institutos de pesquisa,

instituições cul

turais governamentais ou não, e organizações industriais. Estas opin^
ões se baseiam na experiência de serviço na Seção de Pesquisas Biblio
gráficas e Traduções do Serviço de Informações Tecnico-Científicas do
Instituto Brasileiro de Bibliografia e Dociomentação

(IBBD),

em obser-

vações de bibliotecas especializadas como a do Instituto de Pesquisas
Hidraulicas da Universidade do Rio Grande do Sul onde estivemos colaborando em 1962, além de informações de técnicos e cientistas.
1

-

Definições; Desejamos definir,
ta,

1»1

-

segundo o nosso ponto de

vis-

alguns termos que usaremos nesta exposição:

Bibliotecário - aquele que tem o Curso Superior de Biblioteco_
nomia pela Biblioteca Nacional ou escolas de

biblioteconomia

do país.
1.2

-

Bibliotecário especializado - aquele que além do Curso Super^
or de Biblioteconomia possui noções de um assunto especializa
do adquiridas ri\im cvirso de extensão universitária do tipo dos
cursos que o IBBD vem realizando desde 1955
sas Bibliográficas em Ciências Naturais,
Matematicas,

Ciências Médicas,

(Cursos de Pesqu^

Ciências Pisicas

Tecnologia,

Ciências

e

Agríco-

las ).
1«5

-

Especialista em informação científica - aquêle que além de um
curso superior técnico-clentífIco como Engenharia, Medicina,
Química, possui noções de biblioteconomia e documentação

ad-

quiridas em cursos de extensão universitária a serem criados,
/s
de preferencia, nas universidades e institutos de pesquisa.As
bibliotecárias Terezine Arantes Ferraz e Célia Ribeiro
ja vem dando cursos de iniciação deste tipo,

Digitalizado
-gentilmente por:

Zaher

respectivamente

^Scan
^ ... ur...».,.,.

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16

17

1^

�na Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo e no
Centro Nacional de Informaçao Cientifica em Microbiologia
Universidade do Brasil;

da

os programas destes cursos encontram-

-se em Anexo 6.3 e é.Ij. a este trabalho e,

ainda, o projeto pa-

ra um programa que foi aprovado no Seminário sobre

Bibliote-

cas Médicas realizado no IBBD em novembro de 19é2.(Anexo 6,5)
Observação;

O termo "especialista em informação

científica "

foi proposto pelo bibliotecário Edson Nery da Fon
^ seca em comimicação apresentada à XIXI Revinião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso
Ciência,

da

em julho de 19él.

Especialista em informação documentária

(documentalista) - a-

quêle que além do Curso Superior de Biblioteconomia possui
maiores conhecimentos de Documentação adquiridos num curso do
tipo prescrito pelo Dr. S.

R.

Rangsmathan no seu " Course

of

training for documentalist" apresentado na 26^ Conferencia Ge_
ral da Federação Internacional de Documentação, realizada
Rio de Janeiro em julho de 1960.

no

(ver Anexo é.6)

Observaçao; No Brasil ha muitos documentalistas

improvisados

pois não existe um curso oficializado para a formação de documentalistas, mas existe a carreira
de documentalista no serviço publico.

Por issonao

podemos chamar aos especialistas em informaçao c^
entifica de documentalistas.
Serviços da biblioteca especializada:

Os serviços técnicos de

rotina são comiins a todas as bibliotecas especializadas

ou

não, mas estas últiraas têm suas funções principais nos campos
da documentação e da informação científica.
A biblioteca especializada se situa entre a biblioteca geral
e o centro de documentação ao qual passa pela ampliaçao
seus serviços. Pelas

suas funções esta biblioteca

I Digitalizado
-gentilmente por:

dos

compreende

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ste
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16

17

lí

19

�serviços como o de

cpmpilaçao de bibliografias especializa-

das, elaboração de resumos

(abstracts),

traduções,

serviços

de reprodução^ e impressão de docvimentos, de que pode prescindir ixtna biblioteca geral. Mesmo serviços atribuídos a centros
de documentação como a organizaçao de catalogos coletivos
a programação de cursos e assistência técnica,

podem

e

também

existir nesse tipo de bibliotecas.
Um serviço específico de bibliotecas especializadas qúe acha
mos da maior importancla e o da elaboraçao de catalogos analíticos de artigos de periódicos técnicos e científicos.

Os

trabalhos publicados em periódicos nacionais e estrangeiros
especializados, nos chegam por inter^nédio de obras de

refe-

renoia como Índices e resvimos bibliográficos com bastante atraso e o material nacional muitas vezes permanece
pela falta de obras de referencia nacionais»

ignoz»ado

Para servir

ao

estudioso e ao pesquisador na atualização permanente do campo da sua especialidade ou para a elaboração de toses e
balhos,

tra-

com a informação mais recente do que foi publicado

sobre o assvinto,

a biblioteca especializada deve

complemen-

tar a coleção de periodicos especializados com o catalogo analitico dos seus artigos,permitindo assim a rápida

compila

ção de bibliografias e a localização e consir.lta a este material que so então se tornará realmente acessivel aos que dele necessitam, Quando a revista especializada, nacional
estrangeira,

chega a biblioteca,

diatamente transportados,

ou

seus artigos devem sei' ime-

sob a forma de referencias blblio-

' JT» •
'
'
*
grafxcas, para o catalogo analitico e se possivel com o resu
/
/
mo, mesmo porque a maioria dessas revistas técnicas e cient^
ficas

ja trazem resumos ou sinopses dos seus artigos e

mui-

^
A
tas vezes em fichas destacaveis. Ainda haveria a grande vantagem de tornar opcional a compra de obras de referencia

de

custo elevado pelas bibliotecas especializadas de poucos re-

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-gentilmente por:

�- ij. cursos. Ja no

Congresso Brasileiro de Biblioteconomia,rea-

lizado em 195^ ein Recife, a bibliotecária Sully Brodbeck

do

Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade do
Grande do Sul,

Rio

em trabalho apresentado ao Congresso, ressalta

va entre as deficiências registradas cora maior freqüência
biblioteca especializada,

na

a necessidade e importância da cata

logação analítica dos artigos de revistas, desejo de 100^ dos
pesquisadores de todo o mundo.
Pessoal da biblioteca especializada:

Para os serviços técni-

cos com\ins a todas as bibliotecas bastará a orientação
bibliotecário,

de um

de preferência especializado no caso da blblio_

teca especializada que também necessitará para bem cumprir

a

sua finalidade do especialista em infomação científica.
Se bem que

já relativamente grande o número de bibliotecas es_

pecializadas no pais,

como podemos verificar pelo "Guia

bibliotecas especializadas",
em 1962,

das

organizado e publicado pelo IBBD

ainda muito poucas contam com bibliotecários especia

lizados sem falar no especialista em informaçao cientifica que
Q uma profissão ainda a ser criada.

O bibliotecário especial^

*&gt;*
P
zado ou nao, em geral com acximulo de serviços e falta de aux^
liares,

atende com a maior boa vontade e na medida

das

suas

possibilidades aos estudiosos, mas urge a complementação

do

pessoal da biblioteca especializada pelos especialistas em in
íV
' è
formaçao cientifica

/
(ou documentalistas no caso de bibliotecas

especializadas em documentação) não só para a orientação
ral dos serviços técnicos da biblioteca,

ge-

como ainda,

e sobre-

tudo, para os serviços especificados era 2.1 e 2.2 na

função

de auxiliares diretos do técnico e do cientista na seleção,
pesquisa, corapileção, localizaçao e obtenção do material
bliografico para os seus estudos e trabalhos,
traduções e resumos,
teses,

colaboraçao

biem

apresentação padronizada de relatórios e

e sua divulgação.

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1

�Para a formação destes especialistas em informação cientifica
achamos que os cursos de extensão universitária devem ter uma
feição própria. Assim sugerimos dois programas
em Anexo

e 6.2,

apresentados

sendo que o último é do tipo dos de inicia

ção já mencionados em

I.3 e que nos parecem muito úteis quan-

^
0
do nao ha possibilidade de realizar xm curso mais extenso.
Proposta: Em vista da urgência na formação desse pessoal espe_
cializado em informação cientifica, fazemos -um apelo aos cien
tistas,

técnicos, pesquisadores e bibliotecários para que, no

/A
N
seu proprio interesse, promovam uma campanha junto as adminis_
trações das viniversidades e instituições culturais e de
quisa,

administrações essas muitas vezes ignorando as

pesreais

necessidades dos estudiosos, para que providenciem;
A criaçao de cursos nessas instituições e iiniversidades
a fomaçãc

para

de pessoal especializado em informação científica,

com candidatos selecionados entre os estudantes do ultimo ano
dos cursos das faculdades e profissionais

já formados,

A disposição de maiores recursos pelas bibliotecas especializadas para permitir o aproveitamento dos bibliotecários especiollaados e dos eapeclalistfts em Informarão cientifica na assistência aos técnicos,

cientistas e estudiosos em geral.

Conclusões: A árvore da ciência tem como ramos a ciência e

a

/
/
MM
técnica, e como raizes a experimentação e a documentação. Segundo Wilson "Seis horas na biblioteca podem economizar

seis

^
tf
meses no laboratorio
evitando a duplicaçao de trabalhos
realizados,

^
ja

aproveitando a experiência acumulada e utilizando

ao máximo a capacidade do material humano e bibliográfico,

O

M
/
especialista em informaçao cientifica vem livrar o estudioso,
o técnico,

o cientista das dificuldades da informação especia

lizada e da pesquisa bibliográfica pelo volume do material pu
blicado,

em línguas diversas,

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sob a forma de livros,

artigos

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lí

�de periódicos, folhetos,

teses, relatórios,

separatas,

etc.,

0
A
sobretudo a partir da ultima guerra com a Iraportancla crescen
te da energia nuclear e da astronáutica.

Pela compilação

de

bibliografias ele contribui de modo decisivo na ação cultural
da bibliografia pela difusão de conhecimentos, homogeneização
cultural e crescimento do saber hmano. Assim vemos que o especialista em Informação científica pelo domínio da

produção

bibliográfica técnica e científica é imprescindível às instituições de pesquisa,

culturais,

e aos serviços de

documenta-

ção das organizações industriais, para bem. servir aos que ser
vem a ciência.
Anexo:
Programa de ixm curso para a formação de especialistas em

in-

formação cientifica que poderia se entitular "Informação den
tíflca especializada".

Os temas sugeridos seriam cadeiras

curso numa estrutura semelhante a dos cursos do IBBD

do

(em cer-

ca de 60 aulas) mas dando maior enfase aos campos da Documentação e da Informação Científica.
Catalogação e classificação; Tema que será tratado segundo
A
interesse das bibliotecas especializadas,

o

^
ou seja catalogaçao

simplificada e catalogos sistemáticos por assunto,

sendo dis-

pensáveis o catalogo alfabético dicionário ou o alfabético de
autor e título. Quanto à classlfIcaçao o conhecimento

das

principais classificações utilizadas comumente em bibliotecas
como a classificação decimal universal e a decimal de

Dewey,

e o estudo da possibilidade de ura desdobramento maior c3as olas_
ses para permitir uma classificação mais detalhada de

assun-

tos muito especializados comuns a este tipo de bibliotecas. O
especialista em informação científica irá orientar e colaborar com o bibliotecário especializado ou não, na catalogação
e classlficaçao do acervo da biblioteca.

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�- 7 6•1*2 - ServlQos técnicos de bibliotecas e centros de documentação;Te
ma que Informará sobre a organização de bibliotecas e centros
de doc\jmentação e os serviços que poderão prestar sobretudo
como fontes de Informação especializada.

O especialista em in

formação cientifica contribuirá com a sua orientação

para

a

organização desses serviços na biblioteca especializada e conhecerá as fontes de informação de que se poderá valer
suas pesquisas,

resumos,

traduções,

etc.,

para

fontes essas nacio-

nais ou estrangeiras.
é.1.3 - Informação especializada; Este será um tema que abrangerá todas as

tarefas que caberao ao especialista em informaçao den

tífica,

com exceção da pesquisa bibliográfica que deve const^

tulr um tema independente pela^ sua Importancla na

biblioteca

especializada. Neste tema da informação científica serão consideradas as tarefas como a informação técnlco-clentífica geral sobre assunto especializado, elaboração de resumos
stracts) o traduções,

localização e obtenção de

(

ab-

publicações

por meio dos catalogos coletivos e dos serviços de reprodução
fotograflca, normalização, padronização e indexaçao de relato
rios e trabalhos tecnlco-cientifIcos para fins de impressão e
divulgação,

intercâmbio com outras bibliotecas

especializadas

no mesmo assunto e centros de documentação nacionais e estran
geiros,

organlzaçao de cursos para formar bibliotecários espe_

cializados ou especialistas em informação científica, utiliza
ção e elaboração de processos de recuperação da inforraação.
Este tema exige trabalhos práticos como sejam a
de flcharios analíticos de artigos de periódicos,
de resumos, padronização de relatórios,
6,1,1; - Pesquisa bibliográfica
fias):

cas

cm

1

elaboraçao

etc.

(pesquisa para elaboração de bibliogra

Tema que compreenderá as

é
grafica,

organlzaçao

técnicas da pesquisa biblio-

/
com o conhecimento profundo das fontes bibliografi-

(Índices e resumos bibliográficos,

'I Digitalizado
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catalogos, guias,

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bi-

lí

�bliograflas.

Instituições,

etc») na especialização.Ainda

co-

nhecimento da nomallzaçao das referencias bibliográficas
citações. Este tema exige também iima parte prática

e

intensiva

para famlliarlzação com as fontes bibliográficas especializadas .
Programa de um curso de

"Introdução a infomaçao

científica

especializada" abrangendo os mesmos temas do curso em 6,1 mas
resxomidos nma só cadeira

(em cerca de 10 aulas) com a seguin

te distribuição de matéria:
Docvimentaçao. Centros de documentação e serviços bibliográficos. Federação Internacional de Documentação
Brasileiro de Bibliografia e Documentação

(PID). Instituto

(IBBD).

Bibliotecas e sua organizaçao. Bibliotecas especializadas.
•N*
talogaçao e classlficaçao.

/
/
*
Catalogos dicionário e sistemático.

o especialista em informação científica e a sua contribuição
aos estudos técnicos e científicos.
formação

científica

Valor e importancla da In

e da pesquisa bibliográfica. Histórico

da bibliografia.
As técnicas da pesquisa bibliográfica. Metodos de pesquisa b^
bllograflca tradicionais e os sistemas modernos de organizaçao, registro e seleção bibliográfica mecanica.
Material bibliográfico especializado. Pontes gerais e especia
lizadas para a pesquisa bibliográfica. Guias de periódicos

e

/
catalogos coletivos.
Reprodução g impressão de documentos. Laboratórios de reprodu
çao fotografica.
Preparo e apresentaçao de originais. Normalização das referen
cias bibliográficas. Federação Internacional de Normalização
(ISO). Associação Brasileira de Normas

Técnicas

Serviços de tradução. Elaboração de resiimos

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(ABNT).

(abstracts).

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�r
- 9 6»3

-

Programa do curso "Iniciação à pesquisa bibliográfica"

dado

pela bibliotecária Terezine Arantes Ferraz na Faculdade de 0dontologia da Universidade de São Paulo:
6«3*1 - Noções sobre a organização da Biblioteca da Fac. Farra. Odont.
da USPAcervo
Catálogos
Noções de classificação
Noções de catalogação
Alfabetaçao das fichas nos catalogos
A publicação periódica
é.3«2 - Pesquisa bibliográfica
Definição
Identificação
índices e bibliografias
"Abstracts"
Localização
Técnica da referencia blbliograficia

*

Í#3*3 ~ O catálogo do aluno
- Programa do curso "Técnica Bibliográfica" dado por Célia

Ri-

beiro Zaher no Centro Nacional de Infomaçao Cientifica em
crobiologla da Universidade do Brasil:
A utilização da Biblioteca especializada
Função da biblioteca especializada
Tipos de catalogos
Exs:

-

seu manuseio

dicionário
sistemático
Kardex

Tipos de material bibliográfico
Exs:

livros
teseç
perlodlcos

tsâ
0
Arranjo e apresentaçao do material bibliográfico
CDU
CDD

cm

1

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^5

16

11

18

19

20

�- 10 Descrição do material bibliográfico - catalogaçao
r
j
.entrada
Catalogação

(individual

I
•&lt;f titulo
dados tipográficos
dados bibliográficos

Serviço de empréstimo e referência
obrigaçoes do leitor
auxilio leitura
^
pesquisa bibliográfica
localizaçao material
Serviços de Docvunontagao Especializado no Brasil
IBBD

( C.CO
)BIBLIOIECA
SI TC
) SB

CENIM

■ilnformaçao bibliográfica
[microfilme
/ localização
1 biblioteca especializada
/biblioteca brasileira de ral^
^
crobiologia

Teminologia Bibliográfica
T.
.
Dooumentaçao

Bibllograrla

ReproduçSes

Partes de um
trabalho

(divisões
(definição

(=™árlo
(^ítllografIa
(Índice

Guia de microbiologia
Manuais ^
Bibliográficos
Livros de texto
Apresentação de trabalhos Científicos
Capa
Legenda
Corpo
(estilo
(clareza
Çlbliografia
índice
Elaboraçao
Pesquisa bibliográfica
Projeto para um programa aprovado no Seminário sobre Bibliot^
cas Médicas,

e que poderá ser adaptado a outras ciências:
I

PARTE

O livro e as bibliotecas médicas da antigüidade

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lí

�- 11 As grandes contribuições bibliográficas no campo da mediei
na
Histórico da Biblioteca da Instituição
Organização
Classificação
Catalogação
Acervo da Biblioteca
Livros.

Periódicos.

Teses. Folhetos. Separatas

Material áudio-visual
Obras de referência
índices. Bibliografias. Resijmos analiticos
Catalogos do publico
Arranjo e consulta
Facilidades oferecidas pela Biblioteca
Consulta» Empréstimo. Empréstimo entre-bibliotecas
Aparelhagem áudio-visual da Biblioteca
Aparelhos para reprodução de documentos da Biblioteca
Deveres e responsabilidades dos consulentes
Bibliotecas médicas e biológicas nacionais e estrangeiras
II PARTE
A pesquisa bibliográfica. Definição. Finalidades
Fases da pesquisa bibliográfica
Identificação. Estudo teorico-pratico de serviços de indexaçao e de resumos analiticos
Bibliografias - Catálogos impressos de bibliotecas
A contribuição brasileira
Localização - Catálogos da biblioteca - Catálogos coletivos. Listas de publicações periódicas nacionais e

estran-

geiras
Obtenção dos documentos.

Centros e serviços de docijmenta-

ção nacionais e internacionais. Facilidades oferecidas

ao

consulente

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1

�- 12 Barreira lingüística e os serviços de tradução
O catálogo do aluno
A ficha bibliográfica:

a referencia e o resumo

Normas da A.B.N.T.
O arranjo do catálogo
Alfabético de pequeno e grande assunto
Sistemático. Sistemas de classificação p/ medicina
Fichas perfuradas nas margens
A elaboração do trabalho científico
Relatórios
y
M
0
Trabalhos p/ publicaçao em revistas cientificas
A tese
Divulgação do trabalho científico
Instituições internacionais de interesse p/ a documentação
dica.
Programa do "Course of Training for documentalist" pelo

Dr.

S. R. Ranganathanz
UNIVERSE OP KNOWLEDGE: ITS DEVELOPMENT &amp; STRUGTÜRE
The various subjects having knowledge as the field of study •
Their interrelation.
Primary senses. Association. Intellection.Imagination. Intuition.
Sensory experience. Intellectual experience.

Private.Externai

ized

and Socialised memory.

Thought-Term relation. Nomencla-

ture.

Terminology. Fundamental terms and their standardizatdm.

Pact. Empirical law. Descriptive formulation. Fundamental law.
Interpretative explanation. Hypothesis. Normative Principie

.

Deduction. Empirical verification. Abstraction. Generaliza —
tion.

Particularisation.

Concretisation. Spiral of Scientific

Method.

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s t e .O"
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lí

�- 13 Positivistic, Speculative,

and Authority-centred modes

thlnklng. Methods of pure sciences,
sciences,

applied sciences,

of
social

and fine arts.

Universal knowledge as mapped in schemes of library Classification. Its demarcation into sections and sub-sections.

Uni-

verse of knowledge as a static continuiam.
Inter-relation of sections. Modes of inter-relation and crosasection. Pormatic of new sections. Modes of formation.

Dis-

section. Denudation. Laraination. Loose assemblage.Universe of
knowledge as a dynamic continuum.
LIBRARY CLASSIFICATION

(THEORY)

General theory of Classification.
knowledge Classification.
plane,

Canons for it.

Theory
the

idea

and the notational plane. Basic class. Isolate.

Pacet

Analysis.

Canons for it. Work in

of

Phase Analysis. Pocus. Simple,

Compound,and ccmplex

foci. Intra-facet and intra-array relation.
The five fundamental categories and the facets corrresponding
to them.

Rounds and leveis of manifestation of the fiindamen-

tal categories.

Postulates for idea plane.

Principies for de-

terraining the helpful sequence of any two facets.
Array.

Telescoping of arrays.

Telescoping of facets.

Common

isolates - anteriorising and posteriorising. Special isolates.
Quasi isolates. Environmented isolate. Superimposed isolate»
Enumerative Classification. Analytico-synthetic

Classifica-

tion. Enumeration of isolates in a facet. Formation of

iso-

late by alphabetical chronological geographical or subject d^
vice. Zone Analysis. Abstract Classification.
Notational plane.

Postulates for notational plane.

Co-exten-

sive class nvimber. Individualising class nijraber. Mixed nota\
tion. Group notation. Hierarchical and non-hierarchical notation within a facet.

�- Iii Macro-thought.
thought.

Classification for book arrangement.

Mlcro-

Classification for docimientation work. Depth Classi-

fication. Other uses of library Classification in a library ,
Use of Classification in arranging concrete materiais.Classification and coding for machinery for search.
Evolution of classificatory technique.
Bibliographie Classification.
Congress Classification,

Gomparative study

of

Colon Classification,Library of

and Universal Decimal Classification,

Standards for the elements needed in Classification

schemes.

Universal and special schemes of Classification.
LIBRARY CLASSIFICATION

(PRACTECAL)

Classification of books, monographs, and articles, by

Colon

Classification and Universal Decimal Classification.
LIBRARY CATALOGUE
Canons for cataloguing. Layout of a catalogue code. Standards
for the elements needed in catalogue codes at the internation
al, national, linguistic, and local levei.
Classified catalogue. Dictionary catalogue. Kinds of

entries.

Specific entry. General entry. Main entry. Added entry.
Choice of heading for main entry and book index entry for sim
pie, multi-volumed, and composite books,

periodical

publica-

tions and micro documents.
Rendering of personal, geographical,

corporate,

and

series

names and titles of books in headings of entries.
Title section in main entry and in other specific entries«
Choice and rendering of headings in subject entries.Chain pro
cedure. List of subject headings.
Author analytical. Subject analytical.
Class index entry. See and See also subject entries.Cross ref
erence

index entry.

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Ii

�- 15 Gomparatlve study of the latest editlons of the
eatalop;ue oode,

the ALA Code,

Classlfled

Rules for the dlctlonary

cata-

logue, and the rules for the dictionary catalogue given

in

the Classlfled catalogue oode»
Alphabetisatlon and its problems. Abbreviation of

titles

of

periodical publicatlon. Bibliographical references. Layout and additional rules for union catalogue,
and Indexing periodicals,

abstracting

and national bibliography»

Cataloguing of non-conventional forms of documents.
DOCUMENTATION
Book versus document; Macro thought versus Micro thought:Nascent thought; Generalist and specialist readers.

Bibliography

and docviraentation list.
Documentation work.

On demand. In anticipation.

On a specific

subject. On all subjects. National versus world coverage. Re;t
rospective versus current.
Leveis of Organisation for Documentation:

International:

tional: Local. Role of PID and Unesco as co-ordinatlng
proraoting agencies.

Varieties of documentation list.

Naand

Princi-

pies of selection for national and local docxjimentation work •
Layout of documentation list«
Documentation service: Pacet analysis in helping the readerii
the exact emonciation of his subject of interest at the

mo-

raent. Finding the needed document. Pinding the needed data.
Pinding entities having several specified properties or

val-

ues and mechanical searcbing aids for the same.
Search methods:

Conventional methods - classified

catalogue

using depth Classification and subject headings by chain procedure; Mechanical methods - pvinched cards,
ery, and coding for machinery.

I Digitalizado
-gentilmente por:

electronic machin

Relation of depth classifica-

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
]_4
15
16
17
Ii

�- lé tion to coding. Comparlson of conventional and raachine meth —
Ods.

(Note:

The engineerlng and technological aspects of

me-

chanical methods are excluded).
Procurement of documents: From local, national and

Interna-

tional sources.
Types of document reproduction from the point of vlew cfusers
and top management of docvimentatlon centres.
largement. Mlcrofilrti

Photos tat.

En-

(roll or strlp). Mlcroflche. Microcard •

Preservation. Reading apparatus.

(Note:

The englneering

and

technological aspects are excluded).
%
Translation servlce: Pull time translators. Panei of

trans-

lators with füll time editors. Information about progress towards machine translation.

(Note; Excluding engineerlng

as-

pects ).
Abstracting: Abstracting personnel.

Competence in subject

field and depth Classification. Use of author synopsis.

Need

for abstracting one and the same docviment in the abstracting
media of several subjects.

Canons of abstracting.Language

Sentence versus kernel form;

technical versus popular

terms«

Use of standard fundsimental constituent terms. Lenght of
stract. International co-ordination of abstracting
Social factors making documentation necessary.

■

:

ab-

service.

Population pres_

sure. Supplementing natural and near-natural commedities,

by

artificial commodities made from unconsumable raw materiais
with the aid of technologyj Reference service to
/

research

workers. Gonservation of the research potential of the world.
Research-in-parallel versus Research-in-Series.

Plough-back

of nascent micro-thought into the minds of the research team,
docuMentation PROJECT
Preparation, during the year,

of a Documentation List

approved subject on the basis of an approved set of

I Digitalizado
-gentilmente por:

on

an

periodi-

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
]_4
15
16
17
lí

�- 17 cais for one year.
BUSINESS LIBRARY SYSTEM
Types of business llbrariea. Industrial librarles* Coramercial
libraries. Newpaper office librarles. Libraries of Government
Departments. Libraries of Research Instltutlons.
Kinds of business librarles. Libraries of individual Institutions.

Central librarles at national and regional leveis. In-

ter-library Cooperation, Science library. Dlstrlbutry library.
/
Place of library In business Organisation.

Correlation

with

the activlties of the departments of the parent body.Relation
with the staff of the departments of the parent body.
Organisation of the different typ3S and klnds of business librarles. Library finance, Library building,

and equlpment.Li-

brary statistics and librametry.
Classification and filllng of fugltlve materiais llke prospec_
tuses, leaflot".

T&gt;;;;^incrR. Help In the Classification and

arrangement of commodltles.
%
Library admlnlstratlon. Selection and acquisltion of books and
periodical publlcations. Accession work. Maintenance,
tion,

and display of books,

Standards,

specifIcations,

circula

periodical publlcations, patents,
drawings,

pamphlets,

cllpping

ml-

Intema+"' '^■nal, national and local sources and centres of

In-

cro-fIlling and similar materiais.

formation.

Rfcfcronce ^prvlce, Bibllographical service»

Ab-

stractlng service, Library bulletin. Extension service

to

workers.
REPORT ON LIIERATURE SUR^/EY
Report on an assigned project carrled out during the year

in

surveying the trends in current llterature and the bibliograh
ical tools in an approved subject«

Digitalizado
-gentilmente por:

��V

'—

�Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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gentilmente por:

�15

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18

19

20

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCimENTAÇAO

A Diretoria do Ensino Superior, a „Biblioteconomia e a
tm
.
^
Documentação Cinclui a Bibliografia preliminar inédita
de Teses Brasileiras)
por
Francisco Figueiredo Luna de Albuoueroue

Fortaleza
1963

\

�l
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E TOGUMENTAÇAO
UNIVERSIDADE DO CEARA
7 a 14 de julho de 1963

TEMA

III

-

INFORMAÇÃO CINETÍFICA

A DIRETORIA DO ENSINO SUPERIOR, A HEBLIOTECONOMIA E A
DOCUMENTAÇÃO
(inclui a BIBLIOGRAFIA PRELIMINAR INÉDITA DE TESES BRASILECEASi

por

FRANCISCO FIGUEIREDO LUNA DE ALBUQUERQUE ,+

CDU

002 : 378(81)

pá.;oU.2&gt;
ot

+ Organizador do Serviço de^Documentaçao da Diretoria do Ensino Superior do
Ministério da Educaçao e

cm

12

3

Digitalizado
-gentilmente por:

~

—...

o

14

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18

19

20

�A DIRETORIA DO EÍI3DI0 SUPERIOR,
Ã BIBLIOTEGONCMIA E h DOGUIÍSÍITAÇÃO
«-• Convidada » se f§zer representer no IV Congresso Brasileiro de Biblioteco^a
mie-e Documentaçãoy « Diretoria do Ensino Superior (D,E.3u) do lEnistéri-o d» Edjij
cação e Cultura, não poderia deixar de fazê-lo ~ e com praser - tanto mais rue o
temn eentral do conclave fieou send® '-'-A Educação i*itravés-d© Biblioteca"r
-V«lendo-se dn oportiMiidade, .1 D,E,Su de se j r

ore sentar um breve relatório

-

de atlMdndes recentes« rue vem desenvolvendo e oue julgn interessar a* biblioteca
rios e docwraentalistns,

-

-

Crític»B e sugestões serno muito bem recebidas e, mesmo, solicit«&lt;d'&gt;s,

CURRÍCULO MÍNIMO DE BJBLIOTECOKaiM

No início do ano nue-ppscou,

D.EySu, atenta ao aue prescrevia o -Art.

70,

Lei de Diretrizes e B»ses dn Educação e o Art, 1^ da Lei 4..OSA, de 2,7.1962,
reuniu uma Comissão de Especiolistí^s na matéria' por'" elaborar um projeto de cu£
rículo mínimo do enrino d" Biblioteconomia e Docuraent&lt;a§"o.

A Comisnão

contou

com os Poguinter-membross ADVIER LELLIS CORRÊA VICEI&gt;ITIÍÍI, 3o Instituto Tecnológj,
co d" Aeron^utic*" j CORDELIA ROBALINHO CAVALCANTI, d*i Universidade do Recifbj EB
SO» NERI DA FONSF,eA-, ;

Cam^r- dos Deput'-dosj ETELVINA LM, ãn Biblioteca Estja

âu^l de Min«a Gerai-sj SULLY BRCD3ECK, do Instituto Tecnológi&lt;;o-do Rio-&gt;-Grande do
Sttl o ZILDA GALHARDO DE ÃRPAJSOf d" F-euld-^de de 3?ilosofi'&lt; Santa tlizsulo. Rio -de
I
J*&gt;neiro,- O dooiimoRto. preparado, foi apresentr-do-ro Conselho Federal do Educaç?o,
como colabor*&gt;fíio da D,E*i9u. -Dado n -f3un.
reproduzi-lo anui,-mas-«Igumas.

erténsno (5 f. miraeogr.) não 6 possível

cópias fí^o disponíveis o poderão ser remetidas »»

possíveis intoíossados,

ROTEIRO PARA ORGAIIIZAgíO DE BIBLIOTECAS UÍÍIVERSITARBS
Tendo om vist'^ r rccente criação do varias universidades, ■•bom-como
liz^çí^o de "Igumas oiitr'^s-, -«-D.E.Bu. ciontc d^n dif'iculd«dos' ouo algumas

fodor^
del"S

Qct^ri^m enfrentando p«ra sua organização 0 conscionto da importanci»* d» biblio
tocfl modorna n*» estrutura xmiversitária, -solicitou do bibliotecário EDSON NERYDA FONSECA' a preparação de um-»documonto nue mol-hor ag oriontnsso na estruturação
ée tal !?orviço,

O documonto nue. foirmimoografado (l2 p.) c distribuído a

tôdae

as Univorsidndes brasileiras, obtevo oxcolonte aceitação, como o comprova a co£
respondôncia rocobid",

Na imponsibilidade do transcrovô-lo na íntegra, apreseji

tamos seu sumário, inform'»ndo estar
dado

D,E,Su, estudando com o Autor a possíbilj,

do publicá-lo om folheto1

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
st em 4^
14

15

16

17

lí

�1 - Objetivos e iraportpncie du bibliotec» iinlversitírli

*-2-

2 - Org«nizpçSo e direçso
3 - Instsleçíío (locsl, ■ mobiliíírio, ete.')
4 - 3eleçno de iivros s- -A^uisigpo
5 - Cl;&gt;Rsific§5ão

e cetalogação

6 - Serviço de referênci« e empréstirao.
sí»o

do »cervo.

7 - BiTDliôgrnfie

Facilidades pos leitores. Difu-

-

-

-

--

esnenci«! nobre biblioteciis universitáries

BIBLIOGR'^FB PK^LIímiiR DE üSfSS 3R.^SIIS 111^.3
t

t

iilertsds pnr^ p ineriítêneiin de informações' nobre t^^g^y^gj^reseRtpdws-

Esco-

las í3uperiorein do Br»f&gt;il-..e de iinr&gt;ortnncia dp reunido desse nrterial pnrp-uso

de

documentfllirtP!? g pesr-uis-dores nos diversos rsmos do conhecimento, a D,E,Su,, vjj
lendo-se de sii» posíçpo «d!:iinistr»»tivfi, íus estp recolhendo»
-É propósito

divulgp-lf»n emformp bibliogréficp (provavelmente ,pnfllític«) me-

diante convênio com instituição especi'^lizpid»^, possivelmente o Instituto BrasilejL
■—

ro de Bibliogrffi»- e DocumentpçPo.

-Entretanto, dada p oporttsäi-idsde desse Congresso'-e para nno roterdT mpis» «indp « divulgflçpo desse material em nome de um GX8ge«ado perfeccionismo, b B.E.Su,
resolveu oforecer aos ilustres congressist-sy de-maaeirn «ue lhe é possível- no n\ß
monto, ump rolf^çpo dps te^es rocebidrr e cptalogada« "té moio do corrente ano,
relaçpo est« onexpdp •» ôste documonto,

^

A

,

»
fflRVIÇO Í)E DOCmiSI-ITirJODO EIJSINO SUESRICE

Foi- inicipdp p implantação, nost'^ Diretoria,'do um Serviço do DocumentaçÃo,
•
•
\
A.
Em rpzão mesmo dr orÍGnt«*ç?ío-"ue ro imprimiu ft-D,E,i3u», com onfpse nos aspectos
dp previv'iäoj- estudos, plpnejpaento -e oriont^ç&amp;o do Ensino Suporior, indáspenspvel se tòrnavf» w-oxistôncip, sistomàticamente orgí»nizaélrp o rapidamente accessível
do ■Kmp bop coleçíío -do documontoa bibliográficos o legais, beraM3omo do cndflstros
r»tu»lÍBado8 o rigor»spmonte- organizados sobre as instituições oue compoom nosso
siptomp universitário*
cu-nontpçp©

Pprp «tender a esses múltiplos aspectos o Serviço do Do-

foi pssim ofitrutur^do:

n) Setor do Referôncin Legislptivp,
b) Setor de Cadastro-Univorsitprio, ec) Setor de Documentnçpo Bibliográfica

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
ste
14

15

16

17

lí

�-3Ao ßctop do Reforôncir Loeis];'tiyy, competindo: org'-niz'^r s m-^ntor org^nizí^dns!
♦»a eolcçõofn do "tos leg^i"
m^gwo

o reforontes &gt;&gt;o Ensino Superior br«siloiro,^ pnrn infcj^

do G-^binote, d^s v&lt;íri'&gt;s socções d'» D.E.Su., o-do public© om

■Ao oQtor do G^d^stro Üniveysit'^rio

ger%lj

cbondo-j org'»niz'&gt;r- o manter organiz"dnn

todos o^^ d-'dos de intoresse - nuor do cnr^ter ö'^d^stml, nuor estüitístico

ou téjj

nioo - sobre e p^r«^ of3 Sst^belccimontos do Ensino Superior íjubordnji^dos «o .ÍÍSC,
O Setor de Documentnçfio Bibliogróficr. fin^^lmonte, ter" por "tribuiçõorí reunir, inelocion»»r,prop'&gt;r''r o divulg^^r, dentro dfvS moderna».;) norm^fi de document.ngro e
©m colr&gt;bor"Ç"o cora serviços congêneros existentes, todos on dociuncntos importantes
rue-se Droduzirom sobro-onsino OT.perior, no Brasil o no Sxterior, pnr» uso d-« prjj
pri»» Dirotorin e orientf&gt;ç5o

dos interessados,

Èste

último Setor, ^-o contrario

dOv^ dois-'-ntoriormonte citpdosy pinclg nõo ostó implíintndo, estando, ontrotí-nto, om
f'-so ftdi«ntpdn

os estude» p^rp tel,

-O Sorviçò de Documant»çno do Ensino Suporica: ^ - t?l como ostn sendo org'-niz-'-do,
teTí*? fungro dinnmic» e n?!o ostrticn.

Proeederí.

picos específicos d" conjuntur» liniversitária
oriontpçí^o d»^®

n entudos monogrnficos sobre tó-

brnsileirÄ, r» levwntpmeritos p*»r&gt;»

'&gt;ut0rid'&gt;dos públicas o, sobretudo, divixlg^rn t^is tr-^brlhos por

meio de public-ç6«s.
AMJiÍRIO DO ENSBIO 3UPERICR

•

PfTí» compor o Setor do Cnd^'stro Universit^rò^Q está sendo subnotido «s Escolas
swperioror um »^ueptioni^rio especi^3jnente pre|&gt;ar^do e conduzido por-Inspetores Fodjg'
r*is,

iilguns dessen d«dos serno «provoiti^dos no elnb^nçílo do um anuário oue se»nd
rft-estruturwdo nos moldes do "Am©ri-con Universitios Gollegep", Um-"nte p3?ojeto»
«l»bor»do pelo Serviço de Documentação propõe •

seguinte distribuição de mntérJL»:

1* IntiD duç^o
. 2. Sumario
3. Egcolr&gt;S' pelos ranos Äe ensino
Rol«Ç»o nlfnbóticn dos nemos-díis EscolíkS dentro dos vários r'^mos de
ensino-existentes no Brssil.

Od?í rí»mo-trflre um muito_ breve (2 p, d»-

' tilogr.) histórico- do seu ensino no Brosil,
A. Cadastro das Escolas superiores
4.«! - Nome e endereço

-

4-,2 - Direçfio e aininistrpção (com da.t-í»a extremes do apndfto)
4-»3 - Números e dpt^s das princippis atos constitutivos
4-.4. - Er.colss e Institutos componentes

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�U*5 - Cí&gt;lendério

escolar

- *

4.«6 - Re^íuisitos gerais per* edmlssSo*
4..7 - Renuisitos gerais ppra

,

gr«duaçãp

4-*S - Anuidpäes ( crf )
4-*9 - Diplomas conferidos (espécie e^totais no último período)
*

4.*10- Estudantes matriculados
4-»ll- Biblioteca

.

»

•

Verbfs por^ p^uiniçno de obrps, tot^l de volumesy totsl de t^
tulos de periódicos, coleções especiais e obrus r^riis, outros ma,
* '

teripis colecionados (incl, nudio-visuais), nS de bibliotec&lt;írios
diplom-^dop,

-

.

Uí1l2~ Publ^icoções (periódicas e nvuls^s)»
4.»13- Outros serviços
4.. 14-- Fin.''nç'&gt;g

-

-

5 - Pessonl docente e dê pesr&lt;uis"3 (nomes, ctegori«, especiflliz«ç»o)
6 - Tftbsl-ís e Gráficos

'

- U preciso nue-se frize rue, cora o ndvento da Lei de Diretrizes e Bpsee, r^s
Escolf»8- superiores nno est^o m^is obrig'»d«s n u.niforraizn5?!o-de métodos, processos
o progr?&gt;mns, «^ue ern ^--cornctorífitic do ensino brasileiro nté o seu promulgnnento,
-Antes, "O contrario, ^nuele

diplomo legrl procur» estimular a diversificç?!©,

a

ejqjcriõncin* - i^ssim, publioçõos --ue-informem "pen^s nçme-ctcgorin-enderêço-dirjg
tor (e rtue-t-ilvoz fossem satisfatória
respondem « sun fin»ilidndo,

--upndo tudo o mais er»» igu."!) J»í nffo

m«is

D.E.Su procur-^r^, p-ir»^ editoroçno-do Anu&lt;^rio do Ej^

sino Superior estabelecer convênio cora outr'ifi ontid'^dGs interessndns no rssunto p^rticulirmonte

com n CPES,

• ,

Tendo

REVISTA DO EiTSINo" SUPERIOR

, .

por objetivo?;! divulgar ortigos assin^^dos sobro pyobl-em^s do-Ensino-

i9uí)erior; divulgar ntos d^^ Diretorii do Ensino Superiorj divulgar o legisinçíío br^
siloir« de Ensino Superior; divulgT t bibliogr'-.i'in br^sileir'- -^ôbre Ensino Superior; divulg'^r crític"S do livros novos no empo do Ensino Superior, *» Rovist'^ do
Ensino Suoerior ser^

rle-integrnçío ontre os Estabelecimentos d©

•^ino o '»o mesmo tempo veículo de difusão dos trnb^lhos do Serviço dè Docujnont^ição
do Ensino -Superior.

-

-

-

.

-

-

,

■" O primeiro número, Jn cm propnr»iç«o, ser«í publicado 0:flistribuidoc,
este ano

ainda

�-5mWAlS DE F0ÍJ1ES DE_lilFOxlIffigíiO
Sflf'o fiondo' iniôiidos estudos p»m « elaborflgíío do uci'^ séiio de "Mi^nunis-de
Fontes de Informsgno" com vigtn."5 ao» vnrios r«\mos do Ensino Suporiorr

Tnis "Mb-

nu'^is" fiuo vis-^rinm priRcipnLmente a corvir pos estudsntos iiniversitário??^ forag
■ceriwn dQ-forms-comppctn,

informações Atualizadas de c^rííter

bibliográfico e

bro-«i 1-ociüliznçno o orincipnis »ítividr^dos de-instituições de ensino e pesnuisn-ljt
gnd»&gt;s ?&lt;os seus cmpos específicos de estudos.

Tal,como ent^ sendo pensndo,

"ll-nu»!" conteria infomnçõos d^ seguinte natureza;

-

-

cndn

—

*&gt;) Brove introdução históricsi no ensino d« matéria 4b;ioto',do nlànu^ A#
Br«&gt;pll;
b) Obr»s d© Reforôncis ou consulte sobro s nftórifi (onciclopódips,

c^,

cion«rior. especinlizidos; repertórios bibliográficos correntos, otc.J
c) Obrí»s didííticps sobre n m»téri«» (solocionadfs por espocifdistis) o
possivelmente cóia indic'»çSo dns bi]bliotoc«s rue as possucimi
d) RolnçSo do periódicos-ospocinliandos.nn niiitorif?;
o) Entidades - especializadas n« matérin; internncion'^is, nncion^is
estr^ngoirns*-

o

Si.i»ís publjciçõosj-poriódicas ou nÃoj

f) Congressos j» rosli-z?&gt;d&amp;3-o progmraadoeí. sobro a mntérin;
g) Bibliotecas especiwlizndns nn matórin
de empréstimo, fítc» ),

—

(nomes, endereços, condições
-

- .

-

.

Essns publicações serir&lt;ln npresentndr&gt;s em fórmnto-^-nomciliz^do q cont'irinm
com suplem&lt;&amp;nton-poríódieoa.

Nn su« feiturs-celnbornrimn especi^lint^s convid«*dos

0 documont«listie. Os cr&gt;mpos selecionados pnr© os primeiros "Mr^nu^is" serinn

os

corro^ondontes «os "Centros- Hy&gt;eioQ«&gt;is Ae. Aperfeigonmento PóS"Grnduf&gt;do". o nsoira
torí»mo5, inicialmente, o "Mf&lt;nu«l de Fontes do Informí^ç^o em Físic", o "M^^nu'*!
de Fontes dé Informtçro-era i\gronòmi'&gt;"&gt; otc,. etc. -•
&gt; -

Desnecessário ser&lt;^ enf^tiz-r o «Icf^nce dessa inicirtiv^, principnlmento

nurndo se conhece n ©sc«ssez éo informrjções do oue-dispõe nossos universitários
P'&gt;r'&gt; seus estudos e o dispersão em rue se perdem tnis informações pelas

vrri»*s

public•^gões de fonte víri«^.

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lí

�MPTCSTERIO DA mjq.;^ÍO E CULTURA
DIRBTOHT;. M El'SIHO SUPERIOR

BIBLIOGRAglA PRELEUNAR m T^SES BaA3r',i;;TRâ.S
-!! -

^.STi^TISTIGA . DI^iOCR^FIA

lEIiLO, &amp;3y»T0 Vieir» de, Ifort»lid^cle por doenças tr^^nsmissíveis no Recife. Reoi
fe, 3. ed., 194-9. 59 p. ilust.
/Docênci? livre. Higiene, Ffic.de líedicina
d" Univ. do Recife./ Aprov. em "^0.0.1951.
&gt;
MDR";ES, ííelron Luis de Araújo. Calculo e interpretpçSo de coeficientes de mortalidade 5j.if-r!.til, Rio de J-neiro, s. ed., 1950. 100 p. ilu^t. /Livre docên oi*". Higiene e legi^l-&gt;g~o f.-irm-cêutic. F'-c. M c. de Fprmftci:^ dr Univ. Br«!fil. /-^prov. em 1951.
P^RAirSI, Orl ndo d- Gunh&lt;^. Contribuição -^o estudo d^r :iort-^lid'de infantil no Recife (f-tôre' econômicos-soci''is). Recife, Of. gr'f. d" Polític Militar
de
Pern mbuco, 1953. 107 p. ilust,
/Livre docênci:^. Higiene. Fr^c.
ííédicinp
Univ. Recife/ Aprov. ea 10.2.195^.
SGORZELLI JÜ^IIOR, Aohille?:, D-dos de ocorrênci" de doenç-sj colet- e
crític.
Rio de J-^neiro, s. ed., 1950.' 66 p. ilust. /Livre doem ei». Higiene'e legi^
l'-ç~o f-rm-'oettfcic'-'. F-c. N-c. de F'^-rmnci- d-- Univ. do Br-sil./ Aprov. eqi 1951
32 - CIÊ^'GB. POLÍTICO.
FARHS, Solon. Giênci" ^olític- e polític- ciaitific-, Fort^lez", Iraprens»^ Universit-ri' do Ce-r-, 1958. 6*5 p. /C-tedr". Teori- Ger-l do Est-do. F-c, de
Di-í-eito d'~ Univ. do Ce-r"./ Aprov. em 1955.
33 - ECONOMI/i
ftlTORADE, Sud" de.
O direito do empregado. Fort-^lez'^, R-mos &amp;. Pouch^in,
1936
14.0 p.
/C'tedr-, Direito industrial e legisl-g'o do tr-b-lho. F-c. de Direj,
to do Ge-r'/. Aprov.
BARROS'FILHO, Theotônio Ibnteiro de. As t-x'^^ e seus princip-^ia problem-^s teóricos. S"o P-ulo, Empr. Gr*^f. Rev, dos Tribun--is, 19A1. 127 p. /C'tedr". Cién
ci- d-n fin-nç-s. F-c. do Direito d Univ. de S~o Paulo./
G-AR'7ALH0, Fr-ncisco Givldo Peixoto de. Brasil, gcogr-fi* e conjuntur- (ura- introduç-o - geopolític- do de?3 3nvolvimento n-cion-l). Rocife, 1961. Ö5 p.
i
lustr-do/ G-^tedr-, Googr^fi- econôinic-. F-c. do Giênci«s;;Éconômic"S d" Univ
do Recife./
CRUZ, J. Tole?^ d-. Griso mor-1 e economic. Fort-loz-, Tip. S-nt- Teroz-,
120 p.
/G^todr*». Econonii-^ polític-. F-'c. Direito Ge^r^/, Aprov.

1940.

FIGUEIREDO, i^lberto G-v-lcnti de. Do custo de produg-05 -f^pcctos nindústri''
-çucrair-. Rocifc, Fsrn-ndo Figueiredo^ 1956.
7ö pi ilust,
/G'tedr-. Econojii- d"- indústri-p. Esc. do f^íulmic- Univ. Rocifc/, Aprov. ©m 28.5.195Ö.
FREITAS, R. Thoodorico.

cm

1

Considor-çõo.s om torno d-s fr-tur-c d" b-ci'' em -cidon -

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�tes do tr'^b-'lho. Recife, Impr, iníustri-l, 1933. 73 p. ilust.
cíp. r-fcdicinr log^l. F-c. i"íod. Rõcife/. Aprov. 19.12.1933.

/Livro docêxi

GIRÄO, Raimundo. Fisc.&lt;'liz''Ç«o dos g-c.tos'públicos, s. 1., s. od., 1937.
Livro doconcir» Giunci" d®s finfinços. .Foc. Direito do Coft«/.

20 p.

GIR^O, R"imimdo. Diretrizes nov-^s do conhocimoito financeiro. Fortaleza, üjnpreji
Br Ofici«*!, 19*^7, 82 p. ^ /Cstodrr. Ciônci« dps fin=nç.^s, F»c. Dird to
do
CoTp/.
,
*
■
.
GRÍÇLV, i^rnóbio.
Id^dos do pensamento oconoraico. ' Recifo# s. ed., 1959, 174. p. ilustr-do. /O^tedr'-. Ri^tóri*» d-s âoutri.n»'^ ooonpmicos. Fflcuid-de de
Ciônci-c EconoEiic^s d" Univ. do Recife/«
GKf^LET, Odilon d ^ Araújo. Estudo sobre o trpb-lho. Sro PpuIo, Emp.
Gr 'fica
dp Rovist- dos Tribunais, 1954-»-145 p. /Cítodrp. Economie polític», Fítc. do
Diroito dr Univ. de Sgo P-^ulo/,.
J.ítRDIM, Wolter R. Contribuição pT" o estudo ár^ produção loiteir»^ ein nosso moio
Pir^cic^b', Jorn-1 do Pir-cic^b-', 1949, 56 p. ilustr-do. /G^toâv^. Zootocni"
Gspcci'1, brom-tologi-, nogõos do higiene o votorin-ri-. Esc. do Agricultura
Luís do Queiroz d- Univ. do S"o Pnulo. iiprovdo oatro 9 e 12.0.194-9/.
LlflRlHESjj Jo5cph"t do Lini". A mood*"' o "'S fin^nç^s públics.
CO ür'-ni-, 1936, 100 p., /O'tcdr'-. Giônci" d-'S fin-nç-s.
■ Conr*^. Aprovado/.

Oc-rr, Est-b. Gr-^fi
F"c. do Direito do

LINHARES, Jooóph^t. 'Promioe do dinheiro ou tix^s do c-pit-l; su's ropercustõcs
n" vid- jconSmic.
Est-b. Gr'fico Ur*ni*, 1937, 19 p. /Livro docencii
Economi- polític". F-c. dj Direito do CotV.
M'iGIEL, Teimo Frodorico. iinnliso f-tori-1 d- modid'^ dn. produtivid-du.'
Rucifü,
s. od., 19í&gt;l, 111 p. ilust. /C'tüdr'^. Est-tístic" economic. F'^c. de Cion oi-^ís Economic 5 d- Univ. do Recife/.
M-^OIEL, Tolmo Frudorico. Estr^togi" o. dosonvolvimcnto. Rocife, g. ed.,
1959&gt;
7Ö p. /Doconci" livro, Estntísticr», òcohomi;&gt; polític." o fin-^nç^s. Esc, do
Engenh^rif? dí» Univ, do Ptjcife, Aprov do/.
MITOS, Lincoln Mourão, Di intordopondenci" dós fenomonos fin-'nc^^iro o soci"l.Coj3
r^, Tipogr-fi" Luso-Br'^siloir«, 1936, 64 p, /C'tedr!», Oionci^s dns fin^nç^s.
F"culd"dü d.j Dir.JÍto do Ge-r", Aprovjdp/.
RCDRIGÜES FILHO, 'Antonio Poros. A. ro^iv-li^^gno p'&lt;trimoni'&gt;l, seus reflexos no "U- ^
monto do ntivo líquido j no corr^spondonto -^umoito d- rotjnçno dns sojtur-dor-s.
S"o P'ulo, Deport, de Publicações, 1959, 143 p. ilust. /Livro doconci«. Qrg^
niz'j'o e cont-^bilid-do b-nc^ri"; org-iniz-ç^o o cont-bilid-do do sogaros. F-c
do Cienci-s Economic s o Administrativs d-^ Univ. do S~o P'-ulo/,
ROSLA, Fr''ncigoo Glíra^co Feu, Os limito^" om r-uo se dovj conter
do5pos*3 pública.
Vitóri**, P^pe., Livr-ri" o Tipogr-'fi- ííinorv, 1940, 29 p. /G'todr-, Giônci'»
d-s Fin-nç^s. F-c. da Direito do Esoírito S-^nto/,
SILVEIRA, Delfim'M. Orç-monto o pl-nificç-o. Polòt^s, Of. Gr-if. d" Tipogr-fi«
do Gontro S/A., i960, 337 p, /Giehr*'''! d-s Fin-^nçns. F-c. d-j Diroito do Polo t-3 d- Univ. do Rio Gr-ndo do Sul/,
TOURIITIIO, lúíg Carlos Peroir". O f-tor n'-turoz" o su- influônci- n*» produçro pnrnn-onso, Guritib*', s, 'ed., 194-9 , 59 p. /Livro docSncit. Est"tístic", eoon^
mi'&gt; çolític u fin-nç-s, F"c, áj Eng. d- Univ. P-^r-^n-. Aprovado/.
ZAGATTO, Alcides Giudotti.' Gontribuiç-o "O ostudo d" -gricultur- dos "fumoirqs "
do distrito dc S'^ltihho," Pir-cicb-, s. od., 1952, 33 p. ilust. /Doconói" li
vre, ÉconoiHi" rur-l.Ecc. Superior d- Agricultur-&gt; Luís ä,j luoiroz d- Uni, 3~o
P-ulo/,

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�34. - DIR5IT0
iBREU, Aleiiio Bittv;ncourt d^-,
C!ontribuiç"o -o ostudo módico-log-l d-^s m^rch-s dó
icitü o oolostro. S"o ?-^ulo, s. oc,, 192S, 30 p. ilust. /Dov.tor-&lt;3o F-^c. llbd,
do S"o P"ulo/,
ABREU, Oscr
Contribuição p-^r- o estudo d-'dos-gom d" urá- no s-nguo"'^nto"
o ■"p03-mortüra" um su-s -plicçõos modico-log-is. Sno P-ulo, Lombo Romaro Ci-*,
19*^0, 94 p. /Doutor-'do. Modicin- log~l. P-^c. do í-líd, dc S'".o P?ulo/,
AGHS, JÜIIIOR, Philippe. Rjspons'bllid'do crimin*l dó ombri-g-do,
od., 1933» 4-Ö p, /Doutorado. F'-c. do l&lt;íodicin'^ do Sn.o P-ulo/.
AGUL1R, Ifo-oir Toixoir" do.
fcnomonologiZ", s, od., I950,
p. /Livro dooShci'».
dj Diroito d- Univorsid-cTw do Co-r"/«

S-o P^ulo,

s,

o ctiltufrlisno jurídico. Fox-t-le Introdução
cionci" do diroito. Fnc.

AíBU"]lIER'',l!E, Fr-ncisco Ucho" do, í-for"! o diroito h- filosofi- do F-ri-s Brito. S,
I 1., Improns" TJnivorsit-ri ' do Gut', 19ôO, 69 p. /Livro doconci". Sitroduç.^o
cionci" do diroito. F'^c. do Diroito d" Univ.do Co-rV ^'iprov. om "bril do 1961
*■
«
ALBUQUERIJE, Luiz Gonzng? Coôlho do. D-^ contribviiç"o do Tomns do ü'-uino * Sionci"
do diroito. Co-^r-, Iraprons'- Univor:it-ri'i do Co'-r", 1957, 66 p. /Livro doconci»», Introduç-o " cionoi' do diroito. F-'C.do Dircáto d" Univ.do Co"rV Aprov.
ALCíOT.!'*.RíV, Sob-sti"o do P*os'o.' Contribuição 'o ostudo d-&gt; t-n-^to^oso';
do'"zul do "bromotimol. s. 1,, Tip. o P-pol^^ri- Fornion-, 1929» 3? ?•
do. Modicin- log^l. F-&gt;c. do Modicin-^ do S^o Piulo/.

procosío
,/Doutorn-

ALEITG-'\R, Flori »»no dc,
O suicídio ora S^o P'^ulo (ostudo módico-log"l), S'ó
Irm"os Forr^z, 1926, 72 ^p. ilust. /"l^our^do, F^c.do ^-od. do 3g.o P'-ulo/,

P'Ulo,

ALETTO, Podro» Contribuição p-;:; - o ostudo do diagnóstico d' mo3rfco ro'l polo aapr^
go do »»zul'do niot5J,*nio. 3"o P^ulo, EmprSs" Tipogr-fic- Sditor« "O Pons-monto,..
1930, 53 p. /Doutoíodo.F c. do Modicin- do S"o Pwlo/.
AMfi.Pw'L,
D^oio Fr-nco. Exporionoi^s sobro ^ rosistSnci" do mercúrio
"^o iodo ^
incinor-ç*o. S"o P^ilo, íip. o P-pol-ri" Formos^, 1930, 50 p. /boutô^ísdo F'&gt;c.
do i^odicin' do S"o P-^ulo/,
AMORIíí, Joaó Sobroir" do, Do capitis dorainutiono'spobios &amp; offoctüs, Go-r', üistituto do Co^r', I94Ö, 105 p. /Li'tn^o doconci", Diroito roni-no. F«c, do Diro^
to do Oo-r'/» Aprovdo om d ;Bombro do 1950.
AMORIM, Jo'ó Sobroir- do. Do ivrisprvdonti^o dofinitionb vlpi-no". íort-loz", T-à
prons" Univorsit-ri- do Go-r"^, 1958, 1Ö9 p. /C-todr'-. Diroito romano.
F-c.
do Diroito Uhivor'-id-do do Go^r'/, Aprov-do oni sotombro 1959.
ARAÜJO,^Antônio Alvos do. N-turoz" Jurídic do contrato do oáprogo.
Fortloas.
Editor* A. B-^tist- Fontonolo, 1955, A9 p. fLivro doconci". Diroito intorn-ci^
n-1 o logisl'ç-o do tr-^b-lho F-c. ffo Diroito do Gcr'/*
u
ARRUDA, Luiz do S'^mp'^ib. O di•agnóstico d' oplopsi" pol- prov-^ d*^ hiporno!" '/n sou'
♦^spocto dontológico.
S-o'P-ulo, T.ivr-^ri"' Libord-do, 1930, 4-9 p. /feoutoi'iPdoF'-c.
do &gt;fcídicin'- do S~o P^^o/,
AZEVEDO, Antônio G-ndido Viconto do, A "uost"o do sigilo porici'^l no Br-sil.
P'ulo, Soç"o do OIdí-s d'o Est-do do S~o P-ulo, 19'^5» 6l
ilust.
dicin" leg-'l. F-c. do ifodicin'^ o GirriLrgi-' do S"o P-ulo, .
AZEVEíX), Du-rto do,

S-o

A n-o oxigibilid'do d.; outr- condut" como oxcludonto de culpj;^

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�Mlid^do. Vitóri", si cx?.*, 1959, 15 p.
to do Espírito S-rito/,

/C-^todr-,

DirdLto pon-1.

F"c.do Dírqi

•Zr-VSDO, Noó* Dos tribun''is or.pcci^is p-^r- menores dolin'~uontos o oomo podem
sor
cri-^dos --jntr-i htSsj^ S"o P'^ulo, Soç"o do Obr^s d'O-Estado do S-o P^ulo, 1950, 158
p* /DoutoÄKäo.Gionci*&lt;s soci-is o juríc3c'-s, F-c.do Dir(-ito d'o S"o P-ulo/,
B-íRKCIRA, Dolor Uchô-,
Inyüstig'c'o d- m'-tornid-do Ijgítlm''. ' Go"rEditor- R"—
mos &amp; Pouch'^in, 1935» 123 p. /C^todri, Direito civil. F^c.do Dircàto do Got"
/Aprov-do cm outubro do 1935.
BARR^Rzi, W'&gt;gnor Turbv» ^ diplom-ci-''br-^iloir- o o utí posaidotis. Co^r-^, Editor-« Instituto do Co-r", 19^6, 38'p, /Livro docônci-^, Direito públictí intern«
cion-l, F'c, do Diroito do Co-rn/.
BiRREIRA, W^gnor TurB^y, D" -utoria,?)ç'o t-cit'' ? inulhor cs^d**" oomorci-nto. Go'*r",' Sditôr" In"^;tituto do Co^r", 19^6, 17 p. /Doconci-^ livro. Diroito coiacrci•^1. F-'c.do Diroito do Co-r'/.
B-IRREIR/i, W^gnoi: Turb'y, O diroito po^tivo br-siloiro o o c-s-mciito inoxistonto,
s. 1,,'s. od., 1947, 19 p. /Doconci'- livro. Direito civil, F-c,dc DircÊbo
do
Oo-rv,
BilRRSTO FimOj M-nuol Xavier P'os. Ab-ndono mor"l, VitSri",'Dop-rt-monto d^ Im pcons' Qficí-l, 1957, 4-8 p. /G^tedr*', Diroito civil, F*&lt;c. de Direito do Espírito S-nto/.

do S-o Pulo/,
BARROSO, M-gd^leno'Gir"o, O jtilia*&gt;ttirr.licmo. Fortr^lbz-, Tip, ^üjiorví»,
33 p.
/Livro doconci«^. Introdução n cioncio do direito, F-c.do Diroito do Go-^rn/,
BICUDO, Josó /»rthur'Ifottn, Gontribuig^o -o estudo d" dotormin"ç"o d-^ id'de pelos
r-'ios dü Röntgen, S"o P^ulo, Sst-bclccimonto Gr'fico Rossolillo, 1932, 26 p. +
10 p, ilustr-d"s, A'o^'l^or'-do. F-, do rfcdicin- do Srío Paulo/,
BOItWIDES, P'^ulo, Do ost-do libbr-^l -«o ost'-do social. Fort-loz-, Imprcns^ Unive^
sit'ri" do Go-r-, 1948, 197 p. '/G^todr", Teori- ger^l do ost-dD. F'c, de Diroito d- Univer-^iid-dc do Go-r'/» Aprovdo om junho de 1958,
BONAVIDES, P-ulo, Dqs fins do est-do (síntoso d-'s prinõLp-is cbutrln-s toloclógic-s), Fort-leZ", Editor-' Inistitutb do Go^r- Ltd^., 1955, 63 p, /Doconci- li vre, Teori^ gDr*&gt;l do est-do. F-ç.do Direito d- Univcrsid-do do Go-r'/,
BORB^_, Luiz do ?assis P'^choco, Contribuiç-o p-r- o estado d- idcrltificç-o 'UÍfíc ,
d-s polvof'S i^uoim-'d-s, A~o Pulo', Irm-os Ferraz, 1929, 3^ p. ilust, /feouto®OÍio,F"c, dj,Müdicin- do S"o P-ulo/,
BRESGJA, Viconto Roco Antônio, O ex-mo do csc-rro sob oponto do vist- ■ ódico-logftl , S"Q P-ulo, Tipogr-fi- o P-pol-'ri.- Formoso, 1929 , 57 p. /DoutoéedoíP-c .
de ífedicin^ de S"o P-ulo/,
GAIDAS FILHO, Roberto Gomes. Gontribuiç~o p-r- o estado médico-leg-l d-s m-nch-s'
pelos r-iòs ultr'^-violet-s. S"o P-ulo, Est-beloci monto Gr'fico Rossolillo, ..
1932, 22 p. ilu^t. /Dour-do. F-c. de ^edocDra" doS^o P^ulo/,
GARDIM^ Jo"o G-rlos Gomes.' D- prov sulfídric do Ic-rd (contribuiç-o p'r- o'
estudo) Sr o Paulo', Tip, o P-pol-^ri- Formosi, 1929, 58 p, /Doutorado. F^c,
Med, do Spo P-ulo/.

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3K - DIUi^JTO (Conti)

CÔRiJEIRO, At"k'jn., Avl &amp; ondôsso'(toori^ d-s obrig çõos rociproc-'s). 'Fort-loz'^ ,
Tlpofr-'fi'-' ííinorv-&gt;, 1955, 75 p. /C'todf':, Diroito comorci'-l. F-^c.do Direito
do Oo-r'/. ^'iprovdo*
GMÍ7.ALK0, H. Volg« do. Contritiuiç^o p-r- o estudo d' opimicroscopi^ òm modicin"!^
g"!! S-o P-ulo, Tipogr-fi~ ©'P-pçl-ri'^ Formos-^, 1929, 52 p. ilust, /boutor^do
F'-ci do ^bdicin•* duS"o P«ulo/',
C' RV''LHO, Podiro Jo^o'do» Dos rociamos módicos, S^o P'-ixlo, Gríífic» Rossolillo,'..
62 p. ilust, /l3outor-do. Mor'icin-'log-l. F-c.do i-fedicinvdc S"o Poilo/,
GW-IjO-ííITÍÍ, Edison Fr^z^ío Modíoiros. í c^ue-^ fio código civil, Vitóri.^, DGp'irt''müii
to do Iníprons* Qfici-l, 1957, 52^p. /c-todr". Direito civil, F-^c, do Diroito
do Espírito S-nto/,
CCDESPOTI, Arn'ldo. Contribuição -o estudo d^s unh-^r em níiclicin'' log-1.' S~o'P^ulo, Improns" Coraorci-1'Jò^ó M^g-^lh"os, 19"!3, ö5 p. ilust, /Doutorado, F-c, do
l'fedicin- do S-o P^ulo/.
GONDÄ, Bertho, Um'- síntese da otiologi* jurídic', S~o P-^lo^ Hmçr^S" Gr'fic-^ d^
Rcvist'* dos Tribun-is, 1933» 156 p, /C'todr'^, Introdução - cionoi- do direito,
P^c, do Diruito.d- Univorsidäc do S«o P-ulo/,
CORRÊ/E, Alox-^ndro Augusto do C-^stro, Diroito rora-'noj " m-ncip'tio, o noxiun o- in .júr
Juro cossio, S"o P^ulo, Oficinas Gr'fics da ß^r-iv S/A, 196O, 136'p. /Cnt^
dr-. Diraito rom-no.' F-c. do D ir ai to d- Univorsid-do do 3'o P-ulo/,
CORRÊA, Alox-^ndro Augusto do Castro, O ostoicismo no rUrd to lom-no, A"o P-ulo',
«, od, 19$0, 123 p, /Livrij doconci-, Diroito rom-no, F-c.do Diriito d- Univ.
do S"o P-ulo/.
COSTÃ, ^Iv-ro, A,'constituição o os'filhos n-tur-is. Fort loz^j -Tipogr^fi" i^íinorvf»,'19iW-, 21 p. /bocanci-' liv-o» Dir'^ito constitucion-^l. F-c.do Diruito do Go^
rp/,
.
C03T.A, üElv-ro Forroirr,
O podor db pr,.;gid ;ntò d" ropúblic.
ort-lozn, Editor"
lii-^tituto do Go-rí^, 19^7, I6I p, /C-todr*'. Dirjito constitucion-1. F"c. do
Diroito do Co-r'/»
GOSTA,'Alv-rp Forrv-ir".
O'princípio gor^l d- bo" fó'.
to do Co-r-, 1951, 51 p, /Ortoár", Diroito civil.
Aprovdo om nov embro dcj 1952.

Fort-loz", Editor- InstituFac, do Diroito do Go-r' /,

COSTA, C-rlos. Crirít-is do homoglobin-&gt; ora inodicin- lóg-1, S"o P'Vilo, Emprôs"'Gr£
fie, d* Rovir?t dos Tribim-is, 1933, 52 p. + 22 p, ilust. /Doutor''do. F-c, do
Modicin-, do S~o P'ulo/,
COSTA, Horib'^ldo Di-s, Diroito oxtr^torritor.-l (osboço dc um ciit-ido sobro - ox^tn
donomin'-C'O do dird to into-'^n'-cion-l priv-do), Fort-loz-^, Intpronr- Ofid^l, .,
1936, loè'p, /Livro doconci'«, Diroito intorn'-cior'-'l privdo. F'c. do Diroito
do' Co-r'/^
,
•
COSTA, HoriJ»ldo'Di"s, d-». Eztrftorritori'^lidado d- f-lonci? (os'-uom'» d" toori'&gt;
fund-mont^l), Fort loz-^, Improns-' Oficial , 19^7, 175 p. /Cátodr**» Diroito
into^m-^cion-l privado, F-c.do Dir:J.to do Go-rV»
COSTA, Horib-ldo Di=-'3 d**'.
1946, 4-7 p. /C'todr",
Aprov-do,

Dos crimoò intorn^cion^-is. Fòrt-loz?, Imprens*^ Ofici"!'
Diroito intorn-cion'&gt;l público. F-c.do Diroito do Go«rfí

COSTA, Josó F^ç^nh- d". Gbrrupç"o do monoros, 'Fort-loz''^,'Tipogr-fi" Santos, I963
23 p. /l)outor''do. F-c,do Diroito do Co^r«/« Aprovado,

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34 - DIREITO (Cont.)
.CHSl-lER, Sylvlo do Godoy. A rorgi'o do tribomoto dcj ouiro o o sou v^lor mocS. co-logr«l
n" diwgnosò do osporm".
s, 1., Tipogr^fi»^ o PnpòlTl':. Fornos'^, 1930, 4-9 p. ...
/Doutorodo. P-culd-do do Lfodicin'' do S~o Prulo/.
CRUZ, Jovó Tolos d-, Objotivo prbcípuo dò direito judici'^rio pon'^l. Fort-lozn ,
Tipogr-^fi- ifliso-br'^nilGir'', 1937.»'20 p. /Livro doconci'^, Diroito judioi-'rio
pon-1. F-^c. do Diroito do Co'-r'/.
CRUZ, Tolos d-, i\lguns "fípcctos d- criminolbgi- psicon'^litic. Oo^r', Editorfl
Fort-lo*^, 1936, '&gt;2 p. /Doutorado. Griminologi-, F'^c. do Diroito do Cot« /,
.i^.provdo. •
CUMA, Abolm'r Ribdro d-. D« ig^o civil. Fort-loz*», Impr^^ns*^ Univorsit'ri"
do
Co-r^, I95Ö, 62 p, '/C-todr"-, Diroito judici'rio civil. F'c.dü Diroito d" Unj^
vornid-do do Cü-rV« -^prov^do oni n'-io do 1959.
CUNHA, ibolm-r Riboiro d". D-« form-^ç^o dos contr-.tos ho código ci'vil br-^loiro,'
Fort-loz?»., Editor- A, B'tist- Fontonólo, 1955, 98 p. ./C-todr". Diroito civil.
F-'c, do Diroito do Co-rV» -Aprov'do,
CUNHA, i\bolm-r Ribeiro d^, Tondonci' v^oci"liz-^d? r- do diroito'civil. Cot', Editor' Instituto do Co^r" Ltd-,, 1950, 72 p. /Doconci-^ livro. Direito òivil. ..
F'-c. do Diroito do Co-r'/«
CZERNA, Ron'to Ciroll. Ã filosofi" jufídic-« vdo Bonodotto Grocò| !d.tu"5"o o crític do sistom'" no historicismo it-^li^no, cdntompor^noo. s. 1,, s. od,, 19$5, 235
p, /Livro doöonci'^, Filo^^ofi" c'o Diroito d'- Univorsid-do do S"0- P'lio /,
DESSi\UíIE, J-ir Etionno. N~ò h' o'título. Vitória, s. od., 194-1» 27 p.
Diroito judici-rio pon-^l. F-o, do Dirá to do Egpíiito S nto/.

/Crftodrn,

DESS'UI'IE, J-ir Etionno,
Inport'-nci'» b utilid-do do ostudo do dir dto rom-noj su*&gt;
poin-nonte -tu-lid-^do. Vitóri-^, b. od.i 1950, 75 p. /Catedrp, Direito romeno, Fpc.' do Dir.jito do Espírito S^'nto/,
DUARTE, Ltjonid^s Jo?3Ó d&lt;^ Costp. D" porície d-^s m^'nch^s do induto SQb&lt;^coo,
S^o
P"ulo, Tipof^r^.fi^'Irm"os C^mpon,
53 p. /Doutor^-do. F&lt;ic, do I-íod, o Ciru£
gifl do S»ö Poulo/,
EoPlNOLA, Hildübr-ndo, Expressão soci^'listii d^n constituições do ppós guorre.Fo^
ti'lezp. Tipo.í^rofi" Rojrel, 1952', 34- p. /Livro doconcis, Direito constitucio n«l, Fbc, de D3.roito do Goçrê/,
.
F^RIA,'Domingos Goül^rt do, O "rsênicò n© crompçpo,
Seo Paulo, Cardoso Filho '&amp;
Cia. 1920, 61 p, igust, /Doutorr&gt;do, Fec, do Medicina o Cirurgia do S.Ppulo/,
F.4RIÜS, Solon, Do atò de cpmorcio» Corre, Editor? Instituto do Geprê, 194.8» 31
p, /Docencip livre. Diroito comorci»&gt;l, Fffc, de Diroit,o do Gg-^tÍ/. Aprove'do
om junho do 1952,
'
,
'
F^^RÍAS, Solon, Introdução à ciênci« do diroito.^ Spo PpuIo, Ind, Gr'^'fici? Si'-ueire
s/A,, 194-8» 50 p. /Cfttodrr.
Introdução à ciênci« do dir.jito, F^c. do Diroito
do Ce-rV. Aprov«do öra outubro do 194-8,
■* r
■
FARLAS, Soloh, O direito-cois«, Fort-lcz", Gr/fice ^fcjnitor, 1946, 22 p, '/Docancíp livro.
Introdução - cioncii do dircdto. F^c. do Diroito do Go-^r/í/.
FERRAZ, Esthor do Figuoirodo,. A co-dolin^uonci'^ no moderno direito pon*-! brisiloi'
ro,^ S^o'Prulo, .EnprSsf' Gr-fic" d- Rovist»^ dos Tribunais, 194-7, l58 p, /Livre
docêncin, Diroito pon^l. F'^c, do Diroito d" Univ. do S"o Pí^iilo/,
FIGUEIREDO, Gursino Bolóm do,

F^míli" o diroito, Go^r«, s, od., 1937, 13 p,

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�AL - DIKÜITO (Cont.)
conci" liviíc*

Introdução - cd-õnci" do direito,

F'^o.dü Dirolto do Gü^rV»

PIGtJEIRSDO,* Our.^ino Bolóm do» Fins do ost'-do,
s. 1,, s, od. ,^1^37, 6 p»
docôncl'*. Diroito constitucion-X, F-c. do Direito do Go-^rn/*

rlVTO
/j/i

F0N.3EGÍ. JÜNIOR, Jo-^'-uim Loito d". O diagnostico d- morte pol'^ injoç"o subcut ■^no
do ctorj proGos"3o do Róbouill"t. S"o Pnulo, Süç"o do Obr-^s d'OSst^do do
Sfio
P^ulo, 1925, 58 p. /Doutor-do. F'^c. do Modicin" u Girurgi" do S"o Prulo/.
FONTSfüEIí!, Gospr do ^for"is,'
/Cátodr-^. Diroito civil,

omíncipr.ç"o oi vil. Fort-lozn, s. od., 1935| 55 p»
F-iC, do Diroito do CcrV»

FldlRS, Adorb**! Nunos. Do direito do rocorrorj' gSnoso historicnj concoitu-ç^o
jurídico-filosófic- o oscorso cl"ssiflcativo. Fòrt-lozn, s. od., 1937Í
p .
/Livro docSnci", Diroito judiciário civil, F^-c. do Dird to do Cot^/«
FREIRE, Adortel, Dois ostudos; concaitu^g^o jurídic'- do direito'tr-^b-lhistn ^ o
soguro soei"! contr^
volhico, Fort'loz*«, s, od., 1937 , 26 p, /Livro docQÍi—
ei". Diroito inàustri&lt;-l o logisl-§~o do tr^b-lho. F-c. de Diroito do Ge-rV.
FREITAS,'P-ulo do. Direito procossu-^l subjetivo. S"o Pnulo, Ediç-o S-r-iv2,1953,
117 p. /C-'tQdr-^. Dirçáto judiciário civil. F-c. de Direito d- ITniv. S"o Pn^
Io /.
FURTADO, Jo-^úim Ju-^roz. D-^ possívol identific^g^o do indivíduo humano polo gosto gr-fico.' Fort-loz-, a. od.,^l9/+6, 15 p. ilust. /Doconci- livro. Medicino
log'1. F-c, do Diroito do Gct'/,
GOMES, F^ustino'Forroir'^, Contribuig'^o p^r-' o ostado d- rofjistohci- do chumbo n
crom-ç-o. 3no P-tulo, s. od., 1930, 51 p. ilust, /Doutor-do, F^c. do I^dic^
do S-o P^ulo/.
^
GOIIDBÍ, G-rlos Edson Monteiro. D^ pon« do morto o su"- ilogitiraid-do. Fort-loz-i ,
Tipogr-fi' Ifinorv", 1936, 74 P. ilust. /Doutorado. F-^c. de Diroito do Go-r-/.
■Aprov-do,
HOSlíI, Ruy Posce. Contribuição ^ dotoriain-ç^o d- id-do polo or.tudo r-^diogr-fico
do» dentes. Pelot-s, Oficin'^s Gr^fic-s d- Livr^ri- d'0 Globo S/A,, 195G, lf&gt; ?♦
ilust, /bocênci- livro. Modicin" log-1. F-c. do Direito do Pelot-s d- Univ.
do Rio Gr^ndo do Sul,
-s
lEAL, Hólio Idobur'-ue G'&gt;rnoiro, A Intervenção' no diroito ^blico intern"cion«! ,
Go"r«, s. od., 1946, 82 p, /Livro docrinci-. Diroito publico intern-cion-'l.F::
culd-de do Diroito do Go-ry,
LEAL, Hólio Idebur-ue G-^rnoiro, Origens modornns, fund-ménto o fontes do diroito
público intern-cion-1. Fort-^loz^, Tipogr-fi- lünorv-, 19^6, 85 p. /Gntodrn.
Diroito público internacional. F"c. do Diroito do Go^rV» Aprov-do,
LSrrE, M'^rcello Guim-r-os.
Contribuição "o estudo d-s pólvor-s e modo do
idos
tificT. Ribd.r-0 preto, Tipogr^fi-^ d'^ G'-b-^ Boschizz&lt;', 192o, 79-p. /Doutor-do
F-c. do Modicin- o Girurgi" de S~o P'^ulo/.
LEMOS, Gor-ldò G-rlos. Ag"o constitutivn. Go-r', ' Improns- Univor^trrl" do Co'^rij
1958, öl p: /Gitodr»^, Direito ju:S.:'ci^rio civil. F"C. do Diroito d- Univ.
,.do
Ce-ri?/. Aprovado om m-io do 1959,
LOUREIRO JONIOR. Da constitucion-lid-do d^s leis. S"o Paulo, Sociedade ]^prossov Br^siloir", 1949, 256 p. /Livro dóconcii. Diroito constitucion-l. F-c. do
Diroito d" Univor&lt;DÍd"dc do S^o Pf^ulo/,
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34. - DIREITO (Gont.)

MftCHADO, WwldomT.' -A improns-, su" libòrd-^dü'o soua crimos. Fort"-lozn, Tipogr*)fi»^ MLncrv', 1936, 33 p. /Doutorado. F"c. do Direito do Co-rn/, Aprovdo,
MAGALHSES, Dolio. Aspoctos d- ordem, d" loÍ, o do oxorcício do direito pon'1. Rio
do'Janeiro, Gr"fio'&gt; Editori Auror- Ltd-',, 1959&gt; 219 p. /C'todr'. Direito poli"!. F^c. do Diroito do Espírito S-nto/.
•
I
Wíkf P*»ulo C-rnoirol D- rotrovond-. S^ò Paulo, .Oficih"!? Gr'fie-s do S-r^iv
S/A,, 1955» l'^9 Pt
/Livro docônci«». Direito civil. F'-o, do Diroito d^ Univ.
do S^o P-^ulo/,
M'\NGIOíIE, Christov-né Contribuição p'-r-^ o* ostudo d- idontificg^o pol-^ mTchi,
S"o'Piulo, Est"belocimcnto Gr''£ico Rossolillo, 1931» 4-9 p. ilust. /Döutor'do»
P-c, do I-fodicini do S-o P-^ulo/,
MARANHÃO, José Lóito, Agpocto médico-lof^^l d" oligofroni" l-rvr (r&gt; propósito do
um" períci"),. Fort^lez", Improns'* Wici'^l, 1937, 107 p. /C"tedr', i^dicin»)
log"l. P-c. dü Dird-to do Got"/«
MARGlLIO, Fl'vio Portol".' A conjstinont-^lid'ido ■^moric-n-'.' Co-r^,' üaprons" Qfici"!
19^6, 104. p, /Cntodr-, Diroito intcm^cion^l público. F-c, do Diroito do Cor,
rV» Aprov"do.,
MftRGlLIO, Fl'vio Portol". D'-s rol^çõos soxu"is h" invogtig-g"o d-í'p-^tornidido,
Co'T", Editor« Instituto do Co'-r'^., 194-S, 38 p. /Docònci" livro. Diroito civil, F"c, do Direito do Go^r'/»
MARClLIO, Viconto, ii doutrin" do risco profission-l do módico (contribuição
*&gt;0
sou 9?ítudo), SfJo Paulo, Irn^os Forr?z, 1929, 50 p. /Doutor'-do. F-c. do Modiein" do Sno P-^ulo/,
MíiRQüES, José F'odorico. D-^ compotonci») om ni''téri'í ponnl, Swo'P':úlo, Eàitorá
r^iv", 1952, 335 p. /Livro doconcin. Diroito judiciário ponrl, F'-c, do Di roito d- UnivorEid' do do Sfío, Paulo/,
MARTINS, '^domT, Nov' oxporionci»í pTl^raontTist- no Brasil, Vitóri", Tipogr"fli
Gontil, 1950,'67 p, /Cíítodri. Thoori? gor"l do ost-do, F'-f. do Diroito do E;g
pírito S"nto/,
M:^RriNS|^ Fr ncisco, D'S f3ocicd'&gt;dos por '-üot'-s no diroito br~silí3Íro. Fort^loz^,
Editor" Inrtituto do'Co-r-i, 1955, 34-é p. /C^ítodra. Diroito comorci'^l. Ff^c.
do Diroito do Co"r'í/» Aprovdo,
MMSTIííS, Francisco. Dn n-turozç Jurídicf* do ofep-ça. lóroo, Cot'^,'Editor" Instituto do Co'r'i, l94-7&gt; 50 p.' /Livro docenoií&gt;i Diroito comorci"!, F"c, do Di reito do Co-^rV. Áprov-do,
&gt;ft.IfriNS, Sylvio, Contribuição p^rr o ostudo äo!3 crisi-^is do' homoglobinn óm laodicin" log-l, Síio P-uio,od., 1929» 4X) p. + 10 p» ilust, /Soutorndo. F"c,
do Mbdicin" do Sn o Pr&gt;ulo/,
MÜHT INS ^FILHO, Antonio, Dn lir&lt;uiâoz do título â© oródit^^/nt f^lônci". Fortaleza
Empres" Editor" Fort-lazn Ltd".J ^•94-5# 2l6 p, /Cátedro, Direito ODiaerci^l, F"c
do Direito do Co-r'/* -^prov^do:.
hftTTOS, Lincoln Mourfío, D^g pordia o d-nos nò direito comorci"l,' Cear", Tipogr"»fi'', Mnorv"^ 1930, 87 p. /Livre doconci'&gt;, Diroito comorci"l, F"c. do Diroi-'
to do CotV»
MELILLO, Luiz Gonz-gm,

O v-lor d*^ prov- testemunhai,

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SSo P"ulo, Est^bolociraonto V

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T937, 19 p. 'As
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31 P. /CótocV.-'. -Jj.ffí.to *Jixt-ici«vio
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'loc:l.í"8, ssocir9?o &lt;?.■'
1959» 191 p» Z^&amp;i'y'X'r., ' jl;i"=^t.v!3.''.x§õc~ r o.
t-.
F"n, r5?j ö.lê:^ci'•
'conõ-ic 3 C - TJ.;.?.v, r'-. 'ícce/,
');fdJ.riiG cio. PrcV-l-to, Vit*.:''.", a, eí,, IÇAl» A9 p»' /Crtrír".
n'"l (p^rtn cr:pet;i- l), ' i''' . r';. Ji" ',;lt■' ío ií-W.tXZO ' 'v'',r./,
iCK-í:;, .'l^vio u-^íircz C"?, .valrlt" C r;'.,-'«.
175 P» A-iv* írc" D5.i-c;'.tc pan-l.
■

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Cír'.c•• i;ovr
194-^&gt;
?-c. '1.. :)r.y.-oita^ r'- '?a:'.v.co j"o Priilo/

Jn-A':*:) .uciroz
:.^oiumc:i.eç«.;: ce?-.iin;*-t)so; IX'o'.
'i^íí m.-cit- no cód^
p,o pei'.'l ví.ysntc, -vêo IVíulo, "i^.rpvvjs'-. .'/áflce da ;-le(v:".«t-- c*o** j' rúu-i • :*••:, 3.944. ^
?24. p, /'J.vco Ooca.'.cl.-, ■v:',-..ní.t(; pen-1,
c. flc "■'i'v?.to í ■ UrJv.ío -'"o i'rvXo/

■&gt;X).&gt;..'.-l , Je":'es.?crd ■^nrbíny,
-i-^, s., of:., 1943, 79 -p;
rn:l.to do .'ir-.pirlto ;• -r-to/,

jJosn tv/'-"Rpo cl" tcoriç» f':C rí.Mco ■&gt;'o.í'ísd1o"'-1.
/dto^re.' .Jlv-r.ito &lt;■'.■-5.&gt;'1 ,t::-nTvl&gt;intr..
&lt;^; :.)i•
,
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: ür'i'/, Rol3.r! d"» •loiuM'- ^'XUrlir::.'c
la'rl.
^:m:-l'dn Gò-órclo, IçV/, ?1' p] ' /C«to&lt;«r'
Go-:^'íí/,

Hj.o d: iT:' ri;.;-o, ''.'5.')O.'T'"Í'Í''
lo;;í'l. r "C. dc
do

-0;j V ■, G. do .;.3jíiôíí^. o f-'oi.sno r-t-a o c^t •"r :aôvó b^nsí.lniro,
:&gt;ipforr G-reficfl d Jin'-5. t- dos Vr-l^u-ÂÍ,s, 1940, 125 p. /Cát-di-r». '
bl:'cc
?■ .ly,
JX',.1t.&gt;Ti, ".liei'.) ■'\'u:';ond, Gontr;l.n.TÍg"o p"-:"
■-j vhvda d:dJ, ■■'•''"'or^t.'.co d?"' i.:o"tc "T'''):'/?:» n
.„v ,
tn l:;•^t^?.
r*"a, 3-92'', 3'^ P» ilu t. /iov-tomdo. ^rv, do
ri'.O, íj.ccl'-u.
1959, 13/|. p,

72 p,
'

2

D;V;T.ito pe

I-, . .IV."',o .'-ntcr.

3

5

hep'tic h5..ntólnjão Haulo, ir;Á~ns ror "e ..v"o Paixlo/,

cecfdonóá.'' ; ■&gt; diror.to r:br5.1 ^jr"
/G'tecr", ..JÍj';.ito civil, j-^ n, d-;, .-..ir-r" to

J, Pctffvio, .'jo-' 3r;t:t!fjrirç
/.0oi\tr..7""do, 2'' c. do

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n

. 34. - DIREITO (Gont.)

nica de Vlt(5ria, 1958, 213 p',
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NOGUEIRA, Liííuro, Dn acumulação dos ^gões. Fort-^lez', Tipogr--fi" Ir'^ceni'^, 194-0
172 p, /Direito ;}udici'rio civil, F-^c. de Direito do Cct'/. Aprovado,

,

NOGUEIRA^ Lpuro,
O preâmbulo d^s constituições. Fortaleza, Inprensn Cfici'1,194-0
4-7 p. /Docênci'^ livre. Direito constitucion-'l. F-c. de Direito do Ge-rV, A
pro v-do,
NOGUEIRA, L-uro. O impreiclment especi-lma&gt; te rio direito br-rlleiiD .' Fo^t-•lez^ ,
Tipogr-fi" Pmlin". s. d. /Cntedr". Direito constitücion-1. F'^c. de Direito
do Cot'/» •'iprov'äo.
•
OGLIETI, Htilio. Contribuição "o'estudo medi cb-log'-l d"^ cicatrizes. S^ò P"ulo,
TipQgrnfio do Globo, 1926, 68 p. /Doutor-do. F-c. do &gt;fed,de Ano Pnulo/.
OLIVEIRA, Eli-^g de. Griminologi- d"n multidões (ds. rcspohsnbilid-de pen*l nos cri,
mos'd?" multidões).' Fort'lezp, Tipogr-fi'' Minen/''', 1934-^ 4-'^'4- p. ilust. /C.-^tedrn, Dirdito pen'^l, F-^c. do Direito do Ce^rV* -Aprov-do.
OLIVEIRA, Maurício G.iiuibi do. Contribuição p'r--' o estudo d" soro-procipit^ç^o om
modidn'^ log'-l» Sío Pnuloj Tipogr^fi" Rossolillo, 1933» 54- p» /Doutofodo. F-^c
do Medicin" de S"o P"ulo/,
OLIVEIRA JIÍNIOR, Honor'to F^^ustino de. Losõof; por —rra'^ do fogo^ ^ zon-^ do contti sõo b QnxH-go no orifício do s-íd" do projoctis. Sno Pnulo, Irm'os Forraz, 1927
95 p. /Doutorado. F-c, do Ifcd. do S"o P^ulo/,
OÜRIQUE, Pr'^ncif.co, Contribuição pnri o estudo d- rov^iistonci" do'cobro o do zinco
^ crGm-ô""o. S®ío'P'tilo, s, od., 1930, 6l p, ilust. /Doutor-do. F-c, do Ifcdicin- de Sfio P-ulo/.

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PAA3HAUS, Gust'^vo Cintr". Do Juízo arbitr-l. Rocifo, Fom'^ndo Figuoirodo, 1959j
120 p, /Cntodr*. Prntic do procosso civil o ODmerci^l. F-c. do Gioncips Econoraics d-^ Univor^^id-^do do Rocifc/.
PAGLIüGHI, C*írlos do C'-mpos,
cirurgi" ostotic sob o ponto do vist- nor^l o 1^
gfll, Srio P^itLo, Est-bolíícimonio Gr'fico Rossolillo, 1931, 36 p. /Doutor"do .
Fflc. do Modicin'i do Sf^o P'-ulo/.
EARAlBA, Xvan Ribeiro. Aspectos d^ conflss^ò no procG?5So pon-l. Fottalozn, Oficin-^s do -?ilm''n"&lt;-ue d^ P'^r.r'íb'&gt;, 194-9» 60 p.' /Livro docônci". Direito judici-rio pon-l. F*&gt;culd'^do do Direito do Co-r'/*
PARAÍBA, Xvvn Ribéiro. Dn sontenç" do pron'unci'" ho nte"! processo br-fálBÍró. Foi;
t-lezA. Gr'fic- Ur^hi^, 1955, 58 p. /cátodr". Direito judiciário pen-'l. F-c.
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PASQUALE, Carlos. Sobre du-s moSificçõos do rn-ótodo do Strayzowdci, p-r- obtonç~o
do's crist-is do toichrn-n. S~o Pnulo, 'Empros-^ Gr'fie-' 60 Rovist*&gt; dós Tribunais,
1932, 69 p. +8 p, ilust. /Doutor-do. F-c. do Med. do S"o P-ulo/.
PEREIRA, H-riolus Am-ncio. ' Teotlr» d( -buso do direito. S. 1,, s. od., 1957, 20 pt
/O^todr^. Diroito civil. F-c, do Diroito do Espírito S-nto/,
s'
,
■
EBREIRA., M«*nuol. D" prop-r-ç~o do soro -nti-hujii-no com s- nguo do c-d'vor o Éni- -plic-ç-o om modicin- log-1. S"o P~u.lo, Tipogr^fi'' Ros-^olillo, 1935» 70 p, /Dot^ I
tor-do. F-culd-do do ^íodicin- do 3-o P-ulo/,

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•34 - DIR:^JT0 (Oont.)
HC3S0A, Viccntc do P^sul«.
inici'S^o
ostudò do'procosro civil, Fort^loz«, In&gt;*
prons»! Univorsit'ri'- dô Cgt'; 195Ö, lOO pi /Dodcnci^ livro, Direito judici£
rio civil, P-culd-do ào Diroito do Oo-rv, /sproV'-do,
PESSOA, Vicohto da P"ül'&gt;i A Qs,&lt;3Ônci-^ do íircito ron'noi -Fort-loz', Tipogr-fi'^ Mi
nerv, 1936, 188 p. /04todrn, Diroito roía-no, F'-c. do Ditoito do òcr'/.
provdo.
PTDSSOA, Vicente
P-'Ul-. Oi^ons-monto processual nodcrno.' Fort lozn, b, od., ...
1951# 42 p, /Livre docônci". Diroito judiei'rio civil. Fe, do Diroito do Go^
r'/,
PICilNÇO| Jur-ndir, O d'. lito do cont'gio vönöroo} ostudò médico Icg'l, Go'-r',
t"bolocim^!nto gr-fico Ur*ni", 1937, 185 p. /Ontodrn. Mbdicin- leg-l. F-c.
Direito do Cot"/*

do

PIfTTO| Glodo'ldo. Doc-denoi" om m-tori- pen-l ("rtigo 275 do código pon-l comum ó
outros dispositivos). Fort-loz^, Est-belocimonto Gr'fico Ur*ni^, 1934-, 15^ p.
/0«tcdr'&gt;, Diroito pon'1, F-c, do Direito do Ccr-í/,
Iprovdo,
PBITO, Olodo'^ldo.
In-fi-nç-bilid-c"-o cm direito punitivo (»^rt, 406 do código pen'-l
comum o outros difípositivos). Fort^-loz", R^mos &amp; Pouch^in, 1935* l60 p. /Cnt^
dr-, Direito pon'1. E'&gt;c. do Diroito do Co-r'/, Aprovdo em jullio do 1939.
PDITO, Clodo-ldo,
"la-trè estudos. Forttlòzn, Iraprons- Ofici-1, 193é,'l39 p.
cônci* Ucvro, Direito judici'rio pon-1, F-c, dc Diroito do Go-rv,

/D£

PHTTO, Gersido Frot** do Souz", Póríci'' nouro-psi'~ui'^tric'' nos ort-dos mentais fro^
teiriços (o:?tudo módico log'^1), Fort-l-oz'-, Tipogr-fi* Roy-1, 195.3, 8?. p. ilust
/Livro doconci-. J-bdicin" leg-^l. F-c, do Diroito do Go-r' ' ,
PIRAJií, Edu"rdo .Augusto do Olivcdr-, As oxporionci-s "in 'him'- noblli". S-o^P"ulo
Improns'' Motodi-t-, 1925, 76 p. /Doutor-do, F-c. do Mod, o Girurgi" do S~o P-^u
Io/,
'
PONTE, José &gt;är-n'-r d". Do diroito de recorrer. Fort-lez-', Imprcns- Univor^t' ~
ri*» do Ge-r', 1958, 159 p. /C't.^dr'. Dir ito Judici'rio civil, F-c, do Direito do Got'/» Aprov-do -om m^io do 1959.
.
. '
POíITE, José Mir-m^r d-, Do instituto d-^ rovog'Ç~o no'diroito f^lenci-l'br-filoiro
Go-r-, Impròns'^ Univ'jrdt'ri" do Gcr', 1957, 71 p. /Livro doconci", 'Diroito
comerci-l, F-c. de Diroito d^ Univ. do Go-r-/«
'
PONTES, V-lmir, Proibiçõoc constitucion-is oxplícit-^s. Gc.rn, Inprons*&gt; Universit'ri' do Go'r', 1962, 70 p. /Docônci- livre. Diroito constitucion-&lt;l. F-c. do
Diroito d- Univorçid-dr) do Go-r'/»
QÜAGLLV, F listo d'Olivoir-.' D" e::ptjrimoit-9-0 do tostcxíiunho om psicologir log-l.s,
1. g. od., 19Í!9, í 106 p. ilust. /^outor-do. í-bdicin- log-l, F-c, do Mot^icinn
do S"o P-ulo/.
RAííOS, G-rlos do Olivoir", Justiç- do tr-b-lho. Fort lez", R-mos &amp; Pouch'-in, ...
1937, 21 p. /Livro docônci". Dir'üto industri-1 o Ijgisl^ç-o do tr-b-lho. F-c
dô-Direito do Go-r'/.
RAMOS, Jo-íó W-ldo Ribòiro. Do espírito d" pon-logi" moderh''.
s. 1., Est-boloci rar.nto Gr'fico 'A. G. Mendes, 1936, 42 p. /Doutor-do F-c. do Diroito do Gor'/ ,
Aprov-do.
RSIS FILHO, Jillio '■"'os.* Revi'^^o d-^s reações do Moyor o do Adlor om hom-itologi" forense, 3"ó P-ulo, Ira-os Forr-z, 1927, 66 p. /Ooutor-do. F c. do Ibdidnd©
Dso P-ulo/.
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^ DIR5ITQ (Gont;)
REZEI®E, JofíG ÍCorros do. Gontribuig-o p*r-o estudo rnócUco 3^ g-1 d- subst-ncic^l, S?o P-tilo, Tipogr'-fi' c P-pol^ri" Formos", 1929, UO f)* /Doutor~do. F~c.
dc Idòdicin' do S~o P^ulo/.RIRAS, Piulo Bvilc'o. 'D"s fibr-s ol^ptic-E do cord~o umbülic-'l n r&gt; di-gnóso da 1d-^do intr--utorin'.
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RIBIÜERO, Aristótolcn C-n^n-ry, O problom- do cont-gio'v norco.
s. 1,, b. cd,,. ,
19*^6, 53 p. /Doutor-do. F-c. do Dir .àto do Go-r-/. -Aprov-do.
RIBIüRO, D-rcy Rodrigues Lopos. .i'- dosso-~ u-nivors-^is nodiroito intorn-cion-1 pri,
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RESIRO, ./"vil*&gt;. A ihtorvong-o f-d.ij:-1'nons -.i^t-dB, Fort-loz^, Editor'^ Jurídic«
Ltd'., I9ÔO, 107 p. /Doccnci- livrò. Dir ito con-stitucion-l. F'c. d-.; Diroito d" Univ. do Cot'/,
RUí/iLDO, Gusm-nò OeW'-ldo C, Vid" módi-^ ohtrj nos, o o v-lor nódico log-1.'
P-ulo, s. od., 19*^0, A.6 p.
/Doutor-do. F-c. do ífodicin* do S~o P'^ulo/.

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ROCEI, G-or-ldo Oct-vio Broch-do d", 'Júri do inprons-^. Porto -'logre, Livrnri'' do
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F-c, do Filorofi- d- Univ. do Rio Gr'-ndo do v^ul/.
.--trov-d) .
RDGü^^, Jo"~uim Forr^lr" d-. A dofomid'-do nrs losÕoc pob'o-'is, 3'ò Pnilò, Livr.^
ri-^ Libord'do, 19^1,'12"^ p. ilust. /Doutor-do. Modid.n'^ Ljg-l. F&lt;-c. do Modicin" do Sío P-ulo/.
ROCEij Josó dj Mour*^, D' proclus"o a d- -tivid-do procc^Bsu-l d-!^ ip^rtus. Rocifo,
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RCDRIGUES, Sílvio. Dos dofóitos dos -tos jurídicosj dò ôrrò; do dolo, Sfío P^ulo,
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ROMAKO, Lucind-. Pos-uis* o dos-gon do iodo n- m-tári« org-hic ptíLo nótodo
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SALLES, Eurico du Af^i-r. Hipotoizn n^vl. Vitória, Improns" Oficial, 1941» 4-S p'»
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SAMPAIO, Luiz Forr-z. D«^ cronologi-^ on t-n-logi'' foronsol
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S"o P-^ulo, Empros" Gr£
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SAMPAIO, d-vo dj. ífon-r-ui« -bpolut- j rlit-dur- do prolot-^'i"do n- toori" polític". Co-r-, Impr n"-- Univofait-ri- do Go-r', 1961, 74- p. /Livro doconci-.Tua

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34. - DIKHITO (Gont.)
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do u^t-do.

E-c, do Diruito d- Univ. do Co-rf/»

SAMPAIO, QL-vo do, P-rtidos políticos o omond- oonstitucion-l, Co-r', Improns" Ö
nivorr.it'ri- do Co-^r", 1962, 68 p» /Livro doconci-. Diroito constitucion"!,?^
culd-do do Diroito d- Univ, do Go^r'/i
SANTOS, Mo"cir do Ain'r'^l. .As-condiçõus d" *ç^o rio dosp'^cho g''no''dór. Aso P-ulo,
3. od. 194-6, 108 p. /Livro doconci', Diroito judiciário civil, F'c, dó Direi
to d" Uhivcr.«?id-dü do S^o Pnulo/.
SANTOS, Mo»&gt;cir Am-^r-l.
Introdução''&gt;0 estudo do procosro comin*tório (proço^no laónitório no'diroito br'r^il-iiro), SKo Pnulo, Ofian'S Gr'fics do S'^r'iv S/A,p
1953» 186-n, /Crtodr", Direito judiei'rio civil, F"c. do Direito dn Univ, do
S"o P^ulo/»
'V
SIDOU, Eurico Avolino, D" out-n'si- n-^-h modorn^s Iosl^çõosi Co-r', Editor' Fo£
t'laz«, 1936, /t.5 p. /Doutorado, F-c, do Diroito do CoirV» Aprovado#
SILVA, Antônio So-roo d«, A funç"o do punir o - ofic-ci« d- pon-, Fart'loz'», R-^moB &amp; ^ouch-in, 1936» 28 p, /Doutorado,. F'c, do Diroito do Got"/» Aprovdo,
SILVA, Jo~o Porboyro o, ProJog"o du crodos r-iligiosos no diroito intorn^cion-l prj^
vdo, Port'loz", Tipogr^fi" Minoi^'-, 1939; 39 pi /Livro doconci", Diroito
torn-cion^l, priv do» F-c. do Diroito do Got'/,
SILVA, Pcrboyro o. A n-cion'-lid-do n- constituição do botombro. Fort-loz'', s.od,
1946» 18 p, /C»»todr", Diroito oDnstitucion'^l. F'^c, do Diroito do Cot'/.
SILVA., R^niro Csrpri^no ^d".
Os 'rtigoa 11 o 25 do código pon-l a o'problon- d"
«j-íid-do. Bolo Hòrizonto, Contro do Artoâ Gr'fic'S, 1959, 58 p. /O-todr'».
roito pon-1. F-c. do Diroito do Espíiito S-nto/,

DJ^

SILVA, Solon do F-ri-ç o," Ar origons do podor, Fbrt-'lczn, Gr'fie- Monitor, l94-6&gt;
20 p, /Doconci-- livro,' Toori" gor-^l do oat'do. F'c. do Diroito do Go-r'/«
/
SILVA JÖNIOR, Ernostino Lopes d-; Dotorrain"Ç'o d- id'do pólo ontudo dos dontoc.
S«o Pwulo, Irn"os Forr-z, 1931» 4-0 p. /Doutor'do, F-c. do M,jd, do S"o P-ulo/,
SILVEIRA, G«st'o Floury. Dotormin-ç"o d- d^t- do uso'de um" -rm- do fogo o d" muniçSo, Sí»o P''ulo,'H..itor Gunh" &amp; Ci",, 1926, 76 p, /Doutor-^do, F^c, do Mbdicin»» do S"o P-ulo/,
SILVEIRA, Humbbrto Fontonólo d". D" cois'" julg'd-, 'Fort-loz», Impronsr .Ofici'^l f
194-0, 139 p. /O^todr'», Diroito judici'rio dvil, F^c, do Direito do Got^/ »
Aprov'do om fabril do 194-7»
SIQUEIRA, Viccnto P'úlo do» D"'roclTa^ç^o, Fort ■-loz'*, IÉiÍ3rQns-''Univorílt'riCo-r'^ 1958, 92 p, /Gntodrr, Diroito judici'rio civil, F^c, do Diroito
Co'&gt;rV. Aprovdo om n-io do 1959.

do
do

S0ARE8/ Edilson Br-^sil,
Idói-s modorh"s^ sobrò nonorob •»Vndoir dos'o dolin^-uontoa;
Fort-log'^, Tipogr-fi-^ Móndonçr*, 1936, 4-6 p. ilust, /Doutorado, F-c, do Dir eito do GotV» Aprovdo,
SOBREIRA^ Foin-ndo Gonos,
O o^t'-'do'o o clroito, Fort^lozi, s, od,, 1958, 156 p,
/G^todr^», Toori" gor'l doost-do, F-c, do Diroito di Univ. do Go-rV» Aprovado ora junhò do 1958;
SOHNj P«uIo,: riobro 'S lusõos corpor'is no concci to do'código pon'1 br-^a loiro, Sno
P^úlo, Tipogr-fi" o P-pol"!!' Aneric-n*, 1921, 70 p. /Doutor-do, F^c» do Modicj,
n«' o Cirurgi" do S?o P^ulo/.

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U - DIR'IITO (Gont.)
SOUZA, J,P, G«lv"o do.
O pod tiviomo jurírJico o o cUroito n-.tur^l, S*ío P''Ulo, Erj
proF''Gr-fic- d' Rovi'^t« dos Tribun'is, 194-0, 99 p.' /O'todr'^^. Filoroíl" "d.o di,
roito. F-culd-do do Diroito d'- Univ. da S'o P'-ulo/,
SCUZAI Iv-n C'-iapoii do. A vord-do procos-'U"!. Rocifoj Mousinho, 1959# 66 p. /C^tödr'^. Pr'tic" do procü&lt;5í5o civil o conorci-l. F-c. do Glonci^s Econonics
dn
Univcrr.id-^do do Rjcifo/,
SOUZA, J'&gt;cintho Botolho d'. Sociod'dc do roí^pons-^bilid-du'ilinit-d- do 'Igims olü
mit'd" do outros'sácios; sociod'do'oa con^ndit'- í^lmplog. Co^r', Gr'fic" J-n 194-S, 4-0 p. /Livro doconci". Diroito comorci-^l, F'-c. do Diroito do Go^

SPLENDORS, Luiz. O ponto do boclr^rd o sou v-lor nódico Jjog'l. Snò P"ulo,'Enprosí&gt;
Gr-fic- d-« Rovist- dos Tribunais, 192Ö, 6o p, /'Joutor-do. F-c, do Mod. do S-o
P-ulo/.
TASTALDI, Honri-UG. Gontribuiç-o 'o ostu.do ã^n cictrizos cut-ho-s polos r-ios u^
tr'-violot'^g, S"o P-ulo,' Tipogr-fi- Rossolillo, 19^5, AO p. ilust, /Doutorndo. Medicin« log^l. F-c, do Modicin'- do S~o P^ulo/.
T3LIES, Hbrnohogildo.
O módico o " pclític-,
tor-do, Fr-c, do Ifed. deS"o P^ulo/,

S'o P-ulo, s, od., 1929» 86 p, /Dotj

TIBIRIÇ/Í FILHO, Jorgo. D«^ di'^gnoso d- dist-nci" noã tiros do projocteis múltiplos
(chumbo de c-Ç"), S^^o P'-ulo, Tipografia P'^ulistn, 1921, 57 p. /Dourot'do, Ff&gt;culd^do do i'fodicin'- e Cirurgi«^ do S"o P'Ulo/,
A4
TOLEDO, Fr'hcisco Alves Gorrô" do, Gontribuigno
ontudo dTj tntu-gon^ em ncdicJi
n" log^l,
Síío P"Ulo.
O -]3t'do do Sno P-ulo, 1926 , 75 p. + 30 p, ilu.'^t,, /Doutorado, F'c, do Medidn- do 3"o P^ulo/,
TIFLAGIíER, Hugollno do Andr-dß, D" rospons'^bilid'-do no diroito cilÉiin-l. s. 1,, s,,
od., 1958» 286 p. ilust. /Livro doconci". Diroito pon-l. F^c, do Diroito de
Polot-p^d-" Univorf-id^do do Rio Gr-ndo do Sul/,
VARELL', Gftsp'ir do G-mpos. A id-de pol"'r-diogr-fi- doht'ri- o f '^tor'os ói o -Ito r^m ' ovoluç-o cronológic" do3 dontes, Sno Pèulo, s, od,, 194-1» 93 p, ilust. /Doconci" iivTo. Hi-j^ono o odóntologi'- üßg-'l, F"c, do F-rm, o OtbntDlogi" d-^
Univ. do 3??o P-ulo/, Aprov-do,
VASGONGELOS, Luiz Gru? 'do.' A .^press^o do júri. Fort-loz", Editor" Instituto do
Co'-r' Ltd',, 1955» 93 p. /Gntodr«, Direito judici-rílo pon'l, F-c. do Diroito
do Go-r'/, Aprovdo om sotenbro do 1956,
VASGONGELOS» Luiz Giniz'do, Do inf'nticídio,' Fort-loz"» Inpronnr Qfid.-1, 194-6»51
p, /Doconci'- livro. Direito pon-'l. F-c. do Dir'á.to do'Go-rV» Aprov-d) ,
VIANÄ, Hmriruo do Britol Teori« jurídLc do território. São P-ulo, Oficin-s Grpfic-s de S-r-iv S/A,, 1957, 98 p, /Livre docênçi-, Teori- ger-1 do e ntf-do, Ff^
culd^de de Direito d® Universidade de São PpuIo/.
VIDIGAL, Luis Etilplio de Dueno, D«^ imut^-bilid^de dos julg.-dos --ue concedem m'"ndédo de segur^ng'', Sro P^ulo, Emprês'- Gr'fie« d^^ Revi-t«- 'dos Tribunais Ltdn,, .,
1953» 215 p. /Cptedr». Direito judiciário civil, F'^c, de Direito d- Univ. de
São Pi'ulo/,
VIDIGAL, pais Eul-lio Duono, D- e:cecuç-o diret- d-s obrigações de prextpr decl^rp
5?o de vontpde, Sro P-ulo, Emprês«^ Gr-fic d- Revist- dos Tribun-is, 194-0, 1??.
p, /cátedra, Direito judiciário civil. F-c. de Direito d»- Univ.de São P^'Ulo/,

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34- - DIREITO (Cont.)
ZANG/IRI^ í^rio.' Noturezo jurídic- â- pronúncia.
Sno P^iulo, Qf leine'S Gr'fies 'de
Sr^rf'iv s/a., 1953» 58 p. /livre íocênci'^. Direito judici'rio p n-1. F-c,àe
Direito
Univeraid-de de S"o P^ixLo/,

35 - ADíCnTISTR/^CJÍO PÜBLICA.

PTOEITO i^DMINISTMTIVO

ADERiMDO, Mozirt Sori-^no, O fundorirrio çilblico e o'est-'cb , Ge-r-í, Imprensa'Univer?iit'ri" do Ge-r", 1957,
p. /^cenci" livre, Direito •"dininistr-tivo. F'&gt;c
de. Direito d-^ Univer':'id-de do Ge-r '/.
ALi-lEIDA, Nelson Abel de, Direito 'judici-^rio -drainistr-tivo. Espírito S-nto,'Pnp^
l'^ri" e Tipogr-fi- Minerv-, 1943* 59 p. /Cntedr". Direito '^dministr-tivo.F-'c,
de Direito do Espírito S-nto/,
CRETELLA JÖNIOR, Jo^é, N-'turez'^' jurídic' d' funç"o public^, S»o'"P^lo, Oficinas
Gr'fics de S-r-iv- S/A., 1953, 109 p. /Livre dooendri, Direito " dministr^tivo e ciênci' d'' -âminif^tr-ç^o, F-c. de Direito d" Univ. de S??o P'-ulo/.
FURTADO, Francisco de As^^is Arrud»*, Acuniul^ções-íremxmer-d-a. Ce~r', Tipogr-fi"
Mnerv", 1957, 53 p. /Livre docenci", Direito "dministr^tivo, F^c, de Direito d- Úniversid-de do Ge~r'/*

69 - INDÜSTRI/i DS GONSTRUGO^S

SOUSA, Fem-ndo G-inpos de. Forra-s p-^r^ 1'jen de concreto '"rm-dom^deir- compensji
d".' Porto Alegro, Editor' Meridion'1 Einmn, l96l, 127 p, ilust. /Livre docen ei*. Técnic- d'" conBtruç"o - topogr'fi-, F^c. de Ar-uitetur- d" Univ. do
Rio
Gr-hde do i9ul/,
36 - ASSIS!FgNCr\ SOGIAL.

SEGURO SOCIAL.

SERVIÇO SOCIAL

ALVES, Neiz" de Toledo Piz« Rodrigues. 'Introdução dò serviço soei"! n" rotin-^ 'de
.serviço de um roupeiro. 'Lins, s. ed., 19^1, 95 p. ilust. /Dissertação. F-^c.de
' Serviço Soci-1 de Lins/,
AMARAL, M'ristel'' Coelho do. O clube ggricol'^'e o de??envolvimento d ' juventude ití
r-l. S^To P*^ulo, s. éd., 19él, o7 p. + 19 p. ilust. /Dissertação. F^c. de Ser
viço Social de Lins/,
BEZERRA, M-ri"^ do N^pcimento. 10 raêsen do missão rur-1 no v-le do ÍT-gi-^ribe.
t-1, s. ed., 1959 , 92 p. /Digsert-ç~o. Esc. de Serviço .Soci-l/,

N«-

GíliQíiS, Judith'Pereir^. Atu-ç"o de úm clube "grícol'" no meio rur-l, Ling, s. ed.
1961, 115 p, ilust, /Dissert-ç-o. Fnc. de Serviço .Soci-'l de Lins/,
CALDAS, Yvone Pinto^ Tent-tiv' dé introdução do serviço soci-1'junto "»o 'círculo
operário de Lins, Lins, s, ed., 1961, 95 p. ilust. /Dissertação, F^c. de Se£
viço Soci-^l de Lins/.
C'iRVALHO, Therez" Lisioux. TJm projeto piloto de introduçf^o do serviço social n^a
obr's'de porm'-nenci" do serviço Rociai d ó menores õo interior do e^t^do de Sno
P-ulo. Lins," s^ od., 1961, 64. p. + 99 p, ilust, /Dissert?^ç"o, F'-c, de Serviço
Soei"! de Lins/,
CO'^A, M^ris" Correi'».

Tont-tiv de rocuper^çSo junto «"os moradores dos g'lpoes do

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36 - ASSISTÉNGIi^ SOCr.L.

-SSGÜRO 30CIAL.

SERVIÇO .SOCr'-L (Cont.)

vorgel do l-go. Alogo^s, s. ed., 19éO, 131 p. ilust,
Social. P^dro ilnchietV»

/Doutor-do, Esc. Serviço

HTRÂTA, Ihos, O sorviçò soci"l de Lins g o "curso de -u:lli"rég rurais no
(Ki-pir ng'. Linn, s. ed., I96I, I36 p. /Dissert-g-o. F-c, do Serviço
de Lins /,

bairro
Soci-l

UTíf M^ri-^ -Ap'reoid** Cr^lnasns,
O clubo M''xiinsj meio preventivo ò cur-tivo d" de lln^uenci- juvenil. '"Lins, s. ed., 1961, 100 p, + 64 p. ilust. /Disnert^ç-o .
F-c, de Serviço Soei*«! do Lin-g/,
MiTTOS, Eunice^do.
O centro'regional de 'íorviço 'üci^l do Lins dn Légi-ó Br'^silej,
T" de Sic P"Ulo. Lins, s. od., 1961, 131 p. ilust, /Diasort-ç^o.Foc, de So3rvi
50 Soci'1 do Lins/,
OLISEIRA, D-lv" do, A polític- mirim - raéio de preservação no monor.' Lins, s.ed.
1961, $7 p. ilust. /Dissort''ç"o. F?c, do Serviço 3oci-l de Lins/.
RODRIGUES, Gleidb Trigo, üm'- éxporiônci-* de'serviço roci'^l de grupo n- polític* .
rairira d© Lins, Lins, s. ed. ,'1961, 121 p. ilust. /r?isEortr&gt;ç«o. F"g. de Servi
ço Soci-1 do Lins/,
SILV/i, Pedro. AssistcnraL" *&gt;os monore^'"^norn-is.
S~o P'-ulo, Est'boüßciraonto Gr-^fj,
CO Irmãos Forr^z, 1931&gt; Ö1 p. ilust, /Joutor-do. Clxnic^ psi^ui'tric o nour^
'tic: » F-culd-de do Modicin'^ do S'o P*^ulo/,
SHIGtrULiRA', Nobulco. Tont-tiv" do desenvolvimento do um'''^coiaunid'de rur**l em Lins,
Lins, s. ed,, 1962, 122 p. iliist. /Dissort^çro. F'C. do Serviço Sod'-l deLins
S0AR3S, Elr- Boxges Fèrreir"!
f3, ed., 1961, 79 p, ilust,

Experiência de serviço Soci-1 oscol-^r em Linsl Lins
/Dissert^çno. Esc. de -Serviço Soclí^l de Lpis/,

XWZER, • Clélin V^le, Esboço de uia trabalho socinl n" zoh'« do seridó, N-t-^l, Tipo
gr"fir d'^'C''S•♦ do Memores, 1953, 114- p. /'^isfsertiçfío. Esc. de Serviço Soci'1
de N^t*-!/.
37 - EDUGAaro
FREIRE, P"ulo Regus Neves',
1959»
P» /C-^tedr*^,
tes de Pern-m'baco/.

Educçno e '-tu«lid-de br-sileir-'. Recife, s, ed,, ...
Hist6ri^ e filosofi* d*^ educ-içro, Escol" de Bel-'S
-

MIRANDA", M'-ri" do C-rmo T'vrbs do, Ped-gogi'- do tompo o
históri". Recife, s.
©d,, 1959# Ö1 p. ■ /C^todr«. Históri'« o'filosofi- d' educ"ç"o, Escdl' do Bol-s
Artes de Pem-rnbuco d- Univorsid-de do Rocife/.
MOURÍ, Abel Auguçto do. G^rdiopoti^s dos escol^ros. S*o P'-ulo, s. ed., 19.31, IO3
p. /Doutor-do, F-cuidado de ífedicin*^ do Slío P'^tilo/.

51 - M^iTEli^TIGiV.
ANDRADE., M-^nuol C-ot'-nö'Quoiroz do.

i. homolog!'^ w unid~do do dor;envolvimonto

goometri" dorcritiv.
s. 1., r. ed., 196I, IO3 p,
do Bol-s Artes do Pern-mbuco d- Univ. do RríCife/,

d»^

/Geometrit. descrltiv*&gt;. Esc.

.'.KDRADE, M-nuol ®^ot"nó-Queiroz do,' Porspoctiv o hoinologi-,
Rocife, I," Nory dn
Fonsoc &amp; Gi", Ltd",, 1952, 9Ö p. ilust. /Livrò doconci'-. Goomotri" projetlvn
perspectiv o •^plic-çõós técnicas. Ebc. do Eng, do Porii-abuco d' Univ. do Roci
fo/. Aprovado on 1954-.

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51 -

(Cont.)

i\NDR/iDE, M-nuol G ot-no Queiroz de. ' Roprosont"'ç-o c-v'-loir". Rocifo, I. Nory d*^
Fonsec" &amp; Cl'^. Ltd"., 1955, 222 p.'ilust. /C'todr^. Goometri- dehcrxtivnjpro
jotiv" o'nplicrçÕos tccnics. Esc. de Eng, do Porn-mbuco d" Univ. do Rccifo/
Ai:)rov-do,
BARBOSA, Ruy M^dnon, Prob^Mlid-dos cono -Igoritimo domohstr^tivo do c'lculo co^
bin'^torio o binoiniò do V-ndormonde e-plicçõcs.
s. od., s. 1., 1961, 102 p •
ilust, /Doutor'do, F"c. do Fil. Cienci-s o Letr-^s d- Univ. C tolic- do C-mpi
a's/*
.
.
.
BARSOTTI, Log', Projbtivid-do ontrf'
V de primeir'^ ospeclc. Curitib-, s.- ed.
1952, 55 p. ilust. /Doconci" livre.■■^1jeom3tri'' -n-litic- g'OTojotiv«, nogoerj
de nomogr-fi". Esc, de Eng. d-^ Univ. do P-r~nV» -Aprov-do.
MSSI, Achille. A di. lid-de n-^ -ílgebr-s do Boole topologic- 'i e ^-»s'oo nse-^en - ^
ci-s^ S'o O-rlòs, Serviço-de Public-çÕGS d" Esc. do Eng, do SSó Oprlof^:, 1961,
76 p, /C'todrn, Esc, do Eng. de u"o Carlos/. Aprovado ora 4-,u,196l,
GALAES, Antonio Morcir,'-. Sinopse' sobre " toòri- gor~l d-r pl.nnis -^Igebric^S.
Qu
TO Prõto, ??. od;, I4.8 p. ilust. /C^tedr'^. ' Geomotri« "nolitic^, calculo vécto
ri"!, nomogr-fi-. Ene. Nricion^l de Min*s o Mot-lurgi- d" Univ. do Br^-il/«
C'.RDOSO, J-yme M^ch-do. A utilid-de d- roprosont-ç"o do Monge n". cbnnosig'o e^dc^
coinposiç~b de forç-s no osp'ço. Curitib*^, s. od., 1953, 36 p. ilust, /Dòcenci"'livre. Goometri'- -.'vscritiv-, porspectiv«, rsombr-s; o -plic-gões. EriC. de
Eng. d-- Univer'^id-de do P.^r-n-/. ^provdo,
GAV'LLIN, Jof.é, 0'proconso homòlógico e su^ utilid"dj n- ropresont^g^o Mongi'nn.
Curitibn, s. od., 194.8,
p. ilust. /C-^jrodr". Complementos do^^goometri'j doji
critiv, olómentof! do gooraotri" prònotiv", perspectiv** o '■ plic gõos tecnics .
F-c, do Eng. do P'r-n'/, Aprovdo.
'
COSSI, Ernesto Binino, Supremo o ínfimo o-lguns concoiton fund^ment-i s do clculo,
infinltofdnv-l. Porto .Alogre, Edit. Meridional'Enmi'», i960, 98 pl /C'tedri.
tem'tic'-. Gooraetri'" -n-lític e c'lcialo, F-c. do Agron. e Vot, d- Univorrãd^
do do Rio Gr-ndõ do Sul/,
DI'iS, Alt-mirò Tibiriç". E~u-gõo?j diforonci-is ordin'ri"S.
Duro troto, 5. od.,..
1948, 60 p. ilust. /G't - T . ' C-lcúlo infinitesiia-l. Esc. W«c. do ííin-B o Mo
t-lurgi" d- Univer'-id-dG do BBrsil/.
GOMES, Frodorico Pimmtel,' Introdug-ò -o estudo d^s Rucosr:õos do tpo, Pir-cicnbn, s. ed., 1958, 104. p. /C^todr^. M-tcm'^tic-. Esc. do Agric. Luiz de Huei roz d" Univor?:id-do do S^ío P-ulo/.
.
..
lEMOS, Jonio S-ntoíí Percir^ de.
Söiiig~o oper^cion^^l dn é-u-grío de Airy, sujoit" n
detormin-d-r; condigõo'. do contorn'"., 'Recife, Forn^ndo Figueiredo, 1957, lOO p ,
/O'todr-. M-ten'tic' superior. Esc. do Bcl-s Artos d- Univ. do Rocife/,
LIMA, Manuel do'B^rros Andr-do.'
1956, 4-6 p. /Livro docênci-,
üniver-id-dc do Recife.

G^lculo vto:! 1 e ciném-tic".' Rc,cifo, s. od. ,
liv.c'nic r-cion-1. Esc. do Eng. do Porn-mbuco di

LOIBÊL, Gilberto Fr ncirco. ' Sobre_-Uí^po-graipos tòpológicos e espigos &lt;x&gt;m ntultiplj,
c^'g'o. SiSo C'rios, s. od., 1959,
-9 p.'ilust. /boutor-do. Esc. de Eng.
de
Si«o G-rlos d"» Univord-d-do de S?5o P-ulo/,
^t'\CEDO FILHO', Nicodomus da. Aplicações d» homologi^ s geoinetrir' descritivnj método Denise, Ouro Prôto,
ed., 1950, 64. p. ilu"t, /G^tedr^. Est-tístic eco^
nômic, F-culd-do do Gionci^s Economic"" dp Univ. do Recife/r

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�Luiz iSovoro, Forni'-llsjrao c^noníco horaogoneo. Sprto i\!b gro, s. cd,, 1959 &gt;
7? pi /Cétedr*^. Moc*nicj« r-'cion^i, moc^nicí^ coloáto o fí^ic raptcmá'ticí'. Frc
do Filorofi" d" Univor'id-do do Rio Gi-'^ndo do Sul/,
OLIVEIRA,, Gpyoby Vieira do, Toori^ do Hilbort-Schmidt rolrtiv^ p oxirítchcip
do
soluçõbe d^s o-U'^çõer^ ihtogr-is linoí?ros (n~o Ringul?rüs) do 5VbdholtiilPorto .Al£
groj s. od,, I95Ö» 32 p, /Cátodrp, Gornplemohtos do m^torii'tic, F-cl do FiÍoaofi»^ d»' Ünivor'-id'^dü do Rio Qcpndo do tSul/, Aprovdo.
REIS, Kago Rogis dos,' Ajunt-^monto do trirngul^goos,
s, 1., Emprôs" Eltin Ltd^^. ,
I95Í/ 107 p» ilust, /C't jdr-. Topogr'-fi". Ebc, N-g. do Min-'' o Mot-lurgi*! ds
tJnivonid'-do do Br^ril/»
52 - ASTRONOMIA.
ARRUDA, Fom^nào Fr'g'^ do Toledo. Goodüsic-s o 'rons.
Síío PpuIo, s, od., 1957 /
39 p.'ilcust. /Livro doc^lnci^. Topografia, goodósia olomont-r o estronomia de
cniapo, Escolr Politécnic dr Univorsid-dQ do Seo P^ulo/,
GÜSDES, Jorg© Loito, Mótodon do r-just-'iiBnto om geodásie, S?o P-^ulo, s. od,, ,,,
19?7, 167 p. ilur.t, /Doconci» livro. Topogr^fi", «&gt; stronoai' do'empo o good^
clGmont'-r, Escol'^ jBolitócnic^ d'" Univor'-iid-do do S"o Pnulo/»
MELLO NETTO, ' OuilhoíTao flo,
m-rgom do orro do'f och^mohto nós lov-nt^montofí topogr'ficos. n, 1,, s, od., 1959, 31 P» ilust, /boutor'-do, Escol*^ Superior do
Agricultur- Ixaiz do Queiroz dr« Univor'sid-do do São P^ulo/,
ORSIKI, Luiz do Queiroz, A modid" dr» '&gt;bsorç-o ionoEfcric,
S-~o Pulo, c, od,, ,,
1957, 29 p. i'^Tist. /C^todr'». Eletrotécnica fund-nont'l o medidas. Eicolr» P^
litécnic d-- Univorpid'do do S~o! P-^ulo/.
RCDRIGUES, Lyr-'^ndro Vi'nn'^. O probloiir» do d^^tun goodosico,
S"ó Piio,'Dop"rt-monto do Livros o PablicgõoR do GrSníio Politécnico, 1957, 70 p', ilust. /Öoconci''
livro, Topogr-fi", goodosi*^ olomcnt-r o f»Btronomii do c^iapo, Escol-' Politócnj,
o- df» Universidade do S"o P-ulo/é

526 - CARTOGRAFIA '

ADDISON^
S,' Doronho c'-rtogr-fico.
Sí^o P-ulo, Tipogr-fi" Aítror»^ Ltd»^., 194-0 f
85 p. ilust. /C-todr-^. Do^cnho'topègr-^fico o c-rtogr^fico. EhcoI' Politócn^
c ã" Uhivor^id-do do 3"o P^ulo/.
53 - FÍSICA E
ACCIOLY, Pompou 3, Introdução 'o pròbloin-^ gor-1 do movimento rígido pol^r. Ouro
Prõto, p. od., 195-^.» 202 p. ilust, /Cntodr«.' Ifoc^nic r'-cion^l. Esc, N«&gt;c. do
Min^s o l'fot^lurgi" d- Uhivornid'-do do Br-P!5.l/,
ARZÒLLA, JorÓ d;;'_l Pozzo, Contribuição' -o ostudo d- hitrific''ç~o polo "-ísporgillus
wontil%.Whomer. Pir'-cic-b", s, od., 1959, 74 P. ilust, /Livro doconci-. Qu^
raie- org*n4cr o biolígic-. Esc, 3.:porior do Agricultur'' Luiz do õuoiroz dr Uni
vo- nid-do do S"o P^ulo/,
BECIÍERT, Arn'Ido Isidoro, Aproci'ç~o d-'F' lois dos movimentos dos corpos pos'^dos ',
olh-dòs no rji't-do sólido, Curitib-, Tipogr-fi- Jo~o H^upt &amp; Gi«. ,'1920, Ö9 p.
ilust. /C'todr-. Fíd c oxporinicnt'l o motoorologi". F-c. do Eng,do P-r-n'/»

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�53 - FÍSICi'^ E MEC^NIGA

(Cont.)

BECIlERT, .íirn-ldo Isidoro.
Irr'cli-ç"o do c lor. Curitib'«, Tipogr^fi" JoSo'H?*upt Sc
Ci",, 1928, 62 p. ílust. /C ^todr-, FÍ!-,ic- oxporiincait-l o motoorologi-.
F-c,
do Eng, do P'&gt;r'nV»
»
/
BICALHO, Fr-nciaco Sbttc, Funç^^o c-r-ctorístic^5 '^plicçÕQp, Ouro Proto, s.od,,
1954-» '53 p. ilust, /O^todr-, Moc^nlc» "plic^d" is ra-íi-uin- s o m'^-uin-^s hidr^u-»
lic-s. Er;c. N'cion-1 de Min-s o Mot-lurgi' d- Uhiverp.id-de do Brasil/.
BCDEA', Eugonio. Entropi-* o sü" intorprot-g^o cihotico-'tomistic",
s, ..
od.» 19561 ?1 p. /Cptodr-, Fi'-icB industii »-l.
Instituto r^lotrotccnico do It«iJubií/.
BRüNELLO, Giov-nni. Contribuição -o estudo d-^s trocs tórnicn entro cilindròíj
rizonttir. liso*^ o nigopos e -r ora ropouio. SSo Pf&gt;ulo, s. od,, 1959» 152 p.ilu,^
tr-do, A'ocenci' livro. Koc^nic- doa fluídos. Eec, Politócnic- d- Univt-rsid«do do S-o P-tilo/,
CEHVELLDII, Adh^r, Ehtudo d- distribuição «^ngul'-r d- r-di-^ç-o bot-^. ' s, 1., s.od.
1952, 21 p. + 6 p. ilust, /0'todr^, Fí^ic-^ o uotoorologi-. Esc. Superior do
-Igrioultvir- lÀiiz do Queiroz d- Univorcid-do do S~o P-ulo/,
DILtSIBURCr, D^roy, Difus"o do houtrons provoniohtos do'fonto puls^d' om omio multiplicador, Porto Alogro, s. od,, 1959, 4-6 p, ilust, /G'todr-', Fírsic'gor-1
o oxporin.nt-l, F-o, do Filofnfi- d^ Univorcid-do do Rio Gr-ndo do Sul/, •'^provdo,
.
ELPS, Goz»r ^^ntonio,
Intorférônci- por pol-riz-^çro -p?_ic -d" ^ noclid- dor&gt; indico«;
do rrjfr"ç"o om nicrospópi«. Rio do J-hoiro, s, ed,, 1957, 58 p, ilust, /Socon
cl" livro,' Fxíjíc'' -plic-d'- ' f'-^ra^ci", F-c. N'cio:^-l do F-rin,d':' Univor.-dd-do
do Br-dl/. "'^prov-do,
FARO líETO, R-ph'^cl, Contribuição p"r" o estudo o constiuç^^o de: polToraotros convcncibn-^is, o p-r* ♦n'li.so pol-roer-fic- dos ions FoII, BilII n Gull. 3"o P-ulo, g, od., 1954-» 119 p, ilust. /C'todr-, ' Tuínic- 'n^lític-, F-c, do F-rm-cii
e Odontologia d^ Univor^iid-de do S^o P-ulo/, «''prov-do.
í
.
IEÄO, -í^rn-ldo Gouvoi- C-rnoiro, Biofísic- d-s r-di-ções ultr^-violet'-s; contribui
ç"o "p ostudo d" influônci- do« r-ior? ultr^-violot^--; sobro - gornin-ç"o d-^n rienentes, Rooifó. Di'rio d- M-nh- S/'., 194-2,'69 p. ilust, /Loòond- livro. Físic biológic-, F-c. do Modid-n- do Rocifo/. Aprov-do nm 2.1.194-3.
MfiFFFil, ].'V-ncisco Jo~o líunborto. 'A pilh- d;; Woston, S"o P-ulo, Tipogr-fi- Ed^noe,
194-5» 79 p. ilust, /Doutor-do, Fírico—uíniic- o nlotro'uinic . Ene. Politócnio" d- Univcrfid-do do S«o P'^ulo/»
Mf^SG/íRENHAS,'Sórgio, Eletro-tornio-conàitivid-de,
S"o Carlos, s, od., 1956 , 74 p.
ilustr-do. /Doconci- livro, Físic- gor-1 o oxporinaent-l'(pTtos A o B Escola
do Engonh-ri- dn 3"o GtIos d- Univcrsid-de do S"o P"ulo/,
M^SCiiK^^NH^ S, Sérgio.
O novo, motòdo do gémen nonocrint-lino o " "^n-lise do bfeitó
Cost" Ribeiro, S~o G-rlos, s, od,, 1958, 12ö p. ilust, /C^todr-. Fíric. E-^c.
d.o Engenh-ri-^ de S"o C-rlos d" Univerçid-de do S"o P'ulo/.
ORSINI, Aristótelo?. Isótopos r'-dio-tivos. *'S'ò P-ulò, s. od., 19A7, 86 p. ilust,
/Livro docGnci-, Fí^ic -plic-d- - f rn^oin. F-c, do F-rn-ci- e Od^ntologi'- &gt;
d" TJnivorpid-do do S"o P-uÍo/,
Aprov-do.
SILVÍ., Thoophilo Mt^uos iílv-ros d-'^n-lise diaonsion^-l.
Caro Prõto, Gr'fici d'^
E'col' N-cion-1 do í-íin-r: o Mot-lurgi" d" Univorr:id - do do Br-sil/.

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AIGHINGERj Smosto Christi^no, ifcido cítrico por forooht'^j'oj contribuição "ò
tudo do 'm-- produção por diversos &lt;"spergillus,' s. 11, s. od. , 1958, 143 P./^S
conci" livro, Quínici industri"! f-m'-coutic", F'^c, do Mcdicinr d" ITniversid-de do P'&gt;r'&gt;n'/. iiprovdo on novembro de 1962.
ADÍSID-I, M^uro PordLr* do, Síntoso do compostos ^n'logoy ^ xiloc^ín", Guritib-,
laprens" d" Univorf3Íd-de do Pir^n^, I96I, 6l p. ilust. /C'tGdr-, Quínic órg^nic-, F-c, do F-m-ci'^ d- Univorsid'do do P-r-nV. -íprov^do entro 12 o
15.3.1962.
AMARAL, Dó- üm-r"l Ferroir'^ do, Gontribuiç-o "o ostudo do not'-boliSEio df&gt; g'l^ct^
so polo "pòlyporus circin-tus"'frios.
Guritib-^, s. ed., i960, 1^5 p. ilust.
/boutor-doj '^ítiic- biolófjicn. F-c. do F-rm. d- Univorsid-do do P-r-nV» -'^pr^
vdo bra "gòsto de i960,
AQTOROfE^ Eugênio» ínfluenci^ do -htibioti COS n'i' fermbntnç5ó nlcoólic de mostó
do nsl»Ço do c^h-* S^ío P^iilo^ Si ed., 1959^ 139 p» ilugt, /Docenci'^ livro *
QüÍhío* indu^tri^l f^nn-coutíc^, F~c. do F-m, c Odontologie d' Univorsld-de
do S^o P-ulo/, í.prov-do.
AIRES, Ger-ldo Gl-rpt do Hello. Influência do vit-nin- BI, nutriente nitrogon^do
o extirpo do'lovodür- sobro fonnent'-ç"o ^Icoólic do c-ldo dó cn» do '»çucr,
vried-de GP. 27/139. Pir-cicb-, s. od,, 1955, S9 p. ilust. /^utor^do. Esc.
Superior de -Agricvitur" Luiz do ''hioiroz d** Univorgid-^do doS^o P-ulo/,
BAJSÄOS, iíiiton Leíi«?", Microscopi'- o tócnic do precipit-ção dos "Ic-lóidos
con
s^is'pl^tínicos. Rio do Janeiro, Gr-^fici Editor:^ Jorn-l do Gonórcio'S/A, 1957
4.0 pi ilust. /Livre docônci«, ^ínic bron^jíclógic e toxicolá^cn, F-c, de
F^rni, de Hlboir-o Preto/,
»
BORZAIíI, 'í?''&lt;lter. Contribuição -o oftuÖo d'- fornent-C'o' ilcoólic contínu^ do momo do pèl^go 3o c-n-, S-o P-ulo, s, od., 1955, 9o p. ilúst. /G'todr". Bio "UÍmic", Sgc. Politócnic' á" Univor^id-dó de S-o P-^ulo/.
BRANDJÍO, Fr-ncisco do Aisi?, Gonç-^lvos do ^'inoriin. Contribuição ^ '-uíraic- dó urânio
pelo'.«dston- dl-(3til-2-hGxi) fosfon-to do otil-2-hoxiln"-4cido nítilcol Rscifo, s, od,, i960, 44- p. ilust. /1)ócônci- livro, ";uÍí:iíc' org^nic?. Ssc, do Ei^
gonh-ri- d- üniver^id-do do Rocifo/, i*-prov-do om I96I.
BUHER, Nilton E, /.plic^çoós pr^Hics dóc gr-ficos do dir5til''ç"o'.
gr-fi" Jo~o H"upt &amp; Gi"».', 1944-» 49 p. ilust.' /livre doconci".
lágic* o "n-lític. F-c.'do Eng. do P*ir-nV. -Aprov-do.
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Guritib". Tip^
Quídíc Tocno■

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BUSGHDELLI, Jílio, Contribuição p-r-'o conhocinüato d'^tocnologi- do furfurí-l .
S-o -ulo,' s, od. , 194-ß, Al p. iluçt. /Livro doconci?.
Tuínic- tocnológic- inorg-nic-. EpcoÍ- Politécnica d" Univorsid-do do Sno P-ulo/,
Cíií-IFOS, M-rcollo Mour",
O ofóito d'- subst3.tuig"ò ea '■lf'&gt; n« l'^ctoniz^^'o do &gt;^cidos gTi'' dolt^-ins-tuT-cbs.
S^^o P-ulo, s. od., 1956, 216 p. ilust, /c^todro.
Quínic» org-nic-. Escol- Politécnic- d'- Univorpid-do do Sno P^ulo/,
CAílPpS, M, A, Pourohot, Gontribuiç.íJo -o ostúdo cb
óloosj ò ínÔico do tioci-nogg
nio n- idontificç-o dos óloos o gordvir^s, S"o P-^ulo, s. od., 194-6, 76'p. ilustr-do. /Livre doconci", Quíi.iic- toxicológic- o brom-toli^gic*.' F^cxcId-dQ
de F-m'ci" o Odontolo^- d- Univorsid-do do S*^o P-ulo/, :âprov*&gt;do.
GOSTA, Jflv-ro Noronh" d-, Eí;tudo_^f"rn^co-niínico do 'cido bot- (^.-hidroxi-^,5-di
-iodo-fenil) '&gt;lph''-fônil-propiÕnico. Rio do J-hoiro', s. od. , '1950, 4-5 p. ilu^
tr-do. /Livro äocunci". F^nai^Gi?» -uínic-^. F-c. N-c. do F m,d- Univt^rdLd-de
do Br- il/.

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54 - iMaSâ (Cont.)
COÜTIÍIHO, Fr-ncivr-co Gondin. 'Argil^s cl'^rifiC'ntos; ítiV^g^o do ^rgil-s do 'norro
do Giz, OQLind^-Porh-EÍbuco, Rocifo,
od., 1955, 2ö p. ilust, /C^todr", Tocnologi" inorg'nic". xCrcold do Quíiaic d" Ú"nivorsid'do do Rocifo/, Jiprovdo.
COÖTINHO, Háliò Bezerr".
Contribuição »-o óstudo histo'-uiriicö d-s ostor-sos. Rocifo, s, od',, 195"?, 40 P. + 10 P. ilust. /Doccnci" livro. HistologL- o ombrá^
lógi'- gor*l, F culd-do do Modicin- d-^ Uhivorsid-^do do Rocifo/. .?.provdo on
6.10.1954.
CROCOMO, Otto Jo^Ti. Entudo sobro o not^bolisno do'uroi" - G-14 -plicd"
folh'"R
do c-foniro (coffo- ^r^bio^ L,, vt^'Bourbon, B, Ròdr., Gho^issy) norn'-l o^defj,
cionto on nitrogonio, Pir^cicb«, s. od,, 1959, ö3 p. ilust. /Livro doconci"
Quínic org-nic biológic, Eíbc. Supo^ior do iigricultur'^ • Luiz do ^oiroz
d'«
Univorsiö'do do S^o P'ulo/.
DEGNI, Francisco. D- conpo^ig-o 'uínic b propriod-dos fiv'sio-biologic-s d" vulcji
nito, S'o"P-ulo, Gr'fic"'P-ulipt*, 1939, 104 p. ilust. /G'todr". Mot^lurgi'«
o -uímic'" "plic-d-s. F-c. d.-; F-rni. o Odontologi- d" Univorsid-do dc S~o P-ulo/
iiprovdo.
DICK,' Triskon. ' Erjtúdo sobro pirofosf't-sos inorg-nic-s -nin-is. Porto' i^.logrG,s.
od., 19él, 130 p. ilust, /C'todr~. '^uínic' org^nic- biológic". F-c, do Filo•íofi" d- Univor"^id'do do Rio Gr ndo do Sul/, üprovdo.
DCMINGUES, Jo^o B^ptiit",
Obsorv-çõos sobro novos ost-biliz^ntcs dc --liiaáitoG; rt
vit'nin''K5 o o rícido disò^scorbico n- çroscrv-ç^o'do aico do l'r^nj3*^s.
P'-ulo, s. od,', i960, 79 p. ilust. /Doconci" livro. Quínic- toxicológic-&gt;
ó, ■
bron-tòlogic*, F-c. dc FTa^ci*" o Odontologi' d'" Univorsid'-äG do Sõo P-ulo/ •
üprov-do,
FALGOHS, ifi.guól. Foinaont^g-o "looólic" do nosto do'pinh"o; S"o P-ulo, s, od., .
1957, 91 p. ilust.' /Doconci- livro. Bicuínic. Src, Politécnic d- Univorsi
d"do do S-ç P-ulo/,
*
F/iRO NETTO, R-^ph'ol, Pos'uis- ó dbß-gon do N2 03 produzido por -Igun^s fontos cji
loííflc^js. S«o P-tilo, s. od., 35 p. ilust," /Livro docôncín, Quínic- "n-&gt;lítj,
c, F'-c. do F-iti'cÍ' o Odontologi" d- Univ. do S"o P~ulo/. üprovdo.
FBRlí ■^.ilDES, iilfrodo, Mot-is coloid'-is. Ribnir"o Preto, s. od., 1941» 76 p.
todr
odf''. Físic" "plic-d- ~ f-rn'ci". F-c, do F'riri, e Odontologi" do Ribelr"o Pr^
to/.
FERREIRA, P'-ulo G rvlho. * Síntosos o doriv-dos do 1,4 - bonzodiox^no - 2 - c-rbo*
x»^ldoido. S"o P-ulo, s. od., 1960, I36 p, ilust, /G'todr-,' Quínic- org^nic-,
F'-c, do F rr.i'ci'- e Odontologi- d- Bnivorsid-do do S'o P-ulo/, iiprov-d),
FERREIRi'i, P-ul'o G-rv^lho, Sínteses dc novos oorapostos potonci-Lacnte cúr-riz-hto.'?
S*o P'-ulo, Ennrcr- Gr-fic^ d-^Rovist- dos Tribun--is Ltd*;, 1950, SI p, ilust,
/Livro doc*nci-, Quínic org*nic-^. F'-c, do F-^rm, o Odontologi* d-" Univcrnid'^do dc S"o P-ulo/, üprov~do.
FERREniA, Ricardo do C-rv-lho, Gonploxos do c-tion'norciírio (ll) coa'"donin-, «donosin- b cito'in", Rocifo, s, od,, I96O, 40 p. iltist, /C-todr", Quínic 4
nòrg«nic. Escol- Suporior do 'íuínic d- Univ.do Rocifo. /^prov^do ontro 9 o
1?.4.1962.
FERREIRA, Ricrdó do C-rvlho. Contribuição -o estudo f"' -r rol'goos entro -cidoz o
ostíTitur- inolocvil-r dos "0idos inorg-nicos. Rocifo, Forn-nd.o Figuoirodo, 1956,
50 p. ilust. /Docônci.''livro. Quíinicn inorg-nic'^. Esc.Superior dc "uínic
TJnivorsid-do do Rocifc/. üprov do ontro lö o 23.3.1957.

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FONSECAj Pf'Ulö Guin'^r"e3, Perv'^por'g^o © fenôciônon oorrelí^ton, "s. 1,, s* ed., i,.
194-0» 51 p» ilurt. /O'tedr.'-, '^íuíinicp tecnológic- inorg-nic - "uímiC'^ tecnol^
gic^- org'nic*'. Esc. Politécnic
Univerfrid^de de G^o P-^ulo/,
FRAJNDLICH, Mt&gt;noel. Resin'-s pcrílicg de riípid® polimeriz(«&gt;çõo
tudo d» '»IterngSo dr cor)/ Porto Alegre, 0ficln-g Grrficrs
bo s/A,, 1958, 3Ö p. ilust, /Docência livre. Metfllurgir' e
- F-c. de Odontologi.' d- TJnivenid^de do Rio Gr-nde do Sul/,
12.6.1958.

(contribuiçpo no
dn Livrprie do Glo"uímlcp "plic^d/js .
/jprovdo entre 9 e

JÄHDIM, "leides Fi^'ueiredo d- Silvr. Estudo í^uíinico'indu?:trtl do 'cidó citrico e
peus derivados, s. 1,, ni ed., 194-6, 5*5 p. ilust» /Livre docêndr. ''íuimice
industrial. FTin^ceuticr». F-^c. Nrcion-1 de F-rm'ci-^ d." Univerdd-de do Br'sil
JORDAN, Ivo. Eletróli^e em corrente const ntej «pllcí«ÇflO bò estudo d' influêncip'
de gel-tin»»'n-^ eletro deposição doi íons c^dmio e chumbo. Sno P'^ulo,'s. edi,..
195o# 150 p. ilu^t. /^ocêncir» livre. Físico-i^uíniicn e eletrcuiiaic^. Esc. Politécnica
üniverr:id -de de Sr o P'-ulo/»
LAGA2, P-ulo d" Silvf». Gontribuigro p-r-^'o estudo 'uímico-bioláglco d« bét^^-imin«,
íoliletll-nin". Rio de J'^neiro, s. ed., 1947, 124 p.' ilust. /O^ítedrp, Quíqiio» org^nic« e bioliígicr'. F c. H^c.de FTra'ci" d" Univ.do Brasil/. Aprovado em
19A8.
LIMÄ,* Edg«r Gonçfflven d- Cost'. Tint^s'e vernizes ^1'uídicos; estudo çDmpTrtivo
dos óleos de linh'-g'* e nogueir-. Recife, Ifousinho Artef-tog de P-^pél Ltdi. ,
1955/ 58 p. ilust, /C'tedrf&gt;. Quíiiic^ tecnológic e -n-lític«. E''&gt;c. de Enge nhTi" d" Univeroid de do Becife/. ."iprovdo em i960.
LOURENÇO, Ose-r Bergstròm. Contribuição r''^uíaic- do ziroonio j estudos sobre
o
cloreto de zlrconilo. S?o P-^ulo, s. ed., 1955» 84 p. ilust. /O-ítedr'-', Compl^
mentes de -uímic inorg*nic&gt;*. Esc. Politécnic d- Univ. de S"o P^ulo/,'
LOUREíIÇO,'Oscr Bergstrom. D-^ espectogr-fi- de emissão n-^''•n'lise -níniic- -u-ntj^
t"tivr&gt;. S"o P-uló, S"ò P-ulo Editor-« Ltd'^., 1941» 92 p. ilust. ^outor'-do* .
Químic "n lític~* E'-^c. Politécnica d^ Univerr^id-de de S~o P-ulo/.
MABTIIIELLI FILHO, Slcides. Contribuição p-r^ o e?.tudo d) b micro-org-ninmos preseá
tes nos "çuc-res'd" zon« de Pir-^cic^b-.
Pir-cic^b", -3. ed., 1955Í 45 p. ilurt.
/Doutor-do^ Esc. Superior de Agricultura Luiz de Queiroz d" üniversid-^de
de
S"o P'-ulo/.
MARTINS, Edu-^rdo Silveir-". Contribuição ^ dètermin-^ç-o'd" uréi«. Porto Alegre »
ünprens" Univer?!it'ri-, 1954'» 55 p. ilust, /C'tedr". Químic org^nic e bio»lóglc«. Escol' de Agronomi- e, Veterin-ri' d- Univ.do Rio Gr-nde do Sul/.
MEL'\RDI, Êbe B-rbieri. Sep-r^ç-o dos íons sr^licil-to, t rt-r- to e citr-to
por
meio d-^ ^ntílise crom-'togr'iic'', S"o P'ulo, Tipogr'fi- Irm~os'Dupont. 1948» 63
p., iluRt. /Livre docenci'^i' Químic*^ anslítici. F-c. de F^riTi. e Odont. d- Unj,
ver-id-de. de S"o P'-ulo/. Aprov-do,
^^ORAES, Ester do Cum-^rgo Fonsec«. Contribuiç-o --o eatudo '-uínico-tóxicológico dó
"senecio br-silôionsÍ8"'loss.
S^o P-ulo, Tipogr-fi- Ed'&gt;n6e Ltd»,, 1952, 90 pi"
ilust. /ôf&gt;êchel' livre» Químic toxicológic^ é brom-tológic-. F"c. de F-rraj|i
ei" e Odontclofíii d- Univerfddr-de do S"o P-^ulo/. Aprovado.
NOGUEIRA, Duirv-l M^^zzei.
Influonci'' de diversos f-toros sobre - -^tivid^de vit^n^
nie, B12, nò org-nismo do coelho. S~ò P'-ulo, s. od., i960, 73 p. ilust, /Dn
eonci- livre.' Químic biológic. F-c. do Fo Or^ontologi- d" Univor^id-de
de S"o P^ulo/. Aprovdo.
NOGUEIRA, Jo?é Nilton.

Emprego do solenio o do diorido do selcnio cm -tiínic- or-

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�gínic-» SSo P'ulo, s, od., 1957, 152 p. ilui^t.' /Doutorado, Quíraic- arg^nic- .
Esc. Politocnic." d- Univorsid-do do S"o P^ulo/,
NOGUEIRA, Joso Nilton, Tr'-nsform^g^o do citronel^il on pulogol, S"o P.'-ulo, s, ed.
1953» A3 p. ilU-st. /Docenci- livrol Quinic org'nic,
Egc, Politécnica â'Universidade do S"o P^tiIo/,
dTTEIIER, Otto Alcides. Dotormin'ç-o do inicrò-'^U"ntid"âós do ci^noto. Porto 'Al^
gro, Llvr-ri~ do Globo, 194-Ö, o6 p. ilust. /Cótodr-. 'üuínic" r^nilític
tit'^tiv'», Escol»^ do Engonh-iri" d- Univorf^id-do do Rio Gr-ndo do Sul/, -prov^
do ontre 21 « 25,3.194-9.
(BISINI, Ariétátolos, Contribuição pnr- o estudo dbn fornehtos '•milolíticos
dor.
vegct-is. ■'^So P-ulo, Tipogr-fi- Rossòlillo, 1934-&gt; 31 P. ilust. /Doutorado .
F?o. do Mod, de S"o P^ulo/. /^prov-do.
HUEGRINO, Dómingoo. à doterminàçÇo do fósforo pelo método âo -^cido fosfóvn^dómoUbdíco, Pirf^cic^b", a, ed., 19,60, 5ö p. + 30 p. ilust, /Doutor^^dó. Esc.
Superior de iigricultur- Luiz do Queiroz d- Univcrsid-^^e de S"o P*&gt;ulo/.
•
V
PEREIRA, L'if^yeto Rodrigues. -Alguns ^:;pcctos fisico-'^uimicos'd-' desn'tur-g'o do
protoín" pelo c-lor o su" protoç~o. Rio de J'-neirc» ^ s, ed., 194-7» 35*p. ilustr*do, /Gf(tedr'&gt;. Físics nplicd^r o. fTmfícii. P-o. "N^oion-^l de F"rinííci'&gt;
d"
Univeroid'do "do Brasil/, -^'iprovdo-«eç 194-7.
PINTO, Návio,' D" proteção do -^cido -scórbico observ^d- om dos^gens pelo
método
onzlm^tico, Exporiinont'^ç'^0 n« m-ngn'(raoneífor**'indic L.), S-o P^úlo, Tipo -gr'-fi'* Rossolillo, 194-1» 56 p. ilust. /O'-todr", Químic- biológic. F-c. de
F-^rm^ci** o Odontologi-' d" Universid-da de 3~o P^ulo/. -i^prov.ido.
PINTO, Ger-son
liznç^o do
Tâcnologi'«
v&gt;do entre

Peroir-, Gontribuiç-o -o estiido tecnológico o ecónôjTiâco d- noutr'&gt;óleo de b^b-cií^ Belém, s. ed., 1952, 38 p. ilust. /DocondL- livro
org^nic'. 'Esc.'de ^juínic dc Porn-mbuco d-^ Univ. do Recife/. .Apr^
17.5
8.6,1954-.

RAW, Ispí^s. Cíontribuiç^o "o estudo d- oxid'-Q^o do dihidro difosfopiridô^o núcleo
tide, por enzimas do fíg-do.' S"o P'^ulo,.
P'^ulc
s. ed., 1957, 2^8 p. ilust. /lávre do
cêncir). Quíraic* fisiológic. F-^c. do Medicin" d" Univ.de S-o Paulo/,
ROSüLlNO, Cez-r Tupinnmb^. Inici^g'o 'ó estudo d« titònetri'). 'Ribeirão Preto,s,
. od-.i 1941-» 65 p. /Química analític, F-'^c. do F-^rm. e Odont. de Ribd.r-o Preto/.
SlfflL FILHO, Ernesto. Contribuig*o "o éstúdo f "nn^co'-uinicö d- nuiüilnn.' s, 1. »Tj,
pogr'-fi'« Ní&gt;tól &amp; Orueger» 194-5» 65 p, .'-.ilust, /Ootedra, F^rmncin nuímic» .
Ff&gt;o, de Medicini^do P^r^nn/. -'iprovdo,
SILV- , Cíiristi»&gt;no Bnrbosi d^. Ligtções "uímicns.
Ouro Preto» s. sd., 1941» 39 p.
ilu.st, /C-^tedrn. Qúímic'ger-'l inorg^nic-^ e org^nic»! elomontos do
^uímicH
físic-elotro^uímio. Esc, N^cion-l de Min^s e Met-'lurgi'! d-- Univ.do Brnsil/,
SILVEIRA, C^rvílio dr»,
Idontificrç^o do '-Iguns corantes extr-nhos 'O s vinho" tiß
tos pelo raéflodò crom-to gr'fico, s. 1.» Editor'« Líteró-técnioa, 1960^ 35 p •
/Docenci" livre. Químlcn toxicológic e bròm^tológic. F-^c. de F-rn, d-^ Universid-^de do ^T'^nV» -Aprovado entre 3 e 6,4.1961.
U
■
SOUZA, I/ierte Campos de. Di^tomiti o caulim do Recife em composição de borr^ch".
Rßciie. Mousinho i'rtof-tos do P-pol Ltd^., 1955» 53 P» ilvist. /O-todr". Quím.i
C" tecnológica e »«n-lític. Esc.do Eng. d- Universid-dc do Recife/, iiprov-^do.

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54. - QUÍígG^ (Cont.)

TASTÜIDÍ, Hönri'Tie, Sobro
dotermin^g^o nicrpfotomQtric! d", sulfoci-^nomi" mcdiò-nontosA o d- "dsorg^o áo sulfoci-in-to n" dosprotoiniz-^ç^ó trlclorrcotio.SíÔ
Tipogr-fi- Rósôolillo, 19A1» 0^ p. ilust. /Cntodr*». Químico biòló-gic»*
P'C* ao FTrn'ci" o Odontologie d-^ Univor-^id-do do S"o P'-ulo/, Aprov-d©.
TAVIiiES, Thoódulo d- Silv\. Químic- tòxicoiógic^ dos b"rbitiíricòs. Rio do J-noj,
ro, Emp.
L^ommòrt Ltâ-., 1939, 6C p. /Livro âoconci'», Cluíaic" toxica
lógic o brom^tológic. F-c. do Modicin- (Ntcion^l)/, üprov-do,
TEREIA, ^^lico B^rroiros. Síntoscn m-^lonic-n, b^rbitúricos. Rio do J-nciroÍ R.od.
1950, 210 p. ilust, /Livro ;loc*nci«. 'Qi-l-dc» org'^-'^An- ''liol6#c9, F-c, N'-c .
do F*&gt;rm'ci« d- Univorfid-dc do 'Brasil/. -Apiovdo om 1950,
TCDESGO, Antonio Bem-rdo' .T.3, ü, tons"o supcrfici''l o o equilíbrio i-utonotro do
'■eGtil''cot'tò do otil", Portp .Alegro, Editor'» Coruj^, 1950, 76 p, ilust, '/livro doccnci". Písico-^uíaic. Esc. do Eng, d- ühiv.do Rio Gr-ndo do Sul/,
prov-do,
/
w.
Vx'iIRO, M-^rin« Li" Ribd.ro.' liiflúêncí'' do'divorbos f-toron n"'-dsorç-o do '»zul do
motilono por lovoduros mort'S.
s, 1., s. od., 1961, 151 p, ilust, /Dóutor-do
Esc, do Engonh-ri-' S~o Carlos d- TJnivor^id-do do S"o P'ulo/, ilprov-do,
W3E0K, ülfrodo'J, J, Pos'^uíb'&gt; do'ci'-noto. Porto ilogro, Gr^fic" d" TJnivor-^id-do',
1958, 115 p. iluíit, /Cntodr", Quínic inorg^nic o'-ín-^lise --u-lit-tiv-,' Erv,
do Engonh-ri- d- Unir or'dd-do do Rio Gr- ndo do i3ul/, iiprov-do entro 5 o 9.10,59
YONEDA', Sxk-^o, Ep.tuSo histo-uíniico d-s o^tornsos do ombri-o dó g-llus domogticus
(L)..S-o P^ulo, s, od., 1952, 48 p. ilust, /Doutorado. F-c. do Modicin" d- ühnivorsid-^dc do S"o P-ulo/,
ZÜNCi*.N, Gl-^ci Therozinh', Rodut'isb d- fríictoso-é-fosf^to cia "s^lmbnoUn'g"llinr!runi"^(Kloin, 1S89) Bergoy ot "1,, 1925, 'Curitibf^ s, od., 1960 , 33 p,'ilust «
/Doconci" livro, Quínic- biológic'. F-c. da F-^rn, d~ Univ, do Pr&gt;rr»nV» .^provdo entre'7 o 10 do n'^rgo do 1962,
,
55 - mãmL
ALMElDi^., Forn-ndo Fl'vio Mnroúos do, Potrologi" d:'* Hh"
Trind^do, S~o P-'Uloi
s, bd,, 1962, 223 p. ilust, /OAtoár". Mnor-^logi-», potrogr-^fin o goologi*' «
Esc, Politócnic d-« Univorsid-do de S~o P-uJLo/,
Í5KDERT, ?"ulo Abid, Concontr^g^o do minório oxidndo do chumbo.
S"o P^ulo, s.od,,
1961, 125 p, ilust. /Lxrro dóconci'', L'i.vr'» do min^s; prop-r-g^o moc^Jiicr» dos
tiinários o combustíveis. Es, Polítócnic- do S^o P^ulo/,
BARBOSA., J^lcou F^bio, i\lguns -"^.poetes d" ninor-liz^g^o dó cobro'o d- poB-niis" d-s
" ínzidns do Soivnl, ost-do do Rio Gr'-ndo dó Sul. S"o P-^ulo, s.'od,, 1958, 80'p.
' ilvist. /C-^tedr-, J-zid-s raincr-is. Esc, Politocnic- d- Uni-\/,do S"ö P-ulo/,
BARBOSA, -Alçou F'bio, 'Sstrutur- o gônose d" J-'Zid- do chumbo do Fum~n do Of:t-do
do S'o P-ulo, s. ód,, 1955, 52 p, ilust. /Livro docSnci"'.- J-zid-s ninor-is,lo
gisl^ç"o do .min-3. Esc, Politócnic- d' ünivcrsid-^do d&gt;j 3?o P-nlo/,
BARBOS/.', Oci-vió, Gjolof^i" o potrôlogi- n- rogi~o do Api-^x ort-do doS"o P'ulo.S"ó
P-ulo, s, od., 13/^f 76 p. /O'tGdr", Goologi", potrogr'^fi'^ o minor logi'«. Eac.
Politócnic- d--' Univorsid-d.j do S~o 1 ulo/,
SAL'TI, Eno-s, Contribuig-o ^o obtudo'do climi do Pir-cicb-, Pir-cic-b-, s.od,,
1957, 54 p,,ilust,
j.)outor'do. E.sc. Suporior do iigricultur- Luiz do Quoiroz dUnivorsid-dci do S."o P^ulo/,

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55 - GEOLOGL; (Gont,)
S/JLiGiDO, Eduardo II, i* nargon do notodo univorsal do Fodorcc,.*» Piro.cicaba,
pografia Paulista, 1941» 60 p» /Catcdra. Gaologia o ninoralogia» Escola
porior do ^agricultura do Piracicaba/*
S-'JITOS, Josus Mcjdon des » Contribuição ao ostudo j^ara dctarriinação do albodo,
Piracicaba, s* od», 1957, ^2 p» ilust. /Doutorado. Esc. Superior do Agricultura Luiz do Quoiroz, da Univ. do São Paulo/,
SILVA, Rilson Rodriguos
ria do Frank (ostudo
Rccifo, s.od,, 1959,
ciiLdado do Filosofia

da. L nicrotopografia das facos cristalinr.s o a toonicroscápico o intorforonóttico do cristoAs do q-uartzo)
151 p» ilust. /cátodra. Miioralogia o potrografia»
do Pornanbuco da Univ., do Rocixo/.

57 - ;JÍTI10P0L0GIA. BIOLOGi;.
B*'JtíETO, Mauro Poroira. Obsorvaçõos : sobro a biologia ou condiçõos iiaturaig,
dos flobátonos do c stado do S. Paulo (diptora, psychodidao)» S. Paiilo, Tj,
pografia Rossolillo, 1943, 162 p» ilust. /Doconcia livro. Parasitologia.
Fa.c. do Modicina da Univ. do São Paulo/.
BERGxiMIN, Francisco. Estudo sistonático dos cladocora das águas do nunicípio
do S« Paulo, cou doscrigão de uii gôncro novo, novo ospócios o uraa variodado nova. S. Paulo, Enp. Gráfica da Revista des Tribunais, 1931, 58 P» ilust» /Doutorado. Fac. Modicina do São Paulo/.
BUSCHIIIELLI, Antonio. Injoçõos periódicas do sanguo on avós o suas iniplicaçõos gonoticas. s. 1., s. od., 1961, 142 p. ilust. /Doutorado. Fac. do
Filosofia Giôncias o Lotras da Univ. do São Paulo. Aprova.do on 7.3.1961/.
GAV/JjCEíTI, Ricardo G. O indico nasal (contribuição ao estudo da antroponotria dca ír^ios fiilnio). Recife, s. od., 1959&gt; 13 p. /Livro doconcia.
tropologia. Fac. de Filosofia do Pornanbuco da Univ. do Recife/.
CORDEIRO, ijitonio Rodriguos. Estudo cronatográfico do raças o ospócios do
grupo criptico da drosolofila Vfillistoni. Porto ;j.ogro, Grafica da Univ.
do Porto /JLogro, 1959, 68 p. ilust. /Livro docência. Biologia geral. Fo.c.
do Filos» da Univ. do Rio Grando do Sul, Aprovado/.
LÍSBÔA, Moaojrr do /j:iaral. A icportância da biologia para. o ongonhoiro do Minas o Motalurgia. Ouro Proto, Livraria Mineira., 1941^» 76 p. /oátcdra. Bota
nica o zoologia. Esc. Nac. do Minas o MctalTirgia da Univ. do Bra siV.
K."JIM0, Jogá Oanu:bo» Contribuição para o ostudo das dinonsõos das estruturas
reprodutivas do ospócios nicologicas que parasitan plojitas cviltivadas do
iiiportância ocononica paro. o estado de S. Paulo, Piracicaba, s. od. ,1952,
24 p« ilust. /cátedra. Física agrícola o notoorol&lt;5gica« Esc. Superior de
Agricultwa Luiz do Queiroz da Univ. de Stlo Pavilo/.
PEREIRA, Glononto. Myonchus botollioi n.sp», curioso nouatoido parasito do
liunobdolla - brasilionsis pinto (hirudinoa)j uit einer deutschen zusaiion
fassung. São Pavilo, Casa. Duprat, 1931, 29 p» ilust. /Doutcr ado. paro.si* tologia. Fa.c. do Modicina. do São Paxilo/.
'
R.U'IGEL, Nollo do Moura. Variações na ocorroncia da cronatina do sojco o ou~
ta^3s apôiídicos nucloaros on hotorófilos do sanguo poriforico do grupos ot~
nicos hunanos o do alguns naníferos o avós. Bolo Hcrizonto, 1959», 83 p*
ilust. /Doutorado. Histologia o onl-:'iologia. 7n.c» do Modicina da Univ.
do Miioa.s Gerais. ....provado/.
SALZMO, Francisco Mauro. Estudos gonéticcs o denográficos ontro os índios
do Rio Grando do Sul. Porto iJ-ogro, s. od., 1960, 115 p. ilust. /Livro
doconcia. Biologia geral. Fac. do Filosofia da Univ, RGS. Aprjvado/.

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�58 - BOT/iíICA
/JGCQRSIj v/altor Radaaos» Contribuição para o ostudo anatõnico ccxiparativo das
ospácios "oux2oJ.yptus toroticomis sai th" o "ouccJ-yptus citri od ora hoolcor".
Piracicaba, Tip» Jornal do Piracicaba, 194J-* 90 p, + 15 p, iliBt» /cátodra.
Botânica gorai o descritiva* Eäci 3up« do Agricultura Luiz do Quoiroz da Univorsidado do São Paulo/«
iilíGELIi Joãoè Contribuição ao o stuáo botânico da digitalis purpuroa linno,
cultivada no Parana» Curitiba^ 3.adi,l950&gt; 86 p» ilust» /DocSnoia livro*
Botâi^ica aplicada à farsiiáôiai 7ac» do Modicina dd Univ. do Parano/#
BARROS, Myrtos Ãpparocida Adâraoli do, Coiriaribuiçno ao ostudo ana tônico o nq£
folocico das doiiaoias nas vcjriodados o fonnas do "ooffda arabica L"» Pii'a
cicaba, s. od,, 1955, 85 p» +4 P* iliist» /Doutorado, Esc, 3upo*ior
do
Agricultura Luiz do »iuoiroz da Univ, do São Paulo/,
\
BCRIO, Edith Blun Lopos, Lobolir. langoana dusón; contribxiição ao souootudc,
farnacogn(5stico, Curitiba, A Recordista Ltda», 1959, 86 p» ilust, /Doconcia
livro, Famacognosia, ]?ac, do Famácia da Univ, do Parai:iá«/
BRAGA, Rubona E« Contribuição ao ostudo da casaia noglocta vog, Curitiba, Of,
Graf« da Editora G\iaíra Ltda», 1952, 58 p» ilust, /Livro doconcia, Botâi^
ca aplicada à fartiácia, Fac, do Modicina do Parcaia, Aprovado ontro 5 o 8,8,
1953/.
Braga, Rubons E, Lobolias dó Brasil; contribuição para o sou. ostudo» Curitiba, s»od,, 1956, .120 p, ilust, /cátodra, Botâx^ca aplicada à fan".iaoia, Fac,
do Modicina da Univ, do Parana, Aprovado ontro 10 o 13,6•1957/«
DEDEOGA, Dal vo Mc.ttos, /Jiatoniia o dosonvolvinonto ontogonotico do coffoa ara
bica L, var# typica craaor, s, 1», a, od,, 1955&gt; 4-3 p, + 10 p, ilust, /
Doutorado, Esc, Sup, do Agricviltura Ltiiz do Quoiroz da Univ, do Sãj Paulo/,
GEMBALL/i, Guilhorao, Contribuição para a caractorização da ossoncia do "ocotoa protiosa aoz", (ogsSncia do sasogfras brasiloiro). Rio do Janoira,
pografia o Liv# biunonauonao S/A,&gt;1955, 181 p» ilust, /Doutorado, Farroácia o bioquíniça, Fac, Nac, do Fawa, da Univ, do Brasil/,
GROTTA, Aatolpho do Souza, Contribuição ao ostudo norfolégico o anatoiiiico do
loonotis rwpotaofolia (L) R, Br» (labiatao)» São Paulo, lupronsa Editora
LÍtoro^usicrJ. Tupy S/A, 1947» 50 p» ilust, /Doconcia livro, Bctânica aplj,
oada a famacia# Fac« Fcjn» o Odont, da Univ. do São Paulo, Aprovado/,
t
GURGEL FILHO, Octávio do iaaarnl» Estudo do croscinonto do algur.ias ossõncias
do corrado» 3I,, s, od,, 1953, 6l p» + 36 p, ilust, /Doutorado, Esc, Su«»
porior do /^icultura Luiz do Quoiroz da Univ, do São Paulo/,
MACSUiDO, Othon» Bicuxba; contribuição ao ostudo das plantas nodicincds do Br^
sil, s, 1,, Itiprosso no Sorviço do Publicidado da Fac, Nac» do i^onoiiia
da Univ, do Brasil, 19^7, 21 p, ilvet, /o'todra. Botânica aplicada à fcmá
cia, Fac, Hao, do Farraacia da Univ, do Brasil/«
MOREIRi% FILHO, Homos» Contribuição ao ostuào da loonimis sibiricus L» Curitiba, s..oá,, 1956, 81 p. ilust, /Livro doconcia. Botânica aplicada à
nácia» Fac* do Mod, da Univ, do Paraná, Aprov, ontro 5 o 8-8-.I957/,
NOílOíQLi, Hildogardo do, Ccontribuigão para o ostudo das artoiiiísias nodicinais
introduzidas no Brasil, Rio do J'anoiro, GroXica Editôpc. Aurora Ltda,, 1949'
66 p, ilust, /cátodra, Botâiaica aplicada à fanT&lt;ácia, Fac« Nac, do Famácia
da Univ, do Brasil, Aprovado/,
N0R01®A, Hildogc-rdo do, A digital (digitalis purpuroa L) no Brasil; ^sua ac3J^
niação. Rio do Janeiro, s, od,, 1947, 67 p, ilust, /cátodra, Botâiiica apljj
cada ^ farnácia, Fac, ITac, do Fanii, da Univ» do Brasil« Aprovado on 1947/,

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58 " BOTiuIICi. (Gout,)

TiXJlES^. SÓrgio» /JL^vuuas nadoiras poiniasabucaiias da fai:iília chrysobalanacoao»
Rccifc, Esci. Industrial iiGaiioi-Uion í-íaC''5.11iãQS, 1957, 30 p# + 16 p.ilust. /Doconcia livro» Zoologia o botânica toonológica» Esc».do Eng« do Pornaribuco
da Univ., do Rocifo» Aprovado/,
TOnSDO, Tharcillo /Jxioida Houbarn dc* Estudo oxporinontal do acar-agar bras,4
loirot São Paulo, Sorv» do Pub» da Fac» do Mod. da Univ« do São Paulo,19^,
136 p» ilust» /Livro doconcia» Parnacognosia, Fac» do Fo.m. o Odontologia
da Univ.» do São Paulo, Aprovado/,
59 - ZOOLOGIA
B/JIROS ÍIETTO^ McJiool Joso .do Castro Monteiro do» Gontribiiigão ao ostudo do
gSnoro ostioptorujA (hoxapoda nalofago.) con a descrição do trSs osp&lt;íciüs novas» São'Paulo, Júlio Gosta &amp; G» 1933, Ö1 p« ilust. /Doutorado» Faculda.do do Mcdicina do São Paulo/»
GLOSS, Dárcy» Forcxiiníforas o tocaiuobas da l?.goa dos Patos# Porto Alegro,
s» od», 1962, 112 p» ^ 25 P* ilus t» /Livra doconcia» Botãjiica o zoologia» Esc» do Eng'» da Univ» do^RGS/
RUIZ, Joso Manooli Rovisão do gonoro cru.zia (nonatodaí oxiuroidoa) o ostudo
das ospocios brásiloiras» São Po.ulo, Graf» Jose Magalhãos Ltda., 1947,
105 p* ilust» /Livro doconcia. Zoologia o parasitojogia», Fao» do Farri»
o Odont» da Univ» do São Paulo» Aprovado/•
SOiíRES, Bonodicto Abílio Montoiro, Gonsidoraçõcs on torno da sistomtica dos
opiliõos» São Pau2o, Miia» no Dopart» do Assistência.ao Gooporativisno,
1945, 35 p» + 11 P» ilust» /Doutorado» Esc» Sup» do Agric» Luiz do Quoiroz da Univ» do São Paulo/»
.
ZENI JtÍNIOR,' João» iuiofolinog do Guritiba o arrodoros; ocorroncia o üJ.gur.ias
anotações biológicas. Guritiba, Inpronsa da Univ» do Paraná, i960, 62 p»
ilust» /Docência livro» Zoologia o parasitologia» Fac. do Fan"-i» da ünivcrsidadü do Pco-aná» Aprovado ontro 24 o 27»'4*196l/»

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61, - MEDICINA, ODONTOLOGIA, F/iHl'iÄCIA, VETERINMa
ABSRCISI, Fernando. Detecção histoqviiniici::.
fosfcta-se alcclina durante a. odontogenese do rato albino, Bahia, Fund. Gonçalo I-loniz, i960, 76 p, ilxistrado,/Docência livre, Histologia, Faculdade de Odontologia de. Univ. da Bahia, Aprova
do/,
A3REÜ, Maiioel, A docimasid pulinonar histologica (contribuição experimental pora
o seu estudo), São Paulo, A Linotipo, 1929, 173 p. ilustração, /Doutorado,Fa
culdade de Medicina, de São Paulo/,
ABREU, Oscar Moura, Contribuição |)ara_^o estudo da dosagem da tiréia no sangue "an
te" e "post-mortem" em suú.s, aplicações raedico-legais. Sao Paulo, Lembo, Homero &amp; Gompa,nhia., 1931, 96 p, /Doutorado. Fac, de Medicina de São Pa,;ilo/,
AIKCKINGER, Ernesto Christiano, Dos ajatimaláricos sintéticos. s,l,, s, ed,,1953
176 p, ilustrado, ^ /Docência, livre. Fa.rma.cia quimica. Faculdade de Medicina
da. üniv, do Paraná., Aprovado/,
AIBU'.iüERQUE, A, M, de Moura, e. Tratamento das varizes pelo método de Nobl,
Paulo, Tipografia Pa.uüsta., 1927, 111 p. /Doutorado, Fac, Medicina de
Paulo/,

Sao
São

ALDROVANDI, Carlos, A estabilidade das dentadura.s em função das deformações das
'resina's acrílicas (contribuição pára o seu estudo),^ Sa.o Paulo, s, ed,, 117 p.
ilustra.do, /Ca,tedra,, ' Prótese dentaria, '^q.c. Farma,cia, e Odontologia, da. Univ.
de são Pa,TJilo, Aprovado/,
ALECRIl'1, Ivan da Costa, Histoplasmose de Darling (reação intra^érniica pela hist^,
plasraina); contribixição ça.ra, o estudo opidenúologico na. cidade do Recife, Recife, Imprensa. Universitária., 1960, 54- p, ilustrado. Idvre docência, Parasitologia. Faculdade de Medicina da Univ. Recife, Aprovado em 13,11.1961/,
ALFREDO, João, Técnica da toracopla,stia. paravertebral extrapleural de S^uerbruch.
Recife,, Imprensa Industrial,- 1932, 61 p, ilust. /Docência, livro.
Técnica 0pera.toria e cirurgia experimental, Fac, ^fedicim do Recife/,
ALICE, Fortuna to Rigotti. ___Revestimento do modelo, elimiriaçao da. cora. e obtençu.o
da. expansão na confecção da. resta,ura.ção fundida em ouroj ensaio em torno
do
uma. conduta do labora^rio, Curitiba,^ Tip, Santa Cruz Ltda,, 1952, 42 p,
^
5 p, ilustrado, /Docência, livre, Protose, Faculdade do Medicina do Pa.rana.,
Aprovado em 6.8,1953/,
ALVARENGA, Roberto Junqueira do, Contribuiçãò ao estudo histopa.tológico dos tiano
res das gla,ndulas sali vares (estudos basoa.dos em noventa, casos). Belo Hori zonte, á, ed., 1957, 86 p, ilust, /Doutora,do, Fac. Medicina, da Univ, Mnas
Gerais, Aprova.do/,
.ÍLVííRES, Antonio Serra., Contribuição ao estudo clínico e tratamento dos grandes
cistos .paradentarios. Bolem, Oficinas ^Graficas da Rov, da. Vcterinaria, ^1956,
118 p, ,ilust, /Catodra., Clinica dentaria, Fac» de Odontologia do Pa.ra/,
Xlvaro, Frí^icisco Gemaque, i-blda-gem da.s fissuras palatinas congênitas. Bolem, s,
editora, 51, p, 1961,^ /livre docência. Prótese buco-facial, Fac, de Odoiito
logia da Univ, do Pará/,
ALVES, Antçnio Bernardino,
tivas a ancilostomose,
ilustrado. Doutorado.

V
^
Da tránsfusao e 'lou valor nas anemias graves consecuSao Paulo, Tip» -.rasil do TothscMld &amp; C,, 1921,99 p,
Fac. de Medicina, e Cirurgia de oãó Paulo/,

ALVES|^ BoiTiardo Ita.poma, ^Da, osteosíntese metálica no tratamento das fraturcS do
Fomur, São Pa.ulo, Se^ão do Obras d'O Estado de São Paulo, 1925, 70
ilustra
do, /Doutorado, Clinica cirúrgica. Fac. ííodicina- e Cirurgia do Sao Paulo/T

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61 - MEDICIRÔr ODONTOLOGIAp, FimklÃ, VETERINÁRIA (Cont*)
M
M
^
ALVES, hfo^art Boz^trai Cura da luxação rocidivanto anterior da articulaçao cscapulouraoralj tccnica do Oudard-*3a25y-Wilmonth-Ta,vcrnÍQri Rocifo» Tip» da Poli
c^a Militar do Pornalnbuco, 1959» 85 p» ilust* /JDoocncia livro. Clinica Ci~
' ■ rurgica» Faculdado do Modicina da üniv* do Rccifc. Aprovado cm 164 5*1960/,
ÁtVES&gt; Virgilio Itapema. Da torcoira Bulba cardíaca^ São Pa.ulo&gt; Est, Graí» Bugo
nio Culxilo» 1930, 152 p» ilustl ' /Doutorado, Fac, Modicina do São Paulo/,
ÁMfiRÁ^ Antonio Öacio Pra,nco do. Problemas do diagnósti^co do laboratório da, amcbiaaci são Paulo, Up* Rossolillo, 1955, lUp, /Catodra, ParaQÍtologia,Fa.c.
do Medicina da Uriiv» do Sao Paulo/,
AMARA^, Edgalxi M* M* Barrozoi Contribuição para o estudo da orifgcm c natureza da
célula de Loyd:^g* São Paulo, Empè Gí^fi da Revista dos Tribunais, 1939, 6lp,
ilustrado, /Catedra, ■ Histologia o íiabriologia, Fac. Farm, Odont, da üniv,
são Pa.ulo, Aprovado/,
AMARAL,^Francisco Porapoo, ^0 dompnio extra-diabotico ,da insulinoterapia com aplicação particularisada a torapoutica cardiovascular, São^Paulo,
Tip, Rossolil
Io, 1933» 103 p* ilust, /Doutorado, Fac, Medicina de Sao Paulo/,
•
AMAílAL, Milton Estanislau &lt;^o, Distrofia farinacea, São Paulo, s, od,, 1924.,8^p»
ilust, /Doutorado, Clinica podiatrica, Fac. Medicina e Cirurgia do São Paulo/i
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60, - MEDICINA. ODONTOLOGIA, Fm'lciL. V./rüKIlj/jliA (Cont^)
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JJLLMAf João Sarros de Sousa, Contribuição à fisiologia. do reflexo luminoso
da
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iíR/JíISSj_ Antonio Silves. Linfogranuloma maligno de origem "cocidióide", Sao Paulo^
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as falhas de dentadura durante o periodo compreendido entre a. queda do dente
docxduo o a orupçao do correspondente definitivo, nos mesmo indivíduos.
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Sao Paulo, s. ed., 1949^ 59 p» ilust, /Livre docência. Higionc e Odontolo gia legal. Faculdade de Fa3:Tna,cia. e Odontologia, da üniv, São Paulo. Aprovado/.
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ASSIS, Jose Lamartine dq. Contribuição para. o estudo anatomo-clínico^da neuròtuberculosQ^ São Paulo, Tip- íJdanec Ltda., a .'Op, iluot, /livre docência. Clini
ca nemiKJlâgiQç.^ Fac.^ Medicina üniv, São Paulo/«
'
Í.SSIS41 íáQ io &gt;íarquQ3 dCp SÍndarome nofróti. „ o crescimento__03taturalj rolaçao^ en
tyq ivívcis dc oaroaibumina e cresci'aanto ostatural, São Paulo, Graí. Ipiãos
Oaí^-tor;
1955# 96 p^ iliist, /Livro docência. Clínica medica,f Fac^
de
' Hwâicina da. Universidade, do Sao Paulo/.,

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.60. - MEDICINÁ. ODONTOLOGIE,

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tütrica. Fac» do Modicina dc São Paulo/,
AZEVEDO, ;João Baptistc Cordeiro ^do. iJ.guriia3 considoraçõcs sobro as roimplantaçõcs
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/iZEVSDO,^ Rayniundo Coi-dciro do. Emprego do nylon na çonfocçao das pontos moveis ,
Bolóm, Grafica Fai^angola, 1956, 73 p. ilust. /Catodrc, Prótese, Fac. de 0dontologia do Para/,
iiZEVEDO, Rinaldo do, Polagra^ contribuição ao seu estudo, s, 1«, s, ód,, 1935 »
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dicina Recife, Aprovado om 12,1935/,
íoZEVEDO, Tasso Fara.co do. Técnica, da escultura do dentes pcmanontes; contribuição ao sou estudo. Pelotas, s, ed,, 1960, 61 p, ilust, /Docência livre, Ana
tonia, Fac, dc Odontologia de Pelotas da Univ. Rio Grande-do SilL, Aprovado
em 27,10,60/,
/kZZI, Fernando, Contribuição ao estudo famaco-dinanico do diiútroalfanaftol 3o~
dico, são Paulo, Emp. Graf, da Revsita dos Tribunais, 1933, 52 p, ilust,/Dou
torado, Fa,culd2'dc do Modicina, de Sao Paulo/,
Bi-PTISTA^ Ruy Ne'vcs, Sobre a anr.toniia do ganglion ciliare, .Recife, Tip, Diário
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•
BACBÍiLíJl, ijrnaldo de Oliveira, i- surdo mudez no Brasil, Sao Paiilo, í-íartinelli, 'Ma
ia &amp; C,, 1926, 134 p» ilust, /Doutorado, Fac, Medicina, de Sao Paulo/,
BiJliXCHINI, Octaviíj, Estudo comparativo das reações de aglutinação de grubo^wio de precipitação no diagnostico sorologico da, febre tifoide. Ribeirão Bid
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Biili.TA, Jairo do Bragança, Aspectos da proteso dentaria. Bolem, Oficinas Graf, da
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B.JIB/X;hAN, João Jorge Diniz, Cicatrização pulparj fcnomenos iniciais, obse^ados
com vaaodilatador o vasoconstritor, s, 1,, s, ed,, 1958» 64 P« ilust, /Doce^
cia livre. Patologia, o terapêutica aplicadas, Fac. do Odontologia, de Porto AIcgre da Univ, R,G,S, Aprovado/,
Bi'i^OSA, i-jitonio^Stockler, illguns fatores que influem sõbfo número de. leitõos por
lei togada,, poso da lei togada, o sobrevivência de leitões, do nascimento a, ^desnr.inn (90 dias), nas r^ças Berkshire e Duroc Jersoy, Bolo Horizonte, s, ed,,
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iá KBDICINA. ODONTOLOGIA,

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VSlERINÄlIA (Cont,)

'"EíiPOSÂi í^edspiQO MöSpho ,Siiag§ßfl
aspletef» das relações hospodoiro para si
to ontro as fases lãrvarias C.o troiáatodoo /schis^sona mansoni" o o molusco
"australorbis glabratus", Rocifo, Irnp, m Fundüçãà Gongalo Moniz&gt; 1959» 5A P«
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BíiRBOSA, Frederico Adolfo Sinões» Aspecto oicrobiológico das leveduras anascosporadas psuudofilanentosas (Ihallosporalec, CryptococÊacoa.e). Recife, Min, Fernando Caldas, 1949&gt; 35 p. ilust, /Docência livre, Microbiologia c Imunologia.
Faculdade de Medicina. Univ» Recife» Aprovado en 2.10.50/,
M
^
/A
Freclcrico
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I

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61 - I'iEDICINA. ODONTOLOGIA. F.mXL., VLTSHInMl

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/A
.A
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ddssoolavel ionicaiiente, o tratanento requerer tenpo longo e so pretender eli
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BELLIBOI'H, Norberte. ^Esporotricosej contribuição paro, o estudo epideniologico, clí
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BICUDO JUNIC®, Joa.o da Fonseca, O reflexo crenastorico. Sua dissociaçao nas riole^
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BITTENCOURT, Júlio França. A pratica das injeções esclorosantes en rinologia. São
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BIV/JR., Caldas. Ruptura espontânes do utern^. Recife, s. od., 1927, 31 p. ilust.
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61 - MEDICINA. ODONTOLOGH.. FIIQ'iimL, VSmiNiÍRI.. (Cont.)
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^
A
«w
.
M
BOTTüRi., Casaioi Genese e evolução dos nega cario ci tos j ur^a, contribuição para o
tudo da citologia da nedula ossea, ^Sè 1., s, od*, 1946, 73 pi ilusti /Doütora
do Faculdade de MedjLcina da Univ, São PaulOj/,
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BCRBii^ Paulo do weiroz, A reserpina. (serpasol) no tratanento da hipertensão ar^
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BRAGA, ^jioel da Silva. Contribuição ao estudo da mandibul^ hunana; deteixiinaçao
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do Odontologia de Porto Alegre, Aprovado/.
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BiíASlCliJíO, João Baptista,. Pectoriloqxiia afônica. São^Paulo. Tip. Piratininga., 1919
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BRBNER, Zignan. Calazar canino en Minas Gerais. ^ Bolo Horizonte, s. od., 1957, 89
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BRILHO, Moacyr Corto. Da roenrgenterapia na hipofunção ovariana; doses irritati vas. Pira.ciba,ba., Tip. da "Gazeta", 1924&gt; 55 p. /Doutorado. Medicina o Cirur
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BRITO,
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doa
loa dentes; analiso espectografica quali:,ativa do esnalte e dent^na em primeiros prenolares superiores hunanos e a^fotoiaetria de chana coao netodo de anali
se quantita.tiva dos conponcntes inorgãnicos^dos dentes. Porto /J.egre, Of.Graf.'
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61 - MEDICINA. ODONTOLOGIA.

VSISRINiillA (Gont.)

brochado, iildeliairo Jose» Contribuição anatomo-antropologica era terno dos gnatismos supeiloresj nosísas idéias e a criação
m novo processo; pesquisas em ci^
nios bahianos. Bahia, s. ed., 1959, 77 p. ilust, /Catedra, Anatomia Pac.
de
Odontologia da Univ. 3ahia. Aprovado em 25.6.1960/»
BRUNO, Antonio fíiguel Leão» Da deformidade permanentej estudo médico-legal. s» 1.
Rossolillo Editora, 1945, 9S p» ilust, /Docência livre. Medicina legal» Facul
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BÜI/jiiRELLI, Thãauz. Contribuição ao estudo do problema de higiene gré-escolar.São
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6i - í-IEDICINi., ODONTOLOGIA. FiJüi/lciA, VETERINÍJIIÍí (Cont.)
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C/JIDOSO, Francisco ilntonio. Da possibilidade
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rica, com resultados eficientes, nau grado a escassez dos reciirsos nela emprega
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cuidado de iíedicina, da Uráv. Sao Paulo/.
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CiilNEIRO, Geraldo Gonçalves. Sficiência reprodutiva o produtividade em suínos. Be
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mento animal. Esc. Sup. Vot. Univ. Rural do Est. Mna,s Gerais/.
CiilNEIRO, José. Estudo radJLoautográfico sobro a síntoso protoica. Incorporação cb
leucina, metionina o glicina radioa,tivas.
(H3) om tecidos de camundongos. s.l,
s. od., 1959, 54
ilust. /Docência livre, Histologia e Embriologia. Fac. Mo
ilicina, da Univ. Recife/.
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CiilNEIRO, Luiz Siqueira, Contribuição ao estudo microbiologico do agente etiologi
CO dxL doença de Jorgo Lobo, Recife, Imprensa Industrial, 1952, 103 p, ♦ 47 de
documentário fotográfico, /lávre docência, ííicrobiologia, Fa.c. de Medicina da
Universidade do Recife, Aprovado om 25*2.1954/»
G-iilON, Mucio, Contribuição ao ostudo da moldagem para a confecção de dentaduras
complostas, Curitiba, Emp, Graf.-Paranaense, 1940, 53 p» ilust. /Protcse. Fac.
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CARViJLHO, i^donis Reis lira de. Histopa.tologia do lesões hopaticac atribid^veis
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desnutrição om indivíduos de O a 15 anos de idade, no Recife, Perbambuco, Brasil, Recife, Impresso na. Imprensa Industrial, 1955, 54 p* *5 p» ilust./ Livre
decência, ijoatomia o fisiologia patologicas. Fac.Mod,Univ,Rocife.Aprocado
om
23.8.56/.

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61 - MEDICINA. ODONTOLCXilA, FIHMÍJ3I,., VßlSFwINiJili. (Cont.)
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ritiba, Of, de Aprendizagem do SSNAI, 1960, ICp p, ilust, /Docência livro, Ai^
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GAUDURO, Sergio. FunâiçQ,o do corou.3 tot::isj no:"'.ificaçõcs^introdúzic'.as na tcciúca
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CONDE, Raul,^ Estudo anatoaico, con dados experiraontais sobre a distribuição
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nervos fronicos no nusci^o diafragua do "sus scrofa donosticus". s. 1., s, ed,
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ca odontologicu.» Fac, Farm, Odont, Univ, Sao Paulo» Aprovado/,
CQRRE/i., /ijitonio Adamnstor, ^Estudo sobre o angulo cavo-^superficial oclusal no pr£
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A
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grarxij observaçoes sobro a. aça,Ovdo gluconato di.e sodio^e a.ntinonilo. Belo Hori —
zonto, s. ed.j I.96I.-, 1V|. p. ilust, /Doutorado, Terapêutica clinica. Fac. Medicina da Universidade do Lün,.'S Gor.-'às/«

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61 - MiíDICINÁ, ODONTOLOGIE. F.ÍBíí^CIa. V^'imnihxIL (Cont.).
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I
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MEDICINA. ODONTOLOGIE, F.jtólL. VETEÍvINiláA (Cont.)

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GUARIENTO, Antonio, Importância atual dos^grupos sangüíneos em obstetrícia, s. 1»
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61 - ivíEDICINA, ODONTOLOGIA, Fi3idciA» YZ-TEBluhlL (Cont,)

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biologia, e Imunologiao EsCc Supe Vete Univ« Ru» Est» íüna,s Gerais/•
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61 - MEDICINA, ODONTOLOGIA. FiüM^CIA,' V3TERINÍÍlIA (Cont.)
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61 - MEDICINA. ODONTOLOGIA, FiJüdciA. VETSRIN/jHA (Oont. )
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gia o Enbriologia, Fac. Mod, Univ, Recife, Aprovado on 3,12»59/.
LIMíi, Ulyssoa, Vianna, Variações tórmcas das propriedíyles elotrofisiologicas dos
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LINS, F. Meira, Contribuição ao estudo da hopato-esplenopatia osqiaistossomotica
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LINS, ^hroionilo do Barrt:)Se Contribuição para o onprogo do sulfardlamida o sulfadorivados na reação do Van den Bergh o na dosagen do bilirrubina, Recifo, s,ed,
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61 - i^GLDICINA, ODONTOLOGIA. FüRl^OIA, V3íERIIíJCrIA (Cont,)
HíiffilQUES, Antonio da^Trincla.clG Moira, Da aplasia dos órgãos genitais internos da
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JARDIM, lolanda Rovigati da Silva,
do Janeiro, s, ed,, 1949* 50 p,
nal Farm, Univ, Brasil/,

Notas à margem da fcrmacopéia brasileira. Rio
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""

JORGE, Francisco Ba.stos do. Contribuição ao^estudo da composição química dos alimentos de ^consumo habitual no estado de Sao Paulo 5 sodio, pota,ssio, cálcio, ma^
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JUíIsjUEIRA, Lt^z Carlos Uchoa. Agao do iodo e do honaonio tireotrópico "in vitro"
sobre a colula tireoideana. Sao Paulo, Up. Rossolillo, 1947, 36 p. + 8 p. ilust.
/Doutorado, Fac, Med, São Paulo/,
JUNQUEIRA, Liiiz Carlos Uchoa, Contribuição ao estudo da embriologia dos meso e mp
tanefroe do embrião do galinha (gallus gallus domesticus L,)j estudo morfológico, histoqijimico, bioquimico e funcional, São Paiilo, s,^ed,, 1951, 54 p, + 5 p,
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JUNQUEIR/k, Luiz Carlos Uchoa. Estudo histologico, histoquimico, bioquímico o exp_e
rimental da glandvila submaxilar do çamondongo (mus musculus L,), São Paulo, s7
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/Catedra. Mero biologia'e Immiologia« FaCc Med. Univ. São Paulo/,
LA TERZii, Carlos Napoleão» Semiótica das ^^-andulas suprarenais; ad3x»nalinemia
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LEAL, Rubens Azzi, O leite, sou controlo higiênico pela prova da redutase, São Pau
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éO. - MEDICINA, ODONTOLOGIA, FiJí^i/.CIA, VETERINiÜlIA (Cont.)
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Carneiro. ^0 indico rofratonotico do sangue na gravidez,
cife,_^ üp, Erap, Diário 'da Manhã^ S/a, 194-9? 62 p« ilust. /Doconcia livro. Física
biologica, Fac, Med, Univ, Recife, Aprovado om 2,10,50/,
LE/-0, Rubem Carneiro, iineurismectoniiaj. tratamento do escolha nos aneurisraa-s
dos
membros. Recife, s, ed.^ 1959? 76 p. ilust, /Livre docência. Clínica cirúrgica.
Faculdade de Med, Univ, Recife, Aprovado em 20,4., 1960/,
LEITÃO FILHO, Carlos iilborto Pereira. Considerações sobre as psicoses gravido-puorperaiSf São Paulo,^0 Estado do.São Paulo, 1923? 58 p, ilust, /Doutorado, Fac.
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LEITE, Valdemar da Grg,ça, Criminalidade ú dentes. Salvador, Up, Beneditina Ltda,
1954? 116 p» /Docência livre. Higiene o odontologia, legal. Fac, Odont. Univ,Bahia
Aprovado om 30.7,54'/*
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LEME, Francisco do Assis, Somiologic; das fossassupra.-claviculares, São Paulo, Ti-pografia,. do Globo, 1923? 79 p. ilust, /Doutorado, Fac, Med, o Cirurgia de São
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LEi-ÍOS, Hindonburg Tavares de, Ileocolostoniia.: localização tonial o intertonia^j
contribuição experimental,. Recife, s, a],., 1953? 133 p, /Docência- livre» Técnica oporatoria o cirurgia, experimental, Fac, Med, Univ, Recife, Aprovado em
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LESER, Walter Sidnej Pereira., Demonstração da existência do hipovitcaninose A emcertos grupos da populaçqp da cidade de São Paulo, por meio da biofotomotria,ex
pressos os resultados, -por uma nova foraia - o iç.dice 'biofotometrico, Necessida.do da dcterriúmção desse indico nos candidatos o. carteira do motorista e seus
portadores, Sao Paulo, s. ed,, 194-6, 71 p, ilust. /Catodra, Higiene e legisla! ção farmacêutica. Fac, Farm, Odont, Univ, São Paulo. Aprovado/.
LÍSVYjj^ Jose /jitoniQ. Cistomotriaj sou valor "no diagnostico do afecções neurológicas
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A
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61 - MEDICINA, ODONTOLOGIA. FimÚJJlL»-WmirãílLIL (Cont. )
UM/*, Francisco Xavier Pinto, Contribuição a.o estudo clxiuco g radiologico da bla£
tomicoso puliuonar, São Paulo, s» od,, 1952, 374. p, ilust, /Doutorado, Fac, Modicina Univ, São Paxilo/,
LIMi'., Jutorib de Oliveira» /üLguiia-s obsorvagõos sobre lactobacillus da, cavidade bucal. Salvador, Funda.ção Gonçalo Moniz, 1959, 73 p, /Catedra, Microbiologia, Fa
culdude Odont, Univ, Bahia, Aprovado em 1,7,1960/,
LEMA Jurotib cje Oliveira, Considerações oni torno dns antissopticos e desinfectan tos dontimrios, Bahia, Inpronsa Oficial da Ba.hia, 1957, 4-7 p, ilust, /Docência
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LUÍ/i, Lucio Penna de^Carvalho, O Streptococcus Sanguis White no endoca.rdito baotori
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JJDiiif ^fe,ur£cio de Lemos Pereira, Contribuição ao estudo do "os tjriLgonuci tarsi"; ob
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61 - MEDICINÁ. ODOÍJTOLOGIA. F/mCcii., V3]SRIWiÍ"lI.l (Cont,)
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Modicina. Univ, São Paulo/»

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61 - r'iEDICINA. ODONTÜLOGIÁ._

(Cont,)

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cio. Modicina logal. Faculcladc de Medicina de São Paulo/.
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•
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^

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Graf. Folha da i%nha S/u, 1951, 121 p. ilust. /Docência livre. Clinica da.s doen
ças tropicais e iiofectuosas. Fac. Med. Univ. Recife/.

■

KJíQUES, Ruy João. A prova, de Ka.tsch-kalk na cirr")se atrofica do fígado. Recife, s.
ed., 1943y 120 p. ilust. /Docêneia livre. Clinica medica. Fac. Med, Recife,Aprj2
vado em 21,1.1956/,

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e
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Mi'iRTENEZ, Gilberto Ra,ul». Contrib^iição para, o estudo d." emprego da s-^lução salina^ de
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Mi'JiHNS, Elcuterio Ara,újj;o* "Impressões finais do maxilar" utilizando uma técnica
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V , ■
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61 - MEDICINA. ODONTOLOGIA. FARIÔi^GIA. 1/STElIIÍÍí^IA (Cont,)
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61 - MEÖICINi^ ODONTOLOGIE^., F/iü-aíCIU VETBRmCm;* (Gont.)
MIíLà®i-, Wladoniir» Ifa novo osporotricado o duos rc&lt;:..çõos^alérgicas» Pcrnanbueo, Inpron
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I
MONCAU JTJNICH, Pedro. Contribuição para o estudo, da. avaliação do desenvolvinento fl.
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loenças infecciosas agudas o tropicai
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�61 - MEDICINA, ODONTOLOGIE.. F;JIMí'cIí.. YETSTJ.lUIÍlL (Cont,)
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NOGÜEIRíx, Dirsa. Soloção cie fon:ia, c toiicnho cios incisivos centrais superiores (con
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os fatores netabolicos de doença vascul^ hipor-bensiva esperincntal, Sao Paulo,
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na da Urúv, São Po,ulo/,
_
■
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na.riz. Recife, s, ed,, 1954, 43 p. ilust. /Livre docência. Prótese buco-facial
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das tonsilas. Recife, Inprensa Indvistrial, 1937, 54 p* /Livre docência. Micra
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.
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do. Facilidade do Mediciim do llocife/,
OLIVEIR/j., Luciano de, . A galactosuria provocada na exploraçao funcional do fígado.
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a livro. Física aplicada à farmcia.. Fac. ITacional do Farriácia da Univorsidado do Bra.sil / Aprovaxlo on 1958.
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P/iROLlRI, João Baptista.. "Paj?s nonl^raiiacoa sopti cordis" no hononj dados so
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61 - MÈDICINAi QDOIITOLOGB.. FÄH^LlCIA. VETERUtóRIA (Cont.)
PiiRQLiiRI, João Baptlstr^.. P-xs nonbraiaacoa sopti cordia no honora; dados sô
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alguios casos do pirodontopatias. RGCifo,-s, od., 1958^ 5'3 p. ilust. /
Docôncia livro. Tócnicn odontologica. Fac. do Mod. da Univ. do Rocifo /.
P'.SSOS, Gcorgo da Mota,. Procossos carióticos nicóticosj tocnicas do dofosa.
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S. Paulo, Casa Duprat, 1919, 49 p. ilust. /Doutondo. Pac. do Modicina
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P/iTTI, Francisco, Raios X ,o notrorragias ovarianas. S, Paulo, Tip» Ideal,
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PAWEL, Martinvis. Sobro o cálculo natonático da propagação das nolóstias infocto-contagiosas crônicas. S. Paulo, Graf. Paulista, 1926, 5A P» /^91i
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PEQROSO, Goraldo /dvos. As doros raq\ioanas sob o aspócto clínico o infortimíja
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PEBROSO, Odair Pachoco. Tratanonto do po colcânoo pcTalítico^invotoradoj pro
cos so Rezondo Pvioch. S. Paulo, Er.ip. Graf. Rovista dos Tribunais, 1953, ••
157 p. ilust. /boutor.?xT.o, Clínica ortopodica o cirúrgica infantil. Fac. do
Modicina do S, Paulo./ Aprovado.
PEIXOTO,Francisco /ifraiiio. Contribuição ao estudo da ostabilidado das rostaviraçõos dentárias, B^liia., s« od., 101 p. ilust. /Livro docôncia. TÓcliica odontológica. Fac. do Odont. da Univ. da Bahia / Aprovado or.i 6r7/55»
PEIXOTO SOBRIllHO, Francisco Poroira, Contribiiição para o ostudo da sonotora
pia ospocífica da oscarlatinr.. Goxipinn^, Casa Gonovid, 1926, 110 p. ilust
/öoutorado, Fac, de Medicina do S, P:,ul9 /,
PEEDEIRA, Athaydo. Tocnicas o resultc^äos das prost-&gt;.toctonias porinoais nos tj^
uoros da prostat*^.. S, Paulo, Gir-f, S, Josó, 1953, 294 P» ilust. /Catodra
Clínica urologica, Fac. do Medicina da Univ. do S, Paulo /,
lEREIR;;, Athaydo, Tw-ioros epr.toliais da bexigas diagnostico o tratanonto. S«
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PEREIRA, Colso do Liria. Contribuição para o estudo da defloicão dos dontos da
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�61 - MEDICm\. ODOilTOLOGIA. J/iBI-IAGIA. VETERDI-'ällA (Cont.)
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Fac« do i4od, da Univ. do S, Paulo /.
RAIMO, Hicolino. Contribuição para o- conhocinonto da cario, dentária na cida
do do S. Paulo, S. Paulo, s. od., 1957, 96 p. ilust. /boconcia livro.
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Porto Aíogro /.
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Er.íp, Graf, da Revista dos Tribunais, 1933 , 82 p. ilust. /Doutorado. Fac.
do Modicina do S. Po.xxlo /.
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ptais dos honisfórios corcbrais. S. Paulo, Casa Duprat, 1918, 48 p. il^s
/boutorado. Fac. do Med. o Cirurgia do S. Pavilo /.
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61 - MEDICINA. ODONTOLOGIA. FARMÁCIA. VETEREIÍRIA (Cont.)
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/Doutorado. Fac. do Mod, da Univ.

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do Miiias Goraie / Aprovada,

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vorsidado do S. Paulo /.
RIBEIRO, iílvaro do Olivoira. Contribuição para o ostudo cias oncofalopatiaa.
S. P■^ulo, Imãos Forraz, 1927, I64 p. ilust, /Doutorado, Fac.'do Modiqi
na do S« Paxilo /.
RIBEIRO, Dorival da Fonsoca. Sobro as taxas nomiais das protoinas do soro •
S. Paulo, Estab. Graf. Irr.íãos Forraz, 1930, 36 p, ilust. /Doutorado,
c\ildado do Mod. do S. Pavilo/,
RIBEIRO, Hugo Nancy do Olivoira, Encofalografia artorial. S, Paulo, Tipo grafia Paulista, 1928, 80 p, ilust. /Doutorado. Fac» do Mod. do S. Pau Io /,
RIBEIRO, Rono. As oscuizofroniasj ostudo ostatístico o sua aplicação à hi giono nontalj ^Rocifo, Of. Graf, do Roíoda, Priori, Imaos &amp; Cia, 1937, 1C0
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RIBEIRO, SoJ-iwl Loito.
ostado do S« Paulo,
Mod. do S. Paulo /,

A fiscalização sanitária dos gônoros aliniontícics no
S, Paulo, s. od., 1926, 124 P* /Doutorado. Fac. dà

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profila;:ia). S. Paulo, Irmãos Forr".2, 1926, 136 p. ilust. /Doutorado,
Fac» do Mod. do S. Paulo /.
ROCHA, Francisco Joso. Tratrnonto dos abcossoa corobrais. Bolo Horizonte,
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nar-ibuco. Rocifo, Lipronsa Oficial, 1955» 75 P» /Doconcia livro, Higifi
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RODOVALHO, Octávio Augusto. Da prova do stockoy^auockonstodt on nourologia,
S. Paulo, Imãos Forraz, 1931» 97 p. ilust. /Doutorado. Clínica psimaJ^
triea o nouriátrica, Fac.-do Mod. do S. Paulo /,
RODRIGUES, Antonio Carlos Gana, Cirurgia das vias lacrinais. S- Paulo, Casa
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RODRIGUES, Antonio Carlos Gnna. Contribuição para o ostudo das novralgias
do trigônoo. S. Paulo, Ei-ip. Graf. Rovista dos Tribunais, 1938, 128 p.
ilust, /Livro doconcia, Norarologia, Fac, do Mod. da Univ» do S. Paulo /
RODRIGÜES, Hildogardo. Contribuição para o ostudo das rolaçõos anatoraicas
ontro nusculus buccinator o ductus parotidous no hoi-aon. Bolo Horizonto,
s. od., 1959, 58 p. ilxist + 5 p» /Doutorado. Aiaatonia(sistÔnica o topográfica). Fac. do Mod. da Univ. do Minas Gorais / Aprovado,
RODRIGUES, Josó^da Silva. Trataiionto das fratijras nodiais o psoudo-artroses
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do Rocifo /Aprovado on 13-7-1960.

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61 - MEDIGIIIA. ODONTOLOGU&gt; FAEMXCIA. VETERDÍiÍRIA (Cont.)
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SALVaTORE, Carlos Alberto. Fator vascular do ondonótrio m otiopatogonia
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SETTE, Hoel, As lorrnthácoaí nr torr^pêutic* (contribuição pp ostudo dó psittpc*nthus) dichrous no trrtpniontn dr íiipertons^o artorial), Recifo, is.'od.,
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cife. Aprovdo em 20.3.1940/.
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SIIAT-Í, ülborto C-rv«lho da~ Estudos nnbro a carência do ácido fólicò no g*&gt;to âçí
místico3 folis cptus Linnaous, 1750' feij-is domestic" Gotí.in, 1788. São Pwulo,
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SILV.': f Jintonio C^rdozo da. Contribuição ao estudo da circulação ronal nn hidrone-'
froso (trrbrlho'exDoriJ!icnt,'&gt;l). Rocife^'Ed., "Fios Cfirmeli", 195QÍ 63 p» ilust,
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^,12.50/.
*
.
.
é
SILVA J Enílio Dinlz'd•, Cóntribuiçpo
Gstúdo dos colírios. Rio de' Janeiro, s»
od», 1949* 111 P» ilust. /Livre docência. Farmácia galônica. Fac, Nac.
d®
Fíjrnáci?» do Univ, do Bresil/,
t
SlWAf Emílio Diniz d«, Dos -gonter etivos de stiporfício o'do plgumas de suré
flplicpgõee nps'formas f9rn.*&gt;ceutic&lt;&gt;.s:., Rio de Janeiro, si. ed,, 1954.# 102 p,'
■ilv.í5t, /Ciítedrh, F^rnircip gslÔnic?^r Fpc, Nac, Frira, Univ, 3rr&gt;sil, iiprõvdo/,
SILVii, Ib ~no3 iindr^dc, 'Contribu.içro «jo ostudò d^s r^ontgenogrnfiés poriapicnis,
S?o'PtMlo^ Sndi Graf,'.fest !lngalh~en Ltân., 1946^.72 p, ilust, /Livre docSfl
ei". Fnc. Farm, Odont, Univ, Sso Ppu7/^; -Aprovsdo/,
SIUTAj'Luiz C, Tf'V-ron''da, Estudo ncdico-cirúrgico d- osouistossobiíaso do inenson. Recife, s, ed., 1945^ 30.3 p, ilu.rt,'/Livro docôncia , Clinica cirurgic". Fpc» de í-bd. do Rocifo., -'^jprovdo on 9^1946/»
SILV j íiuiz C, Tr&gt;v"ros d»i, Hórni:-- dipfr^gn^ticn, oeofpgito o lílcorn poptics do
oaof^go. Rccifo,
od.,' 195?^ 1S7 p, ilusi?, '/Livro docôncin, Clínicp propodsuticp - cirúrgica» F*ic. do íbdicinfi. c'" Univ, do Rccifo/^
'
SILV";, l^rio do ífor^eg .•lltonfcldor-.. Contribuição ap tri»tímentó nádico das úlcer»»n
gafitroduodbnpifj pcl'^s injeções do'popsina-. S?iò Patilo, Eráp. Graf, Rov, âos Trj,
bunfis, 1932, 92 p» + 1Ö p, il.uf5t. /Doutorado, Fpc. Mod, do São Pínulo/,
■
«»
.
•&gt;
SILVJi, Oaw;;ldo Riedel do Souz.'' a,, Motoào do iiddis. Estudo crítico; doteminnçpó
dos linitoí^ do nom-lid?&gt;do dos'v-^lóros por elo fornocidos cn.cripnçps dp'cidr»do do oSo^P«»ulo', ®ó P«ulo, s, ed., 1956, 64 p, iluét, /Docência livro,Clinior» podirtrica, F«&gt;c, Modicina dp Univ, Sino Paulo/,
SILVü, Ronildó Torres o, '/.Iterações porioà9nteis'c gostpçpo'; contribuiçêo po
sw estudo. Recife, s', ed. j 1952^í 4-2 P» ilust, /Cátodrn. Patologia e terrpêutior 'íplicdas, Fac, ífed, Univ, Recife/,
SILVJl^ Ruy, Incruf?taçces raetalicae de'finalidade terwpôutic», Rocife^ s. od,,'
19o0,__30 p. ilirst, /Docêncl» livre, Erotose fixa, Fac, Odont, Univ, Recife/,'
SILV/i, Wsndcrloy Noguoira^da, ContribiTiçõo paro'5'ostudo do volume de~síngue '
circtilante na insuficiência cpfr.'acá congestr.Ta. Síío Pr&gt;iilo, Linográfic?» Ed.,
1957, 55 p, ilust, /Doutorado, Fac, Medicina. Univ, S^o Paulo/,
5ILVÄ ^illOR, José Simões e, Contribuição ao estudo fisi'-logico das glíndulas
salivares (rattus norvégicv-s norvegicus, berkenliout). Salvador, íip, Benéditina Ltdn,, 1954, 62 p. í3ueõ. /Docência'livre- Fisiologia. Fac, dc Odontologia d!&gt; Univ. de Bahia. Tip^c-ado oa 22,7,54/,
iliyü iTOJiCE, Júlio de iindrpde. Contr5.buição para o estudo do netabolisno beßal
na osnuizofrenic? o n- pB.icoIogla raiíâtc':'-üopróssivs- .São P&amp;ulo, Est, Grafico
Irmãos Ferrr»2, 1931? 67 p.-. ilust^ /Doutorado. F«&gt;c. ifcdicinp do Spo PpuIo/,
Ccnõr j
a profilaxiii d"H telniniroses'do homem,
no
Brasil, Rio de^J-noiroj, s' od,; 194?^; A88 p. ilust, /Cátedra! lÜgieno o legislação farnaceutic, Fec.. Ifcc, Fãit..
Brasil. /:prov-do/.

�6l -

ODOIITOLOGB. F.'HÍ'Í/ÍCIA. VET:ZRIIlÍRB^_(Cont,)

SILVEIRA, jofsó. Contribaiçpo paríi o óíitudo da' idontificação específic» do í3«^ngUQ polws c^t-^lases.' 3ro Paulo, s, od,, 1931, 27 p. /Doiitorrdo. F^c. de Ife
die ias do 3« o P^ulc/,
SILVEIRA, T"T3Íto# Dn "noncefnli." oni obstetrícia. GSo Pnulo, O nistfídc de São
P'^iilc, 1921, 4-Ö p. ilust. /Dou-torr^do. Fnc. ds ifedicin»». e Cirurgii de S?o P-i

SIQlT^IRí, iiry Sentes do. O sulfato âo nngnósio n-í, r&gt;nostosi?; contribuiçno p»rr
o ostúdo dn açio fhrmcò-ãinanica. Sno P.^ulc, 'Icncr &amp; Filhos, 1930, 152 p
ilust, /Doutorado. Fnc, Medicinai do S?p P^ulo/,
SIOÜFilRA, Jeder Toixoirn do.»
CO dos rolngoos d® fnsciff
Q poctihonl (Coopor)j sup
da Ilniv, de JíLnáo Gerais,
dicina da TJniv, do Minr«:

Ccntribuição pnrr. o ostudo anntômico e microscópi
tr^n^vors^^lis com os ligpijjontos inguinnl (Poupart)
iniportônció cirúrgica. Solo llorizontó. Imprensa,
1961, 50 p. + 8 pi ilust. /Doutorado, Fac, do MeGerris, iprovndo/,

SHIFINO, Leonardo, iínostôsi^ loc?l o pressão snnguínoa; ccntribuição «o estudo
. dns v«ri#&gt;çõos do pressÃo snnguíhoa ó púlso'artérÍPÍE sob a ação do'fmo.!itósicos^locpis com ô som .'&gt;dren!5linai s,'1,, s, odl, i960, 7ß p, ilust, /Docônci"'livro. Clinicfl odontol3!gicr&gt;, F&gt;^c. do Odont, de Porto^'ilogra ãn Univ» do
R,0,S, Aprovndo/,
SCl'iRSS, &gt;í)zrrt Pereira, F.^tôros convorgcntos n*" desdoborto âo circulnçro sangüínea, Porto iSlogro, Inipronsa Univorsitírici, 1954-&gt; 85 p,' /C'todr". Fis3^
logi" dos nnim'iis donópticos. Esc. Z'gron. o Vot. Univ. R,G. S,/,
SOÜZ'írgomiro Rodriguos dó. Tiroido c'psiouismo. Sso Paulo, Rov, dor. Tribun-riis, 1929, 221 p, iluf^t» /Doutorado, ?ic. Mcdicin*» do SSo Paulo/,
SOUZ'', Uiiz Goolho do. Contribuigno
ostudo clínico dos opulis. Bolem, Of,
Gr-f". d.-i'Rov. d^ Votorinnfi'», 1956, 109 p.* il'-St. /Cátodr", Clinica dentnri", F"c, Odont, do P'ir.r/,
«
SOUZ-i, Roberto de. Efeito de substancies p^r^ssimp^ticomimóticn soíiro n sécroç^^o S"livnr do "galluD donosticvis", s. 1,, s, od., 1956 , 21Ö'p, ilust.
/C)^tedr'&gt;, F-rJi^ocdin^inicr, tcrf^pôuticr o «rto do fcrmulnr. Esc, Sup. do Votorin~rir? d'&gt; ITniv. Rujral do Est, do Minas Gorais/,
SOüZí, Sylvio Riboiro do, Pertubrgõos nont^is nas formas ijfolongad^s da oncofaiite ópidomic«, São Paulo, Irm^ór! Ferraz, 1928, 137 p, ilust, /Doutor«do, F'-c» do ífcdicinn do Sro P'^iHo/,
STÍVAIE, i^lfrodó, A dirtonaia no trptmonto d"s uretrites gohocócics o súns
oomplicn^õos, 'São Pnuloj Irmõos Forres^ 1928, 06 p, ilust. /Doutorado, Clj,
nio* cirurgic«. Fac. Mod. do vSão Paulo/. ,
SU-ASSUN" , M^rcóa^ Contribuirão ao estudo da crroncia protoica, ílGcifo, s, od.
1948, 120 p, ilvc t, /Livro d oc encia. Clinica pódintricn módica, Fao, de Ifedicin** d" Univ, do Recife, -'^.provado em 26,9.4-9/.
SUFFRRT, Lóo Wornor, ' Contribuiçõo'ao ostüdo do gêsso. Porto Alegre, Tipogrffi" Mercantil Ltdi.^ 1951, 64.'p, ilúi^t. /Doconcia livro, Ifct^^lúrgir e ruimic- aplicdrR. F'-c. de Odont. Univ. do Porto Alsgre. íprov^do/.
SÜFPSRT, Lóo WornBr, Çontribúiçãó ac ostudo'do rlgumas pr^opried^dos físicns
em amálgamas oâontologicos. s.'l., s. od.,'1958, Ö3 p, ilust, /Crftedrr,
Metalurgia o nuimica- /iplicnd-^s. Esc, Dd^nt, de Porto ülogre, Aprovdd/,

�73
61 - MEDIGINS (DOilTOLOGB. Fi^RílíCK. VETJ^RIN-ÍRX;^. (Cont.)
MBACDF, Germ^noi' Podor '•milolítico d«* S'&gt;1ívíí niôta humnh^j'contri'^iQro ac
sovi estúdoi
Inrorohdrt Qficiol dé
1953j G3 p» /Docencip livro,
Fislologiftt Fací de Ckionti Univ. Behia. iiproVfido ora /t.7í5S/,
TAMUíI, Íí-d^chi* Ourv? dö çómponsnçÃo (tr htríbuigfo eo seu ostüdo); Sao Ppulo,
s, Qdi^ 1960,^,96 p, ilusi* /Docenöia livrôi Prótofie dentária. Fac.-Fana» o
Odnntí ÜniVí 3ap Paulo» i^-provadi/A
"
TAVÜRES, José Engracio. Poro'Jidado n^s fundições do ouro5 contribuição èo ostudo comparativo d" norosidpdó nns fundições do oúro roaliz^âíis om tros tipos
de Éiá'^uinab, Pelotas, a. od., 1961,^4-8 p. ilust, /C^todra. Prótese dentaria
Foc, Odont. de Polotas Univ, RGS. ..';provaãffl/.
Gilniárió M. ^ Gura abòrt«»'d'^ caverna túberculósft do pulmão 5 subsídio
»0 sou o?3tLidó*&lt;Fortf»loza, s. éd., 1956, 50 p» ilust./Livro docônci«. TisiologÍ8. F«c.do IfcdicLna d» Univ. Recifcj_ ^'iprovrdo em 2?.0.56/,
TELIES,^Rí-ymundo» Guimarnop, 'Influencia do f^tor endógóno na produção do anomaliéa dentó-maxilo-faciais^ Belón, !Ijiipre?^sso'na Rev. de Voterinaria, 1956,
95 P» llUPt. /cátedra. Ortodontir». Frc. Odont. do Pari/.
TENUEO^^ Rol ando _ Ä. Iodovontriculogra:Çi® j aplicações! aò diagnóstico daíi afecÇÕos'cirúrgicaG da região do terceiro vontrículó o ôa íoas» cranianà posterior. Sgo fpulo, Tin„ Ed"nec Ltâa^, 1954-^ GO p. ilust; /Doutôrado. Faculdade de Mad. de Univ. São Ppulo/,
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TEODÖSIOj, Bianor do Silva. Epidemiologia e profilaxia. da tuberculose (contribuição n seu estudo atravcr;^do'disDonf^ário onti-tuborculoso do 4-® dintrito'.
s^nitírio da cidade do'Recife), Recife,' Imprénsa IndristrialJ 1955, 24.1 p.
±lust, /Docência livre, Tisiologia, Fac, Med, Univ.. Recife/.
TFODÕSIÒ, llaído R, Contribuição exporiraontsl &lt;^0 estudo fisiológico da hipoglieenin'(atuação do fator hipogliceraipnte do "anacardium occiSentalo L"). Reci
fe, s.od., i960, 145 p. ilusí. '/Livré docência, Fisiologia. Fac. Medicina da
Univ» Recife, .Aorovodo om 28.10.196l''.
TIBIRIÇÍ, Pftulo âo^%ioiróz Teiles, /irteriosclorose bovina' (trabalho de «natoni'a
patológica' comparada). Sgo Pruio, EditorieiJ, Helios Ltda., 1926, 202 p. ilust,
/Doutorado. F«c, Medicina de São Paulo/.
TEZOT, Jono -fllVes. Deteminaçeo da ircda individual, Curitiba, Emp, Graf. Paranaense, 19'?9, 54-. p. ilust, /Ortodontin e ddontopediatria^ Fac, ífedicina do
Paran^. Aprovado/,
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TCDE3C/;H, ""Reynaldo, Contribuição so ostr.dó da-^porosldade nos apflrelhos parciais
moveis« Sfto-Paulo, s, éd,, l960_, 84- p, ílust. /Docência livre. Prótese de^
t/ria. Fac. Fprm, Odont, Univ, São Paulo, provado/,
TOIEDO,'Luíb Gonzoge de Campos, O lí-uxdo céfalo rpi^uidisnò cm neurc-psínuiatria,
SSo Paulo, ImprenFP Metodista, 1929? 135 p. ilust. /Doutorí^do, Fac.
do Medictoa do S«o Paul«--/,
TOIEDO, Oct^vio M^rtiní^^; de. Contritaui^po par^'n estudo do tratar® nto cinirgicodor nn-surisman »rtóriais dos membros, 3,1,^ Reis, Cardoso, Botelho Sc Cia.,
195?, I90 p. ilust, /DccÔncia livre. Clinica cirúrgica. Fac. iísd, Univ, Spo
Pi'Ulo/»

�61 - IfiDICHÜ. ODOHTOLOGI/i.'F/.RMiGB. Y^TÈimi^RU (Cent.) _
TOLEDO, Octnvio I-í^rtins, D© aç?o hipoglicomiante da podrn hvme cá^, S«o Pwuloi
Tipógrpfiõ flilgon /indr^tde flotto &amp; Cin., 1929&gt; 7ß p, /Doutorfldo, Frrnf»cologir,
Pne, d© Med», de 3po
P^-alo/,
✓
,
,
t *
w
TOIEDO, ThToillo ü» Neubom de.' PrimQirr'S posnuis'^n ppr»» splicgõo do micróí?-*
copio'do fPBB « frrriricognoBia. ' 3ão ?''ulo,' Composto por'Edipo, 1958&gt; 96 p,
ilUvSt, /Oítod.Tr. Fí»rn^cogno3Ía, Foc, F-^rm, Od^nt. Univ. São Pii.v.lo, -üprbvfldo/
/
TOIEDO* 'ILHO, Joß-S i\vigu^tó do, CohtriBuiçSo cnsuísticp ao' ostudo dô8 sirenontg
los. São P.^ulo, s. od., 1921, 33 p, iluot» /líoutor^dè. Clínica òbstetric».
Fèò, de l-fedicinn e Girurgie de Spo P'&gt;ulo/.
TiniN. Fidg'^rdo Jnsó, Lesões produzidpg por Aelurostrongylus 8bstÍTifTu.ri (Rnilliot
IC98) no'pulnrio ân j;nto dcnóntico (contribuição po goxi óstudo). Porto Alegro
QC« Gr'-f, dp Liv, Selb-^ch, 1953, 9À p. iluht, /dátoárti'. ilnatomi?»'Ortolegic*^.
o tácnics do necropsias. Esc, i^-gron, e Vet. Univ. RGS/ ,
tIZZO, M^rlo. Inooveniônci/»s'do siistcn? brnsileiro do hpbiliteçío dós mádicos
ostr»»hgoirof3, São P«ulo,s. od., 1929,, 3ö p, /Doutorado. Fpc, Med, São Prulo/,
VjíLSNr/,, Sub?"! Urfiuier«, Dp diatormo-coÂgulaçSo nò tretamsntò cirúrgico do dosoolemontó idiopptico dp rotina.' Piccifo, s. od.^ 194-9, ^ p. liLust. /livro
dooencl». Clinicr oftninológic", Fr&gt;c, Mod, Univ, Rocifo/.
VÜKjIITE, -'•rni'^ndo. Êgtudó clínicò 0 fonoc.-írdiogr-^fico dos'rítnos do grlopo.'Säo
P*»uÍo, Imp»'Esc.'N'ic.'SnlGBÍ«nrs, 19A0&gt;'l6S p. ilust. /Livrd docôncia, Clj,
niop m&lt;?dicp. F'c, i'fod, Univ, uÇo Ppulo/.
ViiLLS," ürthur iilcído, ^ roeção de conglobpção do Millór'n.ó sôro sangüíneo o nó,
liquido cof,. ruruidinno pdf* tócnic». ^inpíificad' (l'i.D.R.Il)! 3"o Pf^ulo,' Qf,
G-rpfr do Hcíspital Jur-uory, 19.31, 79 p»_ /^outorsdo, Fn.c. ífcd, São PpuIo/.
VAREL', /mtonio Gpnbo«, D"© doformíições fuciaiá ceuspdps pol« Icpri? (importância dp correçí^p pnrp « recupor.**gfio'social).' Recife, lãp. Univorsitãria,
i960, 65 p. ilU5t, /bocenci" livre. Prótoso buco-fecipl. Fpc. Odont. Univ.
Rooí-fe/,
*
ViiRSLW, Jcãó .A-ugusto Floury, È, c^rie dont^fi« om São Puiilo (contribiiiçno prrr
o ostudo), Bpd Ppulo, h, od. ,'194-9,'GO p. ilu-rt. /Doconcíp livro. Glinicp
Odontologie._Fpc.
Odont, Univ, São Paulo, /.provpdo/.
V/iSOONCELLOS, Djfílma G-^vpicrnti Ir^o de.
tubngom duodonpl nos'colocistootoniífldosj contribuição ao eátúdo fúncionpl do cplédóco teminal. Rêclfô,'Folhp
da liinhS S/':., 1955, CO p. ilust. /pócencin livro, Glinice. medico. Fpc, l-fodicin« Univt Rocifo. iiprov^do em 16,5.56/.
V-ASCONCELLOS, Folippó Cnbr^l do,_ Dp clessifiocgão sorológica dos phousnococosj
repçpo de Noufold» São Paulo,'Enp.'Graf/'Rev, dós Tribunfli.s, 1939, 94- P» i-'
luct. /C'tedrp. llicrobiologia. Ff^c, Fprn, Odont, Univ, São Paulo. ^Iprovedo/.
'
■é
¥
*
4
^
VELL*, itngelo» A f»se nocônic" d- cirurgia, edodàntioí*. s. 1., a od.^j 1955, 63
p. ilust,/Dooencia livre. Tocnica ccTontológicp, Esc, Odr^ nt. de Porto Alegro
Aprovpdo/.
_
V3LL\, íngelo. E.&lt;?tudo mecânico con]^erft±ír(^' da retengSo em ruatri tipos d« caixp.fl proxinais dé propsrpgÖoB'mosio-oclüso-diataia pprá restaurpgões fundidas,
Spo'Ppulo^ s. ed.,'1959, 7ö'p, ilu'-'.t, '/Docência íivro,'Técnica Odontologie.
F«c, Fnrn, e Odont, dp Univ, São P.''alo. ■"provado/.

�75
61

CDOMTOLCGIfu.F-AR^'CfCB. VETERIH/ÍRI'

(Cont),

VL'iM, J,
Grrnoiro. Detornin^gSo dn digostibilidndo e do consigno de íorrngón, én ovinos^ por'neio dó. oxido croraico e'dos cronogênios vegot»&gt;is. s', l.j;
8, Qd., 195S, 18-í. p, ijupt, /Cptedrn. iilinentnçíío'doG «^niraris donesticon, Epcola Superior de Votorinnri« d»- Univ, Rurnl do Est. de Min'^s Gerais/,
VL'iilll'i, -Hi^ístó FQrnnnâos, Gorn9"o ©^"nomi'^ ("spéctos clínioos)^ Rocife, s.od,,
194-d» 155 p. + 1Ö p, ilunt, A'ocSncin livre, Glínic^ nodicQ, Frc. ífedicinr
d»^ Univ, Recife, .^provdo om 20,3,194-0/,
í ■
,
VIANHA, Clccro do Brito,
nódol-^gon dirótc» n^a prótooos f^ciflis, Sno P'^ulo,
s. ód,, l96l, 104. p» ilust, /CátodrnV Cirurgi-' o prótese buco-rap.xilo-faci?»!,
F»&gt;c. F"rn, o Odont, Univ, São Prulo/,
VIAMA, Cícero de Brito, -Atrosia luftiidibular "douirida; o pápel d^í prótese no
seu trnt?»inonto; contribuição no estudo. S~o PpúIo, Cfrnf, S«o Jor-ó, 194-6,115'
p, ilúnt, /Lívtr dóconcin, Cirurgim o prótese buco-m'ixilo-fficirl. Fnc, F^^rn»
Od.ònt, Univ. Si© Paulo; Aprovado/,
,
.
'
VISIRA, Dior^cy Fonterrpd.", Iri.fluôncir,
de npterieis o'tócnicps'nobre a posi^"o rôlntivi dos dontoc n«'construção do íin?&gt; brise de dentndúra», S.?o P.«»ulo,
í!, ed,, Í958, lÍ2'p, ilú't, +'?5 p, ílust, /Doe cnci»» livre, i'fetrlurgia e
ouinic- "plicdas, F«c, F'&lt;rm, Odont, dr Univ, S,ffo Pnulo, -Sprov^do/,
VILMS BÔA^i, Joi^í^uin, Consídor'&gt;g5GR nobre « diètocié ceirvical» 3"o Pnulo, Irni"oo Ferrnz, 19?.6, 64. p, ilust, /Doutor?»do. Fac, Ifed. de S^o P»ulo/,,
XAVER, Francisco de Paula. O citrfto âe sodio
ter^^pouticá das henorrpgiss.
Spo P'^ulo, Innãòs Ferrez, 192S, 60 p, /Doutorado, Fsc, Mod, Sõo Pfulo/,
W.1GNER, Edg'-r ^íírio^ Inflúênci» d- extirpnçõo àns glondulns spliv^res pfinci-'
pnis pobre o cresèiménto cofpor'&lt;l dc rptoB mrtchos , Porto -Alegro, Of, Grí»f,
do Globo, 1961, 61 p, iluRt,' /Doconci*?'livre. Fisiologin. F-^c. de Od.ont,
de Porto -llegro d*' Univ. RGS. provado/,
WAHDERIEY FILHO, Eduardo Jorge. Jiln^stoncee v'-scul^r: tccnic« do Bl»»kecic&gt;re e~
Lord, Rocife, íi. od., 194-7, 121 p. ilust, /Livre docônoin. Técnic" oporntórin o cirurgi« oxperimentjil. F^c. Mod. Univ. do Rocife/.
W.ASIGKX, Roberto, Estudo f'riincognóstico da fô^i? "psidiun crttloy^nuá" sabino»
S?o P''ulo, Miin, J,
Porbirr», 1959, 177. p, ilunt. /Lí^vto dccêncir», Fnrm.'»cognosi-^.' F'c. F"rr.i, Odonit, Univ. Sno Priulo. .AiTrovdo/,
l&lt;JERí-]EGK, Holcio José Lin?3. Ocntribuiçno P'^ra o estudo do «^Igunc »»spectos norfologiccs do "n, fibul««ris tertiun" on b'rancos, negros e nülntos, com pesovij,
sj in vivo do presençf! dc sou tond^o-. Belo Horizonte, s. od!, 1957, 11Ö
p. ilunt. + ,4. p. ilust. /dovitorfdo. -An-tonii. F-c. 1'bd. Univ, do í&gt;íinf&gt;s Go—
rair-,
"prcv^d:^/,
IffiRTffilIíER, Luiz Gustnvo, Egtudò an**tôaico dos nervos da "articulatio coxaq", ' '
Sí^c P-^ulo, s. od. , 1950,'Ö6 p. ilurt. /doutojTí^do. Fac. de i'fedicin.n d" Univ,
do Sno P^ulo. ilnrovdo./,
WHIT/iIfflR,_ J, G. -Asóóctof! novop, dr» oiorinol-^ringologinl.
do"? Tribun»ti&lt;B, 194-7, 229 p. ilust. /Livre docência»
S«o P?»ulo/.

Sfío Snip, Gr^f. d« Revi,
Fac. Modicino da Univ»

UILIffiRTH^ Alborto Ipnteiro. O efeito de variações glicômicas sôtro a notilidr»do do rúmon on c^rneirop.. Bolo Horizonto, r.' ed.,' 1956, 62 p, ilust. /C((-'
tedr^, Piaioiogiá do?: nnim^if! done^ticos. Esc, Sup, Vot. Univ, Rural'do Est,
do íün-^s Gorais/.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I 2c a n

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76
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61 - MCDICINA. ODONTOLOGB. F^Ri^cp. VSTERELtRB (Cont.)
YAHN|,^ M-rio.
s;LLfóoirbtóter?^pí'&gt; nn paraMsin ger?il prcgrcssiv?'; contribui^f&gt;h »0 sou ostuáô* a.l*, Tip, São Nióolsu,'193;i 156 p* ilupt, '/boutorndo. Clinica psinuiátric.i o neufipticái Frc. ífeÓi de São Pftulo /,
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^
lAl. ■ . .
ZAGLIfíj ÍToro* üa nòuroctonifts pòrifericíis nò tr«tpnonto das neurwigiaa do trj,
gonio, Srlo Psulo, Tip.'Ed^noq Ltd"», i.951j 4-S p* ilu^t. /Doutorodo. Fnotild»
^do dc Modicin« dn tJnivi do Sáo P^ulo/é ^
^
ZAMÍTÍÍ, ^diel-Pfos Lono» Ccntribuiç ?ó pf^rf* o conhocinonto dn estrütuf» da
nucosa do^esof^go dós vertebrados. Piracicaba, s, ed.,
58 p. ilust.
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Gflimpinfta,Sditorft J.
'Poreir?, 1959&gt; 8S p, iluist, /Döutor'^do. Faculdade
do Odontologia, dn Univ. Gntolica de Campinas/.
ZILBERSERG,_Benj»nin. Piodernito vegetante do Halloponu^e penfigõ vogetantej
pe80úis''s •,experinent®is' sobro e otiologia dá piodornite vegetante de Hullo*
pö«u, S?o Pftulo, s. edv, i960, l6ö p. ilusti./Gptédra, Clínic» dennptológi*
ca e nifiligr^fica. Fac, do I^dicinp dí» Univ. Sffo Paulo/.

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62 - ENGEiSüKIA

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olotrica. 3.1., Infornador Coacrci.?J., 1941, 56 p.ilust, /Catcdra. Produção,
tranaaianão *o aplicações industriais da onorcia olotrica.
AIIDílADE, Viaishington Moraoa do. A espiral coiicontradora do Hutiphroys. ä»l., s.
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dos estruturas. Escola En^oiilaojria da Universidade do Paraná/ Aprovado.
ASSI# Tufi ííauod. Rodes de distri^ljuição do á^ua: cálculo nur.icrico o analOGO»
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AZEVEDO NETTO, Jose M, de. Aproveitaiaento do rás do oscôtos, S.Pavilo, s, ed.,
1960j 154 p» ilust. /cá tcdra. Tratoi-ionto do. áf^uas de abastocinonto o rc
siduarias. Fac. do Hirjiono o Saúde Publica da Univ. do S.Paulo / Aprovado
„QU outubro do 1960.
B-:iRI&gt;ALnO, ^Irnaldo, Construção dos diacrai-ias da coubustão. Eocife, s, od.,
1951, 102 p ilust. /Livre docência. TorriodinSiiica o notoros tóraicos, Eac,
do Engenharia da Univ, do Recife / Aprovado a-i 1952,
t
BiiRLr-LHO, Arnaldo. Dia^-r^-rauas dc coLibvxstãoj coaplonontos. Recife, s. ed.,1952,
1952, 151 p» ilust. /cátedra, Tomodlncjaica o notoros teri-icos. Esc. do
Enr;. da Univ. do Recife / Aprovado on 1953.
CHiuíGO.t^DSKI, José. Cálculo da seção anular no estádio líí, Rocife, Fernando
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ilust« /cátedra. Física Industrial, Esc. de Eng, da Univ. do Rio Grande
do Sul / Aprovado.
CRUZ, Theodorico da. A inportãncia da grado polarizada nos rotificadoros
a
vapor de nercúrio. Ouro Preto, 3,od., 1948&gt; 38 p, ilust. /cátedra» Elotro
técnica. Esc. Nacional de Minas e MetoJ-urcia da Univ. do Brasil /•
CUlíHA, David Mesquita da. Central teruoelotrica a vapor para o Rio Grando
do
Sul. Porto i\lo[ire, Maviry Louzada Abreu, 1959, 92 p, 'ilust. /cátodra. Medidas elétricas o naGneticas - ostações ceradouras, transnissão de onercia cletrica. Esc. do Encenliaria da Univ. do Rio Grande do Sul / Aprovado.
DRIESEL, Francisco Xavier. Os conbustívois paranaenses c sou onprêco nas loco
uotivas. Curitiba, s» odr, 1949, 68
ilust, / Livro docência. Tertiodinai'-iica, o aotaros teniiicos, Fac, de Eng« aa Univ. do Paraná. Aprovado,
Fi\LClO FILHO, Andre Dias do Arruda« Rconrolcjaonto do ostator dos notoros do indução trifásicos. Rocife, r.iir.. por Fornoaido Figueiredo, 1958&gt;• 89 p.ilust...
/ Docência livro. Eletrotécnica geral. Esc. de Eng. da Univ. do Rocife/.Apro
vado.

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�62 - ENGEmL'JlIA
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o
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LEITiffiR, R.-lph Jorgo. Ls lifjr-.çõüs qd ostruturas do iviitloira o, on espocial, as
IíG-.ÇÕos pregadas do poças ostrutvirais do nadoira do pinho. OiK-itiba,- s.od.,
1952, 57 p + 51 p» ilust. / Cátodra. Materiais do construção, tocnologia
o
proccsäoö gorais de construção. Esc, do Eng. d?, üniv, do Parrjiá / Aprovado,
LEflE^ Ruy Agiirr da Silva. Os o::tronos do r^nostrac ocasionais o suas aplicaçõos
a ongenlicjria, S.Paulo^ s.od,, 1954» 1^5 p, ilust. / Docência livro. Economia política, oGto.tística r^licada, organizaçoos adLÚnistrativasi Esci Politccnica
Univi do São Paulo /^
Llíiii, ájatonio figueiredo» ilgua potável o saúdo, Rocifo, s.od., 19^0, 262 p,,,,.
ilust, /cátodra. Higiene geral e dos odifícios, higiene industrial, sanoauonto e urbanisno. Escola de Engenhaíia da Univ, do Recife, ;.provado
on
1960,
LUiíi, i-ntonio Figueiredo, A evolução dos netodos do tratri-ionto do osgôtos, Roci
fo, G.ed., 1952, 99 p. Livre docência, Higiono geral, higiene industrial o
aos edifícios sciiora-iento o traçado das cidados. Esc, de Eng, da Univ. do Rocifo / ^iprovrxlo q-jí. 1954-»
il-;CHxiDO, Ra^iiundo do Caiupos. Aprovoitanento do calor torrostre. s, 1», s.od.,,,,
19A4&gt; 52 p.ilust, /cátedra, Tori-iodin^xiica o notoros tómicos. Esc, do Minas
do Ouro Preto,/
MâRTINELLI, DoJite Ângelo OsweJ-do, Contribuição ao enprego do o::tcnsônctros olotricos do resistência no estudo de estruturas. São Carlos, s.od,, 1961, 113
p, ilust, / Doutorado, Esc, de Eng, de São Ccjclos da Univ, do S, Paulo /•
1'iELLO, Santinro do. Considerações sSbi-o a uelhoria dos traçados nas ferrovias»
Otiro Proto, s, ed., 194-9, 72 p. / Cátedra, Estradas de forro o rodagon,Esc,
do Minas de Ouro Proto /,
líELLO, S uitiago de. Curvas do tr.:-Jisição, Ouro Preto, s, od,, 1954» 4-8 p.ilüst.
ECátedra, Estx-as de forro e do rodagoa» Esc, do Minas do Ouro Proto /,
ME3SL, -icyor, Dinonsionanonto para tração o::ccntrica, con oicigôncia do arnadura
sinetrica» Recife, Gráfica Ipanema, 1957, 34 P» ilust, / Cátedra, Sistemas
ostruturais. Escolas do Bolas :.rtc3 do Pernambuco da Univirdo Rocifo /»
MESEL, Moyor, Un motodo simples do cálculo de ostrutviras hiporostáticas» Rocifo,
s.od, 1934, 60 p, ilust, /cátedra. Estabilidade das construções. Esc.
do
Eng. do Porn..ujbuco da Univ, do Recife /* Aprovado,
MILDER, Isaac, Grlcrias do águas pluviais; estudo o confronto dos métodos "racioncl" o "itali:"ia'io" poxa o seu dimonsionai-ionto,- Curitiba, s, od., 1954» 74
p, ilust. /Docência livro. Hidráulica toorica o aplicada. Esc, do Eng, da,
Univ, do Paraná/ Aprovado.
MOTTA, Jose do Palarocínio. O rendimento o o custo n?. lavrs. de carvão (contribi^
ção para o estudo da mecanização das i:únas de carvão nacional)» Porto ido gro, Livraria do Globo s/A, 1956, 107 p, ilust.
/ Cátedra, Lavraria
do
Globo s/a, 1956, 107 p, ilust. / Cátodra» Lavra do minas. Esc, do Eng,
da
Univ, do Rio Grande o do Sul / .íiprovado ontro 21 o 24/lO/l957.
«I
MOURTi, ;iugo do l-iattos. Estudo gorai dos compressores, Curitiba, Livraria Mundial,
19''Ç 49 p, iluot» / Docência livro, Máqiinas motrizes', procedido o seu ostudo do dos motores. Fac, do Eng, do Parana,

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/
OLIVSIR:^, Jorgo Washilr'jton do. Novo nooodo para cong.:j:"oj* ^istouas àc tração. S.
3. Paulo, s. od., 1955» 105 p.iluot. /Livro docência. Estradas o trófor^o,,.
(traiisportoö torrcstrovo o aóroos). E'sc.. Po3.itGcnica da Univ. do S.Paulo /♦
PERROilE, Ronato Gonoo. Nonogrriaaa paxa cálculo o cologão do couprossoros altornativon do rofria'cragäo (sinplo2 ofjitog do ui:i ostácio) froon -'12,
Porto
^■J-oc-ro, Maury Louzada Abrou, 195Ö, 139 p., ilu"3t. ' /Cátodra. TornodinTiica
o aotoroí3 tomicoo. Egc» do En^onliaria da- Univ. do Pão Grando cto Sul /
PSTKI, PaiiLo Pedro. Dotorainação precisa do tonpo o do nuiiicro do niiaoro do rovo
luçõos na aferição do ;:icdidoro3 do onorgia olétrica. Porto iü-ogrc, Maury ..
Louzada i^brou, 1957&gt; 75 p» il/cátcdra. Elctrotocnica gcraJ.. Esc. do Eng, da
Univ. do Rio Grande do Sul / Aprovado.
PliliTLSIflÜ FILHO, ^"úvbonio. Principais caxactorísticás da. bacia do.3.?r:Jici3CO,,,,,
Plano coral do nclhoraxientoo do rio .S.Jr-^aicisco no troclio Pirapora, Boa.
Vista. Ouro Preto, Tipogrríia Casa Malta, 194-5» 128 p.ilust. /cátodra. Nave
cação interior o portos do aar. Esc. ^ITacional do Mnas o Mct.-^lurgia. /
priTTO, ilelson Luiz do Souza, Ex-osão ao redor do pil^jos do ponto. Curitiba, s.od
19Ó0 57 p.ilust. /"Doôoricia livre. Hidráulica teórica o aplicada. Esc. do
Eng. da Univ. do Paraná /Aprovado.
ROBERT, Amando. O arenito coiio base ostabiliaada jara fins rodoviários, s. 1«,
3. od., 1956, 275 ?• ilust. /cátedra. Estradas de foi-ro c rodagen« Esc, do
Engenharia da Univ. do Parcaiá / Aprovado.
SALi.TI, Enoas. Introdução ao estudo da água do solo pela nodoração de xioutrbns»
Piracicaba, s. od., i960, 4-S p. ilust. /Livre doccncíã . Física e .notoorol^
gia. Esc. Superior do Agric. Luiz do Qaeiroz da Univ. do S.Pa.ulo /^^
SIMÕES, Jose luirino do Avollar, Sobro o euprogo das cujvas do tra;.'isição
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do Rocifo. / Aprovado en"l953.
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' 1948 p. iludt. /cátedra. Hidráulica teórica o aplicada. Fac. do Eag, da Univ
do Parcjaá / Aprovado.
VEiLliíCIO FILHO, Fornrixdo. Dinensioncjaonto sob osforços cíclicos, s- 1;., s. ed.,
1956, 89 p.ilust. /cátedra. Resitoncia dos nateriais. Esc. ITo.c, do Minas o
Metalurgia da Univ. do Brasil /.
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/cátedra. Abastocinonto do.água o sistonas do esgotos. Fac. do Higiono
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63 - agricultur;., agronomia.,
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fia ^»loisi, 1938, 151 p.ilust. /Cátedra. Tecnologia agrícola. Esc» Suporior
do Sgric. Luiz do \;ueiros da Univ, do S.Paulo /,
ALíDR;'iDE, Manuol Correio, de Oliveira. A pecuária no agreste pe rna/abucano. Recifo, Mousinlio i^tefatos do Papel Ltda., 1961, 195 P» ilust, / Cátodra. Goo-grri'ia oconÔEãca. Fac. do Ciências Econofiicas do Pern.u;bu-:o da Univ*, do Rocifo/.
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63- AGRICüLTURi'.. AGRONOMIA (Cont.)

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i^ZOLLii, Sylvlo. Estudos oôbro a nutrição uinoral do abr.caxizoiro (ananao sativua.
Schult Piracicaba, s. od., 1961, 45 p» ilust. /doutorado. Esc. Superior
do
ii^ric» Luiz do Q";:!GÍroz da Univ« do S.Paulo /,
BECICSR, Paulo Frodorico Lud\irig. "Monbrana basilcj:" do colo utorino da cadola; cqg
tribuição ao sou ostudo nicroscopico. Porto /J-o^ro, OficincuS GrcJicas da Li vroria Solbach, 1954&gt; 52 p» ilust, /cátodra. Hiatolo{;ia o onbriologia. Esc.do
Agroaonia o Votorinaria da Univ. do Rio Grando do Sul /,
HERÍ1I3, Waltor Octaviano, Furthor trials with partio2 ponotrating koratoplasty in
dogs. 3.1., a. od. 1961, 30 p, iluot. o 10 on cadorno soparo-do / Master of
Scionco. Votorinary Siiro^-iiy«
School of tho A^ricultural and Mochanid
Collof^c of To::as Aprovado on naio do 1961.
CiiíOGO, Loocádio do Souza, Novas variod.ados de aorciiguoiro para o estado de São
Paulo Coiupinas, s. od., i960, 4.8 p. iluot. /Doutorado. Esc. Suporior do Agri
cultura Luiz do 'Queiroz da Univ. do São Paulo,/
CíÜVjJjHO, Rubon do Souza. Contribuição ao ostudo das causas do algmas podridõos
dos frutos cxtricos no Estado do S, Paulo. Piracicaban Tipografia Porchors,
1932, 20 p. +6 p. ilust. /cátodra. Fitopatologia o nicrobiologia. Esc. Supjj
rios do i^gricultura Luiz do Quèiroz da Univ. do S. Paulo /•
R»A. A dotorninação do potássio polos nótoúos do cobaltihoxaiiitrito
o
fotonotria do.charaa; sua alicação no ostudo do potássio nos solos do estado
do S. Paulo,' s. 1., s. ód., 1954» M5 p* ilust. /cátedra. Qiiínica analítica.
Esc. Superior de Agricultura Luiz do ^i'-oiroz da Univ. do S»-Paulo /»
CER-JJEnLi., Paulo Osório do. Sobro o caju; contribuições para o estudo dos cajís
do Pernaubuco. Rocifo, Oficinas Gráficas de Folha da M,'.uihã S/A, 1951^ 30 p«
i|Lust. /í^oconcia livro, Quínica tecnológica o anoJLÍtica. Esc. de Eng. do Pcx
noiVibuco da Univ. do Rccifo.
CORDEIRO, Copernico da Arruda. Estudo oconoiiico-social da cooporativa dos plant^
dores de cana do osjiado do S. Paulo (CPCESf). Piracicaba, s. od., 1961, 109
p. ilust. /Doutorado. Esc. Superior do Agricultura Luiz do Queiroz da Univqj
sidado de S. Paulo /.

nais donosticos, polícia s.'^Jiit'ria, clínica. Esc. do Agron. e Vot. da Univojj
sidadc do Rio Girando do Sul,
CORTEZ, Jayao Vasquoz, Contribuição-pcora o estudo da bojianeira no litoral do c^
tado do S, Paiiloj observações sobro ciclos. Santos, si od., 1961, 46 p»ilU3t.
/Doutorado Esc. Superior de /^gricviltura Luiz do Qujciroz da Univ» do São PauIo /.
COSTA, Rmairo Gouos da. Fomigas cortadoiras do Rio Grande do Sul o novo noto do
Gonbato, Porto iJ.ogro, Oficinas Gráficas da Livroria Selbach, 1954» 32 p««*
ilust. /cátedra, Entouologia o paraã tologia agíícolas. Esc. de Agron. o Veterinária da Univ. do Rio Grando do Sul /•
CUNHA, Laturtino
robanho do equídeoE
Zootecnia ospccid,
—
, —
laticíioios. Esc. Sup, do i^gric. Luiz de .^xíciroz da Univ. de 3,Pa\ü.o./
FREIRE, Jose Jcjrdin. Sorcoptídeos do ^io Grande do Sul, Porto /-logre, Oficinas
Gráficas da Livrr^jria do Globo, 1947» 20 p, ilust. /Livro docência. Zoologia
nodica e parasitologia. Esc. Agron. e Vot. da Univ. do Porto /ilogro/»

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63 - AGRIGULTURil; AGROiJOiilA (Cont.)
QlãLl, Fcrdinando, Contribuição ao ostudo das bactérias dos nádulos do iJ-gmas
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Fitopatologia g nicrobioloßla agrícola, Eoc, Suporior do xlgric. Luiz do ^tuoiroa
da Univ. do 3ão Pavilo A'provado,
G/JIil£ Pordinando. Contribuição ao ootudo da ação do horbicidas o insonticidas
sobro a nodulação eu coja (Glicino MaxUorr). Piracicaba, s. od,v 1959, 4-3
p. iluot. /Cátodra. Fitopatologia o niicrobiologia acrícola. Esc» Suporior
do Agric. Luiz do Queiroz da Univ. do S, Paulo / Aprovado,
GOBttTTO, Colosto, i^prociação sobro a viti-vinicultura no Rio Grando do Sul;,sua
situação o sou dosonvolvinonto. Cadeias, Editora Livraria Rossi, 1938, 50 p»
átodra. Viti-vinicultura» Esc, do Agron, o Vot, da Univdrsidado do Porto
.Jogro/«
GRtUJES, E, A. Gonótica da coloração a^iarola da somente de milho, o.l«, Tipogra
fia do Obras do Jôrnal do Piracicaba, 1950,'81 p, ilust. /Cátedra, ilgri cultura ospocial o genética aplicada. Esc, Superior do Agric, Ltiiz do -^uoj^
roz da Univ. do S,Paulo/,
GURGEL, Jo3Q Theophilo do Anaral, Estudos sobro a nononeira (ricinus coatinio L,)
Piracicaba, 1945» 70 p, + 12 p, ilust. /Docôncia livro, Mitologia o genética
gorai» Escola Superior do ii^ric, Luiz do Quoiroz da Univ. do S,Paulo /.
KERR, Warvd.ck Estovan, Estudos sobro ã gonotica do populações do hiiuonoptoros
cm gorai o dos apínoos sociais om particular. Piracicaba, s, od,, 1950,100
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/igric, Lviiz do -jieiroz da Univ. do
Paulo,
KIEHL, Edüiar José, Contribuição para o o studo da poda o da doconposição do adu
bos verdes Piracicaba, s. od., 1960, 113 P» ilust, /Livro docôncia^ Agrici^
twa geral« Escola 3vç)orior do Agric, Luiz do •iuoiroz da Univ. de «Po-ulo/,
KOBirJi, Nelson, Estudos sobro a genética do coloração no-ondosperma das senentos
do milho s, 1,, s, od,, 1950, 18 p, + 20 p» ilust, /Doutorado, Esc, Supo rior do Agric, Luiz do Queiroz da Univ, do
Paulo /,
LACERDÄ,JR. Paulo M, G,, do. Contribuição para o estudo das variações do poder
bactericida do plasma na brocoloso bovina, S, Paijlo, Pc.polaria Riachuelo,»
1948, 35 p» ilu3t,/Doconcia livre. Microbiologia e iãunologia. Fac, do Med,
Votorin'ria da Univ, do ^ão Paulo / ^.provado entro 10 o 14((5/l948
/
LEi'iL, José cândido, A inflxioncia do certos fatores culturais sobro a produção
do ai".iendoin. Porto xilegro, s, od,, 1951, 47 p. ilust, /^oconcia livro. Agricultxira ospocial Esc. do Agronomia o Vot. da Univ. do J^.G.S, /,
LEME, Hugo do ^Ilxioida. Contribiúgão po.ra o estudo das nácjiinas de bonoficiar oç^
fé, Piracicaba, Jornal do Piracicaba, 1944» 174 P* ilust. /cátedra, MocoJiica
o máqãinas agrícolas. Esc» Superior do Agric. Liíla do Q- oiroz da Univ, do
3,Paulo
LIMAjiUrgoi'idörujlaoida«
Influencia do raanganSs sobro o croscinento' o atividades do "saccharoaycos cerovisiao", s.l.s. ed., 1953, 36 p. ilust, /Doutora-«
do. Esc, Suporior de Agric, Luiz do Queiroz da Univ, de S.Paulo/,
&gt;
lüiCIAJX), ^liitonio Vioira, /JLtoraçõos do quo.dro cri troei tico nd anonia nutri cional.
dos leitões observadas on diferentes raças. Belo Horizonte, s. od,, 1954» 74
p, ilust,,/cátedra, iuiatonia patológica (patologia geral o ospocial) Esc, Sup,
do Vot, da Univ, Riural do estado do Minas Goroâs /•

�63 - ;^RICULTUiL. . i^GRONOHi;. (Gont.)
K'-GIrLJDO, Glacy Pinheiro,
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doconcia. Zootociiia oopocial o alir.iontação dos aninais. Esc. do i^ron. da üi^
vera. do Porto iilocro/.
l-iii.GIÜJJO, Luiz Carlos Piiihoiro. Tipificação o clansificação porcinasj importância
cono. nctodos para aforir o nolhorauonto suinícola. Porto iilogro, s. od.,1961
117 p» ilust, /cátedra. Zootecnia cspocial, raças dos aniuais do fazondaj alimontação dos aninais. Fac. do .Igron. o Vot, da Univ» do Rio Grando do^Sul/#
KAGi-LHiüES, Lconidas Macho.do. Contribuição ao oatudo dos bovinos, s. 1», Gráfica
Queiroz Broinor Ltda., 194-6, 121 p, ilust. /Cátodra. Pc.tolocia gorai o scnjl^o
logia. Esc. ílacional do Veterinária do Minas Gorpás/«
MíiRívUS, Rubon. Viabilidade diferencial o dupla rodução na herança do ostignoa .•
oxposto da eJLfr.fa, nodicago sativa L. Porto i'JLogre, S.Ed,, 1959* 32 p. ilust.
/Docência livro. Gonotica. Esc. ^'.grononia. o Vet. da Univ, do Rio Grande
do
Sul/.
MiiISRai, Ernesto ..ntonio. Contribuição para a cirurcia abdominal do cão. S.Paulo«
Gráfica São Jose, 194-8» 105 p» ilust. /Livro doconcia. Patologia o clínicas
cirúrgica o obstátrica. Fac. de Med. o Veterinária da Univ, de 3,Paulo/ Apro
vado ontro 19 o 21/10/194^.
KELLO, Francisco do ^'j..F, do.' Contribuição ao os tudo da aplicação do notodo da
.
diagnosQ foliar ao algodooiro, gossipidini hirsututi L. var J.-*-, C. S17. Piracicaba, s, od.,1950, 57 p. ilust. /I^outorado. Esc, Sup, do Agric. Luiz do .»
ÍJ^ciroz da Univ. do SP/
MEíIDES, Thoodoiuiro Toi:cGÍra, Estudo do onprogo do ropolontos à nSsca donestica •
en raçõos para pintos, Piracicaba^ s, od., 1961, 86 p, ilust. /Doutorado,,,,
Esc, Superior do ^'^gric. Luis do siueiroz da Univ, do 3,Paulo /,
WLZZlJjiJPVLf Mojrio Pont, Estudo da capacidade geral do conbinação ai rdlho, Pir^
cicaba, s. ed, 1951» 34- P*
10 p, ilust, / Doutorado, Esc, Sup, do Agric.
Luiz do Queiroz da Univ, de S.Paulo /,
MITIDIERI, Joso. Estudo do rondänonto on nolhos e somentes do couvo-brócolo ranosa verde (brassica oleracoac, var. Itálica). Piracicaba, Jornal do Piracj,
caba 1954 » 54 p + 5 p. ilust. /Dout orado. Esc. Superior do iigricultijra Lxiiz
do i^iueiroz da Univ. do S.Paulo /.
MONTEIRO, Folisberto Pinto. Contribviição ao ostudo da pesca no rio Piracicaba,s,
1,, s. ed., 1953, 76 p. ilust. / Doutorado. Esc. Superior de Agricultura . •
Luiz de i,iu.r,droz da Univ. de 3. Paulo /.
MOiíTEiíEGRO, Heitor Worthor Studart. Contribuição ao estudo do sistema radicular
das plantas cítricas. Piracicaba, s, ed., 1960, 12^3 p. ilust. /cátodra. Hot
ticultura. Escola Superior de J^gric, Luiz de Queiroz da Univ. ãó S.Paulo./
MOi.lí'J!S, Celso Lonolro do. Contribuição para o ostudo do valor nutritivo do milho
desintegrado. Piro.cicaba, s. od,, 1957, 37 p. ilust, / outorado. Esc, Sup.
de Agric, Luiz do Queirós da Univ, do S.Paulo /Aprovado,

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�63 - /jGRICULTUR.;. ..GROIIOMIA (Cont.)
HBDER,^Ráhnc Nclly. Contribuição r.o estudo dc alguiuas lovcduras rcsionnis do fa
bricás do aguardQiito do cojiaj posiçcD sistonc.tica o valor industrial»- Piracicaba, 3. od., 1957, 79 p.iiust. /Doutorado. Eac. Sup, do /^íTíc. Luiz dc •
^uoiroz da Univ. do ^.Pr.ulo /,
NSVE3,
Aparccido. Oontribxiigao ao estudo oxpori-üontal das grados do preparo
do solo. Piracicaba, s. od., 1955» 86 p. ilust, / Livro doccaci.a. Mecânica'
o naquinas acrícolas. Ssc. Sup. do 1s3:'íg. Luiz do Quoiro„ da Univ. do São
Paulo /.
ilCXíUIlIRil, Isaias Rniicol, Pesquisa sobro o plancjononto o2cporincntrJ. de ensaios
do adubaçao. Piracicaba, s. od., i960, 44 P* ' oc-Tacia livro. Matonática»,
Esc. Superior do Agric. Luiz do j t'/itoa da Univ. do S, Paulo /,
WOViúDS, Roberto Floury. Contribuição para o ostudo do coco "aacaúba". 3.1»,Jo_£
nal do Piracicaba, 1952, 86 p, ilust. /Doutorado, Esc, Sup» do aGtíc, Luiz
dc Q-vciroz da Univ, do São Paulo /.
OHÍíffiLLER, Renato Rocha. ObSv^rvag õos eaiatonicas sôbro a rosenoração do nervo
poglosso do cão. Porto iJ-o^ro, Editora MoridL onal Ei-ir.ia, 1961, 59 p» ilust.
/Doconcia livre. íjaatonia. Fac. do Odont» de Porto i-Togro da Univ» do Rio
Grande do Sul / .^provado entre 24. o 27.7.1961.
OI-'iETTO, Duvílio iildo. Influencia da uinidoxTe do solo no trabalho do arado o no
o no coeficiente do resistcncia. S.Paulo, s.od., 1957, 46 p.iluat. /Doutorado, Esc. Superior do ^.gric. Luiz dc *^-".c?.roz da Univ. do S.Paulo /. Lnrovado on novembro do 1957.
PEIXOTO, /jistou Mondes. Contribiiição pc.ra o ostxido do gado Guornaey no Brasil.
Piracicaba, s. od., 1953» *ll6 p. ilust. /Doconcia livro. Zootecnia. Ssc.,»^
Sup. do .&gt;jricultura Lviis dc ^--.ciroz da Univ. de S.Paulo /Aprovado on I4. do
junlao do 1954.
*
•
R,^-!GEL, Francisco da Cianha. En::ortia vitzcola» Porto ^JLogro, Oficinas Gr^-ficas
da Livraria do Globo SAi.,, 1957, 35 p. ilust. /Docência livrq. KurticixLtura (fruti-viti-silvicultura). Esc. do Agron. o Vot. da Univ. do Rio Grande
do Siü. /.
, G. Lovantai-ionto da c.?jrta de solos da soção técnica "^iuíiiiica agrícola",
da Escolc. Superior do Ãgricultura Luiz de Q"'oiroz. Piracicaba, JornrJ. de PA
racico-ba. 1956, 36 p. +21 p. ilust. ' Livre doconcia. ii.gricultura geral,,.
Esc. Superior de Agric, Ltiiz do «íir.oiroz da Univ, do São Paixlo,
BK'Jj, Clíudio Martins, Contribuição 0.0 estudo da oartorilidade da vaca leiteira
no Rio Grande do Sul. Porto jilegro, Ofic. Graf, da Esc. Prof. Padre Caci^•'uo, 1954#'77 p. ilust, /Catodra. Patologia o clínica nedicas dos anir.iai3»
doi^i^sdonásticos. Esc. do Agron. c Vet. da Univoraido.de do Rio Grc.ndo do Sul /.
S/JJ), Odilon, Estudo da'ospigadora na colheita acccjiica do riilho, Piracicaba,
s, od#, 1961, 56 p. ilust. /Doconcia livro. Esc» Superior de Agric.' Luiz
do^^inoiroz da Univ. de ^.PavüLo /,
SiJilBE, /ixy Aparecido, Contribuição ao ostudo da doonça oxocorto dos citros» s.
1., s, od,, 1961, 71 p, ilust» /Doutorado, Esc, Superior do i^gricultura ,«•
Luiz do Q^ioiroz da Univ, do
Paulo /,
.
SCHIIEIDER, Ihiol Schwartz, Contribuição ao estudo da coloração vordo on produtos dc sclsicharia. S. Paulo, s, od., 1956, 66 p, ilust, /Livre docência.
Indústria, inspeção o conservação, Fac. do Med, o Vot, da Univ, àt&gt; S.PaxiLo
/ Aprovado entro 5 o 8/ll/l956.
SILV^i, Darcy Martins da. Contribuição pcjra o conliocincnto d) vírus do nosaico
do quenopódio. 3, 1., s. od., 1958, 45 p. ilust. /Doutorado. Esc, Superior
do Agric. Lioiz do 'molvoz da Univ. de S.PaxiLo /.

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63 - AGRIGULTUIL'i - AGRONOMIA (Cünt.)
SILVEIRii FILIiO, Sinval. Contribuição p^ira o estudo do, nolhorc.ncnto do caprino'
nacionrO. nodianto cruzoxionto absorvente con a raça anglo-nubiana. Piraciqa
ba, s. cd,, 1961j Ö1 p. ilust. /boutorado. Esc. Superior do AgricxiLtura..
Luiz de -iuoiroz da Univ. 'de S. Paulo /. Aprovado ch 2.V11/1961.
TEIXEIRii., Al'cidos Ribeiro. Microostruturas do carpoforo o sistenática do gonoro .Fones (Frios) Kiclcic. s, l«j s. od., 1960, 57 p. + 4- P* ilust. /Doutorado. Esc. Superior'de Agricultura Luiz dp iuoiroz da Univ. do S. PauIo /.
TRÍVELIN5 Antonio Pratos. Contribuição ao estudo da raça inangalacga no estado
de S. Paulo. Piracicaba, Jornal de Piracicaba, 1954? 96 p. ilust. /Docên
cia livro. Esc. Superior do Agricultura Lviiz do uoiroz da Univ. do S. Pr-.ulo
ViiLSECHIj Octávio. A oDinia do cana de açúcar e suas conscr uSncia.s. s. 1., Ir~
nãos Di Giorgio &amp; Cia EditôroS; 1951; 128 p. ilust. /Docência livro. Tecnologia agrícola. Esc. Superior de Agricultura Luiz do --^uoiroz da Univ. .do São
Paulo /.

65 - ..DMIÍÍISTR.-.ÇIO DE EMPRÊS/^». TR/JJSPORTES. GC»-ÍU1ÍICAÇ0ES.
BORBA; Lauro. O fator
na organização do trabalho. Recife, s. ed., 1953
20 p,
/cátedra. Organização
LÇC do trabalho o prática profissional. Escola do
Bolas liXtdB do Pornaiabuco / Aprovado.
C.i'J-iPOSj Sebastião Gones de. Lovantaiuento o aplicação do capital das empresas. .
Porto Alegro, Casa Publicadora Corcodia S/A, 195Sj 4-0 P» /cátedra. Organização das indústrias; contabilidado pública o industrial; direito adr.unistra
tive, legislação. Escola do Engenharia da Universidade do Rio Grande do Svil/
Aprovado entre 3 e 7--6--195S.
LEiLO; Manoel Luiz, O supervisor na, indústria ca expansão; contribuição ao es-tudo dos problonas do croscinento industriei. Porto Alegro, Livrojria do Glo
bo s/a, 1958? 65 p. /cátedra. Orgo-nização das-indústrias," contabilido.dc pú
blica o industrial; direito adriinistrativo, legislação. Esc. do Engenharia.,
da Univ. do Rio Grande do SijI /.
'
LEME, Ruy Agulca? da Silva. Aplicação da progranação linear ao estudo da dcci^
são dos ov-iprcsários. S. Paulo, s, ed., 1956, 172 p. ilust. /cátedra. Eco
nornia política, estatística aplicada,; organizações adrainistrativas. Esc. Po
litécnica da Univ. do S. Paulo /.
PAUL, João Gluck. Da padronização do brJL.anço do ativo e passivo das entidades
culturais. Belcn, s. od., I96I, 31 p. /Docônõia livro. Estrutura e análi
se de boJ-aiiço. Fac. de Ciências Econôi.iicas, Contábeis e Atuariais /.
RODRIGUES, /liberto de Moura. A racionclização do traboJho. Recife, Associa -- ,
ção da Boa Inprcnsa, i960, 2J+ p. /Doconcia livro. Organização do trabaUio
prática profissional. Fac. do /iTcaiitotura da Univ. do Recife / Aprovado.

66 - TECNOLOGIA. DlDÜSTRIÍiS.
B/iRBOSA, José Bolen. Uua. aplicação inportanto da-indústria do frio. s. 1., s.
ed., 1939? 35 p. ilust. /Cóltcdra. Tcrnodinaxiica c notoros tcrraicos. Escola
Nacional de Minas o Metalurgia /.
DONOLDI, Vergílio. Do teor da vitaiaina C on diversos estágios de soja germinada. s. 1., s. ed., 194-5i- 22 p. ilust. /Livro docência, iuínica orgôjiica o
biológica. Fac. de Medicina o Veterinária da Univ. do S. Po.ulo / Aprovado.
CiJlViJLHO, Jose Ali-ioida. Resinas acrílicas do rápida polincrização (estudo da
contração volmetrica). S. Paulo, s. cd,, 1953 , 69 p. ilust. /Livro docência,. Muto^lvurgia e cuinica aplicadas. Fo.c. do FcTr.. .ü Od.^nt. da Univ. do
o.
/ A^^irov.ado.

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�66 - TEGlLOGi;.. UroÖSTRI/^ (Gont.)
HC^íRIGH, Oscar M. Estudo sobro o aprovoitanionto do farelo do arroz cono natória prina on indústrias do fornontação. Porto Alogrc^ Livraria do Globo,,,
194-Ö, 68 p. ilust. ^/cátedra. Elonoutos do aicrobiologia - tocnologia das f
fcrnontasõos. Escola do Engonharia da Univ. do Rio Grando do Sul / Aprovado
ombro 10 o 17 ■3-1949.
J/iRDIMp /jJLcidos Fiíjuoirodo da Silva. A indústria do anidrido fitálico. Rio do
Janoiro, s. od., 1951j 114- p. ilust. /C.-ítodra. vluínica industrial farr-iacSa
ticâ. Fac. Nacional do Faraácia da Univ, do Brasil / Aprovado.
JEFFMJ^I, Isaac. Calculo dos processos indiostriais do conscrvacão do produtos ,
cra'iicoä polo calor. Porto Alogroj s. od,, i960, 43 p. ilust. /Docôncia li
vre. Inspogão o indústria do produtos do origon animal, Fac. do Agronomia o
Votorinaria dçL Univ. do Rio Grande do Sul /.
JGUDfiN, Ivo. Dctorninação da variação de contoúdo tcmico o do calor específico do xisto pirobetuninosy 'ontro 25 o 700 ß C. S, Paulo, s. ed., 1955&gt; 137
p, ilust. /Doutorado. Esc. Politécnica da Univ. do S., Paulo /.
PONTE FILHO, Frodorico. A tecnologia da Süco.gon com ar auontc aplicada a desidratação de carnes salgadas para charquo. Porto iilogro, Maury Louzada Abreu
1960, 99 p. ilust. /cátedra. Operações industriais. Esc. do Engonharia da
Univ. do Rio Grande dò Sul / Aprovado entro 3 o 7-4.-1961.
RIBEIRO, Reimto Fonseca. Da possibilidade do preparação industrial da íitina a
partir da água residu^J. provoni.cntc da lc.vagcn do araido de Eiilho. S. Paulo,
Ei.:prêsa Gráfica da lievista dos Tribunais, 1945&gt; 54 P» /cátedra. Bio-nuimica. Esc. Politócnica da Univ, do S, Pavilo /.
S.-OTOS, Tharcisio Dar-iy do Souza. Un processo para o trataiaonto de crostas parIces. S. Paulo, s. ed., 1957, ö2 p. ilust. /cátedra. Metalvirgia dos notais
não forrosos. Esc, Politécnica da Univ, do São Paulo /.

67 - OUTR/^ INDtíSTRI/iS
CER.JJEIR/jl, Pavilo Osorio de. Aprovoitai-iento do fibras do Nordoste para obten ção do celulose. Recife, s» od.,, 1953? 19 p. ilust. /t)ocôncia livro. T05
nologia orgânica. Escola do Quíi.iica da Universidade do Recife /.

7 - BELiiS iiRTES
«
LJIOCGA, Vicente» Modelageiij Iniciação das artes figurativas« São Paulo, s,
ed», 1952, 127 P« ilustrado, /cátodro.» Modolagen» Escola de Bolas /irtes do
São Paulo/»
MENEZES, Fernando do Queiroz» Considerações sobre, o onsino o a aplico.ção da
perspectiva. Recife, Inpronsa Universitária, 196o, 55 p, ilustrado, /cáteoxa» Perspectiva o sombras» Escola de Belas iiTtes do Pernoxibuco da Univorsi
dado do Rocifo» Aprovado entro 11 o 10.l2.6l/,
.
OPRQ'iOLL,!,^, Nair,
utilidade do estudo do nodelo de gosso para a educação visual» São^Paulo, Tipografia Edanoe Ltda., 1952, 109 p» ilustrado, /cátedra, Desenho do gesso e do natural» Escola do Belas i^rtos do São Paulo/,
71~

üKbi j'jlSiiO

BiJiT.Jl, Antonio ^Bezerra* Diretrizes do vun plano regional para o. Recife. Rocifo, Df, Grafica da Follio. da Manha S/A», 1951&gt; 156 p» ilustrado, /cátedra.
Uroojiisi-io o arquitotura, paiso^gístico.» Esc&amp;la de Bolas /jrtes da Universidado
do'Recife, Aprovado ontro Ö e 13,3.1954/»

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�72 - /jiquitetuil:
iííIDRiíDE, Frcaicisco do Paula Dias do. L organizagão do ospaço o do tonpo on Br^
sília» São Paulo, s« od«, 1961, 94 P* /DoSpiicia livro. Noçõos do arquitotu
ra o cohstrugõos civia; higiono das habitaçõest historia da arcivdtGtura» Escola Politócnica da Univ. do São Paxü-o/«
CASTUKOS, Júlio Ribeiro do» O nodSlo tridiuonsional no ojisino da arquitetura*
Porto /J.ogro, Gráfica da Uiaivorsidado do Rio Grando do Sul, 1959&gt; 53 p» ilu^
trado» /cítodra» Modolagon., Fac» do lj:qv±totvaca da Univ. do R« G» do Sul/*
CASTRO, Lincoln Ganzo do» . Acorca da vordado on arquitotura* Porto /JLogro, Edj,
tora Meridional Euna, 1961, 107 p» ilust» /Livro doconcia* Grandes conposigoos do arquitotura. Fac» do jjrqiitotura da Univ. do Rio Grojido do Svü/•
FONSECA, Fomando L* Prinordios da arqtdtotvira religiosa no Recôncavo Bahiano,
(introdução aosou estudo)» Salvador, s» ed*, i960, 104 P* ilust* /Docência
livro» iox'vdtctura do Brasil« Fac» do /j^íjuitotura da Univ. da Bahia/»
FONSECA, Ivan do /iquino» Os ideais nas arqviitoturas tradicionalistas o atual*
RoGÍfo&gt; Of» Gráficas da Livraria Uhivorsal, 194^, 44 P* ilust* /cátodra*
ij^iviitotvlra analítica» Escöla do Belas /^rtes da Universidade do Recife* Apro
vado entro 19 e 29»7*1949/*
GffL-EFT, Edgard Albuqucrqie* Um sisteiuática para ô estudo da teoria da arquitetura» Porto iJLegro, Espaço Editora ,Ltda», 1959# 112 p* /cátodra* Teoria
da arquitotura» Faculdado de /j^quitotura da Univ» do R»G» do SuV»
GROSSM/Jí, Leo* Centro conorcial Praia de Bolas* Porto iilegro, s» ed», 1960,
75 p» ilustrado» /Livro docência» Grandes composições do arquitotura» Fac»
do Amuitotura da Univ» do Rio Grando do Sul/»
MEISTER, Rubens» 'Morfogonia dos cino-auditorios» s* 1*, s» od», 1957, 58 p»
ilust» /cátodro.» Construção civil, arquitotvira»' Escola do Engenharia da UNivorsidado do Paisana» Aprovado/.
MENEZES, Ivo Porto do, Vãòs na arqvdtotvira tradicional ninoira. Bolo Horizoij
to, Bptinus Studio Ltda*, 1957, 119 p» ilust. /Livro docência» Construção
ciTdl, arquitetura, higiono, sanear.iento o urbanismo* Esc, Nacional do Minas
o Metalurgia da Univ» do Brasil/»
MILi^, /j^iosto» Sistonatizagão no planejanonto arqvdtetênico» São Paujo, s»ed»
1961, 89 p» ilust* /Docência livre» Noçõos de arquitotura o construções civis; ^higiene das habitações 1^ o 2^ partos. Esc» Politécnica da Univorsidada
do São Paule/*
RlPOUi, Emilio Mabildo» Sobro o traçado do perspectivas iaoôiatas en quadro
plano inclinado. Porto Alegre, LivrcTia do Globo, 1959, 47 p* ilust* /cátedra* Sombras, porspoctiva e ostorootomia, Fac» de Arquitetura da Univ,
do Rio Grando do Sul/»
74 - DESENHO
GCRONA, Liü.s Fernando, o ensino da perapoctiva o o artista plástico, Pêrto
Alo2ro&gt; s» od», 1957, 46 p* /cátedra. Porspoctiva e sombras. Instituto
do Bolas iXtos do Rio Grando do Sul/,
CORRÊA, Tasso Daudt» O honem o o cavalo na anatorda artísticaj òstudo comparativo, Porto Alegro, Estab; Gráfico Santa Terozinha, 1961, 52 p» il\istra
do» /cátedra» /jiatonia artística (aioatonia e fisiologia artística), Inst^
tuto do Boias iJ^tes do RGS/,
DUCCESCHI, Eruano, O dosoilho artístico o a oscola, Pêrto ;j.ogre, s» ed»,
1961, 108 p* ilust. /cátedra. Dosonho artístico. Instituto do Bolas /irtos
do Rio Grando do Sul/,
FONSECA, Reynaldo do /»qiiino» O dosonho artístico, cadeira básica ao os tudo
do desejo do modêlo vivo. Recife, Foroaando Figueiredo, i960, 35 P« /Livro docência» Dosonho artístico. Esc, do Bolas /iTtos de Pornarabuco da U:^
versidado do Rocifo, Aprovado entro 18 e 26,12,1960/,

�* 74 - DESEIIHO^ (Cont.)
*

k

FONSECA, Royiialdo do Aquino, Dosonhoj dr. nocoasidado do conhocÍj:ionto tocnico
na fomação do artista contonporânoo. Rocifo, Fernando Figuoirodo,
1961,
75 p» ilust. /Catodra» Dosenho artístico» Esc» do Bolas Artos do Pornanbji
CO da Univ. do Rocifo, Aprovado entro 6 o 14»ll»196l/*
GEORGES, Jayno do Sallos« O dosonho cono noio do intorprotação o sua utilid^
ôo para o onronlioiro. Rio do Jcjioiro, Jornal do Gonórcio, 1950, 63 p» ilustradô# /Oátodra. Desenho a rião iivro» Esc.'do Enjonharia do Pornanbuco da Univ, do Rocifo. Aprovado/.
LIM/i, Auroro, do. O
Graficas da Esc.
Catodra. Dosonho
Rocifo» Aprovado

dosonho artístico o sou principal objotivo. Rocifo, Of,
Industrial Govornad.or Agar-ionnon l-íagalhãosi 1961, 60 p. /
artístico. Esc, do Belas /irtes do Porivmbuco da Univ. do
entro 6 o 13.ll.196l/«

PEREIRA, Orlc.ndo Silvoira. Novo procosso do pcrspoctiva axononotrica, Curit^
ba, s» od., 1954# 49 p» ilust. /cátedra. Dosonho a não livro» Esc. de Engenharia da Univ, do Paraná. Aprovado/.
SUVA, üevrton Rayr.iundo da. Considorações en torno da simplificação do dosenho,
Bahia, Inprensa Oficial da Bahia, 1959, 67 p» ilust. /Cátodra» Dosonlio artístico. Esc, de Bolas I&gt;r tos da Univ, da Baliio/•
SOülES, /JLico i'xdohain. Linlia - fundainonto do dosonlio. Porto iJLogro, Editora Meridional Enniia, 1961, 50 p« ilust» /cátodra. Dosenho, Instituto do Bjg
Ias ijrtes do Rio Gr ando d o Sul/.
75 - PINTUR.;
B/JÍRETO, Fernando. Considerações sobro atScnica da pintura no Brasil. Rocifo, Irapronsa Universitária, 1961, 69 p« ilust. /cátedra. Tooria, consorva
ção o restaviração da pintura. Escola do Bolas x^tos do Rio Grandó do Su3/,
Mi'Jj/iGOLI, Ado» Técnica o o^cprossãoj considorações. Porto Aljgro, s. ed»,
1957, 92 p» ilust. /cátedra. Pintura. Inst. do Bolas ÍIrtos do R.G.S./.
SILVA, Pedro Clononto. A idáia do assunto na composição. Rocifo, Gráfica
Boa Vista, 1958, 26 p. ilustrado, /Doconcia livro. Pintura do natureza
norta« Esc, do Bolas ii.rtes de Pernoxibuco da Univ, do Recife/.
77 - FOTOGR.TIA E CINEKi.TOGRiJ-IA
CSSTRO, Maixrício do Passo, A fotogrcxiotria no prograr^a do perspectiva, Rocifo, Inprensa Universitária, 1960, 66 p, ilust, /Livro docência» Sonbras
pcrspoctiva - ostorootonia. Fac. do /j^q. da Univ, do Recife. Aprovado/.
78 - MlíSICA
PAGHOT, Joan Jacquos» Inportãncia do dedilhado o do arco, na intorprotação
do violoncelo. Porto AUjoc^Oj s, od., 1961, 26 p. ilust, /Cátodra» VioS
loncolo. Instituto do Bolas /jrtos do Rio Grande do Sul/.
PERRE, Ivonne Van Der. Ritno; inportojicia do desonvolvinonto do sonso ritiu^
co o sua realização no curso do teoria de núsica. Porto /Jbgro, Oficino.s
Gráficas da Liv.cb Globo s/a,, 1956, 47 p» ilust, /cátodra. Teoria nusical» Instituto do Bolas /jrtos do Rio Grcaado do Sul/»
REiJj, ijitonio Tavaros Corto, Violino o violeta. Porto iJ.ogro, Editora Tip^
gráfica Chanpagnat, 1961, 47 p» ilust, /cátodra» Violino o violota# Inst»
do Bolas ÍJ?tcs do RGS/.
RICHTER, Frodorico, Estudas específicos para a núsica atuDj.j proposição objetiva no sentido do ao lado dos estudos tradicionais para. o violino^ se
adoten ostudop ospocíficos que pornitan ao educando ontrosar-so dn.s novas
tondoncias nviáicaj.s nodornas. Porto ijlogre, s, od,, 1961, 13 p» ilust,
/cátodra. Violino o violeta. Instituto do Bolas iJi'tos do Rio Grande do
Sul/,

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78 - MtíSICL (Cont.)

.

SILVA, Paulo do Oouto o, Da intorprotação nusical o sou siqnifiçado atravos
da historia» ""Porto /J.o2ro, s. od», 1959/ 87 p« ilust. /Cáto^a. História
da musica. Instituto do Bolas /jrtes do Rio Graiido do Sul/»
SILVA, Zaohou Barbosa da» Prioridade da onbocadui'a na tócnica do troabono»
Porto i'iiosro, s» od., 1959, hK p. ilust. /cátodra. Tronbono» Instituto do
Bolas iJ:*tcs do Rio Grando do SuV.
V^iLIiiTI, 'Zacarias. Sonorido.do o articulaçSo corao olononto principal no apriuorarjoato da tócnica da flauta. Porto /ilosrò. Livraria do Globo S/2, 1959
65 p» ilust. /cátodra. Flauta» Inst. do Bolas ^jrtos do RGS/»
t
VISüII, Guorrino» O instrur-iontista profissi^iicil no Brasil. João Possoct» s»
od», 1961, 11 p» /cátodra» Biolino o violota» Instituto do Bolas /^rtos
do H»G»S./»
8 - LnmiTURí:
GCMES, Francisco Casado, O o^ononto nar» Porto /ilogro, Of» Gráficas da Livraria do Globo s/a», 1958&gt; 213 p» ilust» /cátodra» Lingua o literatura
portuguosa» Faculdado do Filosofia da Univ. do lifiS. Aprovr/io/.
Mi'üZOiil, í-lossandro» I pronossi sposi sua attualitá» Caripinas, s» od», 1956
194- P* /Doutorado. Lingua o litoro.tura italiana» Fac» do Filosofia o Lo-^
tras da Univ» Cat&amp;ica dd Canpinas/»
M'JlTIlffiZ, Maria Torcsa Loal do» Goraoz Manriquo su tionpo y su obra» s» 1.,,
S« od», 1959, 121 p. /cátodra. Lingua o litoratuía espanhola» Fac. Filosofia o Lotras da Univ» do xlocifo/»
P/JLEIKi»T, Maria Ivono» Brovo ostudo,, sobro o diálogo "Protágoras"» Porto
úlogro, s. od., i960, 44- P* /Livro doccncia» Lingua o literatura grega»
Fac. do Filosofia da Univ. do Rio Grando do Sul/»
RICCI, jfjigolo»* Unanitá o popolo noUa lauda dol socolo XIII» Porto iJLogro,
lupronsa Universitária, 1957, 181 p» /cátedro.. Lingua o literatura italia
na» Fac« de Fi3.osofia da Univ. do RGS. Apr-vado/»
RICCI, Elvira. Rina Malorbi. Brovo discorso sugli a3ati nella poesia'pascoalina. Porto /ilegro, Gráfica da Universidade, 1959# 96 p. /Docência livro,
' Lingua o" literatura italiana. Fac. de Filosofia da Univ. RÍGS» Aprovado/»
VEIGA, iJ.bino de Bon» Virgou de Consolaçõn (edição crítica do ua to:cto arc^i
co^inádito)» Porto i'J.ogro, Livraria do Globo ^A», 1958, 126 p» ilust»
/Catodra. Lingua portuguSsa» Faculdado do Filosofia da Univ» do Rio Grat»*^do do Stil/»
^
V
VILAITGVA, Josá Brasileiro Tonório» Linguagen o ostilo do "Un.nonino do engenho» ^Rocifo, Imprensa Universitária, I96 2, 93 p» /cátodra» Lingua
portuguesa» Fac» do Filosofia do Pornar.ibuco da Univ» do Recife/»
VILi'JIOVA, Jose Brasileiro Tonário, Lingtiagen o poosia. Rocifo, Fernando
Figuoirodo, 1959, 55 p» /Livre d ocoiicia» Lingua portuguôsa» Fac. do Filosofia do Pomoxabuco da Univ, do Rocifo/»

I Digitalizado
-gentilmente por:

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gentilmente por:

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19

20

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE 3IBLI0T3C0N0MI4 E DOCUiríNTAÇÃO

ÁS bibliotecas ambulantes do SSSC e SESI
por
Lourdes Gatharlna Gregol

(l

SÃO PAULO

°]

V?^40.CitoJ^

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�TOMA II
■As Mtliotecas ambulantes do SESC e SESI
1 ERVICQ

SOCIAL

Departamento Regional

DA

" OBEGOL» I^nrâes Catharina

X N

S T R

I. A

do Rio Grande do Sul

Divisão de Educagao Social
Serviço de Bibliotecas Ambulantes

Em I95I5
Sul

foi

o Serviço de Bibliotecas

promover a recreaçao e
trabalhador,
consiste»na

através de

Ambulantes do SESI,

com

do

o fim

de

o aperfeiçoamento técnico e cultural

do

leituras selecionadas. O ^erviço

que

instalaçao de caixas-estantes moveis com capacidade

para 70 obras na^ empresas
ko emoregados,
sao.

criado no Estado do Rio Grande

industriais,

que

tenham um mínimo de

tem registrado anualmente uma contínua progres -

O Serviço possue também caixas especializadas destinadas a

Centros Ass i stenc i ai s e alunos do SENAI» Cada cai xa-estante per.
manece na estaçao de leitura pelo espaço de 60 a 90 dias,
A
forme o interesse demonstrado pelos leitores.
Objetivando,

também,

o aprimoramento técnico dos

encarregados das bibliotecas nas empresas,
camente,
e

seminários com os mesmos,

con -

onde

realizam-se,

periodj,

sao debatidos problemas

inovações que se façam necessárias.

Os dados estat1 sticos que damos a seguir sao por
fé
....
I
si so um quadro bem significativo das atividades do Serviço
de
Bibíiotecas Ambulantes,

Ano

cm

1

Municípios
atingidos

de

1951 a 1962.

C . E. em
c i rculaçao

Obras em
c i rculaçao

Emprest i mos

1951

5

24

1.500

1 .250

1952

11

kl

2.413

4.974

1953

15

77

4.761

11.787

195U

17

96

6.056

21.137

1955

17

117

7.562

27.705

1956

19

13U

8.710

32.127

1957

19

151

9.850

41.429

1958

20

161

10.583

48.041

1959

20

167

11.690

49.282

1960

22

175

12.250

50.143

1961

23

m

12.880

50.684

1962

26

201

\il.O7O

57.171

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15

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12

3

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTEGONOIAIA E DOCUCTTAÇÃO

O setor retratos na seção de iconografia
por
Lygia da Fonseca Fernandes da Cunha

ò O
tf:c£

Fortaleza
1963

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�o 3ST0R ESTRATOS líA SliÇJCo DS ^SOIÍOGRAFIA

Ly^ia da Pçnseca Fernandes da Cunha
Bibliotecária, Chefe da S.I.

Ao iniciamos a z*eorganização da S.I.^dentre os problemas que consi
déramos de maior importância estava o da catalogação de retratos«eujo fi*
ohário existente mencionava» até então» a entrada do retratado sem maiores
detalhes.
Fonte de consulta das mais importantes«, é necéssário que possa o lei
tor, pelas indicações constantes da ficha» ter noção do que vai consultar.
Aasim, orientamos nossos trabalhos no sentido cie incremõntar ao máximo

as

pesquisas sobre os retratados» completan^ a fic:ha com dados biobibliográficos.
Ideámos um tipo de fÍcha*padrão que é o atualmente usado:
I

Retratado

datas

dados biográficos
autor de:
procQsso iconográfico

dimen&amp;Ões

lugar»casa reprodutora»data

In
Vide: bibliografia
Passemos as explicações sobre cada item:
1) « retratado: indica a pessoa cuja imagem é reproduzida»sendo neste fichário a entrada principal. Quanto às regras de catalogação para a entrada do noffio» seguimos as da Seção de Catalogação da Biblioteca tíacional»
cujos trabalhos tem sido divulgados. Seguem-se as datas de nascimento

e

morte.
2) -&gt; dados biográficos - em poucas palavras define-sn o retratado. Sx.:
poeta baiano; oficial do exército francês» tomou parte na Ia.guerra mundial; etc.
3) - autor de

-

a fim de melhor identificar o retreitado» indicamos ape-

nas um trabalho» o mais conhecido»que seja de stia auti&gt;z*ia. £x: Autor de:
Os Sertões.
- processo iconográfico - é de grande la^rtánciaypois nos dirá da autenticidade da peça. Às vezes representa diretamente o indivíduo»como

na

fotografia»desenho ou retrato posado» etc.» e outras yazes é cópia de um
trabalho já feito» sendo reprodução por processos mecânicos ou artísticos
de trabalhos de outz*em.
original por ...

No primeiro caso menciona-se. fotografia» desenho

(nome do curtista); no segado» as explicativas tem

ser mais conçletas: litografia por ...
de ...

(nome do litó.jrafo)

que

segundo desenho

(nome do desenhista)» fotografia de um quadro a óleo de*.,

(nome do

pintor; fotografia da litografia por ... nome do litógrafo; etc.
5) - dimensões - altura e largura da peça dada em milímetros. Em se tratan

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do de uina estampa com margens» q conveniente dar esta segunda dimensão.
6) - lugar - quando for possível identificar o lugar em que foi feito
trabalho9 deve-se mencioná-lo. Iluitas vezes as fotografias tra»0m

o

o nome

da cidade em que se estabelsce o fotográfico e as estan^s podem ser loca
lizadas pelas casas editoras que as divxiLgam«
7) - casa reprodutora - é o estabelecimento que assua» a responsabilidade
cox*respondente ao de editor de uma obra. Pode ser ura fotógrafo» uma ofici
na de in^ressão« etc.
8) - data - sen^re quo possível assinalar a data em que foi feito o retra
to. Não sendo este» m msiiorla dos casos» datado» pode-se atribuir uma d^
ta apro.xliaada» sendo iieste caso colocada entre colchetes. I^o confundir »
I

entretanto» cora a ejyjca em que foi reprodusido o personagem» o que nem sem

!

pre acontece em vidi do retratado. Uma das deficiências que ainda não con^

i

guinos superar á

de atribuir a idade aproximada do retratado» p.ex.» re-

trato feito quando tinha aproximadamente 20 anos. rias con^ há facilidade de
I

por ao alcance

leitor todas as peças existentes na S.I.» o interessado

vara qual a que lhe convém. Cabem melhor estes dados a um catálogo descritivo» no qual 'ssteja minuciosamente feita a descrição da peça. Como exemplo
temos» já publicado noB&lt; Anais da Biblioteca Nacional» volumes XVI» X7II »
XXI o Catálogo dos retra tos ooligidos por Diogo Barbosa I&lt;feichado» pz*eparado
por Z.Msnezecr Brum» chef3 da Seção de Sstan^s.
9)

in &lt;*&gt; quando ocorrò ser a peça incluida numa revista» fazer parte

de

uma serie de retratos cmb título comum» ou mesmo estar incluida em um álbum
ou obra» mencioxia-se eute item como se fosse ficha analítica. Sx; titulo da
^

revista» ano» n^ e página» nome do autor» título da obra» n^ e página» se -

I

rie» n^

í

10) - vide - indioamor também na ficha uma fonte de referência onde se
nha conqpletado a pesquisa biobibliográfica do retratado. Apê /.

te»

de ser qua-

se seii9&gt;z*e necessário conoultar-várias fontes» seria demasiado relacioná-las
[

todas numa ficha quo^ não' tem a xcesma finalidade que uma ficha de autoridade.
Temos» então» comp.teta a ficha do retratado.

:m

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�-3-

Ex», 1

Ciildas Jurlor,i;'rancis3a /iit.onio \rie?j;'aA368=-l'?13
iu.io urönae díí 3al«

!

dcn-iaj:lst.n iJergipam» re.-; ideri"c.9 nc !
i

Autor dçsCart;a.3 gaúchas,.

|

dessnho a bico do psna por M„J.Ga;í'riier O^119x0
Jn

Sdnetoíi l;-rasile ü-os.

Rio de Jar.einíjF.a.rdiriiist-

.L0é?-I670, vol,.6, n.2)6

i

Vide; Dic,bi&lt;,i«bíbli:&gt;g:íaí'icc sergipano^

i3x.., 11

P*,94

iU'rablda,Antonio de, 3acQrdota,ly71 « 18^)0
Fortujues; bispo de Ansuiur;la; Dlr&lt;:í:or da -]5;í&gt;1:L3-^
toca Nacional do H^o le Jsineirc de ;ií;i2:í a .1331.
lito^ode 3,A^3.is30ri'
jRio i0 Jarieí-rOf C€;,I852!|

0j5;30x':),,rjj0

Videí Sacraniento Blaice,p.43

f
JiX,

iü.;»aida, Caa.-J,i(io ?.fenc&gt;3s dsi,
i6aB-18ei.,
líaraabãiasej advo.gadc; prcf^da ?aeu:^i£.d0 do
Direito do Rio de Jar siroj DepL.teido ét Asjíqei jlciia
Lcgis-LsiSivâ ]:'3l.a prov.do riaranhao.
Autor de: CÓdiiio Fi lipino,

-

litog.de Cc'13,ai,'ie^Si5gui2c,o des^enho origina'
pc.r L .A. Boiaaiigo-r,
em 3851)
Paria, Imp« iQinrci ir, 1856»
, LrA. A íseiableia Geral :Leg5.33.?iita&gt;
vfi (9aJ de líi53 a 185 )Vid&amp;s íJacraEeiTitfco Blav;©, v.a, p.35-72*
O cs,so dc3s retratos eai grupo é ma,.s
da idçíitòiricar c.ada

hfivtjido «HctJSHidiâde

dos pc-rHiínag^ms 3ej)ar8dameiit..2 p cia.ni:io utia ;io-

t;a offi qu.3 jje dkü^i-ííoíikí) a pei;a eu que estiver lnclüi..c!'!j* £'.xs "!!5cha~:3ä
:ln.clviido no .grtifo rap.roduaí.lc j&gt;oj:' c.;asl30 de tal üato".

íír.vfüido Jjoca

ralaçao sctaujii er:iire a:3 pt3aíi'3E,s Incliiidas iia iresma p3 ;:aj

podo-fjo

fa

539r xaoia ficha cxlativa corafi ent.rada priicipal;, nac' fii!pí;di; ido que ue
-t^aça ütta j:!at.âlctÊ;ação imalít.ica.. Ex#^
1

Drle^.ans e 13r.agan&lt;.-a {faii!:5.ia)
i\ Außu.sä';a Fciiíiilia Inrpisrial do Erasil.,.
Ginipo forjnado por I).PedíX&gt; II, D..1her5sa Crlsti
na, J.Xí5a'59l a D.L&lt;í::ipol;lin,a - «ei corpc i:s.tfjirtí»
lltog.por IL.Flri.U3S,::íeg7j!:ido o quadro de Fo
t- í.'iC\i*9ai^ s
file

de Jimelro, H,.Zl.eluas

jcarlSóOj

].. V'ídro :[If lB|j:3jr'adijs* d &gt; Br g.sLl „1825 -I. B91
Ü.-Q^aeriiííí^a Criatím I-Ja:r:La,Ii^eratriz do Í3ra3i}.f].3í!:3-:i689
3.1sab&lt;;l,jprlíwv2ra do
I04ó-'19í;.l,
ÍHl^3opC'li3in.ij, priiwesa do 3rasá.! &lt;,18^7-1

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.

EfíbradãiS secíiTidárias
!

NaD é fácil a atribuicic de s.sBUxjZ'Citi

cixie s&amp;o dados dê acóV

do toai .a p-r.0ffi33eô- «x^r^ld-aí pelo r«t-atÄ,d.o&gt; E®. se tr-a.tando de pçsrsQziage:ns qyB «juitas i^eaes ocupa® varlíss cargos?, e necessário áe*i,eí«ioti4"''l"ís
5. fí-TE C.3 TÃO scbrecí.rregar o fichàrlc víoso eritra.dÄ8 d2firôce3Â.âri'»5,A.l:t,Ís
2iá.

alrida se ss^uda ma tipo áe

ds âc&amp;ráo gcízi o aateriaj.

em ii3C2.-iâlog&amp;íáoi, rasao í^la qwal a5..nd«\ riSo for-sai ds^dobradâs as fichas
ecmiJâMís ^caieíj^i® os c&amp;be&lt;5ál,bo.s i^a pistÊ dâ ficha pL^ir-cipal» OportUEÄasiita ssrr-â fôito ô dasdobrs^eistôc

!

São atribuídos os cabôí^alhoa pslas prcfissHes do r-etrat&amp;dO;,
y

ssgimáo as 4;xplica&lt;so3s fornecidas soo i-csai 2» sôguidos da dlstr-ibuiçêo

I

geográfica*, E:^:^. t

I

'jomÊEiistas '» Ermsilj Caâ:r®t.
l^clcos
Oeoir^e serea certos cabe «galhos aeis coxpl-JiaioSí õ&lt;mc zto c&amp;so
das pessoas ci© exercem cex-gof» oficiais om prcfissoes áe cla^siflcaçAO
precár-ia, qviajodo ôitSo ad0t.aB08 -jjß grupuasRto gerilricoa
Fdncioíiarios pés^licos"

Delegados de polícia

ver
Administração pública - Brasil
Deputados; Senadores;

Sstadlscas; Revolucionários

ver
Políticos - Brasil.
Os Presidentes de República

recebem o cabeçalho "Presidentes

de República" subdivididos pelo nome do país» seguida da subdivisão cronológica. Ex.:
Presidentes da República - Brasil, 1914 - 1918
Para os oficiais das Forças Armadas Julgamos conveniente, em
vez de adotar a entrada genérica rtLlitares, subdividir pelas diferentes
àrmas. Bx.:
Exei'cito • França
Marinha - Brasil
Para personagens com abundância de material iconográfico tais
cmao medalhas» efígies» bustos» fotografia da casa que nasceu» caricaturas» etc.» far-'se-ão subdivisões subordinadas ao respectivo nome: Ex»:
Arnold»í-í^tthew» 1822-1Q88 - Caricaturas
Balsac» Honoré de»

1799 - 1850 - Iconografia

Alént das entradas de cabeçalhos de assunto» constam também
da pista as ent.radas de fotógrafosj, artÍTfcas^ gravadores que servirão
de base pin», p€is:qi\lj^ô, smís que bÓ oportiinsiíaeate serão desdobradas.
Quanto à conservação do material na S.I.» distinguimos as peças pelos diferentes tamanhos grupados em 3 diferentes arcazes; mencio-

1,

�-5na*9e no canto superior esquerdo da ficha o número que lhe foi atribuido
(1,2^3,)• Toda a iconof;^afia referente à mesma pessoa» sendo do

mesmo

tamanhof acha-se guardada no mesmo envelope» que tem por fora o nome com
pleto do indivíduo e datas, envelopes estes arrumados em ordem alfabética.
A consulta é bastante simples» bastando ao leitor mencionar o
retratado e o arcaz em que se encontra a peça.
Este trabalho de catalogação de retratos está entrosado

com

vários setoresf pois as revistas» obras literárias e históricas» estampas
artísticas» muitas vezes reproduzem imagens de pessoas necessitando
tal documentação sobre o personagem. Esta deficiencia ainda existe

de
na

S.I.» onde os trabalhos ainda estão em fase de reorganisação»pretendemos»
assim que seja terminado o trabalho ük que estamos procedrndo* continiaar
as pesquisas no sentido de fichar analiticamente o acervo que possua imagens.
Com tal finalidade» entre as inovações programadas ao z*eorgai^
sar o setor Retratos» estaz*ia a reprodução fotográfica» em tamanho reduzi
do» da peça original a ser inserida na ficha do salão de leitura» permi tindo ao consulente um primeiro contato com o material e impedindo o seu
desgaste. Este processo já em voga em muitos centros de documentação» é
já realizado entre nos» em São Paulo» na Seção de Arte da Biblioteca Municipal. Entretanto» por dificuldades de ordem técnica» não foi possível
até a presente data» organizar este fichário mais aperfeiçoado.
Por se achar ainda na fase experimental» não deve o atual fi
chário da S.I. ser tomado como padrão. X medida que ocorrem os problemas»
temos que modificar nossos pontos de vista» mas de modo geral» as regras
que aqui deixamos elaboradas são as que se nos afiguram imprescindíveis»
sujeitas a revisões conforme as conveniências.

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                <text>IV Congresso Brasileiro de Bblioteconomia e Documentação</text>
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                <text>O setor retratos na seção de iconografia</text>
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IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E-DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARA
7 a 14 de julho de 1963

TEMA III - INFORMAÇÃO CIENTÍFICA
f
TELEIMPRESSORES NOS CATÁLOGOS COLETIVOS
por
Lelia Galvão Caldas da Cunha *
(COMUNICAgSo OFÍCIAL)

i'•

CDU

í

017.11 I 654.145

Ce ib-O
Mt
Vv òk

* Chefe da Seção de Informações e Intercâmbio do Instituto Brasileiro
de Bibliografia e Documentação
Professora da Escola de Biblioteconomia do Instituto Santa Ürstila
Assistente do Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional

cm

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�SINOPSE

Cresce, dia a dia, o número de usuários do teletipo,
moderno processo de comunicação que permite aliar.a presteza da ligação telefônica à fidelidade da mensagem escrita.
instalou,

Desde que

se

pela primeira vez, um teleimpressor em biblioteca - o que

ocorreu nos Estados Unidos,

em 1950 - outras instituições congêneres

vêm se integrando em rêdes de teletipos.

O emprego de teletipo

em

catálogos coletivos facilita enormemente a execução de tarefas e aproxima poderosamente as bibliotecas cooperantes que participam
circuito,
não há,

Dos 7U6 aparelhos teleimpressores existentes no

ainda, nenhum instalado em biblioteca.

do

Brasil,

Para propiciar

ao

Catálogo Coletivo Nacional meios de estabelecer comunicação

rápida

com centros bibliográficos importantes, não só da Guanabara

como

dos demais Estados, o Instituto Brasileiro de Bibliografia e
mentação inicia,

agora,

Docu-

a execução de um plano de telecomunicações

que lhe facultará manter estreito intercâmbio com as bibliotecas que
possuem coleções completas e expressivas de obras especializadas,
Primeiramente,

serão conectados à Rêde Nacional de Telex o IBBD

os órgãos sediados em São Paulo e Belo Horizonte,

e

enquanto se aguar

da a instalação de estações centrais em outras capitais estaduais e
quG se aprimore todo o sistema em geral.

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�Comunicação pode ser definida,

em essência,

como con-

junto de técnicas destinadas a promover o transporte ou deslocamento
da informação.
de,

Através das sucessivas eras da história da humanida-

essas técnicas têm sofrido profundas transformações, que vão de^

de o emprego dos meios rudimentares,

conhecidos pelo homem primitivo,

até a utilização da eletricidade, do rádio e da eletrônica.
já nos primórdios da civilização,

sentiu o homem

ne-

cessidade de transmitir à distancia, do modo mais rápido possível,®^
sagens urgentes.

Não foi outro o objetivo das fogueiras acesas

no

cume das montanhas ou do soar dos tambores nas florestas, verdadeiros
ancestrais das modernas linhas telegráficas.
Durante a evolução dos povos,

inventores de todas

épocas têm estudado e aperfeiçoado meios de propagar,
brevidade, notícias importantes.
porém,

as

com a máxima

Decorrido certo espaço de

tempo,

os métodos criados passam a ser considerados lentos e insufi-

cientes,
O progresso do mundo de hoje requer,

cada vez mais, a

adoção de processos que logrem manter ritmo acelerado na transmissão
de informações.

Mas,

o desenvolvimento alcançado, na atualidade,

pe

Ia telecomunicação so foi possível graças ao avançado estágio a
chegaram as Ciências Aplicadas em geral e a Tecnologia,
utilização de meios e recursos de inestimável valia,

que

permitindo a

para atender às

exigências sempre crescentes dos idealizadores e construtores dos aparelhos necessários.
Os principais auxiliares mecânicos da transmissão rápida da informação eram,
telefone.
madas

até há alguns anos atrás,

Gradativamente,

o

porém, vêm cedendo terreno a máquinas cha

" • teleimpressores ou teletipos,

de comunicação,

o telégrafo e

que representam meio essencial

com características especiais no conjunto dos proces.

sos conhecidos.
Externamente semelhante à máquina de escrever,

o tele

impressor e munido de um teclado praticamente igual ao desta, que acionado por um datilografo,
dentica,

colocada no outro extremo do cirf^uito, reproduzindo as

formações letra por "let-pp,
assim,

transmite mensagens escritas a máquina i

'^xatamente como foram redigidas.

in-

Oferece^

a vantagem de consentir a conversação dialogada e aliar a ra-

pidez da ligaçao telefônica instantânea à fidelidade da mensagem escrita,

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eliminando desse modo,

a possibilidade de enganos decorrentes

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�da imprecisão devida à leitura,

a dificuldades de audição ötz-^ujycans-

crição errada de um texto.
Graças a suas infinitas possibilidades,
partições públicas,
sas,

fábricas,

escritórios comerciais,

conquistou reagências diver-

redaççes de revistas e jorne.is e outros tipos de entidades,

sen-

do amplamente empregado ^je em todos os setores da vida moderna onde
se faz mister assegurar a transmissão imediata de notícias ou avisos,
sem risco de deturpar o texto original da mensagem.

teletipos.

Em bibliotecas, data de 1950 a primeira instalação

de

A Racine Public Library e a Milwaulcee Public Library,

no

Wisconsin, Estados Unidos,

são as pioneiras e seu exemplo

consideravelmente entre as instituições congêneres.

frutificou

A lista de biblio

tecas dotadas de comunicações por teletipo vem aumentando constanteman
te não só nos Estados Unidos como na Alemanha, Áustria, Bélgica, Dina
marca. França, Países Baixos, Polônia,
lováquia, Noruej-a,

Grã-Bretanha,

Suiça, Tcheco-E^

Suécia, Japão e África do Sul,

O extraordinário impulso dado às Ciências

nos

tempos

modernos tem provocado verdadeira avidez de informações precis"

-

e

seguras, o que parece ser exigência do próprio estado evolutivo que a
tingiu nossa civilização.

Cada dia transcorrido marca nova etapa

no

vasto mundo de inventos e ensaios em todos os setores científicos

ou

técnicos.

Apesar da riqueza de experiências acumuladas por cada ind^

víduo dedicado ao estudo ou a pesquisa, não. lhe é possível ignorar os
trabalhos e progressos de seus semelhantes.
Os conhecimentos adquiridos pela humanidade estão fixa
dos em documentos de toda espécie e concentrados nas bibliotecas,
distinção dè épocã,) origem ou nacionalidade.
de informações pudesse ser colocada,
teressados,

sem

Se toda essa abundância

prontamente,

à disposição dos in

as exigências culturais do mundo atual seriam praticamen-

te satisfeitas e todos os documentos produzidos encontrariam utilidade e justificativa.
No entsjito,

a acessibilidade física do material biblio

gráfico continua sendo o "calcanhar de Aquiles" das técnicas de documentação.

Trazer

êle desejado,

leitor o livro ou documento, dentro do prazo por

tem sido dos maiores probl«^mas

:;nfrentados por bibliotja

cas e centros de documentação de todos os países.'

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�Essa acessibilidade depende,

entre outros fatores, dos

catálogos coletivos e da conquista de novas facilidades de comunicaçãa
Á publicação solicitada por um leitor pode figurar numa das estantes da
biblioteca mais próxima5
cidade ou do país e,

e pode,

até mesmo,

também,

estar em outra biblioteca da

em outro país,

0 estudioso é, geralmente, um homem que pesquisa em cir
cunstâncias difíceis, que dispõe de horas de trabalho limitadas e que
enfrenta situação financeira quase sempre modesta,

Para atendê-lo

e

lhe propocionar comodidade e que as bibliotecas empregam instrumentos
e técnicas adequadas e procuram se munir de meios de comunicação rapí
dos e eficientes, não obstante serem,
tos de comiinicação,

elas mesmas,

legítimos instruim

já que se dedicam a tro-nsferir informações.

Os catálogos coletivos constituem importante elemento
em prol do estreitamento das relações entre bibliotecas, não só no p]^
no nacional como no internacional.
co funções, quais sejam:
mo-entre-bibliotecas,

Segundo L. Brummel,

localizar publicações,

podem ter ein

facilitar o emprésti-

coordenar ou controlar as aquisições,

fornecer

informações bibliográficas diversas e registrar o acervo das bibliot_e
cas participantes.
em verdade,

Conclui êle,

porém, que um catálogo coletivo

é,

além de centro de informação, nada mais que autên;i3.ào "li

vro de endereços".
Sua finalidade precípua é,
presteza possível,

pois, determinar,

com

a

onde se encontra a obra que está sendo solicitada

por determinado leitor que a deseja consultar, mas não pode ou não a
quer adquirir, não a encontra nas livrarias au na
tuma freqöntar,

biblioteca que co_s

ou não dispõe de tempo para a procurar,
Á eficiência dos catálogos coletivos repousa,

assin^ em

grande parte, diretamente na maior ou menor prontidão com que ipnseguem se comimicar com as bibliotecas.

Apenas participando de um

cir

cuito de teleimpressores lograrão eles obter a máxima destreza.
Os propósitos de cooperação entre bibliotecas f irmam-^sé
cada vez mais e a rede de teletipos parece ser a melhor solução para
as aproximar do catálogo coletivo.
Através do teletipo,

pode um catálogo coletivo desempe_

nhar quatro principais tarefas;
1 - Receber, das bibliotecas cooperantes, dados refeim
tes a novos títulos incorporados diariamente aos seus acervos,

o

que

o manterá absolutamente atualizado.

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�Z - Responder perguntas de natureza bibliográfica

que

requeiram solução rápida e direta,
3 - Estabelecer contacto com outros catálogos coletivos e centros bibliográficos do país ou do Exterior.
k - Fazer qualquer espécie de consulta a qualquer integrante da mesma rede.
O
te,

teletipo é de importância primordial porque permi-

como o telefone,

fazer ligação imediata de assinante para assinan

te e presta serviços durante ZU horas diárias,
mensagens mesmo na ausência do operador.

;)á que pode receber

O aparelho receptor é pos-

to em movimento pela própria transmissora,

funciona automaticamente

durante todo o tempo de recepção e só pára após terminar de registrar
a mensagem.

Assim,

se, no momento da transmissão, o catálogo coleti

vo ou a biblioteca que a recebe não estão ainda em fimcionamento, bas.
ta que o operador,
ausência,

ao chegar e encontrar as mensagens recebidas na sua

as retire do aparelho e providencie seu atendimento.
Quanto ao custo de instalação do aparelho® a respecti

va assinatura junto à repartição central competente,
ria de país para país.

Cumpre, no entanto,

e óbvio que va-

ressaltar que uma chama-

da telefônica internacional com a duração de três minutos custa,
modo geral, bem mais caro que a mensagem por teletipo,
missão internacional,

de

também em tians

com a mesma duração.

A extraordinária aceitação que teve o teleimpressor en
tre empresas e escritórios comerciais leva a crer que a integração mn
circuito - feitas as contas relativas às despesas correspondentes - é
compensadora«

Não surpreende,

por conseguinte,

a circunstância de se

localizar numa cidade altamente industrial a primeira biblioteca
blica européia a instalar um teletipo: Manchester Central Library,

púem

1955.
Catálogos coletivos munidos de teleimpressores transigi
mam-se em poderosos instrumentos de trabalho.
as bibliotecas,

em conjunto,

coleção bibliográfica,

disso,

podem ser consideradas como única e rica

cujas unidades se acham à disposição de qual-

quer consulente, bastando,
através de

Em decorrência

para o atender, uma ligação fácil e rápida

teletipo.
As técnicas modernas de telecomunicações derrubam fron

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�-5teiras nos domínios da cooperação" entre bib^otecas, . Assim,
de vista teórico,

talvez se possa, mesmo,

audaciosa, mas não prematura - que,
temas de aquisição planifiçada,

do ponto

afirmar - em profecia jiuiçá

estabelecidos e desenvolvidos -si^

com base em acordos internacionais,

e

constituída perfeita rede de teletipos entre as bibliotecas de todo o-mundo,

passem os catálogos coletivos - utilíssimos t:as dispendiosos -.

à categoria de serviços dispensávies.
Estamos chegando a transformações radicais em todos os
campos.da atividade humana,

No momento em que os teletipos vierem

a

substituir completamente a mala postal em todos os setores, muitas ho
ras preciosas serão poupadas nas atividades dos cientistas e

homens

de negócios*
. Bibliotecários devem também se preparar para os utilizar - como fazem, hoje,

-

com o telefone - de todas as maneiras ^ps^ívei^

não somente para satisfação de uma consciência profissional, mas tam-''
bem como'parte de esforços dospendidos no sentido de contribuir para a
■. difusão dos ideais

de fraternidade universal e para o progresso" das

nações.
Segundo dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro

de

Geografia e Estatística e pelo Departamento de Correios e Telégrafos,
há em funcionamento, no Brasil, na presente data,

aparelhos tele-

impressores, dos quais íikO ligados à Rede -Nacional de Telex, daquele
Departamento»

Destes, 200 assinantes se localizam no Rio de Jemajuxy'y

outros 200 em São Paulo e Í4.O em Brasília,
É lamentável ter que registrar que nem sequer um
7Í|6 aparelhos existentes

está,

dos

ainda, instalado em biblioteca.

Cônscio de que o intercâmbio de informações bibliográ-- &gt;•
ficas deve ser promovido pelos meios mais adequados e eficientes

e

proôurando incluir nesses meios os modernos recursos da técnica,

o

Instituto Brasileiro de Bibliografia o Documentação, do Conselho

Na- .

cional de Pesquisas,

está iniciando a execução de um projeto que lhe

, •

permitirá organizar e manter uma rede 'de telecomunicações apta a faci
litar aos estudiosos e pesquisadores de todo o Brasil a documentação
necessária a seus trabalhos e investigações,
;Atu.'^].nentej

inclui o C^t.''^lc:3o Coletivo Nacional aproxi

madamente 1 5OO 000 obras e 30 000

títulos de periódicos, que podem ^

•

encontrados em quase 300 bibliotecas brasileiras.

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�A fim de localizar as obras solicitadas pc.ra estudos e
pesquisas e propiciar aos respectivos requisitantes o documento origi
nal ou em cópia fotográfica,

o

Catálogo Coletivo Nacional comunica-se,

por "fâ-efone ou por correspondência,
e do estrangeiro,

com diferentes centros do Brasil

com eles desenvolvendo intenso intercâmbio biblio-

gráfico.
Como é natural,

o processamento de todo esse trabalho

precisa ser realizado com a possível rapidez,

pois, quase■sempre,

os

pedidos de dados e de informações tem por objetivo complementar pesquisas científicas ainda era elaboração na oportunidr.de ou ilustrar re
latórios e teses ainda sendo redigidos.
Simplesé, então, depreender que o IBBD tem absoluta
cessidade de manter estreita cooperação com as bibliotecas que

nepos-

suem coleções mais completas e estpressivas de obras especializadas

e

que,

quanto mais fácil e pronta for a comunicação com essas bibliote-

cas,

tanto mais rápidos e eficientes serão os serviços que presta.
Para vencer a precariedade existente nos meios

tuais de comunicação,

habi-

o IBBD solicitou ao Departamento de Correios

e

Telégrafos integração do Catálogo Coletivo na Rede Nacional de Telex,
para que posso

j

facilmente,

estabelecer contacto com as entidades qiE

possuem as coleções mais utilizadas pelos estudiosos e pesquisadores.
Essas entidades são; a Biblioteca Central e a Divisão de Docuiiientação
da Reitoria da Uhiversidade de São Paulo,

os Serviços Centrais de In-

formações Bibliográficas das Universidades da Bahia, de Mina^ Gerais
e do Ceara,
fe,

o Serviço Central de Bibliotecas da Universidade do Reci-

o Centro de Bibliografia e Documentação da Universidade do Paraná,

o Serviço de Bibliografia e Documentação da Universidade do Rio Grande do Sul,

a Biblioteca Central da Universidade do Pará e a Bibliote-

ca do Instituto Nacional de Pesquisas da iimazônia,

em Manaus.

Alem dessas entidades situadas em cidades distantes da
sede do IBBD, necessita este promover comunicação rápida com as

bi-

bliotecas do Rio de Janeiro que mais utiliza para. permuta de informações e que sao as da Faculdade Nacional de Medicina, do Instituto Oswalde Cruz, do Museu Nacional,

do Departemente da Produção Mineral,do

Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e do Centro Nacional de Informações em Microbiologia.
No entanto,

a situação ainda deficiente da rede de te-

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lecomunicações'do País,
al.

limita, de início,

Enquanto aguarda que o sistema,

ciável progresso,

a execução desse plano ide-

em seu conjunto,

apresente

apre-

através de inversões de vulto e de reformas das

ses de funcionamento e operação,

&lt; "

ba-

o Departamento de Correios e Telégra-

fos propôs conectar apenas as entidades sediadas em São Paulo e Belo
Horizonte - cuja estação central acaba de ser inaugurada - já que

as

centrais de Brasília e do Rio de Janeiro se encontram totalmente esgotadas e não há, ainda,

instalações para as outras capitais mencionadas.

Com relação ao Rio de Janeiro,

espera o Departamento que sobrevenha al

guma possibilidade de atHndimento,

em face de eventuais desi^stências

de assinantes.
Ligados à Rede Nacional de Telex o Catálogo Coletivo Na
cional e os órgãos de informação científica citados, qualquer
terá imediato acesso, mediante simples operação de discagem,
.melhante à usada nos telefones automáticos,

deles
em tudo se

a qualquer outra entidade

também aliada à Rede,
No momento em que bibliotecários e documentalistas brasi
loiros começam a se aperceber de que a mecanização e,

até mesmo, a au-

tomatização dos serviços técnicos de bibliotecas já não é mais longínqua miragem, deveria este IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação fazer veemente apelo aos responsáveis pela administração
de todos os orgãos - &lt;^t!ja cooperação é indispensável à consecução

dos

planos em benefício do desenvolvimento da documentação e da informação
científica - para que estudem a possibilidade de se tornarem participantes de uma rede de telecomunicações destinada a promover rápida

e

eficientemente o transporte da informação.
Todo estudioso é um p&lt;jsquisador em ..potencial,

esteja no

/unapá, nos Pampas, no Rio de Janeiro, no Nor«deste ou no Planalto Goiano.

SÓ utilizando métodos modernos será possível levar aos recantos

mais remotos deste País - cujas longas distâncias dificultam grande pr
te de qualquer empreendimento - e colocar nas mãos de cada pesquisador

i

ou estudioso o documento, muitas vezes de vital importância para quem
não dispõe de recursos para obtê-lo no local onde reside ou trabalha.

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                <text>Cresce, dia a dia, o número de usuários do teletipo, moderno processo de comunicação que permite aliar a presteza da ligação telefônica à fidelidade da mensagem escrita. Desde que se instalou, pela primeira vez, um teleimpressor em biblioteca - o que ocorreu nos Estados Unidos, em 1950 - outras instituições congêneres vêm se integrando em rêdes de teletipos. O emprego de teletipo em catálogos coletivos facilita enormemente a execução de tarefas e aproxima poderosamente as bibliotecas cooperantes que participam do circuito. Dos 746 aparelhos teleimpressores existentes no Brasil, não há, ainda, nenhum instalado em biblioteca. Para propiciar ao Catálogo Coletivo Nacional meios de estabelecer comunicação rápida com centros bibliográficos importantes, não só da Guanabara como dos demais Estados, o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação inicia, agora, a execução de um plano de telecomunicações que lhe facultará manter estreito intercâmbio com as bibliotecas que possuem coleções completas e expressivas  de obras especializadas. Primeiramente, serão conectados à Rêde Nacional de Telex o IBBD e os órgãos sediados em São Paulo e Belo Horizonte, enquanto se aguarda a instalação de estações centrais em outras capitais estaduais e que se aprimore todo o sistema em geral.</text>
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����IV CONGRESSO BRASILEIRO D3 BIBLIOT^íCONOMIA B TDOGTORNTàÇAO

A biblioteca escolar e o ensino primário
por
Maria Lec€cia de Andrade Lima

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Fortaleza
1963

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARA

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k BIBLIOTECA ESCOLAR
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ENSINO PRIMÍRIO
por
Maria Letücia de Andrade Lima

CDU 027.8:372

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Associação

Pernambucana do Bibliotecários
1963

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�A BIBLIOTECA ESCOLAR E O ENSINO PRIMiÍRIO
Maria. -í Leticia de Andrade Lima.
Segtindo a Lei de Diretrizes e Bases da Educaçao "o ensino primário
tem por fim o desenvolvimento do raciocínio e das atividades de expressão
da criança e a sixa integraçao no meio físico e social".
A biblioteca tem papel saliente, tanto no desenvolvimento do raci^
cinio e das atividades de expressão, como na integraçao do alimo ao meio sq,
ciai.
A biblioteca e o desenvolvimehto do ràciocínio.
Estando o livro, desde os primeiros tempos, intimamente ligado

a

atividade criadora, as práticas escolares associaram-no, infelizmente, por
um longo período, ao tipo mais rotineiro de aprendizagem, com o uso do te^
to para meraorizaçao, A expressão "ensino livresco" passou a significar metodo antiquado, em oposição a escola moderna baseada nas experiencias

da

criança,
Havia, assim, todo um trabalho a realizar, na reabilitaçao do livro
na escola, trabalho que compete e vem sendo feito em parte pela biblioteca.
Que se espera da biblioteca, na escola primária, para obter a utilizaçao ativa e dinamica do livro?
O fato de existir

biblioteòa na escola já representa um estímu

Io intelectual, como veículo da apresentação, o. criança, das idéias e conh^
cimentos.
Sem recorrer a conceitos literários, sem citar os versos de

Castro

Alvos: "livros, livros • mão-choia/ fazendo o povo pensar", qualquer educador verifica a necessidade urgente de estímulos

para a leitura. Estímulos

tão fortes que possam concorrer com os estímulos audio-visuais cada

vez

mais aperfeiçoados e numerosos, que cercam a criança de hoje; rádio, cinema, televisão.
Q\iando e se conseguirmos ap^jihar a criança sem hábitos m\iito ojra^
gados de leitura de periódicos, de tipo popularíssimo das revistas de quadrinho, a simples apresentaçao de uma coleção de livros, dosde que razoa.—*
velmente escolhidos, obtém reações maravilhosas.
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Intensificam-se esses efeitos com os reciu'sos técnicos da bibliot^
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A olassificaçao dos livros e a dinamizagão da biblioteca
Se a coleção estiver disposta de modo inteligente, cada livro, as.
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sociado aos vizinhos por um vinciilo de interesse comum, seu impacto sobre
o leitor e conseguido mais rapidamente e sua influencia mais duradoura. Daí

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�- 2 Ä necessidade da classificação.
Nossa experiencia tem demonstrado que a técnica da classificaçao pa
de ser simplificada ao mínimo indispensável, tendo sido usada, em escolas rji
rais de Pernambuco, vima distribuiço.o em largos grupos, correspondendo as divisões gerais dos programas escolares, identificados por letras: L para Linguagem, M para Matemática, C para Ciência, etc.
Ha, porem, vantagem, no uso, na escola primária^ do mesmo tipo

de

classificaçao encontrado, no futuro, polo jovem loitor, nas escolas secvinda
rias e superiores.
Assegura-se, assim, uma Corta continuidade no uso da biblioteca.
Os números principais da C.D,, completados com a inicial do sobrenoA
me do autor, tem sido divulgados em cvirsos promovidos pela Secretaria de Ed^j
cação e Cultura, através do Departamento de Extensão Cultural © Artística e
f
^
A
ate mesmo em cursos por correspondência. Anexamos duas axalas de um desses cvie
SOS, contendo uma tabela do classificação (anexos 1 e 2 - resumo da tabela
no anexo l)
O arranjo das estantes, com letreiros adequados a idado e compreensão do aluno, facilita o trabalho das classes. Quando o trabalho escolar ma
tiva consultas, a localizaçao dos livros devo sor obtida irapidamonte pelo estudante comum, pois isso será um passo importante no desenvolvimento de pra
jetos ou em qualquer tipo de pesquisa exigida pela atividade didática.
R^classificaoões provisórias, tendo em vista dotérminadas comemoraçoes ou festividades, devera ser previstas. A biblioteca deve, não so estar
a disposição, como antecipar as necessidades dos escolares.
Um dos aspectos indispensáveis de sua organização é a possibilidade
de desmembrar a coleção

em coleções parceladas, à disposição das classes.

Essas coleçoes serão trocadas, de acordo com os interesses momentâneos e permanecerão, sob a responsabilidade direta do professor, tanto tempo quanto for necessário ao trabalho didático.
A biblioteca será sempre uma "fonte central de informaçoes".
Um dos objetivos do trabalho do professor-bibliotecário deve

ser o

incentivo as consultas. A coleção de livros de ficção sai com rapidez
prateleiras. Os livros novos sao logo solicitados e a única dificuldade

das
e

geralmente, conseguir um nmero siificiente do exemplares. O que não acontece

habitualmente com o material de natureza informativa, quase sempre

por

falta de planejamento e articulação entre as classes o a biblioteca.
A catftlogaçao como elemento dinamizador
A consulta ao catálogo já e, em si, um trabalho educativo, Se, para
a leitura-recreação, numa biblioteca de acesso livre, o contacto do pequeno
leitor com o livro pode ser feito sem

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intermediários, nas pesq\iisas o almo

��precisa do catálogo» Numa escola primaria deve ser adotado uma catalogaçao
extremamente simplificada, fichas redigidas muito sumariamente» com arranjo alfabético»
Exercícios sistemático podem ser realizados, com o aspecto de jogo»
*
é
no caso dos leitores muito jovens, Uma variante de "jogo do dicionário", ci
tado por R.G» Ralph, em The library in education pode ser feita com as

fi-

chas do catálogo» á um jogo de competiçãoj vencendo o leitor que encontrar
com maior rapidez iim determinado número de entradas de autor, título e assunto^ no fichário» As entradas devem ser escolhidas previamente e o temA
•
j. •
po registrado com toda seriedade, como numa competição desportiva»
A lista de cabeçalhos de assuntos a ser adotada deve ser organizada
com termos familiares as crianças, procurando-se usa-r a linguagem habitual
na região» Anexamos uma relação preparada para escolas primarias de Pernambuco (anexo n#3), baseada na de Mary Peacock Douglas, Tho teacher-librarian'a
hftfíclbpoK»
A biblioteca e as atividade de expressão
A leitura enriquece os meios de expressão do escolar» O vocabulario
da criança cresce em proporção as suas experiencias, realizadas diretamente,
ps seres

« coisas que a cercam, ou indiretamente, através

da leitu-

como "experiências de segunda mao", na denominação de alguns autores»
Temos que concordar inteiramente com os pesq\iisadores que nos
formam, depois de estudos exaustivos&gt; como os de Paulo Rosas, que " os liyors estão desempenhando pálido papel na vida das crianças e adolecentes"»
Educadores como Maria Junqueira Schmidt dão o brado de alerta, dizendo

eer

eeses desinteresse "anomalia que precisa ser estudada"»
Temos, assim, de fazer algo, e urgentemente, para reavivar o interesse infantil adormecido, através de uma biblioteca dinamica, onde a crie^
ça vá às estantes, de opiniões, colabore na seleção dos livros e

participe

do próprio funcionamento da instituição,
O respeito à espontaneidade e iniciativa da crianço. deve ser o critério inicial de todo trabalho nesse sentido,
A
Naturalmente que certas normas: silencio relativo na sala de leitura, respeito aos outros leitores, impostas pelo caráter social da biblioteca, traçam limites aos impulsos dos jovens freqüentadores, O caminho acer/A
^
tado sera canalizar esses impulsos# através de processos educativos. Favorecer 03 debates, os comentários, os projetos, as campanhas, todo tipo

de

atividade que permita pXena liberdade de expressão» As artes plásticas poáem ser chamadas em auxílio do bibliotecário, A criança que pinta ou modela deve alargar o campo das suas inspirações, introduzindo, nos seus

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balhos^ todo o mundo imaginário que encontrou nos livros: fadás, prá^cipéô.

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�- ^ mágicos, que assim se incorporam melhor ao seu mundo escolar, Um recurso
muito vfiúLioso é a draraatizaçao. Certas histórias pedôm um complemento

de

gestos e movimintos, para mxiitos leitores. Com .algum incentivo representarao as fabulas, encarnando cada um o animal de s\ia preferencia. Mascaras pg
dem ser conseguidas sem muita dificuldade, feitas pelos próprios altinos. Tag
bán não representa grande difictildade a organizaçao de um pequeno teatro de ^
fantoches« O teatro indireto, através dos bonecos, e necessário quando

ha

crianças muito tímidas ou desajustadas.
\
^
A biblioteca e a integragão no meio social.
A biblioteca é tmi elemento socializador, A utilizaçao em comum

do

acervo e, talvez, para a criança , o primeiro passo consciente na sua educação social e cívica. Primeiro passo, porque, na sua matrícula na escola,
a iniciativa parte geralmente dos pais.
Quando assina o seu primeiro cartão de leitor, o aluno assume

ma

responsabilidade e tmi compromisso para com a coletividade.
Habitvia-se a respeitar prazos, não pelo mero fato de serem marcados
por regulamentos, mas porque há outros leitores aguardando, para retirar os
livros que devolver. Acostuma-so a zelar pela conservação do um material que
nao e sou, porem do todos. Aprende a significação de bom comum,
A
O interesse pelos livros facilita aproximações, fazendo que surjam
grupos unidos por tendoncias e inclinações, favorecendo a formaçao de

pe-

quenos clubes.
A informalidade do ambiento ó propícia às atividade associativas. Da
biblioteca podem surgir clubes de excrusoes, filatolia, nimismatica, grêmios
dramáticos

e literários.

A biblioteca pode

possxiir jornal, sendo facílima a utilização

do

um jornal mural, com seções para notícias de livros novos, registro do movimento social, enigmas e charadas, desenhos e caricaturas. As exposiçoos
ß
M.
^
sao também motivos para aproximanao dos leitores e intercâmbio com outras
escolas.
Entro os objetivos da biblioteca escolar não deve ser esquecido, cq_
mo um dos mais importantes, o de servir de elemento de ligação entre a escola e as demais instituições locais. Levar a escola a biblioteca publica,
aos museus, a todo e qualque centro capaz de ampliar a sua ação educativa,
aproveitando os recursos cu3.turais

da comunidade.

Servira, também, como elemento integrador da família na escola, ati^
gindo os pais. Promoverá, assim, para eles, debates sobre livros, inserindo-se na pauta de trabalhos das associaçoes de pais e professores. Algumas
bibliotecas escolares americanas recorrem as mães como aioxiliares volutárias, encarregando-as, por exemplo, da "hora do conto" ou atribuindo-lhes

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�hor^ios de supervisão. São as maes mixitas vezes, que se responsabilizam
por cortos trabalhos, como consertos de livros. Essa colaboração leva
uma melhor compreensão dos objetivos da escola e a um planejamento

a

mais

perfeito do trabalho a realizar»
BiW3,0ßrftfia
DOUGLAS, Mary Peaqock - The teacher-librarian•s handebook. Chicago, III,
American Library Association, 1949.
LAREUCK, Nancy - A parent's guide to children's reading, New York, Cardinal (1958)
RALPH, R.G, - The Library in education (London) Tiirnstile Press (1949)«
ROSAS, Paulo - Interpretação da literatura infanto-juvenil no nordeste. Rg
cife, Instituto Pernambucano do Estudos Pedagógicos, i960.
SCHMIDT, Maria Junqueira - Educar pela recreação. Rio do Janeiro, Agir,
1958 ►

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                    <text>Digitalizado
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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA E DOGlJI^ENTAÇãO

A Biblioteca Publica do Estado da Paraíba
por
Myriam Gusmão de Martins

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�2m. II - bibliot:j:c:is eíblicâs, iiirMTo-Jüv;::iiis, ;jsuLJiNTiís 2 zisgol/iris
.

BIELI0T2CAS PfcLICAS EM JÍRSAS EIx DESSíVOLVIÍâEHTO ^
A

PIÍBLICA DO ESTADO Da TlãUjBk

1, Legalidade e realidade da Lei n2 4,084 de 30 de
junho de 1902.
2, Seia bibliotecas Publicas de capitais nordestinos.

^

3» A Liblioteca Publica do Estado da Paraíba na cidade de Joao Pessoa.
4. 0 informe do Grupo III para o Seminário de l^ialmö t
em 1950.•
5* Um Piano e um começo

por
MYRI/M GUSMÃO DE MARTENS
Cfcefe da Diviaão de Documentação
'da SUDS IT S
CDU

IV

CONGRESSO

027(013.31)

BBASILEIRO DE BIELIOTECOIIOMIA E D0CÜIISNTAÇA0

Un:VLRSI OADE DO C5ARÄ
7

a

14

julho

de 1963

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SAO PAULO
Mo^
i^O-Cjto

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�- 1 1. LEGJO^IDADE E RE^ILID^IDS DA LSI ^.08/i DE 30 DS JülíHO DE 1962

Ao ser publicada a Lei nS A»OQ/+ na primeira pa:;ina do Di.aria Oficial da
Uiiiao, de 2 de juUio de 1962 extingiiia-se a possibilidade dos cargos de

direção

de bibliotecas sovernamentais serem providos apenas por seleção partidária, poli
tica ou afetiva,
Era seu artigo 5^ a Lei n^ 4«OÖ4. estipiila qtie "O certificado de registro
ou a apresentação do títvü-o registrado, sere exigido pelas autoridades federais,
estaduais ou municipais para a assinatura de contratos, termos de posse, inseriçao era concxirso, pagamentos de licenças ou imposto psjra exercicio da profissão e
desempenho de quaisquer funções a esta inerentes,"
Assim, ao falecer o Diretor da Biblioteca RÍblica do Estado da Paraíba,
no dia 9 de maio de 1963&gt; nao havendo naquele Estado Associaçao de Bibliotecários,
a Associação Pernambucana de Bibliotecários, com sede em Recife,

íi^frdiatpjnente

comunicou clS au.toridades competentes que o c;;Tgo so poderia ser preenchido

de

conformidade com a Lei vigente,
Ilao havia disponível, em todo o Estado da Paraíba, um só bibliotecário
diplomado.
Com bolsas de estudos ou por conta própria, cinco estudantes da Paraíba
estavam

matriculados na Universidade do Recife em seu Curso de Biblioteconomia e

Documentação e um no Rio de Janeiro, nos Cursos de Biblioteca N..cional,
A lista de candidatos ao cargo ocupado durante anos pelo antigo diretor,,
era longa e . • riada,
A
A
0 conheciraonto do teor da Lei n^ 4-.OÖ4 fez com que fossem

buscadas

as

soluções possíveis entre a realidade que o mercado de trabalho para biblioteca^
f
nos oferecia e as exigencias explicitas da Lei.
A Associação Pernambucana de Bibliotecários forneceu elementos

que vi-

sassem solucionar o impasse e e o resultado de experiências comprovadas que rel^
to neste trabalho,
2» SEIS BIBLIOTECiiS PIÍBLIC.^ DE CAPITAIS KORDESTPIOS
A área do Nordeste do Brasil apresentada pelo Instituto Brasileiro

do

Geografia e Estatística (OBGE) difere da área abrangida pela supervisão da

Su-

perintendencia do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE), Eeta engloba nao so

os

estados da Bahia e Sergipe como os municípios do estado de Minas Gerais compreen
didos no Políg'-.no das Secas,
\
/
Qufndo me refiro as bibliotecas publicas destas seis capitais nordestinas, incluo aquelas dos estados sob a supervisão da SüDEIIE das qioais tenho

in-

formações correntes,
*
^
Da Bahia ao Rio Grande do Hortes, todas as bibliotecas publicas

esta-

duais apresentara pelo menos 10 características próprias as bibliotecas de áreas
subdesenvolvidas:
1

Sao entidades de areas claranionte caracterizadas como de regiões sijb
*
desenvolvidas j

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�2 - Funcionam era pardieiros que ha muito chegaram ao gravi de saturação,
Se a Biblioteca Publica do Estado do Rio Grande do Norte está ein prédio reformado não atende, entretanto, os requisitos técnicos para prédios destinados a acolher serviços bibliotecários,
3 - Nem sempre os prédios foram CQnstii'.^^'.&gt;s para os fins a que sc desti
nam, A biblioteca Publica do Estado de Perncjnbuco funciona na ox-Cadeia Publica,
do onde i'roi Caneca saiu com ma corda ao pescoço,
^
A
^
4-0 equipamento osta estragado, anacrônico ou e inexistente. A Biblis
toca Publica da Paraíba não possue fichário o a Bahia há pouco tompo serviu

do

mcmchote aos jornais em vista da precaridade de suas instalações.
5-0 acervo bibliográfico foi om porte subtrr.f, Io ao patrimonio publico
esta era mau estado de conservação ou é desatualizado.
6 - A seleção das obras sbedecem geraliaonto ao sabor dos dirotoros ou do
*
**
^
f
sovis amigos e nao aos intorosses legítimos da comunidade,
7 - Limitaa-se a guardar livros, folhetos, poriodicos o mapas não cstabolocondo, em gorai, critérios do tratamento osigidos pcira cada tipo c omitindo
A
ora so\:u3 acervos quaisquer tipos do materiais audio-visuais,
8 - Nao patrocinam, colaborara ou divulgam

quaisquor atividades ou

os-

pocialidadoa de suc.s cologõos, através do programas de rádio, TV, improssos,otc.
^
^
*
9 - Ha ausência total de bibliotecários profissionais ou a oxitoncia do
bibliotecários profissionais o numericamente insuficiente para o dosenvolvimento
adeqmdo das bibliotocas,
10-0 pessoal treinado era cursos intensivos de biblioteconomia o docmon
taçao ja estão dosoraponhando funções em érgaos de criaçao mais rocento o progressistas e ainda assim, nao estão habilitados por Loi a cxercor cargo de diroção.
Assim, da Bahio. ao Rio C-rande do

as seis bibliotecas estaduais Io

calizadas nas capitais om parte ou no todo apresentavcjn as características acima.
A Associaoao Baiana de Bibliotecários procvirou que a Biblioteca Publica
A
M
fosso entregue a um profissional habilitado, diojite das oxigencia da logislaçao
vigonto.
O Estado da Paraíba, procurou nao sé cumprir a Lei nS A»0S4. como aprovei
*
f
/
tar a conjuntura que lhe parocia favoravol o estaiplocer os serviços bibliotecários para o povo da Poraíba.
3, A^MBLIGT:jCA PIÍDLIWi. DO ZSTAD0J)A PARAÍBA NA CIDADE PB JOÃO FUS..;OA
Foi fundada em 1859 e em jimho de 1963 possuia entre livr';f-,folhetos e
exer.iplares de periódicos, dez mil e quinhentas peças.
Parte do acervo doi extraviado, nao possui livros de tombo e so a partir
A
de 1959 começou a ser feita vmia lista de livros em folhas datilografadas.
Para guarda e circulação de suas atuais 10,500 peças possui a Biblioteca
Publica, em seu único prédio, quarenta e tres funcionários,
A
f
^
ira 1952, du;^; te o Governo de Dr, Jose iimerico de Almeida, foi contratado o bibliotecário Edson Nery da Fonseca para se encarregar da reforma daquele or
gão.
Entretanto nem foi removido o antigo diretor nem foi ou.torgada aquele tec,
nico, o.utoridade como supervisor Geral.

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�Após tenta.tivas frustadas para solucionar o caso, o bibliotecário trans.
feriu-se para a biblioteca da Faculde-de de Filosofia que então se iniciava. Tambea promoveu curso intensivo de biblioteconomia, como inspetor do Instituto

Ka-

cional do Livro,
Desta primeira tentativa de reforma ficou documentário

pitoresco

e

ilustrado inclusive nos arquivos do Instituto Nacional do Livro,
4. O INFORME DO GRUPO III

O SEÍUNÍRIO DE milíò EM 1950

Este informe, que constitui um levantamento completo, 3.ucido e ate di
/
A
Ä
vertido e um trabalho que honra aquelee que nele colaboram.
Sob a direção de Ivonne Oddon o trabalho dos doze participantes do III
£,TU.po servirá de base a muitos bibliotecários, em muitas regiões do mundo,

ao

planejarem e ao execut£a:em serviços bibliotecários em áreas em desenvolvimento,
O texto do informe como foi redigido, o confronto cora as condiçoes nor
destinas, a ausência no grupo III de qmisquer membros da /jaerica Latina e

no

entanto as vicissitudes tao igtiais as nossas, as de outros povos também no esfor
ço de se desenvolverem, o roteiro, a soma fabulosa de informações que

aquelas

quarenta paginas condensam, 3.evf"am-se a providenciar a traduçao do informe pa ra ser ouitado núraa tiragem de 500 exemplares e distribuido entre todos aqueles
que no Estado da Paraíba ou fora dele desejassem con&gt;o Plano de Estabelecimento
doa Serviços Bibliotecários para o Estado da Paraíba,
5. ttm PLMQ E UM COMEÇO
Dada a realidade paraibana e a necessidade de ser respeitada a Lei n^
4*084, foi adotada a solução aconselhada no seminário de Malmö:
"Quando não se puder contar com pessoal profissional, sera extremamenA
te importante designar um organizador a assessor para a biblioteca, Este desem—
penhará funções ate que o sistema bibliotecário esteja firmemente estabelecido e
que tenha sido formado o futuro pessoal. Para isto deve ser concedido \im

prazo

de tres a cinco anos, no mínimo".
Em 1964 será diplomada uma bibliotecária paraibana, em 1965 mais cinco
e em 1966, no mínimo, mais cinco,
a) O Plano
*
De acordo com o entendimento havido entre o Governador do Estado

da

Paraíba, Sr, Pedro Gondim, o Secretário Executivo do Conselho Estadual do Desen
volvimeríto, Sr, Ronald de Queiroz Fernandes, o Secretario da Educação e Cultura
Sr. Nominando Diniz, foi solicitada a cooperação da SUD.IIE para o planejamento e
supervisão dos serviços bibliotecários para o Estado da Paraíba,
A SUDENE concordou em prestar assistência técnica mediante a ida

de

pessoal especializado, de seu quadro, para realizar serviços no Estado da ParaiA
A
ba, sem onus para este estndo.
Foi apresentado logo um plano inicial para fins de divulgação, e

um

plano pormenorizado com esqviemas financeiros passou a ser elabore.do.

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�- 4 Em síntese o projeto estabelece que:
1 -

a sede central de Biblioteca Publica, no centro de João Pessoa, servira nao somente a cidade como a todo o Estado da Paraíba;

2 -

cs serviços estadviais afins serão coordenados para melhor rendimento
dos reciarsos já existentes destinados ao programa de educação de baoej

3 -

as bibliotecas municipais e outras serão aproveitadas dentro de

um

esqviema coordenador geral;
U -

VQiculos adaptados ou simples jeeps transportarão o material e levaM
%
«v
rao recursos de informagoes as povoaçoes mais afastadas«

5 -

o "breinamento de pessoal para realizar

ós serviços será feito i medi-

ante concessão de bolsas em curso regular de biblioteconomia e visa
formar profissionais qualificados e de nível alto;
6 -

o treinamento de pessoal auxiliar será feito por cxursos intensivos
usando-se principali|if^í;ite meios audio-visuais e visitas pessoais

de

bibliotecários profissionais ou assistentes sociais, professores, raonitores e estudantes previamente treinados.
7 -

isna campanha de esclarecimento as massas e a substituição da imc.gem
desfavorável çxistente para a antiga concepção de biblioteca pública
bem como a criaçao de uma nova imagem a ser despertada através

de

motivações várias.
b) O Começo
A partir do inicio

de medo de 19ó3 foram deliberadas ou estão

om

e::Qcuçao as seguintes medidas;
1 -

o Estado da Paraíba através dç_seu Gonoelho Estadual do Desenvolviraento solicitou a colaboração da SUDIim mediante ofício do Governador do Sstado ao Superintendente daquela aut.-a-qvxia.

2 -

o Conselho Estadual do Desenvolvimento fornice trojisporte e hospedagem ao pessoal trabalhando no projeto;

3 -

o mesmo Gonsellao pos a disposição do Projoto dois millioes de cruzei
roB 5

4 -

o Governador do Estado autorizou o reparo do prédio onde funciona a
/
A
Biblioteca Publica, seu fechrmento durante as obras e vigilancia do
acorvo;

5 •"

o Secretário da Educaçao comprometeu-se a conceder cinco bolsas

a

bacharéis ou licenciados para realizarem Curso de Biblioteconomia o
Documcntr.çao na Universidade do Recife, mediante termos de compromisA
%
SO de prestarem durante, pelo monos tres anos, searviços a Biblioteca
Publica do Estado da Paraíba;

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�- 5 6 -

foi iniciada a confecção de impressos e aquisição de material necessário aos serviços de tombanento, re:;;,istro, catalogação, classificação ,
circvilação, etc,

7 -

visando a nodificaçao da irar-.gem existente para à Biblioteca Publica Iß
cal - prédio velho, gente velha, pouca Iriapeza, decadencia e inércia- foi sugerido o início dos trabalhos com a criação da seção Infanto-Juvenil, em prédio cercado de Jardim, defronte ao lago existente, no
centro da cidade;

Ö -

A
foi autorizada a aquisiçao do acervo inicial da coleção Info.nto-Juve~
nil num total de seiscentas obras;

9 -

foi aberto concruso entre colegiais e alunos de ciirsos de alfabetizaçao de adulto para a apresentaçao de cartaz sob o tema: "Eu na Bibliß
.teca Publica", Dos trabalhos apresentados será escolhido vun que servi
ra de capa a edição em português do informe do grupo III ao Seminário
/
s
de mimo. "Estabelecimento de serviços Bibliotecários como ajuda
a
Educação de AduJ.tos nas Regiões Atrasadas;"

10 ~

serão incorporadas a Biblioteca Publica duas bibliotecas já existen*CB em zonas proletárias da capital, podendo estas se beneficiarem do
acervo maior;

11 -

o Conselho Estadml do Desenvolvimento colocou a responsável por seu
serviço de documentação como elemento de ligação entre os órgãos empenhados no projeto;

12 -

o Governador solicitou as bibliotecas especializadas e \miversitárias
federais, estaduais, municipais e

""ticulares operando no Estado

Paraíba que cooperassem com o Projeto

da

de 'Estabelecimento dos Serviços

Bibliotecários para o instado,
13 -

foi apresentada minuta de Lei que regula os serviços bibliotecários
no Sstado e que&gt; se possível será dado a conhecer ao publico durante
a realizaçao do IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docx^ientaçao•

14 -

durante as férias de julho dezessete alunas dos ciorsos de Biblioteconomia e Documentação,da Universidade do Recife se deslocarão

vara

João Pessoa a fira de colaborarem no "liutirão da Biblioteca",
Esta é uma das formas mais antigas de cooperaçao nordestina e
c a primeira vez que e aproveitada no enriquecimento humano e cultural
comunidades visirihas.

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de

osta
duas

�3ibliogr:j?ia
Las bibliotecas y el desarrollo econômico y social, Eoletín áe 3,a UliSSCO , para
3,as. b^bliotoca_s_. ló(5);233-269, sep,-oct,, 1962.

1 - Brasil.Lois .dcci-etos. etc« - Lei
4-.OÖ4 do 30.6,62, Dispõe sobre a profissão de bibliotecário e regula seu exercício. Recife, dissociação Perní?itibuca
na do Bibliotecários, 1963,
2 - Brasil, LciSj decretos, otc. - Decreto ns 51.224. do 22,8,61, Regulamento para
organizaçao de serviços regione.is de bibliotecas que serão objeto de convênio entre municípios, est3.dos e a União, Rocife, SUDENE-Divisão do Documentação, 1961,
3 - Horrocks, Stanley II, - L'experience piloto UI\"IíSCO sur les bibliothoques
bliqueg en Kigcria-Oricntale, Bulletin do 1'UIJISCO a 1'intcntion dos
bliothoques, 13(1): 3-7, jan, 1959»^

pä
bi-

U - Iloule, Cjrril O, - Punción do Ias bibligtecas on la^ocucación de adultos y on
Ia educacion fundamental; informo sobre o soainario do íialniô, con los informes preparados por Uvonne Oddon, Lachlan F, l-kc Rae y otros.
jPsxisl
lUiI3SC0ll95ll.
5 - LIL[ JOVIAL, Rio - Recortes de jornais sobre bibliotecas (orcanizaçao, legislação, serviços, campanhas, etc,) I96I, - maio I963.
6 - i-ünas Gerais, Assembleie^ L^rás!l,ativa. - frojeto n^ 1,194/^60 de iniciativa do
Senhor Governador ^do Sstado, disgoe sobi-e a organização .''a Biblioteca de
iünas Gerais, e da outras providencias, Lijx Jornal de 21,12»1962,
7 - I'-iinas Gerais, Leisdecretos, etc, - Decreto n^ 6,Öß4-» de 19 de março de 1963
-Contem o Regnilamento da Biblioteca Piiblica de Unas Gerais "Prof, Luiz de
Bessa", Leio Horizonte, Diário Oficial, 20 de março de 1963.
8 - ííery da íbnseca, Edson - Biblioteca da Rest.;iuração: um projeto gorado,
Sm
seu: Bibliotecas e bibliotecários_^da província,
jRioj lünisterio da Eda
cação e Culttjra, Serv, Documentação [19591 p, 65-69»
9 - Nery da Fonseca, Edson - Bibliotecários paraibanos.
cife, 18 jan. 1953.

Diário de Pernambuco, Re

A
10 - Nery___da Fonseca^^ Edson - Importancia da biblioteca nos programa de alfabetiza
çao e educaçao de base. Revista do Serviço Publico.
Rio dè Janeiro,
94 (3)í 99-108, jul.-set," 1962*,
11 - Sewell, P,H, - The regional library systems; their developraent through two
decades and their possibilities for the futtire, London, The Libraiy Assn,
1950.
12 - DISSCO - Development of public libraries in Lo-tin ^Imerica:
Conference, jParisj 1952,

The t

13 - UlIESCO - Fundajnental educationj a description and progrejime»
14. - UlíESCO - El proyecto piloto de Haiti,, primeira etapa 1947-1949

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|Paris j 1949»
] Paris | 1951.

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��</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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gentilmente por:

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTEGONOmA E DOGUííENTàÇáO

Notaçao de documentos oficiais
por
Myriara Gusmão de Martins

o^[ Pbl.3
■

ij

L|: Ct
v;. MO

"l(D

Fortaleza
1963

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&lt;/

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lí

�9

IV CONGRESSO BRASILEIRO EE BIBLIOTiJCONOMIA B IX)CTM:3ITAÇJ[0

UNIVERSIDADE

1X3

CEARA

7 a 14 do julho do 1963

TiMA I

-

PROCESSOS TUCNICOS E IIÍTJ2BCÂBI0

NOTAÇAO rr. DOCUiCTTOS OFICIAIS

por

MYRIAM GUSMÃO EL MiiRTINS

CDU

025.4 í 354

4- Chafo da Divisão do Docunciitaçao da SUDENE
President© da ASSOCIAÇÃO P3RMAI®UCiWA LE BIBLIOTKCJBIflT

�NOTAÇXO DF. DOCm^ITTOS onCXAIS

H^Tiara Gusnão de Martins

H/iZXo DF,STE TH/.BALHO

Em abril de I96O foi iniciada a organização da Biblioteca dà
SUDT3NÉ!.

HaVia aproximadamente I.5OO documentos,

sem tombamento e prep^

ração ráíional,
A Biblioteca não contava com profissionais de biblioteconomia e o bibliotecário recém-chegado devia se ociiper ds organizaçao

de

um serviço de documentação englobando setor grafico.
Heooahfioendo as limitações impostas pelo pessoal disjyÂiível
e a necessidade de •enoofit-rflá^-de jjcae^ierto 03 do&lt;aiciont&lt;»:^ de-cidí«- a nova
Chefia utilizar o esquema adiante exposto.
O resultado foi satisfatório.
A adoção do sistema permite que uma pessoa, com ligeljo trei
no, de numero-de-chamada a ate I50 (cento o cinqüenta)

obras T)or

dia»

Dificilmente um bom classificador consegue classificar por dia mais

de

30 assuntos diferentes,
No decorrer do trabalho surgiu o problema dos documentos ofiliais estaduais e municipais, também .iá em grande numero.
Verificou-se que os estaclos e municípios do Nordeste não di^
punham de organogramas atualizados nem guias equivalentes ao Indicador ,
da Organização do Exeçtitivo Federal, publicado a intervalos pelo DASP,
Utilizando-se a Classificação Decimal da organização do Executivo Federal preparada pela Biblioteca da câmara dos Deputados como /
base, foi solucionado o problema,

acrescentando-se a 352 (administração

municipal)

ou a 353 (administração estadual) o mímero do município
ou
ê
0*0
estado e a seguir os números designativos do orgao que se ocupa dos mea-

mos assuntos no âmbito federal (ver pagina 5)•
No ultimo trimestre de 19él a Divisão de Documentação

da

STJD^TTR recebeu nove bolsistas e cinco ouvintes de três estados nordesti
nos parp treinamento em organização e utilização de doc^imentação economica.
Passaram a adotar o sistema as Bibliotecas do Serviço Social
Rural (Cons, Reg. de PE), do Conselho "Rstadual de Desenvolvimento
/
^
Paraíba e da Comissão de Desenvolvimento de Pernambuco (CODEPE).

Chefe da Divisr^o de Dòcuriontação da SttdETt;,

da

prof.da Caä'eira cte fieferên

cia dos Cursos de Biblioteconomia e Documentação da TTniversidade

do

t^ecife.

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Syst em
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.

�NOTAÇÃO DR DOCTTIPJI'T'OS OFIOIAIvS FW.RAIS

1 - OBJ^.TTVO
Rsta norma trm por objetivo descrever "uni sistema de notação pa-*
ra documf^ntos oficiais federais, de modo a permitir:

determinação mais ^

rápida do número de chaipada • e localização imediata do dociimento,

indepefi

dente da classificação por assimto.

2 - ailíPO DE APLICAÇAO
■ Rsta norma e especialmente recomendada para bibliotecas especife
lizadas ou colecoes de documentos, onde predomine documentação oficial (
&lt;livros, folhetos, publicações seriadas, recortes, textos.avulsos impre^
sos ou não, etc.)

cm fase de reorganização»

2.1 - Tlsta norma é especialmente recomendada quando os documentos são encontrados dispersos ou ainda que reunidos não obedeçam a

um

sistema satisfatório de classificação.

2.2 - Aplica-se também esta norma qurndo por pfèxacncla de tempo
os documentos precisejn ser ordenados de modo sistemático, independente—mente das rotinas de

nreparação (tombamento, controle de seqüência, cata

logação e classificação por assuntos)

3 - DRFjricÕES
Documentos oficiais
qualquer documento*

(governnent dociiment, public dociiment)

impresso ou não, originário de órgão de um governoor

ganlzado legalmente.
Documentos oficiais federais;
governajnental orgnnizrdo legalmente,

aqueles originários de orgao

pertencendo ao governo federal, Is-

to e, a administraçao central do una republica federati-^^r, mesmo quando
este orgao esto sedirdo fora do Distrito Federal. Rx:
Desenvolvimento do Fordeste

Superitendêncla do

(SttdEI^R); Departamc^nto Nacional de T3stradas

dr Rodagem, na Bahir.

h - NOTAÇÃO
^.1 - Ob.ietlvo.

-N
«
A notaçao vlsr permitir que um documento seja inserido entre os
outros da coleção, dentro dr órdem de arrumação pre-estabelecida,
^.2 - Definições

'

IIílíiílSJlQ (notation):

cm

1

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sistene de sinbolos,

]_'4

^5

geralmente núnc-

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�• 2
lf?/a novembro de 1962 outro grupo de doze bolsistas e tres ouvintes de cinco estados do Nordeste integraram o II Curso Intensivo

de

Treinamento en Documentação ^conomica, também sob a coordena.çc.o da Divi
são de Docuílentação, conforme determinação do Depprtamento de Assistência Técnica e Formação d« Pessoal (DATF), dentro do seu programa de assistêncir técnica pos estados e municípios abrrjigidos pela supervisão /
da SUDE^^.
Assim, para atender solicitações varias, foi feita esta edição que completa a Classificação Decimal da Organização do Executivo Federal elfborada pela Seccão de Aquisição, Catalogação e Classificaçao da
C^r?ra Federal dos Deputados em sua edição mimeografada de 1956, acrescida de atualizações fornecidas por aquele órgão a DD da
Foi elaborada nao só a uma norma para Fotfcão de documento»oficiais federais como também uma Adaptação da Classificrcão Decimal do
Executivo Federal ãs Administrações Municipais e Estaduais Subdivisões
Geograficas Brasileiras para serem intercaladas entre os números desigr»
tivos das administrações municipais ou estaduais e os números designativos de reoartições correspondentes à administração federal e uma Tabua /
Auxiliar de Concordância entre as Harcas de Cutter-Sanborn e Subdivisões
de Forma da CDU que permitem a aplicação daquela classificação.
Não foi possível obter os mímeros novos correspondentes aos /
ministérios criados en 1961:

Hinistério de Minas e Energia, Ministério

do Trabalho e Previdência Social, Ministério da Indiistria e Comércio
outros orgãos recentemente criados.

e

Alguns form desmembrados rcspecti

vãmente do Ministério de Viação e Obras Publicas e í-inistério da Agricul
tura e do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, e portajnto pos«suem números dentro destes ministérios, outros não.
Os interessados deverão recorrer à Biblioteca da cãmara Federal dos Deputados

,

a praça dos Tres Poderes, em Brasília, para obterem

os atualizações que forem se tornando necessárias.

cm

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�— í- —
«V
ros e- letras, usados sr-paradaxnentr ou em cocibinaçao, para
reprrspntar as decisões

de um sistema dc classificaçção.

niassíficacKo (Classification); um esquema sistemático pa
ra o arranjo de documentos, de acordo com assunto ou forma.

'

c) NÚmero-do-livro (book numher): uma combinação de letras e
"
' '
' ""
'
números usada p^ra arrumar docTinentos de un mesmo numero
de classificação em ordem alfabética.
d) Niimcro-de-chamada (call number): numero,
los,

letras, e aimbo-

separados ou cm combinação, apostos em um documento

para indicar sua localizaçao dentro da coleção. Consiste
usualmente de um número de clrssificação c um numero do li
vro!
li,5 - T^,5colha do número de classificacão
Ü.^.l - O numero de classificação sera drdo utilizando-se o es—
que ma da Classificação Decimal da Organizacao do F.xecutivo Federal &lt; ela
toorado pela Secção de Aquisição, Catalogação e Classificaçao da Biblioteca da câmara dos Deputados, em 1956.
Zi,5.2 - O número de classificação correspondenrá:
a) Ao órgão oficial responsável pelo documento;
b) Ao órgão oficial que constitua assunto do documento,ainda
que o relato seja elaborado por pessoa física?
c) Ao órgão oficial responsável por manutenção de serie, coleção, composta des trabalhos individuais,

ainda que os au-

tores não nertençnn po órgão oficial.
U,k - Fscolha do núnero-do-livro
O número-do-livro será dado, conforme o caso, utilizando-se quer
divisões, de forma prevista pela Classificação Decimal Universal (ver p.
, Taboas-Auxiliares de Concordância Entre as Marcas do CutterSanborn e subdivisões de forma da CDTT.

Hecife, Divisão de Documentação

c'a Super int endenc ia do Desenvolvimento do Fordeste, 19^0)
fflrrcas de Cutter-Sanborn, ed.

quer com '

1935» cd. brasileira do DA^P.

- Subdivisões
.1 . _ LI I _ .1 ■- II Ü ■ de I forma Mda
-11 M IimCPU
mm ,mim
a)

as

^

Os documentos de órgão oficial, de caráter administrativo,
tais como:

anais,

atas, boletins, relatórios, resoluções,

terão acrescidos ao número de classificacao do órgão ofi—
a suf'divisäo de forma,

segundo a Ct)IT, conforme o ca-

so.
(0/4.5)

- Helatório do Banco do Brasil,

de 1958

35h»Uyj (05)

Boletim da Superintendência da Moeda e do Cró

i960

dito.

35^.101 (0/i.Z|.) Circulares do Gpbinete Civil da Presidêncir&gt;
i960

cm

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d a PiC púb 1 i ca
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�b)

Os trabalhos publicados em séries sob o patrocínio ou res
ponSc?.bilidade de órgão oficial, ainda que de aiitoria

do

pessoas estranhas ao orgao oficial, receberão o numero da
classificação do órgão, seguido da divisão de forma
serie

para

(082.I), F^x:

35^.1875*62 (082.1)

Serie "Documentário da Vida Rural"

do

Serviço de Informação Agrícola do llini5
tório da Agriciiltura
35l|.,179 (082.1)

"Coleção HAUX" do serviço de Documentação
do Ministério da Viação e Obras Publicas

c)

Os trabalhos avulsos, nao subordinados a serie ou coleção
mpntidr pelo órgão oficial elaborado por autores pertencm
do ou não ao órgão oficial receberão apos o numero de cl®
sificação deste a subdivisão, de forma para monografias /
(OZi), Tüx.:
35^*157 (OZi) líaranhão, Jarbas. Hionicipalismo e ruralismo#
Plano nacional de obras e serviços municipais
Rio de Janeiro, Depto. Adiainistrativo do Ser
viço público. Serviço de Docmentação jlÇóOj

d)

Os trabalhos p.vulsos, qunndo não for mencionado nome

do

autor, receberão o número de classifcação do órgão oficiEÜ,
seguido da subdivisão de forma (O/il),

sempre que não se qi

quadrarem nos itens ^ ®
4./i2 - Marcas de Cuttor^Sanborn
As mnrcas de Cutter-Sanborn, tabelas com tres algarismos, serão
utilizadas para os documentos que, embora acrescidos de \una subdivisão
de forma, necessitam ainda de outros símbolos ppra melhor identificação.
Assim:

• '

a) A identificação, de um documento dentro d« séTÍ(5.,..c;p.leç^.,
biblioteca (1)
•

publicaçao &lt;2)

etc".

rqspõnsabilidade de,.órgão,pficial,

se*"sob" (T'p'atrocinfo oii
será dada'mediante

a

«arca de Cutter-S^born j;eferente-, ao título de série,

a-

crescido do niimero"*ou~volume, dentro da série.

■

(082.1)
T&gt;"631- 15

'

"

35ii»l?9 (082.1)
C

2

"Documentário da Vida Rural", volume
^5, do. Serviço de" Informação Agrícola do
Ministério da Agricultura

"Coleçãò Maua", volume 2, do Serviço

de

Documentação do Ministério da Viação e O—-

-

bras PÚbli'ea-á.
(082»Í.)-lJ'TIm PlaAoT en ffarcha", volime 6, do "-erviço
-

5

6

do"Docunontação do I j.nlstério da Viação e O

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2

�- h b) A identifl"©e&lt;^|^ de m documento, nao adnlni»trativo, avulso,
elaborado por atrtorôs -poftenc^ndo o« não &amp;%. wgão oficial
ceberao apos o numero
divisão de forna (O/;)
srrbrenoae do autor.

de ola»«ifi-eôçao do orgao ofi-cial,

a marca de Cutt-er-Sanböm refer^ntç ao
Kx.:

35U*1!57 (O/j.) Maranhão, Jarbas. Tunicipalismo e Ruralismo
M 311

e

Rio,

Serviço de Documentação do DASP, I96O,

n

Ä identificação de ura docu£iento, avulso que não se enquadre
nos itens acima, sem mx\çr&gt;o do autor, recebers. o numero

de

classificação do orgão oficial,

de

seguido da subdivisão

forna (0/;1)'"g de marca de Cutter-.Sívnbom referente ao título do documento.

1« TTsado no sentido de serie.
2. Idem

liDAVfUítn.m .eT.ySflÍTTfitrZn nT-ftTHAL DÕ BaSCTIflVfl'g^tiRBAL /fs..AájWTSTtt»R)feS

KTTTTICIPAIS

E

T^^STADUAIS

"f^xemplos pora Administrações Municipais:

1•

Comissão de Plane .lamento (?e Caruprú
Administração Municipal:

(Pt?)

"^52

Subdivisão geogrefica brasileira para municipio de Pernambuco
(8l3./i2)
Iniciais do município a serem acrecidas a divisão geogrrfica: (SARlí
orgão da administração federal de fiinção semelhante

N\ímero-dc -chamada? 352 (8l3«Zi.2 CARU)

2*

.

35Íi*X06 (STT-

IO6

Biblioteca Municipal de Petrolina (PR)

*
Administração municipal^

352

Subdivisão geográfica brasileira para município de Pernambuco
(813,42)

cm

1

2

3

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em

14

15

16

17

18

19

20

�Subdivisão geográfica brasileira para miinicípio de Pernaabuco (813»
k^)
Iniciris do mmicipio a serem acrrcidas a divisão geografica:

(PE-

THOLI)
Órgão da administração federpl dr função semelhante: 35U.I77.8 (Bi
blioteca Facional)
Fmero-de-chamada;

352 (813.U2 PF.THOLI) 177.8

Exemplos para Administrações Fistaduais:
1.

Comissão de 'nr-.qGn'"'olvimento de Pernambuco (CODFPF)
Administração estadual; 353
Subdivisão geográfica brasileira

n^ra o estado de Pernambuco (813*

k)
Órgão da administração federal de fmção senelhc?jiteí 35ÍJ-»106 (STTDF
fJE)
NÚmero-de-chamada; 353 (813./;) I06
2.

Imprensa Oficial de Pernambuco
Administração estadual:

353

Subdivisão geografica brasileira para o estado de Pernambuco(313*^
Órgão da administração federal de função semelhante: 35it-l8l.9 (De
partamento de Imprensa Nacional)
Niimero-de-chamoda:
3•

353 (813.ÍÍ)
/

l8l,9

Pepartnmentq Kstpdual de Estatística do Estado do Ceará
Administração estadual:

35^

Subdivisro geogrrfica brasileira para o Estado do Ceara (8l3»l)
Órgão da Adminástração federal de função semelhante:

(Instituto Bra

sileiro, de Geografia e Estatística - IBGE):
TTÚmero-de-champda:
h»

353 (813,1)

I6

Secretaria da Frzenda do Estado da Paraíba
Administração estadual:

353

Subdi^i'isäo geográfica brasileira para o estado da Paraíba: (8l5«3)
Órgão da administração federal de furição semelhante:
da Fazenda)

(^■inisterio

35^.176

Numero-de~chamada:

353 (813,3)176

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
s t e .O"
14

15

16

17

lí

19

20

�- *) -

STTBDIVISÕ^^.S

GKOGRÁFinAS ' BTI/;SILFjIMS

B R A SIL

(81)

REGIÃO IIORTE

(811)

Rondonia (território)

(811.1)

(artigo Guaporé)

(RO)

(811.11)

Porto Vpiho (í'['unicípio da capital)

^

(811.12)

H-unicípios de Rondonia (arrunados em ordem alfabética)
Acre
(estado)
(AC)
Rio Branco (município da capital) ^

(811.2)
(811.21)

^

Municípios do Acre (arrumados em ordem alfabética)

(811.22)

Amrzotí^s
(AíO
Hanpus (município da capital)
,
líunicípios do Amazonas (arrumados em ordem alfabéti-

(811.3)
(811.31)
(811.32)

ca)
Rio Brajico (Território) (RB)
Bop Vista (Município da capital)
v;í
Municípios do Rio Branco (arrumados em ordem alfabé-

(8ll,Zi)
(8ll.Z^l)
(811.[i2)

tica)
(811.5)
(811.51)
(811.52)

Pará (ÇA)
.
,x
Beiern/município (Ja capital)
Municípios do Para (arr^imados em ordem alfabética;

(811.6)
(811.61)
(811.62)

/jnapá
(-^erritório) (AP)
Macapn (município ^a canital)
Municípios do Amapa (arrumados em ordem alfabética;
REGIÃO ITORDRSTE

(812/813)

Nordeste Ocidental

(812)

M.araßhäo
-annao Arai)
(MJl)
.
Sno Luís
(município^da capital)
(arrumados em c-rdem alfabeti»
Municípios do Maranhao (arrumados

(812.1)
(812.11)
(812.12)

ca)
Piauí
(PI)
'Teresina
(município da capital)
^
Município do Piauí (arnimados em ordem alfabética;

(812.2)
(812.21)
(813.22)

Fordeste Oriental

(813)

Coarp
(CFj)
.
Fortal^eza (municip^^o da capital)
\
Municípios do Ceara (arrtimados em ordrm alfabética;

(813.1)
(81^.11)
(813,12)

cm

(81^.2)
(81^,. 21)
(81^.22)

Rio Grande do Forte (RN)
Natrl,(município da capital)
•
Mujjicipios do R.G.do Norte (arrumados em ordem alfabética)

(81^;. 3)
(81^.^1)
(81^.32)

Paraíba (PB)
,
João Pessoa
(município da capital)
, ~
\
Municípios da Paraíba (arrumados em ordem alfabética;

(8l^.Zi)
(813.ill)
(8I3.Í42)

Pernambuco
(PE)
O rix/
ê
Recife; (município da capital)
(arrumados em ordem alfabeMunicípios de Pernajnbuco (arrum?
tica;

(813.5)
(81^.51)

Alagoas
,
l'aceig (municipio da capital)
, 'j.
\
-í p-• m'or (Ir ^ T af;oas (rrrumadof! cn ordem alf ab&lt;"' cica;

12

3

4

'I Digitalizado
-gentilmente por:

J^SUUJ

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20

�- 7 (813.6)
(81V815)
(Qlh)

■R'^GIÄO LP.STK
Leste Setentrional
Sergipe, (SR)
Arrcalu (mmicípio da capital)
,
/
r.unicipios de Sergipe (arrmedos cn orden aliaDeti
ca)

(8lli.2)

Bahia' (B/0
.
Salvador (ntinicipio da capital)
^
\
ítimicipios da Bahia (arrmedos en orden alfaDctiCc)
Leste Meridional

(815.1)
(815.11)
(815.12)

ílinas Gerais
(I'G)
Belo Horizonte (mimicipio
da capital)
^
Htmicipios de Hinas Gerais tarrunadores en oraen
alfabética)

(815.2)
(815.21)
(815.22)

FiSpíçito Santo
ÇF.S)
Vitoria
(ßiunicipio da capital)
#
Municisios do Tjspirito v^anto farmnadö* em orden
alfabética)

(815.3)
(815.31)
(815.32)

Rio de Janeiro testado
(TU)
ITiteroi (nimicípio da capital)
,
ííimicijios do Rio de Janeiro (arriimedos en orden
alfabetiHsa)

(815.U)
(815.i;l)
(815.Ü2)

Guanabara
(OB)
,
Rio de Janeiro (nunicipio. da capital)^
^Tinicipios da Guanabara (arrumados en ordem alTaoetica)

(816)

wmlo STJL

(816.I)
(816.11)
(816.12)

são Ppulo
(SP)
,
são Paulo (nunicipio da capital)
,
u'
Municípios de São Paulo (arrumados en ordem alfabética)

(816.2)
(816.21)
(316.22)

Paraná (PN)
.
,x
Curitiba (Município,da capital)
,
\
llunicipios do Parana (arrumados en ordem alfabética}

(816.3)
(816.31)
(816.32)

Iguaçu (territorio) (extinto) (IG)
Iguaçu (nunicipio d§ capital)
^
\
Municípios de Iguaçu (arrumados en orocn alfabctiea;

(8l6,h)
(816.Í1.I)
(816.Ii2)

Santa Catarina
(SO)
Florianopolis (município da capital)
,
MuniQipios de Santa CatarinafarrumRdos em ordem alfabética)

(816.5)
(816.51)
(816.52)

Rio Grande do Sul
(RGS)
Porto .Alegre (município dr capital)
,
Municípios do R.G.do Sul (arrumados em ordem alfabética)

(817)

1

&lt;FN)

(Qlk.l)
(8lii.ll)
(81U.1E)

(815)

cm

Forn,'&gt;ndo de Noronha (território)

REGIÃO CT^.NTRO-OT^STÍ;

(817.1)^
(817.11)
(817.12)

Ponta Por?
j^território) (extinto)
Ponta.Pora (município dg capital)
,
ftunicipios de Ponta Por? (arrumados cm ordem alfabética)

(817.2)
(817.21)
(817.22)

Mato Qrõsso
Q^)
Guiabo (municínio da caüital)
,
MunicipioP de Mrto Grosso(arrumados em ordem alfabética)
, Digitalizado
-gentilmente por:

J^SUUJ

14

15

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17

18

19

20

�«• o «»
(817.3)
(817.31)
(817.32)

Goiás j( GO)
Golan^a (mtinlcípiQ àa capital)
,
,
Hunicipios de Goiás &lt;Grrum©ôofi oít orôen alfabética)

(817.ii)
(817.ÍJ.I)

Distrito Federal
^
Brasília (ITunicipio da capital)

TÁBHA A^XILIATí

COT^CORdIttcIA RíTTRE as barcas T&gt;R
SUBDIVISÕES DA

A
A
A
A
A
A
A

l6h.
185
265
lik5
532
532
636

FORT'A DA

A Qhh
A 862
A 881
881

Abstracts
(0iii3.1)
Acordo internacional
(09i|.2)
Agenda
(0^9.1)
Almanaque
(059)
/jic-jis "(058)
ilna!^ise bibliográfica (Oii8,l)
Am^arlo
(O 58)
/jnuncio ilustrado
(0QU»5
Apreciação pessoal
(6^9.3)
Arquivo'
Artigo, V. tb. Notícia
(em j orníji s) (Ok6)
(e/a periodico)
(01x5)
(de fundo)
(0U6)
Assembléia
(06l,'=5)
Ata
(093.2)
Atlas
(OQU»U)
Ato administrativo
(OQlX'U)

A 886
A 92h

estadual (09Íi.7Zj.) ^
municipal
(094.76)
Atualidades
(0^7)
Aula
(042)

A 63U
A 772
A 761

B 5§2
B 582
B 688

Bibliografia
Biblioteca (no sentido de coleção)
Boletim
(047; (05)
' trcnico (05):6

C 122
c 1U9
C ^22

CadernQ
(082);(O89.2)
Calendario
(059)
Carta
(Q44)
^Periódica
(05)
Catplogo
^
comercial, de industria
de artigos
(083,8)
de objetos
(O83.7)

C 357

C 578
c 6iU
C 669*
c 691
c 732
c 737
c 741

c
C
c
c

lUl
7Í|8
7^8
lh9

Circular
(044)
Cl^assificação 025j4
•Codigo
(leis)
(094.4)
anotad"!&gt;, comentados

CtTTT*:R-SAITBORN

CDU

(08^2)

CO85)

(094.46)

Coleção
(082.1)
^
de ^diversos autores sobre um assunto es^peclflco
Comentário
(048,07)
legal
(094.46)
Compêndio^escolar
(072)
Comunicação
à imprensa
(047.5)
Press release (047•5)
Comunicado técnico,*cientifico
(042)
Conferência
(042)
(reunião)
(061."^)
Confidencial
(O87.23)
Congresso
(06I.3)
I Digitalizado
-gentilmente por:

E

(082.1)

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

19

20

�- 9 C 76k
C 766

c ^2h
C 82^1
C 977
294
295
298
D
D
D
D
T)

^13
^51
U68
5^6
539

D 5h6

D
T)
D
D
D
D
D
D

572
611
611
613
618
637
637

E 23
53
Tí 56
^ 59
E 61
Eí 7U
E 77
F. 77
E 79
F 79
E 79
E 82
E 96
E 96
F hQj
F 5Ua
F 66h
F 682
F 726
F 761
F 761
G
G
G
G
H
I
I
I
I
I
I
I
I

cm

1

289
563
7^6
67^
29
3h
^9
P
h3
h3
59

Contrato
(0Q7M)
Convenção
associndos
(O7I.3)
Internacional
(OQu.2)
legal
(087./;)
Correio
Correspondência
(0:8-6
Curso
(075.5)
Decisão ;iuridi(j'a - Coleções particulares
Declaraçao
C0r!.9)
')
Decreto
(09/i.l)
decreto-lei
(09Í4.I)
'
Definição
(083.7)
Desenho
(OoZ;,Í)
Despacho
(09^4-.7)
Diçgrama
(084.2)
Diário
(052)
oficial
(05)
(O6I)
Dicionário
(03)
d§ línguas
(O38)
técnico
(038)
Digo s te
Disco
(086.7)
Discurso ^(0a2)
Dissertagão
(0Zi3.2)
Divulgaçao^ (Olj.7.5)
Documentação
(025»5)
Documento
(093)
estatístico
(083,4)
publicado periodicamente
(05)
secreto
(Ò87.23)
Edição:
025.^26
Emenda, revisão de lei
(094#53)
Enciclopédia
(03I)
Ensaio
(0:8-4)
Entrevista
(o49.3)
Esboço
(08^)
Especificacao
(083«7)
Esquema
(084.2)
Estandartização
(083*74)
Estatística
(O83.4)
Estatuto
(094)
Estudo
Explicagão
(048.07)
Exposição de motivos
(094.51)
Filmes
(084.1)
Fita. magnética
(086.7)
Folheto
(04)
folheto de publicidade
(O85)
Fonte histórica
(093)
Juçidicá
(094)
Formulário
(O83.2)
Fotocopia
(086.2)
Fotografia (084.1)
Gazet^j
GlQSSrrio (0'=^8)
Grafico
(084)
Guia^ (083.8)
(026)
História^ (O9I)
Ilustração
(084.1)
Imprensa
l^ndicador
índice
£083.86)
Informaç ao
(047)
^
Informador
(de endereços, nomes)
Informativo
(047)
Instrução
(083.9)
I Digitalizado
-gentilmente por:

(0^U»92.)

(O58.7)

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

19

20

�- 10 I 62
I 6H

Inventario^ (O83.8)
Investigação

J 82
J
L 5lh
L 525

Jornal
(052)
Jurisprudcncia
(091}..9)
Legislação
(09U)
Loi
(09li;.5)
Coleções
(09Í4.#3)
Projetos
(09U,32)
Texto autentico
(09li-5ii2)

L 679

Léxico
(03)
Comentada
(09U.Z1.6)
Lista (083.8)
eâderoços, nomes
(058,7)
(021)
Livros didrtivos
Logotipo
(088,7)
Manifesto
(0/i9.1)
Hanual
(02")
Hapa
(08U^^)
í^arcp ^e foíbrica, de comércio
Hen(jrando

L 773
L
L
M
K
í!
K

788
8^2
278
29il
297

(088.7)

tienoçial
Monsigem
m]'
V.
M
M
M
M
II
M
M
N
N
N
N
N
N

626
678
687
689
751
815
935
799
799
862
8U2
899
912"
912

N
N
O
O
o
o
p
p
p
?

912
9^3
IZ;
61
65
69
139
157
191
191

p 295
p- m5
p U7h
p U87
p 712
p 72p 76
p Í182
p 962
P-963
P 963
P 96h
P 96Ú

cm

1

Hicrocppia
(086.2)
Hiscelrnia
(O88)
Moçg.o
(0.íi9)
Modelo de impresso ou docviaento
Môfio gr r f i a
(O82.1)
Koniimento
(O93)
Movimento
Nomenclatura
(083.7)
Nomo g r ama
(08ú.2)
Forma
(083.7)
Normalizacao
(08*^.7)
Notíjs
(Otxl)
Noticie^ (Ohl)
Noticiário
(0i;7»5)
comentado sobre livro
(0/i8,l)
Notificação
(Oi;9)
Novidade^ (Oi;7)
Observaçõaá
Opinião
Ordem do Dia
{Olx9)
Orientador
Prgina
(0^5):025.332
Palestra
(Ok?-)
Panfleto
(Oíil)
Parecer
(09^.9)
administrativo
Patente de invenção, fabricaçao
(088i&gt;8)
Pequeno
Periodico
(05)
Institucional (house organ)
^085«3)
Pcsq\iisa
,
bjbliografica
Petição
(Oli.9)
Plano
(083^9)
cartográfico
(O8ÍÍ.3)
Plebiscito
(O9ÍÍ.7I)
52)
Poligrafia de diversos autores
(8í
individual
(08I)
Portarias
(09ÍJ..59)
Problema
Processo
Proclamaoão
(Ok9)
Programa
(075)
Progrrma escolr.r
(075*3)
I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

�P
P
P
P
P

964
964
965
967
976

R 311
R
R
R
R
R

335
337
344
382
382

R 425
R 433
R 434
R 436

R
R
R
R
R
S
B
S
S
S
S
S
S
S

438
444
454
454
843
444
446
464
471
471
471
471
478
485

S
S
S
S
S
S
S
S
S
T

491
493
612
617
618
623
633
955
959
113

T 114

T 337
T 416
T 758
T 776
V 872

3

Projoto (083.9)
Projeto de léi
(094»52)
Proposta
Protocolo
Publicaçao
sério, ooloçao (o82,l) seriada (089)
oficial (061)
Recorte
(045)
Reforendun (094«71)
Roginento intorno (094.7)
Registro
Rcgul^ento (094.7)
Rolaçao (O83.8)
Relatório
(047)
de processos feitos (047.1)
tócnifio (047.3)
de ox-^odiçao (079.3)
de inprensa (047.5)
do viagem (079.3)
Repertório
"bibliográfico I OI6 (05)
Resenhaj
Resolução (049)
Rgsuijo:
)14.3
(048)
conentado
(048)
de livros
(048.I)
Retrospecto
Reuni ao
Revisão dò lei, ericnda (094»53)
Revista (05)
(048)
Roteiro
Secçao
Secretaria
SeleçSes (082.2)
(08)
Senana
Senanal (053)
Senanário (053)
Seninário
Sentença conentada - Coleção (094.96)
Sori e
coleção
(082.I)
obras on curso de publicaçao (089)
Serviço
Sessões
Simpósio
(082,2)
Sinopse
(083.4)
Síntese
Sistema
Slide (086.3)
Sunério
(048)
Suplemento
(05)
ÖO89) ,
Tabela (083)
de conversão (083.5)
numerativa (O83.5)
Tábua (083)
horária " (O83.8)
nui-ierica, de conversão
(083*5)
Tose acadêmica
(043.2)
Texto
de lei comentado (094.56)
Trabalho
legislativo
(094.52)
Tratado internacional (094»2)
livro (021)
Vocabulário
(033)
de ternos t'sônicos
(038)

I Digitalizado
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14

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gentilmente por:

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Digitalizado
gentilmente por:

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c^rrrxs rrvvi 'n"^'

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14

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IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTIãCONOrílA E DOGTMENTÀÇÃO

Estabelecimento

de serviços bibliotecários no Estado

da

Paraíba através da Biblioteca Publica situada em João Pessoa
por
A Myriani Gusmão de Martins
r

^
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S4o PAULO

% &gt;".111

«

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

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^ 13, '3

�TEMA II - BIBLIOTECAS PlÍBLICAS, INF/JÍTO-JUVENIS, AÍ-iBULANTES E ESCOLARES
EST/^BELECIMEIÍTO DE SERVIÇOS BIBLIOTSCXRIOS NO ESTADO DA PmÍBA
ATRAVIÍS DA BIBLIOTECA RÍBLICA SITUADA EM JOÃO

PESSOA

por
miAI4 GüSMO DE ^iÂRTI13S
Chefe da Divisão de Docvunentagão
da .S ü D E N E
Cl®

IV

CONGRESSO

BRÀÜILÍÍIRO

DE

02(813.3)

BIBLIOTECOITOMIA

UNivBRsimns do ceara
7 a 14 de julho de 1963

V

Digitalizado
-gentilmente por:

E

DOCUIfflNTAÇÃO

�- 1 EST/^ELECIMEI-ÍTO

DE SERVIÇOS EIBLIOTEC.ÍIIIOS NO ESTADO DL P/JIAÍLA

ATILIV"^ DA BIBLIOiTiXIA PUBLICA SITUADJ. M JOÃO PZSSOA *

1, A incorporação dos serviços bibliotecários no plano gorei do oducaçao das massas, em arca subdesenvolvida-^ como é o caso do Brasil, e principalmcn
to nas regioGs subdesenvolvidas do Nordeste, ..que diferem imonsamonto das

condi-

gõos da área subdesenvolvida que ó o Brasil no Sul, devem obedecer a certos pria
cípios que já foram debatidos, estudados, e" para os quais se obtiveram

soluçoes

extreinamcnto satisfatórias há bem mç.is de dez anos.
Es'ta incorporação dos serviços bibliotecários, a ujn plano geral do odu
cação das massas no Estado da Paraíba deverá obedecer a certos requisitos que já
foram aceitos em muitas outras áreas em desenvolvimento,
Se bem que a implantação do tais serviços exija alguma despesa inicial
/
A»
'
/
os serviços bibliotecários trarao tamanhos beneficios que quaisquer gastos iniciais serão justificáveis.

Nao será demais dizer que esta despesa inicial

será

menor que aquela decorrente não só do pouco caso dõ.do ao problema da educação,ou
pelo mal cuidado com que ora tratadp o problema, mas sobretudo pela falta de coq
poraçao e coordenação ontre os vários orgaos eicistentes no /Cstc.do, ocupados

da

Educação,
Bssa falta do coordonação traz uma despesa muito maior do que soria

a

dos gastos iniciais com o planejamento global.
Do início tem-se que cstabolocer que uma biblioteca dovo adaptor-so ao
meio ambiente ao qual está destinada a, searvir.
Seu conteúdo deve refletir as necessidades da comunidade, seus métodos
A
ajustar-se a se\xs leitores, e seus semriços devem estar de acordo com um programa claro o bem estabelecido.
A estrutvira social da coletividade e a transformaçao da ciiltura
e o
M
Ar
acompanhamento da Biblioteca neste processo de transformaçao cultural sao pontos
indispensáveis para nao só estabelecer- como para a manutenção dos serviços bibli£
/
/
^
mé
tocarios, '■Quanto aos bibliotecários para realizarem esto serviço, sorao
muito
A
^
mais adequados aqueles que estejeim tao familiarizados com os problemas técnicos
quG possam adapta-los as circunstancias locais, sem prejuizo da tccnica, ( :
)
A
Por sua expericncia profissional e conhecimento do meio em que vivem,
estarao tauibom capacitados a nao forçarem técnicas que so podem ser admitidas em
'
0
^
locais que atingiram um desenvolvimento completo e ja estão em fase do crescimeQ
to. Poderão com habilidade o ccp.^.cxdadG criativa própria suprir as solicitações,
do o-rviço nas rogioös quo caroc

do t.jr.o o quj.lquor sistema e condiçocs

om

acus serviços de Biblioteca,

*
Sugestão apresentada ao Conselho Sstadtsal do Desenvolvimento da Paraíba pelo
Chefe da Divisão de Documentação
da SUDJiüTE,t l-^iam
Gusmão do Martins.
o
-J

cm

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lí

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�A experiencir. a ser aproveitc.d-n. no cr-.so d:. PGraib.\ gera c.quola bo.seada
na experiencia de regiões cono a I.idia, o Ceilao, o

a Tunísia, a lialasia

e tcjabén, pe3.as características de CT--ndes regiões, a ..aistrália e o Canada
embora possuindo serviços regionais de biblioteca,

que

dr.da a extensão de seus ter

ritorios e as dificuldades de trrjisportes, t.vabcn sofrem certos problemas
que
A»
A
A
^
nos sao semelh?Jites. Assim, af nxpericncias doscos países que entr'xrjn
fase
do dosonvolvimento podorao ser utilizadas p'^.ra a região do ííordeste brasileiro«
Quanto a definição do papel que corresponde a biblioteca publica
tro de

pro^rcna de edticaçao de base, de adultos e de informaçao as "

den

massas

diz a UilESCO: ''um serviço de bibliotecas eficazes constitu . ■•jsi capítulo indis-»pensavel era qualquer progrcjna de educação fundamental". (

;

)

Em duas etapas é dividido o progrrxia;
IS - quando a comxinidade é composta na sua maioria de analfabetos mas se

acha

em vias de alfabetização. Nesta etapa há necessidade de projetos de educação de base, nao há bibliotecas eficientes e o sistema escolar e falho.
A
Neste caso o primeiro problema consiste em providenciar a introdução de
A
livros dentro de ma experiencia educativa que se acha em uma fase "anterior ao
livro".
- ^ando a comunidade e, era sua maior prxte, alfabetizada, o ensino esta organizado e ha alguns centros culturais o bibliotecas publicas e e necessário converter a biblioteca no próprio centro cultural.
O Estado da Paraíba terá que cuidar destas duas etapas.
2. O piWio da Biblioteca.
O prédio da Biblioteca

ainda que antigo e mal cuidado pode ser manti-

do como a sede da Biblioteca Publica d Estado da Paraíba enqurnto se estabelece o Início dos serviços bibliotecários para o listado.
Um prédio novo de preferencia a ser construído Junto ao lago, no Parque
Solon de Lucena, cercado de árvores e em local muito central, poderá ser levado
a efeito mais adiante ou então, ao mesmo tempo que se estabelecem os serviços bi
bliotecarios para o 3stado, pode ser nomeada uma comissão para o plano e o projê
to de um prédio especial destinado a abrigar todos os serviços bibliotecários a
serem prestados ao Estado da Paraíba.
De início nao será

conveniente dirigir os esforços para este lado,mas

procurar se concentrar no estabelecimento dos serviços, de modo mais rápido pos.
sível, e utilizar os recursos que se afiguram mais fácil de obter.
Ao mesmo tempo que se procura dar um aspecto melhor a Biblioteca Publi
ca no que diz respeito a sua instalaçao, ao equipamento especial de biblioteca,
também se dara atençao as coleçoes bibliográficas e ao pessoal.
A formação profissional de pessoal não bibliotecário será vtrn xrotlena
Am
ß
ß
importante dentro do programa pois sem ele nao sera possivel levar a cabo
o
projeto de estabelecimento de serviços bibliotecários para o listado.
Mi
^
O regulamento e condiçoes de funcionamento da Biblioteca, as técnicas
bibliotecárias que deverão ser utilizadas para a realizaçao dos serviços, as ati
vidades da Biblioteca e os trabalhos de e:rtensão d^. Biblioteca, c coordenação da
Biblioteca do Estado da Paraíba com as outras instituições cxilturais do Estado,

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�a legislação que devora assegurar a continuiúadc ou impl-r'.ntagao des'tes serviços,
tudo isto será providenciado ao mesmo tempo.
^
A
^
Se entretanto a atencao for desviada para tona soluço.o remota coiao seria
a contrunao do um prédio para abrigoj: todos estes serviços seria postergada uma
-I
~
/
f
solviçao que, parote nao e mais possível atrasar.
Assim, a utilização do prédio atuo.l qvie ó central, que atendo de

certo

modo £■:' solicitações da cidade, seria ponto passível do discussão.
Um prédio de aluguel módico, ou se for possível ura imóvel público localizado em area do menor valorizacao, serviria para abrigar as coleçoes antigas ,
nao utilizadas constantemente, tais como

material histórico raramente consulta-

do, coleçoes de

periódicos que por sua antigüidade já não estão sendo mais proA
•
curados com frequencia ou se procuradoá servem apenas a uma clientela especiali
zada e que não e propriamente a clientela crjrc.cterística de uma Biblioteca

Pu-

blica, tal como se entende hoje por Biblioteca públaca.
Num lugar retirado, em area de menor

valoriáaçao, seria colocado este

aceirvo que não pode ser descartado, e importante mas não e no momento

aqxielo

com o qual se tem que ter maior cuidado.
■n •
•
A
A
/
Ficaria em ma casa, em separado, este acervo antigo, raro e ta;nbem ra
ramente utilizado, neste local haveria uma pessoa que cuMasse de atender
aos
A
A
eventuais consulontes, este acervo seria controlado na Biblioteca Central, na
biblioteca sede, através de catálogos, e na sóde ficaria o material ra^.is cônsul
tado; mais accessivel ao grosso dr. populaçao do Estado da Paraíba, e da

cidade

de João Pessoa.
3. A Eiblioteca Publica do João Pessoa como Biblioteca Central do Sistema»
Ao mesmo tempo, é bom lembrar quo a Biblioteca Public", do S-tado
Paraíba nao ó feita prTa atondcr aos rosidentos na cidade do João Pessoa

da
r.as

sendo ela una Biblioteca Estadual se destina a sorvir a todo o Estado. Sí.rvindo
a todo o Estrxdo nao se admite que ela pare apenas entre as quatro paredes
casarao da Avenida

ciO

General ^sório.

Ela tem que ir alem, Para isto ó necess'rio verificar quais as possibi
lidades de que dispõe o Estado mediante vias de comunicações e trrjisporte, para
levar parte deste acervo as regiões do interior. Também verificar inicialmente
quais os municípios que dispõem

de Bibliotecas Publicas em condições de receber

pequenas coleçoes da Biblioteca Central, da Biblioteca sede em João Pessoa, para
nos mvinicípios paraibanos servirem aqueles que fazem parte do Estado da Paraíba,
A idéia de concentrar numa Biblioteca Publica Estadual apenas material
para sejrvir a vuna pequena parte da comunidade da capital não pode ser msis conce
bivel dentro dos planos de desenvolvimento economico e social que estão eu andamento do Estado,
As bibliotecas municipais para receberem e se incorporarem ao

siv-ítema

precisam antes ser reaparelhadas e seus encarregados treinados para os novos ser
viços.
Toma-se necessário obter através de convênios ou de medida?;

nao

nos cabe aqui descrever, ijm meio de treinar pessoal para estas Biblictecar. nunicipais.

Ao mesmo tenpo que e treinado pessoal para a Biblioteca Ccnt.rr.I proraorc ■

5

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�-se

tun progredia para que estas pessoo.s se reunojn, tenhfjn um apreiiclizado e Vel-

ten para os seus municípios capazes- de trabalhar em conjunto coni a Biblioteca Pji
blica Central do Estado da Paraíba.
4-. Pogsoal pg-ra execução do projeto e ganutençao dos searvicos bibliotecários.
De inicio o Ustedo poderá cont;:;r com a colaboração eventual mas impres
cindível de profissionais e alunos de cvjrsos de biblioteconomia. Esta e vuna solji
fM
A
/
çao de energencia e ao serem implantados os serviços muito mais precisara o Esta
do de bibliotecários experientes com o desenvolver dos serviços,
O treinamento pessoal sera então feito ncdicjite a concessão de

bolsas

pela Secretaria de Educação com o fim de preparar profissionais. Tajnbem sera fei
to o treinamento intensivo de equipes compostas por assistentes sociais, professo
res, estudantes secundários e universitários que desejem ou sejam chejnados a cola
borar com o projeto.
Para os servidores do bibliotecas mmicipais um treinamento utilizajido
principalmente auxílios audiovisuais o visitas de profissionais contribuirá para
que melhorem os serviços por ecaso existentes ou se estabeleçam onde nao os hoü
ver •
^
^ A
A.
A Biblioteca Central cabera toda a coordonaçao do aprendizado.
A
5» O acervo atual da Biblioteca.
Outro

problema que se afir^-ura importante é o levantamento, da coleção

existente na Biblioteca R\blica Eftadual. O levcntarionto, o inventario do que de
fato foi registrado, se e que todo acervo foi registrado ou tombado e o que

de

fato existe na Biblioteca Publica Estadual.
Enquanto se processa isto, pode ser feito o trabalho de treinamento» A
equipe que se encarregaria do tombamento e do inventário do que existe na Biblio
teca Publica Estad\aa.l seria ma, o a equipo enc,-.rrogada do pessoal a ser treinado para realizar os serviços bibliotecários no Estado da Paraíba seria outra.
Ao mesmo tempo que se verificava quais as condiçoes do acervo da Bibli^
teca Publica Estadual, visando sua adequaçao aos objetivos progreniadas, seria feito
o treinamento de pessoal para realizar os searviços bibliotecários que o Estado e^
ta a exigir dentro do seu plano de Educaçao.
A
A
6, Concordoncia do acervo com a com-unidade.
Outro ponto a ser verificado é o da obtenção de novos materiais de edu
^
M
caçao, de inforJüaçao as massas e que evidentemente nao figuram nas coleçoes
da
Biblioteca Publica "^stadus.l.
Sao materiais, não so bibliográficos como fotográficos, para projeção
audiovisual e que terão que ser utilizados durante o dcsenroloj: dos serviços bibliotecários .
~
~
Informaçoes para aqueles que estão ainda em fase do aprendizado

para

recuperaçao das populaçoes em fase de desenvolvimento e que diferem dos livros cg,
muns por exemplo; filmes para as populaçoes litoraneas que lhes ensinasse tecniM
A
cas mais aperfeiçoadas de pesca, e:q)osiçao de desenhes ou de fotografias sobre a
Ar
M
proteção do solo para as populaçoes ruTais bem como coleçoc^s de fotografias
e
de folhetos sobre n-.todos agrícolas, sobre artos''.nato em pequena escala^, nao

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paro. populaçoos rurais cocio racsmo para as que cstao localizadas ^inda na arca
bana do João Pessoa.
/
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^
■ «w
/
Existira na Biblioteca Publica da Po,raiba nao apenas livros c poriodicos
para uma elite intelctml, mas através de seus serviços todo material bibliográfi
co e inforrao-tivo será utilizado pelas suas várias comunidades.
Que a elite intelcctur.l procuro nas bibliotecas universitárias, nas

bi-

bliotecas especializadas material que lhes atenda as necessidades intelectuc.is ,
técnicas e científicas superiores.
Por enquanto, que a Biblioteca Publica seja pej-a o povo, que a Bibliot£
ca Publica se ocupe da educacão das massas, que a Biblioteca Publica colaboro cora
uni processo já em andamento, de educaçao de base,
ílão que a Biblioteca Publica se descure de obras de importencia que so
^
/ •
a'
f
t
jam do intereesse para a historia cultural da-Paraiba| de modo algum, mas do injL
cio o que se tem que pensa: para a Biblioteca Publica e em material para o grosso
da populaçao.
Evidentemente o grosso da população do Estado da Paraíba nao é formada pß
los universitários que nela habitam, 1'íuitos deles, ainda que formados neste oeta
do, dele se retiram por isso quo o Estado nao lhos oferecendo condiçoes para apli
çao do seus conhecimentos,tranf:?3.:.lr-a:3~se
O quo a Biblioteca 1-

_.ara centros mais adiantados,

Ica do Estado da Paraíba tem que pensar inicial-

mente é em fornecer aos seus h-.bitantes, ao grosso do seus hc.bitantcs, os

neio?

necessários parf. adq-.iidra-r. jultura, a cultu:
que oles estão capacitados do absor
Am'
a
ver, o na quantidade que eles estão capacitados de absorver, p-.;"-:, qua dopoie eles
se tornem leitores de bibliotecas universitárias e do bibliotecas especializadas.
Partir da concepção de que a Biblioteca Publica do Estado da Paraíba tem
qu.0 servir a elites parece-nos completrmente fora de proposito quojido um dos problemas do Estado da Paraíba, em seu progrcxia de educaçao de base é formrj: leito res para a Biblioteca Publica do Estado,
Estes leitores nao serão apenas os estudantes das universidades, das escolas superiores, das faculdades,dos ginásios, das escolas técnicas.
Será a Biblioteca Publica do Estado da Paraíba para as crianças, para os
recem-alfabctizados, para as donas de casa, para os homens do campo, para técnicos
para estudantes, para qualquer habitante do Estado da Paraíba
informaçao, qT"='

j-- r-i,

—

—...

que precise de uma

seus conhecimentos ,

quer para rccreaçao, q..or para.obter uma visão do mundo maic «mplo e melhor.

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31 iLXvX";a-i^':: i.

1 - Brasil,
decreto,3. ate# n®30.6,1962, Dispõe sobre c._profi3são
de bibliotecário e regiilc. seu o;:crcicio,
"Recife, /Lssocie.cao Porno.inbucana de Bibliotecários, 1Ç63.
2 " Brasil.
d|eqretos. sàfè. - Decreto n^51.224 de 22»-:.61, Regulanento
para organização do serviços rerionais de bibliotecas que serão obje~
to de converdo entre rmir-icipios, estados e o. União.
Recife, SüDiITjí-■
d 'i.'CUMontaoao, 1961,
3 - Korroc!;s, Str.nle;r
-- L'o;;perienr.c piloto ILIliSCO sur lo^ bibliothecueo
publj-ques en^iliieria-Oriento.lo, Bulletin de l'UliJSCO a 1' intention
des bibliothen'-SS. ir^(l): 3-V, jan, 1959.
4 - Houle, Cyril O, - F'jincion de lc.s bibliotecas sn Io. educación de adultos
7 en Ia educacion x-andr/aentali in.for;ne sobre o seminário
de felaö,
con los infoi'iiie^ preparados por Ivonne Oddon, Ic.chlêjv í'« lb.c
y
otros, 1 Paris 1 UiI^iSCÒ' ll95li.
5 - LUIÍ j0rj.j:x, Rio " Recortes de jornais sobre bibliotecas (ortani&amp;anao, Ig
gisla^ão, servinos, co.r:ipo.nliaÄ, etc,) 1961, ~ luío 1963.
6 - linas Gerais. Assei'.blcla Legiqlp.tlva. -^Projeto n^^l,19^60 de iniciativa
do SerJior Governador do Sstado, dispõe sobre c. or/janisacão da Biblioteca Publica djae do, outaias. providoaicá^, Lu:: Jornal do
21.12.1962.
"

'

7 - Idnas Gerais,
,4äPX6;^.» sic. -« Decreto nö6,Cc,/., de 19 de loorco de
1963 •- Contam o Ro^iilainento da Biblioteca Publica de
í-íLnae Gorais
"Prof. Luiz de Bossa".
Bolo Ilorisonto, Diário Oficial, 20 de niarco
de 1963.
O '• I^ery da Fonseca, iiüaor. - Bibliotec^a da Restauração: um» -Di-ojeto gorado,
SiTi seu: 3i.b3.ioteca3 c loibliotoc.arios da provxncia.
(ÍIíqI iünisterio
da Educação e C^iltm-a, 3erv, Documentação 119591 p. 65"69«
9 - iíerj da Fonseca, liJson - Bibliotecários paraibanos.
CO, Recife, IC Jan. 1953.

Diário de Pernr.nibu

10 - líery da Fonseca, Sdson '• L:portancia da biblioteca nos ^prograiaas de alfiii
betizacão e educanão do basa,
âs SeyyjLr-p RibJ^^^o, Rio de Janeiro 94 (3): 99"10o, jul.-Got. 3,962.
11 - Soí.-ell, P, íl. - The regional library systeusi their developiient tlirough
tV70 decades and tb.Gir possibilitien for the fu.ture,
London, The Library Assn., 1950,
12 - UI'JSGO - Development of public 3d.brariGs in Latin Anerica: Tho São Paulo
Conference,
1 Paris] 1952.
13 - 1543300 - Fundwí.-iental education; a description and rsrograi-sEia.
1949.

jl^risj

14 - ITi'aSCO
U1 pro^'-octo piloto uo Ii?.iti, prinera etapa 1947-1949.
1951.

1 Paris |

Recife, naio de 1963,

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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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�UNIVERSIDADE DO CEARÁ

.•

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA Si DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1963

TEMA II

-

BIBLIOTECAS PÜBLICAS, INFANTO JUVENIS, AMBULANTES
E ESCOLARES

2. SEMANA NACIONAL DA BIBLIOTECA
por
Maria Holena Brandão (l)
Philomena Bocatelli

(?)

CDU 021,7

H'ice

(1) Secretária Geral

- FEBAB

(2) Primeira Socretária - FEBAB

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�SEMANi'i

N/iGIONiiL
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19

LEITüRi'i

Di.
6

de

PARi\

BIBLIOTECA

-1-

3

março

mí

DRjvSIL

MELHDR "

A SHá/iNA NACIONiiL DA BIBLIOTECA que comemoramos em nosso pais, teve
origem no movimento realizado nos Estados Unidos da iunerica do Norte, atra vés do "National Book Gommittee" e da'Vimerican Library Association" em 1958.
2,

O "slogan" usado na ocasiao foi "Wake up und read" (desperta e le),

3«

A Organizaçao dos Estados Americanos (OEA) solicitou a colaboração

das Associaçoes de Bibliotecários para que se unissem nessas comemoraçoes
#v
^
tendo então o movimento se difundido pelas ionericas,
Ij.,

,

Por ocasiao do III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docu -

mentação, realizado em Curitiba, em janeiro de 1 9^1, foram feitas duas reco
mendações relativas a SETá/iNA NACIONAL Dii. BIBLIOTECA, baseadas no trabalho

-

apresentado pela sra. Lovirdes de I^fesquita Siqueira, intitulado "A Semana ^''aoional da Biblioteca e o Brasil"
a) que seja comemorada anualmente pelas bibliotecas brasileiras a Semana i^acional da Biblioteca, incentivada e divulgada pela Federaçao Brasileira
de Associações de Bibliotecários e pelas Escolas de Biblioteconomia e Documen
taçãoj
b) que seja criada, pelo Instituto %cional do Livro, uma Comissão paM
A
ra organizar essas comemoraçoes no âmbito nacional e que o Instituto entre fé
^
^
em contato com as Associaçoes de Bibliotecários dos Estados para organizar comissões estaduais e municipais,
5,

Por proposição, apresentada no III Congresso Brasileiro de Bibliote-

conomia e Documentação, por Odette

de "^liveira Penna, bibliotecária

Universidade do Brasil, foi estudada a possibilidade de ser marcada a

da

data

da Semana Nacional da Biblioteca, abrangendo o dia 12 de março, dia este que
e considerado no Estado da Guanabara como o dia do Bibliotecário,
6.

Com representantes dos Estados da ^ahia, Minas Gerais, Guanabara

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1

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Sao raulo e Rio Ghrande do Sul, era reunião na cidade do líio de Janeiro, realizado
nos dias 22 , 23 e 2Í4. de janeiro de 1 9^2, concluiu-se que a melhor data para
Semana Nacional da
7.

a

Jiblioteca seria a de 12 a I9 de março,

A FEBiiD em oficio nß 8/62 solicitou ao Dr, Augusto Meyer, Diretor do

-

Instituto Nacional do Livro, providencias Junto ao Senhor Ministro da Educaçao e
Cultura, no sentido de ser fixada, por decreto, a data da Semana %cional da i^iblioteoa de 12 a 19 de março.

Êsse, decreto, entretanto, so foi promulgado

a

10-i;-62, publicado no Diário Oficial da úniao, no dia 13, p. 4*266, Seoção I,
8,

A FEB/t3 enviou oficios e circulares aos íiagnificos Keitores das öniver-

sidades Brasileiras, aos Senhores Secretários de Educaçao, as -"ssociaçoes de ^i blioteoários e Escolas de Biblioteconomia, solicitando apoio e colaboraçao

no

sentido de ser dada ampla divulgação as comemoraçoes da Semana Nacional da Biblio
teca para que ela pudesse alcançar os objetivos que todos almejavam.
Legislação Federal - Decreto n^ 88Í4., de 10 de abril de 1962
Institui a Semana ^'íacional da Bibliote
ca, de 12 a I9 de março.

O Presidente do Conselho de i^inistro, usando da atribuiçao que lhe
confere o art. 18, item III, da íinenda Constitucional n® 4,
DECRETA:
ivrt, Ifl - Fica instituida a Semana Nacional da Biblioteca,

a

iniciar-se, anualmente, em 12 de março, data do nascimento do escri
tor, poeta e bibliotecário Bastos Tigre,
Art, 2^ - Os festejos e comemoraçoes, de carater cultural

e

popular, deverão ser levados a efeito era todo o territorio nacional,
Art, 3^^ ~ Ao i'iinisteri o da Educação e Cultura, através do ^ns
tituto Nacional do Livro e era cooperaçao com o Conselho Nacional de
«w
Cultura, compete patrocinar as comemoraçoes,
i^t, Í4.0 - Anualmente, o ^»^inisterio da Educaçao e Cultura, ba^
xará portaria nomeando os -""embros da Comissão Nacional dos Festejos,
Art, 5® - Revogam-se as disposiçoes em contrario,
Brasília, em 10 de abril de 1 962; li;Oö da Independência e
7^® da Republica,
/oitonio de Oliveira Brito
"th/jíciíedo

\ Digitalizado
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neves

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]_'5

16

17

l'i

�-3LEGISUGÃO CARIOCA
Resolução nö 5 - de 11 de março de 1 958
O Prefeito do Distrito Federalt
Considerando que, durante toda sua laboriosa vida de intelectual, MANUEL
BAST0Í3 TIGRE prestou os mis relevantes serviços ao desenvolvimento cultural

da

terra cariocaj
Considerando

que uma grande pairte de sua existencia foi exclusivamente

dedicada ao problema do livro, como bibliotecário; e
Considerando que o reconhecimento publico pelo mérito dos homens

«lltö

forjaram o nivel superior do belo e util, e sempre um estímulo as gerações vindouras,
RESOLVE X
Art, Ifi - Fica instituído, no Distrito Federal, o "DIA DO BI3LI0TECÁlao".
Art,

« O "Dia do Bibliotecário" sera comemorado a 12 de março

cada ano, data do nascimento do saudoso bibliotecário e poeta

de

Manuel -

Bastos Tigre,
^

^ BASTOS TIGRE

-

PATRONO DOS BIBLIOTECÁRIOS DO BRASIL

*

Bastos Tigre foi um dos mais extraordinários trabalhadores das nossas ^
^
0
letras, alem de poeta e jornalista foi também engenheiro e bibliotecário.
Cem
mais de 50 anos de atividade em nossa imprensa exerceu a tarefa de comentar hvuao

•

sticamente os acontecimentos da cidade, do Pais e ate do mundoj como poeta dei ^
Ä
0
xou una bela obra educativa dedicada a infancia; como engenheiro, raramente, alguém
consegue lembrsa--se de Bastos Tigre,

havendo mesmo

começado

a

sua

vida

como

engenheiro do Serviço Geologico e Mineralogico do Ministério da Agriculturaj

como

bibliotecário, foi o primeiro a ingressar na carreira por concurso, por merecimento
/V
0
dos seus autênticos conhecimentos da Técnica da Biblioteconomia, coraprovados
por
meio

prova legitima, com a apresentaçao da tese, sobre (ít aplicaçao do Sistema

de Classificaçao Decimal, na organizaçao lógica dos conhecimentos, em trabalhos de
Bibliografia e Biblioteconomia» Isso nos idos tenços de 1 915» quando ainda
nao
0
0
r»
estava em vigor o sistema do mérito no serviço publico.
Desde então, nao mais abandonou as estantes das bibliotecas,

Primeiro, no lAíPcu Nacional,

Biblioteca da Associação Brasileira de Imprensa,
tar

com

coleçoes.

uma biblioteca inteiramente reorganizada
Finalmente, primeiro

depois

que sob a sua direção pode con •
e

enriquecida

em

Diretor Bibliotecário da Biblioteca

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na

suas
Central da

.O"
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16

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lí

19

�■•4-

Uni Vers idade do Brasil, onde exerceu o cargo por tiais de vinte anos,

Tomou-se assim o veterano homem de letras, o decano dos bibliotecários
brasileiros.

E os bibliotecários dele muito se orgulham,

gor isso, conferiraio-

lhe as maiores distinções da classe, com o Prrmio Paula Brito ou IVemio Outenborg
e a resolução que instituiu o "Dia do Bibliotecário" a 12 de março, data do nasci
mento do poeta,

Quando no III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documen

tação, realizado em Curitiba no ano de 1 961, foi escolhido patrono dos bibliote
Carios entre tantos nomes ilustres que surgiram como candidatos ao titulo,

o

nome de B/iSTOS TIGRE, foi defendido com bastante entusiasmo. Justamente, por que
ele prestigiou a carreira de bibliotecário, dando-lhe o devido valor, quando poderia, pela sua capacidade intelectual, dedicar-se a outras funções. Preferiu

-

ser bibliotecário e dar sua contribuição a algo que representa um valor inestima
vol a serviço da cultura brasileira,
Bastos Tigre, como bibliotecário, foi um homem feliz e plenamente reali
sado,

k sua oorreira profissional, foi, realmente, a Biblioteconomia,

Tinha

-

ele grnnde entusiasmo e confiança no poder, na influencia do livro e dizia sem prei "VEÍCULO DE IDÉIi.S, qUE TROUXE O PaSS/JDO ÂTE O PRESENTE, LEViUlít O PRESENTE
AO INFINITO DOS TEl.iPOS")( ( A biografia de Bastos Tigre foi organizada pela bibli£^
teceria Odette Senna de ^liveira -"^erma),

CaUSSÃO DA SELi^NA li/iCION/Jl, DT. BIHLIOTEC/i
proposta ao Ministério da Educaçao e Cultura, polo Instituto Nacional do Livro»

Biblioteca ^''acionai
'^Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documcntaçao
Diretoria do ^nsino Superior
Diretoria do ^sino Secundário
Diretoria do Ensino Comercial
Federação Brasileira de Associaçoes de Bi bibliotecários
Biblioteca do j^inisterio da Educação
Cornara Federal
sê^nado Federal
\

Biblioteca Infantil Carlos Alberto

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lí

�Universidade do Brasil

•5»

Confederação Nacional do Comercio
Confederação J-'^acionai da Industria
Sindicato Nacional dos Editores de Livros
Radio do Jíinisterio da í^ucação e Cultura

AHíI UIÇÕES Dix COUISShQ Ni.CIüNAL, SEGUNDO
PRÜPOSTi. DA SENIDR^; LOURDES ÀÍESQUITA SI QÜEIIli;, Eli SUi. TESE, APRESENTADA iiO
III CONGRESSO BR..SILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUI,lENTi.ÇÃOí

a) Obtenção de uma verba especial para cobrir as despe •
SDS decorrentes das comemorrçoes;
b) planejonento e suporvisao dos trabalhos;
V
^
c; estudo e elaboraçao de um programa de comorQçoea para
todo o pais;
d) orientaçao e fornecimento de propagr.nda as Comissões
Estaduais;
e) realizaçao, dentro do prazo de SO dias, apos o termino
da Semana, de um rolatorio das comenoroçoes em todo o pcis, e de um bclancete que
seria uma prestação de contas do enprego da verba recebida ,

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lí

�A M A Z O N A S

&lt;6.

M A N /i U S

SEM/JíA N/xCION/'.L DA DI3LI0TEa/i, PaTROCINjíDá FELü JIBLIüTECíí PÚBLICa DO AMAZONAS
19

6

3

Comemorando a Semana Nacional da Biblioteca, a Biblioteca i\íblioa do
iimasonas inaugurou dia 13 de março, num de seus salões de leitura, inçortante

•

exposição de livros de ensino do idioma inglea, utilizando farto material didáti
CO, bibliográfico e gravações, gentilmente cedidos pelo professor Mario de Souza,
inspetor geral da "British Broadcasting Corporation" do Londres, prosentemente «
om Manaus, em missão daquela emissora,

ü exposição permaneceu aberta ate o dil.

19.
O "Jonial do Comercio" de í&amp;mnus, fez arçla cobertura da Semana ^''a 0
^
A
oicnal trazendo também um belíssimo e oportuno artigo do Genesino Braga, sobre Bi ,
blioteoas e Bibliotecários",

B

A

H

I

A

SALVADOR

SEM.'JL'i NACIONAL D/x BI3LI0TEC/i, PATROCIN/J)A PEL'. ASaDCL.ÇÃO DiJiANíi DE aiGB/iRÉlS M
BIBLIOTECONOMIA
19

6

3

PROGRAMA
Dia 12

Sessão de instalaçao

10 horas

Palestra do t'rof, Raimundo Matta, Secretario de
Educação,
Escola de Teatro

LOC/.L

cm

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2

3

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NN|III
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20

�Dia 15

7-

Palostra do deputado Bolivar Santana

10 horas

LOCi'.L

Escola de Teatro da Universidade da Bahia

Dia 19

Lanche oferecido aos calouros

17 horas

LOCiiL

Escola de Biblioteconomia

19 horas

Palestra proferida pelo Prof« Hélio Simões

LOCi»L

Escola de Teatro da Universidade da Bahia

BRASILIA
ASSOCL'iÇÃO

DOS

BIBLIOTEC/iRIOS

DO

DISTRITO

FEDEPiO,

SElí/Jí/'i NAClOii/J, Dii BIBLIOTECA, Pí.TRüCIN/J3Uí PEL.. i^SSOGI/UjÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS DO DIS
Till TO
19

Dia 12

-

FEDER/iL
6

3

lílissa em memoria do Professor Bastos Tigre, ilustre patrono doa bibliotecários, às 18,30 horas na igreja de Santa Cruí,

Dia 13

-

Conferencia do Professor George iigostinho da Silva,no auditório
i
'
*
"niversidade de Brasilia, as 11 horas.

da

Dia 15

-

Exibição de filmes Documentários no.Cnntro Educacional de Ensino •
%
Madio (Elefante Branco) as l6 horas,
»

Dia l6

-

Conferencia do Professor Eudoro de Souza e exibição de filmes doeu«
mentarios, as 17 horas no Auditorio da Egcola Parque,

Dia 19

-

Encerramento das cíomemoraçoes pelo Exmo, Senhor Ministro da Educação
e Cultura, no auditorio da Escola Parque, as 20 horas«

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lí

�GUANABARA

«•8«»

SEM/iK/i NiiCION/iL DA BIBLIOTEOii, P^.TjROCINiJíA FEL.V ASSOCIí^ÇÃO BR.vSILEIR/. DE BIBLIOTE
CÁRIOS

-

1963

fROGR/m
A.

RÁDIO
1) i'rograma da Radio Jornal do Brasil, diariaraente, das 11 as 12 horas»
"PERGUNTE AO JOAO": transnissao do "slogan"
2.) Palestras diarias na Radio iíoquete Pinto, tremsraitidas entro 11 e 12 horas*
abcd-

B.

Ada iíiaria Coaracy
Wilson Bodstein
Rosy 31eggi_^-^"eixoto
Eloy Guimaraes •t'ereira

JORNAIS
3) Entrevistas, noticiário, reportagens sobre a Semana e a profissão de biblio»
tocario
abod-

C.

de Odette Pena ao "Diário de Noticias" (entrevista)
de Eneida no "Diário de Noticias" (nota)
de Carlos Alberto Teixeira na "Tribuna da Imprensa" (noticiário)
de Rosa Gass no "Jornal do Comercio" - reportagem publicada na^Seçao Ga zotilha Feminina- dia I7 de março - "A Biblioteca exige alto nivel de eß»
peoializaçao,

Ci'iRTAZES E CIRGULi.fíES
I \
*
U.) Distribuição de circulares o cartazes as Bibliotecas, concitando-as a parti»
eiparem dos festejos e promoverem exposiçoes durante a Semana,

P

A

R

A

N

A

SEMi'JiA N/lGION/ÍL Dii, BIBLIOTEG.'., PATROCINADA PEL:. ASSOCLiÇÃO DE BIDLIOTEC/ÍRIOS DO PAR/iN/x, ASSÜCIAÇAO PAR.'iNAENSE DE BIBLIOTECÁRIOS E BIBLIOTECA PÚBLIC/I. DO PAIÍ/.NÁ,
A
&lt;V
Dia 12 - Almoço de confraternização.
Dia 13 - Abertura da exposição de livros raros, novas aquisições e livros mutilados«
no saguão da B.P.P,
I
&lt;w
^
0*
Dia II4 - Exibição de filmes sobre bibliotecas e outras instituições culturais.
Dia 15 - Inauguraçao da Filmoteca da B.PoP, para emprestimo de "slides" a institui •
çoes Educativas e ■'Profissionais interessados.
Dia 16 « Cinema educativo para os leitores da Divisão Infanto-Juvenil e seus fomi
liares.

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�-9Dia 16 • Programa na ^ local, com a participação dos seguintes bibliotecáriosi
Maria Dorothea Darbosa,^Nancy Westfallen Corrêa, Flavia *^cioli Frado
e a presidente do Diretorio Acadêmico do Curso do Biblioteconomia, Sirta
Leilah Santiago de Oliveira,
m
Dia 19 - Lanche de confraternizaçao o encerramento da Semana,

Por autorizaçao do Senhor Governador Dr. Ney i3raga foi considerado
ponto facultativo na Biblioteca •t'ublica.
Os jornais locais fizeram amplas reportagens, A Gazeta do •'^ovo de
19-5-1963# trouxe um otimo artigo» "i%is leitura para um Brasil melhor", contribuição do ^ria Dorothea Barbosa, Presidente da Associação de Biblioteca rios do Parana,

PERNAMBUCO
SEM/JÍA NixCIOIí/JL Da BIBLIOTECA, PaTK0CIN/J3Ji ÍELí. SECRETARIA DE EDüCiiÇÍÍO 00 RECIFE
Para integrar a equipe coordenadora das atividades o Secretario
de
Educação e Cultura convidou as seguintes pessoas: Myrion ^smao do ^^rtins^ Olim
pio Costa, Maria Leticia de •^'■ndrade Lima, %zare de l/ielo. Zuleide Ji^deiros,
~
Ivos Mota de iilbuquerque, Cordelia Robalinho de Oliveira Ccvalcanti, Samuel
Kreiner e Silke Meber,
1 - Exibição ^de filmes gentilmente cedidos pelo Consulado dos ^stados Unidos, sobre assuntos educacionais e bibliotoconomicos,
A.
•
2 - Conferencia proferida pelo çscritor Joel Pontes s^re ' Estudo, Biblio
teca. Universidade e Importancia da leitura",
""
3 - ííntrega dos ^iplomas pelo Secretario de Educaçao e ^ultura, Prof.í^ermfiTi Coelho aos representantes das casas comerciais que fizeram expos^
ção em suas Vitrines sobre a Semana Nacional da Biblioteca,
li. - Importantes entrevistas foram concedidas por bibliotecáriosj aos jornais* Diário da ^^oite, ^Diário de Pernambuco e Jornal do 'Comercio que
deram ampla cobertura a Semana,
5 - Encerramento da Seraana com exibição na^ Praças de Cultura da Torre e
Salgueiro, com explicações por professores, da in^ortancia do livro
e da biblioteca para o desenvolvimento cultural do povo.

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20

�RIO

GRAN DE

DO

-10-

S ü L,

SEM/JíA NACIONAL Dix BIBLIOTECA, PATROGINiJDA PELii ASSOCI/i.ÇÃO RIOGRíUíDENSE DE DIBLIOTECi^RIOS E PELO DEPaRIjíIÍENTO DE DIBLIOGRi'iFIii E DOCUMENTAÇÃO, DO DEPARTíJ.ÍEN
TO DE DIFUSÃO GÜLTUR^^L DA ÜRGS.
^
f\
^
1 - A Associnçao Riograndense de Bibliotecários nomeou uma Comissão, oonsti tuida das seguintes Associadasi Frida Issler, Gladis Finkelstein e Nice Maria ijaorin, para organizar as comemorações,
2 - Cartazes alusivos a Soniana.
3 - Oficio enviado ao Secretario de Educa; ao e altura, solicitando divulgaçao
das comemoraqoes da Semana,
i}, - T.V, Gaúcha foz ampla reportagem sobre a ^Escola de Biblioteconomia e a i3ibibliotoca da "i'aouldade de CienciaSf Economicas,
5 - T,V, Piratini em sou programa "No nundo da mulher" apresentou a professora
iidda Drüg de Freitas e a aluna da ^scola de Biblioteconomia, Maria ^-^lena
Franco, que foram entrevistadas pela aluna ^ra de ^ Rocha, também
da
Escola.
6 - Posso da Diretora da Biblioteca Publica, Lucilla Minssen, primeira bibliottecaria a ocupar tal cargo,
No Restaurante "Cantanapoli" foi prestada uma homenagem a nova Diretora,
7 - A Radio da Universidade e outras rádios da cidade noticiaram os programas
da Semana,
^
I
8 — Jornais também fizeram publicações a respeito,
9 - Eftcerrando a Semana, a bibliotecária Lourdos Gregol, proferiu uma palestra
sobrei "A ação social das bibliotecas ambulantes".

S A 0
AssocniÇÃo

PAULO

Pauli sTi.

de

bibliotecários

Semana j^acional da Biblioteca, promovida pela Associaçao Paulista do Bibliotecários,
Dia 12 às 9 horas

-

Abertura da Semana e do Seminário,
A Vice-Presidente em exercício deu inicio a sessão, pas
sando a seguir^ a palavra a Sra. Lourdes Mesquita Siquei
ra que falou sobro o •'^istorico da Semana, Falou também,
Dr, Jose Fernando de Barros Martins que discorreu sobre
momentoso tema do custo do livro,
*

Dia 13 as 9 horas
*

—

Mesa redonda de Catalogaçao com debates. Componentesi Ma
ria Luisa Monteiro da Cunha, Dinah Aguiar Poblacion,
ria de Lourdes Sampaio Cintra de Camargo, Neyde Povca
Regina Carnoiro,

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lí

�-1X-.
O Ensino de Biblioteconomia, palestra proferida pelo Prof,
icitonio Soares imora, A ^ioe-Diretora da ^soola de Biblio
teconomiajj^ ^a, Zilda Taveira, ooraunicou aos presentes
inauguraçacj da -dblioteca-Laboratorio da ^scola, como con*»
tribuiçao a ^enana Nacional da Biblioteca,

Dia II4. as 9 horas

-

Dia 15 as 9 horas

-

Mesa-redonda de Classificação, Componentes» Dr, Abner L, «
Corrêa Vicentini e ^na, Noeraia Lentino,

%
Dia 18 as 9 horas

-

Mesa redonda de outros processos técnicos. Componentes» —
Dna, Yidelpha Silva Rodrigues de Figueiredo, Una, í^aria ■"n»
tonieta Ferraz e Dna, Heloisa do ■"■Imeida •^rado.

%
Dia 19 as 9 horas

-

Encerramento da Semana e de Seminário, alar am na ocasião,
os senhores» Dr, Abner L, Vicentini, sobre as "Diblioto cas da Himgria" e o ensaista Carlos I3urlamaqui Kopko sobre
o "Livro e a -biblioteca na vida de um literato",
A Imprensa, Radio e "■'^'elevisao mito oontribuiram para
brilhantismo da Semana,

PREFEITURi".

MlJNICIPiiL

DE

SÃO

o

PAULO

^
Dando cumprimento a Portaria nß US de 28 de fevereiro de 1963»
do
Secretario de Educação e Altura, da Prefeitura liíknicipal de São Paulo, Doutor •
Carlos de'^drade Rizzini, a Biblioteca Municipal Jferio de •'^ndrade e a Biblioteca
Infant o-Juvenil Monteiro Lobato, comemoraram a Semana ^^acional da Biblioteca da
seguinte maneiraj
a) » A BIXIOTECA MARIO DE jiNDR/iDE marcou o início da Semana Nacional com
uma
exposição das novas aquisições, feitas através de oonçras, doaçoes ou em •
decorrencia^da aplicaçao do Decreto 2 28l/53» com que se enriquace e atuali
za o seu acervo,
b) • A Secção Circulante Central, expôs cartazes alusivos e mapas de todas as ^
bibliotecas do Municipio de Sao Paulo,
o) « Falou, na ocasião, o Sr. Francisco Jose de Azevedo, lembrando sempre o lema»
"Mais leitura para um Brasil Malhor",
d) - A BIBLIOTECA INF.fJ&lt;rTO-JUVENIL MONTEIRO LOB/iTO também procurou dar brilho à
mana,
e) - As 18 Bibliotecas Infanto-Juvenis expuzeram a fotografia e dados biográficos
do Dr, ií^noel Bastos ^igre,
f) - Dando inicio a Semana, falou a colaboradora das comemorações, a biblioteca ria Maria Madalena Gomide Ribeiro sobre a personalidade do patrono Dr, Bastos Tigre,
g) - Concurso literário infanto-juvenil sobre livros do escritor paulista Rran cisco Mirins,

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lí

�»
0
h) » Encerramento da Semana, Falou^a bibliotecária Philomena Boccatelli qu© e
também Presidente da Associação de Bibliotecr.rios Municipais, sobre
o
historico da Semana '^"acionai, a importância da biblioteca e da^leitura .
Na ocasião o Dr, láarins, convidado de honra, premiou com coleçoes de livros seus, os primeiros colocados no concurso,
i) - Foram distribuídos aos pequenos freqüentadores, marcadores de livros com
os dizeresí "Semana Nacional da Biblioteca" e o slogant MííIS LEITURii. PiiR/i.
UM BR/'.SIL IVIELHDR.

BIBLIOTECA ESPECI/ÍLIZADA DO DEFARmfflNTO
DE EDUCAÇÃO,

ASSISTÊNCIA

E

RECüEIO,
Semana Naçional^promovida pela Bibibliotecaria Nora Lucia Moreira,

Mimiografou e distribuiu a todas as ^nidades do Departamento, artigos sobre a Biblioteca e o Livro, tais como»
a) Hiatorioo da Semana
b) Poesias» 1, Livros
^
2, O ^ivro e a America
c) Misica» Saudaçao ao Lj[vro
d) súplica ao Livro
e) Prece ao Bibliotecário
f) Gratidão aos livros
g) Pensamento

BIBLIOTECA DO INSTITUTO DE EXE TROTÉCNICA
Semana Nacional, Promovida pçla Biblio
teca do Instituto de Eletroteonioa,
Dia 12 as 15 horas
1, Abertura das festividades pelo Eng® Jose Hiiz da Cruz Passos,
Diretor do Instituto,

-

2, Entrega de lembrança a Sra, 'Jracita de Miranda, pela Srta, Alio©
Camargo Guarnieri,
3, Inauguração da Exposição Bibliográfica pelas Sras» Laura Garcia
Moreno ^sso, Zenobia Pereira da Silva, Zilda Taveira © Philomena
Boccatelli,

�-13Dia 15 as 15 boras 1, Palestra do escritor Carlos Burlamaqui Kopke - "Uma Biblioteca
na vida de um ensaista",
2, Audição de discos de compositores brasileiros.
Dia 14 as 15 horas
1, Exibição de filme enviado pela UNESCO - Edificio da Bibliotecas
Universitárias,
2, Palestra do escritor Rossine Camargo Guarnieri — Ifeia vida atra»
vos do Livro,
%
Dia 15 as 15 horas
1, Palestra do estudante Alberto Martino - A Biblioteca e o Estu ••
dante,
2. Exibição de filme da G, E, - "lhe ^%ster of our Age" (colorido)
%
N
Dia 18 as 15 horas
1, Exibição do filme da Siemens - Impulso da ^ossa Época (colorido)
%
Dia 19 as 15 horas
1, Exibição do filme G.E, - Do Gerador ao Transißtcr (colorido)
2, Encerramento da Semana - Debates ü problema das bibliotecas espec ializadas.
Durante a Semana foram distribuidos Í4.OO exemple res do folheto ira prosso pela biblioteca, aos interessados. "Estas Bibliotecas Podem
Ajuda-lo".

SEWIÇO

SOCIAL

D/.

INDTÍSTRI/l

-

SESI

1-0 SESI participou das comemoraçoes, expondo cartazes alusivos
a Semana,^em vitrines de suas Bibliotecas, juntamente com dados biográficos do poeta e bibliotecário Iiíanuel Bastos •'■igre,
2 - Durante a Semana,' foram concedidas entrevistas,
a diversos
rê
jornais da Capital que deram ampla divulgaçao.

-

CAMPINAS
Semana Nacional da -biblioteca, patro
cinada pela i'aculdade de Biblioteconomia, da Universidade Católica
de
Campinas,
Dia 12 es 20 horas,
a) A sessão foi aborta pelo reverendo Emilio «^ose Salim, Na ocasiao

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lí

�-14foi apresentado o novo Diretor da Faculdade de Biblioteoonomia,
padre Jose Narciso Vieira Bremberg o prestada uma homenagem ao
Conego iimauri Castanho.
b) Conferenoia do Padro Jose Narciso Vieira Erenberg,
c) Palestra proferida por Öna, Laura Garcia Moreno Russo,"O papel
do Dibliotocario no Mundo J^oderno",
d; Projeção de filmes cedidos pelo escritorio ü S I S, era Cançinas»
e; Excursão a Sao Paulo com uma visita a ^ompanhia Melhoramentos«
f) Reunião de Ex-iilxmos de Biblioteconomia para eleição da Direto ria da ■'»•ssociaçao dos Ex—"lunos de Biblioteconomia,
g) Palestra proferida pelo jornalista Sr» ^uso Ventura, sobre o
"Jornalismo",
Dia 19
Encerramento da Semana, com a posse da nova Diretoria do Centro
jM3ademico ^idelpha de Figueiredo,

CRUZEIRO
Semana Nacional da Bibliotecária patrocinada pela Biblioteca do "Grêmio Dra
matico "Alexandre Toledo"
Dando cumprimento à •'^ortari. a do Sr, Diretor João Ramos da '^ilva, a
Comissão composta dos Senhores í^ugenio Gipriano Pinto, Geraldo F, Sobreiro , Paulo Pinto de Carvalho e Terezinha Marli Pereira, organizou o seguinte programai
a) Na "Sala O, Cruz", o biboiotecario Eugênio Ci^riano Pinto, expôs
livros e obras bibliográficasj bem como coleção numisraatÍQ.a nos
quais a historia do livro esta patente, indicando a influencia do livro dentro da sociedade,
b) Palestras de professores, em classe, mostrejido os valores do livro e a grande iiifluencia do mesmo dentro da humanidade,
\
'
r\ ^
n
cPalastras pela Radio Mantiqueira, pelo bibliotecário Eugênio vipriano Pinto, nos dias 18 e 20»
d) Palestras pela Radio líantiqueira, pelo Professor Geraldo F, So breiro, no dia 17»
.
%
fSé
^
^
e) Visita a exposição bibliográfica e numismatica, onde se encontra
um livro impresso no século XVII,
f) Infornaçoes sobre a Semana Nacional da Biblioteca, pelo jornal es_
colar "FLilí/i."»

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lí

�-15-

«

Aj-'os a apreaentaçao deste Relatorio, de que foi realizado na SEMANA NACIO
NAL DA BI'3LI0TECA, em todo o territorio Nacional, concluimos que todos empreenderam
0
A
OS melhores esforços para que se forme, em nosso pais, uma consciência do valor da
Biblioteca e dos inúmeros beneficios que ela traz a coletividade,

No sentido de colaborar para a execução de um programa minimo e oonse

-

qüente uniformização dos trabalhos a serem desenvolvidos durante a Semana Nacional\
M
A
da Biblioteca, apresentamos a consideração deste IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação as seguintes proposiçoesí

1 —

confecção de cartazes com o lema "tíAIS LEITURA PARA UM BRASIL

2 -

as Associaçoes de Bibliotecários deverão conseguir dos poderes públicos,

não só apoio, mas também o custeio da confecção dos cartazes e folhetos

a serem -

distribuidos nos respectivos Estados;

5 —

nos Estados onde nao existem Associaçoes ou Escolas de Biblioteconomia^

a FEBAB empenhará todos os seus esforços para conseguir dos Governos Estaduais ou
*
**
liiiversidades e patrocínio das comemoraçoesj

4 -

as Associações de Bibliotecários promoverão concursos, que visem di
0
It ^
^
fundir os beneficios da leitura e da frequenoia as bibliotecas;

-

5 -

as Associações de Bibliotecários organizarão uma mesa redonda constitu_i

da por bibliotecários, escritores, jornalistas, editores e livreiros, a fim

de

debaterem problemas relativos ao livro e as bibliotecas;

6 -

as Associações de Bibliotecários solicitarao de seus associados a cola-

boração, no sentido de serem visitados os estabelecimentos de ensino primário,

-

médio e superior, para informar sobre os objetivos da campanha;
pié
'
^
A
será feita ampla divulgaçao pela imprensa, radio e televisão, pelas AsKé
socií-ções ou Entidades patrocinadoras, quando deverão ser publicados artigos
7 -

sobre biblioteconomia e documentação, de autoria de bibliotecários;

8 -

a FEBAB deve envidar esforços junto ao Ministério da Viaçao e Obras íTi^
^ Cl
biicas, no sentido de ser criado um selo comemorativo, alusivo a Semana;

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�•169 - as Escolas de Biblioteconomia e Documentação deverão organizar cursos de
atualizaçao de conhecimentos, para bibliotecários, durante a SEMANA NACIONAL

DA

BIBLIOTEC/i,,

Êsses cursos deverão ser de conhecimento da classe, antes do término
%
do ano letivo anterior a campanha;
*
#
10 - o planejamento dos trabalhos devera ser elaborado, anualmente, no perio»
do de agosto a outubroj
A
0
11 - a PEBAB, durante os meses de agosto a outubro entrara em contato com

os

Governos Estaduais e Universidades, buscando interessa-los na campanha;
P
%
00
12 - em novaabro sera remetido a FBBAB, pelas Associaçoes, o programa a ser
desenvolvido;

13 - em fevereiro de cada ano, sera iniciada a execução do programa elaborado,
no sentido de preparar o espirito

do publico, para maior receptividade da eajn

panha.

%
A
Solicitamos a Presidencia da mesa diretora dos trabalhos, sejam essas
fv
'%
0
0
p
preposições submetidas a votaçao, item por item, neste plenário do IV Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação«

Sao Paulo, 25 &lt;1© maio de 1 963«

Maria
Seoretáriã

Helena
Gorai

Brandao
do

FBBAB

Philomena-Bbcàtelli
Ia, Se&amp;r®€aria — F E B A B

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��IV CONGRESSO BHikSILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA B DOCUMENTAÇÃO

Considerações sobre o sistema de aquisição planificada
por
Marinha

de Andrade

t- tz-íS,
SÃO PAULO

°
íT €

40 Cjto.

v/.

Fortaleza
1963

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�IV -CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
"UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a 14 de julho de 1963

TEMA

I

- PROCESSOS TÉCNICOS E INTSRCIMBIO

CONSIDERAÇÕES

SÔBRB

O

SISTEMA

DE

AQUISIÇÃO

PMIITICADA

por

ViARimik

DE

ANDRADB *

CDU 025.2:389.6

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�C0NSIDERAÇ03.O

3ÔB2E

O

SISTÍÜMA

DE

AQUISIÇÃO

PL'.NIFIÇADA
por
Marinha

de

Andrade *

Sinopse

Importância dos meios auxiliares de cooperação e dos ser
Viços que prestam as Bibliotecas.

Pulilicações reguläres

conhecimento e difusão de trabalhos realizados.

para

Valor do Sis-

tema de aquisição planifiçada e apresentação de observações
sugestões julgadas necessárias.

e

Apreciação sobre as Bibliote-

cas universitárias em face ao Sistema.

• Professora'da Escola de Biblioteconomia e Documentação da
Univ. da Bahia e Bibliotecária da Escola Politécnica da Univ.
da Bahia, Redatora e Bib, Assistente do índice Tecnológico.

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�SÔBRE
AQUISIGlO

o

SISTEMA

DE

PLANIFICADA

parece-nos de maior importância, no momento q.ue vive
mos, uma intercomunicação entre as bibliotecas,

uma aproximação

mais estreita, uma cooperação mais efetiva entre

os

dia a dia no vasto inundo da produção bibliográfica
dar aos que pedem,
pesquisam,

oferecer aos que procuram,

que lutam
procurando

informar

auxiliar aos que estudam e facilitar aos

aos que

que leem o

material que necessitam.
De

UQ lado a produção bibliográfica que

se multipli-

ca, o incremento da documentação técnica e cientifica, do outro
a tendência à especialização,

às investigações freqüentes,© sur

gir de fatos de crescente interesse encarecem a necessidade

de

uma coordenação maior entre bibliotecas,

ou

e induzem a pensar

antes desejar um serviço que melhor atenda aos reclamos dos con
sulentes.

Serviço cujo valor em potencial não é difícil deter-

minar, cuja amplitude é fácil estimar e cujos problemas

somos

forçados a avaliar e resolver ou contornar.
Do valor do trabalho fala o objetivo mesmo do
prio serviço que é a difusão de maiores conhecimentos,

pró-

a possi-

bilidade de informar e por à disposição do consulente as fontes
que necessita e que possivelmente

irão se transformar em instru

mentos para realização de novos processos,afirmação de métodos
mais precisos,

ou inicio de novos caminhos ou de buscas mais es

pecíficas, nos vários campos de conhecimento,
A amplitude tende a ser expressa pela diversidade da
demanda,

ou seja, pela variedade do material procurado que

co-

bre largo setor, ou pela sua localização que inúmeras vezes está além de nossas fronteiras naturais.

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�- 2.

Ao primeiro item correspondem os serviços existentes
am todas as Bibliotecas,

os vários meios de pesquisa,

rentes formas de apresentação do material,
tes, diversas e quiçá inacessíveis,

as dife-

Ã obtenção de

fon-

refere-se o seguinte.

Encontramos então um dos mais sérios problemas
se apresenta,

dia a dia,

ao Bibliotecário,

que

não só de gravidade

real mas de responsabilidade profissional se tomarmos como base
o conceito do Prof,

Jesse H. Shera, enunciado em Curso ministra

do no IBBD em 1957»

quando se refere à Biblioteconomia como re-

sultante de duas forças:

"aquisição e organização;

sendo a obtenção do melhor livro
co) para determinado leitor;

a primeira

(diríamos material bibliográfi

a segunda significando o

arranjo

do material de tal modo que seja accessível ao leitor,"

(1)

Sem que diminua o valor de uma, mister se faz ressal
tar a importância da outra,

Ssta importância é vivida e viven-

ciada freqüentemente quando bibliotecas e consulentes como orga
nismos vivos necessitam de renovação de material,
de tratados,
diata,

de profundeza

de atualização de bibliografia e investigação ime-

Decorrentes mesmo da própria demanda surgem

que forçam a cooperação,

problemas

Temos que recorrer então a serviços

oriados para aplainar 'taãs dificuldades como;

Catálogo Coletivo,

empréstimos entre bibliotecas, permuta e planos cooperativos de
empréstimo recíproco de material bibliográfico e de intercâmbio
de informações,

3em duvida que estes meios auxiliares proporei

onam à biblioteca e aos que dela fazem uso o enriquecimento

de

seu acervo, tanto do ponto de vista da obtenção do material,

co

mo das técnicas biblioteconômicas e de informação,

(1) SHERA,^Jessé H, - Curso de documentação e organização bibli
ografica, ^Rio, Instituto Brasileiro de Bibliografia
e
Documentação, 1957.
(Resumo da 12 aula).

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Syst em

�CATÁLOGO COLiUTIVO
Destes serviços,

entre nós,

sabemos da existência da

Comissão Nacional do Catálogo Coletivo criada pelo Conselho Diretor do IBBD e das Comissões Regionais.
Reuniões anuais têm sido realizadas para o conhecimento dos trabalhos efetuados e planejamento de atividades futu
ras.

Centros Bibliográficos Regionais foram criados com o obje

tivo de incentivar o intercâmbio e organizar Catálogos

Regio-

nais.
Embora já se encontrem alguns com os seus
organizados,

e outros em via de organização,

seja difundido, tal como precisamos,

Catálogos

sentimos que

o material de que

não

dispõem

em publicações de apresentação modesta, mas que se distingam por
atualizadas, precisas e de regular periodicidade,

sendo regular

também sua distribuição,
O Catálogo Coletivo Nacional tem prestado reais serviços às bibliotecas brasileiras quer pelos vários meios de reprodução,
mação,

quer pelp empréstimo interbibliotecário ou pela infor

ou mesmo pela sua idéia inicial da elaboração do

das Bibliotecas especializadas brasileiras,

Guia

cuja publicação a-

plaudimos,
EMPRÉSTIMO 3NTRE BIBLIOTXQCAS
Outro meio auxiliar o empréstimo entre-bibliotecas,
economico,

salutar e poderoso,

que facilita a consulta sem one-

^rar a Biblioteca, possibilita a pesquisa e
do o seu acervo,

aumenta de certo mo-

enriquecendo os seus recursos,

assente no Catá

logo Coletivo, tem sido realizado mesmo espontaneamente
bibliotecas locais ou interestaduais,
vimos ja se beneficiou,

entre

A Biblioteca a qual ser-

faz tempo,

dêste tipo de auxilio presta

do pela Universidade de São Paulo,

já contamos com a apresenta

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lí

�ção de um Codigo Nacional de Empréstimo Interbibliotecáric que,
em vigor, propiciará uBia realização do serviço em condições mais
seguras.

Vale aqui uma palavra de louvor ao trabalho pioneiro

de Odette Penna,

sobre sua regulamentação.

PBRJflJTA
A permuta I prática assaz conhecida e de grande eficáoia.

Por ela atingimos publicações que completam coleções,

trabalhos que eni^iquecem o acervo das Bibliotecas e até

mesmo

documentos julgados inacessíveis.
Ocorre-nos citar como exemplo deste último caso a ob
tençao de teses da Technische Universität de aquisiçao difxcil,
por permuta com o índice Tecnológico, publicação da Escola Poli
técnica da Universidade da Bahia.

SISTEMA DE AQUISIQlO CQOFSRATIVÁ
O sistema de aquisição cooperativa é sem dúvida

uma

solução para as principais dificuldades com que lutam as bibliotecas especializadas e de investigação e por assim ser,

deve

firmar-se em bases muito sólidas e em uma estreita vinculação
interbibliotecária que possam permitir e facilitar o conhecimen
to mais amplo da produção bibliográfica desejada.
É um atendimento à expansão;

à elevação dos

níveis

de conhecimento e a rapidez com que este é aplicado a industria
lização intensiva;

às novas pesquisas e a reivindicações cres-

centes»
A cooperação que é o aspéto marcante do sistema

se

projeta e evidencia em vários setores do conhecimento humano.
Cooperação significa um estado psicológico,
de de atender,

a vonta-

O objetivo fundamental do Bibliotecário e a ob-

servância do nosso lema tornam possível este estado de entendimento .

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�- 5.
A solução de problemas de ordem econômica,
ra,

social,

cultural,

financei-

administrativa e técnica pode na Bibliote

ca ser conseguida pela cooperação que resulta em uma utilização
mais econômica da Terbas o sob certos aspectos evita a duplicação do material,

ampliando assim a aquisiçao;

lação mútua de bibliotecários entre

intensifica a re-

si e entre dirigentes; pre-

serva fontes valiosas de informação; promove o intercâmbio

da

experiência e da coordenação de trabalhos.
Precede a qualquer apreciação de um plano de aquisição cooperativa a justa referencia ao "Plano Farmington"
surgiu durante a época trágica da 2^-. Guerra Mundial,
decorrente,

que

dela sendo

A par de enriquecer as bibliotecas dos Estados Uni

dos, componentes do sistema,

com material publicado fora

do

pais, preserva por outro lado um grande e importante cabedal bi
bliográfico.

são bibliotecas que se congregam para aquisição,

obedecendo a dois sistemas:

um grupo adquire publicações de pai

ses de linguas ocidentais- por assunto;
línguas orientais,

o outro, de paises

de

ou de pouca produção bibliográfica- todas as

publicações sobre todos os assuntos.
Com o caráter regional, vale citar o plano de ajuda
ao comércio e a industria, o primeiro iniciado na Inglaterra,em
1935j por J, P, Lamb na Biblioteca Municipal de Sheffield,trans
formado hoje na Sheffield interchange Organization (SINTO)

(2)

Com o fim de congregar esforços para bem servir a um
campo mais especializado da insústria e comércio, baseado sobre
tudo na boa vontade,
i960,

começou seu trabalho com 18 membros,

já em

agrupavam-se 50 membros, 9 centros de investigação e

4-0

empresas industriais e de serviços públicos,

(2) BINN3, Norman E, - Serviços cooperativos de Biblioteca para
Ia industria e el comercio.
Boi; Unesco Bib, v, 15»
n,
6, nov., 1961, p, 321-350
"

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�- 5.
A solução de problemas de ordem econômica,
ra,

social,

cultural,

financei-

administrativa e técnica pode na Bibliote

ea ser conseguida pela cooperação que resulta em uma utilização
mais econômica de verbas e sob certos aspectos evita a duplicação do material,

ampliando assim a aquisição;

lação mútua de bibliotecários entre
serva fontes valiosas de informação;

intensifica a re-

si e entre dirigentes;

pre-

promove o intercâmbio

da

experiência e da coordenação de trabalhos.
Precede a qualquer apreciação de um plano de aquisição cooperativa a justa referência ao "Plano Farmington"
surgiu durante a época trágica da 2"^- Guerra Mundial,
decorrente,

que

dela sendo

A par de enriquecer as bibliotecas dos Estados Uni

dos, componentes do sistema,

com material publicado fora

do

pais, preserva por outro lado um grande e importante cabedal bi
bliográfico.

são bibliotecas que se congregam para aquisição,

obedecendo a dois sistemas:

um grupo adquire publicações de pai

ses de linguas ocidentais- por assunto;
línguas orientais,

o outro, de paises

de

ou de pouca produção bibliográfica- todas as

publicações sobre todos os assuntos.
Com o caráter regional, vale citar o plano de ajuda
ao comércio e a industria, o primeiro iniciado na Inglaterra,em
1933, por J, F, Lamb na Biblioteca Municipal de Sheffield,trans
formado hoje na Sheffield Interchange Organization (SINTO)

(2)

Com o fim de congregar esforços para bem servir a um
campo mais especializado da insústria e comércio, baseado sobre
tudo na boa vontade,
i960,

começou seu trabalho com 18 membros,

já em

agrupavam-se 50 membros, 9 centros de investigação e

40

empresas industriais e de serviços públicos.

(2) BIN1T3, Norman S, - Serviços cooperativos de Biblioteca para
Ia industria e el comercio.
Boi; Unesco Bib, v, 15,
n,
6, nov., 1961, p. 521-350

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Com características diferentes temos conhecimento do
Flano Scandia,

(3) um plano cooperativo que abrange Dinamarca,

Finlândia, Noruega e ,3uécia,

com assinaturas de publicações pe-

riódicas, feitas por assuntos e sobre uma base lingüística

ou

regional.
Os planos citados e outros tantos existentes têm pro
vado a sua utilidade e porque úteis merecem ser seguidos,

por-

que vantajosos devem ser aplicados.

SISTEMA m AQ.UISIÇlO FLANIFICADA
Não está o meio biblioteconômico brasileiro

alheio

ao programa que o IBBD iniciou e que deseja implantar no Brasil,
para que as suas bibliotecas melhor informem^
material,

sem aquisição desordenada,

tica ao serviço de aquisição,

sem duplicação de

dando uma diretriz sistema

dentro de um mais estreito espxri

to de colaboração.
Baseadas nas informações prestadas pelo Guia para in
tercâmbio bibliográfico (4) permitimo-nos fazer algumas observa
ções e sugestões para o plano que se pretende realizar,
Nosso interesse maior é buscar e aplicar soluções pa
ra os problemas que estamos vivendo, mas,
de responsabilidade se,

seria incorrer em gren

de logo, não nos cercarmos de medidas

que possam no futuro facilitar a execução do programa traçado.
Para que se realize um trabalho de tais proporções
em um país como o nosso, de grande extensão territorial,

caren-

(3) TVET3RÃS, Harald J/, - El plan Scandia un sisbema cooperati
vo de aquisicion de publicaciones.
Boi, Unesco Bib, v.
15, n. 4, õul./ago., 1963, p. 162-165.
(4) BRASIL - Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação.
Bibliotecas especializadas brasileiras,' Guia para
intercâmbio bibliográfico.
Rio, 1962,
376 p.

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�te de recursos,

de pessoal e de material,

além de meios de co-

municação, deve o plano estar precedido de cuidadosos e fundamentados estudos e investigações sobre as condições presentes,
sem que se descuide^ é claro,

do desenvolvimento futuro da co-

munidade .
Um planejamento objetivo do sistema, bem detalhado,
deve ser apresentado para melhor conhecimento do assunto deven
do expressar condições para que as instituições se façam parte
integrante do núcleo,

estabelecidas as normas ou condições,de

Ias seriam beneficiadas as bibliotecas,

uma vez que para

um

sistema cooperativo ter resultado é preciso uma vontade firme
de colaborar, não ser ou estar sujeito às conveniências particulares,

senão ao interesse comum,
O questionário já distribuído é uma primeira escuta

dos interesses e necessidádes das Bibliotecas, e que serviu pa
ra informar sobre a real situação das mesmas.
Observamos entre outros fatos,
gem, pois,

a falta de aparelha-

entre 141 Bibliotecas que se propõem fazer aquisição

planifiçada 65 ou sejam 46% dispõem de máquina leitora de
crofilme e de foto reprodução,

mi-

sendo que muitas não são própri

as, mas utilizadas das instituições, departamentos,

etc,

material é necessário sem dúvida para um sistema de

aquisição

cooperativa onde certos tipos de conhecimento são de
tão especial ou tão abundantes

(informes,

Êsto

caráter

teses, patentes,

tra

duções ete.) que é preciso recorrer a meios de reprodução para
p6-los à disposição do público.
Outros inquéritos mais minuciosos devem ser distribuídos para que se possa melhor aquilatar as condições de cada
unidade e o auxilio que possa prestar.
Um dos pontos interessantes a observar é a
da especialização,

que om alguns casos,

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escolha

parece não se enquadrar

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�integralmente no que
camos:

se nos afigura o espírito do plano,

como é possível,

exemplo,

de que meios dispomos para cobrir, por

toda uma literatura fora e dentro do país

to, Literatura,

Expli

Engenharia Civil e História,

são campos vastíssimos e

sobre Direi

entre outros?

que devem ser considerados

parceladamente, em seus vários ramos.

Cremos que a opção

deve

ser feita partindo não só de uma comparação avaliativa das coleções já existentes,

e das esferas do interesse de cada Bibli

oteca como limitando também determinados camposé
É preciso que se faça uma avaliação serena e ponderada do quanto se produz no campo bibliográfico referente

aos

assuntos escolhidos e ainda outros generosamente citados,

para

que melhor se possa opinar sobre a indicação do setor que deve
ser abrangido,
Quando se nos apresenta a possibilidade de lançamen
to de um programa do tão altas proporções e de tão grande

va-

lor, devemos nós Bibliotecários corresponder com o máximo

de

exatidão e de imparcialidade â tarefa que nos foi confiada. As
sim fazendo já estamos cooperando e de certo modo facilitando
o pesado encargo de uma Instituição que,

com funções de órgão

coordenador do muitos serviços, vem desempenhando u'a missão
das mais benéficas para a Biblioteconomia e a Documentação

no

Brasil.
Não podemos transmitir uma mensagem seja a um indivíduo,

seja a um grupo sen saber quais as barreiras que se in-

terpõem entre nós e eles,

quer sejam barreiras de ordem econô-

mica ou oriundas da técnica ou de natureza administrativa.
Referimo-nos à questão de isenção ou redução das ta
rifas postais vigentes, de acordos que facilitem a importação
e de convênios com Reitores,
ter diverso,

instituições e entidades,

de cará

que se proponham a fazer aquisição planifiçada.

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lí

�- 9.
A questão das "bibliotecas das universidades merece
tambarn um cuidadoso estudo.
Sabemos de sua "tarefa fundamentalmente documental e
de informação em sou duplo aspito didático profissional e

de

educação".
Sabemos que,

como laboratório de pesquisa e de estu-

do serve ao professor e ao aluno,

contudo,

de um modo geral ser

ve mais ac aluno que ao professor.
Sabemos como são parcas as nossas verbas para atender a um e a outro grupo no momento em que
nhecimento estão em rápido avanço.

as fronteiras do co-

Distinguem-se tais bibliote

cas pela grande complexidade oriunda dos currículos e das neces
sidades dos dois grupos, diferentes em suas pesquisas mas

que

se encontram muitas vezes em um mesmo plano quando tratam

da

obtenção do material,

pelo calor com que o reivindicam, pelas

exigências com que se manifestam.
Estão as nossas bibliotecas universitárias sujeitas
a uma série de obrigações imediatas,

a um conjunto de grandes

responsabilidades vinculadas a uma série de exigências burocráticas que significam uma vasta seqüência de atividades a exercer e de barreiras a transpor.
Sncarando a realidade dos fatos,
os problemas que lhe

conhecendo de perto

são afetos, particularmente os que

são en-

contrados no meio em que vivemos e talvez comuns a outras regiões,

sentimos as dificuldades que se apresentarão se, de

logo,

nos incorporarmos a um serviço que requer uma ação pronta e ampla.
Como atender a parte de Referência;
cas;

de coleções bási

de cobertura dos currículos com material bibliográfico du-

plicado; de todos os assuntos de especialização concernentes às
várias cadeiras e disciplinas;

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de pesquisa e de extensão,

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com

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�- 10.
verbas escassas, e,

atender também as obrigações requeridas por

um plano de tão grande alcance?
De um lado as amplas possibilidades que nos aoenam,
do outro as pesadas dificuldades que nos agrilhoam, forçam-nos
a declarar, mesmo não desejando que assim o fosse,

que achamos

ser inoperante a inclusão imediata de bibliotecas universitär!
as servindo a Escolas, Faculdades etc,, dadas as condições exis
tentes, no plano que se esboça de aquisição planifiçada.
Necessário se torna, no caso de bibliotecas universi
tárias,

repetimos,

que seja iniciado um plano local,

entrosamento de bibliotecas,
tores para que,

pelo menos,

de

maior

com interesses em determinados sea não duplicação de material

fosse

seriamente considerada, •
Seria um primeiro passo a dar,

uma semente bem lança

da para uma colheita futura.
Não estariam contudo as Bibliotecas universitárias,
tão pauco as Universidades inteiramente divorciadas do Plano,
porque pela limitação do assunto,
partamentais,

de Cadeiras,

natureza mesmo,

ou assuntos as Bibliotecas De

de Clínicas, de Laboratórios,por sua

devem ser cooperantes.

Outras bibliotecas de caráter universitário,
Institutos,
sistema.

as dos

podem ser também consideradas como integrantes

do

Em todas as Universidades estamos observando a forma

ção crescente destes novos núcleos que se distinguem pela espe
cialização mais restrita,

o que facilita uma aquisii^ão coopera

tiva.
Uma possibilidade a ser considerada para a inclusão
das Bibliotecas universitárias no Plano referido seria o auxilio que, para este fim, poderia advir das indústrias,

interes-

sadas como devem ser nos técnicos e especialistas que as nossas
escolas preparam.

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Certo que esta ajuda seria mais pronta e mais substancial para as Universidades do Sul,
reconhecidamente

superior ao Centro,

onde o campo industrial é
Norte ou Leste.

Mas,

oomo

não devem existir "barreiras para a distribuição do conhecimento,
seguramente os apelos das zonas acima referidas não sofreriam
um enrouquecimento pela distancia,

porém alcançariam e obteriam

relevantes auxílios das regiões economicamente mais desenvolvidas.
Seria mais um ponto a ser levado em consideração
possibilidade das Bibliotecas universitárias,

a

quando melhor a-

quinhoadas e em condições de se inscreverem no Plano, particularizarem o material a ser adquirido,
riódicos,

recaindo a escolha em pe

que pelo seu caráter informativo serviriam aos dois

grupos de consulentes.
Não devemos desanimar,
paciência, vagar e continuidade.

uma vez que o Sistema requer
Prova de que o movimento es-

boçado já vai interessando a determinados grupos foi a realiza
ção do IBBD - o Seminário sobre Bibliotecas médicas, realizado
em novembro do ano passado,

do qual surgiram Recomendações opor

tunas e um louvável "Projeto para um programa de ensino de técnica bibliográfica" a ser incluído em escolas médicas e que merece ter divulgação, porque bem pode ser aplicado,
sária adaptação,

com a neces-

a outras Escolas,

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Ao concluir,

sugerimos;

1 - que sejam atualizadas e regularmente distribuídas publicações do Catálogo Coletivo Nacional,

dos Centros de In-

formação Bibliográfica e Serviços outros possibilitando
maior oonhecimanto dos trabalhos realizados;

2 - que as bibliotecas procurem colaborar ao máximo com

os

Serviços auxiliares já existentes;
&gt;
3 - que entre em vigor o GÓdigo de Empréstimo entre bibliotecas ;

4 - que

seja estudada a possibilidade de criação,

pelo IBBD,

de uma Comissão Central de Coordenação que será responsa
vel pela apresentação de um plano objetivo, dentro da re
alidade brasileira, para o
cada"

"Sistema de aquisição planifi

que norme as condições mínimas necessárias para

o

ingresso das Bibliotecas;
é
5 - que ao referido órgão sejam atribuídas responsabilidades
para entrar em entendimentos e assinar convênios com Rei
tores, Diretores de instituições e departamentos, indústrias, etc., para uma base mais sólida de desenvolvimento- do plano;
6 - que sejam também de sua competência a distribuição de
questionários minuciosos, visando um conhecimento maior
da situação real das bibliotecas,

7 - que sejam encaradas de' maneira especial a situação
bibliotecas universitárias de escolas e faculdades.

das

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LL-LJ

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO D£ BIBLIOTECONOMIâ E DOCUMSNTàÇÃO

Os Congressos Brasileiros de Biblioteconomia e Documentação:
estudo comparativo de suas resoluçoes cora o que foi realizado
por
Maria ülice de Toledo Leite

e

Maria Gecilia Pimenta Pinheiro

Fortaleza
1963

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J-2^U

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lí

�♦

*

. UNIVERSIDADE DO CEARÁ
* '
IV "CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1963
r

#

r
TEMA IV

-

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECÃRIO-DOCUMENTALISTA*

OS CONGRESSOS BRASILEIROS DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO;
estudo comparativo de suas resoluções com o que foi realizado

por
^

'
\

Maria Alice de Toledo Leite (l)
e
Maria CeeiliÄ Pimenta
Pinheiro ^2)
»
.CDU 02+002:061.36

(1) Bibliotecária Chefe da Biblioteca Circulante do SESI - São Paulo
Tesoureira da FEBAB e da FIAB/sAL
(2) Bibliotecária da Biblioteca Circulante do SESI - Sao Paulo
Bibliotecária da FEBAB
i,!
' *

2

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NN|III
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lí

�w

APR'ESENTAcAO

;

As autoras deste trabalho submetem a apreciação do^JV

CONGRESSO ÉEIASILSIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUHE^^TAÇlO, uma visão panorâmica do movimento bibliotecônomico brasileiro, através de seus congressos^».

2,

Para que os bibliotecários do Brasil^ possam realizar,

nitidamente, o grande esforço despendido pela classe, em apenas nove anos,
para a consecução de direitos há tantos anos almejados, resolvemos organizar este tralialho da seguinte maneira:

cm

1

a)

Teroário

b)

Trabalhos apresentados

c)

Resoluções

d)

Conclusões das autoras

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^ ... '''

o

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lí

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20

�i
- 3 -

I

CONCTIESSO

re.alizado

em

BRASILEIRO

Recife,

DE

BIBLIOTECONOMIA

Pornambüco.

de

18 a 25

E

de

DOCUIIENTACRO

.julho

de

195Z.

TEMÁRIO

TEMA

I

-

SITUAÇÃO

ATUAL

DO

LEITOR

BRASILEIRO

a) O leitor 9 o hibliotecário
Iß) Formação do leitor l»raail«iro

TEMA

II

-

ENSINO

PROFISSIONAL

a) Escolas de Bibliotétíonomia
b) Bibliotecários para trabalhos especializado»
0) Cursos de émergencia
e) Fomiação dos professores de biblioteconomia
f) Intercâmbio entre professores das escolas brasileiras
de biblioteconomia
g) Colaboração com a Associação Latinoamericana de Profes
sores e Escolas de Biblioteconomia
h) Literatura biblioteconomica nacion.al

TEl-'A

III

-

PROCESSOS

TÉCNICOS

a) Problemas de classificação
b) Normas brasileiras de «ratalogação: entrada de autores
coletivos e nofties brasileiros
c) Catalogação de material especializado
d) Catálogo coletivo
e) Catalogação centraj-iz-^.da e cooperativa
^ f) Aquisição centralizada
g) Padronização de material de biblioteca
h) Terminologia

TEMA

IV

BIBLIOTECAS

PÚBLICAS

" ' •

a) Funcionam-nto de redes de bibliotecas popmlares e ambulantes

cm

1

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lí

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�- K-

b) ■Aparelhagem audio-visual ■

TEMA.

V

_

BIBLIOTECAS

ESPECIALIZADAS

a) Bibligtecas universitárias e bibliotecas d-e instituições
b) Bibliotecas par.'S- cegos
c) Criação de uç serviço nacional e internacional de per
muta de documentação entre bibliotecas
d) Arquivxstica

TEMA

VI

_

BIBLIOTECAS

INFANTIS

E

DE

E,3C0LAS

PRIMiÍRIAS

a) Seleção de livros para bibliotecas infantis,
b) Simplificação dos processos técnicos de catalog.ação e
classificação
c) Puncionfiinento de redes de bibliotecas do escolas primárias
d) A*tividades nas bibliotecas infantis

TEMA

VII ' _

BIBLIOGRí'&gt;.FIAS
.a) Normas para compilação dé bibliografias
b) Bibliografia de bibliografias nacionais
c) Bibliografias especializadas (infantis, técnicas, etc,-)
f■

TErA VIII

-

ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS E LEGISLÍIÇÍÍO BIBLIOTECÁRIA
a) Federação de Associações de Bibliotecárias
b) Estatutos

•

c) Funcionamento e programa de trabalho
d) Criação de um órgão informativo
e) Gola,boração com a Federação Americana do Biblioteca rios o a Federação Internacional de Associações de Bi
bliotecários

*

'

f) Legislação para bibliotecas (recursos econômicos para
a manutenção de bibliotecas: .construção, instai,ação,
etc.)
g) Rcgul;mentação da profissão e c^^r-^eira de bibliotecário

cm

1

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1^

�TE^tf^

I

:::

TR/iBALHOS

APRESENTADOS

O leitor o o hibliotcoário, por Scvorino Jordno Emorenciano.
«
REJOLUcriTLS

E

COHÜLUS^ES ,

que 3^ estimule o gosto nobre c .-^Ito peln, loitun (ÍDüintorcaaada, o
30 rcütauro o hábito do lor;

^

Tr:\b ilho lovad^ .-i cfnito polas Bibliotcisis Public la o intensificado, anualmente, dur.-'jito a Seman ' Nacional da Biblioteca^
ouo í3c orpenhv^rn todos oi3 osforoos p^ja o b-aratoainonto do livroj
Infoliznontc co.ta rcjolulção não foi curnprid i, pnis, a pcoar da im
portcç^a do a'jounto, o pr^^ço do livro continua cm a;:Scrnc io, oiíi vir
tudo do alto custo de Ju i m mufatara, c polo alto valor do dólar, no
ç:a:Jo do livros i-i^liÇcrtadoj,

T'Mnbcp noutu ponto, rcvolaro-Jo aü iil-

flucnci ■'-J do regime infÉSfeionario qu^^ \travcasa o paio,
ouo üe aumente o núirrro dr bibliotocau, dnaccntralizando, quanto
»
'i
^
poj.jivol, a concontraçao do grandes dcporJitos; "
'
.A
% òf.mr-Jia Maci-mil da Bibliot^cà visa, just^jnnntc, alörtar o govern.j o todoo oS rojpon;iavr.i3 pela oducicr.o do' povo, para a necossida
de do scren cria.daa bibliotecas brm equipadas e, bep_ dirigidas,
^
i
'
í
que se favoreça qunito passível o serviço do en-.prestimo a doniicilio-j
A; bibliotecas circulantes e anb'almtos sofrcr-:a?., nos últiTOS cinco
mos, uma qU",3e paralizaoão.

Conserv■'jm-sc as existentes, porów, .'.'.1

gurn, t.s dol-\s, sofreran rctrocosso-,

.

"

.

:

nuf iJe torno, C'^.da vez m iis simpático, o njnbiento das bibliotce
Onde há bibliotecas e recursos, o

M-iente ó sempre convidativo,

V .■ '
que De p^.Tiíita, sempr-^ que possível, o acosso dos leitores .as cole
nncs;

_

O \c. sso livro e permitido na ra \ioria d ia bibliotecas universitá rias, e corao bil.-.lioteca públi«a, podemos citar o d:i Bibliot'-.ca Publica do P'-'Tana*

.

^

qü. a biblioteca, dentro dc5 sou ambiento e conform.c o sr^u público^
jO converta em um. crntro vivo de c^tur-a e dc .inspir-^^ãoj

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�s.
■(

7.1

Lut.-P. '.s bibliot:^C'-;j com i

dc v rb?3 p-irn cumprirr&gt;n com üoua

ciic'-rgoci.

■

'

QUO Oo bibliotr c'rioo -sr» convcnr»*® da bnl.-ZT. d.-, su".

o 3c diç

ponh TI '\ v±vc:%Lc., cora olrv:\ç~.o r- rmtu.'Ji v3no|
8.1

Ap^fj ir doa ciiforo'^a de- '.IgunD, continuo, m.

dn '-ntroü'-jncnto

^

idc ntid^do do objetivos nitro oa componcntc-o d*i. çl^aof), niorinontc
nitro 'IS ?.3aoci':inõ'"a o c-jco1~o,

TEM

II

1»

O

2,

Coiuidrraciòncs qu-

-

mf^ALHQS

APRESENTADOS

.vi.jino d'i bibliotrconoffii•^ no Braail, por. Antonio C /.tino Di ui.
ofr'~co cl probLímc.- do l'\ cit'^.log^ci 5n d- Jdc cl

punto do vioti dc yu onson inz-^., por M.orta 3. 3chcincr.
3,

O p'crf'ito bibliotoc'.rio,-por Xivior Plicor.

U»

áôbrc i^l cur30 dc c.'Jtidiütic^i dict?.do r-n Ia o.jcuc 1:&gt;. do bibliotccononiri, por Alfredo Frrnnjidoz.

R&gt;:.SnLUGÕEc&gt;

E

G0NGLU3n]i:3

nU'- d'-ntro d :, cirroir:! profi,3 jional, ■50j -ji (lipin~dtodi;:; lü fun

1.

0003 inferior 3 a do bibliotocÁrio;
1.1

,

Ilon-^lvida a ;Jituan~o pol?. Lei nô 4-.084/62, Roguluiont\n~o ProfiiJ V
■oi;:&gt;n'\l. Eapr-ro-;Jc v. aua o.plico.cão polo Dop irt.'^jii.-nto d'' Adiniiii^tra ■
coo do 3.-rvico Publico (DASP), para por fim au inj u^ti^au do ■ onqu^i
drrxicnto no nível 7.
nu- ';o crii^ ur'.a coniosão onpoot?. de roprc jontnjnto-j de todoíJ orj cur

2.

üoíJ r-gularoa dc biblioteconomia, par.a oiito-b^locir^oaito dn un currílo único;
2.1

Ro;jolvida a ;3Ítuacão con a aprovo.ção, p"lo Conuolhd F'd^ral dc; Edu
cação, do currículo mninio, era nível :iupoi-ior.
quo 30 ostabolona una coniarjao conpo.Jta do prof'^33oroo d.c&gt; Gataloga

3.

c£io, para unificpjcjao doa netodos do f^naino, üòbretudo no quo 3c rc
\
^
A
*
fol'c a Catalogag!?.o do nono-a braDil' iros c pí^tuíjuorjoijj
3.1

Levado a cff&gt;ito pela Coni3 jão Braoilr ira do CatalogagõÂ, da Federa
gao Bra;Jileir-\ dc Aa ;ooiaçõe;j do Bibliotoc'rioa (FEB\B),

cm

1

2

3

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�quo ao

?.pôio a''A::oci.acion Latino'"!.'^irrÍGn.n-i dc; Eacu' laa y Pro

fr-:!orra do BiV-liotocologi?,";
A.J.

A;j3ocii"'^".o foi cxtint". o Jrua objetivo« dcvor. ürr cunpridoa po
1" S'-cgno Latinonr.TÍG?iia di Fcd^^r?-ção Intrrnn.cion.-'l de Aaüoci.zciõcL;
do Dibliotc cárioíJ (FliiB/SAL).
CTU'": 3C' ctJtiriulc o int' rc*jntio -f-ntro profe-sooroa o -^ilunoa-^dj-ü djlvcr;^

5^..

j; . j fjacolaa dc bxbliot«conor.ia do Br^.ailj
A Fedor"ÇTO Bro.ailt^'ira df^ AaoociaçõoD dc Bibliotocírioa (FEDVB) que

50.

-c^uutcada pol'Xü auaoci^içõcs do bil)liot^'cn.riofi do país, tem.
do coixfcato con aü cacol aÍj do-biblio-to-cononia'c proct^'^ido nrüitc-lic
•\ p::j: d.?.3 rcjolüçõvva &lt;ia-.cj.&lt;i£}yc, ■ .
c Aooociaoõoü.
6,

qu'

cll1y&gt;aaan/TitX7^vnti:x.__Ejaool.aä-^
,

oo [jolicitc d-ri ■i.utoridad-a conpctonto;3 -i conoo J;j".o . do-nrioroü

rc curLioiJ fiiTUicoiroü p-ar-i o fortrilocinonto dao o.Jcol..'.a do bibliatç
conoi'l.'ij ■
3'.-

Âtravóa do'.i govcrnoj F'xl'rr.l, Eotafluo.io--ou Hujiic.i^qi:3^-í^tojoxvcur
aos vôn sondo obtidoa p'-laó oacolaa.
7.

quo üc pronovo-, öcnpro que o.3 condiç5f&gt;;j o pemitar, o rat-ibrlcoinon
k
■.
to do ofjcol'.j, curjoo dc- bibliotocononia, coro parte integrante d.iu
V
UiiivrrüidadoLS}
S
Ä
*
Fota-üc, ultiiii-ir.rnto, intcrcoao por poxtc daa univoraidadoa om. crirjr

7,1

curaos do bibliotocononi.a, conaeguindo, dnata nanoira, proftaaionaia
h-bilitadoa parn. acrvirem -a* noio,
8.
/

qu' :Jo adoV;n nótodo© objetivoo, d-jido njo cnoino una c iraotoríatif
'
\
fé
ca cüsencialnnito pratica, principalçic-nto quojito a Catalo-gJ^ao o a
Glaa'jificag~.0 5

8,1

A falta do nat'-rial didático -ouficiontr para o núni-rò do aluno rs (t^
b'. laJ dc Claaaif icação, códigos dc Oatalog-acão, ap'^rolhoa audi i-vi

.

au-'.i3, etc,), dificulta a dinanização do onaino prático, ae bon auo
r-lação a nlguna anoa paaaadoa, a aituição Kodificou-ac a-i-n-li volnonto para nolhor,
9.

■qur. ao ja gratuito o çnnino ninistrado naa cacolaa o curaoa dó biblio
t'cononia;

9,1

3

'

'

ntc aa Eacolaa ligad-aa as •univ'.-raidadca p.iniatr:u.i o onaino gr'v •

tuito.

cm

12

3

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�TEMá

III

mvBALHOS

Pr"-co3fjjo tccnicoa, p-)r Edoon Ncry

ilPREoEMTADOj

Poiwc-t:.'.,

Org-'.nizngr.o c .'vlrdi'iutrig~.&gt; O.c bibliot; onrj ?^rícf)l-^í, por Ern-Jt"'
F -.nu(^l ZirJc.
D". nrc ;J3icl-'xlo (if^ un CÓdigo N".cion\l (V' C
licj Gorr*^ Viccntini.

por Abu- r L ;1
. .

•

Oh".v-' -pir-^. clr.rjJificLç^^o di&gt; Ei;;quiytoO'"ir:.Ow)r:, por Silvia

O

0.1n,
Gl':\ü.!ifioaG~.o clc^cir.oj. pur-i ri.üJuntoa de rcproduçã") rmiri-l, por ElzFuturo o Orvo 0,;t,
Ejtudo prático do ücrviço orgcmizado na Eibliotocn Mui^icipr.l,

RES^LUCHES

E

GOHCLÜSÖES

nur -j Instituto N^^cional do Livro (INL) p:\tr .'cin-^ u;" -. "_dig~o br \Ji
1' ir'1 d". Cl".ii:;ific*T.ç~.o D- cir.nl d

T)'\íf^y;

■i 01-.j:jificaç"-o ^c-ci-'-JL cV- 'Or-wcy, n-.d:. foi r-'-lizr.d:), ';ntrc

Qu

t-'.nt'^ o In.jtituto Br-:.Jil: iro c''

Bibliogr '.fi '. c D.-:.carrnt'c~o (IBBD)

cri'^u 'I GoniaJo-O IBBD/GDU quo von doudc 195Ö trob-^lhuido no. tr'if'iuo~o rlc
qu

\lgur;oQ g1'^.u..;co,

o Institute N".ciono.l do Livro (INL)

irginiz!- ui,io. Co!iíjó~.o (Y;

Bil.liotcc'ri-r;, f )modo por profoooôr-a do Got.ilog :g"o i

cot"Aogr.-

dorojj, r^-pr'-íJont^Jit, a do vójriou controu bibliotv.conôr:icoi) d-:&gt; p:\í;,i,
p-.^r'"

cl ib^ror o CÓciigo'Bro.uilf^iro dc G.ot'^log ■io~v&gt;;

Ijt&gt; foi l'V '.d:'

• of' ito p^lo. criiç"-'' di Gordü J~.o Bro iil"iro d" Go

tol.ig o~o, d '. F :d.': ro-o~^o Br '-,'Jil iro do io-j-ci iqÕ o
(FIjBÍ£)

BiLli it c-.ri-

julirt íTí: 1 96O, duronto o. 26^ Goiif^'-rr^r-ici i d~, F"d^~r

1. t r;To.ci- ''.'.1 df- D"'cur.ontocõo (?ID).,

Rio do J ui^ in, C 'npo.jto

p r bibli &gt;t! c irioj ir.dic-yT v,j poi i.íj ".oo jciooõ-o r pri .üididr. p ir
ri ' Luiza Mont'-ir"&gt; do O unha,
qu.

i
O código Br v.Jil'-'ir.) do C.:tologoc~vo od )t", qu?jit.') o. ontrod.;. dc

rV.-cJ portugui-j..::; c brooil.-iroj, o crit'ri'' univ-ro-lr^ont- -.c it •
do r-.,)p''it:\r-rJo ov . ntad - do •'.ut )r, UJ-&gt; l 'C il

trodioõo lit r vi."^.",

C'.M.-«..:- guido, polo. Roooluoõo Conjunto, Br \oil - P-&gt;rtug^,l n-\ Cor-forV.cio Int-riJ.o.cioiio.1 dr Go.t'.ílogoiçõo, &lt;■:?. P \ri,o, 1 961,

�- 9 qu

r-ccr-n'V'

,

c- br•^:Jil•ir ^:■l

öifio-.o"/; r- C

) K;-,nu-a d:

Gl,-j .

nujicnij, d- -ut.?ri-. do Lmu O •;&gt;-

nt.i 5
2^,1

N-:i bibli-t:c

qu'' poiMu-^n dioc^tcc-.,

cl:\0..áf ic "'-c~.'&gt;
5.

.que.

c obj: rva^-'i, por J. r x

conh "GÍd.\ r. -) ;3^ i &gt; d,\ cl ;v.j

.

^3 bibliot.. c-vj br-.3Ílrir-3 col&gt;.h&gt;r'r "f- tivA c r.- 3ul:.irr-nV. c;&gt;r'.

5 G .t'logo Colf Uv d.? Iii3l%tut-) Brr..uÍl-.-ír.-. cVvBibli..sr ^fin,
r.cji.t'O p.o (IBBD);
5,1

'

A p.':J-.r do3 inct-fj jriit.ví -Apclo.^
gr-.r£i:\

^-cu-

In-jtituto Br -.axl'ir.^. i-.' Bibli —

D ^cur-.- iit".rt~o (IBBD), rruit-3 bibliot-- c-va n~o contribu'-:i pa

ra o G-'.t-al.igo C^.l» tivo H'-'.Gi 'in'^.l.6.

quv

I:-;;jtituto Br-ail'&gt;iro do Bibliosr.-íi-. o D)cu;:ir.nt;^n~-. (IBBD)

:;.uxilio -iLi Bibliot-c-.a E^tadu-^lu. '-u mtrao bibli-.t c ■ u int-^r-ruu".d "J
6,1

!i orgy.iz.?.r"r.i

col- tixvo.j fjtiiduiis ou.r''j^i'-M'ii.iu}

O lujtitut-:^ BiM.Jil- ii-i &lt;\r Bibli-igr-.fi-i (• D.)cu:..' ntAo:v; (IBBD) pi- Jt- c;Jtc

7^

qu,:

Mixíli) qur-Jiclo 3&gt;licit v''.o.
♦

-_o uniV' riJid ^■'"0 br \rjil''IrrD o lü Titi'lodoü r\"ait(~n'^d.-rr:'..3

d b d.v bibli .itccno od'&gt;tcn o. ccr.triliz'^.ç~o dou ■jtvícde -^.quirii clajsific \g~o r c-t aog-.ç~oj '
7,1

â.Jt. j 3crviç;)ü a~ü co3itrp.liz:'.do3, .3Òrr:vb&lt;-, n-3 biV-li

f},

.c-.s publicr.o.

qu.'- prlo çic3V)J un:\ bibli-.^t" c-^. do cP-d-T. oidccl.. pna.oua uivA C-slcn^..' c?r
pl- t?. '■'■-.J fich-.ü irpr-.-.:;.::-.ü pelo Sorvigo do IntoroâiAbi &gt; d'' G :.t'-logr.v
c^~.: (SIC)
f
I
^
l3t« iv^o foi pouuivC'l, cr(;noo, d'^vid.o a div roid vV) dc opinx '■■•3 o-

8.1

xi..!t-nt'--3 sôbr'.^ a aplic"ç~o das fich.aa inpro33 A3 p'- lo S:rvigo. -V
Ii-it'rc 'Jtbio d.o- ü:Atr.lT.gacao (SIC)
9,

na-

a3 bibli'.-t'.'c ar. brasil-iras coop^-^ron con

S'-'rvig ^ d(,; Intrrcai-

l:i - de.-' C-.^.talo3::çã:^ (SIC)j
9.1

D'vido a r.':ii-3tcnci.?. d'^ -aceitaga^ d'.i Servic'^ do Intr rc^ffibi-" d', Ga—
■ t-^Iogação (SIG), ta^b'n oata rr-jolugã) não pôde 3. r qui^pridi.,
V
• •

10.

10.1

.

o^ur -.3 cditôr-v3 public ■&gt;3 e priwado 3 c v^pcron ein &gt; Soi-vigo de I-i /
t-rcpxibio do G .i.tol''gagão (SI''0
Editôr!'3 o autor-'3

3^'i:prr' seguir. ur.ii p-^litic \ que 30 h-^xiT.p.iza

ca3 n coa3id,ado3 das técnic--3 bibliotrc^nonicaa

*

�í\

.

' '
r
11,

.

■

■

1
■ \
- 10 -

&gt;

■

, ■
;
• ■ •

"

^
•

'

i
^
»S»
•
que a seleção de livros seja feita er. cooperaoao, e pelo r.enos en
ti-e as bibli.-itecas äe cada cidade;

11.1

-Se ber qiae "nuit-:) • debatido Oítena da aqaisigão planificada, não ei^
(Sontra receptividade pois cada biblioteca na.:^ abre não da liberda
c^o de adquirir o que acha cònveniente, - É natéria que deve nerecej?
^
\
EíT-ipla divulgação,
*
'

12,

que o governo brasileiro aprove o sistev.a do aquisição! de livros
-c^str?jige_iro3 por r,eio de bônus da United N^tions Educational 3cic^ntifical and Cultural Organization (UÍIBSGO);

12,1

A^pesar dos estudos que se siiceder. nada foi resolvido no' setor de
í^uisição de livros e3tr.:2ngeiros, Ê cada vez nais gTaye a situa~
■
'
/
■
gao da ir.portaçao de r'.aterül^bibliografico,
• •
■

•13,

quo o governo lírasileiro estenda aos livros encadernados a isenção do direitos alfpxidegárids}

13,1

liada resolvido,

Ê natoria 4-a conoetôncia da .'Jatara I rasilcira do

Liv

Livro (GBL) e do Sindicato Hacional dos Editores do Livros (SíIEL),

1/+,

quc o Gatalogo Coletivo do Instituto J rasilciri do l ibliografia e
Docuricntação (irjD) rogulo e desenvolva o ev.préstino'interbibliotecário do Irasil;

lA.l

Êstc assunto Gurpetc ao Instituto brasileiro de l.àbliografia e 'Docui;;^.ontag3j3 (T'J'D) e nele interessado.
m
•*
TEM

IV i

-

TRAI ALHQS

APRE3ENTiJ)QS

1,

Tibliotccas p~ipularcs, por José. césio Regueira Oosta,

2,

Organização das bibliotorjag ipopulares do Distritn Federal, por Zi'Cfií^lho Prado,

3,

• ;

Anotações para o estudo crítico;o solução de un problcna prononte
por Manoel, do NÓbro.ga,

|

RES0LÜC5E3
i
I.
1,

,

E

C0IT.:;LUSDES

quo cr definitivo seja caracterizada, er suas linhas gerais, a bi-

bli ) tn • bliptócn populpfqöot» isöqliäniirbjlV'lio'tcoaj 'iiftn.'O'oéxiiio dèloita r.il
volu:::cs (8,000) contando livro^ que assegurem principal rente a o du
^
4
í '' '
c:ioa:) de base, independente ;de ur, serviço central constituindo ncn. .3 ui-ii "nciBöUBldados singulares do oue. çlorentos do un organisro adaptado
a

cm

1

,

.

■

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em

.

�- 11 -

condigõca Idfgaio;
1,1

.

Medida ultrapassada.

.

Não ha nínimo non nóxino a observar.

dependo da verba disponível.

Tudo

QtSjUnto a seleção do naterial, confia

se nos bibliotecários.
2.

que a instalação' de bibliotecas soja precedida senpre do ur. inque-

&lt;

rito estatístico sobre o índice de cultura, econônico,'etc, do loCLÜ.;
2,1

h, posar dessa nedida ser indispensável-pela sua utilidade incontes
tavel, nãx) ó posta er. execução quando se instalar'' novas bibliotoca.3í
O público e sonpre o últino a ser ouvido c o prineiro a ser prejudico.do,

*
3,

'

.

*

que se reduza ao r.ínino possível a técnica biblioteconor.ica para
facilitar o contato entre o leitor e o livro;

3,1

iJedida que deve ser adotada por todos, entretojito a sua aplicação
ate hoje ficou subordinada a critérios exclusivrir.ente pessoais,

4»

quo se recorra sobretudo, corao procosoo de divulgaçao do livro,aos

4..1

lx)Stos de efiif^éstiros,- facilitaxido o contato do povo con o livroj
»»»
^
Resolução executada na nedida do possivel, O serviço de caixas-es
tantas e carros bibliotecas, cobren, en parte, essa necessidade,nos
Estados do Rio Grande do Sul, Paraná, i'inas Gerais, São Paulo, Gua^
nabara e Pernanbuco.

5,

^

\ •

*

f.
que se utilize a biblioteca ar:bulante tarber cono -processo de sondagen

do" interesse dos diferentes grupos da população er.i relar.ão

ao livro;
5,1

As bibliotecas aj'bulantes do ServiçÜí Social da IndustriaiSE3I) e do
Serviço Social do Gonércio (SEGO), nantên esse serviço de sondagen,
nediante dados obtidos através de estatísticas e de fachas ospe
ciais,

6,

-

preenchidas pelos leitores,

que se facilite a entrada no país de todo naterial necessário a in
pressão de livros;

6.1

Ê natéria da conpetência da Gâr-\ara Brasileira do Livro (CBL),

do

Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e, finalr^.enfe, do .
Banco do Brasil.
7,

que se incronento a construção e '•manutenção de bibliotecas publi ca.;3 cr tofio território nacion.al;

cm

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lí

�o Dccreto ns 51.22A de 22 de agôoto do 1 96l&gt; qac instituiu os Ser
viços Regionais do Bibliotecas, parece ser un caridnho para se con-seguir a instalação de Isibliotccas públicas en todo o território nçt
cional,
í

. -

.

que, se desenvolva o intcrcai'bio enisre as bibliotecas nacionais o en
■ tro estas o as estrangeiras;
Sendo esta nedida de interesse geral, devo ser levada a efeito,

i^o

von a intensificação do intcrcâr-bio c prejudicada pela falta de ver ^
¥ao e isenção de taxas postais,
t
•
[ i
que se inpega sejan nossas bibliotecas*devassadas e expurgadas ou
■ fiquen sujeitas à ação policial;
O perigo desses abusos não existe no rogiirio donocratico,

Essa pró

posição foi feita visando o período ditatorial por que passou o Bra ■
ail.
que seja inpedido o estabclecinçnto no pais, sob qurJLquer pretexto^
de restrições ao natorial que pode ser adquirido, pelas bibliotcco.s
brasileiras, s;;J.vo as decorrentes da seleção ditadas pela natureza
o finalidade- do cada biblioteca;
Existon Tiibliotecas públicas quö sofrer, a interferência religiosa
no processo da aquisição,.
*&gt;

.

que se ofcreçan aos nossos bibliotecários as nais ai:pla3 garantias
no exercício da sua função, na integridade de seus cargos,' e en tu
do que, de olguna .naneira, concorra para fomar a sua personalidade
e nonter a sua dignidade;
Pela Regular-Lcntação Profissilj^al'os bibliotecários adquirira*"" r.aior"
segurança e nelhor aprovação social.

Cabo a cada bibliotecário res

peitar o Código de Ética e trabalhar pelo engrandocinonto prbfissio
nal,

■

.

que seja assegurada aos bibliotecários 'Tirasileiros, tantp quanto
possível, una sulisistôncia alhoia aos azares d^^ sorte;
Como profissional, o bibliotecário se beneficia e se apoia na Ldgis
lação Trabalhista ou, quando funcionário público, nas Leis que regem a matéria,

'

.

que os nossos bibliotecários tenham voz ativa no que se refere a
A
cultura em geral, na medida em que saibam compreender a importan - .

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3^4

^5

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�- 13 cia das suas funções
13.1

.

■

o a grandeza d^ sui miaa"^;

A Loi A.OS4./62 já prove os direitos dos bibliitccóri-a, porém, o
Rogul-monto doss'?. Èosni'". Lei, d",r'. a cada um a noção clara do f3ous
direitos G devores.

TEMA

1,

TR:iBiiLH03

Biblio-tcoias univorsitarifis e

APRESENTi^nS

'.Iguns do. seus problonao, por Mari i Lui

za Monteiro da Cunha,
2,'

Ctinuidcranões saibre bibliotoc

univorsit'ji-^.ö, por Lilá do Rcgí.&gt; Ma

cid.

_

-

. ;

■ Susuatõos par;\ uma coopcragao intensa, ontre ao bibliotecas ospocia

3,

lizadas, ppr Sully Brodbeck,
4,

,

Do acrvino do irqy:)rt"'jO'io nia bibli"ítcc 13 univcrait^^jri-\u, por Axrr^
nio Procnça o Docio Poroira de Vasconcelos,

RESOLUÇÕES

1,

E

OONCLUSDE3

que SC cncarainhem pjOS i'agnificos Roitoros c Dirotoros de Faculdades
e Institutos anexos e compleitientares das diversas universidades- bra
sileiras, mensagens, solicitarão sejam criadas em todas elas biblio
tecas centrales, destinadas a organizar, quando as condições o permitam, a coordenar e dirigir ao atividades de várias bibliotecas
da universidadej

1,1

,

•

'

•

As, bibliotecas das. diversas faculdades brasileiras continuam desoT
ticuladas, em sua maioria, da^biblioteca central,

2,

que seja incluido na mensagem aos Magníficos Reitores um apelo, no
sentido de que possam ser admitidos para o exercício de funções téc
nicas em bibliotecas universitárias, inclusive'nos cargos de direçoa e chefia, bibliotecários diplomados por escolas de bibliotecono
mia oficio.is ou oficialmente reconhecidas;

2,1

A Lei 4-.084-/62 da Regulamentaç'í.o Profissional, pôs fim a possibili
bilidade de ingresso na carreira sem o diploma de bibliotec.ário,dp_
vldnp.ente registrado' na Diretoria do Ensino Superior,

3,

que figure, ainda, nessa mensagem, o pedido de criação de escolas
de bibliotoconornia, junto as universido.àes brasileiras;

3.1
■

Se bem que atendida p.arcialmönte esta resolução, a necessidade se
»
faz sentir de m..aíieira premente.

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�- u U»

que seja criada uma Comissão Nacional de Bibliotecas Universitärrias, .incumbida do levantamento da situação das Bibliotecas Univer
sitarias em nosso país, bejn como.da unificação das normas técnicas
indispensáveis ao perfeito intercâmbio bibliográ*fico universitáripj

/4,1

Isto não foi levado a efeito e está bastante atualizada a propositura,

5,

que seja Ijblicitado as bibliotecas osntrais ou aos Serviços Gen

-

trais de Bibliotecas, já existentes en alguinas universidades, le vantanento dos recursos da universidade a que pertencani, quanto as
duplicatas óu outro materi;\l de que dispõem para pemuta;
5.1

1'cdida bem necessária dada as dificuldades de aquisiçao com que lu
tam as bibliotecas de qualquer gênero.

6,

que seja organizado e incentivado o emprestimo intorbibliotecário
a ben da economia geral do melhor aproveitaincnto de verbas individuais;

6,1

Sobre ôste assunto está sondo elaborado um CÓdigo, no qual coláboje
rari as Associações de Bibliotecários, havendo já alguns trabalhos
publicados,

7,

quu as bibliotecas centrais, ou serviços de bibliotecas existentes
em Universidades Brasileiras sejam designados como sede dos catálo
gos colijtivos de livros e publicações periódicas do Estado a

que

pertençam;
7,1

ISm alguraas universidades vem funcionando os catálogos coletivos,, rç
gionais que fornecem, por sua voz, fichas para o Catálogo Coletivo
Wacional, do Instituto Brasileiro de Bibliografia e- Docunontiiçõo
(IBBD),

o,

V

.

que as bibliotecas centrais ou serviços centrais do bibliotecas universitárias sejain incumbidos do levantamento das publicações ofi
ciais de sua universidade;

0,1

Continua a necessidade de um trabalho amplo e orientado,

\

y
9,

quo sejam reunidos e coordenados os esforços das bibliotecas especializadas, num plano de trabalho cooperativista e que as biblioto
caü publiquem boletins bibliográficos e listas de publicações perio
dicas recebidas;

9,1

'íon grande esforço, por parte dos bibliotecários, esta resolução
esta sendo parcialmente observada,

cm

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2

3

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O Instituto Brasileiro de Bi -

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lí

�-.15-

bliografia e Documentação (IBBD) publicou as obras "Periódicos Bra
sileiros de Cultura" e "Ca^talogo Coletivo de Publicações Periódi cas da América Latina", ,
10.

^■

que se evidencie a importancia especializada na vida cultural e econoraica da Naçjão;

10,1

Esta sendo compreendida a importância paralela da especialização e
O progresso de nossas instituições técnicas, culturais e cientifiCp-S. ' ■

11.

que se coordene a aquisição de revistas entre feibliotecas espaeiali,
zadas em assuntos análogos ou semelhantes, localizadas ria mesma ci-""
d;gdc e ate no mesmo estado;

11,1

X aquisição cooperativa entre bibliotecas interessadas de uma cida
de e perfeitamente viável.

Entretanto ela encontra resistência,

ainda, por parte nOo so de usuários, mas tambom, por p:rirte de
g'uns bibliotecários,
12.

que as Cidades Universitárias do Brasil, sejam dotadas de prodios
construídos ospecialinentc para a instalação da Eibliotoca Central
Universitária (ou serviço equivalente);

12*1 i| .Dificilmente encontramos universidades brasileiras cora prédios arqai
tetonicamente construídos para a sede da biblioteca central,

Há no

cessidade de cooperação entre o bibliotecário e o arquiteto.

Em

Sax) Paulo contamos com a Biblioteca da Escola
Paulista de Medicina
f
e a do Mackenzie, que funcionam em prédios separados, A Federação
Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB), através de sua
Comissão de Construção e Equipamentos de Biblioteca, pretende criar
em cada Estado, um grupo interessado na orientação desse tipo do
construção,
13»

r'

que seja criada junto a cada biblioteca central ou sorviço contrai
de bibliotecas universitárias uma comissão central de bibliotecas
universitáriac, constituída de 5 (cinco) membros, dos quais 4. (qua

_

.

tro) serão representantes do Corpo Docente da Universidade e o quiix
to o bibliotecário chefe ou o Diretor da Bibliotoca Contrai (ou Ser
viço equivalente);

13«1

^

Ä medida que deve ser, adotadá na integra. Infelizmente, taà cousa
n?ío vem acontecendo em todas as Universidades,

Deponde dos biblio

tocários a roinindicação desse direito.

cm

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�'
11^.,

- 16 -

quo as bibliotocas ccntrais ou serviços contraia do bibliotocas univorsitárias sojám subordinados, diretamente, ao Gabinoto do Reitor ;

lü.l

Resolução cumpridaj onde foram instalados tais serviços,

15,

Que todas as bibliotecas especializadas participem do programa de
pormuta de livros da UlIESOO;

15»1

Resolução não atendida.

*

Recebemos publicações, doamos algumas, po

liem, sÕjo precários os serviços do pcrmutas,
16,

que se obtenha para as bibliotecas redução ou até isenção de tarifas postais, para remessas e intercâmbio de material bibliográficoj

16»1

É de extrema urgência esta medida devido ao alto .custo das tarifas,
Uma vez atendida essa resolução, pôderá haver' maior interc^bio'en
♦
tre Aissociaçoes, Escolas e Bibliotecas nao so do Brasil mas do Estrangeiro,

isenção ou redução consegui-la por algumas bibliotecaa

deve ser extendida a todas que requererem o T»onefício.
17,

que se apoie o programa do Instituto Brasileiro de Bibliografia o
Documentação (IBBD), encÄredendo a importância do mesmo funcionar
como órgão coordenador das•atividades das Bibliotocas Especializa^
das do Brasilj

17,1

O Institiato Brasileiro de'Bibliografia e Documentação (IBBD) vem
cumprindo esta resolução com apoio de bibliotecas e bibliotecários,

18,

qUG o Inístituto Brasileiro de Bibliografia e Docunentação (IBBD)
com|)ile íuma bibliografia do revistas tócnico-cicntificas, informan
do o his-bórico das mosmasj

18,1

O Inatituuto Brasileiro do Bibliografia o Documentação (IBBD) publi
cou as oTbras "Periódicos Brasileiros de Cultura " o "Catálogo Gole
tivo de .DPublicaçõos Periódicas da Ámórica Latina",

TEI-gy VI

1,

-■

TRABALHOS

APRE3EFTÄD0S

Situação das bibliotocas infantis brasileiras, por Deniso Ferna.ndos
' Tavares,

2,

Sim.plificjação dos processos técnj-cos do catalogação e classifica aõo daa Ibibliotocas infantis, por Maria Loticia Andrade Lima,

3,

Biblioteca Infantil e de crianças excepcionais, por Colina Didier*
de í-orais,.

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�- l'T ^

RESOLUÇÕES

1.

E

COFCLUSÕÉS

que sojam criadas liibliotocas infantis publicas do bairros o cidados;

■

'

1,1

Na modida do possxvol esta resolução vom sendo cumprida»

2,

que a criação o organização das bibliotecas infantis o cscolaros
fiquem subordinadas a uma biblioteca central quoiçfará parte da Seoretaria da Educação do Estado ou da Prefeitura;

2,1

Wbdidas adotadas em São Paulo (Capital)Salvador o Guanabara,

3,

j
quo osso orgao planeje, dentro das condiçÕos locais, do acordo com
£ts situações do transporto, cconomica e social da população, a loca
lizacâo das bibliotecas que comportam cada cidade ou capital;

3,1

Norma seguida somente em São Paulo (Capital) e Salvador.

4.,

que o prédio da Biblioteca de bairro ou cidade conste de secções
para bibliotecas de adultos e para crianças e jovens, entregandose a supervisaã dos serviços a bibliotecários èspeci^izados no as
sunto, isoladamente, com plena autonomia;

4.»1

^ pesar de ser considerada esta medida ideal, somente em alguns Es
tados ela é observada.

5.

-

f

que seja critério dêsso órgão central somente trabalhar com biblio
tocarios, conseguindo nos Estados onde não haja Escola de Biblioto
conomia, bolsas para aqueles que se destinarão â esse serviço;

5.1

A. Lei /Í,084./62 proíbe o exercício da profissão sem a devida habili,
tação legal.

Como exemplo da segunda parte da resolução, podemos

citar o Ceará, onde não há
ca

Escolas de Biblioteconomia e se verifi,

a existencia' de bibliotecários formados pelo Ourso da Bibliote

ca Nacional, através da concessão de bolsas de estudo,
6,

que para bibliotecários de bibliotecas infantis, sejam admitidas,
de preferencia, professoras primárias, com curso do bibliotecono «lia;

6,1

Estando o curso, de biblioteconomia enqua-drado como os demais de n|,
vel superior, o diploma do professora normalista eqüivale ao do
clássico,científico, etc,

Não deve haver,pois, preferencia para
A
/
ingresso na carreira uma vez que ele e regulado por classificação

em concurso. Acrescente-se quo os dursos dè biblioteconomia, in

-

clucm, quaso todos, a especialização.

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�- 1Ö -

7»

quo todos-os cstabclocimontos escolares clp nivol prin-ario o gina sial do país, intensifiquem e expandam o tra'balho das bibliotecas
já existentes, com material didático, informativo o recreativo, ou
que providenciem a criação imediata de bibliotecas, caso ainda não
as possuamj

7,1

k Fodersigão Brasileira dc Associações de Bibliotecários (FEBAB) já
lançou este ano durante a Semana Nacional dá Biblioteca,, as bases
de uma campanha que intensificará nos anos vindouroa, no sentido dc
serem criadas bibliotecas em todos í:os ostabelocimentos do ensino
primário c ^secundáriot
i
. ■

8,

qiie'se organizo um catálogo de livros infantis, redigido de maneirr, muito clara com abundância de notas explicativas, tendo cm vista
a sua provável utilização por elementos estranhos à biblioteconomia;

8,1

k biblio^^Jr.sr?^-^'^ dôste assunto^ foi elaborada por D, Lcnyra Fracaroli,
ox-Diretora da Biblioteca Infantil de São Paulo.

9,

quc se organizo uma listà abreviada de cabeçalhos do assunto, que
inclua os tópicos mais freqüentemente encontrados nas bibliotecas
infantisj

9»1

Êüte assunto devo constituir matéria de estudos futuros, pois so
trata de instrumento do ,trábalho indispensável à uniformização

o

simplificação do trabalho nas bibliotecas infantis do pais, Sora
uiQ elemento do auxilio o de referencia para os bibliotocários dossas instituições.
10,

que s© organize uma adaptação resumida da Classificação Decimal de
Devey, dc acordo com as necessidades infantis, para ampla divulgação entre os professores primários, responsveis por cluTses infan tis, assistentes sociais c dirigentes de parques infantisj

10,1
11,

Deve constituir matéria de estudos futuros,
'

^

qua o ''íongresso pleiteio, junto às autoridades competentes, estaduais ou municipais, a introdução da biblioteconomia aplicada as
bibliotecas escolares, como matéria do ultimo ano dos cursos pedagogicos vigentes no pais?

11,1

Esta resolução foi seguida, apenas, na elaboração do currículo dos
cursos de secretariado.

Na atu©l conjuntura socio-econômica do país,

querer-se que todas as escolas do Brasil disponham de bibliotecas
e bibliotecários é uma utopia,

cm

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No sentido de contornar o problema

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�- 19 ~
da deficicncia de bibliotecários, para atender às necessidades de
regiões longínquas, seria aconselhável que as próprias escolas de
biblioteconomia, organizassem cursos de férias, .para professores
do interior.

Entretanto, os atestados fornecidos não devem servir

como docunento

comprobatório de capacitação^profissional, mas, Qr.

pönas, como um elemento a mais na contagem de pon!t||iil na carreira do
professor normalista.

TEMk

VII

-

TRABALHOS

APRESENTADOS

1.

Bibliografia y referencia, por Elvira Lcrona Martine*,

2.

Bibliografia: normas porá compilação de bibliografias; bibliografia
de bibliografias nacionais: bibliografias especializadas (infantis,
técnicas, etc,), por Jorge Abrantes,

3.

Normas para Ia preparación de bibliografia pai*a escritos ciontlficoö,
polo Instituto Interamericano do GionciaS Agrícolas (Turrialba, Gosta Rica)
■

1,

RESOLUÇÕES

E

CONCLUSÕES

que seja criada um.a comissão composta de entidades e eapocialistos,membros da Comissão Nacional do Bibliografia com o fim de estudar
a unificação das normo.s de compilação bibliográficaj

1,1

2,

Taxofa levada a efeito pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia o
♦
.Documentação' (IBBD),
^
que seja feita pela Comissão Nacional do Bibliografia uma coleta .
dos repertórios bibliográficos existentes no país, para facilitar
aquela ttirofa o servir de base a uma bibliografia

das bibliogra -

fias brasileiras;
ä,.1

É tarefa do Instituto Brasileiro do Bibliografia o Documentação
(IBBD),

3.

que os estudos para padronização do ensino da biblioteconomia dom
relevo aos ?#poctos gerais o históricos da bibliografia o a prática
do compilação bibliográfica}

3,1

É matpria constante das Escolas do Biblioteconomia,

A*

qao soja editada uma Revista Brasileira do Bibliografia, do proforcncia pelo Conselho Nacional do Pesquisas (CN?Q) ou pelo Institu-

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20

�- 20 to Brasileiro do Bibliografia o Documontagão (IBBD), uma Socção
do Bibliografia cm uma Revista Brasileira do Bibliotoconomiaj
A.l

Existem 2 (duas) revistas; Boletim Bibliográfico Brasileiro (BBB)
o Edições Brasileiras que cobrem,em parte, osta necessidade. Quanto à Biblioteconomiá a Federação Brasileira do Associaçõea do Bi , bliotccários (FEBÂ.B) o a Associação Brasileira de Bibliotecários
(ABB) publicam revistas relativas à matéria,

1 ♦
5«

^
*
que sejam mimoografadas as "Normas para Ia preparacioE dc Biblio grafia para Escritos ciontificos" elaborado na Reunião Tpcnica de
Bibliotecários Agrícolas em T^jrrialba, Costa Rica|

5.1

Mo Brasil fcaAssociação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), atraves do sua Comiíjsao dc Documentação, integrada pelo bibliotecário
Edson Nory da Fonseca o outroS;,^ cuidou meticulosamente do as Junto,
(ibS-afeialização da Documentação no Brasií, IBBD/ABIIT, 196o)

6,

quo a

Comissão Nacional de Bililioerafia concretize o quanto antoa

a sugestão do consultor da ÜIIESGO, Senhor Herbert Coblans, no sentido da ^distribuição, em todo o Brasil, de uma. lista dos nomes d?3'
k&gt;
autores brasileiros que não devem entroT polo ultimo sobrommoj
6,1

, Ac regras para entrada de nomco de autores brasileiros o portuguôscb estão sendo estudadas pela Comissão Brasileira do üatalogaicãr&gt;,

7»

quo soja dirigido ao Senhor Herbert Coblans cm «orne deste I Congroc
So Bro-Silei-ro do Biblioteconomia um voto de louvor e agríijdecincnto
polo valioso trabalho que realizou no Brasil, especialmente quanto
a. sua Contribuição ao desenvolvimento da bibliografia cm nosso p^aioj

7,1

Providenciado pela Secretaria Gerril,

»

TEM&amp;

VIII

—

TRABALHOa

APRESENTADOS

1,

Situação atual da biblioteconomia- no Brasil, por Laiza Fonseca,

2, .

Situação das Associações Biblio toe áriixs Brasileiras, por Bernaclotto
Sinnay No voa (informe verbal).

cm

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�- 21 -

PJESOLUGOES

1,

E

GONCLUSnES '

que soja cricda qucjito antos a Füdoragõ^ rloü Bibliotocnrioa do Bra
oilj

1.1

Orlada a Fcdorag^o Brasileira do Aaaooio^ões do Bibliotoc.arios
(EEBÂ.B) em 26 de julho de 1 959, com# o que ficou cumprida esta re
solução,
«I

2,

q^e se organi'ze uma Comissão de Bibliotecários Brasileiros com o
fim do redigir o progeto dos estatutos da FABB;

2.1

Oomissão jâ organizada e extinta, pois os Estatutos da Federação
Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEB/íB) ja se acham re
gistrados em cartorio, em São Paulo, 12 Ofício de Registros de Títulos e Documentos, Livro A, ns 13; nS de Ordem 7.712,

Publicado

no Diário Oficial do Estado em 5 de julho de 1 961, página 22,
3, q

i

que a FABB edite um Boletim ou Revista,destinada a'facilitar o in^
torcâmbio de idéias entre os bibliotecários, assim como o estudo de
problemas de interesse profissionalj

3,1

Atendida através do Boletim Informativo da Federação Brasileira de
Associações de Bibliotecários (FEBAB), de periodicidade bimestral,

4.,

que sejam dirigidas ao Senhor Rubens Borba de Morais, em nome do I

-

Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, felicitações pela sua no- •
meação para chefe da Biblioteca da Organização das ííaçdõa Unidas

/i.,1
5,

(OFU) ora Nova York;
♦
Providenciado pela Secrctíria Geral,
»

•

quo se dirija a Asspciaç^ PaxLista do Bibliotecários (APB) ura voto
do louvor pçlo oxcolonto trabalho que vem realizando ora benefício
dos bibliotecários brasileiros no qual foi pioneira;

5,1
■6.

6,1

Providenciado pela Secretaria Geral.
que o Ministério do Trabalho,Indíástria e Comércio, reconheça a pro
fissão de bibliotec^io • a inclua na Tabela do Art. 577, da "ons^
✓
lidacão
das
Leia
do
Trabalho:
o
^
Pela Portaria ns l62 de 7 de omtujro de 1 95Ö, foran os biblioteca
rios enquadrados no 19- Grupo, compreendido na íionfederação Uniyer
sal das Profissões Liberais: Diário Oficial da União de 11 de outu
bro de 1 95Ö,

cm

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20

�•&gt;

- 22 -

7»

que se estabeleça um padrão de escolas de bibliotecondmiaj

7,1

i'icijo foi possível un currículo padrão, mas o currículo mínimo foi
aprovado pelo Gonsolho F&amp;deral de Educ^cão (Parecer nö 326/62),

8,

que se regulamente o exercício da Profissão de Bibliotecário}

8,1

L Lei ;i.,0ö4,/62 deu cumprimento a esta resolução,

9,

que seja criado um órgão coordenador de todos os trabalhos relativos a bibliotecas, em esfera administrativa adequada;

9,1

Pelo Decreto nö 51,224., de 22 de agosto de 1 961, foram criados os
Serviços Regionais de Bibliotecas, ao qual compete dar cumprimento
a essa resolução,
*

10,

que o informe de Luiza Fonseca, na parte relativa ao ensino da biblioteconomia seja encs^minhado à Comissão de que trata a recomenda
gco nö 2 do toma IIj

10,1

O trabalho foi devidcanente estudado no íema II,

�'
II

G0TTCglES30

rorllarxlo

on

- 23 -

ERJ'mSILSIRO

S-Ivador.

DE

EIBLIOTSGOFO^llA

Bahi.?..

de

20

26

E

do

DOGU&gt;:"j5KTiu:aO

.1ulho

do

•.

1959'

TEí-áRIO
t.
I

-

'

j

REUgÖEo PÚLLIG iS /iPLIC/iDAS i\ BIBLIHTEGAS
a) Ética profisaional

TSI'ti

II

-

PROCESSOS

TEGFICOS

.

'

a) código Brasileiro de Rubricas
b) código Brasileiro dn Catalogrição
c) Glo.asificagão Docia-iL Universal
&gt;

,

TEVX

III-

TPlui.

IV

-

BIBLIOTICGONOi'lA COIÁO PROFISSÃO

■

»
.

ErSIITO DA DIDLIOTHCOFOMIA
a) Currículocí do i'ivcl Univorait'xio
V
»M
^
b) Fornoçao do Bibliotoc-t'j'io.j

'

•'

c) Progra'ia do tocnicaa. fotodocusontariaj
»'
TEi'iii

V

-

.Í:33OCI.IÇÕSS EI::LIOTEG.'RI.;S

. •

'

,

,

a) OrgíJlizacjão de Gon.jolhoi; Gonaultivoj
'b) Fcdcracão Braailoira do bibliot';c'-riocj

TÚW.

VI

-

BIBLIÒGRilFIi'.-DXUlvOTAçriO
a) Bibliotcc'rio o Docui-ont^riut -; faf^-vação o'atribuicõoí.
b) TÓcnica bibliográfica

•

c) ■ITor:]''lizac"jO Bibliográfica

'

■
.

d) Mcc^xiizaçjcjo
o) Fotiodocu''iontaç~jo

• •.

,

f) Divulgação
ß) Libliotcca o Sorvigo do Doca"cntaç~o; intorconunicao'jo
o
'i
TSMV

VII

-

REL'iÇÔ^&gt;S niíTRi: EDITÔRES, Lmr.IROS L BIDLIOTEG''ÍRIOS

�- 24 TMiV

VIII -

IIITíHC^TIO DIDLIOTECONÔííIGO

.

i) Citaloganão c.*opprativa ■ ^

.

b) G7:t'.logo3 coletivos
c) EiTiproötii.'OO intc.r-bibliotccap
d) Pornath
t
TBli&gt;

IX

-

•BIBLIOT.jC.íS 'PtfcLIC-^,. IUFAIITIS, TOIIVin^It'JlLiS, F.SPRCL'vLle
z.::t):.s - .:xi ^euuíto

X

-

■

■

"DIFÍGIOS DL DIBLIOTr.G'3: COOPDPuiQ.'lO r.NTRE LIBLIOTjtóuIG ]]
, ...RQUITETO.
1

.

TLrtl

■,

. It

• I .

I

-

TRi'&gt;B.\LHOS

■'

APRES^JITADOS

?&gt;.cl-.çõc3 públicia ?.pliG'\dn,3 à ¥ililiotocao: ctica profiöoional, por
-Uitonict.i G, Forr:iz,
»
.•

Tln-r.

II

-

•

Trf.EuLHOS

/■&gt;PRI.SrJ?TiJ)OS

- ,

"

r

1,

Dinrjiiz indc oD procosaos- tQcnicoa: o registro, por Haria Jojc Toro
•&gt;
«
zz **rBrin,''

2é

3i£jtcn~.o dc cl-iabificag^ on I.ibliotocau MÓdicia,

3,

SugPütõco p-^xn. acrcDcino. c nodificaçõos nocojaariaü do Godigo .do- Va
."ticano, a fin do ■ adaptar aa cxigcnciaü .dan blbliotccaa brasileiras,
por Maria Antoniota Rcquiao Piedade,

4.«

•

III

-

TR.4lX&gt;LH0S

.^PRr.SrJTTADOS

Eibliotccononia corio profirjaão, por Blida Frcit.aa c Gastro Druk,

T::I»

1,

'

I:'or:;aG para-a catrlogM~o naa kibliotccaa da Uni'O^oraid .do do ReGifo,

ITM.

1,

"

.

IY

_

m^B^uios 'APRE3T:UT.-.DOS

•

.

, ^

Encoraj«:.:oD ao invcctigagocò na Bibliotrcononia c na Docuncntagão:
■-lodalidadoí: dc rcuniõcc, por Maria Joüó Torcza Anorin,

2,

O cnuino da BiVliotccononia o Docunentagão, por Bolita de Matoc Qar
valho«

"

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�- 25 g

1",

TRilDALHOS

j^odcração áao i^aaociaçõcs Dr^isileiras do .Blbliotocnriaa, por Laurc

/ '

Garcia Moreno Ràbao o Rodolpho Rocha JÚniori,

TBM/*

1,

-

TRiJÁLHOS

- ' ,

.fiPR^SBI-JTiiÒOS

,Curoo0 tio pcaquiaa bibliográficas no Brasil, por Laura Maia Figuoi
. rodo'o Tcrci2inn 'Ar.antoo Ferraz,

2,

Áplicacõx) da bibliografia nccf^nizada no irsrDj por Fomanda Loito Ri
/

3,

beiro,
.

Docuncntação o bibliotccaa especializadas,

4,

,

.

l'k Docuiicnta^ão no trasil, por -\bncr Lcllis Corrêa Vicentini,

5,

•

diretoria de Docanmtacrx) o Divulgação da Sccrct'.'^-Gerai do Co^
solho IIc?^ional de Fistatística cono Gcntro do Docuiientojcõo Especializada, pela Delegacia do Conselho Nacional de listatística da Guanabara,

6,

1

Eibliogr-ifia de teses defendidas na Faculdade de Medicina da Bahia,
por José Lina,

7»

Experiência de rcsunos ItOdicitivos para técnicos especializados, por
Fanny Mal in Tchaicovsky,

VII

-

-

TR\E:&gt;LH0S

yjRnSniETADOS

fé
*
A
r^X) houve trabalhos apreoentaáos dentro desse tena.

TLKi

1,

VIII

TRABALHOS

.'vPRIiSimiDOS

Intcrc.'^xibio bibliotoconônico: pcrnuta, por . Fla.via Ribeiro Accioly
Pr-^d-o,
♦
IX

■ I
1»

-

TRAEiiLHOS

aPR: .3::.NT.:ÍD0S
,

.

Inforce sobre a Divisão Inf an to-Juvenil e,Educação da Eibliotcca.
Publica do Paraná, por Gerri.ana Moreira,

2,

A Pdblioteca, Publica do Pa.rrjiá, Divisão de Extensão, por Maxcelinc
Danto.s,

3»

.

biblioteca. inf?jitil coro centro de educação da cor:unidade, por
Mexia Letícia de i*ndrade Lina,

cm

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2

3

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�-26-

4è

A sala de Braille da Biblioteca Infantil "Monteiro Lotet*"» por Maria Cecilia da Cunha Ferraz,

5#

Re]a tório" das atividades e finalidades das bibliotecas do Serviço
Social da Itidústria (SESÍ), por Ftria Helena Brandão,

6,

Biblioteca infantil de bairro em Saõ Paulo, por Ceie stina Conea,

7,

Informe sobre a organizaçao do Serviço de Bibliotecas AmbuÍÂntes do
Serviço Social do Comércio (SESC), por Mari4'Maeder Gonçalves,

8,

y

Organização © atividades das Biblioteoaus AffSsuJajitea do Serviço Social
do Comércio (SESC) - administração regional, por Lourde^--CÂtbaíTina
Gregol.

9«

,

Bibliotecas das Instituições de Pesquisa do Estado de São Paulo, por
Alice Camargo Guarnie'ri,

10,

Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universida&lt;ie da Bahia - ©oraunicação.

11,

Biblioteca da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Publica , por Maria
Stela Leite,

12,

Atendimento de escolares em Bibliotecas Publicas, por Etelyina Lima,

15,

Breve informe sobre a Biblioteca do Museu da Bahia, por Noemia Go(ü
nho,

TEMA.

1,
•

X

»

ÍERABALHOS

APRESENTADOS

Bibliotecas e m conjuntos residenciais, por Cel, Humb,erto Peregrino,
•
.
•
•

(

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�^ 26 k ^
RESOLUÇÕES

1,

E

CONCLUSÕES

Mensagem ao Senhor Ministro do Trabalhe no sentido de que promova' J
junto ao SAPS a recuperaçao das antigas bibliotecas populares junto
aos restaxirantes, e o prosseguimento da política educacional, instalando novas bibliotecas do mesmo tipo;

1«1

Ofício enviado ao Senhor Ministro, mas a resolução nao foi acatada,

2.

Que soja dirigida uma moção de congratulações ao Ministério da Guer^
ra, pelo êxito da experiência registrada pela "Biblioteca Lobo Viana"
e de confiança em que as autoridades militares apoiem a Biblioteca do
Exército assegurando-lhe condiçoes para instalações de sucursais em
cada uma das vilas militares daquele Ministério;

2,1

Providenciado poia Secretaria Geral,

3»

Que se faça sentir aos governos a necessidade de doar uma biblioteca
familiar a todas as construçoes residenciais de sua responsabilidade,
capazes de abrigar um mínimo de 200 famílias;

3,1

Resolxiçao nao cumprida.

4»

Que tal exigência soja expressamente imposta â Fundação da , C*sa Po»
pular, inclusive qvianto às construçoeg já inauguradas, às quais dev^
rço ser incorporadas instalações para-bibliotecas familiares, cujo
funcionamento ficará a.cargo do Instituto Nacional do Livros (INL);

4»1

Resolução nao cumprida,

5»

Que os bibliotecários de todo o Brasil ofereçam sugestões quanto às
características que devem ter as Bibliotecas instaladas em conjuntos
residenciais (Vilas ou Blocos de apartamentos)

5»1

Resolução nao cumprida.

6,

Que sejam concedidàn recursos suficientes para o respectivo desenvoj^
vimento, às bibliotecas ambulantes existentes, em funcionamento;

6»1

Temos ciência que o Serviço de Bibliotecas Ambulantes é desenvolvido
com êxito pelo SESI e SESC em Sao Paujo, Rio Grande do Sul, Pernambu
00 e Minas Gerais,

7,

A
Quo se recomende aos Governos estaduais a inclusão de noçoes de bi •0
blioteconomia, no que diz respeito ao funcionamento, organizaçao e o_b
jetivos das bibliotecas escolares e infantis, no programa da cadeira

cm

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^ ... ur...».,.,.

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1^

�^ 26 B Administração Escolar« ministradas por Bibliotecários portadores de
curso superior de Biblioteconomia, e, preferentemente, especializados
no assunto;
7»1 Resolução nao cumprida pela Diretoria do Ensino Secundário.
8,

Que se recomende ao Governo F ederal convênios com as Escolas de Bi blioteconomia que ainda nao se encontram integradas nas Universidades,
para que sejam dados cursos intensivos anuais de biblioteconomia,

a

professores primârio&amp;'''encarregados de bibliotecas escolares ou infantis;
8.1 Os cursos de biblioteconomia passaram a ser de nível superior, e a
Lei nO 4«084/62 ê taxativa

quanto a excluir garantias a leigos porta_

dores de certificados de cursos intensivos.
9,

Recomendação aos Governos Estaduais para que prestigiem e auxiliem de_
vidamente as Bibliotecas das Escolas Secundárias;

9»1 Assunto

que deve merecer toda a atençao da Diretoria do Ensino Secun-

dário, pois as Bibliotecas Públicas se transformaram em Bibliotecas E^
colares.
10»

Que a exemplo do Estado de S ao Paulo, todos os Estados do Brasil te nham lima Lei regulamentando as Bibliotecas Infantis;

10.1 Temos ciências de que Lei semelhante foi promulgada no Estado da B^hia.
Pi
é
11»

Que se crie uma sessaç de Braille em t^das as Bibliotecas Públicas Estaduais ou Municipai^'j^^ue se procure transcrever os textos Braille e
xistentes a fim de bem atender as necessidades das Bibliotecas;

11.1 Resolução nao cumprida,
12»

Que se incentive a criaçao de Bibliotecas em hospitais;

12.1 Resolução nao cumprida,
13»

Que seja uma das resoluçoes do II Congresso Brasileiro de Biblioteco«.
»
'W
nomia e Documentação, uma dampanha organizada, em todo o Brasil, para
que nao mais se formem bibliotecários sem a necessária integração cuJL_
tural indispensável à sua própria valorizaçao, e, principaliaBnte,ao
desempenho da profissão;

f13»1 Resolução plenamonte cumprida pela Diretoria do Ensino Superior do
nistirio da Educaçao e Cultura (líEC,' ,

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�- 26 C -

14.

Que o II Congresso Brasileiro de fiLbliotdconomia Q Dacumentaçao rôCo_
monde aos Governo Estaduais e Federal»
a)

q.ue zelem pelas "bibliotecas especializadas, facilitando-lhes a
necessária expansao, a fim de que venham,' quanto antes, a se
transformarem om centros de informaçoes para todos os ram^ das
ciências, dotandcj|**s com os recursos suficientes em verbas, pe_s
3cal e espaço para suas instalações;

14*1 a)

Resolução cumprida na medida do possível pelas UniversidadeSé

b)

Que as Bibliotecas Especializadas das Instituições de Pesquisa
do País prociwem servir, de maneira especial, às indústrias br^
sileiras,,

14.1 b)
c)

Idem ao A,
Que nas Escolas de Biblioteconomia aperfeiçoem a formaçao de
bibliotôcários especializados, dando a essa formaçao maior de_3
taque dos seus programas de ensino;

14»! o)

Os curso» de pós-graduaçao,ainda nao foram instalados nas onze
escolas existentes no país,

Existe no Instituto Brasileiro de

Bibliografia e Documentação (IBBD); um,curso de especialização
que está em vias de ser considerado pelo MEC como um curso de
extensão
d)

xmiversitária,

Recomendar ao Ministério dâr Educaçao a introdução de cursos de
pesquisas bibliográficas nos currículos das escolas de ensino
superior;

14»! d)
15«

Resolução nao cumprida,

Seja a documentação incluída definitiva e o^igatoriamente, nos curri__
culos das escolas de biblioteconomia;

15»1 Resolução plenamente cumprida,
16»

Seja totalmente restaurada a formaçao do bibliotecário

- documenta-

rista,em curso superior, de quatro anos , no mínimo, de duraçao, a exemplo dos currículos universitários de outras especialidades;
16,1 A Comis'sao designada pelo BíDEC para estudar o, currí-culo mínimo e o Con
selho Bederal

aprovaram o currículo de biblioteconomia em tres (3)

anos.
17*

Seja regulamentado era Lei, o exercício da profissão do bibliotedário
documentarista}

17•! Pler.6n©nte cumprida pela promulgaçao da Lei n° 4«084/62»

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�- 26 D -

18»

Seja enviada \ma recoméndaçao

deste Congresso a todos os membros da

Comissão nomeada para estudar a reestruturação dos oi^rxculos das e£
colas de biblioteconomia, nc sentido de recomendar a inclusão das su
gestões

16 e 17 5

18«1 Enviadas as recomendações pela Secretaria Geral do Congresso

mag

exigências posteriores fizeram com que a recomendação fosse modifica^
da.
f
19»

Seja enviado ofício e telegrama ao Excelentíssimo Senhor Ministro da
Educaçao e Cultura, enfatizando a necessidade de URGENTE convocaçao
da referida Comissão;

19,1 A Comissão foi convocada com algumas modificações pelo atual lüretor
do Ensino Superior.
20.

Que em toda biblioteca fmfantil seja dada uma importância especial
A
ao ajustamento social des pequenos leitores, aproveitando-se todas
as oportxinidados que surgiram para a foinaçao de clubes infantis?

20»1 As bibliotecas infantis vêm cumprindo essa resolução na medida do
possível.
21«

Que sejam usados todos os recurns favoráveis à aproximaçao das crian_
ças, aproveitando-se a atraçao representada pela "Hora do Conto", p£
Ias pro^eçoes cinematográficas e atividades teatrais;

21.1 Idém ao 20,1.
22»

Que sejam organizados "Clubes de Leitura" en todas as Bibliotecas In_
fantis, quer sejam Bibliotecas Escolares, quer Departamentais de Bi—
■ l'iiotecas públicas;

22.1 Idem
23.

ao n^ 20,1 e 21,1.

Que as bibliotecas públicas infantis estudem a possibilidade de realizar o trabalho de atendiriiento a escolares, em caráter supletivo;

23,1 As Bibliotecas Públicas nao têm atendimento especial a escolares à
exceção do Paraná, Minas Gorais e Rio Grande do Sul.
24,

Que se estabeleça amplo entendimento entre professores e bibliotecários, promovido pelos últimos, a fim de que os escolares sejam encaminhados às bibliotecas e estimulados ao uso da leitíira variada, em
contraposição ao uso do texto único como base de estudo;

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�-26 E 24«1 Um congressaniento perfeito ontre professores e bibliotecários ainda
nao foi conseguido,
25*

Senpre que as condiçoes o permitam, que seja designado um bibliotecá_
rio para, nas bibliotecas públicas, encarregar-se da

orientaçao dos

trabalhos de referência escolar;
25.1 Idem ao n® 2^.1
26»

Que 03 regulamentos das bibliotecas públicas, desde que necessários,
sejam ampliados a fim de permitirem o acesso de menores desde os 12
anos às salas de leitura e ao serviço de eopréstimo domiciliar;

26.1 Dada a grande afluência às Bibliotecas Públicas por estudantes do cur
so seciindário tiveram as mesmas'que estabeleder a idade mínima de I4
anos para o ingresso aos salões de leitura .
27«

Que os serviços de extensão bibliotecária existentes em Bibliotecas
.Públicas, considerem a possibilidade de incluir cs estabelecimentos
de ensino primário e secvindário, entre os pontes de distribuição dos
seus recursos;

27.1 Nço temos ciência que êste trabalho de extensão bibliotecária tenha
evoluído em benefício dos cursos primários e secund^atios.
28»

Seja recomendado às Editoras brasileiras lama atençao especial no que
diz respeito à edição de bons livros juvenis, mediante t

a) incent^

vo à produção nacional, através de concurso, prêmios, ejro.,
b) tr^
e
duçao de obras estrangeiras selecionadas bibliográficas;
A
^
28fl Existem editoras que se dedicam quase que exclusivamente a edições
,de bons livros infantis,
29«

Que sejam preferidos os bibliotecários portadores de diploma de profewsor primário, para exercer atividades em Bibliotecas Inícctls.

29*1 Nao pode haver diferenciação entre bibliotecários no ingresso aos ca^
gos da especialidade.
30,

Seja solicitado ao Ministério da Educaçao e Cultura um prêmio anual
para os melhores livros inéditos destinados à adolescência, e sua «
publicaçao imediata;

30,1 Foi solicitada S Diretoria do Ensino Secundário pela Secretaria do
Congresso,

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�4

31«

Que o IIÖ Congresso Brasileiro de Bibliotecononia e Docmentaçao re^
lizado en Salvador, Bahia, aprove a criação da Federação Brasileira
de Associações de Bibliotecários (FEBAB) e sua secretaria Geral, con
sede en Sao Pauloj

31*1 A Secretaria foi instalada e funcionou até janeiro de 1 961» quandc
tonou posse a prineira diretoria da entidade,
32.

Que a Conissão Organizadora do Iio Congresso oficie â Associaçao Br^
sileira de Bibliotecários informando da criiçao da FEBAB

e o pedido

de nudança do título da nesna, en virtude das atribuições eopecíficas
da FEBAB no âmbito nacionalj
^2»1 Providenciado o ofíçio pela Secretaria Geral do Congresso, entretanto»
atS o presente nonento, a Associaçãr Brasileira de Bibliotecários nao
raudou a sua desi^naçao.

�- ZI -

III

COIW^'^SSO

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Gurltib.?,.

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BiDLIOGÍR.:.FU C DOGUííOITTAçriO

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R':L:^Ö~3 i'ft-LIGAS 1: I;^T^?.C.1íTaO

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VI

-

TIP03

ra;

VII

-

immTTO :.S30CI:-TIV0 DA CUS3r

D::

LII-LIOT;:.CÍ1RIO -

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DOOUÍG:NT ÍUISXÍ».

DIDLIOT ^C/^ i:SP."GrJLIZ-4D.:^

i

Di: rir.LioT :ga3

I

-

TlAr'.^LHOS

/JR^'Sm'TADOS
l

1,

?rocc. aaoa t'cnicou, por .".dolpha Silva, Rodriguca do Figueiredo,

2,

A c-.tr'JLogagno de autSrcj brr.rJileiroa c p^tuguôí)f;o, por Moria .'»nto
niot". Rcquião Pi0dc.dc,

3,

do aaui^tcncia ao bibliotoccio cacolrrca, por ibria de Lour y
dcj Tito,

ii«

Coviaaõoc; tccnicaa de bibliogr afia e docurc ntação, por Fomniida Le^
to Ribeiro,

5,

Conaoi^vc^To e roütaaração do livroa 0 docurr.ontop, pior Lindauro. .'iil«
b-n Corujcira,

6,

'

Inforuc a'bre a Coidaijão J'ra;3ileira de Clasaificaçãn Docin:il Uni vcrJ'Ll, por Abner Lc^Uíd Gorrea Viccntini,

7,

' '

GabrçalhiD de ajjunto, por Gordrlia. R:.b.-J.inho do Oliveira Gavnlc"^
ti.

8,

.

^

lleceriaiter.oü, urgentenentc, de ao código braiiileirc. dc Co-talcgariãc,
per Fnliobela Lib^rato de Matca G~xv.xLb:),

cm

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'

NN|III
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�- 28 9.

Projeto '"Io rcgrao do Cn.tcilo'^aQro pira od nonotj brasileiros c portu
guSaos, po3,a Aosociacão T rasilcin rio T ibliotocarios - Gor.iiss-X) 3a
riocü de Gat,Tlogp.pão,

resolucOls

1,

CONCLUSÕES

que rio as3ocip.çõe3 profiS3ionp.is e ,i3 oscolaa do bibliotcconorda
do pr.xs colaboror.i cori a Gonisa"^ I rasilcira do Olasaific-gno Docir-.ol Univorar^l (H ID/CDU), não oó no trab.-lho do tradução c rcvQüão
das clas303 0/9, coro t.x-.bón dodiqucr, riaior espaço do tcvipo no ensino da CDU naa cadeiras do classificaçãoj

1^1

Ver: sondo cu:".prida rogulari-onto,

A GDU toniou-se ''^atoria obrigato

ria nos currículos das escolas,
2»

que as escolas brasiloiraa de bibliotcconor:ia dodiquor. especial
tonat^o ro problona do Conservaç~jo e Preservação de I^ibliotocas,pro
picirando, tanto quc'Jito possível, a orgpjaizaoão de cursos ospooiais,
confiados a especialistas eo assuntoj

2,1

Gor.tinua a noccssidado de scre:; ninistrarlas nas escolas '"^e bibliotocop-oria as disciplinais Conservação e Rostauracão d.c Livros o Docurontoc,

O Dr. Paulo O-irneiro, rcpresent-nte do ' rasil junto a

UioSCO, declarou à ir.pronsa er naio do 1 960, quo pretende fund-^r
no .'Tasil o Hjspitrl do Livro nos roldes do que existo naquele órgão internsteioncl de cultura.
que SC incentive o. in3tal?.ç~j0 do l?.boratorio3 paro. consorvaçojD, pro
aor^/ação o rcst.'.uran?o de d^curentos no.s principais .l'ibliotocas :'o
país ou en órgr.o3 cria'os ospeci iJ-Donto pnra ô.osô fiii;
3.1

A posar do assunto :'.croccr a "aior atonção, torna-se difícil a sua
aplicação o vulgarização, devido a f'-JLta de recursos finmr,:cirpa,

At

que se recononde no líinistório de Educo.ção e Gultura do 1 rasil a
criação do Instituto íTo.cion.al do Prcsorvr/;;,ão (!c Arquivas e Tibliotocas;

i.l

Ato hoje nenhu;';a providência foi tornada neste sentido, a pesar das
declcraçoes do Dr, Paulà O'irnciro o do escritor Josué Hontcllo que
afir .rr. existir na 1 ibliotoca'Facional 500,ono( quinhentos rdl) volu
r.e3 nccossit.ando tratar-cnto adequado,

5.

que os bibliatcc.arios prostor a relhor eoopor -çao ao Progrrva de
Trabclho da FID/CLíí, prontificando-sc a colni)or;ir nas corpilarõcs

cm

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�- 29 -

do Guia das Bibliotecas Especializadas da Anerica Látina e Gatnlogo Coletivo d®~P«irt0ddrco3--T©oTiico--ülentijjLcos dassé Henisferio;
ter sido dada pelos bibliotecários a quem este
sunto está afeto,

O Instituto Brasileiro de Bi"bliografia 0 Docu-

nentaçno (IBBD) publicou er. 1 962 o Guia para Intercâi-bio Bibliográfico das Bibliotedas Especializadas Brasileiras.
6,

que a proposta de Regras de Catalogação para os nor.es portugueses
G brasileiros, apresentados por Dona ÍLaria Antonieta Requino Pio-.
dode, seja subnetida a apreciação da Cor.issão Brasileira de Catalogação j

6«!
•

As propostas forai.. devidarente apreciadas pela Qor-lsa^'
nadas er princípios apresentados a Gonferôncia de Paris realizada
de 9 a 18 de outubro de 1 961,

7«

que, aâér. da contri^iigao especificada na recor.endação nS 6, tor.e ,
a Cor.iasão Brasileira de Gp.talogagäo coro base para seus estudoa 03
trabalhos anteriorr;.ente elaborados, neste sentido, por Irene dc Ife
nozes Doria, pelo Serviço Contrai do Bibliotcc?vS da Universiâ;ide do
*•
*
Recife, por N.aria Luiza Monteiro da Cunha e pela tradugao' do Codigo da Biblioteca do Vaticano, Regra 3Ö-A, de autoria do Professor
Otávio Calazans Rodríguesj

7il

Â Presidente da Oorissão Brasileira dc Catalogação ton convocíwio
Rcuhioes suöeäsivaa ondo são estudryáoá todos 03 problcr.as píôpo3t'&gt;34

8,
,

que a Comissão Brasileira de Catalogação, divulgue ato 10 do nargo
de 1 961,. inpreterivol^iontc, a proposta final que oxprcíjsa a opiíji^
da raioria dos bibliotecários do Brasil no quo respeite à foir-a do
^rcprosentação dos nores brasileiros o portugueses;

8,1

'

trabíj-ho apresentado c divulgado dentro do prazo estipulado, tendo
Portugal•através do seus roproscntantcs na Conforoncia do :Pari3,con
cordado cor- as propostas da Corissão Prasiloira do Gatalogjogão,
i

9,

que 03 estudos da Conissão Brasileira do üatalogaç.ão, no cíoncomon
A
n
^
te aos nonos brasileiros e portugueses, ostojar.^. ultirados^ on cara
tor definitivo, por ocasião da 2^ Reunião da Goni3.3ão, on tAbril do
1 961, no Rio de Janoir-:i, quando se reunirá a I--D/CDUj

9.1

iuiiprida no teiupo deterrinado.

■x

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�- 30 10,

quG scjan designados dclcgadoo oficiais do Erasil a Gonforência
Internacional de Cfitalogação, a ser realizada cr: Paris, de 9 a 17
do outubro do 1 961: 1^ Delegado - Maria Luiza Monteiro da Cunha,
Professora do Catalogação da Escola do Sociologia, o Política de São
Pauloj 22 Delegado - Lydia do Queiroz Sar.iboquy, Professora de Cata
logac"ß do3 Cursos da libliotoca Nacional, e cono Dolôgados Suplon
tc3í Adelpha Silva Rodrigues de Figueiredo, Chefo do Oatalogacr'o
d?. Eiblioteca Municipal "Mario de Andrade", do Soo Paulo o Francis^
ca Portugal, Diretora da Divisão do Catalogação da Mbliotcsca Na cional; reconondando ainda que procedidas das Conoidoracõoo

a

antoccdon, constantes da Ata da Sossão, a reconondação seja coiiuni
cadai a) Ao Magnífico Reitor da Universidade de São Paulo; b) to
Presidente do Conselho Nacional do Pesquisas; c) ao Diretor da Ti•blioteca pública líunicipal "Mario do Andrade", do São Pcoilo; d) .-r;
Diretor da riblioteca Nacional,
10,1

Êstes Delegados forarr; designados através de ofícios enviados poJ.a,
Federação Brasileira do Associações de J-iblioteccxios (FEEAJj),
\
TEIA

1,

II

~

TRÁEALHOS

APRESENTADOS

6 auxiliar do Fibliotcca e sua fornação profiS3Íon:Tl, por Hcloica
de Alr.cida Prado,

2,

Aspectos sociais da forr.:ação do bibliotecário, por Mrxia Lotícia An
dr.ade Lina,

V
Considerações sobre o Currículo Universitário de l ib-lioto.cononia,

3,

por Abner Lollis Corroa Vicentini.
.'4-,

O ensino de línguas, estrangeiras-para os bibliotecários, J)or Hcl';'i
sa Tedciros, ■

■
1.

'

.

RSBOLUCÕES

E

'

■

.

COITCLUSDES •

i

.

^
i

■

que as oacolas de bibliotocononia intonsifiquor., er seus cjurrículos,
o estudo das .ciências nccossarias a una rclhor cor-prconsâdi do leitor, seus-interesses e hábitos;

1,1

I

Forar: incorporadas aos currículos das escolag^, naterlas dqí cunho
prodorlnontoncnto cultural,

2, •

Oque ao escolas de bibliotecononia se proocupon con o conhoícir-icnt*;
da cor:.unid,?dc, treinando os futuros bibliotecários na obsoírvação
do r.-.eio social, para'd.ar base sólida ao planejamento do soiu trnba~
lho junto ao public .o;

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�- 31 -

2.1

Ê dn or.axn aa cac .-'las

Tg-uiizirci.. visit-^a a bibli jtocio, &gt;ndo &gt;rj r.
A
^
lU3A- ri p,-.dc: . obaorvar os trabalh'£3 tocnicö'D o do ?.tc;iäir:ci:..t ^ ai pu-

blico,
3.

quo -:'.a rcsr.r.s cGcolas proporcioncn •a:^c5 scuü aliuioö c'^nhccii.;-at ü a
1iualizad?c3 do Rola.c~cs Piíblicas c Publicidade, p'tra ur. r..olh'ir ap?xc
lh,-r.cnto da bibliotcca, cr. 3ua fungão cdacativo-^oci-ij.;

3.1

íbg"crj dcajaa r'atcrias cotõo sendo rinictradas 3-)T..ontc naa cjcguintc£i cccolas: Eoc.da do libliotccrinorda c Dvcur.entaçã" da Univoroidadc da

Pesic.::l'.)gia daa Rí.^lac~cs Har^r'jiao, ?;3lcologin. dPu-

blicidade j Eac^la de ribliotcc:"-naria d" Universidade dc Ca"'pinací Rolrp,"ea PÚblicao; E3c:&gt;la do I ibliotcc mor.ia da Univrrcidulo do- Rc'
cifc - pjic.-.l.igia daa Rol,ag3óD Hunanasj Scc^la do I'ibliotoc nixda ;
o D ca-.ent-^jção da Univcrnidado do x^aroiiá - RologÕcrj PÚblicia o Publicid-^dc; E::c^la dc ' ibliotcc-n-ria c D.-ca-.entacão do Sã~&gt; C xrl 'J
- ?&gt;.cl,nç(~cu Publicar; o Éi^.ica ProfiJui-^nal, cxo: pi") c3tc que devo 3cr
csogüid-:' urgnntor-.cntr polo/J .do: aia, que a íbUo ainr'a nã' se dcdicarer-t
A.

qu.c aa escol-.c-dc bibli-it-^con.c-ia inclua:'., definitivar.ente, a D'Cu

4..I

:.".ontagão, nÕ^o 3' e;-. seus ir^nos, r.as, t.^ibri-., e:i 3oaG currícul lOj
«w
*
Goi-prirla cata ro3:;'luçae quant? a inclusa? da r.atoria, porcr., no;.-, to
.das ao csoolas :.3trnt:u"\ o n.-^r.c dc ";'ibli"-tcc m &gt;ràa c D'Cu: .então"

5.

,

qttc a Dosu-entaçã-.. xnc ar j a apenas u'-a cado.ira a ser locibnada r.o
ulWr o

:"\o, aiv.:, ur- c .vnjunt-j. do disciplin-is o tccnic;ao 'que a-

■fcr.:vnjar,'. a t-^^talidadc do sou cavp-j, quais 00 j ar :

\
■'

pr.-jduoã:' &gt;10 decurontos,
roani"r&gt; de docur-.ont )q,

'

'

soloçaa dc d-)ca'".cnta3 c
repr-^dugã.í dc d-^cu' ont^s;
5.1

A pesar da ;-,atéria ser rinistrada ov. uj' ,aiio, abnngc t'do.o jo t'pi
, c-^s exigido St

6,

(^uc as r'atóri'.a subsic^iórias da Docurontagno, na r-cdida d;"i.s p'^ssibilida^-^es e das candiçõeo locaid brasileiras, sojar^ incluidas r-;
chrs-^i

6,1

Gor.o prescrovo a Rcs-^lugão, este!'nodida está sond &gt; ad'^tada dó ac'^r
do c-r: ao po^sibilidados do cara oscola, no que c.'incomo a professo
res espcci-lizad-:3.

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7.

quo a duração do curso soja, no nínino, de L, anos, a fin do quo -to
dns as disciplinas possan sor ninistradaa CDUVCDiontcriciTtc c-para
ni'vclar o-cursa de biW.iote«cmonia. noa donaio universitários do
paíaj

7,1

Soiàcnte a Escola do Biblioteconoria o Docurcntnçao,
sidadc da Bahia niniatra o curso op U anos,

a Univo£

A posar dessa Rosolu^

çã&gt; do Congrnsso, a Corlssão designada pela Diretoria do Ensino Su
porior para estudar o currículo nínir.o, sugeriu on sou trabalho

o

curso ie&gt;. 3 .■vnos,
S,

que aa escolas do biblioteeonorla tcnhar-, cn nentc que ostão prepar.^dido altas elites do téonicoo, não devendo sulwrdinar a reeetrutu
ração do ourri«ulo dt 4- anos a líossibiltdado do dirdnuiçço do nuiuo
ro do alunos e, sin, íjor on vista, única o tão sònentc, os suporio
tva interêascs de unificar n» Brasil a fomação do Vibliotccário c
do d;')cüncntarl0ta;

8,1

Sor. •onentári &gt;s, devido a olíacrvoção d,^ íten nö 7,

9,

que ns esaolas de liiWiotcconor.ia, cor. sou» curriculos her. rccstrji
turados, cr nível univcr»4tária, perr-it.or. que oS l»ibliotooário3 já
forr.iado» volton noa banco» cso':^!,arco p.ara se atwalizarer: nas tconj^
cao da Doouricntnção;

9.1

Cor. o pr;)grc3so da olcneia c da té«nica, a noccssldadc do atualiza
çno c inprcscindívcl para que o Mbliotcoário poosa bcn exercer o
seu r'.i»tcr, porcn, oònento alguu» oureos esporádicos de atualiza ção ven sendo rlnistrados, o não são nas escola«,

10,

que 03tc Gongreoso mtlfiqü.« a FID o a IFLA do que os braailoitoO
'

são c-intrári'.'3 à forr-acão cn separ^lo de l&gt;ibliotccário3 c docor'-eiv.
tnlistas c que -is escolas feraoilcir^as do biblioteeonorla e doouron

• .taçp.o estão aptas a riniatrar a» duas tccni**,?.«;
10,1

Notificação foita,

A Presidente da Federação í rasilolra do Jk»ao-

ciaçõca de fllbliatCaário» (FEFAT) er:, clíscurso realizado cn seasão
plenária, na 27- Gonfcrcroia da ITLk cic Edinbourg, datlirou sorcu
oa braaileir ^s contrários a forftaçãç cr. separado de bibllo-íjco-árioa
o docur-.ont-ilist'^.s,
11,

que idêntica corunicaçã^-^ seja feita, aos Reitores de todas aa TJr4.'versidados I rasilciras e ao líin.stoTio da Educaçãoj

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�-3^
11,1

C-&gt;:-.uiaic ^ç"„) cToanoccSo'ri.-'., o-- virtu Tc d?. Lei 4.,08^/62 que rcjul-^r-.rn
t.a a pr;fi3ij" r.

12

cao 3oj". roc;;-.crj''aj.

Senhor rrcüi-lcntc

Rcpúblicr. c ai iliniatr:

Eclucn-o" .■) c Cultura, que tü c-^Tg-' r! '"ri &lt;■fLirccao

I ibli , t c~ iT.?.cÍj-

:zcJl c do Ina ti tut) Ilacion-J. do Livr.-, acjrir.: rntrcguos definitivar.cntc a pr.-&gt;fiooion?.io diplor.ad.-^s p &gt;r Euc^las dc ribliotcc.inihia}
12.1

A. rcç :;-.cnd,::j(}õ.r: f: i c'nviada, r.oa nada ficou roa :lvidc ate o proocntc
r'-xacnt^.

Ajuar-'.^'.a-sc a inotalaga;? djs Gonoclh:;3 FcdcrcJ. c R-gionaia ^

do fiscalização profiosional,
13.

que seja rccor'.cndad,-) a-- Instituto Nacion-i do Livro a. assinatura
dc convcni-"u cor- aa ?rofcit!;iraí3 i-'unicipais a fii- dc que scjoi: cpta
bclccidos sistcrías do bibliotcc^a r.unicipaia que fiqucr. a cargc dc ■
bibliotcciári; 3 crodcnciados j

13.1

O Inotituto Hacional do Livr-, desde a sua criagã:), cr. 1 937, j'distribuiu as bibliotecas brasileiras 2.561.700 livros, sendo
54-»S58 as instituições estrangeiras.

O Serviço íTacional dc Tiblio

tocas, .rccer: criado, pr^põc-se a cxccutcj o que foi indicado nesta
Resolução.
U.

que seja rocor.endad^o ainda, ao Instituto Uacionol do Livro, quC dc
sonvolva cursos intensivos no inteíi T, ncdianto convênio cor. csp.o^
Ias dc bibliotcocnor.iaj

^
'

•

'

-

U.1

ilão rcali'feado,

.

15.

que seja solicitado as autoridades • onicipais d estaduais a criaço.:&gt;,
n-j quadTo de seu funcionp.li3r.o, o cargo dc auxili-^T de bibliotecário, a ser preenchido sò: ente pôr portadores dp certificados crátidos por cursos do Escolas dc ' ibiiotcccnx'-ia c D-icu;".cntacn;5 j

15.1

O c-rgo dc auxiliar dc bibliotec'-rio vai ser abolido na'próxir.a rccs
truturação do funcicnnlisrx) federal, tendo en vista a. Lei 4-.084/62
que rcgular.cntou a profissõ;?.

Os certificados fornecidos a pessoas

nao habilitadas cor. o diplor.ia, dc curso regular, nao so tora vricr
poTa contagcr. do pontos.

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�IE! a.

III

mrALHOS

APEESBITCáPOS

O billiotecário: este àesc;;nhecido, por Fice 1'enezes de Figueiredo,
c
A f'jr:.:açn.,5 de bibliotec'xi.'S, por Voline Cirdir.,
A profissões de bibliotec'rio-d-)Cir.eiit:irista., sitaaç"o e perspectiva 110 Irnsil, por Esr\er.-J.dá I-rjria Aragõo, '

RESOLUCDSS

E

COFCLUS^BS

que sejor. reforendc-dos as rec ^r.endoções do II Congresso rr2.sileiro
/de Liblioteconorla e Docii;-.entr^,~o, realizado cr. julho de 1 959, er:
Silvador, I^hia, a respeito da necèssidade de incorporação de tjdas
as escolas de bibliotecon:;ria e docurientagão as Universidades Irasi
leirasj
Exister- no pais, 10 (dez) escolas de bibliotecono:-.ia,
tão-incorpor-adas as universidades ond^ atua'-.,

8 (Oito) es

2 (duas), a de S~d

Paulo e São Carlos s"jo autônor as.

,

que seja recor.ondado a todas_ as associações de classe que r-.antenhar;.
entendiy.entos co;",:. os representcjites de seus Estados, na Cariara Fede
ral, através de cfici.:.s du pess:; ali-.ente, para a aprovação riais rápi
da do projeto de Lei ns 4..770/58, re regulnrienta o exercício da pro
fissão de bibliotecário no Irasilj
A car;panha foi levada a efeito pela Federação iTasileira de Associa
ções de bibliotecários (FEIAI;) cor. o auxílio de todos os biblioteca
rios, associados de sup^s filiadas,

O Projeto se, transfomou na Lei

ns 4,084/62.
que seja recor.cndada a Federaçao I rasileira de Associações de liblio
tecórios (FErAL) o de'- ais associações de classe que enviar. ner.o

-

riais 00 Presidente da, Bepública, a Gar .ara dos Deputados, ao Senc.^
do e aos Eovêrnos Estaduais reivindicando para o bibliotecário o
vel universitário, o que injusta'.ente lhe negou a Lei 3.780, de

12

de julho de 1 960, relativa a classificação de cargos do Funciona lis:.:o Federal;
Foi conseguido através do Decreto '^1.62A/62, que se refere ao nível
universitário do bibliotecário federal e por trab'?lho direto da Federação brasileira de Associações de Iiblittecários (FEIAI ), junto

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.O"
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lí

�- 35 no assessor responsável pela. çiateria no Palácio do Plrincslto,
que sejoi: conferidos cs. Professora Ljrdia de Queiroz S"r.baquy plicnos
podercs para elaborar e encar inhar a Cârara Feder?! ur:. Anto-projeto de Lei nö 3.7SO, de lã de julho de 1 960/ no sentido de c^nce dor ao bibliotecário portador de diplor.a de curso superior de bi blioteconoria, o nível universitário, devendo ser dado irediato co
nhecir.ento à Federação 1 rasileira de Associações de ^Jibliotecários
(FEIAL) do texto do Projeto e das providências encetidis a respeito, a fin de que possa ela prestar sua colabor.ação ao assuntoj
A.l

Conseguido pela Federação Lrasileira de Associações de! Libliotocários (FEIAL): íter- 3.1.

5.

que soja enviado ao Governo d'; Estado de I'inas.Gerais o seguinte te
lograi;a: Sessã^o Plenária III Congresso 1. rasileiro I iblioteconorda e
Doeur.ent.ação vg reunido Curitiba vg recorenda Vocencia estudar pos
sibilidade bibliotecários r.ineiros vg exerplo outros estados vg pia
no classificação crrgos pt;

5.1

Os bibliotecários : âneiros, assin cor"o os der.ais, per^ncentes nos
quadros do .funci »nalisro federal, fora^: reenquadrados, tendo en vis
ta o que preceitua a Lài 3«780/60 e seus anexos.

Os que estavor: es

calo nados do padrãjo 21 para cir:a, passeara"! a ser bibliotecários. n£
veis 12, lU» s l6; os que se situava:-: abaixo do referido padrão forrr.-; enquadrados no nível 7, cono auxiliares de bibliotecários.
6,

que se apresente ao Magnífico Heitor da Universidade do Paraná,Pro
fessor Flávio Suplicy de Lacerda, u.n renorial solicitando a inte gração definitiva das Escolas de Diblioteconorla, cor.o unidades re
gulares das universidades brasileiras;

6,lAtt:-Atcndendo ao pedido, o Magnífico Reitor incorporou à universidade,
o üurso de Liblioteconoria do Paraná,
7.
TEVA
1,

IV

-

TRAI ALHOS

APRESEI^TADOS

Inforr.ação técnica, base do progresso industrial, por Lelia Gnlvão
Cnldas da Gunha,

2,

A inforr.açãjo bibliográfica on P^rto Alegre, por Sully Irodbeck,

3»

Diversidade de línguas, obstáculo à inforr:ação científica, por Célia Ribeiro Zaher,

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1^

�- 36-'-'
u,

libliografia corrente br^-Sileira, por Laura ílaia de Figueiredo.

RESOLUÇÕES

1.

4

E

GOrCLUSÕES

que seja dirigido a Confederação ÍTacionai das Indústrias e às Fede
ragões Estaduais das Indústrias ur^ apelo no sentido do que seja in
centivada a criação, pelos grupos industriais especializados, de
Centros de Inforr.ação Tibliográfica, financiados por esses grupos,
er. conjunto, para Difusão de dados e inforr oçoes, tecnico-cientifâ^
cas, trabalho Sste indispenáável ao desenvolvinonto industrial do
paísj

1,1

Hesolução n^ levada a efeito.

Tardará ur: pouco, julga'-.os nos, pa

ra que os industriais percebar: a utilidade de tais serviços,
2.

que as universidades patrocinar- er. colaboração cor: a Industria, Se
rlnários sSbre informação Tecnico-Gientífica;

2,1

Desconhecenos quclqucr iniciativa nesse sentido, er. conjunto.

As

universidades, porer., ter. patrocinado a realização das Reuniões da
Sociedade 1 ro.sileira para o Progresso da Ciência, que dedicar: ur'.a
ã
sessõo para êsse ter a,
3.

Aape3*?-#adaagci£?ffiö33idaacajclöi" lb.cional do::fpiiaáãa3da a-pliaçÕo dos
Serviços do Tradução atualrcnto realizado pelo InstitutvO Lrasiloiro
do libliografia o Docur;cntação, cor: a crifeçao, naquele Instituto,dc
ur;. Serviço Central Cooperativo de Traduçõesj

3,1

A pesar das necessidades, serpre presentes, êese serviço ainda não
foi arpliado,

4.,

que seja rècor.endado aos Centros I ibliográficos Regionais que cooperer: cor: o Instituto Irasileiro de libliografia o Docur.entaçã^o no
controle das traduções científicas e técnicas realizadas no p,axs;

ii,l

Os Centros Regionais não ver: c^-.perando con o Instituto í-rasileiro
de Ii\&gt;liografia o Docur-entaçã-, (IDDD) no controle destas traduções,

5,
'

que seja recor.endado à 1 iblioteca ITacional, ao Instituto ITacionol
do Livro (IITL), ao Sindicato de Editores de Publicações Culturais
e a Câr^ara Frasileira do Livro (CEL), que prester:' t^da a cooperação à libliografia da Ai-.érica L.atina (rAL) a fif: de que o Lrasil,

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lí

�- 37 -

a prTtir da edição correspondente n 1 960, fique condignoriente repreaontndo n=.quela bibliografia;
5.1

própria publicação "lOletin I ibli^grófico Trasileiro" (nx), do
Sindicato ter-, saido cor: grande atrazo,

6,

que se rccor.ende o-o Ministério da Educaç-jo e Cultura que, atendendo
ro apelo feito pelos delegados dos países Latino-A.y.cricanos, reunidos pelo Sei:.inário Regional de Tibliogrofia, Docurientação e Perriuta
do Publicações, realizado no lléxico, sob os auspícios do governo do
llexico e da Ul'ESCO, no período de 22 de nove::bro a 4 de dezembro do
1 96o, concorder: er: custear a edição da bibliografia da A::érica Latina, correspondente aos anos de 1 960 a 1 965»

6,1

O L'inisterio da Educação e Cultura, não atendeu, ate a presente da
ta, ao que lhe foi solicitado.

7,

que se recoriende às bibliotecas e aos bibliotecárias, através do.s
associações de olasse, à Câr.ara Irasileira do Livro e ao Sindicato
dos Editores do Publicações Culturais que se intcrosser. e;". obter
que os edit^ires er. geral rer.etan a l iblioteca Haci nal os exor.pl?j-.
res correspondentes ao Depósito Legal, a fir: de que fique tão conplcta quanto possível a bibliografia brasileira;

7,1

-Alguns Editores ter: enviado regulamente sua contribuição à liblio
teca I'acionol, porér:, a pesar dos esforços, a obediência ao que pre
ceituoL: os Art. 5, que regula a natéria en n sso Código Civil, não
é total,

8,

que seja reco:.:endado aos bibliotecários, através das AssoGi?.ções de
Classe, que so interesse::: pela rcr.essa regular de exer.plares das pu
blicações periódicas técnico-científicas brasileiras de bibliogra fia e docu::cntaçãjo, à Av, General Justo, 171 - Rio de Janeiro - Gua
nabra-t - o ao Centro de Docur:entaçãjo Científica do Mexico;

8,1

Os bibliotecários vên curprindo na rodida do possível, no que conserne ao Instituto Irasileiro de libliografia e D^curentaçõo (EID),

TEIA
1,

V

,

I^L:tcgE3&gt;pfr;LIG.'.U3.EarT£RC3Ü^^^

Relações públicas e publicidade er: 7ibliotecas públicas brasileiras,
por r.ancíy Meirelles Junqueira,

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20

�- 38 2»

A âer.ana ITaclonal da r.iblioteca^nporríiSíit;'. por Lourdes Mesquita
queira, de 3":: P-.u?l ,

3»

Doontologli e ética profissionnl, por Laura Garcia Ibreno Russo,de
Relações Publicas e intercarbio nas Eibliotecas do Rio grande dc Sul,
por lünda Groisr.an e Lu urde s Gatharina Gregol«

RESOLUÇÕES

1,

E

COÜCLUSDES

que se recor.6nde ao Poder Executivo o ao Podde Legislativo o estudo d"5 possibilidadds de ser concedida isenção de tarifas postais
prra a realização de intercârbio de naterial bibliográfico entre b^
bliotecas e serviço de docur:entaçãoj

1,1

Êste tópico já ver: sendo notivo de preocupação desde a realização
do I Congresso I rasileiro de Tiblioteconoria (ver Tena nö V, iter.
n9 16)

Algunas instituições gozar, dessa regalia, nas a r.aioria de

Ias lutar: oon grandes dificuldades para r:anter er. dia as suas rer:0£
sas,
2,

que seja corerorada, anualnente, pelas bibliotec^-s brasileiras a Se
r.aaia ITacionrJ. da liblioteca, incentivada e divulgada pela Federação
Irasileira de Ass-^ciações de 1 ibliotecários(FErillO, pelas Associa. çoes de 1 ibliotecarios e pelas Escolas de Diblioteconorda e Docurien
taç?o;

2,1

Esta proposição riereceu plena atenção da Federação Brasileira de As
sociações de Libliotecários {FEíAr) que conseguiu o Decreto na 884/62,
que fix:&gt;u a data er: âr.bito nacional de 12 a 19 de r.arço,

3,

que seja criada, pelo Instituto Uaeional do Livro, una ConissSo nacional para organizar as Gonenorações da Ser.ana ITacional da Biblioteca, no aribito nacional e que o Instituto entre en contato con as
Associações de Eibliotecári .-s dos Estados para organizar Gonissões
Estaduais e límicipalsj

3,1

A pesar de ter sido conseguida o Decreto, a Conissão nao foi organ^
25ada pelo líinãstério da Educação e Cultura,

A,

que se recor.ende ao novo Govêmo I rasileiro, a se instalar a 31 de
janeiro, a reestruturação do Instituto ITacional do Livro, para ada£
ta-lo as necessidades atuais das bibliotecas brasileiras;

�- 39 -

O p?.ís atravessou grave crise política o que ir.pediu o enca.r;.inha ::.en-tc do pedido.
que SC reretn, à Consideração do G^tólog:) 'Joletivo Il.icional, para es
tudo, o Ante-projetn de Lei sobre E:prestir,o Interbibliotecário, apresentai^d por Odette Sena de Oliveira Penna;
Êste ?jite-prc jeto de Lei está aos cuid.^dos d:; Instituto I rasileiro
de libliografia e D-cu'-entacaD (HTD),

Aiér. do trabalho citado na

Resolução, existe outro, apresentado pela Associação Paulista de
b^i;tecários de autjria dos bibliotecários Aüce Ga;:argo Guornieri
e liaria Ant-nieta Feiraz (publicado FErA: , Z^letir.:, v,5, 3/4-»
36-38, 1962)
TEIA

VII

-

TEIAIALHOS

xiPHaSErT.'JOS

Atual situação das I ibliotecas er. leio H -^rizr^nte, por Annaiz liaria
Pereira Vinl,
Inforr:ações sobre Tibliotecas Escolares da Secretaria da Educação
e Cultura do Rio Grande d^ Sul, por Elvira Tarcelos S-^brai.

RESOLUÇÕES

E

GOrCLUSOES

que seja enc^tinhad^. ao Centro de Pesquisas e Orientação Educacnd^
nais, da Secretaria da Educação e Cultura, do Estado do Rio Gr-:'n.de
do Sul, una rec r.endação

que o Curs.'^ .'ásico de Tibliotecono -

r.ia daquele Oentr • seja realizo-do e: caráter pernanentej
O Ourso de Tibliotecononia do Rio Grande do Sul, funciona junto a
F-^-culdade de Ciências Econorácas, da Universidade do Rio Gro.nde do
Sul.
que seja feita u;;.a reconendaçã^ as Secretarias de Educação e Cultji
ra dos Estados, no sentido de que sejar;. extendidas a;s professores
bibliotecários, portadores de certificdos ou diplor.as de bibliote
cononia, as vantagens concedidas as professoras cor. regência de cia
se j
Sendo a r.aioria das escolas, unidades dependentes das universidades
os professores, fatrinentc, gozar, das regalias de professor uiiiversit'j*io e nada ten a ver con a Secretaria da Educação do Estado,

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�~ 4.0 -

3,

que seja solicit'^^da a Fcderagão T risileira de Associações de

iblio

tecarios (FE"ííI ) a criaçr^ do ur.:a cordssao de estudos para o proble
na das bibliotecas escolaresj
3.1

A efetivação desta propositura será levada a efeito durante a reali
zaçãc da reunião da FE'Al , en Fortaleza,

4-.

que essa r.esr.a Gor issão estude a possibilidade de assinatura de con
vênios cor.i as Secretarias de Educação dos Estados para. o estabeleci
TAOnto de un pirxio de assistência técnica as bibliotecas; do sistena
escolar brasileiro;

4..1

Una vez constituída a Cor.issao, esse plano será devidar.ente elabora
do,

TEir^.

1,

VII

-

THÍJ ALHOS

AITuE3E'T.J)0S

A FEI iil e suas Associações Filiadas, por Laura Garcia Moreno Russo,

2
iussolucCes
1,

E

GQ-GLUSOeS

que sejar: fornulados votos de louvor às seguintes Instituições: a)
-i,*i.ssociaçao Pemarbucfiaa de I ibliotecários, por ter organizado o
I rJongresso Trasilciro de ribliotec:&gt;noniaj

b)

íi. Associação lahia

.na de Tibliotecarios, por ter organizado o II Congresso Tr^silciro
de .&gt; iblioteconorda e Docunentação j

c)

^ ' ibli?/teca Publica do Pa

rana e a Universidade do Paraná, por teren organizado o III Oongre£
so .. rasileiro de i iblioteconor.ia e Docunentaçãoj
1,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

2,

que se faça u:.; apeld à Universidade do Ceará e à Tiblioteca Publica de Fortalezc. para que organizer. o r.ais rapidar.ente possível, suas
Associação de Tibliotecários, tendo en vista a próxina realização
do IV Congresso I rasileiro de I iblioteconoria e Docanentação naque
le Estado;

2»1

'

Esperarmos que esta. Associação seja. criada .durante este IV Oonclavc,
para nelhor aproxir.ação dos bibliotecários desta Região con a Fede
ra^ao Irasileira de Associações de Pibliotecários (FE; A'~),

3,

que seja solicitada a FEÍ A", tend^ en vista a recor.endação do Professor Zeferino Ferreira Paulo, a criação de ur;a Gonissao para es-

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�-'41 -

"budrx o regulamentar a. realização de Cutsds periódicos de atualiaç];
gão de conhecimentos de ribliotecononin e Docu:::entagão, destinados
íUds bibliotecários, especialnente aos relacionados cor. Escolas de
• iblioteconor.ia ou con funções diretivasj
3»1

^ FEriil nantén interc*â:.:bio con todas as Esívolas de Mblioteconorda
e delas espera receber a colaboração no sentido de seren instituídos cursos periódicos de atualização de conhecirentos para bibliotecários,
\
Km,
os probler .as rela.tivos a ; xblioteconoi .ia e a Docanent-^gao, de
interesse luso-brasileiro, sejan inseridos con r.aior destaque dos
ter..nrios dos futuros Golóquios Internacionais de Estudos Luso-lra».
sileirosj

4,»1

Roalnente os probler;.as Luso-I rasileiros nerecen !.a.ior atenção nesses Coloquios r.as até agora a situação ter se nantido precária,

i*.

Corlssao EID/CDU propos ao 1 Colóquio, a se realizar er. Seter.bro
práxir.0 er. Portugal, a realizr.ção de una Heunião conjunta.
proposição não foi aceita,

Essa

O único trabalho a ser aproveitado no

V Coloquio, será o de Entradas de ror.es de Autores Lrasileiros e Por
tuguêses,
5,

.que seja consignado u:: voto d© louvor a Jo^é césio Regueira Costa,
ur.-; dos pioneiros da

ibliotecononia Ibderna no Recife e patrocinor-

dor do I '."Congresso ■ rasileiro de I iblioteconor.iaj
5*1

Providenciado pela Secretaria Geral,

6,

que seja consignado un voto de louvor a I ernatte Sinay ITeves, da
I ahia, por ter sido a prir.eira bibliotecária brasileira a ennetar
estudos e apresentar propostas visando a criação de Federação d©
•Associações de I ibliotecários do Trasil;

6,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

7,

que soja consignado ur". voto de louvor a Guionar Oarvalho Franno, do
3ao P3.ulo, pela. verdadeira obra de catequese que desenvolveu naquele Estado, cor.0 urva das fundadoras da prineira Associação de 'iblio,
tecarios do I rasil, a Associação Paulista de I ibliotecários (APIl)

7,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

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�- A2 ~
8,

que seja encxiinhad" à Universidade do r^ecife a expressão do recoiihecinento des bibliotecários brasileiros por ter sido ara das pri
rieiras a acolher ur. corso regular do 7 iblioteconoriia, de 1 950}

8,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

9«

que seja observada a seguinte norna no IV Congresso ; rasileiro de
Tibliotoconor-ia e Docunentagão:

após as discussões dos diversos

ter.as, as reconendacões dever~o ser lidas, antes de serer'^. postas
er. votação, para que os Congressistas julguei- se elas representar.;,
recüLnente, as conclusões obtidas durante a discussão}
9.1

Esta crden de trabalho deverá ser observada no Congresso,

10,

que sejai^i designados Congressistas para acorpanharer. as reconondações votadas o apreeent.aren na I sessão do Congresso seguinte, o re
sultado do trabalho feito, pcja que os 7ibliotecários possan tonar
conhecinento do fruto do Congresso anterior e das causas que notiva
rar. os resultados negativos de algunas reconendaçÕesj

e que se jau

encarregados da realização desse trabalho, con relação ao III 'Congresso Trasileiro de Tiblioteconoria e Docunentação o seu Relator
Gerrl e o seu Secret'jrio Gernl;
10,1

rieconend-gão da r.orpetência do Ti-elator-Geral, quanto ao III íongres
so.

Quanto aos dois prireiros, as autoras deste trabalho char.iarar:

a si a respdnsabilidade de fazê-lo.
11,

que seja consignado uri voto de Iduvtss: à bibliotecária Francisca
Tuarque de Alneida, honenageada deste Congresso, por ter enpregado
o r.elhor de seus esforços na introdução da l iblioteconor-ia no Esta
do do Paraná e na organização de sua I iblioteca Publica;

11.1

Providenciado pela Secretaria Geral,

12,

que sejan consignados co:;o honenagens posturas, vofos de louvor ao
lagnxfico Reitor Joaquin Anazonas, da Universidade do Recife e ao
Dr, Jorge de Andrade líaia, bibliotecário da Faculdade de Lfedicina
de São Paulo}

12,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

13,

que seja consignado uri voto de louvor ao líagnífico Reitor, Professor Edgard Santos, por ter apoiado e estinulado, desde a fundação
da Universidade da lahia, en 1 9A6, a Escola de liblioteconoria da

�- 43 13.1

Tahia, proporcionando-lhe os .;.eios de funcionanento en instalações
de outras unidades universitárias, reconhecBBdo-lhe, er: 1 953, os
diplor.as anteriorriente exi^edidos pela Escola

e incluindo a ::esria,

en caráter definitivo, entre as unidades que co::põen a Universidade

da I ahia, através o novo Estatuto da Universidade, en fíaio de

1
13.1

Providenciado pela Secretaria Ge-i^al»

14-,

\
que seja consignado uri voto de louvor a Gorissao Organizadora e Executiva deste III Congresso, aos colaboradores e denais coiiponen-tes de todas as sessões que tão ber. se desincunbiran de seus traba
lhosj

14..1

Providenciado pela Secretaria Geral«

15.

que através da FErA:

e das Aésociações de niasse, os l.ibliotecários

Docur".entalistas procuren apresentar trabalhos e participar das reuniões anuais da Sociedade J rr^sileira para o Progresso da Oiência
(SrPG), no setor Infor: agão científica e Docur^entagão, a fir. de que
se estabeleça r.aior contato entre bibliotecários e especialistas
dos diferentes assuntosj
15.1

Isto vBn sendo curprido regular: ente pelos profissionais e coordena
do pelo Instituto b rasileiro de ' ibliografia e Docunentaçao (ll"ID),

16,

que seja recov.;endada à Organização dos Estados A;;ericanos (Dr, José
A., Ibra, Secretário geral, Pan Arerican Union) e ao Departaiiento de
Estado dos Estados Unidos, a convocação da III Assenbléia Geral dos
jbibliotecários Anericanos;

16,1

Esta convocação não pode ser feita por ter sido cortada a verba a
ela destinada, segundo ofício enviado à FK A", pela Senhora Ilarietta Daniels, da Organização dos Estados Anericanos (OEA),

17»

que seja reconendado ao Governo, que se instalará no País, a partir
de 31 de janeiro, o estudo acurado do atual sister.a de importação
4
de livros no Trasil, recor.endaddo a adoção de u:i dolar-livro para
a sir.plificagão do r:esro&lt;,

17.1

Infon:ações obtidas na r;ãi-.ara " rasileira do Livro:a situação e precaria no que diz respeito a importação de naterial bibliográfico»

18,

que sejan Apresentados agradecimentos a Federação Internacional de
Docuiuentação (FID), a Federação Internacional de Associações de Ti-

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�— u u ~
bliotccários (IFIA) e a A33ocia5~.o do ribliotec^xios Anorica-nos
(ALA) p;'ir 3c terer; feito roproscntar no III Congresso Lrasileiro
cIg l ibliotccTnoria o Docur^entação;
Prr)Vif1enci"rlo pol?^. Socretaria Gorai,

*

•

^

que seja 'ixsGito o convitc do Magnífico Rcdtor Antônio M.artins Filho, da Universidade do Ceará, ç)ar.a que so realiza er. Fortaleza o
IV Congresso rrasileiro do Libliotcconor ia o Docur:.enta5ãcjj
Aceito,
quo a data de realização do IV Congresso rrasileiro de Fibliotecç,
norla e Do«uiiont.ag"£) seja, cr princípio de julho de 1 962, ficando o l%gnífico Reitnr da Universidade do Ceará autorizado a troiis
fcrí-la para julho do 1 963 caso julgue oportunoj
Adiacb, r.as curiprido dentro do prazo legr-l,
que seja rccor/endarlo à. Universidade do Ceará o entrosarento con a
Federc^no Jrasileira de Asaociagões do Eibliotocáj-ics (FETAD) o o
Instituto Drasileiro de Fibliografia o Docunentanão (HTD) prj:a a
orgfyiizagäo do IV Congresso Irasileiro de 1 ibliotccononia o Docur.^cntagão;
Guxprida na integra,
que soja roconendada a Univorsido.de do Ceará a adogao do Regula —
nento do III Congresso Trasiloiro ''Io riblioteconoviia e Docuricntagõo para servir coro estatuto bási«o do IV Congresso, princip?!nente no que so rofore ojo Artigo

que detorr.ina devore'" os tra

brilhos apresentados ser de autoria de bibliotccíj^ios-docunentalis
tas diplonados por Escolas do riblioteconoriia e Doe urgent aç?o;
Resolução intoiranentc observada.
que o Ter.ário do IV Congresso j.'rasilciro 'Te ] ibliotoconorla o Docu
r.ontpjç~jo seja o seguinte:

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�- K5 -

2-3.1
IV

COnCKESSO

ro-'.liz-'.c'io

or.

rRASILEIRO

FTrt.nloz?..

DE

Gerará,

J Ii. LIOTEGOIIOMIA
de

7

a

1Á

E

DOGUI'iEIITAGiO

'lo

de

1 963

TEMiÍRIO

TEIA

I

^

PROGESSOS

TÉGNICOS

E

IFTEílCÂ&gt;C 10

a) iVquisigoD planifiçada
b) Gn.tpJ.ogos c^lotivos; catoiogação cooporativa c contrclizada,
c) Ntvas tcndcncias do nomalizoxjão dos trabalhas do oa
;balog:^^n.o c claosificagno,
d) Er-.prcötir/iS ontrc bibliotocas.

TEIA

II

»

MILIOTEGAS PÚ: LIGAS, UTAÜTO JUVENÍS, Ali ULANTES E ESCOc
Li'iRES

(

a) Sistcras regionais de bibliotocas públicas e r.uiiieipais: seus serviços e atividades.
b) Papel da biblioteca no plrJX) nacion?! de educarão,
c) 0 I?'.jtituto NacionpJ. do Livro c progroj-.a nacionrj. pa
ra 0 dosenvolviyento dos serviços las bibliotocas p4
blicas.
d) 9 SESG, 0 SESI e suas bibliotccAS oj^rbiilantes,

TEIIil

III

^

lí-iFORIiAçJlO

GIEHTÍFICA

n.) ] ibliotec?^ Universitárias, Função "las bibli otocas
centrais universitárias
b) I ibliotoc.as especializadas
c) Gentr 13 do documentação e inforra.ção técnico ciontífica
d) Toletipoc na infor:-a.qão
0) Org-^iiização da bibliografi i nacional
f) Mecanização bibliográfica
g) Centros de rcproduç.ao de d^cunont^s: orgojiização o
o.p are 1 har o n to
h) llorj^olizacão da docur'ontanäo
o
1) Ter;-.inologia cientifica

cm

1

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�- 4-6 -

T3Iu

II'

-

EDUGAçAO

do

j i: LIOTEGÍííIIO DOCmiErTALISTA

Cl) Toii':lGnci?.3 no'-lernr'.s (■"'os currículos
b) Intorcprbio entro as Esc-^l-s r'c J ibli":tccor-o::ia
c) rbyli-icnto p.ssoci?.tivo n-niinnl o intorm.cioncl FIL] iJ'^ Assici.-ügõcs ii'^.cionais, FID, FID/CLiV, ISO
o IFU
d) ético, profissional

TEllV

TEMI
23.1

V

:JEl!Trt.iL

ARQUIVOLOGIA

iv EDUGAÇilO AmVl/^S DA : U LIOTECA

Cunpriclo na íntegra^

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1

�- A7 -

Uosso objetivo ao orggmizajr o presente trabalho foi o
de pràporcionar aos bibliotecários brasileiros, uma visão panoramica
das realizações dos três Congressos Brasileiros de Biblioteconomia e
Documentação que nos antecedem.

2,

Que os bibliotecários brasileiros tomem ciêncià de to

das as proposições e realizações destes Congressos, e também de tudo
aquilo que, proposto, foi impossível a concretização,

3,

Gostariamos que estas considerações servissem de guia

para o plenário dos futuros Congressos, a fim de que estes rediscu tam os diversos tópicos que, tendo sido aprovados, não foram aplicados, seja por estarem, no atual estágio de desenvolvimento biblioteA
conomicos, desatualizarlose superados; seja porque, devido a condi ções varias, nõí) sõa mais realizáveis.

4-. Que as Conclusões a que chegarem os vindouros '^ongres
SOS de assuntos biblioteconômicoü e documentários sejam de caráter
ds3enci,almente prático e objetivo, para que possam ser satisfatoriamente observadas.

Maria Alice de Toledo Leite

/ílaria Cecilia Pimenta Pinheiro

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTBCONOIflA B DOCUWTAÇÃO

Integração e desenvolvimento das bibliotecas na vida nacional
por
Maria Orlando de Andrade Bezerra Seixas

Fortaleza
1963

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO IE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIMDE DO' CEARA
7 a 14 de julho de 1963

TEMA II

-

BIBLIOTECAS PÚBLICAS, IKPANTO-JTJVENlS, AMBULANTES E ESCOIAEES

INTEGUAÇÃO• E DESENVOLVIMENTO DÔ.S BIBLIOTECAS NA VIM NACIONAL

por

»

MARIA ORLANDO DE ANIRADE BEZ^ERRA SEIXAS

(COMUNICAÇÃO OFICIAL)

CDU

^ +

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027(81)

Biljliotecária da JEaouliia^ d&amp; ,Me&lt;ii&lt;xÍjaa--4Ía/-4Izürírersidsuie ào Reoif©

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�te:a II - bidliot::cás püblic^íS, etfa,&gt;-To-juvsnís, Mmwxns s
JSCOIjAIIES

Integração o dc-sonvolvin&amp;nto das Bibliotecas na vida ne.cional

por

liaria Orlando de Andrade Bezerra Seixas

Sinopse

!♦ Sisteiíias regio ais de BibJÃotcicas iúblicas e Municipais.

2, Papel da Biblioteca no Plano Nacional de Educação.

3. O Instituto Nacional do Livro e o prograiiia nacional para o desonvol
vimento dos serviços das bibliotecas públicas.

A» O SESC, o SESI e suas bibliotecas anbulantes.

Comunicação oficial

Associação Perna bucana de Bibliotecários

Recife

1963

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�teí:a II " bibliot;:cas pübliCí.s, iítfa., to-juvenís, ai-buláíites e
23C0LARES

Integração e clcscnvolvinento das Bibliotecas na vida nacional

por

Maria Orlai^do de Andrade Bezerra SeixaS

Sinopse

1. Sistei'ias regio ais de Bibliotücas Publicas e Municipais.

2. Papel da Biblioteca no Plano Nacional de Educação.

3. O Instituto nacional do Livro e o prograim nacional para o desenvol
vinento dos serviços das bibliotecas públicas.

U» O SESC, o SESI e suas bibliotecas anbulantes.

Coiounicacão oficial

Associação Perna bucana de Bibliotecários

Recife

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�1» Sistemas regionais de Bibliotecas rilblicas e ílunicipais

1,1, Bibliotecas gilblicas
As bibliotecas públicas brasiloirps não obedeceraii a um planejaraento geral, o que motivou a diversidade de aspectos e de siste-Lias estruturais com
que se apresentam,
A mais ii^iportante por ser depositária legal de todas as publicagões
do País, a Biblioteca Nacional inaugurou-se em 29 de outubro de 1910,
A mis antiga, a da Bahia, siargiu da centenária biMioteca dos Jesuitas, pelos pagos de 1557, em seu priiiiitivo edifício do Colégio. A 13 de maio
de 1881, a "casa da livraria" tornou-se então "Livraria Pública da Bahia", gi:aças ao Conde dos Arcos.
A do Rio de Janeiro, instalada em IQIO, reuniu inicialmente livros
do Conde da Barca o coleções da CaSa do Infantado de Lisboa,
Pernambuco teve a sua Biblioteca criada pela Lei P'rovincial n!^ 293»
de 5 de maio de 1852, instalada om agosto do mesmo ano, na Sala qi^e servia

para

aiolas de dosenlio no Liceu Pern3pi-'ncano, localizado no antigo Hospital do Paraizo# Daí saiu para funcionar no Colégio das Artes, em março de 1860, no Convento
do Carmo e em 1875 para a Praça da República, onde permaneceu ate 1930, quando
passou ao prédio que hoje ocupa, construído primitivaraente para servir de Cadeia
(2ê do Recife), e Câmara Municipal, Presentemente possui cerca de 80,000 volumes
na sua maior pgrte, raridades, A grande coleção sobre a guerra Holandesa é quase
toda constituída de primeiras edições, A sua Camoneana o das mais ticas do Brasil,
Nos Estados existem Bibliotecas Públicas. Algumas antiquadas, oui
tras com requisitos modernos, pois foram instaladas mais recentemente, O certo
é que nem todas contam com a devida compreensão dos Podlres l^úblicos, Falta-lhes
assistc-ncia material pp.ra

-^ar o seu patrimonio que aumenta avassaladora -

mente. Pela ordem cronológica inauguraram-se as seguintes bibliotecas estaduais:
Maranhão, 1829: Sergipe, 1851? Paraná, 1852; Santa Catarina, 1855; Ceará, 1867;
Pará e Rio Grande do Sul, 18711 Ariiazonas, 1873; Espírito S^nto, 1885; muitas outras no século XX, Ainda hoje e reduzido o número das que permitem o empréstimo
a domicílio. A do Estado da Guanabara, mais atualizada» possui um Setor de Bi bliotecas Públicas Populares instaladas em oito bairros da Cidade do Rio de Janel,
ro.
Verifica-se, por conseguinte, a necessidade de transformar o maior
número possível das antigas Bibliotecas em centros para servir, para dar sem favor nem liiiiitações, como instrur.iento destinado à promoção de todas e quaisquer
atividades dos leitores, MôColvin, secretário honorário da Library Association,
já fazia sentir em 194-3: "A Biblioteca Pública não pode ser considerada parto
fundamental da maquinaria educacional, mas em lugar disso deve deve desenvolverse como organização independente suplementar, destinada a auxiliar, não somente
a educação, porem qualquer tima. fase do pensamento e ação, nos quais os livros

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sejam do valor" (1). Um âos nanifestos da UIÍESCO (2) constituiu

a prii.ioira de-

claração internacional sobro a responsabilidade o as possibilidac^es da Biblioteca. Nsste docmento, descrevendo a potencialidade da Biblioteca, proclanou

a

crença de ser a nosBia "a força viva para e educação popular e para o desenvolvinonto do entendimento internacional e desse nodo, para a prov-ioção da paz",
A Biblioteca i\iblica cor.io instituição oficial ten que ser estabelecida e riiantida sob a clarividente autoridade da Lei 3 custeada pelas verbas pú
blicas; aborta en tomos eqUc.cionais para todos os nenbros úa conunidade,

sen

discriminar, profissão, credo, classe ou raça. Para tanto doverc' contar con uim
equipe ben treinada e orçaiiento adeqiiado. "Universidade do i-ovo", ela cooperará
na social deinocratização da Cultura.

1,2. Bibliotecas Municipais
As Bibliotecas Municipais brasileiras seguiraia, a grosso nodo, as
laesmas dirotriaes das estadua,is,
A princípio, localizadas na faixa litorânea, erabora alguns nunicípios do Interior hajaxi tai-abem reivindicado a fujidação de bibliotecas. Entre
estes: Vassouras (Rio de Janeiro), en 1872; Nazaré (Bahia), en 1Öü3j Bon Sucesso (Minas Gerais), eni 1905. Evidentenente, a história das bibliotecas nunicipais
brasileiras assinala duas etapas da sue. exisf^^ncia; Una antes, outra depois da
criação do Instituto Hacional do Livro. A segunda fase denonstra crescente o rá
pido aunento era nuLuero, de pequenos depósitos do livros localizados nos nais va
riados recantos do ii.ienso território nacional, que pertencen a conunas sen Eieios
nen condições para a plasticidade do seu uso,
São Paulo nodernizou a sua Biblioteca Municipal. Outras Capitais
acoiiapanha:i^j&gt;-lho os passos. Rociíe, tanbón cuidou dos j^robleiiiae de educação o
falta de bibliotecas. Souza Barros, diretor do Estatística, Propaganda e Turisr^io
da l^efeitura, a 16 de seterAro de ISIA, encaninhou uri projeto do criação do bibliotecas distritais e do uma biblioteca ambulante "que pudesse servir de,início
aos ar^T'abaldes não beneficiados". Dos esforços dispendidos no sentido de dotar
o Recife de urra rede de bibliotecas, sòriionte alguns anos nais tarde, con a adríinistração Pelópidas Silveira, fem possível atingir tal objetixro. Césio Rogueira
Costa, timoneiro deste enpreendirAento, rianteve o plano inicial de Souza Barros
e sustentou-o ato realiza-lo corApletanento. Para efetivação do projeto, Liuito
contribuiran aS pesquisas do Prof. Rone Piibeiro cobi un levantamento baseado em
dados estatísticos sobre leituras ocorrentes nos áreas que serveivi à população
menos abastada da cidade. Assin, vieram as bibliotecas popvilares de Encruzilhada, Santo Amaro, Ce.sa Amarela, Afogados, sortidas de livros destinados às pessoas pobres, de rcciu:sos lir^utados, tanto intelectual cono econômicamente.

E

para completsr o plano dessas bibliotecas, na sue. interdependencia, surgiram a
Biblioteca da Discoteca l^blica Municipal, especialij^ada em assuntos de música
e arte eíi geral, que funciona ao lado da própria Discoteca, a Biblioteca do Tea
tro Santà Isabel, dedicada à arte cênica, e assimtos afins, con um nostruário do

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objetos relacionados con a vida do referido teatro, o Posto de SmprestiiTio, que
consisto nunia estante colocada à esquinai de ponto central da Cidade na Avenida Gua.rarapes, com a pomanência de m bibliotecário, e a prineira Biblioteca
-Anbulante na paisagen da Capitc-l pemanbucana (3).
Ainda na Cidade do Recife - o Movimento de Cultura Popular, ainda pelo ideal de servir a ueic. região subdesenvolvida, estabeleceu-se em eqxiipes fornadr.s de jovens estudante^ que voluntariamente realizcjn pesquisas e desenvolvem atividades em horários diferentes, reunindo-se semanalmente para dis
cutir a possibilidade de novas iniciativas e prestar contas dos trabalhos etocutados» Prelirainarmonte, o MC? organizou em sua sede, no tradicional SÍMo da
Trindade, mis. biblioteca, de acervo selecionado por técnicos, destinada a aten
der os membros de suc;s equipes. Atualmente, posstii dior.s bibliotecas populr.res
integrantes do projeto "Meios inforiiiais de educação", Êste projeto tem por finalidade aproveitar os meios de comtinicação para educação, possibilitando atra
v6s do debate, desenvolver o espírito crítico, toma.r consciência dos problerr.s
locais e nacionaisí motivar e incentivar a organização da coLiunidade, O HlIE
empreende sua tc.refa educativa, no momento, em duas Praças de Cultura, nos
bairros de Torro e Iputinga, Cada Praça de Cultura conta com um Posto de Em-»
prestino de Livros, bem como Clubes que motivam a leitura na comunidade. A mó
dia de empréstimos tem sido elevada para fase inicial, levando em conta o número do livros que, devido a dificuldades financeiras 6 aproximadamente 350&lt;
No período de ferias a freqüência auraenta consideravelmente, chegando a âOO
leitores por mês,
O clube de Leitura funciona regularmente, usando para motivação
jojraais e registas. Os participantes do grupo discutem bastante e procuram che
gar eles mesmos a conclusões que permitem ação do grupo na área on que se encon
tram, A precariedade ma.terial destas Praças impede o funcionamento de uma biblioteca de âmbito maior,

2» Papel da Biblioteca no Plano Nacional de Educação
CuTiiprindo o dispositivo do n^t, 169 da Constituição Federal, relativo a reserva de verbas orçaiaentárias mínimas para as despesas com a manutenção e desenvolvimento do Ensino, a Lei de Diretrizes e B^iSes da Educação Na
cional estabeleceu em seu artigo 92, que a União aplique na consecução dc.queles objetivos, o mínimo de \2% de sua receita de impostos e, ao longo dos parágrafos do mesmo artigo fixou;
a) a constituição do Fundo Nacional de Ensino Primário, do Fundo Nj.cional de Ensino Médio e do Fundo Nacional de Ensino Superior, com nove
décimos dos recursos federais destiru?.dos à educação e distribuidos em
três Parcelas iguais;
b) o encargo ao Conselho Fedcal de Educação para elaborar o Plano de Edu
caçao referente a cada Fundo, executável em prazo determinado:
^ O-brlgaçao solidaria dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios

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no cunprlniento das verbas Kininas previstas pelo citado artigo da
Constituição Federal no âiabito de seus orçailontos,
ííantendo igualdade para três graus de ensino, na distribuição
dos recursos federais, condicionando a aplicação das verbas através de planos instituidos, e confiando a elaboração dos nesinos a ui-i Conselho Federal
de Ensino constituido por vinte e quatro neubros nomeados polo Presidente da
Repilblica dentre pessoas de notável sabor c experiência eni riatcria de educação, por -seis anos. O referido Conscllio foi instalf^do a 12 de fevereiro

do

1962, dando início a sua relevante tarefa, con o Plano Haoional de Educação»
Significativa nudança para o po-üs da Aiiií^rica Latina, con

a

maior proporção de analfabetos adultos e do crianças fora da escola. líuito
acertadas as medidas que tronaran a alfabetisação, ponto do partida para

o

desenvolviiaonto sócio ccônordco nacional.
Observando que qviatro lailhões de crianças brasileiras

entre

sete e doze anos de idade ostavan ausentes da escola, o Conselho Nacional da
Educação fixou o prago de 1963 a 1970, para alcançar un tipo do educação capaz de solucionar tão grave problem, Alen disso, traçou u'a neta a fin do
nelhorar o ensino médio e superior, o deu ênfase especial ao ensino técnico*
A Biblioteca que atua cono organisno ligado a Universidsuies,
Escolas, Museus, Institutos Culturais, está incluida neste Plano»
'

O Qrcaçiento Federal de 1963 dotou o Serviço Nacional de Biblio-

tecas a que se refere o Decreto n2 51.223, de 22 de agosto de 1961, cxaa

as

seguintes verbas;
2Q,02

Subconsignação 3 »1.22 - Para instalação o uc:: ;iivolvxi.icnto do bi
'dèsonvolisrixaaàto. dè -ttibli.otec&amp;.s universitárias

16

50»000.000,00

Subconsignação 3.1.07 - Para criação

e

instalação de bibliotecas escolares infanís, fijcas e anbulantes, en convênios
con territórios e Estados

125.000»000,00

Subconsignação 3.1.12 - Para anpliacão
e instalação de bibliotecas er.i estabeleciirientos de ensino nédio e bibliotecas anbulantes

125.JOOO»OOOrOO'

Subconsignação 3.1.19 - Para auxílio a
Bibliotecas Publicas o do Entidades Privadas, especificadas pelo orçanento segundo a relação

191.200.000,00

Plano de aplicação dos recursos aciiia referidos;
1« Para desenvol^inento de Bibliotecas Universitárias
e Bibliotecas Científicas existentes no País;
1.1. Universidade Brasília. Biblioteca Central

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1,2« 1-íanutenção do Sistcmído Aquisição Planificada
para conplenontsção das coleções de periódicos
científicos existentes no ?aís e aquisição de
periódicos estrangeiros de grande interesse para a Ciência e Tecnologia e que aind^ não podeia
ser localizados nas coleções das Bibliotecas
Universitárias e Científicas Brasileiras a ser
administrado pelo Instituto Brasileiro do Bibliografia e Docurientação do Conselho Nacional
de Pesquisas, através do Catálogo Coletivo Nacional de Periódicos

20,000.000/00

1,3» Aquisição de oquipanento necessário a reprodução de* docimentos e coniplementação de catálogos
pelos Centros Bibliográficos e Bibliotecas Centrais das diversas Universide^des do País

10.000,000,00

1,4-, Bolsas do estudos o roanutenção de cursos especiais para o aperfeiçoanento de bibliotecários
de entidades universitárias
1,5, Auxílio à organização

5»000,000,00

novas Bibliotecas Uni-

versitárias, principaTnnáto por neio de assistência técnica e para aquisição de coleções básicas do Pteferência

5,000,000,00

2, Para o desenvolvinento de Serviços Regionais de
Bibliotecas. nos terr-ios do regulamento aprovado
pelo Decreto ns 51,224-, de agosto de 1961, na
aplicação da verba destinada a essa finalidade
pí^lo F\mdo Nacional do Ensino Priniário;
2.1, Para aquisição de livros e composição de Bibliotecas Escolares infantis, que serão doadas pelo
ílinistério da Educação e Cultura, devidamente organizadas, a Escolas e Municípios que desejarem
aceitar orientação técnica do Serviço Regional de

,

Bibliotecas

50,000,000,00

2.2, Para organização e manutenção de Serviços Regionais de Bibliotecas, mediante convênio entre o
líinisterio da Educação e Cultura e Estados, Itoicípiosjou Entidades interessadas' om cooperar no
desenvolvimento desses trabalhos

20,000,000,00

2.3, Para aq\iisição de equipamento necessário ao per-

^

feito funcionamento de Bibliotecas Ambulantes:ônibus devidamente equipados; tocadiscos, máquinas
de projeçãoj etc,

50,0001000,00

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�Bôltjas de estudo c manutenção de cursos ospo-'
ciais pare. aporfGÍçoa:.ionto do pessoal para bibliotecas infantis g escolares

5.000,000,00

3» Pai'a desonvolvinento de Serviços Regionais de
Bibliotecas, nos têrijios do ílegulciionto aprovado pelo Decreto n2 51.224, de 22 do agosto de
1961, na aplicação da verba destinada a essa
finalidade polo Fundo Nacional de 3nsino;
3.1. Para aquisição de li-'/ros e coraposicão do Bibliotecas de Es'babelecisiiento do ensino aedio, que
serão- doadas polo Ministério da Educação o Cultura, deyidanente preparadas, a üscolas o Municípios quo dosejaron aceitar a orientação técnica do ui-&gt;i Serviço Regional do Bibliotecas

/^O.000,000,00

A aplicação das verbas mencionadas addxia denonstra que se intensificam ofotivai-iente os recursos técnicos da. Biblioteca brasileira. Os podores Pilblicos estão atentos às necessidades primordiais do ensino prirmrio,
modio o secundário, ííão haverá mis justificativa^para ICscolas sen Biblioteca, onde os livros, ate entãõ-í' constituian privilegio para alunos ricos, que
os adquiriam particulanaonto e onde gponas a ação do Instituto Nacional

de

Estudos Pedagogicos fazia-se sentir na distribuição de publicações pelos sons
Centros Regionais.
Em Pernambuco, por exemplo, o Centro Regional de Pesquisas EdúoekçáaÊaig do Recife, sob a direção do Prof, Gilberto Freyre, muito vem contribuindo não somente para o aperfeiçoamento do magistério, como na difusão do
livro em bibliotecas de cjcolas o colégios do nordeste, Ma antiga mansão de
B6li-.iiro Gouveia, em Apipucos, encontra-so uma das molhoreä hemerotocas especializadas em Educação o Ciências Sociais, complementada por um excelente
acc-rvo de livros já agora a serviço da Escola Prii-iária-'Experinontal

do

C.R,P.S,R.
A Secretaria da Educação e Cultura do mesm-o Estado rjantem uin Departajr.onto do Extensão Cultural e Artística, que promovo Cursos de Biblioteconomia ministrados pela Prof a,, liaria Letícia de Andrade Lima, a qvial orienta a criação de Bibliotecas Escolares Prii;iárias dinâmicas "onde a criança vá
às estantes, dê opiniões, colaboro".

(4-)

3 • O Instituto Nacional do Livro o o progrania nacional par^ o desenvolvimento
dos Serviços das Bibliotecas Publicas
O Instituto Nacional do Livro, vorgão subordinado ao ííinisterio da
Educação e Cultura, tem como finalidade promover, aujciliar, desenvolver e ori
ontar o funcionamento das Bibliotecas Brasileiras, Desde o começo da sua exis
tencia, registra todas aquelas que preenchem os requisitos exigidos em fórrau-

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las oficiais, para boneficic'-las com livros quo edita o fichas iiaprossaS pelo
SIC, I'ronovG Cursos do Bibliotoconoinia o publica livros que julga do Importân
cia (ontro estos, guias do bibliotecas nacionais). Cono resultado do tais oi.i»
proondinontos, as bibliotecas forain adotando novas técnicas, perdendo o cara%
ter estático do século passa.do.

O SESC, o SESI o silas bibliotocrs

4,1 SESC
Existem Centros do SESC ou iJucloos Municipais que dispoera do sala de
leitura G deposito para livros, com uq tipo ideal de biblioteca para caducar,
instruir, infernar o orientar aos leitores adultos, na oscolha e no conhecimento das literaturas, das ciências e das técnicas, contribuindo assin para a
elevação do nível cultural dos conerciários. No intuito do atender aos filhos
dos seus clientes, o SESC oferece às cric.nças oportunidade de ler, colocando
eni salas especiais, pequenas bibliotecas infantis. Pelo soxi Regulamonto e-lhes
facultado o eiiipréstir.io de livros. Adquiren livros conforne a preferencia

dos

leitores, apos auscultá~los sob a. forria do inquéritos. Entre as suas atividades constam CoMssões de Biblioteca, Clubes e Gronios, Exposições, Torneios
para grupos de freqüentadores, Conferências ou palestras, grupos de encadernação era reiiniões periódicas. A Biblioteca Arabvilante faz parte dos benefícios
que presta à inonsa classe, que passa o dia inteiro prosa aos seus afaaeros.
As Caixas-Estantos são de facll transportoj nianojo sinplos e aparência agradavol, O Orientador Social visita os estabolecrüiontos, toiia informções e divulga ao r.iáxino o conteúdo das Caixcis-Estantos, escolhendo para dopositá-las,
local onde haja encontrado mior interesse pelas nosr.ias, o con pessoa habilitada ao seu funcionajaento,

A,2 SESI
O SESI foi criado polo !Oecroto-Lei ns 9.4-03, de 25 de junho de 1946, o
qual conferiu à Confederação Nacionc.l das Indústrias poderes para organizar o
dirigir ura Serviço Social destinado a prestar assistência aos trabalhadores
da industria. A Biblioteca faz parto da Divisão do Educação Frmdanen'tal que a
delineou em tres setores: Bibliotecas Circulantes, Caixas-Estantos, Carro-Bioliotoco,, Todos funcioncja on conexão con a Comissão do Seleção de Livros, As
Bibliotecas Circulantes pomiton cor.isulta o eraprostino do livros aos trabalha-»
dores. As Caixas-Estantos sáo localizadas em áreas de concentração de industriarios, O Carro-Bibliotoca sorvo para ir ao encontro do operário no proprio
arabiente do seu traba,lho^ Pcrcorrondo Fabrlca,s, e ainda tende a chegar ato Sin
dicatos, Clubes de Trabalhadores, Associações Profissionais:,^ Círculos de Oporá
rios, Centros Sociais, Educativos, o de Aprendizado do SESI,
O assistente educacional o o educador social íianton contacto con entidades interessadas, conpetindo a anbos a escolha, do oncarrega.do que se respònsabilizaapela.s Caixas-Esto-ntos o

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C?.lend:^rios dGtorriiin?.in o rodíaio que- devo ser cimprido, o quo
prove ,r. voltr. dos livros c. sedo d?, bibliotocc., c. fin dc sorcn substituídos •
Vcrifica-se pelos dsdos expostos a cor.iplexidade que envolve o pr.
norrjiir. bibliotecário do 3r:?.sil.
As Bibliotecr.s inicir.rcxi"S0 cono arquivos de pr.piros, constituin
do propriedc.de privr.dr. de poderosos reis: depois fizerrxi pr.rte de nuseus,
dos quais surgircai os primeiros cr.tálogos; concentrarrjra-se no período me
dieval nos nosteiros, sendo utilizados apenas por nonges e sacerdotes,
No síículo XVII aparecerara bibliotecas públicas incentivadas polo sentimento religioso de algxins missionários. Hoje em dia, mostres o alunos,
ricos ou pobroB, intelectuais ou pessoas do pouca instrução, froqüentrxi
as bibliotecas públicas (a esta altura con ura campo de ação tão vasto
quão difícil de dominar).
Sobre a biblioteca já dizia Victor Hugo: ''Êste edifício o colossal^ íJão sei qur.l o est.ntístico que calc^llou que, sobrepondo uns

aos

outros todos os volumes surgidos depois dr. ir.iprensa de Gutenborg, enplIharícjnos o espaço entre a torra e c. lua". (

5 )

&amp;! verdade, quantos volumes amontoados e espalhados pelo mvindo,
quantos aparecem cada ano, cada mos, cada dia?
Conliecimento do assunto raanifestou certo escritor, ao lembrar
que "na Escócia, em 184-0, emprega-se ur,i meio útil e oconôraico pc.ra variar a leitura nas bibliotecc.s populares, som que aumentasse o número
a receber. Assim, seis bibliotecas municipais possuiam mil e duzentós
livros, dos quais duzentos permc.nencian dur-nto seis meses em cada UTiia,
9 n o voltavem senão, após três anos àquele, erà que se encontravm primitivamente",

(

6 )

Érico Verissimo observou que a indústria dos resmos, como o
Reader's Digest e as histórias cm qu-adjrinlios derivaram da vida agitada
e absorvente dos norte-araericanos .

Mas e nos Estados Unidos que as

bibliotecas públicas vêm atingindo um grau elevado de eficiência, onde
dezoito delas possuem ma.is do um milhão do volur.ios. As Federais (à fron
to a Biblioteca do Congresso), abrigam doze milhões de volumes o centonc,s de bibliotecas especiais são r.ir.ntidas pelo comercio, indústria, o
associações diversas, Atur-liiiente, r.s suc.3 treze rail bibliotecas reúnem
um total de trezentos milhões de volumes.
Ainda nesse país dosenvolvom-se bibliotecas com diferente tipo de
mr.terial, tais como microfilmr.gem, filraos docvimentários, gravações, etc,
Conta Spiemc.n, que em Soaítle, a experiência da televisão motivando a leitura dou excelentes resultados» Ao assistir no víáeo conc^s

de

certo numero do livros, as crianççs oram convidadas a indicar por escrito o nome do personr.gem quo viam, o título do livro, o nome do autor, o
a razão da preferencia pelo trabalho. Os efeitos forai;! surpreendentes,

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Desde a segunda eniissão, a biüjiiotcca o svias sucursais assinalaram quo
todos os livros citados na resposta ao questionário liaviara sido emprestados, Na zonr. rural o interesse não foi nenor; todos os autores proferidos dosaparecerroa das estantes de trinta e oito centros e de dois car
ros-bibliotecas da ICing County Public Library (

7 ).

Convém não esquecer exemplos como oda biblioteca de Nova Delhi,
e o mais reÉcnte, da biblioteca popular piloto de Medelin, Colombia, pa
trocinada pela MESCO

( 8 ),

Nosso País, seiii abandonar as bibliotecas do alte, cultura, uiliversitárias ou especializadas, carece de pequenos núcleos que atraiam,
para iniciação da leitura aos brasileiros incluídos no grupo citado pela
ilustre escritora cearense, Raquel do 'Tueiroz, nm dos seus últimos artigos para "O Cruzeiro", como "rudos de nascença".

CONCLUS05S

1, Ha necessidade urgente de aproxiiiiar as Bibliotecas I'ublicas Brasileiras através de um encontro ou entondiraento entro os seus dirigentes, eliminan
do-se conjvinções políticas, a fim de tornar a cultura acessível a todos e facilitar a permuta das inforiiiagões.

2, A coordenação de atividades: das Bibliotecas Publicas Federais, Estaduais, Municipais e Autárquicas, deverá obedecer a um planejamento que permita a cobertura em igualdade de condições a todo o território nacional,

3» í! de primordial importância a criação de bibliotecas nas zonas urbanas o rurais, capazes de acompanhar os novos métados do alfabotização,
eq\iipc.mento áudio-visual completo.

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Bibliografia

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1, McCOLVIN, Lionel R, - El sorvicio do Gxtensión bibliotecária on
Ia biblioteca publica.

Paris, Unesco, 1950.

2, UIJSSCO - Public library rx'.nifesto, 19^9.
3, CASTELO BRANCO, Lydia - Panorama bibliotecário do Recife.

Recifo,

Prefeitura Municipal, Departamento de DocuTiientação e Cultxira
|1955!.
ANDRAIjE LBIA, Leticia - A biblioteca escolar g o ensino prixiário.
Recife, 1963«
5, HUGO, Victor líarie, conte - Notre Dane de Paris,

Paris, J. Hezol

|s. d,I,
6, FRÉGI3R, H. A. - Des classes dangerduses de Ia population dans los
grandes villes et dos moyens de les rendrcs meillcurs.

Paris,

J.-B, Baillière, 10^0.
7, SPIEÍ-ÍAN, Charles A, - Tolevision et education aux Stats Unis.

Pa-

ris, Unesco, 1959.
8, BOLETIH DE IA miESCO PARA LáS BIBLIOTECAS

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1955.

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��IV CONGRESSO BRáSILBIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMTíNTAÇÃO

O SESC, o SSSI e suas biblioteòâs ambulantes
por
Martha Mouro Ferraz

q-, Ct
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fortaleza
1963

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I Sc a n
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�UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CCN6RISS0 BRASILEIRO DE BIBLIOTECClíOMB E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA - 7 a IJ4 cie ju^io de I963

CDU 027.022:022.94

TElfc II -

BIBLIOTECAS PUBLICAS, INEÍÍHTO-JUVENE,

AMBULANTES B ESCOLARES

O SESC, O SESI E SUAS

BIBLIOTEÍCAS AMBUIANTES

por
Martha Moviro Ferraz

Sinopse

A presente tese é o resultado dos trabalhos en equipe de
varias bibliotecárias, sob a direção e supervisão da Chefe do Serviço de
Bibliotecas do

SESI, MINAS GERAIS, que se propôs a organiza-la e a -

presentá-la«

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�Q SERVIÇO DE BIBLIOTECAS DO

S E S I

"Criar vana Biblioteca, nvuna casa, é dotá-la do
lima alma" e
Cícero,
O Serviço Social da Indústria, apresentado sob a sigla

S E S I, e

uma Entidade de Direito Privado, nos termos da lei civil^ com a finalidade de assis tirj, socialmente, aos trabalhadores das Indústrias, seus familiares e de atividades '
similares, em todo o Torritório Nacional©
Em Minas Gorais, o

S E S I

surgiu da necessidade de se promover o

equilíbrio e compreensão entre os empregadores o os operários, destinando-se a reali zar um tipo de trabalho altamente educativo e sociale
Fundamentando-se neste princípio, a Divisão de Serviço Social
Sa Se, através do

- D,

S.« E« 0« So (Serviço de Educação e Orientação Social) sentiu a ne -

cessidtide de criar o Serviço de Bibliotecas, o qual se subordina a essa Divisão e

tem

por finalidade levar o livro ao encontro do operário, visando ao aperfeiçoamento intelectual, profissional,, moral e social dos seus leitores»
Desta forma, a falta.de contato intelectual do trabalhador com boas
obras seria, em grande parte, resolvida»
Alcançado esse objetivo, está dado mais i^m passo

na conquista

dos

direitow sociais do homem, aumentando seu valorp através de conhecimentos mais amplos,
que lhe permitirão uma colaboração fértil e ativa a sociedade o
O Serviço de Bibliotecas do

S E S I

é dirigido por um chefe, bi -

blioteoario diplomado e o pessoal designado^ para a execução dos trabalhos técnicos, é,
igualmente, portador de diploma expedido por Escola ou Curso de Biblioteconomiac
Convém assinalar que a iniciação educacional e intelectual, quo se '
intenta, através dos setores,

constitu.i, sem dúvida alguma, luminosa premissa do dosen

volvimento harmonico do inúmeros leitores que, de outra forma^, teriam de sofrer o impac
to da cisao de seus conhecimentos, por falta.do meio economico que lhes facultasse a a—
quBiçao de obras recreativas o instrutivas^
O empenho polo dosonvolvimento do Serviço de Bibliotecas, no atendimento dos leitores das Industrias e Extra-Indústrias, leitores mirins, adoloscentes
adultos, no

o

S E S I

DE MINAS GERAIS., traduz—se de modo*inequívoco e insofismávoln
fé
^
Nao exageramos em afirmar qvio o crescimento dos Índices de inseri -

ções e froq'Ziencias as Biblioteco.s do S E S I se devo, em parte não desprezível, à com
A#
pTJoensao do valor da educaçao, como fator de 6vo3aiçao e aprimoramento dos indivíduos Hng
classes, principalmente das mais desprotegidas;, compreensão que se vem implantando, on—
tre os operários, através das Bibliotecas Ambulantes, onde se lhes desperta a consciência o a mentalidade de que^, para

progredir, faz-se indispensável o instrumento da cul-

tura«

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�~ 2 Pcdom»s, portanto, reafirmar quo não tem sido infrutífero o trabalho
a quG a Biblioteca so lançou (através do Serviço do Extensão) não só na Capital, como ♦
no Interior o om estreita colaboração com outras Bibliotecas do ESTADO DE MIKAS GERAIS,
da UNI^O o do SEKVIÇO SOCIAL DO COMÖHCIO (S E S C) , no sentido de recuperar milhares '
do cidadãos que, do outra forma, pelas trovas da ignorância, om quo transcorria a

sua

existoncia, nao poderiam participar, do maneira mais ativa o foounda, do construir, don
'■
#
tro do \ira&amp; realidade mais humana, uma Patria raf.lhcr.
Em verdade, os dados que coligimos o que apresentamos, através do os_
tí.tísticas, podem dar a medida do eiifrria, como encaramos a realidade do Serviço a

nós

confiado e em que estronos todos ençonhados a executá-lo do melhor modo posslvelo
VISTA GEPJ^L E DADOS REFERENTES AOS SETORES
Ô nosso propósito, neste trabalho, apresentar uma visão, tanto quanto possível perfeita, das atividades desenvolvidas pelo S&amp;rviço do Bibliotecas, pelos '
vários setores, assim constituidosí
I. SEÇÃO DE PROCKSAMtiNTO TÉCNICO»
II. BIBLIOTECA CENTIíALj
III. SEÇSO DE EXTEMSAO BIBLIOTECÁRIAl
a) Bibliotecas Ambulantes (Capital o Interior)
b) Sucursais ou Filiais - Bibliotecas Fixas dos Centros Sociais (Capital o Intorior)
I, Â Seção do Processamento Técnico ostá atroito o preparo do acelero,
para uso das demais unidades do Serviço de Bibliotecas do

S E S I,

Esta funciona, em Bolo Horizonte, sob a supervisão dirota da Chefe d»*
"Viço.

\
II# A Soção do Biblioteca Contrai promoverá a circulação do acervo ^

para as consultas o erç)rostimos domiciliares, nas sedes localizadas nos edifícios

da

Serviço Social da Industria, em Bolo Horizonte o no Interior, nas cidades onde so fizor
' •
A#
#
necessário a sua instalaça», através do Serviço do Extensão o ondo existir pessoal técnico ou treinado para a execução dos trabalhos»
Em Minas Gerais, esse tipo do Biblioteca foi criado, há im deconio ,
com a finalidade do atender, apenas, os industrievrios»
Considerando as insistentes solicitações do pessoas amigas do pro
grosso, os Dirigentes do

—

S E S I, possuindo um alto espírito de conçireonsão e grande ♦

alcance intelectual, acederam as mesmas e o beneficio foi estendido ao p'^lioo em geral«
E, então, para a maior convenienoia de seus leitores, as Bibliotecas Central o Sucursais
assximxram o carater de publicas, deixando de exigir, para a inscrição do leitor e emprés
timo domiciliar a prova de qualidade do bfeneficiário do
ACERVO —

S E S I«

Ro^miramf-se, em uma so Biblioteca, dois tipos de acervo, Um

constituido de ficção, preenchendo, assim, uma das finalidades da Biblioteca, quo é

a

recreativa, O restante e constituido por livros técnicos, científicos, de religião, filo
Sofia, arte o divulgação da cultura popular, geografia, história o biografias»

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Nota-so, ainda, a seção de periódicos o revistas»
Através do seus ecçrestiiaos, a Biblioteca ton dosonvolvido o molhor
do seus esforços, a—fiia-de se transformar, realmente, na escola ativa e no perfeito

'

centro do divulgação da leitiara instrutiva, aos funcionários do

'

S E S I, operários

das Indústrias o ao púb lieo em geral»
Sendo da competencia do Bibliotecarir auxiliar na seleção dos livros,
anota as sugestões dos leitores, observando as falhas das coleçoesj promove o uso da c^
leçSío, orientando os leitores adultos e infantis na pesquisa bibliográfica, na escolha
A
de material adequado para consulta e leitura domiciliar - trabalho do referencia um
dos mais icçortantee da Bibliotocaj organização de bibliografias e listas de livros,

'

quando solicitadasj; promoção de atividades culturais © recreativas, para incrementar

o

uso dos livros e aprimorar a educação social dos leitores; elaboraçao da estatística

'

mensal dos trabalhos realizados.
A Biblioteca possui catálogos conçletos, para a consulta do livro

'

desejado o pesquisa dos assuntos de interesse. Todavia,parto da organização o feita

de

acordo com a moderna téonica, isto é, catalogação pelo "CÓDIGO DE CATALOGAÇAO DE IMPRE^
SOS DA BIBLIOTECA VATICANA", CLASSIFICA(,1Ã0 DECBl^L DE MELVIL DEÍÍEY, TABELA DE CUTTER

'

SAHBORN, os mais perfeitos no geiHPo«
O controle do acervo da Biblioteca do

S E S I

é feito através

dos

catálogos "TOPOGRÁFICO" e de "AQUISIçTtf'•
O leitor goza de plena liberdade, pois tem livre acesso ãs estantes
e esta ao seu dispor, além do auxilio humano da Biblioteoárioi, de Referencia, o Catálogo Dioioníirio, de fácil monuseioo
Reunimos, destarte, numa só i^iblioteca, dois tipos de leitores: o es
tudante, o funcionário e pessoas esclarecidas, com o hábito de leitura formado^ constituindo o primeiro grupo»
O segundo grupo é do operário comum, sem preferencia por tipos de li
vros o o qual é orientado por

nós«

O pequeno leitor, taníbém, faz-se representar nesta Biblioteca©
Formando a coleção infantil, temos livros recreativos, atraentes, de
acordo com o seu gosto e idade, instrutivos e biografias.
Inclui-se, tamibém, aqui, o adolescente^ cuga leitura é orientada pela Bibliotecária, levando-se em conta o caráter educativo desta Instituição^
O numero do elevação das inscrições do leitores é flagrante c este '
aumento conçrova a necessidade crescente da propaganda do SEiyiÇO, por meio de uma orga
nizaçao perfeita, que vise, sempre, o esclarecimento aqueles que procuram alimentar

a

sua cultura»
Os leitores estão divididos em quatro tipos: Fioncionários do S E S I,
operários, beneficiários e estranhas (este tipo atinge a culminância, não só na Biblioteca Central, como nas Sucursais)

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�- i; -

o acervo da Biblioteca é aiunontado e onriquocido^ nao só através
das aquisições feitas pela Instituição, como também por doaço&amp;s de loitoroSp do Ins
tituto Nacional do Livro e das EJmbaixadas»
SERVIÇO DE PROPAGANDA! Com a introdução da "SEMAM NACIONAL
DA
n
BIBLIOTECA"', maior interesse vem sendo despertado por parte dos leitores, que acorrem a este recinto, para apreciar a exposição de livros, das novidades existentes ,
dos cartazses sugestivos e marcadores do livros, que lhes são oferecidos^ nessa ocasião«
Em alguns Centros, funcionam Clubes Recreativos de Leitores, Para os freq&amp;entadores, e de maior interesse, constituindo ótnjna propaganda« para

o

aumento da freqüência à Biblioteca,
Nas suas reuniões, poderão ser debatidos os mais diversos assvin—
tos» A organização de filmes recreativos e.instrutivos para adultos e crianças, mui
to contribui para que acorram à Biblioteca«
SEÇgO DE EXTENSÃO BIBLIOTECiÍRiA DO

S E S I

Esta seção promoverá o 6iiç)réstimo domiciliar dos livros, nos pró
pries locais de trabalho dos operários« Atinge não só às Indústrias da Capital, como varias cidades do Interior, onde a densidade operária e devidamente comprovada e
escolhe, de acordo com o numero efetivo dos trabalhadores a ser atendido^ uma das '
modalidades do Serviço*
a) Bibliotecas Ambulantes (na Capitc.l e Interior)
b) Sucursais ou Depositosi Bibliotecas Fixas dos Centres Sociais
(Capital e Interior)
BIBLIOTECAS AMBULANTES — Os trabalhadores mineiros^ com a Biblis
teca Ambulante, continuam, som duvida, aperfeiçoando o sou modo de viver, familiari
zando«se com o habito salutar de leitura e adquirindo novos ensinamentos e ostínu —
Ics, abrindo essa iniciativa um cacçio novo de pesquisa referentes a estudes sociais
do ine.is alto interesse#
.»V
/N
,
A reaçao dos operários a leitura, suas preferencias literárias e
sms irçressões, reafirmam a notável obra, a qae as Bibliotecas Ambulantes podem re
alizar«
Para que os interesses e as necessidades dos operários sejam satisfeitos, instalamos, nas fabricas da Dapital e do Interior do Estado^ nos postos
de assistência dentaria do

S ES

I e nas Agencias Sociais as caixas-estantes^ con —

tendo uma tiedia de 70 livros dos mais variados assuntos e um dioionário da LÍngm •
Portugxiosa e tais livros permanecem lá, dursinto três ou quatro Heises^ sondo, após '
este prazo^ recolhidos e devolvidos a Biblioteca Central, onde saoavorlguados

os

dados relativos aos emprestimes efetuadosô
A Bibliotecária encarregada deste setor

mantém o registre minu-

cioso das fabricas e instituições, que recebem as caixas-estantes, instrui e assisto os operários, que se encarregam dos empréstimos domiciliares; organiza as listas

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�- 5 dos livros e do acordo com

o tipo de leitores que se servirão delas; presido às inau-

gurações e reinstalações das caixas, fazendo prop5\ganda da leitura, através do pales tras^ conferênciasp apresentação de cartazes alusivos ao dia da inauguração, horário ,
noHß do operário encarregado dos empréstimos; visita, de tempos em tenços, às fábricas,
sendo., senç)re, bem acolhida e servir^do de estímulo ao operário encarregado dos ençjrésti
nos o
O horário, nos estabelecimentos fabris, na Capital,são de preferencia, no intervalo do almoço ou do lanche, quando os operários, remidos, poderão,

sem

nenhxim constrangimento,, trocar idéias con a Bibliotecária, opinar sobre os livros

de

sxia proferencia e apresentar sugestões n
A Biblioteconoma conis.p seiiçre, com a presença e apoio dos empregadores que, valorizando o nosso Serviço^; demonstram alcançar o objetivo da nossa atua ção^ em benefício do trabalb.adoro
Contamos, atualmente;, com 81 caixas, instaladas
Minas Gerais, 22 na Capital e 59

nas Indústrias, em

Interior, sendo que 20 na cidade de Juiz de Fora,

Emprestaram-se, através da Biblioteca Ambulante - Capital e Intericr
»&gt; 9 588 livros, dados estatísticos coletados do RELATÓRIO ANUAL DE

1 962 e enviados ao

IBGE (instituto Brasileiro de Geografia o Estatística)
As estatísticas revelam a preferencia pelos livros infantis, não só
pelas crianças, C( mo pelos adultos.? também biografias, livros técnicos e de viagens»
Criando, no operário., a vontade de ler, estaremos iniciando o nosso
trabalho, qiae sera culminado con a formaçao do habito contínuo do leitura»
Os resultados apreciados tem sido os mais variados, entreteuito, no4•
ta»«Ee que sao satisfatórios,
sendo quo o movimento das caixas-estantes tem^-se mantido
regularmente estável.
Observando, registramos a preferencia dos homens, no campo da ficção,
pelos livros policiais, aventuras o as moças por romances fáceis, preferencialmente
Glyn^

Mo Delly, Max Du Veuzit e outros, do mesmo genero©
Firmados na experiência e no grande êxito alcançado, através das Bi-

bliotecas Ambulantes do Interiorque ultrapassam a nossa expectativa, registramos

.que

ista sa deve a grande concentração operária dos centros fabris das cidades do Interior e
medo diverso de vida dos da Capitalc
SUCURSAIS ca DEPÓSITOS DE LIVKOS - BIBLIOTECAS FIXAS DOS CENTKOS SOCIAIS - Os Depósitos de Livros ou Sucursais
sao uma ançaiaçao do nosso Serviço© Dada a grande receptividade dos livros das caixas-estantes, em determinadas Industrias^ na Capital e no Interior, onde os dados estatísticos
coEçrovam ser elevado o número de operários, sRo criadas as Bibliotecas Sucursais« Estas,
instaladas junto a outros serviços do

3 E S I, promovem os 6EÇ)réstimos, entre o traba -

lhador e o publico em gorai, principalmente às famílias dos operários ©

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�M ^ M
A coleção, que integre, o acervo, em núciero do 500 livros, dos
laais variados assvintos e livros infantis, são preparados na Biblioteca Central ,
de acordo com o estudo do meio ambiente profissioned, problemas de reoxirsos

da

cidado ou bairros e interesses dos leitores, conforme o estiido do SERVIÇO SOCIAL
do looaL , onde so instala o Depósito»
O horário do funcionamento possibilita a freqüencia dos trabalhadores, sendo, por isto, bem variado, havendo a descentralização e acessibili dade ao publico en geral,
Nos depósitos, há um funcionário encarregado da movimentação '
dos empréstimos dos livros, auxiliando os leitores nas suas pesquisas o, ainda
promovendo atividades educativas, através

,

do clubes do leitura infanto-jttvenis#

Atualmente, contamos com sois Depósitos de Livros, no Interior
e outros seis na Capital, todos em pleno funcionamento, apresentando um bom Índico de aproveitamentoo
Geralmente, há, nos Depósitos, as exposições do novidades rec^
bidas, comemorações de datas nacioneiis, horas de história, promoção de festas infantis;, desfile

de

personagens das histórias, festas juninas, facultando, destar

te, o encontro entre os diversos tipos de leitores mirins, sobrettodo • ,n

os meno-

res que trabalham«
O acervo dos Depósitos é enriquecido com as doações recebidas e
remessa de novos livros, pela Biblioteca Centrale
Os diversos Depósitos onçrestaram, em 1 9^2, 6l 39^ livros.
Através de todos os sotoros, foram emprestados, pelo Serviço de
Bibliotecas do

S E S I - 77 2i+I livros«
Em todos os setores, a Biblioteca parece estar realizando

os

seus objetivos, ee'i-io provado através do interesse crescente do public o-leitor, na
procia-a do livro.

Belo Horizonte, 20 de junho de 1 963q

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                    <text>�cm

1

��IV CONGRESSO BHtiSiLSIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUIáENTAÇAO

ü Classificação Decimal Universal e a catalogação de documentos no arquivo-da Bahia
por
Maria de Lourdes do Carmo Conoeinão

Fortaleza
1963

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Tíl/IÁ V - ARQUIVO LOCI A

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^

A CUSSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL 3 A CATALOGAÇÃO m DOCUMBNTOS NO ARQUIVO DA BAHIA
PBLO
ARQUIVO PÚBLICO DA BAHIA

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Qr,
Salvador, junho de 1 9

3.
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Rjsrcnaavjisí
BiblictJcaria - Maria dJ LcurdJs do Carno Conojiçac
BacharJlandas - Maria Lucas Matos j
Clara M. Vjbjr Barrátto

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1

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lí

�sumíLEIO

1.

SIKOPSi. INTRODUÇÃO

2.

CLiiSSIPICAÇÃO DOS DOCUK ÜNTOS

3-

CATALOGAÇÃO

4.

C;^JÇALHOS DJ ASSUNTOS USiiDOS NO ^RQUIVD PÚBLICO DA
BAHIA

5,

M0D3L0S Dá FICHAS

6.

CONCLUSÃO

7.

RÜF^ESNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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�SLNOPSJÍ

Diíinonstraçao dos resultados obtidos com a aplicaçao dii novos mátodos dJ catalogaçao no Arquivo da Bahia j
o U30 da Glassificaçao Djcinial Universal - adaptadas

às

ndcjssidadjs dJstJ tipo do documJntos - para rjunir o laat^
rial administrativo-historico disperso nas várias colaçojs.
O sistema adotado jstá dJ acordo com o princípio básico da
arquivística, porque respeita o "f\indo", ou procedência do
documento. Refere-se as extensões o edaptaçoes da Classi^i
caçao Decimal Universal efetuadas nas Seções Histórica, Le^
gislativa e Judiciária. Modelos de fichas catalogadas
classificadas« Bibliografia.

y

A

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d

�INTRODUÇÃO

O Arquivo Público do JJstado da Bahia experimanta a aplicaçao
dos princípios a ragras da C.D.U.j astribado na idéia da q,ua os ar
quivos davam soi'rar modificaçoas qua os capacitam como orgaos

da

documantaçao a informaçao do Jstado. Jin 1959&gt; quando inauguramos a
axparimantação da C.D.U., varificamos qua o Arquivo da Bahia cons^
darava como sua magna função o simplas arquivamento dos papais fin
dos da administraçao. Naturalmanta, como o procasso da arquivamanto fosse, nasta concapçao, um fim, a nao vim maio, astavam relegados os diversos procedimentos da um arquivo dinâmico, moderno e
eficiente, a começar da classificaçao e da catalogaçao dos documentos» X procura de um sistema de documantaçao qua tivesse caminho 3^
vre na arqxiivista, optamos pelos princípios da C.D.U« a pelas Eagras para Catalogaçao da Impressos da Vaticana.
De fato, Arquivo e Biblioteca sao diferentes. Na Biblioteca»
classifica-se e cataloga-se livros. No Arquivo, classifica-se e
taloga-se paplis, aos quais damos o nome de dccmJirto^a, Enquanto os
livros sao classificados paios assuntos, os papeis sao classificados nos Arquivos da acordo com a origem. Nao podaríamos, como I IjS
gico, pratandar o emprego da C.D.U., em arquivos, para copiar
aplicar, como saio adesivo, da mesma maneira como se usa nas
••.
bliotecas. Contudo, as diferenças entre biblioteca e arquivo

9
bi^
nao

se constituem em oposiçoas irreconciliaveis. j assim que o ordenameiato simples e acessível dos livros das bibliotecas poda ser des^
jado para os documentos dos Arquivos.
No caso baiano, estabelecemos uma ponte entre a C.D.U. e

a

arqviivistica. Ou sejat a C.D.U. no arquivo incorpora, respeita

a

acata o princípio básico da arquivistica, qua 5 o princípio da origem, da modo que a sua aplicaçao subtende classificar as coleçoes f
unindo-as pela origem e nao pelo assunto. Desta forma, a C.D.U. f_a
cilita, enormemente, o trabalho de ordenamento dos paplis, permit^n
do reunir em grupos os assuntos existentes no Arquivo - conquanto
estes assuntos se encontrem em diversas colaçoas, arquivadas

pala

origem.
Até o presente, como expomos a seguir, nossa experiência foi
positiva, restando observar, apenas, que a aplicaçao da C.D.U. nos
^
t—
arquivos exige toda uma política de criaçao de quadros da arquivi_3
tas com mentalidade do documentalista.

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»
Nas sáçods daste Arquivo foi introduzido o sistema da Classif^

2»

caçao Dacimal Universal (C.D.U.)", nao para a localizaçao dos documantos, mas para afaito da documantário, facilitando a alaljeraçao
da indicas, bolatins a fichários por assuntos.
A aplicaçao da C,D,U., nSsta Arquivo ê novidada no Brasil ,
mas sagua prática da paísas da iJuropa, pois Lasso da Ia Vaga o axparimantou, com axito, no arquivo administrativo do Ministério Sxtarior da áspanha. Dala á a opinião, no sau tratalho, intitulado
"Proyacto da aplicaoion dal sistema dacimal a los archivoa admiras
trativos dal ministario da assuntos axtarioras", da qua a

C«D»U«

podará sar ampragada nos arquivos históricos ou mortos. Naturalm^Ä
ta, tam qua havar adaptaçoas, dasda quando os arquivos, paios saus
princípios "básicos da organizaçao, difaram muito das Bibliotacaa»
2.1.

O acârvD da Saçao Histórica a constituído da documantos qua

partancam a duas colaçoas principais»
I - Corraspondância para o Govarno da Capitania da Bahia.
II - Corraspondancia para a Prasidancia da Província.
Sstao ordenadas do saguinta modo»
a) - Ordans rágiasj 1649~1821
b) - Cartas do Govarno da Capitania
c) - Patantas. Alvarás. Provisoasj I648-I822, ato.
2.1.1. iíncontramos uma saria da ohjaçoas, na aplicaçao da C.D.U.
nos Arquivos, lavantadas por nosso próprio raciocínio»
a) Os vt&gt;luinas ancadarnados isolados, ou am colaçoas, obadacando ao princípio da procadancia, sao constituídos da documantos sobra os mais variados assuntos, ^stas volumas da documantos consigo
rados históricos, no sau todo nao podam sar classificados como qua_l
quar matarial bibliográfico.
b) As tácnicas arquivísticas aprasantam alguns pontos da choque
com as bibliotaconômicas: Os arquivistas classificam o sau ma"barial
da acordo com as "circmstânoias"| os bibliotacários ordenam o material bibliográfico obadacando a planos predeterminados de clas^i
ficaçao por assunto.
Nós o sabíamos, mas nao desanimamos. Animados fomos paio bibliotacário-arquivista J. Lasso de la Vega. Ssta comunica, no sau
já mencionado trabalho, uma bam sucedida experiência. Outrossim,
concluímos que, aplicando a flexibilidade permitida pelo sistama,
a C.D.U. podaria sarvir às nossas njcassidadas.
2.1.2.

Kasolvamos caracterizar o matarial da Saçao Históriaa com

o símbolo (09) - Pontas da dados históricos a jurídicos,

,

Nosso Trabalho nao ê individualista, sempre temos am mante

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astudos anterioras. J. Lasso da Ia Vaga adota, na aplioaçao

da

C.D.U. ao arquivo supra citado, algarismos arábicos, antacadando
ao símbolo

'

indicativo da carto Ministario. ásta caractarística
r-»
^
pracada a classificaçao a datarmina a procadancia do documanto.
Rasolvamos adotar uma caractarística qua fizassa parta

da

própria Classificaçao Dacimal Univarsal, nao como fieara Lasso de
Ia Vega ao usar númaros arbitrários» Assim, (09) sara anteposto
aos damais alamantos formados da classificaçao a subdividido

como

datannina sua astrutura tradicional» Alam dos indicas classificado
ras dos assuntos ou matariais, indicamos as divisoas da tampo

9

lugar} ajustando a divisão da forma (O94) às nacassidadas sia?gidas«
Uina Ordam Eágia qua tratasse dos salários ooncarnantas

aos

oficiais da Fazanda, saria aEÊim raprasantada»
(094»1)336c2:35oC89
Observamos qua a classificaçao nao sara de toda coleção ,
mas de cada documento que tam vim assmto especifico. A coleção será definida por sua caractarística» (09)
2.2

A Seção Legislativa ê formada de dois fvindos principais»
I - Sanado

II - câmara
Distinguam-se os seguintes documantoss
a) - os originais da todos os atos lagisl&amp;tivos da Assembléia
Provincial do Sanado a da Câmara bam como da Assembléia do üstado|
b) - os regulamentos a mais atos dos presidentas, governadores
e representantes do Podar üxacativo expedidos em virtude de delejga
çoes da Assembléia5
c) - os oódigos da posturas das Câmaras Municipais;
d) - os livros findos da Secretaria da Assembléia e do antigo
Senado Bstadualj
a) - os anaiíntc"^ ■'■"ternos

Asp-^^^bléia iJstadual»

Para melhor atender ao nosso trabalho, fizemos extensões _£a
ra as classes 328 a 342, preocupando-nos sempre em nao fugir as ^9
gras básicas do referido sistema»
A fim de conservar os princípios de procedência dos docum^n
toB houve necessidade do subdi'Tidir o Parlamento - 328 - emi
328»2

-

Senado

328»3

-

câmara

Desdobramos a divisão de "forma" (O44) para distinguir

o

tipo de correspondência desta Seção o
Por exemplo, um ofício do Senado dp Bahja sobre educaçaó
taria a seguinte notaçao rapr irz^ntati'^Tas

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328.214(044.3)i37(8l3.12)"l89r'
O indica daaignativo para iais - 342.4 - foi relacionado com
o símbolo — 328j T'äprasentativo de Sanado ou Câmaraj para atandar
aos princípios da procadancia axigidos pala Arquivística,
*
^
M
2«3« Saçao Judiciária - A aplicaçao da C.D.Ü., nasta Saçao, facilitou axtamrdín2aíla«®n6é-'0 prooasso da documantaçao. Foi a primaira saçao a racabar a Classificaçao Dacimal Univarsal a os rasultados compansadoras animou-noa a axtanda-la às outras,
A tabala adotada para as cíassas 347*6 a I47.9 tava por base
a Classification Dacimala Univarsalla - 3 - Seiancas SÓcialasj PID,
Bruxalas, 1952.
Assim, uma partilha amigával, vinda do Cartório de St" Amaro
ne ano da I89O, tara a saguinta classificaçaoi
3 47.919.6 22(813.321.19)"1890"
Para a divisão gaográfica, usamos a subdivisão da Municípios
fornecida paio Dapartamanto Estadual da Estatística, Bsta subdiviaao coincida com a origam, da acordo com o tabalionato q.ua enviou
o documento,
2,4,

Por ora, nao foi ainda aplicada a C.D.U. aos docxanantos

da

Saçao Administrativa davido à falta da pessoal aspaoializado a sar
grande o encargo dos çLua realizam o trabalho da classificação a oa
talogaçao nas outras saçoas, í nosso propSsito faza—Io oportunamant
te,
3»

Para dinamizar a busca dos docvimantos, um fichário, tipo Di-

cionário, organizado por asstinto, astâ sendo elaborado a, á certo,
ÇLua funcionara, pois o publico interessado em determinado assunto
poderá encontrá-lo reunido sob um cabaçalho comum,
A catalogaçao, alem das entradas principais, comuns a
catalogaçao descritiva, cont5m um rasvuno, ou "abstracts", dos

toda
da-

dos principais referentes ao documento,
No Catalogo Dicionário, as fichas ordenadas alfab^ticamante,
serão precedidas de loma ficha-geral, Jsta ê uma autêntica ficha—descritiva, ou da identidade, onde estão discriminados, em geral,
os documahtos de determinado "livro" e todos os dados referentes
ao mesmo»
a - Colaçao
b - Dimensão
c - Números de documentos qua compoaig o "livro"
d - Todos os dados que o particularizam
a - Pista

cm

1

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�A ficha d33oritiva-gdral indica, na pista, as sacundárias do
aggíinto. Ás fichas matrizes doa documantos tamtam aprasantam pista
indicativa da sacundárias ou analíticas desdobradas»
As antradas das fichas matrizes saguam as ragras do Código
da Vaticana. No canto esquerdo da ficha matriz está o número da
chamada, ou "call-numhar", qua representa a classificaçao minuciosa do assunto, seguida da indicaçao do arranjo próprio do dooumanto» in saguida, o resumo da qua falamos. Seguem-se as notas especiais e os cabeçalhos da assunto, Usam-sa ramissivas 0 referânciag,
quando necessárias.
4«

A par dos trabalhos acima referidos, estamos elaborando uma

lista de cabeçalhos da assimtos, baseados nos termos mais usados
paios pesquisadores, historiadores, etc., embora guardando sampra
que possível a orientaçao seguida paios organizadoras das listai
de biblioteca« Nesta lista, há também subdivisão geográfica.
Da Saçao Histórica vam©s citar alguns cabeçalhos mais usados i
1.

»V
^
Administração Publica

2.

Arracadaçao Fazandária

3.

Comboios - índia

4«

Conselho Ultramarino

5•

Contrabando

6.

Dízimos

7.

3scrivaes

0.

Fortes e fortificaçoes

9«

Militares

10.

Ordens religiosas

11.

Servidores reais
Da Seção Legislativa,dentre outros, mencionamos og seguintes

cabeçalhosI
1.

Comarcas - Bahia

2.

Distritos de Paz

3»

Jducaçao e ensino

4»

3scravidao

5»

Formaçao religiosa

i.

Funcionários púbdicos

7«

Instituições de caridade

8.

Juizes de Paz

9.

Limites a fronteiras

li.

Navegaçao

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�11.

Bbras públicas

12»

Polícia

13.

Pontas à viadutos

14.

Professores— Aposentadoria

5«

A C.r.U. provou ser um sistema eficaz de organizaçao dos do-

cumentos tanto mais que resulta de trabalhos de especialistas.

A

experiência, a colaboraçao de vários e renomados técnicos torna
pouco provável a possibilidade de erros tao comuns em métodos individuais, empíricos, de classificaçao.
A C.D.U. tem evoluído, desde 1899» acompanhando o progresso
das técnicas e das ciências.
Proporciona o acesso ao conteúdo de uma vasta massa de documentos produzidos por organismos particulares ou administrativo-^
vernamentais.
Facilita o conhecimento do material existente sobra determinado assunto, além de colocar em circulaçao os docianentos necessários .
O mundo atual distingue-sa pela necessidade de int\írcâmbio a
cooperaçao. A C.D.U. torna possível a transmissao de informaçoes
atualizadas, porque, arranjando sistematicamente os assuntos, poe
^ disposição dos pesquisadores, a documentação adequada ao seu canpo de especializaçaoo Pelo seu caráter de linguagem numérico decimal, é muito flexível e pormenorizada, adaptando-se aos arquivos,
permitindo lan tipo de cooperaçao internacional.
á aplicável a C.D.U. nos arquivos porquês
A - A classificaçao torna possível o arranjo sistemático dos
assuntos, no fichário. dispersos nos vários "livros".
B - Serve ao especialista, historiador, poupando-lhe tempo e
trabalho desnecessários.
C - Facilita a publicaçao de boletins, catálogos, índices,
bibliografias.
D - Permite a rápida utilizaçao do material existente no Arquivo ,
ü - J»vita o desperdício da documentação que jaz inútil

por

nao ser conhecida.
P - Reúne os assuntos correlates no fichário.
G - Proporciona o encontro de diversos assuntos nas extensas e asdrúxulas "colaçoas".
H - Propicia a colaboraçao intar-arquivos
ps

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6.

ModSlos dj fichas, com a CATALOGAÇÃO d a GLASSIFIUAÇAO adotadas nJstJ

Arquivo.

SiJÇÃO

HISTÓRICA

Ordens ESgias
1 2 -

(094.1)361.829.3"1662"
Vol. 1
Doe. 15
Numa providencia contra o contrabando, racomandava ao
govarnador Francisco Barroto quJ cumprisse a provisão qua
Jxigia dos navios vindos da índia, d^scarragassum suas fazendas dm cada porto dd Angola j do Brasil, dJv^ndo os pr£
priiítários apresentar os papéis exigidos.
a) Rainha e Conde de Soure
1.Contrabando. 2.Índia-Comércio« I.Coleção.
Lisboa, 7 do janeiro de 1662.

SáÇÃO

LEGISLATIVA

Bahia. Leis, decretos, etc.
328.2s 342.4(086.8)03'^.2(813. 12)"1846"
V.3
f.190
Registro da lei promulgada em 12 de maio de I846, assi^
nada pelo vece-presidente da Assembléia Antônio Ladisláu
de Pigeredo Rocha, 1" secretário Vicente Maria da Silva a
2® secretário Ângelo Francisco Ramos» Declara isenta por
10 anos de pagar impostos a fábrica de fiar e tecer algodao da Vila de Valença e a de Paulo Pereira t-onteiro e
Cia.
1.Impostos. 2.Fábricas. I.Bahia. Assembléia Legislativa Provincial. 184b.

NOTA

:1= Classificaçao pela C.D.Uj 2=arranjo proprio do documafl
to no ARíiUIVD.

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SjÇÃO JUDICIARIA

Gordilho, Adriano Alvas d3 Lima
347.919.62+347.672(813.121.18)"1094/923"
M.I35
d.l
Autos^dJ invjntário dJ Adriano AlvJs d-á Lima Gordir
Ibo, Bgrao dj Itapoan. Invjntariantds Pjdro Pranciscío
Guimaraja, H^rdairos? Margarida da Conceição Gordilho
o Maria Margarida Gordilho. Sjrviram como advogadas os
Drs. Carlos TorrJs, InocJncio MarquJS dJ Araújo Go3s â
Jaimvj Lopjs Vilas Boas. Vara da Örfaos. 312p8.
üte anjxo o tjstam Jnto do mJsmo.
l.Invjßtario. 2.TjstamJnto. I. Itapoan, Barao dJ.
II.Guimara^s, Podre Francdlino, inv. III.Gordilho,
Margarida da Concaiçao, h^rd. IV. Gordilho, Maria M^r
garida, hord. V.GÓjs, Inocâncio Marques dd Araújo,
adv» VI.Torras, Carlos, adv. VlI.Vilas Boas, Jaimo Lo
pj8, adv*

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1

�- 8 -

7.

RiFáRSííGiÁS

bibliográficas

1.

ASSOCIAÇÃO DOS ARQJJIVISTAS HOLAHDiSJfâ - Manual da
arranjo j ddscriçao-àd arquivos.
Racional, I96O.

2.

Rio, Arquivo

145p»

PID - Classification ddcimald universalis», 3} sciancas socialds»

Bruxelasj

Jditions Miindanaum s*c*,

1952.

3.

LASSO Dü La V-JGA, J. - Proyacto da aplicacion dal
sistama dacimal a los archivos administrativos dal
Ministario da Asstintos iäxtarioras.

4.

MARQUANT, R. - Os arquivos a as modarnas pasquisas
aoonômicas a sociais.

5.

Rio, Arquivo Nacional, I96O.

SCHáLLSNBjâRG, T, R. - Manual da arquivos.
Arquivo Público da Bahia, s.d.

6.

Salvador,

192p.

STAMPA, Manual Carara - Misionas raaxicanas an archivos auropaos.

Máxico, Instituto Panamaricano

Oaografia a Historia, 1949*

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120p,

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                <text>Demonstração dos resultados obtidos com a aplicação de novos métodos de catalogação no Arquivo da Bahia e o uso da Classificação Decimal Universal - adaptadas às necessidades deste tipo de documentos - para reunir o material administrativo-histórico disperso nas várias coleções. O sistema adotado está de acordo com o princípio básico da arquivística, porque respeita o "fundo", ou procedência do documento. Refere-se as extensões o adaptações da Classificação Decimal Universal efetuadas nas Seções Histórica, Legislativa e Judiciária. Modelos de fichas catalogadas e classificadas.</text>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

���IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCmáSNTáÇÃO

Formação integral do Bibliotecárlo-Docurnentalista brasileiro
por
Neusa Dias de Macedo

Fortaleza
1963

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECOUOMIA B DOCUIEOTAÇÃO
UNIVERSIDA.DE DO CEARA
7 a 14 do julho de 1963

CDU 378.9:02+002

TBIÍA IV - EOTCA2AO_DO_BIBLigTEC.tólO-DOCmj^AMSTA

Ponnagao

integral

do

Bibliotocário-Documcnt alista
(xx)

NouBa Dias do Macodo

c. 'f q

O

(x) Cotaunioaçac Oficial da Associaçao Paulista do Bibliotocários.
(xx) Bibliotecária do Instituto do Estudos Portugueses da Faculdado
do Filosofia, Ciôncias o Letras da Univorsidado do Sao Paulo.

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�FORMAÇÃO imEGRAL DO EIELIOTSCÁRIO-DOCTOIEIJTALISTA BRASILEIRO

Refloxocs inteligentes e amadureccdas se fizeram no último "Congresso de Biblioteconomia e Documentação", era Curitiba, era 1961, e em outros
conclaves, a respeito do ensino de Biblioteconomia e Documentação e sobre a_s
pectos diversos da formaçao profissional do bibliotecário. Lutava-se, na oca_
siao, para se conseguir a regularaentaçao da profissão, chamava-se atcnçao p^
ra o problema da formaçao em separado de bibliotecários o documentalistas o
sugeria-se a reestruturação dos currículos (com a inclusão de disciplinas da
Documcntaçao), em nivel universitário.
Dois anos sao passados? os assuntos de maior relevância encaminha^
ram-se para um fim satistatório e outros ainda precisam ser discutidos o resolvidos.'
Como fonte informativa temos as nossas Associaçoes de classe, que
como a FEBAB^^Coordenadora do movimento geral, apontam-nos o andamento dos tr^
balhos em decurso e o que se tem realizado cm nosso campo profissional,
Duas questões importantes se efetivaram nesses dois anos e devem
ser assinaladas para que possamos penetrar em nosso tema?
a) A fagulamentaçao da profissão de Bibliot ecário~Bocumenta1i st a,
pela Lei 4084 sancionada em 30/6/1962 pelo Presidente da Ropública| J
A aprovaçao do currículo mínimo para as Escolas de Bibliotecor.omia e Documentação do País^ pelo Conselho Federal de Educaçao, em 20/ll/
/1962Í™')

,
Já nao é preciso preocupar-nos com o problema da regularaentaçao da

profissão e de seu exercício no País, pois aí temos a Lei 4084 a espera some_n
te da regularaentaçao, mas grande responsabilidade caber-nos-á, daqui por dia_n
te, na apresentaçao de trabalhos profissionais eficientes o demostrativos de
uma elite técnica diplomada por uma Escola Superior de Biblioteconomia o Documentação.
A direção do ensino das Escolas do Biblioteconomia e Documentação,
pois, deverá convergir para uma formaçao sólida do futuro profissional a fim
de que êle possa desempenhar, condignamente, as funções que lhe competem, por
lei, exercer,
Para isso, o currículo de nossas escolas deverá ser seguro, com
direções definidas o distribuição racional de matérias. Êsso o um dos pontos
que devemos focar em primeiro lugar no presente trabalho, tendo-se em vista
que de um currículo bem estruturado e definido dependerá, era grande parte, a
formaçao satisfatória do futuro bibliotecário-docuraentalista, Do outro lado,
este assunto será abordado para propiciar discussão ao currículo aprovado pelo Conselho Federal do Educaçao,

(x) Veja-se o Informe Nacional sobre a Preparaçao Bibliotecária no Brasil, or
ganizado pela Presidente da
v, Laura G. M. Russo, por solicitaçao da
Rockfeller Foundation, Obra em 2v., referindo-se ao período do 1915 s I962.
(xx) Diário Oficial da União, R.J., 2 jul 1962, n2123cl.
(xxx) Rio do Janeiro, Min, Ed. Cult.-Currículos dos Cursos Superiores. 1963.
Publ, 2, parecer 326, p,84.

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�o currículo.
Nao sondo peritas no campo da Educaçao, apresontareraos^ apenas,
idcias gerais sobre o assunto, deixando sua discussão, ora profundidade, aos
especialistas aqui presentes,
Para se discutir e prbpor currículos, na verdadej há que se atentar para os princípios orientadores e conhecimento diretivo dos objetivos da
Educaçao fornecidos pela Filosofia dessa ciência, bom como ha que se estudar
a realidade social a que se prenderão os objetivos do currículo. So a final_i
dade da moderna Educaçao é educar o jovem para viver numa sociedade ativa,
atendendo, concomitantemento, as necessidades de um e de outra, essa mesma so_
cicdadG deve ser levada em conta quando da elaboraçao do um currículo.
Na época atual, o nosso país sofro grandes transformações sociais
e cresce assustadoramente, reclamando reformas de toda a sorte. Sc a vida mu
da, o currículo deve, conseqüentemente, mudar. Precisa este sdaptar-se aos no_
vos interesses do aluno em face da sua realidade social. Assim, acompanhando
as necessidades do estudante, permitir-lhe-á uma integraçao real no seu meio
o atenderá as premencias desse meio.
Daí, a conveniência de se reverem de tempos em tempos os currículos e os programas de ensino, de atualizá-los e, se possível, torná-los flexíveis, atendendo-se a fundamentaçao necessária, quando da sua revisão.
O currículo deve ser um conjunto de matérias ligadas entre si pelo objetivo comum da Escolas ums sério de experiências orientadas e relacionadas, de forma que uma reverta cm benefício e enriquecimento de outra.
O conteúdo do currículo, enfim, deve nao só ter em conta a divisão
de tempo, distribuição de matérias, seleção de conteúdo, como também princípios diretores, objetivos das séries, plano de conteúdo, métodos e processos
de ensino, atividades do aluno, premenciaS suas e do meio ao qual irá ser util,
Como dissemos, no início do trabalho, foi aprovado o Currículo m^
nimo para as nossas escolas do Biblioteconomia o Documentação. Estará êlo sa_
tisfazendo as necessidades gerais do nosso ensino? Na verdade, o currículo
aprovado difere em pormenores importantes ao proposto pela "Comissão de Esp_e
cialistas cm Biblioteconomia"j^^specialmente convocada, pela Diretoria Superior do Ensino, para estudar o assunto, resultando no descontentamento dêsses
poritoB e obrigando a FEEAB a se pronunciar perante o Conselho Federal do Edu
cação.
Como

achamos de máximo interêsse a reconsideração do currículo a-

provado, apontaremos o parecer da FEEAB, após a transcriçao dos currículos,
para a devida confrontação, o discussão do Plenário:
(x) Edson Nery da Fonseca,Abncr L.C. Vicentini, Nancy Westfallenj Corrêa, Co£
délia R. de Oliveira Cavalcanti, Etelvina Lima, Sully Brodbeck e Gilda G. de
Araújo,

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�Currículo aprovado pelo Conselho Fcdoral de Sducaçao
1. História do Livro c das Bibliotocas.
2. História da Literatura.
3. História da Arte.
4. Introdução aos Estudos Históricos o Sociais,
5. Evolução do Pensamento Filosófico e Científico.
6. Organizaçao e Administração do Bibliotecas,
7. Catslogaçao e Classificação.
8. Bibliografia e Referência.
9. Documentação,
Currículo proposto pela "Comissão de Especialistas em Biblioteconomia"
1, Bibliografia.
2, Catalogaçao,
3, Classificaçao,
4» Documentação,
5. História da Arte,
6, História da Ciência o da Tecnologia,
'7. História da Literatura.
8, História do Livro e das Bibliotecas.
9, Introdução a Filosofia.
10, Introdução as Ciências Sociais,
11, Organizaçao o Administração das Bibliotecas e Serviços de
Documentação,
12, Referência,
Se a Orientaçao moderna do Ministério da Educaçao e Cultura e sim
plificar os currículos das escolas secundárias o superiores para atender a
uma formaçao básica mais específica para cada campo, no caso, entretanto, do
Bibliotecário, que precisa ter uma formaçao técnica em profundidade, o currículo aprovado tem excesso de matérias culturais e falta de matérias técnicas,
A FEBAB no memorial, dirigido ao Presidente do Conselho Federal de
Educação, em I2/2/1963, assinala, entro outros pontos, os seguintes:
a) O currículo aprovado pareço visar somente aos interesses da B^
blioteca Nacional 5
b) "A cadeira do "Paleografia" nao é matéria básica para o ensino
de Biblioteconomia o Documentação, podendo ser ministrada na cadeira do "Hi^
tória do Livro e das Bibliotecas", sondo "impraticável, atualmente conseguir-se professor de "Paleografia" para as Escolas do Interior do Brasil";
c) Se o "Curso da Biblioteca Uacional necessita do matérias específicas para a formaçao de bibliotecários, é justo que tenha êle em seu currí
culo as disciplinas necessárias, tais como a "Paleografia", "Diplomática",
"Restauraçao", "Libraria" etc,, pois nao só aquela casa, mas também o Arquivo
nacional, que nocossita do técnicos com capacidade de levar o efeito da leitu

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�- 4 -

ra, intorprotaçao, classificação, catalogaçao o rccuporaçao de milharos do l_i
vros e manuscritos quo so pordora o talvez so intcgreiii a Bibliografia ITacional".
d) "Falta no currículo a imporvantíssima cadeira do "Seleção de M
vros"3
g) "As disciplinas "Catalogaçao" o "Classificaçao" devom figurar,
soparadaraento5 uma vez que constituem matérias autônomas" há mais de 20 anos.
Devemos adotar, calados, o currículo aprovado? - ou devemos examinar os pontos supramencionados e levantar outros elementos com o fim do con
seguirmos urao forte fundamentaçao, e como moção deste Congresso, levarmos ato
o Conselho Federal de Educaçao, reforçando, pois, o memorial da FEBAB?
Enquanto este assunto fica cm pendência, sujeito a discussão do
Plenário, nós, de nossa parto, apresentaremos algumas idéias sobre a melhor
forma de orgânica do nosso currículo, visando sempre a formaçao conveniente do
"bibliotocário-documontalista brasileiro.
Examinando o currículo da "Escuela Interamericana de Eibliotocolo_
gía" do Medôllín (Colombia), chamou-nos atençao, particularmente, a distribu^
çao racional das matérias, dentro de períodos "semestrais e trimestrais, e a
seleção do conteúdo do currículo. E para efeito de confronto com a orientaçao
de nossas escolas, vejamos o regime dessa instituição,
A Escola ao recebor o candidato pa.ra o seu curso - cujo objetivo
é formar apenas o bibliotecário - pressupõe

que o mesmo já tenha adquirido

uma base intelectual sólida, con conhecimento da cultura gorai na forma mais
ampla, No entanto, o 1® ano do Curso o dedicado especialmente a transmissao do
conhecimentos

-"'-■1++'^nto no campo das humanidades, como no

das ciências naturais e a "Introdução a Organizaçao e Serviços de Biblioto^:. .
(x) '
'
~
~
cas'. 'Há, além dos conhocimentos de integraçoDCultural, preparaçao lingilííticaí
inglês (12 ao 4° sem,)| francês (3° e 4- sem.)5 alomao (5° e 6^ sem,)5 italia_
no (5° som,). Somente, no 2® ano, o aluno entrará, diretamente, no campo biblioteconômico, tanto na filosofia da profissão como na teoria o prática, O ?
ano continua a ministrar matérias técnicas, abordando problemas avançados e
questões especializadas. O último semestre é dividido era dois trimestres, com
o fim de facilitar a promoção do seminários para a discussão dos assuntos especializados; contando, ainda, cora a presença de outros professores do campo
nacional ou estrangeiro, A média de trabalho (nos 100 dias de cada semestre)
é de 30 horas semanais, O aluno é obrigado a pormaneccr no estabeliraonto das
8,00 as 12,00 hs. e das 15,00 as 13,00 hs,, cm tempo integral, portanto.
O currículo é ordenado da seguinte formas
1° Semestre (30 hs. semanais, sei io 5 para cada matéria o 5 para estudo na Bi_
bliotoca): Introdução a História da Civili5'.açao, a Filosofia, a Literatura Un_i

(x) Recebe a Escola estudantes especias que tenham completado um ano ou mais
na Universidade e queiram graduar-se em dois anos.

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�- 5 versai, História dos Livros e das Bibliotecas o Inglês.
2C Semestre (id.)! Introdução as Ciências Sociais, as Ciências Naturais o Fí
Bicas, a Orgcnizaçao e Serviços de Biblioteca, História das Belas Artes e In
glês.
35 Semestre (32 hs. semanais): Seleção de Materiais (5tLSo), Princípios de Catalogaçao e Classificaçao, n^l (9ii.s|tcoria s

Q praticas4) &gt; «Serviços de

Referência, n^l (51is.), Bibliografia e Intercâmbio de Informaçao (3ks.)» inglês (5 bs.) e francês (5hs.)»
45 Semestre (32 bs.)? Catalogação e Classificaçao,

(? bs.s teoriai 3hs,

o praticai 4hs.), Serviços de Referência, n®2, (5 h.s,), Administração do Bibliotecas (3 bs.)? Publicações em Série (2bs.)&gt; Bibliografia Nacional (3hs.)&gt;
A Biblioteca e a Sociedade (Filosofia da Profissão) (2 hs.), Inglês (5 bs.) e
Francês (5 hs.)
3g Sem»3tre (3I hs. semanais)- Problemas avançados na Organizaçao de Materiais
(2 hs,), Problemas dos Serviços de Referência (2hs,), Publicações Oficiais (4
hs.), Rfc.^rganização, Planificação e Racionalizaçao dos Serviços de Biblioteca
(3 hs,), Função e Administração de Arquivos (5hs.)5 Alemão (5 hs.), Italiano
(5 hs,) e Práticas nas Bibliotecas (5 hs.).
6^ Semestre9 1-- trimestre (16 hs. semanais) s Organizaçao e Administração de
Bibliotecas (seminário) (4 hs.). Metodologia da Preparaçao Profissional

de

Bibliotecários (seminário) (3hs.), Tese (3 hs,), Alemão (3hs.) e Práticas nas
Bibliotecas (3 hs.).
6® Semestrej|_ 22 trimestre (I6 hs. semanais) s Biblioteca Especializada (Seminário) (4 hs.), Metodologia da Preparaçao Profissional do Bibliotecários (3£
minário) (3hs.) Tese (3 hs.), Alemão (3 hs.) e Prática^ nas Bibliotecas (3hSo)
Como pudemos perceber, êste currículo tom suas matérias e atividades distribuídas equilibradamente o visa especialmente a formaçao do biblio_
tecário. Sabemos, também, que a orientaçao atual dessa Bscola é formar biblio_
tecários especializados o doaumentalistas em cursos de graduaçao superior ao
do Bacharel era Biblioteconomia.
Os cursos brasileiros, perém, ostao—se preocupando, nos dias do
hoje, em formar, conjuntamente, o bibliotecário—documentalista, incluindo nos
seus currículos, além de matérias de integraçao cultural, matérias técnicas
pai'a atender as necessidades específicas do nosso mercado de trabalho,
,

Na verdade, a premência é enorme nao só do bibliotecários como do

documentalistas. Nao é preciso fazer qualquer inquérito neste sentido, pois o
fato consumado a falta imensa de pessoal ha^bilitado para fazer documontaçao
nos mais variados setores do conhecimento humano. A olhos vistos, tomos conhje
cimento

das improvisações que se fazem, dos "técnicos de documontaçao" para o

preenchimento dos cargos criados cm nosso funcionalismo publico.
Precisamos, portanto, primoiramento, ostudar um meio do resolver
o problema da premência de profissionais era nosso país.
Como ponto de partida, vejamos qual é o objetivo das escol^-s

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de

�Bibliotoconomia no Brasil, modornamonte,
O roal objetivo das nossas escolas é formsr 'bibliotecários-documontalistas, de nível superior, para exorcerem, segundo suas tendências c apt
does, uma das inúmeras funções, que lhes faculta o diploma, nos vários tipos
de bibliotecas e soviços do documentação do País.
A prática, porem, tem-nos ensinado que o Bibliotecário, depois do
diplomado, nem sempre escolhe aquilo de que gosta o é mais adequado ao seu
feitio, sendo que, na maioria das vozes, pOr contígências do morcado do trabalho, vai ocupar ura cargo diferente daquele que sonhara oxercor, E, contradizendo, as teorias psicológicas do comportamento, ele acaba pP37 se adaptar
ao serviço, exercendo satisfatoriamente as suas funções.
Daí, a legitimidade do nosso ponto-de-vistas deve-se dar ao futu
profissional bibliotecário e documontalista uma formaçao técnica global o em
profundidade, a fira do que possa exercer qualquer uma das funções que o campo
do trabalho lho ofereça.
Ha hipótese de o recem-forraado ser solicitado para trabalhar numa biblioteca de assuntos especializados, ôle, por si próprio, acabará por
compreender a necessidade do penetrar profundamente no assunto que encampa
seu setor de trabalho. Hesse caso, optará por um dos cursos pós-graduados cor_
respondento ao assunto da especialidade de sua biblioteca, o por meio, ainda,
da oriontaçao dos próprios especialistas do campo, prosseguirá os seus estudos.
As Sscolas de Biblioteconomia devem, por isso, dar uma formaçao
básica e profunda, tecnicamente, ao futuro profissional, habilitando-o a aten
der a qualquer das solicitações oferecidas pelo mercado de trabalho, o, no ca
so das vocaçoes acentuadas, que se opto pela função que mais se coadune com
as suas aptidões.
O ideal seria que o I2 ano do curso fosse Curso Básico o habilitasse o aluno a trabalhar, legalmente, na função do Bibliotecário-auxiliar
(ou outro termo mais apropriado), o assim teríamos a solução do problema do
falta de material humano preparado para trabalhar era bibliotecas de todos os
cantos do País.
Os alunos da Faculdade do Filosofia, Ciências e Letras, por exem
pio, já no 3^ ano têra licença para lecionar. Por que os estudantes de Biblio_
toconomia nao poderiam, também, oxercor cargos determinados em nossas Biblio
tecas, quer pertencentes ao quadro do funcionalismo público como nas emprêsas
privadas? Já que há carência dêsso tipo de pessoal e nao lhe é exigido tempo
integral nas escolas, por que nao facilitar-lho o acosso ao trabalho.
So o nosso currículo fosse flexível, compreendendo um Curso Básico (I0 ano) e um Curso do Graduaçao (l'' a 3® ano), teria a seguinte vantagem:
a) daria acosso a candidatos que realmente quisessem obter o grou
de Bacharel em Biblioteconomia e Documentação (3 anos de curso). Com o curso
básico já estaria habilitado a trabalhar como Bibliotecário-auxiliar5

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�b) dr.ria acosso a normnlistas quo sc intorcsscssom só polo Curso
Básico a fim do trabalharem cm bibliotocas GScolai':;S o infanto-juvenis, Podo_
riam obter um certificado do profossor-bibliotecário, por exemplo3
c) daria acosso a universitários o ospooialistas quo desojassom,
para fins diversos, adquirir conhecimentos técnicos bibliotcconômicos, Ser-Ihos-ia conferidò um certificado de bãbliotecário do 2^' grau,
A nomenclatura moncionada, i.e., bibliotocário-auxiliar, profossor-bibliotecário ou bibliotecário do 2^ grau, deverá ser examinada com mais
critério, por isso pômo-la em discussão e aprovaçao do Plenário.
Koste particular, ainda, haveria de se estudar a nomenclatura oxi_s
tento na carroira, quo aliás é um ponto que noroce ostudo o modificaçao.
Vejamos, então, o estado real do ensino da Biblioteconomia e Docu
montaçao no Brasil, nos dias do hoje.
Curso do Bibliotoconomia o Documentação, em nivel univorsitário.
Pela lei das Diretrizes o Bases da Educaçao Nacional, os estabGl_o
cimontos do ensino suporior podem ser ministrados ora três fasess
a) graduaçaoj
b) pós-graduaçao3
c) ospecializaçao, aperfeiçoamento e extensão, ou quaisquer outros,
a juizo do respectivo instituto do ensino.
O ensino de Bibliotoconomia e Docuraontaçao, a ser ministrado, ago_
ra, em nível superior, será dividido cm tros cursos:
a) Curso do Grrduaçao (em trcs anos)|
b) Curso do Pós-Graduaçao (destinado a (1-) ampliar o atualizar
conhocimontos técnicos do Biblioteconomia, Bibliografia o Docuraontaçao5 (2-)
formar professores de Biblioteconomia o Documentaçao| (3®) atender a espocializaçoos cm Bibliologia, Bibliotecas Infant o-Juvonis, Documentação o Bibliot_c
cas Especializadas,
c) Curso do Doutorado (aos liconciados que devam defender tese).
Ao "Curso de Graduaçao" cabe formar profissionais seguros o com
conhocimonto global e profundo da especialidade biblioteconômica o documentária. Ao "Curso Pós-Graduado!' compete, além do formar especialistas para setores específicos, dar oportunidade aos bibliotecários já diplomados, há algum
tempo, do atualizarem seus conhocimontos o, ainda, formar pessoal decento. E,
finalmentó, ao "Curso de Doutorado" o facultado ingresso aos Liconciados que
dosojemproparar suas toses e rocobor o grau do Doutor cm Biblioteconomia e D_o
cumontaçao.
Cora ossa graduaçao de cursos formativo e de ospecializaçao, caminhamos para dias melhores na Bibliotoconomia, Wao basta, porém, só rofornoar
currículos, mas também, reformar pontos-do-visto o mentalidade.
As nossas Escolas sé consoG^uirao r_o^ nível universitário so forem,
na realidade, escolas ativas o dinâmicas. Pora isso, aquelas que nao o forem,
terão de rorapcr com cortas tradições o acabar cora a aprendizagem de memoriza-

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l'i

�çao, O nosso Curso, mais do que qualquer um, tom do ser ornincntomont,. prát^
CO, proporcionando ao estudante uma visão de conjunto da realidade TDibliotc_
conômica. Trabalhos práticos de equi^po, investigações bibliográficas, seminários etc. devem ser considerados como meio do aquisiçao de capacidades o
hábitos do trabalho. O nosso currículo precisa ser "verdadeiro" no sentido do
ter suas matérias ligadas entre si, e nao uma simples discriminação de cado_i
ras dasarticuladas com a finalidade da Escola. Quanto ao aspecto de democratizaçao do ensino, é preciso, também, que as nossas Escolas proporcionem o
acesso do estudantes que têm verdadeira inclinaçao para o campo, mas que nao
possuem meios financeiros para freqüentar a Escola, através do conccssaao do
bolsas-dc-ostudo, Que se influa de qualquer modo na fncilitaçao de comissio-*
namento do funcionários públicos que necessitam fazer o Curso, o de interessados do interior do Estado, Finalmente, o preciso que haja relações democráticas entre pessoal do .inte e discentes um ou dois estudantes devem part_i
cipar da Congregaçao da Escola. Deste ponto em diante, a Escola de Biblioteconomia e Docunentaçao começará ter o roal nivol universitário.
Precisamos, também, acabar com certos preconceitos de que a Biblioteconomia é mais do que uma especialidade técnica de alto significado p£
ra a cultura o ciência, o nao Avançar suas finalidades alem do terreno de sua
alçada.
2 preciso que fique bem claro que o fim precipiío da Escola de B_^
bliotoconomia o Documentação é formar ura profissional especializado que dora_^
no as técnicas do organizaçao, administraçao, aquisiçao o seleção de livros
o proparaçac técnica doó acervos dos vários tipos do bibliotecas para as trare
formar cm eficientes agencias de serviços, um profissional hábil conhcccdor
dos recursosbibliográficos c dos sistemas de informaçao adequados as exigências próprias de cada setor do conliocimento humano nas bibliotecas espccial_i
zadas.
Ê necessário, também, que fique bom esclarecido que a 2iblioteco_
nomia o a Documentação, mesmo que ministrada em nível superior, nao pode ter
as altas pretonçocs de um Instituto universitário do campo das ciências puras
o aplicadas, ou das ciências históricas o das humanidades, ministrada em 5 ou
6 anos, em regime de tempo integral, o, ainda, por professores de formaçao
universitária. ITao é o número enorme- de matérias culturais que irá dar o pro^
tígio do nível superior a profissão, mas sim o grau do profundidade técnica,
a visão larga dos conhecimentos humanos e a mentalidade bibliotecária altame_n
te çonsplidada, Tcrcnos depois de,diplomados a vida toda para crescer intolectualmento, para continua.r -nossa educação.
Para que a nossa profissão tenha efetivo caráter superior, nao só
pelas exigências de matrícula, como pelo nível do ensino, pelos graus que co^
fere e pelas funções de relevância que os respectivos titulares irão exercer,
a preocupação para a formaçao de bibliotecário-documentalista deve dirigir-sc
para uma apendizagem profunda no caspo técnico e uma intograçao panorâmica o
funcional no campo da cultura.

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�Formaçao do "bibliotocário-docuraontalista.
O bitliotocário-documcntalista dovc sor uma possoa culta, nas cm
primeiro lugar ura tccnico. Sora dúvida alguraa, o ostudanto braoilciro do Bibiotcoonomia devo, alóra dos conheciraontos técnicos o práticos da profissão,
tor iniciaçao nas raatórias indispensáveis a formaçao cultural, nas no sent^
do do facilitar a aplicaçao dos conhociraentos técnicos na Vida profissional.
O importante é que o ensino do Biblioteconomia se preocupo, cm 1® lugar, cora
a formaçao do técnico eficiente, de escol, nao so enveredando, porém, para
uma alta formaçao cultural de nodo que sobrocarroguo o estudante, num ano Io
tivo, com o estudo de muitas matérias nao ospocificas ao objetivo primordial
do sua formaçao.
ÍTa verdade, se as nossas escolas secundárias proporcionassem aos
estudantes uma base cultural sélida, nao seria necessário que uma das finaM
dados do ensino do Bibliotoconoraia fosso dar formaçao cultural aos futuros b_i
bliotecários-documentalistas. Para se atribuirem erros ou falhas ao nosso eri
sino superior, teríamos de remontar as falhas do ensino primário, secundário,
etc., o que nao nos cabo aqui discutir.
Como Já assinalamos, a falta de bibliotecários e documentalistas
é imensa por todo o País, o por isso tora forçado as Escolas do Biblioteconomia a facilitarera o acosso do candidatos aos seus cursos. O programa do vestibular das nossas escolas tem sido relativaraorite fácil, nao demandando gran
dos esforços o cultura do candidato.
Destarte, enquanto os nossos estudantes do curso secundário nao
tiverem a preparaçao conveniente para abraçarem uma carreira como a do bibli£
tecário o nao se proceder a uma rigorosa seleção do candidatos aos vestibulares, teremos de suprir essa deficiência, desdobrando o nosso currículo para
oferecer, também, a formaçao cultural básica que lhes falta. De outro lado,
se as nossas Escolas de Biblioteconomia tivessem tempo integral, com horas
disponíveis para a intensa prática dos conhecimentos técnicos, seria razoável
cuidar-se desse aspecto com mais atonçao e profundidade.
Enquanto, pois, esperamos pelo "Curso Básico Universitário

co_

raum a todas as unidades do onsino - o que por sua voz eliminará os vestibulares, teremos de encarar a realidade tal como se apresenta, mas dando ênfase
para uma formaçao basica profunda ao nosso curso quo e "Curso Profissional".
Pensando, então, ora têrmos do se forraarem técnicos em profundidade
o qualidade, as Escolas devem, pr.ra atingir êsse fim, delinear um plano do
açao para sor executado nos três anos do curso do graduaçao. Precisam atentar^
ainda, para duas questões importantes: metodologia de ensino o seleção do pró_
prlo corpo docente. A êste deve-se-lhe impor regime de tempo integral ou, na
impossibilidade, que se lhe peça assistência aos alunos cm terapo extra ao horário normal das aulas. Finalmente, quo sejam exigidas dos professores produção. intelootual o oarroira univorsitairia, o, oonsoqífontononto, dofosa de tose.
Isso somente será viável se os professores perceberem salarios, também, em nn^
vel do professores universitários.

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As soriaçoos do Curso o a distriTjuiçao das matórins om função da formaçao do
'bibliotocário .-documont aiist a.
Quanto a distribuição das matérias técnicas, somos de opinião quo
as mesmas dovam sor dispostas, nos 6 semestres, cm escala gradativa; comcçan
do o 1^ ano por cursos introdutórios até chegar as qucstes particulríres o c_s
pociais no último ano. Cora isso, o aluno no fim do 1^ ano terá uma visão glo_
tal da especialidade e iniciaçao nas atividades básicas da profissão, o que
o habilitará a desempenhar o cargo de bibliotecário-auxiliar ora qualquer repartição pública ou privada.
No referente as matérias de intcgraçao cultural, poderiam sor di£
tribuídas, oconômicamente, nos três anos do Curso. Se a preocupaçao da Escola ó dar cultura ao aluno, talvez uma cadeira de "História Social da Cultura
o da Arte" fosse o suficiente, sendo que o Curso pós-graduado daria em profuri
didade a fornaçao científica, literária otc. da qual o profissional precisaoso para se especializar. De ura modo ou do outro, o impor-ante c que as matérias do integraçao cultural e a preparaçao lingüística sejam dadas cm função
da aprondizagora técnica, isto é, em função das necessidades das práticas biblioteconômicas,
Um suma, o 1^ ano deverá visar a formaçao básica, o 2^ c 3®j a
formaçao em profundidade, e, depois, o Pós-graduado, a espcclalizaçao,
Quanto a Documentação, convém ressaltar que o sou-&gt;'cnsino nao se
pode ater somente ao estudo teórico da matéria. A aprendizagem dessa especia_
lidado nao poderá se restringir a definição de que Docuraentaçao o reunir, cias
sificar, distribuir documontos de todas as espécies nos vários ramos do sabor
humano, nao poderá se restringir ao conhecimento do histórico desta "ciência",
nos nomes das Organizações internacionais deste campo, as noçoos dos motodosj
técnicas documentárias e máquinas utilizadas no controle de iníorraaçoos, mas
devo o ensino desta especialidade atentar para a prática da documontaçao, in_i
ciando o estudante nos serviços reais de documontaçao o compilaçao do bibliografias, no sentido mais amplo o nos seus pontos mais específicos. lí nocessá^
ar
rio que o aluno nao sofaça estagio cm bibliotocas, como cm seviços de documentação 3 bibliotecas de pesquisa, Ê hora do fazermos frente aos pseudos
"técnicos do documontaçao", mas fazermos fronte como documentalistí{s mesmo.
Um ano só para o ensino da Documentação nos pároco pouco, Para se
ter o registro do diploma como "documontalista", deveria ser exigida espcclalizaçao nesse campo, no Curso Pós-Graduado, a menos que se ampliasse essa Cadeira em várias disciplinas e dando-se ênfase a prática intensa da matéria.
De agora cm diante, a nossa formaçao técnica tem de atingir os
dois campos: biblioteconomia e documontaçao.
Espirito de investigação.
Além das prática necessárias de matérias técnicas, é improscíndivol que seja proporcionado ao futuro bibliotocário-documentalista a formaçao

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�do um raínimo de espirito do invcstignçno - espirito osso indispensável a, q^ua^
(^uor profissional do nível superior.
A investigação a que nos queremos referir c a "investigaçao-raeió",
do 22 grau, o nao a "investigação cientifica" no seu sentido lato, cjijo fira
c a descoberta do um fato novo para efeito do progresso científicoo Geralmeri
te, aljusamos deste termo e o empregamos no sentido de coleta do dados ou pe_s
quisa bibliográfica.
Precisa ficar bem claro ôste ponto, ou seja, que a investigação
cientifica sbmonte pode ser feita por especialista. A Documentação cientifica ou os levantamentos bibliográficos do assuntos especializados poderão ser
realizados pelo bibliotocário-documentalista sob a orientaçao do especialista, ou se ôle próprio, alem do dccumontalista,fôr especialista na matéria.
Entretanto, o espirito de invostigaçao de 22 grau, podo ser conseguido por qualquer Cadeira, através de fina didáticos. Os professores podem
propor trabalhos práticos, onde problemas o dificuldades sejam suscitadas a
fim do obrigar o aluno a movimentar-se, tomar iniciativas, fazer funcionar a
inteligência e transferir os conhecimentos adquiridos para a execução da tarefa, Esta o a melhor oportunidade para o aluno poder utilizar-se do arsenal
bibliográfico que "memorizou" na cadeira de Referencia o das normas e técnicas que aprendeu na cadeira do Bibliografia. Cadeiras de intcgraçao cultural
o técnicas&gt; em comum acordo, poderão proporcionar aos alunos excelentes opor_
tunidades de realizar trabalhos de pesquisa bibliográfica o levantamentos d^
versos. A verdadeira unidade orgânica do currículo se consegue nesse último
particular.
ITo contacto Intimo cora os alunos, nestas atividades pi'áticas o
Professor pode perceber as vocaçoes o aptidões aproveitáveis para a invostigaçao, e convém nao perdê-las do vista. Quando varificar inclinações acontu^
das, o professor deverá encaminhar e aluno, no tempo certo, para o curso de
especirlizaçao adequado as suas inclinações. Mais tarde, se tiver real vooaçao para a pesquisa, poderá docidir-sc pelo apêgo exclusivo da ospocialidade
e acabar por sor um verdadeiro investigador,
Como vimos,

no currículo do Medelllm, o último semestro do curso

inclui seminários nas cadeiras de "Organizaçao e Administração"^ "Iiotodologia
da Preparaçao do Bibliotecários" e "Bibliografia Especializada",. A nosso ver,
deveriam, também, algumas de nossas cadeiras, no último.^ ano, realizar semin^
rios. O seminário é prática comum do nosso ensino universitário, o o dinamiza sobremaneira. Ê o melhor meio de proforcionar desembaraço ao estudantes ê^
te dará largas ao sou espirito do iniciativa, criador o critico^ colaborará
com soluçoes novas ao assunto debatido, superará, por vêzes, a timidez, pelos
apartes constantes quo é obrigado a dar e, principalmente, ser-lhc-á aguçado
o espirito de invostigaçao, pois que deverá propârar-se para discutir o assuri
to. S o seminário, afinal das contas, acaba sendo útil ao próprio professor;
aprende sempre qualquer cousa nova com as investigaçocífe o pontos-dc-vista dos

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jovens o pcrspiDazGS ostudantos.
Fo sentido, aind" j do proporcionar meios pr.rc,. o estudante desenvolver o cspirito(do proporcionar meios para o estudante desenvolver o ospi—
rito)do invostigaçao5 incrccc nossa atençao estudar a hipótese do se exigir ^
ma tese ao aluno no fim do ano, em cuja ocasião já dominara perfeitamente

o

carapo biblioteconômico. Escollieria ele um assunto do sua predileção, o orie^
tndo pelo professor da especialidade olalaoraria a tese no decorrer do ano letivo. Ao fim do último semestre exporia a tese a uma banca examinadora.
É uma idéia, também, que podo entrar em discussão,
Era suma, queremos dizer que o ensino do Biblioteconomia deve ter
cm mira dar ao futuro bibliotocário-documentalista, alem de uma introdução ao
estudo

de matérias do integraçao cultural concatenadas a aprendiza.gera teóri—

cobásica das matérias técnicarS, atividades práticas da profissão e outras com
a finalidade objetiva de lhe desenvolver o espirito de investigação do 2^ grau,
dando-lhe vistas largas e aquisiçao de hábitos de trabalho.
Se, na vida profissional, o bibliotecário irá informar, orientar
leitura o ensinar aos vários tipos de leitores (de bibliotecas escolares, u—
niversitárias, públicas, especializadas etc.) a utilizaçao das fontes do s^ber
precisará ter desembaraço no manuseio intrínseco dos livros. O estudante que
souber, desembaraçadamente, manusear catalogos o bibliografia, procurar infojr
maçoes o tirar o melhor proveito dos livros será um ótimo bibliotecário e qu_i
çá um futuro investigador.
Aspectos Imp ort a nt e s que devom ser levados em conta na formaçao do biblioteca*
rio-documentalista.
A formaçao "moral" do bibliotecário, ou melhor^ os aspectos pertinentes a problemas de formaçao pessoal propriamente dita (educaçao, mentalidade, ética, relações humanas etc.) devem morecor a atençao dos professores
dos nossos cursos de Biblioteconomia.
Cremos nós que em qualquer escola brasileira ha sempre ura grupo
de estudantes que já traz uma formaçao moral e mentalidade bem consolidadas.
No entanto, há uma outra parte que precisa ser observada e estimulada para
seu aperfoiçoamonto humano.
Se o futuro bibliotecário—documontalista vai exercer funções de
alta expressão sócio—cultural e ocupar postos de relovancia em vários setores,
aos quais suas habilidades profissionais lhe facultam acesso, deve, pois, impor—se, nao só pelo domínio absoluto dos assuntos do seu campo, como pela po^
sonalidade marcante, mentalidade elevada e larga visão das cousas.
Ê preciso, pois quo os professores se empenhem numa luta inteligente no sent'ido de anular certas deficiências psicológicas e propensoos, que
sabemos existir em corto grupo do estudantes brasileiros (o profissionais da
nossa nossa classe), bem como estimulem o cultivo das boas qualidades imprcBcindiveis ao exercício de suas funções na vida profissional. Dos inúmeros pontos negativos que invoston a porsonalidado de nossos estudantes, os que devera

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sor bloqueados o anulados da sua psique sao os seguintes' falta do vcntadC;^
falta do memória, desordem, curtoza^ presunção, displicência, impaciência, in
disciplina, egoismo, insociabilidadc, indiferença, intemperança, teimosia, ciú
me, inconstância, e as propcnsoes ao engano, a adulaçao, a promotor, a crcr,
ao isolamento, ao fácil o a discussão.
Era contraposição, há certas qualidades e elementos de formaçao
pessoal que devera ser apontados aos primeiranistas dos nosscS cursos a fim de
que as cultivem pela vida profissional afora: "boa aparência, personalidade,
simpatia, amor ao próximo, bom humor, boa comproonsao, disposição, gosto artís
tico, vontade de progredir, presença de espírito, capacidade do planoar e
transferir conhecimentos, habilidade administrativa, espírito criador o inova_
dor, consciência bibliotecária etc.
Som dúvida alguma, cabo aos mostres cooperar com os alunos no seu
aperfeiçoamento humano, No contacto íntimo com êles, devem proscrutar sua índole, grau do desenvolvimonto etico-raoral, educação etc.&gt; e,de algum modo, in
fluir na sua formaçao pessoal. tios entremeies de aula, por exoDíplo, os profes
sôres podem abordar pontos que venham a contribuir para o aperfeiçoamento dos
alunos. Se, durante os três anos do Curso, dois ou três profossêros se interessarem pela educaçao e formaçao moral de seus pupilos, lançando

oonstante-

monte, uma seraentczinj.:.a benéfica o estimuladora neste particular, c corrigí-los diplomática e amigavelmente, no momento adequado, muito se poderá conseguir om prol da consolidação do uma mentalidade arejada dos nossos estudantes.
As críticas ou correçoos dos professores, que já sao modelos de
dignidade moral e intelectual, e, antes de tudo, verdadeiros amigos dos alunos, agirao como elementos anti-deficiontos nessas personalidades em fase do
consolidação. O aluno terá a palavra amiga e corretiva como ura elemento de au
to-policiamento mental, ajudando-o, conseqüentemente, a anular as dificiências
psicológicas.
Aos professores, pois, nao corapote sbraonte transmitir conhecimentos, mas, dentro de ocasioes propícias, o-d-u-c-a-r.
O Professor - na concepção moderna, mais ampla - devo, alem do
instruir, guiar, dirigir, descobrir capacidades o cuidar dçilas. Cabe-lhe, pois
insti^r o aluno nos conhocimontos, nas habilidades, nas atitudes e ideais.
Desta forma, e importante que os professores das Escolas do Biblioteconomia
tenham formaçao didática (conhecendo métodos de ensino; procesos pelos quais
utilizará as leis da aprendizagem para produzir resultados dosejados), bem cono lhes é iraprescindivel formaçao psicológica, principalmente da Psicologia do
adoloscente o educacional.
Dissemos que de ura cr.rrículo bera estruturado dependerá, era grando
parte, a formaçao adequada do bibliotecário, mas, também, de un bom sistema
onsino

e do professores bem preparados para sua missão dependerá a forma_

çao integral do aluno. Daí, a responsabilidade de ser Professor e de as Escolas tomarem precauçao antes de aduitir pessoal para integrar seu corpo docente,

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Os professores devem, de vez em quando, fnzer um exame do consciência o perguntcren a ei próprioss "Tenho sido um tom exemplo para os meus
alunos?" - "Tenho idéias arejadas c mentalidade evoluidn?" - "Tenho sido aces
sível o dndo oportunidade aos meus alunos para manifestarem o livre arbítrio
G terem despertada sua consciência individual?" -'Tenho acompanhado a evolução das idéias pedagógicas o de psicologia educacional a fim de conseguir umc aprendizagem eficicnto?" - "ITso tenho descuidado do meu próprio progresso
intelectual?" etc.?
Se as respostas forem 8O50 positivas, felizes sorao os nossos estudantes do Biblioteconomia.
Os nossos professores precisam entrar em contacto com outros pro_
fessôres univorsitíários c discutirem, em seminários, problemas pertinentes
aos métodos modernos de ensino superior. Daí, a necessidade de nossas escolas
serem anexas a Universidade, para maior assimilaçao do professôros e alunos
ao ambiente universitário. De outrV','^°scria benéfico, também, contratarem-se
professôros estrangeiros ou especialistas do campo na,cional para ninistrarem
cursos extra-curriculares para efeito de arejamento do nossas idéias educaci_o
nais.
Cursos de Férias o curscs intensivos noturnos seriam, também, interessantes para alunos que quisessem superar deficiências particulares.
Outros pontos que devemos abordar sao aqueles relativos aos aspcc_
tos sociais da profissão, a formaçao psicológica do futuro orientador do loitura, as relações públicas e divulgaçao dos serviços de sua biblioteca o a
orientaçao profissional adequada, e objetiva, para o pleno exercício das nossas funções de expressão social.
Uma das funções do bibliotecário, mais atraentes e de alto signi^
ficado sócio-cultural, é a do informar o público e orientar leitura, enfim de
servir dirotcmonto ao leitor. Para isso, além de qualidades pessoais específicas, como a boa compreensão, amor ao próximo, paciência o bom trato para
com as pessoas, é indispensável, para eficiência do serviço, ter o "guia-de-leitura" conhecimentos do homem o da sociedade com que deve lidar, conhecer,
o em outras palavras, precisa penetrar na filosofia da profissão. Ssta função,
especialmente, dever ser exercida polo profissional que possua as qualidades
acima referidas. Quem nao tiver essas qualidades, que nao aceite um cargo do_s
sa natureza.
Para cada função que compete ao Bibliotecário exercer na vida pr£
fisöional, dove-se-lho dar especial atençao quando do desdobramento das Cadei_
ras nas suas séries.
3m nossa apreciaçao ao currículo, argumentamos que o mesmo nao po_
do ser assoberbado de matérias extras as técnicas, porém há alguns conhecimen.
tos indispensáveis a prática de cortas funções,

que devem ser acrescentados

numa disciplina geral de "Orientaçao Profissional", ou como tópicos da "Cadei^
ra de "Organizaçao e Administração".

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Sabomos quo a raaiorin das Escolas "brasileiras tom incluídas nos
seus currículos as cadoir:".s do PsicologiTs Sociologia, Relações Públicas o
Fublicidrdo, llossa opinião c que nao se estudem exaustivamente cssasmatérias,
cm detrimento do tempo procioso que se deve dar as matérias técnicas, masj
sim, que esses conheciracntos devam ser dados de modo prático quando do estudo
das funções sociais do bibliotecário. Hoste ponto, então, ostudar-so-íam o
comportamento da criança, do adolescente o as necessidades sociais do homem
brasileiro. O currículo da Escola do Tledellín tem um tópico muito sugestivo o
apropriado: "La Biblioteca y Ia Sociedad" (Filosofia de Ia Profesion),
Achamos importante, também, que se dô ao futuro bibliotecário en
sinamentos diretivos de Relações Públicas e Publicidtidc.
Se o Bibliotecário, numa de suas múltiplas funções, vai dedicar-se ás bibliotecas escolares, públicas, infantis, é indispensável que, além
do conhocimento do homem e da sociedade, conheça os princípios o métodos que
norteam as relações da Biblioteca com o público e os meios publicitários para maior divulgaçao dos serviços da instituição.
A realidade brasileira, na verdade, é contrastantes de um lado,
principalmente nos grandes centros, as bibliotecas sao super-lotadas o há ca_
rôncia dessa agência de cultura, de outro lado, nos meios mais acanhados, as
bibliotecas nao tom freqüência alguma o nem receptividade pof parte do púbM
CO. Roferimo-nos, principalmente, ás bibliotecas escolares e públicas, porque
para as bibliotecas especializadas o de pesquisa mede-se afrcqiüênci*a pela qua
lidado dos leitores o nao polo númoro do consultas.
O segundo caso - o d.^ falta do receptividade - é mais fácil de r_c
sglver, porque talvez falte um sistema de Relações Públicas e Publicidade bem
organizado. A Biblioteca pode ser comparada

Q, utn "negécio", som fira lucra-

tivo, na verdade, mas de utilidade pública e do alto significado sécio-cultural. É uma agência do saber, da cultura, da educaçao, o o Bibliotecário é o
agonciador de sua "mercadoria": o livro. Desta forma, o dever do Bibliotecário é promover cada vez mais a salda dos "produtos" de sua agência, o se houver pouca procura, alguma provicência deve ser tomada. Uma propaganda ou um
processo bem planejado do publicidade deve ser executado para consoguir-sc uma boa "clientela", A propaganda é a alma do negécio, como sabomos.
Levando o caso a uma situaçao objetiva, como por exemplo uma biblioteca escolar, devo o Bibliotecário manter contacto íntimo com o seu públ_i
CO e serví-lo amavelmente. Os trr.balhos eficientes de uma Biblioteca bom orga_
nizada é sua própria propaganda, lio entanto, conforme o moio, surgem certas
dificuldades de conseguir-se um público que venha corresponder aos esforços
materiais e humanos despendidos para manter essa Biblioteca. Ê nossa ocasiao
que funcionam os princípios o métoi5.os das Relações Públicas e Publicidade. F_e
cessário, então se faz sondar as causas que ausentam o público das bibliotecas,
Sssos problemas, essa situaçao,devem ser mostrados, concretamente,

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aos alunosj sendo quo os métodos o princípios do Relações Públicas o meios
publicitários podem ser aplicados objetivamonto através de trabalhos práticoSi
Que sejam impostos aos estudantes estágios em bibliotecas "passivas", onde
eles possam colaborar efetivamente na anulaçao dessa passividade. Por si só,
acabarao por compreender a necessidade de um inquérito social o de ura meio
publicitário adequado para atrair o público para essa biblioteca. Realizarao,
desta forma 5 um trabalho escolar prático e uma colaboraça.ciD efetiva para uma
biblioteca.
Para resolver o 1^ caso - o das biblioteca,s superlotadas - tcria_
mos de dizer que ó necessário ampliarem-se as instalações e serviços das bibliotecas escolares e públicas, bem como c preciso que se espalhem as agências do sabor por todas as regiões do Pais, mas, enquanto nao pudermos contar
cora grande núraero de bibliotecários disponíveis convém mantermo-nos caladas.
*
d-G
Repetindo o que já dissemos, anteriormente, a cadeira "Organizaçao o Administração" poderia cuidar desta questão do relações públicas, da
preparaçao do aluno para exercer as funções de guia-do-loitura e de administrador de serviços do biblioteca (logo após o estudo dos tipos de bibliotecas)
sob o tópico específico "Orientaçao Profissional". Desta forma, dar-se-ia
mais ênfase a essas questões importantes.
Outras questões, que devem ser abordadas com-mais profundidade
pela cadeira de "Organizaçao e Adrainistraçao", e que sao de grande importância para vida profissional, sao a orientaçao de habilidades administrativas
e a formaçao do caráter ético do futuro bibliotecário-documontalista.
É preciso incutirem-se na mente de nossos estudantes princípios
de conduta humana e profissional, raostrando-lhos

o que é certo e o que é er_

rado nas suas relações de colega para colega, de chefe para funcionário e v_i
ce-versa.
Sabemos das várias dificuldades por que têm passado os profissio_
nais quojnao possuindo "inclinaçao" para chefia e nao tendo recebido a devida preparaçao para dirigir pessoal, foram, pelas circunstâncias, chamados p^
ra administrar uma Biblioteca ou uma Secçao. Além de se terem embaraçado com
os probl^pias rotineiros de adrainistraçao, nao consegiiirara eficiência dos ser
viços.tO fracasso so dou, do um •Ir.dojpor" nao terem tido una visão do conjunto
dos problemas e serviços de organizaçao o adrainistraçao de bibliotecas e, de
outro lado, por inabilidade de tratamento do pessoal sob sua jurisdição. Conheceraos, ainda, os casos dos profissionais, que na qualidade de funcionários
subalternos, têm prejudicado serviços, por mero desajustamente e falta de for^
maçao ética.
Ssse assunto dove ser focado, também, com grande relevo, Por isso
deveria ser tratado no

programa, da cadeira do "Organizaçao e Adrainistraçao"

sob um tópico específico de "Deontologia". Dovoraos levar era conta, ainda, ne_s
te particular, o estudo do "Código de Ética Profissional" do nosso campo, era

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fasG de rcelaboraçao pela autora do anto-projeto D. Laura G. M. Russo o profissionais interessados na concretização dêsso precioso empreendiraento.
Espirito a^remiativo o intorcâtnbio,
O Professor - educador, tambera, e nao só mostre-oscola - tem de
penetrar na esfera do informaçoes sociológicas a fim de conhecer a real posi_
çao que deve ocupar a juventude na sociedade. Cumprir-lhe-á, então, nao deixar essa mocidade adormecida para os problemas que afligem o meio em que vivem, Devo o Professor, pois, despertar a consciência dos jovens estudantes
para uma interaçao social mais ativa, nao através do imposição de idéias, mas
proporcionando condiçoos favoráveis para o seu desenvolvimento mental espontâneo até conduzi-los para o chamado "idealismo social-evolutivo".
O melhor meio para os estudantes darem largas as suas virtualida_
des intelectuais, morais e sociais é o campo associativo.
Dai, a importância dos "Grêmios" ou "Centros Acadêmicos" que, co^
comitantemente, proporcionam ao jovem acadêmico campo de açao social e dese^
volvimento para suas potencialidades cognitivas o apetitivas e despertam-lhe
a consciência associativa e profissional.
Se algumas de nossas escola^ nao tiverem, ainda, o seu Grêmio,
t
te aos profoBsêres,diplomaticamente, conduzir os alunos a institui-lo.
Alguns dos maiores flagelos da nossa carreira tem sido a falta do
espirito associativo e de consciência bibliotecária por parte do certos pro. (x) ~
fissionais. 'Sao profissionais que se agrupara apenas cm torno de interêsses
próprios e imediatos e, concentrados em condiçoos cômodas, nao atinam para
sua função social e para seus devores profissionais.
Se durante os três anos de curso, os estudantes participarem das
atividades do seu Grêmio, terão o espirito associativo formado, o o problema
que enfrentamos agora nas Associaçoes de classe e nas Bibliotecas, por certo
será sanado.
Quanto beneficio para a Biblioteconomia pode realizar um Grêmio
integrado por um grupo do jovens idealistas, trabalhadores e cênscios de sua
futura função social. Os es-Ludantes, além de se desembaraçarem e alargarem a
visão, podemos - cooperar na solnrno de problemas do nosso campo: assistência técnica o orientaçao do pessoal leigo de nossas bibliotecas de escolas
primárias e secundárias (para as qu^.is infelizmente nao há, ainda. Lei que obrigue sua organizaçao por profissional habilitado), - promover conferências
e cursinhos sobre organizaçao de biblioteca, normas de citaçao bibliográfica
etc. para estudantes do outras faculdades ou interessados em geral, - fazer
campanhas para fundaçao de bibliotecas de bairro, era hospitais, prisões, fábricas etc., - colaborar com as Associaçoos de classc nos inúmeros problemas

(x) Veja-se outro trabalho nosso, apresentado a êste Congresso, sob o titulo
"Consciência Associativa".

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que têm para solucionar a 'bom do moio social etc.
Outro ponto rolacioncdo com as atividades agromiativas ó o inter
câmbio com os colegas da mesma carreira, no i'ais ou no Estrangeiro (c diga-se
de passagem, esta atividade deve ser mantida entro Escolas e Associaçoes de
todo o Pais, o do Estrangeiro). Afora a correspondência mantida com outros
Grêmios e troca de Jornalzinho, para estreitarem mais "intimamente as relações,
devem os Centros Acadêmicos promover nesas-rodondas ou seminários inter-regi£
ncic G entre Estados. Seria imensamente bom que os ■bibliotecários brasileiros
pudessem visitar-se mutuamente, do Estado para Estado. Sabemos, na verdade,
que há impecilhos do distância e despesas, porem com boa vontade c iniciativa
vence-se tudo. Pode-so através da FAB, obter-se passagem e por intercâmbio de
residências, acomodar-se o visitante.
A idoia

de intercâmbio podo ser estendida para o âmbito ostudan

til geral, isto ó, manterom-se relações com estudantes de escolas de outros
campos. Poderiam ser propostos seminários entre estudantes de Escolas Normais,
Faculdade de Filosofia, Ciências Sociais etc*. Desde já poderia o estudante de
Biblioteconomia penetrar nos problemas comuns que deverá enfrentar na vida
profissional e tratar de outras questões de interesse cultural o nacional.
Quantos entendimentos o benefícios para o próprio progresso individual do e_s
tudante poderiam resultar dêsse congraçamento estudantil. Ê uma idéia que mjo
roce a atençao dos professores para que a divulgucíi entre seus alunos.
Êste assunto - o da "Educaçao do Bibliotecário-Documentalista" ó deveras empolgante e faz qualquer apaixonado pelo campo exceder-se na sua
abordagem, líuitos outros pontos poderiam ser focados neste trabalho, e muita
cousa apontada deveria ter sido tratada cora..mais profundidade, mas dada à eii
guidade do tempo intelectual para elaboraçao do mesmo e o limite de espaço
material de um trabalho de Congresso, restringimo-nos a ura ensaio sobre o assunto. Tivemos intenção de, ainda, ao apreciar o currioulo do nossas Escolas
(por alto), ao apontar problemas e sugerir soluçoes a formaçao integral de bibliotecário-documontalista, dar margem a discussão do assunto, em profundidade, pelos Colegas especializados, em cada questão apontada, o presentes neste
Conclave.
Antes de apresentarmos as conclusoes queremos deixar bem claro
que longe da nós esteve qualquer segunda intenção de criticar professores ou
Escolas de Biblioteconomia do Pais. Devemos até, neste fim de trabalho, render
nossa homenagem a essa pleiade pioneira de professores brasileiros do Biblioteconomia o Documentação, e, especialraentos consignar riossos respeitos aos
Mostres que incidiram em nossa formaçao o, até hoje, continuando influindo,
cora seus exemplos, dignificantes do labor bibliotecário, em nossa vida profi_s
sional.
Qualquer profissional brasileiro, na época de hoje, tom a obrigaçao de assumir posição combativa e crítica aos assuntos que merecem reforma e

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atualizaçao. Por isso fomos, nlgunas vôzos, severas ora nossas assorçoos. O quo
dosejaraos, com toda a sinceridadOj o quo a Biblioteconomia soja respeitada como ensino superior pelos seus objetivos definidos, pelo seu currículo atualizado e dinâmico, c que os Bibliotocários-Docunentalistas, agora, com a carreira rcgularaontada, tenliam formaçao adequada, nodorna. e em consonância com a
realidade nacional, E assimj com uma formaçao sólida, integral, consciência b^
bliotecaria altamente consolidada terá o Bibliotocário-Documentalista e prestígio que merece no seio da nossa sociedade.

£ 2.

5. íi ?. â Õ E S

1. A educaçao do bibliotecário-documentalista deve dirigir-se para uma formaA#
Çap técnica, básica e profunda, e ao mesmo tempo de caráter prático,
2. Há nocessidado do se rovorcm, de tempos em tempos, os currículos o o programa do cada Cadeira^ a fira do acompanhar-se a evolução dos conhecimentos
humanos e atenderem-se as novas necessidades do estudante o da sociedade,
3. O currículo deve ser um conjunto do matérias relacionadas entro si o diri^
rigidas todas ao fim fundamental da Escola.
4. As matérias de integração cultural que constara do currículo mínimo

devem

ser articuladas as matérias técnicas, de forma a convergir para a seguran
ça o facilitaçao das práticas bibliotecárias.
5. A aquisiçao de conhecimontos científicos, literários ou tecnológicos, enfim, a formaçao específica do estudante interessado num determinado campo
do conhecimento humano, devo ser obtida em especializações do Curso í&gt;ós-Oradundo do Bibliografia o Documentação. Todavia, quando o bibliotecário
quisor ser um especialista do mais alta categoria, necessário so faz obter
grau em cursos superiores específicos.
6. Be ura.currículo bem estruturado, de üm bom sistema de ensino e de um corpo de professores bem preparados o conscientes de sua missão do 'educadores,
dependerá, na maior parto, a formaçao integral do bibliotecário-documentalista.
7. Beve-so intensificar o estudo da Bocumontaçao no Curso de Graduaçao, atentando-so, principalmente, para o ensino prático da matéria.

_ ■

8» Bove-se estudar (Escolas c Associaçoos) ura meio do ozigir-se dos bibliotecários-documontalistas, quo forom ocupar cargos nos setores da Bocumontaçao e Bibliotecas especializadas, o curso Pós-Graduado cm Bocumontaçao

o

Bibliotecas Especializadas.
9» As Escolas de Bibliotoconomia o Bocumontaçao para terem real sentido univor_
sitário têm de ser escolas ativas o dinâmicas e acabar cora cortas práticas
educacionais obsoletas.

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�- 20 10. Os professores de nossos escolas devenis
- ter forraaçao didática o do Psicologia Educacional5
- intcgra-so no ambiente do professorado dos cursos superiores do País;
- fazer carreira universitária.
11. Precisam, ainda, dar assistência aos alunos cm horas extras ao horário normal das aulas.
12. O futuro bitliotecário-documentalista, indo na vida profissional ocupar car_
gos de relevância, deverá' impor-so, nr.o só pelo domínio absoluto dos assuntos do seu campo, como pela personalidade bem cultivada, mentalidade elevada^ ética profissional e larga visão das cousas.
13. Os professores, na qualidade de cducadorcs, dovem atentar, pois, para a for_
maçae otico-profissional dos alunos o colaborar para o sou aporfoiçoamento
hjcmano.
14. Ê imprescindível que soja propiciado ao futuro bibliotocário-documentalista
ura mínimo de espírito de investigação. Investigação essa, do 2^ grau,

quo

podo ser desenvolvida através do trabalhos práticos bem planeados, pelos pr£_
fcssôros, o por meio do seminários g elaboraçao de tose no final do curso.
15» Ê preciso atontar-se^ também, para os aspectos sociais da profissão, a fornaçao do baso psicológica espocífica para o futuro orientador do leitura, as
relações públicas, enfim, a. oriontaçao profissional adequada para o pleno cxorcício das funções bibliotecárias de expressão social.
16. Nao devo, por isso, faltar na ôadeira de "Organizaçao o Administração" tópicos ou disciplinas de "Oriontaçao Profissional" o "Doontologia".
17. A incromontaçao da dissiminaçao do bibliotecas escolares o públicas por todo o País deve ser feita, concomitantemente, com o preenchimento da lacuna
docorronto da carência de profissionais. A solução mais viável é transformar—
-so o ic ano do nosso cuiao cm CURSO BÁSICO, com a possibilidade, logal, do
o aluno poder trabalhar como bibliotecário-auxiliar.
18. O idealj pois, o que o currículo seja fèoxivel (lo anos Curso Básico; 1^ a
3® anoBs Curso Graduado)para permitir, também, quo normalistas, universitários ou especialistas etc.

, con, apenas, o CURSO EÄ.SICO, estejam habili-

tados a organizar bibliotocns escolares o infantis e para fins diversos, so_
gundo as necessidados ospocíficas de cada um.
19. Deve ser estabelecido intercâmbio ontro Escolas dos vários estados brasileiros o países estrangeiros, para maior congraçamonto entre profissionais, un^
dade da classe, coordenaçao de esforços e arejamento de idéias.
20. Os professores devem ostirnular a formqçao da consciência agromiativa dos alu
nos, mostrando-lhos as vantagens dos atividades associativas estudantis para
c seu progresso individual o para o do cnrnpo biblicteconômico cm geral.
V
S. Paulo, 10 de junho do 19^3
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�TRABALHOS

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BOLETIM Informativo da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Nível Universitário, Rio dc Janeiro, n^ 110, jan. I962.
CARVALHO, Felisbela Liborato de Matos - Forraaçao profissional do bibliotecário
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SAMBAQUI, Lídia Queirós - A profissão do bibliotecário.
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                <text>Formação integral do Bibliotecário-Docurnentalista brasileiro</text>
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��IV CONGRESSO BRhSILEIRO DE BIBLIOTSGONOHIÀ S DOCUTÍSNTAÇÃO

Currículo mínimo do Curso de Biblioteconomia
Conselho Federal da Educação
Parecer n® 326

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Fortaleza
1963

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I

-55CURRÍCULO MÍNIMO ^ CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO
PARECER N9 326

Os cursos de formaçao de bibliotecários no Brasil tiveram
a sua experiencia pioneira na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
a partir de 1915»
Esse primeiro curso de biblioteconomia tinha como
enfase a preparação de ordem intelectual, mais informativa que técni
ca, com o propósito de atender ao espírito enciclopédico da principal instituição bibliográfica do país.
Por volta de 1943, o Departamento Administrativo do Serviço Público, dentro de um plano geral de aperfeiçoamento dos servidores civis, criou, através de sua Divisão de Aperfeiçoamento,um Curso
de Biblioteconomia, de caráter intensivo e meramente técnico.
Sm 1944, sob o influxo dessa experiência, o antigo Curso
de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional foi reestruturado,numa ten
tativa de conciliação das duas tendências - a preparação instrumen~
tal e a preparação intelectual.
Dois cursos foran então instituídos, ambos com a ■ duração
de um ano: o Curso Fundamental de Biblioteconomia e o Curso Superior
At
yV
de Biblioteconomia, este completando aouele»
Nessa nova experiência- os estudos técnicos
oobrelevaram
A
^
os estudo'! de ordem intelectual.
Dai decorreu um novo ensaio, em vi
gor desde o início do corrente ano, através da restruturação dos Cur
SOS da Biblioteca Nacional, com a dupla finalidade de ampliar a sua
duração e a sua área de estudos, alargando sobretudo o seu campo de
cultura geral,
Essa tendência já se fazia sentir em outros cursos de biblioteconomia do país, notadamente os de São Paulo, Pernambuco e Paraná, em parto inspirados na experiencia da Biblioteca Nacionalo
A
^
A
Dentro desse espirito, e tomando como sugestão a experiencia dos vários cursos atualmente em funcionamento, propomos o seguin
te elenco de matérias a título de currículo mínimo para os cursos diâ
biblioteconomia:
História do Livro e das Bibliotecas
História da Literatura
História da Arte
Introdução aos estudoa históricos e sociais
Evolução do pensamento filosófico e cj.ontífico

F,E,B»Ao B*
Fed, bras. Asa. Bibl,

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S.Paulo

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nov./dez„ 1962

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�-56-

Organização e administração de Bibliotecas
Catalogação e classificação
Bibliografia e referência
Documentação
Paleografia
^
M
A
O curso tera a duraçao de tres anos
(a) Josué Montello, relator.

Celso Cunha

RES_OLU£ÄO
Fixa o currículo mínimo e determi
na a duração do curso do
Biblioteconomia,
O Conselho Federal de Bducação, tendo em vista o disposto
nos arts. 9® (alínea e) e 70 da Lei de Diretrizes e Bases e aprecian
do o Parecer ns 326/62,
RESOLVE:
Art. 12 - O currículo mínimo do curso de Biblioteconomia compreenderá as seguintes ma
térias:

■

História do Livro e das Bibliotecas
História da Literatura
História da Arto
Introdução aos estudos históricos o sociais
Evolução do pensamento filosófico e científico
Organização e administração de bibliotecas
Catalogação e classificação
Bibliografia e referência
DociimentaçSc
Fa].eografia
^
^
K
Art. 2^- - A duraçao do curso sera de tres anos
letivos.
Art. 3® - 2 obrigatória a observância dos aft»
12 G 2Ö a partir do ano letivo de 1963
(a) Deolindo Couto, Presidente

■ F.S.B.A.B.
Fed. bras. Ass. Bibl,

cm

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I Digitalizado
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S.Paulo

nov./dez. 1962

MScan
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i&lt;

19

20

�-57-

E3CÚLAG M BIBLIOTECONOMIA TO BRASIL
OFICIAIS E OFICIALIZADAS
1 - Curso de Biblioteconomia dà Biblioteca Nacional.
2 - Escola de Biblioteconomia do São Paulo.
3 - Escola de Biblioteconomia e Documentação, da Univer~
sidade da Bahia,
4 - Faculdade do Biblioteconomia de Campinas, São Paulo.
'j - Escola de Biblioteconomia e Documentação, da Universidade do Rio Grande do Sul.
5 - Curso de Biblioteconomia e Documentação,
sidade do Recife.

da Univer-

7 - Escola de Biblioteconomia e Documentação, da Universidade de Minas Gerais,
8 - Curso de Biblioteconomia e Documentação,
sidade do Paraná.

da Univer-

9 - Escola de Biblioteconomia e Documentação, do glnstituto Santa ürsula. .
10 - Escola de Biblioteconomia e Documentação,
Cariop, são Paulo^

de

São

ooc

r

F.E.B.A.B.
Fed, bras. Aas, Bibl.

cm

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S.Paulo

nQY../dez. 196?

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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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749
CE

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DB BIBLIOTSGONOMlÄ E DOGUMENTávgÃO

y
Regulamentação da profissão de bibliotecário
Projeto Í177O/58

U'.
1^.

I
Fortaleza
1963

IP

�REGULAMENTAgÃO DA PROFISSÃO DE BIBLIOTECÁRIO
112—12 i2I2^li
A
Deputado Roge Ferreira

HISTÓRICO E ROTEIRO
No dia 3/12/1958, uma Comissão de Bibliotecários Municipais, de são Paulo, composta das Senhoras Afra de Lima,
Marina
da
Rocha Miranda e Laura Garcia Moreno Russo, levou aoRio de Janeiro,
N
&gt;.
'a
a Camara Federal, o projeto que,apresentado pelo Dr» Roge
Ferreira
em plenário, no dia seguinte, recebèu o n^ 4770«
2,
O texto original foi elaborado na Biblioteca
Municipal,
por Noemi do Vai Penteado em colaboração com a Senhora Maria Nazareth
de Castro Penna,
3»
Era o fim de uma Legislatura e por não ter entrado
em
discussão, até 31 de dezembro daquele ano, foi arquivado■f
4»
O Dr, Roge Ferreira, não foi reeleito deputado
federal,
mas como amigo da classe, ele que já havia conseguido do Miniütro do
Trabalho a Portaria que incluiu o Bibliotecário no 19- Grupo dos Pro
fissionais Liberais, continuou a interessar-se pelo assunto,
conseguindo que um deputado pudesse desarquivar o Projeto 4770/58,
5»
A pedido do Deputado Aurélio Vianna, voltou a
novamente o projeto, em fins de 1959»

transitar,

6,
Em princípios do 1950 o projeto foi distribuído à •Comissão de Justiça, sendo o seu Relator o Deputado Raimundo Brito,
7»
A 12 de março de I96O, a Secretária da FEBAB foi ao Rio,
para entrevistar-se com o Deputado Raimundo Brito, obtendo dele
a
promessa de que iria relatar o projeto com a devida urgência,
8,
tucional,

Já em abril, o projeto era relatado e considerado consti-

9#
Com a mudança da cânara Federal para Brasília nova
lisação sofreu o processo.

para-

r '

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�10o
A FEBAB, em reiterados ofícios^ cartas e telegramas, solicitou o andamento do projeto à Gamara e ao Senado«
OFÍCIOS
11/60
J.I-A/60
ii-B/eo
ll-C/60
II-D/50
11~E/60
ii-p/eo
II-G/60
11-.H/60
ll»l/60
ii-j/eo
12/60
22/60
53/60
78/60
80/60
90/6 O
91/6 O
92/60
3/61
5/6I
89/61
90/6I
IIO/6I
II1/6I
II2/6I
43/62
6 4/62
90/62
42/62
41/62

Deputado Alfredo Nasser
Deputado Bias Fortes
Deputado Antonio Felicá.ano
Deputado Expedito Machado
Deputado Nelson Carneiro
Deputado Djalma Marinho
Deputado João Mendes
Deputado Carlos Goiaes
Deputado Arruda Gamara
Deputado Goroa,cy do Oliveira
Deputado G-iordano Alvo s
Deputado Rnimundo Brito
Deputado Raimundo Brito
Deputado Raimundo Brito
Doputado Coro-acy de Oliveira
Deputado Almino Alvares Afonso
Deputado Raimundo Erito
Deputado Almino Alvares Afonso
Deputado Coroacy de Oliveira
Deputado Raimundo Brito
Deputado Almino Alvares Afonso
Deputado Almino Alvares Afonso
Deputado Aurélio Vj.anna
DaputGfli'» Aaríío Stein"oruck
Deputado Coelho de Sou^a
Deputado Rajjnundo Brito
Deputado Aurélio Vianna
Deputado Almino Alvares Afonso
Deputado Raimundo Brito
Senador Auro Soares de Maura Andrade
Secretário - Dr, Po.ulo V/o.tzi

CARTAS
26/62

- Doputado Aurélio Vianna

TELEGRAMAS
I2/11/6I12/11/6120/3/62 10/4/52 ™
21/5/62 -=
21/5/62 "

Senador Auro Soares de Moura Andrade
Senador Jarbas Maranhao
Deputado Au.relic Vianna
Deputado Aurélio Vianna
Deputado Ranieri Maszilli
Secretário "• Dr^ Paulo V/atzi

11.
A ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS E ASSOCIAÇÃO DOS
BIBLIOTECÁRIOS MUNICIPAIS DE SÃO PAULO, enviaram telegramas e ofícios
para os Deputados Raimundo Brito, Aurélio Vianna,
Senador
Padre
Calazans, Senador Auro Soares de Moura-Andrade e Lino de Mattos o que
contribuiu para o andamento do projeto.

é^ÊÈá
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Syst em

�12,
Todas as Associaçoes se interessaram pelo projeto,procuran
do os deputados federais de seus respectivos Estados«
Isto
^contri"buiu, grandemente, para tornar conhecido o processo, quando ele foi
apresentado em plenário«
13,
Uma Comissão de Professores de Biblioteconomiaj reunida no
Rio de Janeiro em 1959, compareceu à Gamara Federal para saber do andamento do Projeto,
Constituíram essa Comissão o Dr« Abner
Lellis
Corrêa Vicentini^ Noemia Lentino, Regina Porto Macedo, Belita de hatos
Carvalho^ Padre Astério Campos, ílancy W, Corroa e outros.
VIAG-BNS
3/12/58

~ Comissão para lovar o Projeto ao Rio,.

I2/3/6O

- Viagem da Secretária da FEBAB ao R2.0,
para avistar—se com o Deputado Raxmundo
Brito »

21/0/61

- Viagem da Presidente da PEBAB à Brasílii,
loara avistar-^se com o Deputado Aurélio
Vianna e Secretario do GamarajDr» Paulo
Watzi«
Cartas de apresentação do Dr,
Fíoge Ferreira,

7/12/6I

- Viagem da Presidente da FEBAB àBrasilia,
para avistar-s&amp; com o Senador
Soares de Moura Andrade e Jarbas M.ararliaa

27/2/62

~ Viagem da Presidente da FEBAB à Brasília,
para -Dodir o aprescamonto da volta
do
projeto a Cariara«

RELATÓRIOS DAS COMISSÕES DA ÇAMARA | DO SE|ADO

1) Comissão de Constituição e Justiça FEBAB Boletim,
v,3? 5/6/1561, po 63&gt;"66,,
2) Comissão de Legislação Social FEBAB
V(,35 5/6/1961 P» 67-58

Boletim,

3) Comissão dfi Educação e Cultura
v.,3j 5/6/l?61, p. 69-76

Boletim,

FEBAB

a) Relatório do Senado FEBAB Boletim
P« 55-62,

ULTIMAS

v»4j 5/6/196I5

KOTÍCI..S
O processo 477C'/58 íc-i relatado sábado, dia 26 de maio? pelo

Dcxjutado Lustos,a Sobrinlio, da Comissão de Legislaçao oocial.
Por contar coni o apoio integral da Comissão de Eductiçao e Cultura entrará eia plenário,. provavelmente, na primeira semana de junlio.

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�-4-

?.Ò:M 22^§l£yiR A SANÇÃO

14.
Em 18 do junho foi aprovado em redação flnnl o projeto
temira dos Deputados, seguindo para sanção no dia 20.

nn,

15.
O Departamento Administrativo do Serviço Público(DASP) acou
panhou o projeto om redação final o,através de seus acessores,estudou
a fórmula que foi apresentada a Acessória Técnica da Presidencia
da
República e que pedia veto ao projeto.
15.
Vendo perigar o completo êxito que todos esperavam na sanção desse projeto, esta Presidencia resolveu ir para Brasília e lá de
fender os nossos direitos.
A campanha foi difícil da vencer^e muito deve a classe aos
deputados Aurélio Vianna e Almino Afonso,
Esto último chegou mesmo a
acompanhar-nos ao Palácio e exigir a sanção sem veto do projeto
que
tão bem conhecia e que soube defender na horo, precisa.
Oxalá a cias
se pudesse sempre contar com homens públicos, esclarecidos e amigos,
como o foram os deputados autor e defensores desse diploma que põe o
bibliotecário brasileiro em seu devido lugar no conceito de todos^
TELEGRAMAS
18~6-"62
20-5-62
22-5-62
19-6-52
19^5^62

-

19_6.-62
19-5-52
19-'5-62
1^~6~^62
19-6„62
1q~.6~62
15-6-52

-

19-6-52 19-5-62 19-6-52 -

Presidente Gculai't
Presidente Goulart
Presidente Goulart
Flavia Prado (paraná)
Solicitando telegrafar
Zenaira Marquez
(Jíio Grande do Sul)
"
"
Belita Carva].ho (Bahia)
"
"
Annaiz Vial (Minas Gerais)
"
"
Norath Ribeiro (Bahia)
"
"
Miriam Martins (Pernambuco)
"
"
Germana Moreira (Paraná)
"
"
Dorothea Barbosa (Paraná)
"
"
Adriana Acauan
(Río Grande dck Sul)
"
"
Etelvina Lima (Minas Gorais)
"
"
Lydia Q. Sambaquj'' (Guanabara)
"
"
Caetano Dias (Guanabara)
"
"

TELEFONEMAS PARA BRASÍLIA
5'-2".52
12-2-62
26-4-52
4—5"'62
21-5-62
25-5-52
1-5-52
20-6-52
22-6-62

cm

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�-5'
17•
No dia 27 de junho chegou à Brasília um memorial organiza
do pela Associação Brasileira do Bibliotecários, assinado por inúme
ros bibliotecários cariocas, solicitando a sanção do projeto e quom
impossibilidade de ser entregue ao Senhor Presidente da República,
dado aos dias conturbados de nossa politica, foi levado ao Professor
Hermes Lima, Chefe da Casa Civil da Prosidencia.
A Presidente da FEBAB viajou para Brasília pela VASP, dia
24, permanecendo naquela cidade até 1-7-62.
TELEGRAMAS DE AGRADECIMENTOS PARA
Deputado Almino Afonso
Deputado Aurélio Vianna
Secretário da Mesa da câmara
Dr. Paulo V/atzi

4-7-62
4-7*"62
12-7-62

18.
Devemos salientar as atividades dos^^nvolvidas pela Col^íga
Adelia Leite Coelho, bibliotecária do Senado Federal o membro da Comissão Brasileira de Dofosa Profissional da FEBAB, que se empenhou,
sem medir sacrifícios, no trabalho de conseguir a tramitação rápida
do projeto na Gamara e no Senado Federais,
19»
Devera os bibliotecários, ao Colega Edson Nery da Fonseca,
a orientação do Relatório apresentado pelo Deputado Aurélio
Vianna,
que decidiu o projeto na Camara, publicado no Diário Oficial da. União
em lg-5-61, página 3303/3306,

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gentilmente por:

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��IV CONGRESSO BRrtSILBIRO DB BIBLIOTEGONOMIâ fi: DOCUMENTAÇHO

^
N
mm
Das moléculas conceituais a informaçao
por
Sylvia Pedrosa Gondim

Ceo.U
SÃO PAULO

Fortaleza
1965

Digitalizado
-gentilmente por:

�\

IV CONGR.:l;SSO BRASILBIRO D3 BIBLIOT .CONOMIA .ü D0CUMI2ITAÇÃ0
UNIVLRSIDADE DO CBARA
7 a 14 dG julho de 19^3

TElíA III - I.TORI&gt;i/lÇlO CILilTÍFICA
DAS MOIÍCUL;^

COUGSIiUAIS À INTOBíIAÇÃO
por

SYLVIA PSDIiOSA GOIIDDi
Documentarista do Setor de .'inalise de Docvunen'oos
da Divisão de Docujnentaçao da
SUDENE

CDU

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- 1

- INTRODUÇÃO

O grande desenvolvimento da ciência e da técnica nos últimos séculos,
as grrjides descobertas da ciência atômica do século ÜS, nao sao obra do
V
A
/
acaso, nem dependem, somente, da inteligência de um inidividuo ou de um
_ »V
A
A
grupo. Sao o resultado das experiencias que se vem processando, formando
por assim dizer, os degraus de uma escada ascendente para chegar a

vuna

completa realização*
Estas experiencias se teriam perdido através dos tempos ou se teriam
limitado a vrni determinado espaço, se nao houvesse uma forma de represenJ.
A
taçao e de fixaçao que transmitisse estes conhecimentos a outros povos e
outras gerações*
O conhecimento está acima da matéria, resultajido todavia das

condi-

çoes de exitencia concretas e individuais» E a abstraçao das coisas e

a

correlaçao dos fenomenos obsei'vados, expressos era idéias e conceitos.
Conhecimentos requer commicaçao - comunicaçao entre o homem e a

na-

tureza e comunicação entre os homens. Comunicação é linguagem e linguagem é èímbolo.
II

- LIlíGU/iGEM
A primeira forma de linguagem que poderiamos chamar de linguagem gráfica foi a pintura que, tendo a princípio um sentido pxoramente mágico

e

religioso, foi adquirindo, aos poucos, valores objetivos e racionais.Pajg,
sando pela escrita ideográfica, caracteres cuneiformes, hieróglifos, escrita chinesa, chegamos a escrita fonética ou silábica.
Observando a evolução da lingtiagem gráfica, notamos um processo

de

simplificação, partindo da escrita de idéias ou Ideenschrift, como dizem
os alemaes, para a escrita de palavras ou Wortschrift, e desta para a eg.
crita silabica.Este sistema veio simplificar grandemente a técnica

da

lingua^ .a escrita e aprésenta, ao mesmo tempo, uma maior complexidade do
idéias ou conceitos. Representando frases, a escrita nunca se detem,

e

um eterno tomar-se. porque o número delas é infinito. Representando palavras ou sílabas, os sinais adqxiirem valores constantes que se combinÊim
para formar palavras ou grupos de palavras e frases. Este mesmo fenoiaeno
de simplificação, partindo do complexo para o simples, vamos observar na
técnica docxiraentaria por assunto, que veremos a seguir.
Depois do termos considerado a linguagem como veículo de comunicaçao
e transmissao de conhecimentos e, portanto, de informaçao, podemos,
tao, compreender a importancia dos estudos de semantica e do sintaxe

ena

que se vem dedicando os pesquisadores das técnicas documentárias, prin —
cipalmonte

no setor de automatização.

Vários estudos lingviísticos estão sendo feitos no sentido de se conse
guir uma estabilidade semantica, semelhajite aquela ja alcojiçada no campo
da terminologia química. Os nomes dos elementos químicos, como por exem_
A
•
0
pio3 ouro, ferro, urânio, etc., e seus equivalentes no'latim e nas línguas vivas, existem ha mais de 300 anos com o mesmo significado* O mesmo
se diga da expressão análise puímlca

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- 2 A
Igual importaiicia e dada aos problemas de sintaxe. Merece uma referen~
cia. especial, a literatura cientifica japonesa, publicada numa linguagem

de sin

taxe muito reduzida, a fim de facilitar os processos de tradugao e preparaçao au
tomática de resmios.

^

Hao vamos, porem, tratar aqui de traduçao automatica, nem dos processos
de preparaçao de resumos por meio de maquinas e, sim, da analise de documentos ,
cujos elementos, depois de armazenados mecanica ou automaticamente, lorneçsüi informações precisas e rápidas.

�o
III - COORDINATE II-JDS^ING
Sem desprezar os clássicos laetodos de ordenaçao bibliográficas,
primeiro nas bibliotecas e, atualmente, também nos serviços de

usados

documenta-

çao - refiro-me as classificações - queremos propor um maior estudo ao método que Calvin Mooers chamou em 194.8 de "descriptor" e, posteriormente

,

Mortimer Taube denominou de "Uniterm",
Existe hoje uma tendencia para confundir estes dois termos. Podemos acrescentar que o "Uniterm" é uma forma mais crua do "descriptor"

ej

de

acordo com o pensamento de Mooers, o primeiro pode ser formado pelas

má-

quinas e o segundo não; ambos são, contudo, susceptíveis de um armazena —
mentò automatico, 3ao tipos de descrição de docmentos,

o

nom«

"descriptor", chamado do Indexaçao por Coordenaoao ou "Coordinate

Inditíc-

ing"--'

dai

para usar a terminoliga americana que, no caso, é mais autentica*

Partindo de idéias e conceitos complexos, a tendencia do

"Coordinate

Indexing" e desmembrar estas idéias e conceitos em TOÍIDADES DE PENSÍÍ14EIIT0
ou MOIiécULAS CONCEITUAIS, indivisíveis e cheias de sentido« que se combi**
**
«w
narao e se correlacions.ra,o no momento cm que se deseje, obter a informaçao
(Rotrieval), Ao contrario das classificações, este

sistema é um

sistema

flexível, pluridimensional, nao obedece a nenhiima hif^rarquia, Do particular chegam indutivamente ao geral - do já conhecido para aquilo que se de
seja conhecer» Foi criado especialmente para fins de armazenamento automá
tico pela Armed Services Technical Information Agency (ASTIA) e pode, tam
bem, ser usado manualmente com as chamadas "Uniterm cards" (Eig.2) ou com
as fichas perfuradas de superposição Batten (Peek-a-boo)»
Abrindo novas perspectivas no campo da automática, estas MOLÉCULAS CON
CEITUAIS devem apresentar uma estrutiura que satisfaça aos seguintes requ^i
sitos:
a) cada molécula conceituai devo ser constituída de manei
P
mt
f
ra que represente um?» uJ^imajmidad.e, nao subdivisiveli
b) cada uma das moléculas deve ser independente e

movei

om relaçao a qualquer outra, podendo se ■ , vincular

a

qualquer uma delas;
c) os novos conhecimentos que vão surgindo, não devem to£
nar nooR.garia uma revisão da estrutura ordenadora vigente.
A
Um sistoma desto tipo devo forraar-so de compcnontos muito poquouos

o

indivisíveis, conexojido-se uns com os outros do forma arbitrária, sem per
der, contudo, o sou valor como unidade do -gensamonto. Assim como os

ele

mentos químicos nao sao altorc.dos pela descoberta de outros elementos, da
mesma, maneira um sistoma baseado neste

principio dove conservar a sua e^

trutura fundamental,
A
^
^
Este tipo do analise ou descrição de docvmientos, vem evoluindo a
tir dos "Subject Headings". Sao conhecid-xs

as listas de cabeçalho de as-

sunto da SLA, LC, ALA, AEC,. ASTIAj etc^» quo foram usadas com sucesso

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-

alcumas dolas, ainda o sao atualmente. Uma lista do cabeçalho do assunto
o a ordenação alfabética do palavras "standards" ou corabinaçõos do palavras, Estas listas geralmente muito longas tendera a crescer

cada

vez

mais, a fim^de se acomodarem ao desenvolvimento da ciSncia.Comploxas por
natureza, não podem ser adaptadas às máquinas.
Foi por esto motivo que a ASTIA, depois de ter trabalhado com sucosso
segmdo o método de "Subjoct Headings", r.,solvcu remodelar a sua organizaçao, adotcjido o sistema do "Coordinato Indexing",
Qu^.is

as principais vantagens deste método?

a. Reduzir do 50% ato 90^ o nujnero do entradas em relação com

os

antigos sistemas.
O "Subjoct Headings" da ASTIA continha 70.000 entradas, ficando reduzido no Thesaurus a 7.000
b. Permitir com poucos termos um gr-jido número de combinações.
Uma idéia com duas palavras entraria no "Subjoct Hoading" 2 v£
zos,
com 3 palavras, 6 vezes
"

U

"

24

"

5

"

120

"
etc.

Qual o "Subject Headings" que daria todas estas combinações?
c. Eliminar subdivisões.
d. Resolver o problema das referencias cruzadas,
e. x'omecer como resultado, produtos logicos de somn e diferença
e nao produtos gramaticais pu psocológicos, (Fig. l)

Fig. 1

.

Uma Unidade conceituai pode ser;
1. um substantivo simplesj
2. um substantivo compostoj
3. ura substantivo e um adjetivo;
4-. ura substsjitivo e ura gerundioj
5. um substeãitivo e um particípio;
6. nomes proprios;
7. letrasj
8. números arábicos.

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�Outras regras e normas para a elaboracao de método do "Coordinate Indes
ing", somente a pratica, pode determinar, O conhecimento do assunto de

que

se faz a analise e, contudo, indispensável,
- "l'KESAURUS"
^

Uma vez extraidos os "Uniterms" ou "Descriptors", resta a regularização

destes termos, eliminando os sinônimos, para a elaboração de um Léxico

ou

Thesaurus. Esta palavra, usada desde o ano de 1852 por Peter Mark Roget,vem
do i^rego e significa "repositorio de tesoxiros". A primeira vez que a

pala-

vra Thesaurus foi usada em documentação, parece ter sido em U de março

de

1957 na Conferência de Classificação era Dorking, por Helen Brownson;
,., tle Problems of information retrieval as some investigators see
it at least, is to transform concepts anO their relationship,
expressed in the lan;],-u£ige of documents, into a

someirtet

as
more

regularized lejigimge, uith sjoion^Tns controled and syntactic structvires simplified," (lO)
Apesar de ser um sistema relativamente novo o "Coordinate Indexing"

é

contudo ja bastante divulgado e empregado. Ha Alemanha este sistema é adota
do no Gmelin Institut, írankfurtA.,

e nos Estados Unidos, entre outras,pe

Ias seguintes instituições: Library of Congress (Technical Information Divi
sion), Document Service Center in Dayton, The Armed Services Technical

In-

formation Agency, The Atomic Ilnorgy Comission, The Naval Ordnance Test Station, ^he National Security Agency, e mais recentemente, em bibliotecas industriais e técnicas.
O "COODINATE^IIlDüiXING" NA DIVISÃO DE DOCUl-íEilTAÇÃO DA SUDEiíE
O Setor de Analise de Documentos (S.1D) da Divisão de Documentação

da

SUDENE, publica duas bibliografias sobre o Nordes'-.o ;
a. Bibliogra,fia de assuntos Socio-Economicos
b. Bibliografia de Recursos Naturs.is
A analise desta literatura está sendo feita pela CDU, pois até

pouco

tempo não se pensava na possibilidade de uma automatização. Além da classificação e da catalogação, estas bibliografias trazem também, em ling-uagem telegrafica, m resumo da obra que se está bibliografando a fim de se ter uma noção mais completa do assunto tratado pela mesma. (Fig.3) Com o aumento do material bibliogre'fico, pensou-se na mecanização, não somente da

bibliögrefia

do Nordeste, mas de todo o acervo da biblioteca.
O trabalho de preparação dessa literatura toma-se-á, assim, muito maior.
Alem dos resumos ja feitos regiilarmente, ter-se-á de adotar outro método

de

analise oue se adapte as máquinas. ?oi escolhido, então, o "Coordinate Indexing", cuja teoria o emprego é ^eraa deste estudo.
De cada documento serão selecionados os "descriptores", em média seis ,
do tiGulo ou do resumo. (Fig.4.) Na extraçao destes "descriptores" não se leva
em conta a^formaçao de grupos ou o uso de "interfixes'' ou "moduladores",

em-

bora, som estes requisitos, que iriam resolver muitos problemas de _ aijttexe.

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|lll
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�_ 6 não so T303va alcançar um elevado grau de porfoiçao no foraeclmonto das inxor
•nações. Perfeição essa, possívol com computadores eletronicos e nao com maquinas do Tipo Convencionalj corà as cjuais trabalharemos.
A SUDEííE está adquirindo as seguintes máquinas IBMj
26 (Perfuradora)
56 (Conferidora)
82 (Classificadora)
Estas maquinas são destinadas aos trabalhos de estatística da

.j.L7i.sao

Central de Estatística e, ao mesmo tempo, serão usadas para os serviços de
documentação.
O traba.lho de preparaçao do material, isto e, a. determinação dos

des —

criptores", vem sendo realizado com o ma::cimo rigor, a fim de que a seleção
destes termos nao de Uiiaa informaçao errada.
Estamos considerando em cada documento;
1. ou um tópico principal e seus vários elementos co coordenação;^
2. ou vários tópicos com elementos de coordenaçao coiraris a todos eles;
3. ou vários tópicos com elementos diferentes de coordenaçao, sem pâ
rigo de falsa combinaçao por falta do lógica entre os mesmos.
feemplificando t
1, Documcnto n^ 1
Barcos a motor/ potência/ velocidade/ comprijnonto/ peso
Potência, velocidade, comprimento, peso, rcforcm-sc todos a olos a b_arc.o^
motor-.

^
n^ 2
Biolon--ip ^^

Lagosta P.laevicauda/ Praia do Pina

Biologia e Praia do Pina rei.-.,

- La:Iosta„.P.Ar.^^, f'-nTHo a

La^^-

ta P.laevicauda.
3. Documento n^ 3
Nacionalização/ barcos/ SüDSPE/ Exposição de motivos
Nacionalização refere-se somente a barbos, nao poderia se

coii^Dinar

con

SUDEPE porque esta já e uma entidade nacional, por outro lado expôs1

do

motivos não poderia se referir a j.)arços, porque nao haveria lógica nesta com
binaçao.
Depois de termos analizado um ,;randc numero de documentos, pensaremos m
elaboração do um Thesaurus para c nitrole da linguagem

o eliminaçao de

si-

nonimos. Êsto traballio exigirá mturalmente muito estudo em face da natureza da biblioteca da SUDSiíE que, f pesaj:- de ser especializada - Desenvolvimen
to Econômico - enfeixa por sua n .tureza uma grande variedade de assuntos.

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�_ 8 "

CDU

Fig. 3

N.D.
ODU 639,2(S13.A)

Descriptores
1.Pesca marítima
2.Pernambuco
3.Produção
4«Pescado
5»Embarcações a
motor
6 .Botes
7.Canoas
8.Jangadas
9.Pesca artesanal

cm

1

íioura, Soloncy de.
Sobre o peso das lagostas
capttjradas em Pernambuco. Dol. Est. Pesca.
SUDENE, Recife .
2(7) : 19-21
1962.
Produção mensal do lagostas do sois amadores da praia do Pina (Ikieixo-PE), Pcrcontagon
do total mensal de lagostas exportadas para C2
da tipo da_^classificaçao comercial da cmda.
Distribuição percentuad das lagostas dogombarcadas na praia do Pina segmdo sexo e peso.

Cavalcanti, Clovis.
A pesca marítima em ísrnambuco. (nota) Boi. Tst. Pesca. SUDEIÍS, I; cife .
2 (11) í 16-10
1962.
Quantidad^ (em toneladas) da produção d 5 pesca
do nos municípios do litoral de Pernambuco
de
1956/60, Mimicípios do Sul e do Norte. Quanl idade
da produção do ^pescado tle Pemsjnbuco, soguríçj as
principaos especies. Peixes, Crustáceos. Ccl.onias
de pesca, números de p-jscadores e embarcações por
colonia e por município d"^ Pernambuco em 1S6?. ük
barcaçoes a motor, botes e canoas,jangadas. Pesca
artesanal.

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�I

BIBLIOGRAFIA

!♦ Bemieri C»L, u«n. Corrolative indexes. III. Semantic rélÊtions ainong
sonantenos. Tho tochnica3 Thosaufußo. Am. Doe. 8 (3) í 211-220 1957,
2, Dxmlop, U.W.

ASTIA - ein Automationsfall. Nachr.Dok. 11 (l): 12-17

3» ICrelthen, A. u.a. Klassifiziemmg. nach dem System gleichwertiger Orund
begriffe, Hachr. Dok. 5 (1) : 6-11 1954-.
4.* Martins, '.Jilson,

A palavra escrita,

Sao Paulo, /aihembi, 1957, 54.9p.

5» Pietsch, £i, Informacion y documentacion - Nature,leza y possibilidades.
82 p, Conferencias pronunciadas em I%drid, i960.
6»

, Die Methoden der sie ichgeordneten Begriffe in Dolaraientation
und Information. (Vorlesung) i^ranlifurt/M. I^Jai 195Ö lO.p,

7, Shera, Jesse H.
1956 4.71 p.

Documentation in action.

8, Taube, M.
1952.

Uniterm in coordinate indexing. Am. Doc.

u.a.

9, Vickery, B.C.
159 p.
.0,

On retrieval system theory.

New York, Reinhold Publ. Co.,

3 : 213-218

London, Buttersorths, I96I

. Thesaurus - a new word in documentation,16 Uy : lSl-189 i960.

J. Document.

�IV CONGRJJiSSO BRASILBIRO D3 BI3LI0T .CONOMIA .G DOCUMIiNTAÇÃO
UNIVLRSIDADE DO ClilARA
7 a 14 &lt;is julho do 1963

TE1'-'ÍA III - I' '?Om-'L''iÇÃO CILIITÍFIGA
D/iS MOiicuL'iS

COÍ;CSIVUAIS l WFOm^^QlO
por

SILVIA PEDFiOSA GOIIDDÍ
Docvmentarista do Setor de .'maJLise de Documentos
da Divisão de Documentação da
SUDENE

CDU

cm

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�IITTRODUgÃO

" ^ "

A
/
/
/
O grande desenvolvimento da ciência e da técnica nos iiltimos séculos,
as grcjides descobertas da ciência atômica do século IS, nao sao obra do
\
A
/
acaso, nem dependem, somente, da inteligência de um inidividuo ou de um
Ar
A
A
grupo. Sao o resultado dc-is experiencias que se vem processando, formando
por assim dizer, os degraus de ums- escada ascendente para chegar a

una

completa realização,
A
^
Estas experiencias se teriam perdido através dos tempos ou se teriam
limitado a um determinado espaço, se não houvesse uma forma de represenM
A
taçao e de fixaçao que transmitisse estes conhecimentos a outros povos e
outras gerações,
O conhecimento está acima da matéria, resultando todavia das
condiM
A
^
çoes de exitencia concretas e individuais. E a abstraçao das coisas e a
«w
A
f
correlaçao dos fenomenos observados, expressos em idéias e conceitos.
Conhecimentos requer comunicação - comunicação entre o homem e a

na-

tureza e comunicaçao entre os homens. Comunicação é linguagem e linguagem é símbolo.
LII^GU/iGEM
A primeira forma de linguagem que poderiamos chamar de linguagem grafica foi a pintura que, tendo a princípio um sentido puramente m/gico

e

religioso, foi adquirindo, aos poucos, valoros objetivos e racionais.Pag,
sando pela escrita ideográfica, caracteres cunexformes, hieróglifos, es%
*
^
^
^
crita chinesa, chegamos a escrita fonetica ou silabica.
Observando a evolução da linguagem gráfica, notamos um processo

de

simplificação, partindo da escrita de idéias ou Ideenschrift, como dizem
os alemaes, para a escrita de palavras ou Wortschrift, e desta para a eg.
crita silabica.Este fsistema veio simplificar grandemente a técnica

da

linguat .j escrita e apresenta, ao mesmo tempo, ma maior complexidade de
idéias ou conceitos« Representando frases, a escrita nunca se detem,

é

um eterno tomar-se. porque o número delas é infinito. Representando pa•y
f
^
lavras ou sílabas, os sinais adquirem valoros constantes que se combinam
A
A
para formar palavras ou grupos de palavras e frases. Este mesmo fenomeno
de simplificação, partindo do complexo para o simples, vamos observar na
técnica documentária por assvinto, que veremos a seguir.
Depois de termos considerado a lingtiagem como veículo de comunicação
e transmissao de conhecimentos e, portanto, de informaçao, podemos, enM
A
A
tao, compreender a importancia dos estudos de semantica e de sintaxe
a
*
ê
^
que se vem dedicando os pesquisadores das técnicas documentárias, principalmente

no setor do automatização.

Vários estudos lingüísticos estão sendo feitos no sentido de se conse
A
\
&gt;
guir uma estabilidade semojitica, semelhsjite aquela ja alcançada no campo
da terminologia química. Os nomes dos elementos químicos, como por oxomA
^
ploj ouro, ferro, urânio, otc., o seus equivalentes no latim o nas línguas vivas, existem há mais do 300 anos com o mesmo significado* O mesmo
se diga da c:{Ç)rossao análise ouímlca
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l'i

�Igual importância é dada aos problemas de sintaxe. Merece vima referencia especial, a literatura científica japonesa, publicada numa linguagem

de sin

taxe muito reduzida, a fim de facilitar os processos de tradugao e preparaçao au
tomática de resumos.
líão vamos, porém, tratar aqui de tradução automatica, nem dos processos
de preparação de resvtmos por meio de maquinas e, sim, da analise de docunienoos ,
cujos elementos, depois de armazenados mecanica ou automaticamente, fornegsjn informações precisas e rapidas»

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1^

�- GOORDIN/iTE DTDIg^DJG
Sem desprezar os clássicos métodos de ordenaçao bibliográficas,
primeiro nas bibliotecas e, atualmente, também nos serviços de

iisados

documenta-

çao - refiro-me as classificações - queremos propor um maior estudo ao método que Calvin Mooers chamou em 194-8 de "descriptor" e, posteriormente

&gt;

Mortimer Taube denominou de "Uniterm".
Existe hoje uma tendencia para confundir estes dois termos, Podemos acrescentar que o "Uniterm" é uma forma mais crua do "descriptor"
ej de
Ä
t
acordo cora o pensamento de Mooers, o primeiro pode ser formado pelas máquinas e o segundo naoj ambos sao, contudo, susceptíveis de vim araiazena —
mento automatico. 3ao tipos de descrição do docmentos,

dax

o

ncxai©

"doscriptor", chamado do Indexaçao por Coordenação oü "Coordinate Inda*4 li
^
mg
para usar a terminoligé. americana que, no caso, ef mais autentica*
íartindo de idéias e conceitos complexos, a tendência do

"Coordinate

Indexing" é desmembrar estas idéias e conceitos em UIIIDADES DE FENSAÍ4E1ÍT0
ou MOLácULilS CONCEITUAIS, indivisíveis e cheias de sentido, que se combinarão e se correlacionarão no momento om que se deseja obter a informação
(Rotrioval), Ao contrario das classificações, este sistema o um sistema
f
^
^
flexível, plxiridimensional, nao obedece a nenhuma hir^rarquia, Do particular chegam indutivamente ao geral - do já conhecido para aquilo que se de
seja conhecer» Foi criado especialmente para fins de armazenamento automá
tico pela Armed Services Technical Information Agency (jISTIA) e pode, tam
bem, ser usado manualmente com as chamadas "Uniterm cards" (Fig,2) ou com
as fichas perfuradas de superposição Batten (Peek-a-boo).
Abrindo novas perspectivas no campo da automática, estas MOLÉCULAS CON
CEITUAIS devem apresentar uma estrutura que satisfaça aos seguintes reqií^
sitosí
cada molécula conceituai devo ser constituída de manei
ra que represente uir^ TiLjtijna„vin3.dad.e, não subdivisível;
b) cada uma das moléculas deve ser independente o

movei

om rolaçao a qualquer outra, podendo se • , vincular

a

qualquer \jma dölas;
c) os novos conhecimentos que vão surgindo, não devem to£
nar nonoRsária uma revisão da estrutura ordenadora vigente,
A
Um sistema deste tipo deve formar-se de compcnontos muito pequenos

e

indivisíveis, conexojido-se uns com os outros do forma arbitrária, sem per
dor, contudo, o seu valor como unidade de r)onsamcnto. Assim como os

ele

mentes químicos não são alterados pela descoberta de outros elementos, da
mesma maneira um sistema baseado neste

principio deve conservar a sixa es

trutura fundamental.
Este tipo de analise ou descrição de documentos, vem evoluindo a
tir dos "Subject Headings". Sao conhecidas

as listas do cabeçalho de as-

sunto da SLA, LC, AIA, AEC, ASTIA, etc,, que foram -usadas com sucesso

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par-

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e.

l'i

�alj^Tjmas delas&gt; ainda o sao atualmente. Uma lista do Criboçalho do assunto
o a ordcnaçao alfabética do palavras "standards" ou combinaçoos do palavras» Estas listas geralmente muitó longas tendem a crescer

cada

voz

mais, a fira de se acomodarom ao desenvolvimento da ciência.Complexas por
natureza, nao podom ser adaptadas as maquinas.
Foi por este motivo que a ASTIA, depois de ter trabalhado com sucesso
segundo o método de "Subject Her.dings", r..solvcu remodelar a sua organi—
zaçao, adotando o sistema do "Coordinate Indoxing".
Quais

as principais vantagens deste método?

a. Reduzir de 50% ate 90^ o nujnoro de entradas em relaçao com

os

antigos sistemas.
O "Subject Headings" da ASTIA continha 70.000 entradas, ficando reduzido no Thesaurus a 7.000
b. Permitir com poucos termos um gr''.nde numero do combinaçoos.
Uma idéia com duas palavras entraria no "Subjoct Hoading" 2 v^
zes,
com 3 palavras, 6 vezes
"

4

"

24-

"

5

"

120

"
etc.

Qual o "Subjoct Headings" quo daria todas estas combinaçoos?
c. Eliminar subdivisões.
d. Resolver o problema das referencias cruzadas.
e. Fornecer como restiltado, produtos logicos de somn e diferença
e nao produtos gramaticais pu psocológicos, (Fig. l)

Fig. 1
Uma Unidade conceituai pode ser:
1. um substantivo simplesj
2. um substantivo composto;
3. um substantivo e um adjetivo;
4» um substantivo e um gerundioj
5. um substejitivo e um particípio;
6. nomes próprios;
7. letras j
r)O. números
'
'
arabicos.

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�Outras regras e normas para a elaboraçao de método do "Coordinate Index
ing", somente a pratica pode determinar.. O conhecimento do assvinto de

que

se raz a analise e, contudo, indispensável,
" "'^'HESAURUS"
Uma vez extraidos os "Uniterms" ou "Descriptors", resta a regularizaçao
destes termos, eliminando os sinonimos, para a elaboraçao de um Léxico

ou

Thesaijrus. Esta palavra, usada desde o ano de 1852 por Peter Mark Roget,vem
do grego e significa "repositorio de tesouros", A primeira vez que a

pala-

vra Thesaurus foi usada em documentagao, parece ter sido em 14 de março
A
1957 na Conferencia de Classificagao em Dorking, por Helen Brownson;

de

"... t.ie Problems of information retrieval as some investigators see
it at least, is to transform concepts anO their relationship,
expressed in the lan:j,u8.ge of documents, into a

sorneirhf.t

as
more

regularized Isjiguage, uith sjmon^nns controled and syntactic stiructures simplified." (lO)
Apesar de ser um sistema relativamente novo o "Coordinate Indexing"

é

contudo ja bastante divuJgado e empregado, Na AlemsJiha este sistema é adota
do no Gmelin Institut, i^ankfurtAi.»

e nos Estados Unidos, entre outras,pe

Ias seguintes instituições: Library of Congress (Technical Information Divi
sion), Document Service Center in Dayton, The Armed Services Technical

In-

formation Agency, The Atomic Energy Comission, The ilaval Ordnance Test Station, The National Security Agency, e mais recentemente, em bibliotecas industriais e técnicas.
O "COODINATE INDEXING" NA DIVISÃO DE DCXDU^lEIITAgÃO DA SUDEl®:
O Setor de Analise de Docmentos (SAD) da Divisão de Documentação

da

SUDENE, publica duas bibliografias sobre o Nordesto;
a. Bibliografia de assuntos Socio-Economicos
b. Bibliografia de Recursos Naturais
A analise desta literatura esta sendo feita pela CDU, pois até

pouco

tempo nao se pensava na possibilidade de uma automatizaçao, Além da classificaçao e da catalogaçao, estas bibliogra.fias trazem também, em linguagem telegTafica, um resumo da. obra que se osta bibliografando a fim de se ter uma noção mais completa do assunto tratado pela. mesma» (Fig.3) Com o aumento do material bibliogr8.fico, pensou-se na mecanizaçao, nao somente da

biblidgrefia

do Nordeste, mas de todo o acervo da biblioteca,
O trabalho de preparaçao dessa literatura toma-se-á, assim, muito maior.
Alem dos resumos ja feitos regularmente, ter-se-a de e.dotar outro método

de

analise que se ada-ote as maquinas, Foi escolhido, então, o "Coordinate Indexing", cuja teoria c emprego e ^ema deste estudo.
De cada documento serão selecionados os "descriptores", em média seis ,
do titulo ou do resumo, (Fig.4) Na extraçao destes "descriptores" não se leva
em conta a formaçao do grupos ou o uso de "interfixes" ou "modiJ.adores", emA
bora, sem estes requisitos, que iriam resolver muitos problemas de _ f^nliexe,

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�- 6 não sc 'oos-a alcaiiçs.r mi olovado grau de perfeição no fomecmento das infor
Tiaooes. Perfeição essaj possível com computadores eletronicos e nao com maquinas do Tipo Convencional, cora as quais trabalharemos.
A SUDEíJE está adquirindo as seguintes maquinas IBM;
26 (Perfuradora)
56 (Conferidora)
82 (Classificadora)
Estas maquinas sao destinadas aos trabalhos de estatisoica da

_;.!."5j.£ao

Central de Estatística e, ao mesmo tempo, serão usadas para os serviços de
docmentaçao,
O trabalho de preparaçao do materialj isto e, a determinação dos ''des —
criptores"j vem sendo realizado com o máximo rigor, a fim de que a seleção
destes termos nao de uir.a inform8.gao errada,
Estamos considerando em cada documento;
1, ou un topico prinf'.ipRl e seus vários elenontos cf; coordenaçao^
2, ou vários topicos cora elementos de coordenaçao eosuas a todos eles 3
3, ou vários topicos com elementos diferentes de coordenaçao, sera pe
rigo de falsa combinaçao por falte, de lógica entre os mesmos.
Exemplificando;
Docu^'^ctito nS 1
Barcos a motor/ potência/ velocidade/ comprimento/ peso
rfv
A
Potência, velocidade, comprimento, peso, rcferem-so todos a eles a
niotPJ'.»
2. Documentos nS 2
BiolnpHp/ T,,--'Biologia e Praia do Pina reío-..

Lagosta P.laevicauda/ Pi-ais. do Pina
,

" T^ariOsta„X-ar^i^

^

liäß2är

ta P.laevicauda.
3. Documento n^ 3
Nacionalizaçao/ barcos/ SüDEPE/ Exposição de motivos
Nacionalizaçao refere-se somente r. ba^rco^, nao poderia se

co.aD.!.iiar

con

STJEEPE porque esta já é tuna entidf do nacional, por outro lado e&gt;q30si

do

motivos nao poderia se referir a tarços, porque nao haveria lógica nesoa com
binaçao.
Depois de termos a.nalizo.do "ira ^"rando numero de documentos, pensaremos xb.
elaboração do um Thesaujrus pare controle da linguagem

o eliminaçao de

si-

nonimos» Esto trabalho exigi?a naturalmenti muito estudo em face da natureza da biblioteca, da SUDENE qiie , apesejr de óer especializada - Desenvolvimeji
to Econômico - eiifeixa por S'i. natureza um x grande variedade de assuntos.

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Fig. 3

ií.D.
ODU 639.2(813.4)

1.Pesca marítima
2. Pernambuco
3.Produção
4»Pescado ^ .
5.Embarcações a
motor
6.Botes
7.Canoas
Ö.Jangadas
9.Pesca artesanal

cm

1

iíoura, Soloncy de»
Sobre o peso das Is-gostas
captiiradas em Pernambuco. Boi. Est. Pesca,
SUDENE, Recife .
2(7) : 19-21
1962.
Produção mensal õ.o Ic-gostas do seis s.rnadoiwj da praia do Pina (Rocifo-PE), Porcontagon
res
do total mensal de lagosta.s exportadas para ca
da tipo da^classificaçao comercial da cus-da.
Distribuição percentiaa'1 das la.gostas dogorabarcadas na praia do Pina segmdo sexo e peso.

Cavalcanti, Clovis.
A pesca marítima em Pernambuco. (nota) Boi. Est. Pesca. SUDEÍIE, Recife .
2 (11) í 16-18
1962.
Quantidad^ (era toneladas) da produção do pesca
do nos municípios do litoral de Pernambuco
de
1956/60, Municípios do Sul e do Norte. Quantidade
da produção do ^pescado de Pemejnbuco, sogundç as
principaos especies. Peixes, Crustáceos. Colonias
de pesca, numcrog de pescadores e embarcações por
colonia e por município de Pernambuco em 1962.
barcaçoes a motor, botes e canoas,jangadas. Pesca
artesanal.

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�BIBLIOGRAFIA

1« Bernier, C»L, u«''.. Corrolative indexes. III« Semantic relations among
sonontenos. Tho tochnical ThosauruöJ. Am. Doe. 8 (3) : 211-220 1957,
2.-Dunlop, IJ.W.
1961.

ASTIA - ein Automationsfall. Nachr.Dok. 11 (l); 12-17
'

3» Kreithen» A, u.a. I^lassifizieinng.nach dem System gleichwertiger Orund
begriffe. Nachr. Do!-;;. 5 (1) : 6-11 1954-.
4.»'Martins, Wilson,

A palavra escrita.

São Paulo, /mhembi, 1957, 549p.

5. Pietsch, E. Informacion y documentación - Naturaleza y possibilidades.
82 p. Conferências pronunciadas em líadrid, i960.
6.

, Die Methoden der gleichgeordneten Begriffe in Doloimentation
und Information. (Vorlesung) ?ran2cfurt/M. I^Jai 195Ö 10.p.

7. Shera, Jesse H.
1956 4.71 p.
. Taube, M.
1952.

u.a.

Vickery, B.C.
159 p.
,

Documentation in action.

New York, Reinhold Puhl. Co.,

Uniterm in coordinate indexing. Am. Doc.

On retrieval system theory.

London, Buttersorths, 1961

Thesaurus - a new word in documentation.16 (4) ; 181-189 i960.

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                    <text>Digitalizado
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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTBCONOMIà E DOCUI^^ITÂÇÜO

Etioa profissional
Nova sugestão para o currículo das Escolas de Biblioteconomia e Documentação
por
Voline Oardim

0Ä)u\
SÃO PAUL
\4, C€.
J-tf

Cjto

Fortaleza
1963

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&lt;/

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÄ
7 a 14 àé~ julho de 1963
_•

'V
'

'

f

ÉTICA PROFISSIONAL

CDU 02+002:17

TEMA IV - EDUCAClO M BIBLIOTECÂRIO-DOCMFMTALISTA

l?riCA PROFISSIONAL, N0V4 Í5UGEST7ÍO PARA O CÜS
RÍCULO DAS RSCOLAS DS, BIBLIOr-CCONOMIA B ■
DÓCTÍMEI^TAÇÃO

por

Voline %rdim

SINOPSE - Nova sugestão para o currículo de Biblioteca
nomia•
irados positivos sobre a Lei de Hegulairssntação Profissional, Roconhocinonto dos Cursos,
NÍvol Superior.
Nacessi::'adG da criação do tópico ét/Cca
nSâiSfiaj,.

Pro-

\

Analiso da vi4a funcional, valor do trabalho,
O estudo das normas do comportamsnto otico,
A promoção do "outro" como imposição mo-^erna.

Associação Pernambucana de Bibliotecários,

cm

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T&amp;fiCk rROFISSIOHx\L

NOVA SUGTISTIÍO PARA O GI-RRÍCULO DAS KSGOLAS DE EIBLIO
TEGCNOMIA E DOGUÍ^^^^MTAÇSO

O nosso trc?.balbo aprosentarto no III2 COHGHSS
SO BHASILF.ITÍO D?] BIBLIOT^^CONOMIA F. DOCIMTOKTAÇlíO, na ci
datíG do Curitiba, om I96I * "A formação do Bibliotocários" - sugerindo a nocsssi-'ade do inclusão da

^tica

Profissional no currículo d?.s Escolas de Bibliotoconoraia, provocou divorgôncias sntro Bibliotocários d© categoria, achando uns, quo o assunto co-"rospondia ao Tg,
raa III - Profissão do Bibliot-"cario-Docuraentallsta

e,

outros que prvoforiram incluí-lo no Toma V - Rolaçõos
publicas e intarcâmbio.
De qualquer modo que seja anasisada a

nossa

sui^ostão, quere-nos confirmar nos te IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIO'1'ECOHOMIA E D0CUí^:'í:MTAÇ7Í0, an Fortaleza,,
ea plano 1963&gt; que o nosso pensamento não o outro

se-

não o mocno aprosentario om Curitiba: a sugoctão para
se criar no currículo das nossas Escolas, pi^lo menos,o
topico JÍTIOA PROFISSIONAL, dontro do una cadeira já
existente e correlfita.
Dg início,

congratulamo-nos cora

a

prezada

Presidente da FEBAB, Bibliotecária Laura Russo, que per
coincidência feliz, apresentou no 111^5 Congresso,

um

trabalho contendo o Antc-proieto do Códipro do

^tíca

Profissional para Bibliotecários Brasileiros.

Po'^omos

afirmar ato, que perseveramos em nossa idoia, por sentirmo-nos identificados com boa parte de Bibliotecários.
Ä um incentivo que nos tornou, por assim dizer, afoitos
e teimosos e con^^Jssamos a nossa intranqüilidade enquajj
to o assunto não obtiver uma rleclsão final,
Com os acontecimentos do apos-IIIö Congresso
muita modificação so t^m verificado, ao monos, em toorjL
a. Vejamos:
1 - A lei federal /4,08[{.-de 30 do junho de 19^2 - a

cm

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lai da rGPulamintaçKo pr^oflssional do DlbTiotoc'rios»
Somente aflora tornos a tão donojada i-ojíula"i::rtação,
nos, polg, regulananto^.base, allc«rco» .Podenos falár
on nosso 0bj:'tiv0| traqar a nota o olhar com ssporanças o i"'Gal que sg traçou-» Kão o utopia nan -^owaçogia,
tão puco boato- ou plana,lamento. Una realidado

dortro

•
2.-0 r o conhecimento dos Cursos de Bibliotoconornla a Docji
montação -^-lolo Consolho Federal 'íc Educação, lí ««ontocimonto novo que nos con-^iciona a ura proximo oxito on
nossas tentativas para uniformizar a situação
nal da carreira, da Classe

nr.cio-

BibliotecíCrios»

lí oportuno la-^artar aqui a situação atual
•nuitos Bibliotecários brasileiros, por-suidoros de

da
diplo-

mas, quo nesta altura do tó-npo, ainda são considerados cfl
rao Auxiliaros dç» Biblioteca polo DASP o ^rírnos Administra
tlvos a quo são iinados.

So^os da Universidade do Rocife

o pofomos afir.'n?r do publico, om Congresso, quo on

nosso

Estado, as irrcf-ularida'cs nâste particular são inacrodltavois, h'".v:irHle «««os absurdos

qua Bib^iotooáMos-fihc-

fos estão enquadrados ccno Auxiliai^as do biblioteca,

rii-

vel'T» 9*^ situação senalhantes a suVeltdmos, Scrvontos ,
que pí^ssarada para Auxiliaros do Portaria, nível 7* AlgUns
destcäS Auxiliares do Biviiotétca já trabalham há 15 íinos e
neiot
3-0 Curso do Biblioteconomia e Documentação o considera
do de nível universitário. Houve reforma no curtículo,
' a orientação e una e o curso de 3 anos» Passo importantíasimo que nos perníto ad'iitir a evolução o

oon-

jcrotizaçHo dos nossos plç^.nos a projetos discutli^os en
Con'trssao ci/ítarior» Pojiia quo a oociissão eonpenanto da
roforna do currículo tenha esquecido egpacifioaj?

un

• agsuntoi átlca Profissional. Kunca :t tardo, porám, pa
ra SQ reparar o lapso a nunca Siírá cedo, con--nuito psa
A
vaito parn. o ciluno,
o assi^pto 01 pproço tcrnar-sQ
objáto de ::8tu&lt;io,
O dovar de cunprir uma missão, a responsabilidade de cumprí-la bom, inclui-se na formação moral do homem«

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�k

Não pratsndenos ser roformn.dcres da cor,tunos

g

palmatórias do mundo« Não estamos afirmando do publico quo
os Bibliotocarios são moralmente mal formados o

desoduca-

dos. Absolutamente, Muito polo cor^trãrio, ainda dizera
os bibliotecários na stia maioria,

que

são os funcionários quo

melhor sat;)om atondar. O quo esperamos tornar vivo, operante o devidamente vivido, o o desejo de fazer do trabalho
un ambiente leve, do harmonia, cheio de alma e calor, composto de peesoas humanas reunidas numa comunidade que se i
dentifiquo da melhor forma possivol.
Ora,

se temos uma família profissional, se convi

vemos a torça parte do dia com os membros desta família.

,

participamos dir-íta ,e mutuamente da vi 'a de cada un deles,
entramos na sua intimidade, qi.^eiramos ou não, E pessoas hü
manas que somos, encontramo-nos, assetnelhamo-nos uns

com

outros, -Descobrimos dotes e imperfeições em todos,

sem

»óxcensão. Nesta descoberta, tomos procurado enaltecer

as

qualidades do cologa e dispensado seus defeitos? Somos co£
tesos, delicados, pacientes com os difíceis de temperamento? Se tomos em profundidade tôdp.s estás '/antagens, encontramos ambiente o correspondência nos que nos cercam?
^iver ben, não ó fácil. Lidar com o outro é dif^
cil quando não se o aceito, não se e simpático, Há surpresas inesperadas, Indesejadas, quase sempre, ^iferençaa do.
educação, princípios e pontos do vista diversos, explicam,
Mas e condição humana, viver cora o outro em sociedade,

E

a maior realização da vida e viver cm paz« ^ paz que

se

traduz em amor, Amor-tolerância, e.mor-vivencia, amor-per' '' '
.
dl^o. As aulas de ática Profissional traduzirão a prática
desta ciência admirável o necessária que o saber viver«
O clima inseguro de falta de formação dos
vens da atualidade, as enroladas, falta de consciência

joe

da verdade no cumprir as obrigações, a íiusencia de exemplos dos mais velhos e a falta do ?enso-do autoridades

,

são outros tantos motivos para que se pense e se 'cuide nu
ma reforma de mentalidades partindo do errado pat*íi o certoi

�j

Ja iissnnios

nosso trabnlho no III3 Congrosso

quQ p.s qur.liflr.dos --xigiclns ^os Bibliotecários davon s-^r co
nhecidas e vividas 9'n por'ianantG Gstap&gt;io, para havor rnonores possibilidades de constantes docepçõcss. 9 dosenganos no
cotidiano da profissão.

So assin, o trabalho não ssrá frio

G penoso e a 'orofissão rotina o fardo pésado,
por nuitds, fonte sxclusiva do metal,

considorado •

renda,

Para sor um bom bibliotocário não é necossário
so amar os livros, sor competonto na função e capaz na administração, É preciso taubem,
do, isto e,

snntir afeição por seu -nun-

sor util a todos,.á viver o lena: servir e,

nos sorvir pôr a alina inteira,. Sna formação dar-lho-á

os

taeios da saber como bem servir,
"O trabalho dignifica e onobreco o home'n" onquaü
to é foito com ir.toíeriso, cora uma finalidade. Os sacrifícios exigidos pela t^rofissao impõe-nos ver^^adeiras renúnci
as e desprendi-nontos,

O valor -lesse trabalho atinge as cu^

minancias da eternidade porque exige o nosso apagamsnto, o
auto-dornínio, a superação,

^

O estudo das normas dö compartamento atico
profissvão como a nossa, e algo que realmente fóeihora e

numa
á*

perfeiçoa, É qualquer coisa que di?; respeito à promoção do
outro, ào bem da comunidade. É maisnm avanço para o apri
moramento da Classe;

cuidar da formação do Bibliotecário",

do homem inteiro que cie e, não se restringindo meramento
a formação ivitelectual. Mediante ura estudo detalhado sobre

de'

das

atribuições de função o respeito à hierarquia, muita coisa
será analisada o esclarecida, beneficiando o aluno - futuro-bibliotecário - formando esse Bibliote cário, tipo acabj^
do do idoal 'perfeito,
A ática Profissional abrangerá os princípios morais quo terão de dirigir a ati'^idade dos que exercem

urna

profissão.
As aulas poderiam ser ministradas no último ano

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do Curso do Bibliotooono-nia e

citação, por profossoros

conhöCodorGs do assunto teórica e Dràticamentei Quanto
programa, a própria FEBAB oncarregar-SG-ia de sugorir

ao
aos

^irotoros dos Cursos, Outras alterações hão do elovar esseß
cialmonte a Classo, cabendo os at^lausos aos pioneiros bibli
otecarios, verdadeiros faróis que nos incentivaram com

os

seus exemplos o trabalhos ncstres, pondo-se à frente do no^
so exercito profissional que não cessa de lutar para uma vi
tória definitiva, digna e à altura da nossa profissão,
supSo educação o instrução: intercânbio cora o '•outro".

que

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DB BIBLIOTECONOMIA E nOCU^níNTAÇÃO

Bibliotecas especiallp.adas
por
Zilda Therezinha Braga Braidato

Fortaleza
1963

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lí

�T^^MA III

-

IlíFOEMAÇÃO CIENTÍFICA

bibliot:;cas lspsciali^adas
por
Zilda Therezinha Braga Braidato

(♦)

CDU 026

crni
L-fí ce
v-rr

(♦) Bibliotecária da Federação do Comércio do Estado de Sao Paulo#

rvö congresso

de
BIBLI0T5C0N0MIA S DOCUICTTAÇÃO
de

7 a 14

de julho

de 1 96-3

POHTILEZA - OBARA

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�BIBLIOTECAS

ESPECIALIZADAS

OBIGEM

A Biblioteca iíspeoializada normalmente, tem or^
0m
gom numa coleção adquirida para uso pessoal, ou para algum trabalho a ser
elaborado.

Com o decorrer do tempo e de acordo oom a quantidade maior de

consultas necessárias a um determinado serviço, essa colcçao vai aumentaji
do.

Normalmente, esse aum nto de aquisições e paralelo ao aumento de pejB
mm
scal relacionado ao mesmo serviço, novas sugestões e novas aquisições sao
fßitas, a quantidade de livros começava ocupar um lugar que nao^ Ibe é devido, a primitivi lôcalizaçao vai ficando cada voa mais acanhada, surge a
necessidade de providenciar um local p^ra a colooaçao dos mesmos.

Com o croscimçnto das coleçoos, as pesquisas
tornam-se difíceis, o matsrial procurado, difioilm-^nte, é localizado dia
iL dia o tompo dispondido numa consulta aumenta, obras em duplicata" sao a^
quiridas.

As coI-íçops começam a deixar o primitivo local tao zelosamente

guardadas e cuidadas, passando para diferentes locais.

Dificultando ain-

da mais a consulta, e já .gora a própria localizaçao das obras.

Surge então a idéia de rouni-los, a necessidade
de relacioná-los, procura-se um.i pessoa para cuidar dos mesmos.

Tem iní-

cio a Biblioteca Especiàlizada.

Na época atual a Biblioteca Sspecialiaada tem
sou desenvolvimonto grandemente acelerado,

A consulta a Biblioteca é sem

pr© de caratcr imediato, a especialização facilita o encontro do material
pesquisado,

A Biblioteca Especializada, localizada no próprio local dc trabalho, revorte em ganho de tempo ao pesquisador, o capj^
tal empregado em sua organi^açao rovorte com juros ao patrocinador.

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ACERVO

O loitor quo procura uma Biblioteca Especializada para uma consulta ou pesquisa nom sempre tem interesse por um dado atualizado, jnuitas vezes faz-so nocessário um confronto com dados anteriores,
dai a noceesid-j-de do consorvaçao e atualização do acervo,

Além dos livros, grande valor têm numa Bibliotooa Especializada os periodicos, meio de atualizaçao diaria, fonte do pes quiea procuradíssima, do importância fundamental nesse tipo do biblioteca»

Numa Biblioteca Especializada, grande e o interôs_^
30 despertado, para as ooloçoos completas do periódicos, as quais muito valorizam o acervo«

No crescimcnte de uma Biblioteca Especializada a
proporção entre livros o periódicos, nem sempre 5 proporcional, estes ge ralmontc, estão na dianteira.

O material que constituo o acervo de vima Biblioteca J2sp .cializada (livres, poríódicoa, relatórios, publicaçõtis da própria
cntidado, etc..,) nao ó consultaxlo ou lido como nas bibliotecas gerais, mas
consultado csporàdicamentc, de acordo com as necessidades do serviço,

AQUISIÇÃO

lícm sempre uma aquisiçao e feita para uso imedia
to, a obra ó adquirida para atualização,

iléfumas obras tem sua compra aut^

máticamente feita, ^"sim que é colocada na praça.

Pertencem a este caso os

somanárioa, mon-^ários e anulrios estatísticos, e oemo estes muitos outros
que enriquecem os acervos das bibliotecas.

Obras como a citada, sao usadas como material de
referência, o loitor consultá-as para cientificar-sc do que já foi elabora
do ou est' sendo oxccutado sobre um determinado a=ssunto.

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FRJJQUSNCIA
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Numa Biblioteca üspecializada o movimento nao e

do ojnprestimos, mas sim de consultas.
BãO ©xprciSfiivaB,

Numoricamonto, as estatísticas nao

A freqüência as mosmae, ó para consultas rápidas,

poB~

quiaas imediatas, ou quaiado o caso roqucr, para pesquisas mais dotalhadas
comparativas g demoradas.

Por osso motivo uma Biblioteca Espooializada

geralmente tem uma froqtlôncia pouco significativa, sous liitores sao lini
tados pela própria Gspr.cialiaaçao da Biblioteca,

PINALIPADE

O valor doscmpcnhado por estas biblicteoas, está na rápidos com quo respondem ein consultas, facilitam a localização do
material necessário a elaboraçao de trabalhos, na efioiunoia e boa vontade do pGSßoa.1 responsável por sou funcionamento,

O conceito atribuido a uma bibliotec.a muito depende do responsável pela mesma.

BIBLIOTSC/RIO

-

E SP 13 C I A L I Z A D O

O preparo do pessoal que trabalha nxana Bibliotooa Bsp icializada -é de suma importância, a cspf.oi^ilizaç .o obriga o profissional a estudar o ter conhecimento permenorisado, sobre o assunto da cspeoializaçao, pois e mesmo tora problemas a resolver, quando tratar oom con
sulontes, quando precisar claesifiopr, ou prestar infermaçees»

Essas dificuldades aumentpjn de aoôrdo com a Gsi«
A#
^
M
olalizaçao e nível cultural dos freqüentadores. Por isso nao basta ao prjO
fissional deote setor do atividade a formação técnica adquirida nas Esoo Ias do Biblioteconomia, somente no próprio trahfilho pode conseguir a espooializaçao xv^cossária ao bom desemponho do suas funções.

Ê portanto, no dizer de Lasso de La Voga, nesto
ramo d© serviço, que o bibliotooái^io se aproxima do documentalista e nelo

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podo convortcr-so^ uma vez q.ue "a. sua fornaçao acrescentemos o domínio

de

tudo quanto se refira à tócnioa do dooumonto o aos metodoe o processos

de

sua reprodução, transmiseao, cotnunioaçao õ sisteraatizaçao.

O bibliotecário tem a roissao específica do organizar, catalogar e classificar seus acervos e oferooê-los ao público.

Ao bibliotecário roquer-se tuna formaçao que

a -

brango todos os conhooimontos om gorai, e especiali«açao om catalogaçao

e

classificaçao.

O documontalista tem a missão de ordenar os do oumentos rosuni-los o selecioná-los para quo possam servir ao pdblico sob
formas ospociais.

#
O documontalista o um especialista bom informado

quo domina um ramo ou sub-ramo da oicncia ou da

técnica, do tnodo que possa

resumir artigos ospcoializados, e quo tenha conhecimento do todoa os pro cossos modernos do reprodução, difusão, classifioaçao e catalogação.

Concluimog, relembrando que a missão fundamental
da Bibliotoca o servir, colocando os oonhooimentos adquiridos em todos

os

tempos, a serviço do prosento, atuando como ofioiênte centro informativo
para auxiliar as i&gt;esqui!3as científicas e tocnológicas.

rEPSRACÃO W COMÉRCIO ^ ESTADO M ^ PAULO

- e sua -

BIBLIOTECA

Histórico da Foderacao do Comóroio

Foi fundada a 30 do agosto de 1 938, sob a dononinaçao do Podoraç-io Conorcial do Estado de Sao Paulo, tondo sido seu prl-

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�moiro presidente o Sr, Justin Worms.

A finalidade da entidade era coordenar, OGntrali
zcr o representar oa interesses do concroio dentro dos ditames da ordem da
lei, do direito e da justiça.

A entidade iniciou suas atividades, na capital
de Sao Paulo a 31 do março de 1 939» como órgão centralizador dos sindicatos do oomóreio.

Posteriormente, a 30 de abril do 1 943&gt; obteve do Minis-

tério do Trabalho Indústria e Comércio a sua carta do reconhecimonto, como
entidade do grau superior, o a aprovação do seus estatutos. Dessa forma, a
Podoraçao passou a ser a representante o coordenadora das categorias eoon^
nicas constantes dos grupos correspondentes ao ramo do comércio, segundo o
plano do enauadramento previsto no parágrafo únioo, do artigo 5®» do Deere
to-Loi n® 2 381, de 9 de julho de 1 940.

Sm 1 941 foi proposto e aceito o projeto, para
mudança do nemo da Federação Gomorcial, p&lt;n.ra o que hoje adota.

A Pederaçao do Comeroio do Estado de Sao Paulo,
reúne os sindicatos do empregadores representativos de diferentes ramos do
comcroio e sua jiirisdiçao alcança todo o território de Estado

de são Pau-

lo.
0
Alem

^
dos sindicatos, sao representados pela Fed£

raçao, nos t'jrmos do artigo 511» da Consolidação das Lois de Trabalho, empresas ou firmas integrantes de categorias econômicas nao oonatituidas em
sindicato, mas incluídas na categoria sindical cm apreço.

Por seu turno, a Eedoraçao esta integrada na Cen
fodoraçao Nacional do Comeroio, que na respectiva categoria, e o orgao

do

cúpula dA hierarquia sindical,

são cinco os grupes representativos do classe,
q,uo constituem o seu Conselho Eeprcsontativo j

1- Atacítdista,

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2- Varejista,
3- Agontcs autônomos do oomórcio,
4- Turismo o hospit.iilidado,
5- Arnnzenador.

Constituem dovcros da Fodoração, do acordo Äon
Bcu estatuto, os soguintoBí

a) Colaljorar com os podoros pu'blicos no desonvol.
•.
«
vimcnto da solidari-5dadc das olasscs,
"b) Manter, serviços de assistSnoia tccnioa c jurídica p ra 03 Sindicato- fili.los, visando a orientação c proteção 'do oonéroio em gorai,
c) Promevor a oonciliaç o nos dissídios do Traba
lho.

O sua admlnlstraçao

/, entidade não tom q,.uaisquor intuitos luorativoe
0 ^
ê oxcrcida atravos dos seguintes orgaosi

a) Diretoria,
"b) Conselho do Representantes,
o) Conselho Fiscal.

A Diretoria é constituída por um prosidento, oin
00 viOG—presidentes, ura prim iro secrotnrio, um segundo secretario, un pr^
meiro tosouroiro, um segundo tesoureiro, dez dirotoros do Setor, doz vioe—
dlr&lt;jtoros do Setor, e dez sGcrot'rios de Setor, todos eleitos, com mandato
por dois ano*?, pc^lo Conselho de Representantes»

O Conselho de Reprosontantos constituído por
três dologados do cada sindicato filiado, o o "Orgao

Soberano

da

Podo^

ração".

O Conoelhe Pisca.1, ó composto por três membros,
eleitos polo Conselho de Representantes, conjuntamonto com a Diretoria e
tom por atribulç::.o únic.x e exclusivi ox-irocr a fiscalização da gestão fi»
nino..! ira.

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P^ra o biênio 1 9^3 ~ 1 964» está à fronto âostn entidade o Dr, Braeílio Machado Noto,

biblioteca

O esboço acima tom por finalidade» aprosontar o
local em que a partir do proaonto ano, ostaraoe organizando a Biblioteca da
Pedoraçao •• Sosc — Senac» q^uo centralizara os serviços bibliotcconôoioos
da Federação do Com'rcio do Estado do são Paulo, Sorviço Social do Comer cio - SESC, e Serviço Nacional dc Aprendizagem Comercial - SENAC,

A Biblioteca funciona em são Paulo, a rua Dr. Vi
Ia Nova, 228 - 1« andar, da 8,00 as 12,00 e das 13,00 as 18,00 horas,

de

segunda a sexta-feira.

A Biblioteca csitá ora fasG do organização, Adot|i
noa a Classifioaçao Decimal do Melvil Dowoy, a catalogaçao soguo ae normas
da American Library Association —ALA»

O catálogo ó o dicionário,

O a-

cesso o livro as estantes.

Seleção

As obras apresentadas à Biblioteca para exame,
após Bolecionadas sao encaminhpjias aos Dopartamontos quo possam ter interesse nas referidas publicações, para que opinem quanto ao valor das mesnas, c na possível integração das mosmas ao acervo da Biblioteca,

Aquisição

Em docorrônoia da própria natureza da Biblioteca
as aquisições sao efetuadas do acordo com sugestões dos próprios interessa
dos, 03 quais sendo tócnioos, ostao mais aptos o a par do valor o intorõsse que as referidas obras possam vir dosportar.

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Acervo

PrçBGntomcnto o p.oorvo da Biblioteoa, ó constitu
ido qua-ío quo era sua totalidade por obras sobro economia, e assuntos jtjrídicos.

Os livros sobre oconomia, formavam a antiga Biblioteca do Departíunonto dc Economia da Federação, e os sôbz»o Direito o Le
gisíaçao pertencentes a Assessoria Jurídica, da mesma entidade, atualmente
foram incorporadas, dando início ao acervo da atual Biblioteca da Federa çao - Seso - Sonac.

PcriódiaoB

A Bibliotooa possui grande númoro de periódicos,
que noa chogam as mãos, atravoa dc assinaturas ou doações»
'

Essas publicações sao selecionadas de acordo com
o assunto e enoaminhrdag ac^ diferontos Departamentos, Cada Departamento
assinala os assuntos de próprio intorôsao, dcvolvcndô-as à

Biblioteca, Ae

sim que retornam, sSo elaboradas fichas analíticas dos assuntos assinala dos, £sse

fichario facilita grandomonte as posquisas, reunindo sob dife -

rentes topicos, tudo que a Bibliotooa possui sobro o assunto pesquisado,
ÖO periódicos-

As rovistas "fichadas" sao poriodicamento, oneadernadas,

/.s que nao apresentam maior interesse, permanecem na Biblioteca

por um certo tempo:, findo o qual sao retiradas de circulação.

Recortes de Jornais

Tniabom ôste tipo do periódico, interessa aos tóc
nlcos, o tom grande procura»

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�Os rooortos de jornais, sao organieadoe por assunto, arquivados om pnstas, o colocados cm ordem croaológioa. Os assuntos sao destacados pelos próprios interessados.

Com o tcopo os rocortos

pordero a finalidade - atualização - sendo ontao retirados do arquivo,

O serviço do rooortes do jornais, tom por finalidade manter os tconioos e interessados, a par dos problemas do momento,
críticas, notícias de conforcncias, congressos, dcsootertas, inventos,
etc...

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gentilmente por:

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�}

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA S DOGUÍvSNTáÇAO

Federação Intornacional de associações de Bibliotecários
FIáB

ou

IFL4

por
Laura Garcia Moreno Russo

t)Ä:ofe/. 3CS'l3.l)
ntio^

vJJ

Fortaleza
1963

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-gentilmente por:

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2

�UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE I963

,

TEMA IV

-

5 5u

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO-DOOWNTALISTA

3. FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS
FIAB

ou

IFLA

por

Laura Gftrcia Moreno Russo

CDU 02:061.25
Q 7^; o
c. ? M 1

Presidente da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários
Secretária Geral da Secçao América Latina da Federação Internacional
de Associações de Bibliotecários
Chefe da Secção de Aquisição e Registro da Biblioteca Municipal de
são Paulo

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-gentilmente por:

I Sc a H
st em

�INTERNATIONAL FEDERATION OF LIBRARY ASSOCIATION3
FfiPgRATION INTERNATIONALE DES ASSOCIATIONS DE BIBLIOTHSCAIRES
FEDERACIÖN INTERNACIONAL M ASSOCIACIONES ^ BIBLIOTECÁRIOS

FIAB

OU

IFLA

HISTÓRICO
A idéia de dar à cooperação internacional dos bibliotecário» a for
ma de uma organização permanente, remonta ao começo de nosso século.
Foi
expressa por ocasiao de dois congressos internacionais de
bibliotecários
de Saint Louis, em 1904 e de Bruxelas em 1910«
Foi em Bruxelasjporem, '^ue
uma primeira comissão internacional foi designada com o fim de preparar os
congressos futuros.
Entretanto, somente durante os anos difíceis da primeira guerra mundial esses antigos projetos foram concretizados,na criação
gradual de uma organização internacional, cuja estrutura e métodos de trabalhos tem se consolidado mais e mais depois de sua fundação.
Recordando as principais etapas da história da Federação,
vemos
que foi no Congresso Internacional dos Bibliotecários e Bibliófilos, reali
zado em Praga, em 1926, que a proposição de criar uma comissão internacional, representando as diversas Associações Nacionais de Bibliotecários,foi
considerada atual e adotada por unanimidade.
Nesse mesmo ano de 1926, durante o 50Ö Conferencia da American Library Association^ reunida em Atlantic City, uma comissão internacional solicitou a essa Associação, que tomasse a iniciativa de convidar, para o ano seguinte, as delegações autorizadas a estudar a criação de uma Comissão Internacional de Bibliotecários.
Tal é a origem da FIAB, fundada em 1927 na Cidade de Edimburgo, durante a
Conferencia comemorativa da Library Association (Associação Britanica de
Bibliotecários),
A primeira reunião dessa nova organização internacional não gover
namental, foi convocada em 1928, e teve lugar em Roma, As Associações nacionais do
países mandaram sua adesão oficial à Comissão, que foi asfrim
habilitada,
Uma segunda reunião teve lugar em Roma, Florença e Veneza,por oca
sião do 1® Congresso Mundial de Bibliotecários, realifiado na Itália em 192^
Desde 1930 a FIAB tem realizado reuniões anuais rue tiveram pempre como cenário o Continente Europeu, a execução do ano de 1933, cuja reu
nião se realizou em Chicago,

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lí

�CONSTITUIÇÃO
A FIAB é constituída por 33 membros, existente» em 51 países, com
preendendo 4 Assooiações Internacionais,
Sua diretoria se compõe de numerosos membros, entre os puais enumsramos os seguintes:
PRESIDENTE - Dr» Gustav Hofmann, Diretor Geral
das Bibliotecas do Estado da Baviera, Munique.

•

SECRETÄRIO GERAL - Dr. Anthony Thompson
TESOUREIRO - A.C. Breycha~Vauthier,Bibliotecário Chefe das Nações Unidas,Genebra.
Além da Diretoria a FIAB possui 17 Secções e Comissõe»,destinadas
a tratar de determinados assuntos profissionais de interesse internp.cionAl,

COMPOSiqXO DAS SBCÇÕBS E COMISSÕES

1.

SECÇÃO DE BIBLIOTECAS NACIONAIS E UNIVERSITÁRIAS
Presidentet H, Liebaers, Diretor da Biblioteca Real, Bruxelas, 5,
du Musée. Bélgica.

rue

Secretária: Mies M. Razumovsky, Biblioteca Nacional da Auatria.Viena I,
Josefsplatzl. Áustria,
2.

SUB-SECÇSO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
Presidente; W.M. Luther, Diretor da Biblioteca Universitária,Güttingen,
Prinzenstrasse 1.
Alemanha,
Secretário; H, Zdarzil, Biblioteca Nacional da Áustria,
sefsplatz 1.
Áustria,

3.

Viena I,

SECÇÍO DE BIBLIOTECAS PÜBLICAS
Presidente: L.R, MeColvin, Bibliateca Pública de Westminster,
Charing Gross Road, 4,
Inglaterra,

4.

Jo-

W»C, 2,

SUB-SECÇXO DE BIBLIOTECAS INFANTIS
Presidente; Miss E,H. Colwell, Biblioteca Central^The Burroughs,Hendoi:^
'
1Í.W.4.,
Inglaterra.
Secretária: Miss A,J. Moerkercken van der Meulen,Bureau Boek en Jpugd,
Badhuiskade 27, Schoveningen,
Holanda,

5.

SECÇÂO DE BIBLIOTECAS TÉCNICAS UNIVERSITÁRIAS
Presidente; E, Homlin, Diretor da Biblioteca da Universidade
de Tecnologia, Göteborg.
Suécia,

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Chalmers

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lí

�-36.

SECÇSO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECAS DE TEATROS E MUSEUS
Presidente» A» Veinstein, Bibliothènuo de 1'Arsenal 1,
Paris, (iVe),
França,

7.

Hue

SECÇÂO LATINOAMERICANA DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS

de Sully,

FIAB/SAL

President©; Carlos Alberto Giuffra, Vice-Presidente da Associação
de
Bibliotecários Graduados da República Argentina, Buenos Ai
res.
Vice-Presidente: Antonio Alcalá, Diretor da Biblioteca
México. México.

Nacional

do

Secretária: Laura Garcia Moreno Russo, Presidente da Federagao Brasileira de Associações de Bibliotecários, Rua Santo Antonio,
733, sala Ql, São Paulo. Brasil,
Tesoureira; Maria Alice de Toledo Leite, Tesoureira da Federação Brasileira de Asfíociações de Bibliotecários, Sã» Paulo,
Brn
Sil.
8.

COMISSÃO DE UNIFICAÇÃO DE REGRAS DE CATALOGAÇÃO
Presidente; F.C. Francis, Diretor da Biblioteca do British Museum, Lon
don.
Inglaterra.
Sseretário; A.H. Chaplin, British Museum, London.

9.

Inglaterra.

COMISSÃO DE CATÁLOGOS COLETIVOS
Presidente: L. Brumuel, Diretor da Biblioteca Real, La Haye«

Holanda.

Sooretário: E. Egger, Schweizerrisch Landesbibliothek, Bem.

Suiça,

10. COMISSÃO DE PERMUTAS DE PUBLICAÇÕES
Presidente: Mlls. J. Dargent, Biblioteca Real, Bruxelas,

Bélgioa.

11. COMISSÃO DE PERIÓDICOS E PÜBLICAÇÕES SERIADAS
Presidente: Mme. G. Duprat, Chefe da Biblioteca do Museu Nacional de Ks
tória Natural, Paris.
Franga.
12. COMISSÃO DE BIBLIOTECAS PARLAMENTARES E ADMINISTRATIVAS
Presidente; 3. Furlani, Diretor da Biblioteca da Camara dos Deputados,
Roma,
Itália,
13. COMISSÃO DE ESTATÍSTICA
Présidente: P. Bourgeois, Diretor da Biblioteca Nacional, Berna,Suiça,
14. COMISSÃO DE LIVROS RAROS E PRECIOSOS
Presidente: P, Breillat, Diretor da Bibliotec. Municipal,
França.

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Vernaillep,

�-415. COMISSÃO DE BIBLI0TECA3 Diá HOSPITAIS
Presidente: Mmo. I. Schmid-Schädeliiij Secretária de 1'Association Suis
se deé Bibliothòques d'Hopitaux, 11, Neumarkt^ Zürich. Sui
ça.
16. COMISSÃO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
Presidente; M, Piquard, Chefe das Bibliotecas Universitárias,Paris, 2,
rue Cujas, França,
Secretárioí S, Egger, Schweizerische Landeabibliothek, Born, Suiça,
17. COMISSÃO D.á CONSTRUÇÃO E SQUIPAMENTOS DS BIBLIOTECAS
Presidente: Miss H, Wieckowska, Diretora da Biblioteca
Lodz, ul,
Matejki 34/38, Polônia,

Universitária

Até a presente data a Federação realizou 28 Seseões Anuais,
e 3
Congressos Internacionais de Bibliotecários, a saber; 18 em Roma, em 192P;
2^ em Madrid, em 193 4; 3® om'.Bruxelas, em 1955»
êste ano a FIAB realir.ará sua 29Q. Sessão, de 1 a 6 de
em Sofia, Bulgária.

«etembro

As Atas das Sessões Anuais realizadas pela Federação estão publicadas em 25 volumes, e são vendidas em Haia, por Martinus Nijhoff,
sendo
qu© os volumes 1 a 7 estão er^gotados,
Essa falta, entretanto, é
suprido
por microfilmes positivos à venda na Biblioteca Nacional da Suiça,em Borna.
Desde 1953, a FIAB publica regularmente suas "Comunicações"na Revista Internacional LIBRI,
A Federação publicou, até o presente momento, 6 edições do Repertório de suas ativldes.
A FIAB se fortalece, dia a dia, com a adesão de novos membros,sen
do que a partir de 1961, 3. Associações e 1 Federação se inscreveram em sou
quadro social: Argentina, Áustria, Brasil e Cyprus,

000

a

���Digitalizado
gentilmente por:

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��IV CONGHSSSO BRiiSILZiHO DE 3I3LI0TEC0N0MIil S DOGUMíNTAÇaO

Consciência

Associativa

por
Neusa Dias de Macedo

SÃO PAULO
VH,

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40- Cjto.

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Fortaleza
1963

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It COKGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSin^DE DO CEARÁ*
7 a 14 de julho de I963

CDU 02(06)

TEMA IV - EIÍCJCA2Ã0_D0 BIBLIOTECARIO-DOCTOJEOTALISTA

Sut-toma — Movimonto associativo nacional g internacional s
"CONSCIÊNCIA

ASSOCIATIVA^

por
(x)
Nousa Dias dc Macedo^

(2) Bibliotecária do Instituto do Estudos Portuguôsos da Paculdado do Filosofia, Ciências o Letras da Universidade do Sao
Paulo.
Ia, tesoureira da Associaçao Paulista do Bibliotecários,

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�COUCIÊNCÍIA ASSOCIATIVA

Temos, deveras, muita fé e esperança nas reuniões de classe, nos
conclaves nacionais, porque, além dos estudos técnicos, das soluçoes aos pro_
"blemas gerais e particulares do campo, podemos discutir assuntos "domésticos"
da índole nacional. Destarte, nao poderíamos deixar de aproveitar este impor
tante momento, no IV CONGEIUSSC BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMEIITAÇÃO, pa
ra debater um assunto, que merece a atençao de todos nós, interessados que
somos na consolidação da mentalidade profissional 'bibliotecária.
rDe outro lado, o problema merece ser incluído no tema da "Educaçao do Bibliotecário e Documentalista", porque implica justamente numa falha
de formaçao profissional.
Com grandes esperanças, pois, carregamos com tinta verde a nossa
pena, e rabiscamos o nosso pensamento, tendo em vista atingir era cheio o pro_
blema a ser focado: a falta de espírito associativo do nosso profissional.
O espírito associativo desenvolvido é a concretização mais perfeita dos princípios de solidariedade humana. A solidariedade, que começa no
lar, estende-se aos estranhos, aos colegas de escola e de trabalho, chega,
ao seu grau máximo, na solidariedade de classe. O indivíduo solidário ao seu
grupo, a sua classe, estará inbuído de um objetivo-comum, e, para ir mais
longe, de um objetivo-nacional, pois que participando dos ideais de aperfeiçoamento de sua classe, que é uma das .unidades do Estado, acabará por atingir a consolidação da mentalidade nacional. Mentalidade essa que no Brasil,
ainda, está em formaçao.
Um grupo, uma classe, organizada, em sua extensão máxima, em no_s
so regime democrático, poderá contribuir, essencialmente, para a soma de par^
celas que visa a unidade nacional. Hinguém contesta, hoje em dia, a força po_
derosa proveniente dos grupos organizados. Homens de negócios, operários, em_
pregados do comércio, profissionais liberais, representados por suas Associ^
çoes, têm os problemas econômicos e jurídicos solucionados, bem como as condiçoes econômicas, sociais, culturais e de saúde pública da coletividade tem
sua melhoria cora a pressão da açao associativa.
Associaçao de classe c instrumento de açao social e econômica po_
dcrosíssima, sendo fôrça coercetiva a açao do Governo e dos poderes econômicos quando estes agem em desfavor aos interesses da classe que representa.
Infelizmente, o brasileiro nao tem o espírito associativo muito
esclarecido, estimulado e desenvolvido. Nosso país é um imenso "arquipélago",
formado de várias ilhotas, diferentes e contrastantes nas condiçoes sócio—econômicas, nas tendências, nos usos e costumes, na cultura. Mas a^fora os
contrastes, o clima, em geral, é bom, o campo técnico pouco explorado (grande oferta de trabalho), há liberdade absoluta no campo das idéias e, espetacularmente, progride o país dentro da própria inflaçao. Esse "arquipélago"
imenso e contrastante é, conseqüentemente, difícil do ser governado. Daí, a

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�- 2 HGOossidadG de cie receber colaboraçoes, em todos os sentidos, nos vários s_q
toros que formam sua unidade sócio-cultural.
Ê preciso, pois, que se incrementom as organizações de classe,
que BC apoiem os trabalhos e os programas das Associaçoes, Se cada categoria
profissional se organizar, se aperfeiçoar, e, mais tarde, se unir por elos
federativos de vinculaçao nacional, atingirá, forçosamente, a concretização
da unidade nacional.
Diz-se que o brasileiro nao tem tradições, nao tem medo, nao tem
espírito de solidariedade, por isso nao se filia as Associaçoes de classe.
Aqui, em são Paulo, parece-nos, entretanto, que a classe operária, a de cortoB
grupos de trabalhadores e profissionais liberais, ja perceberam a força pode_
rosa que decorro da união de classes, e estão sc fortalecendo cada vez mais
em união e força, Há, na verdade, aqui, uma consciência associativa cm descri
volvimento.
Em se tratando, especificamente, da nossa categoria de bibliotecários, e tende-se em vista o meio paulista, o nosso profissional tem um cain
po pioneiro: há sempre mais oferta do que procura, e êle acumula, quase sempre, dois cargos ou várias atividades. Vive, com isso, era grandes embaraços,
pois morando na "cidade que mais cresce no mundo" - que é um burburinho no
seu trânsito intrincado - e tendo atividades múltiplas, as 12 horas diárias
sao poucas para sua vida agitada, o, desta forma, nao tem tempo para ser mein
bro da sua Associaçao do classe. Os que o sao, também, na sua maioria, nao
pode comparecer as reuniões e nem participar do programa anual. A Associaçao
Paulista de Bibliotecários tem sentido, flagrantemente, a falta de solidarize
dade e de interesse pelos problemas comuns da classe por um grupo específico
de sócios, o qual iremos chamar do "os indiferentes".
Eis, portanto, o problema que intentamos focalizars o da falta
do espírito associativo e o da indiferença, por parte de um grande grupb do
bibliotecários e associados, pelos destinos de seu órgão representativo do
classe.
Kao sei se ocorrerá este estado de coisas cm outras regiões do
País, mas penso que sim, pois tal indiferença assinalada é doença nacional.
Daí a importância, para nós, de.ste momento, porque tendo reunidas as Associa
çoes regionais e a FEBAB, poderemos encarar e discutir o problema em conjunto.
É preciso acabar com a apatia de certo grupo do sócios que se 1^
mita apenas a pagar, regularmente, as mensalidades'(quando nao causa uma serie de embaraços a Tesouraria), que nao toma o mínimo conhecimento do Estatu
to (e entre-parentcses, verdade seja dita, muitos dos próprios integrantes
da Diretoria nao o fazem

também) e, desta forma, desconhecendo sou dever,

julga, quando muito, que saldando o compromisso do pagamento das mensalidadesj
já preencheu sua finalidade como sócio e prestou sua colaboraçao.
O associado devo, além do pagamento das mensalidades, "corapareccr
as assembléias gerais c as demais sessões, ordinárias ou extraordinárias; -rv;-.-'

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�aceitar c oxcrccr os cargos c comissoes para que fôr oloitc ou designado, sal_
K
(21)
vo caso do força maiorj manter o incentivar o espírito do classe' .2 preciso,
pois, que o associado compareça as reuniões, dê apartos, apoio moral aos trabalhos era projeto ou realizados e colabore no que Iho fôr solicitado.
Sabemos que as contribuições mensais cm dinheiro sao a baso da vi^
«A
•
da material da Associaçao, mas isso nao e tudo. E preciso que o associado par^
ticipe dos trabalhos o observe a atividade da Diretoria que elegeu,
Da boa Administração da Associaçao dependerá toda a sua força e êubesistência. Sc nao houver um corpo dc diretores, idealista e trabalhador, no
qual cada membro desempenhe, efetivamente, o cargo para qual foi eleito, essa
força nao será atingida. Daí, a importância de os membros-associados cuidarem
de votar conscientemonte num bom grupo de representantes para que administre
eficientemente sua Entidade. Se nao procurar o associado tomar conhecimento das
reais qualidades dos candidatos propostos para uma nova Diretoria, poderá eleger, muitas vezes, pessoas que nao podem dar nada de si para a causa associativa, e, nem mesmo, desempenhar, ofetivamonto, as funções para as quais foram
eleitas. Com isso, a organizaçao de certos setores podo ser deixada ao descaso, prejudicando o próprio funcionamento da Orgahizaçao em geral,
Nenhum associado, por ato de egoismo, podo deixar de aceitar um convite para participar de um grupo de trabalho ou de uma Diretoria, A argumentaçao do que tem atividades múltiplas de trabalho, do estudo, de encargos familiares ou de ordem pessoal, nao pode ser aceita, Porque todos nós as temos e
participamos da Diretoria de uma Associaçao, Isto, também, ó falta de espírito associativo, de desprendimento. Devemos levar sempre em consideração

que

outros já suportaram a mesma obrigaçao e que a todos compete prestar serviços
a coletividade.
Aos associados cumpre policiar os atos da Diretoria, e esta, por sua
voz, deve acatar sempre a sua opinião, antes de intentar qualquer emproendime^
to.
Grande

é a responsabilidade social da Associaçao, devendo esta tra-

balhar pela causa pública, desprendidamente. Especificamente precisa organizar
grupos, materiais o facilidades produtivas para a utilização da causa-comum e
estabelecer um programa do trabalho, colocando a possoa certa para dirigir cada setor, cada comissão,
O ideal seria que a Diretoria e as Comissoes da Assoãiaçao pudessem
conter elementos de cada uma das bibliotecas, instituições e escolas da região.
Êsses membros-diretores e integrantes das Comissoes divulgariam mais diretamen
toe programa da Associaçao e influenciariam na formaçao da consciência associativa de seus colegas de trabalho. Mostrar-lhos-iam, ainda, as inúmeras vantangens que advêm do trabalho associativos além da satisfaçao interior, gostosa, de trabalhar-se por uma causa-comum, do ordem coletiva, além de adquirir-se uma nova experiência de vida que poderá ser transferida para outras atividades, há a oportunidade de se terem tendências desenvolvidas e vocaçoes descobertas. Mostrariam, ainda, aqueles espíritos críticos, que fr.zem juízos arbiXx) Associnçoc Paulista de Bibliotocr.rioG - Estatutos, 1960» Gap.III, §1^ iton
C--0, p.2.
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trários a açao dos dirigentes da Associaçao, as várias dificuldades e problemas por que passa a Diretoria,
O trabalho dedicado a causa associativa é de grande relevância, em
nossos dias, haja vista aos líderes das atividades de grupo que constituem gran
des exemplos para a juventude, para a coletividade, e sio a força de um Estado,
As Associaçoes sao instrumentos sociais em vários aspectos, Podem
contribuir muito no tocante as relações públicas e humanas, pois sao a maior
fonte de informaçoes que os meios de comunicação falada e escrita possuem. As
Associaçoes preciean ter no seu programa um setor de Relações PubliccP e Publicidade e, ainda, intercâmbio entre outras entidades de classe,
A significação social é ainda maior para a Política e para a Legijs
laçao, poi« devem possuir documentação organizada sobre o seu campo a fim de
cooperar com políticos e legisladores, que, individualmente, nao poderiam obter
dados concretos sobre questões econômicas e sociais de cada grupo.
No ontantanto, se uma Associaçao nao atingir suas finalidades o nao
tiver o senso do responsabilidade social que lhe compete possuir, a quem caberá
a culpa? Se houver, por exemplo, qualquer coisa de errado eu nossa APB, a quem
caberia, principalmente, a culpa?
Poderíamos responder, em princípio, que caberia ao associado "indiferente", que vota sem o uso daconsciência, que nao comparece as reuniões, que
nao discute "in loco" o horário conciliável ao do seu trabalho, que nao policia
e faz pressão a Diretoria para realizaçao de um programa que venha de encontro
as suas necessidades, S para os que só procuram a Associaçao para sabor do anda_
raento de papéis ligados ao aumento de salário, ou para dizer que as "reuniões
da Associaçao nao têm interesse" ou que "a Associaçao nao faz nada", respondemos s
O prezado onsócio, já foi alguma vez a Sede? - já procurou tomar
conhecimento das publicações importantes que recebe a Biblioteca, e que seriam
úteis para a atualizaçao de seus conhecimentos técnicos? - já deu uma vista d'
olhos nos Relatórios ou Boletins publicados, para se tornar ciente dos trabalhos
efetuados ou em pendência? - já fêz pressão para que se organizasse a Biblioteca da Sede a fira de se tornar um pequeno laboratório modelo e orgulho nosso para mostrá-lo aos visitantes? - já solicitou estabelecimento de grupos de trabalho para discussão de problemas e soluçoes pertinentes a especializaçao da sua
Biblioteca? etc. O prezado consócio já levantou a voz, em alguma reunião, para
perguntar algo, ou para exigir qualquer coisa?
Respondendo, ainda, polo associado "indiferente", ao qual nos estamos referindo« diremos? "Nao, nunca fiz tal coisa", - Pois bem,.êste Associado
então nao terá o direito de criticar sua Associaçao, e, se a mesma estacionar
e nao estender suas atividades, futuramente, como têm feito outras Associaçoes
ativas e modernas, nao podorá esto associado fazer alarme,
A Diretoria de uma Associaçao precisa encontrar entusiasmo, cooperação, receptividade da parto do seus membros-associados, do contrário perderá

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�- 5 o vigor, havendo risco, moemo, do perecer.
Quantas vezes, Diretorias nossas ficaram em situações cmtaraçosas,
perante conferencistas, porque ôstee chegando ao auditório depararam com apenas meia dúzia de interessados.
A par dôsse indiferentismo, há outro fato que necessário se faz
abordar! o da falta de disoiplj.nn. Sócios deixam do pagar as mensalidades, desaparecem das repartições, saem do País, desistem da Entidade o nao Iho apresentam a mínima justificativa, nem sequer uma carta ou ura pedido do demissão
por escrito,
Ê toda essa situaçao que nos fêz levantar a voz, neste IV CONGRESSO BILISILSIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUTIEKTAÇÃO, o focar o protlema, que não
técnico o sim "doméstico", mas que reputamos importante, e por iaso chamamos
atençao sobro ele ícjque reflete um ponto negativo na mentalidade do nosso pro^
fissional. Como se trata de um Congresso nacional, onde estamos todos em casa
(o nao contrariamos os preceitos da ética) seria ocasiao propícia para discutii^
mos tal questão,
Com isso, concluímos que se faz necessário despertar o espírito agrcmiativo, já que como vimos, é do grande importEncio, nao só para o próprio
grupo, como para a nação, o ostahelioimento de classes, unas, integradas por
profissionais do mentalidade altamente consolidada. É preciso, também, que so
exija disciplina do profissional indiferente e atençao aos seus devores como
membros de uma Associaçao.
Como ôste assunto se refere ao tema da "Educaçao do Bibliotecário-Documontalista", necessário se faz alórtar e apelar aos professores das Escolas de Biblioteconomia o Documentação para que atentem a questão da formaçao
ético-moral dos seus alunos, desportando-lhe a consciência associativa^?^
Aos novos associados, aos recém-formados, aos estudantes de bibli^
teconomia, pois, que se faça abrirem os olhos para este assunto. Somente, assim^
com a mentalidade profissional bom consolidada, poderemos receber, de ombros er^
guidos, o nível universitário o o lugar de destaque social que tanto almejamos.
Desta forma, lançamos um apelo gorai, neste Congresso, para que se
desperte, por todas as formas, a consciência associativa de nossos profissionais, Que se promovam palestras nas Associaçoos, nas Escolas de Biblioteconomia
para incutir no ospírito dos associados o dos alunos a necessidade de uma consciência associativa consolidada, Que se prestigiem os Grêmios e se dêem oportunidade aos estudantes de mostrarem que já têm o espírito associativo em embrião.
Lançamos, ainda, um apêlo final a FBBAB para que promova uma campa^ uma ^
nha educativa neste sentido, dando,também, lição de étioa aos nossos profissionais "indiferentes",
Quando houver,consciência associativa formada, espírito agremiativo
disciplinado, quando se puder utilizar das magníficas armas que em potencial as
(x) Abordamos em profundidade este toma em opiiro trabalho, que é a Comunicaçao
oficial, para êste Congresso, do IV Tomai "Educaçao do Bililiotocário-Documcntalista".

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AssoeiaçoGS possuem, qur.ndo ostivor, una,compacta, integrada jcx profissionais
de alta mentalidade, poderemos conseguir o nosso lugar ao sol, Nossa ocasiao,
pois, os associados coinproondorao que a Entidade do classo nao ó só o órgão representativo da sua categoria profissional, na defesa do seus interôssos econômicos, mas o verdadeiro órgão do incrementaçao, oriontaçao o difusão de estudos
bitlioteconômicos.

OBRAS

CONSUI/TADAS

HALSET, Elizabeth,, comp. - Handbook for loaders of organizations»
New York, The Carrio Chapraan Catt Memorial Fund
PATTERSOF, John C. - Association manaseraont. New York, Harpor &amp; Brothers
/I952/
7IAM, Segadas - 0 sindicato no Brasil. /Rio do Janoiro/^Ministório do
Trabalho, Indústria e Comércio. Serviço do Documentação, 1953»

Sao Paulo, 10 do junho do I963
Fousa Dias Macedo

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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

���w

IV CONGRESSO BRASILEIRO DB BIBLIOTECONOMIA E DOCUTIENTÂÇÁO

Sistema de aquislçao planificada
por
Thaís Caldeira Henriques

.%

SÃO PAULO
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Fortaleza
1965

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
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lí

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARX
7 a 14 de julho de 1963

'

TEMA I - Processos Técnicos e Intercâmbio

SISTEMA DE AQUISIÇlO PLANIPICADA
í
por
Thaís Caldeira Henriques (»)
Assistente Técnico da Presidência
do Instituto Brasileiro de Biblio
grafia e Documentação

CDU 025.2:389.6

{•) Primeira Secretária da ABB
Bibliotecária do Instituto Brasileiro de Bibliografia e
Documentação.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
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lí

�i
SINOPSE
r

A multiplicação rápida dos doctimentos impõe uma
seleção.

O Plano Parmington,' um exemplo típico da

eficiente

AqalísiçSo - Coo-

perativa, procura estimular as bibliotecas a trabalhar em conjunto,
visando uma aquisição racional.
do I.B.B,D.

O Sistema de Aquisição Planificada

procura trazer ao Brasil o maior número possível de pu-

blicações, evitando a duplicação.

Recebeu adesão de 140

bibliote-

cas em 1962, cabendo a coordenação dos trabalhos ao Catálogo Coleti
vo Nacional,

A Publicação do I.B.B,D.

"Bibliotecas

Especializadas

Brasileiras" serve como Honual do Sistema, que poderá ser amplamente desenvolvido através a colaboraçao inteiibibliotecaria.

1

�1 - PROBLEMAS DA SELEÇÍO

Com a descoberta da imprensa, a multiplicação rápida dos
documentos trouxe inúmeras vantagens para nossa civilização, exigindo,

contudo, eficiente seleção desses documentos,

o que se im-

põe cada vez mais.
Tanto o pesquisador como o bibliotecário,
em uma biblioteca especializada,

principalmente

precisa saber o que vem sendo pu

blicado no mundo.
Para isso, necessita de tempo e,
de estar apt® a estabelecer um critério de
divulgadas,

sendo, porém,

o que é mais importante,
julgamento

das obras

impossível adquiri-las na sua totalida-

de.
A dificuldade em determinar, em'uma biblioteca,

o que é

e o que não é de interesse geral para os estudiosos, demonstra que
a formação de um acervo bibliográfico representa grande responsabilidade,

o que desaconselha que a escolha seja feita por uma ún_i

ca pessoa,

devendo,

sim,

constituir trabalho de

uma equipe capaz

e interessada.
Os objetivos da biblioteca, as necessidades dos leitores,
os recursos bibliográficos e financeiros

disponíveis são

pontos

fundamentais dos quais depende um plano de seleção cuidadosamente
elaborado.
Contudo, mesmo que todas as bibliotecas do nosso Pais po^
suissem um serviço de seleção à altura de melhorar os recursos in
temos de cada uma, isso ainda não seria o suficiente para resolver problemas que, inegavelmente,

com o passar dos anos,

se agra-

vam.

2 - AQUISIÇÃO RACIONAL - O PLANO FARÍIINGTON

Ate ha 20 anos atras, nao se havia pensado em adotar
plano para aquisição do material bibliográfico,

cm

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um

plano que permiti_s

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�- 2 -

se às bibliotecas trabalhar em estreita colaboração e

que

fosse

compatível com seus recursos, uma vez que as deficiências em relação à aquisição residem na pobreza de verbas,

de acervo

e, indis-

cutivelmente, de pessoal técnico.
A fim de evitar duplicação de coleções - o que implica em
malbaratar verbas - e atenuar a falta de espaço - que

dificulta a

arrumação das obras nas estantes - foi que surgiu, nos Estados Uni
dos, a idéia de se elaborar um plano racional para aquisição de pu
blicações,
1944,

o Plano Farmington, que vem sendo desenvolvido desde

com pleno êxito.
êsse Plano,

tiva,

que é um exemplo tipico da Aquisição Coopera-

procura estimular as bibliotecas a trabalharem em conjunto ,

reunindo assim, no País,
cionais e estrangeiras,
aos estudiosos,

o maior numero possivel de publicações na
preservando-as e tornando-as

accessiveis

para que todos possam tomar conhecimento de toda a

produção bibliográfica mundial.
Assim,

as 60 bibliotecas americanas que,

voluntariamente,

participam desse acordo tem grandes responsabilidades,
laborar com o Catálogo Coletivo Nacional e ißacilitar

devendo coo empréstimo

das obras no original ou por meio de reprodução fotográfica.
vários tipos de publicações foram excluidos do Plano,
trazerem diferentes problemas que dificultariam,

de momento,

por
sua

aplicação.
O Plano funciona baseado em dois sistemas:
de linguas ocidentais,
ta pelo assunto;

1- para países

em que a distribuição das publicações e fei

2- para países de línguas orientais,

biblioteca participante,

em que

uma

ajudada pela Biblioteca do Congresso,

se
»

encarrega de entrar em contato com os diversos países.
As bibliotecas têm sido grandemente encorajadas a partici
parem do Plano Farmington e a cobrirem os mais variados assuntos.
Assim, a Biblioteca da Universidade de Illinois, em Urbana,
Illinois,

cm

1

desde 1961,

e responsável por todas as publicações

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im-

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�- 3 pressas no Brasil;
Los Angeles,

a Biblioteca da Universidade da California,

California,

possui coleções sobre literatura portugue_

sa e filologia portuguesa e espanhola,
brasileira;
xas,

em

incluindo, também,

a

parte

e a Biblioteca da Universidade do Texas, em Austin,

Te-

reúne coleções de historia do Brasil.

3 - SISTMA DE AQUISIÇÃO PLANIFICADA NO BRASIL

Para incentivar a cooperação ejatre as bibliotecas
leiras - procurando, ao mesmo tempo,

resolver,

brasi-

em parte, os probl^

mas presentes - e para tentar solucionar dificuldades futuras

de

cada uma delas, o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documenta
ção foi levado a pensar mais seriamente em um plano de

aquisição,

inspirado no Plano Farmington.
Assim,

na XIII^ Reunião Anual da Sociedade Bpasileira pa-

ra o Progresso da Ciência,
I.B.B,D.

apresentou,

em Poços de Caldas,

em julho de 1961, o

oficialmente, uma proposta de convênio

Aquisição Planifiçada.

para

^

Para isso, cada uma das bibliotecas que se inscrevesse
Sistema de Aquisição Planificada determinaria,

de acordo com

especializaçao, um tema especifico que cobrisse,
sível,

integralmente,

no
sua

tanto quanto pos-

e conforme os próprios recursos financeiros,

Seriam evitadas,

desse modo, as duplicações de coleções

,

uma vez que cada uma dessas bibliotecas cobriria um único campo do
conhecimento humano.
Entretanto,
no Brasil,

para estar a par da situação das

■ Instituto Brasileiro de Bibliografia e

vem distribuindo questionários,

cujas respostas,

1962.

cm

1

e de 196.1,

Documentação

coligidas,

do origem à publicação "Bibliotecas Especializadas
cuja edição preliminar,

bibliotecas

têm da

Brasileiras" ,

e a primeira edição impressa, de

«*
Êste guia para intercâmbio bibliográfico,

reunindo infor-

mações prestadas por grande númeS?a,.ds'bibliotecas,

que dão a conh^

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�- 4 cer seu maior ou menor espírito de colaboração,

serve como base

e

ingtrtimento de trabaJLho, a fim dß que o Instituto Brasileiro de Bi
bliografia e Documentação possa tomar,

tanto

quanto possível,

as

providencias necessárias para que o programa seja executado.
Cabe ao Catálogo Coletivo Nacional do I.B.B,D, a incumben
cia de coordenar os trabalhos, lama vez que recebe colaboração de bi^
bliotecas de todo o Brasil,

quer diretamente, quer através os Cata

logos Coletivos Regionais, mantidos pelos Centros de Informação Bi
bliográfica dos vários estados da União^
Assim^ as bibliotecas de órgãos governamentais, de univer
sidadee ou particulares, de assuntos especializados ou de assuntos
gerais - porém de grande vulto - estimuJ-adas, poderiam desenvolver
o mais amplo intercâmbio-,

o que facilitaria, plenamente, a

adnçã«

do Sistema.
Dividindo as publicações em dois grupos, isto é,. periódicos e livros, a escolha do material a ser tratado no início

da a-

plicaçãc do Sistema recaiu no primeiro tipo, uma vez que representam cs periódicos o mais rápido meio de transmissão de conhecimentos.

Desse modo, as falhas existentes nas coleções

de periódicos

poderã® ser supridas, através de permutas entre bibliotecas,

e com

pletadas e ampliadas essas coleções, passando cada biblioteca a ad
quirir, d-entro do seu campo,

somente os periódicos científicos

de

real valor e interesse,
O Catálogo Coletivo Nacional indicará a biblioteca que po£
sui este ou aquele periódico e que, mediante o emprestimo—entre-bi
bliotecas, poderá vir a ser consultado em todo o Brasil
Como primeiro passo para reunir representantes de bibliotecas .dp Brasil,

para estudar, além de outros assuntos, o desenvol^

vimento do Sistema de Aquisição Planificada,

foi realizado, de

28

a 30 de novembro de 1962, no I.B.B,D., um Seminário-sóbre BíKIiote
cas Médicas.
Resolveu~se, na ocasiao,

como proposta

-de recomendação,

que as bibliotecas envidem esforços no sentido de desenvolver o in
tercámbio, o que beneficiará a todas em conjunto e a cada

uma

em

partictilar; que as bibliotecas especializadas, em Ciências

Médicas

.* .
cm

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�e Biologicas prestem integral apoio ao-Bistema de Aquisição Planificada,
ras",

colaborando com a. guia "Biblioteöa's Especializadas Brasüei

que serve como indicador--da situação das bibliotecas especia

^
^
lizadas do Pais e, também,

f\S
como Mantíal do Sistema de Aquisição Pia

nificada;

sirva como órgão de coordenação do Sis-

e que o I.B.B,D,

tema de Aquisição Planificada, qté a criação de organismo próprio.
O Sistema,
bibliotecas

que tem recebido aplausos de grande número

(I40 inscritas em 1962),

de

deverá receber auxílio finan-

ceiro do Conselho Nacional de Pesquisas e do Serviço Nacional
Bibliotecas do Ministério da Educação e Cultura, a fim de

de

melhor

cumprir seu programa.
Espera, assim,'o Instituto Brasileiro de Bibliografia

e

Documentação poder contribuir para o desenvolvimento imediato da in
formação bibliográfica no Pais e concorrer para a formação de

bi-

bliotecas especializadas capazes de manter coleções completas e diversificadas, as quais,
Coletivo Nacional,

depois de localizadas através do

A/
estarao ao alcance dos estudiosos,

sul, mediante a adoção,

em larga escala,

Catálogo

de norte

a

do emprestimo-entre-biblio

tecas.

4 - PROPOSTA DE RECOMENDAÇÕES

Para que esse Sistema de Aquisição Planificada

obtenha o

A
^
maior êxito e possa ser desenvolvido integralmente, e mister
mais uma vez,

que,

se preconizem princípios de estreita colaboração in-

ter-bibliotecária.
Assim, alem disso,

recomenda-se;

a) que todas as bibliotecas se esforcem por responder, cora
a brevidade possível e com a fidelidade e a clareza
ao questionário destinado a coligir informações para a

necessárias,
publicação

"Bibliotecas Especializadas Brasileiras";
b)

que,

ao escolher o tema ou assunto que se propõem a co

brir integralmente,

cm

1

as bibliotecas determinem aquele que, dentro de

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suas possibilidades,
das mesmas,
c)

^
poderá ser,

realmente,

alsendido pelo

acervo

já existeríb«. ou a adquirir;
que, em cada unidàtie^da Federação, uma biblioteca seja

depositaria da coleção especializada erft--ajssuntos referentes ao Estado em que se localiza,

�BIBLIOGRAFIA

CONSULTADA

•

1 - BRASIL,
Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação Bibliotecas gispecializadas brasileiras; guia para intercâmbio bibliográfico. Rin de Janeiro^ 1962.
;576 p.

2 — Current aq,uisitÍGns trends in American libraries,
trends, 3 (4), Apr. 1955.

Library

3 - WILLIAMS, Edwin E. - Farmingtcn Plan Handbook. Revised to 1961
and abridged iBloomingion,'Indj Association of research libraxies, 1961.
141 p.

.

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                <text>IV Congresso Brasileiro de Bblioteconomia e Documentação</text>
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                <text>A multiplicação rápida dos documentos impõe uma eficiente seleção. O Plano Farmington, um exemplo típico da Aquisição Cooperativa, procura estimular as bibliotecas a trabalhar em conjunto, visando uma aquisição racional. O Sistema de Aquisição Planificada do I.B.B.D. procura trazer ao Brasil o maior número possível de publicações, evitando a duplicação. Recebeu adesão de 140 bibliotecas em 1962, cabendo a coordenação dos trabalhos ao Catálogo Coletivo Nacional. A Publicação do I.B.B.D. "Bibliotecas Especializadas Brasileiras" serve como Manual do Sistema, que poderá ser amplamente desenvolvido através a colaboração interbibliotecária.</text>
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                    <text>/■&gt;

�14

�r.

�V

RELAÇÃO DAS TESES E INFORMAÇÕES
APRESENTADAS NOS CONGRESSOS BRASILEIROS
DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

COMPILADA POR

AZENATE SENNA DE OLIVEIRA

e

*

MARIA VICTORIA DE MENEZES CAMARGO

020.62281 - CDD - 17a.
002+02:061.3(81)(043)

- CDU

FEBAB
SÃO PAULO
19 6 6

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

!

14

15

16

17

18

19

�\

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO

I

. . .

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA
Recife» Pernambuco, de 18 a 25 de julho de 1954

II

2-17

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Salvador,

Bahia, de 20 a 26 de julho de 1959

*...&gt;.•••

18-25

III CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Curitiba, Paraná, de 8 a 15 de janeiro de 1961

IV

26-40

CONGRESSO' BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Fortaleza,.Ceará, de 7 a 14 de julho de 1963

41-59

�APRESENTAÇÃO

O presente trabalho foi
informar àqueles»
res»

elaborado com o fim

que não participaram dos Congressos

de

anterio-

o que foi tratado nos mesmos.

Organizamos
temas»

autores»

relações

de

cada

Congresso

por

títulos e resoluções das proposições apresenta-

das .

Possivelmente» o trabalho estã incompleto porque
o material de que dispomos foi
vezes»

em'sua

aceitamos

apresentação nas

insuficiente e contraditório»
Atas e Boletins.

sugéstões e informações que possam vir a

e melhorã-lo para um trabalho definitivo.

às

Entretanto»
completã-lo

�-2-

I

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA
Recife - 1954

TEMÃRIO

TEMA I

-

SITUAÇÃO ATUAL DO LEITOR BRASILEIRO
a)
O leitor e o bibliotecário
b)
Formação do leitor brasileiro

TEMA II

-

ENSINO PROFISSIONAL
a)
Escolas de Biblioteconomia
b)
Bibliotecários para trabalhos especializados
c)
Cursos de pós-graduados
d)
Cursos de emergência
e)
Formação dos professores.de biblioteconomia
f)
Intercâmbio entre professores das escolas br£
sileiras de biblioteconomia
g)
Colaboração com a Associação
Latinoamericana
de Professores e Escolas de Biblioteconomia
h)
Literatura bib1ioteconomica nacional

TEMA III -

PROCESSOS TÉCNICOS
a)
Problemas de classificação
^
b)
Normas brasileiras de catalogação: entrada de
autores
c)
Catalogação de material especializado
d)
Catálogo coletivo
e)
Catalogação centralizada e cooperativa
f)
Aquisição centralizada
g)
Padronização de material de biblioteca
h)
Terminologia

\

\

TEMA IV

-

BIBLIOTECAS PÚBLICAS
a)
Funcionamento de redes de bibliotecas populares e ambulantes
b)
Aparelhagem audiovisual

TEMA V

-

BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS
a)
Bibliotecas universitárias e bibliotecas
de
instituições
b)
Bibliotecas para cegos
c)
Criação de um serviço nacional e
internacional de permuta de documentação entre bibliot£
cas
d)
Arquivística

\

�-3-

\

TEMA VI

-

BIBLIOTECAS^INFANTIS E DE ESCOLAS PRIMÁRIAS
a)
Seleção de livros para bibliotecas infantis
b)
Simplificação dos processos técnicos de catalogação e classificação
c)
Funcionamento de redes de bibliotecas de esco^
Ias primárias
d)
Atividades nas bibliotecas infantis

TEMA VII -

BIBLIOGRAFIAS
a)
Normas para compilação de bibliografias
b)
Bibliografia de bibliografias nacionais
c)
Bibliografias especializadas (infantis, técn^
cas , etc . )

TEMA VIII-

ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS E LEGISLAÇÃO
BIBLIOTECÁRIA
a)
Federação de Associações de Bibliotecários
b)
Estatutos
c)
Funcionamento e programa de trabalho
d)
Criação de um órgão informativo
e)
Colaboração com a Federação Americana de
Bibliotecários e a Federaçao Internacional
de
Associações de Bibliotecários
f)
Legislação para bibliotecas (recursos econõm^
COS para a manutenção de bibliotecas:
cons- .
trução, instalação, etc.)
g)
Regulamentação da profissão e carreira
de
‘bibliotecário

\

\

/

•&gt;.

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

4^
\

14

15

16

17

18

19

�RELAÇÃO DOS TRABALHOS POR AUTORES

ABRANTES, Jorge
Bibliografia - Normas para a composição de
bibliografias.
Bibliografia de Bibliografias nacionais. Bibliografias especializadas (infantis, técnicas, etc.)
AST, Orvo e FURTURO, Elza
Bibliografia y referencia
BRODBECK, Sully
Sugestões para uma cooperação intensa entre as bibliote
cas especializadas
COSTA. José césio Regueira
Bibliotecas populares
CUNHA. Maria Luiza Monteiro da
Bibliotecas universitãrias e alguns de seus problemas
DIAS. Antonio Caetano
0 ensino da Biblioteconomia no Brasil
EMERENCIANO, Severino Jordão
0 leitor e o bibliotecário
FERNANDEZ. Alfredo
Sobre el curso de estadistica dictado en la escuela
bibliotecnia

de

FONSECA. Edson Nery da
Processos técnicos
FONSECA. Luiza
Situação atual da biblioteconomia no Brasil
FURTURO. Elza
Classificação decimal para assuntos de reprodução
mal

ani-

GONDIM. Sylvia Pedrosa
Chave de classificação para esquistossomose
INSTITUTO INTERAMERICANO DE CIÊNCIAS AGRIcOLAS. Turrialba
Normas para la preparaciõn de bibliografias para escritos científicos
LIMA. Maria Lecticia de Andrade
Simplificação dos processos técnicos de catalogaçao
classificação das bibliotecas infantis.

e

MACIEL. Lilah do Rego
Considerações sobre bibliotecas universitãrias

Digitalizado
gentilmente por:

\

14

15

16

17

18

1

�-5-

4

16.

MORAIS» Celina Didier de
Bibliotecas infantis e de crianças excepcionais

17.

NEVES» Bernadette Sinay
Situação das associações bibliotecárias do Brasil

18.

NCBREGA» Manoel da
Anotações para o estudo critico é solução de um problema premente

19.

PLÃCER» Xavier
0 perfeito bibliotecário

20.

PRADO» Zilah Carvalho
Organização das bibliotecas populares do Distrito Federal

21.

PROENÇA» Afrãnio e VASCONCELOS» Decio Pereira de
Do serviço de importação nas bibliotecas universitárias

22.

SÃO PAULO. Prefeitura Municipal. Biblioteca Municipal Mário de Andrade.
Estudo Prático do serviço
organizado
na Biblioteca Municipal

23.

SCHEINER» Marta S. de
Consideraciones que ofrece el problema de la
ciõn desde el punto de vista de su ensenanza

cataloga-

24.

TAVARES» Denise Fernandes
Situação das bibliotecas infantis brasileiras

25.

VICENTINI» Abner Lellis Corrêa
Da necessidade de um cõdigo nacional de catalogação

26.

ZINK» Ernesto Manuel
Organização e administração de bibliotecas agrícolas

�-6\
\\

•
\
\

♦
RELAÇÃO DOS TRABALHOS PELOS TÍTULOS

cm

1

1.

^
Anotaçoes para o estudo critico e solução
premente - Manoel da Nõbrega.

2.

Bibliografia - Normas para a composição de bibliografias.
Bibliografia de bibliografias nacionais. Bibliografias es
pecializadas (infantis, técnicas, etc.) - Jorge AbrantesT

3.

Bibliografia y referencia - Elvira A.

4.

^
Didier de Morais.

5.

Bibliotecas populares - José césio Regueira Costa.

6.

Bibliotecas universitárias e alguns
Maria Luiza Monteiro da Cunha.

7.

Chave de classificação para esquistossomose crosa Gondim.

8.

Classificação decimal para assuntos de
- Orvo Ast e Elza Furturo.

9.

Consideraciones que ofrece el problema de la catalogaciõn
desde el punto de vista de su ensenanza Marta
S.
de
Scheiner.

Lorena Martinez.

Bibliotecas infantis e de crianças excepc

de seus problemas

Sylvia Pe-

reprodução animal

10.

Considerações
Rego Maciel.

11.

Da necessidade de um
cõdigo
nacional
Abner Lellis Corrêa Vicentini.

12.

Do serviço de importação nas bibliotecas universitárias Afrãnio Proença e Decio Pereira de Vasconcelos.

13.

0 ensino da biblioteconomia no Brasil - Antonio
Dias .

14.

Estudo prático de serviço organizado na Biblioteca Munic^
pal - são Paulo. Prefeitura Municipal. Biblioteca Municipal Mário de Andrade.

15.

0 leitor e o bibliotecário - Severino Jordão Emerenciano.

16.

Organização das bibliotecas populares do Distrito Federal
- Zilah Carvalho Prado.

2

3

sobre bibliotecas universitárias - Lilah do

Digitalizado
gentil mente por:

"
j

de

14

catalogação -

15

Caetano

16

17

18

19

�-7

17.

Organização e administração de bibliotecas agrícolas
Ernesto Manuel Zink.

18.

Normas para la preparaciõn de bibliografias para escritos
científicos - Instituto Interamericano de Ciências Agric£
Ias, Turrialba.

19.

0 perfeito bibliotecário - Xavier Placer.

20.

Processos

21.

Simplificação dos processos técnicos de catalogação
e
classificação das bibliotecas infantis - Maria
Lecticia
de Andrade Lima.

22.

Situação atual da biblioteconomia no Brasil - Luiza
seca.

Fon-

23.

Situação das associações bibliotecárias do Brasil nadette Sinay Neves.

Ber-

24.

Situação das bibliotecas
Fernandes Tavares.

25.

Sobre el curso de estadistica dictado en la escuala
bibliotecnia - Alfredo Fernandez.

26.
4

técnicos - Edson Nery da Fonseca.

infantis brasileiras

Sugestões para uma cooperação intensa entre as
cas especializadas - Sully Brodbeck.

-

Denise

de

bibliote-

�RESOLUÇÕES E CONCLUSÕES

TEMA I - TRABALHOS APRESENTADOS

O leitor e o bibliotecário^ por Severino Jordão Emerenciano.

Resoluções e conclusões

que se estimule o gosto nobre e alto pela leitura desinteressada e se restaure o hábito de ler.
que se empenhem todos os esforços para o barateamento
livro.

do

que se aumente o número de bibliotecas,
descentralizando,
quanto possível, a concentração de grandes depósitos.
que se favoreça, quanto possível, o serviço de
a domicilio.
que se torne,
bliotecas .

empréstimo

cada vez mais simpático, o ambiente das

que se permita,
ãs coleções .

sempre que possível, o acesso dos

bi-

leitores

que a biblioteca, dentro de seu ambiente e conforme o
seupúblico,.' se converta em um centro vivo de cultura e inspiração .
•
que os bibliotecários se convençam da beleza da sua missão
e se disponham a vivé-la, com elevaçao e entusiasmo.

TEMA II - TRABALHOS APRESENTADOS

0 ensino da biblioteconomia no Brasil, por Antonio Caetano
Dias.
Consideraciones que ofrece el problema de la
catalogacion
desde el punto de vista de su ensenanza, por Marta
S.
de
Scheiner.
0 perfeito bibliotecário, por Xavier Placer,
Sobre el curso de estadistica dictado en la escuala de bibliotecnia, por Alfredo Fernandez.

g

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st e m CS’
14

15

16

17

18

1

�-9-

Resoluções e conclusões

1.

que dentro da carreira profissional, sejam eliminadas
das as funções inferiores a de bibliotecário.

to-

2.

que se crie uma comissão composta de representantes de todos os cursos regulares de biblioteconomia, para estabelecimento de um currículo unico.

3.

que se estabeleça uma comissão composta de professores
de
Catalogação, para unificação dos métodos de ensino, sobretudo no que se refere ã Catalogação de nomes
brasileiras e
portugueses.

A.

que se preste apoio ã "Associaciõn Latinoamericana de
cuelas y Profesores de Bibliotecología".

5.

que se estimule o intercâmbio entre professores e
das diversas escolas de biblioteconomia do Brasil.

6.

que se solicite das autoridades competentes a concessão de
maiores recursos financeiros para o fortalecimento das escolas de biblioteconomia.

7.

que se promova, sempre que as condições o permitam, o esta^
belecimento de escolas, cursos de biblioteconomia,
como
parte integrante das universidades.

8.

no uma cara
que se adotem métodos objetivos, dando ao ensin
terística essencialmente pratica, principalment e quanto
Catalogação e ã Classificação.

9

que seja gratuito o ensino ministrado nas escolas e cursos
de biblioteconomia.

Es-

p*&lt;n

alunos

TEMA III - TRABALHOS APRESENTADOS

cm

1

2

1.

Processos técnicos, por Edson Nery da Fonseca.

2.

Organização e administração de bibliotecas agrícolas,
Ernesto Manuel Zink.

por

3.

Da necessidade de um CÕdigo Nacional de Catalogaçao,
Abner Lellis .Corrêa Vicentini.

por

4.

Chave para classificaçao de Esquistossomose, por Sylvia Pe^
drosa Gondim.

5.

Classificação decimal para assuntos de reprodução
por Elza Furturo e Orvo Ost.

6.

Estudo pratico do serviço organizado na Biblioteca Municipal.

3

4

g

Digitalizado
gentilmente por:

É CiereacUnento

14

15

16

animal,

17

18

19

�-10-

Resoluçoes e conclusões

1«

que o Instituto Nacional do Livro (INL) patrocine uma edição brasileira de Classificação Decimal de Dewey.

2.

que o Instituto Nacional do Livro (INL) organize uma Comi^
são de Bibliotecários, formada por professores de Catalog^
ção e catalogadores, representantes de vários centros
bi' b1ioteconõmicos do pais, para elaborar o CÕdigo
Brasileiro de Catalogação.
&gt;
que o CÕdigo Brasileiro de Catalogação adote, quanto ã entrada de nomes portugueses e brasileiros, o critério
universalmente aceito de respeitar-se a vontade do autor, uso
local e tradição literária.

3.

4.

que se recomende ãs bibliotecas brasileiras o uso do Manual
de Classificação e Catalogação de discos musicais, de aut£
ria de Luiz Gosme.

5.

que as bibliotecas brasileiras colaborem efetiva e regulai:
mente com o Catálogo Coletivo do Instituto Brasileiro
de
Bibliografia e Documentação (IBBD) .

6.

que o Instituto Brasileiro de Bibliografia e
Documentação
(IBBD) auxilie as bibliotecas estaduais ou outras bibliote^
cas interessadas em organizarem catálogos coletivos
estaduais ou regionais.

7.

que as universidades brasileiras e as entidades mantenedoras das redes de bibliotecas adotem a centralização dos se£
viços de.aquisição, classificação e catalogação.

8.

'^'que pelo menos uma biblioteca de cada cidad
coleção completa das fichas impressas pelo Serviço de
Intercâmbio de Catalogação (SIC) .

9.

que as bibliotecas brasileiras cooperem com o Serviço
Intercâmbio de Catalogação (SIC) .

de

10.

que os editores públicos e privados cooperem com o Serviço
de Intercâmbio de Catalogação (SIC).

11.

que a seleção de livros seja feita em cooperação,
menos entre as bibliotecas de cada cidade.

12.

que o governo brasileiro aprove o sistema de aquisiçao
de
livros estrangeiros por meio de bônus da United
Nations
Educational Scientifical and Cultural Organization(UNESCO).

13.

’ que o governo brasileiro estenda aos livros
isenção de direitos alfandegários.

14.

que o Catálogo Coletivo do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD) regule e desenvolva o empréstimo interbibliotecário no Brasil.

e

pelo

�TEMA IV - TRABALHOS APRESENTADOS
í
r
Bibliotecas populares, por Josê Césio Nogueira Costa.
Organizaçao das bibliotecas populares do Distrito Federal,
por Zilah Carvalho Prado.
Anotações para o estudo critico e solução de um
premente, por Manoel da Nõbrega.

problema

Resoluções e conclusões

que em definitivo seja caracterizada, em suas linhas
gerais, a biblioteca popular como pequena biblioteca, com
o
ma'ximo de oito mil volumes (8.000) contando livros que assegurem principalmente a educaçao de base, independente de
um serviço central constituindo menos unidades
singulares
do' que elementos de um organismo adaptado ãs condições locais.
que a instalaçao de bibliotecas seja sempre precedida
de
um inquérito estatístico sobre índice de cultura, econômico, etc. do local.
que se reduza ao mínimo possível a técnica
biblioteconõmica para facilitar o contato entre o leitor e o livro.
que se recorra sobretudo, como processo de divulgação
do
livro, aos postos de empréstimos, facilitando o
contato
do povo com o livro.
que se utilize a biblioteca ambulante também como processo
de sondagem do interesse dos diferentes grupos da
população em relação ao livro.
que se facilite a entrada no pais de todo material necess£
rio ã impressão de livros.
que se incremente a construção e manutenção de bibliotecas
públicas em todo o território nacional.
que se desenvolva o intercâmbio entre as bibliotecas naci£
nais e entre estas e as estrangeiras.
que se impeça sejam as nossas bibliotecas devassadas e expurgadas ou fiquem sujeitas ã ação policial.
que seja impedido o estabelecimento no pais, sob
qualquer
pretexto, de restrições ao material que pode ser adquirido
pelas bibliotecas brasileiras, salvo as decorrentes da seleção ditadas pela natureza e finalidade de cada biblioteca &lt;
4
A-,
T

�-12-

11.

que se ofereçam aos nossos bibliotecários as mais
amplas
garantias no exercício de sua função, na integridade
de
seus cargos, e em tudo que, de alguma maneira,
concorra
para formar a sua personalidade e manter a sua dignidade.

12.

que seja assegurada aos bibliotecários brasileiros,
tanto
quanto possível, uma subsistência alheia aos azares da so£
te.

13.

que os nossos bibliotecários tenham voz ativa no que se r£
fere á cultura em geral, na medida em que saibam compreender a importância das suas funções e a grandeza
de
sua
missão.

TEMA V - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Bibliotecas universitárias e alguns de seus problemas, por
Maria Luiza Monteiro da Cunha.

2.

Considerações sobre bibliotecas universitárias, por
do Rego Maciel.

3.

Sugestões para uma cooperação entre as bibliotecas especi£
lizadas, por Sully Brodbeck.

4.

Do serviço de importação nas bibliotecas universitárias,pcc
Afrãnio Proença e Decio Pereira de Vasconcelos.

Lilah

\
Resoluções e conclusões

que se encaminhem aos Magníficos Reitores e Diretores
das
Faculdades e Institutos anexos e complementares das diversas universidades brasileiras, mensagens, solicitando
serem criadas em todas elas bibliotecas centrais, destinadas
a organizar, quando as condições o permitam, a coordenar e
dirigir as atividades de várias bibliotecas da universidade .
1
que seja incluido na mensagem aos Magníficos Reitores
um
apelo no sentido de que possam ser admitidos para o^ exercício de funções técnicas em bibliotecas
universitárias ,
inclusive nos cargos de direção e chefia, bibliotecáriosd^
plomados por escolas de biblioteconomia oficiais ou
oficialmente reconhecidas.
3.

que figure, ainda, nessa mensagem,^o pedido de criação
de
escolas de biblioteconomia, junto ãs universidades
brasileiras .

4.

que seja criada uma Comissão Nacional de Bibliotecas
Universitárias, incumbida do levantamento da situaçao das Bibliotecas Universitárias em nosso pais, bem como da unificação das normas técnicas indispensáveis ao perfeito inteir
cambio bibliográfico universitário.

�-13-

5.

que seja solicitado às bibliotecas centrais ou aos
Serviços Centrais de Bibliotecas, jã existentes em algumas universidades, levantamento dos recursos da universidade
a
que pertencem, quanto às duplicatas ou outro material
de
que dispõem para permuta.

6.

que seja organizado e incentivado o empréstimo interbibli£
tecãrio a bem da economia geral e do melhor aproveitamento
de verbas individuais.

7.

que as bibliotecas centrais, ou serviços de
existentes em universidades brasileiras sejam
como sede dos catálogos coletivos de livros e
periódicas do Estado a que pertençam.

8.

que as bibliotecas centrais ou serviços centrais de bibli£
tecas universitárias sejam incumbidos do levantamento
das
publicações oficiais de sua universidade.

9.

que
cas
que
tas

bibliotecas
designados
publicações

sejam reunidos e coordenados os esforços das biblioteespecializadas, num plano de trabalho cooperativista e
as bibliotecas publiquem boletins bibliográficos e lijs
de publicações periódicas recebidas.

10.

que se evidencie a importância especializada na vida cult£
ral e econômica da Nação.

11.

que se coordene a aquisição de revistas entre
bibliotecas
especializadas em assuntos análogos ou semelhantes, local^
zadas na mesma cidade e até no mesmo estado.

12.

que as Cidades Universitárias do Brasil sejam dotadas
de
prédios construídos especialmente para a instalação da biblioteca central universitária (ou serviço equivalente).

13.

que sej^ criada junto a cada biblioteca central ou serviço
central de bibliotecas universitárias uma comissão central
de bibliotecas universitárias, constituída de cinco
(5)
membros, dos quais quatro (4) serão representantes do, corpo docente da universidade e o quinto o bibliotecário chefe ou o diretor da biblioteca central (ou serviço equivalm
te) .

14.

que as bibliotecas centrais ou serviços centrais de biblio
tecas universitárias sejam subordinadas, diretamente,
ao
Gabinete do Reitor.

15.

que todas as bibliotecas especializadas participem do programa de permuta de livros da UNESCO.

16,

que se obtenha para as bibliotecas redução^ou até
isenção
de tarifas postais, para remessas e intercâmbio de
material bibliográfico.

�-14-

17.

que se apoie o programa do Instituto Brasileiro de
Biblio^
grafia e Documentação (IBBD) , encarecendo a importância do
mesmo funcionar como õrgão coordenador das atividades
das
bibliotecas especializadas do Brasil.

18.

que o Instituto Brasileiro de Bibliografia
e
Documentação (IBBD) compile uma bibliografia de revistas
técnicocientificas, informando o histórico das mesmas.

TEMA VI - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Situação das bibliotecas infantis brasileiras, por
Fernandes Tavares.

Denise

2.

Simplificação dos processos técnicos de catalogaçãoeclassificação, das bibliotecas infantis, por Maria Letxcia Andrade Lima.

3.

Biblioteca
infantil e de crianças excepcionais, por Celina Didier de Morais.

Resoluções e conclusões

que sejam criadas bibliotecas
e cidades .

infantis públicas de bairros

2.

que a criação e organização das bibliotecas infantis e esque .
colares fiquem subordinadas a uma biblioteca central
farã parte da Secretaria da Educação dos Estados ou da Pre^
feitura.

3.

de
que esse órgão planeje, den tro das condições locais,
acordo com as situações de transportes, econômica e social
comportam
da população, a localizaçao das bibliotecas que
cada cidade ou capital.

4.

de
que o prédio da biblioteca do bairro ou cidade conste
adultos
e
para
crianças
e
jo
secções para bibliotecas de
vens, entregando-se a super visão dos serviços a bibliotec
rios especializados no assu nto, isoladamente, com plena au
tonomia.

5.

que seja critério desse órgão central somente trabalhar com
bibliotecários, conseguindo nos estados onde nao haja esco_
Ias de biblioteconomia, bolsas para aqueles que se destina
rão a esse serviço.

6.

que para bibliotecários de bibliotecas infantis, sejam admitidas, de preferência, professoras primarias, com
curso
de biblioteconomia.

I (cdl

1.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�que todos os estabelecimentos escolares de nível
primário e ginasial do pais, intensifiquem e expandam o
trabalho das bibliotecas já existentes, com material
didático,
informativo e recreativo, ou que providenciem a
criação
imediata de bibliotecas, caso ainda não as possuam.
que se organize um catálogo de livros infantis,
redigido
de maneira muito clara com abundância de notas
explicativas, tendo em vista a sua provável utilização por
elementos estranhos ã biblioteconomia.
que se organize uma lista abreviada de cabeçalhos de assun
to, que inclua os tõpicos mais firequentemente
encontrados
nas bibliotecas infantis.
que se organize uma adaptação resumida da Classificação D£
cimal de Dewey, de acordo com as necessidades
ihfantis ,
para ampla divulgação entre os professores primários,
re£
ponsáveis por clubes infantis, assistentes sociais e dirigentes de parques infantis.
que o Congresso pleiteie, junto ãs autoridades competentes,
estaduais ou municipais, a introdução da biblioteconomia a^
plicada as bibliotecas escolares, como matéria do
último
ano dos cursos pedagógicos vigentes no país.

TEMA VII - TRABALHOS APRESENTADOS

Bibliografia y referencia, por Elvira Lorena Martinez.
Bibliografia: normas para compilação de bibliografias: bibliografia de bibliografias nacionais: bibliografias especializadas Xihiantis, técnicas, etc.), por Jorge Abranges.
Normas para la preparación de bibliografia para
escritos
científicos, pelo Instituto Interamericano de Ciências
Agricolas (Turrialba, Costa Rica).

Resoluções e conclusões

que seja criada uma comissão composta de entidades e especialistas, membros da Comissão Nacional de
Bibliografia
com o fim de estudar a unificação das normas de compilação
bibliográfica.
que seja feita pela Comissão Nacional de Bibliografia
uma
coleta dos repertórios bibliográficos existentes no
país,
para facilitar aquela tarefa e servir de base a uma bibli£
grafia das bibliografias brasileiras.
que os estudos para padronização do ensino da bibliotecono^
mia déem relevo aos aspectos gerais e historico da bibliografia e a prática de compilação bibliográfica.
\

�-16-

4.
yii
*

que seja editada uma Revista Brasileira de
Bibliografia,
de preferência pelo Conselho Nacional de Pesquisas (CNPC),
uma Secçao de Bibliografia em uma Revista Brasileira
de
Biblioteconomia.

5.

que sejam mimeografadas as "Normas para la preparaciõn
de
bibliografia para escritos científicos" elaborado na
Reunião Técnica de Bibliotecários Agrícolas em Turrialba, Cos
ta Rica.

6.

que a Comissão Nacional de Bibliografia concretize o quanto antes a sugestão do consultor da UNESCO, Sr. Herbert Co
blans, no sentido da distribuição, em todo o Brasil,
de
uma lista dos nomes dos autores brasileiros que não
devem
entrar pelo ultimo sobrenome.

7.

que seja dirigido ao Sr. Herbert Coblans, em nome
deste
I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia um voto de
louvor e agradecimento pelo valioso trabalho que realizou
no
Brasil especialmente quanto a sua contribuição ao
desenvolvimento da bibliografia em nosso pais.

TEMA VIII - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Situação atual da biblioteconomia no Brasil, por
Fonseca.

2.

Situação das Associações Bibliotecárias Brasileiras,
Bernadette Sinney Neves (informe verbal)

Luiza

por

Resoluções e conclusões

1.

que seja criada quanto antes
rios do Brasil.

a Federação dos

Bibliotecá-

2.

que se organize uma Comissão de Bibliotecários brasileiros
com o fim de redigir projeto dos estatutos da FABB.

3.

que a FABB edite um Boletim ou Revista, destinada a facili^
tar o intercâmbio de idéias entre os bibliotecários, assim
como o estudo de problemas de interesse profissional.

4.

que sejam dirigidas áo Sr. Rubens Borba de Morais, em nome
do I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, felicitações
pela sUa nomeação para chefe da Biblioteca da
Organizaçao
das Nações Unidas (ONU) em Nova York.

5.

que se dirija ã Associação Paulista de Bib1iotecarios(APB)
um voto de louvor pelo excelente trabalho que vem realizan^
do em beneficio dos bibliotecários no qual foi pioneiro.

�-17-

6.

que o Ministério do Trabalho» Indústria e Comércio reconhe '
ça a profissão de bibliotecário e a inclua na
Tabela
do
Ârt. 577» da Consolidação das Leis do Trabalho.

7.

que se estabeleça um padrão de escolas de biblioteconomia.

8.

que se regulamente o exercício da profissão de bibliotecários .

9.

que seja criado um õrgão coordenador de todos os trabalhos
relativos a bibliotecas» em esfera administrativa
adequada .

10.

que o informe de Luiza Fonseca» na parte relativa ao ensino da biblioteconomia seja encaminhado a Comissão
de
que
trata a recomendação n? 2 do tema II.

�-18-

II CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Salvador - 1959

TEMÃRIO

TEMA

I

-

RELAÇÕES PÚBLICAS APLICADAS ÍS BIBLIOTECAS
a) Útica profissional

TEMA

II

-

PROCESSOS TÉCNICOS
a) código Brasileiro de Rubricas
b) código Brasileiro de Catalogação
c) Classificaçao Decimal Universal

TEMA

III

-

BIBLIOTECONOMIA COMO PROFISSÃO

TEMA

IV

-

ENSINO DE BIBLIOTECONOMIA
a) Currículo de Nível Universitário
b) Formaçao de Bibliotecários
^
c) Programa de técnicas foto-documentarias

TEMA

V

-

ASSOCIAÇÕES BIBLIOTECÁRIAS
a) Organização de Conselhos Consultivos
b) Federação Brasileira de Bibliotecários

TEMA

VI

-

BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO
formação e
a) Bibliotecário e documentarista:
atribuições de cada um
b) Técnica Bibliográfica_^
c) Normalizarão Bibliográfica
^
d) Mecanizaçao
Fotodocumentaçao
e)
f) Divulgação
g) Biblioteca e Serviço de Documentação: inter
-comunicação

TEMA

VII

RELAÇÕES ENTRE EDITORES, LIVREIROS E
RIOS

BIBLIOTECÁ-

TEMA VIII

INTERCÂMBIO BIBLIOTECONÔMICO
a) Catalogação Cooperativa
b) Catálogos Coletivos
c) Empréstimo inter—bibliotecas
d) Permutas

TEMA

IX

BIBLIOTECAS PÚBLICAS, INFANTIS, UNIVERSITÁRIAS,E£
PECIALIZADAS E AMBULANTES

TEMA

X

EDIFICIOS de bibliotecas, COOPERAÇÃO ENTRE BIBLIO
TECÁRIO
E ARQUITETO

2

3

4

I
g

Digitalizado
gentilmente por:

3

14

15

16

17

18

19

�RELAÇÃO DOS TRABALHOS POR AUTORES

AMORIM, Maria José Tereza de
Dinamizando os processos técnicos:

o registro.

AMORIM, Maria José Tereza
Encorajemos as investigações na biblioteconomia
documentação.

e

na

AMORIM, Maria José Tereza
Modalidades de reuniões.
BRANDÃO, Helena H.
Relatório das atividades e finalidades das
do SESI.

Bibliotecas

BRASIL. Conselho Nacional de Estatística^ Delegacia
da
Guanabara.
A Diretoria de Documentação e
Divulgação
da Secretaria-Geral do Conselho Nacional de Estatística
como centro de documentação especializada.
CARVALHO, Felisbela Liberato de Matos
0 ensino da biblioteconomia e documentação.
CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira
Normas para a catalogação nas Bibliotecas da Universid^
de do Recife.
CONCA, Celestina
Biblioteca infantil de bairro em São Paulo.
DANTAS, Marcelina
A Biblioteca Publica do Paraná, divisão de extensão.
DRUK, Elida Freitas e Castro
Biblioteconomia como profissão.
FERRAZ, Antonieta G.
^
Relações publicas aplicadas ã biblioteca:
sional .

ética profis-

FERRAZ, Maria Cecilia da Cunha
A sala Braille da Biblioteca Infantil "Monteiro Lobato".
FIGUEIREDO, Laura Maia de e FERRAZ, Terezine Arantes
Cursos de pesquisas bibliográficas no Brasil.
GODINHO, Noemia
Breve informe sobre a Biblioteca do Museu do Estado
Bahia.
GONÇALVES, Maria Mader
Informe sobre a organização^do Serviço de
Ambulantes do SESC do Paraná.

Bibliotecas

GREGOL, Lourd es Catharina
Organização e atividades das Bibliot ecas Ambulantes
Circulantes do SESC - Administração regional.

Digitalizado
gentilmente por:

e

�-20-

17.

GUARNIERI, Alice Camargo
Bibliotecas das Instituições de Pesquisa do Estado
são Paulo.

de

18.

GUARNIERI, Alice Camargo
Documentação e bibliotecas especializadas

19.

LIMA, Etelvina
Atendimento de escolares em bibliotecas publicas.

20.

LIMA, José
Bibliografia de teses defendidas na Faculdade de Mediei
na da Bahia.
~

21.

LIMA, Maria Lecticia de Andrade
A Biblioteca infantil como centro de educação da comuni
dade.
'

22.

LEITE, Maria Stela
Biblioteca da Escola Bahiana de Medicina e Saude Pública .

23.

LEITE, Maria Stela
Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universidade
Bahia.

24.

LEITE, Maria Stela
Sistemas de classificação em bibliotecas médicas.

25.

MOREIRA, Germana
Informe sobre a Divisão Infanto-Juvenil e Educação
Biblioteca Pública do Paraná.

26.

PEREGRINI, Umberto
Biblioteca como instrumento de relações públicas.

27.

PEREGRINI, Umberto
Bibliotecas em conjuntos residenciais.

•28

da

da

PIEDADE, Maria Antonieta Requião
Sugestões para acréscimo e modificações necessárias
do
CÕdigo do Vaticano a fim de adaptar ás exigências
das
bibliotecas brasileiras.

29.

PRADO, Flávia Ribeiro Accioly
Intercâmbio biblioteconõmico-permuta.

30.

RIBEIRO, Fernanda Leite
Aplicação da bibliografia mecanizada no IBBD.

31.

RUSSO, Laura Garcia Moreno e ROCHA JUNIOR, Rodolpho
Federação das Associações Brasileiras de Bibliotecários.

32.

TCHAICOVSKY, Fany Malin, REQUIÃO, Theresa de Magalhães
e
VALENZUELA COURREGE, Sulma Pucurull
Experiência de resumos indicativos para técnicos
especializados.

33.

VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
A documentação no Brasil.

�-21-

RELAÇÃO DOS TRABALHOS PELOS TÍTULOS

1.

Aplicação da bibliografia mecanizada no IBBD Leite Ribeiro.

2.

Atendimento de escolares em bibliotecas públicas vina Lima.

3.

Bibliografia de teses defendidas na Faculdade de Medicina
da Bahia - Jose Lima.

4.

Biblioteca como instrumento de relações públicas Umberto Peregrini.

5.

Biblioteca da Escola Bahiana de Medicina e ISaúde
- Maria Stela Leite.

6.

Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universidade
Bahia - Maria Stela Leite.

7.

A biblioteca infantil como centro de educação da comunida
de - Maria Lecticia de Andrade Lima.
~

8.

Biblioteca infantil de bairro em São Paulo - Celestina Con
ca.
'
“

9.

A Biblioteca Publica do Paranã» divisão de extensão - Mar
celina Dantas.
~

10.

Bibliotecas das instituições de pesquisa do Estado de São
Paulo - Alice Camargo Guarhieri.

11.

Bibliotecas em conjuntos residenciais - Cel. Umberto
regrini .

12.

Biblioteconomia como profissão - Elida Freitas
Druk.

13.

Breve informe sobre a Biblioteca do Museu do Estado»
hia - Noemia Godinho.

14.

Cursos de pesquisas bibliográficas no Brasil - Laura Maia
de Figueiredo e Terezine Arantes Ferraz.

15.

Dinamizando os processos técnicos:
Tereza de Amorim.

16.

A Diretoria de Documentação e Divulgarão da
Secretaria
Geral do Conselho Nacional de Estatística como
centro
de documentação especializada - Conselho Nacional
de
Estatística. Delegacia da Guanabara.

17.

Documentação e bibliotecas especializadas - Alice Camargo
Guarnieri.

18.

A documentação no Brasil - Abner Lellis Corrêa Vicentini.

Digitalizado
gentil mente por:

Fernanda

e

Etel-

Cel»

Pública

da

Pe-

Castro

Ba-

o registro -Maria José

3

14

15

16

17

18

19

�-22-

19.

Encorajemos as investigações na biblioteconomia e na docu
mentação - Maria José Xereza de Âmorim.

20.

0 ensino da biblioteconomia e documentação - Felisbela
berato de Matos Carvalho.

21 .

Experiência de resumos indicativos para técnicos especializados - Fany Malin Tchaicovsky, Thereza de
Magalhaes
Requião e Sulma Pucurull Valenzuela Courrege.

22.

Federação das Associações Brasileiras de Bibliotecários Laura Garcia Moreno Russo e Rodolpho Rocha Junior.

23.

Informe sobre a Divisão Infanto-Juvenil e Educaçao da Biblioteca Publica do Paraná - Germana Moreira.

24.

Informe sobre a organização do Serviço de Bibliotecas ambulantes do SESC do Paraná - Maria Mader Gonçalves.

25.

Intercâmbio biblioteconSmico-permuta - Flávia Ribeiro Accioly Prado.

26.

Modalidades de reuniões - Maria José Xereza de Amorim.

27 .

Normas para a catalogação nas Bibliotecas da Universidade
do Recife - Cordélia Robalinho de Oliveira Cavalcanti.

28.

Organização e atividades das Bibliotecas Ambulantes e Cir^
culantes do SESC. Administração regional - Lourdes
Catharina Gregol.

29.

Relações públicas aplicadas ã biblioteca:
nal -' Antonieta G. Ferraz.

30.

Relatõrio das atividades e finalidades das Bibliotecas do
SESI - Helena H. Brandão.

31.

A sala Braille da Biblioteca Infantil Monteiro Lobato
Maria Cecilia da Cunha Ferraz.

32.

Sistemas de classificação em bibliotecas médicas Stela Leite.

33.

Sugestões
para acréscimo e modificações necessárias
do
’
código do Vaticano a fim de adaptar ãs exigências
das
bibliotecas brasileiras - Maria Antonieta Requião Pieda
de.

2

etica profissio^.

-

Maria

�-23-

RESOLÜÇÕES E CONCLUSÕES

1.
Mensagem ao Sr. Ministro do Trabalho no sentido
de
que promova junto ao SAPS a recuperação das antigas bibliotecas
populares junto aos restaurantes, e o prosseguimento da política educacional encetada, instalando novas bibliotecas do
mesmo
tipo.
1.1
Que seja dirigida uma moção de congratulações ao
Ministério da Guerra, pelo êxito da experiência registrada
pela
"Biblioteca Lobo Viana" e de confiança em que as
autoridades
militares apoiem a Biblioteca do Exército assegurando-lhe cond’
ções para instalações de sucursais em cada uma das vilas milit
res daquele Ministério.
1.2
Que se faça sentir aos governos a necessidade de doar
uma biblioteca familiar a todas as construções residenciais
de
sua responsabilidade, capazes de abrigar um mínimo de 200 famílias.
1.3
Que tal ex
^
xigência seja expressamente imgosta ã Fundação da Casa Popular, inclusive quanto ãs construções jã inauguradas, ãs quais deverão ser incorporadas instalações para
bibliotecas familiares, cujo funcionamento ficara a cargo do Instituto Nacional do Livro.
1.4
Que os bibliotecários de todo o Brasil ofereçam suge£
tões quanto ãs características que devem ter as Bibliotecas ins_
taladas em conjuntos residenciais (Vilas ou Blocos de apartamen
tos) .
1.5
Que. sejam concedidos recursos suficientes para o res-'
pectivo desenvolvimento, ãs bibliotecas ambulantes
existentes,
em funcionamento.
1.6
Que se recomende aos Governos estaduais a inclusão de
noções de biblioteconomia, no que diz respeito ao funcionamento,
organização e objetivos das bibliotecas escolares e
infantis,
no programa da cadeira Administração Escolar, ministradas
por
bibliotecários portadores de diploma de curso superior de
Biblioteconomia, e, preferentemente, especializados no assunto.
1.7
Que se recomende ao Governo Federal convênios
com as
Escolas de Biblioteconomia que ainda nao se encontram
integradas nas Universidades, para que sejam dados cursos
intensivos
anuais de biblioteconomia, a professores primários encarregados
de bibliotecas escolares ou infantis.
1.8
Recomendação aos Governos estaduais para que
prestigiem e auxiliem devidamente as bibliotecas das escolas secundarias .
estaQue a exemplo do estado de São Paulo, todos os
1.9
ecas
Indos do Bra,sil tenham uma Lei regulamentando as Bibliot
fantis.

Digitalizado
gentilmente por:

�-24-

2.
Que se crie uma secção Braille em todas as
Bibliotecas Publicas estaduais ou municipais*
Que se procure transcrever os textos Braille existentes a fim de bem atender às necessidades das bibliotecas.
''
^

2.1

Que se incentive a criação de bibliotecas em

hospi-

tais.
2.2
Que seja uma das resoluções do II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, uma campanha
organizada,
em todo o Brasil, para que não mais se formem
Bibliotecários
sem a necessária integração cultural indispensável ã sua
própria valorização, e, principalmente, ao desempenho da profissão.
2.3
Que o II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
e
Documentação recomende aos Governos estaduais e federal: a) que
zelem pelas bibliotecas especializadas, facilitando-lhes a
necessária expansão, a fim de que venham, quanto antes, a se trai£
formarem em centros de informações para todos os ramos das ciên
cias, dotando-se com os recursos suficientes em verbas, pessoal
e espaço para suas instalações; b) que as bibliotecas especial^
zadas das instituições de pesquisa do pais procurem servir.
de
maneira especial, as industrias brasileiras; c) que nas escolas
de Biblioteconomia aperfeiçoem a formaçao de bibliotecários especializados, dando a essa formação maior destaque nos seus pr£
gramas de ensino; d) recomendar ao Ministério de Educaçao e Cu^
tura a introdução de cursos de pesquisas bibliográficas nos cur^
riculos das escolas de ensino superior.
2.4
Seja a Documentação incluida definitiva e obrigatória
mente, nos currículos das escolas de biblioteconomia.
2.5
Seja totalmente restaurada a formaçao de
bibliotecário - documentarista, em curso superior, de 4 anos, no
mínimo,
de duração, a exemplo dos currículos universitários de
outras
especialidades.
2.6
Seja regulamentado em lei, o exercício da profissão do
bibliotecário documentarista.
2.7
Seja enviada uma recomendação deste
Congresso, a todos os membros da Comissão nomeada para estudar a reestruturação
dos currículos das escolas de biblioteconomia, no sentido de re_
comendar a inclusão das sugestões 2.4 e 2.5.
2.8
Seja enviado ofício e telegrama ao Exmo. Sr. Ministro
da Educação e Cultura, enfatizando a necessidade de
URGENTE
convocação da referida Comissão.
2.9
Que em toda biblioteca infantil se^a dada uma
importância especial ao.ajustamento social dos pequenos
leitores,
aproveitando-se todas as oportunidades que surgiram para a formação de clubes infantis.

�-25-

0
3.
Que sejam usados todos os recursos favoráveis à aprovação das crianças, aproveitando-se a atração representada pela
"hora do conto", pelas projeções cinematográficas e
atividades
teatrais .
3.1
Que sejam organizados "clubes de leitura" em todas as
bibliotecas infantis, quer sejam bibliotecas escolares,
quer
departamentais de bibliotecas públicas.
3.2
Que as bibliotecas publicas e infantis estudem a possibilidade de realizar o trabalho de atendimento a
escolares,
em caráter supletivo.
3.3
Que se estabeleça amplo entendimento entre
professores e bibliotecários, promovido pelos últimos, a fim de que
os
escolares sejam encaminhados as bibliotecas e estimulados
ao
uso da leitura variada, em contraposição ao uso do texto
unico
como base de estudo.
3.A
Sempre que as condições o permitam, que seja designado um bibliotecário para, nas bibliotecas públicas, encarregarse da orientação dos trabalhos de referencia escolar.
3.5
Que os regulamentos das bibliotecas públicas,
desde
que necessário, sejam ampliados a fim de permitirem o acesso de
menores desde 12 anos, ãs salas de leitura e ao serviço de
empréstimo domiciliar.
3.6
Que os serviços de extensão bibliotecária
existentes
em bibliotecas públicas, considerem a possibilidade de
incluir
os estabelecimentos de ensino primário e secundário, entre
os
pontos de distribuição dos seus recursos.
i
3.7
Sejá recomendado ãs editoras brasileiras uma
atenção
especial no que diz respeito ã edição de bons livros
juvenis,
mediante a: a) incentivo ã produção nacional, através
concursos, prêmios, etc., b) tradução de obras estrangeiras selecion£
das, bibliografias.
3 .'^8
Que sejam preferidos os bibliotecários de diploma
de
professor primário, para exercer atividades em bibliotecas
infantis .
3.9
Seja solicitado ao Ministério de^Educação e
Cultura
um prêmio anual para os melhores livros inéditos destinados
a
adolescência, e sua publicação imediata.
A.•
Que o II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia^
e
Documentação realizado em Salvador - Bahia, aprove a criação da
FEBAB (Federação de Associações Brasileiras de
Bibliotecários)
e sua Secretaria Geral com sede em Sao Paulo.
A.l
Que a Comissão Organizadora do II Congresso oficie _ã
Associação Brasileira de Bibliotecários informando da
criaçao
da FEBAB e o pedido de mudança do titulo^da mesma em
virtude
das atribuições específicas da FEBAB no âmbito nacional.

�-26-

\
\
'

\
\

III*'CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
CURITIBA - 1961
\
\

TEMÃRIO

TEMA I

-

PROCESSOS TÉCNICOS

TEMA II

-

ENSINO DA BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

TEMA III

-

PROFISSÃO DE BIBLIOTECÃRIO-DOCUMENTARISTA

TEMA IV

-

BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO - BIBLIOTECAS ESPECIA
LIZADAS

TEMA V

^ -

RELAÇÕES PÚBLICAS E INTERCÂMBIO
«

TEMA VI

-

TIPOS DE BIBLIOTECAS

TEMA VII

-

MOVIMENTO ASSOCIATIVO DE CLASSE

\

Digitalizado
gentilmente por:

�-27“

RELAÇÃO DOS TRABALHOS POR AUTORES
ARAGÃO, Esmeralda Maria de
A profissão de Bib1iotecãrio-documentarista:
e perspectivas profissionais.

1.

2.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BIBLIOTECÁRIOS. Comissão Carioca
de Catalogação.
Projeto de regras de catalogaçao para os nomes brasile^
ros e portugueses.

3.

BECKER, Lia e FORTES, Yvonne
O Serviço Central de Informações Bibliográficas da Universidade do Rio Grande do Sul.

4.

BOA MORTE , Lais
A documentação no Brasil - O Instituto Brasileiro de
bliografia e Documentação.

ír
5.

BRODBECK, Sully
A informação bibliográfica em Porto Alegre.

6.

CARDIM, Voline
A formação de bibliotecários.

7.

CARVALHO, Felisbela Liberato de Matos^
Necessitamos, urgentemente, de um CÕdigo Brasileiro
Catalogação .

de

8.

CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira
Cabeçalhos de assunto.

9.

CORUJEIRA, Lindaura Alban^
Conservação e restauração de livros e documentos.

10.

CUNHA, Lelia Galvão Caldas da
Informação técnica, base do progresso industrial.

11.

CUNHA, Maria Luisa Monteiro da
^
^ ^
Formaciõn de bibliotecários y documentalistas en America Latina.

12.

DOWNS, Robert B.
Bibliotecas e bibliotecários nos Estados Unidos hoje.
figueiredo, Adelpha Silva Rodrigues de
Processos técnicos e formaçao profissional.

.13*

cm

situação

14.

FIGUEIREDO, Laura Maia de
Bibliografia corrente brasileira,

15.

FIGUEIREDO, Nice Menezes de
0 bibliotecário, este desconhecido.

16.

GROISSMAN, Minda &amp; GREGOL, Lourdes
Relações públicas e intercâmbio nas bibliotecas do
Grande do Sul.

Rio

17.

JUNQUEIRA, Nancy Meirelles
^
.
Rclâçoes publicas 6 publicidade em bibliotecas publicas
brasileiras.

18.

LIMA, Maria Lecticia de Andrade
^
^ ^
Aspectos sociais da formaçao do bibliotecário.

19.

MEDEIROS, Heloisa
^
- i Ensino de línguas estrangeiras para os bibliotecários.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-28-

20.

MOREIRA, Julio &amp; GARZUZE, Rozala
Bibliotecas satélites.

21.

PALMA, Maria Helena Avellar
Breves informes sobre a Biblioteca Municipal
polis .

22.

de Petrõ“

PENNA, Odette Sena de Oliveira
Ante-projeto de CÕdigo Nacional de Empréstimo
bliotecãrio.

Interbi-

23.

PIEDADE, Maria Antonieta Requião
A catalogação dos autores brasileiros e portugueses.

24.

PRADO, Heloisa de Almeida
0 auxiliar de biblioteca e sua formação profissional.

25.

RIBEIRO, Fernanda Leite
Comissoes técnicas de bibliografia e documentação.

26.

RUSSO, Laura Garcia Moreno
Deontologia e ética profissional.

27.

RUSSO, Laura Garcia Moreno
A FEBAB e suas associações filiadas.

28.

SIQUEIRA, Lourdes Mesquita
A Semana Nacional da Biblioteca e o Brasil.

29. ,

SOBRAL, Elvira Barcelos
Informações sobre bibliotecas escolares
da
da Educação e Cultura do Rio Grande do Sul.

Secretaria

30.

TITO, Maria de Lourdes
Plano de assistência ãs bibliotecas escolares.

31.

VITAL, Annaiz Maria Pereira
Atual situação das bibliotecas em Belo Horizonte.

32.

VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
Consideração sobre o currículo universitário de biblioteconomia.

33.

VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
Informe sobre ja Comissão
Brasileira
Decimal Universal.

34.

2

de

Classificação

ZAHER, Célia Ribeiro
Diversidade de línguas, obstáculo ã informação
fica.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

cienti-

�-29-

RELAÇÃO DOS TRABALHOS PELOS TÍTULOS

1»

Ante-projeto de Codigo Nacional de Empréstimo
bliotecario ~ Odette Senna de Oliveira Penna.

2.

Aspectos sociais da formação do bibliotecário - Maria Le£
tícia de Andrade Lima.

3.

Atual situaçao das bibliotecas em Belo Horizonte - Annaiz
Maria Pereira Vial.

4.

0 auxiliar de biblioteca e sua formação profissional
Heloisa de Almeida Prado.

5.

Bibliografia corrente brasileira - Laura Maia de Figueire^
do.

6.

0 Bibliotecário, este desconhecido - Nice Menezes de
gueiredo .

7.

Bibliotecas e bibliotecários nos Estados Unidos hoje
Robert B . Downs.

8.

Bibliotecas satélites - JÚlio Moreira e Rozala Garzuzo.

9.

Breves informes sobre a Biblioteca Municipal de
Petrõpolis - liaria Helena Vellar Palma.
*«
Cabeçalhos de assunto - Cordélia Robalinho de Oliveira Ca
valcanti.

10.

cm

2

Interbi-

-

Fi-

11.

A catalogação dos autores brasileiros e portugueses - Ma-'
ria Antonieta Requião Piedade.

12.

Comissões técnicas de bibliografia e documentação nanda Leite Ribeiro.

13.

Conservação e restauração de livros e documentos - Lindaii
ra Alban Corujeira.

14.

Considerações sobre o currículo universitário de bibliotje
conomia - Abner Lellis Corrêa Vicentini.

15.

Deontologia e ética profissional - Laura Garcia
Russo.

16.

Diversidade de línguas, obstáculo á informação científica
- Célia Ribeiro Zaher.

17.

A documentação no Brasil - 0 Instituto Brasileiro de
bliografia e Documentação - Laís Boa Morte.

18.

Ensino de línguas estrangeiras para os
Heloisa Medeiros.

19.

A FEBAB e suas associações filiadas — Laura Garcia Moreno
Russo.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Fer-

Moreno

Bi-

bibliotecários

�A formação de bibliotecários - Vollne Cardlm
Formaclõn de bibliotecários y documentalIstas en
Latina
Maria Lulsa Monteiro da Cunha.

América

A informação bibliográfica em Porto Alegre - Sully
beck.

Brod-

Informação técnica, base do progresso Industrial Galvão Caldas da Cunha.

Lélla

Informações sobre bibliotecas escolares da Secretaria
da
Educação e Cultura do Rio Grande do Sul - Elvlra Barcelos Sobral.
Informe sobre a Comissão Brasileira de Classificação Deci^
mal Universal - Abner Lellls Corrêa Vicentini.
Necessitamos, urgentemente, de um CÕdlgo Brasileiro de C^
talogação - Fellsbela Llberato de Matos Carvalho.
Plano de assistência ãs bibliotecas escolares - Maria
Lourdes Tlto.

de

Processos técnicos e formação profissional - Adelpha Silva Rodrigues de Figueiredo.
e

Projeto de regras de catalogaçao para os nomes
brasilei
' ros e portugueses — Assoclaçao Brasileira de Bibllotec
rios. Comissão Carioca de Catalogaçao.
Relações públicas e intercâmbio nas bibliotecas do
Grande do Sul - Minda Groissman e Lourdes Gregol.
Relações públicas e publicidade em bibliotecas
brasileiras - Nancy Meirelles Junqueira.

|»i I

A profissão de Bibliotecário-documentalista; situajão
perspectivas no Brasil — Esmeralda Maria de Aragao.

Rio

públicas

A Semana Nacional da Biblioteca e o Brasil - Lourdes
quita Siqueira.

Me£

0 Serviço Central de Informações Bibliográficas da Univer^
/ sidade do Rio Grande do Sul - Lia Becker e Yvonne
Fortes .

�RESOLUÇÕES E CONCLUSÕES

\
TEMA

I - TRABALHOS APRESENTADOS

Processos técnicos, por Adelpha Silva Rodrigues de Figueiredo ,
A catalogaçao dos autores brasileiros e portugueses,
Maria Antonieta Requião Piedade.
Plano de assistência as bibliotecas escolares, por
de Lourdes Tito.

por
Maria

Comissões técnicas de bibliografia e documentação, por Fer
nanda Leite Ribeiro.
Conservação e restauraçao de livros e documentos, por Lindaura Alban Corujeira.
Informe sobre a Comissão Brasileira de Classificação Decimal Universal, por Abner Lellis Corrêa Vicentini.
Cabeçalhos de assunto, por Cordélia Robalinho de
Cavalcanti.

Oliveira

Necessitamos, urgentemente, de um código brasileiro de Catalogaçao, por Felisbela Liberato de Matos Carvalho.
Projeto de regras de Catalogação para os nomes
brasileiros^e portugueses^ pela Associação Brasileira de
BiblÍ£
tecãrios - Comissão Carioca de Catalogação.

Resoluções e Conclusões
Vb ■'
que as associações profissionais e as escolas de biblioteconomia do pais colaborem com a Comissão Brasileira de Cias
sificação Decimal Universal (IBBD/CDU) , não só no trabalhõ^
de tradução e revisão das classes 0/9, como também
dediquem maior espaço de tempo ao ensino da CDU nas
cadeiras
de classificação.(
que as escolas brasileiras de biblioteconomia
dediquem
especial atenção ao problema de Conservação e
Preservação
de Bibliotecas, propiciando, tanto quanto possível, a orga
nização de cursos especiais, confiados a especialistas
no
assunto.
que se incentive a instalação de laboratórios para a
conservação, preservação e restauração de documentos nas prin
cipais Bibliotecas do pais ou em órgãos criados
especialmente para esse fim.
que se recomende ao Ministério da Educação e Cultura
Brasil a criação do Instituto Nacional de Preservação
Arquivos e Bibliotecas.

do
de

que os bibliotecários prestem a melhor cooperação ao
Programa de Trabalho da FID/CLA, prontificando-se a
colaborar nas compilações do Guia das Bibliotecas Especializadas
da América Latina e Catalogo Coletivo de Periódicos
Tecn^
co-Científicos desse Hemisfério.

�-32-

que a proposta de regras de Catalogação para os nomes portugueses_e brasileiros, apresentados por D. Maria
Antonie
ta Requiao Piedade, seja submetida ã apreciação da
Comis”
sao Brasileira de Catalogação.
que, alem da contribuição especificada na recomendação
n9
6, tome a Comissão Brasileira de Catalogaçao como base para seus^estudos os trabalhos anteriormente elaborados, nes
te sentido, por Irene de Menezes DÕria, pelo Serviço
Cen~
trai de Bibliotecas da Universidade do Recife, por
Maria
Luiza Monteiro da Cunha e pela tradução do CÕdigo da
Bido Vaticano, Regra 38-A, de autoria do
Professor
Otávio Calazans Rodrigues.
8

que a Comissão Brasileira de Catalogaçao divulgue até
10
de março de 1961^ impreterivelmente, a proposta final
que
expressa a opinião da maioria dos bibliotecários do Brasil
no que respeite ã forma de representação dos nomes
brasileiros e portugueses.

9.

que os estudos da Comissão Brasileira de Catalogação,
no
concernente aos nomes brasileiros e portugueses,
estejam
ultimados, em caráter definitivo, por ocasião da 2a.
Reunião da Comissão, em abril de 1961, no Rio de Janeiro, quan
do se reunirá a IBBD/CDU.
“

10.

que sejam designados delegados oficiais do Brasil ã Conferência Internacional de Catalogaçao, a ser realizada
em
Paris, de 9 a 17 de outubro de 1961: 19 delegado
Maria
Luiza Monteiro da Cunha, professora de Catalogação da Esco
la de Sociologia e Política de São Paulo; 29 delegado
Lydia de Queiroz Sambaquy, professora de Catalogação
dos
Cursos de Biblioteca Nacional, e como delegados suplentes:
Adelpha Silva Rodrigues de Figueiredo, Chefe de
Catalogação da Biblioteca Municipal "Mário de Andrade", de
SãoPaulo e Francisca Marcondes Portugal, Diretora da
Divisão
de&gt;Catalogaçao da Biblioteca Nacional; recomendando ainda,
que precedidas das Considerações que a antecedem,
constantes da Ata da Sessão, a recomendação n9 10 seja comuni—
cada: a) ao Magnífico Reitor da Universidade de São Paulo;
b) ao Presidente do Conselho Nacional de Pesquisas; c)
ao
Diretor da Biblioteca Pública Municipal "Mário de Andrade",
de são Paulo; d) ao Diretor da Biblioteca Nacional.

•

TEMA II - TRABALHOS APRESENTADOS

1.
2.*

cm

1

0 auxiliar de biblioteca e sua formação profissional,
Heloisa de Almeida Prado.
^Aspectos sociais da formação do bibliotecário, por
Lectícia de Andrade Lima.

por
Maria

3.

Considerações sobre o currículo universitário de biblioteconomia, por Abner Lellis Corrêa Vicentini.

4.

0 ensino de línguas estrangeiras para os bibliotecários,por
Heloisa Medeiros.

Digitalizado
gentilmente por:

�-33-

Resoluções e conclusões

1.

que as escolas de biblioteconomia intensifiquem, em
seus
currículos, o estudo das ciências necessárias a uma melhor
compreensão do leitor, seus interesses e hábitos.

2.

que as escolas de biblioteconomia se preocupem com o conh£
cimento da comunidade, treinando os futuros bibliotecários
na observação do meio social, para dar base solida ao planejamento do seu trabalho junto ao público.

3.

que as mesmas escolas proporcionem aos seus alunos conhec^
mentos atualizados de Relações Públicas e Publicidade, para um melhor aparelhamento da biblioteca, em
sua
função
educativo-social.

4.

que? as escolas de biblioteconomia incluam, definitivamente
a Documentação, não sõ em seus nomes, mas, também, em seus
currículos .

5.

que a Documentação não seja apenas cadeira a ser lecionada
no último ano, mas, sim, um conjunto de
disciplinas e tec^
nicas que abranjam a totalidade de seu campo, quais sejam:
produjão e
reunião de
seleção de
reprodução

6.
'

documentos,
documentos,
documentos e
de documentos.

que as matérias subsidiárias da Documentação,
na
medida
das possibilidades e das condições locais brasileiras, sejam incluidas no curso.

7.

que a duração do curso seja, no mínimo, de 4 anos, a
fim
de que todas as disciplinas possam ser ministradas
convenientemente e para nivelar o curso de biblioteconomia
aos
demais universitários do pais.

8.

que as escolas de biblioteconomia tenham em mente que
estão preparando altas elites de técnicos, não devendo subo£
dinar a reestruturação do currículo de 4 anos a possibilidade de diminuição do número de alunos e, sim, ter em vista, única e tão somente, os superiores interesses de unif^
car no Brasil a formaçao de bibliotecário e do documentalú^
ta.

9.

que as escolas de biblioteconomia, com seus currículos bem
reestruturados, em nível universitário, permitam que os b_^
bliotecários já formados voltem aos bancos escolares
para
se atualizarem nas técnicas da Documentação.

10.

que este Congresso notifique a FID e a IFLA de que os brasileiros são contrários ã formação em separado de bibliot£
cários e documentalistas e que as escolas brasileiras ■ de
biblioteconomia e documentação estão aptas a ministrar
as
duas técnicas•

11.

que idêntica comunicação seja feita aos Reitores de
todas
as Universidades Brasileiras e ao Ministério da Educaçao.
(
N,

\

�-34-

12.

que seja recomendado ao Senhor Presidente da República
e
ao Ministro da Educação e Cultura que os cargos de direção
da Biblioteca Nacional e do Instituto Nacional do Livro se^
jam entregues definitivamente a profissionais
diplomados
Por Escolas de Biblioteconomia.

13.

que seja recomendado ao Instituto Nacional do Livro a ass^
natura de convênios com as Prefeituras Municipais
a
fim
de que sejam estabelecidos sistemas de bibliotecas municipais que fiquem a cargo de bibliotecários credenciados.

14.

que seja recomendado ainda, ao Instituto Nacional do Livro,
que sesenvolva cursos intensivos no interior, mediante con
vênio com escolas de biblioteconomia.

15.

que'seja solicitado ãs autoridades municipais e
estaduais
a criação, no quadro de seu funcionalismo, o cargo de
auxiliar de bibliotecário, a ser preenchido somente por portadores de certificados emitidos por cursos de Escola
de
Biblioteconomia e Documentação.

TEMA III - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

0 bibliotecário:
Figueiredo.
■

2.
3.

'

este desconhecido, por Nice Menezes

de

A formação de bibliotecários, por Veline Cardim.
A profissão de bibliotecário-documentarista, situação
perspectiva no Brasil, por Esmeralda Maria Aragão.

e

Resoluções e conclusões

1.

2.

3.

que sejam referendadas as recomendações do II
Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, realizado em
julho de 1959, em Salvador, Bahia, a respeito da necessida^
de de incorporação de todas as escolas de biblioteconomia e
documentação as Universidades Brasileiras.
.

que seja recomendado a todas as associações de classe
que
mantenham entendimentos com os representantes de seus Esta^
dos, na Cãmara Federal, através de ofícios ou pessoalmente,
«para a aprovação mais rápida do projeto de Lei n9 4770/58,
que regulamenta o exercício da profissão de
bibliotecário
no Brasil.
que seja recomendada ã Federação Brasileira^de Associações
de Bibliotecários (FEBAB) e demais associações de^
classe
que enviem memoriais ao Presidente da Republica, a
Camara
dos Deputados, ao Senado e aos Governos Estaduais reivindi^
cando para o bibliotecário o nível universitário, o que in
justamente lhe negou a Lei 3780, de 12 de julho de
1960,
relativa ã classificaçao de cargos do Funcionalismo
Federal .

A

�-35-

4.

que sejam conferidos à Professora Lydla de Queiroz
Sambaquy plenos poderes para elaborar e encaminhar à Câmara Federal um Ante-Projeto de Lei n9 3780, de 12 de julho
de
1960, no sentido de conceder ao bibliotecário portador
de
diploma de curso superior de biblioteconomia, o nível universitário, devendo ser dado imediato conhecimento á Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários
(FEBAB)
do texto do Projeto e das providencias encetadas a respeito, a fim de que possa ela prestar sua colaboração ao
assunto.

5.

que seja enviado ao Governo do Estado de Minas Gerais
o
seguinte telegrama: Sessão Plenária III Congresso Brasile^
ro Biblioteconomia e Documentação vg reunido Curitiba
vg
recomenda Vocência estudar possibilidade bibliotecários m^
neiros vg exemplo outros estados vg plano
classificação
cargos pt.

6.

que se apresente ao Magnífico Reitor da Universidade do
raná. Professor Flavio Suplicy de Lacerda, um memorial solicitando a integração definitiva das Escolas de Biblioteconomia, . como unidades regulares das universidades
brasileiras.

TEMA IV - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Informação técnica, base do progresso industrial, por
lia Galvão Caldas da Cunha.

Le-

2.

A informação bibliográfica em Porto Alegre, por Sully Bro^
beck.

3.

Diversidade de línguas, obstáculo á informação cientifica,,
por Célià Ribeiro Zaher.

4.

Bibliografia corrente brasileira, por Laura Maia de Figue^
redo.
4
Resoluções e conclusões

1.

que seja dirigido ã Confederação Nacional das Industrias e
ãs Federações Estaduais das Industrias um apelo no sentido
de que seja incentivada a criaçao, pelos grupos
industriais especializados, de Centros de Informação Bibliográfica, financiados por esses grupos, em conjunto, para Difu
são de dados e informações, técnico-científicas,
trabalho
esse indispensável ao desenvolvimento industrial do pais.

2.

que as universidades patrocinem em colaboraçao com a Indus_
tria. Seminários sobre informação Tecnico-Cientifica.

3.

que seja sugerido ao Conselho Nacional de Pesquisas a
ampliação dos Serviços de Tradução atualmente realizado pelo
Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, com a
criação, naquele Instituto, de um Serviço Central Cooperativo de Traduções.

4.

que seja recomendado aos Centros Bibliográficos^ Regionais
que cooperem com o Instituto Brasileiro de^Bibliografia
e
Documentação (I3BD) no controle das traduções
cientificas
e técnicas realizadas no pais.

�-36-

5.

que seja recomendado à Biblioteca Nacional, ao
Instituto
Nacional do Livro (INL) , ao Sindicato dos Editores de
Publicações Culturais e a Câmara Brasileira do Livro
(CBL),
que prestem toda a cooperação â Bibliografia da
América
Latina (BAL) a fim de que o Brasil, a partir de edição cor^
respondente a 1960, fique condignamente representado naqu£
la bibliografia.

6.

que se recomende ao Ministério da Educação e Cultura
que,
atendendo ao apelo«feito pelos delegados dos paises Latino
-Americanos, reunidos pelo Seminário Regional de Bibliogr^
fia. Documentação e Fermuta de Publicações, realizado
no
México, sob os auspícios do governo do México e da UNESCO,
no período de 22 de novembro a 4 de dezembro de 1960, concordem em custear a edição da edição da bibliografia
da
América Latina, correspondente aos anos de 1960 a 1965.

7.

que se recomende ãs bibliotecas e aos bibliotecários, atra^
vés das associações de classes, â Cãmara Brasileira do Livro (CBL) e ao Sindicato dos Editores de Publicações Cultu
rais que se interessem em obter que os editores em
geral
remetam ã Biblioteca Nacional os exemplares
correspondentes ao Deposito Legal, a fim de que fique tão completa
. to possível a bibliografia brasileira.

8.

que seja recomendado aos bibliotecários, através das associações de classe, que se interessem pela remessa
regular
de exemplares das publicações periódicas tecnico-cientificas brasileiras de bibliografia e documentação, ã Av. Gen£
ral Justo, 171 - Rio de Janeiro - Guanabara, e ao
Centro
de Documentação Cientifica do MÓxico.

TEMA V - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Relações publicas e publicidade em bibliotecas
brasileiras, por Nancy Meirelles Junqueira.

publicas

2.

A Semana Nacional da Biblioteca no Brasil, por Lourdes Mes_
quita Siqueira.

3.

Deontologia e ética profissional, por Laura Garcia
Russo.

4.

Relações públicas e intercâmbio nas Bibliotecas
do
Rio
Grande do Suí, por Minda Greisman e Lourdes Catharina Gregol.

Moreno

Resoluções e conclusões

1.

que se recomende ao Poder Executivo e ao Poder Legislativo
o estudo das possibilidades de ser concedida isenção
de
tarifas postais para a realização de intercâmbio de
material bibliográfico entre bibliotecas e serviço de documentação .

2.

que seja comemorada, anualmente, pelas bibliotecas
brasileiras a Semana Nacional da Biblioteca, incentivada e^
vulgada pela Federação Brasileira de Associações^de BiblÍ£
tecarios (FEBAB), pelas associações de bibliotecários e p£
Ias escolas de biblioteconomia e documentação.

�-37-

3.

que seja criada, pelo Instituto Nacional do Livro,
uma
Comissão Nacional para organizar as comemo.rações da Semana
Nacional da Biblioteca, no âmbito nacional e que o
Instituto entre em contato com as associações de bibliotecários
dos Estados para organizar comissões Estaduais e
Municipais.

4.

que se recomende ao novo Governo brasileiro, a se instalar
a 31 de janeiro, a reestruturação do Instituto Nacional do
Livro, para adaptá-lo ás necessidades atuais das bibliotecas brasileiras.

5.

que se remeta á consideração do Catálogo Coletivo Nacional,
para estudo, o Ânte-Projeto de Lei sobre Empréstimo Interbibliotecário, apresentado por Odette Senna de
Oliveira
Fenna.

TEMA VI - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Atual situação das bibliotecas em Belo Horizonte, por
nais Maria Pereira Vial.

An-

2.

Informações sobre bibliotecas escolares da
Secretaria
de
Educação e Cultura do Rio Grande do Sul, por Elvira Barcelos Sobral.
^ •

Resoluções e conclusões

1,

que seja encaminhada ao Centro de Pesquisas e
Orientação
Educacionais, da Secretaria da Educação e Cultura, do
Estado do Rio Grande do Sul, uma recomendação para que o cu£
so básico de biblioteconomia daquele Centro seja realizado
em caráter permanente.

2.

que seja feita uma recomendação ás Secretarias de Educaçao
e Cultura dos Estados, no sentido de que sejam
extendidas
aos professores bibliotecários, portadores de certificados
ou diplomas de biblioteconomia, as vantagens concedidas as
professoras com regência de classe.

3,

que seja solicitada ã Federação Brasileira de
Associações
de Bibliotecários (FEBAB) a criação de uma comissão de estudos para o problema das bibliotecas escolares.

4.

que essa mesma Còmissao estude a possibilidade de assinat^
ra de convênios com as Secretarias de Educação dos Estados
para o estabelecimento de um plano de assistência
técnica
ás bibliotecas do sistema escolar brasileiro.

�TEMA VII - TRABALHOS APRESENTADOS

A Federaçao Brasileira de Associações de
Bibliotecários
(FEBAB) e suas Associações Filiadas» por Laura Garcia Mor£
no Russo.

Resoluções e conclusões

que sejam formulados votos de louvor as seguintes Institu^
ções: a) Associação Pernambucana de Bibliotecários,
por
ter organizado o I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
b) ã Associação Bahiana de Bibliotecários, por ter organizado o II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação; c) ã Biblioteca Pública do Paraná e ã
Universidade do Paraná, por terem organizado o III Congresso Bras^
leiro de Biblioteconomia e Documentação.
que se faça um apelo ã Universidade do Ceará e ã Biblioteca Pública de Fortaleza para que organizem, o mais rapidamente possível, sua Associarão de Bibliotecários,
tendo
em vista a próxima realizaçao do IV Congresso
Brasileiro
de Biblioteconomia e Documentação naquele Estado.
que seja solicitada ã FEBAB, tendo em vista a recomendação
do Professor Zeferino Ferreira Paulo, a criação de uma comissão para estudar e regulamentar a realização de
cursos
periódicos de atualização de conhecimentos de Bibliotecon£
mia e Documentação, destinados aos bibliotecários,
especialmente aos relacionados com escolas de
biblioteconomia
ou com funções diretivas.
que os problemas relativos ã Biblioteconomia e ã
Documentação, de interesse luso-brasileiro, sejam inseridos
com
maior destaque nos temários dos futuros Colõquios Internacionais de Estudos Luso-Brasileiros.
que seja consignado um voto de louvor a Jose Cásio Regueira Costa, um dos pioneiros da biblioteconomia moderna
no
Recife e patrocinador do I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia .
que seja consignado um voto de louvor a Bernadette
Sinay
Neves, da Bahia, por ter sido a primeira bibliotecária br£
sileira a encetar estudos e apresentar propostas
^visando
ã criação da Federação de Associações de Bibliotecários do
Brasi1.
que seja consignado um voto de louvor a Guiomar
Carvalho
Franco, de São Paulo, pela verdadeira obra de
catequese
que desenvolveu naquele Estado, como. um dos fundadores
da
primeira Associação de Bibliotecários do Brasil, a AssocÍ£
ção Paulista de Bibliotecários.
que seja encaminhada ã universidade do Recife a
expressão
do reconhecimento dos bibliotecários brasileiros por
ter
sido uma das primeiras a acolher um curso regular de
Biblioteconomia, de 1950.

Digitalizado
gentilmente por:

�-39-

2

9.

que seja observada a seguinte norma no IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação: apõs as
discussões dos diversos temas, as recomendações deverão ser
lidas, antes de serem postas em votação, para que os Congre^
sistas julguem se elas representam, realmente, as
conclusões obtidas durante a discussão.

10.

que sejam designados congressistas para acompanharem ^
as
recomendações votadas e apresentarem na primeira sessão do
Congresso seguinte, o resultado do trabalho feito,
para
que os bibliotecários possam tomar conhecimento
do
fruto
do Congresso anterior e das causas que motivaram os resultados negativos de algumas recomendações, e que sejam
encarregados da realização desse trabalho, com relação
ao
III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
o seu Relator Geral e o seu Secretário Geral.

11.

que seja consignado um voto de louvor ã bibliotecária Fran
cisca Buarque de Almeida, homenageada deste Congresso, por
ter empregado o melhor de seus esforços na introdução
da
biblioteconomia no Estado do Paraná e na organizaçao
de
sua Biblioteca Pública.

12.

que sejam consignados, como homenagens póstumas, votos
de
louvor ao Magnífico Reitor Joaquim Amazonas, da Universid^
de do Recife e do Dr. Jorge de Andrade Maia, bibliotecário
da Faculdade de Medicina de São Paulo.

13.

que seja consignado um voto de louvor ao Magnífico Reitor,
Professor Edgar Santos, por ter apoiado e estimulado, desde a fundação da Universidade da Bahia, em 1946, a
Escola
de Biblioteconomia da Bahia, proporcionando-lhe os
meios
de funcionamento em instalações de outras unidades universitárias, reconhecendo-lhe, em 1953 , os diplomas
anterioir
mente expedidos pela Escola e incluindo a mesma, em
carater definitivo, entre as unidades que compoem a Universida^
de da Bahia, através do novo Estatuto da Universidade,
em
maio de 1948.

14.

que seja consignado um voto de louvor a Comissão Organizadora e Executiva deste III Congresso, aos colaboradores
e
demais componentes de todas as sessões que tao bem se
desincumbiram de seus trabalhos.

15.

que através da Federação Brasileira^de Associações
de Bibliotecários (FEBAB) e das Associações de Classe, os
bibliotecários e documentalistas procurem apresentar
trabalhos e participar das reuniões anuais da Sociedade Brasile^
ra para o Progresso da Ciência (SBPC), no setor Informação
Cientifica e Documentação, a fim de que se estabeleça maior
contato entre bibliotecários e especialistas dos
diferentes assuntos .

16.

que seja recomendada ã Organização dos Estados
Americanos
(OEA) (Dr. José A. Mora, Secretário Geral, Pan
American
Union) e ao Departamento de Estado dos Estados Unidos,
a
convocação da III Assembléia Geral dos Bibliotecários Americanos .

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-AO-

17.

que seja recomendado ao governo que se instalara no
país,
a partir de 31 de janeiro, o estudo acurado do atual siste
ma de importação de livros no Brasil, recomendando a adoçS^
de um dolar-livro para a simplificação do mesmo.

18.

que sejam apresentados agradecimentos a FID (Federação Internacional de Documentação), ã IFLÂ (Federação InternacÍ£
nal de Associações de Bibliotecários) e ã ALA ( Associação
de Bibliotecários Americanos) por se terem feito representar no III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação .

19.

que seja aceito o convite do Magnífico Reitor Antonio Martins Filho, da Universidade do Ceará, para que se
realize
em Fortaleza o IV Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia
e Documentação.

20.

que a data de realização do IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação seja, em princípio
de
julho
de 1962, ficando o Magnífico Reitor da Universidade
do
Ceará autorizado a transferi-la para julho de 1963,
caso
julgue oportuno.

21.

que seja recomendado ã Universidade do Ceará o entrosamento com a Federação Brasileira de Associações de Bibliotec^
rios (FEBAB) e o Instituto Brasileiro de Bibliografia e D£
cumentação.

22.

que seja recomendada ã Universidade do Ceará a adoção
do
Regulamento do III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
e Documentação para servir como estatuto básico do IV
Con
gresso, principalmente no que se refere ao Artigo 49,
que
determina deverem os trabalhos apresentados ser de autoria
de bibliotecários-documentalistas diplomados por
Escolas
de Biblioteconomia e Documentação.

23.

que o temário do IV Congresso Brasileiro de
mia e Documentação seja o seguinte:

Bibliotecono-

Tema Central - A educação através da biblioteca
Tema I
- Processos técnicos e intercâmbio
Bibliotecas publicas,
infanto-juvenis,
Tema II
ambulantes e escolares
Informação científica
Tema III
Tema IV
- Educação do bibliotecário-documentalista
Tema V
- Arquivologia

\

g

Digitalizado
gentilmente por:

�-41-

\
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO
Fortaleza - 1963
TEMÃRIO

TEMA I

PROCESSOS TÉCNICOS E INTERCÂMBIO
a) Aquisição planificada
b) Catálogos coletivos; Catalog ação Cooperat^
va Centralizada
c) Novas tendências de normaliz ação dos traba
Ihos de Catalogação e Classi ficação

TEMA II

BIBLIOTECAS PÚBLICAS , INFANTO-JUVENIS ,
AMBULANTES E ESCOLARES
a) Sistemas regionais de Bibliotecas Publicas
e Municipais: seus serviços e atividades
b) Papel da Biblioteca no Plano Nacional
de
Educação
c) 0 Instituto Nacional do Livro e o programa
nacional para o desenvolvimento dos serviços das bibliotecas publicas
d) 0 SESC, o SESI e suas bibliotecas ambulantes

TEMA III

INFORMAÇÃO CIENTÍFICA
a) Bibliotecas universitárias. Função das Bibliotecas Centrais Universitárias
b) Bibliotecas Especializadas
c) Centros de Documentação e Informação Tecni^
co-cientifica
d) Teletipos na informação
e) Organização da Bibliografia Nacional
f) Mecanização bibliográfica
g) Centros de Reprodução de Documentos: organização e aparelhamento
h) Normalização da Documentação
i) Terminologia cientifica

TEMA IV

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO - DOCUMENTALISTA
a) Tendências modernas dos currículos
b) Intercâmbio entre as Escolas de Biblioteco^
nomi a
c) Movimento associativo nacional e
internacional - FEBAB, Associações Nacionais,FID,
FID/CLA, ISO e IFLA
d) Ética profissional

TEMA V

ARQUIVOLOGIA

TEMA CENTRAL

A EDUCAÇÃO ATRAVÉS DA BIBLIOTECA

Digitalizado
gentilmente por:

�-42-

RELAÇÃO DOS TRABALHOS POR AUTORES

1.

ALBUQUERQUE, Francisco Figueiredo Luna de
A Diretoria do Ensino Superior, A Biblioteconomia
e
a
Documentação (inclui a bibliografia
preliminar inédita
de Teses Brasileiras).

2.

ANDRADE ,, Marinha de
Considerações sobre o sistema de aquisiçao
(Comunicação Oficial).

3.

ARAGAO, Esmeralda Maria de
Sistemas regionais de bibliotecas:
o Serviço Nacional de Biblioteca.

planificada

seu entrosamento com

4.

BRAIDATO, Zilda Therezinha Braga
Bibliotecas especializadas.

5.

BRANDÃO, Maria Helena &amp; BOCCATELLI, Philomena
A Semana Nacional da Biblioteca.

6.

BRANdAO, Maria Helena &amp; LEITE, Maria Alice Toledo
0 SESI e suas bibliotecas

7.

BORGES, Esteia Maris
0 SESC de Minas Gerais e suas bibliotecas ambulantes.

8.

CABRAL, Aline de Miranda
Mapas, tombamento, registro, catalogação, classificação,
numero de chamada, arranjo das peças, organização de ca
tãlogos, glossário e bibliografia.
~

9.

CARDIM, Voline
Stica profissional. Nova sugestão
para
os
currículos
das Escolas de Biblioteconomia e Documentação.

10.

CARVALHO, Felisbela Liberato de Matos
Educação do bibliotecário documentarista.
CONCEIÇÃO, Maria de Lourdes do Carmo
A CDU no Arquivo Público da Bahia.

12.

CUNHA, Lelia Galvão Caldas da
Teleimpressores no catálogo coletivo.

13.

CUNHA, Lygia da Fonseca Fernandes da
0 setor Retratos na Seção de Iconografia

14.

CUNHA, Maria Luiza Monteiro da
Novas tendências de normalização dos trabalhos de
catja
logação.
Anexos: 1) Nomes brasileiros e portugueses:
problemas
e soluções (Orçamento de base n9 13
apresen
tados a SIC)
2) Relatório oficial preliminar da
Conferência
Internacional de Catalogação.

15.

CUNHA, Maria Luiza Monteiro da
Informe acerca do Seminário sobre o desenvolvimento das
bibliotecas universitárias na América Latina.

16.

DAMÃSIO, Consuelo Godoy
Biblioteca ambulante do Serviço Social do Comércio
ministração Regional no Estado de São Paulo).

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

(Ad-

�-43-

17.

DIAS, Ântonio Caetano
Tendências modernas do currículo no ensino da Biblioteconomia .

18.

FERRAZ, Marta Mouro
0 SESC, o SESI e suas bibliotecas ambulantes.

19.

FERREIRA, Havilah Cunha Pinto
Uma experiencia em indexaçao coordenada.

20.

GREGOL , Lourdes Catharina
As bibliotecas ambulantes do SESC e SESI do
do Sul .

Rio Grande

21,

GONDIM, Sylvia Pedrosa
Das moléculas conceituais a informação.

22,

GUARNIERI, Alice Camargo
Notas sobre o problema da informação nas bibliotecas es
pecializadas.
“

23,

GUARNIERI, Alice Camargo
Utilidades dos centros de documentação:
Centro de Documentação Infanto—Juvenil,

fundação de

um

24.

HAMAR, Alfredo Américo
0 Ensino da Biblioteconomia na cidade de São Carlos.

25.

HENRIQUES, Thais Caldeira
Sistema de aquisição planificada.

26.

LEITE, Maria Alice Toledo &amp; PINHEIRO, Maria Cecília
Congressos brasileiros de Biblioteconomia e
Documentação: estudo comparativo das suas resoluções com
o
que
foi realizado.

27.

LIMA, Maria Lectícia de Andrade
A Biblioteca escolar e o ensino primário.

28.

LUNA, Dinorã de Mendonça
Problemas das Bibliotecas Especializadas.

29.

MACEDO, Neusa Dias
Movimento associativo nacional e internacional:
ciência associativa.

Cons-

30.

MACEDO, Neusa Dias
Formaçao integral do bibliotecário documentalista brasi
leiro.
—

31.

MARTINS, Myriam Gusmão de
A .Biblioteca Pública do Estado da Paraíba.

32.

MARTINS, Myriam Gusmão de
Estabelecimento de serviços bibliotecários no Estado da
Paraíba através da Biblioteca Pública situada
em
João
Pessoa.

33.

MARTINS, Myriam Gusmão de
Notação de documentos oficiais.

34.

MEDEIROS, Heloísa
0 especialista em informação científica.

35.

PENNA, Carlos Victor
Los servicios bibliotecários y el planeamiento
Educaciõn.
\

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

de

la

�PRADO, Flãvia Rubens Âcci oli do
Os arquivos como fonte fundamental de documentação.
REIS, Cacilda Basilio de Sousa
0 Instituto Nacional do Livro e o seu programa para
desenvolvimento das bib liotecas brasileiras.

o

RIBEIRO, Fernanda Leite
A propõsito do programa da FID/CLA.
RUSSO, Laura Garcia Moreno
Catalogação de entidades governamentais do Brasil.
RUSSO, Laura Garcia Moreno
código de etica do Bibliotecário Brasileiro.
RUSSO, Laura Garcia Moreno
As Escolas de Biblioteconomia no Brasil.
RUSSO, Laura Garcia Moreno
A FEBAB; histórico, estrutura e funcionamento.
RUSSO, Laura Garcia Moreno
A FIAB/SAL; histórico e atividades.
RUSSO, Laura Garcia Moreno
A IFLA - histórico e atividades.
SANTANA, Eurldice Pires &amp; OLIVEIRA, Margarida Pinto de
0 Teletipo na informação científica.
SEIXAS, Maria Orlando de Andrade Bezerra
Integração e desenvolvimento das bibliotecas
nacional.

na

vida

VERRI, Gilda^Maria Whitaker
Documentação na industria têxtil.
VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
Relatório sobre as providências tomadas em adoçao
as
resoluções do III Congresso Brasileiro de Bibliotecono~
mia e Documentação.
VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
Situação atual da permuta de publicações no Brasil.
VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
Tendências de normalização dos trabalhos de classificação: histórico e atividades da Comissão Brasileira
de
Classificação Decimal Universal (IBBD/CDU).
VOLPINI, Elton Eugênio
Bibliotecas departamentais.

Digitalizado
gentilmente por:

�RELAÇÃO DOS TRABALHOS PELOS TÍTULOS

1*

Os

arquivos como fonte fundamental de documentação —
via Rubens Accioli do Prado.

Flã
~

2.

Bibliotecas ambulantes do Serviço Social do Comercio (Administração Regional no Estado de Sao Paulo) — Consuelo
Godoy Damãsio.

3.

A Biblioteca Escolar e o ensino primário - Maria Lecticia
de Andrade Lima.

4.

A Biblioteca Publica do Estado da Paraíba — Myriam Gusmão
de Martins.

5.

As bibliotecas ambulantes do SESC e SESI do Rio Grande do
Sul - Lourdes Catharina Gregol.

6.

Bibliotecas

7.

Bibliotecas especializadas - Zilda Therezinha Braga Braidato.

8.

A CDU no Arquivo Público da Bahia - Maria de Lourdes
Carmo Conceição.

9.

Catalogação de entidades governamentais do Brasil - Laura
Garcia Moreno Russo.

departamentais - Elton Eugênio Volpini.

do

10.

CÕdigo de Ética do Bibliotecário Brasileiro - Laura
cia Moreno Russo.

11.

Congressos Brasileiros de Biblioteconomia e Documentação:
estudo comparativo das suas resoluções com o que
foi
realizado - Maria Alice Toledo Leite e Maria
Cecília
Pinheiro .

12.

Considerações sobre o sistema de aquisição
Marinha de Andrade. .

13.

Das moléculas conceituais
Gondim.

14.

A Diretoria do Ensino Superior. A Biblioteconomia e a Documentação - Francisco Figueiredo Luna de Albuquerque.

15.

Documentação na indústria têxtil - Gilda Maria
Verri.

16.

Educação do bibliotecário documentarista - Felisbela Libe^
rato de Matos Carvalho.

17.

0 ensino da Biblioteconomia na cidade de São Carlos fredo Américo Hamar.

18.

As Escolas de Biblioteconomia no Brasil - Laura
Moreno Russo.

Garcia

19.

0 especialista em informação cientifica - Heloísa
ros .

Medei-

20. '^"

Estabelecimento de serviços bibliotecários no Estado
da
Paraíba através da Biblioteca Publica situada em
Joao
Pessoa - Myriam Gusmão de Martins.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Gar-

planificada -

ã informação - Sylvia

Pedrosa

Whitaker

Al^

�-46-

21.

Ética profissional. Nova sugestão para os currículos
das
Escolas de Biblioteconomia e Documentação — Voline Car—
dim.

22.

A FEBAB: historico, estrutura e funcionamento - Laura Gar
cia Moreno Russo.
“

23.

A FIAB/SAL:
Russo.

historico e atividades - Laura Garcia

Moreno

24.

Formaçao integral do bibliotecário documentalista
leira - Neusa Dias Macedo.

brasi-

25.

A IFLA:
so.

26.

Informe acerca do Seminário sobre o desenvolvimento
das
bibliotecas universitárias na América Latina
Maria
Luiza Monteiro da Cunha.

27.

O Instituto Nacional do Livro e o seu programa para o desenvolvimento das bibliotecas brasileiras - Cacilda Basllio de Sousa Reis.

28.

Integração e desenvolvimento das bibliotecas na vida
cional - Maria Orlando de Andrade Bezerra Seixas.

29.

Mapas: tombamento, registro, catalogação, classificação ,
numero de chamada, arranjo das peças, organização
de
catálogos, glossário e bibliografia - Aline de
Miranda
Cabral.

30.

Movimento associativo nacional e internacional:
cia associativa - Neusa Dias Macedo.

31.

Notação de documentos oficiais - Myriam Gusmão de Martins.

32.

Notas sobre o problema da informação nas bibliotecas
pecializadas - Alice Camargo Guarnieri.

33.

Novas tendências de normalização dos trabalhos de catalogação - 1) Nomes brasileiros e portugueses:
problemas
e soluções, 2) Relatório oficial preliminar da
Conferência Internacional de Catalogação - Maria Luiza Montei
ro da Cunha.

34.

Problemas das Bibliotecas Especializadas - Dinorá de Mendonça Luna.

35.

A propósito do programa da FID/CLA - Fernanda Leite Ribe^
ro .

36.

Relatório sobre as providências tomadas em adoção ãs reso^
luçóes do III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação - Abner Lellis Corrêa Vicentini.

37.

A Semana Nacional da Biblioteca - Maria Helena Brandao
Philomena Boccatelli.

38.

Los servicios bibliotecários y el planeamiento de la Educaciõn - Carlos Victor Penna.

39.

0 SESC, o SESI e suas bibliotecas
ro Ferraz.

historico e atividades - Laura Garcia Moreno Rus-

Digitalizado
gentilmente por:

na-

Conscién

es-,

e

ambulantes - Marta Mou-

�-47-

\

40.

O SESC de Minas Gerais e suas bibliotecas
Esteia Maris Borges.

41.

0 SESI e suas bibliotecas - Maria Helena Brandão e
Alice Toledo Leite.

42.

0 setor Retratos na Seção de Iconografia - Lydia da
seca Fernandes da Cunha.

43.

Sistema de aquisição planificada - Thais Caldeira
ques .

44.

Sistemas regionais de bibliotecas: seu entrosamento com o
Serviço Nacional de Biblioteca - Esmeralda Maria de Ara^
gão.

45.

Situação atual da permuta de publicações no Brasil- Abner
Lellis Corrêa Vicentini.

46.

Teleimpressores nos
Caldas da Cunha.

47.

0 Teletipo na informação cientifica - Eurldice Pires Santana e Margarida Pinto de Oliveira.

48.

Tendências de normalização dos trabalhos de classificaçao:
histórico e atividades da Comissão Brasileira de Classi
ficação Decimal Universal - Abner Lellis Corrêa VicentT
ni .

49.

Tendências modernas do currículo no ensino da Biblioteconomia - Antonio Caetano Dias.

50.

Uma experiência em indexação coordenada - Havilah
Pinto Ferreira.

51.

Utilidades dos centros de documentação: fundação de
um
Centro de Documentação Infanto-Juvenil - Alice
Camargo
Guarnieri.

2

3

4

5

6

ambulantes

catálogos coletivos - LÕlia

Digitalizado
gentilmente por:

-

Maria
FonHenri-

Galvão

Cunha

�-48-

RESOLUÇÕES E CONCLUSÕES

TEMA I - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Considerações sobre o sistema
por Marinha de Andrade.

2.

Mapas: tombamento, registro, catalogaçao,
classi£icaçao,
numero de chamada, arranjo das peças, organização de ca
talogos, glossário e bibliografia, por Aline de Miranda
Cabral .

3.

0 Setor Retratos na Seçao de Iconografia, por Lydia
Fonseca Fernandes da Cunha.

4.

Novas^tendencias de normalização dos trabalhos de catalogação, por Maria Luiza Monteiro da Cunha.

5.

Sistema de aquisição planificada, por Thais Caldeira Henriques .

6.

Notaçao de documentos oficiais, por Myriam Gusmão de Martins .

7.

Catalogação de entidades governamentais do Brasil,
Laura Garcia Moreno Russo.

8.

Tendencia^moderna^para normalização dos trabalhos de cias
sificação: histórico e atividades da Comissão Brasilei”
ra de Classificação Decimal Universal (IBBD/CDU),
por
Abner Lellis Corrêa Vicentini.

9.

Situaçao atual da permuta de publicações no Brasil,
Abner Lellis Corrêa Vicentini.

de

aquisiçao plani£icada«

da

por

por

Resoluções e conclusões

1.

Ao Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação pa
ra publicar o Catalogo Coletivo Nacional, com
atualizações frequentes e os Catálogos Coletivos dos Centros
Regionais de Informação, quando oportunos; ãs
bibliotecas
para que procurem colaborar com os serviços
auxiliares
existentes, tais como o Catálogo Coletivo Nacional,
Centros Regionais de Informação Bibliográfica e outros,
inclusive os que venham a ser constituidos.

2.

Â Comissão Nacional do Catálogo Coletivo para que
aprove
e ponha em prática o CÓdigo Nacional de Empréstimos entre
Bibliotecas.

3.

Ao Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentarão p£
ra estudar a possibilidade de criação de uma Comissão Cen
trai de Coordenação, que será responsável pela apresentação de um plano objetivo, dentro da realidade brasileira,
que norme as condições mínimas necessárias para a partic^
pação das bibliotecas no "Sistema de Aquisição Planificada".

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-49-

3.1

Ã Comissão Central de Coordenação para estudar,
de mane^
ra especial, a situação das bibliotecas universitárias de
Escolas e Faculdades.

4,

Ãs Universidades para que ponham em pratica, em
sua rede
de bibliotecas, o Sistema de Aquisição Planificada,
com
o fim de verificar as conveniências e inconveniências
da
medida, visando a sua posterior aplicação
em
âmbito
amplo, isto e. Estadual e Nacional.

5Ãs bibliotecas brasileiras para gue respondam,
com a br£
vidade possível e clareza necessária, ao questionário des^
tinado a coligir informações para a publicação "Bibliotecas Especializadas Brasileiras".
5.1

Para que as bibliotecas determinem, ao escolher
o
tema
ou assunto que se propoem a cobrir integralmente,
aquele
que, dentro de suas possibilidades, realmente poderá
ser
atendido pelo acervo já existente ou a adquirir.

6.

Aos Centros Regionais de Informação Bibliográfica
para
que escolham, em cada região, uma biblioteca para ser
a
depositária da coleção especializada em assuntos referentes ã mesma região.

7.

Ao Instituto Brasileiro de Bibliografia e
^Documentação
para incluir, na publicação das futuras edições de
"Bibliotecas Especializadas Brasileiras", também os
títulos
das publicações periódicas editadas pelas
Instituições
relacionadas.

8.

Ao Instituto Nacional do Livro e ã Biblioteca Nacional pa
ra evitarem a duplicação resultante de publicação da
Bibliografia Brasileira, da Bibliografia Brasileira Corrente (divulgada pela Revista do Livro) e do Boletim Bibliográfico, dividindo tarefas e delimitando os campos.

9.

A Diretoria do Ensino Superior para publicar, regular
e
periodicamente, bibliografia de teses e dissertações rem£
tidas pelas Un,iversidades e Escolas.

10.

Ao Sindicato Nacional de Editores de Livros e Publicações
para restabelecer a publicação do "Boletim
Bibliográfico
Brasileiro".

11.

Ao Serviço Nacional de Bibliotecas para auxiliar a Biblio
teca Nacional a constituir um Centro Nacional de
Permuta
de Pub1icações.

12.

Ao Ministério de Educação e Cultura, no sentido de
sugerir ao Governo Federal que remeta ao Congresso
Nacional
um anteprojeto de lei determinando que as repartições dos
Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário enviem
suas
publicações ã Biblioteca Central da Universidade de
Brasília, a qual caberá divulgá-las, periodicamente, num boletim bibliográfico,

13.

Ãs Escolas de Biblioteconomia, Bibliotecas, Serviços
de
Documentação, Editores de Bibliografias Gerais ou Especi^
lizadas e de Catálogos Brasileiros, para que sejam postas
em prática as regras para entrada de nomes brasileiros ^e
portugueses, apresentadas no Documento n. 13 da
Conferen^
cia Internacional de Catalogação.

2

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gentilmente por:

�-SO-

ÍA.

Âs Associações Bibliotecárias que deem a mais ampla divu^
gação no Brasil dos princípios da Conferência Internacional de Catalogação, facilitando a sua aplicação não so nas
Bibliotecas e Serviços de Documentação, como também
no
preparo de bibliografias.

15.

Â Comissão Brasileira de Catalogação.

15.1

Para estabelecer entendimentos com as Instituições de Por^
tugal, a fim de que também naquele pais sejam
postas
em
prática as recomendações dos itens 13 e 14.

15.2

Para que suas Secçoes Estaduais desenvolvam
o melhor
de
seus esforços no sentido de que as recomendações dos itens
13 e lA tenham rápido cumprimento.

15.3

Que se empenhe na instituição de Comissões Estaduais
Catalogação nos Estados em que ainda não existam.

15.A

Que sugira a inclusão do Documento n. 13, da
Conferência
Internacional de Catalogação, como norma_^da
Associação
Brasileira de Normas Técnicas para citação bibliográfica.

de

TEMA II - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Integração e desenvolvimento das bibliotecas
na vida nacional, por Maria Orlando de Andrade Bezerra Seixas.

2.

0 SESC de Minas Gerais e sua biblioteca, por Esteia Maris
Borges .

3.

0 SESI e suas bibliotecas, por Maria Helena Brandão
Maria Alice de Toledo Leite.

A.

A biblioteca ambulante do SESC (Administração Regional do
Estado de São Paulo), por Consuelo Godoy Damásio.

5.

0 SESC, o SESI e suas bibliotecas ambulantes, por
Mouro Ferraz. ,

6.

As bibliotecas ambulantes do SESC e SESI do
do Sul, por Lourdes Catharina Gregol.

7.

A biblioteca escolar e o ensino primário, por Maria Lect£
cia de Andrade Lima.

8.

Estabelecimento de serviços bibliotecários no estado
da
Paraíba, através da Biblioteca Publica situada
em
João
Pessoa, por Myriam Gusmão de Martins.

9.

A Biblioteca Publica do Estado da Paraíba, por
Gusmão de Martins.

10.

2

Rio

e

Marta
Grande

Myriam

0 Instituto Nacional do Livro e o seu programa para o desenvolvimento das bibliotecas brasileiras, por
Cacilda
Basilio de Sousa Reis.

3

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gentilmente por:

�Resoluções e conclusões

1.

Enviar mensagens às Assembléias Legislativas
Estaduais,
no sentido de serem votadas verbas especiais para o
desenvolvimento das bibliotecas publicas.

2.

Para que seja criado o Centro Nacional de Documentação In
fanto-Juveni1, na atual Biblioteca Infanto-Juvenil Monte^
ro Lobato, de São Paulo, substituindo o nome desta
por
Centro Nacional de Documentação Infanto-Juvenil
Monteiro
Lobato .

2.1

Que entre suas finalidades inclua a de orientar,
coordenar e divulgar as bibliotecas infanto-juvenis jã existentes, as quais se tornariam Centros Regionais,
fomentando
também a criação de novas bibliotecas desse gênero.

2.2

Que lhe caiba ainda o deposito legal da literatura
to-juvenil editada no pais.

2.3

Que seja apresentado, no próximo Congresso, plano de org^
nização desse Centro e, se a idéia se concretizar
antes
desses dois anos, trabalho sobre o mesmo.

3.

Aos organizadores do prÕximo Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação, no sentido de que dele participem autoridades nacionais, estaduais e municipais
no
setor da administração de ensino, em todos os níveis.

4.

Ao Ministério da Educação e Cultura gara que inclua,
nas
Camganhas de Alfabetização de Educaçao de Base, a partic^
paçao de bibliotecários através do Instituto Nacional
do
Livro, das Bibliotecas Populares e das Associações de Cla£
se .

5.

Ao Serviço Nacional de Bibliotecas, ao Instituto Nacional
do Livro e à Federação Brasileira de Associações Bibliote^
carias para que se empenhem junto aos organizadores
de
congressos de Educaçao e de Professores, no sentido
da
participação dé bibliotecários nesses congressos.

6.

Ã Comissão Organizadora do Congresso Nacional de Profess£
res Primários a se realizar brevemente, no Rio de
Janeiro, para que inclua a "Função da Biblioteca no Ensino
mário" no temário do mesmo.

7.

Xs Associações de Bibliotecários para que enviem ã Federa
ção Brasileira de Associações Bibliotecárias
relatório
com informações sobre as necessidades das bibliotecas
de
seus Estados, passíveis de serem atendidas pelo
Instituto^Nacional do Livro.

7.1

X Federação Brasileira de Associações Bibliotecárias para
que apresente ao Instituto Nacional do Livro
sugestões
baseadas nos problemas e estudos focalizados pelas
Associações de Bibliotecários.

8.

Xs Escolas de Biblioteconomia para que enfatizem no desen
volvimento de seus programas^ os serviços prestados
pelo
Instituto Nacional do Livro às bibliotecas.

2

3

4

5

6

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gentilmente por:

infan

�-52-

9.

Aos bibliotecários para que deem apoio ao Instituto Nacio
nal do Livro e mantenham as suas bibliotecas em
contato com aquela Instituição, para dela receberem a
parcela
de serviços que lhes e devida.

10.

Aos bibliotecários de todo o Pais para que procurem escla
recer as bibliotecas de suas cidades e de lugares
circun
vizinhos sobre as vantagens em se inscreverem no Instituto Nacional do Livro.

11.

Ao Instituto Nacional do Livro para que divulgue os
padrões segundo os quais classifica as bibliotecas e
passe
a registrá-las de acordo com esses padrões.

12.

Ao Instituto Nacional do Livro e ao Serviço Nacional
de
Bibliotecas para que realizem estudos e projetos para cria
çao ou reorganização de bibliotecas públicas, em colaborã^
çao com os Serviços Regionais já existentes no país.

13.

Ao Serviço Nacional de Bibliotecas e ao Instituto
Nacional do Livro para que elaborem um Plano Nacional Publicitário sobre a biblioteca pública e sua missão na comunida
de, para servir de subsídio ao Plano Nacional de Educação.

lA.

Ao Congresso Nacional e Assembléias Legislativas para que
sejam ouvidos os Serviços Regionais de Bibliotecas
quando das votaçoes de verbas relativas ãs bibliotecas.

15.

Ao Serviço Nacional de Bibliotecas e ao Instituto
Nacional do Livro para que auxiliem os Regionais do
SESC
e
SESI do Norte e Nordeste a desenvolverem os
serviços
de
bibliotecas em face de sua precariedade econômica.

16.

As Associações de Bibliotecários para que incluam em seus
programas da Semana Nacional de Biblioteca,
divulgação
das atividades do Instituto Nacional do Livro.

17.

Âs Associações de Bibliotecários para que adotem o
lema
"Mais leitura para um Brasil melhor" nas campanhas da Semana Nacional da Biblioteca.

18.

Às Associações'de Bibliotecários para que pleiteiem,
dos
Poderes Públicos, mais que apoio, custeio para a
confecção dos folhetos e cartazes alusivos ã Semana Nacional da
Biblioteca.

19.

Ã Federação Brasileira de Associações de
Bibliotecários
para que encareça aos Governos Estaduais ou Universidades
dos Estados onde não existam Associações ou Escolas de B^
blioteconomia que patrocinem as comemorações da
Semana
Nacional da Biblioteca.

20.

Ãs Associações de Bibliotecários para que, no decorrer da
Semana Nacional da Biblioteca, promovam concursos que visem a difundir os benefícios da leitura e da
frequência
ãs bibliotecas.

21.

Ãs Associações de Bibliotecários para que, por ocasião da
Semana Nacional da Biblioteca, organizem mesas
redondas
com bibliotecários, jornalistas, educadores, editores
e
livreiros, nas quais sejam debatidos problemas
relativos
ao livro e ãs bibliotecas.
•
\

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�Ãs Associações de Bibliotecários para que solicitem
seus associados que façam visitas a estabelecimentos
ensino de todos os graus» para divulgar os objetivos
Campanha.

de
de
da

Ãs Associações de Bibliotecários ou outras entidades
patrocinadoras da Semana Nacional da Biblioteca,
para
que
seja feita ampla publicidade, por todos os veículos de d^
vulgaçáo, de trabalhos sobre Biblioteconomia e Documentação, durante a Semana Nacional da Biblioteca.
Ã Federação Brasileira de Associações de
Bibliotecários
para que envide esforços, junto ao Ministério de
Viação
e Obras Publicas, no sentido de que seja criado um
selo
comemorativo ã Semana Nacional da Biblioteca.
Ã Federação Brasileira de Associações de
Bibliotecários
ãs Associações de Bibliotecários ou outras entidades
patrocinadoras, para que elaborem cada ano, no período
de
agosto a outubro, os planos de comemoração da Semana
Nacional da Biblioteca.
Ã Federação
Brasileira de Associações
de Bibliotecários
para que entre em contato com Governos Estaduais e Univer^
sidades, durante os meses de agosto a outubro de cada ano,
buscando interessá-los na Campanha.
Ãs Associações de Bibliotecários para que remetam a Federação Brasileira de Associações Bibliotecárias, no
mes
de novembro de cada ano, seus programas para a Semana Nacional da Biblioteca.
Ã
Federação Brasileira de Associações de
Bibliotecários
ãs Associações de Bibliotecários ou outros
patrocinadores, para que iniciem, desde fevereiro de cada ano, a publicidade da Semana Nacional da Biblioteca.
Ao Excelentíssimo Senhor Governador do Estado de
Pernambuco para que, dentro do seu propósito do Governo
"Levar
a Cultura ao Povo", inclua a reorganizaçao da
Biblioteca
Publica do Estado que dirige.

TEMA III - TRABALHOS APRESENTADOS

Te1eimpressores nos catálogos
vão Caldas da Cunha.

coletivos, por Lelia

Gal-

A Diretoria de Ensino Superior, a Biblioteconomia e a Documentação (incluindo uma Bibliografia Preliminar inédita
de Teses Brasileiras), por Francisco de Figueiredo
Luna
Albuquerque.
Bibliotecas Especializadas, por Zilda Therezinha
Braidato.

Braga

Informe acerca do Seminário sobre o desenvolvimento
de
Bibliotecas universitárias na America Latina, por
Maria
Luiza Monteiro da Cunha.

Digitalizado
gentilmente por:

�Uma experiencia em indexaçao coordenada, por
Cunha Pinto Ferreira.

Havilah

Das moléculas conceituais à informação, por Sylvia Pedrosa Gondim.
Notas sobre o problema da informação nas bibliotecas espe
cializadas, por Alice Camargo Guarnieri,
~
Utilidade dos Centros de Documentação: fundação
de
um
Centro de Documentação Infanto-Juveni1, por Alice Camargo
Guarnieri.
Problemas das Bibliotecas especializadas, por Dinorã
Mendonça Luna.

de

0 especialista em informação científica, por Heloisa
deiros .

Me-

0 teletipo na informação científica, por Eurídice
Santana e Margarida Pinto de Oliveira.

Pires

Documentação na industria têxtil, por Gilda Maria
ker Verri.

Whita-

Bibliotecas departamentais, por Elton Eugênio Volpini.

Resoluções e conclusões

Aos responsáveis pela administração dos õrgãos, cuja cooperação é indispensável ã consecução dos planos do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, no desenvolvimento do Catálogo Coletivo Nacional - ou seja,
a
Biblioteca Central da Universidade de São Paulo, ã BiblÍ£,
teca Cehtral da Universidade de Brasília, aos Serviços Ce^
trais de Informações Bibliográficas das Universidades
da
Bahia, de Minas Gerais e do Ceará, ao Serviço Central
da
Universidade do Recife, ao Centro de Bibliografia e Documentação da Universidade do Paraná, ao Serviço de Bibliografia e Documentação da Universidade do Rio
Grande
do
Sul, ã Biblioteca Central da Universidade do Pará, ãs Bibliotecas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia,
da Faculdade Nacional de Medicina, do Instituto
Oswaldo
Cruz, do Museu Nacional, do Departamento da Produção Mine^
ral, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e do
Centro Nacional de Informação em Microbiologia para
que
estudem a possibilidade de instalação de uma rede de tele^
comunicações, facilitando as medidas necessárias ã execução do projeto, cujas condições foram propostas pela Rede
Nacional de Telex do Departamento de Correios e
Telégrafos .
Ao Instituto Nacional do Livro, ã Associação
Brasileira
de Normas Técnicas, e ao Instituto Brasileiro de
Bibliografia e Documentação para que entrem em
entendimentos
com o Sindicato Nacional de Editores, Governos Federal
e
Estaduais para que todas as obras editadas
apresentem,
no mínimo, uma ficha contendo^informa^ões sobre autor, t£
tulo, imprenta, colação e sumário, alem do
cabeçalho
de
assunto indicado pelo autor e das classificações da
CDU
e CD.

Digitalizado
gentilmente por:

�Ao

Instituto Nacional do Livro para que recomende
ao
Nacional de Editores observar, em suas
futuras
edijoes a pagina de rosto tecnicamente perfeita, obedecen
do a ordem; titulo, autor, edição, imprenta,
devendo
ã
nota de serie ocupar a página de ante-rosto. A mesma orien
taçao deve se estender também às outras partes do
livro,
tais como prefácio, conteúdo, índice alfabético e bibliografia.
Aos Governos Federal e Estaduais para que
providenciem
com urgência as instalações das Centrais Telex,
incentivando^o aproveitamento das mesmas no uso pelas
bibliotecas técnico-científicas.
Aos Magníficos Reitores das Universidades Brasileiras para que sejam cumpridas as recomendações do Seminário
sobre o desenvolvimento das Bibliotecas Universitárias
da
America Latina, realizado em Mendoza, em 1962,
sob
os
auspícios da UNESCO|(ie do Governo Argentino, e ratificadas
neste Congresso.
X Redação do índice Tecnológico e ao Instituto
Brasileiro de Bibliografia e Documentação, para que estudem, jun—
tamente com outras entidades de divulgação
bibliográfica
a publicação de suas informações também em forma de
fichas tamanho 7,5 x 12,5.
Ao Instituto Nacional do Livro e ã Associação
Brasileira
de Normas Técnicas para que entrem em entendimento com
o
Sindicato Nacional de Editores, Governos Federal e
Estaduais, no sentido de que em todas as publicações periódicas apresentem informações dos artigos em forma de fichas
tamanho 7,5 x 12,5, incluindo o resumo e o cabeçalho
do
assunto , com a finalidade de facilitar a indexação de ar
tigos pelas bibliotecas.
As Diretorias do Ensino Primário, Secundário, Superior
e
Industrial para que providenciem a criajão de cursos
de
extensão bibliográfica nas escolas primarias,
secundárias, superiores e industriais.
A Diretoria do Ensino Superior para que, em
colaboração
com o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
e a Associação Brasileira de Normas Técnicas,
recomende
aos estabelecimentos de ensino e pesquisas de nível superior do Brasil, instruam professores e pesquisadores
no
sentido de que façam uso, em todas as suas
publicações ,
das normas bibliográficas já estabelecidas.
Aos Magníficos Reitores das Universidades Brasileiras para que concedam poderes especiais aos Serviços
Centrais
de Bibliotecas de suas Universidades, no sentido de inter^
virem junto às Imprensas Universitárias, no que
concerne
à 'aplicação de referencias bibliográficas nos
trabalhos
que publicam.
Ao Instituto Brasileiro de Bibliografia
e
Documentação
para que distribua às Escolas, aos Serviços de
Publicações, Instituições Culturais e Editores Brasileiros,
a
obra "Normalização da Documentação no Brasil".

Digitalizado
gentilmente por:

�-56-

12,

Ã Universidade do Ceara para que propicie a
Biblioteca
Central da Universidade do Ceara os meios necessários para a sua organizaçao, de modo a atender todas as
exigências da técnica biblioteconomica e documentaria,
funcionando realmente como um Serviço Central de Informação
Bi
bliográfica, servindo também ao Estado,
”

13,

Ao Governo do Estado do Ceara, a fim de que colabore atra
vés de todas as suas repartições, com a Biblioteca
Central da Universidade do Ceara, no trabalho de
reunião
e
difusão da documentação.

TEMA IV - TRABALHOS APRESENTADOS

1,

Formaçao integral do bibliotecãrio-documentalista
leiro, por Neusa Dias Macedo,

2,

A Semana Nacional da Biblioteca, por Maria Helena Brandão
e Philomena Boccatelli,

3,

£!tica profissional, Nova sugestão para os currículos
das
Escolas de Biblioteconomia e Documentação, por Voline Car
dim.
~

4,

Educação do bibliotecário dõcumentarista, por
Liberato de Matos Carvalho,

5,

Tendências modernas do currículo no ensino da biblioteconomia, por Antonio Caetano Dias,

6,

0 ensino da biblioteconomia na cidade de São Carlos,
Alfredo Américo Hamar.

7,

Congressos brasileiros de biblioteconomia e documentação:
estudo comparativo das suas resoluções com o que foi rea-.
lizado,'por Maria Alice de Toledo Leite e Maria
Cecília
Pimenta Pinheiro,

8,

Movimento associativo nacional e internacional,
cia associativa, por Neusa Dias Macedo,

9,

A propósito do programa da FID/CLA, por Fernanda
Ribeiro ,

Leite

10,

código de ética do bibliotecário brasileiro, por
Garcia Moreno Russo,

Laura

11,

As escolas de biblioteconomia do Brasil, por Laura Garcia
Moreno Russo,

12,

A FEBAB: histórico, estrutura e funcionamento, por
Garcia Moreno Russo,

13,

A FIAB/SAL: histórico e atividades, por Laura Garcia Mor£
no Russo,

14,

A IFLA; histórico e atividades, por Laura Garcia
Russo,

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
CiereacUnKnto

-li/ 3

14

15

brasi-

Felisbela

por

consciên-

16

Laura

Moreno

17

18

19

�-57-

Resoluções e conclusões

cm

1

1.

Aos organizadores dos futuros Congressos de Biblioteconomia e Documentação para que usem a expressão
"Formação
Profissional" e não "Educação Profissional".

2.

Aos_^Ministros de Estado, Diretores de Autarquias, de Fundações e de Entidades Mistas ou Privadas para que cumpram
a Lei n. 4.084, a fim de que seja permitido somente a Bacharéis de Biblioteconomia o exercício do cargo de
Direde^Biblioteca, de Serviço de Documentação ou de
Instituições da mesma natureza.

3.

Â Universidade do Amazonas para que organize uma
de Biblioteconomia.

4.

Aos Magníficos Reitores das Universidades Brasileiras para que as Escolas de Biblioteconomia sejam dirigidas
ex—
clusivamente por bibliotecários.

5.

Ao Instituto Nacional do Livro e ao Serviço Nacional
de
Bibliotecas para que ampliem seus programas de distribuição de bolsas de estudo, para que estudantes possam fazer
seus cursos em Escolas de Biblioteconomia, devendo ser da
P®f®6nc 1 a a candidatos do Interior ou de Regiões menos desenvolvidas.

6.

Que nenhum curso intensivo de Biblioteconomia seja organi
zado sem a participação das Escolas de Biblioteconomia oü
de representantes devidamente credenciados.

7.

Â FEBAB, para que edite uma revista de biblioteconomia
e
documentação aberta ã colaboração de todos os bibliotecários brasileiros.

8.

As direções das Escolas de Biblioteconomia e Documentação'
para que entrem em entendimento com as direções das
demais escolas de ensino superior, no sentido de que
estas
colaborem na realizaçao de cursos de especialização desti
nados a melhor habilitar os bibliotecários
interessados
nas diversas especializações.

9.

A Universidade do Ceara para que promova a
criação
uma Escola de Biblioteconomia e Documentação.

Escola

de

10.

Ãs^bibliotecas brasileiras e sobretudo aos Centros Biblio
S^^aficos Regionais , ^para que colaborem na compilação
dã^
"Bibliografia da América Latina (BAL)", cuja
Secretaria
e a Biblioteca Nacional do México.

11.

Ãs Escolas de Biblioteconomia do Brasil para que recebam,
como bolsistas, estudantes latino-americanos.

12.

Aos bibliotecários brasileiros, para que colaborem com
a
FID/CLA na^compilaçao da "Bibliografia Latino-Americana de
Documentação".

13.

Aos^professores das Escolas de Biblioteconomia e Documentação para que procurem, por todos os meiòs,
despertar
nos seus alunos a consciência associativa e profissional.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�Ao Serviço Nacional de Bibliotecas para que, em
colaboraçao com a FEBAB, promova a organizaçao de seminários de
professores de Biblioteconomia e Documentação, a
fim
de
que sejam debatidos assuntos inerentes ao ensino,
formação profissional e distribuição de bolsas.
Ao.Seminário de Professores de Biblioteconomia e Documentação, mencionado na resolução anterior, para que estude a
possibilidade de fazer coincidir as matérias
ministradas
nas 3 séries dos cursos, visando a facilitar a
transferência de alunos.
Ao Exmo. Sr. Ministro de Estado de Educação e Cultura, no
sentido de ser nomeada uma Comissão de Diretores e Profes^
sores de Escolas de Biblioteconomia e Documentação,
para
uma revisão do Currículo Mínimo para o ensino da Bibliot£
conomia e Documentação.
/
Ao Exmo. Sr. Presidente da Republica seja dirigido um ape^
lo pedindo a sua atenção para o problema das
bibliotecas
brasileiras de modo geral e para o ensino da Bibliotecon£
mia e Documentação nas Universidades de mòdo especial.
Aos Magníficos Reitores das Universidades Brasileiras, on
de ainda não funcionam Escolas de Biblioteconomia e Documentação, encarecendo a necessidade urgente de
criaçao,
instalação e funcionamento de tais instituições
em
suas
respectivas universidades.

TEMA V - trabalhos APRESENTADOS

Os arquivos como fonte fundamental de documentação,
Flávia Rubens Accioli Prado.
A CDU nb arquivo publico da Bahia, por Maria
do Carmo Conceição.

de

por

Lourdes

Resoluções e conclusões

Ãs Escolas de Biblioteconomia e Documentação para que incluam no seu currículo o ensino de Arquivologia.

TEMA CENTRAL - TRABALHOS APRESENTADOS

Los servicios bibliotecários y el planeamiento de la edu
caciõn, por Carlos Victor Penna.

Resoluções e conclusões

Aos Exmos . Srs . Secretários de Educação e Cultura dos^Estados Brasileiros e ãs Campanhas Nacionais do
Ministério
de Educação e Cultura, recomendando um maior e mais rápido desenvolvimento das bibliotecas escolares, tanto
do
ensino primário como medio, considerando que estas insti—

Digitalizado
gentilmente por:

�tuiçoes sao indispensáveis
esCO 1 ares .

ao cumprimento dos

programas

A Secretaria Geral do IV Congresso para que comunique
ao
Sr. CARLOS VICTOR PENNA, Diretor do Centro Regional
da
UNESCO no Hemisfério Ocidental, que os participantes
do
IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
lamentaram a sua ausência e se congratulam com
o
autor
pelo excelente trabalho apresentado; "Los Servidos
Bibliotecários y el Planeamiento de la Educaclõn"i

SESSÃO FINAL

Que^o V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documen
taçao seja realizado em Belo Horizonte, em julho de 1965~
sob os auspícios da Universidade de Minas Gerais e da Associação de Bibliotecários de Minas Gerais.
Que o VI Congresso seja realizado em Porto Alegre em 1967
o VII em Sao Paulo em 1969, o VIII em Brasília em 1971, o
IX em Belém em 1973 e o X no Rio de Janeiro em 1975.
•Que o V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documen
tação tenha como Tema Central "A BIBLIOTECA COMO FATOR DÊ"
DESENVOLVIMENTO NACIONAL".
Que as inscrições e apresentação de trabalhos, informes e
comunicações sejam feitas até treze meses atites da realização do V Congresso, sendo fixada para 30 de
MARÇO
de
1965 a data limite.
Que seja incluida a exigência de pequena
biobibliografia
do. autor e de sinopse entre as instruções para apresentação de Trabalhos aos próximos Congressos.
Ã Comissão Organizadora do V Congresso para que estude
a
possibilidade de ser o mesmo organizado em forma de Comis
soes, para cada tema , a fim de facilitar ao plenário
a
discussão e aprovação das recomendações.
Que seja adotado para o V Congresso o Regulamento
Congresso.

do

IV

Que seja constituída uma Comissão composta de Edson
Nery
da Fonseca, Fernanda Leite Ribeiro e Maria Luisa Monteiro
da Cunha, para elaborar o anteprojeto do Temário do V Con
gresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
devendo o mesmo ser encaminhado ã FEBAB para a
necessária
articulação com as associações Filiadas para estudo
e
aprovação definitiva do mesmo, dentro de três meses.
Ao Magnífico Reitor da Universidade do Ceará, solicitando
a publicação dos ANAIS do IV Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação, e colocação dos mesmos
a
venda pela Imprensa Universitária da Universidade do Ceará .

Digitalizado
gentilmente por:

�RELAÇÃO DAS TESES E INFORMAÇÕES
APRESENTADAS NOS CONGRESSOS BRASILEIROS
DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

COMPILADA POR

AZENATE

SENNA DE OLIVEIRA

e

MARIA VICTORIA DE MENEZES CAMARGO

020.62281

CDD - 17a.

002 + 02:061.3(81)(043)

FEBAB
SÃO PAULO
19 6 6

Digitalizado
gentilmente por:

- CDU

�SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO

I

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA
Recife, Pernambuco,

II

de 18 a 25 de julho de 1954

2-17

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Salvador,

Bahia, de 20 a 26 de julho de 1959

18-25

IIÍ CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Curitiba, Paranã, de 8 a 15 de janeiro de 1961

IV

26-40

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Fortaleza, Ceara, de 7 a 14 de julho de 1963

Digitalizado
gentilmente por:

41-59

�APRESENTAÇÃO

O presente trabalho foi
informar àqueles,
res,

elaborado com o fim

que não participaram dos Congressos

de

anterio-

o que foi tratado nos mesmos.

Organizamos
temas,

autores,

relações

de

cada

Congresso

títulos e resoluções das proposições

por

apresenta-

das.

Possivelmente,

o trabalho estã incompleto porque

o material de que dispomos foi
vezes,

em sua

aceitamos

apresentação nas

insuficiente e contraditório,
Atas e Boletins.

sugestões e informações que possam vir a

e melhorã-lo para um trabalho definitivo.

Digitalizado
gentilmente por:

às

Entretanto,
completã-lo

�-2-

I

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA
Recife - 1954

TEMÃRIO

2

TEMA I

-

SITUAÇÃO ATUAL DO LEITOR BRASILEIRO
a)
O leitor e o bibliotecário
b)
Formação do leitor brasileiro

TEMA II

-

ENSINO PROFISSIONAL
a)
Escolas de Biblioteconomia
b)
Bibliotecários para trabalhos especializados
c)
Cursos de pós-graduados
d)
Cursos de emergência
e)
Formação dos professores de biblioteconomia
f)
Intercâmbio entre professores das escolas br£
sileiras de biblioteconomia
g)
Colaboração com a Associação
Latinoamericana
de Professores e Escolas de Biblioteconomia
h)
Literatura biblioteconSmica nacional

TEMA III -

PROCESSOS TÉCNICOS
a)
Problemas de classificação
b)
Normas brasileiras de catalogação: entrada de
autores
c)
Catalogação de material especializado
d)
Catálogo coletivo
e)
Catalogação centralizada e cooperativa
f)
Aquisição centralizada
g)
Padronização de material de biblioteca
h)
Terminologia

TEMA IV

-

BIBLIOTECAS PÚBLICAS
a)
Funcionamento de redes de bibliotecas populares e ambulantes
b)
Aparelhagem audiovisual

TEMA V

-

BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS
a)
Bibliotecas universitárias e bibliotecas
de
instituições
b)
Bibliotecas para cegos
c)
Criação de um serviço nacional e
internacional de permuta de documentação entre bibliote_
cas
d)
Arquivistica

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-3-

TEMA VI

cm

-

BIBLIOTECAS^INFANTIS E DE ESCOLAS PRIMÁRIAS
a)
Seleção de livros para bibliotecas infantis
b)
Simplificação dos processos técnicos de catalogação e classificação
c)
Funcionamento de redes de bibliotecas de esco^
Ias primárias
d)
Atividades nas bibliotecas infantis

TEMA VII -

BIBLIOGRAFIAS
a)
Normas para compilação de bibliografias
b)
Bibliografia de bibliografias nacionais
c)
Bibliografias especializadas (infantis, técn^
cas , etc . )

TEMA VIII-

ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS E LEGISLAÇÃO
BIBLIOTECÁRIA
a)
Federação de Associações de Bibliotecários
b)
Estatutos
c)
Funcionamento e programa de trabalho
d)
Criação de um órgão informativo
e)
Colaboração com a Federagão Americana de
Bibliotecários e a Federaçao Internacional
de
Associações de Bibliotecários
f)
Legislação para bibliotecas (recursos econõm^
COS para a manutenção de bibliotecas:
construção, instalação, etc.)
g)
Regulamentação da profissão e carreira
de
bibliotecário

2

5

3

4

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-4-

RELAÇÃO DOS TRABALHOS POR AUTORES

1.

ABRANTES, Jorge
Bibliografia - Normas para a composição de
bibliografias.
Bibliografia de Bibliografias nacionais. Bibliografias especializadas (infantis, técnicas, etc.)

2.

AST, Orvo e FURTURO, Elza
Bibliografia y referencia

3.

BRODBECK, Sully
Sugestões para uma cooperação intensa entre as bibliote^
cas especializadas

4.

COSTA, José césio Regueira
Bibliotecas populares

5.

CUNHA, Maria Luiza Monteiro da
Bibliotecas universitárias e alguns de seus problemas

6.

DIAS, Antonio Caetano
0 ensino da Biblioteconomia no Brasil

7.

EMERENCIANO, Severino Jordão
0 leitor e o bibliotecãrio

8.

FERNANDEZ, Alfredo
Sobre el curso de estadistica dictado en la escuela
bibliotecnia

9.

FONSECA, Edson Nery da
Processos técnicos

10.

FONSECA, Luiza
Situação atual da biblioteconomia no Brasil

11.

FURTURO, Elza_
Classificação decimal para assuntos de reprodução
mal

ani-

12.

GONDIM, Sylvia Pedrosa^
Chave de classificaçao para esquistossomose

13.

INSTITUTO INTERAMERICANO DE CIÊNCIAS AGRÍCOLAS, Turrialba
Normas para la preparaciõn de bibliografias para escritos científicos

14.

LIMA, Maria Lecticia de Andrade
Simplificação dos processos técnicos de catalogaçao
classificação das bibliotecas infantis

15.

2

de

3

MACIEL, Lilah do Rego
Considerações sobre bibliotecas universitárias

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

e

�-5-

16.

MORAIS, Celina Didier de
Bibliotecas infantis e de crianças excepcionais

17.

NEVES, Bernadette Sinay
Situação das associações bibliotecárias do Brasil

18.

NÕBREGA, Manoel da
Anotações para o estudo critico e solução de um problema premente

19.

PLÃCER, Xavier
0 perfeito bibliotecário

20.

PRADO, Zilah Carvalho
Organização das bibliotecas populares do Distrito Federal

21.

PROENÇA, Afránio e VASCONCELOS, Decio Pereira de
Do serviço de importação nas bibliotecas universitárias

22.

SÃO PAULO. Prefeitura Municipal. Biblioteca Municipal Mário de Andrade.
Estudo Prático do serviço
organizado
na Biblioteca Municipal

23.

SCHEINER, Marta S. de
Consideraciones que ofrece el problema de la
ciõn desde el punto de vista de su ensenanza

cataloga-

24.

TAVARES, Denise Fernandes
Situação das bibliotecas infantis brasileiras

25.

VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
Da necessidade de um cõdigo nacional de catalogaçao

26.

ZINK, Ernesto Manuel
Organização e administraçao de bibliotecas agrícolas

Digitalizado
gentilmente por:

�-6-

RELAÇÃO DOS TRABALHOS PELOS TÍTULOS

cm

2

1.

Anotações para o estudo critico e solução de um
premente - Manoel da Nõbrega.

problema

2.

Bibliografia - Normas para a composição de bibliografias.
Bibliografia de bibliografias nacionais. Bibliografias e£
pecializadas (infantis, técnicas, etc.) - Jorge Abrantes.

3.

Bibliografia y referencia - Elvira A.

4.

Bibliotecas infantis e de crianças excepcionais Didier de Morais.

5.

Bibliotecas populares - José Césio Regueira Costa.

6.

Bibliotecas universitárias e alguns
Maria Luiza Monteiro da Cunha.

7.

Chave de classificação para esquistossomose crosa Gondim.

8.

Classificação decimal para assuntos de
- Orvo Ast e Elza Furturo .

9.

Consideraciones que ofrece el problema de la catalogaciõn
desde el punto de vista de su ensenanza Marta
S.
de
Scheiner .

Lorena Martinez.
Celina

de seus problemas

Sylvia Pe-

reprodução animal

10.

Considerações
Rego Maciel.

11.

Da necessidade de um
código
nacional
Abner Lellis Corrêa Vicentini.

1.2.

Do serviço de importação nas bibliotecas universitárias Afránio Proença e Décio Pereira de Vasconcelos.

13.

0 ensino da biblioteconomia no Brasil - Antonio
Dias .

14.

Estudo prático de serviço organizado na Biblioteca Munic^
pal - são Paulo. Prefeitura Municipal. Biblioteca Municipal Mário de Andrade.

15.

0 leitor e o bibliotecário - Severino Jordão Emerenciano.

16.

Organização das bibliotecas populares do Distrito Federal
- Zilah Carvalho Prado.

3

4

5

6

sobre bibliotecas universitárias

Digitalizado
gentilmente por:

de

- Lilah do

catalogação -

Caetano

�-7-

cm

2

17.

Organização e administração de bibliotecas agrícolas
Ernesto Manuel Zink.

18.

Normas para la preparaciõn de bibliografias para escritos
científicos - Instituto Interamericano de Ciências Agric£
Ias, Turrialba.

19.

0 perfeito bibliotecário - Xavier Placer.

20.

Processos técnicos - Edson Nery da Fonseca.

21.

Simplificação dos processos técnicos de catalogação
e
classificação das bibliotecas infantis - Maria
Lecticia
de Andrade Lima.

22.

Situação atual da biblioteconomia no Brasil - Luiza
seca.

Fon-

23.

Situação das associações bibliotecárias do Brasil nadette Sinay Neves.

Ber-

24.

Situação das bibliotecas
Fernandes Tavares.

25.

Sobre el curso de estadistica dictado en la escuela
bibliotecnia - Alfredo Fernandez.

26.

Sugestões para uma cooperação intensa entre as
cas especializadas - Sully Brodbeck.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

infantis brasileiras

-

Denise

de

bibliote-

�-8-

RESOLUÇÕES E CONCLUSÕES

TEMA I - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

O leitor e o bibliotecário, por Severino Jordão Emerenciano .

Resoluções e conclusões

1.

que se estimule o gosto nobre e alto pela leitura desinteressada e se restaure o hábito de ler.

2.

que se empenhem todos os esforços para o barateamento
livro.

3.

que se aumente o número de bibliotecas,
descentralizando,
quanto possível, a concentração de grandes depósitos.

4.

que se favoreça,
a domicílio.

5.

que se torne,
bliotecas .

6.

que se permita,
ãs coleções.

7.

que a biblioteca, dentro de seu ambiente e conforme o
seu
público, se converta em um centro vivo de cultura e inspiração.

8.

que os bibliotecários se convençam da beleza da sua missão
e se disponham a vivé-la, com elevação e entusiasmo.

quanto possível,

o serviço de

empréstimo

cada vez mais simpático, o ambiente das

sempre que possível,

do

o acesso dos

bi-

leitores

TEMA II - TRABALHOS APRESENTADOS

cm

1.

0 ensino da biblioteconomia no Brasil,
Dias .

2.

Consideraciones que ofrece el problema de la
catalogaciõn
desde el punto de vista de su ensenanza, por Marta
S.
de
Scheiner.

3.

0 perfeito bibliotecário, por Xavier Placer.

4.

Sobre el curso de estadística dictado en la escuela de bibliotecnia, por Alfredo Fernandez.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

por Antonio Caetano

�-9-

Resoluções e conclusões

1.

que dentro da carreira profissional, sejam eliminadas
das as funções inferiores à de bibliotecário.

to-

2.

que se crie uma comissão composta de representantes de todos os cursos regulares de biblioteconomia, para estabelecimento de um currículo único.

3.

que se estabeleça uma comissão composta de professores
de
Catalogação, para unificação dos métodos de ensino, sobretudo no que se refere ã Catalogação de nomes
brasileircs e
portugueses.

4.

que se preste apoio ã "Associaciõn Latinoamericana de
cuelas y Profesores de Bibliotecología”.

5.

que se estimule o intercâmbio entre professores e
das diversas escolas de biblioteconomia do Brasil.

6.

que se solicite das autoridades competentes a concessão de
maiores recursos financeiros para o fortalecimento das escolas de biblioteconomia.

7.

que se promova, sempre que as condições o permitam, o est£
belecimento de escolas, cursos de biblioteconomia,
como
parte integrante das universidades.

8.

que se adotem métodos objetivos, dando ao ensino uma carac
terística essencialmente prática, principalmente quanto
H
Catalogação e ã Classificação.

9.

que seja gratuito o ensino ministrado nas escolas e cursos
de biblioteconomia.

Es-

alunos

TEMA III - TRABALHOS APRESENTADOS

cm

Processos técnicos, por Edson Nery da Fonseca.

2.

Organização e administração de bibliotecas agrícolas,
Ernesto Manuel Zink.

por

3.

Da necessidade de um CÕdigo Nacional de Catalogação,
Abner Lellis Corrêa Vicentini.

por

4.

Chave para classificação de Esquistossomose, por Sylvia Pe^
drosa Gondim.

5.

Classificação decimal para assuntos de reprodução
por Elza Furturo e Orvo Ost.

6.

Estudo prático do serviço organizado na Biblioteca Municipal.

2

1.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

animal,

�-10-

Resoluçoes e conclusões

1.

que o Instituto Nacional do Livro (INL) patrocine uma ediçao brasileira de Classificação Decimal de Dewey.

2.

que o Instituto Nacional do Livro (INL) organize uma Comi^
são de Bibliotecários, formada por professores de Catalog^
e catalogadores, representantes de vários centros
biblioteconomicos do pais, para elaborar o Codigo
Brasileiro de Catalogação.

3.

que o Código Brasileiro de Catalogação adote, quanto ã entrada de nomes portugueses e brasileiros, o critério
universalmente aceito de respeitar-se a vontade do autor, uso
local e tradição literária.

4.

que se recomende ãs bibliotecas brasileiras o uso do Manual
de Classificação e Catalogação de discos musicais, de auto^
ria de Luiz Gosme.

5.

que as bibliotecas brasileiras colaborem efetiva e regular^
mente com o Catálogo Coletivo do Instituto Brasileiro
de
Bibliografia e Documentação (IBBD) .

6.

que o Instituto Brasileiro de Bibliografia e
Documentação
(IBBD) auxilie as bibliotecas estaduais ou outras bibliot£
cas interessadas em organizarem catálogos coletivos
estaduais ou regionais.

7.

que as universidades brasileiras e as entidades mantenedoras das redes de bibliotecas adotem a centralização dos se£
viços de aquisição, classificação e catalogação.

8.

que pelo menos uma biblioteca de cada cidade possua
colejão completa das fichas impressas pelo Serviço de
tercâmbio de Catalogação (SIC).

uma
In-

9.

que as bibliotecas brasileiras cooperem com o Serviço
Intercâmbio de Catalogação (SIC).

de

10.

que os editores públicos e privados cooperem com o Serviço
de Intercâmbio de Catalogação (SIC) .

11.

que a seleção de livros seja feita em cooperação,
menos entre as bibliotecas de cada cidade.

12.

que o governo brasileiro aprove o sistema de aquisição
de
livros estrangeiros por meio de bônus da United
Nations
Educational Scientifical and Cultural Organization(UNESCO).

13.

que o governo brasileiro estenda aos
isenção de direitos alfandegários.

14.

que o Catálogo Coletivo do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD) regule e desenvolva o empréstimo interbibliotecário no Brasil.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

e

pelo

livros encadernados a

�-11-

TEMA IV - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Bibliotecas populares, por Jose césio Nogueira Costa.

2.

Organização das bibliotecas populares do Distrito Federal,
por Zilah Carvalho Prado.

3.

Anotações para o estudo crítico e solução de um
premente, por Manoel da Nõbrega.

problema

Resoluções e conclusões

cm

2

1.

que em definitivo seja caracterizada, em suas linhas
gerais, a biblioteca popular como pequena biblioteca, com
o
máximo de oito mil volumes (8.000) contando livros que assegurem principalmente a educação de base, independente de
um serviço central constituindo menos unidades
singulares
do que elementos de um organismo adaptado ãs condições locais.

2.

que a instalação de bibliotecas seja sempre precedida
de
um inquérito estatístico sobre índice de cultura, econômico, etc, do local.

3.

que se reduza ao mínimo possível a técnica
biblioteconSmica para facilitar o contato entre o leitor e o livro.

4.

que se recorra sobretudo, como processo de divulgação
do
livro, aos postos de empréstimos, facilitando o
contato
do povo com o livro.

5.

que se utilize a biblioteca ambulante também como processo
de sondagem do interesse dos diferentes grupos da
população em relação ao livro.

6.

que se facilite a entrada no país de todo material necessa
rio ã impressão de livros.

7.

que se incremente a construção e manutenção de bibliotecas
publicas em todo o território nacional.

8.

que se desenvolva o intercâmbio entre as bibliotecas naci£
nais e entre estas e as estrangeiras.

9.

que se impeça sejam as nossas bibliotecas devassadas e expurgadas ou fiquem sujeitas ã ação policial.

10.

que seja impedido o estabelecimento no país, sob
qualquer
pretexto, de restrições ao material que pode ser adquirido
pelas bibliotecas brasileiras, salvo as decorrentes da seleção ditadas pela natureza e finalidade de cada biblioteca .

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-12-

11.

que se ofereçam aos nossos bibliotecários as mais
amplas
garantias no exercício de sua função, na integridade
de
seus cargos, e em tudo que, de alguma maneira,
concorra
para formar a sua personalidade e manter a sua dignidade.

12.

que seja assegurada aos bibliotecários brasileiros,
tanto
quanto possível, uma subsistência alheia aos azares da so_r
te .

13.

que os nossos bibliotecários tenham voz ativa no que se r£
fere ã cultura em geral, na medida em que saibam compreender a importância das suas funções e a grandeza
de
sua
mis s ao.

TEMA V - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Bibliotecas universitárias e alguns de seus problemas, por
Maria Luiza Monteiro da Cunha.

2.

Considerações sobre bibliotecas universitárias, por
do Rego Maciel.

3.

Sugestões para uma cooperação entre as bibliotecas especi£
lizadas, por Sully Brodbeck.

4.

Do serviço de importação nas bibliotecas universitárias ,por
Afránio Proença e Decio Pereira de Vasconcelos.

Lilah

Resoluções e conclusões

1.

que se encaminhem aos Magníficos Reitores e Diretores
das
Faculdades e Institutos anexos e complementares das diversas universidades brasileiras, mensagens, solicitando
serem criadas em todas elas bibliotecas centrais, destinadas
a organizar, quando as condições o permitam, a coordenar e
dirigir as atividades de várias bibliotecas da universidade .

2.

que seja incluido na mensagem aos Magníficos Reitores
um
apelo no sentido de que possam ser admitidos para o
exercício de funções técnicas em bibliotecas
universitárias ,
inclusive nos cargos de direção e chefia, bibliotecáriosd^
plomados por escolas de biblioteconomia oficiais ou
oficialmente reconhecidas.

3.

que figure, ainda, nessa mensagem, o pedido de criação
de
escolas de biblioteconomia, junto ãs universidades
brasileiras .

4.

que seja criada uma Comissão Nacional de Bibliotecas
Universitárias, incumbida do levantamento da situação das Bibliotecas Universitárias em nosso país, bem como da unificação das normas técnicas indispensáveis ao perfeito inter^
câmbio bibliográfico universitário.

Digitalizado
gentilmente por:

�-13-

5.

que seja solicitado às bibliotecas centrais ou aos
Serviços Centrais de Bibliotecas, já existentes em algumas universidades, levantamento dos recursos da universidade
a
que pertencem, quanto às duplicatas ou outro material
de
que dispõem para permuta.

6.

que seja organizado e incentivado o empréstimo interbiblÍ£
tecãrio a bem da economia geral e do melhor aproveitamento
de verbas individuais.

7.

que as bibliotecas centrais, ou serviços de
existentes em universidades brasileiras sejam
como sede dos catálogos coletivos de livros e
periódicas do Estado a que pertençam.

8.

que as bibliotecas centrais ou serviços centrais de biblio^
tecas universitárias sejam incumbidos do levantamento
das
publicações oficiais de sua universidade.

9.

que
cas
que
tas

bibliotecas
designados
publicações

sejam reunidos e coordenados os esforços das biblioteespecializadas, num plano de trabalho cooperativista e
as bibliotecas publiquem boletins bibliográficos e li^
de publicações periódicas recebidas.

10.

que se evidencie a importância especializada na vida cult^
ral e econÕmica da Naçào.

11.

que se coordene a aquisição de revistas entre
bibliotecas
especializadas em assuntos análogos ou semelhantes, local^
zadas na mesma cidade e até no mesmo estado.

12.

que as Cidades Universitárias do Brasil sejam dotadas
de
prédios construídos especialmente para a instalação da biblioteca central universitária (ou serviço equivalente).

13.

que seja criada junto a cada biblioteca central ou serviço
central de bibliotecas universitárias uma comissão central
de bibliotecas universitárias, constituída de cinco
(5)
membros, dos quais quatro (4) serão representantes do corpo docente da universidade e o quinto o bibliotecário chefe ou o diretor da biblioteca central (ou serviço equivalm
te) .

14.

que as bibliotecas centrais ou serviços centrais de biblÍ£
tecas universitárias sejam subordinadas, diretamente,
ao
Gabinete do Reitor.

15.

que todas as bibliotecas especializadas participem do programa de permuta de livros da UNESCO.

16.

que se obtenha para as bibliotecas redução ou até
de tarifas postais, para remessas e intercâmbio de
rial bibliográfico.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

isenção
mate-

�-14-

17.

que se apoie o programa do Instituto Brasileiro de
Biblio
grafia e Documentação (IBBD) , encarecendo a importância do
mesmo funcionar como õrgão coordenador das atividades
das
bibliotecas especializadas do Brasil.

18.

que o Instituto Brasileiro de Bibliografia
e
Documentação (IBBD) compile uma bibliografia de revistas
técnicocientíficas, informando o histórico das mesmas.

TEMA VI - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Situação das bibliotecas infantis brasileiras, por
Fernandes Tavares.

Denise

2.

Simplificação dos processos técnicos de catalogaçãoe classificação, das bibliotecas infantis, por Maria Leticia Andrade Lima.

3.

Biblioteca
infantil e de crianças excepcionais,
na Didier de Morais.

por Celi-

Resoluções e conclusões

1.

que sejam criadas bibliotecas
e cidades .

2.

que a criação e organização das bibliotecas infantis e escolares fiquem subordinadas a uma biblioteca central
que
farã parte da Secretaria da Educação dos Estados ou da Pre^
feitura.

3.

que esse órgão planeje, dentro das condições locais,
de
acordo com as situações de transportes, econômica e social
da população, a localização das bibliotecas que
comportam
cada cidade ou capital.

4.

que o prédio da biblioteca do bairro ou cidade conste
de
secções para bibliotecas de adultos e para crianças e
jovens, entregando-se a supervisão dos serviços a biblioteca
rios especializados no assunto, isoladamente, com plena au
tonomia.

5.

que seja critério desse órgão central somente trabalhar com
bibliotecários, conseguindo nos estados onde não haja esc£
Ias de biblioteconomia, bolsas para aqueles que se destina^
rão a esse serviço.

6.

que para bibliotecários de bibliotecas infantis, sejam admitidas, de preferência, professoras primárias, com
curso
de biblioteconomia.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

infantis públicas de bairros

�-15-

7.

que todos os estabelecimentos escolares de nível
primário e ginasial do país, intensifiquem e expandam o
trabalho das bibliotecas já existentes, com material
didático,
informativo e recreativo, ou que providenciem a
criaçao
imediata de bibliotecas, caso ainda não as possuam.

8.

que se organize um catálogo de livros infantis,
redigido
de maneira muito clara com abundância de notas
explicativas, tendo em vista a sua provável utilização por
elementos estranhos á biblioteconomia.

9.

que se organize uma lista abreviada de cabeçalhos de assun
to, que inclua os tópicos mais frequentemente
encontradoF
nas bibliotecas infantis.

10.

que se organize uma adaptação resumida da Classificação De
cimal de Dewey, de acordo com as necessidades
infantis ~
Para___anip 1 a divulgação entre os professores primários,
res
ponsáveis por clubes infantis, assistentes sociais e diri~
gentes de parques infantis.

11.

que o Congresso pleiteie, junto ãs autoridades competentes,
estaduais ou municipais, a introdução da biblioteconomia a
plicada ãs bibliotecas escolares, como matéria do
último
ano dos cursos pedagógicos vigentes no país.

TEMA VII - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Bibliografia y referencia, por Elvira Lorena Martinez.

2.

Bibliografia: normas para compilação de bibliografias: bibliografia de bibliografias nacionais: bibliografias especializadas (infantis, técnicas, etc.), por Jorge Abranges.

3.

Normas para la preparación de bibliografia para
escritos
científicos, pelo Instituto Interamericano de Ciências
Agrlcolas (Turrialba, Costa Rica).

Resoluções e conclusões

1.

que seja criada uma comissão composta de entidades e especialistas, membros da Comissão Nacional de
Bibliografia
com o fim de estudar a unificação das normas de compilação
bib1iográfica.

2.

que seja feita pela Comissão Nacional de Bibliografia
uma
coleta dos repertórios bibliográficos existentes no
país,
para facilitar aquela tarefa e servir de base a uma biblio
grafia das bibliografias brasileiras.
~

3.

que os estudos para padronização do ensino da bibliotecono
mia deem relevo aos aspectos gerais e histórico da biblio”
grafia e a prática de compilação bibliográfica.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-16-

4.

que seja editada uma Revista Brasileira de
Bibliografia,
de preferência pelo Conselho Nacional de Pesquisas (CNPC) ,
uma Secção de Bibliografia em uma Revista Brasileira
de
Bib1ioteconomia.

5.

que sejam mimeografadas as "Normas para la preparaciõn
de
bibliografia para escritos científicos" elaborado na
Reunião Técnica de Bibliotecários Agrícolas em Turrialba, Co£
ta Rica.

6.

que a Comissão Nacional de Bibliografia concretize o quanto antes a sugestão do consultor da UNESCO, Sr. Herbert C£
blans, no sentido da distribuição, em todo o Brasil,
de
uma lista dos nomes dos autores brasileiros que não
devem
entrar pelo último sobrenome.

7.

que seja dirigido ao Sr. Herbert Coblans, em nome
deste
I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia um voto de
louvor e agradecimento pelo valioso trabalho que realizou
no
Brasil especialmente quanto a sua contribuição ao
desenvolvimento da bibliografia em nosso país.

TEMA VIII - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Situação atual da biblioteconomia no Brasil, por
Fonseca.

2.

Situação das Associações Bibliotecárias Brasileiras,
Bernadette Sinney Neves (informe verbal)

Luiza

por

Resoluções e conclusões

cm

2

1.

que seja criada quanto antes
rios do Brasi1.

2.

que se organize uma Comissão de Bibliotecários brasileiros
com o fim de redigir projeto dos estatutos da FABB.

3.

que a FABB edite um Boletim ou Revista, destinada a facil^
tar o intercâmbio de idéias entre os bibliotecários, assim
como o estudo de problemas de interesse profissional.

4.

que sejam dirigidas ao Sr. Rubens Borba de Morais, em nome
do I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, felicitações
pela sua nomeação para chefe da Biblioteca da
Organização
das Nações Unidas (ONU) em Nova York.

5.

que se dirija ã Associação Paulista de Bibliotecários(APB)
um voto de louvor pelo excelente trabalho que vem realiza^
do em benefício dos bibliotecários no qual foi pioneiro.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

a Federação dos

Bibliotecá-

�-17-

cm

2

6.

que o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio reconh£
ça a profissão de bibliotecário e a inclua na
Tabela
do
Art. 577, da Consolidação das Leis do Trabalho.

7.

que se estabeleça um padrão de escolas de biblioteconomia.

8.

que se regulamente o exercício da profissão de bibliotecários .

9.

que seja criado um órgão coordenador de todos os trabalhos
relativos a bibliotecas, em esfera administrativa
adequada .

10.

que o informe de Luiza Fonseca, na parte relativa ao ensino da biblioteconomia seja encaminhado ã Comissão
de
que
trata a recomendação n? 2 do tema II.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-18-

II CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Salvador - 1959

TEMÃRIO

cm

2

TEMA

I

-

RELAÇÕES PÚBLICAS APLICADAS ÀS BIBLIOTECAS
a) Ética profissional

TEMA

II

-

PROCESSOS TÉCNICOS
a) Codigo Brasileiro de Rubricas
b) código Brasileiro de Catalogação
c) Classificação Decimal Universal

TEMA

III

-

BIBLIOTECONOMIA COMO PROFISSÃO

TEMA

IV

-

ENSINO DE BIBLIOTECONOMIA
a) Currículo de Nível Universitário
b) Formaçao de Bibliotecários
c) Programa de técnicas foto-documentárias

TEMA

V

-

ASSOCIAÇÕES BIBLIOTECÁRIAS
a) Organização de Conselhos Consultivos
b) Federação Brasileira de Bibliotecários

TEMA

VI

-

BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO
a) Bibliotecário e documentarista:
formação e
atribuições de cada um
b) Técnica Bibliográfica^
c) Normalização Bibliográfica
d) Mecanização
e) Fotodocumentaçao
f) Divulgação
g) Biblioteca e Serviço de Documentação: inter
-comunicação

TEMA

VII

-

RELAÇÕES ENTRE EDITORES, LIVREIROS E
RIOS

TEMA VIII

-

INTERCÂMBIO BIBLIOTECONÕMICO
a) Catalogação Cooperativa
b) Catálogos Coletivos
c) Empréstimo inter-bibliotecas
d) Permutas

TEMA

IX

-

BIBLIOTECAS PÚBLICAS, INFANTIS, UNIVERSITÁRIAS,E£
PECIALIZADAS E AMBULANTES

TEMA

X

-

EDIFÍCIOS DE BIBLIOTECAS, COOPERAÇÃO ENTRE BIBLIO
TECÁRIO
E ARQUITETO

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

BIBLIOTECÁ-

�-19-

RELAÇÃO DOS TRABALHOS POR AUTORES

1.

AMORIM, Maria José Tereza de
Dinamizando os processos técnicos:

2.

o registro.

AMORIM, Maria José Tereza
Encorajemos as investigações na biblioteconomia
documentação.

3.

AMORIM, Maria José Tereza
Modalidades de reuniões.

4.

BRANDÃO, Helena H.
Relatório das atividades e finalidades das
do SESI.

e

na

Bibliotecas

5.

BRASIL. Conselho Nacional de Estatística. Delegacia
da
Guanabara.
A Diretoria de Documentação e
Divulgação
da Secretaria-Geral do Conselho Nacional de Estatística
como centro de documentação especializada.

6.

CARVALHO, Felisbela Liberato de Matos
0 ensino da biblioteconomia e documentação.

7.

CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira
Normas para a catalogação nas Bibliotecas da Universid£
de do Recife.

8.

CONCA, Celestina
Biblioteca infantil de bairro em São Paulo.

9.

DANTAS, Marcelina
A Biblioteca Publica do Paranã,

divisão de extensão.

10.

DRUK, Elida Freitas e Castro
Biblioteconomia como profissão.

11.

FERRAZ, Antonieta G.
Relações publicas aplicadas ã biblioteca:
sional .

12.

FERRAZ, Maria Cecilia da Cunha
A sala Braille da Biblioteca Infantil

ética profis-

"Monteiro Lobato".

13.

FIGUEIREDO, Laura Maia de e FERRAZ, Terezine Arantes
Cursos de pesquisas bibliográficas no Brasil.

14.

GODINHO, Noemia
Breve informe sobre a Biblioteca do Museu do Estado
Bahia.

15.

GONÇALVES, Maria Mader
Informe sobre a organização do Serviço de
Ambulantes do SESC do Paranã.

16.

Bibliotecas

GREGOL, Lourdes Catharina
Organização e atividades das Bibliotecas Ambulantes
Circulantes do SESC - Administração regional.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

e

�-20-

17.

GUARNIERI, Alice Camargo
Bibliotecas das Instituições de Pesquisa do Estado
são Paulo.

18.

GUARNIERI, Alice Camargo
Documentação e bibliotecas especializadas

19.

LIMA, Etelvina
Atendimento de escolares em bibliotecas públicas.

20.

LIMA, Jose
Bibliografia de teses
na da Bahia.

de

defendidas na Faculdade de Mediei^

21.

LIMA, Maria Lecticia de Andrade
A Biblioteca infantil como centro de educação da comun^
dade .

22.

LEITE, Maria Stela
Biblioteca da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública .

23.

LEITE, Maria Stela
Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universidade
Bahia.

24.

LEITE, Maria Stela
Sistemas de classificação em bibliotecas medicas.

25.

MOREIRA, Germana
Informe sobre a Divisão Infanto-Juvenil e Educação
Biblioteca Pública do Paranã.

da

da

26.

PEREGRINI, Umberto
Biblioteca como instrumento de relações públicas.

27.

PEREGRINI, Umberto
Bibliotecas em conjuntos residenciais.

28.

PIEDADE, Maria Antonieta Requião
Sugestões para acréscimo e modificações necessárias
do
CÕdigo do Vaticano a fim de adaptar às exigências
das
bibliotecas brasileiras.

29.

PRADO, Flãvia Ribeiro Accioly
Intercâmbio bib1ioteconõmico-permuta.

30.

RIBEIRO, Fernanda Leite
Aplicação da bibliografia mecanizada no IBBD.

31.

RUSSO, Laura Garcia Moreno e ROCHA JUNIOR, Rodolpho
Federação das Associações Brasileiras de Bibliotecários.

32.

TCHAICOVSKY, Fany Malin, REQUIÃO, Theresa de Magalhães
e
VALENZUELA COURREGE, Sulma Pucurull
Experiência de resumos indicativos para técnicos
especializados .

33.

VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
A documentação no Brasil.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-21-

RELAÇÃO DOS TRABALHOS PELOS TÍTULOS

1.

Aplicação da bibliografia mecanizada no IBBD Leite Ribeiro.

2.

Atendimento de escolares em bibliotecas publicas vina Lima.

3.

Bibliografia de teses defendidas na Faculdade de Medicina
da Bahia - José Lima.

4.

Biblioteca como instrumento de relações públicas Umberto Peregrini.

5.

Biblioteca da Escola Bahiana de Medicina e Saúde
- Maria Stela Leite.

6.

Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universidade
Bahia - Maria Stela Leite.

7.

A biblioteca infantil como centro de educação da comunida^
de - Maria Lecticia de Andrade Lima.

8.

Biblioteca infantil de bairro em São Paulo - Celestina Con
ca.

9.

A Biblioteca Pública do Paraná, divisão de extensão - Ma£
celina Dantas.

10.

Bibliotecas das instituições de pesquisa do Estado de São
Paulo - Alice Camargo Guarnieri.

11.

Bibliotecas em conjuntos residenciais - Cel. Umberto
regrini .

12.

Biblioteconomia como profissão - Elida Freitas
Druk.

13.

Breve informe sobre a Biblioteca do Museu do Estado,
hia - Noemia Godinho.

14.

Cursos de pesquisas bibliográficas no Brasil - Laura Maia
de Figueiredo e Terezine Arantes Ferraz.

15.

Dinamizando os processos técnicos:
Tereza de Amorim.

16.

A Diretoria de Documentação e Divulgação da
Secretaria
Geral do Conselho Nacional de Estatística como
centro
de documentação especializada - Conselho Nacional
de
Estatística. Delegacia da Guanabara.

17.

Documentação e bibliotecas especializadas - Alice Camargo
Guarnieri.

18.

A documentação no Brasil - Abner Lellis Corrêa Vicentini.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Fernanda

Etel-

Cel.

Pública

e

da

Pe-

Castro

Ba-

o registro -Maria José

�-22-

cm

2

19.

Encorajemos as investigações na biblioteconomia e na doc^
mentação - Maria José Tereza de Amorim.

20.

0 ensino da biblioteconomia e documentação - Felisbela
berato de Matos Carvalho.

21.

Experiência de resumos indicativos para técnicos especializados - Fany Malin Tchaicovsky, Thereza de
Magalhaes
Requião e Sulma Pucurull Valenzuela Courrege.

22.

Federação das Associações Brasileiras de Bibliotecários Laura Garcia Moreno Russo e Rodolpho Rocha Junior.

23.

Informe sobre a Divisão Infanto-Juvenil e Educação da Biblioteca Pública do Paraná - Germana Moreira.

24.

Informe sobre a organização do Serviço de Bibliotecas ambulantes do SESC do Paraná - Maria Mader Gonçalves.

25.

Intercâmbio biblioteconômico-permuta - Flávia Ribeiro Accioly Prado.

26.

Modalidades

27.

Normas para a catalogação nas Bibliotecas da Universidade
do Recife - Cordélia Robalinho de Oliveira Cavalcanti.

28.

Organização e atividades das Bibliotecas Ambulantes e CÍ£
culantes do SESC, Administração regional - Lourdes
Catharina Gregol.

29.

Relações públicas aplicadas ã biblioteca:
nal - Antonieta G. Ferraz.

30.

Relatório das atividades e finalidades das Bibliotecas do
SESI - Helena H. Brandão.

31.

A sala Braille da Biblioteca Infantil Monteiro Lobato
Maria Cecilia da Cunha Ferraz.

32.

Sistemas de classificação em bibliotecas médicas Stela Leite.

33.

Sugestões para acréscimo e modificações necessárias
do
código do Vaticano a fim de adaptar ãs exigências
das
bibliotecas brasileiras - Maria Antonieta Requião Pieda
de .

3

4

5

6

de reuniões - Maria José Tereza de Amorim.

Digitalizado
gentilmente por:

ética profissÍ£

-

Maria

�-23-

RESOLUÇÕES E CONCLUSÕES

1.
Mensagem ao Sr. Ministro do Trabalho no sentido
de
que promova junto ao SAPS a recuperação das antigas bibliotecas
populares junto aos restaurantes, e o prosseguimento da política educacional encetada, instalando novas bibliotecas do
mesmo
tipo.
1.1
Que seja dirigida uma moção de congratulações ao
Ministério da Guerra, pelo êxito da experiência registrada
pela
"Biblioteca Lobo Viana" e de confiança em que as
autoridades
militares apoiem a Biblioteca do Exército assegurando-lhe cond^
ções para instalações de sucursais em cada uma das vilas milit£
res daquele Ministério.
1.2
Que se faça sentir aos governos a necessidade de doar
uma biblioteca familiar a todas as construções residenciais
de
sua responsabilidade, capazes de abrigar um mínimo de 200 famílias.
1.3
Que tal exigência seja expressamente imgosta ã Fundação da Casa Popular, inclusive quanto ãs construções ja inauguradas, ãs quais deverão ser incorporadas instalações para
bibliotecas familiares, cujo funcionamento ficara a cargo do Instituto Nacional do Livro.
1.4
Que os bibliotecários de todo o Brasil ofereçam suge^
tões quanto ãs características que devem ter as Bibliotecas ins^
taladas em conjuntos residenciais (Vilas ou Blocos de apartamen
tos) .
1.5
Que sejam concedidos recursos
pectivo desenvolvimento, ãs bibliotecas
em funcionamento.

suficientes para o resambulantes
existentes,

1.6
Que se recomende aos Governos estaduais a inclusão de
noções de biblioteconomia, no que diz respeito ao funcionamento,
organização e objetivos das bibliotecas escolares e
infantis,
no programa da cadeira Administração Escolar, ministradas
por
bibliotecários portadores de diploma de curso superior de
Biblioteconomia, e, preferentemente, especializados no assunto.
1.7
Que se recomende ao Governo Federal convênios
com as
Escolas de Biblioteconomia que ainda não se encontram
integradas nas Universidades, para que sejam dados cursos
intensivos
anuais de biblioteconomia, a professores primários encarregados
de bibliotecas escolares ou infantis.
1.8
Recomendação aos Governos estaduais para que
prestigiem e auxiliem devidamente as bibliotecas das escolas secundárias.
1.9
Que a exemplo do estado de Sao Paulo, todos os
estados do Brasil tenham uma Lei regulamentando as Bibliotecas
Infantis .

�-24-

2.
Que se crie uma secção Braille em todas as
Bibliotecas Públicas estaduais ou municipais.
Que se procure transcrever os textos Braille existentes a fim de bem atender às necessidades das bibliotecas.
2.1

Que se incentive a criação de bibliotecas em

hospi-

tais.
2.2
Que seja uma das resoluções do II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, uma campanha
organizada,
em todo o Brasil, para que não mais se formem
Bibliotecários
sem a necessária integração cultural indispensável à sua
própria valorização, e, principalmente, ao desempenho da profissão.
2.3
Que o II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
e
Documentação recomende aos Governos estaduais e federal: a) que
zelem pelas bibliotecas especializadas, faci1itando-lhes a
necessária expansão, a fim de que venham, quanto antes, a se trais^
formarem em centros de informações para todos os ramos das cien
cias, dotando-se com os recursos suficientes em verbas, pessoal
e espaço para suas instalações; b) que as bibliotecas especial^
zadas das instituições de pesquisa do pais procurem servir
de
maneira especial, ãs indústrias brasileiras; c) que nas escolas
de Biblioteconomia aperfeiçoem a formação de bibliotecários especializados, dando a essa formação maior destaque nos seus pr£
gramas de ensino; d) recomendar ao Ministério de Educação e Cu^
tura a introdução de cursos de pesquisas bibliográficas nos cur^
rículos das escolas de ensino superior.
2.4
Seja a Documentação incluida definitiva e obrigatoria^
mente, nos currículos das escolas de biblioteconomia.
2.5
Seja totalmente restaurada a formaçao de
bibliotecário - documentarista, em curso superior, de 4 anos, no
mínimo,
de duração, a exemplo dos currículos universitários de
outras
especialidades.
2.6
Seja regulamentado em lei,
bibliotecário documentarista.

o exercício da profissão do

2.7
Seja enviada uma recomendação deste
Congresso, a todos os membros da Comissão nomeada para estudar a reestruturação
dos currículos das escolas de biblioteconomia, no sentido de r£
comendar a inclusão das sugestões 2.4 e 2.5.
2.8
Seja enviado ofício e telegrama ao Exmo. Sr. Ministro
da Educarão e Cultura, enfatizando a necessidade de
URGENTE
convocação da referida Comissão.
2.9
Que em toda biblioteca infantil seja dada uma
importância especial ao ajustamento social dos pequenos
leitores,
aproveitando-se todas as oportunidades que surgiram para a formação de clubes infantis.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-25-

^ 3.
Que sejam usados todos os recursos favoráveis á aprovaçao das crianças, aproveitando-se a atração representada pela
"hora do conto", pelas projeções cinematográficas e
atividades
teatrais.
3.1
Que sejam organizados "clubes de leitura" em todas as
bibliotecas infantis, quer sejam bibliotecas escolares,
quer
departamentais de bibliotecas publicas.
3.2
Que as bibliotecas publicas e infantis estudem a possibilidade de realizar o trabalho de atendimento a
escolares,
em caráter supletivo.
3.3
Que se estabeleça amplo entendimento entre
professores e bibliotecários, promovido pelos últimos, a fim de que
os
escolares sejam encaminhados ãs bibliotecas e estimulados
ao
uso da leitura variada, em contraposição ao uso do texto
único
como base de estudo.
3.4
Sempre que as condições o permitam, que seja designado um bibliotecário para, nas bibliotecas públicas, encarregarse da orientação dos trabalhos de referência escolar.
3.5
Que os regulamentos das bibliotecas públicas,
desde
que necessário, sejam ampliados a fim de permitirem o acesso de
menores desde 12 anos, ãs salas de leitura e ao serviço de
empréstimo domiciliar.
3.6
Que os serviços de extensão bibliotecária
existentes
em bibliotecas publicas, considerem a possibilidade de
incluir
os estabelecimentos de ensino primário e secundário, entre
os
pontos de distribuição dos seus recursos.
3.7
Seja recomendado ãs editoras brasileiras uma
atenção
especial no que diz respeito ã edição de bons livros
juvenis,
mediante a: a) incentivo ã produção nacional, através
concursos, prêmios, etc., b) tradução de obras estrangeiras selecion^
das, bibliografias.
3.8
Que sejam preferidos os bibliotecários de diploma
de
professor primário, para exercer atividades em bibliotecas
infantis.
3.9
Seja solicitado ao Ministério de Educação e
Cultura
um prêmio anual para os melhores livros inéditos destinados
a
adolescência, e sua publicação imediata.
4.
Que o II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
e
Documentação realizado em Salvador - Bahia, aprove a criação da
FEBAB (Federação de Associações Brasileiras de
Bibliotecários)
e sua Secretaria Geral com sede em São Paulo.
4.1
Que a Comissão Organizadora do II Congresso oficie
ã
Associação Brasileira de Bibliotecários informando da
criação
da FEBAB e o pedido de mudança do titulo da mesma em
virtude
das atribuições especificas da FEBAB no âmbito nacional.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-26-

III CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
CURITIBA - 1961

TEMÃRIO

TEMA I

PROCESSOS TÉCNICOS

TEMA II

ENSINO DA BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

TEMA III

PROFISSÃO DE BIBLIOTECÃRIO-DOCUMENTARISTA

TEMA IV

BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO - BIBLIOTECAS ESPECIA
LIZADAS

2

TEMA V

RELAÇÕES PÚBLICAS E INTERCÂMBIO

TEMA VI

TIPOS DE BIBLIOTECAS

TEMA VII

MOVIMENTO ASSOCIATIVO DE CLASSE

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-27-

RELAÇÃO DOS TRABALHOS POR AUTORES
ARAGÃO, Esmeralda Maria de
A profissão de Bibliotecãrio-documentarista:
e perspectivas profissionais.

situação

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BIBLIOTECÁRIOS. Comissão Carioca
de Catalogação.
Projeto de regras de catalogaçao para os nomes brasile^
ros e portugueses.
BECKER, Lia e FORTES, Yvonne
0 Serviço Central de Informações Bibliográficas da Universidade do Rio Grande do Sul.
BOA MORTE, Laís
A documentação no Brasil - 0 Instituto Brasileiro de Bi^
bliografia e Documentação.
BRODBECK, Sully
A informação bibliográfica em Porto Alegre.
CARDIM, Voline
A formação de bibliotecários.
CARVALHO, Felisbela Liberato de Matos__
Necessitamos, urgentemente, de um CÕdigo Brasileiro
Catalogação.

de

CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira
Cabeçalhos de assunto.
CORUJEIRA, Lindaura Alban
Conservação e restauraçao de livros e documentos.
CUNHA, Lelia Galvão Caldas da
Informação técnica, base do progresso industrial.
CUNHA, Maria Luisa Monteiro da
Formaciõn de bibliotecários y documentalistas en America Latina.
DOWNS, Robert B.
Bibliotecas e bibliotecários nos Estados Unidos hoje,
FIGUEIREDO, Adelpha Silva Rodrigues de
Processos técnicos e formaçao profissional.
FIGUEIREDO, Laura Maia de
Bibliografia corrente brasileira.
FIGUEIREDO, Nice Menezes de
0 bibliotecário, este desconhecido.
GROISSMAN, Minda &amp; GREGOL, Lourdes
Relações públicas e intercâmbio nas bibliotecas do
Grande do Sul.

Rio

JUNQUEIRA, Nancy Meirelles
Relações públicas e publicidade em bibliotecas publicas
brasileiras.
LIMA, Maria Lecticia de Andrade
Aspectos sociais da formaçao do bibliotecário.
MEDEIROS, Heloisa
Ensino de línguas estrangeiras para os bibliotecários.

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-28-

20.

MOREIRA, Júlio &amp; GARZUZE, Rozala
Bibliotecas satelites.

21 .

PALMA, Maria Helena Avellar
Breves informes sobre a Biblioteca Municipal
polis .

22.

de Petrõ-

PENNA, Odette Sena de Oliveira
Ante-projeto de Codigo Nacional de Empréstimo
bliotecario.

Interbi-

23.

PIEDADE, Maria Antonieta Requião
A catalogaçSo dos autores brasileiros e portugueses.

24.

PRADO, Heloisa de Almeida
0 auxiliar de biblioteca e sua formaçio profissional.

25.

RIBEIRO, Fernanda Leite
ComissSes técnicas de bibliografia e documentação.

26.

RUSSO, Laura Garcia Moreno
Deontologia e ética profissional.

27.

RUSSO, Laura Garcia Moreno
A FEBAB e suas associações filiadas.

28.

SIQUEIRA, Lourdes Mesquita
A Semana Nacional da Biblioteca e o Brasil.

29.

SOBRAL, Elvira Barcelos
Informações sobre bibliotecas escolares
da
da Educaçao e Cultura do Rio Grande do Sul.

Secretaria

30.

TITO, Maria de Lourdes
Plano de assistência às bibliotecas escolares.

31 .

VITAL, Annaiz Maria Pereira
Atual situaçao das bibliotecas em Belo Horizonte.

32.

VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
Consideração sobre o currículo universitário de biblioteconomia.

33 .

VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
Informe sobre a Comissão
Brasileira
Decimal Universal.

34.

2

ZAHER, Celia Ribeiro
Diversidade de línguas,

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

de

Classificação
^

obstáculo ã informação

cienti-

�-29-

RELAÇÃO DOS TRABALHOS PELOS TITULOS

1.

Ante-projeto de CÕdigo Nacional de Empréstimo
bliotecério - Odette Senna de Oliveira Penna.

2.

Aspectos sociais da formação do bibliotecário - Maria Lec^
ticia de Andrade Lima.

3.

Atual situação das bibliotecas em Belo Horizonte - Annaiz
Maria Pereira Vial.

4.

0 auxiliar de biblioteca e sua formação profissional
Heloisa de Almeida Prado.

5.

Bibliografia corrente brasileira - Laura Maia de Figueire^
do .

6.

0 Bibliotecário, este desconhecido - Nice Menezes de
gueiredo .

Fi-

7.

Bibliotecas e bibliotecários nos Estados Unidos hoje
Robert B. Downs.

-

8.

Bibliotecas satélites - Júlio Moreira e Rozala Garzuzo.

9.

Breves informes sobre a Biblioteca Municipal de
lis - Maria Helena Vellar Palma.

Petrépo-

10.

Cabeçalhos de assunto - Cordélia Robalinho de Oliveira
vaicanti.

11.

A catalogação dos autores brasileiros e portugueses - Maria Antonieta Requião Piedade.

12.

Comissões técnicas de bibliografia e documentação nanda Leite Ribeiro.

13.

Conservação e restauração de livros e documentos - Lindaii
ra Alban Corujeira.

14.

Considerações sobre o currículo universitário de bibliot£
conomia - Abner Lellis Corrêa Vicentini.

15.

Deontologia e ética profissional
Russo .

■ 16.

2

Interbi-

- Laura Garcia

Fer-

Moreno

Diversidade de línguas, obstáculo à informação científica
- Célia Ribeiro Zaher.

17.

A documentação no Brasil - 0 Instituto Brasileiro de
bliografia e Documentação - Laís Boa Morte.

18.

Ensino de línguas estrangeiras para os
Heloisa Medeiros.

19.

A FEBAB e suas associações filiadas - Laura Garcia Moreno
Russo.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Bi-

bibliotecários

�-30-

2

20.

A formação de bibliotecários - Voline Cardim

21.

Formacion de bibliotecários y documentalistas en
Latina - Maria Luisa Monteiro da Cunha.

22.

A informação bibliográfica em Porto Alegre - Sully
beck .

Brod-

23.

Informação técnica, base do progresso industrial Galvão Caldas da Cunha.

Lélia

24.

Informações sobre bibliotecas escolares da Secretaria
da
Educação e Cultura do Rio Grande do Sul - Elvira Barcelos Sobral.

25.

Informe sobre a Comissão Brasileira de Classificação Deci
mal Universal - Abner Lellis Corrêa Vicentini.

26.

Necessitamos, urgentemente, de um CÕdigo Brasileiro de Ca
talogação - Felisbela Liberato de Matos Carvalho.

27.

Plano de assistência ãs bibliotecas escolares - Maria
Lourdes Tito.

28.

Processos técnicos e formação profissional - Adelpha Silva Rodrigues de Figueiredo.

29.

A profissão de Bibliotecário-documentalista; situação
perspectivas no Brasil - Esmeralda Maria de Aragão.

30.

Projeto de regras de catalogação para os nomes
brasileiros e portugueses - Associação Brasileira de Biblioteca
rios. Comissão Carioca de Catalogação.

31.

Relações públicas e intercâmbio nas bibliotecas do
Grande do Sul - Minda Groissman e Lourdes Gregol.

32.

Relações públicas e publicidade em bibliotecas
brasileiras - Nancy Meirelles Junqueira.

33.

A Semana Nacional da Biblioteca e o Brasil - Lourdes
quita Siqueira.

34.

0 Serviço Central de Informações Bibliográficas da Univer
sidade do Rio Grande do Sul — Lia Becker e Yvonne
Fortes.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

América

de

e

Rio

públicas

Me^

�-31-

RESOLUÇÕES E CONCLUSÕES

TEMA

I - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Processos técnicos, por Adelpha Silva Rodrigues de Figueiredo,

2.

A catalogação dos autores brasileiros e portugueses,
Maria Antonieta Requião Piedade.

3.

Plano de assistência ãs bibliotecas escolares, por
de Lourdes Tito.

4.

Comissões técnicas de bibliografia e documentação, por Fer^
nanda Leite Ribeiro.

5.

Conservação e restauração de livros e documentos, por Lindaura Alban Corujeira.

6.

Informe sobre a Comissão Brasileira de Cl assificaçao Decimal Universal, por Abner Lellis Corrêa Vicentini.

7.

Cabeçalhos de assunto, por Cordélia Robalinho de
C avalcanti.

8.

Necessitamos, urgentemente, de um código brasileiro de Catalogação, por Felisbela Liberato de Matos Carvalho.

9.

Projeto de regras de Catalogação para os nomes
brasileiros e portugueses, pela Associação Brasileira de
Biblio^
tecãrios - Comissão Carioca de Catalogação.

por
Maria

Oliveira

Resoluções e Conclusões

1.

que as associações profissionais e as escolas de biblioteconomia do país colaborem com a Comissão Brasileira de Cla^
sificação Decimal Universal (IBBD/CDU), nao s5 no trabalho
de tradução e revisão das classes 0/9, como também
dediquem maior espaço de tempo ao ensino da CDU nas
cadeiras
de classificação.

2.

que as escolas brasileiras de biblioteconomia
dediquem
especial atenção ao problema de Conservação e
Preservação
de Bibliotecas, propiciando, tanto quanto possível, a orga
nização de cursos especiais, confiados a especialistas
no
assunto.

3.

que se incentive a instalação de laboratórios para a
conservação, preservação e restauração de documentos nas prin
cipais Bibliotecas do pais ou em órgãos criados
especialmente para esse fim.

4.

. que se recomende ao Ministério da Educação e Cultura
Brasil a criação do Instituto Nacional de Preservação
Arquivos e Bibliotecas.

5.

2

do
de

que os bibliotecários prestem a melhor cooperação ao
Programa de Trabalho da PID/CLA, prontificando-se a
colaborar nas compilações do Guia das Bibliotecas Especializadas
da América Latina e Catálogo Coletivo de Periódicos
Técn^
co-Científicos desse Hemisfério.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�que a proposta de regras de Catalogação para os nomes portugueses__e brasileiros, apresentados por D. Maria
Antonie
ta Requiao Piedade, seja submetida à apreciação da
Comissão Brasileira de Catalogação.
que, além da contribuição especificada na recomendação
n9
b, tome a Comissão Brasileira de Catalogação como base para seus estudos os trabalhos anteriormente elaborados, nes
te sentido, por Irene de Menezes Dória, pelo Serviço
Central de Bibliotecas da Universidade do Recife, por
Maria
Luiza Monteiro da Cunha e pela tradução do cSdigo da
Biblioteca do Vaticano, Regra 38-A, de autoria do
Professor
utavio Calazans Rodrigues.
que a Comissão Brasileira de Catalogação divulgue ate
10
de março de 1961, impreterivelmente, a proposta final
que
expressa a opinião da maioria dos bibliotecários do Brasil
no que respeite a forma de representação dos nomes
brasileiros e portugueses.
que os estudos da Comissão Brasileira de Catalogação,
no
concernente aos nomes brasileiros e portugueses,
estejam
ultimados, em carater definitivo, por ocasião da 2a.
Reunião da Comissão, em abril de 1961, no Rio de Janeiro, quan
do se reunira a IBBD/CDU.
—
que sejam designados delegados oficiais do Brasil ã Conferência Internacional de Catalogação, a ser realizada
em
Paris, de 9a 17 de outubro de 1961: 1? delegado
Maria
Luiza Monteiro da Cunha, professora de Catalogação da Esco
la de Sociologia e Política de São Paulo; 29 delegado
Lydia de Queiroz Sambaquy, professora de Catalogação
dos
Cursos de Biblioteca Nacional, e como delegados suplentes:
Adelpha Silya Rodrigues de Figueiredo, Chefe de
Catalogaçao da Biblioteca Municipal "Mario de Andrade", de
são
Paulo e Francisca Marcondes Portugal, Diretora da
Divisão
de Catalogaçao da Biblioteca Nacional; recomendando ainda,
que precedidas das Considerações que a antecedem,
constantes da Ata da^Sessao, a recomendação n9 10 seja comunicada: a) ao Magnífico Reitor da Universidade de São Paulob) ao Presidente do Conselho Nacional de Pesquisas; c)
ao
Diretor da Biblioteca Publica Municipal "Mario de Andrade",
de Sao Paulo; d) ao Diretor da Biblioteca Nacional.

tema II - TRABALHOS APRESENTADOS

0 auxiliar de biblioteca e sua formação profissional.
Heloisa de Almeida Prado.
Aspectos sociais da formação do bibliotecário, por
Lecticia de Andrade Lima.

por
Maria

Considerações sobre o currículo universitário de biblioteconomia, por Abner Lellis Corrêa Vicentini.
0 ensino de línguas estrangeiras para os bib liotecários .por
Heloísa Medeiros.

Digitalizado
gentilmente por:

�-33-

Resoluções e conclusões

1.

que as escolas de biblioteconomia intensifiquem, em
seus
currículos, o estudo das ciências necessárias a uma melhor
compreensão do leitor, seus interesses e hábitos.

2.

que as escolas de biblioteconomia se preocupem com o conhe^
cimento da comunidade, treinando os futuros bibliotecários
na observação do meio social, para dar base solida ao planejamento do seu trabalho junto ao público.

3.

que as mesmas escolas proporcionem aos seus alunos conhecí^
mentos atualizados de Relações Públicas e Publicidade, para um melhor aparelhamento da biblioteca, em
sua
função
educativo-social .

4.

que as escolas de biblioteconomia incluam, definitivamente
a Documentação, não sõ em seus nomes, mas, também, em seus
currículos .

5.

que a Documentação não seja apenas cadeira a ser lecionada
no último ano, mas, sim, um conjunto de
disciplinas e te£
nicas que abranjam a totalidade de seu campo, quais sejam:
produção e
reunião de
seleção de
reprodução

documentos,
documentos,
documentos e
de documentos.

6.

que as matérias subsidiárias da Documentação,
na
medida
das possibilidades e das condições locais brasileiras, sejam incluidas no curso.

7.

que a duração do curso seja, no mínimo, de 4 anos, a
fim
de que todas as disciplinas possam ser ministradas
convenientemente e para nivelar o curso de biblioteconomia
aos
demais universitários do país.

8.

que as escolas de biblioteconomia tenham em mente que
estão preparando altas elites de técnicos, não devendo subo£
dinar a reestruturação do currículo de 4 anos a possibilidade de diminuição do número de alunos e, sim, ter em vista, única e tão somente, os superiores interesses de unif^
car no Brasil a formação de bibliotecário e do documentalis
ta.

9.

que as escolas de biblioteconomia, com seus currículos bem
reestruturados, em nível universitário, permitam que os bi^
bliotecários já formados voltem aos bancos escolares
para
se atualizarem nas técnicas da Documentação.

10.

que este Congresso notifique a FID e a IFLA de que os brasileiros são contrários ã formação em separado de bibliote^
cários e documentalistas e que as escolas brasileiras
de
biblioteconomia e documentação estão aptas a ministrar
as
duas técnicas.

11.

que idêntica comunicação seja feita aos Reitores de
todas
as Universidades Brasileiras e ao Ministério da Educação.

Digitalizado
gentilmente por:

�-34-

12.

que seja recomendado ao Senhor Presidente da República
e
ao Ministro da Educação e Cultura que os cargos de direção
da Biblioteca Nacional e do Instituto Nacional do Livro s£
jam entregues definitivamente a profissionais
diplomados
Por Escolas de Biblioteconomia.

13.

que seja recomendado ao Instituto Nacional do Livro a ass^
natura de convênios com as Prefeituras Municipais
a
fim
de que sejam estabelecidos sistemas de bibliotecas municipais que fiquem a cargo de bibliotecários credenciados.

14.

que seja recomendado ainda, ao Instituto Nacional do Livro,
que sesenvolva cursos intensivos no interior, mediante con
vênio com escolas de biblioteconomia.

15.

que seja solicitado ãs autoridades municipais e
estaduais
a criação, no quadro de seu funcionalismo, o cargo de
auxiliar de bibliotecário, a ser preenchido somente por portadores de certificados emitidos por cursos de Escola
de
Biblioteconomia e Documentação.

TEMA III - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

0 bibliotecário;
Figueiredo.

este desconhecido, por Nice Menezes

2.

A formação de bibliotecários, por Veline Cardim.

3.

A profissão de bibliotecário-documentarista, situação
perspectiva no Brasil, por Esmeralda Maria Aragão .

de

e

Resoluções e conclusões

2

1.

que sejam referendadas as recomendações do II
Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, realizado em
julho de 1959, em Salvador, Bahia, a respeito da necessid£
de de incorporação de todas as escolas de biblioteconomia e
documentação as Universidades Brasileiras.

2.

que seja recomendado a todas as associações de classe
que
mantenham entendimentos com os representantes de seus Esta^
dos, na Gamara Federal, através de ofícios ou pessoalmente,
para a aprovação mais rápida do projeto de Lei n9 4770/58,
que regulamenta o exercício da profissão de
bibliotecário
no Brasil.

3.

que seja recomendada ã Federação Brasileira de Associações
de Bibliotecários (FEBAB) e demais associações de
classe
que enviem memoriais ao Presidente da República, ã
Cámara
dos Deputados, ao Senado e aos Governos Estaduais reivindi^
cando para o bibliotecário o nível universitário, o que in
justamente lhe negou a Lei 3780, de 12 de julho de
1960,
relativa ã classificação de cargos do Funcionalismo
Federal .

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-35-

4.

que sejam conferidos à Professora Lydia de Queiroz
Sambaquy plenos poderes para elaborar e encaminhar a Gamara Federal um Ante-Projeto de Lei n9 3780, de 12 de julho
de
1960, no sentido de conceder ao bibliotecário portador
de
diploma de curso superior de biblioteconomia, o nível universitário, devendo ser dado imediato conhecimento a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários
(FEBAB)
do texto do Projeto e das providências encetadas a respeito, a fim de que possa ela prestar sua colaboraçao ao
assunto .

5.

que seja enviado ao Governo do Estado de Minas Gerais
o
seguinte telegrama: Sessão Plenária III Congresso Brasilei^
ro Biblioteconomia e Documentação vg reunido Curitiba
vg
recomenda Vocência estudar possibilidade bibliotecários m^
neiros vg exemplo outros estados vg plano
classificação
cargos pt.

6.

que se apresente ao Magnífico Reitor da Universidade do P_a
raná. Professor Flavio Suplicy de Lacerda, um memorial solicitando a integração definitiva das Escolas de Biblioteconomia ,. como unidades regulares das universidades
brasileiras .

TEMA IV - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Informação técnica, base do progresso industrial, por
lia Galvão Caldas da Cunha.

Le-

2.

A informação bibliográfica em Porto Alegre, por Sully Bro^
be ck .

3.

Diversidade de línguas, obstáculo ã informação científica,
por Célia Ribeiro Zaher.

4.

Bibliografia corrente brasileira, por Laura Maia de Figue^
redo.

Resoluções e conclusões

1.

que seja dirigido ã Confederação Nacional das Industrias e
ãs Federações Estaduais das Indústrias um apelo no sentido
de que seja incentivada a criação, pelos grupos
industriais especializados, de Centros de Informação Bibliográfica, financiados por esses grupos, em conjunto, para Difu
são de dados e informações, técnico-científicas,
trabalho
esse indispensável ao desenvolvimento industrial do país.

2.

que as universidades patrocinem em colaboração com a Indu£
tria. Seminários sobre informação Tecnico-Científica.

3.

que seja sugerido ao Conselho Nacional de Pesquisas a
ampliação dos Serviços de Tradução atualmente realizado pelo
Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, com a
criação, naquele Instituto, de um Serviço Central Cooperativo de Traduções.

4.

que seja recomendado aos Centros Bibliográficos
Regionais
que cooperem com o Instituto Brasileiro de Bibliografia
e
Documentação (IBBD) no controle das traduções
científicas
e técnicas realizadas no país.

Digitalizado
gentilmente por:

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5.

que seja recomendado à Biblioteca Nacional, ao
Instituto
Nacional do Livro (INL), ao Sindicato dos Editores de
Publicações Culturais e a Câmara Brasileira do Livro
(CBL),
que prestem toda a cooperação ã Bibliografia da
América
Latina (BAL) a fim de que o Brasil, a partir de edição cor^
respondente a 1960 , fique condignamente representado naque^
la bibliografia.

6.

que se recomende ao Ministério da Educação e Cultura
que,
atendendo ao apelo feito pelos delegados dos países Latino
-Americanos, reunidos pelo Seminário Regional de Bibliogr^
fia. Documentação e Permuta de Publicações, realizado
no
México, sob os auspícios do governo do México e da UNESCO,
no período de 22 de novembro a 4 de dezembro de 1960, concordem em custear a edição da edição da bibliografia
da
América Latina, correspondente aos anos de 1960 a 1965.

7.

que se recomende as bibliotecas e aos bibliotecários, atra^
vés das associações de classes, ã Cãmara Brasileira do Livro (CBL) e ao Sindicato dos Editores de Publicações Cultu
rais que se interessem em obter que os editores em
geral
remetam ã Biblioteca Nacional os exemplares
correspondentes ao Depósito Legal, a fim de que fique tão completa qum
to possível a bibliografia brasileira.

8.

que seja recomendado aos bibliotecários, através das associações de classe, que se interessem pela remessa
regular
de exemplares das publicações periódicas técnico-científicas brasileiras de bibliografia e documentação, ã Av. Gene^
ral Justo, 171 - Rio de Janeiro - Guanabara, e ao
Centro
de Documentação Científica do México.

TEMA V - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Relações públicas e publicidade em bibliotecas
brasileiras, por Nancy Meirelles Junqueira.

públicas

2.

A Semana Nacional da Biblioteca no Brasil, por Lourdes Me^
quita Siqueira.

3.

Deontologia e ética profissional, por Laura Garcia
Russo.

4.

Relações públicas e intercâmbio nas Bibliotecas
do
Rio
Grande do Sul, por Minda Greisman e Lourdes Catharina Gregol.

Moreno

Resoluções e conclusões

1.

que se recomende ao Poder Executivo e ao Poder Legislativo
o estudo das possibilidades de ser concedida isenção
de
tarifas postais para a realização de intercâmbio de
material bibliográfico entre bibliotecas e serviço de documentação .

2.

que seja comemorada, anualmente, pelas bibliotecas
brasileiras a Semana Nacional da Biblioteca, incentivada e
divulgada pela Federação Brasileira de Associações de BiblÍ£
tecários (FEBAB) , pelas associações de bibliotecários e pe^
Ias escolas de biblioteconomia e documentação.

Digitalizado
gentilmente por:

�-37-

3.

que seja criada, pelo Instituto Nacional do Livro,
uma
Comissão Nacional para organizar as comemorações da Semana
Nacional da Biblioteca, no âmbito nacional e que o
Instituto entre em contato com as associações de bibliotecários
dos Estados para organizar comissões Estaduais e
Municipais.

4.

que se recomende ao novo Governo brasileiro, a se instalar
a 31 de janeiro, a reestruturação do Instituto Nacional do
Livro, para adaptâ-lo ãs necessidades atuais das bibliotecas brasileiras.

5.

que se remeta ã consideração do Catálogo Coletivo Nacional,
para estudo, o Ante-Projeto de Lei sobre Empréstimo Interbibliotecãrio, apresentado por Odette Senna de
Oliveira
Penna.

TEMA VI - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Atual situação das bibliotecas em Belo Horizonte, por
nais Maria Pereira Vial.

An-

2.

Informações sobre bibliotecas escolares da
Secretaria
de
Educação e Cultura do Rio Grande do Sul, por Elvira Barcelos Sobral.

Resoluções e conclusões

2

1.

que Seja encaminhada ao Centro de Pesquisas e
Orientação
Educacionais, da Secretaria da Educação e_Cultura, do
Estado do Rio Grande do Sul, uma recomendação para que o cu_r
so básico de biblioteconomia daquele Centro seja realizado
em caráter permanente.

2.

que seja feita uma recomendação ãs Secretarias de Educaçao
e Cultura dos Estados, no sentido de que sejam
extendidas
aos professores bibliotecários, portadores de certificados
ou diplomas de biblioteconomia, as vantagens concedidas as
professoras com regência de classe.

3.

que seja solicitada ã Federação Brasileira de
Associações
de Bibliotecários (FEBAB) a criação de uma comissão de estudos para o problema das bibliotecas escolares.

4.

que essa mesma Comissão estude a possibilidade de assinat^
ra de convênios com as Secretarias de Educaçao dos Estados
para o estabelecimento de um plano de assistência
técnica
ãs bibliotecas do sistema escolar brasileiro.

3

4

5

6

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gentilmente por:

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TEMA VII - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

A Federação Brasileira de Associações de
Bibliotecários
(FEBAB) e suas Associações Filiadas, por Laura Garcia Mor£
no Russo.

Resoluções e conclusões

2

1.

que sejam formulados votos de louvor ãs seguintes Institu^
ções: a) Associação Pernambucana de Bibliotecários,
por
ter organizado o I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
b) ã Associação Bahiana de Bibliotecários, por ter organizado o II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação; c) ã Biblioteca Pública do Paraná e ã
Universidade do Paraná, por terem organizado o III Congresso Bras^
leiro de Biblioteconomia e Documentação.

2.

que se faça um apelo a Universidade do Ceará e ã Biblioteca Pública de Fortaleza para que organizem, o mais rapidamente possível, sua Associarão de Bibliotecários,
tendo
em vista a próxima realizaçao do IV Congresso
Brasileiro
de Biblioteconomia e Documentação naquele Estado.

3.

que seja solicitada ã FEBAB, tendo em vista a recomendação
do Professor Zeferino Ferreira Paulo, a criação de uma comissão para estudar e regulamentar a realização de
cursos
periódicos de atualização de conhecimentos de Bibliotecono^
mia e Documentação, destinados aos bibliotecários,
especialmente aos relacionados com escolas de
biblioteconomia
ou com funções diretivas.

4.

que os problemas relativos à Biblioteconomia e ã
Documentação, de interesse luso-brasileiro, sejam inseridos
com
maior destaque nos temários dos futuros Colóquios Internacionais de Estudos Lus0-Brasileiros.

5.

que seja consignado um voto de louvor a Jose Cisio Regueira Costa, um dos pioneiros da biblioteconomia moderna
no
Recife e patrocinador do I Congresso Brasileiro de Bibliote conomia.

6.

que seja consignado um voto de louvor a Bernadette
Sinay
Neves, da Bahia, por ter sido a primeira bibliotecária br£
sileira a encetar estudos e apresentar propostas
visando
ã criação da Federação de Associações de Bibliotecários do
Brasil.

7.

que seja consignado um voto de louvor a Guiomar
Carvalho
Franco, de São Paulo, pela verdadeira obra de
catequese
que desenvolveu naquele Estado, como um dos fundadores
da
primeira Associação de Bibliotecários do Brasil, a Assoei^
ção Paulista de Bibliotecários.

8.

que seja encaminhada ã universidade do Recife a
expressão
do reconhecimento dos bibliotecários brasileiros por
ter
sido uma das primeiras a acolher um curso regular de
Biblioteconomia, de 1950.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-39-

9.

que seja observada a seguinte norma no IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação: apos as
discussões dos diversos temas, as recomendações deverão ser
lidas, antes de serem postas em votação, para que os Congre^
sistas julguem se elas representam, realmente, as
conclusões obtidas durante a discussão.

10.

que sejam designados congressistas para acompanharem
as
recomendações votadas e apresentarem na primeira sessão do
Congresso seguinte, o resultado do trabalho feito,
para
que os bibliotecários possam tomar conhecimento
do
fruto
do Congresso anterior e das causas que motivaram os resultados negativos de algumas recomendações, e que sejam
encarregados da realização desse trabalho, com relação
ao
III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
o seu Relator Geral e o seu Secretário Geral.

11.

que seja consignado um voto de louvor ã bibliotecária Fran
cisca Buarque de Almeida, homenageada deste Congresso, por
ter empregado o melhor de seus esforços na introdução
da
biblioteconomia no Estado do Paraná e na organizaçao
de
sua Biblioteca Pública.

12.

que sejam consignados, como homenagens póstumas, votos
de
louvor ao Magnífico Reitor Joaquim Amazonas, da Universid^
de do Recife e do Dr. Jorge de Andrade Maia, bibliotecário
da Faculdade de Medicina de São Paulo.

13.

que seja consignado um voto de louvor ao Magnífico Reitor,
Professor Edgar Santos, por ter apoiado e estimulado, desde a fundação da Universidade da Bahia, em 1946, a
Escola
de Biblioteconomia da Bahia, proporcionando-lhe os
meios
de funcionamento em instalações de outras unidades universitárias, reconhecendo-lhe, em 1953 , os diplomas
anterior^
mente expedidos pela Escola e incluindo a mesma, em
caráter definitivo, entre as unidades que compõem a Universida.
de da Bahia, através do novo Estatuto da Universidade,
em
maio de 1948.

14.

que seja consignado um voto de louvor ã Comissão Organizadora e Executiva deste III Congresso, aos colaboradores
e
demais componentes de todas as sessões que tao bem se
desincumbiram de seus trabalhos.

15.

que através da Federação Brasileira de Associações
de Bibliotecários (FEBAB) e das Associações de Classe, os
bibliotecários e documentalistas procurem apresentar
trabalhos e participar das reuniões anuais da Sociedade Brasilei^
ra para o Progresso da Ciência (SBPC) , no setor Informação
Científica e Documentação, a fim de que se estabeleça maior
contato entre bibliotecários e especialistas dos
diferentes assuntos.

16.

que seja recomendada ã Organização dos Estados
Americanos
(OEA) (Dr. José A. Mora, Secretário Geral, Pan
American
Union) e ao Departamento de Estado dos Estados Unidos,
a
convocação da III Assembléia Geral dos Bibliotecários Americanos .

Digitalizado
gentilmente por:

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17.

que seja recomendado ao governo que se instalara no
país,
a partir de 31 de janeiro, o estudo acurado do atual siste
ma de importação de livros no Brasil, recomendando a adoçao
de um dolar-livro para a simplificação do mesmo.

18.

que sejam apresentados agradecimentos ã FID (Federação Internacional de Documentação) , ã IFLA (Federação Internacio^
nal de Associações de Bibliotecários) e ã ALA ( Associação
de Bibliotecários Americanos) por se terem feito representar no III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação .

19.

que seja aceito o convite do Magnífico Reitor Antonio Martins Filho, da Universidade do Ceará, para que se
realize
em Fortaleza o IV Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia
e Documentação.

20.

que a data de realização do IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação seja, em princípio
de
julho
de 1962, ficando o Magnífico Reitor da Universidade
do
Ceará autorizado a transferi-la para julho de 1963,
caso
julgue oportuno.

21.

que seja recomendado ã Universidade do Ceará o entrosamento com a Federação Brasileira de Associações de Bibliotec^
rios (FEBAB) e o Instituto Brasileiro de Bibliografia e D£
cumentação.

22.

que seja recomendada ã Universidade do Ceará a adoção
do
Regulamento do III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
e Documentação para servir como estatuto básico do IV
Con
gresso, principalmente no que se refere ao Artigo 49,
que
determina deverem os trabalhos apresentados ser de autoria
de bibliotecários-documentalistas diplomados por
Escolas
de Biblioteconomia e Documentação.

23.

que o temário do IV Congresso Brasileiro de
mia e Documentação seja o seguinte:
Tema Central
Tema I
Tema II
Tema III
Tema IV
Tema V

Bibliotecono-

A educação através da biblioteca
Processos técnicos e intercâmbio
Bibliotecas publicas,
infanto-juvenis ,
ambulantes e escolares
Informação científica
Educação do bibliotecário-documentalista
Arquivologia

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�-41

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO
Fortaleza - 1963
TEMÃRIO

TEMA I

- PROCESSOS TÉCNICOS E INTERCÂMBIO
a) Aquisição planificada
b) Catálogos coletivos; Catalogação Cooperat^
va Centralizada
~
c) Novas tendências de normalização dos traba
Ihos de Catalogação e Classificação

TEMA II

-

BIBLIOTECAS PÚBLICAS , INFANTO-JUVENIS ,
AMBULANTES E ESCOLARES
a) Sistemas regionais de Bibliotecas Publicas
e Municipais: seus serviços e atividades
b) Papel da Biblioteca no Plano Nacional
de
Educação
c) 0 Instituto Nacional do Livro e o programa
nacional para o desenvolvimento dos serviços das bibliotecas públicas
d) 0 SESC, o SESI e suas bibliotecas ambulantes

TEMA III

-

INFORMAÇÃO CIENTÍFICA
a) Bibliotecas universitárias. Função das Bibliotecas Centrais Universitárias
b) Bibliotecas Especializadas
c) Centros de Documentação e Informação Técni
co-cientifica
~
d) Teletipos na informação
e) Organização da Bibliografia Nacional
f) Mecanizaçao bibliográfica
g) Centros de Reprodução de Documentos: organizaçao e aparelhamento
h) Normalizaçao da Documentação
i) Terminologia cientifica

TEMA IV

TEMA V

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO - DOCUMENTALISTA
a) Tendências modernas dos currículos
b) Intercâmbio entre as Escolas de Biblioteco
nomia
~
c) Movimento associativo nacional e
internacional - FEBAB, Associações Nacionais,FID,
FID/CLA, ISO e IFLA
d) Ética profissional
-

TEMA CENTRAL -

ARQUIVOLOGIA
A EDUCAÇÃO ATRAVÉS DA BIBLIOTECA

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gentilmente por:

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RELAÇÃO DOS TRABALHOS POR AUTORES

1.

ALBUQUERQUE, Francisco Figueiredo Luna de
A Diretoria do Ensino Superior, A Biblioteconomia
e
a
Documentação (inclui a bibliografia
preliminar inédita
de Teses Brasileiras).

2.

ANDRADE, Marinha de
Considerações sobre o sistema de aquisição
(Comunicação Oficial).

3.

2

ARAGAO, Esmeralda Maria de
Sistemas regionais de bibliotecas:
o Serviço Nacional de Biblioteca.

planificada

seu entrosamento com

4.

BRAIDATO, Zilda Therezinha Braga
Bibliotecas especializadas.

5.

BRANDÃO, Maria Helena &amp; BOCCATELLI, Philomena
A Semana Nacional da Biblioteca.

6.

brandão, Maria Helena &amp; LEITE, Maria Alice Toledo
0 SESI e suas bibliotecas

7.

BORGES, Esteia Maris
0 SESC de Minas Gerais e suas bibliotecas ambulantes.

8.

CABRAL, Aline de Miranda
Mapas, tombamento, registro, catalogação, classificação,
número de chamada, arranjo das peças, organização de ca.
tãlogos, glossário e bibliografia.

9.

CARDIM, Voline
Ética profissional. Nova sugestão
para
os
currículos
das Escolas de Biblioteconomia e Documentação.

10.

CARVALHO, Felisbela Liberato de Matos
Educação do bibliotecário documentarista.

11.

CONCEIÇÃO, Maria de Lourdes do Carmo
A CDU no Arquivo Público da Bahia.

12.

CUNHA, Lelia Galvão Caldas da
Teleimpressores no catálogo coletivo.

13.

CUNHA, Lygia da Fonseca Fernandes da
0 setor Retratos na Seção de Iconografia

14.

CUNHA, Maria Luiza Monteiro da
Novas tendências de normalização dos trabalhos de
cat£
logação .
Anexos: 1) Nomes brasileiros e portugueses:
problemas
e soluções (Orçamento de base n9 13
apresen
tados a SIC)
2) Relatório oficial preliminar da
Conferência
Internacional de Catalogação.

15.

CUNHA, Maria Luiza Monteiro da
Informe acerca do Seminário sobre o desenvolvimento das
bibliotecas universitárias na América Latina.

16.

DAMÃSIO, Consuelo Godoy
Biblioteca ambulante do Serviço Social do Comércio
ministração Regional no Estado de São Paulo).

3

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5

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(Ad-

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2

17.

DIAS, Antonio Caetano
Tendências modernas do currículo no ensino da Biblioteconomia .

18.

FERRAZ, Marta Mouro
0 SESC, o SESI e suas bibliotecas ambulantes.

19.

FERREIRA, Havilah Cunha Pinto
Uma experiência em indexação coordenada.

20.

GREGOL, Lourdes Catharina
As bibliotecas ambulantes do SESC e SESI do
do Sul .

Rio Grande

21.

GONDIM, Sylvia Pedrosa
Das moléculas conceituais à informação.

22.

GUARNIERI, Alice Camargo
Notas sobre o problema da informação nas bibliotecas e£
pecializadas .

23.

GUARNIERI, Alice Camargo
Utilidades dos centros de documentação:
Centro de Documentação Infanto-Juvenil .

fundaçao de

um

24.

HAMAR, Alfredo Américo
0 Ensino da Biblioteconomia na cidade de São Carlos.

25.

HENRIQUES, Thals Caldeira
Sistema de aquisição planificada.

26.

LEITE, Maria Alice Toledo &amp; PINHEIRO, Maria Cecília
Congressos brasileiros de Biblioteconomia e
Documentação: estudo comparativo das suas resoluções com
o
que
foi realizado.

27.

LIMA, Maria Lectícia de Andrade
A Biblioteca escolar e o ensino primário.

28.

LUNA, Dinorã de Mendonça
Problemas das Bibliotecas Especializadas.

29.

MACEDO, Neusa Dias
Movimento associativo nacional e internacional:
ciência associativa.

Cons-

30.

MACEDO, Neusa Dias
Formação integral do bibliotecário documentalista bras^
leiro .

31.

MARTINS, Myriam Gusmão de
A Biblioteca Pública do Estado da Paraíba.

32.

MARTINS, Myriam Gusmão de
Estabelecimento de serviços bibliotecários no Estado da
Paraíba através da Biblioteca Pública situada
em
João
Pessoa.

33.

MARTINS, Myriam Gusmão de
Notação de documentos oficiais.

34.

MEDEIROS, Heloísa
0 especialista em informação científica.

35.

PENNA, Carlos Victor
Los servicios bibliotecários y el planeamiento
Educaciõn.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

de

la

�-44-

cm

36.

PRADO, Flãvia Rubens Accioli do
Os arquivos como fonte fundamental de documentação.

37.

REIS, Cacilda Basilio de Sousa
0 Instituto Nacional do Livro e o seu programa para
desenvolvimento das bibliotecas brasileiras.

38.

RIBEIRO, Fernanda Leite
A propósito do programa da FID/CLA.

39.

RUSSO, Laura Garcia Moreno
Catalogação de entidades governamentais do Brasil.

40.

RUSSO, Laura Garcia Moreno
código de ótica do Bibliotecário Brasileiro.

41.

RUSSO, Laura Garcia Moreno
As Escolas de Biblioteconomia no Brasil.

42.

RUSSO, Laura Garcia Moreno
A FEBAB: histórico, estrutura e funcionamento.

43.

RUSSO, Laura Garcia Moreno
A FIAB/SAL: histórico e atividades.

44.

RUSSO, Laura Garcia Moreno
A IFLA - histórico e atividades.

45.

SANTANA, Eurldice Pires &amp; OLIVEIRA, Margarida Pinto de
0 Teletipo na informação científica.

46.

SEIXAS, Maria Orlando de Andrade Bezerra
Integração e desenvolvimento das bibliotecas
nacional.

na

o

vida

47.

VERRI, Gilda Maria Whitaker
Documentação na indústria têxtil.

48.

VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
Relatório sobre as providências tomadas em adoção
ãs
resoluções do III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação.

49.

VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
Situação atual da permuta de publicações no Brasil.

50.

VICENTINI, Abner Lellis Corrêa
Tendências de normalização dos trabalhos de classificação: histórico e atividades da Comissão Brasileira
de
Classificação Decimal Universal (IBBD/CDU) .

51.

VOLPINI, Elton Eugênio
Bibliotecas departamentais.

2

3

4

5

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gentilmente por:

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RELAÇÃO DOS TRABALHOS PELOS TÍTULOS

2

1.

Os arquivos como fonte fundamental de documentação via Rubens Accioli do Prado.

Fl£

2.

Bibliotecas ambulantes do Serviço Social do Comércio (Administração Regional no Estado de São Paulo) - Consuelo
Godoy Damãsio.

3.

A Biblioteca Escolar e o ensino primário - Maria Lecticia
de Andrade Lima.

4.

A Biblioteca Publica do Estado da Paraíba - Myriam Gusmão
de Martins .

5.

As bibliotecas ambulantes do SESC e SESI do Rio Grande do
Sul - Lourdes Catharina Gregol .

6.

Bibliotecas departamentais - Elton Eugênio Volpini.

7.

Bibliotecas especializadas - Zilda Therezinha Braga Braidato .

8.

A CDU no Arquivo Publico da Bahia - Maria de Lourdes
Carmo Conceição.

9.

Catalogação de entidades governamentais do Brasil - Laura
Garcia Moreno Russo.

do

10.

CÕdigo de Ética do Bibliotecário Brasileiro - Laura
cia Moreno Russo.

11.

Congressos Brasileiros de Biblioteconomia e Documentação:
estudo comparativo das suas resoluções com o que
foi
realizado - Maria Alice Toledo Leite e Maria
Cecília
Pinheiro .

12.

Considerações sobre o sistema de aquisição
Marinha de Andrade.

13.

Das moléculas
Gondim.

14.

A Diretoria do Ensino Superior. A Biblioteconomia e a Documentação - Francisco Figueiredo Luna de Albuquerque.

15.

Documentação na indústria têxtil - Gilda Maria
Verri .

16.

Educação do bibliotecário documentarista - Felisbela Lib£
rato de Matos Carvalho.

17.

0 ensino da Biblioteconomia na cidade de São Carlos fredo Américo Hamar.

18.

As Escolas de Biblioteconomia no Brasil - Laura
Moreno Russo.

Garcia

19.

0 especialista em informação cientifica - Heloísa
ros .

Medei-

20.

Estabelecimento de serviços bibliotecários no Estado
da
Paraíba através da Biblioteca Pública situada em
João
Pessoa - Myriam Gusmão de Martins.

3

4

5

6

planificada -

conceituais ã informação - Sylvia

Digitalizado
gentilmente por:

Gar-

Pedrosa

Whitaker

Aj^

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2

21.

Ética profissional. Nova sugestão para os currículos
das
Escolas de Biblioteconomia e Documentação - Voline Cardim.

22.

A FEBAB; histórico, estrutura e funcionamento - Laura Ga£
cia Moreno Russo.

23.

A FIAB/SAL:
Russo.

histórico e atividades - Laura Garcia

Moreno

24.

Formação integral do bibliotecário documentalista
leira - Neusa Dias Macedo.

brasi-

25.

A IFLA:
so .

26.

Informe acerca do Seminário sobre o desenvolvimento
das
bibliotecas universitárias na America Latina
Maria
Luiza Monteiro da Cunha.

27.

0 Instituto Nacional do Livro e o seu programa para o desenvolvimento das bibliotecas brasileiras - Cacilda Basílio de Sousa Reis.

28.

Integração e desenvolvimento das bibliotecas na vida
cional - Maria Orlando de Andrade Bezerra Seixas.

29.

Mapas: tombamento, registro, catalogação, classificação ,
numero de chamada, arranjo das peças, organizaçao
de
catálogos, glossário e bibliografia - Aline de
Miranda
Cabral.

30.

Movimento associativo nacional e internacional:
cia associativa - Neusa Dias Macedo.

31.

Notação de documentos oficiais - Myriam Gusmão de Martins.

32.

Notas sobre o problema da informação nas bibliotecas
pecializadas - Alice Camargo Guarnieri.

33.

Novas tendências de normalização dos trabalhos de catalogação - 1) Nomes brasileiros e portugueses:
problemas
e soluções, 2) Relatório oficial preliminar da
Conferência Internacional de Catalogação - Maria Luiza Montei
ro da Cunha.

34.

Problemas das Bibliotecas Especializadas - Dinorá de Mendonça Luna.

35.

A propósito do programa da FID/CLA - Fernanda Leite Ribe^
ro .

36.

Relatório sobre as providências tomadas em adoção ãs res£
luções do III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação - Abner Lellis Corrêa Vicentini.

37.

A Semana Nacional da Biblioteca - Maria Helena Brandão
Philomena Boccatelli.

38.

Los servicios bibliotecários y el planeamiento de
cación - Carlos Victor Penna.

39.

0 SESC, o SESI e suas bibliotecas
ro Ferraz.

3

4

5

histórico e atividades - Laura Garcia Moreno Rus-

6

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gentilmente por:

na-

Consciên

es-

e

la Edu-

ambulantes - Marta Mou-

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2

40.

O SESC de Minas Gerais e suas bibliotecas
Esteia Maris Borges.

41.

0 SESI e suas bibliotecas - Maria Helena Brandão e
Alice Toledo Leite.

42.

0 setor Retratos na Seção de Iconografia - Lydia da
seca Fernandes da Cunha.

43.

Sistema de aquisiçao planificada - Thais Caldeira
ques .

44.

Sistemas regionais de bibliotecas: seu entrosamento com o
Serviço Nacional de Biblioteca - Esmeralda Maria de Ar£
gão.

45.

Situação atual da permuta de publicações no Brasil- Abner
Lellis Corrêa Vicentini.

46.

Teleimpressores nos
Caldas da Cunha.

47.

0 Teletipo na informação cientifica - Euridice Pires
tana e Margarida Pinto de Oliveira.

48.

Tendências de normalização dos trabalhos de classificaçao:
histórico e atividades da Comissão Brasileira de Classi
ficação Decimal Universal - Abner Lellis Corrêa VicentT
ni .

49.

Tendências modernas do currículo no ensino da Biblioteconomia - Antonio Caetano Dias.

50.

Uma experiência em indexaçao coordenada - Havilah
Pinto Ferreira.

51.

Utilidades dos centros de documentação: fundaçao de
um
Centro de Documentação Infanto-Juveni1 - Alice
Camargo
Guarnieri.

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4

5

6

ambulantes

catálogos coletivos - Lelia

Digitalizado
gentilmente por:

-

Maria
FonHenri-

Galvao
San-

Cunha

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RESOLUÇÕES E CONCLUSÕES

TEMA I - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Considerações sobre o sistema
por Marinha de Andrade.

de

aquisição planificada,

2.

Mapas: tombamento, registro, catalogação,
classificação,
numero de chamada, arranjo das peças, organização de c^
tãlogos, glossário e bibliografia, por Aline de Miranda
Cabral.

3.

0 Setor Retratos na Seção de Iconografia, por Lydia
Fonseca Fernandes da Cunha.

4.

Novas tendências de normalização dos trabalhos de catalogação, por Maria Luiza Monteiro da Cunha.

5.

Sistema de aquisição planificada, por Thais Caldeira Henrique s .

6.

Notação de documentos oficiais, por Myriam Gusmão de Martins .

7.

Catalogaçao de entidades governamentais do Brasil,
Laura Garcia Moreno Russo.

8.

Tendência moderna para normalização dos trabalhos de cias
sificação: histórico e atividades da Comissão Brasileira de Classificação Decimal Universal (IBBD/CDU),
por
Abner Lellis Corrêa Vicentini.

9.

Situação atual da permuta de publicações no Brasil,
Abner Lellis Corrêa Vicentini.

da

por

por

Resoluções e conclusões

2

1.

Ao Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação pa
ra publicar o Catálogo Coletivo Nacional, com
atualizações frequentes e os Catálogos Coletivos dos Centros
Regionais de Informação, quando oportunos; às
bibliotecas
para que procurem colaborar com os serviços
auxiliares
existentes, tais como o Catálogo Coletivo Nacional,
Centros Regionais de Informação Bibliográfica e outros,
inclusive os que venham a ser constituidos.

2.

Ã Comissão Nacional do Catálogo Coletivo para que
aprove
e ponha em prática o CÕdigo Nacional de Empréstimos entre
Bibliotecas.

3.

Ao Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentarão pa_
ra estudar a possibilidade de criação de uma Comissão Cen
trai de Coordenação, que será responsável pela apresentação de um plano objetivo, dentro da realidade brasileira,
que norme as condições mínimas necessárias para a partic^
pação das bibliotecas no "Sistema de Aquisição Planificada" .

3

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5

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gentilmente por:

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2

3.1

Ã Comissão Central de Coordenação para estudar,
de manei
ra especial, a situação das bibliotecas universitárias de
Escolas e Faculdades.

4.

As Universidades para que ponham em pratica, em
sua rede
de bibliotecas, o Sistema de Aquisição Planificada,
com
o fim de verificar as conveniências e inconveniências
da
medida, visando a sua posterior aplicação
em
âmbito
amplo, isto é. Estadual e Nacional.

5.

As bibliotecas brasileiras para que respondam,
com a bre
vidade possível e clareza^necessãria, ao questionário de7
tinado a coligir informações para a publicação "Bibliotecas Especializadas Brasileiras".

5.1

Para que as bibliotecas determinem, ao escolher
o
tema
ou assunto que se propõem a cobrir integralmente,
aquele
que, dentro de suas possibilidades, realmente poderá
ser
atendido pelo acervo ja existente ou a adquirir.

6.

Aos Centros Regionais de Informação Bibliográfica
para
que escolham, em cada região, uma biblioteca para ser
a
depositaria da coleção especializada em assuntos referentes ã mesma região.

7.

Ao Instituto Brasileiro de Bibliografia e
Documentação
para incluir, na publicação das futuras edições de
"Bibliotecas Especializadas Brasileiras", também os
títulos
das publicações periódicas editadas pelas
Instituições
relacionadas.

8.

Ao Instituto Nacional do Livro e ã Biblioteca Nacional pa
ra evitarem a duplicação resultante de publicação da
Bi~
bliografia Brasileira, da Bibliografia Brasileira Corrente_^ (divulgada pela Revista do Livro) e do Boletim Bibliográfico, dividindo tarefas e delimitando os campos.

9.

A Diretoria do Ensino Superior para publicar, regular
e
periodicamente, bibliografia de teses e dissertações reme
tidas pelas Universidades e Escolas.
~

10.

Ao Sindicato Nacional de Editores de Livros e Publicações
para restabelecer a publicação do "Boletim
Bibliográfico
Brasileiro".

11.

Ao Serviço Nacional de Bibliotecas para auxiliar a Biblio
teca Nacional a constituir um Centro Nacional de
PermutT
de Publicações.

12.

Ao Ministério de Educação e Cultura, no sentido de
sugerir ao Governo Federal que remeta ao Congresso
Nacional
um anteprojeto de lei determinando que as repartições dos
Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário enviem
suas
publicações ã Biblioteca Central da Universidade de
Brasília, a qual caberá divulgá-las, periodicamente, num boletim bibliográfico.

13.

Ãs Escolas de Biblioteconomia, Bibliotecas, Serviços
de
Documentação, Editores de Bibliografias Gerais ou Especia
lizadas e de Catálogos Brasileiros, para que sejam posta¥
em pratica as regras para entrada de nomes brasileiros
e
portugueses, apresentadas no Documento n. 13 da
Conferên
cia Internacional de Catalogação.
~

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-50-

14.

Âs Associações Bibliotecárias que deem a mais ampla divul^
gaçáo no Brasil dos princípios da Conferência Internacional de Catalogação, facilitando a sua aplicação não so nas
Bibliotecas e Serviços de Documentação, como também
no
preparo de bibliografias.

15.

À Comissão Brasileira de Catalogação.

15.1

Para estabelecer entendimentos com as Instituições de Po£
tugal, a fim de que também naquele pais sejam
postas
em
prática as recomendações dos itens 13 e 14.

15.2

Para que suas Secções Estaduais desenvolvam
o melhor
de
seus esforços no sentido de que as recomendações dos itens
13 e 14 tenham rápido cumprimento.

15.3

Que se empenhe na instituição de Comissões Estaduais
Catalogação nos Estados em que ainda não existam,

15.4

Que sugira a inclusão do Documento n. 13, da
Conferência
Internacional de Catalogação, como norma da
Associação
Brasileira de Normas Técnicas para citação bibliográfica.

de

TEMA II - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Integração e desenvolvimento das bibliotecas
na vida nacional, por Maria Orlando de Andrade Bezerra Seixas.

2.

0 SESC de Minas Gerais e sua biblioteca, por Esteia Maris
Borges.

3.

0 SESI e suas bibliotecas, por Maria Helena Brandão
Maria Alice de Toledo Leite.

4.

A biblioteca ambulante do SESC (Administração Regional do
Estado de São Paulo), por Consuelo Godoy Damásio.

5.

0 SESC, o SESI e suas bibliotecas ambulantes,
Mouro Ferraz.

6.

As bibliotecas ambulantes do SESC e SESI do
do Sul, por Lourdes Catharina Gregol.

7.

A biblioteca escolar e o ensino primário, por Maria Lect^
cia de Andrade Lima.

8.

Estabelecimento de serviços bibliotecários no estado
da
Paraíba, através da Biblioteca Publica situada
em
João
Pessoa, por Myriam Gusmão de Martins.

9.

A Biblioteca Pública do Estado da Paraíba,
Gusmão de Martins.

10.

2

3

por
Rio

por

e

Marta
Grande

Myriam

0 Instituto Nacional do Livro e o seu programa para o desenvolvimento das bibliotecas brasileiras, por
Cacilda
Basilio de Sousa Reis.

4

5

6

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gentilmente por:

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Resoluções e conclusões

cm

2

1.

Enviar mensagens às Assembléias Legislativas
Estaduais,
no sentido de serem votadas verbas especiais para o
desenvolvimento das bibliotecas públicas.

2.

Para que seja criado o Centro Nacional de Documentação In
fanto-Juveni1, na atual Biblioteca Infanto-Juvenil Monte^
ro Lobato, de São Paulo, substituindo o nome desta
por
Centro Nacional de Documentação Infanto-Juvenil
Monteiro
Lobato.

2.1

Que entre suas finalidades inclua a de orientar,
coordenar e divulgar as bibliotecas infanto-juvenis ja existentes, as quais se tornariam Centros Regionais,
fomentando
também a criação de novas bibliotecas desse genero.

2.2

Que lhe caiba ainda o depósito legal da literatura
to-juvenil editada no pais.

2.3

Que seja apresentado, no próximo Congresso, plano de orga^
nização desse Centro e, se a idéia se concretizar
antes
desses dois anos, trabalho sobre o mesmo.

3.

Aos organizadores do próximo Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação, no sentido de que dele participem autoridades nacionais, estaduais e municipais
no
setor da administração de ensino, em todos os níveis.

4.

Ao Ministério da Educação e Cultura para que inclua,
nas
Campanhas de Alfabetização de Educação de Base, a partic^
pação de bibliotecários através do Instituto Nacional
do
Livro, das Bibliotecas Populares e das Associações de Cla^
se .

5.

Ao Serviço Nacional de Bibliotecas, ao Instituto Nacional
do Livro e ã Federação Brasileira de Associações Bibliote^
carias para que se empenhem junto aos organizadores
de
congressos de Educação e de Professores, no sentido
da
participação de bibliotecários nesses congressos.

6.

Ã Comissão Organizadora do Congresso Nacional de Profess£
res Primários a se realizar brevemente, no Rio de
Janeiro, para que inclua a "Função da Biblioteca no Ensino Pri^
mário" no temário do mesmo.

7.

Ãs Associações de Bibliotecários para que enviem ã Federa^
ção Brasileira de Associações Bibliotecárias
relatório
com informações sobre as necessidades das bibliotecas
de
seus Estados, passíveis de serem atendidas pelo
Instituto Nacional do Livro.

7.1

Ã Federação Brasileira de Associações Bibliotecárias para
que apresente ao Instituto Nacional do Livro
sugestões
baseadas nos problemas e estudos focalizados pelas
Associações de Bibliotecários.

8.

Ãs Escolas de Biblioteconomia para que enfatizem no desen
volvimento de seus programas, os serviços prestados
pelo
Instituto Nacional do Livro às bibliotecas.

3

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infan

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2

9 .

Aos bibliotecários para que deem apoio ao Instituto Nacio
nal do Livro e mantenham as suas bibliotecas em
conta”
to com aquela Instituição, para dela receberem a
parcela
de serviços que lhes é devida.

10.

Aos bibliotecários de todo o País para que procurem escla
recer as bibliotecas de suas cidades e de lugares
circun
vizinhos sobre as vantagens em se inscreverem no Instituto Nacional do Livro.

11 .

Ao^Instituto Nacional do Livro para que divulgue os
padrões segundo os quais classifica as bibliotecas e
passe
a registrá-las de acordo com esses padrões.

12.

Ao Instituto Nacional do Livro e ao Serviço Nacional
de
Bibliotecas para que realizem estudos e projetos para cria
çáo ou reorganização de bibliotecas públicas, em colaborX
çao com os Serviços Regionais já existentes no país.
~

13 .

Ao Serviço Nacional de Bibliotecas e ao Instituto
Nacional do Livro para que elaborem um Plano Nacional Publicitário sobre a biblioteca publica e sua missão na comunida
de, para servir de subsidio ao Plano Nacional de Educaçao.

14.

Ao Congresso Nacional e Assembléias Legislativas para que
sejam ouvidos os Serviços Regionais de Bibliotecas
quando das votações de verbas relativas ãs bibliotecas.

15 .

Ao Serviço Nacional de Bibliotecas e ao Instituto
Nacional do Livro para que auxiliem os Regionais do
SESC
e
SESI do Norte e Nordeste a desenvolverem os
serviços
de
bibliotecas em face de sua precariedade econômica.

16.

As Associações de Bibliotecários para que incluam em seus
programas da Semana Nacional de Biblioteca,
divulgação
das atividades do Instituto Nacional do Livro.

17.

As Associações de Bibliotecários para que adotem o
lema
"Mais leitura pára um Brasil melhor" nas campanhas da Semana Nacional da Biblioteca.

18.

As Associações de Bibliotecários para que pleiteiem,
dos
Poderes Públicos, mais que apoio, custeio para a
confecção dos folhetos e cartazes alusivos ã Semana Nacional da
Biblioteca.

19 .

Ã Federação Brasileira de Associações de
Bibliotecários
para que encareça aos Governos Estaduais ou Universidades
dos Estados onde não existam Associações ou Escolas de Bi
blioteconomia que patrocinem as comemorações da
Semana’
Nacional da Biblioteca.

20.

Ãs Associações de Bibliotecários para que, no decorrer da
Semana Nacional da Biblioteca, promovam concursos que visem a difundir os benefícios da leitura e da
frequência
ãs bibliotecas.

21.

As Associações de Bibliotecários para que, por ocasião da
Semana Nacional da Biblioteca, organizem mesas
redondas
com bibliotecários, jornalistas, educadores, editores
e
livreiros, nas quais sejam debatidos problemas
relativos
ao livro e ãs bibliotecas.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-53-

22.

Ãs Âssociações de Bibliotecários para que solicitem
seus associados que façam visitas a estabelecimentos
ensino de todos os graus, para divulgar os objetivos
Campanha.

de
de
da

23.

Ãs Âssociações de Bibliotecários ou outras entidades
patrocinadoras da Semana Nacional da Biblioteca,
para
que
seja feita ampla publicidade, por todos os veículos de d^
vulgação, de trabalhos sobre Biblioteconomia e Documentação, durante a Semana Nacional da Biblioteca.

24.

Ã Federação Brasileira de Âssociações de
Bibliotecários
para que envide esforços, junto ao Ministério de
Viação
e Obras Publicas, no sentido de que seja criado um
selo
comemorativo ã Semana Nacional da Biblioteca.

25.

Ã Federação Brasileira de Âssociações de
Bibliotecários
ãs Âssociações de Bibliotecários ou outras entidades
patrocinadoras, para que elaborem cada ano, no período
de
agosto a outubro, os planos de comemoração da Semana Nacional da Biblioteca.

26.

Ã Federação
Brasileira de Âssociações
de Bibliotecários
para que entre em contato com Governos Estaduais e Unive£
sidades, durante os meses de agosto a outubro de cada ano,
buscando interessá-los na Campanha.

27.

Ãs Âssociações de Bibliotecários para que remetam ã Federação Brasileira de Âssociações Bibliotecárias, no
mes
de novembro de cada ano, seus programas para a Semana Nacional da Biblioteca.

28.

Ã
Federação Brasileira de Âssociações de
Bibliotecários
ãs Âssociações de Bibliotecários ou outros
patrocinadores, para que iniciem, desde fevereiro de cada ano, a publicidade da Semana Nacional da Biblioteca.

29.

Âo Excelentíssimo Senhor Governador do Estado de
Pernambuco para que, dentro do seu propósito do Governo
"Levar
a Cultura ao Povo", inclua a reorganização da
Biblioteca
Publica do Estado que dirige,

TEMÂ III - TRâBâLHOS âPRESENTâDOS

2

1.

Teleimpressores nos catálogos
vão Caldas da Cunha.

2.

Â Diretoria de Ensino Superior, a Biblioteconomia e a Documentação (incluindo uma Bibliografia Preliminar inédita
de Teses Brasileiras), por Francisco de Figueiredo
Luna
Âlbuquerque .

3.

Bibliotecas Especializadas, por Zilda Therezinha
Braidato .

4.

Informe acerca do Seminário sobre o desenvolvimento
de
Bibliotecas universitárias na Âmérica Latina, por
Maria
Luiza Monteiro da Cunha.

3

4

5

6

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coletivos, por Lelia

Gal-

Braga

�-54-

5.

Uma experiência em indexação coordenada, por
Cunha Pinto Ferreira.

Havilah

6.

Das moléculas
sa Gondim.

7.

Notas sobre o problema da informação nas bibliotecas espe^
cializadas, por Alice Camargo Guarnieri.

8.

Utilidade dos Centros de Documentação: fundação
de
um
Centro de Documentação Infanto-Juveni1, por Alice Camargo
Guarnieri.

9.

Problemas das Bibliotecas especializadas,
Mendonça Luna.

conceituais ã informação, por Sylvia Pedro-

por Dinorã

de

10.

0 especialista em informação cientifica, por Heloisa
deiros .

Me-

11.

0 teletipo na informação científica, por Euridice
Santana e Margarida Pinto de Oliveira.

12.

Documentação na indústria têxtil,
ker Verri.

13.

Bibliotecas departamentais, por Elton Eugênio Volpini.

por Gilda Maria

Pires
Whita-

Resoluções e conclusões

2

1.

Aos responsáveis pela administração dos órgãos, cuja cooperação é indispensável ã consecução dos planos do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, no desenvolvimento do Catálogo Coletivo Nacional - ou seja,
ã
Biblioteca Central da Universidade de São Paulo, ã BiblÍ£
teca Central da Universidade de Brasília, aos Serviços Cen
trais de Informações Bibliográficas das Universidades
da
Bahia, de Minas Gerais e do Ceará, ao Serviço Central
da
Universidade do Recife, ao Centro de Bibliografia e Documentação da Universidade do Paraná, ao Serviço de Bibliografia e Documentação da Universidade do Rio
Grande
do
Sul, ã Biblioteca Central da Universidade do Pará, ãs Bibliotecas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia,
da Faculdade Nacional de Medicina, do Instituto
Oswaldo
Cruz, do Museu Nacional, do Departamento da Produção Min£
ral, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e do
Centro Nacional de Informação em Microbiologia para
que
estudem a possibilidade de instalação de uma rede de tele^
comunicações, facilitando as medidas necessárias ã execução do projeto, cujas condições foram propostas pela Rede
Nacional de Telex do Departamento de Correios e
Telégrafos .

2;

Ao Instituto Nacional do Livro, ã Associação
Brasileira
de Normas Técnicas, e ao Instituto Brasileiro de
Bibliografia e Documentação para que entrem em
entendimentos
com o Sindicato Nacional de Editores, Governos Federal
e
Estaduais para que todas as obras editadas
apresentem,
no mínimo, uma ficha contendo informações sobre autor, t^
tulo, imprenta, colação e sumário, além do
cabeçalho
de
assunto indicado pelo autor e das classificações da
CDU
e CD .

3

4

5

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cm

2

3.

Ao Instituto Nacional do Livro para que recomende
ao
Sindicato Nacional de Editores observar em suas
futuras
edições a pagina de rosto tecnicamente perfeita, obedecen
do a ordem: titulo, autor, edição, imprenta,
devendo
a
nota de serie ocupar a pagina de ante-rosto. A mesma orien
taçao deve se estender também às outras partes do
livro,
tais como prefacio, conteúdo, índice alfabético e bibliografia.

4.

Aos Governos Federal e Estaduais para que
providenciem
com urgência as instalações das Centrais Telex,
incentivando o aproveitamento das mesmas no uso pelas
bibliotecas técnico-científicas.

5.

Aos Magníficos Reitores das Universidades Brasileiras para que sejam cumpridas as recomendações do Seminário
sobre o desenvolvimento das Bibliotecas Universitárias
da
América Latina, realizado em Mendoza, em 1962,
sob
os
auspícios da UNESCO e do Governo Argentino, e ratificadas
neste Congresso.

6.

A Redação do índice Tecnológico e ao Instituto
Brasileiro de Bibliografia e Documentação, para que estudem, juntamente com outras entidades de divulgação
bibliográfica
a publicação de suas informações também em forma de
fichas tamanho 7,5 x 12,5.

7.

Ao Instituto Nacional do Livro e ã Associação
Brasileira
de Normas Técnicas para que entrem em entendimento com
o
Sindicato Nacional de Editores, Governos Federal e
Estaduais, no sentido de que em todas as publicações periódicas apresentem informações dos artigos em forma de fichas
tamanho 7,5 x 12,5, incluindo o resumo e o cabeçalho
do
assunto , com a finalidade de facilitar a indexação de ar_
tigos pelas bibliotecas.

8.

Ãs Diretorias do Ensino Primário, Secundário, Superior
e
Industrial para que providenciem a criação de cursos
de
extensão bibliográfica nas escolas primárias,
secundárias, superiores e industriais.

9.

Ã Diretoria do Ensino Superior para que, em
colaboração
com o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
e a Associação Brasileira de Normas Técnicas,
recomende
aos estabelecimentos de ensino e pesquisas de nível superior do Brasil, instruam professores e pesquisadores
no
sentido de que façam uso, em todas as suas
publicações ,
das normas bibliográficas já estabelecidas.

10.

Aos Magníficos Reitores das Universidades Brasileiras para que concedam poderes especiais aos Serviços
Centrais
de Bibliotecas de suas Universidades, no sentido de inte£
virem junto às Imprensas Universitárias, no que
concerne
à aplicação de referências bibliográficas nos
trabalhos
que publicam.

11.

Ao Instituto Brasileiro de Bibliografia
e
Documentação
para que distribua às Escolas, aos Serviços de
Publicações, Instituições Culturais e Editores Brasileiros,
a
obra "Normalização da Documentação no Brasil".

3

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Sc a n
st em
CiereacUnKnto

3

14

15

16

17

18

19

�Ã Universidade do Ceará para que propicie à
Biblioteca
Central da Universidade do Ceará os meios necessários para a sua organização, de modo a atender todas as
exigências da técnica biblioteconômica e documentária,
funcionando realmente como um Serviço Central de Informação
bliográfica, servindo também ao Estado.
Ao Governo do Estado do Ceará, a fim de que colabore atr^
vés de todas as suas repartições, com a Biblioteca
Central da Universidade do Ceará, no trabalho de
reunião
e
difusão da documentação.

TEMA IV - TRABALHOS APRESENTADOS

Formação integral do bibliotecário-documentalista
leiro, por Neusa Dias Macedo.

brasi-

A Semana Nacional da Biblioteca, por Maria Helena Brandão
e Philomena Boccatelli.
Ética profissional. Nova sugestão para os currículos
das
Escolas de Biblioteconomia e Documentação, por Voline Car^
d im.
Educação do bibliotecário documentarista, por
Liberato de Matos Carvalho.

Felisbela

Tendências modernas do currículo no ensino da biblioteconomia, por Antonio Caetano Dias.
0 ensino da biblioteconomia na cidade de São Carlos,
Alfredo Américo Hamar.

por

Congressos brasileiros de biblioteconomia e documentação:
estudo comparativo das suas resoluções com o que foi realizado, por Maria Alice de Toledo Leite e Maria
Cecília
Pimenta Pinheiro.
Movimento associativo nacional e internacional,
cia associativa, por Neusa Dias Macedo.

consciên-

A propõsito do programa da FID/CLA, por Fernanda
Ribeiro .

Leite

código de ética do bibliotecário brasileiro, por
Garcia Moreno Russo.

Laura

As escolas de biblioteconomia do Brasil, por Laura Garcia
Moreno Russo.
A FEBAB: histórico, estrutura e funcionamento, por
Garcia Moreno Russo.

Laura

A FIAB/SAL: histórico e atividades, por Laura Garcia Mor£
no Russo.
A IFLA: histórico e atividades, por Laura Garcia
Russo.

Digitalizado
gentilmente por:

Moreno

�Resoluções e conclusões

Aos organizadores dos futuros Congressos de Biblioteconomia e Documentação para que usem a expressão
"Formação
Profissional" e não "Educação Profissional".
Aos^Ministros de Estado, Diretores de Autarquias, de Fundações e de Entidades Mistas ou Privadas para que cumpram
a Lei n. 4.084, a fim de que seja permitido somente a Bacharéis de Biblioteconomia o exercício do cargo de
Diretor de Biblioteca, de Serviço de Documentação ou de
Instituições da mesma natureza.
Ã Universidade do Amazonas para que organize uma
de Biblioteconomia.

Escola

Aos Magníficos Reitores das Universidades Brasileiras para que as Escolas de Biblioteconomia sejam dirigidas
exclusivamente por bibliotecários.
Ao Instituto Nacional do Livro e ao Serviço Nacional
de
Bibliotecas para que ampliem seus programas de distribuição de bolsas de estudo, para que estudantes possam fazer
seus cursos em Escolas de Biblioteconomia, devendo ser da
da preferencia a candidatos do Interior ou de Regiões me~
nos desenvolvidas .
Que nenhum curso intensivo de Biblioteconomia seja organi
zado sem a participaçao das Escolas de Biblioteconomia ou
de representantes devidamente credenciados.
A FEBAB, para que edite uma revista de biblioteconomia
e
documentação aberta ã colaboração de todos os bibliotecários brasileiros.
As direções das Escolas de Biblioteconomia e Documentação
para que entrem em entendimento com as direções das
demais escolas de ensino superior, no sentido de que
estas
colaborem na realização de cursos de especialização desti
nados a melhor habilitar os bibliotecários
interessadoF
nas diversas especializações.
A Universidade do Ceará para que promova a
criação
uma Escola de Biblioteconomia e Documentação.

de

Ãs^bibliotecas brasileiras e sobretudo aos Centros Biblio
gráficos Regionais, para que colaborem na compilação
da
"Bibliografia da América Latina (BAL)", cuja
Secretaria
é a Biblioteca Nacional do México.
Ãs Escolas de Biblioteconomia do Brasil para que recebam,
como bolsistas, estudantes latino-americanos.
Aos bibliotecários brasileiros, para que colaborem com
a
FID/CLA na_compi1açao da "Bibliografia Latino-Americana de
Documentação".
Aos^professores das Escolas de Biblioteconomia e Documentação para que procurem, por todos os meiõs,
despertar
nos seus alunos a consciência associativa e profissional.

Digitalizado
gentilmente por:

�-58-

14.

Ao Serviço Nacional de Bibliotecas para que, em
colaboração com a FEBAB, promova a organização de seminários de
professores de Biblioteconomia e Documentação, a
fim
de
que sejam debatidos assuntos inerentes ao ensino,
formação profissional e distribuição de bolsas.

15.

Ao.Seminário de Professores de Biblioteconomia e Documentação, mencionado na resolução anterior, para que estude a
possibilidade de fazer coincidir as matérias
ministradas
nas 3 séries dos cursos, visando a facilitar a
transferência de alunos.

16.

Ao Exmo. Sr. Ministro de Estado de Educação e Cultura, no
sentido de ser nomeada uma Comissão de Diretores e Profe^
sores de Escolas de Biblioteconomia e Documentação,
para
uma revisão do Currículo MÍnimo para o ensino da Bibliote^
conomia e Documentação.

17.

Ao Exmo. Sr. Presidente da República seja dirigido um ape_
lo pedindo a sua atenção para o problema das
bibliotecas
brasileiras de modo geral e para o ensino da Bibliotecon£
mia e Documentação nas Universidades de mddo especial.

18.

Aos Magníficos Reitores das Universidades Brasileiras, on
de ainda não funcionam Escolas de Biblioteconomia e Documentação, encarecendo a necessidade urgente de
criaçao,
instalação e funcionamento de tais instituições
em
suas
respectivas universidades.

TEMA V - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Os arquivos como fonte fundamental de documentação,
Flávia Rubens Accioli Prado.

2.

A CDU no arquivo público da Bahia, por Maria
do Carmo Conceição.

de

por

Lourdes

Resoluções e conclusões

1.

Às Escolas de Biblioteconomia e Documentação para que incluam no seu currículo o ensino de Arquivologia.

TEMA CENTRAL - TRABALHOS APRESENTADOS

1.

Los servicios bibliotecários y el planeamiento de
caciõn, por Carlos Victor Penna.

la edu-

Resoluções e conclusões

1.

Aos Exmos. Srs. Secretários de Educação e Cultura dos Estados Brasileiros e ãs Campanhas Nacionais do
Ministério
de Educação e Cultura, recomendando um maior e mais rápido desenvolvimento das bibliotecas escolares, tanto
do
ensino primário como médio, considerando que estas insti-

Digitalizado
gentílmente por:

�-59-

tuições sao indispensáveis
escolares.
2.

ao cumprimento dos

programas

À Secretaria Geral do IV Congresso para que comunique
ao
Sr. CARLOS VICTOR PENNA, Diretor do Centro Regional
da
UNESCO no Hemisfério Ocidental, que os participantes
do
IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
lamentaram a sua ausência e se congratulam com
o
autor
pelo excelente trabalho apresentado: "Los Servicios
Bibliotecários y el Planeamiento de la Educaciõn".

SESSÃO FINAL

2

1.

Que o V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documen
tação seja realizado em Belo Horizonte, em julho de 1965,
sob os auspícios da Universidade de Minas Gerais e da Associação de Bibliotecários de Minas Gerais.

2.

Que o VI Congresso seja realizado em Porto Alegre em 1967
o VII em são Paulo em 1969, o VIII em Brasília em 1971, o
IX em Belém em 1973 e o X no Rio de Janeiro em 1975.

3.

Que o V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documen
tação tenha como Tema Central "A BIBLIOTECA COMO FATOR DE
DESENVOLVIMENTO NACIONAL".

4.

Que as inscrições e apresentação de trabalhos, informes e
comunicações sejam feitas até treze meses antes da realização do V Congresso, sendo fixada para 30 de
MARÇO
de
1965 a data limite.

5.

Que seja incluida a exigência de pequena
biobib1iografia
do autor e de sinopse entre as instruções para apresentação de Trabalhos aos próximos Congressos.

6.

Ã Comissão Organizadora do V Congresso para que estude
a
possibilidade de ser o mesmo organizado em forma de Comis^
sões, para cada tema , a fim de facilitar ao plenário
a
discussão e aprovação das recomendações.

7.

Que seja adotado para o V Congresso o Regulamento
Congresso.

8.

Que seja constituída uma Comissão composta de Edson
Nery
da Fonseca, Fernanda Leite Ribeiro e Maria Luisa Monteiro
da Cunha, para elaborar o anteprojeto do Temário do V Con
gresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
devendo o mesmo ser encaminhado ã FEBAB para a
necessária
articulação com as associações Filiadas para estudo
e
aprovação definitiva do mesmo, dentro de três meses.

9.

Ao Magnífico Reitor da Universidade do Ceará, solicitando
a publicação dos ANAIS do IV Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação, e colocação dos mesmos
ã
venda pela Imprensa Universitária da Universidade do Ceará.

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Sc a n
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C.ereacUnKnto

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Camargo, Maria Victoria de Menezes</text>
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                <text>O presente trabalho foi elaborado com o fim de informar àqueles que não participaram dos Congressos anteriores, o que foi tratado nos mesmos. Organizamos relações de cada Congresso por temas, autores, títulos e resoluções das proposições apresentadas. Possivelmente o trabalho está incompleto porque o material de que dispomos foi insuficiente e contraditório, às vezes, em sua apresentação nas Atas e Boletins. Entretanto, aceitamos sugestões e informações que possam vir a completá-lo e melhorá-lo para um trabalho definitivo.</text>
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                    <text>C fd
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�quinto
congresso brasileiro
de
biblioteconomia
e
documentação

são paulo, 8/15 de janeiro de 1961
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patrocinado pelo instituto nacional do liví

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�BOLETIM
DO
V CONGRESSO BRi^SILEIRO
DE
BIBLIOTECONOMI.. E DOCUMENTLÇlO

Expediente

Coordenador-Chefe
Bibliotecário Francisco L.F. de Llbuquerquo
Coordenadores-ádõuntos
Bibliotecária Esmeralda Maria de Lragão
Bibliotecária Ldelia Leite Coelho
Bibliotecário .jatonio

Briquet de Lemos

Redação
Sala ZOl do Colégio Rio Branco,

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APRESENTAÇÃO
A finalidade deste Boletim é informar sobre o andamento do
V Congresso. Pretendemos noticiar os principais acontecimentos ocorridos no dia anterior e indicar as atividades
programadas para o dia seguinte. Veicular opiniões,
cas e sugestões dos congressistas.

críti-

Servir de traço-de-ionião

entre todos os que aqui nos encontramos com o máximo propósito de valorizar a Biblioteconomia,

enriquecendo-a com o

debate aberto de idóias novas e o conhecimento de experiências frutíferas.
A firma que prometera â Comissão Executiva proporcionar
os meios técnicos para que o Boletim saísse impresso pelo
sistema offset esquivou-se â última hora,

o que forçou a Re-

dação a transportar todo o material para estónceis,

obrigan-

do-nos a abandonar as capas já cortadas e impressas tipogràficamante» Esta a razao porque sai atrasado c prinxGirQ numero.
Mas,

tudo isso é superável. 0 que importa sr^ssaltar

hoje ó que, passados 13 anos da realização do I Congresso,
os bibliotecários brasileiros podem contar uma história de
progresso e de.luta,

como a que está tão vivamente documen-

tada na exposição do 12 andar deste Colégio. Valemo-nos da
oportunidade para enaltecer a dedicação e o desprendimento
dos pioneiros, muitos dos quais tem hoje,

ao nosso lado,

o

privilégio e a alegria de ver que sua semente germinou viçosa.

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�IEFSAG:^!! do ministro da educação
Pcirn a solcnidado do rlDorturc, do Y Congresso, Sua Exc_c
Icncia 0 Ministro Rainimdo lioniz do ^Iragao, titular da Pasta da Educaçao o Cultura, enviou uensagen- a todos os con- —
grossistas, c|uo foi lida, por sua representante no conclave,
a Professora- Nair Portos Abu-Mohry.
Eis, na- íntegra, o toxo da- nonsagen:

"Honrado con o convito para as solcnidados do aberturado V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUII3NTAÇÃO,
o a-o lancntar q_uc outros conpronissoa antoriornente assumidos nao no pornitan conpa-rocor, desejo registrar, nesta, non
sagori, 0 nou aplauso a-o_s realizadores do ’ ta.o importante in^
cia.tiva^e as minhas oolerança-s nos resultados dos estudos
q.uo scrao empreendidos durante o conclave, on prol da difusc-o das bibliotecas c de incremento da. leitura no Brasil.
Sinto-no à vontade para uma docla-raçao do gra.ndo simpatia, o admira,çao polo trabalho do bibliotecário, pois sempre soube ©onproendcr que a sua nobre missão não se esgotava _ nos nistçreg da conservação o catalogação dos livros.
É
muito mais substa.ncial o sou tro-balho, dele pa-rticipando as
mais altas fmçoos da inteligência.
0 permanente da^missão do bibliotecário 6 descobrir
e
nostra.r o valor intrínseco do livro, a sua indispensabilida
do no meio social, como elemento do ligaçao entro o pensa. monto 0 a oxporicncia dos homens o o sou poder do a.tuaçao
na cultura- da humanidade, forma.ndo-a-, a.primorando-a o trans
mitindo-Q do goraça-o a geração do povos.
“
Ja c de si^mui valiosa a. ta-rofa do reunir a bibliografia reclamada cobro dotorninado a.ssuntoj o especialista, so
bretudo nos dias atuais, em que as publica.çocs sc produzem"*’
torroncialmonto, na.o podo prescindir da a-juda- do bibliotecário e do doeimenta-rista. Dcve-lhcs o estudioso de certo ramo do sa.bor o ter às naos, já. sopara-d-o da.s obra.s secimdá
rias ou menos importantes, o conjunto do livros do que precisa. pa.ra a olaboraçao do sua. tese, a. orientaça.o do sua. pos
quisa ou a feitura, do sou discurso.
“
~
^ livro const;itui, ^a.ssim, una- urna. do idéias o a fun çao social do bibliotecário se agiganta e se dignifica
no
congronto da.s vária.s profissoes huma-nas, eis que lida o tra
ta da.í^uilo que os homens se esforçam por perpetuar átravés
dos séculos; as sua-sj idéias, os seus dcsáobrimentos, o seu
saber.
Paço votos para que este Y CONGRESSO, realizado sob os
influxos da. recente legisla-oa-o profissional sobro bibliotoconomi njc
um encontro pa.ra- a. afirmaçao do ver
da.dciro papel, que desempenha o bibliotecário na vida moderna . "

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SESSÃO DE inSTALAÇÃO

Instalou-se, solenenonto, no dia 8, às 21 lioro.s, no
audi.t6iriO' da Eederaoão do Conércio, o_V Congresso Brasi leiro de BiDlioteconoraia o Docunentaçao com a presença de
autorido.des federais, esto.duais, municipais, diretores de
emprêso.s e grande número de congressistas de vários Estados .
A Presidente Executiva, do Congresso, Bibliotecária
L'aura Russo, compôs a Mesa com as seguintes pessoas: Depu
tado Nicolau !Tuma, Professora Nair Pontes Abu-Merhy, re prosentando o Sr. íTinistro^de Educação e Cultura, Professor Raymundo Moniz de Aragao, Acadêmico Josué Ilontello,D^
retor do Museu Histórico Nacional, Professor Euclides Pereira, Junior, representante do Secretário de Educaçao,
Professor Ca.rlos Pasq.ua.lo, Dr. Augus'.o Meyor Pilho, rcpr£
sentante do Presidente de Honra, Aca,dcmico Augusto Meyor,
Professor Laúcido de Ma.ttos Garroux, representante do Con
solho Rcgionc.1 do SESC c do Conselho Regional do SENAC, ""
Professora. Odila Rimon, representante do Sr. Nclson^Cunha
AzevedoDiretor do Departamento Esta.dua.1 de Educaçao,
Professora Helena Bra.ndao, rcprcsenta,nto do SESI, repre oontando a Professora Maria Bra.z, Professor Ca.rlos Henrique liheralli do Conselho Esta.dua.1 de_Educa.çao.
Pez parte ainda da. Bíesa a. Comissão Executiva do Congresso.
A Sra. Laura Garcia. Moreno Russo iniciou os tra.ha
Ihos agradecendo a escolha do seu nome para. Presidente
Executiva, fazendo uma. brilhante exposição das atividades
da classe, apreciando as lutas, as vitória.s, o as pors
pectivas para o faituro. Criticou ainda, o problema, educa ciona.l brasileiro o a ausência das bibliotcca.s nos pla.neja.nontos governamentais, sendo entusiástica.nente apla.udida.
A BIBllOlECA COMO PATOR DE PROGRESSO
0 Professor Josué Montcllo desenvolveu brilhantcmcntc o tema ccntra.l do Congresso: A Biblioteca, como fator
de progrbsso, tecendo considerações filosóficas sobro pro_
gresso, a importância, do livro e a. realidade brasileira,
em termos do biblioteca, c de aultura., concluindo com
as
seguintes pa.la.vras que escreveu cm recente artigo: "Quando hoje pugnamos pa.ra. que, no Brasil, se dê aos problemas
do cultiira. a importá^ncia. que já se da a.os problemas da.
educaçao, nao pretendemos para o nosso País, de imodia.to,
como quer Malra.ux para. o sou, a eminência, do primeiro luga.r, fruto do tempo, da experiência c da. tra.diça.o. • 0
que
desejamos 6 exclui-lo de uma. posição do rota.gua.rda, A cul

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�-4ti-ira, brr.silGiro., araalgndc, por nais de quatro séculos de
civilização, já alcançou a sua, ma-turidadc, c corresponde
por isso nesno a uma. da.s razões essenciais do nossa existência como Na.ção."
E encerrando, concluiu:
"Em nosso Pa.ís, ainda temos necessariamente de aludir
às bibliotecas, quando cogitamos de nossos pla,nos de cultura. Mas dia virá - c espero que para. breve - em que nao
nos sentiremos ma.is obrigados a essa a,lusão.
Nesse dia, inverteremos o eneinciado do tema. geral de
nosso Congresso. Em vez de sermos convocado pa.ra debater
o problema da biblioteca como fator de progresso, estaremos reunidos para aprccia.r o progresso brasileiro como fa
tor do biblioteca.s.^
_
Essa modificação 6 tão singela que podo parecer
um
jogo de pa.lavras. Mas c exatàmonte nela. que esta a dife rença essencio,! entre o Brasil de hohe e o Brasil de amanhã.”
Após o discurso do Professor Josué Montello, a Sra.
Ba,ura Garcia !íorcno Russo fra.n^ucou a palavra a quem dela
quizesse fazor uso, dirigindo a tribuno, o Professor Augu£
to Mcyer Pilho, para agradecer a. escolha, do Br. AUgusto
Moycr para. Presidente de Honra do Cong'resso, tecendo considera,çocs em torno da ”Canpa.3aha do Livro" do Instituto
Nacional do Livro e a fa.lta. de recursos para. cumprir
o
programa., esperando este ano que o Conselho Federal soja.
mais generoso.
Em seguida, a. Presidente encerrou a sessão, agrado condo a presença das a.utorida.des e dos congressistas.

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RSUNI~0 PREx^.-R..TÓRI...
Na Reunião Preparatória do dia 8 a Coiçissão Executiva reuniuse com os relatores d^s seções do temario,
Foram designados
os respectivos secretarioss Tema 1 - Dea Coutinho Amadeoj Tema 2 - Regina Carneiro5 Tema 3 - Hilcke Frederica5 Tema 4 Eurydice Pires de SEJif.úina^ Tema 5 - Laura Maia de Figueiredo | Tema 6 - Gilka Maria Braga5 Tema 7 - Mari^ Leticia de /uidrade Limaj^Tema 8 - Elza Lyrio Melloi e Simposio de Bibliot_e
cas de Empresas - Maria Luiza de Souza Queiroz,
Execução do Regulamento
0 Secretãrio-Executivo, Bibliotecário Francisco Liberato
de Mattos Carvalho, teceu considerações sobro o texto do Regu
lamento,
Deteve-se nos artigos 335 ?h e 35? para os quais apresentou uma interpretação detalhada, a fim de que os traballjos pudessem desenvolver-se de forma orgânica, dentro do espirito do Regulamento,
Suas sugestões, que foram aprovadas e serão obedecidas
no decorrer dos trabalhos, são as seguintess
1, i,s proposições, a que se refere o art, 3iJ-&gt; ho Regulamento
são as constantes de cada trabalho apresentado e as do Relator 5
2, nenhum adendo ou modificação a uma proposição poderá
ser
encaminhada a debate, sem o consentimento do autor da proposiçãoj
3,

após o debate, que não ultrapassaiçá o tempo máximo de 15
minutos para cada propoqição, sera a,mesma imediatqmente
votada, cabendo ao i^lenario referenda-la ou rejeita-la;

l\.»

o cqngressista que desejar debatef uma proposição, solicitara, por escrito, sua inscrição a Mesa, que lhe concedera
a palavra, observando, rigorosamente, a ordem de inscrição5

5,

concedida a palavra, não serão admitidos apartes,
concedidos pelo orador5
§ unico;

6,

salvo os

a Mesa não admitirá debates em paralelo5

a ausência do autor do trabalho à Sessão, exclui os debates das proposições contidas^^no trabalho (art, 35®) não im
pedindo, entretanto, a votação das mesmas.

Quem mais falou
■0 Bibliotecário .J.fredo imierico Hamar, Coordenador-Relqtor Ge
ral, prestou esclarecimentos gerais e o Professor Josue
Montello, relator do Tema Central, agradeceu o convite
que lhe
permitiu participar do y Congresso e cumprimentou os congressistas, desejando-lhes exito em seus trabalhos,
.Q carinho das flores
..o termino de. Reunião Preparatória, a Sra, Maria -IntonietaF^
raz, Presidente da Essociação Panlista de Bibliotecários, fêz
entrega a esposa do Prof. Josue Montello, Sra, Ivonne Montello, de um buquê de flores, expressão do respeito o do afeto
que merecem de todos os bibliotecários.

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SSSSiO DO TEÍi; I
I - FORR.ÇIO PROFISSION.*L
Relators
DI^*S, aJitônio Caetano - Formação profissional5 análise
de
conjuntura, São Paulo, _^V Congresso Brasileiro de Biblio
teconomia e Documentação, 19o7, llp. Mimeografado,
3UMÍRI0
I
II
III
IV

-

Introdução
Mercado de Trabalho
Responsabilidade das Escolas '
1£ Simposio do ensino da biblioteconomia e documentação.
V - Biblioteconomia e Documentaçãos ainda um problema?

i*utoress
I.Rj.iGã.0, Esmeralda Maria de - Estágio plsjiificado. São Paulo,
Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documen
tação, 19o7. lOp* -unexos, Mimeograf ado,
~
SINÓPSE
realida.de brasileira e a formação dos profissionais
de nível superior, 0 Bacharel era Bibliotecoijomia e sua formação, .*s Escolas de Biblioteconomia, os curriculos, mudanças e
transformações, 0 estágio como pratica regimental. Experiência da Escola de Biblioteçonomia e Documentação c^a Universida
de Federal da Bahia na pratica do estagio, 0 estagio glanificado e supervisionando necessário para a melhor formaçao do Ba
charel em Biblioteconomia,
.i-ZEVEDO. Celçste de Oliveira - Como supriremos a falta de
bibliotecários? São Paulo,^V Congresso Brasileiro de Bj.
blioteconomia e Documentação, 19o7, 9p» Mimeografado,
SINÓP3E
i* falta de bibliotecários, no Nordeste, não permite a
efetividade dos Serviços Regionais de Bibliotecas, e^ consequentemente, a educaçao de adultos. Sugestão a respeito.
C.*RV.,LHO, Maria Martha de - Formação integral do bibliotecário em Minas Gerais - uma experiência vitoriosa,
São
Paulo. V^Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
e Documentação, 1967. 7p, Mimeografado,
SINOPSE
Históricç da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Plano
de ensino. Estagio em bibliotecas. Novas perspectivas,
FONTES, Maria Nazareth do Melo^- Curso_^intensivo de ortoI grafia alemã para bibliotecários, São Paulo, V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967,
/j.p, Mimeografado.
SINOPSE
Obqervações em torno de um curso intensivo de Ortografia cm Lingua hlemã. Recomendações ao V Congresso^Brasileiro
do Biblioteconomia e Documentação quanto a inclusão de um tipo de treinamento intensivo em Ortografia Llemã^ no programa
dos Cursos do Biblioteconomia ou em Cqrsos de Ferias e Cursos
a parte, talvez promovidos pelo Diretorio ^.cadêmico.

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^ILV^.5 -*ntonio 7ieirc. da ~ B^-RRSTO, Clara Maria Webcr &amp;
Elza Celeste Figueiredo formação do biblio
toctrioé são Pauloj V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia c Documentação, 196?. 17p» Piimcografado,
SINÓrSE
Estuda, a profissão do bibliotccario-documcntarista como
resultante de fatores sociais e sujeito a constante revalorização conceituai« Comparando o ensino^da bibliotcconcmia, nos
ãmbi^^os nacional e internacional, expõe a necessidade de um
curriculo adequado a realidade brasileira. Focaliza a situa ção do profissioA-al, na BcJiia, apresentando sugestões para
que o problema soja sdacionado.
TEVEIR.., Zilda Mqcliado
Cursos de bibliotoconoL ia e documenta.ção cm nivel pos-graduado, São Paulo,Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 19o7. 7p.
Mimcogra.fn;do.
SINÓPSE
0 Bibliotocciric; e ^ua formação. Formação cientifica especializada. Cursos de pos-gradua.ção em biblioteconomia o documonta.ção^ objetivos, currj.culos, disciplinas obrigatórias,
etc.
Sumula jlos ^debates
(i.inda não disponivol a hora da redação do Boletim)
Re com and aq^o qs
( .-inda não disponíveis ã hora da redação do Boletim)

EiPOSIÇÜ,
j
^
No saguao do^l2 andar, estão sendo realizadas exposições de ^
grende interesso pa.rç, os congressistas, i* exposição central e
da FEB/3 G seu tema é o__,desenvolvimentc da Biblioteconomia
no Bragil, Esta exposição proporciona interessantes informações sobre a sitiração de escolas, associações e conselhos atuais.
Estão expostos dois trabalhos da Cadeira de Historia do
Livro e Paleogiafia da Escola de Biblioteconomia c Documenta
ção de são Carlos-&gt;
De Perncmbuco veio uma exposição da Biblioteca da Faculdade dc Medicina da Universidade Federal de Pernambuco,
0 Serviço Social do Comércio, de São Paulo, expõe sobre
os serviços de bibliotecas cjübulantes o sucursais.
]■)-&lt;
in-To-iia

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Federal da Bahia t orno s uma e xp c s1ç
que
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■'inii^Grsitarias,
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ESTUDANTES DE BIBLIOTECONOMIA
DISCUTEM PROBLEMAS COMUNS
Como •uma das atividades complementares do Y Conf^presso está
sendo realizado o 12 Encontro Naciongl de Estudentes de BiUliotocono^ôia. Em sua primeira reunião, realizada em 8/1,os
participsintos do Encontro aprovaram o ■fcemário e indicaram a
Comissão Diretora.
Temário
0 tema central 6 "0 ensino da Biblioteconomia:^organizaçao e
atualização dos cursos". Outros pontos que serão abordados
serão: currículo mínimo, modifica,çao dos currículos, recursos áudio-^visuaj s, formaçao de professores, intercâmbio entre escolc.s.
Comissão Diretora
A Comissão Diretora do 12 Encontro está formada pelos seguintes estudantes de Biblioteconomia: la. Secretária - Célia Maria Braga. (Perna.mbuco), 2a. Secretária - Selma Guddes Miranda (Bahia,), Relatora - Maria, Angélica R. Qucmcl (S. Paulo).
Participantes
Até o momento já chegaram a sãõ Paulo mais de 50 rcprcsonta.ntos de diversas Escolas de Biblioteconomia,. ^
Embora„ salientando o nível de organizaçao atingido polo
V Congresso, os participantes do 1£ Encontro extornanam seu
doscontenta,mento com certas condiçoes do aloja,mento que lhes
foi proporcionado no^Pacaembu. Esperam^que, passa.da a, fase
inicial de organização, possa a Diroçaõ do Congresso sa,na,r
ossa,s deficiências.

REUNIÃO DE BIBLIOTECÁRIOS BIOMSDICOS
Por iniciativa do Grupo de Bibliotecários Biomédicos da Associação Paulista de Bibliotecários, reuniram-se, no dia 10, os
bibliotecários biomédicos presentes ao Congresso, com a. finalida,dc de estabelecer um contacto inicial cm âmbito intorostadua,l c de traçar normas do atuaçao fut"ura,.
Inicialmente, a Bibliotecária Dinah. Aguia,r Poblacién,
Coordenadora do Grupo de Bibliotecários Biomédicos da APB,
informou aos presentes sobre as atividades do grupo paulista «
Um dos trabalhos mais importa.ntos já rcaliza,dos pelo
Grupo de Bibliotecários Biomédicos da APB foi a elaboraçao
das Normas para cato,logc,çao de publicações seriadas nas bibliotecas' csipccializadas, cujã ediçao Yi’"õTimliár'^Vcãrá^
car pronta ainda no 'decorrer do V Congresso.
As Normas tratarão dos seguintes aspectos das publicações scríacías 'especializadas: conccituaçao, título, entidade publicadora, transcrição da, cola.çao, no^tas, pista, ^capita,lizaçao, ortografia, alfa,betaçao, pont-uaçao. A odiça.o prelimina,r deverá receber çrítica,s c sugestões dos interessados,
o que lcva,rá á publica,ção de uma edição revista.
Intercâmbio intcrbibliotccário
A Reunião tra,tou do problema^ do intercâmbio ^entre bibliotecas biomédicas e procurou conhecer a experiência dos diversos bibliotecários presentes.
A Bibliotecária Emília, Bustamante, da Faculdade de Medicina da Universidade Federa,! do Rio do Janeiro, descreveu
a prática adotada por sua biblioteca, dccla.ro,ndo-so favorável
ao incremento o melhoria, do intercâmbio entre a,s bibliotecas
especializadas do País,

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Após as pe.lavras da Bibliotecária Emílig, Bastamante, os
presentes houveram por hem suspender a Reunião, a fim do comparecerem ao plenário da Assomblcia Logisla,tiva do Estado de
Sao Paulo, ond-c o projeto que concedo nível universitário aos
coloipas do Estado do Sao Paulo achava-se em pauta, exigindo
a presença imediata, destes profissionais, como forma do sensibilizar os logisla,doros para a justiça da medida. ploitoa,da.
Nova, reunião
No dia 11, às 15 horas, será roaliza.da nova reunião,
112 do Colégio Rio Sranco.

na. sala

No mesmo dia, pola ma.nhã, os bibliotecários presentes ao
Congresso poderão visitar a Biblioteca da. Escola. Paulista de
Medicina, que é dirigida pela Bibliotecária Dina.h Aguiar Pobla.ción.

0 V CONGRESSO NA IMPRENSA
Diversos órgãos da imprensa c^estaçõos dc rádio e televisão
tem dado cobertura à realização do V Congresso, e são elos
os seguintess
Jornais;
Gazeta, em 9/1/67? Shopping News, em 8/1/67? Diário do
Comércio c Indústria, cm'^10/1/67? Notícias Populares, em
lô/l/6T? c~ ^ P!^stadn de Sao Paulo, em 9"/I/6’7*
Estações de rádios
Gazeta,

em 7 o 10/1/67? Bandeirante,

em 7 c 9/1/67*

Esta,ções de televisão:
Canal 4,

em 7/1/67?

Cane.1 5,

em 8/1/67*

PIONEIRA Dá COQUETEL
No dia 10, à tarde, grande número de con^essistas compareceu ao coquetel oferecido ]ocla Livraria Pioneiro., uma do.s
maiores e mais simpáticas empresas do ramo.
A ocasião proporcionou uma nova possibilidade do congraçamonto dos bibliotecários presentes o.o Congresso.

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JJJLrLJ
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�-10PU13LIC1.Õ3S LAIAITAS
_ 0 V Congrcs30 Br:'-silciro do Billiotcc .oinnia o Docunon
taçao tem sido enriquecido com uraa^scric de pullicaçocs de
teor informativo o A.folio^práfico sobre trabalhos realiza dos nor bibliotecárias nas Universidades, Empresas'o Instó
tuiçoos outras pertencentes o. Estados o Ilujiicípios.
UNIVERSIDADE EEDER'..L DA DAHIA
A ESCOLA DE Bi:U.IOTECONO:'^IA DA UNIVERSIDADE EEDERAL DA
BIJilA vem de lanca,r o a,no passado duas importantes c bem im
pressas publicações que marcaram as comcmora.çõca■daquela e¥
cola polo transcurso dos 20 anos da Universidade.
CATÁLOGO DE TESES DA U.P.B.
Reúne todas as teses defendidas naqu-cla. Univorsidad.e,
de 1946 a 1966, separadas c cla^ssificadas pela C.D.U.pelas
Unidades, destacando
as teses para^cátedras, livrcs-doccncias c doutoramento. Com representação do Reitor Ilibei Calmon o introdução da Diretora da Escola^, Professora Fclisbola Liberato d.e liatos Carvalho, r^ publicação foi orjpanizada
pelas bibliotecárias do Serviço Central de Informações Bi bliográ.ficas; Lí cia liaria Wagner Figueira c Maria Luiza
da
Silva Brasileiro, tendo sorvido de base o trabalho da Biblio_
tecária Terezinha Pereira Costa, quando ainda estudante.
A UNIVERSID/iDE E SUAS BIBLIOTECAS
0 GUIA DAS EIBLIOTECiiS UNIVERSITÁRIAS BAIANAS, organizado por uma Comissão do professores da Escola,, com dados
fornecidos pelos Bibliotocários-Chofos das respectivas bi bliotocas, foi distribuído dura,nto os dias cm que se rea.lizou a. Exposição Comcmorr,tiva das atividades das bibliotcca,s
universitárias bcÁcanas nos 20 anos., Uma, pequena, a,mostra
da
Exposição está na. Sala das Exposições, no 12 andar.
DA I!'IP0RTÁÍT0IA DA POLARIZAÇÃO DO LIVRO E DA BIBLIOTECA EM
FAVOR DA EDUCAÇÃO
Tra,balho a,prcscnta.do pela. Bibliotecária Cacilda Bai.sí lio do Souisa, Reis, Caordona,dora, Geral da Comissão Regional
do Estado de são 3?au.lo do Instituto Nacional do Livro no^S£
ninário de Trcina,monto dos
Professores c líderes Volunta rios da,s ACFs pa,ra tra,balho do Alfa,betizaça,o de Adultos roa
liza,do cm Sao Paulo de 12 a, 10 de dezembro de 1966.

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LISTA DE PARTICIPANTES
REGISTRADOS ATÉ
BAHIA
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^
Amarei, Maria Bornadote da Cunha (Salvador;
Americano da Costa, Maria Lucia dcGoes (Salvador)
Andrade, Marinha de (Salvador)
Aragão, Esmeralda Ma,ria de (Sa,lvador)
Brasileiro, Moema Figueiredo (Salvador)
"^Cajazeira., Vera Lucia Argôlo (Sa,lvador)
Carvalho, Fclishela Liherato de
— Matos (Salvador)
.
^
\
Carvalho, Francisco Josc Liherato de Mr.tos (Salvador)
Carvalho, Maria de Fátima Freitas (Salvador
Corujeira, Lindaura Alhan (Salvador)
Costa, Maria José Sabino (Salvador)
Costa, Terezinha Pereira (Salvador)
Eirado, Licia Maria Vita do (Salvador)
Estrela, Maria do Carmo Souza (Salvador)
Figueiredo, Hermila Alcina Pereira de (Salvador)
Freitas, Marly Magalhães de(Salvador)
Guimarães, Luiza Paraiso (Salvador)
Leal, Maria Nelcy do Mendonça (Salvador)
Lima, IracemE Almeida (Salvador)
Linliares, Santiago Candida Maria (Salvador)
Lopes, Juliota Carteado Monteiro (Salvador)
Luna, Dinorá Mendonça (Salvador)
Luna, Marilene Ferreira (Salvador)
Ma.ttos, Célia Maria de Almeida (Salvador)
Ma-ttos, Maria Lucas (Salvador)
Ribeiro, Noreth Calmon do Cerq.ucira (Salvador)
Rocha, Hortcncia Vieira (Salvador)
^
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n
Sampaio, Edelweiss Margarida (^uerimure (Salvador)
Santana, Nilza Maria Gouveia de (Salvador)
Santana, Percilia Fonseca de(Salvador)
SanfAnna. Eurydicc Pieres de (Sci-lvador)
Santos, Ana Vasconcelos dos (Salvador)
Santos, Dinah Therozinha, dos (Salvador)
Santos, Ma.ria Consuolo Pinheiro (Salva^dor)
Santos, Milta de Azevedo (Salvador)
(Salvador)
Santos, Sonia Maria D'Oliveira
.
Simr.s, Ana Maria Caldas (Salvador)
Tanajura, Eugênia Rodrigues Lima, (Salvc.dor)
Tanajura, Olga Rodrigues Lima (Salvador)
Tava,res, Denise Fernandes (Salvador)
Trza.n, Terezinha (Salvador)
Valle, Alice do (Salvador)
CALIFÓRNIA (EUA)
Tallman, Johanna, e

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(Los Angeles)

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�CEARÁ
Bezerra, Maria Antonieta Bigueir'do
Costa, Aracy Piuza (Fortaleza)
Gomes, Lilian Pimento1 (Fortaleza)

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(Fortaleza)

DISTRITO FEDERAL
AlDuquerque, Jccanncttc de (Brasília)
Bello, AlLaneza (Brasília)
Brown, Timothy (Brasília,)
Caldas, Nydia da Silveira (Brasília)
Castro, Antonia Motta de (Brasília)
Cavalcanti,^Cordélia RoDalinho (Brasília)
Coelho , Adclia Leite (Brasília)
Cimha, Miirilo Bastos da (Bra&gt;,sília)
Dantas, José Próspero (Brasília)
Daud, Lindaurea (Brasília)
Fonseca, Edson Nsry da (Brasília)
Rihciro, Fernanda Leite (Brasília)
Santos, Maria do Carmo (Brasília)
Silva, Cléa do Ccrqnoira Cesar Roque da(Brasília)
Silva, Delce (Bra.silia)
irtdJrajâra, Zeneida Cavalcanti de Queiroz (Brasília)
Vicentini, Ahnor Lellis Corroa (Brasília)
GUANABARA
Albuquerque, Norma Leito de(Eio de Janeiro)
Alencar, Paulo Augus':o de (Rio de Janeiro)
Almeida, Amélia Rosauro de (Rio do Janeiro)
Almeida, Antonio Julio Salgado Pcttegroni do(Eio de Janeiro)
Almeida, Georgo Cunha do (Rio de Janeiro)
Almeida, Léa Guimaraos (Rio de Janeiro)
Almeida, Orlando (Rio de Janeiro)
Almeida, Walkiria do(Rio de Janeiro)
Alvos, Marilda, Trindade Dias (Rio de Janeiro)
Amadeo,Dea Santos Araújo Coutinho (Rio do Janeiro)
Amaral, Sylvio do Vallo (Rio de Janeiro)
Ama&gt;.rante, Nylma Thereza do Salles Volloso(Rio de Janeiro)
Aquino, Prudência Yolita de (Rio de Janeiro)
Araújo, Cremilde Affonso(Rio de Janeiro)
Baptista, Maria Elisa Pimenta (Rio do Janeiro)
Barbosa, Alice Principe (Rio de Ja.neiro)
Bartholomeu, Carnen Therezinha lorio (Rio de Janeiro)
Blanes, Francisca Barros Porma Firmo (Rio de Janeiro)
Borda, João Cc.rlos da Silva (Rio de Jn.noiro)
Braga, Gilda Maria(Rio do Janeiro)
Bustamante, Emilia Machado (Rio de Janoiroí)
Cn,bral, Holoisa do Carvalho (Rio de Janeiro)
Camelier, Mary Socei (Rio de Janeiro)
Cámpiglia, Osca.r -IBBD- (Rio de Janeiro)
Cantanhede, Lucia Regina (Rio do Janeiro)

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�GUANAB/JJA
- ■
Carneiro, Toroainha Lindgron(Rio do Janeiro)
Cavalcanti, /ma Lúcia de Ulhôa(Eio de Janeiro)
Chahon, Mauricio (Rio de Janeiro)
Courrège, Zulna P. de Velenzuola (Rio de Janeiro)
Cunha, Maria Emilia Amaral do Ihllo o (Rio do Janoiro)
Cunha, Sergio Porroira da (Rio de Janeiro)
Dolmonto, Henriotto Dora, Killor (Rio de Jameiro)
Dias, /mtonio Caetano (Rio de Janoiro)
Dias, GildCi, de Almeida (Rio do Janeiro)
Espanha, Hagar (Rio do Janoiro)
Paria, Maria Colina do(Rio de Janeiro)
Porreira, Havilah Cunha Pinto (Rio do Janoiro)
Piguoiredo, C-onildo André (Rio do Janoiro)
Piguoiredo, Laura Maia do(Rio do Janeiro)
Proiro, Maria Helona, Ramiros Lopes Gtomos (Rio do Janoiro)
Proitas, Maria Jose dos So.ntos (Rio de Janoiro)
Proitas, Nolka Nascimento do (Rio do Janoiro)
Proudonfold, Charlotte (Rio do Janeiro)
Proudonfold, Lisa (Rio de Janeiro)
Gonçalves, Maria Perpetuo Socorro Benagos (Rio de Janeiro)
Gouvea_^ Edith de Souza (Rio do Janoiro)
Guimaraes, Clohor PrançaíRio dc Janeiro)
Jackson, William Vernon (río de Janoiro)
Jordão, Alfredo Bastos do Ivliranda (Rio de Janeiro)
Junqueira, Ifcria do Rosárario do Quadros(Rio de Janeiro)
Lavandor, Maria Colina. Studart de(Rio de Janeiro)
Lemos, /mtonio Agenor Briquot de(Rio de Janeiro)
Lima, Norma do Oliveira (Rio do Janeiro)
Mansi^, Maria Alice Batista (Rio do Janoiro)
Ma.rtins, Roberto (Rio do Ja.noiro)
Pra.do, Plavia Ruoons Accioli (Rio de Janoiro)
Pires, Maria. Ereinda^Estoves (Rio dc Ja.noiro/
Pereira, Elsy Guimarães Porreira (Rio do Janoiro)
Pereira, Marina Pinto (Rio dc Janeiro)
Rolim, Gilda Mhria Pinto (Rio dc Janoiro)
Serpa, Lygia Cardoso Perreira (Rio de Janeiro)
Souza,, Prancisca^Ribeiro Salgueiro Pelisborto dc(Rio do Jameiro]
Souza,, Ma.riai Jose Rodrigues do (Rio de Ja.nciro)
Spinelli, Vanda Costa (Rio de Janoiro)
Vilela, Nice Santos(Rio dc Janoiro)
minas gerais
Almeida, Ma.ria. do Ca.rmo dc (Bolo Horizonte)
Alves, Abigail Monteiro(Bolo Horizonte)
/mdra.do, Ma.ria do Carmo (Belo Horizonte)
Ara.újo^ Telma Celeste Carva.lho dc (Bolo Horizonte)
Assunção, Jandira Batista de (Bolo Horizonte)

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MINAS GERAIS
Bartolazzi, Oralda Fllj^cirasCBclo Horizonte)
Bastos, Maria Madn,lGna(Bclo Horizonte)
Bcmfica, Maria de Lourdes (Belo Horizonte)
Botelho, i\nna Helena Goulart de Andrade(Belo Horizonte)
Buccini, Ana Maria (Belo Horizonte)
Cardoso, Angola Maria (Belo Hârizonto)
Carvalho, Carnen Pinheiro(Belo Horizonte)
Carvalho, Maria de Lourdes Borges de (Bolo Horizonte)
Carvalho, Maria Martha de (Belo Horizonte)
Carvalho, Nara Maldonado de(Bolo Horizonte)
Cesar, Vera Luiza de Alnoida(Belo Horizonte)
Costa, Maria do Carmo Soares da(Bolo Hàrizonte)
Diniz, Lúcia Maria Pereira (Bolo Horizonte)
Domingues, Ma.ria Regina Rios (Belo Horizonte)
Ferraz, liaria de Loiirdes Monro (Bolo Horizonte)
Ferraz, Martha Monro (Belo Horizonte)
Fiúza, Marysia Malheiros (Belo HeSrizonto)
Franco, Nélia Auxiliadora Dupin(Bolo Horizonte)
Furquin, Werneck, Silvia Ladoire,(Bolo Horizonte)
Garcia, Violeta (Bolo Horizonte)
Gonzales, Andréa (Belo Horizonte)
Guerra, Maria do Lourdos Marques (Belo Horizonte)
Lamego, iYnesia Carvalho (Belo Horizonte)
Macedo^ Vera Amalia /imar ante (Belo Horizonte)
Magalhacs, Cleusa Maria Cesar (Belo Horizonte)
Mayrink, Paulo Tarcisio (Bolo Horizonte)
Rocha, Marilia Alvarenga(Belo H&amp;rizontc)
Rocha, Miriam (Belo Horizonte)
Reis, Maria Martha Moura (Belo Horizonte)
Rezende, Luzia Penido do (Belo Horizonte)
Polke, Ana Maria Athn.yde (Bolo Horizonte)
Pereira, Otilia Borja (Bolo Horizonte)
Rocha, Vera Maria (Bolo Horizonte)
Rodarto, Maria de Lourdos (Belo Horizonte)
Silva, Maria Jose de Las Casas Ignácio da(Bclo Horizonte)
Souza, Maria Regina Gonçalves de (Belo Horizonte)
Tymbúrihá, Ma,rina Camargo (Belo Horizonte)
Vial, /jjinaiz Maria Pereira (Belo Horizonte)
P/JlA
Condurú, Ruthc Pinheiro(Delem)
Cunha, Alda das Mcrccs Moreira da (Bolem)'
Diniz, Lca Mn,ria Monteiro ^Bolem)
Gc.lvão, Clarc, Maria (Bolem)
PAUiNÁ
Amorim, Maria Jose Therosa de (Curitiba)
Barbosa, Maria Dorothca_(Curitiba)
Castilho, Suzana Guimarães (Curitiba,)

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�Correia, Maria Augusta do Castro(Cu-ritiba,)
Czajkowska, Irene Joscfa(Curitiba)
Dantas, Marcolina (Ciuritiba)
Paria, Virgilia Robcllo Baeta de (Curitiba)
Gazzioro, Ivaylda CostaíCuritiba)
Gonçalves, Maria Iiadcr (Curitiba)
Harmuch, Luiza Murad(Curitiba)
Kohlor, Relinda (Curitiba)
Kolody, Rosa (Curitiba)
May, Maria Iphigcnia Raiios (Curitiba)
Pottorle, Clio (Curitiba)
Sanwais, lone (Curitiba)
Schult, Maria da Luz Palco(Curitiba)
Sichero, Ezilda Gladys (Curitiba)
Tavares, Maria do Lourdes (Curitiba)
Zicarolli, Marilono (Curitibea)
PERNAIIBÜCO
Abreu, Elvira Maria Melo D'(Recife)
Albuqucrquè, Piora Virgínia Pragoso de (Recife) •
Albuquerque, Maria da. Conceição Lins do(Recife)
Albuquerque, Maria Josc Xavier de (Rccijfo)
Aleofarado, Iforia Lcticia Guodcs(Rccifc)
Alcofarado, Maria Ligia Guedes (Recife)
Almeida, Maria Lúcia Proitas(Rocife)
Aquino, Aida Rery de(Recife)
Araújo, Ligia Souto de(Recife)
Azevedo, Celeste de Olivcira(Rccife)
Barbosa, Eunico Ribciro(Rocifc)
Bc.rro3, Maria Z6rica Leal do (Recife)
Braga^ Célia Maria Grouveia (Recife)
Brandao, José Mussolina (Recife)
Cabral, Maria Madü,lona Wandcrlev (Recife)
Calado, Benigna do Mélo (Recife)
Caldas, Maria Aparecida (Recife)
Carvalho, Djanira de Barros (Recife)
Carvalho, Maria Auxiliadora do (Recife)
Cavalcanti, Maria Bcrnadctc de Quciroí (Recife)
Cavalca.nti, Vera. Lúcia Costa (Recife)
Costa, Gloydc Bezerra. (Recife)
Costa, Maria Zélia (Recife)
Cunha, Ana Carolina Halanda Carneiro da,(Rocife)
Danzi, Léa Valente (Recife)
Dias, Doris dos Santos (Recife)
Gomes, Ma.ria. do Lourd.es Diniz (Recife)
Leitão, Maria ilngcla César do Sá (Recife)
Lima, Edine Nóbrega. do (Recife)
Lima, Ma.rgarida. Maria do Andrade Ma.thooa de (Recife)

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�PERN/iI.IBUCO
Lim, Maria Aparecida, de Andrade (Recife)
Lina, Maria. Lecticia de Andrade (Recife)
Lins, Ma.ria Josc Preitas (Recife)
Lyra., Ma.ria, do Ca.rno Pontos (Recife)
Marques, Lucy (Recife)
Marquês, Silvia Augusta (Recife)
Pires, Maria Celeste Pirno (Recife)
Pires, Nara Lins c ^Silva (Rcclfa)
Pereira, Maria Josc (Recife)
Pessoa, Ida Brandao de Sá Pessoa (Recife)
PetriLú, Catarina Pontual de (Recife)
Ribeiro, Maria de Lourdes Guima,raes (Recife)
Robaliniio Co.valcanti, Eunico Coutinlio (Recife)
Rusha,nsky, Miria,B (Recife)
Sallos, Letice do Oliveira. (Recife)
Santos, Maria, Lúcia Duarte (Recife)
Seixas, Maria Orlando de /indrade Bezerra (Recife)
Silva, Maria Ofélia de(Recife)
Silva, Risoleta da Costa, e(Recife)
Silva, Vanda. Perreira. da (Olinda.)
Silveira, Maria Cecília Pleury(Becife)
Sousa, leda Porroira de (Recife)
Sousa, Tereza Cristina Veras do (Recife)
Tra.jcjio, Ca.rmeEr de Andra.de Mello (Recife)
Va.sconcollos, Lucila Lôbo Cabral do' (Recife)
Vasconcelos, Marta Lobo Cabral de (Recife)
Verri, Gilda Ma.ria Whitaker (Recife)
Vieira, Maria do Ca.rmo (Recife)
Vieira, Maria do Carmo (Rocife)
SÃO PAULO
Albano, Ma.ria Libcralina Via.na. (Sao Pau-lo)
Alessi, Clóris (Sao Paulo)
Almeida, Prancisca Bua.rquo do (Sao Paulo)
Ama.ral, Ma.ria Sylvia Pa.choco do (Sao Paailo)
Amorim, Holisa Maria. (Sãõ Paulo)
Andrade, Elza Pontoura de(Sa.o Paulo)
Andra.de, Maria Terosinha Dia.sdo (Sa.o Paulo)
Andra.de, lüyria.m Aparocida_Dia.s do (Sao Paulo)
Antonolli, Ma.rily Godoy(são Paulo)
Antunes, Ma.ria. Regina de Castro (Sao Paulo)
Appy, Rosomario LUthold (São Paulo)^
Ara.ntos, Emilia.na Ignez Guimaracs(Sao Paulo)
Aratangy, Maria. Helena Prcire(Sao Paulo)
Armenta.no, Cocilia.^E. D'Otta.viano(Sao Paulo)
Assami, Augusta (Sao Paulo) _
Atienza., Cecília Andreotti( Sa.o Pa.ulo)
Bacca.ra,t, Sylcno Rocha (Sao Paulo)
Baptista, Maria Dulce (Sao Paulo).

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SÃO PAULO
Barreto, Lelia Vasconccllos do HolloCsão :?aulo)
Barros, Flora Vieira de (são Paulo)
Bastos,Zenobia Pereira da Silva de Moraes(são Paulo)
BeIfort,de Mat to s, J. Dalno F.(são Paulo)
Bollotto, Heloisa liberalli(Assis)
Bitancourt, Cai,rlos Lauro(São Paulo)
Boccatolli, Philonena(são Paulo)
Bohn, Ma,r le nc ^ Gai a (Sã o Paul o)
Bonato, ^Ina Lúcia Ma,ia,(Camr)inas)
Bronza,tto, Assimta Novcllitsãõ Pr.ulo)
CabraUL , Violeta dd riobrega(são Paulo)
Camargo, Leda C. P. Campos (sã.o Paulo),
Camargo, Iferia Victoria do„^Mcnezos (Sao Paulo)
Campos, /iracy Machado de(são Pa,ulo)
Campos, Eíaria Aparecida Bandeira, de Kelo(sã.o Paulo)
Canpozana, Silvia Plácido(são Paulo)
Carneiro, Rcg:'.na,(são Paulo)
Carvalho, Gahriolla Monteiro dc(são Paulo)
Carvalho, Lais Fernandes de (Sã.o Paulo)
Carvalho, liaria Ymc Nohroga„^do(Ca.npinas)
Castilho, Maria Stclla de£Sã.o Paulo)
Cepeda, Luiza Maria R. (Sao Paulo)
Charnillot, Rosa. Bdith Fleury(Sã.o Paulo)
Corroa, Sonia Custódio(são Carlos)
Cortoz, Jose Zavier (Sao Paulo)
Cunha, Maria Luisa, (sã,o,^Paulo)
Guri, Valdcroz Tufik (são Paulo)
Dabague, Nelly,^(são Paulo)
rhnia, Lila (são Paulo)
Dofelippe, Irene de Oliveira Sa,ntos(Sao Paulo)
Dogni, Maria Luiza (são Paulo)
Delia Fuento, Mercedes (São Paulo)
Dias, Ma,ria Luiza Pires do 01ivoira(São Pa,ulo)
Diogoli, Décio(Sao Paulo)
Dominguos, Cibeli Martins (Campinas)
Paria, Myrthos Mondes do{Santos)
Ferrari, Lúcia Amélia (Sao,^Paulo)
Ferraz, Maria Antoniota (sã.o ??aulo)
Ferraz, Maria Cocilia da Cunha (Sã.o Paulo)
Ferraz, Railda Noto D'Sampaio £Sao Jose do Rio Preto)
Ferraz, Sônia Ster Man (Ribeirão Preto)
Ferraz, Terosinhe Arantos (são Paulo)
Ferreira, Carminda Nogueira de Castro (sã.õ Carlos)
Ferreira, Isabel Maria, de Castro (Sao Ca.rlos)
Ferreira, Maria Toreza do Castro (São Carlos)
Ferreira, Oscar Manuel do Ca,stro (sã.o Carlos)
Perro, Heloisa do Oliveira (Sao Paulo)
Figueiredo, Eva Toreza do (são Pau,lo)

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�SÃO PAULO
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PonsGca., Guionar Pinto (são Paulo)
Ponscca, Maria Josc
Lossa da (são Paulo)
Porti, Mercedes de^Jcsús Phoné (Canpinas)
Prança, Ophelia (são Paulo)
Gabriel, /mtonio (são Paulo)^
Galmc,n, Mclani Berozovsky (são Paulo)
Galves, Marly Navarezzi (Sao^Paulo)
Garcia, Evani^clina Templo (são Carlos)
Gla,nkirchenCharitas von Gusseck (são Paulo)
Gorga, Eaneá (Sao Paulo)
Gravina, Maria gnilia .Pelicia (são Paulo)
Gullo,;Ligia (Sao Carlos)
Haddad, laila (Sao Carlos}
Hanar, Alfredo Américo (Sao Carlos)
Hancl, Teresa Almasio (Sao Jose dos Campos)
Herrmann,^ Luiza Suzana Srnestina (Cmpinas)
Ikeda, Zélia Sumie (Sro Jose dos Campos)
Jorge, Cleydc (são Jose dos Campos)
Jorge, Ercy Patrizi (Rio Claro)
Kaneko, Parci A.ssaco (são Paulo)
Kayscl, Maria Aparecida (Cam.pinas)
Krzyzanouski, Rosa,by Pavoro (Sao Paulo)
Kucbcnbuck, Maria Lucinda. Sobra.l (SaÕ Pau.lo)
Leite, Maria. A.lice de Toledo (São Paulo)
Leite, Ina.h de iinhaia (Sao Paulo)
Leite, ,Odulia Xavier (São Pauilo)
Lentino,, Noemia (são Paulo)
Looni, Giulio Davide (são Pauilo)
Lcrche, Irono (são Pa;,ulo)
Lima, Pátima Helena Ma.rques (Botuca.tu)
Lisboa, Nicia Navarro de Oliveira (são Pa.ulo)
Litton, Gaston (Sao Paulo)
Lima., Afra. de (sãg Pa.ulo)
Machado, Norma (sHo Carlos)
Marques, Maria Helena - IBGE - (são Paulo)
Martins, Maria. Othilia Silva. (Sa.o Pa.ulo)
Ma.thias, Maria. Theroza Franco (Sao Paulo)
Mattos, Maria. Antonia. Ribas Pinke Bclfort de (Sa.o Paulo)
Peris, Ilaydee (são Pa.ulo)
Pesta.lozzi, Sabim (são Paulo)
Pottinati, Elia.na (Sao Patilo)^
Pccchioni, Maria. d.a. Gloria, (são Pa.ulo)
Pinheiro, Maria Cccilia Pimenta (Sao Pa.ulo)
Piochi, Perna.nda. Impara.to (são Pa.ulo)
Poblacion, Dinah iippa.rccida. de I&amp;llo Aguiar (sãg Paulo)
Polimeno, Therezinha Ma.ria Chaves de Carva.lho(são Pa.ulo)
Prado, Hcloisa do Almeida (são Paulo)
Quadrclli, Thoreza Diacoli (são ?a.ulo)
Queiroz, Maria Luiza Almeida, de Souza, (são Pa.ulo)

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SÃO PAULO
Qucncl, Mnria Ansclica^Rodrigucz (Sao Paulo)
Ra.nos, Mo,ria Esther (Sao Pc.ulo.)
Regina, Maria Cecília Luz (CanpiQas)
Ribeiro, Maria Virgínia Leite ISao Paulo)
Rigo, Maria Lirlza Tsão Paulo)
Rinoli, Odila (Sa,o Paulo)
Rocha, Noma Soares:
(("Sao Pavilo)
Rosa, Myrian Petrosei (Sao Paulo)
Russo, La\rra Garcia Moreno (Sao Paulo)
Sa.chs, Edith Beatriz (São Paulo)
Sanchos, Marilia Freire (São Paulo)
Schubsky, Dora (são Paulo)
Sierra, Prancis Baptista. (Sa,o Pai^o)
Silva, Elza Ma.rina Pereira, da (Scu PcuUlo)
Silva, Gcra,ldo Lenc (Rio Claro)
Silva, Maria do Camp Pernaudes da, (Sao Paulo)
Silva, Maria Moraes c (Sao Paulo)
Silveira-, Maria- de Lourdes (Sao Paulo)
Simão, Odette (Piracicaba)
Siaueira,, Lourdes Mesquita, (Ca.ça.pa,va)
Soaues, Aparecida Bonavita, (Canpinas)
Soares, Maria Lia Pasa-no (Sao Paulo)
Souza,, Gisolda Ribeiro do (Sao Paulo)
Souza, Maria José Rua do (Sao ?a,ulo)
Tavoira-, Zilda Ma-chado (Sao Paulo)
Trivclla,, Ma.risa, (são Paulo)
Puma,, Joscphina (Sao Pa^o)
VAlls, Carnon Pratos (Sao Paulo)
Varoli, Gilda (são Paulo)
Vasconcellos, Lyliau^Guina-rãos (Sao Paulo)
Vilela, Rose Mary {são Paulo)
Watanabe, Tonie _(Sao Paulo)
Wornor, Ruth (Sa,o Paulo)
yokomizo, Hiroko (são Paulo)
Yonogita, Tonoko (São Paulo)
Zabou, Alejar (São Paulo)^
Santos, llarlone Souza (Sa-o Paulo)
Zino, Ernesto Manoel(Campina.s)
Zacha-rias, Hebe Prado (Sa,o Paulo)
RIO GR-'J'ü)E DO SUL
/ina.ral, Gladis Wiobbolling (Porto AIoctg)
Apos, Berenice Conpa-rsi (Porto Alegre)
Bcnsussa.n, Rita, Esmeralda (Eôrto Alegre)
Berto, Zuleika (Porto Alegro)
Biasohi, Ma,ria José Goma Ca,rlos Teresa (Porto Alegre)
Booira, Lauuita Mota, (Porto Alegre)
Brodbcck, Sully (Porto Alegro)

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�RIO GRANDE DO SUL
Campos, Aratola RiLoiro (PortoAlcOTo)
Castro, Ida Maria Gron Caiada de (Porto Alegro)
Celiberto, Nóra, Masi (Porto Alegre)
Chitto, Ida Regina (Porto Alegro)
Cunha, Jussara Pensardi da (Porto Alogre)
Ely, Liana Schramm (Porto Alegre)
Englert, Boa.trice (Porto Alegro)
Fernandes, ItLrian Velei (Porto Alogre)
Fernandes, Sara Silveira (Porto Alegre)
Finkclstcin, Gladi® (Porto Alegro)
Freitas, Adda Drilgg de (Porto Alogre)
Furtado, Lourdes Silva (Porto Alegro)
Garcia, líarlono Therozinha (Porto Alegro)
Giglio, Anira Lidia (Porto Alegre)
Grogol, Lourdes Catharina (Porto Alegro)
Groisman, Minda (Porto Alegro)
Hoidrich, Elisabote (Porto Alegro)
Jakobson, SaraJi Roitman (Porto Alegro)
Keniger, Ma.rlono (Porto Alegro)
Krutor, Gony (Porto Alegre)
Leiria, Tania Regina Saffi do Viveiros(Porto Alogre)
LXorens, Tania Sandra Cosar (Porto Alegro)
Lubisco, Maria Hody Lionert (Porto Alegro)
Madurcira, Haydée Leao do (Porto Alogre)
Márquoz, Zenaira Garcia (Porto Alegro)
Pinto, Ya,cy Damiani (Porto Alegro)
Pilla, liaria Toreza Conto (Porto Alegre)
Rahde, Maria de Lourdes Furtado (Porto Alegro)
Rocha, Mirian Mara de La (Porto Alogre)
Rocha, Nilse Eva Abdona (Porto Alegre)
Rodrigues, Helena Holtzor (Porto Alegro)
Rohrsetzor, Tânia, Mondes (Porto Alegro)
Rosa, Juliana Vianna (Porto Alegro)
Rosa, Malvina Vianna (Porto Alegro)
Santos, Jahyra, Corrêa (Porto Alegro)
Schtlnko, Marli (Porto Alegro)
ScHiltz, Hcdi (Porto Alogre)
Simor, Vandorla,n (Porto Alegro)
Silva, Maria Anália Louront S. (Porto Alegro)
Sobral, Elvira Barcelos (Porto Alogre)
Souza, Maria, de Lourdes Soares do S. o (Porto Alegro)
Tanschoit, Alice Elma (Porto Alogre)
Voigc-, Eva,ngelina de Azevedo (Porto Alegro)
Velho, Maria Edua^rda (Porto Alegre)
Wallau, Maria Alice (Porto Alogre)
Wois, Hilcko Frcdorica (Porto Alegro)

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                  <text>CBBD - Edição: 05 - Ano: 1967 (São Paulo/SP)&#13;
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Aragão, Esmeralda Maria do </text>
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                <text>A finalidade deste Boletim é informar sobre o andamento do V Congresso. Pretendemos noticiar os principais acontecimentos ocorridos no dia anterior e indicar as atividades programadas para o dia seguinte. Veicular opiniões, críticas e sugestões dos congressistas. Servir de traço-de-união entre todos os que aqui nos encontramos com o máximo propósito de valorizar a Biblioteconomia, enriquecendo-a com o debate aberto de ideias novas e o conhecimento de experiências frutíferas. A firma que prometera â Comissão Executiva proporcionar os meios técnicos para que o Boletim saísse impresso pelo sistema offset esquivou-se â última hora, o que forçou a Redação a transportar todo o material para estênceis, obrigando-nos a abandonar as capas já cortadas e impressas tipograficamente. Esta a razão porque sai atrasado o primeiro número. Mas, tudo isso é superável. O que importa ressaltar hoje ó que, passados 13 anos da realização do I Congresso, os bibliotecários brasileiros podem contar uma história de progresso e de luta, como a que está tão vivamente documentada na exposição do 12 andar deste Colégio. Valemo-nos da oportunidade para enaltecer a dedicação e o desprendimento dos pioneiros, muitos dos quais tem hoje, ao nosso lado, o privilégio e a alegria de ver que sua semente germinou viçosa.</text>
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JÊÊ^
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�I

quinto
congresso "br isileiro
de
biblioteconomia
e
documentação

s5o paulOf 8/15 de janeiro de 1967—

—

..•.«•«..«««•..««••.•■^•.«««.-.•.«patrocinado pelo instituto nacional do livr^

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�BOLSTIM
DO
V CONGRESSO BRASILEIRO
DE
biblioteconomia E DOCUMEITTÃÇÜO

Expediente

Coordenador-Chefe
Bibliotecário Pr-incis&lt;io P-L* de Albuquerque ^
Coordenadores-Adjuntos
Bibliotecária Esmeralda Maria de Arag.ão
Bibliotecária Adelxa Leite Coelho
Bibliotecário ^intonio A, Briquot de Lemos

Redação
Sala 201 do Colégio Rio Branco.

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�&gt;!■

EDITORIAL
/ 0^ V Con^o»fiK&gt; Bí!&gt;Ov«iloÍ3»o dx&gt; BilJJLoíooCWOniC. o
LooaanentaçSo ntinge, neste noio dn sennna,

o

seu

-con n disçusr-o dos tenns II a IV narcada
para hoje e ananha. Espera-se que as discussões
dos trabalhos se desenvolvan nun clina de entusia^
no, vibração c,

sobretudo’,

Quanto a nós,

scrcnida,de.

que estanos tentando fazer o

possível para nolhorar o nosso Bolctin,

já neste

núncro o fazonos con uno. pagino,çao nais técnica,,n_o
ticiando todos os aconteci xntos ocorridos nosta,s
TÍltinas horas, Na verdade, proc^lranos corresponder
hs expectativas do todos os Congressistas, acoitrja-do con himildadc ao» «a:*ítxoa.s c sugestões que nos
c.prcseiitareEu
Dcsta-canos neste núncro os trr.balhos do Sinpó—
sio do Bibliotecas de Enprcsa,s con as brilhantes
conferências pronuncia,das.
Un relato conplcto do quo von ocorrendo nas Rcu
niões dos Conselheiros Rcgioiíais o Eodcral supre . a,
^
*
ausência, .das sessões de traba^lhos no dia de onten.
Outras notícia,s,
tanbcn,
ben,

de interôsse geral,

aparcccn ,

inçlusivc a do ofcrocincnto de cnprcgos,c,.

Ician,

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TEMA I - RECOMEWDiiÇOES ííPROVí-iDAS

1* às Universidades pa:ça enfatizar a importância da formação profissional do "bibliotecário na conjuntura cultural brasileira, solicitando maior volume de recursos para aimientar a capacidade de formar das Escolas de Biblioteconomia e Documentação5
2» Ao Ministério da Educação e Cultura para sugerir a criação de novas Esçolas de Biblioteconomia e Documentação como unidades Uni versitarias dos Estados ainda não atingidos pela formação profissional j
3* Às direções das Escolas existentes nou sentido de que aumentem /
seus recursos para conceção das bolsas de estudos 5
4, Ao C,A,P,E,S, sugerindo assistência em recursos para as Escolas
que estejam em condições de implatar seus cursos de post-gradua8ão, aperfeiçoameíito e extenção de acordo cora o parecer NE^^^TOU SU
ÜPIRA.
5. Ao Ministerj.0 da Educação e Hultura no sentido de promover a incoi^poraçào as
Universidades daij Esõolas de Biblioteconomide
acordo com o Estatuto do Magistério,
6, às direções das Escolas e aç^ Instituto Nacional do Livro, sugestão para assinatura de Convênios que permitam'aos alunos estagia- ■
rem, com remuneração, em Bibliotecas Oficiais,
7* Dirigir ao Ministério da Educação e Cultura, mensagem lembrando
a necessidadé da criação dé uma Comissão de Biblioteconomia na Diretoria do Ensino Superior,
8, Dirigir à Universidade de São Paulo um protesto pela separação do
ensino da Documentação e da Biblioteconomia na^Estruturação"da Faculdade de Comunicações Culturais, em desobediencia a Lei 4.08M-,
9* Recomendaiç às Escolas o intercâmbio entre professores e estudantes através das viagens de estudos,
10, Recomendar às Escolas a uniformização da nomenclatura das disciplinas e da seriação curricular.

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�-3IQ SIMPÓSIO DE BIBLIOTECAS EM EMPRÊSaS
Sob o patrocínio do Instituto Nacional do Livro e como atividade complementar do V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, o IQ Simpósio de Biblioteca^ em Empresas
demonstrou çabalmente que os di^rigentes de empçesas e os homens da industria e comercio ja tomaram consciência do valor
da biblioteca como investimento de capital.
Elevando o nível intelectual dos trabalhadores, fazendo
chegar ate eles os livros tócn;.cos, de consulta e mesigo de ^recreação, os dirigentes de empresas compreenderam que este e o
caminho certo^para o incremento e elevação dos padrões técnicos da produção industrial,
P Simpósio foi desdobrado em duas partes,
cada a industria e outra ao comercio,

sendo uma dedi-

À primeira parte, realizada no dia 10, foi aberta pelo
Dr, Teobaldo De Nigris, presidente da Federação das Industrias
do Estado de São Paulo. A Bibliotecária Cacilda__^Basílio de
Sousa Reis, da Comissão Regional do Estado de São Paulo do
Institu-^o Nacional do Livro, dissertou sobre as finalidadçs
do Simposio, tendo abordado o tema 'JA Biblioteca e a Empresa",
0 orador oficial do dia foi o Dr^ Mario Toledo de Moraes, vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo,
A sessão da tarde, aberta pelo Dr, Paulo de Castro Corrêa,
Diretor-Superintendente do Departamento Regional do SFSI, em
São Paulo, teve como orador oficial o Dr, Nelson Marcondes do
ümaral, assessor da Diretoria da Vemag.
No dia 11, teve início a segunda parte, cuja sessão foi^
aberta pelo Dr, Marcas Manus, conselheiro do SESC, que substituiu o Dr, Waldemar Abreu, Presidente do Conselho Regional do
SESC, em seu impedimento,
Foi orador o Dr. Oliver Gomes da Cunha, Diretor Regional
do SENAC, do Estado de São Paulo.
A sessão teve prossegu nento à tarde, com os trabalhos
sendo abertos pelo Dr, Marcos Manus. 0 orador principal foi oDr. Paulo Salim Maluf, Presidente em exercício da Associação
Comercial do Estado de São Paulo, cuja intervenção sera publicada no próximo número do Boletim do V Congresso.
Convidados presentes
Compareceram ao IQ Simpósio de Bibliotecas em Empresas diversos convidados que também deram seu depoimento sobre o tema.
0 Dr, Ruy Flaks Schne:^der, Coordenador-Geral da Xerox do
Bpasil S.A, Reproduções Graficas^ no Rio de Janeiro, que falou
sobre a importância da comimicaçao e a utilização da xerografia nos processos documentários modernos.

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�-IfTambém esteve presente o Professor João Jesus de Salles
Pupo, representando a Diretoria do Ensino Comercial do Rio
de Janeiro, que teceu considerações sçbre importantes aspectos do tema, rogortando-se inclusive a necessidade de incrementar a formaçao de bibliotecários. Num dos trechos de sua
intervepçao, o Professor João Jesus de Salles Pupo, ao referir-se a Bibliotecária Lydia de Queiroz Sambaqui, presidente
do IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
como a "grande ausente" ao V Congresso, foi vivament^ aplaudido pelos presentes, numa demonstração de respeito a ilustre
colega que, por motivos insuperáveis, não pôde aqui comparecer.
Outros convidados presentes foram o Dr. Láucido de Mattos
Garroux, Inspetor da Diretoria do Ensino Comercial em Sao Paulo, e o Professor Gaston Litton, Professor de Documentação e
Informação Científica,
Agradecimentos
Diversos convidados, impossibilitados de comparecer ao Smpósio, enviaram cartas, agradecendo e justificando sua ausência.
A correspondência recebida foi enviada por£ General E. de
Macedo Soares e Silva, Presidente da Confederação Nacional da
Indústria, Célia Ribeiro Zaher, Diretora do Serviço de Bibliografia do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação,
Sr. Benedito Roque da Silveira Camgos, Chefe do Setor de Relações Publicas do Serviço de Educaçao de Muitos, que se fêz
representar pe'’a Sr^ Maria do Rosário Sanches Ferreira, funcionaria daquele Serviço, e Sr^ Oneyda Alvarenga, Chefe da Discoteca pública Municipal de São Paulo.
No decorrer do Si^pósio^foram apresentadas diversas colaborações de bibliotecários sçbre suas experiências no campo
de bibliotecas de emprêsas. Esses trabalhos apresentaram muitos aspectos interessantes e revelaram algumas iniciativas
pioneiras bem sucedidas.

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�-5SÜDSSÃO DO TEil/L 2 - PROCSOCOS TECHIGOS
SINOPSES DAS TESES APIÍESENTJJDAS
CUrTHA, llciric- Luisa Monteiro dei.
.'ÃroccGsos técnicos.
Sno Pn-ulo, V Congresso Ernsileiro do BiDliotocon_o
nia c Docu;'iente.ç&lt;e,o, 1967» 23p&lt;&gt; Mincogrnfr.do.
Tese do Relator
Conccituaçao dos processos técnicos cn gerei. Ten
dcncics nt^iais quanto
acoloraçao dos processos"”
técnicosj tendo on vista o vol-urio^crescente dos
acervos das biPliotccas o as exigências dos utontes c pesquisadores^no que respeita ?i rapidez
da
infornaçao. Autonaçao; experiências c possiláLidades: _ Cooperação^interbibliotocaria:.'atividades
c
roaliza,çocs no'ânbito internacional. Projetos nacionais, Levantanento da sitiiaçao dos processos
técnicos-nas bibliotecas brasileiras,
AQUINO, Aída Nery de.
Catálogo sistonático: suas d_i
ficuldadcs o sou arranjo nuaa biblioteca cspecializOvda cn Geologia.. Sao Paulo, V Congresso Brasileiro de Bibliotocononia c Docunontação, 1967.
12 p. Mine o grr.f a.d o.
Anpliaçao do sugestões aprcscnta.das^no Seninário
sobre a. CDU pronovido pola Associa.ção Pcrnr.nbucana de Bibliotecários há 2 anos,
CAJDiRGO, Maria de Lourdes Sanpaio Cintra de.
Tratanento de publicações pcriódica.s nuna. biblioteca.,
Sao Eaailo, Y Congresso Brasileiro do Eibliotccono
nia c Docu-entaçao, 1967. 19p. Mineografado.
Descrição c definição das publicações periódicas;
características e cstru.tura. Diferenciação dos d£
na.is natoriais bibliográficos. Organizc.ção dr. cole ça.o de periódicos, con descrição da rotina, de
serviço^ desde o registro r.té ^classificação c catalogaçr.o. Dae-se . exenplos práticos,
CUI'íHA, Lygia P.P» da,
Docimentação iconográfico.,
seus problcnas no. Seçao de Icõnogra.fia. Sa.o Paulo,
V Congresso Brasileiro de Bibliotecononia o Docunontaçao, 1967. 7p. Mineografado.
Processos o.dotr.dos na Biblioteca Nacional po.ro. co.to.logaçao, classificr.çr.o e a.rriuno.çao de seu o.corvo
iconográfico»

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�—6*
HAIvLlR, Alfredo Ancrico &amp; IURRuIfA., Osco.r Ifcnticl de Ce.stro.
Aquisiçc-o ple,nificc,da e coopero-tivr. cn ‘bibliotecas \mivcrsitr.rir.s do centro do Sstndo de Sno j?oulo.
Sao fnulOj^^V Coni^resso Brasileiro de Bibliotecononia e Bocvuoen
taçeão, 1967. 15p. 0 1 napa.
Mineografado.
Análise da situação das escolas superiores da região
central do Bstado do são'Pa,ulo o das condições^das bi ■blioteca.s universitárias. Vantagens da aplicaçao de
un
sistena de aquisiçao planificada e cooperativa, A noçe£
sidado de naior cooperação entro as unidades.da regiaoT
HAI’L\E, Alfredo Ancrico
aAPPY, Rosnario Lilthold.
0 catálo_
go coletivo de periódicos de sã.o Paulo c sua nccaniza ção, são Paulo, V Congresso Brasileiro do Bi^bliotccononia c Docuioentaçao, 1967. 22p. I.íinoografado,
Dados gorais c função do catá.logo coletivo na atividade
docuacntr.rin. o as diferenças entre os catálogos de li -&gt;
vros c periódicos. Histórico do catálogo coletivo de p£
riódicos de Sao Paulo .c planos de desenvolvinento con
aplicação da nccanização. Evolução dos equi^Donentos
c
características dos que scro-o usados no catalogo coleta^
vo sediado no, Bi'bliotcco, Central da USP. Estudos c progranação do cartao perfurado para registro das inferna,ções relativas aos periódicos c r.nálisc da eficiência c
rapidez nos trr.^balhos.
IiENTINO, Noenia.
A Cla,ssificaçao Dccinal Univorsa,! c
'a
Classificação Dccinal de Mclvil Dcwcy: prós c contras»
são Paulo,^V Congresso Bra,silciro de Bi^bliotccononia, c
Docunontação, 1967* 14p. c 5 anexos.
Ilincografando,
Esbôço^da situa,çao c.tual das duas classificações. As
traduções bra.silcir s da, CDU. Conpa.raçõcs entre os dois
sistcna,s.
LUIA, Ma.ria, Dctícic, do Tindradc j PnERTEL, Clóa Dubeme Pin«to &amp; VIEIRA, liaria do Carno. _Uso de índices conpostos^
na, classificação das publica,çocs na, inpronsa universitó
ria.
Sao Paulo,^V Congresso Brasileiro de Bibliotccon^
nia 0 Docu'icntaça,o, 1967» 19 p*
Iüncografa,do,
Estudo conparado do uso da CDD c da, CDU na, cla,ssificação
de natcrial bibliográfico publica,do pola, Inpronsa Univer
sitária de Recife, feita polo Serviço de Docunentaçao “
da. Universidade Federal de Pcrna,nbuco. A CDU nostrou-sc
nais flexível c pernitiu 0 uso de naior núicro de índices.

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�-7^
MARQUES, Silvir. Augusto..
Tornes coorclonaclss.
Soo Po-ulo,
V^Congresso arosileiro de BiUliotccononio. c Docunontoçno, 1967. 13 p. í/IinGogrcOfado.
Descrição do sisteno de ternos coordenodos po.ro registrar, arnazonar, seleciono.r e recuporo.r infornaçoes
por noio do superposição de fichas.
POBLACIÕN, Dinah Aguiar.
Integração ç ccntrc,lizaçao dos
processos técnicos no canpo das ciências hionédico.s,
são Pa,ulo,_V Congresso Bío.silciro de Bihliotccononia e
Docunentaçao, 1967. 17 P* IIinoografo,do.
Con ho.so on experiência do Grupo de Bibliotecários Bi£
nédicos Paulista, a^A. constatou que o trabalho en
equipo c a cooperação entre bibliotecas tenden a^evo luir para, un serviço de integração c ccntraliza,ça,o
de
processos técnicos no canpo da, especialidade. Ê propo^s
ta, a cria,ção de centros bionédicos^regionais, a^inplata.ção de^novas técnicas de a,utonaça,o, recuperação
da
infornaçao e divulgação, ben cono a, inclusão do Curso
de Pés-Gradução para. Bibliotecários Bionédicos nos cuaa
sos do Bibliotccononia.
*”
ZIMC, Ernesto Manoel._ Pernuta nacional e internacional
de p’U''|''.ica,ções.
São Paulo, V Congresso Brasileiro
de
Biblio\*ccononia, e Docunentaçao, 1967. 15 p. Mneografa
do.
~
Discussão do problona da, pernuta de duplica,tas. Cria çao do
centro do pernuta, pa,ra, disciplinar e incre nontar'a prática, da, pernuta de duplicatas en ãnbito na
cional.

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SESSÃO DO TEm 3 - BIBLIOOIECAS GERAIS
SINOPSES DAS EESES APRESENTADAS
GREGOL, Loiirdcs Cr.tharinc,.
BiDliotcccis púDlicas: histórico
c situCvção r.tur-1.
são Paulo5, V Congresso Brasileiro
do
Bihliotocononia o D^cvueontaçao, 1967» 15 p» Minoografado
(Toso do rolo,tor)
Era dados coletados atraves do q_ucstionários expedidos p£
la PEBAB fundaraonta-sc esto trabalho que focaliza a precária situo,ção das bibliotecas piáblicas brasileiras. ^A
carência de assistência técnica c^hunana. Breve histórico. Consideração final c proposições,
ATIEHZA, Cecília Andreotti, HELLO, Elza Lyyio, RUSSO, Laura
Garcia I.Iorono, RAPOS, Maria Ester &amp; ANTUNES, Maria Regina,
Equipanontos do bibliotecas,
Sao Paulo,Congressó Brasileiro de Bibliotccononia c Docunentaçao, 1967, 4
p, Mine o grafad 0.
Plano do publicação de un diretório do firraas fornecedoras do cquipo.nonto para bibliotecas cn Sao Paulo c no
Rio de Janeiro.
BLANES, Erancisca Barros Ponna Pirreo,
Criaçao do Bibliotecas Especializadas Geográficas no Estado da Guanabara,
Sao Pa.ulo,_V Congresso Brasileiro do Bibliotccononia c
Docunentaçao, 1967. 2 p. Minoografado•
Sugestão para criaçao de bibliotecas geográficas,,
BRODBECK, Sully.
Bibliotecas depositárias regionais.
Sao
Paulo,Congresso Brasileiro de Bibliotccononia 0 Docunentaçao, 1967. 13 p. Minoografado,
Proposição para reforna da Lei de Depósito Legal que o,
r. justo as necessidades bibliog-ráficas do País o ■ pornita
a criaçao de bibliotecas depositárias regionais.
DANTUR DE LA ROCHA, Mirian Mara.
Infornc sobre o serviço do
bibliotecas escolares ambulantes do, Supcrintcndcncio, da
Fronteira Sudoeste do País,
São Po.ulo, V Congresso' Bro,si
loiro do Bibliotccononir, c Docuncntaço,o, 1967. 13 p. Mi “
ncogro,fado.
A existência de problemas■ on rolo,çao á oduçaçao no inte rior dos municípios do, rcgiõ.o sudoeste provoca a criaço.o
de plo,no do bibliotecas escolares ojabulantcs, como no,nciro, do lovo.r culturc, ás populaçoos escolares no, zona ruro,l.
Caractoristico,s, funciononicnto c instalo.çao de serviço cn
o,lguns municípios.

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�PEREEIRA, Oscnr Manoel de Castro.
Bibliotecas públicas:
dinanizo.ção c a divulgação da Bibliotcconoriia,
sSo Paulo, V^Congresso Brasileiro de Bibliotccononia
o Docuricntação, 1967. 5 P« Mineografado.
Ideias para o desenvolvimento do un prograna de dina
niza,ção das bibliotecas públicas o divulgo.çao da Bi“
bliotecfuonia. 0 bibliotecário cono olenonto essen ciai na preservação,pronoçao c divulgação da cultura
entre os honens.
GREGOL, Lourdos &amp; PINKELSínEIN, Gladis.
0 serviço ^do b^
bliotccas do SESC do Rio Grande do Sul cono veículo"”
de o.prinoraxicnto cultural do concrciário.
Sao Paulo,
V Congresso‘Brasileiro do Bibliotccononia o Docuràcntaçã.o, 1967. 20 p. Mineografado,
Objetivo de auxiliaria classe concrciá-ria na auto-cdu
caçao c cor-iplcnontaçao de estudos escolares, através"”
de uno. rede do bibliotecas anbulantcs'c sucursais,in^
taladas na co.pital e en 24 nunicípios. Organizaçao
c"
resultados obtidos.
MELLO, Elza Lsrrio.i Condicionanento de ar^c sua utilidade na preservação do natcrial bibliográfico.
Sao Pau
lo, V Congresso Bra.silciro de Bibliotccononia c Docunontação, 1967. 4 p. Mineografado.
Estudo de sistenas. Exigência do ar condicionado na,s
bibliotecas brasileiras, cono ncio de preservar o ne.torial bibliográfico dos nalcfícios climáticos.
RAHDE, Maria de Lourdos Furtado &amp; ENGLERT, Bcatricc.
0
serviço de bibliotecas anbulantcs do SESI no Rio Gran»
de do Sul,
são Paulo,Congress-o Bre,silciro de Bibli_o
tccononia c Docunentaçao, 1967.
p« nincografado.
Descrição dos serviços prestados,
cos,

con dados estatísti-

REIS, Cacilda Basílio de Sousa,
A Conissao Regional do
Estado de são Paulo do Instituto Nacionrl do Livro(IRLCRESP).
são Paulo, V Congresso Brasileiro de Bibliotcoononia c Documentação, 1967. 20 p, Mncografado,.
A criaçao do conigsõcs regionais por parto do^INL, Fundação 0 organizo-ção da, Conissão Regional de Sa.o í^aulo,
Levantanonto cadastra.l da.s bibliotoca.s paulistas.

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�ao.

RODRIGUES, Lícic. PrazKo, CARVALHO, Marir. do Patina Freitas
do, COSTA., Liaria Lúcia de Góes Ancricano da, PA.LKA, Mc..ryvonno Ribeiro &amp; BRASILEIRO, Lloena Figueiredo.
Pcaqul
sa entre os leitores da Biblioteca Pública da Bahia.
são Paulo,
V Congresso do Bibliotocononia c DociAnontação, 1967. 15 p* Mincografado,
Breve histórico da Biblioteca Pública da Bahia. Pesquisa realizada dura-nte 7 anos pelos A.lunos da Escola
de
Bibliotocononia c Docunentaçao da Univcrsida.de Federa,!
da Bahia, Resultados colhidos. Greáficos. Bibliografia,
WERNER, Ruth.
Litcra,tura infantil c sua difusa.o,
Sao Pa,u
lo,^V Congresso Bra.siloiro de Bibliotocononia. e Docurien
tação, 1967» 22 p* Mineogra.fado.
“*
Aprocia.ção geral, Lova,ntanonto de bibliogra.fia. sobre o
tena, con 99 referencias.

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�-u-

' . CONGRESSO-, A SÍ5niO...
0 V Congresso verr sb carr.ct .rizc.nclo on apresentar iica
série elo atividades supler.ontaros, funcionando dentro
da
progranaçao dos tralDalhos. Isto ten proporcionado a reunião
do especialistas c interessantes discussões^ Há, assin^,
nuita atividade do grupos o naior aprcxina,ção o convivência.
A Conissao Executiva, ten se dosdobrr.do pa.ra a.tcndor
a.
todas as solicita.çoos c', segundo o dopoinento do . a.lgims, con
soguon dornir 1 ou 2 horas, ãs vozos aluoça.n, e_ assin a.provcitaj.1 pa.ra, fa.zcr uia reginonzinho, na esporan-ça' do so ca.ndj^
da.ta.ron, depois do Congresso, a. concursos de elegância.,
0 Oscar, sonprc 1)011 hunorado o disposto, já soubonos,
vai lutar pa.ra sair na listo, dos "10 na.is" do Ibra.in Suod c
ten outros pla.nos quanto a. disputar títulos c nodalhas.
0 Alfrcdo^Hanar está tentando bater o "record" da. Laura. on hora.s "nao dornidas"; Rcpa.ron cono olo anda^ tentando
ficar con os olhos Cibertos. Ê vcrda.de que ten nesno uns
olhos niúdos, na.s,^por isso, se esforça nais. E vencer
a
La.ura., nou caro, não ó brincadeira.
Sin, disputar con-a: La.ura. 6 -uri negócio'assin de correr
atrás de foguete russo ou a.ncricano. Qua.l o nais veloz? Eu,
confesso, nao'sei. Pois ber. fc;,ça.n una. pesquisa, c docunenten 0 fato.
'
■
Depois, pretendo contar para voces o que existe de
novidade nos bastidores do Congresso. Estanos docunontando...

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CONGEESSO A SEEIO...
O V Congresso ven se cr.rr.ct .rizcinclo cn r.proscntr.r uínn
serie elo f}tividc.dGs suplcr.ontr.ros’, funcionr.ndo cTontro''
da
progranação dos tralDalhos. Isto ton proporcionado a reunião
do especialistas ointercssrjitos discussões^ Há, assin^
nuita, atividade de grupos e na.ior aproxinaçao e convivência.
.
A-..Coràssao Executiva ten se dcsdólDrr.do^para .atender
a
tôdàs as _solicitações, c, segundo^o dopoir.ento do alguns,con
seguon dórnir 1 ou 2 horas, ãs vozes a.lnoçrji, o assin r.proveitoj-i para fazer u;i reginenzinho, na esperança de se cand^
da,ta.rcn, depois do Congresso, a, -concursos do; clogãncia,
: 0 Gscari --sonprc .■heravhmdfado' e- disposto, já souhenos,
vai lutar para sair na lista dos’ "10 nais" de I^brain Suod c
ton outros planos quanto a disputar títulos o nodalhas.
0 Alfredo^Hanar está- tentando "bater o ■ "rccord” da. Laura on horas "nao dornidas",; Ropa.ren cono ele anda-tcnta,ndo
ficar con os olhos a^bertos. Ê verdade que ton. nosno uns
olhes -niúdos, •nr.s, ^por isso, se, esforça na.is. E voncef
a
Lairra:,'.neu .caro, não. d brincadeira.
Sin, disputar cõn a Laura o im negócio assin de correr
atrás de foguete russo ou anericano. Qua.l o nais veloz? Eu,
confesso, nao sei. Pois ber. fa'çan una pesquisa c docunenten 0 fato'.
'
Depois, pretendo contar para.yoces o que existe dçnovidade nos bastidores- do Congpesso..Estanqs docunentando...
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VOCÊ ES T/l PEEP/Jí;.00 PAPiA FAZER DOGUT.ENTAOÃO ESPACIAL?
- Escuto, tenho unu oport\AnicTudc nnrr.villiosn purr. vocc.
- Pura nin^ cono assin?
- Ora, vocc' nao c cTocunentarista, hiLllotocário, entendo desse negócio do classificar, catalogcvr c arrtuaar as
coisas nos devidos lugares?
- Sin,_ 0 daí? o que pretende vocc? Fale. De ur.i certo ra£
do, já estou curioso.
- Pois hen, eu acho que vou lhe oferecer un cnprcgo.
Vocc vai'ter casa, comida, vencimentos nonsais de
CR$2.000í000 o ainda un e,vião.
- Avião?l
Ê, chega de pilhéria. Isto nao passa de
una
gozaçao.
- Ah, vocc não acredita, hein? Já ouviu falar cn docu_^nentaçao espacial? 0 onprcgo ostó, ai; vocc pega o aviao,
ou un disco voador, se preferir, c sai por aí catando
estrelas 0 os astros, faz as fichinhas, arruiua t^ido di rcitinho.
- E os CR5?2.000,000 ?
- i\h, isso ó que nao sei onde vocc deve pegar, tá? Bon ,
nas ten^uioa cousa, vocc vai prccisar^dc nuito tcnpo para
ganhar esse dinheirinho c trabalho na,o falta. A coneçar
de hoje, quen sabe Sa,o Pedro nao lhe pagará?

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EXFOSICXO
DA BIBLIOTECA
w
DA dtiviARA DOS DEPUTADOS
A
Biblioteça, da Câmara dos Deputados instalou, no haljL. do 3^
andar do Colégio Rio Branco, ujn quadro demonstrativo dV suas
atividades, ilustrado com muitas fotografias dq edifício em
que foi recentemente instalada, ao lado do Palácio do Congresso Nacional, em Brasília.
Dentre essas atividades, destacam-se a publicação de bibliografias e c^e uiiia revista quadrimestral e o planejamento
editorial e grafico de publicações da câmara doá Deputados,
0 quadro mos-^ra^ aiçda, aspectos da visita feita pelo
Presidente da Republica a Biblioteca da Cãmara dos Deputados,
onde se demorou por duas horas, apreciando obras raras e as
novas'instalações.

SÃO CARLOS GAKIA CONCURSO
0 Professor Alfredo Mamar recebeu comunicação do Centro de Bibliotecnia, sediado na^Guanabara, de que a Escola de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos ganhou os 12 e. 3^ prêmios do concurso nacional entre as escolas de Biblioteconomia
que versava sobre o toma "Rode de bibliotecas da região e situnção cultural", promovido por aquele centro.
À prem.iação evidencia a merecida, projeção que aquela Escola adquiriu"entre as demais escolas de Biblioteconomia, graças ao trabalho de professores e alunos.
Parabéns, Mamar, a você e a sua equipe.

PUBLiaAÇhES DA SUDENE PAibl OS CONGRESSISTAS
Os Bibliotecários SÍlvia A, Marques e J.M, Brandão troujceram
vários dos trabalhos que publicaram na^Sudene, para distribui
ção entre os congressistas, os qunis sãos os seguintes?
Bibli^O£;q^^
Çf-rjqpj^ráfíipjd.qs.te, Bp.let.im ,de,
t.U,dps_ de, JíeTca ,* vn2; ,BplVt^^ de* Recüjips Naturais , v, 2,
n, Í7^3 Inf^ormacõos à indústria da uesca; Rejyitjqrijp^^
dades. da. Sudene em. lV6'á- e mais os traValhos "dos dois congressistas citodos" que tratam de seus sistem
de têrmos coordenados .

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■,íUi2»I PH3CI :...

;;I.

icy:x.'::il03?

^Pessoal formado pela Escola de Biblioteconomia e^Do„
cumentação de São Carlos procura colocação como bibliotecários e solicita que os interessados entrem em contacto com os
elementos a seguir'indicados, através da Escola, Caixa Postal
373j São Carlos, S.P,
^
Diva Gallucci, Tirséia Vera Almeida, Zenaide Gonçalves Duna, Regina Célia Baptista, Ilorma Machado, Maria Teresa
de Castro Ferreira, Iracema Moccelin, Helena lihirdani, Evangelina Temule Garcia, NilcerDoy Quatrocchi, Ivonete Foschini,
Silvid Luziá Chisaotti, Vania Caron, Felicidade Iracema de Araujo.
X

'.r-

A Bibliotecária Deise Darci Míriam Levi, formada pela Escola_^d.e Biblioteconomia da Fundação de Sociologia e Política de São Paulo, procura colocação em biblioteca situada na
Capital de São Paulo,
Ela poderá ser encontrada dmrante as sessões do V Congressò ou na Rua Cuba tão, 269, apartamento 1.1, Paraíso, em São
Paulo,

CONCURSO m OSASCO
Na segunda cxuinzena de janeiro, realizar-se-á na Faculdade Municipal de Ciências Econômicas e Administrativas
Osasco conçurso para preenchijjjento do uma vaga de bibliotecário, Havera provas de Portuguêsj Conhecimentos Gorais, Datilografia e Técnicas Biblioteconômicasi ^
Horário de trabalhos das 16 as 22 horas. Ordenado men
sais C.220,000,
~
^ Informações na Secretaria da Escola, ha rua Dr, Kariano Jatai Marcondes Ferraz_, 260 (antiga Rua da Escola - terceira travessa da Avenida Jbao Batista, que sai do Largo da Estação da EFS de Osasco) em Osasco, nç horário das 19 as 22 horas.
^
^
A Diretoria da Çscola está empenhada em conseguir' junto a Camara Municipal e a Prefeitura o nivel universitário.

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�-15NAS /iGUAS DA DESPEDIDA
Depois de prcpc-rc.r o orgcinisno pr.ra neutralizar
os efeitos da ingestão do espíritos alcoólicos, nc diante a ingestão do un copo de leito ou do ■una co Ihor do azeito do oliva (a receita do leito c indica
ção das nais recentes pesquisas inglesas; vido un
dos n"únoros do

ja,noiro do Na,t~uro,

todos os congros -

sistas ironos DoDonorar a opopcia do Congresso na fa
nosa,

alegro 0 acolhedora Biorhallc.
Tudo acontocoró. no sábado,

1967,

Cl partir das 22 horas.

dia 14 do

janeiro de

Infornaçõos con o Sr.

Fernando, na Tesouraria.,Bibliotecárias:

CR$3*000

,
.

Bibliotecários: CR$5.000.
No sábado,

c no Biorhallc.

Atenção: Os preços acina, só incluon os bebes c
nao os cones.

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C.^iMPIN-iS RECEBERÁ OS C0I'!GRESSI3TAS
A Bibliotecária Maria Cecília Luz Regina, do Serviço de Sericicultura^ organizou uma excursão a Campinas, oferecida aos
bibliotecários.participantes do V Congresso.
A visita será feita no próximo dia 16, segunda-feira,
estando a hora da partida marcada para as^7 horas, 0 ônibus,
proporcionado pelo Depar-^amento da Produção Vegetal, sairá
de frente do Hotel Maraba, na Avenida Ipiranga. Trinta e
seis congressistas, já inscritos, participarao da visita.
Programa
7
9
11,00
12,30
13.30
1^,30
16.30
17,30
18,00

h - Partida de São Paulo,
h - Visita ao Serviço de Sericicultura da Secretaria
de Agricultura, na Avenida .i^oreiras, 165.
h - Visita a Biblioteca Publica Municipal,
h - Ahuóço no restaurante do DATE (preços
500).
h - Visita ao Departamento de^Assistência Técnica Especializada (DaTE), Visita a CETREC,
h - Visita ao Centro Tropical de Tecnologia de Alimentos
da Secretaria de Agricultura,
h - Visita a Biblioteca do Instituto Agronomico.
h - Visita á Biblioteca do Centro de Ciências, Letras e
Artes e Museu Carlos Gomes (a confirmar),
h - Retorno a São Paulo, com parada final no Pacaembu.

Todos os congressistas inscritos para essa visita devem
procurar Maria Cecília Luz Regina, na sala 10^, 19 andar.

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SOClAlS
0 Augustinho Meyer Filho completou m3.is um aniversário na
quarta-feira, dia 11, Os parabéns e apagar de velas foram
na casa da Bibliotecária Afra de^Lima que, por sinal,
também aniversariava. A comemoração reuniu um grupo de colegas paulistas e de outros Estados que foram recepcionados
com um saboroso e fino Jantar.
Presenças anotadass Professora Nair Fortes, Laura Russo, Alfredo Haraar, Maria Alice Toledo, Fernando Toledo,^Torezinha Polimeno e Maria ihitônia Belfort de Matos, do São
Paulo 5 Maria Marta de Carvalho, c^e Minas 5 Belita Carvalho
e Esmeralda Aragão, da Bahia.3 Adelia Leite Coelho, de Brasília 5 Lotícia Andrade, de Pern-^buco”, Maria Mader Gonçalves e Lourdes Tavares, do Paraná5 Hilcke Weiss, do Rio
Grande do Sul,
A Professora Nair Fortes, em bate-papo informal, declarou-se interessada em solucionar os problemas das escolas
de Biblioteconomia Junto ao Conselho Federal de Educação,

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>O V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação antigo, no meio da semana, o seu “clímax” com a discussão dos temas II a IV marcada para hoje e amanhã. Espera-se que as discussões dos trabalhos se desenvolvam num clina de entusiasmo, vibração e, sobretudo, serenidade.Quanto a nós, que estamos tentando fazer o possível para melhorar o nosso Boletim, já neste número o fazemos com uma paginação mais técnica, noticiando todos os acontecimentos ocorridos nestas últimas horas, Na verdade, procuramos corresponder às expectativas do todos os Congressistas, aceitando com humildade as críticas e sugestões que nos apresentaram. Destacamos neste número os trabalhos do Simpósio do Bibliotecas de Empresas com as brilhantes conferências pronunciadas. Um relato completo do que vem ocorrendo nas Reuniões dos Conselheiros Regionais o Federal supre a ausência das sessões de trabalhos no dia de ontem. Outras notícias de interesse geral, aparecem também, inclusive a do oferecimento de empregos e... bem, leiam.</text>
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quinto
congresso br,~sileiro
de

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biblioteconomia
e
documentação

saõ paulo,

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C/15 do janeiro de 1.-67

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�BOLETIM
DO
V COiíGRESSO BRASILEIRO
DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Expediente

Coordenador-Chefe
Bibliotecário Francisco FoL,

de Albuquer^^ue

Coordenadores-Adjuntos
Bibliotecárioss
Esmeralda Maria de Aragão
Adelia Leite Coelho
Antonio A. Briquet de Lemos
Arte
Bibliotecários;
Dinorah Mendonça
Lima
Marly Magalhães de Freitas
Moema Figueiredo Brasileiro
J.M, Brandão

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�EDITORIAL

O iwmcro anterior deste BOLETIM saiu sob a direção de Esmeralda
Ararão, assistida por Adélia L.

Coelho o Antonio A.

"riquet de Lemos,

urna vez que o Coordenador-Chefe foi obrigado a voltar aò Rio por dois
dias.

Êsses caslegas tiveram insano trabalho para concluir sua missão,

uma vez que ate as sinopses de muitos trabalhos tiveram que redigir a
ultima hora5 pois so então verificaram que seus autores - contraria mente ao que determinava expressamente o Rogirlamento do Congresso

e

mesmo as normas brasileiras e internacionais que rogem o assunto não as apresentaram. Para não tornar impossível a saída deste nS 3?
decidimos,

sempre que fosse o caso,

indicar sumàriamonte apenas que

"o autor não apresentou sinopse"»
Alcm desse imprevisto,
diário,

outros houve que.impediram fosse o BOLETIM

como era do nosso desejo

Ao encerrar este último número,

(vido, p.e.,

a Indroducão ao iiQ l).

queremos oxprossar nossa viva admira-

çao c melhores agradecimentos a Ada H. Furlan e a magnifica equipe do
Setor de Impressão.pela diligencia,

eficicncia c paciência com que

sempre colaboraram.
Em nome da Comissão Executiva agradecemos e cumprimentamos os Coe
legas..Aos Congressistas que-viajarão, um feliz regresso»
... E TODOS À BI.ERH/lLLEÍ í

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�RECOMEÍJDAÇOES APROV-^iDAS
PELO PLENÁRIO DO TEMA 3 - BIBLIOTECAS GERAIS

A Comissão Relatora do tema 3? presidida pela Bibliotecária
Lourdes Gregol e secretariada pela Bibliotecária Hilcke 'Teis,
am\)as do Rio Grande do Sul, reuniu-se no dia 12, pela manhã
e a tarde, na Biblioteca do Colégio Rio Branco, para relatar
e apresentar as teses apresentadas» a relação destas teses,
com as respectivas sinopses, foi publicada no n2 2 do Boletim do Congresso»
Feita a leitura do relatório e das proposições,
res expuseram brevemente seus trabalhos»

os auto-

0 plenário aprovou as seguintes recomendações 5
1» Quedas escolas de Biblioteconomia e as associações de
bibliotecários procurem contribuir, tanto quanto possível,
para a difusão das iniciativas do Instituto Nacional do Livro.
2» Quedas escolas de Biblioteconomia e as associações de^
bibliotecários resolvam colaborar com o trabalho das comissões
regionais estaduais e das delegações municipais do Instituto
Nacional do Livro,
3. Quedas escolas de Biblioteconomia e as associações de
bibliotecários decidam apresentar sugestões relativas a seleção de novos centros propícios a instalação das futuras comissões regionais estaduais e delegações municipais do Instituto
Nacional do Livro»
*+. Que o Conselho Federal de Biblioteconomia, ouvidos os
conselhos regionais, dirija-se ao Senado Federal^ encarecendo
a necessidade de emendar o projeto de lei do deposito legal,
ora em estudo naquela Casa do Congresso Nacional, de acordo
com a descentralização regional aqui preconizada, criando bibliotecas regionais depositárias, habilitadas a receber um
exemplar da publicação literária impressa no Brasil, sem carater seletivo,
5» Que, na fixação do numero de bibliotecas depositárias
regionais, ter-se-a em vista a Resolução nS 4 do Conselho
Federal de Biblioteconomia que cria os Conselhos Regionais de
Biblioteconomia, com sede em cidades nas quais a Biblioteconomia alcançou maior índice de desenvolvimento 5 que seja adotado o critério de avaliação qualitativa dos serviços prestados polas bibliotecas e permitida a revisão periódica do número das bibliotecas depositárias 5 e que as bibliotecas depositárias regionais sejam encorajadas a selecionar as contribuições recebidas por força dessa lei e distribuí-las nas bibliotecas da cidade ou da região, de acordo com a sua especialização.

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�6. Que aos CRB cabera demonstrar aos representantes de
seus Estados, no Congresso Nacional, a repercussão cultural e educativa da lei, apressar a sua aprovação e colaborar na implantação da mesma.
7. Que seja instalado serviço semelhante ao Serviço de
Bibliotecas itobulantes do SESC do Rio Grande do Sul, nos
demais Regionais do Serviço Social do Comércio que não disponha de serviço de bibliotecas e nas demais instituições
congêneres.
8. Que os bibliotecários de biblio-|^ecas públicas tomem
consciência da sua função de "profossores" da "universidade
do povo",
9. Que, para atingir os fins a que a biblioteca se propõe,
passe o bibliotecário a fazer programas de realizações, em
função da comunidade a que serve, podendo ser l^oraado como
base o programa apresentado no trabalho em apreço.
10. Que esses programas sejam organizados de tal forma
que atinjam todas as camadas da comunidade.
11. Que o bibliotecário facilite e não dificulte o acesso
do leitor ao livro,
12. Que o bibliotecário procure tornar a biblioteca o
"centro cultural da comunidade".
13» Que o bibliotecário promova, por todos os meios ao
seu alcance, a divulgação do livro, da leitura, da^pesquisa
bibliográficas a comunidade deve saber do que dispõe.
1^-. Que o bibliotecário procure integrar-se na sociedade,
levando com isso a integração da ‘biblioteca como elemento
ativo da vida social na comunidade.
15» Que se proponha à FEBAB realizar novo levantamento das
bibliotecas publicas do País, através das associações de
classe.
16. Que as associações de classe conscientizem seus associados da importância de tal empreendimento, orientando-os,
se for o caso, na resposta aos questionários remetidos pela
FEB*4B.
17. Que os poderes públicos, federal, estaduais e municipais, dotem de recursos as bibliotecas publicas, objetivando
renovação de equipamentos e ampliação de seus quadros funcionais,
18. Que o Instituto Nacional do Livro fiscalize suas bibliotecas diretamente, a fim de acompanhar suas atividades para
melhorar a utilização de suas doações.

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�Qu-inclo da apresentação do trabalho referente à pesquisa
de opinião entre os leitores da Biblioteca PÚblica^da Bahia,
ressaltou-se a excelência do mesmo, pelo seu conteúdo, e
principalmonte por ter sido realizado por ura grupo de alunas
da Escola de Biblioteconomia e^tor sua apresentação complemen
tada com dados estatísticos graficamente ben elabor.^dos.
Ao encerramoonto dos trabalhos do^tema 3? a Bibliotecária
Sylvia Maria de Sampaio GÓes, do Colégio^Rio Branco, convidou
os participantes a visitarem as instalações de sua biblioteca

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�SESSÃO DO TEMA 4 - BIBLIOTECAS UInIVERSIT/BIaS
E ESPECI.-íLIZaDaS
SINOPSES DxiS TESES APRESENTADAS
CARVALHO, Felisbela Liberato de Matos.
Panorama das bibliotecas escoljires brasileiras nos vários níveis.
São Paulo, V
Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
1967o 10 p. Mimeografado. (Documento básico)
Funções das bibliotecas escolares nos vários níveis. Situação em que se encontram no Brasils falta íle planejamento,
de si:^temaíização com as devidas adaptações às várias regiões
do País. Valorização o bom aprovoitmiento dos profissionais.
AQUINO, Aída Nery &amp; PAÇÔMIO, Maria Teresa Anorim.
Biblio1;^eca
especializada nmia área em desenvolvimentos uma experiencia.
São Paulo, V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967. 21 p. Mimeografado.
Aspectos gerais dos serviços realizados na Biblioteca do
Instituto do Geologia da^Universidade Federal de Pernambuco.
Atividades dos setores técnicos. Manual de serviço.
CaRVaLHO,
Paulo,
tação,

Carmen Pinheiro de.
Bibliotecas em prisões.
São
V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documen1967. 19
Mimeografado.

0 autor não

apresentou sinopse.

FERRxiZ, Maria Cecilia da Cunha.
A biblioteca e os deficientes
visuais.
São Paulo, V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967. 13 p. Mimeografado.
0 autor não apresentou sinopse.
FERREIRA, Oscar Manuel^de Castro.
Bibliotecas universitáriass
orientação bibliográfica nas escolas superiores.
São Paulo,
V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
1967. 2 p. Mimeografado.
A necessidade de m cur^o de orientação bibliográfica em
todas^as escolas universitárias do País. É proposta a criação desse curso e o início de um movimento conjunto de todas
as associações bibliotecárias, escolas de Biblioteconomia e
autoridades interessadas, no sentido de o Conselho Federal
de Educação fazer constar essa cadeira do currículo mínimo
obrigatório de todas as escolas superiores do Brasil.
FONSECA, Guiomar Pinto da.
Empréstimo entre bibliotecas e código para as bibliotecas biomódicas do Estado de São Paulo.
São Paulo, V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967. 20 p. Mimeografado.

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�Apreciação geral do ompréstimo entre bibliotecas no exterior o no Brasil, com exposição de dados sobre o volume
do transações e de fornecimento de reproduções de trabalhos»
Em particularj no campo das ciências bioméoicas, com apresentação do Codigo aprovado pelo Grupo de Bibliotecas Biomedicas do Estado de São Paulo.
GUaBHIERI, Alice Camargo.
Bibliotecas especializadas.
São
Paulo, V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967 o 9 P» Miraeografado.
Importância dos resultados da pesquisa no desenvolvimento
do Brasil de 1957 a 1967. Valor da informação organizada.
As barreiras encontradas pelo pesquisador são de ordem pessoal e social. Pessoal, polo desconhecimento das fontes de
informação e dos recursos das bibliotecas especializadas.
Social, porque nos países em desenvolvimento as bibliotecas
especializadas ainda não são^conhecidas suficientemente dos
usuários. Ainda não há eficiência desejada e necesgária dos
meios de comunicação das informações e esta deficiência decorre do atraso cora que as bibliotecas especializadas brasileiras acompanharam as mudanças do processos e métodos de
trabalho documentário nos países mais adiantados.
HAMAR, Alfredo Merico.
Bibliotecas universitáriass analise
da situação brasileira e sugestões.
São Paulo, V Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967. 11 p.
análise geral da situação das bibliotecas universitárias
brasileiras, sob o ponto de vista dos estruturação, edifícios e instalações, padrões mín:^raos de material bibliográfico, equipamentos, processos técnicos, recursos financeiros e pessoal, São sugestões visando trazer uma recuperação
do atraso e efetivo cumprimento das recomendações do^^Seminario Regional para Bibliotecas Universitárias na Anêrici
Latina,
HAMiiR, Alfredo Anêrico &amp; CORRÊA, Sonia Custodio.
Bibliotecas
escolares em S, Paulos situação atual e aperfeiçoamento.
São Paulo, V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967. 5 p* Mimoografado.
Análise geral da situação atual das bibliotecas escolares do^Estado de São Paulo e a importância da^pesquisa bibliográfica na formação dos estudantes secundários. Recomendações a Secretaria da Educação para o efetivo funcionamento dessas bibliotecas.

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�PACObTO, íiaria Teresa Amorim &amp; AQUINO, Aida Nery de.
Informe
sobre bibliotecas especializadas do Recife.
São Paulo, V
Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
1967. 20 p. Mimeografado.
&gt;
0 autor não apresentou sinopse.
TAVARES, Denise Fernandes.
A biblioteca escolar,
São Paulo,
V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
1967. 13 p. Mimeografado.
Características. Finalidades, objetivos e função. Semelhanças e diferenças com a biblioteca infanto-juvenil pública. A importância de seção de Referência. Funcionamento
e seus fatores básicos.

SESSÃO DO TEMA 5 - INFORI^iAÇAO CIENTÍFICA
SINOPSES DAS TESES APRESENTADAS
RIBEIRO, F. Leite.
A ciência da informação,
São Paulo^ V
Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
1967. 12 p. Mimeografado. (Documento básico)
Definição. Situação da ciência da informação na estrutura universitária. Problemas de treinamento de pessoal
çspecBlizado. Contribuição das escolas de Biblioteconomia
a nova ciência. Relação dos cursos oferecidos pelas universidades americanas,
COURRèGE, Zulma P, de Valenzuela.
Trabalho intelectual na in- .
dustria,
São Paulo, V Congresso Brasileiro do Biblioteconomia e Documentação, 1967. 17 p. Mimeografado.
0 autor não apresentou sinopse.
FERREIRA, Havilah Cunha Pinto,
Sugestões para melhoria dos
periódicos nacionais.
São Paulo, V Congresso Brasileiro
de Biblioteconomia e Documentação, 1967. 11 p. Mimeografado.
0 autor não apresentou sinopse,
MARTINS, MjT-riam Gusmão de.
Desenvolvimento e educação.
São
Paulo,Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967. 6 p. Mimeografado.
Tirabalho preparado com o objetivo de fornecer aos responsáveis por setores de planejamento algumas informações
sobre o papel da documentação nos planos de desenvolvimento. Fruto de uma experiência de 6 anos na Sudene.

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�MOURA, Vashington José de Almeida.
Serviços de bibliotecas
e arquivos jornalísticos.
São Paulo,Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 19o7. 7 P= Mimeografado.
0 autor não apresentou sinopse.
PAULA, Affonso Celso M. de.
A documentação na Petrobrás.
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Paulo, V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967. 15 p. Mimeografado,
0 autor não apresentou sinopse,
SIQU3IRA, Lourdes Mesquita.
Informe sobre o curso do Documentação ^e Informação Científica no Instituto Tecnologico
do Aeronáutica.
Sao Paulo^ V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967. 13 p. Mimeografado,
0 autor não apresentou sinopse.
VERRI, Gilda Maria ^!hitaker.
Centro de Documentação e Informações Estatísticas.
São Paulo^ V Congresso Brasileiro
de Biblioteconomia e Documentação, 1967. 6 p. Mimeografado.
0 autor não apresentou sinopse.
VICENTINI, Abner Lellis Corrêa.
Mecanização, da Classificação
Decimal Universal para a disseminação da informação científica.
São Paulo, V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967. I8 p. Mimeografado.
A mecanização da CDU para fins de classificação, arranjo, armazenagem, recuperação,^indexação e disseminação da
informação científica. Experiências já realizadas nos EUA
pela American Meteorological Society, pelo American Geological Institute e pelo American Institute of Physics, com
omprêgo da CDU, computadores IBM com objetivo do indexação,
atualização, comparaçqo do edições, arranjo alfabético e
levantamento bibliográfico. Tipos de computadores usadoss
tabulador '•l■07, computadores 1^01 e 70905 principalmento
para relacionar os 120 000 abstracts que cobrem o período
do 1950-196^ (volumes 1 a 1*^1' do Metoorologlcal and geoastrouhvsical abstracts. Os^esforços desenvolvidos pela
FID e a criação do subcomitê encarregado de estudar as
possibilidades de mecanização da CDU (FID/CDU/MSL). As
experiências realizadas nos EUA e Europa demonstram claramente que o sistema CDU^podo ser mecanizado, e que tal
procedimento contribuirá para a organização da difusão da
informação científica.

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�SESSÃO DO TEMA 6 - REPROGRAFIA
SINOPSES DAS TESES APRESENTADAS
CUNHA, Lelia Galvão Caldas da.
Panorama da rcprografia no
Brasil,
São Paulo, V Congresso Brasileiro de Bibliotoconoi^iia e Doôumentação, 1967. 1^ p» Milneografado.
A importância da reprografia comòirtécnioa de documentação tem provoôddO, eüi tOdo o inundoj o aparecimento de
serviços especiais, ligados a bibliotecas e Centros bibliográficos, No Brasil, embora algo já tenha sido feito
nesse sentido, muito cumpre, ainda, realizar. Alguns dos
serviços de documentação e das bibliotecas especializadas
do Pais estão desenvolvendo atividades que devem ser mencionadas como expressivas realizações no campo da reprodução de documentos, não só no atendimento direto ao leitor,
como em trabalhos correlatos,
Muitos problemas enfrentam os interessados em fazer
progredir essas at;ividades, o que se devera qua.se ausência
de terminologia própria em língua portuguesa, a falta de
ensinamentos especializados nas escolas e cursos de biblioteconomia e documentação, ao total desinteresse pela formação de grupos de estudos ou de comissões técnicas sobre o
assunto e a legislação brasileira de direito autoral, ainda não revista
sob a nova luz das necessidades da reprografia*
SANT&gt;ANNA,' Eurydice Pires de &amp; OLIVEIRA, Í4argarida Pinto,
Reprografia (contribuição ao seu estudo),
São Paulo^ V
Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
1967* 20 p, Mimeografado,
Reprografia, sua terminologia, resumo histórico, diversos processos de duplicação e reprodução de documentos visando a recuperação da informação.

SESSÃO DO TEMA 7 - INSTRU14ENT0S ÃUDIO-VISUAIS
SINOPSES DÁS TES:|^ APRESENTADAS
MARTINS, ^^^riam Gusmão de.
Instrumentos áudio-visuais,
São
Paulo,^V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia c Documentação, 1967. 12 p. Mimeografado,
0 autor não apresentou sinopse.

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�Aí-iÀRAL, Sylvio de V^lle.
Estudo comparativo de alguns projetores cinematográficos sonoros de 16 mm,
São Paulo, V Con
gresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967.
3 p. Mimeografado,
.

0 autor não apresentou sinopse,

AMARAL, Sylvio do Valle,
Instrumentos áudio-visuais,
São
Paulo, V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia c Documentação, 1967. 15 p. Mimoografado.

SESSÃO DO TEMA 8 - MOVIMENTO ASSOCIATIVO
SINOPSES DAS TESES APRESENTADAS.
FERREIRA, Carminda Nogueira de Castro,
Alteração da data da
Semana Nacional da Biblioteca.
São Paulo^j^ V Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 1967, 2p,
Mimeegrafado,
0 autor não apresentou sinopse,
OLIVEIRA^ Azenate Senna de &amp; CaMARGO, Maria Victoria de Menezes,
Relaçao das Teses e informações apresentadas nos Congressos
Brasileiros de Biblioteconomia e Documentação,
São Paulo,
V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
1967,
59p.
MimeografadOo
0 autor não apresentou sinopse.

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��M.E.C.

TEM

PROGR^Mii DE LIVRO TEXTO

Â Diretoria do Ensino Superior, do Ministério da Educaçao e
Cultura, acaba de distribuiría todas as universidades brasileiras
'ns primeiros livros de‘uma serie do seu Programa d&gt;&gt; Livr»^-Texto
para o Ensino Superior, Nessa remessa, primeira de uma serie, de
ordTem Çe^TToOO exemplares, foram oferecidos os seguintes livross
í
física ( 2 V. ) de HoT.lliday &amp; Rosnick; QUÍMICA, de Pauling',
CALCULO, dè Thomas ( 2 v. )| P^SISTSNGI.i DE M-.TSRI..IS, de Timoshenko ( v. 1 )\ FUI^Di^MENTO§ DE BIOQUÍMICA, do Colli &amp; Raw|, MAPAS 1'lETxS.BOLICOS, de Raw - todas as obras cm língua portuguesa,
ORIGEM DO FROGPaMÁ
0 programa foi estabelecido polo Ministro Moniz do Aragão,
quando ainda ^^etor do Ensino Superior e teveíOrigem na constatação de qi^e praticaraento nao existem textos básicos para o estudante de nível superior, principalmente nos cursos de ciências, o
que vem fazendo com que estudantes e professores tenham dç se^valer ^do textos estrangeiros, em geral extremamçnte caros, as vezes
difíceis do encontrar e nem sempre adequados a nossa realidade,
COOPERAÇÃO COI^j A INDUSTRL^ DO LIVRO
0 Ministério da Educação e Cultura vem contando com a «ooperação dos editores brasileiros^na e:çecução do programa, aos quais,
via de regra, entrega a execução grafica e^ em alguns casos, a dis_
tribuição, encarrogando-se dos custos iniciais C compra de direitos autorais, auxílio para preparação de originais, pagamento das
traduções, no caso de obras estrangeiras) e garantindo aquigição
antecipada de parto da tiragem, exigindo em troca, baixo preço de
venda,
LIVRaRL^S UIÍIVERSITÃRIaS
,
Paralelamcnto, o Programa esta encorajando os reitores a. ins_
talarem Livrariis Universitárias, preferoncialmente sob a forma de
cooperativas5 para a distribuição, dentro da Universidade dos livros doados pelo programa bom como do^ou-^ros que venham a ser ofe
rocido^ pelos editores, ^^Tal instituição e rara em nosso meio universitário o sua importância e enorme, sobretudo para as zona^ in'
terioranas, onde a rede do livrariasaLnda o oxtremamente precaria,
REFORÇO ÃS BIBLIOTECAS UN3VERSITaRL^S
A Diretoria do Ensino Superior, assinou convênio com os reitores, pelOí^qual os livrçs doados deverão ser vendidos aos estudan
tos polo preço de custo a Diretoria, devendo as quantias apuradas
serem, por sua voz, emprogadas na compra de i-jovos livros ou material de expediente para a bibliotgda úniversit^.ria. Isso bonificiara
novamento aos alunos o aos editores.

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�PESQUISA SOBEE 0 USO. PO LIVRO-TEXTO
A fin de que o Progruna continue o nais. oUjetivo
possível, n Diretoria do Ensino Superior, está procedendo a un levantamento, por questionário, junto o. t£
das as Escolas Superiores do País, para sabor das pr_c
forências dos professores ç pesquisar para auxilia,r
financeiramente, quais aquêlos^que tom livros—texto
bons "na gaveta" e que ainda nao pu.deram ser publicados por falta do recursos.

ENDEKÉCO

A^D.E.Su, funciona no 13e andar do Ministério da
Educação (rua da Imprensa, 16) no Estado da G;ianabara.
0 Coordenador do Programa c o Coordcnador-Chofc deste
Boletim*

AHEBD JA TEM ESTATUTO E DIRETORIA
^
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As 19,30 íis. do dia 13 oncorrava-so a reunião da
Asscmblcio. Geral da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESGOIuxS
DE BIBLIOTECOÍTOMIA E DOCTOIENTAÇAO, entidade q_ue congr£
ga 0 corpo docente das Escolas brasileiras do ramo,tcn
do aprovado seus Estatutos o eleito sua Diretoria.
ü
corpo rcdatorial deste Boletim tem a lionra de cumpri mentars Maria Hartha dc Carvalho (MG), Presidente' Zonaira Garcia Marques {RS), Vice; Ana Maria. Polke (MG)
la. Secretária." HTahira. Corroa Santos (RS), 2a.. Secreta
ria: El-ton Eugênio Volpini(MG), 1^ Tesoureiro; Minda.
Groísmann, (RS) ' 2^ Tosoirreiro.

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�12 CONGRI^SSO DE CONSELHEIROS ESDERAIS E
REGIONAIS DE 3IDLI0IEC0N0J:"IA
Sob a presidência de Laura Garcia Moreno Russo e com a
presença, de q^ua.se todos os Presidentes dos Conselnos Regio—
nCcis5 está se rea.lisando o 12 CCERB. s no seio do 5- CBBD.
No primeiro dia, de tra^ballio, foi lido minucioso relatório
das atividcvdes do Consellio Éederal, ate a&gt; data» Em seguida
deu—se posse à la. suplente do CE9 Aida. Brandao de Sa_^. es—
soa, na- va.ga de Etelvina Lima nue- se encontra- em^missao
no
Exterior. Eoi lido, em seguida-, telegra-ma de jjidia- de Queiroz SarabaçLuy que solicitava exoneração do cargo de Conse
lheira por motivos-de ordem particular, sendo convocada, en
tão a 2a. suplente.
Convidados a a-presenta-r sugestões pa.ra emenaa-s no iLeg^
mento do CPB, 0 Presidente do CRE/GB, Anconio Ca-eta-no Dia-s
defendeu a tese de que nagO deveria- ser cobrado no exercicio
do 1966 as taxas para inscrição, anuidades e pagamento
de
carteira (totais CR$35.000) uma vêz que somente em dezembro
fora publicado 0 Decreto autorizando a cobrança, Eoi apoiado, entre outros, por Edson Nery, Erancisco Liberato de^Mat
tos Carvalho, Eelisbela, liberato de Ma,ttos Carvalho, Adelia
Leite Coelho, Heloisa de Almeida, Pra,do. Houve a,calorc-dos d^
bates. Ao final, decidiu-se pela manutcncao da_cobrança,_ e
ma.iss que as prestações de contas dos CR deveria,m ser fei —
tas ate 31 de janeiro o com datas de ate 31 de dezembro.
Outra intervenção inporta,nte foi^a- õ-e Adda Dr-ílgg de
Ercitc-S, Presidente do CR/RGS que expôs, com deta-lhes, os
loroblems-s existentes em seu Estado pa-ro, o cumprimento ^da
Lei 4.084. A comunicação provocou viva reaçdo no plenário
que solicitou do CEB imedia-tc-s providcncia-So
Eoi aprova-d.0, por fim, a, pedido da. Presidente do CPB,
um voto de louvor ao CR/Pe. pela maneira, como apresentou
sua prestc-çs-o do contas, recornonda^nd0—0 como exemplo a-os de_
mais CR.

CHÁ

NO

EAZANO

Maria .Aaitonia Belfort de Mattos, Presidente do CR/SP
ofereceu, no Eaza-no um chá n suas colegas Presidentes de CR.

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�OPINE SOBRE A REVISBÂ DA EEBAB
A Comissão organizadora designada pela EEBAB para planejar
a edição de sua revista,

que será denominada possivelmente

Revista Brasileira de BiBlioteconomla e Documentação
informa aos congressistas que os primeiros estudos

,
já

forojn feitos e que espera críticas e sugestões sobre
esse projeto,
A Revista terá como objetivo divulgar artigos originais,
traduções,

critica bibliográfica, noticiário e outras

matérias referentes aos princípios, normas e técnicas de
Biblioteconomia, Documentação o Informação Cientifica
visando ao aperfeiçoamento profissional,

o debate

,

de

opiniões e a defesa dos interesses coletivos de biblio tecários e documentalistas.
Espera-se que a Revista seja trimestral, e que seu pri meio número apareça até junho deste ano.
Os interessados em maiores detalhes poderão obter uma
*
«w
copiado anteprojeto na redação do Boletim do Congresso ,
na sala 201 do Colégio Rio Branco,

ou, permanentemente ,

na séde da FEBAB, Depois da realização do Congresso

,

solicita-se a todos os bibliotecários que enviem suas sugestões para o Bibliotecário Francisco F. L, xilbuquerque,
Rua Karques de Abrantes,
Rio de Janeiro,

107,apartamento 1103,

Botafogo ,

GB,

CENTRO DE 3IBLI0TECNIA
0 Centro de Bibliotecnia do Instituto de Pesquisas
Estudos Sociais ( IPES
to.nte,

e

), por intermédio do seu represen-

comunica aos demais participantes do presente Con-

gresso que se encontram a disposição dos mesmos trabalhos
e noticiários de publicação no Centro a serem distribuidos
gratuitamente mediante inscrição •

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�0 Centro de Bibliotecnia é entidade sem fins lucrativos

,

criada para a difusão do livro e está em contato direto
com bibliotecáriosj

editores e livreiros de todo o pais •

ííintro as atividades do Centro destacam-s« Seminário para
Bditores
res

(1965),

Seminário p^ra Livreiros e Distribuido-

(1966), criação da Biblioteca Infantil de Campo Gran-

de - GBj

em convênio com o Governo Estadual, publicação

de bibliografias, plano para aquisição de livros para faculdades de medicina e afins,, etc, Representa-^o no Con gresso^ a bibliotecária Edith de Souza Gouvêa,Endereço2
Av, Rio Branco, 156,
nida Central,

sala 2701, 27^ andar- Edifício Ave-

GB,

Publicações a Venda
Encontra-se a venda neste Congresso
simo livro da prof
"PíLi'»

(CR()3,000) o utilís-

Heloisa de Almeida Prado '^Tabela

j para individualizar os autores dentro das divarsn_s

classes de assunto,

isto e,

dentro dos mesmos números

de

classificação* Trata-se do trabalho idealizado nos moldes
da tabela CÜTTER mas inteiramente adptado à nossa liu^ua x
A edição é da "Ed* Sociologia e Polüica" e data de 1964- ,
cora 197 paginas*
BIBLIOTECáRIOS lIWADIRÀM REITORIA
lía ma.nhã do dia 13 cerca de 150 congressistas foram recebidos

ploo raagnifico Reitor da USP, lotando inteiramente seu

Gabinete e estravasando pelos corredores,

S, Sxcia estava

acompanhado do magnifico Reitor da Universidade de Campinas
e foram ijuito apludidos os breves discursos que pronunciaram,
enfatizando,
dade,

ambos, a importância da Biblioteca na Universi-

0 Reitor Gama e Silva destacoua recente criaoão

da

Escola, de Comunicações Culturais, que inclui cursos de Bi
blioteconomia e de Documentação,

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�Foi saudado polo Relator - Geral do Congresso, Alfredo
Hojnar cue, ao transmitir o entusiasmo dos bibliotecários
pelo que viam da USP,particularmente pola criação da Escola de Comunicações Culturais, apresentando na ocasião
uma recomendação dos congressistas no sentido de que não
At
^
fosse mantido o curso de graduaçao de documentalistas
mas sim criado um curso com taljdenominação em nível de
pós-graduação.
ESTATÍSTICA DOS TRABnLHOS .x?RESEKTADOS
As contribuiçõfes para os temas
Tema
Tema
Tema
Tema
Toma
Tema
Tema
Tema

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2 -11
3 -12
4- -11
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6-2
7-3
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TOTAL

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As contribuições segundo os Estados

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Brasília
Guanabara
9
Kinas ,
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Pará
Paraná
Pérnámbuco 10
R. G, Sul
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S. Paulo
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Não apresentou
Não apresentou
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TOTAL

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>O número anterior deste BOLETIM saiu sob a direção de Esmeralda Ararão, assistida por Adélia L. Coelho e Antônio A. Briquet de Lemos, urna vez que o Coordenador-Chefe foi obrigado a voltar ao Rio por dois dias. Esses colegas tiveram insano trabalho para concluir sua missão, uma vez que até as sinopses de muitos trabalhos tiveram que redigir a última hora, pois só então verificaram que seus autores – contrariamente – ao que determinava expressamente o Regulamento do Congresso e mesmo as normas brasileiras e internacionais que regem o assunto não as apresentaram. Para não tornar impossível a saída deste nº 3, decidimos, sempre que fosse o caso, indicar sumariamente apenas que "o autor não apresentou sinopse". Além desse imprevisto, outros houve que impediram fosse o BOLETIM diário, como era do nosso desejo (vido, p.e., a Introdução ao nº 1). Ao encerrar este último número, queremos expressar nossa viva admiração os melhores agradecimentos a Ada H. Furlan e a magnifica equipe do Setor de Impressão pela diligência, eficiência c paciência com que sempre colaboraram. Em nome da Comissão Executiva agradecemos e cumprimentamos os Colegas. Aos Congressistas que-viajarão, um feliz regresso. ... E TODOS À BIERHALLE!!</text>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

&gt;ca n

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�V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO - SÃO PAULO
8 a 15 de JANEIRO DE I967 - PATROCINADO PELO INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

TEMA 4 - BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS E ESPECIALIZADAS
TEMA 4.1 - BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS

BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS* Orientação Bibliográficas nas Escolas Superiores
por
Oscar Manuel de Castro Ferreira ^

O29.707I/8I

-

01.001.5* 570[81]

CDD
-

-

17a,

CDU

X Bibliotecário formado pela Escola de Biblioteconomia e Documentação de
são Carlos e Professor dessa mesma Escola.

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gentilmente por:

�SINtPSE

Com êste trabalho pretendemos ressaltar a necessidade de um Curso
de Oitentação Bibliográfica em todas as escolas universitárias do país.
Propomos a criação dêsse curso e o início de um movimento conjunto de t^
das as associações bibliotecárias, escolas de biblioteconomia e autorid^a
dea interessadas, no sentido, de o Conselho Federal de Educação fazer oon_s
tar essa cadeira do ourrículo mínimo obrigatório d© bodas aa escolas superioBes do Brasil.

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�-1MBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS j Orientação ‘biU li o gráfica nas escolas superiores
Se é verdade que hoje enfrentamos um "caos documentário" tamhém é certo
que, da parte dos pesquisadores, muito puuco tem sido feito para ohstar a
continuação dêsse caos.
Acreditamos que, enquanto os pesquisadores científicos não tiverem con_s_
ciência da necessidade da pesquisa bibliográfica e, além da consciência, não
souberem como agir frente a asse problema, continuaremos essa deplorável

si

tuação.
Urge que os cientistas,.os técnicos, sintam a necessidade de um serviço de documentação e saibam dar-lhe o devido valor; urge que êsses mesmos
cientistas e técnicos saibam faZár uso desse material.
Notamos, continuamente, que alunos (principalmente universitários) ao
recorrerem âs bibliotecas, perdem horas e esforços preciosos por falta

de

conhecimento dos mais rudimentares processos e técnicas da divulgação bibli_o
gráfica.
Temos experiência do que acontece em Faculdades de Filosofia (que estão formando hoje os técnicos e professores secundários e universitárias

de

amanhã) e sentimos a dificuldade que os alunos e até alguns professores têm
para encontrar um simples livro de pesquisa, para não falar em artigos de revistas ,
Os "abstracts" não são usados, ou o são pouco, pois ninguém sabe como manejá-los nem dar-lhes a importância devida.
Se admitirmos a existência dêsses problemas; que o atual desenvolvimento científico e técnico do país repousa na sua maior ou menor possibilidade em recursos informativos; a enorme dificuldade dos atuais e dos futuros
pesquisadores na busca dessas informações;
- Sentimos a necessidade premente de uma atitude tendente a resolver
êsses problemas, a bem do mais rápido desenvolvimento do Brasil.
Uü

grande passo seria dado se se tornasse obrigatória em todas as

escolas ur'versitárias do país a cadeira de "Orientação Bibliográfica".
E, talvez, a forma mais eficiente a ser adotada pelas autoridades co^
petentes.
Um curso de "Orientação Bibliográfica", ministrado por bibliotecário
formado, daria a todos os futuros cientistas e técnicos, uma correta noção
sôbre a utilização mais eficiente da biblioteca.
De acêrdo com o artigo 70 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, o Conselho Federal de Educação é o órgão responsável pela determ.inação dos currículos mínimos nos cursos universitários do país.

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�- 2 A êsse órgão devemos pedir que seja criada a cadeira "Orientação tiblio,
gráfica" e tornada obrigatória em todos os cursos iiniversitários do país^apresentando razões convincentes fundamentadas na experiência.
Temos notícias de que no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)^ em
São Josó dos Campos, desde 1965» Dona Maria de Lourdes Siqueira vem desenvolvendo um curso nesse sentido e com ótimos resultados.
írofessôres da Escola âilista de Medicina também sentindo a necessidade da pesquisa bibliográfica para a boa formação

do médico, mandam seus alu

nos algumas horas por semana pesquisar, sob a orientação da eficiente bibli_o
tecária daquela Faculdade, as bibliografias constantes do acêrvo da BiblioteC3i •
Se nada f6r feito, enfrentaremos o "caos documentário" por tempo indeterminado, pois, maugrado a utilização de processos mais modernos em documeii
tação, poucos resultados serão obtidos se cientistas ou pesquisadores deles
não souberem utilizar-se.

Fundamentados nesta breve explanação,
RECOMENDAMOS
1- que o Conselho Federal de Biblioteconomia se empenho nxxm trabalho
junto ao Conselho Federal de Educação, a fim de tornar obrigatória em todos
os cursos universitários do país, a cadeira de "Orientação Bibliográfica";
2 - que a Federação Brasileira de Associação Bibliotecárias (FEBAB),
tôdas as associações de clas-se e as escolas de biblioteconomia do país se d_i
rijam ao- Ministro da Educação e ao Presidente do Conselho Federal de Educação
ressaltando a necessidade de tal medida.
5 - que, dada a aprovação destas recomendações, seja constituida uma
comissão organizadora de um programa básico da referida cadeira, comissão e_s
sa que poderá, também se responsabilizar pela divulgação do movimento e juntamente com o Conselho Federal de TSiblioteconomia esforçar-se para conseguir
os fins desejados.

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                <text>Com este trabalho pretendemos ressaltar a necessidade de um Curso de Orientação Bibliográfica em todas as escolas universitárias do país. Propomos a criação desse curso e o início de um movimento conjunto de todas as associações bibliotecárias, escolas de biblioteconomia e autoridades interessadas, no sentido, de o Conselho Federal de Educação fazer constar essa cadeira do currículo mínimo obrigatório de todas as escolas superiores do Brasil.</text>
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�V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOIECCITOMIA E DOCUl'iENTÁgilO
SaO PÂTTLO — G A 15 DE JAIOIRO DE 196?
PATROCIRADO PELO INSTITUTO HiCICFAL DO LIVRO

Tema V — Informação Científica

'•CENTRO DE DOCUliEKTAÇAO E INFORPIAÇOES ESTATÍSTICAS''
por
Gilda Maria Maitaker Verri

029,7
002,,f^3l

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CDD

í;812/813) CPU

�Introdução
1 - CaracteriEticos Gerais
- Serviço do Pesquiso e Coleta
de Dados
5 “ Serviço de ClassÍ3?icocão
- Serviço de Documentação
ç - Serviço de Difusão
6 - Pessoal
PiGf er êscia s

IFTRODUÇãC

A informaçã-o estatística é uma enrir.jencio do desenvolvimento
economico,

social,

científico c técnico,

Pa Piegião nordeste,

onde os rccujrsos estatatísticos ainda são parcos c folhos,

im-

põe-se a criacão de um serviço de informações estatísticas,

A FUPDAÇflO

0 DPoPPVOmildriO IITDUSTHIAL DO "CPDFSTm -

PlI''TO'fCPt - estudou os condicões de nossibilidode de implantação
de um centro dc informações estatísticos,

com o ohjetivo de in-

crementar 0 planejamento e a implantação de novos indústrias no
Nordeste, 5sse centro trora os se:ç‘uintes vantagens; recuperação
mais fácil dos dados estatísticos referentes ò Região Nordeste',
complementação da coleção já existente*, pescuisa c levantamento
de outras informações; formação de documentação especializado
de caráter nacional c internacional; difusão e aplicação desses
recursos de formo

sistemático,

A implantação dc um centro de informações estatísticos crio,
simultâncamcntc, uma

oportunidade para a Dstatístico

DocujiientacSo,

ser um trohalho coordenado — o das duas

Deverá

e paro o

disciplinas — onde os objetivos comuns serão; reunião,
ficação e difusão de dados estatísticos concernentes à
física,

econônica, luimona, agrícola,

classisituação

industrial, administrativa,

e cultural do Piegião -■ordeste.

São consignados neste trabalho õs ;.!rincípios básicos adotados
poro a instalação do Centro dc Informações Dstatísticas no FUI'^DINOR,

0 trabalho não nretende ser completo e nora a

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sua

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insto- 1

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�loçao c imprescindível o colcborar.õo de iim estatístico,

1 - cAracraíSTiGÁS garais

-.1 organização de -um centro dc informações estatirticas deve- obedecer aos princípios de organização e administração dc serviços
estatísticos em geral Cj.em particular,

O/*

assunto.0

serem cobertas,

ò seleção dos áreas

à recuperação de dados

já

existentes,

elaboração de pesquisas e levantamentos, ò ciassificação,

análise,

à interpretação,

de

ò

ò conscjfvoção e atualização, aos meios

de difusão e ce propaganda,

à coleção dos repertórios estatísti-

cos, aos limites .de tempo c de pessoal,

Para atingir tais objetivos e necessário, durante os fases iniciais
de implantação e funesonomento,

dividir os trabalhos era quatro

serviços; a) serviço de pesquiso e coleta de dados| b) serviço
de classificação', c)

serviço de documentação5 d) serviço de difu-

são.

2 - S:dR^7I^0 D2 P3SQUI3A 3 GCL.T.^ D3 DADOS

Ao Serviço de Pesquisa c Coleto de Dados cabem as seguintes funções;
a) determinação dos assuntos,

dos áreas geográficos c dos

perío-

dos a serem cobertos
b)

r.studo do assunto
serem emprega-

c) elaboração dc planos de pesquiso e de métodos
dos no recuperação de dados
d) planejamento de néfcoàcsdc tobuloção

A pc.squisa c a coleto podem ser efetuadas'através de;
a) documentos em geral; anuários,
relatórios,
b)

livros, periódicos, manuais,

orçamentos, prospectos,

cartas,

órgãos governamentais especializados - I3G3,

notas,
D3E,

etc,
SUDElãü,

C0I'iDEFE
c)

instituições de ensino ou pesquiso;
Instituto de Ciências do Eonem,

d)

Instituto•Joaquim Nabuco,

etc,

cmprâsas 'ir iva das
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�e) bibliotecas
f) pessoas Gspccialis.adas
g) questionários,

entrevistas,

0 Serviço de Pesquisa

onservaçoe?

e Coleta de Dados deve traballiar em es-

treita colaboração com o Serviço dc Docurientação do Centro e a
Diblioteco da Fui-^DIFCR,

de modo a receber e trocar material b,i

bliográfico relativo ou portador dc dados ou de analise esto tistico.

5 - S3RVIÇC DD CLASSIPICAÇ.tC

A quantidade e a variedade dos dados estatísticos

obtidos pe-

lo Servivço de Pesquisa e Coleta irão exigir o orrolancnto e a
sistematização do material, para, que os informações possam ser
fornecidos com a maior omplit\:de e precisão possíveis,

no me-

nor prazo de tempo, Destocam-sc, portanto, duas fases do trobalbo; a primeiro relativa

ò apresentação material dos dados

e a segundo relativa à clossificocão das informações,

paro a apresentação material dos dados devem scr utilizados
fichas de cartolina bronco, tamanho 1Z,Í3 x 20,5 cm,

diogromo-

das de forma o manter m cabecolho constante paro todos os
assuntos e um corpo variável conforme o método de tabuloção
adotado poro cada assunto.

Poro 0 elaboração do cabeçalho tomou-sc por base as fichas de
inquár ito adotadas pelos Ministérios em colaboração com o IDGD,
Foram destinados espaços para os seg uintss referenciosj
a)

índ ice de classificação

b) título
c) unidade da federação
d) zona fisiográfico
e) município
f) remissivos
A
g) marcas dc cor

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�As inc?rcí?s õe cor poclerõo ser iisodos em todos os documentos,
para simbolizar os grandes classes de assunto.

0 corpo deve scr diagrama do conforme as normas de apresentação tabular,

do IBCG5 deve dor uma. visão geral sobre coda as-

sunto e deve abranger colunas e linhos oue contenham, respectivamente, as séries verticais ,e horizontais de informações,
Foi necessário acrescentar uma coluno vertical poro indicar
a fonte,

com 0 objetivo de Eiantcr atualizado 0 série horizon-

tal.

Para a cloásificação dos assuntos recomenda-se a CLASSIFICAÇÃO DFCIííAL UFIFJRSAL (CDU),

qué permite abranger todos os ra-

mos do conhecimento humano, de formo sistemático

e possibili-

ta 0 adoção de processos mecanizados de recuperação do informação.

A adoção do CDU implico, no

elaboração de um catálogo sistemá-

tico e num índice alfabético de

lassunto,

partindo do geral para 0 particular,

0 primeiro reune,

todos os assuntos e áreas

geográficos abordadas 5 enquanto que 0 segundo ordena, alfobèticaraente, os assuntos contidos no primeiro,
tico de assunto poderá ser ampliado,
com o da Biblioteca,

0 índice alfabé-

se usado em colaboração

evitando-se assim, duplicação de trabalho.

Ao Serviço de Classificação cabe uma

seção de análise e inter-

pretação de dados,

onde serão também elaborados gráficos,

se material poderá

scr elaborado em fichas de cor,

És-

a serem a-

nexadas às fichas dos dados. 0 conjunto das fichas de dados,
de análise e de gráficos irá completar a informação solicitado,

essas últimos darão "conteúdo" aos dados.

h - SBnVIÇO DB DOCmGhffAÇÚO

0 Centro deve,

além dos catálogos, manter atualizada luna

leção de documentos estatísticos, clossifiçados pela CDU,

coNes-

sa colecão estarão incluídos;
- h

cm

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�GLiri^rior pi,iDlicac!os pelo íBGÍ.í e pelos íeportomentos esta-',
iuols de estotísticQ
0.

iudlees,

sinopsesj

censos demográficos,

indtListriais,

agrí-

colas
^
A
^
pulj.icacjoes sobre comercio interno c externo
d) publicacf5es editadas pela

SUDilíE,

COrDl-?;! e outros conse-

Inos de desenvolvimento
anuarios publicados pela. OiiU,
cana,.

ÜFa,

FAO, UKdSCO,

União Panomeri-

Instituto Intcramericano de Fstatística

e outx-cs

orgães inõernacionais
periódicos
—
s)

es .e p
b c c j. o 1 i z a d o s

rseonendações,

^

normas e legislação vigentes.

As publicações de caráter geral ficarão cm deposito na Biblioteca,

após 0 consulta e o levantamento de dados efetuados pelo

Cencro,

SBRvlÇG DB DIFÜSJÍO

0 Serviço de Difusão deve ser encarregado da:
a.) fornecer as informações solicitados
b) coordenar e divulgar o publicação de documentos estatísticos
c)

coordenar a propaganda

d) cstabG?i.6ccr convênios com órgãos governamentais e ( .aotidades paraiculares
e; manter atualizado um fichorio de instituições,
P&amp;sseas com os quais

s;_rão r?fp&gt;Ldos

empresas e

intercâmbio e informações

f) manter contato pessoal ou por correspondência com pessoas
especializadas
V
6

FLSiSOAij

A implantaçã:

do Centro de Informações Bstatísticas,

ções medias, requer a colaboração dc um estatístico,
bliotecario,

de um coletor de

de proporde um

udos e de um datilografo.

Cabem
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�00 estatístico os seguintes .funções;
o) planejanento do pesquisa
b) o.nólise G interpretação de doclos
c)

elaboração de ercficos

d) fornecimento de dados ao bibliotecário

Ao bibliotecário compete;
o) fornecer informações
b) colaborar no planejamento da pesguisa
c) rsalisor pesquisas em documentos
d) manter atualizados os catáloços
c) formar e' desenvolver o Serviço de Documentação
f) fornecer elementos poro a difusão de dados*

REF3RÍ1TCIAS

1 - .TüHTHAiTD, Hené, Les stotistiques, base des décisions economioues, L*Obpervateur de. l'CC.D3 (Paris) (ZZ) ;19-Z6,19é6
estatística.;
Z - IBG3, Mapualpdo. agente,
nistraç*^o.« 191-I-9* f* soltos
3 ^ IFoTITÜTC INTZPiAlídRICAüC DE ESXADISO:iGA, Estruptura. - PilOr^^
Sí*.ííflp. "
P'A?.» ^-'foahinstonj União Panomericono} 1991
h - LOPES, Yaldecir F, Prpií^edimicntps^^^^
clases) Santiago,*" CIElfeSj 3-9*5].!., luli. p,
5

(Notas de

NCHíuiS Kd A?RESEmç.íC EAiUL-Tv, Rey ij t a_^a s
d.ej Estípjn.ca. (?ào de Janeiro) Zip(93/94) i42--4tj, jan*/jun,19e3

6 •• OLITEIBA, Haul Piomero, Ppj5umc„ntafiãp_esj^^^
- PEâkl.sr.
mas e persnectivas (Rio de Janeiro; 3P3 •• CEPAL/BiTDE,
iwr;*
7 - ORHIERES , 3, J* Sugcestlons pouj? 1'ins t alio tio n et l‘équipement d'un petit service d_| information, HenniG_^d^e.
Documenta tion (La Iía3'e) ZC (3) ;ll^--ll5, oout 19^1
O
u

UNIiiO PANAíCRICAíTA, Departamento d§ Estatístico, Manual.
spbre. netodpjs, pajra,J4^^, elpboipocipn.^ de. Jptps.^ '/ashíngton,
1939. lr]3 3.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>A informação estatística é uma exigência do desenvolvimento econômico, social, científico c técnico, da região nordeste, onde os recursos estatísticos ainda são poucos e falhos, impõe-se a criação de um serviço de informações estatísticas, A FUNDAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DO NORDESTE - FUNDINOR - estudou os condições de possibilidade de implantação de um centro de informações estatísticos, com o objetivo de incrementar o planejamento e a implantação de novos indústrias no Nordeste, onde esse centro trará as diversas vantagens.</text>
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                    <text>Q'fê'/--

W.

cm

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�V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONO-MIA E DOCUICTTAÇÃO.
SÃO PAULO
8 a 15 de JANEIRO de 1967. PATROCINADO PELO
INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

Tema IV - BiBliotecas Universitárias e Especializadas
BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS
•por
Alice
Camargo Guarnieri

026.028

-

CDD - l?a.

002+026.005(81)

cm

1

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-

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CDU

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�SUMÁRIO

1. CONSIUERAgÕES GERAIS

2« CAMPO DE AÇÃO

3, CARACTERÍSTICAS
3.1 Pessoal
3.1.1 Pesquisador ‘bibliográfico
3.1.2 Tradutor
3.1.3 Técnico em resumos
3.1.4 Indexador
3.2 Coleções

4, LOCALIZAÇÃO

5, ESPAÇO E EQUIPAI,ÍENTOS

6,

CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

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�S

I

II

0

P

S

E

Importância fundamental
quisa

no

desenvolvimento

do Brasil,

dos

resultados da pes-

na década do desenvolvimento

(1957-1967). Valor da informação organizada. As barreiras encontra—
das

pelo

pesquisador são de ordem pessoal e social. Pessoal,

pelo

desconhecimento das fontes de informação e dos recursos das bibliotecas especializadas.

Social porque

as bibliotecas especializadas
mente

dos

nos países em desenvolvimento,

ainda não são conhecidas suficiente-

usuários, Ainda não há eficiência desejada e necessária

dos meios de comunicação das informações e esta deficiência decorre
do atrazo com que

as bibliotecas especializadas brasileiras acompa-

nharam as mudanças

de processos e métodos de trabalho documentário

nos países mais adiantados.

No Brasil a bibliçteca especializada precisa ter
a melhor organização possível porque!

a) nelas

se encontram informações, muitas vezes pequenas eesparsas

em documentos

nao

existentes nas demais,

porém fundamentais as

■ pesquisas.

) um cientista
ficar

uma

num laboratório,
empresa

com uma única pesquisa pode modi-

ou tornar absoleta uma existente mas depen-

de da documentação.

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�BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS

CONSIDERAÇÕES GERAIS

O proLlema

da

no Brasil quanto mais avançamos
co,

e isso porque,

cada

nosso país

do desenvolvimento,

nuas mudanças,

tanto quanto outros,

dé-

com todas as dificuldades e problemas de-

0 momento
impostas

no terreno tecnológico e científiatravessa,

correntes das transformações
sócio-econômica,

informação cresce de importância

bruscas verificadas

na sua estrutura

histórico que atravessamos,

pelo

desenvolvimento,

de contí-

torna imprescindí-

vel a existcncia de orgãos capazes de exercerem suas atividades especializadas
lidade de

integradas às pesquisas e pesquisadores,

Não podemos esquecer que as pesqpisas puras

aplicadas são onerosíssimas,

não só no tocante ao pessoal,

impedindo

que

do nosso.

mentos o informações

mais

ou assuntos afins,

de

as

e atualizadas sobre dado as-

brasileira

reproduzirem

permitindo-lhes

isto é,

classificarem,

da pesquisa,

entre documentos o pesquisadores,

de

objetivos
trial, e,

analizarem,

promoverem a re-

industriais o técnicos in-

no desenvolvimento do país o na aplicação de novas técprodução e em novas descobertas,

universidades

sao elas

responde-

e divulgarem os documentos o os resulta-

(tanto positivos como negativos)

nicas

fornecer docu-

adaptar as bibliotecas especializadas

fins a que se propõem,

teressados

a

da maioria dos usuários ou prováveis usuários,

produzirem,

lação

paí-

ainda não são tão conhecidas quanto deve-

à realidade sócio-econômica

dos

destinados

completas

A fim

aos

vem

Isto se dá porque as bibliotecas es-

pecializadas que são órgãos sociais,

riam sê-lo,

interessados

obras notáveis encontrem prioridade em outros

em detrimento

rem

equipa-

seu preparo e estudo; nem podemos igno-

rar que a demora com que este material chega aos

sunto

e

e materiais, mas igualmonte no que diz respeito ao material

bibliográfico necessário ao

ses,

fina-

fornecer-lhes possibilidades referentes aos seus proble-

mas bibliográficos,

mentos

com a

que,

prestem

maior atenção às suas necessidades pois

através da sua especialização, melhor respondem aos

da ciência pura e aplicada,

refletida na produção indus-

pelo seu próprio desenvolvimento,

formação científica,

chegam a centros de

in-

atendendo à atual conjuntura brasileira.

Todas
paraestatais,

torna-se necessário que

as

bibliotecas

autárquicas ou privadas,

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especializadas estatais,

normalmente procuram suprir

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as limitações,
de

dos

investigação

lizadas

das

fundos universitários pola reunião do material
e devem ser chamadas a colaborar com as especia-

universidades através de serviço do roprografia,

em-

préstimos intor-bibliotccário o pormutas,

Se

todas

as

bibliotecas especializadas forem

persuadidas

da impossibilidade de atenderem à demanda de informa-

ções com

rapidez e exatidão requeridas pelas pesquisas puras e

a

aplicadas,

e realizarem sua transformação na aplicação dàs técni-

cas de informação relativas à documentação,

teremos implantado po-

lítica de absoluta necessidade ao Brasil.

Sabendo que
sileiras, mesmo
gum,

as

melhor organizadas,

às necessidades

da

indústria,

zando nesquisas próprias
trabalho,

em ritmo

formação,

devemos

ca,

de

o

de modo al-

com. problemas proprios, reali-

utilizando tamboni métodos proprios de

procurar
que

equipa-las

da melhor forma possível,

elas mesmas iniciem urgentemente mecani-

suas tarefas a fim de sairem da sua organizaçao estáti-

pois esta,

além

de

cncia

0 tecnologia,

mente

será

prejudica-las'no seu avanço ao lado da ci

também serão entravo à pesquisa e estudo.

atingido

ganização do uso comum
cializadas procurarem
particulares,

So-

,esse objetivo quando procurarmos incentivar

o espírito do colaboraçao

presas

não atendem,

jamais alcançado pelos processos atuais de in-

Para isso é nreciso
zação

as bibliotecas especializadas bra-

das indústrias,

para que se consiga or-

dos colaboradores,

Se as bibliotecas espe-

a

colaboraçao financeira permanente de em-

para sua manutenção o aperfeiçoamento,

esta-

rão som dúvida contribuindo para o engrandccimento dos acervos que
constituem sempre um bem comum.

2. CAMPO BE AÇÃO

A diferença

fundamental

das escolares, universitárias e do pesquisa,
tinos e nível d*os acervos,

entre as especializaestá na variedade dos

na facilidade de acesso o empréstimos,

na estreita ligaçao entre o bibliotecário e sua especialização, nos
serviços
rial

de reprografia e traduções.

documentário,

brigatoriamonte
como normas,
preços,
tes,

extromamente especializado,

nas

bibliotecas

oatálogas

separatas,

filmes,

Também certos tipos de mate-

de

especializadas de pesquisa,tais

aparelhos,

instrumentos,

relatórios de pesquisas,

desnecessários

sao encontrados o-

catalogos de

certificados,

paten-

nas bibliotecas escolares e universi-

tárias.

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i’or

outro lado,

pesquisa junto aos quais
boletins,

ou

funcionam,

qualquer série

os

organismos

geralmente

de publicação,

editam

tas vezes,

para fora das fronteiras do país,

Além disso,

os

tam serviços

e

teresse

leitores,

dos

iam seus
vel

de

estas bibliote-

objetivos das organizações às quais

dão informações

sobre determinados assuntos de in-

antes mesmo que estes as tenham podido,Basenuma política flexí-

empréstimos o distribuição de material da biblioteca,

ferencia incluem procura de literatura,
e resumos,
dirigida

o indexação.

nu-

das informações e outras atividades capa-

encorajar a pesquisa e os pesquisadores.

rapidez

bi-

bibliotecários e doro.ais funcionários pres-

ma eficiente disseminação
zes

dos

logo,

objetivos no serviço de bibliografia,

para

especialmente

distribuidas pelos serviços de Permutas e Doaçoes, mui-

cas dap informações dentro
servem,

trabalhos,

acontecendo também qtie

a própria biblioteca é responsável por uma série,
bliografias,

e rnstibutcs de

0 serviço

Os serviços de re-

compilação de

bibliogiaf i

de empréstimos adota mentalidade

no sentido de que o leitor precisa o deve ser atendido com
o eficiência.

ra facilitar

o

Quase tôdas possuem setor de reprografia

pa-

estudo o trazer os resultados das experiências para

o pesquisador.

3,

CARACTEEÍSTICAS

Quase
tação

propriamente,

pesquisas,
dos,

sempre o material informativo,

sebro. uma

descoberta nova,

aparece antes do livro,

informes técnicos,

a

docrmion-

ou continuação do

cm forma de folhetos mimeogi^afa-

artigos-cm periódicos, notícias cm jornais

,

0 devo fazer parte do acêrvo das bibliotecas especializadas.

Quando

estas

atingem êsse desenvolvimsnúo s 'in-

capazes do realizar amplo trabalho do informações,
clusivamento

bibliotecas,

c necessária evolução,

deixam do ser ex-

para transformarcm-sc, pola sua natural

em centros de documentação.

seus

As bibliotecas esoccializadas urecisam
serviços
fôr,

de

ficarão

pesquisa,
à

das

bibliotecas especializadas,

é se ocuparem,

bliográfica,
do destinadas

c divulgação, pois se assim nao

margem da evolução e destinados à estagnação,

característica
das,

do análise,

Oi^tra

além das já aponta-

cm função dos seus trabalhos do documentação bi-

fotográfica,

etc,,

com a investigação e erudição,

sen-

portanto a púb].ieo interessado de uma forma ou do ou-

tra

na

pesquisa

cm qualquer setor dos conhecimentos.

ção,

cspocialmcntc bibliográfica,

q essencial

às

A

^

ciências e à tec-

nologia.

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�l'omo3

necessidade

do mais bxdliotccas especia-

lizadas,

porque nosso país 6 ainda insuficientomonte desenvolvido.

Som

preocuparmos

nos

dústrias que
cêuticos,
mento

com alguns centros do investigações,

atuam por sua própria iniciativa

químicos etc.)

cabe

ou in-

(laboratórios farma-

aos governos promover o estabeleci-

do política do fomento às bibliotecas especializadas.

latório sobre
ne Eggor

da

Department
don,

pesquisa

os

levada

Biblioteca
of

a cabo pelos tócnicos,

Nacional da Suiça e Dr.

No re-

Dr. Eugò-

D.J. Urquhart,

do

Sciontific and PLCscarcli Lending Library, Unit, Lon-

quais

por

designaçao da Uncsco estudaram a "Nocessidadç

das Bibliotecas Especializadas",

encontramos

a seguinte conclusão:

0 auge Gconomico significa desenvolvimento da indústria

e ôste por

sua vez dependo em grande parte da investigação pura, o da documen^
taçao.
Igualmcnte
a Pederaçao Internacional de Associações de Bibliotecários,

criou uma sccção do Biblioteca Especializada para es-

tudos dos seus problemas.

3.1 PESSOAL

'■-f '

*’•

As possibilidades virtualmente ilimitadas da bi-

blioteca moderna,

notadamonto

a especializada',

impõem uma

sério

do Obrigações a quem tom sob sua responsabilidade a oscolba,
pra,

a troca,

ou a procura,

terial para estudo,

a classificação e a divulgação de

arcando com essa responsabilidade,

cientcmente contribuir
nidade,

não

ma-

destinado à categoria especial de consulentes,

em número o nível cultural acima da média e especializado.
a biblioteca possa,

a com

Para que

real c efi-

para o desenvolvimento da cultura da comu-

basta seja mais completa possível com relação ao seu

acervo, mas sim igualmente perfeita com relação aos profissionais,
os quais

deverão

ser capazes,

não só de administrá-la e orientar

os seus serviços, mas de atenderem às necessidades dos seus consulentcs.

Dois problemas

sao aqui fundamentais;

sidade de profissionais diplomados;
quado

ao ramo ondô vao trabalhar.

bibliotecas exige-se,
dez nos raciocínios

2.

necessidade de preparo ade-

Do profissional que trabalha em

na capacidade de usar a documentação,
o vivacidade intelectual.

briga o profissional a pensar,

estudar

rapi-'

A especialização o-

ou ter conhecimento porme-

norizado sobre o assunto da especialização.
mentam

1. neces-

Essas dificuldades au-

em complexidade, quanto mais especializado c o assunto e ma

is alto o nível cultural do pessoal que o procura,

Para

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estas

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bibliotecas há necessidade

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de ver-

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�dadeiros especialistas,
te

à

organização,

a nosso ver,

isto é,

conhecedores

os quais poderão ser

do assunto pertinen-

ou não bibliotecário.,são

quatro as categorias dos profissionais necessáriosi

3.1.1 Pesquisador bibliográfico

Que
nização,
ção

utiliza seus conhecimentos da própria orga-

dos assuntos que a interessam e da própria especializa-

para

localizar dados específicos ou compilar bibliografias,

A interpretação das coleções da biblioteca,
sultados dessa busca

em

a organização dos re-

forma de bibliografias e redação de re-

latórios da investigação são da sua alçada,

3.1.2 Tradutor
■Que conhece vim ou mais idiomas e a
ção

para

tradução

de artigos,

relatórios,

especializa-

correspondência para

o português,

3.1.3 Técnico cm resumos

Que usa
resumos

de

os seus conhecimentos para preparar '*os

artigçs o relatórios com vista à publicação dc bole-

tins ou periódicosi

3.1.4 Indoxador

Que analisa

em

lo uso de listas de cabeçalhos

profundidade as publicações pee

palavras chaves,

ou de sistema

especial de vocábulos para armazenamento e recuperação por

meios

aperfeiçoados de processamento,

3.2 COLEQÕES

Como â óbvio,
nosso país, precisam
do
sua

modo

que

clientela,

porque

as coleções destas bibliotecas

servir ao maior número possível de

em

usuários,

a sua qualidade o utilização devem estar ao nível da
Não

podemos

selecionar ao máximo essa clientela,

ainda somos um povo pobre, no sentido do usar e adquirir ma

tcrial bibliográfico, mesmo

sondo

este especializado e destinado

a cientistas. Precisamos levar o documento de qualquer tipo
ao intelectual,

tarabem

ao técnico especializado e outros leitores,

inte-

ressados no assunto.

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�0 material obrigatório
presentado

por

livros,

folhetos,

nostas

periódicos,

bibliotecas c re-

toses,

logos,normas, patentes,traduções, material audio visual
crofilmes,

fotografias ),

dos pesquisadores

e

índicos,catíí(slider,

alóm das coleções de publicações

das

mi-

originais

tiragens preliminares desses trabalhos.

0

assunto ou assuntos cobertos pelos objetivos da organizaçao e a p^^ofundidade em cada campo está ligada à natureza dos seus trabalhos*

Todos
lotrotócnica estão
trotécnica,

os

asBrditos pertinentes por exemplo,

representados na Biblioteca do Instituto de Ele-

porque

ela

brangidos pelo orgão,

centraliza em sua organização os campos a-

Sõm dúvida,

a secção de referencia inclue tam-

bém assuntos gerais ou especiais que
zação.

à e-

Exemplo típico ó matemática,

se relacionam cora a especialifísica,

computadores,

engenha—

ria mecânica,

0 tamanho
vos da organização,

destas bibliotecas deponde dos objeti-

crescendo o ate corto ponto,

diversificando,

de

acordo com aqueles.

0
to,

acesso a toda a documentação precisa ser aber-

livre do entraves,

guem

às

a fim de que os documentos solicitados

mãos dos que deles necessitam com a maior rapidez possível

o da forma mais adequada.

Daí a urgência do se estudar código do em-

préstimos entro bibliotecas e de se instalarem setores de
fia

che-

nostas bibliotecas,

roprogra-

Naturalmonte que este procedimento onerará

a organização mas lhe trará amplos benefícios se a biblioteca de uma
especialização fôr capaz

de

cobrir o seu assunto em

extensão para servir como centro regional.

4. LOCALIZAgÃO

Dever-se-á
tecas

c

das

coleções

considerar a localização das biblic—

procurando,

sob todos os aspectos,

torná-los

acessíveis. As facilidades para a consulta ou acesso aos documentos,
dependo também das instalações e do próprio edifício.
guma,

Sem dúvida al-

se fizerem parte de orgaos estatais ou paraostatais,

depende-

rão • da conjuntura econômica diretamonte ligada às áreas do governo,
de modo que as instalações serão o reflexo das possibilidades financeiras o dos planos oficiais. Mesmo assim

a

estreita ligação entro

os usuários o as coleções torna indispensável que o bibliotecário s£
ja ouvido quando forem planejadas.

Provisões para fu‘buro

creso-im...: ‘

to o reformulações de orientação dentro da realidade brasileira,
vem ser feitas

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de-

com o concurso de bibliotecários e arquitetos c cco-

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nomistas desde
sas medidas

que uns dependem dos outros para a sua execução; Es-

devem ser tomadas não só quanto ao crescimento do acer-

vo mas igualmente,

quanto

atenção,

sua

para

quanto à

ao

pessoal,

perfeita

equipamentos e com.

manutenção o conservação. Previsão

instalação de laboratórios de reprografia,

nação incluindo

especial

oficina de encader-

laminação de documentos e ar condicionado,

e'de ab-

soluta necessidade,

5, ESPAQO E EQUIPALIEFJOS

No planejamento

dessas bibliotecas devem ser con-

siderados, tanto quanto à localização, como quanto às coleçoes,
aspectos:

osuaço

para

o acervo,

com estantes,

utensilios

normalizados quanto às dimensões,

terial etc;

espaço para emprostimos,

riódicos,
lhetos,

livros e outros tipos de materiais

etc.)5

tocante à
centro

qualidade do ma

doaçoes,

(normas,

os serviços técnicos que,

setor de pe-

catálogos,

fo-

a nosso ver, no

classificação e catalogação deverão ser centralizados num

regional especializado. Mesmo numa biblioteca de livre aces-

so a todos
Não

espaço para

fichários, moveis e

cores,

permutas,

três

os documentos os espaços requeridos devem ser previstos,

unimos os laboratórios acima sujeridos aos demais serviços por-

que eles devem estar localizados fóra da área do acervo,

embora den-

tro da área total,

6.

CONCLUSÕES

Considerando que não

existem no Brasil todos

os

elementos necessários à introdução da automação nas Bibliotecas, mas
que poderá ser aproveitado com vantagens,

Considerando
namentais ou não,

como

pecializado das ciências
sando informar,

orientar

quanto já estiver em uso;

bibliotecas

especializadas,

orgaõs destinados às pesquisas
puras o aplicadas,
e divulgar,

gover—

no campo es_

artes e indústrias, vi-

dentro dos níveis

culturais

em que servem;

Considerando que,

em vista

do

ritmo acolorado.com

que 0 Brasil procura alcançar o desenvolvimento dos demais paisos,
essas bibliotecas são imprescindíveis;

Considerando

ainda,

que nem,a pesquisa

a aplicada podem ser realizadas sem a colqboraçao,
acelerado,

também

pura, nem
em

ritmo

das bibliotecas especializadas,
RECOMENBAMOS

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1,

Qug os edifícios

e

instalações destinados às Mbliotocas especia-

lizadas sejam planejados
tro de política
tecários,
lhor

do

por

arquitetos e bibliotecários den-

ampla colaboração entre usuários c biblio-

com o fim prccípuo de dar à estes oportunidade de me-

aplicarem os seus conhecimentos bibliográficos e da espe-

cializaçao,

com

rapidez,

simplicidade e sem

quaisquer entra-

veis ;

2,

Que os equipamentos

sejam

modernizados,

com estantes, utensilios,

máquinas, material de escritório etc.,

padronizados tanto quan-

to possível para facilitar a automação futura;

3.

Que os processos

técnicos

(catalogação c classificação) sejam cen-

tralizados nas capitais dos Estados,

nas bibliotecas especiali-

zadas quo funcionem como Centros Eogionais especializados;

4.

Que 0 pessoal empregado seja especializado em biblioteconomia e
formação científica,
fias

responsável pola compilação do

in-

bibliogra-

e análise do documentos para preparo de fichas perfuradas

a serem utilizadas

tão

logo soja possível, nos sistemas aper-

feiçoados de automação;

5.

Quo sejam

treinados bibliotecários na programação para o processa-

mento

de dados,

e futuramento,

de fixação dos campos c códigos

especializados;

6,

Que seja
to

incentivado

o espírito de colaboração das empresas,

financeira como para uso dos acervos,

tan-

a fim do se organiza-

rem bibliotecas especializadas de uso comum dos colaboradores.

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�BIBLIOGRAFIA

BARE,

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- 0 problema da informação nas bibliotecas especializadas,

são Paulo,(20):1-7,

trabalho apresentado IV Congresso

Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>Importância fundamental dos resultados da pesquisa no desenvolvimento do Brasil, na década do desenvolvimento (1957-1967). Valor da informação organizada. As barreiras encontradas pelo pesquisador são de ordem pessoal e social. Pessoal, pelo desconhecimento das fontes de informação e dos recursos das bibliotecas especializadas. Social porque nos países em desenvolvimento, as bibliotecas especializadas ainda não são conhecidas suficientemente dos usuários. Ainda não há eficiência desejada e necessária dos meios de comunicação das informações e essa deficiência decorre do atraso com que as bibliotecas especializadas brasileiras acompanharam as mudanças de processos e métodos de trabalho documentário nos países mais adiantados.</text>
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gentilmente por

�Digitalizado
gentilmente por:

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Gereacbinimio

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■-■ i.'-' Sj. 1 ái i5LI CÍJi-üO:*. Oj";I \ Lt DCCíJiüji'. xAÇ ^0

são iaulo ^ a .15 de janeiro de 19’'^?
latrocinado

pole Instituto I.faclonrAl do .Livro

Jeita 5 - Infornação Cie.nbífica

THA.3ALF10 li iLLeCTUAI, 9A IÍ‘íÍlJ3'L'rtlA
por
Sulm P. de Valenzuela Gourroge

029.706181

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002.66:6(81)

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gentilmente por:

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CDD
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CDU

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�TRABALHO INTELECTUAL NA INDÚSTRIA

Por:

Zulma P.

de Valenzuçla Courrege (*)

1 - INTR0DUC?[0
Sob este tema podem ser focalizados diversos aspectos do tr^
balho intelectual,

tais como sua objetivação,

ou materialização em forma de documentos,

exteriorização

e a criação de

mecanismo impulsionador que o divulgue amplamente,

um

ensejando

o aproveitamento de sua substância útil.
Pois que todo raciocínio,

positivo ou negativo,

rado em suas conseqüencias,

certo ou er-

traz sua contribuição ao

acervo

do conhecimento universal.
Dentro de tema,

podería ser também passível de focalização o

problema da organização das idéias - quer em fase de vérsão
falada,

escrita ou audiovisualizada - ,

gibilidade,

qualidade,

accessibllidade,

visando a sua InteM
adequação,

etc.

Ou-

tro aspecto a considerar poderia ser a identificação do produto do trabalho intelectual já exteriorizado,
documentos de qualquer espécie,
sos técnicos,
municação,
rio,

ou seja,

dos

a fim de facilitar os proce^

os controles necessários e a divulgação ou co-

enfim,

todas as fases da atividade do bibliotecá-

documentalista,

ou técnico em informação,

em que estejam

envolvidos o trabalho intelectual e a mecânica de sua organl^
zação,

e que facilitem o conhecimento e o aproveitamento da

informação.

E ainda desde o ponto-de-vista do interesse tiBds

exclusivo do leitor poderíam ser examinados métodos e conselhos que pudessem contribuir para a maior eficácia do esforço de assimilação desenvolvido na leitura.

(♦) Técnico em documentação do Setoh de Documentação Técnica
e Patentes - Centro de Pesquisas e Desenvolvimento - PE TROBRÂS.

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�2
0 trabalho inLelac m;..'i1 ,

niiter;'.a-prÍK.a do

t-cario,

b&lt;i/-)bé*r e rja tei‘ia-pri.'.a o o

nionals,

se,;-a o g.;.bo nos

;)cõa'-0£0s,

Toda vcp -pjo no deco -rer oostas
trabalho intelectua''

trabalhe cic niblio-

trabalho de cutros
cios

psicologos,

profis.

otc.

considoraoSos f.alciaos

era

est:’ren.ios ror.-rindo-nos ao priir.oiro as-

pecto o.ludido.

,

ac falain.íos

sn jcciancr!tnção ou ati -

vidadüs doGuuc-tárias não pr e vondenos lirídtar o scr.i,ido ao d a
1L*•»&gt; ? •&gt; O
/*viiscipliaa que dl-,a respoito oura^vier tc de docu‘iv.'neC'S, se
nao,

e prir.cipalrrieutc,

du seu. conteúdo

iafurraativo e co

CO-

nhcciraento co.uo pot.inciul,
bf.i verdade nãc á possível a’).reseut'5.r técnicas
aacn 0 do trn.ba.lho intelectual,
sendo detcrtiii.adas e

para a crgarii-

una vea tp;e tais técnicas va o

natertoadas

pola repotiqão ePicaz de :ne

d idas tovada.s dinute de sitvaçBos i.,ua exige;;; dccisSo c‘najnadus

"cr.ergc.ncics'’,

go íú..i;-if ord, bntre tah tc,
cSüS solive o .'lodus

uo sentido Intc-rprcts tivo do sociélo
é possivcl

faclcndi riais

tocar s.lguuas considera -

adí.-.,u-’dc para resolver al -

uuns COS problei/as ligados a organização dc
tual.

Cumpro lembrar,

as

porem,

trabalho intelec

que c. escolha prematura da

moüus faciendi ou de u;-la "técnica"

pode,

às vezes,

Uí!i

coL-preme-

ter a ado-;ao da solução mais apropriada ao case específico,
3ob..i:’etudc,

cm paises cujo sta t'^s soja o descnvolvimouto ou o

suboesenvolvirden to,

e icipresci.ndivel ter en me.’;^tü que os fa-

tores condicionaccrcs
teu nos

sac cuiito diforencos daqueles que e:-:i^

paisGS donde orover; as

técnicas de vanguarda ea; a até

ria. de documentação.
A riDÚSHili DI.iá£.2-;Pe.H-Ia Ui5 rurbl- I-.ã CAt'1

2.1 - A indust.‘ir
Muitas vozes

lU P lCúUÇÃC IbTb-

e .rs atividades documculá-rlas
tei*; sicc menosprezada a i^^tíustria como foi

té potencial dc infornação universalncm.c válida*
i. tor.tív.-ncia, oa induscria e c.’’iar divisos
ccf .ndü-lc ccononicaru,:-’te,

Digitalizado
gentilmente por:

'^ais,

desenvolve-lo e criar condi

r oca de aor ir.ioraucato cultural,
i.istitui-^ões dc

,.iaro. c

Mas na o e somente

nas

oe;n_uisa pura o no-S un.ivorsida.des

çue

I Sc a n
st e m
I Ciereaclancnt.

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�dcDon\-o].vcrr;

50

cimentos úteis a Humanidade.

A indústrj.a está de tal modo associada ao progresso ci
entifico-cuitural das nações,

que freqíientemente se v£

rlfica sua participaçao financeira nos programas de p^
quisas empreendidos pelo Estado e sua contribuição para as instituições de ensino.
mund&gt;’al de 1959-19^5 &lt;qae,
dústrla bélica,

Foi a partir da guerra

graças ás necessidades da in

adveio o grande impulso ás

documentárias e a pi’ocura de técnicas,

atividades

sistemas e ins-

trumentos mais eficazes e rápidos de informação.
minada a guerra,

parte desse esforço deslocou-se

as indústrias de desenvolvimento,
anseio mundial!

Ter

de reconstrução,

para

em consonância com o

paz e progresso.

A

indústria pctrol.tfera (para situarmo-nos em posso campo de atuação),

ainda que considerada de valor estraté

gico nas épocas de guerra,

é uma indústria de paz,

de

desenvolvimento e do progresso.
Em uma indústrj.a o saber é capital eom valor aquisitivo,

pois poee cbegar a traduzir-se em patentes de inven

ção,

cUyOs direitos de propriedades,

além de dar abso-

luto monopolio de seu uno ou aplicação á in-c ..Itulção in
venbora ou registradiura,

podem ser cedidos por

determinado cu definitj.vamente,
ceiro.

Também,

o

"saber como",

prazo

com grande lucro finan
ou know-how,

repiesen

ta economia em .investimentos destinados á aquisição de
tecnologia foranea

mediante contratos de serviços

ou

de pessoal.
Assim,

a indústria se preocupa com a organização do tr^

balho intelectual,
interesse direto.

em primeiro lugar,
Nos .'“.ossos dias,

por seu próprio
a indústria

tem

sido a primeira a adotar os novos recursos ou a aprove^
tar as facilidades e técnicas mais aprimoradas oferecj^
das pela documentação,

e a estabelecer sistemas de or-

ganização do trabaliio intelectual.

Tem sido a prime^

ra a dar apoio efetivo ás atividades informativas,

vi-

sando a as.5egurar um'^ corre^^^.e de informação adequada,
rápida c eficaz.

cm

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�2.2 - A enorme parcela (ie 'r..r-a'balho In^Glcctual na iadústrln
2.2.1 “ A eAPGi’5.rincia áe trabalho
Há o esfor-çG intelectual que os tratalhadcrecs
(3 GE envolvem natui^almente no deaempenho da
função,

esforoo que varia de Intenaidade o pro

fundidade conforme cua poaiçao e niveJ..
esforço que se fae; para entender,
plj.flcaa,
ans.lnar,

adapt.ax*,
inst2''Ui'-\

corrigir,
etc.,

nsrA.,'

verificaip, sitr

inovar,

melhorar,

em relação a qualquer

pa&amp;so
trlal,

Run

• ' - V' :o inasomado a ceíperiencla

aocolhida íxa ap''__

cação duo medidas concebidas para cada caso.re
sulta em um acumulo dc conhecimentos novos. 1%£
tc3 conheclmenuos são naturalmenoe clferenaoo.,
oriqinárloe ae pessoas diferentes,
ambientes diferenioE,

formadas em

em empresas

h. f&gt;.3se esforço Intelectual ja constl

forent

tul urn elemento valioso para pensaj" em termos
or^^ahlvacionats.

Em geral essa experlencia oo

concentra em comenteinlos,

troca de ídèiaE,

lonos iroailenremei
em correrporudoTic i.rq
mativos,

boletins,

^ -i-

relator: A O s

co•.! k.4 íi
o .1,^

diários de opoivação ou m.anuais do Ins

trução do caráter inreirvo.

■aramente se trarn-

foisna '...m relatórios ou outro tipo de documento
para divulgação mais ampla.
mente,
2.2.2

Apenas,

eventual

se convertem om documento.

0 estudo e o desenvolvimento Inaividual na ;1.r
dustrj.UCl
Essa experienci.a diarla do trabalho tras der;I
vacüGB de intorosses que condurem ao estudo
ao aüuo-aperfelçoam.ento o atualização.
C"

ostuaos resu.;. ■;antes e connectmentos ax-ccn -

çadoo 30. fao tímida divulgação em rounlãco,c:tra
ves dc rroc^ de "í.dõlas em palestras e conr'\?en

cm

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\Scan
C.ereacUin«nto

#•

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cias,

chegando muito raramente a transformar -

-se,

por espontânea vontade,

Mas,

também hâ os estudos encetados por Inici^

tlva individual,

originais,

em documentos.

despertados

pelo

interesse natural que sobre o técnico exercem
as atividades em que está envolvido,

e que com

mais freqiiicncia chegam a exteriorizar-se conor^^
tamente.
2.2.3 “ A pesquisa
Ha ainda o estudo metódico,
vidades de pesquisa,

promovido pelas atl

que se faz com o intuito de

resolver problemas gara o avanço da

industria

em causa, ás vezes sem propósito de aplicação
imediata.
Êsse tipo de esforço intelectual é geralmente
registrado,

mas nem sempre organizado para obter

um máximo de aproveitamento,

mesmo dentro

da

0 trabalho intelectual pode ser promovido

por

própria instituição.
2.2.4 - Uma série de circunstâncias

uma série de circunstâncias,

dando origem,even

tualmente, á produção de documento;

por exemplo

A necessidade de elementos para estabelecer una
decisão,

exige,

a análise de fatos e situações,

a determinação de fatores que influem,
que resulta em correspondência,
tudos,

planejamentos,

estatísticos,

contactos,

etc.,

pareceres,

o

es-

levanâamentos

comunicações, etc;

A necessidade de condensação e padronização do
conhecimento relativo a um trabalho,
serviço,
ções,

rotina ou

pode resultar em apostilhas,

instru -

normas e até manuais;

A necessidade de acompanhamento do desenvolvimento de um trabalho,

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de uma pesquisa,

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do

fun

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-

clonnmento de uma organização,
livros de anotações,
operações,
E,

pode resultar em

registros do pesquisas ou

relatórios internos e externosj

finalmente,

o desejo de desenvolver ou estabelecer um conceito,

interrelacionar fatos ou idéias,

sentar novos métodos,
rios técnicos,
de invenção,

etc.

e apre_

resulta em relato -

monografias,

artigos,

patentes

trabalhos de congressos,folhetos,

etc.
Por certo que muitos desses tipos de informa ção podem ser apresentados em variadas
de suportes materiais,
vaçoes,

microfiahas,

formas

quais sejam filmes,

microfilmes,

gra

e outros,além

dos tipos de suporte conhecidos como gráficos.
Essas informações podem ser também transmitida^,
por via audiovisual direta,
conferências,
duais,

seja em palestras,

mesas-redondas,

demonstrações in loco,

contatos indivietc.

2.5 - Multo material informativo se perde
Assim como a combinação de algarismos atinge cifras d^
ferentes em quantidades infinitas,

o esforço

intelec-

tual com os seus múltiplos fatores e condições determ^
nantes em jogo,

pode percorrer também infinitos cami -

nhos diferentes no desenvolvimento de uma idéia. 0 que
nos aflige,

é que a grande percentagem desse trabalho %

telectual não se exteriorlza,
e,

quando 0 faz,

isto é,

não se documenta,

não obtém a divulgação necessária,nem

o controle indispensável para assegurar o acesso oportuno e rápido ao produto resultante.
Essa vastidão é que devemos controlar e microanalisar
com proveito para a humanidade,
concepções úteis que,

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pois tem havido muitas

por falta de estímulo para a sua

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-

exteriorização e ausência de controle e de adequada di^
vulgaçao,
Bergier,
ens",

se perde.

A obra de Louls Pawels e Jacques

cujo título original ê "Le matin des

magicl-

relaciona diversas descobertas do século XIX

deste século que poderíam ter sido aproveitadas
humanidade com dois séculos de antecipação.

e
pela

Tais de^

cobertas ficaram perdidas na poeira do tempo. Em l6l8,
por exemplo,, a obra de um médico Jean Tardln,
da

lntltula_

"História natural da fonte que arde perto de Greno-

ble",

continha indicações detalhadas sobre o aprovelt^

mento do gás de iluminação.

Tardin estudava a

fonte

- um gasometro natural - e tinha já reproduzido no seu
laboratório um fenomeno igual.
conhecido,

de nome Schwenter,

Em I656,

um autor de^

estudava em "Recreações

pslcomatemáticas" o princípio do telégrafo elétrico

e

o modo pelo qual dois indivíduos podiam intercomunicar
-se por meio de uma agulha Imantada.

Somente em I819

üersted veio a falar sobre os desvios das agulhas Iman
tadas.

Dois séculos de olvido e de atraso para a huns

nldade!

E ainda contam Pawels e Bergier que existe na

Biblioteca de Sttutgart um manuscrito alemão do
"Salmon und Moroff",

que data de 1190,

poema

mostrando 0 de-

senho de um submarino.
Nesse sentido,

o dever primordial do bibliotecário

ria o de criar condições,

ou,

pelo menos,

se

tentar criá-

las (já que as dificuldades são conhecidas) que facili
tem e estimulem a exteriorização mais sistemática

de£

sa energia intelectual empregada pelo trabalhador

no

desempenho de suas funções.
Sabemos que multo comumente se torna difícil e
lhoso exterlorlzar um pensamento,

traba-

um conhecimento,

In

clusive para autores que já desfrutam de longa atuação
e conhecida reputação.

Imaginemos quanto mais

cil não será para os iniciantes,
modestos.

difí-

os tímidos ou os mais

Há ainda a falta de capacidade para conca-

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tenação das idéias,

falta de facilidade de expressão ,

falta de tempo ou a necessária tranqílilidade para o tra_
tamento objetivo de um tema clentífico-tecnológico. Ha
também a falta de fontes o de condições para a verlflc^
ção de dados ou aprofundamento do assunto.

E

ainda

podemos somar a todas essas dificuldades as que parti-cularmente nos afetam,
gua

quais sejam as do domínio da lan

e a conseqüente incapacidade de expressar com exa_

tldão o que se pensa.
Para remover certos obstáculos,

o bibliotecário poderá

contribuir em grau superlativo -- e até como
responsável,
dependerá,

principal

de vez que de sua habilidade e capacidade

em parte,

aceitação de suas sugestões

direção da entidade a que se vincula.
direta dependerá,

De sua

pela
ajuda

por outro lado o interesse e entusla^

mo do autor em potencial..
Sob o lema

"Erradicar obstáculos entre o seu publico e

a informação",

o bibliotecário pode dar,

colaboração pessoal,
capaz,

além do

sua

o máximo de estímulo de que

for

através de serviços eficientes,

adequados e opor

tunos.
2.3-1 - Aproveitamento da literatura original de caráter ostensivo
Queremos nos referir a literatura que se pro duz espontaneamente nas diversas áreas de atividades.

Êste material,

apesar de seu cará -

ter de ostensivldade e de sua froqíiente dlstrl
buição externa,

não chega as vezes ao conheci-

mento do serviço do informação.
Nesse sentido faz-se necessário institucion?'!!^
zar uma prática que assegure:
a)

o registro normalizado ou matrícula,
ja,

cm

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ou se-

a rotulagem do documento dentro dum sls

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-

tema InternacioncImente inteligível e aproveitável,

para facilitar sua Identificação

e posterior controle,
subseqüentes,

bem como os processos

desde os mais simples ate

os

mais aprimorados e modernos da corrente documentária .
b) remessa de determinado numero de exemplares
de cada documento ao órgão documentário
questão,

cm

para a constituição do repositório

da produção intelectual da casa,

assim como

sua distribuição racional conforme fins tec_
nológlcos-informativos e o seu aproveltamen
to nas operações de permuta.
c)

controle e análise pelo órgão documentário e
sua Inclusão nos instrumentos de divulgação
referenciada.

2.3,2 - Cs documentos técnicos internos
Em geral se trata de material que integra

os

chamados arquivos técnicos,

se

destacam relatórios,
cia,

etc.

entre os quais

pareceres,

Êsses arquivos,

corresponden -

ao menos entre nós,

são cuidados por pessoas com alguma preparação
administrativa,

que lidam com os documentos ape

nas no sentido de assegurar a sua conservaçãoo
localização unitária.
de um bibliotecário,

Quando sob o

comando

a tarefa se desenvolve no

sentido do promover o máximo de aproveitamento
do seu conteúdo.
Uma prática que se deveria institucionalizar no
âmbito das indústrias é a da convergência para
arquivos organizados,
desse tipo

de todos os documentos

produzidos na área com identifica •

ção normalizada.

Os propósitos seriam o esta_

beleclmento de um controle completo,

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a recupe-

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ração oportuna da informação através de índjlces
e o aproveitamento máximo do conteúdo informatt
vo no âmbito interno e ate os limites
extra-muros,

viáveis

assim como a previa reelaboraçãoc

publicação.
Êssc material è valiosíssiuio porque permite re_
ver problemas,

dificuldades,

situações prece -

dentes e voltar ãs diferentes fases do desenvol^
vimento de um trabalho,

ou do uma pesquisa,

p^

ra tentar outro caminho ou outra alternativa.
Em geral,

esse material,

tegrar os arquivos,

antes de passar a in-

tom divulgação mínima,

nas em linha vertical ascendente.
divulgação mais ampla,

ap£

Algumas tom

embora limitada,

uma vez

que o numero de copias é sempre reduzido e sua
circulação não é usual.

Outras vezes a limi-

tação da divulgação é intencional,
rátor confidencial do conteúdo,

devido ao ca_

o que obriga o.

consulta e a reprodução do material a um severo controle.
Há um tipo de documento interno de alto valor,
cuja produção não e freqüente nas indústrias la
tina-americanasj
anotaçoes,

são os livros ou cadernos

para os quais não há norma de apre-

sentação nem de processamento.
Registro,

de

Êste tipo

de

utilizado para as tarefas de pesqui-

sa e desenvolvimento,

é extremamente valioso.

Constitui 0 ponto de partida dos relatórios tÓ£
nicos mais importantes.

E a base das monogra_

fias originais que se apresentam em congressos
científicos ou fundamentam os registros do patentes.
rio,

0 trâalto

em folhas,

começa pelo registro diá-

por parte do trabalhador,

com

o visto do supervisor garantindo apenas a exe-

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cu^ão do trabalho o a autenticidade das anotações e observações realizadas pelo experimonta^
dor.

Êssos documentos são encadernados em or

dem cronológica,

por seção e tipo do trabalho,

o conservados com muito zelo Junto ã documenta_
ção confidencial.
0 que nos interessa na oportunidade e o aprov£Í
tamcnto do trabalho intelectual e,

portanto,

o

aproveitamento do conteúdo informativo destes
documentos.

A maior parte das companhias in-

dustriais dos países tecnicamente muito desenvolvidos reúnem essas folhas e,
bilidade dos chefes,

sob a responsa,

selecionam os informes cu

Jo conteúdo é passível de contribuição para
desenvolvimento da especialidade em causa,

o
âj:

ses informes selecionados são apresentados a um
comitê que os estuda e desenvolve,

ou solicita

ao autor a continuação dessas expériencias.
pratica de registro do trabalho dlarlo,
me,

a apreciação,

dos tópicos,

A

o exa-

a seleção e o aprofundamento

seria ' imprescindível em países an

desenvolvimento,

ou seja,

naqueles países

em

que todos os fatores contribuem para experiências diferentes,

gerando idéias

aproveitáveis

até mesmo nos países mais adiantados.
Temos,

pois,

que persuadir a quem de direito ,

da necessidade de adotar práticas que

ensejem

o controle e o aproveitamento do"know-how" ali
contido.

Tivemos a oportunidade de sugerir e

recomendar,

em seminário interno da PETIÍ^^iBRAs,.

a institucionalização da prática de

registro

da informação técnica colhida e produzida
Empresa,

na

com o propósito de assegurar a sua se.

dimentação e aproveitamento.

Medida desta ín

dole deveria ser complementada com a indicação

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dos setores de trabalho diretamente em

causa,

com a fixação dos padrões de apresentação

dos

registros originais e com a rotina de processa
mento a ser adotada.
Indicações,

Paralelamente a

estas

seriam estabelecidas provisões pa-

ra as fases de análise do conteúdo,

avaliação,

classificação e determinação da forma e ámblto
da divulgação.
Todos sabemos que ninguém dispõe de tempo para
executar tais registros.

Sabemos também

que

com a obrigação Integrada ás atribuições
prias de cada função,

pró-

a falta de tempo e outras

dificuldades serão superadas.
Quanto á necessidade de controle das Informa ções contidas em tais documentos,

através

índices slnalétlcos ou analíticos,
do métodos
etc.,

de

ou utlllzan

manuais ou mecânicos, mlcroformas,

é problema que não se discute mais..

- 0 aproveitamento da capacidade criadora
Aspecto de que algumas Indústrias já cuidam
o aproveitamento da capacidade criadora,

é

tradu

zlda pela produção espontânea de literatura tec
nica.

As revistas e outras publicações técni-

cas da Instituição devem ser previstas como válvula de saída e divulgação mais ampla
know-hovj latentè,
Evidentemente,

desse

objeto dessas considerações.

por motivos de segurança e tam-

bém por exigências de qualidade e oportunidade,
a filtragem prévia do conteúdo é um requisito
Importante.
Estas revistas podem Incluir literatura ofereci
da motu-proprlo pelo pessoal técnico, assim aom®
trabalhos originários de documentos intern.:s ,
tão logo o assunto deixe de ser confidencial ou

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a divulgação do seu conteúdo não mais afeto os
interesses da instituição ou da nação.
A mecanlca para a manutenção de uma

corrente

mais ou menos constante de trabalhos para
sas revistas é complexa,

ja que,

es-

como sabemos,

o mal de que padecem as revistas têcnico-clentl
ficas latino-americanas ê o da efemerldade.
As opiniões a respeito da política de estímulo
ao autor são muito controvertidas.

Devido

ã

extensão do assunto não o abordamos aqui.
glstratemos apenas que,

Re_

no campo da tecnologia,

o corpo permanente de redatores não constituía
providencia mais recomendável.
do,

Por outro la-

a orientação de não recompensar o autor mo

tom dado resultados.

Ha modalidades de paga-

mento por trabalho elaborado,

recompensa

prêmios em dinheiro ou objetos,

por

sem falar

no

simples prêmio que ê a divulgação da matéria.
Outras publicações podem ser editadas,

com

o

objetivo de recolher os conhecimentos resultan
tes da manipulação,

reelaboração e sistematiza

ção da experiência obtida nas atividades da In
dústria em questão,

para fixar princípios

ou

rumos para determinados assuntos de interêsse.
Seria,

por exemplo,

COS.

Dêsse modo,

o caso dos manuais técnl se a Instituição estiver h^

bllitada legalmente a editar e vender,

o estí-

mulo aos autores poderá traduzir-se em recebimento de uma parcela da venda das publicações.
f»s direitos de edição obviaraente,
ficar reservados ã Instituição,
zado o trabalho experimental,
elaboração,

haveríam

de

onde foi reall^

embora,

na

sua

o autor tenha despendido tempo

e

pensamento já no âmbito de sua vida privada.

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2.3- A necessidade de preencher lacunas
Nem todos os serviços documentários

conseguem

incluir a função de produção de documentos

ou

publicação nas suas atribuições formais.
Não obstante^,
discutível,

essa necessidade nos parece

in-

sobretudo nos meios industriais la

tino-americanos.

Efetivamente,

se houver or-

ganização da documentação e controle de informações dentro e fora da instituição,haverá po_e
sibilidade de se verificar a inexistência
informação específica,

de

bem como os meios de co

nhecer as necessidades,

reservas e posslbilida

des de preencher lacunas.

Tal é a oporturiida

de de preparação de trabalhos com finalidade es
pecifica em determinado âmbito de divulgação.
Seria o caso da produção de manuais técnicos me
Ihor elaborados,

ou de estudos mais aprofur.da-

dos.
Ha diversos modi faciendi para este tipo de em
preendimentos.
ou cientistas,

vezes,

os próprios técnicos

espontaneamente, çu poí-

' to

ção do encarregado do serviço de .mforüEç;&gt;2s t62^
nicas,

sugerem assuntos

riam ser abordados,

ou problemas que deve

ou lembram lacunas de infor

mação a serem preenchidas.
Peita a escolha dos temas,

escolhidos cs reda-

tores de acordo com suas especialidades e in torêssep pelos assuntos,
boração.

começa a fase de ela

\s vezes são aproveitados trabalhos

menos aprimorados como ponto de partida
aprofundar o tratamento de um assunto.

para
Existe

a prática de reunir representantes de diversos
setores de atividade,

verificar as lacunas

e

necessidades e estabelecer uma ordem de priOa. J
dade para os assuntos a serem tratados.

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Essas

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�provicericic'3 precociorn. a procu.pa dos autores ad£
quados entre o pessoal pei‘téncente a mesma área
de atividade-.

Parece-i'iOs que o autor técnioo

não pode ser um autor puro,
v.V'-’cr a cxperiencda.

de vez que precisa

(ilormn os l.ltuovatos. proou

ram vaver suas n.x3torlas antes de escrevê-1 is).

2.1

ü üontrole e a dlvulgagao b:'bllo.^ráfIca dos resultados
do trabalho Iribelectual
Sstas tarefas constituem fase importante da organiza
ção do trabalho Intelectual^
sine qua non,
produção^

situando-,se como condição

seja para a continuação m.als racional da

soja para a recuperação de informações,

priciando pronto acos.so aos documentos e,
mente,

a utilização do seu conteúdo.

bibliografias,
industria,

conseqíiente-

Os índices,

a análise dos trabalhos produzidos

as
na

bom oonio a provisão de instrumentos e meios

para recuperação fácil e oportuna da .informação
contida.

pro--

iO.O,

neles

?j.cmentos basreo:

p - CONCLUSÕES 2 RECQlEl^DAQuES '
Parca terminar,

d.Lríamos que os principais objetivos do servi-

ço documeratario ou de inf-omação,

no tocante ac trabalho in-

telectual desenvolvido no âmbito de uma industria,
em torná-lo aproveitável Intra e entra--muros,
limitações neces
m.ente,

espaço c tempo,

consistem

observando

evitando,

as

paralela,

duplicação de esforços e gastos desnecessários de tom

po e dlnhei.ro,

e impedindo a rein-tídórxcia de falhas c estu -

dos de probJ,emas já superados..
Quanto ao fomento da produtividade intelectual nos meios tcc_
nicos,

há recursos simples á disposição do bibliotecárlo,cpaí2

sejam,

a organização ofl.ciente dos serviços^

o aperfeiçoamexn

to da sua própria qualificação profiosl.onal,

e o da manuten-

ção da corrente infoimat X. '/ *_i 'L l X i&gt; fluxo constante,

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st em
Ciereaclancnto

14

15

dentro

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17

da

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19

�- 16 -

intensidade ncccssaria,

c no rumo adequado.

Porque o biblio

tecario não se pode manter como elemento passivo ã espera de
que 0 documentação,
ralmente ãs mãos,

e a informação em geral lhe cheguem natu

ou conformar-se com somente vasculhar

as

possíveis fontes de produção de documentos para integração
do repositório da tecnologia da casa.

0 bibliotecário deve

adotar uma posição bem mais responsável em relação ao proble
ma da produção intelectual.
Êle deve procurar descobrir as lacunas na informação e,
teriosamente,
CO,

cri-

qualificado conhecendo bem seu métier específl

desenvolvei’ sou labor no sentido de constituir-se nun dos

maiores estimuladores dos autores em potencial,

em todos

os

momentos de sua atuação.
Levando em conta a urgência da necessidade de aproveitamento
do esforço intelectual despendido nas industrias brasileiras,
em benefício do seu próprio desenvolvimento que também signl
fica progresso em termos nacionais,

como Instrumento

capaz

de poupar as despesas em técnica importada e como elemento de
valor aquisitivo (se transformado em patente ou

exportação

de mão-de-obra especializada);
e que,

dentro das possibilidades econômicas e técnicas,

os an

preendimentos ou aprimoramentos derivados do aproveitamento
desse trabalho intelectual deverão acompanhar em profundidade e extensão,

o próprio status

de desenvolvimento,

configuração estrutural de cada entidade,

porte e

REC'tMENDAMOS,

eia

termos gerais, á vista das considerações anteriormente tecidas :
1 - Ao IBBD
que intensifique a campanha que,

dentro dos propó-

sitos do planejamento internacional de controle

e

aproveitamento da informação propugnados pela INESCD
e pela PID,

o IBBD tem desenvolvido no sentido

fomentar a Instalação de serviços documentários
voltando-se agora,

em particular,

de
,

para o aprovelt^

mento do esforço intelectual despendido nas industrias brasileiras;

cm

1

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�- 17 -

Confederação Nacional das Industrias
que se empenhe no sentido do estabelecimento e/ ou
desenvolvimento de serviços documentários setoriais
ou individuais,

na base de estrutura-padrão,

e fo-

mente a racionalização e coordenação das atividades
correspondentes entre entidades da mesma especial^
dade,

visando aproveitamento comum da informação ,

sua adequação e o mínimo de dispendio economico.

ZPVC/r.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>Sob este tema podem ser focalizados diversos aspectos do trabalho intelectual, tais como sua objetivação, exteriorização ou materialização em forma de documentos, e a criação de um mecanismo impulsionador que o divulgue amplamente, ensejando o aproveitamento de sua substância útil. Pois que todo raciocínio, positivo ou negativo, certo ou errado em suas consequências, traz sua contribuição ao acervo do conhecimento universal. Dentro de tema, poderia ser também passível de focalização o problema da organização das ideias - quer em fase de versão falada, escrita ou audiovisualizada - , visando a sua Inteligibilidade, qualidade, acessibilidade, adequação, etc. Outro aspecto a considerar poderia ser a identificação do produto do trabalho intelectual já exteriorizado, ou seja, dos documentos de qualquer espécie, a fim de facilitar os processos técnicos, os controles necessários e a divulgação ou comunicação, enfim, todas as fases da atividade do bibliotecário, documentalista, ou técnico em informação, em que estejam envolvidos o trabalho intelectual e a mecânica de sua organização, e que facilitem o conhecimento e o aproveitamento da informação. E ainda desde o ponto-de-vista do interesse mais exclusivo do leitor poderiam ser examinados métodos e conselhos que pudessem contribuir para a maior eficácia do esforço de assimilação desenvolvido na leitura.</text>
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                    <text>�y.
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janeiic de 19^7

h-atrocinado pelo Instituto ‘Tacional üc Livi^o

le-ia 5 ~ Inforaaçào Científica

A JOCÜIiüi^TAÇÃO ?JA PiiTíiC3ilÁ3
por
Affonso Celso li* do haula

02-9.706181
665*506181

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Digitalizado
gentilmente por:

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DOCUMENTACaO

NA

PETROBRÃS

Affonso Celso M.

de Paula

(*)

1 - IntrodugSo
A indústria do petróleo se caracteriza pelo seu dinamismo e permanente transformação,
nológico.

como um dos setores de vanguarda no atual mundo teç_

Propelem-na três fêrças principais:

a) a importância estratégica do petróleo e seus derivados;
b) lucros compensadores para os Investimentos sobretudo na

refinação

e distribuição;
c) o elevado grau de competição entre as empresas petroleiras.
Nosso país,

pela lei 2004,

de J/lO/1953,

optou pelo monopólio estatal

dessa atividade vital para sua segurança e seu desenvolvimento,
tulndo a Petróleo Brasileiro S,A,

- PETROBRÂS,

insti

como instrumento de ex^

cução.
Para a implantação da indústria de petróleo brasileiro foram de grande utilidade o acervo em experiência,

bens materiais e realizações le

gadas pelo Conselho Nacional do Petróleo,
são e diversificação de atividades,
to na lei 2004,

Contudo,

a imediata expan

como requisito latente e implíci-

impos antes de tudo um revlgoramento dos programas de

formação e aperfeiçoamento de pessoal,

de modo que,

em substituição a mão-de-obra estrangeira,
tróleo suprlr-se,

no próprio país,

mente adestrados para acionar,

ao longo do tempo,

pudesse a indústria do pe-

dos quadros de pessoal suficiente-

com eficiência,

técnica e equipamentos

complexos.

(*) Chefe do Setor de Documentação Técnica e Potentes do Centro de Pesqul
sas e Desenvolvimento - PETROBRÁS.

Digitalizado
gentilmente por:

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�2
Esta tarefa,

no primeiro esquema de organização da PETROBRÂS,

fiada ao Centro de Aperfeiçoamento e Pesquisas de Petróleo

foi con
(CENAP),

incumbido ao mesmo tempo de realizar pesquisas tecnológicas e

desen-

volver atividades de documentação.

2 - Consumo e produção da informação
N
As metas do programa de aperfeiçoamento de pessoal vêm sendo paulatinamente alcançadas.
na quantidade e na
são.

Dispõe o PETROBRÂS de técnicos de nível superior
qualidade

requeridas pelos seus planos de expan-

Continuam em funcionamento os cursos de pós-graduação em que se

especializam estes técnicos.
mão-de-obra,

Um verdadeiro sistema de capacitação de

representado por um órgão central coordenador e orienta-

dor das agências de execução,

vem firmando conceito no Emprêso,

mercê

dos bons resultados que oferece.
Bem analisando e interpretando os fatos,

constoto-se que o esforço de

aperfeiçoamento de pessoal nado mais foi que um conjunto de

medidas

capazes de assegurar o rápida absorção e assimilação de conhecimentos
especializados,

corporiflcodos numa tecnologia produzida fora do Paia

0 fluxo das informações foi,
predominantemente,

como não poderia ter sido de outro forma,

no sentido de fora para dentro.

É no momento interessante constatar como,
lógico adquirido Inlclalmente,
tes de trabalho,
ções e,

tem gerado,

em menor escala.

que corresponde,

graças a êste capital tecn^

o seu investimento,

por seu turno,

nas diversas fren-

adaptações,

e improvisa

-

Inovações no sentido técnlco-clentífIco,

o

a partir daquela semente lançada no solo fecundo

de

uma ampla e diversificada experimentação operacional,
uma tecnologia própria,
Justifica-se plenamente,

ao surgimento de

adequada aos nossos problemas e necessidades.
portanto,

Digitalizado
gentilmente por:

a atenção e o cuidado que o Emprê-

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�SC vem dedicando ao aspecto da pesquisa tecnológica.

Na nova estru-

tura da Emprêsa amplas perspectivas abrem-se ao Centro de Pesquisas e
Desenvolvimento (CENPES) que,
mentos,

quando dotado das instalações e equipa-

agora em fase de avaliação e dimensionamento,

poderá desdo

brar em consideráveis proporções o trabalho pioneiro empreendido pelo
extinto CEtvAP.
por ora,

Sua instituição tem,

o sentido inequívoco de,

aglutinar e catalisar as aptidões e possibilidades de pesqul.

sa tecnológica para,
flnido e,
BRÂS.

pois,

a prazo médio,

até certo ponto,

converté-las em empreendimentos cte

autônomo no quadro de atividades da PETRO-

Será êste o momento em que a Emprêsa deixará de ser

consumidora.

apenas

passando então a condição simultânea de produtora de in-

formação especializada,

de cunho original,

- Os primórdlos da documentação na PETROBRAs
Pela definição de suas atribuições bem como pelo seu engaste na estru
tura do extinto Centro de Aperfeiçoamento e Pesquisas de Petróleo,
de preponderavam as atividades de treinamento,

on

o Setor de Intercâmbio

e Documentação foi fortemente marcado como apoio direto e imediato aos
programas de aperfeiçoamento.
Eis suas atribuições originais:
a) manter permanente contato com os centros universitários e

indus-

triais do país e do estrangeiro que possuem programes ou ativlda
des de formação e aperfeiçoamento de pessoal para a indústria
petróleo,

a fim de conhecer os métodos de ensino que adotam e

de

ou-

tros processos de Interêsse do CENAPj
b) manter atualizada a bibliografia de interesse do PETROBRÂS,

ofere-

cendo as bibliotecas das Unidades os indicações bibliográficos

de

literatura especializada no interêsse da indústria de petróleo;

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�- 4 c) manter permanente Intercâmbio com os estabelecimentos de ensino do
país com o propósito de oferecer aos corpos docente e discente informações no interesse do ensino sobre as atividades da PETROBRÂS^
suas necessidades de pessoal qualificado e os conhecimentos que de
vem possuir os que pretendam candidatar-se a emprego na PETROBRÂS;
d)

organizar a documentação das atividades da PETROBRAS que interesse
ao ensino e treinamento dos diferentes técnicos e especialistas pa_
ra a industria do petróleo,

reunindo informações sobre

ocupações,

funções e tarefas desempenhadas nas diferentes Unidades da PETRO BRÁS;
e) manter,

atualizado,

material didático e os programas de ensino

e

de estágios em uso na Empresa e que permitam atender ãs atividades
de formação e de aperfeiçoamento de pessoal;
f) publicar um boletim técnico,

Podem ser reunidas em dois grupos as atividades que marcam o
do funcionamento do referido Setor.

De um lado,

início

aquelas de proveito

imediato para o treinamento: coleta e organização do material didático em uso nos cursos de diferentes níveis,

mantidos pela Empresa;

in-

tercâmbio com instituições especializadas,

do País e do exterior,

pa-

ra obtenção de informações de interesse para as atividades de aperfei
çoamento;

estudos e pesquisas ligados aos problemas do treinamento;

preparo e edição de material de divulgação e informação profissional.
De outro lado sobressaíam as atividades que,
de e adequação,

encetadas com oportunld_a

acabariam caracterizando o Setor como órgão coordena-

dor e orientador da função documentária na Empresa,

se bem que

preço de um desenvolvimento menos satisfatório das tarefas

ao

menciona-

�_ 5 das no parágrafo anterior.

0 primeiro passo foi o levantamento,

com

a colaboração do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentaçtio,
dos recursos bibliográficos com que,

a época,

o PETROBRÂS contava,

que resultaram os Catálogos Coletivos de Livros,
de Perlodicos,

do

Folhetos e Filmes

ambos editados também com concurso do I.B.B.D.

e

Ao mes.

mo tempo se iniciou a compilação da Bibliografia Brasileira de Petróleo que,

em sua primeira etapa

(agora em publicação) arrola a litera-

tura sobre a matéria editada no País desde a 2a.
sado até 1958.
1957í

metade do século pas

Os Resumos Indicativos começaram a ser editados

em

apresentando matéria selecionada sobre refinação de petróleo,con

densada pelos técnicos do então Setor de Pesquisas do CENAP.

Paula-

tlnamente estes Resumos se ampliaram e se aperfeiçoaram conforme tere
mos oportunidade de relatar adiante.

Ainda no campo da bibliografia

começou o Setor a compilar levantamentos de literatura sobre aspectos
específicos,

em atendimento a requisições de técnicos dos mais diver-

sos Setores da Empresa.
É digno de nota o esforço que o CENAP sempre desenvolveu e ultimamente vem sendo intensificado pelo CENPES,

no sentido de fomentar a ins-

talação de bibliotecas nas Unidades de operação da Empresa,
das por todo o país.

espalha

Coerente com essa política de organizar e man-

ter coleções especializadas junto aos núcleos de maior expressão,
talou o CENAP trés bibliotecas,
blioteca Central,

-

ins.

sob sua responsabilidade direta:

a Bi

assim chamada pelo fato de servir aos técnicos

da

Administração Central da PETROBRÂSj

a Biblioteca do Curso de Refina

ção (que servia também aos técnicos do Setor de Pesquisas,

-

embrião do

futuro CENPES) e a Biblioteca dos Cursos do CENAP na Bahia.
Fruto desse Incentivo e dèsse exemplo foi a criação de bibliotecas n^s
grandes Unidades de operação da Empresa,

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como a Região de Exploração

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�- 6 do Norte,

Região de Produção da Bahia,

narias Landulpho Alves,

Terminal de Madre de Deus,

Duque de Caxias e Presidente Bernardes,

Refl
Con-

junto Petroquímico Presidente Vargas e Obra de Construção da Refina
ria Alberto Pasqualini.
que,

É,

portanto,

mais a do Serviço Jurídico,

-

um conjunto de 11 bibliotecas

e os recém-criados Setores de Docu -

mentação do Serviço de Pessoal e do Serviço de Organização e Gerência
Administrativa,

compãem,

sob a assistência e orientação do Setor

Documentação Técnica e Patentes,

de

o incipiente sistema documentário da

PETROBRÂS.
Como fecho deste breve retrospecto,

mencionamos a atividade editorial

empreendida pelo CENAP desde os primordios de sua atuação.

0 prepa-

ro e lançamento do Boletim Técnico da PETROBRÂS constituiu o primeiro
passo no sentido de um empreendimento sistemático e orgânico de publi
cações técnicas com as quais,

registrando-se e difundindo-se a

riência e os conhecimentos de nossos técnicos,

expe-

procura-se contribuir

para acelerar a formação de um "hnow-how" próprio.

4 - Novas dimensões
A recente transformação de estrutura organizacional por que passou

a

PETROBRÂS possibilitou a constituição do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento,

que incorporou as atividades de pesquisas e de documenta-

ção até então conduzidas pelo CENAP,
treinamento,
do,

separando-as em definitivo

do

com perspectivas promissoras de um desenvolvimento rápi-

mercê de condições institucionais mais apropriadas.

Os encargos

de aperfeiçoamento de pessoal e a parcela das atividades documentárias
a êle diretamente vinculadas passaram a constituir a nova Divisão

de

Treinamento do Serviço de Pessoal da PETROBRÂS.
0 antigo Setor de Intercâmbio e Documentação,

cm

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agora transformado

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no

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�- 7 Setor de DocumentaçSo Técnica e Patentes,

passou a ter as seguintes a.

tribuiç^es:
a) desenvolver,

no campo de documentaçSo e no âmbito da Empresa,

ser-

viços técnicos que ensejem o máximo aproveitamento da informação do
interesse da indústria do petróleo;
b) planejar,

coordenar e acompanhar tecnicamente os serviços documen-

tários na Empresa,

dando-lhes orientaçí.o e assistência;

c) reunir e organizar documentos relacionados com a indústria do

pe-

tróleo e executar os serviços necessários para a sua melhor utillzaçSo,

dispondo,

como Instrumento de trabalho e de referência,

uma biblioteca de tecnologia e ciência,

de

onde procederá ás experl -

mentaç^es dos métodos de controle documentário;
d) controlar a informação técnica que possa contribuir para o desen volvlmento da indústria do petróleo e que se destine á divulgaçSo,
elaborando os instrumentos que facilitem ao máximo a sua acessibilidade e aproveitamento;

I

e) acompanhar a evolução da legislação sobre patentes,

sugerindo

as

modlficaçães de interêsse da Empresa;
f) proceder,

quando solicitado,

a levantamentos completos das paten -

tes existentes e relacionadas com assuntos específicos da

indús-

tria do petróleo e do xisto;
g) acompanhar os progressos da tecnologia da indústria de petróleo,re
fletldos nos pedidos e nas patentes de Invenção;
h) assessorar os órgãos da Emprêsa nos assuntos relacionados com

pa-

tentes;
i)

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organizar o arquivo das patentes concedidas pelo Departamento

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Na-

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�- 8 clonal do Propriedade Industrial e relacionadas com a Indústria de
petróleo e de xisto;
j) consolidar as Informações prestadas pelos demais sefores do CENPES
e órgõos da Empresa consultados e emitir parecer técnico sobre

os

pedidos de privilégios e patentes em causa;
l) produzir documentos,
co ou monográflco,

gráficos e áudlo-vlsuals,

que registrem pesquisas,

de caráter periódi-

experiência e estudos

e constituam fontes de referência técnlco-clentíflca.
Ressalte-se que os encargos relativos a patentes foram transltorlamen
te atribuídos ao Setor,
çõo,

mas a prazo médio se prevê a sua desvincula -

para eventual constltulçSo de um setor específico,

dentro do pró

prlo CENPES.
Configurada sua condlçSo de órgSo central de documentação na Emprêsa,
para o bom desempenho de suas atribuições o Setor de Documentação Téc_
nica e Patentes reuniu suas funções em quatro grupos principais,

a sa.

ber;
- planejamento e desenvolvimento do sistema documentário;
- organização e administração da documentação';
- controle da Informação e traduções;
- produção de documentos.

4.1 - Planejamento e desenvolvimento do sistema documentário
A existência de pessoal destinado excluslvamente a esta tarefa
se justifica não só pelo porte dos serviços documentários
PETROBRÂS e volume de seus encargos
de documentação),

da

(12 bibliotecas e 2 setores

como também pela necessidade de se

manter

constante entrosamento entre êstes serviços e fazê-los conver
glr para os objetivos gerais prefixados.

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-

�Compete-lhe o planejamento de novos serviços,
acompanhamento dos já existentes,
ção de rotinas,

a coordenaçcío e o

a padronlzaçSo e racionaliza-

o estudo e equaclonamento dos problemas ligados

ao desempenho da rede documentária.
Além do planejamento das Instalaçbes físicos de várias blbllote,
cas da Empreso,

contam-se como reollzoçbes mais expressivos nes.

te campo o elaboração de normas reguladoras do empréstimo e
outros serviços prestados pelas bibliotecas;

de

o fixação de mode-

los padronizados de relotorlo e de boletim de biblioteca;

o

o-

rlentação para o tratamento e recuperação de Informações contidas em catálogos Industriais,

etc.

Recentemente foram concluídos dois estudos do maior Interessepa
ra a atualização e ampliação dos serviços documentários da Em presa.

0 primeiro deles para avaliar a conveniência e adequa-

ção de Introduzir processos mecânicos no armazenamento e recupe
ração de Informações,

e o segundo,

para Instalar sistemas

de

processamento da Informação técnica produzida Internamente.Dols
outros estudos,

não menos Importantes,

acham-se em pauta:

sobre

a posição das bibliotecas na estrutura dos órgãos a que servem,
e sobre a atual estrutura do sistema documentário e dos respectivos projetos de expansão,
com o I. B. B.

este último em regime de convênio

D.

0 objetivo comum de todas as Iniciativas,
idas,

realizadas e programa.

no serviço de planejamento e desenvolvimento,

tem sido

o

de assegurar o crescimento harmênlco e racional dos serviços do
cumentárlos da Bnprêsa,
jetlvos comuns,

em crescente Integração na busca dos ob

quadro em que se Inseriu com real oportunidade

o I Seminário de Documentação da PETROBRAs,

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realizado em agosto

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�p.p^,
mas,

occslSo em que fornm cpresentados e discutidos cinco

te-

em melo a vivo Interêsse por parte dos trinta bltllotecá

-

rios da Empresa.

Or,g;anizaQao e administração da documentação
É,

por definição,

o segmento do órgSo central de documentação ün

cumbldo de recolher e organizar a literatura de interesse da Em
presa,

submetendo-a aos processos técnicos iniciais para ulte -

rlor utilização.
Quando plenamente desenvolvido deverá compreender a compra,
muta e doação de material bibliográfico centralizadas,
já planejados em pormenores,

per,

serviços

mas ainda não efetivados por difi-

culdades de ordem interna.
As atividades já em andamento abrangem o tratamento técnico dos
documentos,

a manutenção e atualização dos Catálogos Coletivos

da Empresa.
0 tratamento técnico dos documentos vem sendo executado em
ses cooperativas;
cia ao Setor,

uma biblioteca,

ao adquirir um livro,

ba-

dá ciên

que então informa se a peça já está ou não repre-

sentada no Catálogo Coletivo,

Em caso positivo,

automètlcamen

te é enviada á Biblioteca coleção completa das fichas catalográ,
ficas referentes ao livro adquirido;
teca,
livro,

uma vez lnfor’mada,

em caso negativo,

a Biblio_

efetua a catalogação e classificação do

enviando a ficha principal ao Setor para normalização

e

posterior duplicação.
Em ambos os casos as fichas são reproduzidas automáticamente,com
o emprego do uma máquina Ploxowrlter da Friden.

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Os Catálogos Coletivos jô tiveram uma primeira edlç3o cobrindo
o material existente na Empresa até 1958.

Desde então o Cata-

logo Coletivo de Livros, Folhetos e Filmes vem sendo atualizado
em forma de fichas,

tendo sido lançada em I965 umo segunda edi-

ção do de Periódicos.

Convém mencionar que se acham em anda -

mento as providências para mecanizar o de Livros,

com o auxílio

do sistema de processamento de dados IBM 1401 disponível na Emprêsa,

Quando Intelramente transposto para memória magnético

- e esto etapa inicial é a mais árdua - 0 Catálogo poderá
facilmente mantido atualizado e,

o mais importante,

ser

reeditado de

tempos em tempos com o mínimo dlspêndlo de trabalho.

4,5 " Controle da informação e traduções
Consta essencialmente do preparo e divulgação de
especializadas;

bibliografias

os Resumos Indicativos da Indústria do Petróleq

a Bibliografia Brasileira de Petróleo,

além das bibliografias a.

vulsas.
Os Resumos Indicativos da Indústria do Petróleo constituem

-uma

bibliografia corrente que difunde literatura estrangeira e

na-

cional (esta,

sistematicamente),

selecionada sobretudo em perió

dicos especializados integrantes do acervo da Empresa.
tantas outras,

Como

é também uma iniciativa empreendida com a parti-

cipação do conjunto de bibliotecas da Empresa,
jSetor de Documentação Técnica e Patentes,

sob a direção do

que recolhe,

normali-

za' e faz publicar resumos elaborados pelos técnicos.
A Bibliografia Brasileiro de Petróleo apresento,
pa de compilação,

em sua la.

eta

referências que vão desde 1864 até 0 primeira

metade de 1958.

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�- 12 •
Esta parte acha-se em publicaç3o e o propósito do Setor e
ter a Bibliografia atualizada,

man

lançando edições periódicas.

0 serviço de bibliografias avulsas é mantido para atender as ne.
cessidades mais prementes dos técnicos da Emprêsa em seus estudos,

pesquisas e trabalhos práticos.

Por sua iniciativa o Se-

tor de Documentação Técnica e Patentes tem compilado algumas bl_
bliografias para se antecipar as necessidades dos órgãos da Empresa no tocante ao acervo básico que devem adquirir a fim

de

aparelhar as bibliotecas especializadas que Instalam.
No campo das traduções o Setor,
realizar algumas;
racionalizar,

a pedido de técnicos,

o objetivo Imediato,

na medida do possível,

sentada pelos tradutores da Empresa,
soal,

interno e externo,

no entanto,

tem feito

é coordenara

a força de trabalho reprealém de cadastrar o

pes-

em condições de executar traduções es-

pecializadas.

4 •^

" Produção de documentos
É um serviço do Setor que tem alcançado significativos progres1.

sos,

A edição de material técnico começou,

ferimos,

com o Boletim Técnico da PETROBRÁS,

conforme já nos re
destinado a ser

o

repositório das experiências e progressos dos especialistas bra_
sileiros na tecnologia do petróleo.

Desde cedo,

porém,

se per

cebeu que também se fazia mister o registro dessas experiências
e progressos com mais profundidade,
ção da publicação seriada
já foram' editadas,

daí resultando a institui -

"Ciência-Técnlca-Petróleo",

até aqui,

10 monografias,

na

qual

num esforço apre -

ciável para sedimentar e difundir a incipiente tecnologia brasi
lelra de petróleo.

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�Ambas as publicações atribuem prêmios,
a CR$ 500 mil,

variáveis de CR$ 50

aos autores dos trabalhos editados.

agora de promover a venda de publicações,
custos de impressão,
externa;

mil

Cogita-se

seja para amortizares

seja para ampliar a frente de distribuição

prevê-se também a melhoria dos prêmios atuais,

num con

junto de medidas tendentes a converter a atividade editorial do
Setor em empreendimento efetivamente dinâmico e atuante,
Na reprodução de docamentos atende-se sobretudo a pedidos decor,
rentes da consulta aos Resumos Indicativos,
aparelhagem disponível,

Por deficiência da

recorre-se a serviços de fora da Empre-

sa quando 0 texto a reproduzir acha-se encadernado.

Estamos u

tlllzando a cooperação da Biblioteca do Congresso norte-america
no para adquirir cópias de rextos técnicos não existentes
País.

no

Eventualmente tempos recorrido a outras instituições con

gêneres,

nacionais e estrangeiras.

4,5 “ Os componentes do sistema documentário
É de justiça realçar o útil trabalho que vem sendo desenvolvido
pelas bibliotecas da Emprêsa,
•frente da

postadas que se acham na linha de

"batalho da informação".

Localizadas sobretudo jun-

to âs Unidades de operação da Empresa,' prestam os mais
serviços de referência e empréstimo ao seu público,

úteis

além de co^

perarem nos empreendimentos coletivos organizados pelo Setor de
Documentação Técnica e Potêntes,

ao. qual recorrem quando

recursos não são suficientes para satisfazer a esta ou

seus
aquela

requisição.
Sob a orientação e assistência do Setor de Documentação Técnica,
formam,

juntamente com os recém-instaiados Setores de Documenta,

�- 14
ção dos Serviços de Pessoal e de OrganlzoçSo e Gerência Admlnis^
trativa,

o embrionário sistema de documentação,

a que já nos re

ferimos anteriormente.
A distribuição geográfica de nossas Bibliotecas e a seguinte:
uma em Belém,

quatro em Salvador e proximidades,

da Guanabara,

duas em Duque de Caxias (Estado do Rio),

São Paulo e uma em Pêrto Alegre.
ção na Guanabara,

três no Estado
uma

em

Mais uma se acha em constitid

jupto aos cursos de pós-graduação da Emprêsa.

Duas dessas Bibliotecas acham-se subordinadas,
mo adminlstratlvamente,

tanto técnica co,

ao órgão central de documentação;

mais, bem como os Setores de Documentação,

vinculam-se

as de.

^apenas

tecnicamente a êle.
As Bibliotecas da PETROBRÂS são,

em regra,

de pequeno porte

e

várias delas apresentam deficiências em seus meios humanos e m^
terlais,
tante,

típicas de uma fase inicial de Instalação.

Não

obs-

a dedicação e a consciência profissional dos bibliotecá-

rios responsáveis têm permitido suprir essas falhas e o serviço
desenvolvido pode ser caracterizado como dos mais merltérlos.
■ Oç setores de documentação mencionados encontram-se ainda em fa,
se de insta.lação e o seu objetivo geral é prover os

serviços

Imediatos e específicos de que carecem os órgãos em que se

si-

tuam.

Conclusões
A função documentária na PETROBRÂS está apenas iniciada.
os requisitos que lhe impõem,

Muitos sSo

tanto em qualidade como em quantidade

o crescimento e a multiplicação das frentes de trabalho da
espalhadas praticamente por todo o território nacional.

,

Emprêsa;,
A

própria

t

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�- 15 técnica documentária,

em acelerada transformação sobretudo no que res,

peita aos processos de mecanlzaçSo,

também exige de nossos serviços um

esforço permanente de atualizaç?5o e renovaç3o.
Tendo em vista que os necessários refinamentos nos métodos e proces sos adotados requerem,

para sua plena reallzaçSo,

a existência preli-

minar de uma infraestrutura convenientemente montada,

a atençSo do Se

tor de Documentaç3o Técnica e Patentes está no presente voltada

para

os seguintes aspectos básicos do sistema:
- implantação da compra centralizada de publicaçêes e,
seqüência,

por via de con

da aquisição planlflcada e dos processos técnicos centra

llzados;
- melhoramento dos meios e condições oferecidos ás Bibliotecas das Urd^
dades de operação do Emprêsaj
- treinamento adequado do pessoal cometido em atividades documentárias.
0 simples enunciado dessas medidas de capital importância faz
o multo que ainda há por realizar em nossos serviços,

sentir

a prazo relatl-

vamente curto.
Animam-nos,
vêm obtendo,

contudo,

a boa aceitação que as Iniciativas em

bem como o convicção de que,

em nosso Emprêso,

prático
o campo é

dos mais férteis e-propícios para o renovação de métodos e de otitu des que o progresso clentifIco-tecnològico requer em escola crescent^
'na sêde de informação especializado.

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��</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Indústria Petroquímica (aspectos científicos)</text>
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                <text>Para a implantação da indústria de petróleo brasileiro foram de grande utilidade o acervo em experiência, bens materiais e realizações legadas pelo Conselho Nacional do Petróleo, Contudo, a imediata expansão e diversificação de atividades, como requisito latente e implícito na lei 2004, impôs antes de tudo um revigoramento dos programas de formação e aperfeiçoamento de pessoal, de modo que, ao longo do tempo, em substituição a mão-de-obra estrangeira, pudesse a indústria do petróleo suprir-se, no próprio país, dos quadros de pessoal suficientemente adestrados para acionar, com eficiência, técnica e equipamentos complexos. Esta tarefa, no primeiro esquema de organização da PETROBRÂS, foi confiada ao Centro de Aperfeiçoamento e Pesquisas de Petróleo (CENAP), incumbido ao mesmo tempo de realizar pesquisas tecnológicas e desenvolver atividades de documentação.</text>
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                    <text>�Çí^-'A&lt;-¥:&gt;;:Kcí?
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V CONGRESSO BRASILGIRO ^ BIBLIOTBCOROMIÁ B DOCUIBIiRTACÃO
são Paulo - 8 a 15 de janeiro de 1967» Patrocinado

pelo

Instituto Nacional do Livro

TECIA 5.

INFORMAQSO

CIENTIFICA

A CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

por

F. Leite RiBeiro

029»70711

-

CDD

002:378«4

-

CDU

~

17ac

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�A CI3NCIA DA lUinOEÜáAÇÃO
por
F,

L3ITD RIB3IE0

SINOPSE
Definição.

Situaçao da ciência da informação na es-

trutura universitária. Problemas de treinamento

de

pessoal especializado. Contribuição das escolas

de

biblioteconomia á nova ciência. Eelaçao dos

cursos

oferecidos pelas universidades americanas.

SIDURIO

1.

Definição

2.,

Formação de técnicos

3.

rütTiaçao brasileira

4.

Bibliografia.

I

Coordenador — Adjunto do Sistema de Bibliotecas da Universidade de Brasília.
Professora da Faculdade de Biblioteconomia e Informação Científica da Univers_i
dade de Brasília.

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�A cisiiciA M iMFOiaugIo
1.

JEFINigIO

1-

Ás inúmeras tentativas para definir a ciência da informação têm
refletido pontos de vista tendenciososj devido a heterogeneidade de téc_
nicos que trabalham no assunto e que veem a nova ciência através do pri_s
ma de sua especialidade»

Calvin Mooers - considerado o criador

da ex-

pressão "information retrieval" nos Estados Unidos - diz que ciência da
informação "is more an expression of hope or a slogan to rally

around

than the name of a professiou"»
CISNCIA DA INFORMAÇÃO podo ser definida como o campo da pesquisa
o da prática profissional que se dedicam a naturezaj organização
o objetivos da infox-mação bem como todos os aspectos de sua produção, controle o utilização na sociedade.
2.

FORMAÇÃO ^ TÉCNICOS
A necessidade premente de formaçao de técnicos para a

solução

dos problemas de informação tem sido realçada por ■'''árias instituições na
cionais c organizações internacionais.
Devido à -complexidade dos assuntos envolvidos há, presentemente,
uma grande variedade de currículos e cursos, especialicante hos

Estados

Unidos. A origem heterogênea do pessoal que trabalha no campo da informação - matemáticos, filólogos, bibliotecários, filósofos, psicólogos ,
tecnológiGos de computadores, etc. - dificulta a fixaçao de

parâme^^ros

para esta ciência. A falta de livros básicos sobre o ass‘binto ê o efeito
e a causa da definição vaga do mesmo. Na ausência de uma definição adequada, o ensino desta ciência tem que ser essencialmente subjetiva.

Os

professores da ciência da. informação sao, na maioria das vezes, os "astros" da especialidade, que alcançaram notoriedade pela sua inventivida.
de e talento no planejamento de sistemas de operação, administração,

e

experimentação.

(l)

SCHILLING, Charles.
The cducation of Science Information personnel.
y/ashington, 196,'5&lt; (Mimeografado). Doc.emen'bo
apresentado
pela Comissão Americana da FID ã 31® Conferência Internacional,
da FID em Washington, 1965^

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�2,
"Os ciirsos constituira a soma total do exporiôncias g expressam ponto do
vista grupaij oue ó sujeito a intv.rprotaçoos pessoais o artísticas
(2)
seus criadores".
‘
Alan Roes citando Hugo de São Vitor "Do not multiply the
until you have learned tho highways"

de

Hyways

diz que - os "highways"

e

"■byways" da ciência da informação ainda nao foram traçados o quejnao h_a
vendo estradas, as incursões a ciência da informação tem que ser realizadas através de uma densa selva. (4)
Nos listados Unidos hri 313 escolas de biblioteconomia,

das quais

69 são de nível de pós-graduação. Trinta e quatro delas sao acreditadas
pela American Library Association. Das 69? cerca de I5 se dedicam especialmentc ao ensino da informação.
A ciência da informação está sendo ministrada, naquêle pais, sob
quatro modalida.àess
1 - nas escolas de biblioteconomia, om nível do mostrado e dout_o
rado em biblioteconomia, como na Graduate School of

Library

and Information Sciences da Universidade do Pittsburgh;
2 - nas escolas de biblioteconomia, em nível de mestrado era ciên
cia da informação, como na School of Library Services, UCLAj
3 - fora de escolas do biblioteconomia, om nível de mestrado

e

doutorado em ciência da informação, como na School of Information Sciences da Geórgia Institute of Technology|
4 - fora das escolas do biblioteconomia, em nível de mestrado ou
doutorado em outros assuntos, mas cora ênfase na ciência dam

\

formação, como no Center for Technology and Administration da
American University.

cm

(2)

REES, A. M.
Tho art of teaching information Science. Ins
Sducation for information scienco, Cleveland - MU, 1965? p,?2.

(3)

HUGO DE SiJíSTO VICTORE.

(4)

Vide nota 2, p.71»

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In study and teaching (l22 século).

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�^

3.

Aléni àos ciirsos acima moncioncdos, grando núnüro de seminários o
conferências sao patrocinados pelas instituições educacionais,

profis-

siona,is e associações industrieis e comerciais.
A lista anexa a este trabalho, fruto de correspondência

mantida

com as escolas de biblioteconomia durante minha estada na Universidade
de Pittsburgh, arrola I87 cursos que integram o currículo do ensino

da

ciência da informação nas universidades norte-americanas. Pode-se verificar a multiplicidade de cursos nos mais variados campos e s. magnífica
oportunidade e riauoza de escolha oferecida ao futuro especialista em in
formaçao. (5)
As escolas de biblioteconomia trabalham em estreita

colaboraçao

com as demais unidades universitárias 0 a heterogeneidade do

currículo

é a expressão das variadas origens do corpo docente e discente. 2 c?„ somaçao das cadeiras de linguística, matemática, programaçao de computado
res, biblioteconomia, lógica, teoria da informação, psicologia^ehavioral
Sciences), filosofia da ciência e engenharia eletrônica. Os professores
sao recrutados em. vários departamtentos ou m.esmo em outras universidades
e os alunos vão do bibliotecário ao médico, do filósofo ao físico, etc.
Na conferência sobre o problema de trainamento de
da informação, o grupo dirigido por Eobert S. Taylor

especialistas
estabeleceu um.

currículo m.ínimo e básico para o especialista em informação e o cientis
ta em: informa.ção.
0 especialista em. inform.ação, técnico em. determ.inado assunto (f^
sica, química, direito), conhecedor do pelo menos uma língua estrangeira, ô o executor da programas.
0 cientista especializado em informação - engenheiro ou miatemntj^
CO - é o plane.jador do programa e das pesquisas a serem desenvolvidas.

cm

(5)

Os cursos da School of Library and Inform.ation Sciences, Univers^
ty of Maryland, não foram, incluídos porque a escola foi criada
post..riormento à redaçao dêste trabalho.

(6)

Vide nota (p), p. 85-86.

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�4.
CUERICLTJ'á

Sspocialistc.

em

inforraaçao

Jiüntistr. especializado em informaç a.o

História da Ciência
Hpistemologia da Comunicação

Cíirsos básicos e

IndezaçRO e Análise ,do Conteúdo

comuns!

Aquipamentos o Hástemas

Análise do conteúdo

Linguística

Pontes de informação

'engenharia social
Ivia t emá t i c a, /Ló gi c a
Projeto de sistemas
Ciência da Comunicação

3.

Sim.ÇÃO BRASILLIHA
0 grande passo, para a orgariizaçao da informação

científica

no

Brasil, foi a criação do Instituto Brasileiro de Bibliografir, e Docume_n
taçao do Conselho Nacional de Pesquisas, em 1954* Constituiu a primeira
tentativa, em âmbito nacional, para cooi'denrr, organizar e divulgcar a in
formação científica no país. 2ste Instituto vem patrocinando, em

nível

de extensão univorsitcária, o Curso de Documentação Científica, que
'sem .dúvida alguma, a primeira semente

é,

dos futuuos cursos de Ciência da

Informação.
Como já foi exposto acima.o ensino da ciência da informação se a.
poia o atua em com/oinaçao incom’ja de áreas e disciplinas. Devido às implicações educacionais requeridas por esta ciência, un curso de tam mo^
ta está destinado a transcender as divisões tradic.! nais da disciplinas
acadêmicas, integrantes dos currículos das escolas de bibliotsconoD.ia.
Deste ponto do vista, a Univer.‘"idade de Brasília c:"'.;rece condições
cepcionais para instalação do um curso nos moldes

ex-

cima descritos, ten-

d.o em vista que, naquela Univv.rsidado, tanto o ensiao como a pesquisa ,
têm caráter intor-disciplinar, ..-stá, assim, a Paculiado de Bibliotecon^
mia. 0 Informação Científica da U1.TB, em posição invejíável para - em. cola_
boraçao com os Institutos Contrais de Ciências Hur.ianas, de I^etrV.s, Cien

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�5.
oias, d.G iÍj?tos e as Paculdados do Conunicação c Pducação ~ implantar
ministrar, numa faso introdutória, o "thooretical npproach" desta

g

nova

G des:-fianto oiGncia.

UOTA
0 currículo do curso de mestrado em Ciência da Informação organd^
zado pela lüscola de Biblioteconomia da Universidade da Califórnia é

um

, dos mais interessantes, oferecendo cursos básicos sobre utilização da in
'Tprmaçao, organiznçao e operação de serviços de informação,equipamentos
,v.' e programas' do serviços de informação, com as respectivas adaptações

a

especialidade do estudante.
V o rs
HAYS3, Robert M, - The new mastar of science degree in
information science (documentation) to be given
thc- School of Library Service, UCLA. Ins_AI)I

by

Sym -

posium on Uducation for information science. Airlie
House, Warrenton, Virginia, Sept. 7-10? 19õ5*

P.õl/

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4.

EIBLIOGRi.FIA

1.

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�CURSOS SOBRS CI3SCI..* D., lUFORlUÇÃO
Ministrados nos jüstpclrs Unidos

7.

I965-66

iibstracting ,^nd indcxing (P:.orida, LS587)
Rcquring and orga.nizing sci.&gt;noo ir.fornation (Drozel, L710)
^'xdvanced mathoinatiorl logic (Chicago, Phil.

330)

Uidvancod rese.^.rch nethods (Lchigh, S.R.40)
hdvr.ncod topios is ioa;rninf (Lahigh, Psych. 453)
illgorithraic lenguagos (Chi&gt;:rgOo I.S«340, Math.39l)
Algorithraic syntax (Chiccgo,i'S 404, Ling,455)
j.nnlysis of docision processos (Lehigh, I.U.420)
ime.lysis and dosign of «jx^^or.imonts (Lohigh, Psych. 421-2)
Anolysis of iiiformation (iehigh, IS42I)
nppliüd combinatories (Ch.icagOs IS370)
Architecturo of computers, tutorial (Korth Carolina 204)
Automatic langango procossing .(VffiU, L3576)
Automatic of librcry processes and procedures (URU LS27?))
.lUtonntion theory (Chicago, IS326)
inciomatic set theory (Loh.igh, Math.304)
Basis concopts of algebin (Chicago, Math,25l)
Business data Processing (Uorth Carolina,130)
Cslculus I-ITl (Chioago, Math&lt;151-3)
Ceding and ovffcchieg fieory ('Chicago, IS 325, Mr.th.392)
Combinatories and g^^aph theory (Geórgia Tech, IS 4« • • ? Qm preparaçao)
Comm-unicction and ccntrol of inform'"tion (IS 607)
Ccmmunica bions in j/)d\’.stry (Drexol, OO64)
Computer lr.ngu-g\.. design (Goorgin Tech, IS704)
Com.puter langurgcs (Lchigb, Math. 362)
Computer operating systoms (Chicago, IS341j Geórgia Tech, IS457)
Computer organiz'tion and prcgramming (Geórgia Tech, IS I51)
Computer prograism; ng (Lehigh, M.jth,

I05)

■Computer progra.mnnUig, case steeies (Drexel, CO53)
.

Com.puters I-II (ihexoJl, Y482, g)
Comiputers and Information ret.r..,^val (Pittsburgh, LS 264)
Gomputers techniques for Information storage and retrieval (Geórgia,
Tech. I.S, 653)
Control processes (Georgi,, To.:,h, 1,^ 660)
Cybernetics and epistomolog:/ (Chicago, Phil. 386 j GL3 386)
Bata Processing (Lohigh, IE3033 UOL..,'b.. II3, Matl.l39A, Bng. 114A)
Ba.tr. Processing and bhe libr-ry (Pittsburgh, LS265j UOLA, LS406)
D^duetive logic (Chic

&lt;o, PhiL. 3C4)

Besign of experin-.nts (Lohigh, T..j 410)
Bigital computwrs gnd epplicaticos (Chicago, IS 300, Bus. 373')
Bigital computers techniques (Clicago, Bus.473)
Biscourso aialysis (.Lehigh, IS .■ 13)

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�Doc\anenoí-.tion (Vi/RU, LS524)
Ityncmic progrr,nning (LGhigh, U4I6)
131 or..^ntr.ry d&gt;iCÍsion thsory (Gaorgip.

Mnth. 436)

^jlcmonts of inforn-tinn th^iCry (Goorgii Tech, IS 435)
Dngineorirxg peychology (Lehlgh Psych, 203)
Ijpistomology (Lehigh, Phil, 439)
Jquipmeni of informr.tion synons (Geórgia T^ch. , IS 632)
IDrror corrocting codjs (Nor'.h Carolinay 207 3 St-t. 253)
hxperirnontal social psychology (Lchigh, SR 301)
Jxperimsntal stctistics (Ooorgia Tech, lE 639)
Tilo Processing (Chicago, I£ 360)
Punctional analysis, I-III (Goorgie Toch, Math 644-6)
Fundamentais of Information Processing (líorth Carolina,100, Math.l69)
Human conmunication (Lohigh, SR 304)
Hiunan infornation Processing (Geórgia, Toch. Psych. 604)
Human learning (Geórgia Tech, Psych. S21Lehigh, Psych. 306)
Inductive logic (Chicago, Phil. 305)
Industrial dynarnics (Geórgia, Tech. Ij 755)
Industrial Information systsms (Lehigh, lE 408)
Industrial m.anagem.‘jnt (Prexel, B60I)
Information conter adm.inistrc?.tion (Drcxel, L 730)
Informiation Processing cn computers (V.Tlü, LS 575)
Information representati3n and struetures (Geórgia Tech., IS 6II)
Information i-esourcos and Iiter’’turo searching in Science and Technology
(Florida, LS 563)
Information rêtrioval (Korth Carolina, 21l)
Information retrieval and dissenination (indiai.a, L644)
Informiation retrieval systens, I-II (ifflU, LS 5733 574)
Inform.ation retri.jval theory (Lehigh, Phil. 39l)
Information Sciences (Lehigh, IS 202)
Information storags retrieval systemis (Florida, LS 586)
Information systen analysis and design (UCL.i, LS 243)
Information system. design (Geórgia Tech, IS 636, Indiana L 744)
.Information systems design and

m/p.Iuc.tion (Florida, LS 588)

Informations systom.s and equipment (Lehigh, IS 430)
Inform.ation systamss miothods ar d equipment (indiana, L 643)
Informiation theory (Chicago, IS32I, Stat.3175 Geórgia Tech, EE6593 North
■ Carolina, 200, Stat. 25?)
Instru-.ientation, I-II (Drexel L 740-4)
Integra&gt;tion of the Science inmtormation systems (Drexel, L 750)
Interrr.^diate prohL.hility theory (Chicago, Math.

30l)

Intermodiate symholic logic (Rjrth Carolina, Phil.

lll)

Introduction to automatlc digital control (horth Carolina, I60)
Introduction to descripbive lingursties (lorth Carolina, IO8, Ling.lOO)
Introduction to digital comput..r rsage (ilorth Carolina, 10, ’'íath. 2l)
Introduction to game theory (Geórgia Tech., Math. 446)
Introduction to higher algehra (l athem.atics)

(üCL.i, Math.IllF., Phil.l84B)

Introduction to infornation retrieval theory .V.RU, LS
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�Xntroduction to linguistics (Lohigh, IS 31l)

9,

Introduction to nrothonatical probability (Chicago, Ma th. 300)
f
Introduction to nunorical nnalysis (líorth Garolina, I50, Ma.th.i70)
Introduction to sociological resoarch inothods (UCL.., Soc.ll?, Psych.146)
Introduction to stochastic procòssjs (Ocorgia Tech., Math. 437)
Introduction to tho infornation sci^ncB (indiana, L 544)
Introduction to tho thoory cf infornation (üGLn, Ing. 186B)
Introductory topology (Geórgia Tech., 43l)
Lr.ngur.go and sonanties (UCL.., Phil. I87B, Ling. 170, Psych. I42)
Lengur.g'3, syniholic procosses, and computors (Chicago, LS318, Ling. ,350,
Is 301)
Languagü onginooring (Pittshirrgh, LS 36)
Languagos for scionco and tochnology (Goorgir, Tech. IS 401-2)
Learning (Lohigh, Psych. 363)
Lozicology and sonanties (Chicago, Ling. 438)
Lihrary hrckgrounds of tho infornation seiones (indiana, L 543)
Lihrary systc;r.s planning, I-II (Chicago, LS 308-9)
Liuear lyshras (Chic:'go, Math. IO85 UCL.., Math. 252
Linoar transfornations, modols and natrices (Chicago, Math. 253)
Lingusties, gfenoral introduction (Chicago, Ling. 22l)
List Processing techniques (Chicago, IS 37l)
Literatvire soarching and docur.ontation (Putgors, 6lOs270)
Logic and language (Lohigh, Phil. 364)
Logic design and witching thoory (Geórgia Tech, I56..., en proparação)
Logic for engineers (Droxel, ?922)
Logic for progranr.ing (BtwXoI, B93l)
Logical invostigations (Lohigh, Phil., 451)
Logistic systons (Goorgir. Tech, IS 445)
Managomont of lihrary oporations (Putgors, óIOs547)
Mathorntical logic' (Chie:go,Phil. 320j Goorgir: Toch, Math.438,

Lohigh,

303, 402)
Mathoratical modols in psychologj' (Lohigh, Ps^ch. , 303)
Hathenrtical nod..jlo of loarning (Lohigh, Psych. 450)
Mathomrtical progrr',rnniing (L^hign, 1^ 4I7)
Mathomatical tochniquos for inf írr.ation scionce (Goorgir Toch,. 13423)
Mc.thon.-:tics in inforn.^tion rotr.'.ov.al (Pittshiorgh, LS 263)
Mochanical trrnslation and languago Processing (Chicago, LS 405, Ling.
■ 457)
Muchr.nizod inforaation retrioval (Pittshvurgh, LS 26l)
Motaprograns (horth C.arolina, lOl)
Mothods ’of infornation control, I-II (Goorgia Toch, IS 6I8
Mothods of operationc rcsoarcQ (Geórgia Tech, IS 634j North Carolina,230
Sta 6.202)

Mothods of r^so, rch (Droxol, P990;
Modols (UCL.l, B.i 111, Math. 142, ■Cng. 1857.)
1'^odorn abstract algobra (Goorgia Tech, 1'oth. 604-6)
Kodorn algeb.aa (Goorgia Toch, ’Iat h. 414)
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�Morphology and sintax (Chicago, Ling. 332)

10.

Non-n\xneric inforination Processing (Geórgia Tech, IS 455)
líumeric inforniation Processing (Geórgia Tech, IS 425)
Numeric Processing (Chicago, IS 350)
Nunerical analysis I (Geórgia Tech, Ma th. 443)
Operations research, I-III (Goorgia Tech, 14 734-6)
Organization and logical design of digital conputers (ChiCogo, IS 310,
Math. 390)
Organization and nanagements of inforraation systeir.s (Geórgia Tech, IS673)
Organization theory (UCLl, BÀ 190, Ph. 200íiB)
Organizational behavior (Lehigh, SR 465)
Philosophy of language (horth Carolina, 110, Phil. IIO)
Fhilosophy of raind (Geórgia Tech, IS 646)
Philosophy of science (Drexel, E l67j Chicago, Phil. 345)
Phonetics and phonology (Chicago, Ling. 33l)
Physiological psychology (Geórgia Tech, Psych. 42l)
Probahility and statistics (UCLil, Math. 1204B, BA 115? Il6^., PH I60..B ,
Soc. 118, Psych. 105, Bng.' 183*.B)
Probletns in systens design (IS 638)
Processing of natural and artificial languages (North Carolina, 210)
Proseminar in general psychology (Geórgia Tech, Psych. 6O6)
Random Processes (Geórgia Tech, IjIj

638)

Reforence naterials in scicnco and technology (Drexel, L 515)
Research in infornation retrieval (V.IiU, LS 580)
Research methods (Rutegers, s/n)
Research nethods-in social relations (Lehigh, SR 298)
Research problens in the infornation Sciences (Pittsburgh, LS 360)
Retrieval languages (Lehigh, Phil. 482)
Retrieval structures (Lehigh, Phil. 492)
Science infornation Services (Chicago, LS 339)
Science literaturo, abstracting (Drexel, L 720)
Science literatura, indexing (Drexel, L 72l)
Scientific and engineering literaturo (Goorgia Tech, IS 413)
Scarch stratcgy (Drexel, L 767-8)
Somantics (Lehigh, Phil. 464)
Seminar in the infornation Sciences (indiana, L743; UCLA, LS 252)
Seninar in nunerical analysis (iJorth Carolina, 250)
Seninar in social psychology (Lehigh, SE 302)
Seninar in statistical nethods (Lehigh, Psych. 423) .
Seniotios in statistical nethods (Lehigh, Psych. 423)
Sentence syntax (Lehigh, 13 412)
Sinulation (Lehigh, 13 418)
Sinulation techniques (Geórgia Tech, 13 760)
Social psychology (Lehigh, Psych. 435)
Socir?.l psychology of groups (Lehigh, SR 201)
Special topics in linguistics (Lehigh, Phil. 4I8)
Special topics in the infornation Sciences (Lehigh, IS 492)

�Specializeà infornation cunters (Pittsburgh, LS 262)

11

Spocialized Information conters and sorvicos (WEU, LS 578)
Statistical thoory andmethods, I-III (Chicago, Stat. 304-6)
Synholic logic (Korth Garolina, Phil. lOl)
Syntax (Chicago, Ling. 436)
Syntax of natural languagos (Geórgia Tech, IS 608)
Systems theory and applicction (Geórgia Tsch, IB 68o)
Theory of a.utomati (Geórgia Tech, IS 6..., in proparation)
Theory of classification (Geórgia Tech, IS 619)
Theory of commxinication (Geórgia Tech, IS 62l)
Theories of indexing and classification (Chicago, LS 403)
Theories of lerrning (Lehigh, Psych. 454)
Theory in social psycholog;^^ (Lehigh, SR 402)
Theory of formal gramnars (Lehigh, Phil. 38l)
«

Topics in engincering psychology (Lehigh, Psych., 455)
Topics in lingustics (Geórgia Tech, IS 404)

LIST! Di.S -.BRLVILCgLS

CHIC..G0 - Graduate Lihrary School
University of Chicago
Chicago, 111. 60637
DREXSL -

Graduate School of Lihrary Science
Drexel Institute of Technology
Philadelphia I9IO4

FLORIDA - Lihrary School
Florida State University
Tallahassee, Florida
G30RGIA TECH - School of Information Science
Geórgia Institute of Technology
Atlanta, 30332
INDIiJíA - Division of Lihrary Science
University of Indiana
Bloomington, 47405
,LEHIGH - Center for Information Sciences
Lehigh University
Bethlehem, I8OI5
NORTH Ci.R0LINA - Department of Information Sciences
University of Lorth Garolina

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Chapei Hill, K.C. 27515

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PITTSBURGH - Grr.durte School of Library and Information Sciences
University of Pittsburgh
Pittsburghj ?n. 15213
RUTG3RS - Graduate School of Library Services
Rutgers State University
New Brionswick, N. J. 08903
UCLL - School of Library Service
University of Califórnia
Los Lngeles, 90024WRU - Vi/estern Research University
Clevoland 13? Ohio

cm

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^Scan
Geraclaoinito

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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            <element elementId="50">
              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
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                <elementText elementTextId="8956">
                  <text>CBBD - Edição: 05 - Ano: 1967 (São Paulo/SP)&#13;
</text>
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              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
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                <elementText elementTextId="8957">
                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <name>Publisher</name>
              <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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                  <text>FEBAB</text>
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              <name>Date</name>
              <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                <elementText elementTextId="8959">
                  <text>1967</text>
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              <name>Language</name>
              <description>A language of the resource</description>
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                <elementText elementTextId="8960">
                  <text>Português</text>
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              <name>Coverage</name>
              <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <elementText elementTextId="8961">
                  <text>São Paulo/SP</text>
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    </collection>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
    </itemType>
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      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
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                <text>A ciência da Informação</text>
              </elementText>
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            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <elementText elementTextId="9919">
                <text>Ribeiro, F. Leite</text>
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            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <text>Definição. Situação da ciência da informação na estrutura universitária. Problemas de treinamento de pessoal especializado. Contribuição das escolas de biblioteconomia á nova ciência. Relação dos cursos oferecidos pelas universidades americanas.</text>
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�V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
SÃO PAULO - 8 A 15 DE JANEIRO DE 1967
PATROCINADO PELO INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

TEMA'II - PROCESSOS TÉCNICOS

TERMQS COORDENADOS
POR
SILVIA AUGUSTA MARQUES

IT^ed CDD
CDU

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TERMOS COORDENADOS

SILVIA AUGUSTA MARQUES

1

Introdução

2

Conceituaçao

3
3.1

Estrutura
\
índice

3.2

Fichas

4

Metodologia

5

Equipamentos

6

Documentação administrativa

7

Aplicações

8

Conclusões

1 - INTRODUÇÃO

As técnicas documentais, ~a cujo impulso modificações radicais se
vêm operando no campo do controle da informação, sao tema de interêsse fundamental para o conhecimento teórico e prático da documentação.
Quando nos dispusemos a encarar os casos concretos da documentação entre nós, fomos forçados a concluir que as técnicas constituiam iim problem.a
que desafiava os documentalistas, exigindo soluções lógicas e exequíveis que cor
rigissem e superassem reconhecidas deficiências.
0 sistema Têrmos Coordenados (tc) representa o esforço de uma ex
periência de 2 anos, desenvolvida sistemàticamente, visando

ao

aperfeiçoamento

dos métodos e instrumentos de trabalho da documentação, com o objetivo de propor
cionar-lhe rendimento satisfatório. Se dentre os processos técnicos em voga aparece com características originais, devemo-las, não tanto a seus elementos integrantes, mas à maneira pela qual são êles utilizados, alterando posições conside
radas definitivas. Evidentemente, não era possível permanecer a documentação enclausurada na rotina de técnicas tradicionais, inadaptâveis às situações

atuais

de demanda e produção ininterrupta de referências sobre os mais variados conheci^
mentos. Havia que promover o seu desenvolvimento, colocando-a à altura de competir com as novas tecnologias implantadas pelo avanço das ciências.

Atualizá-la,

numa palavra.
A elaboração de TC resultou de uma imposição de ordem prática

e

sua motivação foram as necessidades com que se defrontou a Documentação Pesqueira do Grupo Coordenador do Desenvolvimento da Pesca
do Desenvolvimento do Nordeste

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(GCDP) da

Superintendência

(SUDENE), reclamando soluções racionais e técni-

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cas para seus problemas de controle da informação.

Cumpre ressaltar, porém, que

a experiência relatada nao revela um interêsse estritamente pessoal, nem,tao pou
CO, limitado ao assunto Pesca e âs necessidades do GCDP. Ao contrário, ê um mod£
lo de uma solução para aquêles que nao ignoram a realidade da

docum.entaçao, is-

to é, a alienaçao resultante da impropriedade de sistemas e métodos que, se
ram utilizados com certa felicidade em outros meios, se têm mostrado
em relaçao ao meio brasileiro e se vao tornando também

fo-

ineficazes

avelhantados, mesmo

nas

terras onde floresceram. Destina-se a sistematizar indiscriminadamente, e efica_z
mente, qualquer tipo de informação, seja ela técnica, científica ou administrat^
va.
TC pela sua estrutura e metodologia se apresenta como uma técnica que, em face da realidade dinâmica da documentação, possibilita

a

obtenção,

ordenaçao e acessibilidade dos documentos, com o fim de manter atuante e até ace
lerar o processo da informação, de modo que o seu ciclo - reunião, controle e d^
fusão - nao se converta num círculo vicioso, cujo gargalo ou ponto de estrangula
mento seria precisamente a ordenaçao dos dociimentos. Nao se faz documentação com
uma visão acadêmica e literária da realidade, esquecendo o seu campo movente, is_
to é, seu dinamismo.
TC nao rompe estêrilmente com técnicas clássicas, supera-as, for
necendo instrumentos que provocam uma transformaçao de estruturas que

atinge

a

documentação no seu todo, como ciência e técnica, dando especial relêvo a sua o_r
ganizaçao administrativa, ou seja, à montagem e processamento do sistema de controle da informação.
0 aspecto dinâmico da documentação presidiu â elaboração
para que sua técnica nao se envolvesse em um complexo de problemas e

de

TC

distorções

que se acumulariam ao correr dos anos, prejudicando-lhe a prática ou comprometen
do-lhe a utilização.
Eis, em linhas muito gerais, quais os problemas da
entre nés, bem como as indicações básicas para suas soluções.

documentação

Não sendo

estas

apreciadas ou adotadas, de qualquer forma persistirão os mesmos problemas a desa
fiar o interêsse dos documentalistas. Resolvê-los, afinal, é a tarefa que se impõe à sua compreensão e capacidade profissional. Debalde, porém, seria a presunção de reforma sem adequaçao dos instrumentos de atendimento e de apoio. A solução despontará da conjugação de esforços, da continuidade de interêsse,
cepção lúcida e poder criador dos que trazem sobre os ombros a

da per-

responsabilidade

de administrar.
&gt;
2 - CONCEITUAÇÃO

Pela simplicidade do seu aparato material, não seria

apropriado

qualificar o sistema TC de mecânico, sendo preferível situá-lo entre os sistemas
manuais de registro e armazenagem da informação, que êle localiza para posterior
mente selecioná-la e recuperá-la por meio de superposição de

fichas, o

chamado

método visual de seleção.

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Ê co-autor do sistema J.M. Brandão que, na qualidade de chefe da
Secção de Documentação do GCDP, achou oportuno implantá-lo a partir de abril

de

1966.
0 sistema se caracteriza: teòricamente pelo conceito dinâaico da
indexação; prâticamente, pela flexibilidade que o torna passível

de

adaptar-se

às peculiaridades da organizaçao a que vai servir. Para tanto,faz-se necessário,
tão-sômente, um estudo acurado para averiguar em que sentido conviria utiliza-lo
e qual a melhor maneira de explorar sua capacidade de ajustar-se a qualquer

es-

trutura funcional.
Essa flexibilidade se manifesta em 3 planos:
a) - administrastivo - com referência â organizaçao das rotinas de serviço;
b) - técnico - embora nas circunstâncias atuais opere manualmente, com um mínimo
de equipamento e'pressupondo um mínimo de conhecimentos técnicos
ção e inserção de fichas nos catálogos e arquivamento das

(perfura-

publicações

não

oferecem dificuldade alguma), suas fichas perfuradas podem ser substituidas
pelas memórias dos computadores eletrônicos, sem qualquer modificação substancial do sistema;
c) - científico - na organização do índice, a sistemática têcnico-científica pode ser ou nao observada, segundo a conveniência do indexador, sem perda

do

valor científico ou técnico da informação.
0 sistema foi divulgado por meio de 2 publicações: "Têrmos Coordenados: Nôvo Sistema de Documentação" (l) e

"Novo Sistema de Documentação para

a Pesca" publicado no Boletim de Estudos de Pesca da SUDENE (2). Este áltimo estudo foi também editado pelo GCDP em português, inglês e francês (separata). Esses trabalhos têm sido largamente divulgados, com ampla repercussão no Brasil

e

no exterior.
A tradução de TC consagrou as expressões "Tabulated

Terms" para

o seu uso em inglês e "Termes Coordonnés" em francês.

3 - ESTRUTURA

TC tem por elementos básicos

índices e fichas perfuradas, expe-

dientes conhecidos e já utilizados em outros processos mecânicos

de

documenta-

ção (Selecto, Peack-a-boo, etc.), aos quais deu tratamento inét^^to.
3.1 - Indexação por desdobramento. Na teoria, é uma conceituaçao
dinâmica da indexação, em oposição â conceituação estática, tal como vem

sendo

estudada e praticada tradicionalmente pela documentação. índices móveis, como as
próprias idéias que as palavras expressam, agrupando-se, ou partindo-se, ao

sa-

bor das injunções, para formar novos núcleos de idéias, novos índices, com autonomia própria, e impulsionados, também êles, pela dinâmica do sistema. Esses ín(1) - MARQUES, S.A ■&amp; BRANDÃO, J.M, - Têrmos Coordenados: N^vo Sistema de Documentação (redaçao preliminar). Recife, SUDENE, 1965. (Documentos de Pe_s
ca, ns 2) .
(2) - MARQUES, S.A &amp; BRANDÃO, J.M. - NoVo Sistema de Documentação para a Pesca.
B. Est. Pesca 5(2) : 43-50, mar./abr. 1965.

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�d.lces podem ser comparados a compartimentos ea|tanques, elngidos por uma íarto as.
trutura externa, dentro da qual podem fragmentar-se em novos compantimentos, man
cida, entretanto, a unidade do conjunto. Essa estrutura, na indexação, é a or-dem
alfabética,
ioj)
Na prática, indexaçao por desdopramento
&amp; o levantamento
índice que nao se restringe a relacionar em ord(^ alfabética palavras e

de

um

expres-

soes que jdentificam os assuntos dos documento^. Relaciona-os, desdobrando-se: o
i
Índice multiplica-se em tantos outros índices mp^orcs quantos os aspectos subordinados ao assunto a documentar. E um índice glptal’ fragmentado em iniimeras sec...ces denominadas Índices Secundários (iS) , mas, !;iem individualidade

própria, ou

;cja, possuindo sua própria ordem alfabética,
0 ponto de partida é a detetmina^ao do assunto a

documentar, de

acôrdo com os objetivos e necessidades da omganizàçao em que o sistema será

im-

plantado. Frxado o assunto, processa-se o lev^ntanjc^nto das idéias gerais ligadas
a esse núcleo, as quais constituirão os IS, e! dentro de cada IS as idéias especí_
ficas que lhes correspondem. Idéias gerais e ildéia^^/ específicas reduzidas a pal^
ras ou expressões - os termos - que descreveiti e caracterizam o conteúdo dos documentos.

Nesse trabalho, nao prescinde o documentalista, ainda que versado nos

tratados e na liteiatura-corrente sobre a mataria,do assessoramento de um espec^
t
alista, para seleção de têrmos que se enquadrem na terminologia técnico-cientifica e satisfaçam as exigências documentais.)
A maneira mais fácil de fazer,um índice é considerar a estrutura
~ ■
lí
.
~
da instituição na qual o sistema ,será empregajdo, pois qualquer orgamzaçao que
envolve a aplicação de ciências e técnicas djjversas, tem seus departamentos, dj.visões e secções dispostos em organograma de 'conformidade com os objetivos

des-

sas ciências ou técnicas. A documentação movi^enta-se em função desses objetivos
.

sóbre êles levanta a série de idéias gerais)- IS - e têrmos

específicos

vistas a atingir os fins e a atender a necessidades ocorrentes.

com

Assim, o índice

Geral (1G) para a docvimentação do GCDP focalitou a pesca Sob um tríplice aspecto,
0 que corresponde ao organograma geral do GCDIf: Divisão de Indústria, com as sec
ções de Economia, Engenharia Pesqueira, Coope'j:^tivismo, Administração Pesqueira;
Divisão de Recursos Pesqueiros, com as secções de Biologia, Tecnologia da Pesca
I
. iecnologia do Pescado; e a secçao de Documeritaçao, chamada interdivisional.
0 termo fixa noções gerais, qúe se definem eni fú.nçao da idéia es
!
i
■
”
pecifica do IS a que êle está vinculado. Por conseguinte, um mesmo têrmo pode
!,
aparecer em 2, 3 e mais IS; em cada um dêles, porém, assume poncei.to particular,
dependente dessa idéia geral.

EX: Lagosta cofto termo, figura nos-LS.^Crustáceos,

Métodos e Aparelhos de Pesca, Tecnologia do Pescado, Administração Pesqueira~,Ejco^
.mia Pesqueira, etc. Em cada um dêles, todaviia, seu significado ê diverso. Este
levantamento preliminar dos IS e seus respectivos têrmos constitui o IG da documentação a ser inventariada. Nêle os assuntoa estão individualizados por
que fornecém tôdas as informações que com os''mesmos se relacionam.

têrmos

E o veículo

de comunicação entre o indexador e o usuário da informaçao.
Os têrmos específicos são dp 2 espécies: absolutos - aqueles que

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st e m
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por si sô expressam uma idéia geral,

ex: lagosta do IS Crustáceos; e têrmos

apoio ou auxiliares, aqueles que se tornam significativos quando

de

juxtapostos

a

outros na formulação de idéias complexas, Sao temos auxiliares: migrações, ma tu
ridade (também do IS Crustáceos) e todos aquêles designativos de lugar, tempo
foma de documentos, como bibliografias, relatórios,

estatísticas, etc.

que em virtude da flexibilidade do sistema, essa classificaçao dos

e

Claro

têmos

está

sujeita às idéias específicas dos IS, de tal modo que um têmo auxiliar num

de-

teminado IS, poderá ser têmo absoluto noutro IS e vice-versa.
A eleboração de um índice poderá ser visualizada

pela

seguinte

representação gráfica:

Graças à sua natureza de índice desdobrável, a saber, um

índice

com características dinâmicas, que não se reduz, apenas, a ser vários índices a£
rolados dentro de um índice geral, mas, em qualquer momentp, susceptível de
um de seus têrmos desdobrado

ser

em novos índices, se assim o exigirem a conveniên-

cia do documentalista, o volume crescente de documentos individualizados por

um

têmo ou a própria matéria, os índices recém-desmembrados intercalam-se na ordem
alfabética geral e êles mesmos estabelecem a sua alfabetaçao,

A localizaçao dos

têmos nos IS é indicada por meio de rcmissivas.
A qualificaçao de "Coordenados" advém da possibilidade de se com
binarem os têmos de um mesmo IS na articulação de idéias complexas. Essa combinação liga-se estreitamente à natureza dos têmos, segundo o esquema já menciona
do: têmos absolutos ou auxiliares.
Cada IS é distinguido por 3 letras maiúsculas tiradas de sua pró
pria designação. Essas maiúsculas antecedem a numeraçao progressiva dos documentos que a êle pertencem, localizando-os no IG e nas estantes. Assim, o IG por si
mesmo, reune, ordena, seleciona e recupera os documentos, além de agiaipá-los nos
arquivos por assunto específico.
Tomemos para exemplificaçao do exposto o índice levantado para a
documentação do GCDP (3),cujo assunto foi PESCA, como foi referido, e do qual se
desmembraram até o presente 25 IS, ou seja, 25 idéias gerais selecionadas de modo relativamente arbitrário, porquanto, de acordo com os objetivos daquele

Gru-

po, também já citados, a PESCA é analisada sob 3 pontos de vista: científico,té£
(3) - BRANDÃO, J.M. - índice para a Documentação de Pesca da SUDENE; levantaimento preliminar dos têmos. Recife, SUDENE, 1965. (Documentos de Pesca, 3).
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frigoríficos

bioquímica

higiene e sanidade

conteildo estomacal

inseticidas

circulação

leis

digestão

normalizaçao

■fecundidade

orçamento s

fertilização

portarias

locomoção

pragas

luminescência

projetos

maturidade

publicidade

nutrição

recursos pesqueiros

respiração

regulamentos

sistema nervoso

rios

Genética

seguros

Embriologia

SUDENE

Evolução
alometria

SUDEPE
Adubos

desova

ver em Produtos Pesqueiros Sec,

dinâmica de populaçeo
história adulto

Aeraçao

história larval
natalidade
C

Patologia
doenças
mortalidade

Créditos

parasitos

ver em Administração Pesqueira
ver em Barcos

pragas
Ecologia

ver em Cooperativismo Pesqueiro

abundância

ver em Métodos e Apa. de Pesca

aclimatação

CRUSTÁCEOS

captura

Bibliografias

distribuição geográfica

Taxonomia

hábitos

família

marcaçao

nome científico

migrações

nome comum

mutações
ver também ADMINISTPJIÇÃC PESO.

Morfologia
amostragem

CULINÁRIA

citologia

ECONOMIA PESQUEIRA

esqueleto

MET.E AP .DE PESCA

histologla

PISCICULTURA

pigmentação

PROD. PESQ. SEC ,

Fisiologia

TEC. DO PESCADO

e-servações:
a) - ADMINISTRAÇÃO PESQUEIRA e CRUSTÁCEOS são IS.

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nico e econômico. Vejamos quais sao esses IS, como se sucedem na ordem alfabética e que letras maiusculas os precedem:

*

ADP - Administração Pesqueira

MAM - Mamíferos

ANF - Anfíbios

MAP - Métodos e Aparelhos de Pesca

BAR - Barcos

MOL - Moluscos

CRU - Crustáceos

NAV - Navegaçao Pesqueira

COP - Cooperativismo Pesqueiro

OCE - Oceanografia

CUL - Culinária

PAD - Peixes de Agua Doce

DOP - Documentação Pesqueira

PEM - Peixes Marinhos

ECP - Economia Pesqueira

PLM - Plantas Marinhas

EDP - Educação Pesqueira

PIS - Piscicultura

EGP - Engenharia Pesqueira

PPS - Produtos

EQI - Equinodermos

Pesqueiros

Secundá-

rios

HID - Hidrografia

REP - Répteis

INP - Investigação Pesqueira

TEP - Tecnologia do Pescado

E para melhor compreensão do IG, vejamos 2 partes dêsse mesmo ín
dice, as quais evidenciam o papel dos IS ^ : das remissivas e a disposição dos tê_r
mos. No IG, tal como se apresenta, nao foram incluidos termos auxiliares de
gar e tempo.

Eles surgirão â medida que os doc\nnentos os consignem e se

lu-

tornem

material de interesse para a informação.

A

Abastecimento

ver em Répteis

ver em Economia Pesqueira
Abundância

ver em Economia Pesqueira

ver em Anfíbios

var em Engenharia Pesqueira

ver em Crustáceos

ver em Piscicultura

ver em Mamíferos

Administração

ver em Moluscos

ver em Cooperativismo Pesqueiro

ver em Peixes de Agua Doce

ver em Documentação Pesqueira

ver em Peixes Marinhos

ver em Investigações Pesqueiras

ver em Répteis

ver em Piscicultura

Ácidos

ver também ADMINISTRAÇÃO PESQ.

ver em Produtos Pesqueiros Sec.
ver em Tecnologia do Pescado
Aclimatação

ADMINISTRAÇÃO PESQUEIRA
bibliografias
créditos

ver em Anfíbios

decretos

ver em Crustáceos

direitos

ver em Mamíferos

direito internacional

ver em Moluscos

empresas

ver em Peixes de Agua Doce

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Açudes

PENESA

ver em Peixes Marinhos

exploração

ver em Piscicultura

explosivos

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b) - Nos IS que versam sobre estudos biológicos (Crustáceos, Peixes, etc.) a ordem dos têrmos obedece mais ou menos à classifiCaçao científica, afim de fa
cilitar o trabalho do indexador, que deve registrar hieràrquicamente os assuntos. Ex: todo documento que trata de aclimataçao deve ser registrado tam
bém em ecologia. No catálogo das fichas perfuradas, entretanto, a ordem dos
têrmos ê sempre alfabética.
3.2 - Fichas. No sistema TC a ficha perfurada funciona como a me_
mória do sistema; ela guarda a informação que o índice registra,possibilitando a
pronta e rápida seleção e acessibilidade dos documentos. Dois tipos

de

fichas

foram levantados, ambas idênticas na sua estrutura, mas diversas quanto à capac^
dade de armazenagem: a ficha para a documentação técnico-científica, com capacidade para 18.000 dociimentos, e a ficha para a
capacidade para 2.800.

documentação

administrativa, com

Evidentèmente, a ficha para a documentação técnico-cien-

tífica poderia funcionar perfeitamente para a documentação

administrativa; mas,

dada a natureza dêsses documentos, todos êles destinados aos arqviivos mortos (in
tervalos regulamentares de 3 a 5 anos no máximo) não haveria necessidade

de

se

lidar com fichas de tao grande capacidade.
A ficha para a documentação técnico-científica é impressa em papel ficha de 48 gr, em formato retangular, de 38 X 27 cm e com 18.000 quadrícu2
Ias de 2 mm , dispostas em grupos de 100, formando blocos de 10 X 10, ao todo 17
blocos na extensão do comprimento;

com a separaçao de meio centímetro

da

fila

imediatamente superior, alinha-se outra série de 17 blocos, e assim sucessivamen
te, até perfazer o total de 10 fileiras de 17 blocos.

Acompanham os blocos

das

margens laterais da ficha, no sentido da altura, números-guias - algarismos de 0
a 9 - que indicam as dezenas; as unidades são também indicadas por números-guias
de 0 a 9, dispostos horizontalmente sobre os blocos que compõem as fileiras 4° e
82; centenas e milhares sao indicados por guias que encimam cada um
de 100 quadrícuias (ver anexo l).

dos

blocos

0 número da quadrícula é indicado pela inter-

secçao de uma linha que parte da guia horizontal para a vertical ou
Essa determinação é feita com a ajuda de esquadros ou réguas em

T

vice-versa.
que auxiliam

ainda a leitura das quadrículas já perfuradas. Nos 4 cantos exteriores vêem-se 4
círculos, que assinalam os pontos a serem vazados, para fixação da ficha num pequeno aparelho, que facilitaria a perfuração e a leitura das quadrículas, quando
se fizesse necessária a superposição de mais de uma ficha.
A ficha para a documentação administrativa mede 23 X I6cm e suas
quadrículas sao de 3 mm

(ver anexo 2).

Para a documentação técnico-científica, a capacidade de armazena
gem das fichas pode ser ampliada indefinidamente, bastando para tanto que se lan
ce mao do artifício do índice desdobrável, que faculta a conversão de

um

têrmo

qualquer de um IS em outro IS, e assim repetidamente, se a tanto o obrigarem
circunstâncias.

Ex: Lagosta, atualmente, foi incluida no IS

Crustáceos, mas

grande volume de publicações sobre o assunto sugere a transformação dêsse
específico em um novo IS.

as
o

têrmo

Se tal ocorrer, conquanto desvinculado de sua classe,

lagosta, como novo IS que é, fornecerá informações tao completas quanto antes.

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�IvJ
c;

' Indoxagao da publicação, ou seja, escolha dos termos que a identifica»

di

Uso doa termos selecionados para redação do RjiPI - Resumo Analítico por Indexação - outra particularidade do sistema,

0 RAPI deve ser transcrito no ver-

so da fielia tcipogrãfica,
O; - iLar.eraçao da publicação, atribuindo-se-lhe o número de acesso, cuja notação jã foi explicada quando do processamento das fichas perfuradas. Acontece, porém, que uma publàcação pode conter vários documentos, isto e, vários assun too autonomos' portanuo informações diversas, que dentro do conceito de documentaçã;: sao considerados como documentos à parte» Para estas publicações,

o

numero do acesso e tomado ao primeiro termo encunciado. Os demais documentos
tem o número que lhes for indicado pelo seu respectivo IS, mas, para eles, em
vez de serem red-lgidas fichas topográficas, fazem-se fichas remissivas para a
tupografica do número de acesso, remissivas inseridas no catalogo topografeiclo de ucerdo com a ordem numérica do seu respectivo índice,
f) - Localização d.a ajuadricula nas fichas perfuradas cujos termos classificam o do
.ujaente e sua imediata perfucacâo»
g) - Pintura do número de acesso na publicação e arquivamento desta»
&gt;5,} - Inserção, em seus respectivos-catálogos, da ficha topográfica e das fichas

-

perfuradas retiradas para registro do documento» analisado,
Como obseiní^açoes finais, cumpre salientar:
a) - Pox ser o autor referência sumamente impox-tante em qualquer documentação,

TC

organizaou um catálogo de autor "sui-generis”s uma ficha única para cada au ~
tor individual ou coletivo; no corpo dessa fichas são transcritos os números
do aeess.^ dua documentos de sua autoria»
b,i

Visando-se a orna maior elasticidade para o número de documentos, e recomendável ana3..isar os periódicos separadamente, criando-se para eles catálogos espe
.'tais (fichas perfuradas e topográfico),

o) - 1 disposição do público ficam o catálogo topográfico e o IG convertido em fichas, deste constando, apenas, aqueles têrmOvS selecionados em publicações ja
indexadas.
A metodologia de TC pode ser esquematizada pelo seguinte gráfi-.:oe

cm

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A düCumentaç?.o do GCDP com o IG atual, subdividido em 25 IS, po_s
sui capacidade para armazenar 25 X 18.000 documentos, ou seja 450.000.
No processamento das fichas as denominações dos IS - Administração Pesqueira, Anfíbios, etc,, são transcritos em fichas perfuradas, que funcionam como guias para o indexador que nelas assinala as

quadrículas

já

ocupadas

por documentos', assegurando a continuidade da numeração e evitando erros na nct^
çao dos documentos, Uma consulta a uma dessas fichas-guias dirá, de relance,quan
tos documentos existem sobre um assunto qualquer definido por um IS. A cada termo corresponde uma ficha quadriculada que, repetindo o que foi dito anteriormente, registra, seleciona e recupera a informação.

0 termo é transcrito no

superior da ficha, â esquerda, sempre precedido das 3 maiásculas que

canto

caracteri-

zam o IS a que se filia. Essas fichas quadriculadas encabeçadas pelos temos for
mam um catálogo, cuja ordem é alfabética. A cada quadrícula corresponde um documento que recebe uma numeraçao progressiva, a partir de 0, ficando reservadas pa
ra êle todas as quadrículas que se apresentem em posição análoga nas fichas perfuradas que compõem êsse IS.

0 documento é registrado em tantas fichas

sao as que apontem temos que lhe dizem respeito, mediante a

quantas

perfuração

manual

da quadrícula que lhe foi consignada e cujo número integra o seu número de acesso, A notaçao do documento, ôbviamente, compoe-se desse número da quadrícula, an
tecedddo das 3 letras do IS. 0 uso das letras ê insubstituível, pois a numeração
dos documentos' repetir-se-á tantas vêzes quantos forem os IS fomados*.
mentação do

GCDP

Na docu-

haverá 25 documentos para cada um dos números de suas

18.000

quadrículas. Sòmente as letras distinguirao entre si êsses 25 documentos.
Selecionam-se e reobtêm-se as infomações concernentes a

idéias

complexas, referentes a 2 ou mais têmos dc um mesmo IS, superpondo-se as fichas
correspondentes; as quadrículas perfuradas em todas as fichas dando

passagem

á

luz, reportam-se aos documentos que tratam das referências desejadas.

4 - METODOLOGIA

A implantaçao do sistema TC deve obedecer ao seguinte método, cu
jas diretrizes sao ditadas pelas'normas administrativas da
.'a'i

documentação

a

qu.e

«ervir. Vejamos o .seu funcionamento:

a) - 0~trabalho intelectual de levantamento do IG é condição essencial,e dêle de
penderá a maioi ou menor eficiência do sistema.

0 índice deve

configurar,

tao objetivamente quanto possível, a sistematizaçao técnico-científica a do_
cumentar, dando particular realce aos fins e necessidades da documentação.
b)

- Pronto o índice, inicia-se a catalogaçao das publicações para redação da
cha topográfica, assim chamada por sua função de localizar o
IS que lhe é específico, bem como nos arquivos ou estantes.
as reune

documento

no

0 catálogo que

(ordem alfabética dos IS e dentro dêstes a numeração

progressiva

dos documentos) assume também as funções do catálogo sistemático.

A

ficha

topográfica mede 23 X 16 cm, de modo que no seu corpo figurem todos os têrmos que definiram o seu conteúdo (ver anexo 3).

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�5 - EQUIPAMENTOS

TC funciona com um mínimo de exigências em relaçao a
tos.

Material de consumo especial:

sistema.

equipamen-

as fichas quadriculadas, padronizadas

pelo

Material permanente: fichârios para seus catálogos, vazador manual

fichas, réguas em

de

T ou esquadros e o dispositivo para fixaçao da ficha, o qual,

apesar de programado, não foi ainda fabricado, por nao ser imprescindível ao bom
funcionamento do sistema, conquanto lhe complete a eficiência.

6 - DOCUMENTAÇÃO ADMINISTRATIVA

É inegável nos, últimas décadas a aumento, em número e volume,das
atividades governamentais, disso resultando maior complexidade na organizaçao ad
ministrativa. Impõe-se a adoção de sistemas documentais que solucionem os proble
mas criados pelas novas circunstâncias.
A organização da documentação administrativa, sua classificação,
tramitaçao e reunião constituem matéria pendente de regulamentos. Enquanto a documentação técnico-científica tem por objetivo reunir, classificar e divulgar d£
cumentos, a documentação administrativa cogita, apenas, da classificação,vale d£
zer, da organizaçao racional e do uso adequado dos arquivos, segundo um critério
prêviamente escolhido, de maneira que, permanecendo guardado o
êle ser localizado ràpidamente, quando necessária sua

documento, possa

consulta.

No processo de

arquivamento, de caráter rotineiro e contínuo, é fundamental o papel do

sistema

adotado, que torna compatíveis acessibilidade e manuseio de documentos. A finali_
dade de TC na dociunentaçao administrativa é assegurar o máximo de eficiência

no

processo burocrático e, mediante a aplicaçao de seus métodos científicos de orga
nizaçao, conseguir economia de tempo e material nos serviços e melhor utilização
das capacidades individuais dos servidores.
Sua implantaçao na Secção de Documentação do GCDP teve por objetivo melhorar e racionalizar a estrutura e funcionamento dos arquivos administra
tivos.
TC permanece fiel a seus elementos básicos

-

índices e

fichas

perfuradas - mas em virtude da flexibilidade de sua técnica, que atende necessâriamente às finalidades da documentação visada, funcionará dentro de novo esquema: os IS sao representados, não pelas idéias gerais, tal como acontece na documentação científica, mas pelos têrmos que definem as "formas" do documento, a sa
ber: ofícios, memos, cartas, circulares, ordens de serviço, etc. Levantam-se tan
tos IS quantos os tipos de dociimentos a registrar, no caso, agrupados em duas or
dens: ofícios, memos, cartas etc. expedidos, e ofícios, memos, cartas etc. recebidos.

Nesses índices observa-se a ordenaçao alfabética dos têrmos que determi-

nam o assunto particular de cada um dêles. Essa relaçao é levantada à medida que
os ofícios, memos, cartas etc. sao expedidos ou recebidos.
A ficha para a documentação administrativa foi descrita no
3.2. Sua manipulaçao obedece às técnicas referidas.

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A metodologia, contudo, so-

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fre alteraçí'^'

r’e nota, ciesde que suprime os catálogos de autor o topográfi

CO, o que atesta as múltiplas facetas das aplicações de TC,

0 práprio documento

« ofício, memo, carta etc. - ú arquivado pelo número de acesso.

A reobtençao da

informação faz-se diretamente da ficha perfurada para o documento.

7 - APLICAÇÕES

TC vem sendo aplicado com êxito na documentação têcnico-cientlM
ca do GCDP, desde abril de 1966, no Instituto de Oceanografia da Universidade Fe_
deral de Pernambuco, a partir dc agosto de 1966 e na documentação administrativa
da Secçao de Documentação do GCDP, desde julho de 1966. Sua implantaçao no Insti^
•■i-ito de Oceanografia deveu-se â, ajuda&gt; que lhe prestou o GCDP, mediante convênios
firmados, cabendo a J.M. Drandãç o encargo de levantar o índice, treinar o

pe'^-

soal, orientar e assistir a montagem do sistema.
Essas experiências de TC se afiguram plenamente satisfatórias .De_
ve-se ter em mente que uma compreensão mais exata do assunto demanda

esclareci-

mentos teóricos e práticos que virão, sem dúvida alguma, com a introdução do si^
tema em outros centros de documentação,organismos administrativos e bibliotecas,

8 - CONCLUSÕES

As vantagens, desvantagens e dificuldades de TC, de caráter nit^
damente documental, constam das publicações já citadas (4). As conclusões que de
sejamos, apiesentar neste nosso trabalho dizem respeito, tao-sômente, às prespectivas do realizações que TC deixa entrever.
Como todo sistema de organização, embora seja uma tócnica estruturada em pi-incípios e métodos, também êste é, na

prática, antes

de

tudo

uma

aplicação do bom senso. Baseando-se na experiência e no estudo, adapta-se 1'.. ..
cessidades peculiares â documentação a que vai servir, e sua eficiência dependerá da menoi' ou maior propriedade com que fôr manejado. Sua construção é bastante
• Iruples. Pode ser utilizado para documentações pequenas e de caráter geral, e pa
ra documencaçoes complexas que buscam informações super-especializadas, além

de

ser extremamente útil nos serviços burocráticos. Forçoso é convir que suas técn;^
cas modificam totalmente a organizaçao das bibliotecas especializadas,centros de
documentação e arquivos de qualquer espécie. No campo das bibliotecas públicas e
da teoria da administraçao de emprêsas, oferece oportunidade para

investigações

e aplicações ainda inexploradas. Num estágio como o em que vivemos, de uso gene■^•ali.zado dos sistemas de processamento de dados com o auxílio de equipamento ele
trônico ;cabe-lhe de direito uma posição intermediária entre métodos tradicions-i =
que se tornam obsoletos, e as modernas técnicas da cibernética.
0 sistema TC é uma solução atual, para os problemas atuais da d£
cumentaçao. no espaço e no tempo.

(4) - Op, cit.

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
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                <text>Indexação (biblioteconomia) </text>
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                <text> Tratamento da Informação</text>
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                <text>As técnicas documentais, cujo impulso modificações radicais se vêm operando no campo do controle da informação, são tema de interesse fundamental para o conhecimento teórico e prático da documentação. Quando nos dispusemos a encarar os casos concretos da documentação entre nós, fomos forçados a concluir que as técnicas constituíam um problema que desafiava os documentalistas, exigindo soluções lógicas e exequíveis que corrigissem e superassem reconhecidas deficiências.</text>
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CONGRESSO

BRASII£IRO

DE

BIBLIOTECONOMIA

Sao Paijlo - S a 15 de janeiro de 1967c

E

DOCUI'4ENTAÇÃO

Patrocinado pelo

Instituto Nacional do Livro

TEMA 6 - REPROGRAFIA

REPROGRAF IA
(Contribuição ao seu estudo)
por
Emydice Pires de SanfAnna
Hargard-da Pinto Oliveira

029.7 \
778.1J

002*778.1

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/

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Sinopse

1

Sumario

2

0 - INTRODUÇÃO

3

1 - RESUMO HISTÓRICO

3

2 - PROCESSO DE DUPLICAÇÃO

4

2.1 - Duplicação Direta
«M
2.2 - Duplicaçao utilizando uma matriz

4
5

2.2.1 - Rrocesso hectografico

5

2.2.2 - Duplicaçao por "stencil"

5

2.2.3 “ Duplicaçao "offset"

6

2.2.4 - Duplicaçao por clichê

7

2.2.5 - Tipografia

7

2.3 - Maquina de endereçar

7

2.4 - Escrita automatica

7

3 - PROCESSO DE REPRODUÇÃO PROPRIAMENTE DITA
/
/
3.1 - Processo de copia fotográfica

8
8

301.1 - Fotocopia

9

3.1.2 - Processo de microfilmagem

9

3.2 - Processo de cópia heliográflca
/
3.3 - Outros processos de copia
/
3.3.1 - Processos térmicos

11
.

12

3.3.2 - Processos eletricos ou eletrônicos

12

3.3.3 - Processos magnéticos

14

4 _ PROCESSO DE IMPRESSÃO

M.

5 ~ DIREITOS AUTORAIS

cm

2

3

4

12

' 16

6 - CONCLUSÕES

16

7 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

18

8 - RECOMEIOAÇÕES

20

5

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Sinopse

Reprcgrafiaj

sua terminologia, resumo

histórico, diversos processos de duplicação e re
produção de docuir.3ntos visando a recuperação

da

informação.

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1

�V

0 - INTRODUÇÃO

O termo " Reprografia " é equivalente ao termo "reprodução"
propriamente dita»

Ainda que desconhecida em muitos paises e nao figure

nos dicionários, designa coletivamente os processos de reprodução fiel
dos documentos de toda espécie, constituindo-se um auxiliar universal
indispensável a ciência e a tecnologia»

e

Os alemaes, os holandeses e a se

guir os ingleses usaram a palavra "Reprografia" que intitulou o 1- Con gresso

Internacional de Reprografia (Colonia, outubro de 1963), e

cons-

titue igualmente o título de um periodico alemao, fundado em 1961»

A Fe-

deração Internacional de Documentação (FID) tem hesitado em adotar este
neologismo e a Associação Francesa de Normalizaçao também nao esta inclxA
nada a usaria?
0 Congresso de Reprografia permitiu aos pesquisadores e especialistas uma troca de suas experiencias e de suas idéias nos diversos
processos de reprodução e no dominio de sua aplicaçao, uma vez que se estende a todas as profissões e a todas as atividades do mundo inteiro*

t

Com a Reprografia surgiram possibilidades de transformar e
de racionalizar novos métodos de trabalho, permitindo a economia de tempo
e espaço, facilitando a aceleraçao da informação,

1 _ RESUI® HISláRICO

Desde a Idade Media vem sendo preocupação dos eruditos
rèproduçao dos documentos»

a

Este teve inicio com os copistas que, traba-

lhando em conjunto ou isoladamente (reprodução simultânea em varios exempiares sob ditado), eram os responsáveis pelas reproduções de manuscritos,
0 livro foi quase que exclusivamente monástico em conseqüencia das inva —
soes bárbaras que assolaram a Europa,

Os monges tornaram-se copistas de
A
li^nros, tanto sagrados como profanos e a eles se deve, em grande parte, a
transformaçao ortográfica de lingua como-francês c a introdução de letras
t*
/
e sinais nao fonéticos,
/
/
Ja nos raeiados do século XV, o livro impresso substituiu o
livro manuscrito, verificando-se maior desenvolvimanto cultural e a crescente necessidade de novos métodos de reprodução»

Surgiu, então, a lito-

�- 4 "

grafia, processo de reprodução em relevo, utilizando uma placa calcarea
ou de pedra donde deriva o nome, e uma tinta graxa que repele a agua.
Mais tarde, a pedra foi substituida por placas metalicas (alumínio ,
zinco), depois introduzido o cilindro de borracha como elemento interme
/
M
diário de transposição, chegando-se aos processos modernos de calcografia ou duplicação "offset", conjugado com o processo fotolitografico de
confecção das matrizes em "stencil".
Nos primeiros anos de apos guerra sc eram de uso geral os
processos baseados em sais de prata; fotostática e reflex. Depois foi o
A
/
/
processo OCE o primeiro a afastar-se dos métodos semi-secos, através de
pequenas maquinas com excelente resultado. Mais recentemente os proces
/
IS.
/
sos eletrostaticos que sao completamente secos e produzem copias perma nentes de boa qualidade.
Levando-se em consideração a variedade de reprodução, po/
/
A
demos classificar os vários métodos ou processos em tres categorias: pro
cesso de dupllcaçao, processo de reprodução propriamente dita e processo
de impressão.

2 - PROCESSO DE DUPLICAÇÃO

No processo de duplicação, permite-se tirar de um documen
to original uma grande quantidade de novos documentos em varias m^odalida
des.

Distingue-se entre estes processos a duplicação direta, duplicação
f
f
utilizando uma matriz, maquina de endereçar e escrita automatica.

2,1 - Duplicação Direta
/
E baseada no uso do papel carbono, iniclalmente conhecido
por papel quimico e de grande utilidade na reprodução de poucas copias.
Inventado por Leprince, em l86l, e muito mais difundido nas atividades
A
^
culturais e comerciais com o uso simultâneo da maquina de escrever, esta
inventada por Will,'em 1714 só introduzida em uso a partir de 1074»
0 papel carbono, apesar de ser uma descoberta antiga, so
foi Integralmente empregado com o advento da maquina de escrever, no final do século passado,

Como o nome indica, o papel carbono contem um
r
pigmento de carbonoj atualmente, entretanto, ele ( fabricado por meio de
corantes sintéticos diversos,

0 primeiro tljDO, e mais aconselhável para

os trabalhos do reprodução de documentos,

0 papel carbono azul escuro

OU violeta escuro e o menos apropilado para a reprodução íotografica por

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im sistema otico ou copia por contato, visto que os raios solares actinx
0é
f
COS nao sao suficientemente absorvivcis pelos corantes empregados em lugar do carbono.
Para a reprodução do documento escrito, ha uma interligação muito acentuada entro o papel carbono e a datilografia, nao se podendo mesmo comprovar a eficacla do primeiro, com,a ausência da segunda.
é
\
A maquina de escrever, devido a facilidaae de reprodução
/
de copias obtidas dos docvimcntos datilografados, ainda se situa no primei
ro plano, principalmente para os métodos fotográficos.
✓
/
Com 0 aparecimento das maquinas eletricas, o trabalho do
datilografo esta deveras simplificado porque muitas operaçoes estão automatlcas.

2,2 - Duplicação utilizando uma matriz
f
Esta operaçao permite obter-se um numero do copias muito
'
superior a da duplicação direta, uma vez que, utilizando uma matriz as suas
operaçoes sao variadas como sejam: hectografo, "stencil", "offset", tipo
A
A
grafia, placa em relevo ou clichês,

2.2.1 - Processo hectografico
No processo hectografico ou comumente chamado duplicação a
álcool, o original ou matriz da qual as copias sao obtidas, e preparado
datllografando-se ou desenhando-se através de uma folha de papel carbono
f
^
fé
fé
hectografico. .'Is copias sao obtidas pela dissolução, por meio de álcool,
/
/
da parte de anilina depositada na matriz, 0 dupllcador e o veiculo que
estabelece o contato do papel em branco com a matriz, dai resultando

as

copias.
A
Este sistema apresenta varias vantagens, principalmente na
A
f
ft
P
parte economica, porque o material necessário para sua utiliaagao e relafé
^
^
tivamente de custo baixo e nao e necessário pessoal especializado.

2.2.2 - Duplicação por "stencil"
^
A
A
Nestç processo a matriz e constituída de seda japonesa ou
substitutos apropriados e recoberta de uma composição quiraica cerosa (parafina) _ impermeável a tinta.

Copia-se o texto na naquina de escrever ou

com um estilete de desenho, ou perfuradores especiús, etc,

A cera desa-

parece nos pontos ou linhas de pressão, ficando gravado o que se vai repro
duzir.

4

As copias sao tiradas através do duplicado:? "mimeografo", cujo

5

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�_ 6 -

-A
MM
"stencil" ja preparado, adero ao cilindro com perfurações que dao passagem a tintas

os rolos situados na parte inferior pressionam o papel co-

piador contra o cilindro, permitindo uma tiragem de centenas de exemplares,

0 papel usado para essa operagao e semi-absorvente e de regular po

rosidade, permitindo a impressão quando a tinta atravessa as perfurações
do "stencil",
/
/
A
0 "stencil" também poderá ser preparado através de gravaA
dores eletrônicos cuja velocidade permite ao operador obter no mesmo uma
copia fiel do original com o rainimo de habilidade,

bsta maquina gravado

ra consta de um só cilindro sendo a parte direita para o original que se
A
deseja copiar e a esquerda para o"stencil", acionado por um motor eletri
co,

No carro registrador estão as lampadas excitadoras, o sistema de len

teS e um "Olho" eletroní oo on oolnlr» .■í*,&gt;í;,,oTo+.VÍ &lt;-&gt;n

pociu-; ^ &lt;.r&gt;n rf-ínol p

uma agulha que grava o "stoncil",

2,2,3 - Duplicação "offset"
É uma variante da litografia, inventada em 1796 por Alois
Senefelder,

0 original e escrito a maquina ou a mao sobre uma lariiina

delgada, metálica, geralmente de zinco ou de aluminio,

Existem, também,

matrizes especiais "Duplimat", usadas em maquinas de escrever, dando resultados inteiramente satisfatórios,

Poo-so em contato com a folha esp^

ciai, que uma vez revelada, esta pronta para a reprodução,
iutimamento a duplicação "offset" tem feito enormes pro gressos tanto na tiragem de livros, teses, como nas 2:'evlstas ilustradaP
por processos cronolitograflcos,

Um processo derivado, muito empregando

em trabalhos de documentação e o pseudo—impressão "near—print" que evita
M
A ^
completamente a composição tipografxca.
Varias maquinas sao empregadas para esse processo de dupli
oaçao, sendo a mais conhecida a "lyfultilith".
As máquinas para duplicação "offset" sao mais complicadas
que as copiadoras com clichês3 sao mais dispendiosas e requerem um pessoal
mais prepajrado para a sua assistência técnica.

Os elementos essenciais

destas maquinas rotativas sao 3 cilindros de metal,

0 primeiro leva a ma-

triz, com texto impresso, o segundo esta recoberta de uma tela de tinta e
A
0 terceiro pressiona o papel sobro a tola para a impressão,
A matriz nunca fica em contato direto com o papel, senão
através da tela de tinta,
ao papel.

A imagem se transfere da matriz a tela e desta

Desta maneira podo-so obter milhares do reprodução de excelente

qualidade,

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2.2.4 - Duplicação por clichês
A base deste processo consiste em uma folha de papel de
A
A
/
M
seda japonesa ao qual se da uma demão de um derivado de celulose ou similares.

As copias sao obtidas passando a tinta através das perfurações fei

tas na folha pela maquina de escrever, estilete ou mediante processos fo/A
A
/
tograficos ou eletrônicos,, Um mesmo clichê pode ser utilizado varias ve /
^
A
^
zes se depois do usado, c cçnservado em lugar nao muito seco. As copias
A
obtidas pelo processo clichê podem ser guardadas ilimitadamente se a tinta de impressão foi negra,
to treinado.
ctogr^fo.

A reprodução em clichê nao requer pessoal mui--

As qualidades das copias sao melhores que as do copiador he-

Existem clichês especiais, com uma película fotográfica, na qual

podemos imprimir um original transparente,

Uma vez revelada 3 peliculer, se

paramos com água quente das partes que receberam luz, assim o desenho das
letras e 0 clichê estão prontos para a impressão,

^
/s
Merece citaçao alguns aparelhos do reprodução deste materiais

Formaprlnt (inglês), Kurt Dehmel (alemao), Koroska (austríaco), etc., e finalmente o Renex Supermatic que, a pesar de ser manual, tem a vantagem
A
M
poder ser trocada a cor, para a impressão, em apenas 3 minutos,

de

2.2.5 - Tipografia
A
^
íw
/
m o processo clássico de duplicação de toda especie de publicaçao, E executada com a utilização de matrizes fundidas mecanicamente5
estas matrizes sao obtidas automaticamente quando o linotipista da um toque rápido nas teclas correspondentes de sua maquinar^

2.3 - Maquina de endereçar
í¥ocesso de duplicação também chamado "addressograph", maquina para imprimir endereço, Cpera utilizando uma folha de metal fina: ou
clichês preparados em maquina de imprimir, desde simples maquinas manuais
/
^
/
/
ato complicadas raaquinas autoraticaSc E usada frccuentemente nas bibliotecas para reprodução de fichas de titulos ou resumos analíticos ou ainda,
/
/
A
fichas de bibliotecas para noticias bibliográficas 3 intercâmbio. Os adressografos sao aconselháveis quando se necessita, periodicamente em se
/
/
rie, de copia de todo catalogo de biblioteca ou de uma grande parte do
mesmo,

2.4 - Escrita automatica
Outro processo de duplicação de gi’ande valor na epoca ■■atual

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�- B -

e 0 da escrita automatica. Utiliza-se diretamente, para estabelecer copiaj
/
/
/
os caracteres de luna maquina de escrever eletrica, automatica, que escreve
/
em media 100 palavras por minuto,
Tem capacidade de ler e perfurar a fita por seus respectivos
dispositivos,

A fita e codificada em binários de B canais e tem livre ace^
A
M
so aos computadores eletro nicos ou pode ser convertida em cartões IBM,
Powers ou Bull, por suas respectivas conversoras.

0 operador escreve o documento apenas uma vez. Uma copia
/
visual e produzida para ser conferida e, ao mesmo tempo obtem-se uma fita
perfurada como derivado,

0 mesmo documento poderá então ser reproduzido

automaticamente, como o original, em alta velocidade,
0 emprego dessas maquinas pode ainda ser pesquisado quando
ma serie do docmentos deve receber as mesmas mengoes e ela precise recor
ív
A
rer aos processos habituais de duplicações, Como exemplo temos a maquina
"Floxowriter" e"Autotypist", que tem atendido bom a duplicação dos docmen
tos.

3 _ PROCESSO DE REPRODUÇÃO PROPRIAMENTE DITA

Na reprodução propriamente dita nao se faz necessário ma
matriz, desenho ou composição porque e a reprodução exata através o documento original,
Sao utilizados os.processos fotográficos ou similares, ba*
f
soados em efeitos de produtos fisicos e quimicos, usando-se, na maioria
A
das vezes camaras escuras.
Entre os processos de reprodução propriamente dita podemos
destacar as copias fotográficas e heliograficas alem de outros sistemas de
copias.

3,1 - Processo de copia fotográfica
Nos processos fotográficos incluimos todos os sistemas de
copia que se baseia no uso de pelicula fotográfica aos sais de prata e
seus derivados,
Podemos distinguir entre os processos do copias fotografi/
/
cas os por contato, e o otico ou seja, o material fotográfico que esteja
em contato direto ou o que se transfere ma imagem do original ou materiáL
/
/
fotosensivel, por meio de elementos oticos, tais como lentes.

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0 processo de contato pode ser feito por projeção ou por
reflexão variando a modalidade

na forma da execução, ou seja, com o ori-

ginal transparente impresso do um so lado, devendo a luz àtravessa-lo pa/
f
*
ra chegar ao material fotosensivel, Se o original e uia negativo, a copia
A
/
passa a ser positivo, Com este processo se necessita uma so folha fotosensivel para fazer a copia,

-t^elo processo por reflexão se obtem copias

de original nao transparente, que podem ser impressos de ambos os lados.
Sua característica

e pois a copia intermediaria o partindo desta, muitas

copias definitivas,
A luz atravessa o original, e os ralos, ao se refletirem
/
novamente, produzem uma imagem latente no material fotosensivel, que pode
IM
^
ser o papel de reflexão. Neste, depois de revelado, aparece uma Imagem
negativa e invertida lateralmente do original,

Esta e conhecida como co-

pia intermediaria que reproduz por reflexão. Ka muitos aparelhos usados
A
hesses processos dentre eles podemos destacar; Verifax e Autoposltivo
(Kodak), Copyrapid (Agfa), Copyblitz (alemao), Gevacopy( Gevaert),
Óticos sao os processos fotográficos clássicos, através dos
quais pode se obter reproduções ou ampliações, com a utllizaçao de uma objetiva e camara escura,

0 processo nao e rápido, o complexo, delicado o

necessita de instalaçao especial,
/
3.1.1 - Fotocopia
Fotocopia ou copia fotostática e a reprodução obtida pelo
A
"Fhotostat", primeiro aparelho de tiragem direta sobre o papel e que tem
A
A
por base uma camara, iima lente e un prisma para inverter a imagem e obtela diretamente na forma negativa, legivel, sem a ajuda dos Instrumentos
/
oticos,
/
/
Ha uma grande variedade de maquinas e papéis usados para obtençao do copias fotostáticas, obedecendo, todavia, aos mesmos princípios.
M
/
Os papéis empregados sao mais ou menos sensíveis.

3.1.2 - Processo de microfilmagem
A microfilmagem e o processo de reprodução por meio otico,
de dimensões bastantes reduzidas.
Em 1852, J.B, Dancer utilizou o novo processo para conseguir
a primeira mlcrofotografia transparente.

Em 1853, John Herschel

sugeriu a

publicação de édiçoes microscópicas de obras de referencia; mapas, atlas, ta
belas de logaritmos, etc,

Rene Dragon

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foi primeiro quem utilizou a mlcro-

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�t
- 10 -

fotografia; servindo-se dos pombos correios para enviar mensagens durante
A
0 cerco de Paris, em 1870, Em 1871 R,L,Madox descobriu a placa seca, permitindo 0 desenvolvimento daS técnicas fotográficas modernas,

Ja em 1877

Goodwin obteve a pelicula fotográfica com suporte de celulóide e, em 1^79,
T,A, Edison concebeu a pelicula
ate hoje,

cinematográfica do 35mm. que esta em uso

Para a raicrofoi.ografia usamos a pelicula de l6mm, 35mm e 7Qmn,
As microfo'0ografias usadas em bibliotecas e centros de do-

cumentação servem com frequência de originais para outras reproduções.
A nitidez dos detalhes destas diminui a proporção que forem usadas para a
reprodução.

Aconselha-se o emprego de material de qualidade para se obter

melhores reproduções,
A microfotografia pode resolver numerosos problemas que se
apresentam nao so nas bibliotecas e centros de documentação, como também
/
em estabelecimentos bancarios, empresas comerciais e industriais e muitas
outras instituições interessadas.
Destacamos as seguintes vantagensi
a) aquisiçao de documentação rara e esgótadaj
b) arquivamento de material microfilmado, condensando espaço
e reduzindo preço;
c) preservação dos originais no caso dos manuscritos e livros
raros;
dj facilidade de intercâmbio, levando em conta o lainimo gasto de tarifa postal e facilidade de transportar;
e) preço reduzido da microfotografia;
f) multiplicidade da reprodução e ajnpliaçao,
/
Outro tipo de microfotografia e o diapositivo usado como
instrumento de ensino.

Usa-se o aparelho de projeção ficando projetado o

tempo que quizer para o estudo, comentário, etc,
duras de metal, papelao e plasticas.

Sao Protegidos com mol-

A pelicula usada, de um modo geral,

e do 35rm,
íücroficha (microcards) e o microfilme sobre pelicula plana de tamanho mais reduzido.

Utilizam-se diferentes tamanhos de microfi-

chas, porem, dCv-se preferencia as de 75 x 125mn, 90 x lOOram e 105 x 148mm.
A
0 tamajlho 7,5 x 12,5 tem a vantagem sobre os demais, de corresponder a nqr
ma internacional de fichas de bibliotecas .

Seu emprego foi proposto desde

1906 por R, Goldsmith e Paul Otiet, no Congresso liternacional de Document,^çao fotográfica de Marselha, porem esta idéia so foi posta em pratica muito
mais tarde.
As mlcrofichas possuem uma variedade de interpretação prove-

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�- 11 »

nionte das firmas comerciais que as reproduzem: microcards, microcartes 5
microprints,

Embora apresentem muitas vantagens, as microfotografias tom

a desvantagem de necessitar de projeoao, por meio de aparelho especialj
para a leitura direta,
MIRiVCode (Microfilme Inforcntion Retrieval Access Codo)
A
f
Este novo sistema permite recuperar mais de 900,000 paginas em menos do 15 segundos.

Planejado para recuperação do documentos e para

a aplicaçao onde e desejado, quer por assunto ou por numero,
0 pesquisador ou o leitor entra em contato direto com a
coleção e pode usa~la para exibição ou para copia.
A necessidade fundamental para um sistema de informação
recuperada o a indexaçao

e aqui

dois métodos sao fornecidos % I2 pelo nu-

mero do documento e 2^ pelo assunto,
0 microfilmador MERACode e ■uma cornara planetaria de l6mm,
de alta resolução,

Para registrar o codigo existem 9 interruptores numé-

ricos e qxistem cores codificadas para permitir o registro de 3 caracteres
numéricos em cada coluna do codigo,
0 coraçao do sistema MIR/».Code e uma estagao de recuperação
do alta velocidade que e capaz de armazenar 490 magazines de filmes,
0 leitor e impressor 0 capaz de procurar um dodigo binário
no microfilme em alta velocidade, isto inclui um rápido

acesso ao documon

to e também uma rapida impressão.
0 MIRACode ainda nao esta disponivel nos mercados mas acredita-se que 0 sera nos proximos meses.

3.2- Processo de copia heliografica
A heliografia ou heliocopia e também conhecida por processo
aos colorantes; cianotipia e diazotipia,
A cianotipia (fotocopia azul) e baseada em compostos de fer
ro prucia.to e o revelador o a a.gua.

Suas copias sao de linhas brancas com

fundo azul,
A diazotipia ou diazocopia, comercialmente do tipo "Ozalid",
consiste na reprodução por contato baseada nos coinpostos de pigmento "diazo'.'
luz decompoo o processo destes pigmentos, deixando a superfície branca'
^ ,
A
A
que e fixada pelo gaz de amcnla em canora escura.
E empregada princlpalmente na reproiucão de desenho, E ho. ''
.
“
A
je este processo estendido aos documentos usuais batidos diretamonte sobro
0 papel transparente "vegetal" com carbono.

L. Van der Grinton aperfeiçoou

este processo, usando liquido alcalino para a revelagao, de tal modo que os

cm

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A
A
A
Inprosos saem quase secos, quando revelados - c o processo OCE. Este
/
/
/
processo e vantajoso por ser mais barato que o fotográfico, mais ropido
&lt;v
^
^
e mais siiiples, nao sendo necessário o uso de camara escura, gabinetes de
M
/
revelaçao ou equipamento otico,

3«3 - Outros processos de copia
Alem dos a-ntoriormente descritos, encontramos outros pro«M
IW
cessos de reprodução do documentos do grande aceitaçao e do real valor.
Tais sao: métodos térmicos (Termofax), eletricos ou eletrônicos (Xerografia) e magnéticos,

3.3»1 - üocessos térmicos
E o método do reprodução a seco, de extraordinária versatilidade correspondente ao sistema Termofax,

Consiste em se utilizar o

papel tamboin chamado Termofax e senslvol ao calor^ colocando-o em contato com o original e submetendo-o a radiaçao infra-vermelha,

0 calor se

concentra nas partés escuras do original, transmitindo em seguida a imagem para o papel Termofax,
segundos) e simples.

S, portanto, um método muito rápido (2 a 4

Excelente para a reprodução de correspondência,

relatórios, impressos, fotografias o desenhos,
_Ja existe um aparelho Termofax apropriado pana a reproduçao de paginas de livros e periódicos encadernados, denominado "FotocopiaA
dora a Seco",
Outras variantes da Termofax; "Filmac 100", que alem do
projetar em sua ampla tela lur.iinosa faz a copia do documento em tamanho
grande, anteriormento microfilmadiq em apenas S segundos,

"Retroproje-

tor", projeta a imagem brilhante, nitida c perfeita em ambiente iluminado,

E de grande utilidade para fins didáticos.

As matrizes transparen

tes para o "Retroprojetor" sao feitas pola duplicadora Tormofanc,
k unica desvantagem do sistema e quo as suas copias nao
sao fixas, escurecem com o transcurso do tempo

principalmente se perma-

necem em ambiente do calor excessivo,

3.3»2 - Processos eletricos ou eletrônicos
/
/
L primeira copia eletrostatica do mundo foi obtida cm
'
A
193o, por Chaster Carlson, como consequência de seu trabalho de pesquisa e estudo,

Posteriormonto foi denominada Xerografia, palavra de ori-

gem grega e que significa escrita seca.

cm

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Consiste na forma mais versátil de reprodução grafica ou
forma de reproduzir eletricamente,sem utilização de material fotográfico sensível, tornando-se

a dia o mais comum processo de expansao das
A/
Facilita, portanto, a mais ampla divulgação e o mais pi*e-

comunicações*

ciso registro dos conhecimentos humanos,
A
/
A
/
^
Esto proce33o elctro-otí.co.nGcanico e baseado em dois
principios: 1; cargas sereUiantes de eletricidade estatica se repelem e
caxgas opostas se atraem", 2) quando umr: superficie lisa, obscura e com
^
.*
.V
eletricidade estatica se expoe a luz, as cargas elétricas sao emitidas
pela. aroa exposta a lua_, fornando una inagen visível e transferivel^
A reprodução começa a se processar quando a superficie de
um cilindro ou placa

com uma fina camada âe selenio modifica a sua con-

dutividade elotrica mediante a quantidade de luz a que e exposta* Quando
f
/*
a imagem do documento a ser reproduzido e projetado através de lentes na
superficie de selenio, as cargas positivas sao descarregadas nas areas
J*
^
tf
' ^
iluninadas* As cargas eletricas pemanecen nas areas nao expostas a
e estas correspondem a imagem do documento original*

A placa e, então ,

recoberta por um po especial revelador, de cor preta, denominado "Toner",
com cargas negativas de eletricidade, que por sua vez aderem as cargas
positivas que ficam no placa, aparecendo na mesma uma imagem visual* EsP
{•
P
ta e atraida polo papel comum através de cargas positivas, onde e fundido
A
quando usado o calor ou solventes va.pox'izados sobre o"Toner"« A reproduçao permanente e exata do original esta pronta para uso imediato*
Esto método de reproduçno tem sido largamentc empregado
nas Bibliotecas, principalmente nos Estados Unidos e Países Baixos*

Seus

benefícios se fazem sentir também entro nos, quando, na incapacidade de
A
solucionar entre bibliotecas congeneres brasileiras, os problemas dos
leitores na aquisição do material bibliográfico, são solicitadas fotocopi*
as o estas nos cheg&lt;am pelas copias Xerox*
/
/
rí
Também ja ter,os conhecimento do ixprodução de cataloges de
A
fichas por este sistema, a eo-cmplo do que foi feito na "Burham University
Library" •
Vantagens dc processo Xerograficr ,
a) qualquer laaterial escrito, des-nhado, datilografado ou
impresso pode ser perfeitamente reproduzido em papel comura, bem como

cm

outros materiais, como o plcstico, o metal e o to ddoj
b) obteiT&gt;-S(! reproduções permanenuos, com rapidez (2 a 3 mi
nutos por copiaj, facilidade o economá.a, incluindo taiabem copias do micro-

cm

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filnos a partir de l6inin e 35mn«
Uso aa Biblioteca:
a) poucos volunes sairíam da Bibliotocae

A estatística de

circulação da Biblioteca do Instituto Nacional de Saude dos Estados Unidos
mostra que em 1962 houve uma redução de 25 por cento dos volumes circuladoS)
/
em virtude do extenso serviço de fotocopia,
b) 0 empréstimo inter-bibliotecário e aumentado pela possibilidade de circulação do naterialj
c) a fotocopia podo permanecer com o roquisitantej
d) material fotocopiado podo ser enviado ao estrangeiro,
Como variante da Xerox apareceu nos Estados Unidos o ”LDX

•

(long Distance Xerography) Comunications Systems", atrrvcs do qual qualquer
documento escrito, desenhado ou datilografado pode ser transmitido a longa
*•
A
distancia em forma de "fac similes', por meio de linhas telefônicas, microA
ondas radiofônicas,ou cabos coaxiais.
Cada escritório dotado do equipamento possui um aparelho
transmissor e receptor,

0 documento a ser enviado e colocado em recipiente

dotado de um tubo de luz (semelhante a um pequeno projetor de televisão) que
capta a imagem impressa no papel, a transmissão chega ao aparelho receptor,
é
A
o registrada. em um tubo de fogo electrónico que transforma os sinais em
A
novas imagens, projetando-as em um cilindro revestido de selcnio. Deste
/
/A
cilindro a iraa^em e reproduzida pelo processo xerografico, Este processo
^
M
e executado em questão de segundos.

3«3»3 - Processos magnéticos
n, processo magnético
^
íw tem sido usado em cera/
0
de reprodução
^
A
ter experimental. Consiste no principio de uma lamina de ferro delgadH&gt;que
se magnetiza no lugar que esta em contato com a escrita e se pulveriza com
limalhas de ferro, que aderem a impressão ou escrita original®
As limalhas de ferro podem passar da Imina ao papel e alí
se fixar,
^
/
A
A vantagem deste processo esta na pemaanencia da magnetizaçao da lamina por longo tempo, permitindo a reprodução de milhares do copias cm papel.

4 - PROCESSO DE IMPRESSãO

0 processo de impressão teve como prccursor-s as diversas

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técnicas de iapriTiiir na pele humana, nos tecidos e nos metais, muito embora nada tenha que ver com a imprensa propriamente dita, pois esta con^
M
/
siste na reprodução rapida o ilimitada da escrita ou da palavra.
A tentativa de se multiplicar um determinado original por
meio de impressões tabulares ou tabelares, ou seja, a utilização de chaípas inteiriças de madeira, assinala a etapa imediatamonte anterior a imprensa tipográfica,
/
/
**
Ja no século XV os primeiros livros tabelares sao executa
dos na Holanda e destinados, somente ao clero,

Sao os livros religiosos

o também as famosas gramaticas latinas chamadas "Donat", adotadas

nas

escolas frequentadas pelos que se destinavam a vida eclesiástica.

0'a-

nalfabetismo das classes populares na Idade íledia era total e isso desfaz a ideia de que os livros fossem destinados a elas.
Também os caracteres, moveis a partir dos meados do século
XV foram utilizados.

Assim estava a tipografia palpitante e pronta

despontar e diz mesmo Carlos Rizzini que a tipografia representa

a

menos

uraa invenção do que um aperfeiçoamento da arte de imprimir.

A
Em IS45, ano seguinte de ter conquistado a letra de forma,

Gutemberg compunha e imprimia com letras de chumbo o l^ livro "V/eltgericht",
Foi assim que se iniciou a composição manual, usada ainda hoje em titulos
para dorso de livros (douraçao), impressos especiais, cartões, textos in cluindo sinais, formulas, tabelas, dando lugar mais tarde a composição meA
canica do linotipo e monotipo.
A linotipo, como seu nome indica, corapoe linhas inteiras
de tipos e sinais de bronze que sao logo em seguida fundidos, voltando as
matrizes aos respectivos magazines,

A linotipo apresenta o inconveniente

de exigir nova composição de linha inteira para qualquer correção, e, a
grande vantagem e a de oferecer rapidez de trabalho, e composição relativamente barata.
Ja a monotipo funde letras soltas, facilitando na correção
/
dos erros tipográficos que basta substituir, apenas, a letra errada da com
Ué
/
posição monotipica.
Efetua a monotipo duas etapas de composição; transcrição
codificada de letras e sinais ao longo de una parte perfurada e seleção
das matrizes por meio desses furos e fundição de cada letra,
Tem o inconveniente de ser o trabaJho muito demorado,mas
A
M
a vantagem de conservar facil a parte perfurada para a reprodução posterior, sem imobilizar o material.

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Para os jornais modernosj que sao impressos em nvmero
elevado, existem ainda os seguintes processoss Retrogravura (maquinas
rotativas), Foto-gravaçao ( reprodução da composição por meio fotográfico), Tele-composição (distribuição de noticia de um determinado jornal acionado simultaneamente por tele-comando),
Também o teletipo ou tele-impressor, através do qual se
obtem a mais rapida comunicação, e de grande importância na cooperação
entre bibliotecas, aumentando entro as mesmas o empréstimo e funcionando eficientemente, através os catalogos coletivos.

5 - DIREITOS AUTORAIS

0 problema de direitos autorais variando de pais para
país, de certo modo prejudicou a reprodução dos documentos que interessam aos pesquisadores e estudiosos.

No Brasil tornou-se um direito as-

segurado pola Constituição e pela lei, "direito que nasce de uma rela çao jurídica entre o auiior e a obra criada"»
A

FID, durante algum tempo, ficou com a responsabilidade

de representar o utilizador dos diversos métodos de reprodução, passanM
do mais tarde esta tarefa para a UNESCO por tratar-se de uma organisaçao
intor-governamentali atualmente e permitido a reprodução de docuiaentos
desde que nao prejudique a situaçao economica-financeira do autor.

6 - CONCLUSÕES
é através da reprodução dos documentos que são propiciados ao cientista os recursos e rieios para resolver seus problemas de pes
quisa e bem assim ao homem de negocio na solução de calculo ou processamento do dados.

'Com a reprodução e difusão da informação em larga esca-

la e preciso que nao haja desperdício de tempo e esforço por nao se podor
/
/
detcriTãnar que trabalho ja foi realizado. Também, a crescente especializaçao da informação e a sua utilização em setores diversos, esta a exigir
novos métodos de trabalho na recuperação da informação, pois esta "e parte integrante do processo de comunicação",
Como e sabido, os conhecimentos vem sendo registrados

a-

traves dos tempos acompanhado pelos métodos de reprodução e arquivamento,

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/
/
/
»*»
w
porem, nos últimos anos, as técnicas para recuperação da informação tornaran-se superiores as possibilidades antigas.

Partindo dai tomos a

a-

crescentar que:
o Congresso de Ropografia veio preencher um objetivo que
/
/
ha muito se fazia necessário - aperfeiçoamento dos instrumentos o processos de reprodução visando a recuperação da informação;
M
OS diversos processos de reprodução de documentos, seja a
impressão, a Xerografia, a fotocopia, a microfilmagem ou outras atividades de biblioteca constituem um vinculo na reprodução da informação, e,
através deles, deu-se impulso a automaçao, que, por sua vea, provocou o
A
^
/
reexame de um conjunto de problemas sobre a informação, como representaIas, como organiza-las;
partindo do que foi dito anteriormente, os instrumentos
/
para novas técnicas parecem estar nos modernos equip.amontos de processamento de dados.

Sao, segundo Hpyes, os computadores, os processos foto-

grpaficos e a gravaçao magnética que fornecem os meios para solução
problemas de recuperação da informação.

2

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VERRY, H.R, - Docuraent reproduction.

Rev. Int. Doc.. 31(l)i

25-30; ll(2)s75-00; 3l(3)s 117-121, I964.
- Reproduccion de documentos.

Boi. Upesco Bibl..

16(2);79-GA. nar.-abr. 1962.
RIZZIíU, C, - 0 livro, o jornal e a tipografia no Brasil.15001322.

Rio de Janeiro, Liv. ICosmos ed., 1946.

Digitalizado
gentilmente por:

p.73-102.

�- 20

8 _ RECOMELDAQÔES

Rccoaiondar

Governotí dos Estadoc Brasileiros urgência

na Instalaçao de Instrumentos de Reprodução-, pelo menos, nos Scr^rigos
Centrais das Universidades Brasileii-as a fim de facilitar o intercâmbio
ou cooperação mutua no pais, face o aceleramento crescente das atividados técnicas-cientificas Ja existentes^
Recomenda?.' que a Instalaçao ilecanica e e:coquivol nas
Universidades pois o custo nao e proibitivo, comparando cora as vanta gons que proporcionara a todo corpo docente o discente das unidades que
as integram.
A
Recomendar que os í4agnificos Reitores das diversas Unida
des brasileiras, onde ja existam serviço de reprodução seiur ndo a um ue
queno grupo, procurem centrali?.®: estas serviços para o bom comum uni A
vorsitario.
Recomendar as Escolas de Biblioteconorrla um especial cui
dado em fEimiliarizar os esoudantes com a Reprogi^a-fia seb os seus mais
variados aspectos.

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Documentação&#13;
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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V CGiíGiliibSO Bil£iSILí:iIx'iC' DE BI.BLIC:"ECC^^Oí:IA E B^CD:.;.ErAÇÃC
SÃO PAIJLC “ o a 15 de janeiro de lf67
^atãocii^adc pelo I-SIIEMC MCIGDAL DG LIVBG

TEííA

5

Ii'TE'GRi'íAQÁG

CIEBTÍFICA

. ,E _.jDCCIIÍnEEAgÃG.
por 2
ííyriam Gusmão de Martins

O29.7OÇ8I3

“

002(312/313)

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�n C N T E U D 0

1.

Por que e necessário mi serviço de documentação

2o Docmientação na SUDiiríE

Poo.....

. , , . . . o . . . . . . . . . . . . . , &gt; . . . ■ . . = . =

3. Levantamento das informaçõev'^ sobre a área , . » ,. = . . ,
U. Ausência de informações correntes,

. p. 2

o. . . = . . . .. . . .. o.

p.

3

.o

p.

3

A
r-»
^
Ausência de tradiçao bibliotecária o . . .. . » .. . . . , . , . . ... o

p.

3

6o Treinarento de pessoal para o serviço de documentação

8o Ausência de comunicação
9.
10.

cm

2

p. 1

sistematizadas e idôneas f’

5. Dinaiiiização na obtenção das informações

7.

»

p. 1

. o . » » .

90.

p. U

Preparação da estruturo, básica

0 0 9

P•

5

Conclusão

O O O

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�DE5EiT0LYII!EI^T0 E DOCU-ríSIITACAO

l'^iam Gusmão de M8_rtins (^0

Éate trabalho foi preparado com o objetivo de fornecer

aos res-

ponsáveis por setores do planejamento algumas Informagôes sobro o papel da documentagão nos planos de dosenvolvtmonlo, É fruto do uma exp£
rlôncla do sois anos em órgão específico de planejamento sScIo-econcmj_
co no ílordosto do Crasll - a SUDEüE. — a da doz anos do conheclraontodos
rocursos documentais da rogião. Os rosultados o obsorvagõos roallzadas
na SUDEüE^ guando comparados, coincidem com as Infornagõos divulgadas
sobro o mosrao assunto, por órgãos Internacionais oporando om outras ro_
glõos subdosonvolvidas (LKIESCO, OCDE, otc.).
Êsto relato procura ser.claro como a paisagem do ílordosto do Cra
sll 0 Informal como sua gente.

Por cjue. é necéssai-io um serviço de docui:iontc.ção?- Pexece tão evidente a eicisten
cia de ura serviço desses
em
orrjão de plsnejamento rue não devemos nos estender muito sobre o assunto. Se atentarmos que Des envolvimento só pode ser feito com Flane .i emento, que o Plane ,i amonto
exige Conlaecimonto dos pontos estratégicos, que para se ter o Conhecimento ó nece£
seria a Info.iniiaeãa e que Infpjnaac^ prensupoe Documentação a priori ou a postoriori, logo chegamos à conclusão que é da. Dqcuraenta.cão que devemos partir quando pensemos em planos do Desenvolvimento.
2. Documentação na SüDEilE - Em 1960 a SUDEIID possuia uma sala de 3 2C 6 m, onde fun
cionavem em conjunto a ceíetei-ia da repartição,uma tre
pidanfie geladeira de 10 pos e uia "Setor de Documentação".
Havia corca de 300 (trezentos) livros e 200 (duzentos) folhetos.

Duas

ga.vetas do arquivo vertical abrigavam pastas do recortes de jornais, ordenadas por
assunto. Estas pa,ste.s oram as únioa.s coisas ordenadas dentro do todo.
Como é hábito na a,dministração local, quatro pessoas estavam lotadas no
Setor; um ex-feitor de plantações om possessões portuguesas na áfrica, uma, datilografa, uma oficial adiainistrativo (nível universitário) e um cstagiái‘io de Faculda
do de Ciências Econômicas. Ilenhum deles possuia treinamento em serviço de biblioteca.
A partir desta deuta, o Setor sofreu várias modificações. Hoje conta com
umo. área do meis de 1 !oa^, denomina-se DIVISAO DE DOCüiCIIITAÇAO e - como c

próprio

da prodigalidade bra.sileiro. - mantém 84 seinfidores para seus vários serviços;

25

deles tem troinamon^lx) específico e são bibliotecários diplomados,

do

53 ocupam-sc

serviços adrainistx-ativos, gráficos, de lintpoza, conservação, otc,, e 6 formam

o

grupo de tradutores, i-evisoros, redatores, otc.
A SüDElIE om sois anos de vida, publicou inúmoi-os relatórios, monografias, documentos oficiais, etc. Mantem regularmente um órgão do divulgação; SUDEliE—
^fqrnm, trõs boletins especializados; SüDEIIE, boletim Econômico, SUDEISi.

Dolctim

(*) ülbllotocárl a da ”ocgao do Documentagão do Dopartaraonto do Docursos Humanos da SUDEüE o Prof. de DoforSncla 0 VIco-Coordonadora do Curso de Cíbllotooonoml a e Documentagão da Universidade Federal do Pernambuco.

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�çi^. Rücarsoü iIr;Gurc?,iü c

;jo1o;'úÍíiI c1g_ EsuuJos cIo Pcscc.. Divulgou vurius biblio

gruxiú.S; entre elac u Dibliorürcfiu. Giirtoyráfica. do ITordostc, crrolundo 1.0o7 itens
G

Dibliografia de Docursos. JIuíu&gt;ííxo.Gí. corronto, ate agoru. nuia totcl de 9S2 itens ,

ben como uia Glossário do nonos dos peixos (nome científico, família, norac brc.siloi
ro c nome inglcs) . iluitcra intercâmbio cou: cerco, do l.SOO instituições noicionais

o

cstrrngciras,
Suo.,3 coleções o.tuoiu.cntc compreondon cSi-ca de 10.134 livros, 19«300 folhetos, 1.500 mepas o 1.065 títiios do priõdicos cspcci.:;llzo,dos que s~o relaciona
dos cm boletins bibliops^áiicos oditv.dos, coni pcriodicido.do irrcgulcr
llõo consideramos o q’&gt;.io foi feito como o ideei. Ilcconhccomos quo, houves
so melhor treinemonto do pessoal bibliotecário^, mais intoresse no uso dos serviços
bibliotccciios pelos bocnicos o mais facilidedos do cooperação entre os órgãos

do

documentação no Brasil o estrangeiro, o rosultaxlo seria muito melhor.
Entretanto, vale coa.o o:q)cricncia, num campo ate então não abordado.
3» Lovcaitamcnto da,s informações sobre a arca - Cuendo cn obril de 1960, iniclotu^so
o levantamento do niaicrial enistentc no então Setor do Documentação, foram encontradas muitas bibliografias c catõio
gos de bibliotecas. Hc.via cm quase todas a.s campas dessas brochuras, assinaturas do
tccnicoB estrasgedsos hcbituaxss a busca.r na, s^qacricncia passeia cs inforraa.çõcs pa
ra 0 início do quaJLriUcr projeto. Ali csta,va, um ma,rco inicial da, assistcncicu técnica cstrang-cira no longo c penoso trabalho de plascjoncnto da SUDSbE.
Estas bibliografias c catálogos oram anoteias a, lápis c daJ.i tinliam

os

técnicos do Grupo de Trabalho do ãordosto (l) partido para obter o que lia,via de in
formação já reunida sobro a, região.
Ao;,ui deve ser salientado o papel do Banco do Ilordcstc do Brasil S.n.,
que, desdo sou início cm 19.52, etrc.vcs de um de seus' órgãos, o ETEÜE,ocupou-se com
o lov«int..mento sistomsico da bil-!liogrc,fia cxa,ustiva de assuntos relacionados com
a áj:'ca, entre eles, a Bibliora'‘a,fio das...Soca.s.
Em menor oscalr. c ainda que incompleta, foi a„ contribuição de, Dibliogra,
fia, do, liprdpstps editada em 1957 pela então Comissão do Desenvolvimento de Pornambuco, hoje Conselho do Dcsonvolvlmcnto de Fcmambuco (COhDEPE) .
Do levantamento d^s informações c:d.stcntcs, c dn.vulga.das, chegou-se

à

conclusão que enormes va.zios, quor dentro do tempo, quer dentro do campos cspccífi
COS, procisa^vam ser preenchidos,
4. Ausência, do informc.çõo.s conrentoe, sistematizada.s o idi.õncas -

Em alguns campos
a carência,

informações foi ele tal ordem

do

uo toda ui.ia documentação nova, surgiu.

É evidente que uma, docamcnta.çã,o feita à,s pressas, ao mesmo tenpo que fa
scs do trabalho do planeja.mcnto estavam om a.ndamonto, não pocloria nunca se.r

tão

satisfatória cuanto a,qucla levantacn, cn bo.sos de pos. uisa, metódica, c prograna.da oon
larga antoccdcncia, ITo campo ela Pesca,, da Cartografia, do conliccimcnto dos
do Ja.gua.ribe o do Sã.o Fi^ancisco, de Recursos Humanos, todo um trc.balho

Valos

pioneiro

teve c uc ser foi to c longo está ele ser completo.

(l) ..rlado polo âovarnc

cm

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■TincUnpndo cono 5rg"o do Conselho Ilaclonal de Dosonvolvlraento,

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Os drãos Gstc.tisticos, IndispGnsGVúls üia quclt^uor fs.sc do trobrllao

clc

plonojcinonto, orc.n g cinde, sc.o do tcl forme, cscossos ou ulti-opasscdos quo as osti»mc,tivo.G 0 cnostraQ-ons-rolcríipn.£o se sucodenj a feita do docuraentagão nais sogura.
^ Pps.qi-Tlpp, sobro c.s coadlcõos sócio-ocononicas do trabclhaaor nc Ic.voura cenavioira. Iniciada om 1964; ostá cn apurc.gro, o quo. dononstra temben como

a

problonc bica oporacionrl ainda custa a ser solvida,.
5« Dinamiaaçc.o na obtonçõ.o de iriforraoõos - A adoção de tccnicas mcils agressivas na
obtenção de infornagoos pároco
dendo bons frutos pare, as enprosas privedes quo dolcs langcxi mão„ Assin,

ostar
funciona,

na fUlíDIilGRj cn ritno accloroxlo o cn nível acinn. do obtido nos dcncis órgãos ofici
aiS; toao m scr\d.go do inj.onac.gã,o.
Utilizrgido víries fontes do infornagoos o Icvcntc.nontos por cxiostra,gon
rcclizcdos por firnas cspociSlisadcs o idôneas, juntenonte con dados oficiais c o-,
ficiosos; pode aquela entidade diiicnizax sn.' docunontagã.o o dDrigar tanbcn a

que

o servigo dolc, cncca^rcgado c.dotc tocnicc.s conpc.tívcis.
Trcincucnto de pcssocl para o sqipgigo de docuiuentação - ií evidente que não ó só
cie, coleta abundente

do

dados, nen de, atualidade c idoneidade ciuc eles possuen que se ressarcira o planeja
dor.
Se do cnontoado do infornagões obtidas o tócnico nã.o puder rccupcirr* c-xc.tcncnte aquela que necessita,, de nada vele o trabalho de coleto, c nesno de anóll
se pelo cspccielistr do assunto o
Daí ser tao inportante c. nanutongão dos docunontos quanto a. ixcpa.ragão
do pessoal cficionto para realizar* o tra.bclho do recuperar en tcnpo habil a.s infor
nrgõos amazenrda.s,
Considerando esto aspecto c a.tcndondo as condigôes do Ilordesto do Dra,—sil, ondo na epoca, nuiua rogiã.o do 1,5 nilhoes de Icn^ o 22 c ncio nilhões de habitantes, havia a.ponas duas oscola.s de nível superior dcstina,das a prepanar biblio'bc
c.arios, foi que on I96I e 1962 a. SüDEilE, através do então Dapa,rtancnto de Assisten
cia TÓcnica e Forna.gão de Fcssoal, realizou os prineiros Cursos Intensivos de Ti^ci
nanento cn Docuncntagã.o Econônica,
Participcira.m deles 22 bolsistas, vindo dos estexTos de. região. Conquanto
ao retornar, alg'uns bolsistas tivesson iniciado c cxccutc.do sou tra.ba.lho con exito,
a. naior.ia deles foi a.bsorvidn cn fungôos consideradas nais necessárias o Inportantes, segundo o critóric de seus superiores,
Assin, todo un prograna do treinanento inici-ado pola SüDEIIE cn 1961,não
chegou à finalida.de prevista, pois apenas 6 dos bolsistan nantivGra.n-sc, no início,
,on seus esta.dos de origen, cn servigo d.o docuL;ontagã.o ^ Atuc\lncntc, a.pona.s 1 continua, neste tipo do servigo.
Donde cheganos a wu outro a.specto, ou sejas o dcsconhccrncnto da ir.iportanciCv da. docuncnta.gao c dos servigos de biblioteca cn ójrcas subdesenvolvidas,
7. Ausência, de ti'a.dicão biblic^acá.ria - IIo Ilcrdeste do Dra.sil, o leitor se
en biblioteca pública cfi^ido esta,
a atingir a idade adulta.

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inicia.
prestes

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ü:.i pcsquisc.s cuccsslvas, rGrJ.xzcuic.3 desde 1950, o rcsults.do nc.o toin mc
Ihor^.do..Uc, i’oqi~o, so o loitor passa a frecuontar bibliotecas públicas antes da
idade adulta, c poi'’ que na dccr.da do 40 surgirara as universidades c con ela un r.io«
vinento de roqrcanizacão ou inauauragco de bibliotecas universitárias o ospcciali~
zada,s, ■ funcionando dentro de técnicas nais dinânica.St
Entíetanto o ;rociso o:g)licar quo ostas "bibliotecas públicas" são públicas apenas porque rocoboni a. todos, mas nco possuon as características ossencia.is a ui:ia. Biblioteca PÚblica.c lía cida.do do Rocifo, as bibliotecas públicas nantidas pelo Estado c pelo Í-Íunicípio c.boorvcn apenas

da clientela. Entretanto,

a

Biblioteca da, Faculda.de de Direito da Universidade Federal do Pcmaxibuco, pola
sua. local izagão, variedade de cologões c fa.cilidados de horário o cnprcstiao, a-—
tendo 3Jfo da cloitcnla, não universitária quo nomalinontv.; deveria, ser atendida polas bibliotecas públicas do Esta.do e do ííunicípio.
En reconte pesquisa, feita on orgão federal, do ensino nedio, no Recife,
onde cerca do 250 alunos do 1£, 2^ o 3^^ sorio de oscolc, tccnica ostavan reunidos,
a.pena,s 1 (un), entre os 250 (duzentos o cinquenta), havia fi^dcjuontado uno. biblioteca. pública antes dos 12 anos,
«
En 1964? de 22 alunos o.provados en oxaauo vostibulor do ostabclccincnto
de nível suporioi-, ap4na.s 4 (quatro) liaviaa utiliza.de bibliotoca.s antes dos 12 0.nos e aponí s 12 froqucntavan-nc.s antos do ingresso na Universidade,
Er.i 1965, alunos calouros de curso superior, quando intcrroga.dos sobre
se havian utiliza.do biblioteca, pública^ antes dos 12 anos, en 655^ das respostas in
dicaran nao. 56^ cstj.Ycs.i frequentando biblioteca, antos do ingressanon na. Univorsi
dade,
As duas pesquisas auir.ia. foran feitas na. Universidade Federal do Pernan
buco, no. cidade do Recife, ccnsidera.da a. netropolo da Rogião iíordesto do Brasil.
Entondic-se portanto que sondn a nova. goragão tão alhoia. às bibliotecas
o aos servigos quo dela. podon usufruir, muito pior cr.: alhoianento eojcn go gcrc.^
gõos antci-icr os. ilã.o se pode ospo ivr quo os o.cninistradorcs, çria.do;:.. on uuitos
ca.sos, on cida.dcs carentes do servigos bibliotecários de qualquer cspocio, considerem a nanutengão de un Sorvico do Documentação como poga. importante no neco.nisno do Planejamento Econonico c Social,
8. Ausência., de conunlccccLO - Levando a.vantc às nad.s desastrosas consequências una.
tceo quo ceneidera a Biblioteca, coiao clonònto estático
dentro do processo dinâmico d

..u

. a.o, ou considerando nesno a Biblioteca disso

ciada, do tal processo, os adni..iistra■ nres c educadores da. rogião conseguiram a atrofia. dae fontos de conupicação o consequente prda do informa.gõos sistona.tiza—
das. Conseguiram tiar.ibcn o prodígio - quo pasma qugnto obso3ava.dop estrangeiro

do

organismo cspocializa.do ou nã.o - manter un íiidice inutávol de anal-fabctisno ape—
sa,r do noio século do sucessive.s campanhas de alfa.betizagã.o alviganoira.s o inocuan.
Os rccom-cifabctiza.dos, a .falta, de material adcqua.do c de orgã.os específicos do divulgagã.o das infoiTiia.gõcs, - Bibliotecas Públicas ou Pop’Jlnros - retornam C.0 osta.cio do anal.fa.bctos„
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�9» EroPAJ^.O-çg-Q da. ostruturr. br.sicr. - Sc do um lodo os órfãos do plojiojc.nGnto nc.o po
doa cü-sponsrjT umo. docuj:icnto.ç~o ciuc Ihosa ssogu
rc as iiiíorno.çocs quo passo a passo vai lhes oxicindo o procosso do dcsonvolvimcrx—
to, por outro lo,do prcciscTao prover uma sistema dinâmico o flc:avol quo facilite
c, população da. rc2Íã.o o flumo do informr.çõcSo
Mesmo para quo osta população possa, rccobcr a mudança quo o Dosenvolvi
monto Iho girará, o nocossario quo osteja. informada c quo so divulgue o programa., om
termos que u.s diversa.s cama.das possam Cossimilar.
necessário, pois, o estabelecimento do u.ia rode de bibliotecas populares, públicas, maaitidas em sistemas rogionads tendo por base a. Biblioteca Pública. Esta.dual de ca.da, esta.do da. regiãor
E nccoGSaria. a manutenção do cempanha.s do prcpcra.ção do textos apropri
a.dos a roccm-aJLfabotizados AiiTES do inicio de campanhas do alfa.betiaação,
lí necGssá.rio o trc.Tnamento do pessoal. ospociaJ.iza.do pa.ra a.coivpamhar os
rccon-aJ.,fa.bctiza.c.os

na sua entrado, no mundo dos livros comuns.

É nocossario manter cada conunida.de, dentro do sua.s condições especiais, informa.da.s do pi-ocesso de doscnvoi.vinento,
Ji nocossario que a.s popiiLagocs envolvidas nua programa, do dosonvolvi—■
monto obtonhc.il iuforma.çoes quo a.s habilitem a executa.r com rnaús oficicncia
trrofa.s ou a pat r.ioipaiGm com ma: s discernimento das decisões diante des

suas

deenfios

quo um novo tipo de vida. lhes traz,.
As autoridades cmpmha.da.s na oxocução do programas de desenvolvimento,
SCO, também, responsáveis polo omprego quo for dado às horas de lazer da população,, As hora.s de lazor dedicada.s a leitura, como acrcscimo de conhecimentos especializados ou como enriquecinonco culturaJ., sã,o pontos tã.o importantes no programa,
de aproveitamento dos raceursos humanos, como são os do treinamento especifico ou
do ensino conune
10 c. üqncjlusãq ~ Aos tccnicos quo dentro de breves enes ingressarem nas repartições,
nas empresas c aqueles quo ca cada. setor da. vida da. comunidade derem seu tra.ba.lho, o p.rcciso a.sscguucr um conhecimento e uma familiaridade com
problcmCcS do Dosenvolvinontot Èste conhecimento poderei ser dado do maneira,

os

muito

mais dura.doura abraves' do uso sistemático do serviços bibliotecários c de documon
tr.çc.Or Os scam*iços bib.l.i.otccÚrios tom, hoje, formas a.s mais cUnãmicas o muito diVGrsa.s da. ina.gom que o a.dninistrador comum cros uma velho, saJ.a. cmpoolrado., com li
vros a.to o teto c u:i. misto do guarde, ou bruxa, a a.fugcnta.r morcegos o leitores.
Oonquon'üC o binomio Dcscnvolvi'aGnto-Docuncnta.ção a.prcscntc r,o a.dnini^
tra.doj' c ao tccnico de planejamento nuita.s di.ficulda.dos, ca.be a.o cdr.iinistrador
a.os rosponsávnis

c

pola política de dos envolvimento do Ito deste do Brasil ancJ.lscr

0 solucionar, pü3.o menos, aj.guas destes pontos cruciaiss a) sistcma.tlza^ão dos Ic,
vantementes cs'fcat:Csticos, p.u'a fins do docu monta.çãoj b) planifica.ç ão dos recursos bib]..iog,rá.f:Lcos da região| c) divulgação dos levantamentos o rclr.torios inéditos considora.dos de rolová,acia, para. a. a.colcra.ção de tra.balhos de pesquisa, c pro—
grana.çãoí d)cstxmnlo a. adoção do tccnica.s mais a.vança.das c dinâmicas no procosso
de coleta, ti'a.’ba.uento, ariiazonqgcn o rccnpoi^ação do da.dos, sem deixar do prover
a.s consec:UGnci"i3 dcs.as trosa.s ciuc' o nso dm técnicas demasic.do rebuscada.s ou ina.—

cm

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clGquc,d.r.s a

rcgi~o subdcscnvolvidc, podcn trazer j o

treinenonto ospccirl para pos

soai destinado às funções de cientistas c infornação c de bibliotecários especicJLizad-OSí f) inclusõ.0 das bibliotecas corão orgãos integrantes do processo da oducagãoj
g) recuperação das bibliotectas publicas estaduais e nunicipals da região para. possi
\
bilitar a disseiuinação de redes do bibliotecas publicas populares e ambulantes dentro da. região I h) revisão da polxtica con que sã.o conduzidas a.s campanhas de alfa.betizaçãoj i) prepararão de pessoal bibliotecário ca'.pa.z de rcalizan o serviço nos moldes em que ele c c:dgido dentro do processo de desonvolvir.iento rogionaJLj k) forma.ção
de una nova, concepção do serviços do biblioteca, e docuraenta.gão na. mente dos a.dninistradoros.
Talvez por parecer demasiado complexo o quo poucos se atrevam a defrontar o desafio: Dcsenvolvimciiix) c Doaimentaçã.o&lt;,

M. Go Martins
Rua Rosário da boa Vista^ 91, is and„
Recife, 14 de junho de 1966.

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                <text>Este trabalho foi preparado com o objetivo de fornecer aos responsáveis por setores do planejamento algumas Informações sobro o papel da documentação nos planos de desenvolvimento. É fruto do uma experiência do sois anos em órgão específico de planejamento socioeconômico no nordeste do Brasil - a SUDENE. — e de dez anos do conhecimento dos recursos documentais da região. Os resultados das observações realizadas na SUDENE, quando comparados, coincidem com as Informações divulgadas sobro o mesmo assunto, por órgãos Internacionais operando em outras regiões subdesenvolvidas (UNESCO, OCDE, etc.). Este relato procura ser claro como a paisagem do nordeste do Brasil o informal como sua gente.</text>
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�V COrGREGSO E?J*SILEIRO D2 BIELIOTECOlTOIilA E D0CÜIIS1TTAÇ?.0
3l0 PAULO ~ C n 15 de J/dTEIRO de I967
PATROCnUlLO lELO IITSTITUTO ITÃCI017AL DO LIVRO

TEUA 8 - IIOVIliaT^O AaaoClATIVíJ

- A FE3AE E SUAS REALIZAÇÕES
POR
LAUR;í. GiJRCIA nORElTO RUSSO ♦

020,

62281

02:061,25 (Sl)

CDS

17® ed

CDU

* Presidente - PE3A3
Presidente do Conselho Federal de Eihlioteconomia
Presidente Executiva do V Congresso Brasileiro de
Bihlioteconoaia e Documentação

Digitalizado
gentilmente por:

C'

14

15

1

�SUMÁRIO

1, PEBAB; histórico
objetivos
constituição
órgãos dirigeutes
funcionamento

1 - 3

Associações filiada^»

•’»» ^

♦

A ■~20

3» Quadro comparativo
4f

Considerações

2.2-23

5, Apreciação do. q.uadro. cotiparativo,. t ^. t. f.«t»&gt; 11»

23

6. Proposições

23

4

5

6

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gentilmente por:

...»

14

15

16

17

18

1

�SINOPSE

Estn tcsc tcn o otjctivo clc pôr on relevo

o

novinonto nssocir.tivQ dr, classe bilDliotocárir. do Bra
sil.

Os dados relacionados,

foran fornecidos polas

quinze Associações filiada.s h EEBAB,

n.travds dos

questionários, que a,nualnento circulan* para cj. nooos~
i
sdria atualiza,ção de inforna.çõcs,

3

5

6

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gentilmente por:

C'

14

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16

1

�FEDERA.Cao BRASILEIRA, m ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS (FEBAB)
FILIADA A FIAB E A FID
Rua Sajito Antonio, 733&lt; Sala 91
Sao Paulo - Brasil
-1 I

- HISTÓRICO - A FEDERAÇSO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇDES DE BIBLIOTECÁRIOS, é uma instituição mantida pelas Associações
Bibliotecárias do Brasil.
Sua origem remonta às de
liberações do II Congresso Brasileiro de Bibliotecõ
nomia e Dociimentação, realizado em julho de 19597
em Salvador, da Bahia.
No dia 26 de julho daquele ano, em sessão plenâjria,
foi aprovada, por unanimidade, a tese . apresentada
pelos bibliotecários LAURA GARCIA MORENO RUSSO e
RODOLPHO ROCHA JUNIOR, com à finalidade de criar um
organismo que congregasse os bibliotecários brasileiros, através de suas associações de classe. Vários itens foram considerados para a sua criação e
entre êles podemos citars
1°. - que a extensão geográfica do Brasil dificultava
tercâmbio entre as associações|

o in-

2°. - que era de urgente necessidade a publicação de lam Boletim Informativo, que levasse aos bibliotecários de to
do o país os assuntos de seu intei-êsse, de âmbitos
cional e internacional 5
3°. - que se fszia sentir a falta de um Código de Etica Profissional.
íí

- OBJETIVOS DA FEBAB - São finalidades da Federação: a) congregar
as Associações de Bibliotecários do País,com 0 obje
tivo de defender a classe, nos terrenos
têcnicoj
cultural, social e econômico5 b) contribuir para a
solução dos problemas atinentes à classe, quer regionais ou nacionaisI
c) prestar tôda a assistência possível às Associações filiadas 5 d)servir como centro de documentação e informação das atividades biblioteconômicas do País, contribuindo,
dessa
maneira, para o aprimoramento cultixral e técnico da
classe e desenvolvimento das bibliotecas brasileiras.
- CONSTITUIÇÃO - A Federação constitui-se de todas as Associações
de Bibliotecários que representam os seus associados dos Municípios, Estados, Territórios e Distrito
Federal, necessitando para isso que possuam personalidade jurídica5 que sejam regidas por
estatuto
na forma da lei 5 que cumpram as obrigações previstas no Estatuto da Federação| ser sua
Diretoria
eleita, diretanente pelos sócios que a compõem.
As Associações filiadas conservam sua
autonomia
administrativa e econômica e têm as seguintes categorias? a) fundadoras5 b) efetivas;
c) correspondentes;
d) honorárias;
e) beneméritas.

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�ASSOCIA ;0E~:. FlTEJAIORAS
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação

1
2
3
4
5
6
7
8
9

PaulisLa de Eiuliotecários
Pernambucana de Bibliotecários
Brasileira de Bibliotecários
Eiograndense de Bibliotecários •••••«•••&lt;•
Baiana de Billiotecários
Paranaense de Bibliotecários t.«e»• • • • • •
dos Biblioteoári cs Municipais de Sao Paulo
de Bibliotecárics do Paraná
dos Bibliotecários de Minas Gerais

2
5-12-1938
21-7-1948
30-8-1949
16-5—1951
4-1-1952
18—12—1952
11—12—1958
12—9—1959
9-7-1980

ASSOCIAOOES BB;ETIYAS
10
11
12
13
14
15

Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associa/ção

IV

dos Bibliotecários do Distrito Federal •«*
Baiana dos Bacharéis em Biblioteconomia ••
Campineira de Bibliotecários
dos Bibliotecários do Ceará
de Bibliotecários Sãocarlenses
Paraense de Bibliotecários

18—9—1982;
26—10—1982
5—8—1983
15-7—1983
2-9-1984
5-3-1986

- ORGãOS DIRIGE?!TES M F;®^
A
B
C
D

-

Conselho Diretor
Diretoria
Conselho Fiscal
Comissoes Permanentes

A - CORSET.ttq diretor é o 6r-»ão supremo da FEBAB, nos limites da
Lei e do EstarutOj com poderes para resolver todos os assun
tos e decidir sobre todos oa atos scciais»
E
constituido
pelos presidentes das Assiociaçocs Filiadas ou seus represen
tantes.
B - DIRETORIA é o órgão executivo da FEBAB e compõe-se dei Presidente, Vice—Fresiden.teSecretário Geral, 1° e 2°» Secretários, 1°. e 2°. Tesouroirca e Bibliotecário, E eleita pelo voto dirgto e seoreto do Conselho Diretor e exerce o man
dato por tres'anos.
,
C - CONSELHO FISCAL é o
uontroiador das finanças e patri
monio da FEBÃBt.
ÍJ composto da très membros,
pertencentes
ao Conselho Diretcrv
D - COMISSDES PEroiANPDITES são órgãos auxiliares da Diretoria
denominam-se 8
1
2
3
4
5

—
-

6
7
8
9

-

e

Comissão de Defesa Profjscicnal,
Comissão de Finanças-^
Comissão de Formação ProfissionoB,
Comissão de Processos lécnucos
Comissão de Construção a Equipamentos de Bibliotecasi
Universitárias; Póbiisc.sj Escolares e Infantis»
Comissão de Pernutas de Publicações,
Comissão de Bibliotecas Parlamontares.
Comissão de Bibliotecas A.dministrativas»
Comissão de Estatística,

A distribuição das tarefas atrjboidas às várias Comissões
ê
feita pela Diretoria à qual é enviai? o nat&lt;=rf al referente às reuniões»

2

3

4

5

6

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�V

- 3 - FUITClOITAMEITTO - A FEBAB, fundada em 26-7-1959» teve a princípio
lima Secretaria Geral, que funcionou até 14-1-1961,
na Cidade de São Paulo, soTd a responsaMlidade de
LAURA GARCIA MORELíO ETJSSO.
Sua primeira Diretoria
foi eleita e tomou posse durante o III
Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, reali
zado em Curitiba, Paraná, em janeiro de 1961.
“
DIRETORIA ELEITA. tíAITDATO ^ DOIS ANOS, 1961-1962
PRESIDENTE
VICE-PRESIDEITTE
SECRETARIA GERAL
PRIMEIRA SECRETARIA
SEGUNDA SECRETARIA
PRIMEIRA TESOUREIRA
SEGUNDA TESOUREIRA
BIBLIOTECÁRIA

-

Laura Garcia Moreno Russo
Fernanda Leite Ribeiro
Maria Helena Brandão
Philomena Boccatelli
Odette Senna de Oliveira Penna
Maria Alice de Toledo Leite
Heloisa Medeiros
Cacilda Basilio de Sousa Reis

DIRETORIA ELEITA, MANDATO DE TRÊS ANOS, 1963-1965
PRESIDENTE
VICE-PRESIDENTE
SECRETARIA GERAL
PRIMEIRA SECRETARIA
SEGUNDA SECRETARIA
PRIMEIRA TESOUREIRA
SEGUNDA TESOUREIRA
BIBLIOTECÁRIA

-

Laura Garcia Moreno Russo
Fernanda Leite Ribeiro
Maria Helena Brandão
Philomena Boccatelli
Heloisa Medeiros
Maria Alice de Toledo Leite
Rosy Bleggi Peixoto
Maria Cecilia Pimenta Pinheiro

DIRETORIA ELEITA, MANDATO ^ TRÊS ANOS, 1966-1968
PRESIDENTE
VICE-PRESIDENTE
SECRETARIA GERAL
PRIMEIRA SECRETARIA
SEGUNDA SECRETARIA
PRIMEIRA TESOUREIRA
SEGUIDA TESOUREIRA
BIBLIOTECÁRIA

-

Laura Garcia Moreno Russo
Adelia Leite Coelho
Cargo vago
Elza Lyrio Mello
Heloisa Medeiros
Maria Alice de Toledo Leite
Nolka Nascimento Freitas
Maria Cecilia Pimente Pinheiro

INTERCll-IBIO
A FEBAB mantém contato com bibliotecários e
instituições
técnicas, culturais e científicas do Brasil e de todo o mundo.
'

PUBLICAÇÕES

Além de seus Relatórios e Circulares a FEBAB publica o seu
Boletim, de periodicidade bimestral.Brevemenfce circularão os vols.l0al4*
FILIAÇãO A FIAB E A FID
cionais.

Desde 1961 a FEBAB filiou-se a essas duas Federações Interna
”

0 Brasil foi sede da Secretaria e Tesouraria do "Grupo
Regional América Latina" da FIAB, até março de 1966, cujos trabalhos estiveram sob a responsabilidade de LAURA GA^RCIA MORENO RUSSO e
MARIA
ALICE DE TOLEDO LEITE.
ooo

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�- 4 -

FEBAB
associaçOes

filiadas

FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÜES DE BIBLIOTECÁRIOS
PÜRDAÇÃO: 26-7-1959
ENDERÊÇOs Rua Santo Antonio, 733&gt; sala 91 - São Paulo - Capital

DIRETORIA: 1966-1968
PRESIDENTE
VICE-PRESIDENTE
SECRETARIA GERAL
PRIMEIRA SECRETARIA
SEGUNDA SECRETARIA
PRIMEIRA TESOUREIRA
SEGUNDA TESOUREIRA
BIBLIOTECÁRIA

Laura Garcia Moreno Russo
Adelia Leite Coelho
Cargo vago
Elza Lyrio Mello
Heloisa Medeiros
Maria Alice de Toledo Leite
Nolka Nascimento Freitas
Maria Cecilia Pimenta Pinheiro

1.

ASSOCIAÇÃO
PRESIDENTE
FUNDAÇÃO ENDEREÇO -

PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS
- Maria Antonieta Ferraz
30-9-1938
Avenida Ipiranga, 877, 9°« andar - São Paulo - Capital

2.

ASSOCIAÇÃO
PRESIDENTE
FUNDAÇÃO ENDEREÇO -

PERNAMBUCANA DE BIBLIOTECÁRIOS
- Maria Aparecida Caldas
21-7-1948
Avenida Rui Barbosa, 87O - Recife -' Pernambuco

3.

ASSOCIAÇÃO
PRESIDEITTE
FUNDAÇÃO ENDERÊÇO \
ASSOCIAÇÃO
PRESIDENTE
FUNDAÇÃO ENDEREÇO -

BRASILEIRA DE BIBLIOTECÁRIOS
- Prof. Antonio Caetano Dias
18-7-1949
Av. Rio Branco, 219 -• Biblioteca Nacional - R.Janeiro - GB

5.

ASSOCIAÇÃO
PRESIDENTE
FUNDAÇÃO ENDERÊÇO -

BAHIANA DE BIBLIOTECÁRIOS
- Adalgisa Moniz de Aragão
4-1-1952
Av. Joana Angélica, I83 - Salvador - Bahia

6.

ASSOCIAÇÃO
PRESIDENTE
FUNDAÇÃO EITOEREÇO -

PARANAENSE DE BIBLIOTECÁRIOS
- Germana Moreira
18-12-1952
R. Cândido Lopes - Biblioteca Pública - Curitiba - Paraná

7.

ASSOCIAÇÃO
PRESIDENTE
FUNDAÇÃO ENDERÊÇO -

DE BIBLIOTECÁRIOS MUNICIPAIS DE SÃO PAULO
- Terezinha Maria Chaves de Carvalho Polimeno
11-12-1956
Rua General Jardim, 485 - São Paulo - Capital

4.

cm

-

2

3

4

RIOGRAlíDElíSE DE BIBLIOTECÁRIOS
- Lourdes Catharina Gregol
16-5-1951
Caixa Postal, 2344 - Porto Alegre - Rio Grande do Sul

5

6

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�- 5 8.

ASSOCIAÇXO
PRESIDENTE
FÜMDAÇAO ENDERÊÇO -

DE BIBLIOTECÁRIOS DO PAEAUA
- Maria Dorothéa BarBosa
12-6-1959
Edifício ”ASA" apto. 1306-Ala Carlos de Carvalho-CuritiBa-Paraná

9.

ASSOCIAÇAO
PRESIDENTE
fundacAo ENDEREÇO -

DE BIBLIOTECÁRIOS DE MINAS GERAIS
- Luzia Penido
17-6-1960
Caixa Postal, 1277 - Belo Horizonte - Minas Gerais

10.

associaçAo
PRESIDENTE
PUITDAÇAO ENDERÊÇO -

dos bibliotecários do distrito federal
- Adélia Leite Coelho
18-9-1962
Senado Federal - Biblioteca - Brasília - Distrito Federal

11.

associaçAo
PRESIDENTE
fündaçAo ENDEREÇO -

baiana dos bacharéis em biblioteconomia
- Antonio Vieira
26-10-1962
Rua Araújo Pinho, 22 - Salvador - Bahia

12.

associaçAo
PRESIDENTE
FUNDAÇAO ENDERÊÇO -

campineira de bibliotecários
- Prof. Mercedes de Jesus Thomé Forti
5-8-1963
R. Culto à Ciência, 144 - Campinas - São Paulo

13.

associaçAo
PRESIDENTE
FündaçAo ENDERÊÇO -

dos bibliotecários do ceara
- Maria Conceição de Souza
15-7-1963
Av. Visconde de Cauípe, 2995 - Fortaleza - Ceará

14.

associaçAo
PRESIDENTE
FÜNDAÇAO ENDEREÇO -

de bibliotecários sancarlenses
- Laila Haddad
2-9-1964
Caixa Postal, 378 - São Carlos - São Paulo

'15.

associaçAo paraense de bibliotecários
PRESIDENTE - Ruthe Pinheiro Condurú
FündaçAo - 7-3-1966
ENDERÊÇO - Rua Gov. José Malcher, 1137 - Belém - Pará

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�- 6 ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS
ENDERÊÇOs Avenida Ipiranga,877 -

SIGLAs APB
andar - sala 93

CAIXA POSTALs

TELEFONE;

CIDADE: São Paulo

ESTADO: São Paulo

DATA DE FUNDAÇÃO: 9-12-1938

TEM SEDE PRÓPRIA?

NUMERO DE SOCIOS FUNDADORES: 82

NUMERO ATUAL; '530

Sim

PRIMEIRA DIRETORIA: PRESIDENTE; Rubens Borba Alves de Moraes|

VICE-PRE-

SIDENTE; Jorge de Andrade Maiaf PRIMEIRA SECRETARIA; Guiomar de Carvalho
Franco5 SEGUNDO SECRETARIO; Randolpho Homem de Mello; TESOUREIRO; Syllas
Schlitter; BIBLIOTECÁRIA; Maria Eugenia M.A. Franco
EX-PRESIDENTES; Rubens Borba de Moraes, Sérgio Milliet, Adelpha

S. R.Fi

gueiredo,Guiomar Carvalho Franco, Luisa Fonseca, Lenira Fracarolli,Abner
Lellis Corrêa Vicentini,Zenobia Pereira da Silva, Alice Camargo Guarnieri.
DIRETORIA ATUAL; PRESIDE^TTE;

MANDATO; início
termina

- Maria Antonieta Ferraz

VICE-PRESIDENTE

- Guiomar Pinto da Fonseca

PRIMEIRA SECRETARIA

- Lais Fernandes de Carvalho

SEGUNDA SECRETARIA

- Cecilia T. Uchôa Gomes

PRIMEIRA TESOUREIRA

- Nícea N. de Oliveira Lisboa

SEGUNDA TESOUREIRA

- Solange Monteiro de Bruyn

BIBLIOTECÁRIA

- Marlene Gaia Bohn

em
em

19-3-1966
19-3-1968

A ASSOCIAÇÃO CONQREGA BIBLIOTECÁRIOS?
MENSALIDADE; Cr lí2.QQ
PROMOVE REUNIOES MENSAIS?

Sim

OUTRAS ^PESSOAS?

ANUIDADE; 0RÍi;10,000
Sim

QUAL A FORMA DE NOTIFICAÇÃO AOS SOCIOS? Circulares, imprensa e telefone
PUBLICA BOLETIM?

Sim

QUAIS OS NÚMEROS PUBLICADOS? ITa.0

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO; 24-5-I940

DATA DE MODIFICAÇÃO; 12-5-1966

000

cm

1

2

3

4

5

6

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�- 7 ASSOCIAÇÃO PEEHAMBUCAIIA DE BIBLIOTECAEIOS

SIGLA» APeB

ENDERÊÇOs Avenida Rui BarBosa, 87O
CAIXA. POSTAL: 9I6

TELEFONE»

CIDADE: Recife

ESTADO» Pernambuco

DATA DE FUNDAÇÃO» 21-7-1948

TEM SEDE PRÓPRIA?

NUMERO DE SOCIOS FUNDADORES: 17

NUMERO ATUAL» 121

Não

PRIMEIRA DIRETORIA» PRESIDENTE: Prof. Ernani de Paula Cerdeiraj
PRESIDENTE: Orlando da Costa Ferreira; PRIIÍEIRO SECRETARIO»

VICE-

Eolo Ramos

de Andrade Lima; SEGUNDA SECRETARIA» Graciette GlasnerjTESOUREIRO: Muri
lo de Oliveira Santos; BIBLIOTECÁRIA: Cordêlia Robalinho de O.Cavaloanti
EX-PRESIDENTíS» Ernani de Paula Cerdeira, Orlando da Costa Ferreira,
Amaury Vasconcelos, Maria Letícia de Andrade Lima,Coírd©Ha Robaünho de 0.
Cavalcainti, Myriam Gusmão de Martins.
DIRETORIA ATUAL: PRESIDENTE

MANDATO: início
termina

- Maria Aparecida E. Caldas

VICE PRESIDENTE

- Maria das Graças Melo

PRIMEIRA SECRETARIA

- Risoleta Costa e Silva

SEGUNDA SECRETARIA

- Tânia Maria Urbano da Silva

PRIMEIRA TESOUREIRA

- Maria de Lourdes G. Ribeiro

SEGUNDA TESOUREIRA

- Aurea Xavier

BIBLIOTECÁRIAS

- Nara Lins Pires
e
Catarina Pontual de Petribu

em 10-5-1966
em 10-5-1968

A ASSOCIAÇÃO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS?

Sim

OUTRAS PESSOAS?

Não

MENSALIDJ'0)E» Cr l,000(Cr I.5OO a partir de 1967)ANUIDADE»Crl0.800
PROMOVE REUNIÕES MENSAIS?

Sim

QUAL A FORMA DE NOTIFICAÇÃO AOS SOCIOS?
PUBLICA BOLETIM?

Sim

Circulares e Editais

QUAIS OS NÚMEROS PUBLICADOS?

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO: I4-4-I952

000

Digitalizado
gentilmente por:

v.l e 2

DATA DE MODIFICAÇÃO»
1» em 20-12-63
2® em 3-5-65» fundidas e publi
cadas no D.O, de 5-10-65

�- 8 SIGLAi

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BIBLIOTECÁRIOS

ABB

ENDERÊÇO: Av. Rio Branco, 219/239 - Cursos da BiBlioteca Nacional
CAIXA POSTALi

não tem

TELEPONEj 22-8510

CIDADE: Rio de Janeiro

ESTADO: GuanaLara

DATA DE FUNDAÇÃO: 18 de julho de 1949

TEM SEDE PRÓPRIA?

NOMERO de SOCIOS FUNDADORES: 156

NUMERO ATUAL: 69I

PRIMEIRA DIRETORIA:

Não

PRESIDENTE DE HONRA: Luiz Simões Lopes|

PRESIDENTE:

Josué Montelloj VICE-PRESIDENTE: Antônio Caetano Dias 5 PRIMEIRA

SECRETA-

RIA: Carmelita Rego5 SEGUNDA SECRETARIA: Ozéa Botelho Fernandes| PRIMEIRA
TESOUREIRA: Djanira Pinto 5 SEGUNDA TESOUREIRA: Dolores Iglésiasf DEPARTAMENTO SOCIAL: Maria Elisa Pimenta Batista.
EX-PRESIDENTES: Josué Montello, Augusto Meyer, Edson Nery
(duas gestões)

da

Maria Antonieta Requião Piedade, Lydia

Fonseca,
de Queiroz

Samhaquy, Amélia Rosauro de Almeida,
DIRETORIA ATUAL: PRESIDENTE

- Antônio Caetano Dias

VICE-PRESIDENTE

- George Cunha de Almeida

PRIMEIRA SECRETARIA

- Déa Santos de Araújo Coutinho
Amadeo

SEGUNDA SECRETARIA

- Aracy Oliveira Magalhães

PEIMEIRA TESOUREIRA

- Ida Maria Cardoso Lima

SEGUNDA TESOUREIRA

- Maria da Graça Maciel de
Araújo Penna

DIRETOR TÉCNICO

- Cléa de Mello Belletti

VICE-DIRETOR TÉCNICO - Lydia Comhacau de Miranda

MANDATO: início
termina

DIRETOR SOCIAL

- Maria da Glória Leal Ivo de
Carvalho

VICE-DIRETOR SOCIAL

- Vera Maria Fürstenau

em I965
em 196?

A ASSOCIAÇÃO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS?
MEITSALIDADE; Cr 500,000

•— 000

5

6

Imprensa e Correio

QUAIS OS NÚMEROS PUBLICADOS? 1-2-3-4--5-6-7-8-9.

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO: 22-8-1951

3

Sim

Sim

QUAL A FORMA DE NOTIFICAÇÃO AOS SÕClOS?
Sim

OUTRAS PESSOAS?

ANUIDADE: Cr 6.000

PROMOVE REUNIÕES MENSAIS?

PUBLICA BOLETIM?

Sim

Digitalizado
gentilmente por:

DATA DE MODIFICAÇÃO: 23-8-1962

�- Q ASSOCIAÇÃO RIOGEAlTIíaíSE DE BIBLIOTECÁRIOS
ENDERÈÇO: Andradas,

SIGLul* ARB

2°, and. Biblioteca Cia. Previdência do Sul

CAIXA POSTAL: 2344

TELEFONE:9-2978 (Recados)

CIDADE: Porto Alegre

ESTADO: Rio Grande do Sul

DATA DE FUNDAÇÃO: 14-5-1951

TEIÍ SEDE PRÓPRIA?

NOIÍERO DE SOCIOS FUNDADORES: 21

NUMERO ATUAL: 240

Não

PRIMEIRA DIRETORIA: PRESIDENTE DE HONRA: Angela da Costa Franco; PRESIDENTE: Sully Brodbeck; VICE-PRESIDENTE: Carl Hermann ¥eis}

SECRETARIA-

GERAL: Lenira Maria Mülleri PRIMEIRA SECRETARIA: Terezinha Tubino Brandão; SEGUNDA SECRETARIA: Yacy Daminiani Pinto; PRIMEIRO TES0UBEI?.0:Ivan
Lindemeyer; SEGUNDA TESOUREIRA: Zilda Ulricb Caldas; BIBLIOTECÁRIA: Lélia Gomes.
EX-PRESIDENTES: Sully Brodbeck - Ligia Viana Barbosa - Lourdes Catharina Gregol - Adriana Boni Acauan - Adda Drügg Freitas.
DIRETORIA ATUAL: PRESIDENTE DE HONRA

- Angela da Costa Franco

PRESIDENTE

- Lourdes Catharina Gregol

VICE-PRESIDENTE

- Ligia Vianna Barbosa

SECRETARIA GERAL

- Hilcke Frederica Heis

PRIMEIRA SECRETARIA

- Evangelina Veiga

SEGUNDA SECRETARIA

- Juliana Vianna Barbosa

TESOUREIRA

- Sara Jacobson

SEGUNDA TESOUREIRil

- Ida Maria Caiado de Castro

BIBLIOTECÁRIA

- Cecília Lafir

MANDATO: início
termina

em maio de 1966
em maio de I968

A ASSOCIAÇÃO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS?
MENSALIDADE: Cr 300

Sim

OUTRAS PESSOAS?

Sim

ANUIDADE: Cr 3*000

PROMOVE REUIíIDES MENSAIS?

Sim

QUAL A FORMA DE NOTIFICAÇÃO AOS SOCIOS: Circular. Avisos publicados nos
jornais da Capital.
PUBLICA BOLETIM?

Não

QUAIS OS NÚMEROS PUBLICADOS?

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO: 11-5-1953

Digitalizado
gentilmente por:

DATA DE MODIFICAÇÃO: 20-12-1956

�'
ASSOCIAÇÃO B;JíIANA de bibliotecários
ENDEREÇO: Praçc, Dr. Patcrson,

9-A

CAIZIi POSTAL:

TELE|'ONE; 5-2123

CIDADE:

ESTADO; Br.hir.

Sr.lv-dor

DATA DE PTOIDAÇÃO:

5-1-1952

NÜIBüRO DE SÓCIOS FUNDADORES:

- 10 SIGLA: ABr.B

TEM SEDE PRÓPRIA? Nr.o
1?

Í^JUTERO ATUAL: 102

PRI:EIRZ DIRETORI.i:PRESIDENTE;Bemr.dcttc

Sinciy Neves; VICE-PRESI»

DENTE: Pelisbelr. de Ifcttos CnrVc?,lho; PRIIvEIRA SECRETÁRIA; lír.rin
Josc de.s Mcrccs Pr.ssos;

SEGUNDA SECRETÁRIA: Adrilgizc. Moniz de Arc^

gão; PREEITJl TESOUREIPal: Mr.rir. Mirr.ndr. C.
REIRA:

Brito; SEGUNDA TESOU -

NooniP. Godinho; PRIMEIRA BIBLIOTEC-lRIA:

Aloncr.r;

SEGUIíDA BIBLIOTECÁRIA;

EX—PRESIDENTES;

V/rindr. Anorii;i de

Luisr. Roohn de Vasconcelos,

Bernadote Sinay Noves,

Deniso

Tr.varos, Esnoralda

Maria do Aragão e Noroth Calnon Ri'beiro.
DIRETORIA ATUAL:PRESIDEFTE

-Adalgisa Moniz de Aragao

VICE-PRESIDENTE:

•Lindc-vira Alban Corujeira

PRIMEIRA SECRETÁRIA:

-Maria Lucas Mattos

SEGUNDA SECRETÁRIA:

-Maria Edith. Tavares

PRriEIRA TESOUREIPAi:

-Mlta dos Santos

SEGUNDA TESOUREIRA:

-Vera Calazans Rodrigues

PRDIBIRA BIBLIOTEGÁRIA&gt;-Noonia Godinho

MANDATO; início cn 2-8-1965
ternina on 2-8-1967
A ASSOCIAÇÃO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS? Sin
MENSALIDADE; CRÜ^l.OOO

OUTRIS PESSOAS? Nao

ANUIDADE; CR$10*000

PROMOVE REUNIÕES IffilNSAIS? Sin
QUAL A FORMA DE NOTIFICAÇÃO AOS SÓCIOS? Carta circular
PUBLICA BOLETIM? Sin

QUAIS OS NÓT-.IEROS PUBLIC/JDOS? 4 núncros

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO:21-9-1952

.

,

DATA DE M0DIFICAÇÃ0il9.9.62

ooo

Digitalizado
gentilmente por:

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19

�- 11 SIGLAs APc-B

ASSOCIAÇÃO PA3L\ru\EITGE DE DIDLIOTECATlIOS .
EHDEDÊÇO: Bibliotccr. Públicr. do Po-rr.ná
CAIXA POSTAL

TELEFONEJ

CIDADE 5 Curitibr,

,

4-7928

EST^'JDO: Pr.rr.ná

DATA DE FUITOAÇÃO: 18.12.1952

TEM SEDE PRÓPRIA? NÃo

NÚTTERO DE SÓCIOS FURD;JD0RES:19

NÜIIERO ATUAL;

64

PRIBEIRA DIRETORIA;PRESIDENTE: Mr.rir, Mítdcr Gonço.lvcsj VICE-PRESI
DENTE:

José

Thcrcsr. do Anorin; PRIMEIRA SECRET^íRIA; Mr.ria

do Lourdcs T^varos;

SEGülTOA SECRETíÍRIA;

PRIMEIRil TESOUREIPAi: Ruth Pcigc;

Nancy Wcstphalon Corroa;

SEGUIÍDA TESOUREIRIi;

Gomana Mo-

reira
EX-PPiESIDE!TTES; Maria Iflíldcr Gonçalves,

Eneida Mello, Riiy Arraando

Sabino dos Santos, Marcclina Dantas,

Gernana Moreira

DIRETORIA ATUAL .'PRESIDENTE

-Gernana Moreira

MANDATO:

VICE-PRESIDENTE

-Danusia Zolak

PRIMEIRA secretaria

-Ângelo Antonio Dalegrave

SEGUNDA SSCRET.ÜÍIA

-Olga Padra Horatahuk

PRD‘!Eir^ GEISOUREIRA

-Mylza,nira Cunha Bojes

SEGmiDA TESOUREIRi

-Ivailda Costa Gazzicro

início
2.í8íl965
ternina 2x&gt;8.1.967

A ASSOCIAÇÃO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS? Sin
MENSALID/JDE;

CRÍp200

ANUIDADE;

OUTRAS PESSOAS? Sin

CRS2.000

PROMOVE REUNIÕES BENSAIS? Sin
QUAL A FORMii DE NOTIFICAÇÃO AOS SÓCIOS? Verbal o circulares
PUBLICA BOLETIM? Nao

QUAIS OS.NÜMEROS PU LIC/U)OS?

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO: 11.6.1954

DATA DE MODIFICAÇÃO:

000

I

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�-12-

ASSOCIAÇÃO DE BIDLIOTSC/JÍIOS MÜNICIPAIS DE SÃO PAULO. .. SIGLA ADIISP
ENDEREnO:Ruc, dr, Consolr.oc.o,

94

CAIXA POSTAL;

aUlLEEOILE;

CIDilDE;

ESTADO;

são Paulo

DATA DA FUITDAOÃO;

11-12-1956

NÜI^RO DE SÓCIOS PUITDADORES;

34-7175

são Paulo

TEM SEDE PRÓPRIA? não
40 NÓl.iSRO ATUAL; 70

PRIMCIPA. DIRETORIA; PRESIDSríTE;

Nocnia Lcntino | VICE-PRESIDENTE;

Rodolfo Rocha Jxuiior; PRDISIPuI SEC'‘P]T/iRIA; Ana do Azevedo Antu nos;

SEGUNDA SECRETARIA;

Consuclo Maria Vorcosi;

REIRA; Maria Nazaréth do Castro Pena;

PRIíP^IaA TESOU-

SEGUNDA TESOUREIRA; Ruth

von Ockcr Dion
EX-PRESIDSNTSS; Noonia Lontino,
de Lina,

Laura Garcia Moreno Russo,

Afra

Philoncna BofCcatolli

DIRETORIA ATUAL:PRESIDENTE

-Therezinha Maria Chaves do
Carvalho Polinono

VICE-PRESIDENTE

-Regina Carneiro

PRIMEIRA SECIIST.ARIA -Alda Escohar Stoagall
SEGUNDO, secretario

-Rodolfo Rocha Junior

PRIMEIRA TESOUREIRA -Maria, Edith Eragoso Moreira
SEGUNDA TESOUREIRA

-Maria Helena Guinarãos Costa 0 Silva

MANDATO: início
cn 20;3il966
termino cn 20.3*1967
A ASSOCIAÇÃiO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS;
MENSALID;JDE;—

sin OUTRAS PESSOAS?

ANUIDADE;

CRÍ51.200

PROMOVE REUNIÕES MENSAIS? sin
QUAL A E0RI':LA DE NOTIFICAÇÃO DOS SOCIOS? Avisos o telefone.
PUBLICA BOLETIM*? não

QUAIS OS NN-JEROS PUBLICA‘.OS?

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO;

23*6.1960 DATA DA MODIFICAÇÃO;

o

Digitalizado
gentilmente por:

�- 13 ASSOCIAÇÃO DE BIBLIOTECÁRIOS DO P/iEAlíA

SIGLA» A.B.Pr.

ENDERÊÇOt Edifício "ASA" APTO.I3O6, Ala Carlos de Carvalho (Sede Prov.)
C/JIXA POSTAL»

TELEFONE» 4-4395

CIDADE»

ESTADO» Paraná

Curitiha

DATA DE FUNDAÇÃO» 12-6-1959

TEM SEDE PRÓPRIA?

NUMERO DE SOCIOS FUNDADORES» 1?

NÚMERO ATUAL» 60

Não

PRIMEIRA DIRETORIA» PRESIDENTE» Maria MEder Gonçalves? VICE-PRESIDENTE»
Flavia R.A. Prado? PRIMEIRA SECRETARIA» Maria J.T. de Amorim?SEGUNDA SE
CRETARIA» Maria L. Borha? PRIMEIRO TESOUREIRO» Clío Peterle? SEGUNDA TE
SOUTEIRA» Maria Dorothéa Barhosa.
EX-PRESIDENTES»

Maria Dorothéa Barhosa

DIRETORIA ATUAL» PRISIDENTE

e

Maria Máder Gonçalves.

- Maria Dorothéa Barhosa

VICE-PRESIDENTE

- Suzana Guimarães Castilho»

PRIMEIRA SECRETARIA - Vera Almeida Pinto
SEGUNDA SECRETARIA

- Riette Neves de Aguilar

PRIMEIRA TESOUREIRA - Rosemarie Reinhardt
SEGUNDA TESOUREIRA
MANDATO» início
termina

- Lêa T. Belczao

em 21-9-1965
em 21-9-1967

A ASSOCIAÇÃO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS?
MENSALIDADE» Cr 300

Sim

OUTRAS PESSOAS?

Não

ANUIDADE» Cr 3-400

PROMOVE REUNIÚES MENSAIS?

Bimestrais

QUAL A FORMA DE NOTIFICAÇÃO AOS SOCIOS? Jornal - Telefone - Circulares
PUBLICA BOLETIM?

Não

QUAIS OS NÚMEROS PUBLICADOS?

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO» 8-8-1959

DATA DE MODIFICAÇÃO»

000

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�- l4 ASSOCIAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS DE MIITAS GERAIS

SIGLA» ABMG

ENDERÊÇOs Rua CuritiBa,- 545 - 11° • andar -• sala 1112
CAIXÁ POSTAL» 1277

TELEFONE» 2-2253 (Favor)

CIDADE»

ESTADO» Minas Gerais

Belo Horizonte

DATA DE FÜITDAÇÃO;* 9-6-1960

TEM SEDE PRÓPRIA? NÜo

NtIMERO DE SÓCIOS FUNDADORES» 12

NUMERO ATUAL» 80

PRIMEIRA DIRETORIA»

PRESIDENTE DE HONRA» Dr. Antonio Camilo de Paria Al-

vimj PRESIDENTE» Escritora ElizaBeth Vorcaro Hortaj VICE-PRESIDENTE» Etel
vina Limai PRIMEIRA SECRETÁRIA» Heloisa Schimidt Andrade|

SEGUNDA SECRE-

TÁRIA» Cleide Neves | PRIMEIRA TESOUREIRA» Dayse Paixão Lucas| SEGUNDA TESOUREIRA: Natêrcia Nunes
EX-PRESIDENTES» Elizabeth Vorcaro Horta, Annaiz Maria Pereira Vial, Elton
Eugênio Volpini, Regina Helena Magalhães Kangussú.
DIRETORIA ATUAL» PRESIDENTE

MANDATO» início
termina

- Luizia Penido de Rezende

VTCCE-PRESIDENTE

- Jandira Batista de Assunção

PRIMEIRA SECRETÁRIA

- Nara Maldonado de Carvalho

SEGUNDA SECRETÁRIA

- Maria Madalena Bastos

PRIMEIRA TESOITREIRA

- Cleyde Marly Neves

SEGUITDA TESOUREIRA

- Ana Maria Athayde Polke

em junho de 65
em dezembro de 67 (pelo novo Estatuto)

A ASSOCIAÇÃO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS?
MENSALIDADE» Cr Ir000
PROMOVE REUNIÓES MENSAIS?

Não

OUTRAS PESSOAS?

Não

ANUIDADE» Cr 12.000
Sim

QUAL A FORMA DE NOTIFICAÇÃO AOS SÓCIOS?
PUBLICA BOLETIM?

Sim

Convocação escrita

QUAIS OS NÚMEROS PUBLICADOS?

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO» 3O-9-I96O

DATA DE MODIFICAÇÃO» 2I-II-I966

000 —-

Digitalizado
gentilmente por:

�ASSOCIAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS DO DISTRITO FEDERAL...SIGLA: ABDF
ENDEREÇO:

SQ,

304 - Bloco 2 Apto.

306

CAIXA POSTAL:

TELEFONE:

CIDADE: Bro.sília

ESTADO: Distrito Federal

DATA DE FUNDAÇÃO:

18-9-1964

2-4700

TEU SEDE PRÓPRIA? Nao

NÜIIERO DE SÓCIOS FUITO/vDOPES: 18 NÓT'IERO ATUAL;

58

PRniEIRA DIRETORIA: PRESIDEN'’E; Adélia Leite Coelho; VICE-PRESIDENTE:
lo;

Branca T, Rahello;

PRIKEIRA SECRETÁRIA: Nlyriam Giirjão Me^

SEGUNDA SECPETÁRIA: Maria Luiza Varella; PRIMEIRA TESOUREIRA

Nilza Soares Teixeira;

SEGUNDA TESOUREIRA; Maria Ivonete de Fa -

ria Cunha.
EX-PRESIDENTES;
DIRETORIA ATUAL: PRESIDENTE

'

-Adefiia Leite Coelho

VICE-PRESIDENTE

-Myriam Guriao de Mello

PRIMEIIL4 SECRETÁ
ria'”

-Jeanette de Alhuq.uerq_ue

SEGUííDA SECRETÁRIA -Clea de Cerqueira Cesar Ro
que da Silva
PRIMEIRA TESOUREIRA
-Zeneida C. Q. Ubirajara
SEGUNDA TESOUREIRA MANDATO:

—

início
em I8;9il966
termina em 18,9.1968

A ASSOCIAÇÃO CONGREGA BIBLIOTEC^ÍRIOS? Sin
MENSALID/iDE: l/2 vencimento

ANUIDADE:

OUTRAS PESSOAS? Nao
1/2 vencimento

PROMOVE REUNIÕES I-IENSAIS? Sim
QUAL A FORIÍA DE NOTIFICAÇÃO AOS SÓCIOS? Por telefone,
PUBLICA BOLETIM? Nao

QUAIS OS.NUI.EROS PUBLICIDOS?

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO:

2.10.1962

00

Digitalizado
gentilmente por:

DATA DE MODIFICAÇÃO;—

�ASSOCIAÇÃO BAIAIÍA DE BACHARÉIS EH BIBLIOTECOIIOMIA ........

- 16 SIGLA: ABABI

ENDERÊÇO: Araújo Pinho, 22 -• Canela
CAIXA POSTAL:

TELEFONE: 5-2503

701

CIDADE: Salvador

ESTADO: Bahia

DATA DE FUITOAÇÃO; 26-10-1962

TEM SEDE PRÓPRIA? Não

HOMERO DE SOCIOS FUITDADORES. 58

NOIÍERO ATUAL: 75

PRIMEIRA DIRETORIA: PRESIDENTE: Eurydice Pires de Sanfilnna? VICE-PRESIDENTE: Maria Stela Santos Pita Leite; PRIMEIRA SECRETARIA:
húrcio; SEGUNDA SECRETARIA; Margarida Pinto Oliveira,

Gildete

Ti-

PRIMEIRA TESOUREI

RA; Dinorá Mendonça Luna; SEGUNDA TESOUREIRA: Nilda Cahral; PRIMEIRA BIBLIOTECÁRIA: Alzira Oliveira; SEGUNDA BIBLIOTECÁRIA: Gilda Pondê.
EX-PRESIDENTE. : Eurydice Pires de SanfAnna
- ^intonio Vieira

DIRETORIA ATUAL: PRESIDENTE
VICE-PRESIDENTE

- Heduviges S. Pontes

PRIMEIRA SECRETARIA

- Lícia Maria Wagner Figueira

SEGUNDA SECRETARIA

- Maria Liiiza da S. Brasileiro

PRIMEIILi TESOUREIRA

- Zilma Lapa

SEGUNDA TESOUREIRA

- Maria Consuelo Santos

PRIMEIRA bibliotecária - Diva Lucena
SEGUNDO BIBLIOTECACIO
MANDATO: início
termina

- José Henrique de Castro

em 1966
em I969

A ASSOCIAÇÃO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS?
MENSALIDADE; Cr 500

Sim

OUTRAS PESSOAS?

ANUID/íDE: Cr 6.000

PROMOVE REUNIÕES MEtíSAIS?

Sim

QUAL A FORMA DE NOTIFICAÇÃO AOS SOCIOS? Através ofício ou
PUBLICA BOLETIM?

Sim

000

1

2

3

4

5

6

Jornais

QUAIS OS NÚIÍEROS PUBLIC/0)OS? Somente um

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO; 17-11-1962

cm

Não

Digitalizado
gentilmente por:

DATA DE MODIFICAÇÃO;

�- 17 SIGLA $ ACB

ASSOCIAÇlO CMPINEIRA. DE BIBLIOTECÁRIOS
ENDEEÊÇO: Rua Marechal Deodoro, 1099
CAIXA POSTALs 317

TELEFONES 9-3381

CIDADEs

Campinas

ESTADOs São Paulo

DATA DE FülTDAÇAOf 17-3-1963

TEM SEDE PRÓPRIA?

FOMERO DE SOCIOS PülIDADORESí 34

NÜMERO ATUALs 63

Não

PRIMEIRA DIRETORIAS PRESIDElTTEs Mercedes de Jesus Thomé Porti

VICE-

PRESIDENTEs Maria Antonia Rihas Pinkej PRIMEIRA SECRETASIAs Lucila

Pe-

reira M. Gomes? SEGUNDA SECRETARIAs Ana Lucia M. Bonato?

TE-

PRIMEIRA

SOUREIRAS Maria do Carmo Castro? SEGUNDA TESOUREIRAs Aparecida B. Soares
BIBLIOTECÁRIAs Cecilia P. lamarino»
EX.PRESIDENTESs

- Mercedes de Jesus Thomé Porti

DIRETORIA ATUALs PRESIDENTE
VICE PRESIDENTE

- Ana Lúcia Maia Bonato-

PRIMEIRA SECRETARIA

- Beatriz Sudário

SEGUNDA SECRETARIA

- Aparecida Bcnavita Soares

PRIMEIRA TESOUREIRA

- Maria do Carmo Castro

SEGUNDA TESOUREIRA

- Maria Apaxecida Kaysel

BIBLIOTECÁRIA

- Luiza S. Hermann

MANDATOs início
termina

em 29-11-1964
em 30-11-1966

A ASS0CIAÇA0 CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS? Sim
MENSALIDADES Cr 200
PROrvOTE RFJNTOES mensais?

AlTOIDADEs Cr 2.400
Reuniões da diretoria

QUAL A PORMA DE NOTIFICAÇÃO AOS SOCIOS?
PUBLICA BOLETIM?

Não

OUTRAS PESSOAS?

Telefônica ou Pelo cohrador

QUAIS OS NÚMEROS PUBLICADOS?

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO$ 5-8-1963

ooo

Digitalizado
gentilmente por:

LATA DE MODIFICAÇÃOs

�- 18 ..
SIGLA? ABC

ASSOCIAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS DO CEARA

ENDERÊÇOí Paulino llogueira, 315-Bloco dos Institutos(lnst.de Física
terreo)
CAIXA POSTAL:

TELEFONE:

CIDADE:

ESTa3)0: Ceará

Fortaleza

DATA DE FUlIDAÇlOi 13-7-1963

TEM SEDE PRÓPRIA?

NOMERO DE SOCIOS PÜUDADORESs 6

líÜMERO ATUAL: 20.

Não

PRIMEIRA DIRETORIA:PRESIDENTE: Aracy Flv^a Costa^ VICE-PRESIDENTE: M.da
C. Sousaj SECRETARIA: Cleide A.A. Pereiras Tesoureira: Antonia

Bezerra

e Luiza M. Alcantara S. Leão.
EX-PRESIDENTES: Aracy Fiúza Costa
DIRETORIA ATUAL: PRESIDENTE

MAILDATO: início
termina

Maria da Conceição de Souza

VICE-PRESIDENTE

Ilzarur Cais de ALreu

SECRETARIA GERAL

Fernandina Fernandes

PRIMEIRA secretaria

Aracy Fiu0a Costa

SEGUNDA secretaria

Blaria Herbene B» I/lma Mala

PRIMEIRA TESOUREIRA

Antonieta de P. Bezerra

SEGUNDA TESOUREIRA

Lilian Pimentel Gomes

em março de I966
em dezemUro de I968

A ASSOCIAÇÃO CONGREGA BTBLiaTECARIOS?
MENSALIDADE: Cr 200,000

•

PROMOVE REUNIÜES MENSAIS?

OUTRAS PESSOAS?

Sim

ANUIDADE: CR$2.400
Quando necessário

QUAL A FORMA DE NOTIFICAÇÃO AOS SOCIOS?
PUBLICA BOLETIM?

Sim

Não

Telefonemas e ofícios

QUAIS OS NÜI.IEROS PUBLICADOS?

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO:21-1-1964 DATA DE MODIFICAÇÃO: Não sofreu
modificação

000

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

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15

16

17

18

19

�-19SIGLA: ABS

ASSOOIAÇÃO BB BIBLIOTBCiRIOS SÃOCARLBKSBS
EIIDBEÊvO:
CAIXA POSTAL:
CLBA )E:

378

TELEPOITE;

são Carlos

DATA DE PWDAÇAO;

ESTALO:
2-9-1966

3693

são Paulo

TEU SEDE PROPRIA? Nao

ITÜir^RO DE SÓCIOS PUITDADOIGS;5

FÓ. ERO ATUAL;

33

PRII.IEIRA DIRETORIA:PRESIDE1'ÍTE; Laila Haddad; VICE PRESIDENTE:
Inó. Bentinj la.SECRETÁRIA; Ano, Maria do Amaral Zr,itime s
CRETÁRIA; Helena IRiirdan;

2a.SE-

TESOUREIRAj Diva Mar-ia Gallueci; BI

BLIOTECÁRIA: Vitória A.tra.
EX-PRESIDENTE:
-LoÀlo, Ho,ddad

DIRETOPJA ATUA1L:PRESIDENIS

ÍIANDATO; inicio

VICE-PRESIDENTE

-Ina Bentim

la.SECPuETÁRIA

-Heleno, Mhirdam

2a. SECRETÁRIA

-Sonio. C.

TESOUREIRA

-Diva Mo,ria Gallucci

BIBLIOTECiÍRIA

-Vitória Ai.tra

Corrêo.

em 15.1.19,66

termino, em 15.1.1967
A ASSOCIAÇÃO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS? Sim
iisnsalida.de:

AiruiDAiDE:

OUTRAS PESSOAS? Sim
cr;'3.ooo

PROMOVE REUNIÕES MENSAIS? Sim
QUAL A FOPJIA DE NOTIFICAÇÃO A.OS SÓCIOS? Circulares
PUBLICA BOLETIM? Nao

QUAIS OS NÜI.IEROS PUBLICADOS?

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO:

20*1.1965

DATA DA MODIFICAÇÃO:—

000

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

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18

19

�- 20 ASSOCIAÇXO paraense DE BIBLIOTECÁRIOS

SIGLA; AsPaBi

ENDERÊÇOs Rua Gov. Marcher, 1137
CAIXA POSTALs

TELEFONE;

CIDADE; Delem

ESTADO; Pará

DATA DE PUIDAÇÃO; 5-3-1966

TEM SEDE PRÓPRIA?

FOMERO DE SOCIOS FUNDADORES; 1?

MERO ATUAL;

Não

20'

PRIMEIRA DIRETORIA; PRESIDMTE; Ruth Pinheiro Condurúj SECRETÁRIA; Daise
Maria de Oliveira Nascimento? TESOUREIRA; Alda da Mercês Moreira da Cunha
EX. PRESIDENTES;

- - -

DIRETORIA ATUAL; PRESIDENTE

MANDATO; início
termina

- Ruth Pinheiro Condurú

SECRETÁRIA

- Daise Maria de 0. Nascimento

TESOUREIRA

- Alda da Mercês M. da Cunha

em 5-3-1966
em 5-3-1968

A ASSOCIAÇlO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS?
MENSALIDADE;

Cn$l§00 a CR$3.000

Sim

OUTRAS PESSOAS;

Sim

ANUIDADE; PorccntagGEi sôhrc o or

PROMOVE REUNIOES MENSAIS?

donado.

QUAL A FORMA DE NOTIFICAÇÁO AOS SOCIOS? Vrc.bal
PUBLICA BOLETIM?

^

QUAIS OS NtiMEROS PUBLICADOS?

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO; 1.966

DATA DE MODIFICAÇÁO;

000

Digitalizado
gentil mente por:

—

14

15

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Digitalizado
gentilmente por:

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15

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17

18

19

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22
4.

CONSIDSruxÇÕES

Ap6s oito anos de intensa atividade, q.ue teve como ob^
tivo a valorizo,çao profissional, sente-se a FEEERAQAO BRiiSILEIR/i DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS credenciada, para_
apresentar críticas construtivas^e sugestões q_ue visam dinamizar 0 movimento associativo» Rao tem sido outro o seu ooje^
tivo, desde q.ue se instalou, em julho de 1959.
Em sua curta, mas produtiva existencio., pesados encc.r —
gos lhe foram atrihuidos e sempre soube estar a altura,
de
suas responsabilidades, resolvendo os^problemas magnos
da
Classe, no que respeitam ao ensino e a própria situa,çao so
ciai e economica do biblioteca,rio.
Todos aq_uêles q_ue estiveram na vanguarda das reivindica
çÕGS, aqueles que procuraram pela congregação de esforços
o
atendimento de suas pretensões
pessoais ou da clo-sse, sa
bem, o que significa o trabalho desenvolvido pelas Associa ções, em prol do, vo,lorizaçao profissional.
Não tem sido fácil a jornada, mas os frutos colhidos em
seu decurso, justificam qualquer sacrifício passado, ou ou
tros que possam advir.
Os apáticos, os pessimistas e derrotisto,s sempre exist^
ram e existirão, porque e da natureza humc,na combater o
que
não conhece. Eelizmente, so,o poucos e o, eles nosso chamamento, para que se integrem no lugar que lhes^e devido. Devem
saber que nenhuma a,cao negativa, modifica,ra programo,s, ^
se
eles tiverem a autenticidade de bem servir*, nao abalara cons
eiências^se forem bem formadas; nao destruira ideais porque
eles esto,o consolidados.
Urve, pois, dinamizar a atividade associativa e, porisso, é dever das Associações e Escolas oriente,rem os novos b_i
bliotecá,rios para as açoes que satisfaçam seus ideais, m^s
que sempre estejam em perfeita consonância com os de
.
classe. SÒmente nas associações poderão encontrarmos bibliotecários 0 clirnamfavorável a realizaçao ^de reuniões frequen
tes, que visam nao só, o aprimoramento técnico, mas a ■^lao
e cordialidade que tanto fe,vorecom a realizaçao de qualquer
trabalho. Eazemos, porisso, veemente advertência para o
mal
do isolamento.
5. /JPRECIAQÃO DO QU/J3R0 COM?ARa'.TIVO
Das quinze associações existentes no país,_somente
hma
tem sede própria? a Associação Paulista de Bibliotecários*
0 maior quadro social c registrado pela Associação Brasileira de Bibliotecários, com^691 sócios, seguindo-se a íj.ssociação Paulista de Bibliotecários com 530.
As mensalidades variam enormemente, verificando-se
quer
aa Associações mais prósperas sao o,s que menos cobram de seus
associados.

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

�-23A naioria das Associa,çocs nao publica Bolctin. Para sa
nar osso, lacuna a PEBAB tcn procurado noios para a puBlico.ça,o da Revista de Bibliotcoononia e Docunenta,ção, qiie será
UQ novo veículo de. infornaçocs. Essa Revista, será pa,trocina,
da, pelo INSTITUTO NACIONAL BO LIVRO o dirigida, por uim cauT
pe a qaia,l ton a, fronte o bibliotecário Prancisco Luna P. do
Albuquerque. 0 PEBAB bolctin inforna,tivo, cncorr.n,rá suas
а,
tividados no valnno 14», relativos a,os n
zenbro de 1966, (juo será, rcnctido cn breve aos seus subscrT
toros. Continuara, entretanto, a, ser un órgão da, PEBAB.
Quanto às infornaçocs relativas a reuniões, verifica nos que a, naioria, inferna realizá-las ncnsa,lnontc, enquanto
outros SC linitan
reunir al diretoria,
Entendenos que, una Associa,ça,o justifica sua, oxisten cia, pelo qaio dciaonstra de dina,nisj:io aos olhos e sensibilidade do seus sócios. Scria^^de se dcscja,r que tôda,s, sen
excdça.o, realizassen reuniões ncnsa,is, pa,ra todos os associa
doSe ÍGaatenos do sair do círcailo vicioso quo se instalou o
quG notiva. a nao se realiza,r sessões, Nao há a,ssistencia por
que- não há intcràssc. Levenos, entao, procurar a,s ra.zocs do
fonôneno e nelhor notiva,r a,s atividades a,ssocia,tiva,s.
б. PROPOSIÇÕES
1.
,

que não se insta,len Associa,çoes de Bibliotecários en
cidades onde já exista, una cntida,do dessa. na,turcza.

2.

que a Associação do Bibliotecários Municipais de Sao
Pa,ulo, ^cstaide a possibilida,de de se fundir con a A£
sociaçao Paulista de Bibliotecários 5 a do Para.ná
con a Pa,ra,na,cnsc ja dos Bacha,rcis on Bibliotccononia
, con. a Ba,hia.na de Bibliotecários.

3.

qno as Escola.s de Bibliotccononia, e Docuncnta,çao,quo
aánda nao 0 fazon, passon a, cstinular seus a.lunos a,
se interessaron pelos problemas lorofissionais, orien
ta,ndo-os pa,ra 0 novinento a,ssocia,tivo.

4.

quG scja,n prorrogados os na.nda.tos da,s atua-is dirctoric.s das Associações de Bibliotecários, a,te j-unho do
1962, para. conplctar a. renovaçao dos quadros quo cl£
gcra.o os futiiros Conselhos Rcgiona.is do Bibliotocon£
nia,.

,

5. Que
as Ass-aciíiçocs procuron unifica,r, a pa.rtir de
juiAo de 1969, os na,nda,tos do suas diretorias, en
. trôs anos.
6. Que as teses a, ser n aprosentada-s a.o VI CONGRESSO se
jan enca,ninhadas à ■ Sccrota,ria,, devidanente reproduzT
das en núncro do 1.500 cxcnpla.rcs.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Esta tese tem o objetivo de pôr em relevo o movimento associativo da classe bibliotecária. do Brasil. Os dados relacionados, foram fornecidos pelas quinze Associações filiadas a FEBAB, através dos questionários, que anualmente circulam para a necessária atualização de informações.</text>
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�V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECOIIOIHA E DOCDl'IEtTTAÇXO
SlO PAULO - 8 A 15 DE JANEIRO DE I967
PAa?ROCIlIADO PELO HISTITÜTO IIACIOITAL DO LIVRO
i

TEMA I - PORMAÇTiO PROPISSIOITAL

FORUAÇlO PROPISSIOITAL
( Analise da Conjuntura)
I
Por Antonio Caetano Dias

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CONGRESSO BRiiSILEIRO DE BIBLIOTECOWOUIA E DOGUIAIITTAQjíO
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PROFISSIOÍÍAL

( AnálisG

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conjuntura)

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Antnnio Caotano Dias
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S U M Á R 1 O

I - Introdução
II *- More ado do Trabalho
III - Rosponsabilidado das Esbolas

IV - 12 Simpósio do onsino da bibliotoco-*

&gt;!«

no mia o documentação
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V - Biblioteconomia:

ainda um problema?*
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VI - Conclusões.
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�I - INTRODUÇÃO

0 panoraniíi go^al cia formação profissional cio bibllotoonrio aprosontn,

om nosso país, na ocasião om quo sc

realiza o V Congresso Brasileiro do Biblioteconomia o

Do-

cumentação, os mais variados o complexos aspectos.
0 pròbloma, antes circunscrito as poucas escolas
existentes,

ganha novas dimensões ao se projetar no

setor

educacional o cultural, com implicações tambora no campo ci
ontífico 0 tocnologico,
á o quo se podo observar,

inicialmonto, apos

a-

tenta leitura dos estudos especializados quo irhito contribuíram, ao longo dos quatro congressos nacionais

realiza-

dos, para situar o ensino da biblioteconomia o documenta ção dentro do complexo universitário brasileiro.
A partir do primeiro encontro dos bibliotecários
em 1951, na capital paulista

, durante a “Conferência para

o dosenvolvimento das bibliotecas publicas da America Lati
na“, promovida conjuntamonte pola ITiíjJSGO o 0'üí,., foram ini-.
ciados os estudos visando a articulação dos congressos
biblioteconomia.

do

Nos seus tomarios tiveram lugar destaca-

dos os problemas relativos a formação profissional do bi bliotocario brasileiro.
A abordagem inicial do problema, realizada

em

conjunto com reprosontantos do outros países latino-americanos, muito contribuiu para quo se concretizassem as aspi
rações dos bibliotecários brasileiros.

Na cidade do

Rocl

fo, no ano do 195hy realizou-se, finalmontc, o “Primeiro
Congresso Brasileiro do Bibliotteconomia".
Os resultados do Congresso do Recife não se fiz£
rnm esperar.

0 oquacionamonto dos problemas mais impprtoü

tes foi a marca predominante do conclave.

S a fixação

do

currículo mínimo polo Conselho Federal do Bducação (Docunqi
ta, v.lO),

polo Parecer n® 326, homologado om Í1/I2/1962,

sua eonsoqÜoncia mais relevante.
Incorporado dofinitivamonto aos quadros do ensino superior, o bibliotecário diplomado alcançou, finalmcntc, uma situação profissional compatível com as severas
condições oxigidas para a sua formação.
A criação do novas escolas fora dos centros pioneiros, Rio o são Paulo, proporcionou a descentralização
da formação profissional, graças ao critério da concessão
A
do bolsas, do estudos a candidatos residentes cm estados ou
do não houvesse escola do biblioteconomia.
Por ordem cronolõgica podemos registrar, polas da
tas do fundação, as seguintes escolas do biblioteconomia oxistontos:

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�1. Cursos da Biblioteca Ilacional do Bio do Janeiro (1911)
2. Bscola do Bibliotoconomia do Sao Paulo (1938)
3. Bscola do Bibliotoconomia c Docuraentaçao da ünivorsidii
do da Bahia (19U2)
^
h. Faculdade de Bibliotoconomia da Univorsidado Católica
do Campinas (19^3)
5, Escola do Bibliotoconomia o Documentação da Univorsidíl
do do Rio Grando do Sul (19U7)
6, Curso do Bibliotoconomia o Documentação da Univorsidado Federal do Pernambuco (1950)
7, Curso do Bibliotoconomia da Univorsidado lodoral do íj-í
nas Gorais (1950)
8, Curso do Biblictocoi;omia c Documentação da Univorsidado Fodoral do Parana (1952)
9, Escola do ^Bibliotoconomia
da Pontificia Univorsidado Catoxica do Rio do Janoiro
(1957)
10. Escola do’Biblioteconomia o Documontaçao do Sao Carlos
(1959)
.
11. Faculdade do Bibliotoconomia da Univorsidado do Brasília (l96l)
12. Curso do Bibliotoconomia da Univorsidado Federal do Pü
ra (1963)
13. Curso Autonomo do Btbliotoconomia da Univorsidado do
Estado do Rio do Janeiro (I983)
lii. Curso do Bibliotocçnomia o Documentação da Univorsidado Fodoral do Coara^(I98ii)
.
i
15. Escola do Bibliotecários o Documontalistas da Fundaçao
Dosombargador ‘'Álvaro Clomonto do Olivoira
U9o5-'•
Cumpro destacar, nosta oportunidado, a importanto
contribuição do Instituto Nacional do Livro para quo o onsi
no da bibliotoconomia so oxtondosso a outros ostados. 0 sox
viço de Assistonoia Técnica Regional do roforido orgão

pr^i

movou a instalação do cursos intensivos nos Estados do

lui-

nas Gorais, Parana, Pornambuco, Rio Grando do Horto o Paral
ba.

Alguns dossos cursos pudoram so dosonvolvor 0 so traAS

formar, postoriormento,

om Escolas incorporadas ãs rospocU

vas Universidadesc
Paralolaraonto5 na medida om quo as novas oscolas
so desenvolviam,

surgiram as associações do classe reunindo

os bibliotecários diplomados.
0 advonto da Tecnologia c da Cioncia,

om nosso pn

£s, constituiu-so om fator decisivo para impor novas concop
cõos ao campo universitário o facilitou a comproonsaò dos
rosnonsavois pola oriontaçao do ensino suporior om rolaçao
a bibliotoconomia o a documontaçao,
_
~
4..
0 processo acolarado o vertiginoso da iüiprossao tjj,
pografica,

jogando om circulação papol improsso do toda a qa

turoza, notadamonto revistas 0 folhetos do assuntos ospocializados, transformou gradativamento a montalidado dos profix
sionais do nívol suporior 0 promoveu, como consoqÜoncia logi
ca,

a valorização do bibliotecário, confirmando a provisão
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do Ortogci y Gcissot.
Choga, assim,

a bibliotoconomia brasileira, ao sou

V Congresso, com uma solida infra-ostrutura constituída

por

quinzo oscolas o dozessois associações filiadas a uma Fodorii
ção

(PEBAB),

E ainda com uma legislação profissional

que

confero aos bibliotecários o direito privativo ao exercício
da profissão, contando com dez Conselhos Regionais e um Conselho Federal do Biblioteconomia,

jã instalados o em

pleno

funcionamento.

II - HBRCADO DE TRA3ALZ0

0 aparelhamento indispensável das bibliotecas universitárias, dos contros do pesquisas, das bibliotecas publj.
cas o escolares o as necessidades do organização racional dos
contros do documentação para as atividades das empresas,

são

indícios da rápida expansão do mercado do trabalho para

os

bibliotecários brasileiros.
Os números alinhados em reconto trabalho,
polo Instituto Nacional do Livro,

editado

do autoria do Laura Garcia

1'orono Russo ‘'A Bjj3j.,ipXoAnnomia Br.as,ilpjj‘üj 1915-1965“, demonstram que,

apesar das quinzp oscolas do formação profissi

onal, 0 Brasil ainda se ressento do um déficit considerável
em relação as suas necessidades do bibliotecários diplomados.
Formaih,

segundo a fonte citada, as Escolas oxistoQ

tos, cerca do hOO bibliotecários anualmento.

Para uma popu-

lação do 82.222.000 do habitantes, conta o nosso país com aponas í.%332 bibliotecários diplomados, nem todos exercendo a
profissão.
0 Instituto Nacional do Livro informa,

em sou relü

torio do 1965, a oxistoncia do 11.569 bibliotecas registra_
,✓
A
das 0,
no mos do setembro do 1966, segundo dados oficiais,
osso numero so eleva a 12.568 bibliotecas.
Revelam ossos números, numa fria avaliarão ostatí^
tica, que para cada tros bibliotecas brasileiras existo apenas um bibliotecário diplomado.
Á "Escucla Intoramoricana do Bibliotocologia",

da

Universidade do Antioquia, realizou em 1965, na cidade do
dollin, a “Primera Mesa do Estúdios sobro la Formacion do Bj,
bliotocarios y I^ojoramiontos do Bibliotecários on sorvicio
on la America Latina" o publicou as análises dos informes na
cionais sobro o estado atual da profissão bibliotecária na A
morica Latina,

cm trabalho coordenado por Carlos Victor Ponna

o comentado por Maria Teresa sánz.
No exame das perspectivas da profissão, numa proõj2
çao das suas necessidades para os proximos dez anos, a pubU
cação alinha o Brasil como o do maior déficit cm relação

cm

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■bibliotecários cliplomciclos.
bliotocarios diplomados,

Indica a oxistoncia do Z,l\h2. bi-

oxorcondo a profissão,

para uma ne-

cessidade do 10.226 bibliotecários, concluindo pelo defIcity
em números inteiros, do 7*795 bibliotecários, o maior entro
os países da America Latina,

'üm dos critérios adotados para

calcular o número do profissionais, do acordo com as nocossi
dados do mercado do trabalho, teve como base o ostabolocimoxi
to da proporção de um bibliotecário para 2.000 leitores. Das
principais conclusões da Kosa do Modollin dostaca-so a provi
sao do que os paisos da America Latina precisam triplicar

o

numero do profissionais diplomados para atender a crescente
demanda do bibliotecários dentro dos proximos dez anos.
Talvez, para o Brasil,
modestas.

ato

A complexidade do panorama biblioteconomico brasl

loiro está Intimamonto ligado ao
tural.

essas provisões sejam

problema educacional o cuJL

Que por sua voz está subordinado ao processo do de-

senvolvimento oconomico.
Impossível prover,

em nosso país, o ritmo do expau

são^do mercado do trabalho para o bibliotecário.
A incorporação das disciplinas da documentação aos currículos das escolas do biblioteconomia, foi também fator decisivo para

a

ampliaçao desse mercado.
Sòmonto para dar um exemplo do interesso do outras
atividades profissionais pola biblioteconomia o documentação,
valo citar duas recomendações do reconto III Congresso Brasi
loiro do Engenharia.

A primeira, destinada às entidades

da

industria o da engenharia, no sentido da divulgação das fontos do aquisiçao do conhecimentos técnicos com o recurso dos
centros do documentação.

E a segunda,

sugerindo à Gonfodorii

ção Nacional da Indústria a criação do um centro do documontaçao para os processos técnicos, nacionais e estrangeiros,
*

necessários a indústria.
0 aproveitamento dos estudantes das escolas do

Bi-

blioteconomia do Estado da Guanabara (Biblioteca Nacional

o

Santa TÍrsula), através do convênios com a Universidade do Estado da Guanabara o com o Instituto Nacional do Livro, em regime do estagio remunerado,

o prova evidente da rápida absor-

çao dos bibliotecários brasileiros nos centros do irradiaçao
cultural.

III - RESPONSABILIDADE DAS ESCOLAS

A crescente demanda do mercado dó trabalho,

exaus-

tivamonto comprovada, necessitando sempre do um maior número
do bibliotecários diplomados,

impõe às escolas do biblioteco-

nomia um elevado grau do responsabilidade.
0 funcionamento dos Conselhos Regionais do Bibliot^
conopiia,

cm

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oxorcondo a fiscalização determinada pola Lei
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luOSà

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volft trazer anioroç proocupaçõoç pnrn ns cliroçõos elas Sscolas,
ton&lt;Io om viata o ihsuficionto numero elo matriculas.
Jiaioros rosponsabilielaelos cm relação á formação pr^
jTiasion&amp;l rocaoni) nossas circunstoncias» sobro as ^scolas
Bibliotccononla o Documentação,

de

Som prejuízo elo aprimoramon-

to na fortoaoSo dos novos bacharéis om biblioteconomia,

dovon

as ISscolas cuidar Imodiatamonto do obter recursos para amplie
cr sua capacidãdo do diplomar maior numero do bibliotecários,
Como consequência natural da implantaçao do logisln
çno profissional, ocorrera uma procura cada voz maior do

bi-

bliotecários diplomados,
Â pratica, ato agora observada, do formar elementos
já omprogados om bibliotejcas ou contros do documontaçao, sora
oltorada quando os Consolhos Regionais do Ilibliotoconomia comoçarem a oxorcor sua ação fiscalizadora,
A Instituição do bolsas do ostudo, nos regimentos
das Bscolas, dovorá sor rocomondaela com onfaso ospocial,

A

Dirotoria do Ensino Suporior do HBC o a Campanha do Aperfeiça
amentô do Possoal do NÍvol Suporior CAPES), podorão prestar
substancial ajuda aos planos do convocação do candidatos rosl
dontos om Estados ondo não oxlstam Escolas ospocializadas,
A implantação do Cursos do Post-Oraduacão o líostrado dovorá sor cuidada com grau do prioridade soEionto polas Ea
colas Quo tenham condições objetivas

para tal.

0 Conselho

Podoral do Educação acaba do aprovar as normas para o e&gt;stabolocimonto dSssos Cursos do acordo com o parocor do professor
Ncyrton Sucupira publicado no revista daquolo orgão (Documonta
V* UUi*
A advortoncia do Edson Kory da Fonseca do quo '*coi\a
titui problema gravíssimo" o descuido das Escolas do Biblioto
conomia no formação do bibliotecários ospocializados, oncontporá sua solução natural nos Cursos do Post-Graduacno, dosdo

.

quo os oscolaS ostojam om condiçÕos do roolizá-los condignamento,

Elas sòmonto podorão cogitar do probloma dopois

quo

tlvorom sua ostrutura do graduação dovidamonto consolidada,
A ospQcialização do bibliotecário brasileiro se desoaVolvera natural o progressivamonto na proporção em quo

um

cnntingonto do profissionais diplomados (como já ocorro nos
tradicionais contros culturais do país, Rio o São Paulo),

pu-

dor ctondor a eresconto domanda do raorcado do trabalho, cada
voz mais diversificado,

Obviamonto a ospocialização estará

sompro vinculada as possibilidades do omprogo^
A post-graduação trará reflexos importantps na
raaçao o n» aprlmriTamonto dos

for-

“^rofossoros, ospcclalnonto dns na

torias chamadas convoncionalmonto profissionais.
üm o2complo pioneiro do Cursos, do Post-Qraduação, Espocialização

o Extensão podo sor citado, cabendo aqui uma rofxi

roncia ospocial ao Instituto Brasileiro do Bibliografia o
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Do-

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cumontcição.

Na gostão cia professora LÍclia elo Quoiroz Somba-

qui foram realizados os Cursos elo Pesquisas bibliográficas
em Ciências

Medicas o o elo Pesquisas bibliográficas om

Ci-

ências Agrícolas, dentro do vordacloiro espírito elos Cursos
do Post-Graduação.
0 equipamento auclio-visual c o aparolharaonto

elas

bibliotecas ospccializadns sao problemas, também prioritários,
das Escolas existentes.

Estão vinculados clirotamonto ao a-

primoramonto dos futuros bibliotecários brasileiros.
elida om que os recursos permitirem,

Na

mja

elas devora emprestar

ijo

portancia fundamental ao roaparolhamonto das suas bibliotecas, ampliando-as o atualizando-as.

Para isso devem recor-

rer às fundações culturais o àç principais fontes do intercâmbio,

Pode-se ainda constatar que poucas são as Escolas

que possuem bibliotocas-laboratório para o treinamento pratj,
CO dos alunos.
Dcjyo-so assinalar que toclos os problemas referidos
tom motivaclo constante preocupação elos responsáveis polo ensino da biblioteconomia o elocumentação.

As falhas o omis-

sões verificadas nossa conjuntura são docorrontes, oxclusivü
monte, da ausência elo recursos.

É o que demonstra o resultü

do do reconto reunião promoviela pelos Cursos ela Biblioteca
Uacional do Rio do Janeiro,

IV - 12 SIMPÓSIO DO ENSINO DA BIBLIOTECONOh;iA E DOGUlIEKTAÇlO

Cora a presença ela maioria elos ropresontantos

elas

Escolas do Biblioteconomia o Documentação existentes era
so país realizou-se, no mos elo novembro elo 1965,

no^

por inicia-

tiva elos Cursos da Biblioteca Nacional do Rio elo Janeiro, na
oportunidade das comemorações elo sou cinqliontonãrio,
^
00
posio do Ensino ela Biblioteconomia o Documentação,

o l2Sjj3

Essa importante reunião foi uma consoqüoncia

elas

rocomendaçoos expressas elos Congressos elo Biblioteconomia rja
alizaelos o so constituiu numa rara oportunidade que permitiu
fossem dobatielns os mais variaelos problemas ela formaçao elo
bibliotecários om nosso país.
0 toraario aprovado destacou os seguintes assuntos
c ficou assim constituíelo;
Grupo 1 - Implantação da Lei n®
com Decreto n® 56,725.

elo acorelo

Laura Russo - São Paulo
Myriam Gurjão elo Mello - Brasília
Esmeralda M. Aragão - Bahia
Grupo E - Currículo-mínimo
Folisbola Liborato elo Mattos Carvalho-Bahia
Zilda Machado Tavoira - São Paulo

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Holoisa cio Almeida Prado - São Paulo
Alda das Ilorcos Horoira da Cunha - Para
Zonalra Garcia 1-arquos - Rio Grande do Sul
Grupo 3 - Normalização da nomenclatura do matérias
o disciplinas
Alfredo Américo Hamar - São Carlos (SP)
Maria Martha do Carvalho - Minas Gorais
Loila Kaddad - São Carlos (SP)
Sonia Corroa - São Carlos (SP)
Maria I^noz de C, Dias - São Carlos

(SF)

Grupo Ix - Aporfoiçoaraonto profissionà
Laura Maia do Figuoirodo - Guanabara
Maria Antonia Ribas Pinko - Campinas (SP)
Maria Antoniota Ferraz - São Paulo
Maria Lotícia do Andrado Lima -• Rocifo (Po)
A
Grupo 5 - Intorcambio com entidades do classe
Laura Russo - São Paulo
Myriam Gurjão do Mollo - Brasília
Esmeralda M, Aragão - Bahia
Grupo 6 - Intercâmbio com outras escolas
Antonio Caetano Dias - Guanabara
Hagnr Espanha Gomes -- Estado do Rio
Zilda Galhardo do Araújo - Santa tírsula, Rio
Zonaira Garcia Marques - Rio Grande do Sul
Como relator geral funcionou a professora Maria
Luisa Monteiro da Cunha.

A Secretaria dos trabalhos

das

sessões foi exercida pelos professores Xavior Placor o L^
dia do Queiroz Sambaquy.
Das proposições aprovadas polo plenário, apos
esclarocodores debates, foram destacadas as seguintes:
I - Soja criada a Associação Brasileira
A
^
Profossores do Biblioteconomia o Documentação;

do

II ~ Que os currículos do Biblioteconomia in cluam:

Seleção do Material bibliográfico o Audio-Visual;

Psicologia;

LÍnguas estrangeiras;

Relações Humanas; Ad-

ministração,
III - Que as Escolas normem os seus Cursos

do

Post-Graduação;
IV - Que as Escolas do Biblioteconomia o

Do-

cumentação instalem o mantenham Bibliotecas-laboratorio,
V - Sejam estudadas polas Escolas do Bibliotifl
conomia o Documentação, com onfaso especial. Sistemas Regionais do Bibliotecas;
VI - Que as direções das Escolas do Bibliotecü

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�nomia o Documontaçãn reunam suas cnngrogaçõos no sentido do
promoverem a organização da nomenclatura c soriação das di5
ciplinas, tomando por base as considerações do Grupo 3,

a

fim de proporem a solução final do problema?
VII - Que as Bscolas de Biblioteconomia o Documou
tação promovam cursos do ospocializaçao,

extensão o post-

gradiiação, com a finalidade do ampliar o atualizar conhecimentos profissionais 5
VIII - Que a edição da revista especializada,
proposta,

soja atribuição da Associação Brasileira do

ora
Pro-

fessores do Biblioteconomia e Documentação;
IX - Sejam incluidos nos orçamentos das Bscolas
do Biblioteconomia o Documentação recursos para a realização do viagens do estudo com a finalidade do propoi^cionar a
alunos 0 professores um intercâmbio objetivo do conhocimoii •&gt;
tos entro os centros bibliotoconomicos;
X ~ Que o resumo dos depoimentos o das sugestoes sejam encaminhados ao Conselho Federal do iiducaçao,por
intermédio do Acadêmico professor Josuo Montollo o também à
Diretoria do Ensino Superior.

M
/
Cabo aciui um registro especial em rolaçao a Josuo

lúontollo,

Primeiro Diretor dos Cursos da Biblioteca 1’acio-

nal, foi o autor da Reforma do 19^1 o colaborou

decisiva-

monto para a aprovação do currículo mínimo no Conselho FecUj
ral

do Educação,

V - BIBLIOTSCOfOlIIA E D0CUI;3ITTA lO;

AIBDA UH PROBLBHA ?

Em reconto reunião promovida pola Universidade do
Estado da Guanabara, em colaboração com a Escola do Comando
o Estado Haior do Exercito,

realizou-se o I SElillLÍRIO

EDUCA:Ü0 E SEGURlirjA FACIOHAL.

DE

0 toma debatido foi a "oxo-

quibilidado da criação do um õrgao nacional do coleta do da
dos o informações do natureza cultural".
Entro as recomendações aprovadas dostacam-so as
seguintess
6&amp; - Que soja estudada a reforma do "curriculum"
dos Cursos do Biblioteconomia, a fim do proporcionar aos bi
bliotocarios uma formação adequada, capacitando-os a oxorM
A
cor as suas funções em consonância com as imperiosas nocossi
dados do País nosso setor;
7^ - Que soja revista a legislação concornonto; as
categorias profissionais do bibliotecários o documontaristas
para que fiquem nitidamente delineadas as suas atribuições y
A
O, em consequência, proporcionando a ambas oportunidades no
campo da organização o da divulgação,

difusão o disseminação

da informação especializada.

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�-9«iuaso GO mesmo tompo ocorria, na Universidado

de

são Paulo, a criação da aa^nlsL-dQ CoRvmÍQ,a,s5j:isJlaXfali:^
polo Docpoto

&gt;

i}.6.ia9, do l6 do junho do 19^6, publicado

no D.O, do Estado na data do 17/6/66, oomproondondo inicial
monto os cursos do JLojüaAllsjao, xí^idlp. ü jüil]syl.sãp_*. iirtjCL-dXiiilitJLcii, cinQma, bibliotoconomia, AQgm&lt;3atailãp. Ü iLQlaSPJia-^bilicas.
Inspirada nos mais olovados propositos ossa inici
ativa, no entanto,
como

incorrou na impropriodado do considerar

cursos separados a blbliotoconomia o a .dJ2SJàil£atjisÃQ•
Valo lembrar, nesta oportunidade, as previsões do

Suzanno Briot o Horbort Cablans, fortalecidas pelos depoimentos do ülosso Shora o Vornor Clapp.

^ responder a

uma

pergunta "çtuo faz o documontarista quoo^^bibliotccario

nao

possa fazer?, Shera respondeu; - "nadas

isso o uma questão

do terminologia..
Soria fastidioso reproduzir as opiniões, nacionais 0 estrangeiras, om relação ao problema documentação
versus biblioteconomia.
Mas não podemos deixar do citar o oxcolonto trabü
Iho de Maria Luiza Monteiro da Cunha "Formação Profissional",
apresentado na reunião do Washington, promovida pela

OEA,

"Round Tablo on International cooporation for library

and

Information serviços In Latin America",

quando analisa cora

lucidez o precisão n panorama geral da formação profissio nal do bibliotecário om nnsso país o defendo a tese correta,
na linha das necessidades atuais da nossa conjuntura,

que

as Escolas do Biblioteconomia o Documentação devem manter
seus cursos atualizados o om condições do preparar bibliotj2
cãrins nara oualauor tino do biblioteca ou centro _da_JLn£arijasã-o jAlbllqgiiaíllfija.
0 perigo da separação das duas atividades, biblla
tcconomla o documentação, fclizmonto ostã superado om nosso
pais como ora outros.

A incorporação das disciplinas ao cux

rículo das Escolas do Biblioteconomia o Documentação e a ia
clusão das atividades dos documotaristas nos textos legais
da legislação profissional são realidades Irreversíveis.
quo não impede, porem,

O

que do quando om voz surjam manifes-

tações om sentido contrário.
Acreditamos quo as associações do classe om geral
o a FEBAB om particular, articuladas com os Conselhos RogÍ£
nais o o Conselho Federal do Biblioteconomia,

serão os ins-

trumentos habois para superar as ultimas tentativas do divox
sionismo entro

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bibliotecários o documontaristas.

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VI

-

cohclusObs

Dq a&amp;^lso do conjuntura atual do panorama da fox
moção profissional do bibliotecário brasileiro pocle-se extrair olgvaas conclusões que slrvom para as recomendações
finais do V CQRQBBSSO BRA8IL3IR0 DB BlBUOraCOIíOHIA 3 DOCUlISNTl^Oi
o) fortaloclnonto dos Bscni&amp;s já existentes através de aumento dos recursos flnoncelros poro aumentar o capocidade do diplomar maior numero de condidotos;
b) crloçõo do novas oscolos;
e) instituição do bolsos do estudo;
d) instituição do Cursos do Post-Qraduação, Sspoelolisação o Extensão, quondo as condições permitirem;
o) ampliação do equipamento oudio-visual» dos bibliotecas ospeciolisadas o bibliotoeas-laboratorlo;
f) intoreã^lo antro os Bscolos com o incremento
dos viagens do estudo;
g) oporfoiçoamonto dos professores dos disclplinas jzpf,Uatnnflla&gt;
h) incorporação dos Bscolos alndo não vinculados
os Cnivorsidodos;
No bolonço gorol dos atividades inerentes ò forma
ção profissional do bibliotoeárlo brasiloiro, o fácil constatar o Qvonço eonstonto o progressivo dos suas reolizaçõos*
As ultimas rsivlndieoçõos olconçadcs polo classe, espoeiolmonto *; orificodas no compo do oxercieio profissional, são
dooorronclos logicos do fortoleoimonto da suo base do
tontoção, representada pelos Bscolos o Associações,

susagora

ref'pçpdi com a criação dos Conselhos Regionais e Conselho
doral do Biblioteconomia»
A reconto criação, polo Governo, do Conselho

Fe-

deral do Cultura, proporcionando às atividades culturais
um Xunfln dQ cultm»

nos moldos do

«1q nduenção^

,
de-

vera trozer as mais benoficas conseqtteneios pora o desonvoj,
vimonto cultural brasileiro*
0 baixo grau do prioridade, atribuído as atividades culturais, dentro do planejamento global do orçamento
‘ da União, somado as

dificuldades impostas pola buroeracia,

constituiu-se no prinelpol obstáculo ao desenvolvimento da
biblioteconomia no nosso poís»
Com o formação do Conselho do Cultura os problo mas vinculados ao sist&lt;»aa bibliotoconõmlco serão projetados
numo escola do prioridade compatível com a sua importância
dentro do complexo cultural brasileiro,
Roolizaçõos que, ao is^sso ver, servirão do ostíou)
lo 0 motivação as lldoranços da classe para a consolidação

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UD&amp; prnfiasan proAo8tinad&amp; et prostor nt nctls roloveintos
florviçr»» Q causa pttltttrol o o(lueaolnsAl~af^ pragross» da tqft
nica o do oloneía» o inpnrtaato poQc nr» moconisor^ dn doscoi»
vnlvlmanto do. nnssn país»
B para oneorrar o prosonto Infamo nado laais apxs
priado dn guo a transcrição do dopolnoato do Adonias Aguiar
Filho, atual Dirotnr da Bihliotoea Nacionais
** as roivindicoçõos noclonais« podindo soluções
urgontos para sua roalidado culturol» não tom como prngro' dir fora da organizoção o sistometização das bibliotoeas o
dos órgõos do pesquisas o docunontação.

Toma-so indispoQ

scTol» on eonsoqÜoneio, n trabolho toõrico do vorificação
quo, coordenando os nroblonas om suas aroas dofinidoSf pe^
^

80 configurar ciontífica

o raeionalmonto n quadro otual

das bibliotoeas faeo as eondiçÕos sociais brasiloiras**»

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�RBFBRÊKCIA

Unlvorsldad* Bscuola Intoromorleoncí do Blblit^tocnlngifi - Rosultodos do la Prlmora Uoso do Bstudlos sobro
lo formciolon do blbllotocarlos 7 oojoromlonto do blbliot;^
ccirlos on sorrlclo on Io Amorleo Latino* •• Invostlgaelnn
dirigida por Carlos Victor Ponna* Tnbulación y anállsis
prollmlnor por Larla Torosa 8^z.*«

Hodollln,

Ooloobla»

1965.
Brlòty Suzanno - Formatlon dos b5.bliothoealrosy plus particuliorodont on vuo do lour partielpatlon à la vlo oconoB^L
quo ot soelalo (Aa Congros Intomatlonol dos blbliothoquos
ot dos contros do doournontotion*

BruxoUos, 1939) •

Coblaasy Horbort - Introdução ao ostudo da documentação*
Trad* do original InglSs por Uarla Antonlota Roquião Pio*
dado»

RlO) Sorvlço do Doeumontação do Dasp*9 1937*

Olaty Antonio Caotano - 0 onslno da blbllotoconoiala no Brasil* Informo aprosontado ao I Congresso Brasilolro do Bl«*
bllotoeonomla***

Rio do Janolroy Sorvlço do publicldado

do Zpaso, 1937*
Tondoncias modomas do currículo no onslno da
bliotooonf^a*

Rio, Cursos do Bibllotooonomia, 196(i*

Boeumonta*** órgão do Conselho Fodoral do Educação,•• v*i|ii
(dos* 19ã5)
Kontoiro do Cunha, Maria Lulsa - Fopoaclon profosslonal Utt
Round Tablo on Intornatlonal cooporatlon for library and
Information sorvlcos in Latln America*

"«ashiiiston# Pan

Araorican Union, 1966) *
.

Nory do Fonsoca, Edson - Unlvorsidado o informação clontífA
ca*

B, Rorlzonto, Curso do Blbllotoconoraia da ÜJí.G*,

1963*
Ortogo y Gassot, Josó - Mlslón dol bibliotecário (y otros
onsayos afines)*

Madrld, Revista do Ocidente, 1962*

Russo, Laura Garcia Horono - A Biblioteconomia brasileira*
1913-1963***

Rio do Jonoiro, Instituto Nacional do Livro,

1966.
Round Tablo on intornatlonal cooporatlon for library and infopBiatlon serviços In Latin America***

Vashington, Orga-

niaatlon of Amclcan States, I966*

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�V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
são Paulo - 8 a 15 de janeiro de I966
Patrocinado pelo Instituto Nacional do Livro

Tema I - Formação profissional
Pós-graduação
Cursos dé Biblioteconomia o Documentação em
nível pós-graduado
por
Zilda Machadc Taveira

020.711
02 078.245

17ed
CDU

CDU

�-1CUESOS BE biblioteconomia E DOCUIíENTAÇÃO em nível pOS-GRALUABO

1-0 BIBLIOTECÂmO E SUA FORMAÇÃO
0 progresso científico em tôdas as áreas do saber e as novas formas de
convivência humana decorrentes das.facilidadés de intercâmbio culturalj des_
tacando—se os modernos meios de,comunicação, transformaram o

mundo e deram

novas feições à vida dos povos.
A influência tecnológica e a influência da "igualdade de oportunidade"
estão a produzir um.a nova cultur|,.

No Brasil, país de economia em desenvol_

vimento, as dimensões da época tomam

contornos mais nítidos e ameaçadores,

pois existem os mesmos anseios de beneficio da era tecnológica e bem

estar

para todos,

perm^

mas sem o suporte de condições econômicas e sociais que

tam alcançar aqueles objetivos.
0 processo de especialização ê uma constante na estrutura da sociedade
moderna que procura, através de uma inteligente especialização do trabalho,
encontrar paralelo na diferenciação de programas para a formação profissional.

A missão do bibliotecário

está vinculada a estas exigências.

Seus

serviços, altamente especializados, serão cada vez mais necessários, não s6_
mente em bibliotecas, como também, em centros

de documentação, indústrias,

instituições de pesquisa,- universidades, etc.
A formação profissional iniciada nos cursos regulares de biblioteconomia é insuficiente.

A biblioteca da atualidade

reclama bibliotecários

formação técnica aprimorada, que conheçam perfeitamente o
çam com a consciência da sua alta responsabilidade.
monto

de

ofício o o exer-

E inadiável o. funciona

de cursos de pôs—graduação em Biblioteconomia e Bocumentação

em vá-

rias escolas.
Nos paises mais adiantados as atividades de ensino em nível de pós-gra
duação já se
lar.

exercem há vários anos.

Entre nós apenas começam a se insta-

E pois compreensível que haja uma certa diversidade

de conceitos so-

bre o que deva ser o ensino pôs-graudado de Biblioteconomia e Bocumentação.
2 - FORMAÇÃO CIENTIFICA ESPECIALIZABA
A necessidade, de uma formação científica especializada tem sido reconhecida pelas melhores escolas de biblioteconomia atuais.

Segundo

Harold

Lancour, diretor da Graduate Library School da Universidade de Pittsburgh,
se os currículos não se transformarem, acompanhando o progresso no domínio
da ciência e tecnologia, a formação de pi'ofissionais especializados passará a ser feita por outras faculdades.

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Don E. SYíanson, atual diretor da Graduate Li"brary School da Universidade
de Chicago, diz om um de seus trabalhoss

"S uma tradição dos cursos pós-gra-

duados de Biblioteconomia e uma tradição que desejamos perpetuar, dar

ênfase

tanto a pesquisa quanto à formação profissional do bibliotecário.

Consequen-

temente a informação científica constituirá uma especialidade que

poderá ser

feita pelos candidatos ao doutoramento.

Na, minha opinião é indispensável que

o bibliotecário tenha uma sólida base científica."
Outros especialistas acreditam ser o conhecimento
^

qual o bibliotecário especializado vai se dedicar, mais

do ramo da ciência ao
importante do que os

métodos, sejam estes de biblioteconomia ou de documentação.
3 - CUESOS BE POS-GEABUAÇlO EM BIBLIOTECONOMIA E BOCUMENTAÇãO
As Escola,s de Biblioteconomia e Bocumentação em nível pós-graduado deverão funcionar cm universidades

que disponham'de recursos para estudos

e pe^

quisas e que se situem em regiões onde a demanda, de profissionais habilitados
justifique a aplicaçao dos recursos necessários à ma..nutençao de uma instituição de alto nível.
3.1 - Objetjvos
As Escolas Pós-graduadas de Biblioteconomia e Bocumentação terão os

se-

guintes objetivos;
1) dar ao bibliotecário condigna formação técnica|
2) preparar bibliotecários capazes de organizar e dirigir bibliotecas

e

serviços de documentação, selecionar material bibliogi'áfico altamente
especializado,
processos

redigir resumos de tra^balhos científicos,

eletrônicos

de -armazenagem e

lidar

com

recuperação de informações,

participar de grupos de pesquisa científica especializada, na qualida
de de pesquisadores bibliográficosj

^

3) estimular entro os estudantes universitários o os profissionais de n^
*

vel superior, a pesquisa bibliográfica e a técnica da informaçãoj

%
4) formar professôres que possam transmitir,
blioteconomia

cm escolas e cursos de bi-

e documentação, as mais modernas técnicas da

pesquisa

biblrografica e da informação científica..
3.2 - Currículos
Temos no Brasil, uma tradição do currículos rígidos, planejados durante
^muito tempo por orgaos centrais.

Visam

atender leis e -regulamentos mais

do

que as reais necessidades da escola, do meio, do aluno, dos recursos m-ateiiais
e docentes.

Com a Lei de Biretrizes e Bases da Educação Nacional, as possib^

lidados de tornar os cu,rrÍGulos flexíveis aumentaram sobremodo.

�- 3 Poderiamos nos valer da solução para a flexibilidade do currículo encontrada pela universidade americana — o sistema das disciplinas eletivas,

çue

teve seu início na Universidade de Harvard, quando o presidente da instituição, Charles Eliot, depois de visitar a Alemanha, conseguiu apoio suficiente
para iniciar uma reformulação dos currículos da Universidade.

Sua preocupa-

ção era com ac diferenças individuais e cora o princípio de que a decisão do
que estudar e cora que carga horária, deve ser feita pelo estudante.

Esta di-

ferenciação livre, já não e unânimemonte aceita pelos educadores americanos,
que introduziram era seu sistema disciplinas obrigatórias, a fim

de garantir

maior unidade na formação do especialistas.
As nossas Escolas do Biblioteconomia e Documentação tôm recebido loma influência marcante das suas congêneres amei’icanas e inglesas, precisamos consi^
derar, entretanto, que os nossos problemas são específicos de uma dada fase
de desenvolvimento.

E necessário acreditar que a solução dêstes, deve ser

procurada nos recursos humanos dos próprios bibliotecários, na sua capacidade
de pensamento e liê.orança, na sua potencialidade para pesquisa e trabalho erm
dor.
Sugerimos, a seguir, um currículo para um Curso de Mestrado em Biblioteconomia e Documentaçãos
Disciplinas obrigatórias
a) Organização e administração de bibliotecas,
b) Processos técnicos;

aquisição, catalogação, classificação, etc.

c) Referência c bibliografia;
d) 0 papel da biblioteca na comunidade;
e) Bibliotecas especializadas;
f) Informação científica.
Disciplinas optativas
a) Documentação industrial e tecnológica;
b) Documentação em humanidades e ciências sociais;
c) Documentação em ciências biomédicas.
3*3 - Métodos de ensino
0 curso de. Mestrado em Biblioteconomia e Documentação compreenderá cursos regulares, trabalhos de pesquisa, participação em seminários e estágios
de treinamento em bibliotecas o serviços de documentação.
Os estudos básicos serão feitos no Departamento de Biblioteconomia e
de espocialização em outros.

Haverá assim, ura intercâmbio de professores

alunos numa convivência rica e proveitosa.

os
e

A livre movimentação dos alunos

nos institutos universitários tornará viável a educação geral.

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�- 4 A orientação das pesquisas científicas nos vários campos da ‘biTalioteconomia e documentaçãoj poderá ser dada, conforme a escolha dos interessados,

por

qualquer dos docentes do departamento.
Haverá periodicamente seminários de estudos de frequência obrigatória

e

estágios era bibliotecas o serviços do documentação.
3*4 - Dissertação
Será obrigatória a apresentação de dissertação sôbre tema de bibliotecono_
mia ou documentação.

Sua natureza o extensão serão estabelecidas polo profes-

sor da disciplina a que corresponder e de acôrdo com o interessado.
3«5 — Sistema semestral c de créditos
Um sistema curricular organizado em semestres aliado a um

bem

definido

sistema de créditos e uraa departamontalização do ensino, nos parecem uma

das

soluçoes para os problemas com que oo defrontam as nossas escolas do bibliote_
conomia.
3'o — Planificaçao dos trabalhos
As atividades do ensino e de pesquisa serão planifiçadas anualmente, mediante proposta dos professores das várias disciplinas, ebtabelccendo-se
comum;

em

programas do ensino, teraários do trabalhos escolares e pesquisas, pu-

blicações, estágios, seminários, calendário escolar, etc.
3•7 — Publicações
0 Departamento do Biblioteconomia e Documentação promoverá a publicação
ou reedição de obras e documentos no campo da biblioteconomia e ciências
afins.
3 &lt;■ 8 — Condiçoos de ingresso
Serão indispensáveis para a inscrição no curso de Mestrado em Bibliotecp
nomia e Documentação as seguintes condições;
1) Grau de Bacharel em Biblioteconomia, admitindo-se em casos especiais,
a critorio do Departamento, o portador de outro diploma do curso supe
rior;
2) Conhecimentos suficientes para ler e entender o inglês e outra língua
estrangeira que nao seja o espanholj
3) Apresentação de um plano de trabalho no qual sejam indicados;
a) campo da biblioteconomia ou da documentação preferido pelo candidatoj
b) assunto (s) esoolhido (s) para a dissertação de mestrado.

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3*9 - Duração
0 curso de Mestrado era Biblioteconomia e Docizmentação tera a duração

de

1 ano letivo.
4 - CURSO DS FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Este curso tem ccrao pré-requisito o do Bacharelado em Biblioteconomia

e

objetiva a formação do profossòres de cursos universitários do Biblioteconomia
e Documentação.

Reger—se—á por normas especificas e sera ministrado em

cola-

boração com a Faculdade de Educação.
Tedas as escolas profissionais do nível superior preocupara-se quanto
seleção e prepare de profcssôres.

ã

Os bibliotecários sentemj talvês mais e o

os outros profissionais5 a premência do problema.

Já se faz notar um movimen

to significativo no sentido de melhorar os padrões de ensino^ através do

um

conveniente preparo do professor5 - PROFESSORES DE TEí-ÍPO INTEGRAL
0 êxito da formação profissional dos bibliotecários de paises mais adian
tados ê devidoj em grande partej ao trabalho de professores de tempo integral.
Existem nos Estados Unidos 347 professôres de biblioteconomia de tempo

inte-

gral j dêstesj 190 ou 55?^ encontram—se concentrados nas escolas "acreditadas"
pela American Library Association.

Os professôres de tempo parcial, na maio-

ria dos casos, a.tendendo apenas às aulas específicas de que sao

incumbidos,

nao têm tempo nem motivação para pensar sôbre o ensino, o aluno, as vantagens
e limitações de novos sistemas ou para pesquisar e avaliar objetivamente
resultados.

os

A.s instituições que têm apenas professôres de tempo parcial, di-

ficilmente conseguem desenvolver um currículo dinâmico e exercer a liderança
profissional que se espera de instituições dôste gênero»
6 - APERFEIÇOAMENTO DO PESSOAL DOCENTE
Estágios e cursos de Pós-Graduação seriam meios utilizados para o aperfeiçoamento do pessoal docente.

De aoôrdo com as recomendações da Primeira

Mesa de Estudos sôbre o Ensino da,Biblioteconomia, .realizada em HeSellin, sob
os auspícios da Escuela Interamericanã de Bibliotecologia em 1963 - seriam
também recomendáveis seminários de âmbito regional o nacional.
•O
0 intercâmbio de professôres entre as várias unidades universitárias
constitue, também, um fator importante para o aprimoramento do ensino-

A

falta de possibilidades de aproveitamento de pessoal de um departamento ou s£
/ cola por outra, em virtude da estrita segregação de cada aluno em sua faculda
de, constituo ura fatôr negativo dentro da instituição.
Tirar da universidade brasileira a px-oooupcivâo quaal oxclusiva do formas
profissionais não ê emproendimonto fóoil.

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Não se poderá anular uma estrutura

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social já multicentonâria»

A preparação de professôres que deem ao sistema u-

niversitário "brasileiro a versatilidade que &amp;le precisa para preparar a liderança profissional ê uma tarefa áx-dua, que só poderá ser realizada com um planejamento menos normativo e mais empirico da educação de nível universirário
na oomunidado "brasileira.
fiante do expocto, cliogamop a certas conclusões quo. nos autorizam a .. ormu
lar, como fecho dêsto trabalho, algumas i'ccomGndaçõés:
a) D indispensável o ostaholeciracnto em várias escolas, da cursos de pósgraduação que possibilitem a formação de bibliotecários especializados.

0 procosso de especialização é uma constante na estrutura da so_

ciodade moderna e uma necessidade em paises em desenvolvimento 5
b) registrar a necessidade de promover maior diversificação de currículos em Gu.rsos de pós-graduação e intensificar o intercâmbio entre escolas de biblioteconomia, faculdades e bibliotecas especializadas para fins de estudo e pesquisa;
•

/

c) examinar as providôncias que possam ser tomadas no sentido de que

se

cuide da formação de professôres de Biblioteconomia e Documentação.
0 professor ó a peça chave no jôgo de pressões, influências, interesses, objetivos 0 ideais no ensino.

Ü no,contato professor-aluno que

os programas educacionais se tornam efetivos.

Sem a participação in-

teligente, decidida e entusiástica do professor, é muito pouco o que
■podo ser feito;
d) ó da, maior relevância fazer do nosso sistema de ensino de biblioteconomia, um instrumento para a preparação de novos grupos de liderança
profissional e não de profissionais individualistas.

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REPERmCIAS BIELIOGMFICAS

ASHEIM5 Lcster — La proparacicn de los ‘bi'b?i.iotecarios en los Estados Unidos
da America*
Tradução de Hugo Cáceros Er.mcs o liaria Antoni&amp;ta de Mesquita Barros.
In Escuela Intoramericana ds Eibliotecologia.
Fltm do trc
anos nara el estúdio de la nroparacion de los bibliotecários on la ÍJ.ità
ca Latina* ílodcllinj Editorial Unive-rsidad de Antioquis-j 19o4* p-l~24*
HARLOWj Neal — Tho complear rocruiter.
313-14» abr. 1962*

A»L*A» Eulletin, Chicago, 5^(4)s

JACKSON, Eugono and EOTHSTEIN, Samuel - Should library schools produce'
specialists or gcnoralists. A»L»A» Bullotin, Chicago, 5á(4)s 320-23,
abr. 1962.
OLIVEIRA, Américo Barbosa de &amp; CARVALHO, José Zacarias Sá - A formação de
pessoal de nível superior e o desenvolvimento econômico*
Rio de Janeiro,
CAPES, 1960*
RIO GRAHBE DO SUL. Universidade*
Porto Alegre, 1965*
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SHERA, Jesse H* — Librarianship as a career.
In World topies year book»
Lakc Bluff, Tangley Oalcs Educational Conter, 1904* p.207-ló.
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University of Chicago Graduatc Library School News Bulletin.
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Compilado por Carmen Eovira.
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Urganizaciôn de los Estados Americanos, I964.
56p.
SSO PAULO. Universidade. Faculdade de Filosofia' Ciências e Letras.
Cursos do Pós-graduacão.
São Paulo, I966. 63p.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>A formação profissional iniciada nos cursos regulares de biblioteconomia é insuficiente. A biblioteca da atualidade reclama bibliotecários de formação técnica aprimorada, que conheçam perfeitamente o ofício e o exerçam com a consciência da sua alta responsabilidade. E inadiável o funcionamento de cursos de pôs—graduação em Biblioteconomia e Documentação em várias escolas. Nos países mais adiantados as atividades de ensino em nível de pós-graduação já se exercem há vários anos. Entre nós apenas começam a se instalar. É pois compreensível que haja uma certa diversidade de conceitos sobre o que deva ser o ensino pôs-gradudado de Biblioteconomia e Documentação.</text>
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CONGRSSaQ BRASILEIRO DE BIBLIÜTECONOMÁ E DOCUÍESETAÇiiO
São Paulo, 8 a 15 de janeiro de 1967
Patrocinado.pelo Instituto Nacional do Livre

TEMA 1

-

PQRMÇaO PEOPISSIOílAL

COMO SUPRIREMOS A E\JTA DE BIBLIOTECÁRIOS?
por
Celeste de Oliveira Azevedo

020.711 813

ITed CDU

02:378 (812/813) CDU

+ Bibliotecária do Serviço de Documentação da Universidade Federal de Pernambuco

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�- 1 -

SINOPSE

À falta de bibliotecários, no Nordeste, não
permite a efetividade dos Ser\'iços fíegionais do
Bibliotec£&amp;, e, consoqúentemente, a educação

de

adultos. Sugestão a respeito.

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�S U M i? R I 0

1. SITUA.ç.KO'ATmL
2.
5, RílCOíájlNDAÇÕiiS
4. BIBLIOGRAFIA

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�1. SITUAÇÃO ATUAL
Nos, bibliotecários,
- roconhccenos o valor da biblioteca como moio de educaçao de adultos;
- roconhocemos que considerável o o numero de adultos brasileiros anaj,
fabetos e ai.fabetiaados, quo carecem de servigos bibliotecários;
- reconhecemos, tambem, a nocessid8.de de tornar a biblioteca uma reali
dade ao alcance desses brasileiros.
/
Ja contamos, felizmente,

‘

- com os Servigos Regionais de Bibliotecas, cujo regulamento foi aprovado pelo Eecreto n, 51.224 do 22.ago.196l;
- com o Instituto Nacional do Livro;
- cora o Instituto Nacional do Cinema Educativo;
- nos, do Nordeste, com vira estudo para o Estabelecimento de Serviços
Bibliotecários no Nordeste do Brasil, em base de cooperagao entre o
Serviço Nacional de Bibliotecas, ‘ o Instituto Nacional do Livro, o Ins
tituto Uacional dq Cinema EducatiV'' ea SUDENE. (15)
Mas, infelizmente, podemos constatar que
- nao dispomos de bibliotecários em numero suficiente e
X
/
- somente dentro de 25 anos teremos bibliotecários para suprir as neces
sidades do Nordeste; (16;11)
»

- mesmo no Recife, centro privilegiado em relagao ao Nordeste, no que
se refere a numero de bibliotecários, apenas dois servem a Bibliotecas Publicas, pois as viniversidades e a SUDENE absorvem os bibliote-

/

cários diplomados pelo Curso de Biblioteconomia e Documentação

da

UFPe.
Então, como supriremos a falta de bibliotecários, tomando possível a
efetivido.de dos Serviços Regionais de Bibliotecas, e, conseqüentemente, a educaçao do adültos, que á um "imperativo de qualquer programa
de desenvolvimento economico e social de regiões subdesenvolvidas"?
(l2r,12). "Nao podemos compreender componhas de alfabetizagao e do eduM
A
caçao de base sem vima rede de bibliotecas que lhes asseguro a permanência" (17:103). Acrescentamos: nom p&lt;.d&lt;auon compreender rede do bi—
bliotecas, sem bib].iotecarios.

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�2, SlJG?STÃO

/

Parece-nos, pela propaganda da profissão, de modo especial junto aos con—
clnintes de nivel medio e por cursos,intensivos a mangem dos nnrsos r^
guiares,
Sugerimos, qua.nto aos cursos intensivos, sejam feitas adaptações baseadas
naqueles cue visam solucionar u ioXIícx ao pvofocsores de nivel medxo.
Trata-oe de Inlohtlva da Diretoria do Ensino Soeundru-io do Ministério
da Educaçao e Cultura em convênio cora Faculdades de Filosofia, 10

ao

todo, no pais. "Dostina-sc,a prcparaçao de professores ... dentro

de

amplo programa de preparo de professores de ensino medio, de acordo com
o artigo 117, da lei do Diretrizes o Bases da Educaçao Nacional, Porta
ria Ministerial n»

parecer do Conselho Federal de Educaçao n,

175/64, e ainda recomen daçao do mesmo Conselho do 9 do outiibro do 64.
Segundo a logislaçao acima citada, as Faculdades de Filosofia escolhidas para realização de cursos como este, tom inteira e total ai;tonomia
nacrganizaçao de programas, sistemas de aferiçao do rendimento e normas disciplinares"6 0 aluno aprovado recebe um certificado do habilita
çao para o exercício do magistério nos termos do Art, 117, da Lei n,
4D24, de 20 de dezembro de 1961, que fixa as Diretrizes e Ba.ses da
Educaçao Nacional, "Art, 117 - Knquanto não houver numero bastante de
professores licenciados em, facuAdades de ^filosofia, e sempre que sc re
glst' e essa falta, a habilitaçao a exercício do magistério scra- feita
por moio do oxarao de suficiência realizado em faculdades de filosofia
oficiais indicadas pelo Conselho Federal de Educaçao*^' (5:159)
Duraçao do curso; 4 meses para magistério no I2 ciclo e 6 meses para
22 ciclo, Sao concedidas bolsas de estudo,
J!*. ,
/
0 reconhecimento da necessidade de suprirmos a deficicheia numérica de bi
bliotecarios, podemos comprova-lo pelos cursos intensivos promovidos
A
■pelo Instituto Nacional do Livro, e por outras entidades e também.
A»
M
- por resolução e recomendações do Congressos Brasileiros de Biblio
tcconomia e Documentação:
"que o Congre o pleiteie, junto__^as autoridades competentes, esta
duais ou municipais, a introdução da biblioteconomia aplicada as
bibliotecas escolares, como niatcria do ultimo aao, dos cursos
dagogiooc vlgcutna no pais." (Ros, 11, Toma 6, I2 Congresso)
, (llílB)
"que se recomende aos Governos estaduais o inclusão de noçoes do
biblioteconomia, no quo diz respeito ao funcionamento, organiza-

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�çao 0 objetivos das bibliotecas'escolares e infantis, no programa
da cadeira Adininistracao E^colar, ministradas por bibliotecários
portadores de Idiplomal de cursos superior de Biblioteconomia, e,
prcferentenonte, especializados no assunto," (Recom, 7, 22 Congres
so) (11:26-A)
"que se recomende ao Governo Federal convênios cora Escolas de Biblioteconomia que ainda nao se encontram integradas nas Universi,
dades para que sejam dados cursos intensivos anuais de biblioteconomia, a professores primários encarreg-ados de bibliotecas escolares ou infantis", (Rccom, S, 22 Congresso) (11;26-B)
"que seja recomendado, ainda, ao Instituto Nacional do Livro, que
desenvolva cursos intensivos no interior, mediante convênio com
escolas de biblioteconomia", (Recom, 14; Tema 2, 3- Congresso)
(11:33)

— por sugestões contidas em ttabalhos apresentados ao IV Congresso;
Maria Alice Toledo_^Leite e Maria Cecília PirnentaPlnheiro, em co—
mentario a Resolugao 11 do 12 Congresso:
JJo'sent3.do contor—
,nar o problema da deficiência de bibliotecários para atender as
necessidades de regiões longinquas, seria aconselhável que as
próprias escolas de biblioteconomia organizassem cursos de ferias
para professores do interior. Entretanto,^os atestados fornecidos
nao devem servir como documento comprobatorio de capacitagao profissional, mas, apenas, como um elemento a mais, na contagem de
pontos na carreira dd professor ncrmalista" (11:18)
Neusa Dias de^Ma.cedo (14:6) e Esmeralda Maria Aragao, que insiste
na recomendação 14, Tema 2, do 32 Congresso (l;ll)
- por ocasião da CONFERÊNCIA PARA 0 DESENVOLVIMENTO DOS SERVIÇOS
DÊ BIBLIOTECAS NA AMERICA LATINA, São Paulo, 1951, quando Bernad^
te Sinay Neves, figirra das mais expressivas da biblioteconomia no
Brasil, então Diretora da Escola de Biblioteconomia da Universi da
de da Bahia, afirmou; "Sc quremos ser realistas, temos que reco—
nhecer que, devido sobretudo a dificuldades financeiras, a lõcali
zagao de bibliotecas em pequenas cidades^ distante dos centros em
que existem escolas de biblioteconomia, a falta de cultura geral
em alguns bibliotecários que os incapacitara para freqhentar tais
escolas,(^) grande numero de bibliotecários encontrarão nos métodos de preparaçao fóra das escolas de biblioteconomia a unica po£
sibilidade de adquirir conhecimentos nesta matéria que os capacitem a fazer um trabalho de melhor qualidade.
A preparaçao profissional fora das escolas
de biblioteconomia de-uo estar, evidontemente, ao cuidado de profis
sionais competentes^ A iniciativa pode partir, conforme as circura
tancias, de ura esforço, isolado ou combinado, das escolas de biblio_
teconomia, associações de bibliotecários ou outras entidades
que
se ocupem do desenvolvimento do bibliotecas (por exemplo, o Instituto Nadional do Livro, no Brasil, promoveu cursos intensivos de
biblioteconomia em cidades pequenas, na Argentina, a Associação
Protetora de Bibliotecas Populares, pensa em organizar cursos St • ^

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lhantes , por correspondoncia), assim como dos ministérios e secretariados do educaçao. Um dos problemas que surgem neste senti
do e o dos dipXomas e certificados. :Èspecialmente na America Latina, a experiencia demonstra que existe o perigo de atribuir a
estes documentos ura valor equiv.alente ao dos diplomas de cursos
regulares das escolas de biblioteconomia, facilitando indevidamoi
te aos seus titulares a admissao a empregos de bibliotecas, era
casos era que deveriam ser exigidos diplomas de bibliotecários”
(■*) Tal e o caso nao^^so de bibliotecários de cidades pequenas,
mas também, muitas veaes, dos das capitais, onde, devido a cortas razoes, trabalhara era bibliotecas, a pesar de nao haver asFfh
tido a aulas de biblioteconomia.
E interessante notar que ,15 anos apos,a situaçao e a mesma,
Nunca é demais lembrar que "ao profissional em biblioteconomia e a quem sobretudo cabe a responsabilido.de de desenvolver os serviços de bibliotecas", (13sv)
Ko ca,so brasileiro, no que toca a deficiência numérica de bibliotocarios, dev£
M
Am
mos ter o cuidado de nao vir a ferir os direitos dos outros, pelo zelo de nao
ver diminuídos os nossos,
A regulamentação da profissão, conseguida graças aos eficientes esforços

dos

colegas da FEBAB, de modo especial D. Laura Garcia Moreno Eusso, devo ser para nos mais um estimulo. Reconhecidos nossos direitos, demos nossa colaboraçao a fim de que "crianças e adultos que nao recebem benoficios de uma educaçao formal, possam entender os problemas do seu ambiente imediato, seus direi
tos e deveres como cidadaos e indivíduos e para que participem com maior efetividade no progresso economico e social da comunidade" (8)

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�íajCOMBMDÁCOBS
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FBBABí
Quo organizQ comissão, que, em entendimento com o Conselho Federal do Biblioteconomia, tome as providêmoias necessárias no- sentido de ^rem a ser firmados convênios entre o Ministério da Edu
cação e Cultura e ■ as Escolas de Biblioteconomia e Bocumentação,
para a realização do cursos intensivos de preparação a exames de
suficiência, mediante os quais seja possibilitado o registiEO

de

bibliotecários, enquanto não houver número bastante de bibliotecários diplomados por Escolas do Biblioteconomia e sempre que se
registre essa falta.
Os certificados de registro deverão ser expedidos com a nota do
validade exclusivamente para a localidade ou região na qual

('

bibliotecário possa exercer a profissão,
AS ESCOIAS DE BIBLIOrECONOMlE E áSBOCIACÕES DE BIBLIOTECáRIOS
Que, em cclaboraçao, se empenhem em campanha, de difusão do alcan
ce da atividade profissional e da missão social da Biblioteca,

�•è &gt;

BTPLTOGRAP-^IA CONSnr.TAriA
AB.f.OÃo, Esmeralda Maria - Os Sistemas Repinnai g_/lp_mhlTotoQas FufeUcaS-g.
-Q.^Q-t^rosa^nto ccm o Peivico Naoional de Blbriotecas. Fortaleza,
Iv Con/jresso de Biblioteconomia e Docunsntaçao, Í9Ô3« 20 f, mimecgr.
ÍTema 2, Comunicagão oficial 1,
2, BALLARD, Lloyd Vernor'- The public libra3r^. Chicago, ALA, 1937. 30 p.
3. BIBLIOTeGAS do Maranhao, Piaui, e Cearaj relatorio de viagem para conhecimento da situaçao técnico —administrativa ...
Recife, SlIDEi^ri, 1965.
15 f. mimeogr,
4, RB.ASIL, Campanha de Aperfeigoamento o Difusão do Ensino Secnnt^ai-Jo-^ i&lt;2£üü£3.
de suficiencie. IRíq de'*Janeiro, 19591 68 p. (.Documentário, 7)
5, BRASIL. Leis, decretos, etc. - "Diretrizes e B^-^^es da Educagao. I^ei n,
4024, de 20 de de7.embro de I96I", In: RECIFE. ISiirersldade.. Estatiit^o. da
Itosrsidade .... Recife, 1965. p. 131-159.
6, CONFEREKCIA PARA 0 DSSEKV0LVIMSN'"0 DOS SEWIÇOS DE BIBLIOTECAS PA AMERICA^
LATINA. Sao Paulo, J951 - Desarrollo de Ias
..Lgttj-Ha * S.onferenci de Sao P?.tulo.»_ I Pari3
UííEiSCO
p#
il. (Manual.es de Ia lH'íESC0 para .Ias bibliotecas publicas, 5)
7, DANTON, J, Periam — La formacjon profesional dei biblio_tQPC.TA.9. * IParisI
UNESCO. 1950. lo4p. (Manuales de'Ya‘WESCÕ“píira las bibliotecas publ;
cas. 1)
8, ELVIN, Lionel - Que es la educacion fundamental? La_Rducacj_p!2, Washington,
1(3):56, jul./set. 1956. I. Citado r-or NERY DA^FOííSLCA, Lõscn i oteca nofTorogramas de alfabetizaçao e educa.çao da base,
vista do Serviço T,’ubl.■CO. Rio de Janeiro, 94i3/:99-lc8, jul./set. 1962,
9. GUAPIJIERI, Alice Camargo - irtijidade dos centros de documenta_Qao; fl-nd.r;cao
de ijun centro de documentação inianto-iin~oni].. Fortaleza, IV Congresso
,
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentagao, 1963. 17 f. ra.imeogL’.
10, HOULE, Cyril - Función
las bibliotecas en la educacion... de adultos y en
la oducacion fundamental. Info.rme sobro el seminário de líalind, por C~y.r-lj^
0. Houle. director de.I Semina.ri.o. con los informes preparados por Yvonne
Oddon. Lachlan F.'''MncRae v otros. IPai'isI üNEoCO I1951I 195 p. (Manuales de la UNESCO para las bibliotecas publicas, 4)
11, LEITE, Maria Alice de Toledo &amp; PINHEIRO, Maria Gocília
Os Congressos_Brasilciros de Biblioteconomia o Documentaçãoestudo comparativo de suas
pesolucocs com o oue foi realizado. Fortaleza, IV Congresso Brasileiro
de Biblioteconomia e Documentagao, 1963. 47 f. mimeogr. jTema 21
12, LENGRAND, Paul - Horas de lazer e desenvolvi-mento humano dos tra.balhadore_s.
Recife, SUDENE, 1963o 13 p, mimeogr» I Tr^ad, de EHddamentai and adult
education, 12(3) 1960
13. McCOLVIN, ^Lionel R, - El servício de extensíon bibliotecária en 3.a bibJ.iq..
teca publica. I Parisl UNESCO^ 1950, 130 p, (Manuales de la UNEsGÒ
para lasbibl.lotecas publicas, 2)
14. MACEDO, Neusa Dias - Formacao Integral do bibliotecario-documentalista
brasileiro. Fortaleza, ÍV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documontcgio, 1963. 20 f, mimeogr, ITema 2, comunicagao oficiall
15. MARTINS, Myriam Gusmão de - Estabelecimento de serviços b.íM.iotegarios no
Nordeste do Bras.ll om base de cooperacao ontre orgaos do Ministério da
Educagao _e Cultura e a SUDENE. Relatorio apresentado ao Diretor do DRH,
Rocife, SUDENE, I963. 49 p. mimeo^(

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�- 9 -

16. MARTINS, M^lam Gusmão de &amp; SOUZA, Zialeidé Medeiros de
Mercado de trabalho para bibliotecários do Norte o Nordeste do Brasilí 2. ed. rev. Re’ cife, SUDENE, 1965^ 11 p. mimeogr,
A
17. NERY DAFONSEGA,'Edson - Importância da biblioteca nos, programas de alfabetizaçao 0 educaçao de base. Revista do Serviço Publico. Rio de Janeiro
94(3):99-108, jul./set. 1962.
18. NEVES, Bernadette Sinay - "Preparacion profesional fuera de Ias escuelas".
In» GONFERENGIA P.\RA0 DESENVOLVIMENTO DOS SERVIÇOS DE BIBLIOTECAS NA
AMERICA LA TNA - Desarrollo de Ias bibliotecas publicas en America Latina. Conferência de Sao Paulo. IParisI UNESCO 119531 P* 146-156.
19. UNESCO - La universidad v la educación de adultos. ILa Hab^na, Imprenta de
la Universidad s.d.I200 p. (Problemas de la educación, 4)
20. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAFiBUGO. Faculdade de Filosofia. Curso de Preparaçao e Orientação ao Exame de Suficiência-» Estagio de 2õ GjcLo. Reci
fe, 1966. 3 f. mimeogr.
21. UNIVERüIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Faculdade de Filosofia. Giirso de Preparaçao Intensiva deProfessores.- Aferição de rendimento. IRecifo,
19661 2 f, mimeogr. IResoiuçao aprovada pela Congregação da Faculdade de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco, em reunião realizada no dia 28.fev.1966 I.

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 05 - Ano: 1967 (São Paulo/SP)&#13;
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>A falta de bibliotecários, no Nordeste, não permite a efetividade dos Serviços Regionais de Bibliotecários, e, consequentemente, a educação de adultos. Sugestão a respeito.</text>
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�1

V CONGRESSO BRASILEIRO LE BIBLIOTECONOMIA
E DOCUMENTAÇÃO
SÃO PAULO

~

8 a 15 cLe janeiro de I967

PATROCINADO PELO

INSTITUTO

NACIONAL

DO

LIVRO

020.7II8I4

CDD I7S ed

025378(814.2) CDU

Tema 1 ' -

EORIIAÇÃO PROFISSIONAL
ESTAGIO PLANIPICADO
por

ESMERALDA MARIA DE ARAGÃO
Prof. da Escola de BiDlioteconomia e
Documentação da Universidade Federal
da Bahia.
Bihliotecária-Chefe na Faculdade de
Direito da Universidade Federal da
Bahia.

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�SINÓPSE

A realidade brasileira e a formação dos profissionais de nível
superior. 0 Bacharel em Biblioteconomia e sua formação. As Escolas de Bi
blioteconomia,

os currículosj mudanças e transformações. 0 estágio

como

prática regimental. Experiência da Escola de Biblioteconomia e Documenta
"'ão da Universidade Federal da Bahia

na prática do estágio. 0 estágio

planlficado e supervisionado necessário para à melhoa
rei em Biblioteconomia.

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�APRESENTAÇÃO

A idéia de planificar o estágio surgiu em reunião do Conselho
Deliberativo e logo se transmitiu à Comissão designada para estudar

o

aperfeiçoamento do mesmo. Apresentado em reunião o esquema idealizado
pela autora teve franca aceitação, apreciando-se e incorporando as sugestões da Profâ Marinha de Andrade, Lourdes do Carmo Conceição e

Maria

Stela Santos Pita Leite. Ê, portanto fruto de trabalho de grupo, embora
a redação do texto seja da responsabilidade da autora.

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1 -

A RtiJiIDADE BRASILEIRA E A 1'ORííaÇÂO Dt
BIBLIOTECÁRIO

wiu ptils nov^o como d Brasil cuja economia esta sofrendo e;-:per.‘.'
sncic^s 6 reformas constantes, face ao avanço dc progresso em todos os s_e
cores do desenvolvimento humano, não pod.e retardar mais a reformulação
U t' _ .'oblemas qus estão a desafiar a inteligência, o patriotismo e, sobre,
tudo a Capacidade técnica dos seus profissionais. Temos uma realidade
brasileira complexa, preràie de equacionamento e soluçoes. Estas soluçoes
tsrãc que vir, e muito depressa,

se desejamos colocar o nosso país no iu

gar certo^ no-luga-r justo. Conjugação de esforços, na tomada

de

sões irreversíveis sigrúfica, na atual situação que atravessamos,

decio cerni

nho SciiUrc, o passo afinado para consecusão dos objecivcs de progresso c
■.

d 6 s 6 r. V o .i, V imento,

Lo- q-i:.aclriiO-t.aHírDoDlem,ática..hr-anilcàra o educanor de todos-os xd
vcis

sou i'igar definido como resp&lt;misdved-palA&gt;---enx;ariinÁanicnio—'das-

üjuiü tiver sus soluçoes. A êle está entregue'O-jnelhor ,rm::rt€rial que

pode

dispor uma nação para progredir e levantar o ediflínlo^.b ui(.a nacionalida
de £ .*ãia e operosa. Dal porque consideram, e acertadamente, os países de,
senvolvidos progr.uma prioritário, o educacional.
linda não i.eviimos era conta sèrianente a lição dos que nos

di-&gt;

ze-m e pro-^'‘cmi essa eficácia» Os projetos educacionais brasileiros, os pia
nejoiaentos ,) nao veem um todo, um conjunto de-necessidades, mas deixam-se
decidir per soluções apressadas, ora se detendo em -um deuerminado setor,
o r a e c 0'u u r o.
ns leis que regulam ou orientam o eiisinc no Brasil Srão boas,
mas não sãc bem aplicadas. Os governes estaduais,

em muitas oporturrida-^

vles, não aS adaptam às situações locais e não conseguem recursos para
'■uclb.or aplicação, Quando os cbtém, fazem obra de fachada,

a

exterior.

Temos ucia lei de Diretrizes e Bases aprovada há cinco anos eoíao lei complementar da Constituição em vigor, destinada a regular a ação
des Es'i:adüs» dos municípios, da União e da atividade particular no caicpo
do em Inc..

Tem os Estados e os Municípios em particular criado as

suas

1C3.S pn.i‘a fazer cumprir o espírito da Lei de Diretrizes e Bases? Há» sem
duvida experiericias boas, mas a maioria peca pela açac de-magogica dos
íCaus politioos

e péssimos administradores.

Não pretendemos nos deter nessa análise, pois o objeulvo

dc

noUsSo brabalho é focalizar a fcrmaoão do pessoal de nível supeiúor face

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a realida.de brasileira,

em ligeiras pinceladas, e em tons mais fortes

a

formação do bibliotecário, profissional a quem cabe enormes responsabili
dades na conjuntura nacional.
A formação do pessoal de nível superior no Brasil apresenta-se
com perspectivas de sadio desejo de reformulação, não só nas suas
estruturais,

bases

corno também na aplicação de novos métodos de ensino, de in-

tegração e vivência com os problemas específicos.
A mocidade brasileira não se conforma mais com a aprendizagem
laica do passado clássico. Ela está vivendo uma fase ansiosa,

cheia

de

insatisfações, de perplexidades. A comunicação himana tornou-se tão rápi
da e intensa que já não podemos nos acomodar com métodos retrógrados, d^
satualizados.
A ansiedade de que se acham possuídos os jovens tem sua

razão

de ser e deve ser satisfeita no encaminhamento da formação daqueles

que

se preparam para assumir as lideranças sociais e políticas deste País.
Discute-se a necessidade de formar mais e mais técnicos

para

atender à convocação do marcado de trabalho em todos os setores. A reali
dade brasileira assim o exige, mas comete-se o erro de apressar a formação desses técnicos reduzindo arbltrariamente os anos dos cursos superio
res em prejuízo da informa.ção e da formação. Precisamos de muitos profi^
sionals e este incentivo precisa ser dado com mais ênfase, especialmente
no planejamento do ensino primário e médio, a fim de que maior número
dos que chegam até aí possam atingir o curso superior com melhor habilita
ção. E realmente muito limitado o acesso às Universidades Brasileiras

em

comparação com outros países latino-omcricanos e na proporção mesmo

do

número de habitantes deste imenso país.
Temos que admitir que essas questões precisam ser apreciadas.

l.Z - A FORiiAÇÂO DO BACHilREL EM BIBLIOTECONOMIA

0 bibliotecário brasileiro atingiu, nesses últimos dez anos,
uma situação de prestígio e destaque na conjuntura nacional,
dinamismo

graças

ao

dos seus líderes e da melhor preparação dos seus profissio-

nais nas Ib, escolas espalhadas pelo Brasil.
Num breve exame ao trabalho de Maria Terr^a Sanz B.H.
blicado o ano passado, nota-se que embora tenha sido a Argentina

(1), puo país

(1) SANZ B. M,, Maria Teresa - Analisis de los informes nacionales
sobre
el estado actual de la profession bibliotecária en America Latina,
Universldada de Antioquia. Escúela Interamericana de Bibliotecologia,
Medellin, Coiombia, 19ú5* 276p.

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�-3pionelro no ensino da Biblioteconomia da America Latina, cujo primeiro
curso teve início em 1903» o nosso País, que somente em I9IO viria a ins
talar 0 Curso da Biblioteca Nacional, atingiu nos últimos ZO anos

maior

progresso, melhor estruturação de seus cursos, a maioria incorporados ou
anexos às Universidades.
A realização de congressos nacionais onde o tema, formação

do

bibliotecário tem sido uma constante, vem de outro modo evidenciar a pr^
ocupação dos professores na troca de idéias a respeito de métodos aplica
dos, aperfeiçoamento técnico e cultural.
A aceitação de um currículo mínimo, aprovado pelo Conselho Nacional de Educação, não significou iim retrocesso ou limitação, mas a necessidade de que todas as Escolas obrigatoriamente incluissem aquelas m^
térias nos seus próprios currículos.
No 12 Seminário de Professores de Biblioteconomia realizado na
Guanabara em novembro do ano passado, sob os patrocínio dos Cursos da Bj.
blioteca Nacional, debateram-se questões sobre a adoção do currículo mínimo, propriedade das matérias que o compõem e, sobretudo, falou-se

na

necessidade da normalização da nomenclatura das matérias e disciplinas
ensinadas, apreciando-se, na oportunidade, o exaustivo trabalho de

Lau-

ra Russo (2), contribuição valiosa, incorporada agora ao seu recente tr^
balho: A Biblioteconomia Brasileira (3)•
Das matérias consideradas essenciais aos currículos de Biblioteconomia foram destacadas a Psicologia das Relações'Humanas e Públicas,
que apenas 3 Escolas incluem, e Línguas, especialmente a Inglesa.
A Escola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade Federal da Bahia foi a primeira a ter esses.dois departamentos:
das Relações Humanas e Públicas e Línguas.

Psicologia

0 ensino de Línguas estrangei

ras se processou na Escola desde os seus primórdios em 195ú, com

Língua

Inglesa. Não sofreu interrupção, passando a funcionar como um Departamen
to a partir de 1958 com a Língua Francesa e em 1963 também com a Alemã.
Dlscutiu-se, naquele conclave, a distribuição das matérias nos
3 anos do curso, a importância de se dar alg^umas consideradas básicas
nas Ias, series e outras de complementação, na ultima. A Escola da Universidade Federal da Bahia protestou contra a diminuição da duração

do

curso de graduação de Z| para 3 anos. 0 protesto daquela Escola se baseou
em argumentos firmados na experiencia do ensino e é para lastimar que

o

Conselho Nacional de Educação não tenha procurado, ouvir, em tempo oportij

(2) FEBAB. Boletim Informativo, 9 (3/Ws53-59&gt; mar./abr. 19úú»
(3) RUSSO, Laura Garcia Moreno - A biblioteconomia brasileira^ 19IO-65.
Rio de Janeiro, Instituto Nacional do Livro, I963*

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�no 5 0.S considerações da referida Escola que vinha funcionando a contento
em Zj. anos e estava escudada em recomendações aprovadas nos 22 e 3^ congressos Brasileiros de Biblioteconomia.
A diminuição de um ano do curso tem acarretado aos alunos
brecarga de trabalhos, pois, as matérias dadas na
buidas na 2â e

so-

série foram distrl-

aumentando assim o número de trabalhos e práticas.

0 V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação que
marcará mais uma etapa desta evolução profissional, discutirá muitos prjQ
blemas ligados à formação de bacharel em Biblioteconomia e, dentre eles,
desejamos focalizar o do estágio obrigatorio, planiflcado e supervisiona
do, uma experiência que a Escola de Biblioteconomia e Documentação

da

Universidade Federal da Bahia pretende ampliar no próximo ano.
t
2 - OS REGIÍvjENTOS QUE EXIGEM ESTÁGIO

Os regimentos da maioria das Escolas de Biblioteconomia do
País não falam em estágio como prática obrigatória para seus alunos. Esta e a observação que fizemos ao ler o trabalho de Laura Russo a que

já

nos referimos.
Algumas escolas exigem relatórios e supervisão para o estágio.
Outras, não citam essas exigências. Apenas os regimentos da Bahia e Para
ná determinam o número de horas com supervisão de um professor. 0 regimento da Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal da Bahia obri
ga ainda a apresentação do relatório de estágio, após completar as 200hs.
(art. 20),

sem o qual o aluno não receberá diploma de conclusão de curso

(x) .
Uma das mais novas escolas de Biblioteconomia do País a de Bra
sília, não prescreve o estágio para o curso de graduação, exigindo-o, po
rem, para os cursos de pós-graduação (/i.3«3»)«
No regimento da Escola do Ceará,
art. 115 dizs

funcionando há dois anos,

o

"0 diretor indicará ao Reitor os nomes de bibliotecários

que deverão supervisionar as atividades dos alunos..." Não fixa o tempo.
Não há também normalização expressa no regimento dos Cursos da
Biblioteca Nacional.

0 estágio e livre não há supervisão.

0 art. 19 parágrafo 3^ do regimento da Escola de São Paulo observa;

- "0 ensino será ministrado em aulas teóricas e práticas, Incluin

do projeções,

conferências, debates, seminários’,

estágios, projetos e

trabalhos de laboratórios". Está clara a exigência do estágio, mas sem
outras quaisquer normas.

(x) Em I96I4. e 1969 i dois alunos colaram o gráu em maiço, depois que completaram as horas do estágio.

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�Intelranente omissos no assunto são os regimentos das Escolas
de.Pernambuco, São Carlos, Rio Grande do Sul e Santa Úrsula da Guanabara.
Á Escola de Minas Gerais exige o estágio de acordo com

o art.

do seu regimento c, como a maioria, não fixa normas.
'

Vemos, assim,

que divergem os regimentos das onze Escolas

que

tiveram os seus regimentos publicados o que evidencia a maior ou menor
importância que se dá ao estágio e que poderão ser apreciadas neste

V

Congresso da classe.

2.1 - 0 ESTlGIC NA ESCCLA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUI&gt;iENTAÇAO
DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAKIA
Desde que a Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal
da Bahia ingressou na Universidade pelo convênio de 19535 vem exigindo
dos seus alunos a prática de estágio com supervisão de um professor
cadeira técnica. Elaborado o regimento em vigor,

da

já figurando como um

dos estabelecimentos de ensino pelo Estatuto da Universidade, sentiu

a

Escola a necessidade de dar uma obrigatoriedade mais formal ao mesmo

e

determinar o mínimo de horas dadas em 200.
Em virtude de o Serviço de Informações Bibliográficas

(SCIB)

não possuir amplas instalações para a prática efetiva de todos os

seus

alunos, ficou estabelecido que provisoriamente o estágio seria dado nas
bibliotecas universitárias onde o Chefe da Biblioteca seja também profe_s
sor da Escola de Biblioteconomia. Em outras bibliotecas do Estado

onde

as condições e exlgencias sejam idênticas, pode o aluno preferir 0 estágio.
As bibliotecas universitárias que dispõem de melhores instalações são a da Faculdade de Direito e Engenharia. Cada uma delas tem orientado algumas dezenas de alunos,

com experiência mais ou menos coinci-

dentes.
0 aperfeiçoamento do estágio tom sido evolutivo,

evidenciando

também o interesso do aluno em dar melhor rendimento procurando treinar
todas as técnicas, empenhando-sc

cm tarefas novas para adquirir uma segu

rança completa de todo serviço.
Em reunião do Conselho Deliberativo de março dêste ano, a Dir^
toria da Escola encarregou uma comissão de professores para estudar

um

planejamento de estágio que equiparasse normas e tarefas a serem observa
das pelos professores e alunos. Esta Comissão composta dos professoress
Esmeralda Maria de Aragão, Marinha de /uidrade, Lourdes Conceição,

Maria

Stela Pita Leite, Dinorah Mendonça Luna e Eurydice Pires de SanfAnna se

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�reuniu algumas vezes e decidiu apresentar ao Conselho para aprovação,

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esquema de como será processado o estágio no próximo ano.
0 estágio será dividido em 5 fases, cada uma delas com tarefas
especiais com um total de 200 hs. até que seja reformado o Regimento

em

vigor.
Na la fase denominada de Observação, o aluno terá o seu primei
ro contacto com os serviços de uma biblioteca para apreciar o seu funcio
nanonto e anotar os dados da ficha confeccionada pela Professora de Orga
nizâção de Bibliotecas e que receberá ao iniciar o estágio. 0 tempo

ne-

cessário previsto para a entrega da ficha e de 15 hs, Na ocasião em

que

fór entregue a ficha, a Prof*^ de Organização marcará o dia para discussão dos dados anotados. 15 hs.
A 2â fase que denominamos Fixação das técnicas,

será a fase de

treinamento, sob a supervisão de imi professor de cadeira técnica,de acór
do com o regimento. Todos os professores porem corrigirão as tarefas

da

sua especialização, a fim de que possa o supervisor melhor dedicar o seu
trabalho de orientação geral daqueles alunos que

estiverem aos seus cui-

dados e possa também o aluno ampliar os seus conhecimentos teóricos. I50
hs.
Já na 3^ fase do estágio o aluno estará capacitado a fazer
seus próprios planejamentos, seleção do material necessário para

todas

as secções e terá também uma relativa experiência com os problemas da or
ganização científica das bibliotecas, problemas de direção e administração. Todos estes problemas serão apresentados na forma de ofícios,

rela-

tórios, exposições, etc. 15 hs.
Na

fase o aluno fará pesquisas de opinião do leitor,

tornan

do por sua vez a biblioteca mais próxima do mesmo através de informações,
entrevistas e orientação para consulta. Dedicará 15hs.
Na 5^ e última fase fará uma prática nas diversas secções

de

uma biblioteca como se fosse realmente um profissional. Após a conclusão
dessas práticas, redigirá o seu relatório final com críticas, observações e sugestões. 0 tempo previsto necessário para a conclusão final,

e

de 20 hs.

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�FICHAS USADAS

0 controle do estágio vem sendo feito pela Escola através
duas fichas;

de

a ficha de frequência (mod, 1), para contagem do tempo, e a

ficha de rendimento (mod. 2), onde o aluno registra a quantidade de práticas efetuadas e traz ainda o conceito do supervisor a respeito da assi
duidade, aproveitamento, conduta, interesse e dedicação do estagiário.
A ficha de observação (mod. 3)
ano,

q^s vai ser adotada no próximo

constituirá uma nova tarefa do início do estágio,

considerada Indi^

pensável para os primeiros contactos do aluno com os serviços de uma biblioteca cujo funcionamento conhece teoricamente.

departai«iSnto de estágio

A Comissão que estudou a planificação do estágio considerou
que para melhor coordenação e controle dos alunos na prática do mesmo s^
ria de bom alvitre a criação do Departamento de Estágio cuja função será
exatamente esta;

coordenação o controle. Aprovada a idéia,

será posta em

execução no próximo ano, incorporando-se ao novo Regimento já cm estudos.

CONCLUSÃO

A preocupação dos professores da Escola de Biblioteconomia e
Documentação da Universidade Federal da Bahia em consonância com sua Diretoria tem sido a de estudar e planejar a melhor formação dos alunos,re
vendo programas, proporcionando contactos com profissionais de outros E_s
tados, de comprovado saber e excelente cultura, no interesse especial de
não se acomodar com soluções, mas adaptá-las às exigências culturais

do

País cm geral, e do estado em particular.
A planificação do estágio nasceu désse estado de animo,
disposição, na convicção de que ele é realmente una imposição da
formação do Bacharel em Biblioteconomia. Acreditamos que,

dessa
melhor

como o Medico,

o Bacharel em .Direito, o Farmacêutico ou outro qualquer profissione.1

de

nível superior o Bacharel em Biblioteconomia precisa praticar, viver

os

problemas antes de receber o seu diploma o que lhe dará na vida profissl
onal mais desembaraço, mais segurança. Esta convicção é reflexo da experiência que vimos tendo na prática do ensino de Biblioteconomia e na observação da vida profissional dos que

teem recebido diploma na Escola de

Biblioteconomia da Universidade da Bahia.
Acreditamos que aquelas Escolas já incorporadas às Universida-

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�-9dcs, não terão dificuldades cn aplicar o esquema do estágio planificado
tornando assim as práticas mais uniformes.

RECOMENDAÇÃO

1 - Recomendamos à apreciação do V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação a apreciação do presente estudo paro. adoçãoj

como

estudo básicoj pelas demais Escolas de Biblioteconomia do País,

cm

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�-10-

REFERÉNC IAS BIBLIOGRAFICííS

1 - RIO GRANDE DO SUL.
sino superior.

PONTIFICIa UNIVERSID.íDE CaTÓLICA,

Didática do cn

Porto Alegre, 1965* 275p*

Z - RUSSO, Laura Garcia Moreno. A bibliotecononla brasileira, I9IO/I965»
Rio de Janeiro,

3 -

Instituto Nacional do Livro, 1965»

Estudo comparativo dos currículos das escolas reconhecidas p_e
lo MEC Ins FEBAB - Boletim Infortnativo, 9
196k-

I4. - Sii.NZ, B. Mi

(s/Z;) s

53-59? nar/abr.

\
Anallsis de los informes nacionales sobre el estado ac-

tual de la profeslon bibliotecária en imierica Latina, Medellln,
Colombla, Unlversidad de Antioqula. Escuela Interamcrlcana de Bibliotecologia, 19^5♦ 276pi

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�ANEXO
Una sugestão e un relatório

A Comissão encarregada de planlflcar o estágio levou em

conta

alguns dos relatórios apresentados pelos alunos e sugeriram práticas especiais ^ prorrogação do tempo fixado no regimento e experienclas na vivência com os problemas,
Na realidadej essas sugestões revelam o interesse do aluno e a
seriedade com que encarou o estágio na formação da sua profissão.

Temos

observado que os melhores estagiários se revelam também profissionais
mais seguros e desembaraçados.
Dois desses relatórios foram selecionados para publicação.

1 - SUGESTÕES DE UMA ALUNA PARA PRSSTAÇãO DE ESTÁGIO
V
Uma estudante de Biblioteconomia - estagiária

numa Bibliote-

ca.
1.

o que espera

2. o que sente
3.

o que busca

/|.

o que deVe encontrar

1. o que espera
1.1 - boa acolhida
1.2 - ambiente de trabalho (físico e humano)
1.2.1 - ambiente físico sadio,

propício

confortável

1.2.2 - ambiente humano cordial, sincero
2.

0 que sente

2.1 - relativa timidez (medo de errar)
2.2 - ansiedade de acertar sempre
2.3 “ gratidão ás pessoas que se mostram sinceramente interessadas em ajudar, ensinando ou corrigindo,
Z,l\. - ser escasso o tempo de estágio.

0 período mínimo de 200hs.

equiva-

le a í\0 dias de 5 hs. de trabalho. É certo que esse período mínimo
até que nos favorece, pois com a obrigação de dar horas á Faculda-

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-

dG G ao trabalho (a maioria trabalha), lutamos com serias dificuldades para prestar o estágio. Lamento confessar que gIg fica saerj,
ficado. Gostaria, se possível, que a Escola examinasse a possibili
dade5

se minha idéia se justifica, de operar uma transformação?por

exemplo?

organizar o programa e o número de aulas, de modo que

o

estágio fosse prestado entre o fim do curso e a entrega do diploma,
num período de 3 meses. Sem a preocupação de aulas, a estagiária
se dedicaria apenas a pôr em prática o que assimilou e observar os
problemas novos que surgem, aprendendo suas soluções.

3* o que busca
3.1 - integração ao tipo de trabalho
3.E - conseguir aplicar o que aprendeu
3.3 - assimilar experiências vividas que ajudem a solucionar problemas
.

futuros.

3.i| - oportunidade de conhecer toda a estrutura e mecanismo de uma bibli
oteca.

k* o que deve encontrar
Ú-.l - boa orientação nos diferentes trabalhos
[|..2 - oportunidade de fazer todos os serviços técnicos
i|.;3 - um meio de conhecer também a parte administrativa, da qual se tem
só conhecimento teórico ministrado no 22 ano do Curso.

Salvador, l6,8.66
(Ass,) Vanda'Cunha

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�-3-

FíELATÓRIO

Aos treze dias do nês de outubro do nil novecentos e sessenta
e quatro,

sob a orientação da Prof^ Maria Stela Santos Pitta Leite,

da

Cadeira do Classificação da Escola de Biblioteconomia c Documentação
da Universidade Federal dex Bahia, iniciamos os trabalhos de organização
dos livros existentes no Departamento de Filologia Romãnica dirigido pelo Prof.

Nilton Vasco da Gama e suas assessoras voluntárias Srtas. Ter^

za Leal Gonçalves Pereira e Celia Marques Teles.

2. Examinando o acervo,

concluímos ser o mesmo composto de

obras sobre Filologia e Linguística,

sendo reduzido o número de livros

-

fora do assunto, resultando daí uma Biblioteca departamental.
3. Das observações feitas decidimoss
a)

registrar os livros pela ordem de entrada na Biblioteca, em

folhas próprias 5 destacáveis,
b)

obedecendo à técnica biblioteconómica5

catalogar as obras levando em conta os dados da folha

de

rosto e outras anotações importantes encontradas fora dela. Vale salientar que foi rigorosamente mantida a ortografia original das obras a
de situá-las no tempo,

fim

satisfazendo as exigências dos estudos nelas rea-

lizados 5
c)

adotar a Classificação Decimal Universal

a mais difundida e adotada que qualquer outra,

(CDU), atualmente

em vista de reunir melhor

os assuntos dentro de uma especialidade e permitir maiores detalhes,
d)

adotar o Catálogo Sistemático de Jesse Hauk Shera e Marga-

ret E. Egan, nomes mundlalmente conhecidos pelos elevados estudos

sobre

Biblioteconomia e assuntos correlatos. Vale mencionar neste Relatório
que

o Prof. Shera, deão da School of Livrary Science, da VJesternReserve

Unlversity, "é atualmente considerado uma das maiores autoridades em Bibliografia e Documentação, além de ter exerclco com destaque várias

fuu

ções entre as quais a de Catalogador da "Miaml Unlversity Library",

Chio,

1927-28*5 Diretor do "Census-Llbrary Project da Library of Congress,
Washington, 19Ú-0-Ú15 Diretor Assistente da "Unlversity of Chicago Library", etc. Dentre suas múltiplas atividades profissionais mencionamos ain
da a de editor da "American Documentatlon",

editor associado da "Library

Quarterly", delegado oficial dos EEUU à UNESCO Conference International
Bibliographle Service, realizada em Paris, 1950 e delegado à ASLIB Study
Conference on Classlflcation,

Inglaterra, 1957. São Inúmeros os tra.balhos

publicados por Jesse Haulc Shera versando todos eles sõbre classificação,
bibliografia e documentação.

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�0 Catálogo Sistemático de Shera consta de cinco fichárioss o
topográficoj o sistemático propriamente ditoj o de autor e titulo5 o índi
ce e o numérico.
e)

organizar um "fichário de decisões" a fim de dar conhecimen-

to aos interessados das alterações e adaptações feitas 5 tendo-se em vista
os interesses da Biblioteca^
f) manter uma secção de Referencia e uma Circulante.
I4.. Ao finalizar este Relatório queremos salientar que o acervo
da Biblioteca do Departamento de Filologia Románlca da Faculdade de Filosofia da Universidade Federal da Bahia, devido à fusão das classes ij. e 8,
foi classificado pela segunda vez, obedecendo às alterações feitas
FID

pela

(Federação Internacional de Documenáção). Sem exceção, todas as obras

receberam nova classificação em vista da classe I4. (antes Linguística)

ter

sido reservada para ciências e tecnologia, num futuro próximo. Esta mudan
ça radical atrasou o andamento do trabalho como era de se esperar.
Aproveitamos a oportunidade para apresentar a V. Sa.

os nossos

protestos de consideração e apreço.

Salvador, Z6 de setembro de I9Ó6.

(Ass.)

Moema Figueiredo Brasileiro
Maria de Fátima F. de Carvalho

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�MINISTÉRIO DA EDUCAÇ^^O E CULTURA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

(MOD. 1)

PICHA DE RENDIMENTO INDIVIDUAL DE ESTAGIO
1 - REGISTRO
Livros:

Periódicos:

Microfilmes;

Dlapositivos:

Discos:

Mapas;

Gravuras:
2 - CLASSIFICAÇÃO E CATALOGAÇÃO
Livros;

Periódicos:

Microfilmes:

Dlapositivos:

Discos:

Mapas:

Gravuras:
3 - PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

4 - PRÁTICA NA SECÇÃO DE REFERÊNCIA

5 - PRÁTICA NA SECÇÃO CIRCULANTE

6 - PRÁTICA NA SECÇÃO DE DOCUMEOTAÇÃO

PARA USO DO SUPERVISOR;
Conceito do estaglario
1 - Assiduidade;

2 - Aproveitamento;

3 - Conduta:

4 - Interesse e dedicação;

5 - Outras observaçõès;

Aluno

Prof. Supervisor

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�MINISTÉRIO DA EDUCAÇ,TO E CULTURA

(MOD. 2)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMEOTAÇKO
BIBLIOTECA;
ALUNO:

SÉRIE:

TOTAL DE H0R;\S

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�MINISTÉRIO DA EDUCAÇAO E CULTURA
UNIVERISDADE FEDERAL DA BAHIA
ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

(MOD.3)

FICHA DE OBSERVAÇÃO
1.
2.
3.
4.
5.

Nome da Biblioteca;
&gt;
Local^
Tipo: Publica:
Horário de funclonamento:^
Objetivos da Biblioteca:
.

6. Secçoes e serviços:
1. Seleção:
a)
b)
c)
2. Aquisição:
a)

Especializadai

Responsablblldade
Fontes:
Organização

_________

Compra - Verbas para livros:
Verbas para periódicos:
Verbas material audio-vlsual:
b) Doação:
c) Permuta;
^
d) Organizaçao e processos;
3» Registro. Preparação. Arrumação nas estantes e em moveis adequados. ■
a) Tombamento em;
b) Carlmbagera;^
c) Dorso;
d) Arrumação por:_
4. Catalogação:
T
a)Slmplifiçada;
b) Detalhada
c) código adotado:
d) Lista de cabeçalhos de assunto usada:_
5. Classificação:_
a) Sala de leitura. Organização do serviço, condições de espaço, hig_i
ene e mobiliário adequado.
b) Empréstimo a domicílio.
1. Organização do serviço;
2. Material circulante;
3* Exigências para o empréstimo:
4. Prazo para a devolução:
7. Referência:
a) Material:
b) Trabalhos executados; Orientação ao leitor:
c) Pesquisa bibliográfica;
d) Traduç3(&gt;''s:

________
■ ■

8. Pessoal:
1. Administrativo:
2. Tecnic»:
9. Acervo:
1. Livros:
4. Periódicos:_
2. Discos:
5. Diaposltivos:_
3* Microfilmes:
^6. Folhetos:
~
10. Observações gerais, incluindo sugestões e críticas que
nejamentos ou reorganização da biblioteca apreciada.

cm

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Mapas:
^B. Filmes:
9. Estampas;
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concorram para novos pla-

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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>A realidade brasileira e a formação dos profissionais de nível superior. O Bacharel em Biblioteconomia e sua formação. As Escolas de Biblioteconomia, os currículos, mudanças e transformações. O estágio como prática regimental. Experiência da Escola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade Federal da Bahia na prática do estágio. O estágio planificado e supervisionado necessário para à melhor formação de bacharel em Biblioteconomia.</text>
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Gereacbinimio

�V CONGRESSO 3R..SILEIRO DE BIDLI0TEG0N02ÍIR S DOCUNDSNTAÇÃO.
SEO PEÜLO

-

8 A 15 DE J.1NEIRO DE I967.

patrocinado pelo

INSTITUTO NACIONAL DO LIA/RO

TEMA 1

-

FOrOiACÃO PROFISSIONAL
UMA EXPE*

FORMAÇÃO INTEGR/.L DO BIBLIOTECARIO SM MINAS GERAIS
riSncia vitoriosa»
POR
H/.RIA MARTHA DE CARVALHO

020.711 815

IT^ed

CDU

02:378 (815.11)-

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�quc.1 tom concorrido no.turo.lmcnto o nrogrçsoo dr. cioncio o da tccnico.
nosso vertiginoso processo evolutivq por quo c.tre.vessa o nnndo atnal,
Ej

SG por im lado ficamos satisfeitos com a novo. di-

mensão e constante vo.lorizaçao da nossa prbfissaoy por outro sonti mos o peso do. extensão, dessa responsabilidade^ o.gravada do momento
em oue nosso curso se integrou^

por força dO: Lei nâ 3006^ na catego-

ria de ünido.c!.o da Universidade Federo.1 de Minas Gorais o, portanto j
em iguo-ldado do condiçoes com fo.culdo.des da tradição do imia Mediei na, Sngenlio.ria, Direito, ,ctc.

2,

Plano do ensino.

Visando,

pois,

o pleno desfenvolvimento do nosso plano,

do ensino, dosdobramos as matorias constantes do currículo mínimo da
seguinte maneira;
1,.

HISTÓRIA DO LI^/RO E DAS BIBLIOTECAS
1.1.
Historia do Livro e das Bibliotecas

2.

HISTÓRIA DA LITEPuOTUPA.
2.-1,
Historio, da Literatura
HISTÓRIA DA ARTE
3.1.
História do. Arte

cm

1

U.

IHTRODUOAO AOS_^ESTTJDOS HISTÓRICOS ^E SOCIAIS
l;,!.
Introdução aos Estudos Históricos e Sociais

5.

EVOLUÇÃO DO pHSAHENTO EILOSÓEICO E CIEHTÍFICO
5.1.
Evolução do Pon.sb,monto Filosófico' e Científico

6,

ORGAHIZAÇ.ÃO_ E ADMINISTR.iCnO DE ' BIBLIOTECAS
n.l.
Organização o Administração do Bibliotecas I
5.2*
Organização e Administroicáto de Bibliotecas II
6.3,
Adninistração Geral
6..Í.
Relações Humi.o.nas
6.5.
Prítíoa Eibliotocaria I'
'
.
,
.
6.6.
Pratica Bibliotecária II
. ■ .
6.7.
Pratica Bibliotecária III
a
'

7,

CATALOGAÇÃO E CLASSIPICACÃO
'
7.1.
Catalogação I
^
. •
7.2.
Catalogarão II
,
'
7.3.
Cla.ssificação I
7.4.
Clo..ssificação II
7«5.
Catalogação c Classificação de Materiais Especiais

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Historico

A atual Escola de Biblioteconomia da UFMG nasceu do
idealismo de Etelvina Lima que se propos,

em 1950, atendendo a so-

licitação do Instituto BCvcional do Livro, a criar em Belo Hor^.zcnte um curso de biblioteconomia, destinado à formação de professoras
bibliotecárias,
Reo-liza.do sob convênio com a Secretaria de Edu.caçao
do Estado de llinas Gerais,
to,

teve este curso, a partir do ano soguin

o pa.trocin.io exclusivo do líTL que se decidiu, dia.nte dos exce-

lentes resulta^dos obtidos, a Hie dar continuidade,

jã que aquela

Secroto.ria de Estado não mais se intcrcssa.ra. em mante-lo, Foi quan
do o mesmo passou,

do seu caráter inicia.l espccializa.do, a ter fi-

nalidade mais ampla., dedicando-se então a formar bibliotecários
que iriam servir a todo tipo do biblioteca.
Prova,
tou, a cpoca.,

aliás,

o grande interesse que o curso dcsper

o fato do terem todos os elementos que ostavaja a

frente da chefia das bibliotecas dficiais em Belo Horizonte procurado nôle se matricular.
Consciente do importante papel do bibliotecário

na

socicds.de moderna e sem se distanciar do princípio de que a escola
pare. sua formação profissional não dove so limitar exclusivãmente
ao problema do sou preparo técnico,
ópoca,

a diroção do curso,

já aquela

se preocupava com a. necessidade de •uma base cientifica o hu

manística aliada a essa preparação tocnica do futuro bibliotecário,
E, na certoza do sor indispensável osso suporto cultural cm favor
ds. sua formação profissional,

conti^ibuindo para um molhor dosemponho

do suas atribuiçoos no cxorcício da profissão, adotara no curso
disciplinas culturais, mais tardo incluidas no currículo mínimo da
bibliotocononia,
Com o corror dos anos, vem crescendo a responsabili^
dado do bibliotecário, fonômono quo não podo sor nogado o para

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8.

DOCUíSrlTAÇiro
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'
8.1.
Docimcntaçco I
8.Z.
DocLvncntr.çSo II

,

9.

3IBLI0GR.IFIA E. HEFSRÊIÍCIA
9&lt;.l,
Bibliogrc.fio. Geral e Reforoncia
9.2.
Bibliogro.fia Especializada I
9.3«
Bibliografia Espoci-alizad&lt;a II

1^, P/.LEOGRiElA
10,1, Paloografia
As diversas disciplins.s foram distribuídas^

obcdcccn

d.o a soguinto soriSLcão;

2.1,

la.sírio;

Bibliografia Geral o Roforôncia
Catalogação I
Classificação I
Organização e Administração de Bibliotecas I
Historia da Literatura
Paloografia
Pr.atica Eibliotecãria I

2o-,serio;

Bibliografia Espccializa^da I
Catalogação II
Classificação II
Docuriontação I
História da Arte
História do Livro o das Bibliotecas
Organização o Administração dc Bibliotecas II
Prático. Bibliotecária II

Ba.serio;

Administração Geral
Bibliografia Especializada II
C'’talogação o Clo.csj.fico.ção do Materials , Espociais
Documentação II
"
Evolução do Pensamento Filosófico c Cientifico
Introdução aos Estudos Históricos c Sociais
Prático/Bibllotocária III
RolaçSos Humanas
^

Prática Bibliotecária,

Como subdivisão da materia Organização o Administra.ção de Bibliotecas,

criamos- a disciplina Prática Bibliotecária

.&amp;ug

tom por finalidade,

soguendo o próprio nomo indica, dar ao futuro

profissional um treinamonto intenso nas prátic'"S do todas as mato rias chamadas tócnicas,
Esta disciplina,
inclui,

qu.o c ministrada nas tres series

cm sou programa do IQ ano,

,

visitas a bibliotecas para que o

aluno, - cujo conlaocimonto sobro o assunto costuma ser multo limita

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do - tomo conto.to com sous diforontos tipos,

sou tro-tnllio , o seus

sorviços, Nenhum iiictoào-nuis--ofico.z*-p'’,rrt se dor oo futuro bitiioto•
*&lt; •{ «j 1-'
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enrio nlguDns noções clnro.s nosto domínio do cuo loví-lo no proprio
nmbiento objoto do sou estudo,

oportunidade- om que obsorvs.rí dota -

Ihos quo,

llio osco.pario.m nornalmcnto, Ainda na

como simples leitor,

fase inicial,

os alunos so dodica.m, alen dessas visitas, a pequenos

estágios junto a bibliotecas publicas, universitárias,

oscolaros.

etc.

‘V. U;
Contudo, o trabalho mais importante doScinpcnhadò pe-

la Prática Bibliotecária, o,

som dúvida,

o que se soguo a ossos está

gios c quo so faz na Bibliotoca-laboratório da própria Escola, quan
do nossos alunos so encarregam do organizai.r a biblioteca pondo

cm

prática todos os conhocimontos que a.dquircm nas aulas tooricas: de^
do a seleção do material ato o sou preparo para empréstimo,

som fal

tar a elaboração dos catálogos.
Completando osso trabalho desenvolvido na área da E^
cola, mantemos o estágio, tambom sob controlo nosso,

c qaic so faz

junto às bibliotecas da Universidade«

3*

Estágio cm bibliotecas,

3.1. Justificativa para sua implantação.

Constitui,

som dúvida,

o estágio um sistema de ensi-

no prático, representando uma forma a mais do instrução complomon tar para o aluno. So bem quo mais difundido ontre outras profissões,
proporciona ele ao estagiário um troianomto oxtra-oscolar,

com

possibilidade da aplicação dos onsinaaientos teóricos a.dquiridos

a
no

curso. Difero do aprendizado', para o qua.l sj pressupõe já uma forma
ção profissional completa. Alóm do d-^r - ainda quo modesta - uma
compensação financeira,

o estágio permite ao ost^^danto um treino

sob a orientação do profissional oxporionto,

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cujas atividades podo-

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�rcí soguir. do porto; c.s observações que fara o o traballio que poderá
cxGcutar, debaixo da constante e cuidadosa vigilância do pessoas
qualificadas5 nuito contribuirão para o■desenvolvimento mais rápido
do suas capacidades latentes,
Holcvando todos estos aspotos e por considerar que
um curso so .atinge seus reais objetivos cuando pode ser ministrado
cn tempo intogralj foi cue a nossa Escola laitou para que seus alu nos pudessem complementar seu horário de aulas com um certo numero
do horas de estágio,
A essa necossidade,

juntou-se outra, não monos sensá

vol do ponto do vista social o que csts.ria relacionada com o proble_
ma economico da maioria do estudante brasileiro,

que so ve obrigado

a trab''.lhar para o sustento proprio e melhoria de suas condições do
vida,
Foi, pois,
a .Uuivorstdado criasse
oteconomia.

com esto pensamento,

quadro de ostagiários-acadomicos do bibli,

Pura osso projeto^

Magnífico Reitor,

que lutamos para que

contamos com o. alta compreensão

Professor Aluisio Pimenta,

do

cujo integral apoio

à

nossa idoia possibilitou-nos ver concretizado o do imediato implantado o sonhado estágio para nossos alunos,
Hoje,

o estágio o uma realidade c ost.á integrado de-

fini ti vamonte na vida escolar de nosso estudante* Os resultados obtidos,

em 1965, ultrapassaram em muito nossas espotativas,

qud, no corrente ano,

tanto

as solicitações do estagiários foram cm nume-

ro superior -às disponibilidades da Escola,

3,2,

Normas para o estágio.

Para regailamentar este estágio, foram estabelecidas
as seguintes normas,

cuja observação o obrigatória para efetivação

do mesmoí
I - Os estagi-^rios serão recrutados entro os alunos

cm

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dc-s duas 'altiaas series da Sscola do Eibliotccoiiomia, levando-se en ,
conta o aprovGitanonto no curso e a necessidade financeiro dos nesmos,
II

- Deverão os esto.giãrios so suiDinotor às "Instru

çoes" cuo serão baixadas quando da aprovação do "Quadro de ostagiários-acadeiaicos"^ c. ser criado na Universidade,
III

- 0 estagio so extinguirã quando o ergSo ou

çao da R.,itcria ,julgar conveniente,

s|5

sendo, portanto, precária a si-

tuação do estagiário,
IV

- Ficará tanbcn extinto o estágio con a diplona

ção ou reprovação do estagiário.
.V

- 0 estagiário ficará sujeito a 20 (vinte)

ras scinanais de estágio,

ho-

que serão distribuidas do acordo com o di-

retor do orgao ou chefe da seção de exercício,
VI

- Será de n'60,000 (sessenta mil cruzeiros) men-

sais o valor da bolsa, a ser concedida ao cstagiário-acadomico,
VII

- A fiscalização das atividades do estagiário

ficara afeta, inediatamento,
ando o, mediaramontG,

ao órgão ou seção onde estiver estagi-

à Fscola do Eibliotoconcniia,

VIII - Mcnsalmcnte a Escola do Bibliotocononia envia
ra ao Magnífico Reitor a freqüoncia dos bolsistas,

ficando a Reito-

ria responsável pelo pagamento das bolsas
IX

- 0 ato de admissão do estagiário sorá individu *

al, devendo ser firmado pelo Magnífico Reitor e pola Dirotora da E_s
cola de Biblioteconomia.
«

3cp.

Controlo'do estágio,

0 controle do estágio o feito da seguinte maneiras
mensalnonte,

os chefes das bibliotecas enviam à Secretaria- d'", Ssco-

la relatório suscinto das atividades desenvolvidas pelo estagiário,
acompanhando o respectivo atestado de freqüencia. Posteriornento,
aquele encaminhado à professora de Prática Bibliotecária,

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e

a quem.

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compotG o cxamo do c.provoit.ancnto do e.l\mo-cstr.giíírlo. Ho caso do
constatado pouco ou nonhum aprovoltaxionto, c proposta a sua nudança do seçao ou ncsno da bibliotoca,
Un outro sistona adotado, com' sc.tisfa»torios resultados,

0 o do rodízio,

tcEiporàriajaonto, entro os estagiários, Con es-

sa medida, procura-so proporcionar a. estos ua conhecimento goner"'li.
zado de todos os setoros das bibliotecas, com a possibilidade do se
evitar os inconvenientes ouo acarrotaria.n o habito ou vício as tare.
fas do um único serviço.

3»k»

Novas perspectivas,

líão termina, aqui o plano do estágio cria.do por nossa
Sscóla., Guo se propoe a intensificá-lo, a.o tentar a.mpliar sua área
do ação, estendendo-a alon das fronteiras de nosso Estado. Nesse
sentido,

aliás,

ó-- tivemos ocasião de entra.r. on contato com Direto-

res do Bibliotecas ou Serviços Bibliotecários do alguns Estados,aos
quo-is expuzemos o nosso projeto pa.ra aplicação durante os períodos
do ferias oscola.ros. E,

embora; já tenhamos recebido para r.ossa idéia

a manifestação simpática de tres dos orgãos consultados
Paraná e Rio Grande do Sul),

(São Paulo,

s6 nos foi possível, em julho último,

enviar 'una estagiária, a São Paulo,

onde teve ensejo de fazer um

treinamento proveitoso no ca.mpo muito especial da "biblioteca pa.ra
cegos" e polo qual manifestara grande interesse.
Concluindo, deseja, e esper'* esta. Escola conseguir ,
no proximo ano, novas oportunidades nesse terreno, pois estamos con
victos de que nossos alunos muito lucra.rão,
mação profissiona.1,

em proveito do sua. for-

con a exporiencia dos bibliotecários do outras

regiões do pa.ís.
Belo Horizonte,

12 de outubro de I966

(a) Maria Martha. de Carvalho .

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                    <text>iv\-jrr»S

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I

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lartirnispl»

V

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�V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E 'DOCUMENTAÇÃO
SÃO PAULO - 8 a 15 de JANEIRO do I967.

PATROCINADO PELO

INSTITUTO IL.CIONAL DO LIVRO

TEMA I - FORMAÇÃO PROFISSIONAL
A FORHi.ÇÃO DO

BI3LIOTSC.ÍRIO

POR
ANTONIO VIEIRA DA SILVA
CLi.R;. M..RÜ. WE3ER EAKRETTO
ELZ.. CELESTE FIGUEIREDO

020.711 81
021378 (81)

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3iUÍPx.I0

CDU

cnu

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�„1-

SINOPSE

Estuda a profissão do bibliotecario-documenta- .
rista como resultante de fatores sociais e sujeito
constente revalorização conceituai.
no- da biblioteconomia,
cional,

Comparando o ensi-

nos âmbitos nacional e interna-

expõe a necessidade de um currículo

a realidade brasileira.
sional, na Bahia,

a

adequado

Focaliza a situação do profis-

apresentando sugestões para que

o

problema seja solucionado.

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�-2-

SUMÁRIO

1.

INTRODUÇÁO

2.

CÜRRÍ GULO MÍNIMO

3.

2STUDO COMP;uUTIVO DOS CURRÍCULOS NACIONAIS E ESTRANGEIROS

U.

DE UM CURRÍCULO QUE CORRESPONDA ÁS NECESSIDADES

BRA-

SILEIRAS
5.

PROCESSOS DE APEREEIÇOiJ^íENTO PROFISSIONAL

6.

AS BIBLIOTECA^S E A PROFISSÃO DO BIBLIOTECÁRIO NA

BA

HIA
7.

CONaUSAO

8.

rsferSincias bibliográficas

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1

�1. INTRODUÇÃO

O grande desenvol-vimento das ciências tecnológicas requer do honen atual un aperfeiçoamento mais categori
CO,

pois as transformações político-sociais dos

continentes

estão a exigir de todos um conhecimento mais apurado,
mada de posição independente,
bliotecário,

como

criteriosa.

uma to

Deste modo, o

bi-

componente de uma sociedade em mudança,não

pode ficar indiferente ao processo evolutivo. Longe esta
época em que o bibliotecário era um simples,
guardião de livros. 0 bibliotecário moderno
mo um orientador de leitores,

desapercebido,
justifica-se co-

um pesquisador imparcial,

docunientarista seguidor das novas técnicas de
iíuito

a

üm

documentação.

se tem dito e feito pelo aperfeiçoamento

dos métodos documentários e biblioteconômicos, ncLS pela valo
rizaçcio do bibliotecário,

como profissional,

pouco ou

quase

nada se fez até hoje. Trazemos como testexmunho nosscx

expe-

riência de três anos no exercício da profissão e alguns

me-

ses na Presidência da Associação.

não

tão fracionário

3m tão pouco tempo

se o compararmos ao espantoso avanço

ciências e tecnologias no mesmo período)
mais intrincados problemas,
caz,

(

e verificarmos,

das

depa.ramo-nos com os

a exigirem solução imediata,

apesar de nos,

tas nurna profissão mal conhecida,

efi

as desvantagens implíci-

interpretada,

á inegável a participação ativa do bibliotecário no desenvolvimento educacional e social de um país;
lizmente,

Inf_e

poucos são os países - e neste grupo não podem es-

tar incluídos os chamados "c^m desenvolvimento" - que se prep,
cupam cm lhe oferecer os meios materiais para realização
sua tarefa construtiva,
va possível,

reconhecendo,

de

da maneira mais positi

seu papel no mundo moderno.

Portanto,

é

justo

•que o proprio bibliotecário lute por seu lugar ao sol,exigin
do o que lhe assisto por direito inalienável.

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0 trabalho que se segue,
era dados realistas,

baseado em pesquisas,

representa nosso esforço para que

dias

melhores e nais

justos sejam proporcionados ao bibliotecário

docuraentarista;

que os componentes do V G0NGRS3S0 Bi-u';.SILdIRO

DE 3I3LI0TEC0N0MIÍ1 E DOCUMENTx-.çr.O aceitem-no cono uma

hones

ta. contribuição da Associação Baiana, de Bacharois era Biblioteconomia.

Salvador, 50 d® agosto de 1966,

;eítonio vieira d.-, silva
Presidente da Associação Baiana
de Baxhareis em Biblioteconomia

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�5"

2.- CÜKRÍGULO MÍNIMO

Nó recur.do g-.o de 1887? foi criada a primeira
•
^
^
escola destinada ao ensino da biblioteconomia, A Biblioteca e
/s»
a instituição cultural que mais traduz a evolução ou involuçao
de um povo.

Por certo,

justas causas produziram condiçoes la-

vorcveis para o surgimento desta escola mater no College
ColUxUbia,

em Chicago;

of

o povo americano estava imbuído do

sen-

tido de sua missão renovadora, no mundo novo emergente,
\
Dizia o nosso poeta que o livro e a ciiave
permite ao homem o

que

conhecimento de si mesmo e das suas

reais

possibilidades, A Biblioteca representa, a integ.raçao do home.m
na comunidade dos povos deste planeta e,
demais gentes do sistema solar.

talvez nã.o longe das

Assim como os livros

mártires ignorados de um regime despotico,

sao

os

também as bibliot^

cas sao as maiores vítimas de governos inoperantes.

Dissemos

"bibliotecas” mas bem poderiamos dizer "bibliotecário” porque
este profissional imparcial,
compreendido5

incansável,

e mal retribuído,

in

desprestigiado.
Reconhece-se a necessidade do

bibliotecário

possuir ■ formação técnica-cultural cada vez mais aprimorada, dj.
versificada,

especializada,

ncga-se-lhe,

contudo,

de ocupar a chefia das nossas maiores bibliotecas.

o

direito
Wao

se com

preende mais o critério de escolherem pessoas que apenas
distinguiram pelo seu prestígio literário e erudito,
estas tao

ja

se
que

somente devem ser dirigidas por bibliotecários por-

ta.'ores de diploma^ superior,
0 bibliotecario-docuraentarista é,

antes d-; tudo,

um trabalhador social a serviço da democratização da cultura,
seu lema e a paz entre os povos,

as nações^

de ofício são os conhecimentos específicos,
^
^

seus instrumentos
conceituais

e

humanísticos.
Por

cm

1

conheci-mentos esoecíficos entende.mos

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�-.6-

a - Catalogr.ç?.o e classificação

'

b - Orgcjiização e administração de bibliotecas
e organismos de documentação. Arçuivologia
c - Seleção e compra de livros
d - Bibliografia e referencia
e - Documentação
f " História do livro e da imprensa
g - BIbliopsicologia
Os humanísticos e conceituais serãos
a - História das ciências
b - Conhecimentos literários e de línguas

es-

trangeiras
c - Sociologia
d -- Psicologia 3 relações humanas
e - Pedagogia,

Didatica

Incluimos a i,rquivologia porque as bibliotecas
possuem material manuscrito e deveriam organizó-lo

segundo

os critérios arquivísticos aceitos universalmente,
lí Bibliopsicologia estuda a influência exercida pela leitura,

ou livro,

em determinada pessoa.

Trata-se de

um campo pouco explorado e fascinante - a biblioterapia

, ou

bibliopsicologia aplicada,
0 mundo atual,

na sua complexidade de maquinas

indomadas, no seu "caos documentário"

(Bradford)

lança

mão

da documentação organizada como o unico meio de lograr a sanidade mental.
Certamente,
entífico,

uiaa especialização em um carapo ci-

seria o ideal. Entre nós,

a engenheira-

bibliote-

cária Bernadete Sinay Neves e um exemplo inequívoco a ultrapassar nossas fronteiras.
A Pedagogia e a Didatica devem fazer parte
currículo que^ visa também,

do

formar futuros professores de bi-

blioteconomia.

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3. ESTUDO C0M?.:RETIV0 dos aU-lRÍGULOS Ni.CIOIU.IS E ESTRENGEIROS

Examinando os
conomia.

no Brasil,

currículos de escolas de bibliote-

observamos a omissão d a Rrquivística.

A nossa Escola da Bahia (Escola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade Federal da Bahia)proporciona estudos sobre a Psicologia das Relações Publicas e Humanas,
a Bibliopsicologia (em seus princípios mais gerais)
estrangeirass

inglês,

francês,

e

línguas

alemão.

A Conferência de Berlim (19oZ)

teve por objetivo

fixar cis matéri as específicas da formação do bibliotecários
blioteconomia,

bibliografia e documentação,

mento do livro,

bi

história e conhecí

história das ciências.

Na Hungria e Polonia a história da filosofia e a
lógica sao disciplinas obrigatórias.
Exige-se pratica do latim em países como a
manha Oriental,

Ale-

Ghecoslovaquia,

Polônia e Hungria.
¥
A School of Library Science da University of Sou

thern Califórnia oferece cursos de eraduacão e doutoramento.De
modo geral,

o programa assemelha-se ao nosso.

ter o grau de master dependem da opção do

As teses para ob

candidato a da apro-

vação do Dean,
A École Nationale Superieure de Bibliothecaires
de Paris faz constar,
dicionais

na program-cção dos cursos,

(história do livro,

catalogação,

matérias tra-

etc,)

correspondem as necessidades atuais da profissão
da leitura,

técnicas documentais,

e outras
(

que

sociologia

etc,)Verificamos a

existên-

cia de duas modalidades de concursos para adraissão à Escola, 0
primeiro agrega o pessoal que funcionará como auxiliar do
bliotecas 5

bi-

importa em;
a)

Qontabilidade nas bibliotecas

b)

reconhecimentos dos diversos tipos de catálo-

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gos
c)

conservação de documentos,

0 22

etc,

concurso visa formar bibliotecário nível

superior para o Sstado. 0 aspirante deve possuir diploma superior. 0

concurso versa sobres
a)

análise comentada de um documento
do periodicd,

por exemplo)

( artigo

em língua nacio

nal
b)

entrevista com os examinadores,

na qual

o

candidato provará sua capacidade para gaiar
o leitor de uma biblioteca publica
c)

ca^tálogos para os diversos tipos de bibliotecas

d)

cooperação entre bibliotecas

A Universidade do Cairo

criou,

ção de arquivos e serviços bibliotecários,
de biblioteconomias
geiras,

em 1950?

com quatro cursos

catalogação em árabe e em línguas estran

arquivística e outras matérias comuns às demais esco

Ias.
Sm 1952, o governo da R.A.U.

firmou um

convê-

nio com a Unesco responsável pela criação do Centro de Sduca
ção Fundamental para os Estados árabes
el Layyan, Desde 1953,

o C.S.F.SoA,

(C.S.F.Sc:.,),' em Sirs

dá Cursos normais de bi-

blioteconomia,

e intensivos para o a.perfeiçoomento do

soal ciUxilio.r,

Desse modo,

a R.A.U.

pes-

incorpora a problemática

educação-biblioteca.
Também na Bahia,

tivemos um curso para os

au-

xiliares da Biblioteca Municipal de Feira de Santana, ministrado pela bibliotecária Maria de Lourdes do Carmo
ção,

Concei-

professora da Escola de Biblioteconomia e Documentaçãío

da U.F.Ba,,

organizadora daquela biblioteca interiorana, Pa.-

rece-nos ser uma experiência digna do nosso maior credito.

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k, DS UM CURRÍCULO :^iU3 CORRSSPONDL ilS NSC3SSIDi.D33 BíI.;SIL3IRãS

Como vimosj
em países da Europa,

pelo exposto, nos Estados Unidos e

se requer do candidato aos estudos bibli

oteconomicos uma previa formação universitária,
Brasil,

contudo,

encarregam,

superior.

No

as unidades superiores de biblioteconomia se

elas mesmas,de formar o técnico era biblioteconomi

a e documentação nível universitário.
As matérias do currículo n~o’estão unificadas,
nos diversos países,

nem no agrupamento de matérias, nem

estrutura dos plci.nos de estudo,
porém,

eis a verdade.Aqui no Brasil,

sempre usamos adotar soluções estrangeiras para probl_e

mas nossos,

sem repararmos que os métodos,

rísticas lo-cais inerentes,
A,

na

devido às caracte-

divergem frontalmente.

e países europeus a duração do

Se nos E,U,

currículo mínimo se faz

um ou dois anos,

é porque o candidato

taria,

Por isso cremos que houve um mal

superior.

entre nós,
duvida,

em

ja possui base universi
entendido,

ao reduzirem para tres anos .o currículo mínimo.Sem

não

se podia deixar sem pronta resposta a nossa urgen

cia de conseguir algo no menor espaço de tempo possível e sem
maiores esforços;

Se hoje somos um país em desenvolvimentop.ão

é justo que adotemos normas capazes de conservar este ” statu
quo per omnia secula seculorum”.
A carreira do bibliotecário tende,
mais,

cada

vez

a alargar o seu cempo de ação, não mais limitado as bi-

bliotecas, mas abarcando setores novos;
triais 0 comerciais,

as companhias

indus-

os grandes centros de documentação e pe_s

quisas, os arquivos.
Em varias nações européias,

a responsabilidade

do bibliotecário começa desde a edição dos livros.
prontos para desempenhar o que se espera,

Estaremos

tàcitamente,

de nós

"servus servorum scienciae”?

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5*, PROCESSOS DE i.PERESigO.JlENTO PROEI3310N/i

doutoremento,

Os bibliotecários precisam defender teses

dó

A literatura especializada ressente-se de

pu-

blicações nacionais. As teses,

abordando experiencias origi-

nais e apresentando soluções científicas,

serão a medida

de

nossa capacidade,

o equiparamento as outras ca.rreiras técni-

cas,

liberais,

científicas,

e nossa contribuição para o

sur-

gimento de uma literatura bibliotcconômica nacional.
As vantagens da cooperação internacional

para

o aperfeiçoamento de professores e graduados tornam-se

evi-

dentes.
'

A permuta de professores de biblioteconomiajUuin '

plano nacional c internacional,
dos seus aspectos,

deveria ser estudada em

to-

ja que o ensino da biblioteconomia não e^

tá unificado nos diversos países,

apresentando altos e

bai-

xos.
A ajuda mutua,

através de bolsas de

estudos,

conferências de eminentes mestres da bib].ioteconomia e documentação,

congressos e simposios,

estágios do alunos e

fessores nos centros mais adiantados,

pro-

facilitaria a formação

teorico-prática em nível análogo ao de qualquer outra espe —
cialização, No entanto,
da a um certo grupo,

esta ajuda não deve ficar restringi-

ou Estado,

Infelizmente,

com exceção de

estudantes de. dois ou tres estados brasileiros,

a percenta-

gem. dos que conseguem aperfeiçoar seus estudos,'no estrangei
ro,

á mínima.

Falar-se em despreparo dos técnicos de algumas

regiões do país,
de ninguém,
dade;

e muito fácil e não perturba a

Do outro lado da fronteira,

porem,

cc'^scietioia
existe a ver-

as nossas oportunidades não são as mesmas,

o que conse

gúimos á porque sobrevivemos e vencemos em condições que outros se considerariam vencidos.

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�.^1.

6. A3 BIBLIOTSCi.S E A PROFISSÃO DO ' 3IBLI0TSC/JII0 NA B.JilA

Ha séculos passados,
pavara en organizar,
mido acervo,

na Bahia,

os jesuítas ja se preocu-

una pecuena biblioteca dx resu

instalada ao fundo da Igreja da Companhia,

denominada Catedral Basílica.

Talvez fosse esta a

hoje

primeira

franoxeada ao público ein toda a ^hiierica.
Com o decorrer dos anos,
e,

na atualidade,

outras foram surgindo

o Estado possui 293 bibliotecas para

população do 6,750.000 habitantes.

Isto demonstra que a

una
Bi-

blioteca ainda continua sendo privilegio de poucos e desço —
nhecida do povo,
A população deve ser conscientizada das possibilidades' que proporciona uin maior grau de cultura para o al
caxee de posiçoes não apenas mais remuneradas,
maior pfestígio social.
percebemos o descaso,

Por outro lado,

como

de

nos bibliotecários

,

por uarte das autoridades competentes,

no que tange ao reconhecimento do valor da biblioteca

como

instrumento do educação e elevação do nível cultural do

po-

vo.
Nos nossos dias,

em que a necessidade de

tura e tão intensa quanto a necessidade de alimento,

cul-

deve

a

biblicrteca ter urea funçãx dinâmica contribuindo para o dcsen
volvimento social,
nacionais

científico e tecnologico.

Técnicos inter-

ja estimaram, que dois terços da população do mundo

SC defronta, com tres problemas essenciaiss luta contra a doença,

contra a fome e contra a ignorância - grandes responsa

veis pelos sofrimentos da população e pelo sub-dcsonvolvimcn
to,

Na Bahia,

a situação não e diferente;

numa fase de desenvolvimento regional-,

embora

se não

cuidarmos

solucionar as causas do sofrimento do nosso povo,
zarmos a necessidade da instrução,

estejamos

se despre-

o desenvolvimento acelero,

do perdera seu ritmo c o Estado ficara estexionado.

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de

�-12&gt;.

Consideramos ser n biblioteca de tão grande va
lor educativo Cxuanto a Sscola Primária,
mento de difusão cultural,
diando ideais,

ela age como instru-

disseminando conhecimentos,

irra-

contribuindo assim para que a educação perdu-

re e passe de geração a geração,

em constante aperfeiçoamen-

to .
0 bibliotecário,

consciente desta verdade,dara

sua parcela de contribuição,

agindo como um elo entre o lei-

tor e o livro,

dentro das suas

contribuindo,

possibilidades

profissionais para a elevação do nível cultural do pais,

do

estado ou município,
Na capital baiana para cerca de 800,000
soas existem /4-6 bibliotecas,

pes-

incluindo dentre estas as

per-

tencentes a orgã\os públicos ou privados: Universidade da Bahia,

Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENSj^

Petrobras, Banco Economico da Bahia,

etc.

Constata-se■que as

bibliotecas existentes estão muito acuem de cumprir sua verdadeira missão,

e que ainda não se permitiu ao bibliotecário

a oportunidade de atuar,

na sociedade,

como

"um filtro entre

a torrente dos livros e a sede de instrução das massas",
A Universidade da Bahia,
tudantil de 5,500 universitários,

com uma população

possui 32 unidades. Nas di

versas unidades trabalham Zj.2 bibliotecários,
des nãn

es-

c em 13

unida-

se encontram bibliotecários,
A Escola de Biblioteconomia e Documentaçao_

Universidade da Bahia,
fissionais capazes,
ta^nto,

desde'sua fundação,

eficientes.

tem formado

Não lhe foi possível,

da
pro

entre-

impedir que os mesmos se vissem atônitos diante

uma situação
esperando,

socio-econômica precária. Bibliotecários

há anos,

do mais sorte,

sua readaptação

de
vivera

sem consegui-lajuns,

ten

foram aproveitados e viram seus reais méritos

aplaudidos^ outros mourejam em bibliotecas desprovidas
verbas,

sujeitos a toda sorte de vexames,

profissional mal retribuído,

de

incompreensões, Um

e um descrente da carreira

que

abraçou e de si mesmo. Ninguém produz bem quando e despresti
giado.

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7,

CONCLUSr.O

Surge da nossa exposição a necessidade urgente
de uma mo.ior união e compreensão entro todos os
rios brasileirosj
dos.

. .

para que nossos objetivos

bibliotecá-

sejam concretiza

.
Temos cue nos fazer respeitar^

na sociedade.e profissionalmente.

Isto feito,

cada vez

mais,

devemos partir

em busca das resoluções dos nossos problemas junto às autori
dades competentes.
Conscientes da nossa missão,

concluimos

pela

reformulação dos métodos de ensino;
1)

incluindo matérias que atendam às novas exl.
gencias da profissão - arquivística,
psicologia,

■

culo normal,

pedagogia,

biblio

didática - no currí-

ou em curso de doutoramento ou

pos-graduação5
2) organizando permutas de professores das escolas federalizadas e estágios de alunos em,
centros mais adiantados do país ou do
'

ex-

teriorj
3)

proporcionando bolsas de estudos aos estudantes,

k)

nas matérias cm que se distinguirem^

criando ura prêmio nacional"(subvencionado
por organizações publicas ou privadas)

para

a melhor tese publicada sobre assuntos

bi-

blioteconõmicos.
'•
Outrossim, certos de que a remuneração,

I

da atraira maior numero de pessoas credenciadas,
l)

adequa

sugerimos;

que seja ampliado o mercado de trabalho nos
setores federal o estadual5

2)

que se encare como de nosso máximo interesse a criação de bibliotecas municipais

cm

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de serviço de documentação e pesquisas5
3)

que se promova uma campanha nacional de esclarecimento popular sobre o verdadeiro papel do bibliotecá.rio-documentarista na

so-

ciedade moderna.

Nos5

bibliotecários da Bahia,

participantes deste V CONGRESSO para que,
des competentes,

apelamos

aos

junto às autorida-

encontrem uma resposta lúcida,

concreta,

em

atendimento as nossas justas reivindicc.çoes.
I

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�■
-15-

8. R3FSHÈ1ÍCIAS BIBLIdGR.‘'?IC..S

1.

iJITÍOí.UIA, URIVRR5IDx.de.

S3CUSL*- INTSHiJ-iRRICANR DE BI —

BLIOTECOLOGÍxi. - La terccra graduación de bibliotecários universitários en Colonibia,
versidad de nntioCiUia,
2.
3.

'

RÍO5

C-.IR,

10(115)

abril,

IBGE,

RIO - Legisla-

1966,

Julien - La cooperacion internacional de

nara. Ias bibliotecas.

centros

BoIetín dJUncsro..

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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Barretto, Clara Maria Weber </text>
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                <text> Sampaio, Elza Celeste Figueiredo</text>
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                <text> Graduação</text>
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                <text>Estuda a profissão do bibliotecário-documentalista como resultante de fatores sociais e sujeito a constante revalorização conceituai. Comparando o ensino da biblioteconomia, nos âmbitos nacional e internacional, expõe a necessidade de um currículo adequado a realidade brasileira. Focaliza a situação do profissional, na Bahia, apresentando sugestões para que o problema seja solucionado.</text>
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15

DE 196?

INSTITUTO

INFORMAÇÃO

PARA

DE

DE

JANEIRO

NACIONAL

DO

DOCUI^ENTAÇÃO

LIVRO

CIENTIFICA

MELHORIA

DOS

PERIÓDICOS

NACIONAIS

POR
Havilah

Cunha

Pinto

Ferreira

(Bibliotecária do Departamento Nacional da Criança)

056.99

CDD I7S ed

05í6l (81)

Digitalizado
gentilmente por:

CDU

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st e m
14

15

16

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CONGRESSO

SÃO

BRASILEIRO

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PATROCINADO

TEMA

SUGESTÕES

PARA

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DE

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BIBLIOTECONOMIA

15

de

JANEIRO

INSTITUTO

=

DOS

DE

NACIONAL

INFORMAÇÃO

MELHORIA

E

DOCUMENTAÇÃO

1 9 6 7

DO

LIVRO

CIENTÍFICA

PERIÓDICOS

NACIONAIS

por

Havilah

lo

PERIÓDICOS, segundo as

Cunha

Pinto

Ferreira

"Normas para catalogação de impressos",

da Biblioteca Apostólica Vaticana,

são publicações editadas em

fascículos, a intervalos regulares ou irregulares, por
ilimitado, com a colaboração de diversos escritores,

tempo

sob a di-

reção de uma só pessoa ou de várias pessoas, em conjunto ou su
cessivamente, que tratem de assuntos diversos, porem dentro dos

limites de um programa mais ou menos definido.
Suas características principais, de acordo com as mesmas

nor-

mas são;
1)

Continuidade, ao menos intencional, pois muitos periódicos mor

rera depois de uma breve vida 5
2)

Colaboração, em geral, de várias pessoas;

3)

Variedade de conteúdo.
Examinando as características principais acima mencionadas,ve

rificamos que o próprio código admite a vida efêmera de certos periódicos.

2

3

4

Neste caso estão incluídos os periódicos nacionais,

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

que

19

�2
começam suas atividades bem intencionados,

com um programa de tra

balho bem delineado e que, após breve vivência, estacionam,

con-

densando sua matéria em 1 ou 2 volumes por ano ou mesmo 1 volume
I
de dois em dois anos, terminando muitas vezes por suspender
atividades.

suas

Isso é o que está acontecendo com certos periódicos

especializados em medicina, que se propoem no inicio a um progra
ma mais ou menos extenso, mas que ao cabo de algum tempo,

come-

çam a rarear,

findam

seus fascículos vão diminuindo, at é

^que

de modo geral sem qualquer aviso prévio.
Se examinarmos os quadros apresentados na publicação intitulada:

"Periódicos de ciências médicas e biológicas existentes

nas Bibliotecas Brasileiras",

editada pelo Instituto Brasileiro

de Bibliografia e Documentação em 19^2, verificamos que se eleva
a 288 o total de titulos de periódicos nacionais especializados
neste assunto, dos quais foram localizadas

5*5^9 coleçoes,

sendo

que apenas l88 estavam completas.
Foi impossível conhecer o número de periodlcos atualmen
te em circulação, porque muitos daqueles que constavam deste levantamento não mais existem, enquanto que outros surg±râm e

es-

tão em pleno funcionamento.
são inúmeras as

justificativas para taç elevado numero

de coleções incompletas, variando desde a irregularidade das publicações, até a entrega da correspondência postal.

2.

Procurando averiguar a "causa mortis" dos periódicos nacio—
s

nais idealizamos um questionário, que foi distribuído as principais revistas especializadas em medicina.
Dos que nos enviaram resposta pudemos dividir em

3

5

6

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14

15

16

17

dois

18

19

�grupos: os que recebem subvenção anual mediante recursos orçamentarlos e os que vivem

por assim dizer, por conta própria,

Nos primeiros se enquadram os periódicos editados por re
partições públicas federais ou estaduais, que contam com subvenções doadas pelo Governo, não tendo dificuldades financeiras *,pe
lo menos aparente,
deral como nós,

jã que para quem vive em meio de burocracia fe

sabe muito bem como se torna difícil obter verbas

para o exercício corrente,
impressoras,

realizar coletas de preços com firmas

collglr matéria destinada a publicação, enfim todos

os quesitos exigidos para a confecção de uma boa revista especializada.
No segundo grupo estão os patrocinados por Sociedades Me
dicas, ou simplesmente os que existem em função da própria revista,

geralmente mantidos por anunciantes de produtos farmacêuticos

e por assinaturas dos próprios leitores.
Neste grupo podemos encontrar muitos periódicos, que
momento voltam suas vistas para artigos de interesse passageiro

no
,

deixando de lado o espirito puramente cientifico. Vemos assim,com
certa tristeza, que periódicos modernos, com boa tiragem,

impres-

sos em papel de boa qualidade, que podiam penetrar no seio da cla^
se módica como úteis elementos de pesquisa,

se preocupam em editar

artigos de interesse publicitário, que não exigem um estudo mais a
curaddç obrigando o leitor brasileiro a procurar o que necessita em
fontes estrangeiras,
Essa "avalanche" de revistas noticiosas tem, em geral, o
mesmo destino - a cesta de papéis.
i0
♦

2

Segundo afirmam no questionário.

3

4

5

6

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15

16

17

18

19

�- u Outro fator importante que leva o cientista brasileiro a
procurar auxílio nos periódicos estrangeiros, e a demora com

que

sao realizados os serviços da grafica» Um artigo que e dado a redação da revista no principio do ano,
cado no fim do mesmo i

só e, algumas vezes, publi-

Isso faz com que muitos autores prefiram

editar seus trabalhos em revistas estrangeiras, a fim de não perderem a prioridade no assunto, especialmente quando se trata

de

trabalhos de pesquisa ou de comunicações ci3§ntificas.
3.

Retornando ao referido questionário discriminaremos a seguir

seus itens,

cujo modelo será dado em anexo.

Dentre os entrevistados pessoalmente, notamos com surpre
sa, que todos

achavam realmente, que nossos periódicos não esta-

vam, com algumas exceções, a

altura de nossos conhecimentos, mas

não havia um esforço em comum para a sua melhoria.
so

Encontramos i^

sim, esforços individuais para um crescente aprimoramento teç■

nlco do seu jornal, ou da sua revista medica,
minho andado.

o que

Achamos também um trabalho do Dr.

ja e meio ca

Odilon de Andra-

de Filho intitulado "Atribulações de um Diretor de Revista", editado no "Jornal de Pediatria" 2^ (1) 196O,

onde o autor retrata

com fidelidade e multo humor o que se passa nos bastidores da redação de uma revista

...

Mas esse esforço em conjunto que deve

nortear os periódicos nacionais, a fim de que possam ser indexados
com maior assiduidade, nos índices Médicos Internacionais não foi
verificado de modo geral em nenhum dos nossos entrevistados.
Dentre os questionários recebidos constantes do primeiro
grupo, as respostas aos itens Z4, 7? 8 e 9 quase não variaram.
«
U»

A matéria divulgada e selecionada?
a)

2

3

Quem a seleciona?

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Sim

Chefes de Seção

14

15

16

17

18

19

�MODELO

1.

DO

OUE-TIONÁRIO

NOME COMPLETO;
A) Titulo do periodico que dirige:

B)

a)

Periodicidade;

L)

b)

Interrupções;

d) Suspensão:

e)

Especialidade:

CARGO OU FUNÇÃO;

a)

No periódico:

inicio)

b)

Outros

Início:

Atual

Anteriores:

(nome e data

do

(nomes e períodos)

setores;

2.

FONTES DE MANUTENÇÃO DO PERIÓDICO;

3.

TIPOS DE MATÉRIA DIVULGADA;

Zu

A MATÉRIA DIVULGADA É SELECIONADA ?
A)

Ouem a seleciona ?

B)

Qual o critério adotado para a seleção ?

5.

FUNDADOR DO PERIÓDICO;

6.

DIRETORES ANTERIORES

7.

DIFICULDADES ENCONTRADAS DURANTE A DIREÇÃO;

8.

PLANOS FUTUROS:

9.

SUGESTÕES PARA A MANUTENÇÃO OU MELHORIA DOS PERIÓDICOS NACIO-

(Nomes e duração dos mandatos);

;

NAIS :

10, A TIVIDADES EM OUTROS PERIÓDICOS:

DATA;

/

/
Assinatura

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�- 5 b)

Qual 0 critério adotado para a seleção?

Apresentação

trabalho, assuntos de utilidade, oportunidade de divulgação
assunto originalidade e

significado instrutivo

do
do

e educativo do

artigo.
Ao item 7»
trabalho,

um dos principais para a avaliaçao de nosso

foi dada uma resposta evasiva; Não tem havido,

ou sim-

plesmente não responderam. Podemos deduzir então que esse tipo de
periodico não encontra maiores dificuldades,
de material, seja em seu corpo redatorial,
nanceiros

seja em sua seleção

ou em seus recursos fí^

?
Quanto ao item 9» houve uma abstenção geral, explicada

talvez pelo receio de. ferir susceptibilidades.

Houve mesmo quem

dissesse que não seria conveniente fazer qualquer sugestão a re^
peito de outros periódicos

...

Porem não se trata aqui de outros

periódicos, mas de todos eles tomados indlstlntamente e com um ú
nico desejo,
dica.

o de ve-los distribuídos harmoniosamente a classe me

0 pouco bom é sempre preferível.
Ao segundo grupo coube, sem sombra de dúvida, a obtenção

de maiores dados, talvez porque fossem realizados pessoalmente.
Com eles procuraremos elucidar alguns pontos obscuros relativos
aos nossos periódicos módicos.
As respostas dos Drs. Cesar Pernetta e Odilon de Andrade Filho, este em exerdóio na função,

ora como diretor do "Jornal

de Pediatria", ora como secretário do mesmo
nos,

Jornal durante 20 a-

foram valiosas. Daremos na integra essas duas respostas, pa-

ra que sejam melhor interpretadas pelos ilustres Colegas.
1.

NOME COMPLETO:

Digitalizado
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Cesar Beltrão Pernetta

14

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17

18

19

�- 6 A)

TÍTULO DO PERIÓDICO QUE DIRIGE; Jornal de Pediatria

a)

Periodicidade; bimestral

b)

Início:

c)

Interrupções:

d)

Suspensão

e)

Especialidade: Pediatria e Puericultura

B)

CARGO OU FUNÇÃO; a)

(anteriormente era mensal)

1934

;

No período: Diretor,

inicio

abril de 1964
b) Outros setores;
2.

FONTES DE MANUTENÇÃO DO PERIÓDICO; 12 Sociedade Brasileira
»
de Pediatria, do qual é órgão oficial. 22

Assinaturas. 3^

Anúncios de laboratórios de produtos farmacêuticos e diete
ticos.
3.

TIPOS DE MATÉRIA DIVULGADA:

Trabalhos de índole científica

ou clinica referentes a especialidade.
4.

A MATÉRIA DIVULGADA É SELECIONADA?

Sim

A)

Quem a seleciona;

A direção

B)

Qual o critério adotado para a seleção;
12) Valor científico ou técnico
22)

Interesse prático

32)

Originalidade

5.

FUNDADOR DO PERIÓDICO;

6.

DIRETORES ANTERIORES;

Edgard Pilgueiras
(Nomes e duração dos mandatos): Drs.

Odilon de Andrade Filho, Antônio S.S.

Figueira,

Orlando Or

landi.
Conselheiro: Prof.
7.

Olinto de Oliveira

DIFICULDADES ENCONTRADAS DURANTE A DIREÇÃO:

De um modo ge-

ral as dificuldades encontradas na direção de uma revista
**

A observação e nossa

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17

18

19

�- 7medica, em nossr meio, dependem de dois fatores fundamentais;
A)

A falta de organização redatorial, que obriga o diretor

executar todos os trabalhos a ela relacionados
provas, entendimentos com a tipografia,
tes e colaboradores).

B)

(correção

a
de

anunciantes, assinan-

Falta de recursos economicos.

(No

caso do "Jornal de Pediatria" estas dificuldades se a«ham su«
peradas).
8.

C) A morosidade dos trabalhos de tipografia.

PLANOS FUTUROS:

Tornar a revista mais atraente, estimulando

maior colaboração dos pediatras e publicando, ao lado da materla cientifica, trabalhos referentes as dificuldades

da

clinica no interior do país.
9.

SUGESTÕES PARA MANUTENÇÃO OU MELHORIA DOS PERIÓDICOS NAa ONAIS:
Reduzir o numero de títulos de periódicos e dar-lhes

uma base

A
/
economica mais solida, evitando as Iniciativas puramente individuais e procurando flliã-los a Instituições que possam, mantó
los condlgnamente.
10.

ATIVIDADES EM OUTROS PERIÓDICOS:

Diretor da "Revista Brasi-

leira de Pediatria", suspensa após a edição de 5 números, por
»V
K
ts*
p
nao satisfazer as condiçoes do item anterior.

QUESTIONÁRIO

PREENCHIDO

Transcreveremos

2.

PELO

DR.

ODILON

DE

ANDRADE

FILHO

somente os itens mais interessantes.

FONTES DE MANUTENÇÃO DO PERIÓDICO:

Anúncios e contribuições

dos diretores, alem das assinaturas usuais.
li.

A MATÉRIA
A)

DIVULGADA È SELECIONADA?

Quem a seleciona?

Sim

Havia uma Comissão para a seleção

de

trabalhos, mas essa era habitualmente feita pelo Diretor.
B) Qual o critério adotado para a seleção:

Valor intrínseco

do trabalho.

2

3

4

5

6

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18

19

�- 8 7.

DIFICULDADES ENCONTRADAS DURANTE A DIREÇÃO: Constantes do artigo Intitulado "Atribulações de

um diretor de revista" ou se

jam;
l)

Com os anunciantes, que mantêm o periódico, mas que Infe-

lizmente nao aceitam a modesta tabela de preços exigida pelo
Diretor da Revista.

Outros há que pagam mas exigem que a re-

visão seja feita pelo seu próprio pessoal,

sendo muitas vezes

necessário levar a copia de paginaçao ao seu escritório*
Alguns laboratórios editam suas próprias revistas e porque

o

fazem, deixam de anunciar em outras.
Z)

Com os colaboradores, porque alguns deles mandam seus ori

glnais escritos a mão, com letra ilegível; outros mandam dati
lografados, mas em espaço simples,

sem margens, não dando maio

res oportunidades a correção.
Muitos têm tendência a prolixldade. Autores há que gostara de
documentar abundantemente o que afirmam. Mandam excesso de
^
p
grafico e diaposltivos, ao inves de selecionarem um
mais expressivo.

caso

As indicações bibliográficas estão muitas

A
^
vezes erradas ou impreeigs, porque foram obtidas nao na fonte, mas por intermédio de outros autores.

Ac,gilo que de fa-

tg não foi consultado não deveria ser citado
3)

***

Com os assinantes, que reclamam muitas vêzes a falta

^
^
um fasciculo ja remetido.

Outras

de

A
'v
A
vezes sao eles v/ue se mu-

dam e não comunicam o nêvo enderêço.
9.

'"UGE5TÔES PARA

A MAlíUTENÇÂÕ

NAIS

:

***

0 grifo é nosso

ou MELHORIA DOS ^ERIÓDICOS NACIO

�9
a)

RedCizlr o titulo dos periódicos*

Ha para a mesma especia

lidade varias revistas, c^uando deveria haver uma so, Essa mui
tiplicidade faz com que todas tenham uma tiragem reduzida e se
ja de difícil manutenção.
b)

0 Instituto Nacional do Livro deveria auxiliar os perió-

dicos sérios,

isto e,

os de interesse cientifico, adquirin-

do assinaturas para distribuição, principalmente para o exterior do país.
i|.

Confrontando os itens 2

-

FONTES DE MANUTENÇÃO DO PERIÓDI-

CO e 7 DIFICULDADES ENCONTRADAS DURANTE

A DIREÇÃO, verificaremos

que enquanto as revistas do primeiro grupo não encontram dificuldades, as do segundo,

isto e, as que se mantêm com recursos finan

ceiros oficiais as encontram em larga escala.

Observaremos ainda

as duas constantes;
a)

Falta de organização redatorial, que resulta em uma pluralida

de de funções, acumulando serviços os m.ais diversos sobre uma

só

pessi^a 5
b)

Falta de recursos econômicos.

Quanto ao item 8 -,PLANOS FUTUROS
te;

-

todos responderam üiih^iibéifentB

crescente aperfeiçoamento técnico, tornando a revista

mais

atraente 5 maior penetração no corpo medico | publicação mais assiduaj desenvolvimento de seções de cunho mais pratico,

como a

de

perguntas e respostas.
Daremos algumas sugestões a fim de minorar as precárias
condições dos periódicos nacionais

(que não são todos, porque mu^ ‘

tos há que têm como roteiro "qualidade e não quantidade" em um sen
tido estritamente construtivo:

�10
1)

REDUZIR 0 NÚMERO DE TÍTULOS DE PERIÓDICOS, evitando as i
niciatlvas puramente Individuais, como disse muito bem o
Prof. Pernetta, e a multiplicidade deles na mesma espec^
alidade;

2)

associa-los,

se for o caso, as Instituições (.^ue possam

mante-los condignaraente, principalmente no que se refe
re a qualidade da matéria a ser publicada 5
3)

estimo^ar por outro lado, através das grandes livrarias
especializadas, a exemplo da MOSBY, SAUNDERS,

LEA &amp; FE

BIGER, a confecção de revistas padrões, de acordo

com

as especialidades e dentre estas as que mais convies—
sem ao patrocinador, dando maior oportunidade comerci' al ao escritor, mediante remuneração de seus artigos

.

0 corpo editorial deste tipo de periódico seria consti
tuido por especialistas renomados, que selecionariam os
artigos mais criteriosos e de maior interesse para

a

elaboração dos fascículos 5
1|)

orientar as grandes Companhias de Produtos Farmacêuticos e Alimentícios, no sentido de procurarem anunciar
seus produtos em periódicos de maior gabarito cientíco 5

5)

direito a uma subvenção anual aqueles periódicos liga
\
^
dos as Associações

“A
mais representativas do pais,

ou

mesmo direito a uma aquisição anual de certo numero de
assinaturas pelo Instituto Nacional do Livro, a fim de
ser distribuído pelo interior do país.
Vide pagina em anexo.

****

�11
BIBLIOGRAFIA

1 - ANDRADE FILHO, 0.
In;

-

Atribulações de uin diretor de revista.

Jornal de Pediatria ^ (1) ; 15-2ÍI, I96O

2 - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,
Normalização da documentação no Brasil.

(Separata)

Rio de Janeiro Rio de Janeiro,

In^

tituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, I96O. lOlip.

3 - BIBLIOTECA APOSTÓLICA VATICANA - Normas para catalogação
impressos.

Rio de Janeiro, Instituto Brasileiro de Bibliogr^

fia e Documentação, I962.

h - BRASIL.

de

502p.

INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO.

Seminário sobre Biblioteca Medicas

- Situação das coleções bi

bliográficas especializadas em ciências médicas.

Rio de Janei

ro, 1962 s/n.

**** Muito se poderia sugerir aos periódicos nacionais, tanto no
que se refere as normas preconizadas pela ABNT, como também
com os trabalhos biblioteconomicos.
ra uma nova etapa.

Digitalizado
gentilmente por:

Preferim.os deixar pa-

�1^

. ,^. .■ ..:.A
Digitalizado
gentilmente por:

Gereacbinimio

14

15

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18

19

�Digitalizado
gentilmente por:

�Digitalizado
gentilmente por:

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 05 - Ano: 1967 (São Paulo/SP)&#13;
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Produção Científica</text>
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                <text>PERIÓDICOS, segundo as "Normas para catalogação de impressos", da Biblioteca Apostólica Vaticana, são publicações editadas em fascículos, a intervalos regulares ou irregulares, por tempo ilimitado, com a colaboração de diversos escritores, sob a direção de uma só pessoa ou de várias pessoas, em conjunto ou sucessivamente, que tratem de assuntos diversos, porem dentro dos limites de um programa mais ou menos definido.</text>
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                    <text>��•1^-'it^iftlll
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�V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO.
8 a 15 de Janeiro de 196?.

SÃO PAULO

Patrocinado pelo Instituto Nacional do Livro

TEMA 2 - PROCESSOS TÉCNICOS
2,1

Atualização, mecanização

0 CATÁLOGO COLETIVO DE.PERIÓDICOS DE SÃO PAULO
E SUA MBCAIÍIZÁÇÃO

por

Alfredo Américo Hamar
e
Rosmarie Lüthold Appy

021.6409816

CDD 175 ed.

017.11:05:681.177(81611) CDU

Bibliotecário chefe da Escola de Engenharia de São Carlos USP
e Diretor da Escola de Biblioteconomia e Docvimentação de São Carlos
-;h;- Chefe da Seção do Catálogo Coletivo da Biblioteca Central da USP

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�SINOPSE

Apos uma recapitulação de dados gerais acerca do Catálogo Coletivo,
salientando sua função na atividade documentária e as diferenças en
tre os catalogos de livros e de periódicos,

resume-se o

do Catalogo Coletivo de Periódicos em São Paulo,
to atual e os planos para o futuro, em que surge,
premente, a implantação da mecanização.

histórico

seu desenvolvimen
como necessidade

0 trabalho descreve a

evo

lução dos equipamentos e da as características dos que deverão

ser

utilizado® na mecanização do catálogo coletivo com sede na Bibliote
ca Central da USP,

Descreve os estudos e programação 4o cartão per

furado para registro das informações relativas aos periódicos,
lisando as vantagens de eficiência © rapidez nos trabalhos.

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1.
0 CATÁLOGO COLETIVO DE PERIÓDICOS DE SÃO PAULO E SUA MECANIZAÇÃO

1
1.1

INTRODUÇÃO
FIRIÇÃO DO CATÁLOGO COLETIVO MA INFORMAÇÃO CIENTÍFICA
Não vamos aqui repetir o que outros trabalhos, no país e nq exterior^
já têm amplamente divulgado acerca dos Catálogos Coletivos, Lembramos
apenas, com o fito de situar o tema, os elementos essenciais,

1*1,1 Definição; Catálogo Coletivo ê a reunião, ntoma ordem única,do
registro do acervo de mais de uma biblioteca,
1.1.2 Amplitude;
- geográfica - pode variar grandemente, abrangendo desde duas ou várias
bibliotecas de uma mesma instituição até os grandes catálogos de ámbi
to nacional e mesmo internacional.

Exemplos; catálogo coletivo

das

bibliotecas de una firma, de uma faculdade (central e departamentais),
de uma universidade, de uma Secretaria de Estado ou vim Ministério, de
uma rede de bibliotecas municipais, de,uma cidade, um estado, uma

re

gião, um país, um grupo de países, etc,
- de assTjnto - pode não apresentar nenhuma limitação de assunto, ou

de

dicar-se a determinado ramo, mais ou menos específico (exemplos; agri
cultura e técnicas correlatas, energia atômica, etc,); um catálogo co
letivo geral pode apresentar-se dividido em grupos de assunto;
- cronologica - pode ser retrospectivo, isto é, abranger o acervo total
das bibliotecas participantes, ou incluir apenas o material

registra

do de determinada data em diante, como, por exemplo, o"National Union
Gatalog", publicado pela Biblioteca do Congresso de Washington, a par
tir de 1960, com as aquisições correntes das principais

bibliotecas

norte-americeinas, representando uma extensão de publicação

anterior

retrospectiva, limitada ao seu próprio acervo,
1.1.3 T 1 p o s;
- quanto ao material bibliográfico incluído - são os mais comuns o catá
logo coletivo de livros e o de periódicos, normalmente

constituindo

dois catálogos independentes, devido ao tratamento diferente dispensa
do a estes tipos de material; pode-se conceber outras divisões,

reu

nindo, por exemplo, atas de congressos e publicações congêneres, rela
torios, manuscritos, incunábulos, discos, microfilmes, etc.

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- gioanto à forma de entrada - os catálogos de livros apresentam-se

ge

ralmente em ordem alfabética de autores, e os de periódicos em ordem
de títulos; sao menos frequentes os catalogos de assunto;
- quanto a apresentação - são compilados originalmente em fichas;
tos, sobretudo os de livros, permanecem nesta forma;

os

mui

de periódi

COS tendem a ser publicados para maior divulgação e facilidade

de

consulta.
1,1,4 Funções - predominam as funções

bibliográficas ,

a saber:
- localização de publicações - é indubitavelmente a mais

importante ,

destinada a facilitar o acesso a determinado material bibliográfico;
faz do Catálogo Coletivo instrumento indispensável para a

racionali

zação do empréstimo entre bibliotecas;
- pesquisa bibliográfica - tem em vista a identificação de itens
- quer se trate de títulos comunicados pelas bibliotecas

participan

tes, para sua conveniente intercalação, e, no caso dos periódicos,
seu correto entrelaçamento com títulos correlatos;
- quer de itens solicitados pelos consulentes, para garantir uma pro
cura eficaz e evitar que se encaminhem pedidos para fora da região
ou do país sem a certeza da não existência no local da obra

em

questão;
- informação bibliográfica - decorre da necessidade absoluta de se cir
cundar o Catálogo Coletivo de uma coleção representativa de

repertó

rios bibliográficos e obfas de referência, sem a qual não pode haver
serviço eficiente, e que pouco a pouco o vai convertendo num

centro

bibliográfico com múltiplas atribuições.
As funções bibliográficas são complementadas pelas

bibliote-

conomicas. que, na prática, constituem a consequência

natu

ral de um catálogo coletivo bdm orientado:
- xmiformização catalográfica entre as bibliotecas participantes rá fomentada,

se

a piori, seja a posteriori, dada a necessidade de

. se obedecer a normas padronizadas;
- coordenação de aquisições - toma-se cada vez mais premente, sobretu
do no plano local, devido, por um lado, ao custo crescente das publi
caçoes, sejam monograficas sejam seriadas, e, por outro lado, ao
mero constantemente acrescido de títulos que vão sendo editados

nu
e

procurados pelos estudiosos;

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- planejamento de acervos - objetiva a constituição,

nas bibliotecas,

de coleções mais completas, homogêneas e especializadas,

principal

mente em âmbito local, incentivanao transferencias e permutas;

de

uma real coordenação neste sentido só poderão advir vantagens - para os consulentes, aos quais se evitará o trabalho de recorrer a
uma diversidade de bibliotecias;
- para as bibliotecas, que terão seu acervo melhor aproveitado;
- para as gerações futuras, favorecendo a conservação de

coleções

completas; uma solução racional para o problema de espaço

assim

criado poderá estar na constituição de bibliotecas-depósito

para

guardar acervos retrospectivos.
á, sobretudo, sua fmção precípua de localização de publicações que faz
do Catálogo Coletivo um instrumento básico para qualquer trabalho
pesquisa,

de

No prefácio de sua obra "Como hacer una tesis de grado", diz

o Professor Gaston Litton: "A habilidade na localização,

identificação

e aproveitamento da documentação sobre estudos científicos já

realiza

dos em determinado campo,evitará uma duplicação desnecessária de
ços e um desperdício das sempre escassas energias".
mental.

esfor

Êste ponto ó fianda

Ora, entre o levantamento bibliográfico do assunto a ser

estu

dado e o exame e confronto desse material, surge a necessidade

de

recorrer ao Catálogo Coletivo, que irá indicar os caminhos de

acesso

concreto, tornando-se, assim, um elo insubstituível na atividade

se

docu

mentária,
1.2.

CATÁLOGO COLETIVO DE PERIÓDICOS
0 princípio da separação em catálogos autônomos dos catálogos coleti
vos de livros e de periódicos tem hoje aceitação universal, e se ju£
tifica por uma série de diferenças no tratamento dispensado a

estes

tipos de material:
- quanto à entrada, e, consequentemente, ao arranjo do catálogo: os pe
riódicos (ou publicações seriadas) têm entrada pelo título, enquanto
que para os livros (ou publicações monográficas) predomina a entrada
por autor;
/Muitos catálogos de periódicos ainda preferem entrada pela entidade
para os títulos genéricos; no entanto, a prática tem demonstrado que
a entrada uniforme por títulos facilita grandemente a localização

,

fmção primordial do catálogo coletivo; um índice de entidades supre
com vantagem as deficiências de tal sistema:/

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- quanto à catalogação; as normas catalográficas têm forçoeamente que
divergir - um livro é completo em si, ao passo que um periódico na£
ce, vive e morre; sofre interrupções, mudanças de título, de entida
de patrocinadora, de numeração; entrelaça-se com outros títulos,por
meio de substituições, fusões, subdivisões, suplementaçõss, etc*, e
esta vida cheia de vicissitudes e alterações precisa ser retratada,
o mais sucintamente possível, no seu registro catalográfico;
- quanto à coleção; unfâ. ficha de livro pode representar todos os exem
piares do mesmo existentes em uma variedade de bibliotecas, o

que

torna possível e desejável a eliminação de duplicatas de fichas

,

após a anotação dos símbolos das bibliotecas numa ficha única;

já

para os periódicos, dada a variação nas coleções, as fichas individuais das bibliotecas precisam ser conservadas, com a especificação
detalhada-

de

que cada biblioteca possui relativamente a cada tí

tulo;
quanto ao número de bibliotecas participantes: o catálogo

coletivo

de periódicos pode e deve tender a abranger um maior número de

bi.

bliotecas que o de livros, devido a maior facilidade - de levantamento
- de organização das colações
~ de obtenção do material por métodos de foto-duplicação, mesmo que
a biblioteca não tenha aderido ao sistema de empréstimo entre

bi

blioteca;
- quanto à publicação: enquanto o catálogo de livros é muito

difícil

mente impresso, para o de periódicos a publicação toma-se uma ■ eal
géncia premente, pelas seguintes razões:
- o material, em número de títulos, é sempre consideravelmente

me

nor para os periódicos, o que toma sua publicação plausível;
- a consulta está indiscutivelmente em proporção inversa, avolximando-se dia a dia a procura de material publicado em peitLÓdicos por
parte dos pesquisadores e estudiosos;
'

- o recurso a sede do catalogo coletivo de periódicos nao deixa
ser um processo moroso, sobretudo tratando-se de

de

pesquisadores

que se encontram longe da sede do catálogo (por exemplo,

entre

nós, os professores e estudantes de faculdades do interior do
tado), ao passo que as exigências da pesquisa requerem cada

E£
vez

maior rapidez de acesso ao material bibliográfico.

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CATÁLOGO

COLBTIVO

DE

PERIÓDICOS

EM

SÃO

. PAULO
2,1

HISTÓRICO
Depois de duas realizações pioneiras no campo do catálogo coletivo
de periódicos, limitadas ao setor das ciências bio-médicas /a

pri

meira em 1939/40, com a publicação, pelo Instituto Butantan, do"Ca
tálogo de Revistas que interessam à Biologia”, em 2 volumes

mimeo

grafados; a segunda em 1944/45j sob os auspícios dos Fundos Univer
sitários de Pesquisa, com a publicação de uma 2» edição,

atualiza

da e ampliada, do mesmo, em forma de fichas/, passou a compilação
do Catálogo Coletivo de Periódicos a ser atribuição da

Biblioteca

Central da IMiversidade de São Paulo, criada em 1947»
Devido a obstácxilos administrativos e incompreensões de toda ordem,
nada pode ser feito em grande escala, ficando o trabalho
a uma modesta coleta de dados, atéi

limitado

o ano de 1953j quando uma

sub

venção substanciosa por parte da CAPES (Campanha Nacional de

Aper

feiçoamento de Pessoal de NÍvel Superior), conseguida .

osse

para

fim pelo Professor Dr. Paulo Sawaya, da Faculdade de Filosofia
Ciências e Letras da.USP, veio dar novo impulso à obra,

Com a

,
co

laboração do I,B,E.C,C. (Instituto Brasileiro para a Educação,Ciên
cia e Cultura) e da Biblioteca Central da USP (que, alem do

levan

tamento em grande numero de bibliotecas, ultimou a elaboração e di
vulgação das normas a serem obedecidas, com base nos estudos

ante

riormente realizados por uma Comissão de bibliotecários paulistas),
conseguiu aquele Professor reunir em seu Departamento os dados
ferentes ao acervo em publicações periódicas de 144 1

r£

bibliotecas

brasileiras, das quais 96 do Estado de São Paulo e 48 dos

demais

Estados da União, sem limitação de assunto, com atualização

até

fins de 1953.

tra

Infelizmente o trabalho de elaboração na forma

dicional, por impressão tipográfica, foi demsiado lento, só saindo a lume o primeiro volume, referente às letras A e B, assim

me^

mo apenas em 1962, com uma desatualização, portanto, de quase

dez

anos,
Sitrementes, uqi Ato do Reitor autorizado pelo Governador do Estado
(D,0. de 31.10,1954), somplementado por duas outras Resoluções

Go

vemamentais (em 20,11,1956 e 10,2,1958), designava oficialmente a
Biblioteca Central da USP como sede do Catálogo Coletivo de Livros
e de Periódicos do Estado de Sao Paulo,

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Ampliou-se logo a seguir seu âmbito para Sede Regional do

Catálogo

Coletivo Nacional, para a região de São Paulo/Mato Grosso, por.deci
são de março de 1956 da Comissão do Catálogo Coletivo Nacional,

Eln

oomprimento destas incumbências, conseguiu a Biblioteca Central,não
obstante inúmeras dificuldades, mas contando com a boa vontade e e_s
pírito de colaboração de nossas bibliotecas, ir ampliando considera
velmente o seu Catálogo Coletivo, e atendendo a número sempre

cre_s

cente de pedidos de localização e informação bibliográfica,

Além

disto, foi êle integralnente duplicado, tanto na parte de ,

livros

quanto na de periódicos, para o Catálogo Coletivo Nacional,
Um problema sério surgiu com a. mudança da Reitoria da USP e de

süa

Biblioteca Central para o "campus” da Cidade Universitária efetuada
em 1961,

A dificuldade enorme de acesso, quer pessoal quer telefo-

nico, as informações do Catalogo Coletivo, foi provocando uma

gra

dual queda no número de consultas e um natural descontentamento por
parte das bibliotecas e dos estudiosos, privados de um instrumento
de trabalho ao qual já se haviam acostumado.

Prevendo esse fato, a

Direção da Biblioteca Central, bem antes da referida mudança já

se

empenhara no sentido de ser o catálogo coletivo de periódicos

loca

lizado, a título provisório, na Faculdade de Medicina da USP,

Por

mais de três anos, nao se conseguiu obter a necessária autorização
superior, só se concretizando a medida após uma solicitação

insis_

tente por parte do grupo de bibliotecas bio-médicas,
2.2

SITUAÇgQ, .AT.U/iL

^

á, pois, na Faculdade de Medicina da USP, em instalações demasiado
precárias e exíguas, mas cedidas com cordial hospitalidade, que vem
funcionando o catálogo coletivo de periódicos do estado de São

Pau

lo, desde março de 1964 (sempre a título provisorio, até que,se

so

lucione 0 problema de acessibilidade na Cidade Universitária,.,)

,

que êle vem cumprindo sua missão de avixiliar em suas pesquisas a um
círculo cada vez mais vasto de consulentes (vide quadro 1),
Concomitantemente com a solução encontrada para a dificuldade

de

acesso, houve una melhora sensível sobre 0 ponto de vista de pessoal,
outro "bicho de sete cabeças" com o qual 0 catálogo coletivo

vinha

se debatendo desde o seu início, chegando a contar, no momento, com
um grupo de 8 funcionários, dos quais

6 bibliotecários,

Estas circunstâncias favoráveis vieram tomar possível a realização
de um antigo sonho: a,publicação do catalogo coletivo de periódicos,
em vias de se ultimar.

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�6 biá
Quadro

n2 1

Movlmonto de Consultas do Catálogo Coletivo de Poriódicos
INSTAL'.Ç~0

ANO

PSSQUISAS
NSGaTIVAS

CONSULSNTRS
rOSITIVAS

TOTAL

1Ç55

215

Rua

W56

190

Helve-

1957

377

1.713

tia

1958

686

2.300

1959

945

2.579

422
1,666

1960

1.710

1.030

2.740

Cidade

1^61

543

1.640

707

2.347

Univcrs,

1962

529

1.535

.940

2.475

1963

-áS.-

2.ia

-2aÍ79.

Fr?.C .

Xf64

1*362

4.012

2.070

6,082

Mod.

1965

2,016

6.673

3.537

10.210

u a d r o

9»

n2 2

Bibliotecas jnte.grantes do G.G.P. - dezembro de 1966
""
- por riliãçao libl'-otecas de institutos da UnivarsLlade
üi 3ao Paulo(inclusive departamon-ais)

68

P-ihliotecaa de institutos do ensino
supiiriar - oficiais
^
particulares
medio

11
9
3
23

nibliobeaae de repartiçífes oficiais
estaduais
municipais

30
2

f ierats

2
34
29

Bibliotecas de entidades particulares
T0Ti-iL
Quadro

n* 3
dezembro de 1966

Bibliotecas intef~rantes do G.G.P.
- por

JJA.

localização

-

Gapibal

114

Interior - Santos
1?
Campina» - Piracica,ba - Ribeirão
Preto (3 bibl, cada)
9
-traraquara
2
Assis -• Bauru - Botucatu ~ Franco
da Rochra _ Ma.rília - Rio Claro Santo -.ndro - São Carlos - São
Jose dos Campos (l bibl. cada).
9

37

Outros esteados

3
TOTuL

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�A considerável quantidade de material, maior facilidade de consulta
futuia, alem das necessidades mais prementes que se observaram

em.

J.teiminados campos de estudos, vêm justificar a decieão que se

to

nou oe realizar a publicação por etapas, em volumes dedj.cados

aos

diversos grupos de assuntos.
Assir.", todos os esforços têm sido concentrados na elaboração do pri
meiro volume, referente a Ciências Mê^icaS' e Afins que sairá a lume
dentro em muito-ibreve, graças a subvemção concedida...conjuntamente
pela ímsdação de Amparo à Pesquisa do-Estado de São Paulo

e pelo

Instituto Nacional do Livro,
A preparação .foi longa e bem cuidada, pois se desejou que o resulta
do fesse uma obra cujas infomaçoes merecessem a máxiiiB, confiança ,
p-nra que pudesse não apenas servir como instrumento de localização,
mas ainda suprir a falta de um obra de referência nacional para pe
riodicos, já que o preço das obras congêneres estrangeiras as toma
proibitivas para a grande maioria das nossas bibliotecas.

Cada

tí

tulo foi minuc3osamente pesquisado; os dados discrepantes em fontes
bibliográficas diversas confrontados com cuidado; a própria coleção
e::aminada sempre que preciso e possível, e a obra completada com um
í-^dice geográfico de entidades, cuja utilidade será indiscutível,
Eitreoanto. o Catálogo Coletivo de Periódicos não' se limita aos

as

SLinbos bio-médicos, mas se estende a todos os demais, abrangendo lan
total de 155 bibliotecas, numa -grande variedade de filiações e loca
lizaçoes (vide Quadros 2 e 3).
Êstes outros assuntos aguardam também atualização, elaboração e
blicação.

Mais dois volumes estão previstos para completar o

pu
Cata

logo; o 22 referente às ciências puras, tecnologia e ciências agropeciiárias; e o 3® âs oiências sociais, humanidades, artes, generalá
dadesj etc,

Uma parte reunindo publicações de congressos e realiza

çôes congêneres será sem duvida de grande utilidade,

Alóm do mais^

scra Jiecossariu mnter o datálogo permanentenKfite atualizado,

por

meio de suplementos regulares e novas edições frequentes,.
FUTURO DO CATíIlCGO COLSTIVO DS PERIÓDICOS
Sscâ se tomando cada vez mais patente que'o trabalho de publicação
do 'am'.. obra deste gênero pelos métodos tradicionais 'e neoessariamaii
te demasiado moroso, incapaz de acompanhar o rápido.desenvolvdAqnto
da ciincia e das bibliotecas, e, consequentemente, das necessidades

�n
C' o
CIO iriroi'jnaçao ptualizada e 1-nediata por parto dos posouisadoros o es
tudiosovS.

0 controle eficiente de todo ôste. material bibliográfico^

oii.jo Yoluine cresce dia a dia assustadoramentej, va.i se tomando

difí

cil e em breve impossível, se não revolucionarmos os métodos de

com

pi-.agao e edigao, integrando-nos nas técnicas modem&lt;?.s de processa mento de ijiformaçoes, que ja estão em plena utilização entre nós

em

outros cainijos, como sejam a ciência pura, a indústria e o comércio ,
0 esta.0 sendo adotadas em escala cada vez mais larga também no campo
bibliográfico, em países desenvolvidos, como os Estados Unidos.
Juronte meses, os autores deste trabalho estudaram as possibilidades
de apjlicação de tais métodos ao Catálogo Coletivo de Periódicos, con
tando para tal com a cooperação plena dos responsáveis pelos centros
de processamento eletrônico de dados do Instituto de Matemática ■ da
USF e do Instituto de Energia Atômica, com aprovação expressa

de

seus respectivos diretores, por solicitação do Magnífi.co Reitor.

Os

resultados desse estudo vao expostos detalhadamente nos
cué seguem.

parágrafos

Temos a esperança de que os volumes, edições e suplemon

tos seguintes ja possam vir a ser publicados com a _ aplicação

da

mecanização.
ijueremos apenas insistir num ponto ainda, a fim de evitar interpreta
çoes errôneas muito correntes quando se faia, em computadores eletrônicos.

É certo que o compiitador e setis equipamentos periféricos tra

bcaliiíim com rapidez e perfeição inimagináveis, e são capazes de reali
zar em poucas horas ou minutos o que o homem levaria meses e anos
preparar.

a

Entretanto, não pod.emos esquecer que a elaboração prelimi

nar do material com que a máquina vai ser alimentada perimmece

uma

tarefa que so a mente humana pode realizar,^ e de cuja exatidão depen
derao os resultados, quer positivos, quer negativos.

E este: proce_s

so de elaboração de dados e prepciração dos "veículos de entrada" (vi
d-^ § 2,.l) não poderá nunca ser mecanizado e exigirá sempre o seu tem
po em esccàla "humana".
Lembremo-nos sompire; a maquina não realiz-a "milcigres" e sim "mágicas";
G indispensável que os "truques" estejam bem preparados do antemão.
3

E

U I F A M B K T 0 S

MECANIZADOS

P B R I F á R I G 0 S

, -- íiistoria dos equip,amentt&gt;s mec^anizados oste\’’e ligada a preocupação
humano, ue p.rocurar simplificah o ti*abalho repetitivo e que na a.ti’'/!dade de registro de processamente de informações sempre a,bsorveu

de

forma injustificável grande parcela de tempo util do homem»

cm

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�9
Naturalmente a primeira atenção esteve voltada ao setor científico
no tratarento numérico de dados, onde a intensidade de

trabalho

foi maior.
A origem dos equipamentos mecanizados está ligada a grandes vultos
do progresso, principalmonte no campo científico.

Pascal oriou

a

máquina calculadora, origem das modernas e eficientes calculadoras
que conhecemos em nossos dias,

Chai’les Babbage, já em 1822, inven

tou o engenho do cálculo diferencial aplicando, como sistema
entrada, os cartões perfurados.

de

Em 1886 Hermann Helerith, traba -

lhando nos serviços de estatística dos Estados Unidos, e com

a

preocupaçcão de smplificar o processo manual e estafante de apurar
os resultados de recenseamentos, inventa, a jartir do tear de

Ja£

quard, alguns equipamentos de um Centro de Processamento de

Dados

(tabuladora e perfuradora) em formas rudimentares que mais

tarde

foram, aperfeiçoadas,

0 equipamento teve uma recptividade fora

comum, devido a grande capacidade de processamento, reduzindo
zos de elaboração dos trabalhos,

Com sistema mecanizado o

do
pra

censo

que demorava em média 10 anos para ser inteiramente apurado,*

em

1900 requereu apenas 1,5 ano para ser completado,
Êsses equipamentos tiveram uso intenso em serviços comerciais,prin
cipalment e bancos,
Para aplicação em bibliotecas

interesse se tornou maior

nestes

últimos anos, devido a grande volume de informações e. a impossibi
lidade de processá-las de maneira eficiente pelos recursos tradicionais.
Os processos técnicos, o desdobramento de fichas, as contínuas Ife
tagens, as bibliogra.fias, a pesquisa bibliográfica são

setores

que apresentam condições bem próprias para a implantação da

raeca

nização,

tare

0 bibliotecário precis.a estar livre para exercer

fas exigidas pela sua alta especialização profissional,

A

tação de leitura, o assessoramento do leitor, a análise dos

orien
con

teúdos, a divulgação de autores e obras, a compilação bibliográfi
ca são tarefas ainda não intensamente desenvolvidas pelo bibliote
cário, muito absorvidos nos trabalhos rotineiros,
0 equipamento meca.nizado, em síntese, oferece maior

eficiência

dos trabalhos bibliotecários com o completo aproveitamento

de

suas possibilidades em:

cm

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1. recursos para amplos e ilimitados registros bibliográficos;
^
A
M
2. acesso rápido e facil a qua„lquer infomaçao;
3. listagem a grande velocidade;
4. atualização constante do registro bibliográfico;
5. flexibilidade de orderfição das iniorriiaçocs: por autor,

as

smtos, série, título, etc.
Com essas características maior atenção deve ser dada para aplica ção nas bibliotecas, desde que o bibliotecário admita a necessidade
de aperfeiçoamento nos métodos de trabalho,
3ol

CONFIGURAÇriO DS JM CENTRO DE PR0CSSSÁM5MT0 DB DiJOS
Tal foi o impacto dos computadores e equipamentos periféricos na
tividade do homem que

a

Ralph Cordiner, da GE (Business Week (1503):

68, jun, 21, 195^8) assim se expressou;

:

"Qmndo a histéria de nossa época fôr escrita, suponho que serão re
gistrados três profundos desenvolvimentos tecnológicos:
Energia nuclear, multiplicando o potencial energético
Automação, aumentando a habilidade humana no uso de ferramentas
Computadores, acerlerando o rendimento do trabalho.
Julga-se que dos três, o computador -t-rará o maior

benefício

ao homem".
Portanto, um centro de processamento de dados é um conjunto, envolvendo máquinas e cérebro humano, visando a maior simplificação

dos

trabalhos, principaliaente quando há um grande volume de Inform.açoes
a serem processadas.
Consideramos que existem três setores básicos de aplicação dos

com

putadores e seus equipamentos periféricos:
- comercial
- cientí .'ica
- bibliográfica
onde notamos uma analogia nos processamentos de aplicação comercial
, e bibliográfica, ou seja, grande volume de dados na entrada e saída
e pequeno volume de cálculo.
De um.modo geral um centro de processamento de dados tem a seguinte
configuração esqueraática:

cm

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- Veicules de informação para entrada:
Cartão perfurado
Fita perfurada
TecLado
Flacowriter
Fita magnética
Disco magnético
CRi'iM (unidade de lâminas magnéticas de acesso aleatorio)
Documentos impressos com tinta magnetizavel
^
Fita impressa com caráteres estilizados (leitura otica)
Sinais eletricos em geral

Legenda

Controle
Informação

Unidade de entrada

Ifriidade de controle

Unidade aritmética

Unidade de memória

Unidade de saida

- Veículos de resultados na saída;
Cartão perfurado
Fita perfurada
Leitura direta em painel
Folhas datilografadas
Flexoxvriter
Impressora
Fita magnética
Disco magnético
CR/iM (unidade de lâminas magnetic.:;: de acesso aleatorio)
Sinais eletricos em geral
Pelo esquema acima verifica-se granie variedade de sistemas de entra
da, porém deve-se distinguir que muitos deles não admitem o registro
direto da informação.

Necessitam de ura veículo inicial g- dos quais

é mais comum a fita e o cartão -perfurado.
Qu2.nto aos veículos de saída hâ uma versatilidade de aproveitamento
tais como; arquivo, utilização para entrada, transferência de dados,
etc., onde as inforiiiaçoes são registradas di-etamente, _ permitindo
sempre novas listagens, pesquisas e processamentos.

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�12.
'Ssaa configura^ã-cr inclue os equipamentos periféricos na função de um
processamento paralelo e também auxiliar para o preparo das

informa

çoes para a unidade central^ mediante perfuração, classificação,

re

produção, intercalação, etc.
úlguns equipamentos periféricos podem estar acoplados ã unidade

cen

trai, formando um equipamento em linha, incluidos tanto na configura
ção do sistema de entrada como no de saída.
3-2 •-..JIPOS D3 ^UIP.JISNTOS PERIFÉRICOS DE TNTBRÊSSB R.R.'. k BIBLIOTSC;í
Ha varias marcas de fabricação, porem os equipamentos apresentam
grande semelhança nas funções qie executam.
Entre os principais fabricantes destacamos a

IBM,

Burroughs, 'NCR ,

Olivetti, Bull, etc.
3.2.1 P e ■■r.1 ^X■ I u
.. r
■ . ■aI d 0 r a
-JErata-se de maquina prepara,da para efetuar perfurações em cartões, de
ac^do com uma disposição padrão.

A combinação das perfurações pode

regisrrar carateres ou dígitos numéricos e alfanuméricos, dentro

de

um espaçòvl^itado à àrea do cartão,
perfuradoiça tem a capacidade do admitir a entrada de cartões,
ciona-los b'^*b:Jcta-vLoe~.aid:x)raatic5monto..

'

transferencia das infor^lacoc&gt;.s~-Q--qraYaçãq'J^o_.Q;^■^rt,õo^ q ^nitn
moio de um tecla-do setiBlhante cao de ■uma máquina de datilografiii,xir&gt;dí
alem das lotrras o nuiaer-ís, hcá outros comandos.
A grava.ção da informação é registrada por uma. combinação
nocessaria a interpretação das perfurações

pela

de furos .
impressão

n«3iGros^jJorrosponden.tes. no bordo superior
cartão.

! 1

do

.

Mediante a comparação co.a um cartão mestre a perfuração tem a possibilidade de repetir automaticamente as perfurcações de uia determ.inado
campo e que vem facilitar, sobremaneira, o -trabalho do elaboração do
ca.da cartão.
onferidora
Com ", períUraçTsq___d^ cartões, e.elrabora.dn m.anualmcnte hcá o risco

de

serem cometidos engamxs^^o, conserva,dos no carteão^ acarretam perdas
ou influem na percisão do b^osultado.
Por essa. razao torna-se de muitartimportáncim ,e~soguuança
corretos c prèvicmmohtc conferidos.

dados

''\

A eficiência e segur"nça alimentará com a utilização de
quada para conferência.

de

mafc|uina

È un equipamento semelhante ao de

ade

perfura

çao por^. com a função de comparar a inform.oção, pelo teçlado, com a
existente no cartão.

Caso exista a.lguma discrepância de dados f fun

cion^.nento o paralisado, da.ndo op-^rtunideade para que soja .-verifierdo
o erro convetido.

cm

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I Sca n
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�13.
3.2.3 Outros

equipamentos

para

perfuração

Existem diversos outros tipos de equipamentos para executar,

dentro

de certas características, operaçoes de periuraçao, com maior

l*endi

mento.
- máquina para multiperfuração que permite a transcrição, automática,
da informação perfurada, num cartão-mostre para um ou diversos ■
toes,

car

Pode efetuar também a operação de multiperfuração intercalada,

que é executada isoladament.e ou combinada com reprodução e perfura ção, tanto para caracteres alfabéticos, numéricos ou sinais especiais;
- máquina de reprodução d,e cartÕes perfurados que permite a elaboração de conjuntos iguais de cartão, co_m a vantagem de evitar a
bilidade de enganos,

possi

Tem grande aplicação no registro de dados repe

titivos, para diferentes arranjos dos cartões; ■
- maquina de perfuração por percepção de marcas.

Automaticamente in

terpreta certos dados indicados no cartão mediante marcação por

la

pis especial.

Essa marca contem a propriedade de ser condutora

de

eletricidade, permitindo assim a leitura e perfuração dos dados

em

campo diferente do mesmo cartão,

Se aplica com grande vantagem

nos

apontamentos de dados para, posteriormente, serem fornecidos ao

cen

tro de processamento de dados, no próprio cartão;
- máquina de interpretação que permite imprimir, em ,um v

detenninado

espaço, as perfurações que se encontram no mesmo cartão, a fim de.fa
cilitar a inclusão de dados adicionais ou respectivo arquivamento, A
interpretação já existe nas perfuradoras mais aperfeiçoadas,
3.2.4 Classificadora
á um equipamento básico que permite a ordenação dos cartões
de uma certa sequência, prèviamente codificada..

dentro

Efetua o agrupamen

to e a separação dos cartões segundo uma determinada característica.
Tem a grande vantagem da velocidade de processamento - 650 ou

mais

cartões por minuto,

colu

A leitura e separação pode ser feita por

na inidividual ou por um conjunto de colunas (campos),

0 equipamen

to possue 13 depósitos de ejecção, que reunem os cartões por
dade de informação existente numa determinada coluna.

igual

Ao mesmo tem

po permite, de uma série de dados, extrair determinados cartões que
possuam certas informações para orientação de pesquisa, registrada
em um ou conjunto de cartões,
Como aperfeiçoamento da classificadora existe a máquina intercalado
ra que faz a separação dos cartões pela comparação de perfurações i

�14
guais num conjimto de colunas,

á uma forma mc^is rápida para obten-

ção da informação, permitindo ainda a inclusão de novos cartões, em
certo conjunto correspondente a um arquivo,
3.2.5 Tabuladora '
Êste equipamento permite a listagem das informações contidas em

um

conjunto de cartões, prèviamente ordenados, efetuando simultaneamen
te operações aritméticas fundamentais como a soma, subtração ou

im

pritnir diversos totais,
A impressão das colunas dos cartões é feita em qualquer

sequencia

que. for necessária, indepehdentem.ente da o^odem de disposição dos da
dos,
Ssta máquina exige preparo prévio, para o funcionamento, por um pai
nel, constante de ligações com terminais que estabelecem, os circuitos para registro da operação necessária além de teclas para a movl
mentação, espaçamento e paralização.
Os seus caracteres estão distribuídos entre letras e números.

As

letras disponxveis sao apenas as maiusculas.
Permite a impressão numa largura total de 120 espaços, ou seja,

a

largura aproximada do duas folhas ofxcio,
A velocidade de impressão corresponde a uma faixa de 150 linhas até
600 linhas por minuto, em modelos mais aperfeiçoados.
Nirnia avaliação comparativa a velocidade de impressão de 150

linhas

equivale ao preparo de três folhas ofxcio por minuto, dentro de

\mi

padrão de absoluta precisão, sem possível margem deerro.
Por esta característica se pode avaliar a vantagem &gt;

da

tabuladora

nos trabalhos de listagem, relação de títulos, etc., principalmente
no caso de catálogo coletivo,
3.2.6 Outros

equip amentos

processamento

de

de

um

centro

de

d a dos

Nos estudos levados a efeito para aplicação ao catálogo coletivo, ,
*
esta sendo prevista a aplicaçao de computadores com o registro das
informações em memórias de discos,

0 equipamento ideal seria o com

putador com sistema de moméria em fita, que permite ne.ior quantidade de registro de dados,
Na Cidade Universitária de São Paulo existem dois cenLros de proce£
sarnento de dados, compostos de Computadores IBM 1620, com.

memórias

de discos e equipamentos periféricos.

cm

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�15Os computadores da Cidade Universitária de Sao Paulo são mais

ii^dl

cados, pelas suas características, para o campo científico em trata
Ihos de cálculo, porém apresentam possibilidades de uso

no

setor

bibliográfico.
Os estudos em andamento também incluem meios de transferência

das

informações contidas em cartões para memórias auxiliares de discos.
.

0 processamento direto com o computador sera efetuado pelo uso
linguagem adequada^ como a FORTR/iN II e, principalmente, a

de

Lingua

gem Simbólica (SPS) e estruturação das operações mediante diagrame,s
de blocos, •
Para a aplicaçao nos trabalhos do catalogo coletivo nao se pretende
adquirir toda a série de equipamentos, que importariam num

valor

muito elevado, mas a utilização, em comum, das existentes em

algu

mas unidades da-Cidade Universitária.
U sede do catálogo coletivo terá somente alguns equipamentos basi COS, de uso mais constante, como seja: perfuradora, conferidora

e

reprodutora e as demais tarefas de separação, ordenação de cartões,
listagem serão efetuadas com a classificadora do Instituto de

Sher

gia Atômica e da Escola Politécnica, e a tabuladora IBM 407 do CenA
A
&gt;
tro de Calculo Numérico da Escola Politécnica,
Para plena utilização desses equipamentos já foram estabelecidos
cordos comí as diferentes instituições que estão colaborando,

a

medi

ante a fixação de horários para os trabalhos do catálogo coletivo.
4

SISTEMAS

DE

REGISTROS DE DADOS
&gt;
f
Os dados correspondentes ao catalogo coletivo apresentam caracteri_s
ticas bem próprias como: grande quantidade de infomiações, constante modificação e inclusão de novos dados, atualização

a

expansão

progressiva,
0 sistema de registro em cartões é o que oferece as melhores

condi,

ções para o catálogo coletivo, com vantagens sobre a fita perfurada0 registro em cartões permite a inserção, retirada ou

modificação

da ordem de arquivamento, além de conter na margem superior a inter
pretação em caráteres alfabéticos do código'de perfuração,
Enta vantagem justifica a conversãd dos dados para cartões,

embora

tenha havido um regiçtro, prévio em fitas perfuradas da Flexowriter
ou em fita magnética.

cm

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A conversão e feita automaticamente por porfuradora que possui
tema de interpretação de fita para cartão„
Além disso_, o arquivo em cartões, con a interpretação na margem

su

perior, permite a consulta por métodos manuais, no, caso de inforna-ções simples e conferência de determinados títulos,
5. -ESTUDO
S,!

3

P R 0 G R A M i. Ç ã 0

D B

G A

T ã 0

DSSÜRIÇãO DO CARTãO
0 cartao, que constitui o sistema que unis se adapta as tarefas, bi
bliográficas, è padronizado dentro de xiraa especificação própria.
Possui 80 colunas, contidas num retângulo de cartolina, onde a

in

foriração é representada em qualquer das colunas e podemos registrar
dígito numérico, alfabético ou sinal especial, por um código de per
furação, .Nas 80 colunas pode-se combinar letras, números e

sinais

especiais.
As colunas estão numeradas de 1 a 80 da esquerda para direita

e

o

cartão possui as dimensões de 18,7 x 8,8 cm.
Cada coluna permite 12 posiçoes distintas de perfuração, no
de 3 faros coincidentes na mesma coluna,
gistram os dígitos.

máximo

Nas filas de 0 a 9 se

r_e

As filas 0,,11, 12 se destinam às perfurações

auxiliards, indicadoras do código.
As perfurações dos números são feitas diretamente nas diferentes co
lunas sem a necessidade de codificação auxiliar.

As letras são

re

gistradas pela perfuração no campo principal e também nas filas

au

xiliares.

Assim e que as letras são divididas era.trés frupos prin-

cij:ais a fim de poderem ser registradas no cartão.

As letras A a I

são perfuradas no campo principal e na fila 12; as letras de J a
m fila 11 e no campo princijal; as letras de S a Z a partir da

R
fi

la 2 e perfuração auxiliar na fila 0.
são possíveis serem jxjrfurados diversos sinais especiais com a
binação de 3 perfurações,

com

Êsses sinais variam de acordo com o equi

pamento e, mesmo, podem ser substituídos,
5O2

. P r ..o_g_r _a_m_^ ç J.’ jo_ _ d_^ _c_

_rtão

á necessário, antes de ini;iar a implantação do serviço, hs-ver

uma

analise bem detalhada e cuidadosa da extensão e variedade das infor
^

iiaçoas a fim de que a previsão geral não seja prejudicada, com
possível perda do trabalho ja realizado.
:

cm

1

2

Não poderá haver,

poste

rioimiente, a inclusão de novas classes de informações, não

3

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a

previs

16

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19

�17
tas inicialmente na programação do cartão.
No caso específico do catálogo coletivo foram efetudados estudos
fixação dos campos, isto e, do conjunto de colunas necessárias
conter uma determinada informação e escolha dos códigos

de

de
para

‘.classe

de informação.
Para um catalogo coletivo de periódicos

o

importante

a informação

•de dados com.o:
título
sub-título
imprenta
notas de alteração do título
coleções das bibliotecas
Para o título, imprenta, sub-títilLo, notas de alteração de título
discriminação das bibliotecas com as coleções foram

reservadas

e
58

colunas, a partir da 9 até 66,
Cada título de periódico terá uin número d&gt;o documento, correspondente
a uma sequênc.ia progressiva de ordem alfabética, cuja indicação
feita nas colunas 1 a 8 do cartão,

Na nunieração de documentos

é
foi

prevista a possibilidade de intercalação, sem afetar a ordem entre 2
nuneros, de mais 99 títulos a fim de admitir a expansão do

catálogo

coletivo e inclusão de novos títulos,
Nas colunas 68 a 72 se registrará o numero de classificação do perió
dico, nume. extensão máxima de 5 algarismos.
As colunas 73 e 74 destinam-se ao código de classe de informação.Nas
colunas 75 a. 77 o código de ordem ou controle do número de

cartões

existentes em cada classe de informação,,
A coluna 80,terá o registro de marca de final de uma classe de infor
mações.

Por exemplo, o titulo do periódico que ocupe trés cartões ,

será indicado comoí

1

001

1

002

1

003 A (a = marca de final)

•Geralmente, para marca, de final pode ser adotado um registro qual

-

quer, por exemplo, a letra A, como indicado acima,
Á codificação das colunas 73 e 74 ob“'^‘^''e-'‘’='
código de ciaspe
"
"
”
"
"

cm

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3

4

5

6

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&gt;='Oj^ainte;

• jrfoiUiBção 1
título e sub-título
"
2 » imprenta
"
3 =• notas acicionais de alte
ração de título, etc,
"
4 = coleções das bibliotecas

14

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18

19

�18.
Exemplificando, temos abaixo as informações como são perfuradas

no

cartão;
Ifi cartão
00129 00 ACTA MEDICA VENEZOLíNA. (COLÉGIO DE MÉDICOS DEL DI3THICT0 6l0

1 001

2S cartão
00129 00

FEDERíIL)

6l0

1 002 A

6l0

2 001 A

610

4 001

610

4 002

610

4 003

610

4 004

610

4 005 A

6IO

1 001

610

1 002 A

610

2 001 A

6IO

3 001

610

3 002 A

610

4 001 A

3^ cartão
00129 00

(87) CARiiCAS, 1953, 14^^ cartão

00129 00

SPOl (1955-56, 3-4) 1959-63/64 (7-10) 11, 1965, 12
5^ cartão

00129 00

SPO3 (1963/64, 11) 1965, 12
6s cartão

00129 00

SPI5 1955-63/64 (3-5) 6 (7-8) 9 (10) 11

1965, 12

7^ cartão
00129 00

SP16 1953-56, 1 (2-4) 1960-61, 8 (9) 1963/64, 11
8fi cartão

00129 00

SPI9 (1954-56, 2-4

1959-62, 7-10)

Novo título - 1^ cartão
00130 00 ACTA MEDICINAS OKAY/iMi. (0Kí'íYAM/í UNIVSRSITY MEDICAL
2fi cartão
00130 00

SCHOOL)
3^ cartão

00130 00

(52) 0Ki'iYAM'i, 1952, 84° cartão

00130 00

CONTINliiÇãO DE ARBEITSM DER MEDIZINISCPM FAKULTilET
5° cartão

00130 00

OKiIYi'iM.í^
6s cartão

00130 00

SPOl (1957, 11)

Para a ordenação dos cartões, teremos sempre uma ordem principal de
controle que será a de numero de documentos a fm de facilitar
conferência sobre o conjunto de cartões.

.a

Pela classificação (clas-

sificadora) existe a possibilidade de conseguir várias

.sequências

nos cartões, de acordo com as informações neles contidas.

Assim ,

do Hfâsmo conjunto de cartões podemos estabelecer uma ordem pelo

nu

mero de classificação.

3

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�19
Para elaborar uma listagem por coleções segundo as bibliotecas

ba^

tara, pela classificadora, separar os cartões de codigos de bibliotecas semelhantes, com os títulos arranjados alfabèticamente ^ pelo
número de documento e incluir um novo cartão com o nome da bibliot£
ca, antes de ser preparada a listagem pela tabuladora,
Para suprimir a impressão de informações repetidas constantes
cartões, como sejam: número d

I

dos

documento, classe dé informação,

có

digo de sequência e marca de final bastara preparar o painel da

ta

buladora de acordo com a forna de listagem que se deseja.

'

Serão ad

quiridos painéis adicionais para os trabalhos do catálogo coletivo
na tabuladora,
A listagem do catálogo coletivo na sua forma final terá o

seguinte

aspecto;
00129 00 ACTA MSDICA VEN3Z0I«'iNA. (COLEC-IO DS iEDICOS DEL DISTRIGTO
FEDERAL)
(87) CARi*CAS, 1953, 1SPOl (1955-56, 3-4) 1959-63/64 (7-10) 11, 1965, 12
SP03 (1963/64, 11) 1965, 12
SPI5 1955-63/64 (3-5) 6 (7-8) 9 (10) 11, 1965, 12
SP16 1955-56, 1 (2-4) 1960-61, 8 (9) 1963/64, 11
SPI9 (1954-56, 2-4, 1959-62, 7-10)

6IO

00130'’00 ACTA I^ÍSDICIN/iS OK/íYAMíí. (OÍOVim* UNIVER3ITY JOURNAL
SCHOOL)
(52) OKAY/JÍA, 1952, 8-

6IO

CONTINÜAÇSO DE ARBSITBN DER MEDIZINISCHEN FAKULTAST
OKÍiYAMA
spoi (1957, 11)
Ejcistem certas limitações nos caráteres da tabuladora como sejam:
somente letras maiúsculas, falta de acgntuação-e falta de alguns
nais importantes para os padrões catalográficos.

Porém as

si

vanta

gens advindas com a eficiência do trabalho compensam essas deficiên
cias.

Talvez seja necessária a reformulação de alguns padrões

catalogação para os processos mecanizados.

da

Ao nosso vêr, deveria ,

inclusive, ser estudado um código especial para uso nos equiiamen tos mecanizados a fim de norimlizar as aplicações nos trabalhos das
bibliotecas,
6

listagem

B

DIVULGA cão

DAS

COLEÇÕES

Uma das funções básicas que o catálogo coletivo deve cumprir é

a

de divulgação frequente e atualizada das coleções que existem na rê
de de bibliotecas, a fim de que o acesso seja mais lógico e, princi
palmente, eficiente, trazendo maiores facilidades aos pesquisadores
o melhor aproveitamento dos periódicos, de custo tão elevado e

ra

ros.

2

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1

�2G
Não fve podo adirãtir que o preparo dos catálogos coletivos para '
blicação requeira grande tempo.

pu

Incorre-se no risco de que, quando

editado com grande demora, já esteja desatualizado.
Portanto, um dos requisitos básicos é a rapidez e perfeição .

na pü'‘

blicação.
Desde que os cartões estejam perfurados (cizjo preparo requer

maior

tempo) a listagem do catálogo coletivo de periódicos de São

Paulo

será pràticemente realizada em 8 horas, usando-se e tabuladora,cuja
velocidade de impressão, frisamos, corresponde a três folhas ofício
por minuto.
.»
^
iilem disso poderão ser preparadas listagens parciais em pequena fra
ção de tempo a fin de atender consultas em. assmtas mais específi COS ,
Pretende-se efetuar a listagem utilizando m.atrizes para

impressão

no sistema "off-set", por exemplo, com a impressora Mu]tilith 1250,
Essas matrizes serão fabricadas em sistema de formulário contínuo -,
evitando frequente paralização da tabuladora.

Naturalmente,

para

perfeita elaboração da matriz de processo direto de impressão,serão
efetuadas certas adaptações na tabuladora e, principalroente, a colo
cação de fita própria para impressão na matriz."off-set"

processo

direto, que permite a tiragem até 1.500 copies,

natrízes

Us

*'off-set" de processo fotográfico permitem até 30.000 cópias.
Calcula-se que a economia de tempo será ponderável se evitar várias
etapas de serviços necessárias nos sis+'=^ac tradTcioneTS como:
1 - datilografia do original
2 - conferência do original
3 - datilografia das matrizes ou preparo da composição
provas

e

4 - conferências das provas (duas ou tres)
5 - coiTeçoes; refazer originais ou retificar a composição
6 - não permitir listagens frequentes pela impossibilidade
de reaproveitamento da composição (so possível pelo
processo fotográfico de preparo de matrizes).
È evidente que o sistema preconizado trará eficiência

em

níveis

constantemente reclamados pelos bjblio+ecéri^o c pesqui sadores-Além
disso, a seõp Ho ''stálogc coTebivo poderá, pericclicsmente, elaborar
listas em forma de suplementos, proporcionando, então,

frequentes

atualizações.

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GOOPSRAÇnO

BNTRB

.. S

BIBLIOTECAS

Estimular a cooperação das bibliotecas com o catálogo coletivo para
atingir processos mais aperfeiçoados de trabalho - deve ser a

preo

cupação,
Ha uma tendencia das bibliotecas se equiparem com a Flexowriter, I_s
to permite um intercâmbio bem eficiente-.

Cada biblioteca ao reali-

zar a catalogação dos periódicos com a Flexowriter poderá, sem

n_e

cessidade de trabalho acionai, duplicar fitas perfuradas e remete Ias para a sede do catálogo coletivo que, automaticamente, com

, a

perfuradora conversora fará o registro das informações no cartão,
á evidente que o sistema de remessa das informações nas próprias fi
tas perfuradas apresenta maior simplificação e economia de tempo

,

pois os dados são coligidos e indicados a partir de uma única etapa
de trabalho da biblioteca cooperante,
Nao se justifica tambóm a existência de equipamentos completos
cada biblioteca,

A orientação será a de possuir algimias

em

^maquinas

na, sede do catálogo coletivo e para as demais tarefas utilizar equi
pamentos de maior porte existente na região.

Outra solução ó a co£

pera.ção das demais bibliotecas a. fim de que exista o conjunto

com

pleto de equipr.mentos nurva única unidade que, no caso, seria a sede
do catálogo coletivo ou biblioteca central da rêde,
8

RBCOMBNDAÇSSS
Considerando a necessidade de simplificar p3.ra melhor aproveitamento de tempo necessário aos trabalhos da biblioteca;
Considerando que muitas unidades bibliotecárias possuem meios de

u

tilizar, em comum, equipamentos mecanizados de maior porte e custo;
Considerando que cs catálogos coletivos não podem se restringir

ao

acesso somente em sua sede;
Considerando que os catálogos coletivos devem ser publicados com re
■

gularidade, inclusive informando atualizadamente as alterações

dos

acervos;
Considerando que o catálogo coletivo ó o instrumento básico para

a

realização de um plano de aquisição cooperativa e planifiçada;
RBC

L—Siij
a) - que as sedes dos catalogos coletivos das diversas regiões

do

Brasil realizem estudos para aplicação de equipamentos mecanizados
em seus trabalhos e na publicação dos catálogos;

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b) - que as &gt;issociaçoes de Bibliotecários organizem grupos

de traba

Iho para estudos da mecanizaçcão nas bibliotecas;
c) - que a Reitoria da Universidade de Sao Paulo ofereça as

condi

ções indispensáveis de verba, equipamento e material pa,ra mecaniza ção do catálogo coletivo de periódicos;
d) - que as Universidades e outras instituições apliquem a

mecaniza

ção em seus serviços bibliográficos;
e) - que sejam estudadas normas catalográficas para aplicar em siste
mas mecanizados;
f) - que as sedes dos catálogos coletivos organizem e nantenham

um

acervo de obras sobre mecanização.

9

B I B L I 0 G R À F I u

- CUMii, Maria Luisa Monteiro da e LUTHOLD, Rosmarie — Catálogos co
letivos, são Paulo, Universidade, Biblioteca Central, 1958.

- General Information manual; mechanized library procedures,
York, International Business Machines, s.d, | 19p.
(File B20-8694-1)

|New

- KSNT, .illen - Textbook on mechanized infomation retrievaX»
York, Interscience 101903]
268p'.

New

- LITTON, Gaston - Como hacer una tesis de grado;
Tucunan, Univer
sidad Nacional, Biblioteca Central, 1965.
175p.
(Ciência
de la documentacion; serie 0; obras generales - v. extra n2 2)
- RIDENEUR, Louis N.; oHAW, líalph R. and HILL, A, G. - Bibliography
in an age of Science.
Urbana, University of Illinois Press
•
]cl95ll
9:^.
- 1'VTLLEfflN, Silvere - Técnica de los catalogos colectivosí guia
practica.
Boletin de la Ihesco para Ias bibliotecas. 20 (l):*
2-24, jan./fev.l966.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Após uma recapitulação de dados gerais acerca do Catálogo Coletivo, salientando sua função na atividade documentária e as diferenças entre os catálogos de livros e de periódicos, resume-se o histórico do Catálogo Coletivo de Periódicos em São Paulo, seu desenvolvimento atual e os planos para o futuro, em que surge, como necessidade premente, a implantação da mecanização. O trabalho descreve a evolução dos equipamentos e da as características dos que deverão ser utilizado na mecanização do catálogo coletivo com sede na Biblioteca Central da USP. Descreve os estudos e programação 4o cartão perfurado para registro das informações relativas aos periódicos, analisando as vantagens de eficiência e rapidez nos trabalhos.</text>
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                    <text>Digitalizado
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Geraclaoinito

�V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇT^.O
SÍO PAULO - 8 a 15 de janeiro de 1967.
PATROCINADO PELO INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO.

TEMA II - CATÁLOGO SISTEMÁTICO NAS BIBLIOTEC/S ESPECIALIZADAS

CATÁLOGO SISTEMÁTICO; SUAS DIFICULDADES E SEU ARRANJO
por
aIda NERY DE AOUINO (^)

026,55016
017:026:

17&amp; CDD
CDU

Bibliotecária-chefe da Biblioteca do Instituto de
Geologia da

U. F. Pe. Prof. da cadeira de

tória do Livro do Curso de Biblioteconomia e
cumentação da U. F, Pe.

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Catálogo sistemático nas bibliotecas especializadas

CATÁLOGO SISTEMÁTICO; SUAS DIFICULD/ÜES E SEU ARRANJO NUf^A
BIBLIOTECA ESPECIALIZADA EM GEOLOGIA.

0 trabalho que se segue e uma ampliação das sugestões que foram apresentadas durante o SEMINÁRIO SÔBRE A C.D.U. (tema 10 - Catálogos) promovido pela Assocj_
ação Pernanbucana de Bibliotecários há 2 anos.

Defendendo o emprego do Catálogo Sistemático S. C. Bradford no seu
"Docynentação" (Rio de Janeiro, Fundo de Cultura, 1961: 78) diz que a

livro

elaboração

de índices é coisa tão antiga quanto a arte da impressão. Quando começou o

incre-

mento das publicações impressas e os periódicos de cunho científico começaram

a

lançar os seus artigos, os índices por assunto apareceram e resolveram o problema.
Entretanto, os primeiros índices foram elaborados alfabèticamente, coisa muito natural. E, ainda hoje, existem índices feitos pelos títulos, muito embora nem

sem-

pre os títulos exprimam o conteúdo dos livros.
Tanto N.Lentino como Bradford dizem que nem o Catálogô-dicionário nem
Catálogo-sistemátíco resolvem perfeitamente

o

o problema de catálogos.

Na opinião daqueles que lidam com bibliotecas especializadas, onde os

ar-

tigos de periódicos tem mais interesse do que o conteúdo dos livros, o CATÁLOGO
SISTEMÁTICO vem prestando um serviço até o momento ideal, dada a sua flexibilidade,

CATÁLOGO SISTEMÁTICO - suas dificuldades
As dificuldades que o Catálogo-sistemático tem apresentado são de

duas

ordens: 1 - elaboração inicial de um l!'DICE DE ASSUNTOS: quando o bibliotecário des
conhece a ciência em função da qual giram os leitores da Biblioteca; 2 - desconhecimento total da técnica do arranjo do Catálogo.
0 primeiro problema poderá ser resolvido da seguinte forma: introsamento do
bibliotecárió no assunto especializado com que irá lidar;

o assunto da especiali-

zada terá que ser estudado pelo bibliotecário; por mais difícil que, a
isto lhe pareça, êle aprende, e, aprende mesmo

de ouvido,

princípio

como se aprende

tam-

béiii a música. Poderá ir aos poucos enriquecendo os seus conhecimentos: procurando
manter contacto com os especialistas, constantemente, perguntando sem constrangí iTEnto tudo aquilo que ignora sobre aquela ciência ou aquele assunto, consciente

/

que deve ser todo o bibliotecário de que não é nenhuma enciclopédia ambulante.

0

especialista nunca se nega; o que lhe falta é tempo para sair do seu campo de ação,
do laboratório, e ficar à disposição do bibliotecário resolvendo onde colocar

de-

terminado assunto de acordo corn as tabelas que desconhece...
Então 0 bibliotecário tem mesmo que estudar, estudar por livros, minuciosamente as
. tabelas (preferimos a C.D.U. nas especializadas) comparando-as com assuntos já deliberados pelos técnicos; procurar nas enciclopédias, nas obras de referência
sicas os sinônimos daquela ciência cujos catálogos lhe cabe elaborar com a

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bá-

maior

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�■ • 1» —•

eficiência possível. Os índices, as bibliografias de bibliografias, os "abstracts"
que tanto interessam aos Serviços de Referência também são os professores

déste

"bibliotecário ignorante" que precisa,, que deve procurar ficar a altura do

docu-

nientalista, próximo do cientista porque do contrario, jamais conseguirá o que pretende.
tste primeiro problema nos parece mais difícil do que o segundo, embora, a
muitos outros pareça justamente o contrário,,. E o mais difícil ainda aparece quaii
do 0 bibliotecário se propõe ou aceita a organizar - ou dirigir uma biblioteca cujo
assunto não lhe é agradável. Muito embora todos nós não estejamos obrigados a

en-

veredar pelos caminhos da ciência bem que temos por algumas ou por alguma mais sim
patia, mais facilidade de percepção, mais atração mesmo do que por muitas outras.
Se a nós fósse oferecida, por exemplo, uiTia biblioteca especializada em Física ou Matemática para organizar ou, pelo menos apenas para dirigir depois de organizada, 0 fracasso seria total. Mão seria: porque de antemão jamais aceitarianos
tal Incumbência!
0 segundo problema que a primeira vista parece difícil, não deixa de

ser,

porém, muito menos difícil do que o primeiro. É o que se refere á técnica do arran
jo de um Catálogo Sistemático. Isto só poderá ser satisfatòrianente resolvido quan
do 0 problema anterior não constituir

mais um sério obstáculo. Dai, advêrn as

di-

ficuldades que muitas pessoas têm em querer que um Catálogo-sistemático de geolo gia sirva de exemplo para a organização ou melhor, para o arranjo de outro sobre
filosofia, religião, linguística, administração etc. pela simples imitação.

Nunca

será possível isto sem ter havido antes um estudo do assunto que deverá ser objeto
de interesse dos leitores.
1.1

Def i nição
Podemos definir CATÁLOGO SISTEMÁTICO

como "um conjunto de fichas arranja-

das numa ordem classificada de assuntos, de acordo com um determinado sisteiia, seguindo mais ou menos a ordenação dos livros nas estantes. Quando dizemos "mais

ou

menos" queremos nos referir mesmo a isto; pois, o arranjo dos livros nas estantes
não obriga a que se organize da mesma forma o catálogo,
0 número de chamada (notação) que não tem necessidade de levar mais de

3

(três) algarismos é que localiza as obras nas estantes ou fichários de pastas suspensas. Entretanto, havendo congestionamento de assuntos, como acontece geralmente
com as separatas, cujos assuntos são muito específicos, é mais recomendável

que

se dê na notação a classificação específica.
Isto porque, guardadas em pastas suspensas que levam as "projeções"

com

0 número referente á notação da obra, dispersa, ou melhor, divide mais os assuntos
facilitando assim a procura.

Poderoos, então, dizer em síntese: que o Catãlogo-sis

ternático é o conjunto de 3 (três) partes (fichários) distintas que se

completam

entre si: ÍNDICE DE ASSUNTOS + CATÁLOGO DE ASSUNTOS + CATÁLOGO DE Na€S + CATÁLOGO
NUMÉRI CO.

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Tecni ca

1.2.1

ífDICE DE ASSUNTC6

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�A chave-de Catâlogo-sisLefiiático e este índice. E dele, depende multo uma
classificação bem elaborada. 0 ítüICE DE ASSUNTOS é o ponto inicial ou melhor, é
A
^
•
O ponto de referencia primitivo para que dele se possa partir para o Catalogo-sis
temático,
Se 0 Catálogo-dicionario depende da uniformidade nos "cabeçalhos de
sunto" conforme N. Lentino (op.c.)

as-

e tambéiTi das remissivas ou das referências

cruzadas, o Catálogo-sistemático depende muito dos SINOnimOS, das expressões li‘

terais correlatas e corretas. Uma falha de sinônimo pode acarretar um insucesso
quando se realiza,qualquer pesquisa.
0 ÍNDICE DE ASSUNTOS ê flexível; as-referências são feitas tanto para os prôprios assuntos como para todos os seus sinônimos ou expressões correlatas.
Diz N.Lentino (op. c.)

-que-podemos usar remissivas no índice de Assuntos^

mas^ rião com tanta frequência como sao empregadas nos Catálogos-dicionário,
Com a experiência nuna especializada pedimos desculpas a autora para dis
cordar e NUNCA usar remissivas, Estas-são empregadas apenas no Catalogo de Nomes,
como veremos mais adiante como estrutura do Catalogo-Sistemático.
. , l.^ia. Arranjo do ÍNDICE,DE ASSUNTOS
Em fichas de catalogação tamanho padronizado (7^5 x'l2,5)

' perfuradas,

a expressão literal -ê colocada em "caixa alta" 3 espaços abaixo da expressão
literal (verbetes^ vem.,a,nijmen&gt;-ani.-que o assunto deve ser procurado no
LOGO DE ASSUNTOS que deve ficar próximo na medida do possível,

CATÁ-

Ê neste CATÁLO

GO DE ASSUNTOS (Classified calalog.) que todas as obras sobre um mesmo ^jsstüito
•

-

deverão- estar reunidas.
Os verbetes são fornecidos: a) pelas tabelas de.classificação usadas na
Biblioteca.(preferimos C.D,U.);

b)

pelas expressões usadas pelos frequenta-

dores; pelos dicTonários ou obras de referência tanto básicas como especializadas.

Quando o leitor solicita.um assunto sob una nova expressão esta deve-

fS imediatamente ser considerada para a abertura de um novo VERBETE mesmo que ‘
este seja sinônimo de outro já exi.stente,-Assim, com o auxílio dos
j^tóquisadores ou.leitores

o

próprios

ÍNDICE DEJ\SSUNT0S vai enriquecendo,

0 arranjo dos verbetes ê feito por ordem alfabética, como num dicionário.
Exemplos: classificação.da C.D.U.

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PETROLXÍA DO BPASIL
552(81)

PETROLOGIA: BRASIL
552(81)

PETROLOGIA
552

PE7RXRAFIA
552
-- .- -

-

.

.

.

I

As fichas~gjia são necessárias ao Inoice DE ASSUNTOS, guiando o leitor para
as letras do nosso alfabeto^
1.2.2

CATÁLOGO DE ASSUNTOS (aassified catalog)
Neste Catálogo gje, como já foi dito, estará bem proximo senão Junto

ou

abaixo io iNOICE DE ASSUNTOS^ as fichas devem fica^ dispostas em ordem classificada
de assuntos, separadas por fichas-guia (divisionârias) tantas quantos forem os
suntos que vão de O a 9 (C„D.U.) ou de 000 a 999 (C.D„D,).

Claro está que

asnuma

especializada os assuntos são apenas aqueles que constam de acervo da Biblioteca.
Muitas vezes a classificação primária coincide com o numero da notação. Ex.
GEOLOGIA: MANUAIS
55(02)
A divisão de forma, entretanto, poderá ser dispensada da notação, MAS, NUNCA DA FICHA DE ASSUNTO, Na notação poderá apenas ser considerada a classificação
primária: GEOLOGIA

e 0 número correspot .ente ao sobrenome do autor na tabela usada ("Gutter-SaTiborn",
por exemplo)

resolverá o problema do arranjo na estante.

1«2.2,1 Arranjo de assuntos idênticos
Dentro de um mesmo assunto as fichas são agrupadas pela orden cronologiga /

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decrescente (as obras mais recentes em primeiro plano) ciuando a-especiíilizada
contiver no ackvo obras científicas ou técnicas em que as publicações

mais

recentes tem mais valor. Nas bibliotecas especializadas em literatura,

art^

história, cujos exemplares ou edições "princeps" tem valor como obras

raras

ou Incunábulos, a ordern cronológica deve ser crescente.
Exemplo de fichas de assunto:

552
552
G693f

Guimarães, DJalma
Fundamentos da petrologia e as rochas ígneas do Brasil,
Rto de Janeiro, DNPM, Divisão de Fomento da Produção Mineral, 1%0.
410 p. ilust.(alg.desd.)
(Departamento Nacional
da
Produção Mineral. -Divisão de Fomento da Produção Mineral .
Boletim, 107)
Inclui bibliografia

UFPe.-Ig

61-428

552.3(81)
552
G963f

Guimarães, DJalma
Fundamentos da petrologia e as rochas ígneas do Brasil.
Rio de Janeiro, DNPM, Divisão de Fomento da Produção Mineral, 1%0.
410 p.
ilust. (alg.desd.)
(Departamento Nacional da
Produção Mineral. Divisão de Fomento da Produção Mineral,Boletim, 107
Inclui bibliografia

UFPe,-Ig

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l,2,2é2 símbolos
Pelos exemplos já citados deve ter sido observado que o símbolo nuiierico em
lugar da expressão literal

tanto e empregado na pista como em todo o catálogo.

Em contradição com o Catálogo-dicionário que s6 usa o símbolo nf-r:'*'nota:^
ção, abandonando-o logo após pela expressão literal (CABEÇALHOS DE ASSUNTO).
No Catálogo-sistemático a expressão literal é usada apenas como

esquema

(verbetes) e o símbolo numérico e utilizado do princípio ao fim do Catálogo.
Exemplo de esquemas e de fichas-guia no CATÁLOGO DE ASSUNTOS:

MINERALOGI A: BRASIL

549(81)

—— ■

/

549(02)mNERALOGIA: MAtm

549:54 MINERALOGIA QUÍMICA
7^

1.2,3

V-_—^

1
549

MINERALOGIA*

CATÁLOGO DE NOMES
Completando a estrutura do Catálogo-sistemático e elaborado o Catálogo-de-rw
mes, onde as fichas matrizes (de autor ou de entrada certa) são agrupadas
ordem alfabética facilitando a pesquisa sobretudo quando o sistema de

numa

classlfl-^

cação (principal fator do insucesso nos Catâlogos-sistemáticos^ conforme

diz

SHERA (The classified catalog. Chicago, ALA, 1956:3) é falho.
1,2,3,1

Estrutura do Catálogo de nomes
a) fichas principais de autores
b) fichas secundárias para colaboradores, editores, compiladores, tradutores, ilustradores, isto é, se são de interesse para a billioíeca especializada.
experiência tem demonstrado que as fichas remissívas, neste caso,

A

satisfazem

desde que dela constem dados completos que remetam o leitor diretamente

para

0 local onde se encontra á obra,
Ex.: Geologia geral jdej Vlktor Leins... ed. 1964
ver
55

Leinz, Viktor

L531g

Geologia geral... ed. 1964

1964

UFPe. - Ig/a,n.a.

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b) fichas de colaborador. Ex.:
Amaral. Sérgio Estanislau do, colab.
Geologia geral... ed. 1964
ver
55

Lelnz. Vlktor

L531g

Geologia geral... ed. 1964

1%4
fichas de série.

*

OBSERVAÇAO: nas Wblrotecas especializadas, de um modo geral, as séries têm
multo interesse. Neste caso, melhor será fazer secundárias para
estas séries.
d)

remíssivas obrigatórias:

1 - dos pseudônimos para os nomes certos.
2 - dos nomes que constam na obra para os

nomes

ou para as entradas certas, sobretudo

quando

os nomes são orientais, espanhóis, holandeses
etc. que fogem muito da regra geral para cata
logação.
Exemplos de fichas de autor com pista para os Catálogos de assuntos e de nomes;

552
G963f

Guimarães, Ojalma
Fundamentos da petrologia e as rochas igneas do Brasil.
Rio de Janeiro, DNPM, Divisão de Fomento da Produção Mineral, 1960.
410p,
llust, (alg. desd.)
(Departamento Nacional
da Produção Mineral. Divisão de Fomento da Produção Mineral. Boletim, 107)
Inclui bibliografia.

o
UFPe.»lg

61-428
PISTA

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Depois de- desdobradas as fichas principais são inseridas no Cataloga.deTiomes-e
no Catálogo-de-assuntos.
1.2,4

Catálogo de rubricas de assunto ou tndice numérico
Para controle do catalogador quanto aos verbetes que apareceni no IndICE

DE

ASSUNTOS, e, íanibem para uniformizar o tratamento dos mesmos assuntos, ou,

da

terminologia empregada e não tornar necessário uma recatalogação quando

ocorre

mudança na terminologia; quando é necessário qualquer nota explicativa o

ÍNDICE

NUMtRICO e de grande valor, muito embora não seja preciso que fique à disposição
dos leitores. Pelo contrár’o, é um índice para uso dos serviços técnicos inter nos. Sinônimos ou aproximações correlacionadas podem surgir no índice remetendo
para o mesmo símbolo
1.2.4.1

numérico.

Arranjo do ÍNDICE NUMÉRICO
Segundo o próprio nome indica o arranjo é feito exatamente pelo símbolo numérico,
em ordem crescente (decimal). É o inverso do

ÍNDICE DE ASSUNTOS.

Uma de suas vantagens é não ser preciso retirar com dificuldade tío

CATÁLOGO DE

ASSUNTOS as entradas que estavam levando o leitor para o assunto que, por

qual-

quer eventualidade ou mesmo érro, teve que ser modificado.
Exemplos:

552
PETROLOGIA
PETROGRAriA

551.7
ET.TRATIGRAFIA
ESTRATIGRAFIA: PERNAMBUCO

551.7(813.4)

551.553
VENTOS: VARIAÇDES NA SUPERFÍCIE DA TERRA
PALEOVENTOS

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�conclusDes e sugestões "

A

-

Sendo positiva a questão de que a causa do insucesso no CATÁLOGO SISTEMÁTICO
nas bibliotecas especializadas tern como principal fator o sistema de classificação, sugerimos que seja obrigatória a uniformização dos processos técni-

.

COS senão numa mesma região, pelo menos numa mesma Universidade (esta recomen
daçSo

foi anteriormente'fonnulada no IV Congr. Bras, de Biblioteconomia

e

•Documentação, realizado no. Ceará, por ocasião do tema 3 no trabalho sobre-bj_
bliotecas especializadas de D.Maria Lu?za M. da Cunha), isto é, a frase grifada.
*
B - -

0&gt;

Que era toda especializada onde já existia era pleno funcionamento um CATÁLOGO
SISTEMÁTICO se proporcione cursos de utilização e manejo deste Catálogo.

C

-

Que os Serviços Centrais de Bibliotecas ou Centros de Docunentação não sòmen
te oriente, mas, divulgue a técnica do trabalho intelectural objetivo

nas

bibliotecas especializadas de uma mesma Universidade,.
D

«

Que não seja‘mais permitido ruma mesma Universidade o arranjo de Catálogos •
dlcionário'.c?jando se tfatar de bibliotecas especializadas, nem tão pouco ou
so daquele Catálogo de assunto, arfa^jacte por autor, que conseguiu "adotar"
0 "apelido" de Catálogo«slstemático.

E

Que os autores de sistemas novos de classificação e catálogos de entidades
situadas numa mesma mesma região divulgem os seus sistemas promovendo

cur-

sos a fim de que não seja despendido mais tempo com processos somente

ffafs

fáceis porque até o momento foram mais divulgados.
F

-

Que após todas as críticas êste trabalho seja divulgado com a finalidade

de

auxiliar aos bibliotecários que têm interesse no assunto.

U.F.Pe.-Ig./A.N.A./lsbm.
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�-líw

BIBLIOGRAFIA

I,

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tação no Brasil.

2^

Rio de Janeiro,

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Centro

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Lisboa. Centro de Documentação Científica, Instituto de Alta diitima,
■ 1961.

9,

[ International decimal classificationj Index v,2, pt.2, class 54 - Chemistry

V

548/549

10,

1 cópias fotografadas fornecidas pelo IBBD, Laboratório de Reproduções Fotográficas, referentes às classes 548, 549,
•

II,

55,

56, 622 1 s.n.t.l
&amp; INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO,

^ Janeiro

.

Classificação decimal universal. Ed, desenvolvida em língua protuguesa ,
55 Geologia e geofísica. Trad. de Lia Becker. Rio de Janeiro, 1961.
12,

,

orovisório da ed. desenvolvida
das classes Geologia e geofísica - 55.

Rio de Janeiro, 1964

13,

LENTINO, M, - Classificação decimal universal. São Paulo, LEIA,

14,

LUNA, D.M, l OLIVEIRA, M.P, - Bibliotecas especializadas. Fortaleza, Universidade do
Ceará» IV Congresso Bras. de Bibliotec. e Documentação,

15,

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M0r&gt;ITEIR0DA CUNHA, M^L, - Seminário sobre o desenvolvimento das bibliotecas universitárias, Fortaleza, Universidade do Ceará, IV Congresso Bras. de Biblioteconomia e Documentação, 1963,

�-12-

16.

NECESSIDADES de Ias bibliotecas especializadas. 8. tifESCO

le UW2),.

-

,art. 489, 1958.
SHERA, J.H. - The classified catalog.

Chicago,

ALA,

1956

130 p.

18.

UNIVEI5IDADE Federal de Pernambuco. Serviço Central das Bibliotecas. Normas

CX

17.

a catalogação nas bibliotecas da Universidade do Recife. Recife,
1959.

U.F.PE.-lg./A.Al,A./lsbm.

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Digitalizado

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 05 - Ano: 1967 (São Paulo/SP)&#13;
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <name>Coverage</name>
              <description>The spatial or temporal topic of th