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                    <text>CARTA DE AQUISIÇÃO; UM HISTÓRICO E UMA POSIÇÃO
A EXPERIÊNCIA DA DIVISÃO DE BIBLIOTECAS
E DOCUMENTAÇÃO DA PUC/RJ

CECILIA MALIZIA ALVES
(Chefe da Biblioteca Central da PUC/RJ)

Resumo
Descreve a experiência da Divisão de Bibliotecas e Dot'umentação da PUC/RJ para elaboração de sua Carta de
Aquisição, analisada à luz das mudanças organizacionais
decorrentes da reestruturação dos serviços de bibliotecas.
Conclui que a melhoria do relacionamento entre bibliotecários e corpo docente da universidade é o maior benefício
'Obtido, ressaltando, entretanto, que o sucesso da experiência vai depender da reformulação de atitudes conservativas
fie organização e planejamento, as quais devem incorporar
uma filosofia de critérios orientada pelo conhecimento das
características de seus usuários.
'Apresentação
Este trabalho tem como objetivo descrever a experiência da Divisão de Bibliotecas e Documentação da FUC/RJ
discussão e definição de sua "Carta de Aquisição".
Sendo a "Carta de Aquisição" apenas uma dentre várias mudanças decorrentes da reestruturação dos serviços
"Ç bibliotecas da DBD, apresentamos uma breve explanação das medidas de definição e planejamento que antecederam sua elaboração.
^ Reestruturação Organizacional
^ ■1 Análise do sistema
Se

difícil reconstruir a história da formação e denvolvimento do sistema de bibliotecas coordenado pela
— 337 —

�D.B.D., principalmente pela dificuldade de acesso aos relatórios anuais das administrações anteriores à nossa gestão
e na falta de informações precisas, podemos supor que as
bibliotecas da PUC desenvolveram-se através dos anos graças a esforços altamente louváveis de pessoas que sentiram
a carência de serviços de bibliotecas, mas às quais faltou,
em ocasiões decisivas o apoio de conhecimentos profissionais
adequados ao planejamento e/ou desenvolvimento dos referidos serviços.
Anteriormente a nossa admissão para o cargo de Bibliotecária-Chefe (dez. de 1975), a Comissão de Bibliotecas,
após seis meses de análise e debates sobre a situação da
D. B. D., recomendava a ordenação de seus serviços, tendo-se
constituído um Grupo de Trabalho para a elaboração do
organograma. Esse primeiro organograma, por nós analisado não se adaptava, a nível de eficácia operacional, ao tino de funcionamento desejado: havia já um consenso de
centralização de "serviços técnicos", não devidamente explicitado ao Grupo de Trabalho.
Como tarefa prioritária, dedicamo-nos à detecção dos
principais problemas encontrados, destacando-se dentre eles:
—
—
—
—
—
—
—

estrutura organizacional fragmentada, ocasionando
dispersão geográfica do acervo e divisão artificia)
do conhecimento;
falta de definição de objetivos para tomada de decisão quanto a critérios de organização e funcionamento internos;
distorção e fragmentação da função Aquisição;
concepção errônea dos serviços de referência e atendimento ao usuário;
quadro de pessoal insuficiente e inadequado;
disponibilidade espacial das bibliotecas, insuficiente e inadequada;
organização das Bibliotecas Setoriais da PUC, que
não podiam ser caracterizadas como bibliotecas de
pós-graduação, já atendiam a todo o corpo discente
de seus respectivos centros, devido a práticas inadequadas de seleção e composição dos acervos.

Tal organização não seria tecnicamente errada, pois
teríamos no futuro bibliotecas especializadas para cada cen— 338 —

�I
tro, sem distinção do nível de usuários a que se destinam.
Dois fatores, no entanto levaram-nos ao planejamento cor1'etivo dessa organização:
• a definição expressa nos Estatutos da PUC.
• a disponibilidade espacial existente, que nos levou
à constatação da necessidade de se preparar a Biblioteca Central para operar as funções que por estatuto lhe competem, ou seja, manter um acervo centralizado de interesse geral e especificamente de interesse da graduação, operando um sistema de coleções descentralizadas para pós-graduação.
1-2 Plano Organizacional
Visando a centralização dos serviços técnicos das bibliotecas da PUC/D.B.D. foi proposta a seguinte estrutura, aprovada pela Comissão de Bibliotecas em. 0(5/02/76 e pelo Magnífico Reitor através da PR-293/76, de 22 de abril de 1976, o organograma apresentado no anexo 1 delineia as principais características do plano organizacional ora desenvolvido pela
d.b.d.
^•2.1 Estrutura da rede
Vinculada à Vice-Reitoria Acadêmica, a Divisão de Bibliotecas e Documentação é o órgão responsável pelo planejamento geral do sistema, de bibliotecas. O planejamento se
faz por definição de objetivos gerais, cuja inspiração política
se vincula aos valores e interesses da Pontifícia UniversidaCatólica do Rio de Janeiro, concernentes ao desenvolvi^lento dos meios necessários para o estudo e a pesquisa, e
^03 conceitos de inserção na realidade brasileira e de intercâmbio e cooperação com instituições congêneres, nacionais e estrangeiras, de acordo com os incisos I, II, III, IV
V, do Art. 19 do Estatuto que rege.
Para consecução de seus objetivos, a D.B.D. coordena
todos os níveis de processamento técnico, administrarão de pessoal e definição de política de informação, uma
rede de bibliotecas, com a seguinte estrutura:
— Biblioteca Central, cujo acervo é centralizado, reul^indo principalmente material de graduação e uma forte

— 339 —

�coleção de referência de caráter interdisciplinar. A Biblioteca Central é depositária das coleções de periódicos e documentos especiais, na proporção definida pela política de
informação.
— Bibliotecas Setoriais de Pós-Graduação, reunindo coleções especializadas em cada Centro, referentes às atividades de pós-graduação e pesquisa de suas unidades constitutivas, a nível de especificidade adequada.
1.2.2 Objetivos do Sistema
O principal objetivo do sistema de bibliotecas coordenado pela DBD é selecionar, adquirir, organizar, armazenar
e disseminar toda a informação registrada, para apoio às
atividades de ensino e pesquisa desenvolvidas na PUC/RJ,
bem como ao desenvolvimento de suas atividades técnicas
e administrativas.
Em decorrência, compete-lhe:
a)
b)
c)
d)

e)
f)
g)
h)
i)

colocar, em menor tempo possível, as obras adquidas à disposição do usuário;
prover material para leitura e trabalhos de cursos
de graduação e de pós-graduação;
prover referência e informação bibliográficas;
prover material de leitura como suporte geral às
atividades da PUC, quer acadêmicas, quer administrativas;
prover material de estudo nas áreas correlatas aos
cursos;
prover material de pesquisa;
prover serviços de recuperação de informação;
prover facilidade de pesquisa onde necessário;
atuar como instrumento dinâmico do ensino, estimulando hábitos de leitura e pesquisa.

2 Programa de Desenvolvimento
Definida a estrutura da Divisão, preocupamo-nos a seguir com o estabelecimento de um Programa de Desenvolvimento, o qual obedece a critérios gerais expressos em foi"
ma de metas operacionais, princípios de ação e políticas
operacionais.
340 —

�2.1 Metas Operacionais
A complexidade de tarefas decorrentes da implantação
da nova estrutura, levou-nos a formular, para o sistema a
ser desenvolvido, metas a curto, médio e longo prazo.
(a) a curto prazo: desenvolver um sistema coordenado
de bibliotecas, implementando técnicas biblioteconômicas
para atendimento de um usuário não individualizado.
(b) a médio prazo: implementação de estudos para obtenção de indicadores das necessidades gerais e especificas
dos usuários e conseqüente planejamento dos serviços compatíveis às necessidades detectadas,
(c) a longo prazo: desenvolvimento de serviços e técnicas de recuperação e disseminação da informação, tomando
por base os indicadores obtidos.
I
2.2 Princípios de ação
Esses principies foram estabelecidos para orientação geJ"al ao desenvolvimento futuro de políticas operacionais:
(a) Centralização de registros e sistemas — embora a
centralização esteja explícita no organograma é conveniente
que a DBD desenvolva junto à comunidade um trabalho de
divulgação para que haja o entendimento de que o objetivo
da centralização técnica é tornar disponível, para toda a comunidade de usuários qualquer serviço básico desenvolvido,
evitando-se duplicação de esforços e atendendo-se aos aspectos eficiência e eficácia.
(b) Automação — quaisquer planos para automação
dos serviços de biblioteca deverão ser desenvolvidos de acordo com a política de informação da D.B.D., levando-se em
consideração a capacidade do sistema para absorver as mudanças decorrentes e a disponibilidade de recursos orçamentários.
A título de sugestão, já que não nos pudemos basear
huma análise de sistemas devido à ausência de indicadores,
três estágios para automação das bibliotecas: (1) rotinas
internas; (2) armazenagem e recuperação da informação em
campos selecionados — através de estudos realizados pela
Save — da literatura científica e tecnológica; (3) redes
^experimentais de bibliotecas cooperantes.
— 341 —

�(c) Desenvolvimento de cooperação regional para solução de líroblemas comuns — Como sabemos é totalmente
impossível a qualquer biblioteca adquirir, armazenar e recuperar todo o conhecimento necessário ao desenvolvimento
de seus programas de ensino e pesquisa; tal situação leva-nos
a buscar, no desenvolvimento de novas formas de cooperação inter-bibliotecas, a solução para possíveis problemas
comuns.
A cooperação inter-biblioteca deverá dirigir-se à instalação de planos de aquisição cooperativa, extensão de privilégio para empréstimo entre bibliotecas, redes de informação e/ou centros de referência, para obtenção da literatura
descentralizada via modernos meios de transmissão, catalogação cooperativa, etc.
(d) Profissionalização — A grande maioria dos funcionários da DBD não possui formação ou treinamento profissional necessário ao desempenho de funções técnicas, o que
acarreta sérias deficiências na qualidade dos serviços desenvolvidos. O despreparo técnico aliado à indefinição de
rotinas criava uma situação de duplicação de tarefas. Paralelamente, chamou-nos a atenção as discrepâncias encontradas na classificação de cargos da DBD. A titulo de colaboração ,aplicamos um questionário de avaliação de funções
e enviamos à Gerência de Pessoal estudo corretivo sobre o
assunto, recomendando que, no futuro, as funções técnicas
fossem preenchidas por profissionais qualificados. Quanto
ao pessoal já admitido, sugerimos que freqüentassem cursos
de treinamento profissional.
(e) Serviços de Comunicação — A ausência de um sistema interno de comunicação eficaz prejudicava o desenvolvimento dos serviços da DBD. Internamente, algumas providências estão sendo tomadas para melhoria de contato entre a DBD e seus usuários;
— elaboração de um guia para uso de bibliotecas.
— criação de cursos introdutórios ao uso da literatura
científica e técnicas de levantamento bibliográfico em vários níveis.
(
2.3 Política Operacional
As mais sérias deficiências encontradas no desenvolvimento de nossos serviços de bibliotecas relacionavam-se com
a ausência de políticas estabelecidas. Considerando impera— 342 —

�I
i

eivo que qualquer sistema de bibliotecas — em particular
um sistema de tal porte e complexidade como o operado pela
DBD — funcionasse sob um conjunto de políticas escritas,
flexíveis e conhecidas, alertamos a Comissão de Bibliotecas
sobre a necessidade de se elaborar a Carta de Aquisição e o
Regimento Interno para a DBD, Paralelamente o corpo de
bibliotecas reuniu-se para redação dos Manuais de proceaimentos das diversas seções, enquanto elaboravam-se os
fluxogramas da Seção de Aquisição Centralizada e da Seção
de Processamento Técnico.
Passaremos a descrever especificamente os procedimentos adotados para a elaboração da Carta de Aquisição. Para
melhor exposição do material, colocamo-la em item à parte.
3 Elaboração da Carta de Aquisição
Em 16 de julho de 1976, foi apresentada à Comissão de
Bibliotecas uma proposta formal para estudo de políticas de
seleção e composição dos acervos da Universidade,
Adotou-se como método de trabalho a discussão sistemática de "Documento de Trabalho" elaborados pela Bibliotecária-Chefe e equipe de bibliotecários da DBD, Cada um
desses documentos foi discutido e analisado à luz da realidade PUC e de suas peculiaridades comunitárias e institucionais.
Após quase um ano de trabalho, em maio de 1977, a
Comissão de Seleção chegou à redação final da "Carta de
■^-quisição", documento normativo onde se exprimem as di-1'etrizes gerais para seleção e aquisição de material bibliográfico.
O documento em questão (ver anexo 2) foi então submetido à aprovação do Magnífico Reitor, que o fez de maneira extremamente honrosa para a D.B.D. — já que a
aprovação deu-se por Ato Normativo e não por simples portaria— em 18 de agosto de 1977.
Após a aprovação da "Carta de Aquisição", a Divisão
^e Bibliotecas e Documentação iniciou, junto^ aos vinte e
quatro departamentos de ensino da PUC, gestões para dar
continuidade ao processo de definição de políticas de seleção
^ nível mais específico, para atender critérios implícitos na
Carta, a saber:
— 343 —

�1°) constituição das Comissões Departamentais e indica*
ção de bibliotecárias para assessoria (Cf. item 4 11)
2'') estabelecimento de rotinas de trabalho para declaração escrita de política de seleção de cada unidade de ensino (Cf. item 4.1..3.).
Até o momento, estão constituídas dez Comissões de Seleção Departamentais (Física, Matemática, Teologia, Filosofia, Educação, Letras, Psicologia, Artes, Engenharia Industrial, Sociologia e Política). Como método de trabalho, cada
membro de determinada Comissão deve preencher um formulário-padrão planejado em conformidade com os critérios de seleção expressos no item 4.1.5. da Carta de Aquisição (ver anexo 3); a seguir a Comissão de Seleção deverá
aprovar sua declaração escrita, para inclusão na edição final da Carta de Aquisição.
4 Conclusões
Poder-se-ia argumentar sobre a validade do trabalho
aqui exposto, considerando-se que a "Carta de Aquisição
ainda é, do ponto de vista da aplicabilidade, um document
embrionário. Profissionais mais "práticos" certamente considerarão que o tempo gasto em discussões de normas e po
líticas poderia ser melhor canalizado para, por exemplo, solu
cionar problemas de processamento técnico. Entretanto, po
demos dizer que a experiência foi altamente proveitosa, u
vez que está nos ajudando a resolver o velho problema
relação entre bibliotecários e corpo docente de universidades
Em decorrência desse melhor relacionamento, a imagem o
DBD e conseqüentemente das bibliotecas foi totalmente modificada: a demanda crescente dos serviços disponíveis atesta a aceitação de um trabalho sério, embora lento e pouco
inovador. O contato informal decorrente das discussões políticas, no momento mesmo em que acontecem diversas mudanças administrativas tem sido proveitosos para remoção
de áreas de atrito e vencimento das barreiras institucionais
e comportamentais existentes, tanto por parte dos professores quanto por parte dos bibliotecários. Quanto as práticas
de seleção, estas foram aprimoradas, via melhoria do diálogo.
_ Estamos cientes de que a continuidade da Carta de Aquisição vai exigir toda nossa capacidade de argumentação c
isenção de ânimos para solução de conflitos, já agora maiá
diretos e difíceis de serem resolvidos.
— 344 —

�Entretanto, como administradores e planejadores do sistema DBD não podemos nos furtar à responsabilidade de
ouscar, na definição de nossos critérios de trabalho o consenso e a aprovação daqueles que são o "leitmotiv" de nossa
existência os usuários.
Esta posição é decorrente de evolução dos objetivos da
oiblioteca universitária que, se em épocas mais remotas era
íl-ominada pelas restrições conservativas decorrentes da posição liumanistica dominante, passou, com o advento da;,
técnicas biblioteconômicas e computacionais a desempenhar,
ttum segundo estágio de evolução, funções técnicas de consta, aimazenagem e organização do material bibliográfi•-o. Entretanto, as mudanças ocasionadas pela democratização da educação provocaram alterações profundas nos
objetivos funções e organização das bibliotecas university
rias. Para citar Edson Nery da Fonseca (1): a biblioteca universitária tem "... importância decisiva na consecução dos
objetivos perseguidos pela universidade. O professor HarolVallaaão definiu uma vez a Faculdade de Direito como
Uma biblioteca cercada de salas de aula ...".
Assim, estamos dirigidos à revisão de suas posições tr£
üicionais que compõem a imagem usual e convencional dc
nessas bibliotecas: de um lado, os professores que vêem a
biblioteca somente no contexto da visão tradicional de sui
íunções de centro de erudição e humanismo; de outro lado
bibliotecários cuja tradição está mais dirigida aos "objetos" que vem pela porta dos fundos do que às pessoas que
entram pela porta da frente. Precisamos, nós, os componentes dessas duas correntes, incorporar um terceiro elen^ento ao quadro geral: os usuários. Enquanto essa incorporação não for verdadeira, nossas bibliotecas, por mais
btm organizada e aparelhadas que sejam, não passarão de
depósitos de livros sofisticados e ineficientes.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
1 Fonseca, Edson Nery da. Roteiro para organização de
bibliotecas universitárias. Brasília, Graf. Piloto da
UnB, 1967.
2 Thompson, James. An introduction to university library administracion. London, C. Bingley, 1974.
^ PUC/RJ. Divisão de Bibliotecas e Documentação. Relatório anual 1976. Rio de Janeiro, 1976. 48 p. dat.
— 345 —

�ANEXO 2

ATO NORMATIVO N? 01/77

Aprova a CARTA DE AQUISIÇÃO da
Divisão de Bibliotecas e Documentação

O Rev. Pe. João Augusto Mac Dowell, S.J., Reitor da
PUC/RJ considerando o volume crescente de produção na
Jiteratura universal bem como o alto custo das publicações
e a necessidade de uma definição clara e objetiva da politick
de aquisição e seleção de material bibliográfico das bibliO'
tecas da PUC/RJ, no uso de suas atribuições,

RESOLVE:
Art. P Aprovar a CARTA DE AQUISIÇÃO de material
bibliográLÍco das biblictccas da PUC/RJ, anexa a este ATO.
Art. 2°
hoje.

O presente ATO entrará em vigor na data de

Rio de Janeiro, 18 de agosto de 1977.

Pe. João Augusto A. Mac Dowell, S-JReitor
— 346 —

�ANEXO 3
PUC — DBD
POLÍTICA DE SELEÇÃO
DEPARTAMENTO:

—

responsáveis pela seleção

OBJETIVO GERAL:

Línguas;

"'^REAS GEOGRÁFICAS:

1'IMITAÇÕES CRONOLÓGICAS:

— 347 —

ASSUNTO:

�TIPO DE MATERIAL A
ÊER INCLUÍDO

AREAS DE ASSUNTO

NÍVEL DE ESPECIFICIDADE

OUTRAS
ESPECIFICAÇÕES
Rio,
— 348

�CARTA DE AQUISIÇÃO
Política para seleção e aquisição de material bibliográ^po das bibliotecas da Pontifícia Universidade Católica do
^10 de Janeiro.
'Apresentação
Dado o volume crescente de produção na literatura universal, bem como a elevação constante do custo das publi|'ações, torna-se impossível a qualquer biblioteca poder conar com todo o material bibliográfico indispensável ao atenittiento de seus usuários.
Em decorrência, impõe-se a necessidade de uma definiSS'O clara e objetiva da política de aquisição da Universidaapta a orientar as práticas de seleção e formação da.s
coleções.
V,.

janeiro de 1976, foi apresentada à Comissão de Biotecas da DBD — órgão consultivo e representativo das di®rsas bibliotecas e unidades acadêmicas — uma proposta
Para o estudo da CARTA DE AQUISIÇÃO, que deveria exPrimir as diretrizes aplicáveis à seleção e aquisição.
O documento ora apresentado é o resultado desse estu'iP. Nele são estabelecidos os princípios gerais para a poli«loa de aquisição, os tipos de material bibliográfico que deerão formar as coleções da Universidade, bem como os proessos de seleção e aquisição a serem adotados.
A CARTA DE AQUISIÇÃO ora formulada, bem como os
de seleção nela indicados, não pretende descrever as
Seções já existentes. Seu objetivo é orientar o corpo doente e a equipe de bibliotecários na complexa tarefa inteim
de selecionar, uma coleção adequada e satisfazer os
^teresses de seus usuários, considerando-se o volume de pu
Jicações anuais e as restrições financeiras existentes.
... A despeito dos esforços desenvolvidos para definir cri ■
erios facilmente aplicáveis à seleção, a criatividade humana
Q °^uz constantemente uma infinita variedade de livros (
^tros tipos de aquisição.
— 349 —

�Embora as diretrizes forneçam orientação e informa
ções úteis às Comissões de Seleção, o julgamento daqueles
que participam do processo de seleção não poderá jamais
ser substituído por normas formais e rígidas, as quais somente se destinam a fornecer critérios. Por essa razão, ^
CARTA DE AQUISIÇÃO está sujeita a revisões que se fizerem necessárias, no decorrer do tempo.
Coube à Bibliotecária-Chefe, Cecília Malízia Alves, assistida pela Bibliotecária Supervisora Maria Clara P. Wilken
Bicudo, a formulação original dos documentos de trabalhf'
para discussão a nível de Comissão. A proposta para a definição das políticas de seleção, correspondente às diferentes unidades acadêmicas, foi, em sua maior parte, baseado
na sistemática adotada pela Standford University Libra
ries (1).
Finalmente, não podemos concluir essa introdução sem
recordar a participação interessada e cuidados dos membros
da Comissão de Bibliotecas, sem a qual esse estudo não seria variável: Prof^ Suzana Gonçalves, Diretora da DBD, Presidente da Comissão, Prof. João Christovão Cardoso, representante do CTC, Prof. Sergio Cativo e Prof^ Miriam Limoeiro Cardoso, representante do CCS, Prof''' Creusa Capalho f
Prof® Zélia Mediano, representantes do CTCH, Cecília Malízia Alves, Bibliotecária-Chefe e Anna Maria Thompson de
Carvalho, Assessora de Diretoria da DBD.
1

Definição

A CARTA DE AQUISIÇÃO é o documento básico orientador da política de seleção e aquisição de bibliotecas.
Vincula-se, pois, aos OBJETIVOS da Biblioteca —Sistema de Bibliotecas — à qual se destina, decorrentes da
natureza da instituição a cujas finalidades deve servir.
2

Princípios Gerais

2.1 Os programas de ensino e pesquisa da Universidade devem ser os elementos fundamentais para a política de aquisição .
2.2 A DBD deve adquirir ,em bases regulares, qualquer tipo
de material bibliográfico, quer coleções de âmbito geral, Q^er
— 350 —

�'-oleções específicas, enfatizando as áreas em que os interesses de estudantes e professores sejam eficazmente atendidos.
^'•3 Os processos de seleção e compra de material bibliográfico devem ser estabelecidos em função de planos relativos
^0 desenvolvimento da Universidade. A centralização desses
processos visa à eliminação de rotinas repetitivas e a assegurar rapidez de recepção e processamento.
5

Tipos de Material Bibliográfico

3.1 As coleções das bibliotecas da PUC são compostas de vários tipos de material bibliográfico, em suas diversa^s formas
■^e apresentação: impressão, off-set, foto-reprodução e duplicação por mimeógrafo, filmes e microfilmes revelados, microfichas transparentes ou opacas, fitas perfuradas, fitas
•Magnéticas, diapositivos, mapas, globos, fotografia e gravuras.
'^•2 Visando melhor administração do acervo as coleções
serão divididas em material bibliográfico e material especial
3.2.1 Material Bibliográfico: subdivididos em dois tipos, ou
'^sja, os documentos primários e os documentos secundários
3.2.1.1

Documentos primários

Livros, monografias, coleções de documentos (documenescritos pelo mesmo autor ou por autores diferentes, seSundo um plano, sem pretensão de exaurir o assunto), atas
reuniões e conferências, livros textos e rnanuais, publicações oficiais, publicações periódicas (publicações seriadas,
revistas, jornais), normas, folhetos, patentes, teses e disserta
Ções relatórios técnicos-científicos.
^■2.12

Documentos secundários

Literatura de referência; enciclopédias, guias e manuais,
êiossários, vocabulários, dicionários, biografias, revisões de literatura, periódicos de resumo, bibliografias e índices .
^•2.2 Material especial:
Livros raros, coleções especiais de alto custo, manuscri®s, códigos, fotografias, gravuras, mapas, plantas, englobando os documentos suscetíveis de apropriação indébita e mu— 351 —

�tilações, e que, portanto, requerem normas especiais para
acesso e controle de circulação.
3.2.2.2

Segundo Grupo:

Filmes e microfilmes revelados, microfichas transparentes ou opacas, edições em microfilmes, filmes educativos,
slides, diapositivos .cartões perfurados, fitas ou discos magnéticos, ou qualquer outro tipo em que sua forma de apresentação difira do material descrito no item 3.2.1.
3.3 Como norma geral, não devem ser acervados apostilas,
trabalhos escolares, catálogos comerciais e foto-reproduções
f xerox, heliografia, fotostática, etc.) de documentos já existentes na DBD ou disponíveis no mercado editorial.
4
4,1

Critérios de Seleção
Seleção de compras

4.1.1 Em cada unidade, a seleção bibliográfica deverá ser
efetuada por uma Comissão de Seleção, integrada por representantes das diferentes áreas de ensino e pesquisa dessa
unidade e assistida tecnicamente por uma bibliotecária indicada pela DBD, preservando-se a autonomia de cada Departamento.
4.1.2 Serão também constituídas Comissões de Seleção pa*
ra aquisição de material especial relacionado no item 3.2.2.1-1
tais como: livros raros, manuscritos, códices, mapas e coleções especiais.
4.1.3 À Comissão de Seleção compete declarar sua política
de seleção específica.
4.1.4 Cada Comissão de Seleção deverá definir sua política
de seleção em termos de:
a.
b.
c.
d.
e.
f.

objetivo geral;
línguas a serem cobertas e restrições;
áreas geográficas abrangidas (quando aplicável);
delimitações cronológicas (datas das edições);
tipos de material a serem incluídos;
tipos de material a serem excluídos;
— 352 —

�g.
h.

áreas de assunto a serem cobertas e correspondente
nível de especificação das coleções;
outras especificações.

4.1.5 Os seguintes critérios, devem ser indicados quando
da definição da política de seleção, tendo em vista os níveis
de especificidade do material bibliográfico:
— nível geral — suprir necessidades gerais dos programas, tanto presentes quanto futuras;
— Nível de graduação — servir de suporte efetivo ao
ensino de graduação, incluindo todos os tipos de material de
referência, principalmente índices, bibliografias e publicações periódicas;
— nível de pesquisa — suprir as atividades acadêmicas
de meios que lhe permitam associar o ensino à pesquisa e
servir de base aos programas de Mestrado;
— nível intensivo — atender, de forma exaustiva, às li"
tthas de pesquisa da Universidade e aos cursos de Doutorado
4.1.6 Duplicação de Coleções
A qualidade do acervo não deve ser sacrificada à duplicação desnecessária de títulos, adotando-se, como critérios de
duplicação, a intensidade de uso, a localização das bibliotet^as do sistema, bem como a disponibilidade do acervo da
DBD,
4.1.7 Em se tratando de publicações periódicas, em princípio, haverá na DBD uma única assinatura para cada título,
ficando a virtual duplicação subordinada a justificativa fundamentada e competente aprovação pelo Conselho^ Departamental do setor interessado, ouvindo-se a Comissão de Seleção.
4.2

Seleção de doações

4.2.1 Serão aplicados tanto para recepção de^ doações
quanto para permuta os mesmos critérios de seleção adotados para compra.
^•2.1.1 A seleção das obras aceitas em doação será efeti^^•da, segundo o determinado no item 4.2.1, pela Comissão
«e S^ção da Unidade interessada.
— 353 —

�4.2.1.2 Caso discorde da seleção efetuada sob a responsabilidade da Comissão de Seleção, a Diretoria da DBD submeterá o assunto à Comissão de Bibliotecas, cabendo ainda
recurso ao Vice-Reitor Acadêmico.
4.2.2 Como norma geral, a PUC deve evitar a aceitação de
doações com restrições específicas, tais como localização especial e uso limitado, nos casos em que essas doações sejam
qualitativamente importantes, será ouvida a Comissão de
Bibliotecas, para parecer a ser encaminhado à decisão do
"Vice-Reitor Acadêmico.
4 2.3 Caberá à Bibliotecária Supervisora da Seção de Aquisição Centralizada, assistida pela Bibliotecária-Chefe da DBD,
efetuar a pré-seleção das obras ofertadas.
4.2.4 Em se tratando de coleções acima de 20 volumes, o
doador deverá, para fins de pré-seleção, enviar à DBD uma
relação das obras que pretende doar ou solicitar, para tanto, o auxílio de uma bibliotecária.
4.2.5 A PUC se reserva o direito de descartar ou permutar
as doações não selecionadas.
4,3

Retirada e descarte de material

4.3.1 Para manutenção da qualidade das coleções serão
adotadas práticas de seleção negativa aplicáveis ao material
acervado.
4.3.2 Sistematicamente, deverá ser efetuado o descarte do
material efêmero e a retirada do material obsoleto, preservando-se entretanto os títulos e coleções que sejam de interesse dos programas de pesquisa da Universidade.
4.3.2.1 Por descarte entende-se a eliminação de material
bibliográfico acervado.
4.3.2.2 Por retirada entende-se a transferência de documento acervado para o processo de permuta. Todo documento transferido deverá pois ser tratado como duplicata.
4.3.2.3 Será considerado material efêmero qualquer dO'
cumento cujo conteúdo tenha valor informativo temporário
ou relativo.
— 354 —

�4.3.2.4 Será considerado material danificado todo (documento que apresente mutilações graves ou cujas condições materiais sejam tão más que não se justifique sua
restauração.
'1.3.2.5 Será considerado material obsoleto qualquer documento que comprovadamente não tenha sido utilizado
nuni período de tempo superior a 10 anos ou cujas novas
edições existentes na DBD superem o documento em questão.
4.3.3

Descarte de material

4.3.3.1 O material efêmero bem como o material danificado deverão ser descartados.
4 3 3 2 O descarte será efetuado rotineiramente e em con
«^ordancia com a temporalidade do material efêmero ou com
^ grau de mutilação ém questão.
^3.4
4 3 4 1
acervo

Retirada de material
Todo material obsoleto dever ser

retirado do

4 3 4 5
rpitirada do material obsoleto será efetuada
i-&gt;pn*n''írnmpnt'.e, nor ocasião da realização dos inventários
f'Prf'Ls das bibliotecas, obedecendo-se aos seguintes critérios:
— Os critérios de seleção nep^ativa para retirada devem
"^asear-se nos princípios gerais de aquisição:
— a seleção negativa será efetuada pela bibliotecária
a&lt;Jsistente de cada Comissão de Seleção;
— _à Comissão de Seleção da unidade interessada caberá
^ decisão quanto à retirada das obras selecionadas negativamente;
— caso discorde da decisão da Comissão de Seleção, a
piretoria da DBD submeterá o assunto à Comissão de Biblio
tecas.

T,,

GRIEDER, e. M., ed. Book Selection Policies o/ the
Standford University, Stanford, Cal., Standford UnlverLibraries, 1970. mlmeog.
355 —

�</text>
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                <text>Descreve a experiência da Divisão de Bibliotecas e Documentação da PUC/RJ, em 1976, para elaboração de sua Carta de Aquisição, analisada à luz das mudanças organizacionais decorrentes da reestruturação dos serviços de biblioteca. A Carta de Aquisição, documento normativo que exprime as diretrizes gerais para seleção e aquisição de material bibliográfico.</text>
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                    <text>aspectos econômicos da informação
CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
ALDO ALBUQUERQUE BARRETO
(Pesquisador da Divisão de Estudos e Projetos
ao Departamento de Apoio Técnico
do IBICT)

RESUMO
A utilização de metologia econômica para a análise de
custos em sistemas de informação é apresentada como o
instrumento mais eficaz para a tomada de decisões. Normalmente, custos em sistemas de informação são compi•ados por processos contábeis tradicionais, que possuem
pouco valor informativo para o nível de decisões estratégicas. O custo unitário, ou custo médio, tendo como base
unicamente o volume de serviços prestados pelo sistema,
parece ser uma visão simplificada do problema de custos em
sistemas de informação. O comportamento dos custos em
sistemas de informação sofre efeitos de outras variáveis e não
somente do volume de produção. Essas variáveis constituem
as condições operacionais do sistema, específicas para cada
tipo de sistema de informação documentária. O conhecimento dessas condições operacionais e a identificação dos
custos marginais associados fornecerão melhores indicadores
no processo decisõrio, redução de custos e política de preços.
I

A necessidade de uma Base Teórica para Análise

A Ciência da Informação vem sofrendo por longo tempo
um exagerado otimismo experimental. Acredita-se que os
Piocessos experimentais de medição de seus fenômenos
podem ser sempre elaborados independentes da construção
de uma base teórica apropriada. Entretanto, ao se utilizar
Uma aproximação metodológica pertencente a uma outra
disciplina, como no caso da economia, os cientistas da inform.ação precisam em primeiro lugar estar de acordo com as
associações a serem feitas entre a base teórica escolhida e os
problemas da informação. Essa associação de conceitos
— 117 —

�düveria preceder sempre os processos experimentais e o testo
de hipótese. O teste de hipóteses é feito em uma linguagem
e o pensamento do pesquisador opera em uma outra linguagem.
A procura por uma base teórica para a análise econômica de sistemas de informação documentária foi induzido,
principalmente, pelo fato de que os estudos de custos em
sistemas de informação estão orientados basicamente para
o enfoque financeiro ou contábil e não o econômico.
O custo contábil detalha a alocação de fundos entre os
sub-sistemas do sistema total e é essencial para a confecção,
apresentação e acompanhamento do orçamento anual do
sistema; não tem maior valor, entretanto, como informação
para o processo decisório, ponto de primordial importância
na administração desses sistemas. O custo médio (ou unitário), calculado a partir do processamento contábil, é
apresentado na bibliografia existente sobre o assunto, como
urna medida para previsão e planejamento. Nessa mesma
literatura a avaliação econômica é baseada no custo contábil, o que pensamos ser um grave erro de interpretação
de conceitos.
2.

A Análise dos Custos e a Análise Econômica

A análise do comportamento dos custos em sistemas de
informação é praticamente recente e aparece como subproduto de análises de custo-eficácia, análise custo-benefícic.
ou tentativas de fixação de uma política de preços para
serviços de informação.
Numerosos estudos sobre custo médio são encontrados
na literatura sobre o assunto. Praticamente nenhum estudo
se encontra fundamentado em uma base econômica específica e adaptada para sistemas de informação.
O conceito de custo econômico, como custo realizado
(sunk cost), custo de oportunidade, custo marginal ou
incrementai não foi adotado como metodologia para o
estudo do comportamento dos custos em sistemas da informação.
Vale aqui definir os tipos de custos mencionados anteriormente .
— 118 —

�o custo médio é definido como o custo por unidade de
serviço, i.e., representa o custo total do período dividido
pelo número de unidades de serviço durante aquele período.
O custo realizado (sunk cost) representa qualquer custo já
efetivado no momento da decisão. Não tem o administrador
do sistema qualquer controle sobre esse custo (a curto
prazo) pois já foi efetuado, sem qualquer importância portanto, no processo decisório. O custo oportunidade representa o custo de uma oportunidade "perdida" pela aplicação
düs recursos em uma outra opção. O custo marginal representa o acréscimo ao custo total causado pela produção de
n\ais uma unidade do produto ou serviço.
O comportamento do custo médio, a curto prazo, é útil
ao administrador de diversas maneiras:
a) para estabelecer padrões de custo com finalidade de
controle;
b) para estabelecer programas de redução nos custos;
c) para dar indicações na estimativa de custos futuros.
Entretanto, para o processo decisório, o importante será
o conhecimento do comportamento do custo marginal.
Cirande parte das decisões gerenciais será feita levando em
(•onsideração o custo adicional, ocasionado por qualquer
n^cdificação (quantitativa ou qualitativa) na estrutura de
serviços do sistema e a receita adicional prevista. No caso
de serviços que não sejam cobrados, o balanço do custo
adicional com o benefício adicional ou o "benefício marginal" constituiria o fator de decisão. Para o administrador
1'acional esta atitude seria aplicável a qualquer tipo de
decisão: introdução de um novo serviço, modificação no
Piocesso de transformação (modificação no processo de
íinálise dos documentos) ou uma nova política em relação
9-os usuários do sistema. Esta é a razão do crescente inte'"esse do administrador de sistemas de informação no estudo
custos incrementais para a análise dos custos operac:ionais do sistema. Ao mesmo tempo, torna-se cada vez
niais reconhecida a baixa relevância que os custos de profíução de serviços de informação, compilados pelos métodos
tradicionais de contabilidade, têm no processo decisório.
A contabilidade tradicional assume que os custos uma vez
I'eduzidos à unidade monetária têm comportamento homo— 119 —

�gêneo e igual importância. A contabilidade ortodoxa pouco
informa a respeito das condições operacionais em que está
operando o sistema. Aliado ao conceito de custos unitários
ícusto médio) a contabilidade ortodoxa fornece pouca, e
muitas vezes incorreta, informação sobre o comportamento
dos custos do sistema. Custos médios, deduzidos de sistemas de informação operando em diferentes condições operacionais, não podem ser generalizados para predições do
futuro ou serem indicadores da eficiência do sistema.
Sistemas de informação utilizando diferentes fatores de
produção ou mesmo uma diferente combinação desses fatores, devem ser analisados isoladamente dentro de sua
ambiência específica, levando sempre em consideração que o
comportamento dos custos é afetado por diversas variáveis
(que formam as condições de operação), das quais o volume
de serviços é apenas uma.
Fatores de Produção;
Ao realizar-se uma análise de produção para estudar o
comportamento dos custos deve-se selecionar certos fatores
cujo efeito na produção e nos custos pretenda-se estudar
mais de perto.
Muitos processos de produção necessitam, a fim de
alcançarem seus objetivos, a utilização de grandes instalações, o que define de maneira precisa a "capacidade" do
sistema. Essa capacidade não pode ser alterada exceto
incorrendo-se em grandes custos e após considerável período
de trabalho construcional. Em tais casos é de interesse
econômico verificar como a quantidade do produto, sua
qualidade e seu custo variam, se os fatores que detemáinam
a capacidade de permanecerem constantes, enquanto outros
fatores possam variar. Os primeiros são chamados fatores
fixos e os segundos variáveis. A combinação desses fatores na
estrutura de produção formam as condições operacionais do
sistema.
Em um processo de produção industrial a utilização de
grandes máquinas, a localização física e a facilidade de
transportes definem de maneira clara a capacidade técnica
da unidade produtiva. Esse conceito de capacidade ainda
— 120 —

�wão foi definido para sistemas de informação. Acreditamos
que a capacidade irá variar de acordo com o sistema espe
cífico e Os serviços oferecidos. Para a biblioteca, a capacidade deve incluir a localização física, equipamentos e o
tamanho da coleção. Para pesquisas retrospectivas o volume
dos dados (em número de itens) e as possibilidades do equipamento podem definir a capacidade do sistema. Para
disseminação seletiva, o número de itens adicionados em
cada período (taxa de entrada) e as possibilidades do equipamento definiriam a capacidade.
Se a linha de raciocínio acima for aceita, poderíamos
presumir que sistemas de informação estão operando em
estado de sub-capacidade ou tendo sempre capacidade
ociosa. Em sistemas como a Biblioteca e a Pesquisa Retrospectiva, essa ociosidade aumenta anualmente para atender
a requisitos de qualidade ligados aos objetivos do sistema.
O conceito de capacidade, constitui, portanto, uma importante linha de investigação, pois podemos modificar o conceito de economia de escla em sistema de informação.
Em uma simplificação exagerada, teríamos basicamente três fatores que executam o processo de transformação
em sistema de informação;
1.
2.
3.

Esforço inicial — custos iniciais de instalação.
Esforço de entrada — incluindo atividades de seleção, análise e armazenamento.
Esforço de saída — incluindo atividades de estratégia de busca, manutenção de perfis, processamento
manual ou mecanizado, distribuição, etc.

Em termos de capacidade e custo, esses fatores seriam
classificados como:
1.

Esforço inicial

2.

Esforço de Entrada

3.

Esforço de saída

custo fixo, inescapável depois
de efetuado, determina a capacidade .
custo fixo, e inescapável após
efetuado, determina a capacidade.
custo variável em unidades
do serviço até atingir a capacidade do sistema.

— 121 —

�3

CONCLUSÃO

Condições operacionais — variáveis relacionadas ao custo
de produção do serviço.
Utilizando-se dados reais de estudos de custo em sistemas de informação realizados por Vickers (1) e Peeters (2),
procurou-se determinar as variáveis que influenciam o comportamento do custo nesses sistemas. Ambos os estudos utilizam o conceito de custo unitário ou custo médio onde o"
volume de serviços seria a única variável a explicar o comportamento do custo de produção do serviço. Esses estudos
indicam, ainda, a existência de uma relação inversa entre o
custo e o volume de produção. O custo total decresce com
o aumento no volume de produção do serviço.
A análise dos dados indicados permitiu as seguintes conclusões:
a)

Para pesquisa retrospectiva está parcialmente errada a relação inversa entre custos e volume de produção de serviços. A menos que os custos fixos do
esforço de entrada dos dados no sistema (inescapável depois de incorrido, e, portanto, sem valor para
o processo decisório a curto prazo) sejam considerados não existe indicação de que a relação inversa
se apresenta. Existem, contudo, indicações de que o
custo variável e, provavelmente, o custo marginal é
função crescente (aumento do custo com aumento
no volume de serviço) de condições operacionais
tais como;
Esforço de entrada
Tamanho do banco de dados (número de itens)
Esforço empregado na pesquisa

b)

Para serviços de disseminação seletiva existem também evidências de que o volume de serviço (número
de pesquisas efetuadas, número de perfis por pesquisa, número de itens recuperados) não é a única
variável explicando o comportamento do custo de
produção do serviço. As variáveis relacionadas abai'
xo foram identificados como influenciando o comportamento do custo de produção de serviços de disseminação seletiva em sistemas mecanizados:
— 122 —

�1) número de pesquisas por ano
2) número de execuções ("run") por ano
3) número de registros por ano
4) número de termos de pesquisa por perfil
5) número de itens recuperados por execução
6) número de registros por execução
7) tamanlio do arquivo por pesquisa
8) número de perfis por pesquisa
9) custo do processamento mecanizado pov
execução
10) manutenção de perfis do usuário
11) número de termos de pesquisa por execução
O conhecimento dessas variáveis e sua atuação no comportamento do custo permitirão a construção de um modelo
e&lt;"onômico para o administrador utilizar, e de forma mais
racional, tomar decisões e formular políticas para o seu sistema de informações.

Í^ITAÇÕES BmLlOGlíAFlCAS
1

PIOWERDEW, A.D.J. and WHITEHEAD. Cost-Effetiveness and Cost Benefit. Analysis in iniormation Science. Report to OSTI (Project SI/97 03). London,
School of Economics and Political Science, 1974,

2

PEETERS, E. Coots du traitment automatique del information documentaire. Bruxelles, Association Beige do
Documentation, Mai. 1974.

3

VICKERS, P. The Cost of RIeclianized Information Systems. Paris, Directorate for Scientific Affrairs, Organization for Economic Co-operation and Development,
1974.
— 123 —

�DEBATES
ANTONIO MIRANDA: Uma das coisas que têm desmerecido o trabalho bibliotecário no Brasil é, justamente, a falta de indicadores econômicos sobre o custo dos serviços que
eles organizam. Os serviços de informação são caros e nós
não sabemos determinar o custo e o retorne do capital. Informação per capita. Os investimentos de capital são altos
e é muito difícil justificar para nossos administradores o
custo dos serviços dos quais não se tem retorno quantificável, como é o caso da informação.
NEUZA DIAS MACEDO (Professora de Biblioteconomia
da USP): Como e onde introduzir no currículo de graduação
de bibliotecário unidades sobre custo de informação?
ALDO DE ALBIQUERQUE BARRETO: Acho que deveria
ser introduzida como uma cadeira que temos aqui no IBICT:
Administração de sistemas de Informação, porque custo é
uma forma de avaliação, custo é planejamento e, planejamento é uma das funções administrativas.

— 124 —

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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                <text>Apresenta  o uso de metodologia econômica, como instrumento eficaz para tomada de decisão e análise de custos de um sistema de informação. O custo unitário, ou custo médio, tendo como base unicamente o volume de serviços prestados pelo sistema, parece ser uma visão simplificada do problema de custos em sistema de informação. Outras variáveis  devem ser consideradas e constituem as condições operacionais do sistema de informaçção documentária.. O conhecimento dessas  condiçoes operacionais e a identificação dos custos marginais associados fornecerão melhores indicadores no processo decisório, redução de custos e política de preços.</text>
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                    <text>PROJETO INTERAÇÃO ATIVIDADE/PESQUISA:
AVALIAÇÃO DE PERIÓDICOS CIENTÍFICOS
E TÉCNICOS BRASILEIROS

GILDA MARIA BRAGA
(Ph. D. em Ciência da linformação
e Prof!- da Divisão de Ensino
e Pesquisa do IBICT)

-

Introdução

O Projeto de Interação Atividade/Pesquisa do IBICT
como um de seus objetivos a busca de um modelo
fara avaliar periódicos científicos e técnicos brasileiros.
A ausência de um índice de citações arrolando os pei(5dicos latinoamericanos de Ciência e Tecnologia dificulta
° processo de avaliação, levando à busca de outras variáveis
possam conduzir à construção de modelos válidos para
^ América Latina, especialmente o Brasil.
O modelo em estudo pelo projeto baseou-se em parte em
Pi'opostas anteriores, feitas principalmente pela UNESCO.
A área teste do modelo foi Química, tendo em vista o
•desenvolvimento global do Projeto.
2 Material &amp; Método
Poi efetuado um levantamento, tão completo quanto
Possível, dos periódicos da Área de Química.
,

Na impossibilidade de delimitar-se a área em termos
Uma definição do assunto, foram considerados como
pi'tencentes a Química os periódicos encontrados em bibliotecas de Química, de acordo com o Catálogo Coletivo Na'^nal. Foram levantados e examinados 55 títulos de
Perióciicos, nos últimos 5 anos.
As principais variáveis incluídas no modelo referem-se:
— 267 —

�a) NÍVEL: Científico (quando mais de 50% dos artigos
incluídos são resultantes de atividade de pesquisa, i.e., tem
uma estrutura de "Introdução, Material, Método, Resultado.
Conclusões/ou similar.) Técnico (quando mais de 50°/»
dos artigos incluídos expressa opinião de julgamento de
especialistas sem no entanto relatar diretamente resultados
de pesquisa). Divulgação (quando mais de 50% do periódico
é dedicado a notícias curtas e matéria não assinada).
b) ORIGEM: de acordo com a instituição, editora,
vernamental (Federal, Estadual ou Municipal) ou não
governamental.
c) NORMALIZAÇÃO EXPLICITA — De acordo com
indicações existentes no próprio periódico, i.e., se normas
para os artigos, por exemplo, são adotadas — e quais;
cou-se também a existência de ISSN.
d) INDEXAÇÃO — Para a análise dessa variável fora!^
consultadas as bibliografias especializadas brasileiras e o
Ulrich's International Periodicals Directory, última ediçâ'''
e) PERIODICIDADE — Tal como indicada no pefió'
dico.
f) EXISTÊNCIA EM BIBLIOTECAS BRASILEIRAS
ESTADO DAS COLEÇÕES. — Esta variável foi pesquisada
no Catálogo Coletivo Nacional. Foram considerados apen^
os 5 (cinco) últimos anos.
Outras variáveis examinadas incluem dados relativos^
divisão de conteúdo, duração do periódico, abrangência
assuntos, inclusão de resumos em outros idiomas que
o português, etc.
3

Resultados

Em relação ao NÍVEL, 49% dos periódicos são
ficos, 35% técnicos c 16% de divulgação. Os governam^jV
tais representam 53%, havendo uma divisão equilibrada
entre federais e estaduais.
No que se refere à
ra seguir algum tipo
adoção das normas da
dicos examinados tem

NORMALIZAÇÃO, apenas 38%
de norma, sendo muito pequena
ABNT (7%). Apenas 5% dos
ISSN.
— 268 —

�A maior parte dos periódicos (91%) são indexados
pelas Bibliografias especializadas brasileiras; dentre as fontes estrangeiras destacam-se o Chemical Abstracts (51%^
® o Biological Abstracts (36%).
Cerca de 50&lt;"o têm periodicidade mensal ou trimestral;
^ significativo o índice de periodicidade declaradamente
'^regular: 18%.
Embora todos os títulos examinados existam em bibliotecas brasileiras, o estado das coleções nos últimos 5 anos
® precário: em mais de 100 bibliotecas, 80% dos títulos não
•^stão completos; o periódico de maior grau de completeza
^0 maior número de bibliotecas (9) é de divulgação; a média
bibliotecas com coleções falhas é de 88%. 67% dos títuexaminados existem em bibliotecas norte-americanas.
Canadenses e/ou inglesas.
^ Conclusões
Os problemas relacionados à avaliação de periódicos são
natureza múltipla e complexa. O modelo estudado pareatender a pelo menos algumas das necessidades mais
í^^gentes de avaliação — por exemplo, para inclusão em
°ases de dados estrangeiros e/ou nacionais.
. Em sua primeira fase de estudos o projeto sofreu
"iversas alterações, visando à elaboração de um modelo o
"'ais genérico possível. O "refinamento" de algumas variáe a inclusão ou exclusão de outras vão depender da
"Continuação dos estudos e resultados obtidos.

— 269 —

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                <text>Apresenta o Projeto de Interação Atividade/Pesquisa do IBICT que tem por objetivo a busca de um modelo para avaliar periódicos científicos e técnicos brasileiros, realizando um teste com a área de Química, tendo como base propostas anteriores feitas principalmente pela UNESCO.</text>
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                    <text>PRONUNCIAMENTO DO MAGNÍFICO REITOR GERALDO
SEBASTIÃO TAVARES CARDOSO

Queremos expressar a satisfação da Universidade em recebê-los, aqui, hoje, e nesses dias, dando aü boas-vindas da
cidade de Niterói e da Universidade Federal Fluminense e
dizendo que aqui estamos de braços abertos e certos da importância da reunião que aqui será realizada.
Nós, há algum tempo atrás, talvez um ano, quando a
Professora Alice ia a uma reunião de Bibliotecários no Rio
Grande do Sul, e me perguntava sobre a realização, aqui,
deste Seminário, eu me recordo que dizia a ela que poderia
lançar a idéia e trazer este 1° Seminário para nossa Universidade .
Isto porque, em primeiro lugar, entendemos que é muito importante a troca de idéias de especialistas sobre um assunto específico e da mais alta importância, como bibliotecas universitárias e, além disso, acreditamos que além do
convívio que, fatalmente, trará benefícios a todos pela facilidade de relacionamento pessoal que passará a existir entre
os representantes de bibliotecas de várias universidades brasileiras, também a experiência de cada um trazida aqui.
certamente se reverterá em benefício de todos.
A biblioteca na Universidade é, talvez, aquele trabalh.,
silencioso, mas fundamental para o êxito de todo o trabalho docente, quer no que se refere ao ensino, quer no que
se refere à pesquisa.
Não se pode ter realmente uma universidade atuante e
de boa qualidade, sem um bom sistema de bibliotecas e quando eu digo um bom sistema de bibliotecas eu não me refiro,
somente, à quantidade de livros e revistas, mas fundamentalmente ao trabalho do bibliotecário na biblioteca, porque
esse na realidade é que é o grande motivador, a grande alavanca, aquilo que vivifica o livro no sentido de levar a informação a nós, professores e pesquisadores, quando dela
precisamos para realizar um trabalho.
— 28 —

�É evidente que não poderia desvalorizar o livro e o acervo bibliográfico que temos, mas em termos de eficiência do
sistema de bibliotecas, eu creio, é mais importante o bibliotecário, aquele elemento dedicado que ajuda o professor a
buscar a informação onde ela exista.
É por isso mesm.o que achei, e acho importante este encontro porque é uma oportunidade que facilita, evidentemente, todo este intercâmbio.
A universidade brasileira é pobre. Vivemos em um país
em desenvolvimento e como tal, não temos as mesmas condições que tem os países mais ricos, e é por isso mesmo que
tomos de nos contentar com os acervos que possuímos, porque jamais este acervo será aquele que atenderá às aspirações dos professores e pesquisadores da Universidade.
Muitas vezes, vemos o bibliotecário sofrendo, porque ele
é curioso. Senti isso na minha Universidade.
Observamos que o bibliotecário é um dos especialistas
dos mais zelosos, preocupados em atender e ele sofre, quando não consegue dar a informação ao usuário.
Nós vemos o bibliotecário constantemente sofrendo
quando o acervo não tem aquilo que deveria ter para dar
ao usuário a iiiformação pronta, na hora e nas condições
que ele necessita, mas tudo isso nós temos que entender pelas
dificuldades que todo sistema universitário brasileiro tem
de recursos para todos os seus objetivos. Isto tudo é suprido, exatamente, com o amor que é dedicado ao trabalho pelos bibliotecários.
Eu dou o tesíemunnho dos bibliotecários da minha Universidade para os senhores que vem de fora, dizendo que são
uma equipe maravilhosa. Os senhores vão ter contato com
eles esses dias e sentir isso, pois a realização desse Seminário, por parte deles, é com o objetivo de aum.entar esse re' Racionamento.
Queríamos, antes de encerrar, agradecer, por intermédio dos senhores aos Magníficos Reitores das universidades
de que são procedentes, a oportunidade de participação neste encontro.
Gostaria de estar com os senhores nesse período, infelizmente não será possível, porque amanhã se inicia a 7'» Reunião Plenária dos Reitores Brasileiros no Espírito Santo,
para onde me dirijo amanhã de manhã.
Encerrando, agradeço mais uma vez a presença de todos.
— 29 —

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                <text>Sessão Solene de Abertura- Pronunciamento do  Reitor da UFF. Prof. Geraldo Sebastião Tavares Cardoso destacando as motivações de trazer este primeiro SNBU para a UFF e seu entendimento da importância da biblioteca para o exito do trabalho docente e destacando o biblitotecário como elemento motivador, a alavanca , que vivifica o livro no sentido de levar a informação aos alunos, professores e pesquisadores.</text>
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                    <text>PÓS-GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA
DA INFORMAÇÃO
REFLEXÕES — SUGESTÕES — EXPERIÊNCIAS

ABIGAIL DE OLIVEIRA CARVALHO
(Ex-Coordenaãora ãe Treinamento, pesquiso
e Desenvolvimento do IBICT/CNPq a Técnico
de Desenvolvimento Cientifico do CNPq junto
ao Programa de Informação em Ciência ^
Tecnologia da Fundação Centro Tecnológico
de Minas Gerais — (CETEC)
RESUMO
Objetivos e normas básicas de pós-graduação brasileira.
Frogramas de pós-graduação em Biblioteconomia e Ciência
da Informação no Brasil. Integração dos cursos, critério^
cie avaliação, fie ãbilidade, criação de padrões próprios, neceS'
sidade de instituições empregadoras, pesquisa, corpo docente
e discente. O papel da biblioteca universitária e o aperfei'
çoamento do profissional para o desempenho de funções nos
níveis técnicos, gerencial e institucional. Linhas de atuaçã''
adotadas na Coordenadoria do Curso de Mestrado do IBICI"
1

A Pós-Grailuação Brasileira

A experiência brasileira de ensino a nível de pós-gradi'^
ção é relativamente recente. O modelo antigo, de tradiç?''
européia, tem pouco mais de trinta anos.
O Estatuto das Universidades Brasileiras de 11 de abrr
de 1931 (Decreto 19.851) atribuía aos institutos universi
tários a concessão de diplomas de doutor, atendidas aS
exigências regulamentares e mediante a defesa de uma tesc
de autoria do candidato. A defesa de tese é a essência do
doutorado, título que pôde ser obtido também pela aprovação em concurso de cátedra ou de livre docência.
O modelo novo de pós-graduação tem cerca de 10 anoSOs cursos de pós-graduação que concederiam o título
— 270 —

�doutor ou de mestre foram definidos e regulamentados pelo
Conselho Federal de Educação.
O parecer 977 de 1965 do Conselho Federal de Educação
CFE, construiu o modelo de ensino pós-graduado à moda
^■niericana; conceituou a pós-graduação "sensu strictu"
^'omo o "ciclo de cursos regulares em seguimento à gradua•íâo, sistematicamente organizados, visando a desenvolver e
aprofundar a formação adquirida no âmbito da graduação,
® conduzindo à obtenção de grau acadêmico.
De acordo com o Aviso Ministerial que solicitou ao CFE
^ regulamentação da pós-graduação, são três os motivos
^^ndamentais que exigiram a instauração do sistema de
cursos de pós-graduação:
1) Formar professorado competente que possa atender
expansão quantitativa de nosso ensino superior, garan"ndo, ao mesmo tempo, a elevação dos atuais níveis de
Qualidade;
2) Estimular o desenvolvimento da pc squisa científica
por meio da preparação adequada de pesqi 'sadores;
.
3) Assegurar o treinamento eficaz de técnicas e trabalhadores intelectuais do mais alto padrão para fazer face
necessidades do desenvolvimento nacional em todos os
^Stores.
O Plano Nacional de Pós-Graduação, documento elaborado pelo Conselho Nacional de Pós-graduação, instituído
'Através do Decreto 73.411 de 1974, analisa a evolução da
P^s-graduação no Brasil e sem questionar o Parecer 977 do
diagnostica deficiência do sistema, propõe diretrizes
a superação progressiva dos problemas e estabelecr.
'^etas para o qüinqüênio 75-79.
Pós-Graduação em Biblioteconomia e Ciência da Inforniação
A pós-graduação, no Brasil, compreende o mestrado e
doutorado, dois níveis de estudo hierarquizados relativa
Uente autônomos. O mestrado pode ser etapa preliminar
rp °|^tenção do grau de doutor ou grau terminal e não é
•Quisito prévio para o doutorado.
— 271 —

�Existem,
Informação,
universidade
programa de
2.1

atualmente, em Biblioteconomia e Ciência da
5 cursos de mestrado, um convênio entre
brasileira e inglesa para doutoramento e uni
doutoramento em estruturação.

IBICT

Na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação o
primeiro curso de pós-graduação (mestrado) do Brasil e da
América Latina foi criado em 1970 pelo então IBBD, em
convênio com a Universidade Federal do Rio de Janeiro.
O curso de mestrado pretendeu, desde o início, contri
tauir para a formação do docente e do pesquisador e ao
mesmo tempo preparar para o desempenho de ocupação
específica: operação de sistemas de informação.
A reestruturação do curso, projetada em 1974, procurou
dar ênfase à formação do pesquisador em Ciência da Infor
mação e estabeleceu três áreas de concentração "Usuários""Administração le Sistemas de Informação/Documentação"
e "Transferênci- de Informação", essa última com enfoque
matemático e estatístico.
Com a criação do IBICT, desenvolvimento natural do
I3BD, o curso de mestrado passou a ser uma das atribuições
da Coordenadoria de Treinamento, Pesquisa e Desenvolvimento. Foram feitas novas alterações no regulamento,
aprovadRS em abril de 1977 pela UFRJ, visando a dar ao
curso melhores condições de atendimento de seus objetivos,
dentro das normas universitárias e levando-se em' consideração os recursos realmente disponíveis. Seguiu-se "
critério de maior flexibilidade através de programação de
estudos que compreendesse um elenco de disciplinas
optativas.
As áreas de concentração foram reduzidas a "AdminiS'
tração de Sistemas de Informação/Documentação e "Transferência da Informação". A de "Usuários" foi eliminada
como área para permitir que os alunos de todas as áreas
tivessem a oportunidade de cursar as disciplinas que anteriormente compunham elenco exclusivo dos que optassem
pela área "Usuário". Pressupôs-se que essas disciplinas
fossem de importância para os candidatos das outras áreaS'
sobretudo da área de "Administração".
— 272 —

�2.2

UFMG

O curso de mestrado em Administração de Bibliotecas
da Universidade Federal de Minas Gerais já entrou em seu
terceiro ano de funcionamento. Teve seu início em 1976
com duas áreas de concentração: "Biblioteca e Educação",
e "Biblioteca e Informação Especializada". A primeira área
dã ênfase à preparação de bibliotecários sensibilizados para
o problema da educação formal e não formal e ao papel
social do bibliotecário na comunidade. A segunda dá ênfase à formação de planejadores e administradores de sistemas
de transferência especializada e aos instrumentos para controle e para disseminação da informação a grupos especializados .
Através de convênio entre a UFMG e o "Department of
Library and Information Studies da Loughborough" na
Inglaterra, foi iniciada a formação de um núcleo de douto''Ps em Biblioteconomia e Ciência da Informação pelo sistema inglês que permite que um candidato julgado profissionalmente maduro, que comprove trabalho relevante ou
mestrado em tempo integral, entre diretamente em fase de
pesquisa/tese de doutorado. Desconta-se assim um ano da
-esidência na Inglaterra e estimulam-se pesquisa com base
em temática nacional.
2.3

PUC de Campinas

Em agosto de 1977 iniciou-se o Programa de Mestrado
da Faculdade de Biblioteconomia da Pontifícia Universidade
Católica de Campinas. Destina-se exclusivamente a portadores de diploma de Curso Superior de Biblioteconomia e
pretende preparar pessoal docente para as escolas de Biblioteconomia do Brasil e da América Latina. De acordo com
&amp; programação inicial, a área de concentração oferecida
"Metodologia do Ensino em Biblioteconomia" dá acentuada
'-nfase a disciplinas pedagógicas, embora o curso se vincule à
Faculdade de Biblioteconomia e não à Faculdade de Educação. Os organizadores do curso partiram do pressuposto
de que a graduação em Biblioteconomia seguida de curso
Pós-graduado de disciplinas didático-pedagógicas torna o
fíandidato apto para o desempenho de atividades de magistério em Escolas de Biblioteconomia.
— 273 —

�2.4

UnB.

Em março do corrente ano iniciou-se o curso de mestrado em Biblioteconomia da Universidade de Brasília, com
duas áreas de concentração "Planejamento, Organização,
Administração de Sistemas de Informação" e "Recursos e
Técnicas de Documentação e Informação Científica". Essas
duas áreas buscam preparar pessoal para desenvolver atividades em setores públicos e privados visando à: promoção
do progresso através do aperfeiçoamento da organização,
controle e disseminação das informações. É objetivo explícito da coordenação do curso a integração entre a Biblioteconomia e a Ciência da Informação.
2.5

UFPb

O Curso de mestrado em Biblioteconomia da Universidade Federal da Paraíba, que se inicia em agosto próximo,
tem como área de concentração "Sistemas de Bibliotecas
Públicas" e pretende formar docentes que atendam quantitativa e qualitativamente à expansão e melhoria do ensino
ãa Biblioteconomia além de formar especialistas de alto
nível para desenvolver atividades de pesquisa, planejar e
gerir sistemas de Bibliotecas Públicas. Orienta-se para
atender a uma necessidade diagnosticada de desenvolvimento de Bibliotecas Públicas e busca soluções adequadas
para a região.
2.6

USP

O Departamento de Biblioteconomia e Documentação
da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São
Paulo vem oferecendo disciplinas em nível de pós-graduação
e estruturando seu programa de doutoramento com ênfase
em pesquisas para o estabelecimento de linguagem documen tária a partir de estudos de lingüística e semiologia. Esse
Programa se enriquece pelos recursos e relacionamentos que
a vinculação com a Escola de Comunicações e Artes propicia.
2 7

Observações Gerais

A criação dos cursos de mestrado em Biblioteconomia e
Ciência da Informação não obedeceu a uma coordenação
— 274 —

�geral mas, de alguma forma, cada novo curso que surge
busca preencher um vazio identificado.
O curso da UFMG, orientado especialmente para a formação em Administração, pretende ocupar uma área não
coberta pelo curso do IBICT, o qual é mais voltado para
estudos específicos de Ciência da Informação.
O mercado de trabalho para o mestre em Biblioteconomia 6 Ciência da Informação ainda é novo. Dos 45 mestres graduados pelo IBICT a maior parte exerce atividades
do madstério, contribuindo assim para a melhoria do ensino
de .graduação.
Os candidatos que têm buscado os cursos de mestrado
^ão, em sua maioria, bacharéis ern Biblioteconomia. Mesmo
quando os cursos permitem a inscrição de bacharéis de
oualauer área — caso do IBICT — a matrícula de alunos
Portadores de diolomas de outros cursos que não Biblioteconomia é reduzida.
Junto aos cursos desenvolvem-se linhas de pesquisa às
ouais os candidatos ao grau de mestre se vinculam, na
e«!noiha dos temas de dissertação. Os resultados desses
trphnibos têm sido divulgados pelas Revistas especializadas
do Minas. IBICT e Brasília.
Ainda é nenueno o número de doutores na área. Alguns
i^^ofpssores obtiveram o título através do concurso de livre
f^ocência e mais recentemente, dois deles concluíram o
doutoramento em Programas no exterior.
3

Pós-Graduação e Biblioteca Universitária

O modelo de pós-graduacão adotado na última década
nc Brasil, com as características e objetivos já apontados, a
exnansão do ensino universitário, os atuais procedimentos
Pedasfógicos. a demanda de informações mais esoecíficas, as
atividades de extensão universitária estão a exigir da Biblioteca Universitária o desempenho de novos papéis para o
atendimento dos objetivos educacionais.
Se a direção da Biblioteca Universitária não atua em
eonsonância com a administração central, vê-se a cada momento obrigada a buscar soluções improvisadas, desordenadas, onerosas.
— 275 —

�Não basta, contudo, que a Biblioteca responda às
pressões advindas das mudanças da instituição: convém que
esteja apta até mesmo para desencadear processos de mudança. A participação efetiva de bibliotecários nos órgãos
colegiados de decisão da Universidade permitiria, a nosso
ver, uma atuação mais ativa da Biblioteca Universitária
pela sua colaboração nas definições das diretrizes da Universidade e na programação das atividades.
Para esse tipo desejado de atuação, o bibliotecário
necessita mais do que um curso de graduação. Não necessariamente um curso de mestrado. Há outros meios pelos
quais um técnico em biblioteconomia se transforma num
executivo: cursos de especialização, treinamento não formal,
convívio com profissionais de áreas diferentes em equipes
interdisciplinares, vivências, leituras. Mas não resta dúvida
de que o curso de pós-graduação bem orientado é ambiente
adequado a fim de que o profissional se prepare para o
desempenho de funções nos níveis técnico, gerencial e institucional.
Tanto o curso de mestrado do IBICT como o de Minas
já vem colaborando na capacitação do profissional para
atuar na Biblioteca Universitária — indiretamente, ao contribuir para a melhoria da graduação e ao promover pesquisas cujos resultados sirvam de subsídios para o aprimoramento dos serviços de informação; diretamente ao elevar
o nível do profissional. Diríamos que os mestres do IBICT
adquiriram, além de outras habilidades, o domínio de técnicas que podem ser usadas em Bibliotecas Universitárias e
que os mestrandos de Minas estão adquirindo condições de
atuar a nível gerencial.
4.

Reflexões sobre Idéias que Norteiam a Pós-Graduação

Pretendemos trazer aqui algumas reflexões sobre idéias
que norteiam a pós-graduação, mais em forma de perguntas
do que respostas. A intenção é suscitar o debate e tentar
soluções.
a) O número de cursos de pós-graduação em Biblioteconomia e Ciência da Informação, em funcionamento no
Brasil, já está a exigir comunicação mais intensa entre seus
coordenadores. Alguns estudos básicos são necessários para
a integração dos cursos, possibilitando a troca de experiên— 276 —

�cias e o estabelecimento de uma política na área, como por
exemplo: diagnóstico da necessidade de formação de recursos humanos a nível nacional; explicitação de objetivos por
área de concentração; comparação entre sistema educacional brasileiro, finalidades da pós-graduação e resultados já
alcançados.
Os critérios de avaliação dos cursos devem ser repensados para determinação de relevância. O objetivo maior
ntio é diplomar o máximo em menor prazo. O Parecer 977
do CFE defendeu o caráter elitista da pós-graduação: "Se os
cursos de graduação devem ser abertos ao maior número,
por sua natureza, a pós-graduação há de ser restrita aos
mais aptos".
Critérios de avaliação podem ser estabelecidos também
localmente em atenção às peculiaridades regionais e às
características da área.
Algumas questões a serem debatidas entre responsáveis
pela pós-graduação:
Que contribuição o mestrado e doutorado podem trazer
para a realização da autonomia tecnológica nacional e para
íi criação de padrões e soluções condizentes com os interesses do País?
Cabe ao mestrado o papel que vem desempenhando de
compensador das deficiências da graduação? Que alternativas existem? Os currículos são adequados aos objetivos
das respectivas áreas de concentração?
b) De acordo com a política nacional de pós-graduação,
tsforços devem ser dirigidos para a criação de condições de
real flexibilidade dos cursos.
Para que haja flexibilidade, é necessário um núcleo
rnínimo de professores qualificados, com tempo integral na
instituição para atendimento mais individualizado aos aluídos e para participação nas decisões técnico-administrativas; número significativo de opções por período letivo;
niímero reduzido de disciplinas obrigatórias. Os candidatos escolhem disciplinas que atendam às suas expectativas
e aspirações, dentro das necessidades do meio a que pretende servir, sem prejuízo da qualidade do curso, uma vez
Que assistidos por orientadores. A flexibilidade depende
também de mentalidade e disponibilidade de espírito dos
— 277 —

�responsáveis pela coordenação dos cursos. Flexibilidade
significa ainda respeito às vocações à diversidade de idéias.
c) Convém repetir que a pós-graduação, pelas condições e recursos que oferecem à pesquisa, exerce um papel
fundamental para que a Universidade atinja um de seus
objetivos; o de tornar-se centro criador de ciências e de
cultura.
Livre investigação em ambiente universitário não significa, a nosso ver, ausência de linhas de pesquisa definidas.
Equipes representativas do pensamento nacional na área
podem tentar estabelecer prioridades.
Um grupo de pesquisadores foi convocado recentemente,
pelo CNPq, pela primeira vez, para preparar o documento
de "Avaliação e Perspectivas" na área de Biblioteconomia e
Ciência da Informação. A partir da análise do estado atual,
o grupo oferecerá sugestões sobre o que deve ser feito, em
termos de formação de recursos humanos e dinamização
das atividades de pesquisa, com identificação das linhas a
serem implantadas, consolidadas ou expandidas e dos obstáculos e limitações ao desenvolvimento da área. O grupo
indicará ainda linhas de ação e medidas práticas para o
desenvolvimento da pesquisa na área. Cabe aos Centros
de Pós-graduação, porém, programar o melhor aproveitamento dos poucos recursos à disposição da pesquisa, promover a soma de esforços e a complementariedade das
atividades.
d) O papel de.-^empenhado pele professor estrangeiro,
suas limitações em decorrência da falta de vivência de problemas brasileiros, o tema para análise de administradores
de cursos, professores e alunos.
Já há condições para o intercâmbio de professores brasileiros entre os vários Centros de Pós-graduação nacionais,
como forma de ir reduzindo a participação de professores
estrangeiros até níveis realmente convenientes ao atendimento dos objetivos de pós-graduação e como forma de estimular o envolvimento de professores na problemática da
Informação no Brasil.
É possível também criar mecanismos pelos quais os
entistas estrangeiros necessários ao assessoramento dos cursos e pesquisas, colaborem com os vários Centros nacionais
da área, diluindo custos fixos através da multiplicação de
benefícios.
— 278 —

�A
res de
mação
mente

composição do corpo docente por professores tituladiferentes instituições é uma forma de evitar a forde grupos fechados e rígidos, inadequados especialem ambientes universitários.

e) Os alunos de pós-graduação são geralmente profissionais, alguns já professores universitários, aptos a colaborar com a administração dos cursos. Obter maior participação de alunos na definição de objetivos e na estruturação dos cursos, só pode beneficiar o Mestrado. O incentivo ao comprometimento do aluno com o Curso, a programação de atividades didáticas que exijam sua participação
mais ativa — debates de temas, seminários abertos e multidisciplinares — propiciarão também melhores condições
para o atendimento dos objetivos de desenvolvimento de
espírito crítico e de criatividade dos pós-graduandos.
Em relação ao corpo discente, lembramos a necessidade
dc um tratamento mais realista da situação dos alunos
quanto ao tempo que dedicam ao Curso: tempo integral ou
parcial.
Há vários fatores a serem considerados na análise de
(.'ada caso: dedicação exclusiva ao curso; acumulação de atividades docentes ou profissionais com os estudos; bolsas de
estudo, custo de vida, responsabilidades familiares; condições ambientais da instituição. Critérios flexíveis devem
orientar as decisões levando em consideração que se pretende, em última análise, qualidade, capacitação do mestrado.
f) A pós-graduação tem também um interesse prático
no atendimento de mercado de trabalho profissional.
O parecer 977 da CFE fala no objetivo imediato de "proporcionar ao estudante aprofundamento do saber que lhe
.permita alcançar elevado padrão de competência científica
ou técnico-profissional, impossível de adquirir no âmbito
de graduação".
O mestrado pretende, pois, desenvolver profissionais
aptos para a criação de novas técnicas; busca preparar para. o exercício de atividades dentro de um contexto profissional, enquanto estimula e aperfeiçoa a capacidade de reflexão e ação.
Pode-se tentar diminuir a distância que existe entre as
instituições que administram a pós-graduação e as institui— 279 —

�ções empregadoras que absorvem os formados, ao considerar-se nos estudos de currículo, as pretensões e necessidades
das instituições empregadoras.
g) Quando se pretende formar o pós-graduado, mesmo
que o objetivo maior seja sua atuação a nível técnico, não
se pode esquecer que o título de mestre, em área carente de
lideranças, abrirá as portas para atuação a nível gerencial
e a nível institucional nas organizações de informação. A
pi-eparação para atuação nesses níveis não dispensa disciplinas que desenvolvam capacidade de abstração e que proporcionem conhecimentos gerais.
5

Experiências na Coordenadoria do Mestrado do IBICT

À frente da Coordenadoria de Treinamento, Pesquisa
e Desenvolvimento do IBICT e de seu Curso de Mestrado,
tivemos oportunidade de tentar atuar de acordo com a orientação aqui defendida.
a) Apoiamos uma abordagem nova da disciplina "Metodologia da Pesquisa", lecionada pelos professores, Victor Valla, José Luiz Werneck da Silva e Eduardo da Silva. O conteúdo da disciplina passou a ser o questionamento crítico
da construção do objeto científico, o estudo das abordagens
pelas quais o cientista se aproxima em termos teóricos do
seu objetivo. A Metodologia fornece ao profissional em Ciência da informação o instrumentário para que ele possa realmente desenvolver pesquisa científica na área selecionada, em nível empírico e em nível teórico, tendo presente
que a Ciência da Informação, sendo um produto do homem,
participa das vicissitudes sociais de qualquer ação social.
A pesquisa em Ciência da Informação é um trabalho científico sobre a realidade social. Desenvolve-se num nível empírico e num nível teórico; portanto, o estudo da realidade
social envolve uma coleta de dados complementada por um
enquadramento teórico.
Esse enfoque vem contribuindo de forma efetiva para o
desenvolvimento do espírito crítico dos mestrandos e da sua
consciência da necessidade de criação de soluções condizentes com os interesses brasileiros.
Um indicador da maturidade alcançada pelos mestra»'
dos foi, a nosso ver, a sessão em que os professores e alunos
analisaram, diante do autor, uma dissertação, já apresentada à Comissão Examinadora.
— 280 —

�b) Promovemos, junto com professores da UFMG, USP
® UnB, um "Encontro sobre Pós-graduação em Biblioteconomia e Ciência da Informação" com o objetivo de formular
sugestões para a melhoria do ensino. Esse "Encontro" foi
pvuigado em Boletim editado pelos professores Frederic
Wtto e Inês Litto da USP. Coordenadores e professores de
pós-graduação em Biblioteconomia e Ciência da Informação,
reconhecendo as vantagens da colaboração entre programas
metas similares, reuniram-se, em dezembro de 1976, pa^9. troca de pontos de vista e ao final, recomendaram;
• Promoção do diálogo constante entre os vários Centros de Pós-graduação da área através de reuniões periódicas, de correspondência e de um boletim.
• Estímulo ao intercâmbio de professores e alunos dos
vários cursos de Pós-graduação da área.
® Planejamento da vinda de professores e especialistas
do exterior de modo a permitir o seu aproveitamento
em todos os Centros de Pós-graduação.
• Organização de informações necessárias ao melhor
aproveitamento dos recursos bibliográficos e ao de^
senvolvimento de coleção que venha a atender às necessidades de Pós-graduação na área.
® Maior abertura dos Cursos para profissionais de todas as áreas.
• Participação de discentes nos Encontros sobre Pós-graduação.
® Realização de estudos sobre recursos e uso da informação e sobre o profissional da informação.
• Análise de currículo para identificar áreas comuns,
definir terminologia, facilitar intercâmbio.
c) Procuramos estimular a colaboração de mestres bra' 'leiros a pi'ofessores estrangeiros, na forma de monitoria,
o objetivo maior de capacitar docentes brasileiros e, ao
/lesmo tempo, de facilitar o intercâmbio de idéias entre alubrasileiros e professores estrangeiros.
|. d) Realizamos várias reuniões com os alunos, para ava'ações periódicas, análise de participação de professores esrangeiros e reuniões de professores com representantes dis^tes, para a integração de programas de disciplinas.
— 281 —

�e) Visitamos instituições que oferecem cursos afins c
instituições empregadoras de pós-graduados de Ciência du
Informação a fim de obter dados para um diagnóstico das
necessidades de desenvolvimento de recursos humanos e fU'
taras reformulações de curriculo.
f) Alguns estudos como o de avaliação dos resultados
r.lcançados pelos cursos estão em projeto no IBICT. Quando
(íoncluídos, poderão trazer contribuição imediata para analise, crítica e solução de problemas da pós-graduação.
g) Dentre as alterações do Regulamento, promovidii=
durante a nossa gestão, destacam-se:
• Início da representação discente na Comissão Coords
nadora do Mestrado;
• Estruturação do currículo de forma mais flexível
diminuição do número de disciplinas obrigatórias ®
decorrente aumento do número de disciplinas optí^"
tivas;
, ff'
• Introdução das disciplinas "Comunicação Científica &gt;
"Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico"; "Economia da Informação" — visando a oferecer aos alunof^
oportunidades de conhecimento e análise do context
mais amplo em que se situa a problemática da info'
mação científica e tecnológica;
• Reintrodução da disciplina "Didática" visando
o professor-aluno à maior compreensão dos probleina^
de ensino-aprendizagem e a distinguir os valores do
diferentes métodos no curso superior.
6

Considerações Finais

A curto prazo, as perspectivas da pós-graduação em
blioteconomia e Ciência da Informação são satisfatórias. ^
soluções à vista. Os quase vinte brasileiros, em prograi^^
de doutorado no exterior, estarão graduados em 2 ou 3 an°
e retornando ao Brasil serão absorvidos, esperamos,
Centros de Pós-graduação, atenuando assim um dos
j,
des problemas atuais dos nossos mestrados: o número
ficiente de professores brasileiros com qualificação adequada.
Da semeadura feita com a participação de pioneir^_
brasileiros, de professores e instituições internacionais, est
nios vendo brotar vários pontos positivos como:
— 282 —

�• Esforço de pensar a nossa realidade;
• A consciência que se forma entre professores, pesquisadores e profissionais da necessidade de busca de soluções próprias para as condições brasileiras;
• O Número já expressivo de brasileiros realizando o
doutoramento em instituições diversificadas;
• O apoio dado atualmente pelo CNPq e pela CAPES
através da concessão de bolsas e da promoção de estudos de avaliação da área;
• Os debates e polêmicas que as orientações metodológicas distintas começam a provocar entre os profissionais .
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
^
^

^

^
®

^

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Brasil. Leis, decretos, etc. Parecer n^ 77/69. Formas
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Ensino Superior: legislação e jurisprudência; seleção,
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Paulo, Revista dos Tribunais, 1975. v. 3. p. 223-9.
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— 283 —

�8

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publicado pela CAPES).

9

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10

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11

VIEIRA, Anna da Soledade. A formação de administra*
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1

2
. &amp; LIMA, Etelvina. A pós-graduaç
teconomia e a formação de uma liderança nacion^
R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, 6
125-35, set. 1977.

— 284 —

�</text>
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                <text>Contextualiza a pós-graduação em Biblioteconomia e Ciência da Informação e o aperfeiçoamento do profissional das Bibliotecas Universitárias para o desempenho de suas funções nos níveis técnico, gerencial e institucional , considerando as linhas de atuação adotadas na Coordenadoria do Curso de Mestrado do IBICT.</text>
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                    <text>necessidade de INFORMAÇÃO; O PONTO
DE VISTA DO PESQUISADOR

CÉLIA LÚCIA MONTEIRO DE CASTRO
(Doutora em Medicina)
RESUMO DA PALESTRA
A preocupação do pesquisador, no que se refere à velocidade de disseminação da informação, tem como ponto de
partida os seguintes aspectos:
a)

As relações existentes entre pesquisa/ciência/tecnologia/desenvolvimento, associando o domínio da informação ao poder;
b) O custo envolvido nos procedimentos de produção, estocagem e divulgação do conhecimento;
c) O caráter cumulativo do conhecimento científico e a
reconstrução do objeto pela crítica da comunidade de
pares;
d) A permanente ameaça da desatualização da informação impressa, mormente nos campos de desenvolvimento acelerado, tornando rapidamente obsoletos livros e
revistas;
e) Os procedimentos usuais de seleção de material a ser
impresso e as próprias limitações do mercado editorial.
Estes aspectos influem, necessariamente, no livre trânsito da informação, quer determinando o que pode ser divulgado, quer afetando a velocidade com que o conhecimento é disseminado. Neste sentido, não se torna disponível ao
pesquisador a informação de "hoje", aumentando os intervalos de tempo entre produção e obtenção do conhecimento
e/ou da informação.
Embora se reconheça que os centros e núcleos de documentação estejam atentos ao problema, parece sempre

— 357 —

�necessário ou prudente salientar a questão da velocidade da
propagação do conhecimento, trazendo para debate a exiquibilidade de medidas tendentes a:
a)
b)

Agilizar os mecanismos de obtenção e reprodução de
material impresso;
Divulgar trabalhos em andamento, a par de trabalhos
já concluidos, ressaltada a importância dos conclaves
e das "comunicações" neles apresentadas;

o)

Cadastrar centros e pessoas envolvidas na produção de
conhecimento, por áreas e sub-áreas do saber;

ti)

Utilizar os mecanismos de comunicação informal, de
modo mais eficiente e para benefício coletivo;
Especializar os profissionais em documentação por área^
de conhecimento.

e)

DEBATES
ALICE BARROS MAIA (Diretora do Núcleo de Documentação da UFF): O problema de agilizar a informação para
Que ela chegue mais rapidamente ao pesquisador, no sentido de diminuir o intervalo de tempo entre a existência da
informação e sua utilização por quem de direito, seria no
meu entender, a divulgação da pesquisa em andamento no
momento em que ela é registrada e aprovada. Isto, porém
corre um grande risco porque a pesquisa evolui, pode mudar seu enfoque e. às vezes, até o tema proposto inicialmente. Além disso, temos uma resistência muito grande a vencer: o pesquisador, normalmente não admite que o bibliotecário divulgue a sua pesquisa, no momento em que ela é
registrada. Temos como exemplo a nossa experiência na
UFF. Quando aqui chegamos ficamos preocupados com a
divulgação das pesquisas em andamento. Perguntamos quem
controlava ,onde ficava o registro e quem fazia sua divulgação, pois já que somos um órgão de informação, nós teríamos que ter esses dados para informar: onde estava se
desenvolvendo essa pesquisa, quem estava pesquisando é a
que resultados estava chegando. Não tendo conhecimento
de quem controlava, nos propusemos a fazer um levantamento dessas pesquisas, para se ter um controle, cadastrá-las e fazer uma publicação divulgando-as. Interessando-se
a Coordenação de Pesquisas e Pós-graduação pelo assunto,

�após a distribuição dos formulários, recolheu-os, analisou-os
e tomou a seu encargo a publicação desse trabalho. A partir daí, nos interessamos por outro tipo de informação: as
teses. Essas, também, não possuíam um controle. Fizemos
um formulário e distribuímos aos pesquisadores. Com os
dados obtidos criamos o Catálogo de Teses da UFF, que
abrange, atualmente, o período de 1976-77. Gostaria de ressaltar que durante todo o processo de preenchimento dos
formulários, encontramos grande resistência por parte dos
pesquisadores em respondê-los. O que me parece é que existe pouca comunicação de parte à parte, falta de compreensão quanto à importância das informações a serem dadas
pelos pesquisadores e muita relutância.
Acho, portanto, que tem de haver uma reformulação
geral para que esses problemas se resolvam, sem atritos, apenas servindo a quem de direito e sobretudo, no sentido de
de agilizar o processo de informação.
CÉLIA LÚCIA MONTEIRO DE CASTRO; Apesar de toda
minha formação em Medicina, estou fazendo a algum tempo pesquisas na área de Estudos Sociais, mais especialmente em Educação, e, embora, use questionário como técnica
de pesquisa, seria tremendamente relutante, se algum setor
de Documentação viesse me entregar um questionário, onde
eu dissesse o tema da pesquisa, seu objetivo, sua metodologia, etc., de modo que posso entender a resistência dos companheiros de pesquisa. A minha idéia não é criar desentendimento entre o bibliotecário e o pesquisador, mas simplesmente ver o que se pode fazer para agilizar o processo de
informação. Vamos imaginar que uma Universidade resolva
cadastrar suas pesquisas em andamento. A experiência que
tenho em relação a isso, é a seguinte: em primeiro lugar, há
uma pessoa encarregada desse levantamento. Essa pessoa
começa a elaborar um questionário, esse questionário é revisto ou modificado e, tende a obter uma aprovação para
ser aplicado, dependendo da instituição, esse questionário
pode ser até impresso. Isto leva algum tempo, digamos um
a dois meses. Depois esse questionário é enviado aos pesquisadores de toda a Universidade para ser respondido,
'Obviamente outro período de tempo é levado para que isto
ocorra. Após a entrega, esse questionário poderá ser impresso. Novamente se estabelece um intervalo entre o momento de obtenção de informação e a sua divulgação. Se é
uma Universidade que tem um programa editorial e quer
— 359 —

�publicar esse trabalho, então se coloca, pelo menos mais um
ano; por outro lado, muitas vezes o sistema de distribuição
das publicações da universidade não é assim tão eficiente
que faça com que o indivíduo que deu a informação saiba
e receba depois a obra em que esse dado está contido; mas
mesmo que receba, em geral, vai passar mais um ano entre
o momento em que ele deu a informação e obteve essa publicação. Não sei em que medida se poderia agilizar o processo de informação, talvez com publicações mais simples,
informais, como algum tipo de documento mimeografado,
que poderia rapidamente ser impresso e distribuído aos interessados, embora, esteticamente não seja das publicaçõeiJ
mais bem elaboradas.
Se as colegas me permitem gostaria de fazer uma referência pessoal quanto ao emprego de questionários como
técnica de levantamento de dados. Uma das coisas que st
tem conhecimento hoje em pesquisa social, principalmente se estamos trabalhando com população cativa ou btjcom uma determinada área de interesse, com uma preocupação específica e possivelmente, os informantes se man
têm comigo durante muito tempo é que à medida que aumenta o número de questionários, diminui o número de
respostas. Podemos ilustrar com o seguinte exemplo; estou
pesquisando uma Faculdade de Educação e vou a essa faculdade de 2 em 2 anos ou de 6 em 6 meses e, resolvo enviar
um questionário a esse local para ser respondido. A experiência demonstra que se nós vamos trabalhar com uma população cativa e se enviamos um questionário e ele é por
qualquer motivo respondido, um segundo questionário é
menos respondido e, um terceiro, ainda, menos. Se fizermos
um gráfico pelo número de questionários respondidos, cada
vez que eles forem enviados, notaremos um declínio muito
nítido de recebimento de respostas. Isto, simplesmente, se
dá porque o informante desconhece o que ocorreu com a informação que ele prestou. Em pesquisa social, a técnica nos
diz que no momento que a informação dada pelo informante passa a constituir um relatório de pesquisa, um artigo ou
qualquer outro tipo de publicação deve-se voltar ao informante comunicando-o como foi usada a informação por ele
prestada. Nota-se que na medida em que o informante verifi"
ca para que finalidade a informação dada por ele foi usada e,
constata que diminui o intervalo de tempo entre a informação que foi dada e a obtenção da resposta, então, creio que
— 360 —

�ele passa a colaborar ativamente no preenchimento dos questionários .
Acredito, talvez, que devessemos usar mais comunicações do tipo informal como cópias xerox, mimeografadas,
etc. do que as do tipo formal, porque isto abreviaria o tempo entre dar a informação e divulgá-las ao interessado.
Gostaria de dizer que quanto a mudança ou evolução
cia pesquisa em andamento para enfoques diferentes dos
propostos inicialmente, isto tende a diminuir por uma razão
bastante simples, isto é, as pesquisas se tornam cada vez
mais caras e na medida em que elas atingem esse nível, o
pesquisador está se utilizando cada vez mais de recursos externos a sua instituição para financiar a própria pesquisa.
São rarissimas as universidades brasileiras que têm recursos
suficientes para patrocinar essas pesquisas e, portanto, na
medida em que se obtém financiamentos externos passamos
a ter projetos suficientemente rígidos e detalhados uma vez
que o investimento é muito grande e a agência financeira
não irá incentivar mudanças no processo da pesquisa. Podemos dizer que o mecanismo da descoberta que tanto estimula a imaginação do pesquisador está diminuindo, cada
vez mais devido ao próprio desenvolvimento econômico.
Gostaria de citar a contribuição da Biblioteca do Instituto de Física da UFRGS ,que vem de encontro ao que acabo
de expor. O Instituto de Física da UFRGS mantém seus pesquisadores atualizados através de pre-prints recebidos diretamente dos autores. Para isso mantêm contato com as instituições internacionais afins que enviam listas de suas publicações, Os pesquisadores fazem os pedidos através da Biblioteca e recebem o artigo antes que ele seja publicado.
É um processo pelo qual uma vez que haja um documento
de qualquer tipo pronto não se espera que ele seja publicado, para que seja feita sua divulgação. Na medida em que
o Instituto de Física da UFBGS obtém os trabalhos, antes de
sua publicação, é lógico que se pode ter a informação de
hoje para o pesquisador e, não a de ontem.
Quando se diz que os pesquisadores não gostam de responder questionários e querem guardar para si os pre-prints
é, nesse sentido, que precisamos exaustivamente do auxílio
dos bibliotecários, para que esse mecanismo seja assumido
pelas bibliotecas e, não deixada ao sabor do egoísmo dos
pesquisadores, tentando reter para si o que é patrimônio da
comunidade científica.
— 361 —

�FRANCISCA MARILIA LEAL: A divulgação das pesquisas em processo deveriam ser normalizadas pelo INPI através de ato normativo sendo obrigatória por parte do pesquisador ou instituição patrocinadora da pesquisa a publicação do andamento da mesma em jornais diários, assim
como são publicados os editais, por ser um meio de comunicação e acesso comum e, periódicos especializados por serem mais fáceis para a localização das pesquisas em desenvolvimento ou seja, a possibilidade da publicação em jornais
diários ou em periódicos especializados. O que lhe parece?
CÉLIA LÚCIA MONTEIRO DE CASTRO: Parece-me ótimo, apenas gostaria de relembrar que o periódico especializado volta a ter o tempo de espera para publicação, isto tem
sido amplamente debatido nos Estados Unidos por diversas instituições científicas.
HELOÍSA BENETTI SCHREINER (Diretora da Biblioteca Central daUFRGS): Como a senhora disse no inícioinformação é poder, poder econômico e político, não será
essa própria natureza da informação um fator de resistência à informação de pesquisas em andamento, não será essa
uma das grandes limitações dos cadastros de pesquisa em
andamento. Se o pesquisador muitas vezes julga ou deseja
que ele seja o proprietário único de uma informação contida num pré-print de autoria de um colega seu, não será essa,
também, uma colocação válida, se a informação é ele que
está gerando?
CÉLIA LÚCIA MONTEIRO DE CASTRO: Eu tentaria colocar a questão de uma outra forma. Em 1976, estava pesquisando o problema de Pós-graduação em Educação no Brasil, e a situação no panorama internacional. Em vez de
me utilizar dos sistemas convencionais de pesquisa, simplesmente enviei uma carta pedindo a informação que desejava
saber e essa carta foi vertida para o espanhol, francês, inglês e alemão. Gastamos apenas o correio e espalhamos a
carta pelo mundo todo. Com isso, começamos a receber correspondência e informações de todas as partes do mundo,
inclusive de locais que desconhecíamos totalmente. Estou
dando esse exemplo para demonstrar que a comunicação informal, entre pesquisadores 6, talvez, uma das coisas mais
respeitadas e que faz parte da ética profissional ou seja,
por ética profissional entende-se que um pesquisador ao receber um pedido de informação de um colega tende a atendê-lo.
— 362 —

�A minha preocupação seria em que medida essas formas
informais podem ser agilizadas não para benefício de um
pesquisador, mas para que isso possa servir à comunidade
dos pesquisadores. Acredito que a resistência do pesquisador em dar informação, ou em fornecer um pre-print ou separata se deve ao fato de que ele o conseguiu com um gran
de esforço pessoal e, como nós estamos num sistema capitalista, em que se protege a propriedade privada, evidente mente, uma informação que eu obtive porque conheço alguém que possa me dá-la, não haveria muito interesse de
minha parte em divulgá-la, mas, no momento em que essa
informação não fosse pedida, nem obtida por um pesquisador individual, mas por uma organização especializada, no
caso a Biblioteca, tenho a impressão de que isto beneficiaria a todos.
O pesquisador relutará em fornecer informações sobre
.sua pesquisa, na medida em que ele não veja qual a utilidade daquilo; no momento em que é outro pesquisador quem
pede a informação a coisa muda de figura, jwrque a percepção da utilidade é imediata. Na medida em que Centros
de Documentação consigam convencer o pesquisador que
aquela informação é pedida, mas é pedida para ser divul
gada e, é uma divulgação imediata, acredito que se tenderia a acabar com a resistência por parte do pesquisador.
(Considerações feitas por um participante do Seminário que não foi identificado): Gostaria de levantar alguns
problemas quanto ao que foi dito aqui.
Primeiramente, quanto à demora da obtenção de informação. Enquanto houver falhas no nosso correio, enquanto
nós não pudermos contar com essas embalagens especiais
para enviar a comunicação de forma rápida, será muito difícil diminuir essa demora. Deveríamos ter uma lei ou portaria do governo, no sentido de que qualquer comunicação
escrita ou qualquer outra forma de documento pudesse
chegar a seu destino imediatamente. Enquanto, também
tivermos falta de recursos administrativos e reprográficos
o problema continuará acontecendo.
'
Em segundo lugar, quanto ao cadastramento de pesquisas em processo, além do problema dos questionários que
geralmente, não são respondidos, o que torna o nosso cadastro incompleto, gostaria de dizer que nem sempre a informação que o pesquisador deu no início, é a mesma depois
— 363 —

�que ele desenvolve a sua pesquisa, portanto, o que cadastra
essas informações teria que acompanhar a pesquisa ou o
pesquisador se comprometer a mandar periodicamente as
reformulações.
Outro ponto que gostaria de expor, em nome da Professora Dinah Aguiar Población, que recentemente fez uma comunicação muito interessante à respeito do bibliotecário —
é que ele não é solicitado a participar das Câmaras de Pesquisa ,enfim das reuniões de cúpula, dos pesquisadores, dos
professores, então, ele não toma conhecimento das programações de pesquisa, portanto se o bibliotecário pudesse ser ouvido e pudesse participar dessas reuniões, ele participaria
das decisões a serem tomadas e ficaria mais fácil para ele
divulgá-las. Isto é o que deveríamos pleitear urgentemente.
Outro ponto, ainda, é quanto ao treinamento do bibliotecário. Nós temos a experiência do Instituto de Energia
Atômica em que o bibliotecário que entra nessa biblioteca
é treinado, passando por volta de 9 meses em treinamento
para fazer uma reciclagem em matemática, física, químicaetc., enquanto ele não estiver apto, ele não começa a trabalhar. Com relação à informação bibliotecária, acho que por
enquanto é impraticável nas Escolas de Biblioteconomia, talvez, fosse possível se fazer o treinamento numa instituição
ou um curso preparado com esse objetivo.
Em último lugar, gostaria de dizer que quanto à educação do usuário, nós temos percebido que as bibliotecas e centros de documentação produzem seus instrumentos de informação, porém, o usuário não sabe se utilizar deles, portanto o usuário também, precisaria ser treinado. Alguns são
privilegiados, fazem cursos fora, mas a maioria dos usuários
não conhece o valor dos instrumentos bibliográficos de que
dispõem. O treinamento desses usuários é condição essencial para que eles possam usufruir das fontes de informação.
JOSÉ CARLOS TEIXEIRA (Coordenador do Curso de Biblioteconomia da UFP): Acho um pouco de prevenção do
pesquisador, a tendência de relegar, a um plano inferior, a
.informação produzida anteriormente, principalmente na
área de Ciências Sociais e, mais especificamente em Educação, onde nós não podemos, pelo menos com um prazo de
10 anos, realmente fazer uma avaliação, ou seja, sentir o
'•feedback". Porque em sistemas de ensino, nós não vamos
poder nunca colher os frutos imediatos, o que temos que
— 364 —

�vor é se aquele processo, técnica ou experiência realmente
contribuiu para a formação global do indivíduo e, isto exige um espaço de tempo para ser avaliado corretamente.
Outro aspecto que a senhora abordou e, que é uma
grande preocupação nossa é o problema da formação do bibliotecário. Infelizmente no nosso sistema, o bibliotecário
tem uma graduação mais em termos quase de técnicas de
tratamento de material bibliográfico e documentário, isto é,
disseminação, recuperação da informação, mas já se tentou
na UFF e, é preocupação de muitos, criar essas especializações, na área de Biblioteconomia e Documentação.
CÉLIA LÚCIA MONTEIRO DA CASTRO: Estou de acordo com tudo o que acaba de dizer. Talvez, devesse ser bem
honesta e começar a minha intervenção não tanto na linha
das exigências do pesquisador, mas fazendo um pouco de
crítica ao próprio pesquisador, Espero que ninguém me
critique muito violentamente por isso. Quando penso em
pesquisa, não penso em teses de Mestrado, porque Mestrado
e Pós-Graduação são recursos que estamos usando no BrasU
para preparar docentes universitários ou para melhor qualificá-los, para preparar o profissional de alto gabarito e para iniciar a formação do pesquisador.
Gostaria de ressaltar aqui que Mestrado não forma
pesquisador. Mestrado quando muito dá início à formação
da carreira de pesquisador. Em países mais desenvolvidos
a tese de Mestrado já caiu por terra, porque se reconhece
que em nível de Mestrado não há porque exigir-se tese, já
que as pessoas não estão em condições de fazê-la.
Concordo com o colega José Carlos quando ele diz que
a preocupação com a informação de ontem, principalmente
em Educação, pode desmerecer coisas importantes, porque
um processo educativo não é julgado ontem, porém'gostaria
de lembrar da necessidade por parte do pesquisador de ter
a informação correta e atualizada. Qualquer análise que se
faça fica falha quando os dados são desatualizados, nesse
sentido é que a informação tem que ser atual.
Acredito que se fosse possível se intensificar a formação
de bibliotecários por áreas de conhecimento, seja a nível de
Graduação, Pós-Graduação, ou cursos de especialização, isto
seria de grande benefício para o pesquisador e suas pesquisas.
— 365 —

�Parece-me que no Brasil, atualmente, uma das principais missões do pesquisador é a de cadastrar os nomes e ei:
dereços das pessoas que trabalham na sua área de saber
Seria função da biblioteca ou centro de documentação n
só conhecer as publicações, mas também as pessoas, centros
e instituições que estão na vanguarda daquela área.
DINAH AGUIAR POBLACIÓN (Presidente da Comissão
Brasileira de Documentação Biomédica e Professora da F""
cola de Comunicação e Arte da USP): Uma das metas do bibliotecário é estar sempre insistindo para obter a informa
ção desejada. A exemplo disso, a senhora deve conhecer on
relatórios da Escola Paulista de Medicina. Os questionários
iniciais foram difíceis de serem respondidos, mas desde 1970,
nós mantemos constantemente essa indagação sobre pesquisas em andamento, trabalhos publicados, participação em
eventos e atividades científicas do corpo docente. Estamos
com os levantamentos feitos até 1977.
Recentemente na Reunião da SBPC propusemos, mediante apresentação, inclusive de uma portaria do Ministro
da Educacão, que o bibliotecário participasse das reuniÕe=
dos Colegiados, não como poder decisório, mas para tomf""
(^•.onheclmento das linhas de pesquisa que a Universidade est"
desenvolvendo. O bibliotecário ciente com antecedência do
que será realizado, do que foi aprovado e das linhas de pe
quisa da^instituição, poderá avaliar não apenas o acervo de
que dispõe, mas também providenciar os documentos que os
pesquisadores vão necessitar. Dessa forma a biblioteca passa a ser um centro referencial de informação para o pesquisador.

— 366 —

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                    <text>INTERDEPENDÊNCIA ENTRE A AQUISIÇÃO
PLANIFICADA E A DISSEMINAÇÃO SELETIVA
DA INFORMAÇÃO UMA EXPERIÊNCIA DO CENTRO
DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA PARA A SAÚDE
DA SECRETARIA DE ESTADO DE SAÜDE
DO RIO DE JANEIRO
MARIA DAS NEVES NIEDERAUER TAVARES
CAVALCANTI
Diretora do Centro de Informação Cientifica
para a Saúde da Secretaria de Estado
dc Saúde do Rio de Janeiro

RESUMO
Apresentação, através de fluxogramas, das diversas fases
de tratamento e divulgação da informação no Sistema de
Informação Científica, da Secretaria de Estado da Saúde do
Rio de Janeiro e comprovação da interdependência verificada
entre a política de Aquisição Planificada e a Disseminação
Seletiva da Informação.
1

INTRODUÇÃO

Os programas de Aquisição Planificada constituem-se
em elementos de infra-estrutura imprescindíveis a uma
eficiente cooperação interbibliotecária. Como tal, vêm sendo
desenvolvidos nos diversos sistemas dedicados à transferência da informação, ou estabelecidos, mediante acordos ou
convênios, entre instituições da mesma área geográfica dedicadas à mesma especialização, embora desvinculadas administrativamente entre si.
Sua finalidade Ultima é assegurar o acesso de um maior
número de usuários às informações que lhes sejam perti■aentes, garantindo a cobertura exaustiva da literatura
especializada, pelo controle de um maior número de títulos,
e conseqüentemente promovendo um melhor aproveitamento
dos recursos disponíveis.
— 147 —

�As principais vantagens apontadas se referem à eliminação das duplicações desnecessárias, tanto nas coleções
(luanto nas tarefas a serem realizadas, obtendo-se maior
rentabilidade dos recursos financeiros, pela distribuição das
despesas de aquisição e tratamento da informação, entre os
diversos participantes do programa.
No entanto, como só se poderá garantir o acesso às
informações que se achem disponíveis, os programas devem
per baseados em critérios eficientes de seleção que possam
levar à máxima identificação das coleções aos interesses
específicos dos usuários em potencial,
O conhecimento destes interesses, através de estudos
de usuários, tem sido a preocupação maior dos serviços
destinados à divulgação da informação e constitui o nrinf ípio básico de todos os sistemas de disseminação Seletiva
da Informação que buscam, através de contínua avaliacf-o
rios índices de aproveitamento e posterior retroalimentacno
do sistema, com os dados assim obtidos, atingir simultaneamente altos m'vois de exaiistividade e relevância, com a menor
margem de "ruídos".
Os interesses específicos do^ usuário^,, porém, têm í^e
demonstrado variáveis, com maior ou menor freniiôncia.
embora dentro de uma determinada faixa de pertinência
A divulgação das informações disponíveis no Sistema, assume, então, uma importância que pode se itmalar à do fornerimento do material bibliográfico especifiçímente selecionado, quando da entrevista inicial.
A contínua avaliação da utilização das coleções ipela
análise dos pedidos resultantes desta divulgação, através de
sumários correntes, pode permitir um melhor ajustamento,
e até modificação, dos perfis dos usuários, retroalimentando
o Sistema^ e indo influir diretamente sobre os programas de
aquisição planificada, determinando decisões tendentes a que
S3 atinja um elevado grau de relevância por meio de cri té
rios exatos de seleção.
A experiência verificada no Sistema de Informação
Científica da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro
parece exemplificar bem esta interdependência existente
— 148 —

�entre os serviços dc disseminação da informação e a político
de aquisição planificada estabelecida. Trata-se de um sistema de aquisição centralizada que permite a disseminação
da informação e a utilização de todos Os periódicos pela
totalidade dos usuários que, de alguma forma, se achem
vinculados ã Secretaria, independente de sua especialização
e dos órgãos em que se achem concentrados os títulos
correntes.
Acompanhando-se a tramitação da informação desde
que entra no Sistema, através de fluxograma das tarefas
desempenhadas nos diversos órgãos do processamento e
divulgação, subdivididas em QUATRO FASES, poderemos
verificar a interdependência existente entre a POLÍTICA
DE AQUISIÇÃO e a DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO e
a necessidade de sua mútua retroalimentação.
S

CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA PARA A SAÜDE — SUPC

l-! .1
2.1.1

P FASE
Entrada

Todos os periódicos
permuta dão entrada no
ÇÃO CIENTÍFICA PARA
ÇÃO PLANIFICADA, do
TÉCNICO.

recebidos por compra, doação ou
SUPC — CENTRO DE INFORMAA SAÜDE, na SEÇÃO DE AQUISISERVIÇO DE PROCESSAMENTO

Após verificação e registro, são encaminhados e enviados
fi SEÇÃO DO CATALOGO COLETIVO ainda do mesmo SERVIÇO, para registro no Vise Record e encaminhamento à
SEÇÃO DE DISSEMINAÇÃO SET.ETIVA DA INFORMAÇÃO,
do SERVIÇO DE DIVULGAÇÃO. Esta tramitação leva em
média de 24 a 48 horas.
2.1.2

Divulgação

Na SEÇÃO DE DISSEMINAÇÃO SELETIVA DA INFORMAÇÃO os SUMÃRIOS dos periódicos são duplicados mediante xerox para encaminhamento dos diversos órgãos da
Secretaria, acompanhados de listagens dos SUMÁRIOS
CORRENTES elaborados em ordem e numerados para
facilitar os pedidos dos artigos.
— ir.) —

�As listagens dos SUMÁRIOS CORRENTES são numerados seqüencialmente dentro de cada ano e são produzidas
às sextas-feiras incluindo todos os periódicos recebidos
durante a semana.
2.1.3

Saída

Às segundas-feiras é feito o envio dos SUMÁRIOS CORRENTES e da respectiva listagem para cada uma das UNIDADES DA SECRETARIA, enquanto os periódicos são
{guardados na Seção juntamente com uma listagem na qual
é anotada a data da saída que corresponde ao final da
PRIMEIRA FASE.
2.2
2.2.1

2^ FASE — NAS UNIDADES DO SISTEMA
Entrada

Os SUMÁRIOS CORRENTES e a respectiva listagem são
recebidos nas UNIDADES e o bibliotecário responsável
confere, assina o recibo, e separa a listagem dos SUMÁRIOS
CORRENTES. A listagem é guardada enquanto os SUMÁRIOS são divulgados entre os usuários da Biblioteca.
2 2,2

Divulgação

2,2.2.1 Os usuários anotam em cada SUMÁRIO os artigos
pertinentes para seus interesses ou aquelec que, a seu ver,
deverão ser solicitados para incorporação ao acervo de separatas da biblioteca.
Período de duração: de segunda a quarta-feira.
2 2,2.2 O bibliotecário retoma a listagem, anota as solicitações, providencia o arquivamento dos SUMÁRIOS CORRENTES em pastas referentes a cada um dos títulos de
periódicos para possível utilização futura e solicita, por telefone, os artigos de interesse para a Unidade.
2 2,3

Saída

2.2.3.1 Semanalmente, o bibliotecário solicita a xerox dos
artigos à SEÇÃO DE DISSEMINAÇÃO SELETIVA DA INFORMAÇÃO, de preferência até quinta-feira, para que os
artigos possam ser enviados juntamente com os novos SU— 150 —

�MARIOS CORRENTES e respectiva listagem, na segundafeira seguinte.
2.2.3.2 Os pedidos telefônicos são feitos pela referência
no número indicativo do título na listagem e pela paginação
do.s artigos e representa o final da SEGTTNDA FASE.
2.3
2.3.1

3=&gt; FASE
Entrada

2 3.1.1 A SEÇÃO DE DISSEMINAÇÃO SELETIVA DA
informação recebe o pedido telefônico e anota os pedidos
T)elos números da listagem, dos títulos e a paginação dos
artigos, em formulário próprio.
2 3.1.2 Reúne os pedidos das Unidades aos dos usuários
individuais do SPI já preparados previamente.
2.3.1.3 Providencia a cópia xerox, em número suficiente,
de todos os artigos solicitados e a referência de cada um dos
artigos, em fichas com a anotação dos solicitantes.
2.3.2

Controle

Após a conferência das cópias com os pedidos e das
fichas de referência com os artigos, as fichas são arquivadas
cm catálogo próprio por ordem alfabética de autor.
2 3.3

Encaminhamento

Os periódicos e as cópias dos Artigos são separados de
acordo com seu destino. Os que deverão permanecer no
SLTPC são entregues à SEÇÃO DE PERIÓDICOS para registro, armazenagem e consulta; os pertencentes às diversas
bibliotecas do sistema são relacionados .juntamente com os
artigos pedidos, para encaminhamento na segunda-feira
seguinte às bibliotecas das Unidades onde ficarão à disposição dos usuários para utilização.
2 3 ,4

Utilização nas Diversas Unidades

2.3.4.1 Nas diversas Unidades os bibliotecários responsáveis conferem as listagens dos periódicos e dos artigos e
iissinam os recibos correspondentes.

�2.3.4.2 Após o registro no KARDEX, os periódicos são
postos à disposição dos usuários e as cópias dos Artigos são
entregues aos solicitantes por empréstimo. Todos os Artigos enviados deverão receber tratamento de separata para
posterior utilização.
2 3,4.3 Toda a utilização por empréstimo, cópia xerox ou
.:onsulta deverá resultar em dados estatísticos diários a
serem consolidados mensalmente em RELATÓRIOS ESTATÍSTICOS.
2.3.5

Saída

Cada Unidade enviará cópias dos RELATÓRIOS ESTATÍSTICOS MENSAIS à SEÇÃO DE DISSEMINAÇÃO SELETIVA DA INFORMAÇÃO do SUPC até o dia 5 de cada mês,
o que representa o final da TERCEIRA FASE.
2.4
2.4.1

4^ FASE
Entrada

2,4.1.1 A informação dá entrada na SEÇÃO DE DISSEMINAÇÃO SELETIVA DA INFORMAÇÃO .sob a forma de
RELATÓRIOS ESTATÍSTICOS de utilização nas diversas
UNIDADES e no SUPC, por título de periódico, por especialidade e por usuário,
2 4.1.2 Pela análise dos RELATÓRIOS a SEÇÃO DE DISSEMINAÇÃO SELETIVA DA INFORMAÇÃO DO SUPC elabora os diversos MAPAS ESTATÍSTICOS consolidados que
irão permitir a visão de conjunto e a comparação da utilização dos periódicos em cada uma das UNIDADES.
2.4.1.3 Os MAPAS ESTATÍSTICOS consolidados são encaminhados ao GABINETE da DIREÇÃO DO SUPC para exame
e verificação da necessidade de qualquer alteração no Sistema .
Mensalmente são realizadas reuniões da Direção com as
diversas Chefias para avaliação dos Mapas e demais Relatórios e possível tomada de decisões.
2.4.1.4 Durante estas reuniões são comparados os dados
estatísticos de utilização nas diversas unidades para avaliação do funcionamento do Sistema.
— 152 —

�Esta avaliação irá comprovar até que ponto a política
de aquisição está identificada aos interesses reais dos usuários pela análise dos seguintes dados;
IV — Percentual de títulos arrolados nos levantamentos
bibliográficos realizados para o SDl ou para usuários individuais e que não constem da coleção.
2v — Percentual de utilização de cada titulo de periódico pelos usuários individuais em sua unidade de destino
comparado aos pedidos de xerox de artigos do mesmo título
por outras unidades do Sistema.
ys» — Percentual de utilização de cada titulo na totalidade do Sistema.
2 4.2

Ketroalimentação do Sistema

Como resultado da avaliação feita durante a reunião dos
Chefes, os dados consolidados são enviados à Seção de Aquisição para possíveis modificações na política de aquisição
planificada e que poderão se refletir nas seguintes decisões:
2.4.2.1

Redistribuição do Acervo.

Neste caso serão transferidos títulos de periódicos
de uma unidade para outra, desde que comprovados índices
de utilização que justifiquem a medida.
2.4.2.2

Manutenção dos Títulos ou sua substituição

Avaliada a importância de cada título através de
sua utilização no órgão especializado de destino e na totalidade do Sistema, os periódicos serão mantidos ou substituídos por outros da mesma especialização e que estejam
atendendo melhor aos interesses dos usuários.
2.3.2.3

Novas aquisições

Pela verificação dos títulos não existentes na coleção e identificados pelos usuários como relevantes nos
levantamentos bibliográficos, a Seção de Aquisição poderá
providenciar sua aquisição, desde que os coeficientes de
pedido para empréstimo interbibliotecário venham se mantendo ern nível constante ou apresentando crescimento
contínuo.
— 153 —

�Para aquisição de novos títulos, além deste fator,
sao também levados em consideração: a dificuldade em
sua obtenção através do empréstimo interbibliotecário e a
inexistência do título nas bibliotecas do Grupo de Bibliotecários Biomédicos do Rio de Janeiro ou sua localização em
biblioteca de difícil acesso.
3

CONCLUSÃO

A experiência verificada no Centro de Informação Científica para a Saúde indica que a retroalimentação do Sistema
com os dados estatísticos da Seção de Disseminação Seletiva
da Informação irá refletir-se diretamente sobre a Seção de
Aquisição Planificada para o estabelecimento da política que
permita a perfeita adequação das coleções aos interesses
específicos dos usuários.
Como o processo é contínuo, verificamos que de fato
há uma interdependência mútua entre a política de Aquisição Planificada e a Disseminação Seletiva da Informação e
que o êxito do Sistema repousará no perfeito desempenho
destes dois polos que funcionam simultaneamente como
ENTRADA e SAÍDA no Sistema.
DEBATES
Que tipo de usuário possui o Centro de Informações
Científicas para a Saúde do Estado do Rio de Janeiro?
MARIA DAS NEVES NIEDERAUER TAVARES CAVALCANTI: Os nossos usuários de um modo geral são os usuários
institucionais, isto é, de todos os órgãos da Secretaria de
Estado de Saúde e, portanto, todos os usuários individuais a
ela vinculados de qualquer forma.
O Centro de Informações Científicas para a Saúde do
Estado do Rio de Janeiro já atinge a todo Estado?
MARIA DAS NEVES NIEDERAUER TAVARES CAVALCANTI: Diretamente não. Com a fusão do antigo Estado da
Guanabara com o antigo Estado do Rio de Janeiro, ainda há
inúmeros problemas a serem resolvidos. O Estado do Rio
é. atualmente, atingido pelas Coordenadorias. Não pudemos
até agora instalar Bibliotecas nas Unidades que ficam no

154 —

�antigo Estado do Rio. Mantemos, no momento as Bibliotecas que eram do sistema da antiga Secretaria de Saúde d(j
Estado da Guanabara e que permaneceram com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, pois muitas dessas
bibliotecas passaram para o município. Nós temos em funcionamento, atualmente, quatro bibliotecas que se beneficiam desse sistema de aquisição planificada.
Qual o número de títulos de periódicos que a rêde possui?
MARIA DAS NEVES NIEDERAUER TAVARES CAVALCANTI: Gostaria de dizer que, em 1978, adquirimos 337 títulos correntes, que são controlados e divulgados no sistema.
Desses 337 títulos, 110 foram adquiridos por compra, 189 por
doação e 38 por permuta com a Revista Médica do Estado
do Rio de Janeiro, que é editada sob a responsabilidade do
Centro.
Como é feito o empréstimo de periódicos?
MARIA DAS NEVES NIEDERAUER TAVARES CAVALCANTI: Nós não fazemos empréstimo de periódicos no Centro. No Centro, nós fornecemos cópias xerox dos artigos de
periódicos. Nas unidades, os periódicos podem ser emprestados aos usuários que são vinculados à instituição, porque
dessa forma há ijossibilidade de uma recuperação rápida dos
niesmos.
Qual o material humano disponível para a execução
desses serviços?
MARIA DAS NEVES NIEDERAUER TAVARES CAVALCANTI: O Centro foi criado em janeiro de 1977 e conta,
atualmente com: 5 bibliotecários, 20 funcionários administrativos, dos quais 3 estudantes de Biblioteconomia e, IH
bolsistas, sendo que a grande maioria são de estudantes de
Biblioteconomia da UFF.

— 155 —

�ricuRA I

Id FASt
CE NTRO DE INFÜHM AÇÃO CieN n'riCA P/SAÚDE - S U P C

SEÇAO OE
AQUISI ÇÃO
/ I? VCRIFICAÇÂO
( 2® REGISTRO
\ 3® ENCAMINHAMENTO
SEÇAO OE CATALOGO COLETIVO
REQISTRO DO V. R
2® ENCAMINHAMENTO
seçAo OEIdisseminação
SELETIVA
DA informação
/^l®POHnuPLICAÇAO
DOS SUMAfilOS \\
KtHÜX.if«; ELABÜHAÇAO
DAS LISTAGENS DOS SUMÁRIOS 1
.CORRENTES 3® ENCAMINHAMENTO/

CONVENÇÕES
Qn PERIÓDICOS
I I SEÇÃO OU ORGÃOS
( J AÇÃO
». DIREÇÃO OA AÇÃO
^ 6UARDA AROUlVAMENTC
l/l proviso'rio
DECLSÃO
[1 suma'rios correntes
LISTAGENS

�rieuR* I

2» FASE
UNIDADE DO SISTEMA

�PlftUR* S

3? FA sr.
CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTIFICA P/5AÚDE - S U P C

SEÇÃO DC OISSEMiNAcIo
SELETIVA DA INrORM&amp;ÇiO
CONVCNCOeS
TELEFONE
«EÇio onoío UWIPêOC
( ) ACÁO
/"7 PEDIDOS 0€ AMTICOS
DECtsio

^ANOTA PEDIDOS PELOS
ÜMEROS DAS LtSTAQFNS
O
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PCRIÓOICOS
0 XEROX
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/\ BIBlIOTf c«mo«
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�FÍGURA 4

4® FASE
CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA P/SAÚDE- SUPC
POK TITULO DE ^ERiODICO
POn ESPECIALIDADE

entrada

\ POR USOARIO
OISSLMINAÇAO
SELETIVA
INFORMAÇÃO
NA'LISE DOS
ELATORIOS
UTILIZAÇXO

/" AVALIAÇÃO
(
DOS
\ DADOS

\
)
/

coNveriçoES
RELATOBIOS ESTATÍSTICOS
OJ MENSAIS P/ UNIDADE

\
1
J

NOVAS AQUISIÇÕES

�ANTONIO MIRANDA — Há algum tempo vem se comentando a necessidade da criação no Brasil de um Serviço
Nacional de Informação Científica e Tecnológica, como
ressonância da pregação da UNESCO através da UNISIST.
De fato, esteve no Brasil a alguns anos atrás o Professor
Harold Borko que visitou o antigo IDBD. Criou-se, então,
uma comissão nacional devotada ao estudo de viabilidade e
'ie infraestrutura que deveria ter o país, para a existência
de uma rede ou sistema de informação científica e tecnológica. Essa rede teria por objetivo servir como base documentária da informação ao próprio desenvolvimento
nacional, aos programas nacionais de desenvolvimento e aos
programas setoriais de educação. Essa comissão daria lugar
ao nosso SNICT CServiço Nacional de Informação Científica
e T^ennolópfica), infelizmente, isto não ocorreu. No seu lugar,
no entanto, houve a reorganização do IBBD. O IBICT surgiu por uma resolução do CNPq, com o título de "Instituto
Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia", Se
lermos os obietivos e as razões que levaram à criacao do
IBICT, veremos nuc muitas das idéias que estavam na comissão para a criacão do SNICT. reaparecem na reorganização do antigo IBBD, atualmente, IBICT. Desejamos que
o IBICT se desenvolva plenamente tendo recursos humanos,
econômicos e materiais necessários para vir a se tornar o
verdadeiro Serviço Nacional de Informação Científica e
Tecnológica, que a Comunidade Científica Brasileira está
reclamando. Isto nos parece de grande importância, pripcipalmente porouc nesse momento estão surgindo no Brasil,
uma série de serviços de informação especializados que,
r-ntretanto. carecem de uma coordenação de siias atividades,,
nara que se evite a repetição ou sobreposição de tarefas,
barateamento dos custos e complementação de atividades
ern favor de seus usuários. Num país carente como o nosso,
não encontramos razões para seguir mantendo serviços de
informação disciplinado, quando a experiência internacional
determina a existência de serviços multidisciplinares e interdisciplinares
Acredito que num Painel sobre Informação Científica
não poderia faltar uma voz de alerta: a existência de uma
política nacional de informação científica e tecnológica e
de um órgão senão executivo em todas as suas prerrogativas,
pelo menos coordenador dessa política, onde houvesse uma
delimitação clara das atividades de uma BIREME, de um
— 160 —

�CNEN, de um SIDE e assim por diante, em que todos
soubessem quais são as suas responsabilidades e determinações e, um órgão central para ouvir, não para decidir sobre
essas responsabilidades, que escutasse as partes envolvidas
e determinasse em conjunto, o que corresponde a cada um,
em benefício do próprio sistema.
Quando nós advogamos pela definição de uma política
nacional de informação, não pretendemos com isso criticar
as instituições atualmente existentes porque elas são vítimas
da não-existência dessa política, senão a nós mesmos da
classe bibliotecária e às autoridades nacionais que ainda não
ciiegaram à formulação dessa política.
Gostaria oue desse Seminário saísse à SEPLAN — Secretaria de Planeiamento — uma noção comnleta no sentido
de oue se reinicie o r)rocesso de estudo e definição de uma
rolítica nacional de informação lieado ao Plano Básico Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnoló,2[ico, de forma
oue o movimento oue comecou com o SNICT e que se dissinou. volte a se constituir, trabalhar e nenspr em termos de
integração de redes e sistemas de informação no Brasil.
A mensagem final era justamente essa. Informação á
energia. Informação gera nova informação. Informação
é materia prima aue o caís nrecisa controlar e gerenciar, no
sentido do alcançar seus obietivos. A informação tem um
alro custo. Uma parte da informação é gerada no país, a
maior parte é imnortada. seus custos são ele^rados e portanto,
deve haver um critério na seleção dessa informação, no seus
ccntrole e na sua dissemíDação. Não pode haver desenvolvimento nacional sem gerência de informação científica o
tec;nológica, precisamos nos despertar «ara essa problemática e a classe bibliotecária, está se despertanto para, a
partir daí, passar a assumir a liderança junto às autoridades
nacionais, no sentido de fazer-nos ouvir e para trabalharmos
em cooperação nessa iniciativa.

— 161 —

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                    <text>METODOLOGIA DA PESQUISA DOCUMENTARIA

LELIA GALVÃO CALDAS DA CUNHA
(Professora Titular e Chefe do Departamento
de Documentação da UFP)
DYRCE BARRÊTO TAVEIRA
(Professora Assistente de Bibliografia e Coordenadora das Atividades de Extensão do Departamento de Documentação da TIFF)
JOSÉ CARLOS ABREU TEIXEIRA
(Professor Assistente e Coordenador do Curso
de Biblioteconomia e Documentação do Departamento de Documentação da UFF)
RESUMO
Os usuários da informação fazem parte integrante do
processo de transferência de conhecimento e são, em grande
parte, os principais produtores dessa mesma informação.
A nível de graduação, o futuro gerador de documentos, quando colocado na posição de usuário de sua biblioteca universitária, enfrenta dificuldades diversas para ^usufruir, adequadamente, do cabedal de informações contido no acervo a
sua disposição, principalmente tendo em vista a variedade
e a complexidade da literatura especializada. Em outras palavras. a interconexão usuário/biblioteca não se completa,
na prática, e tal situação requer que o estudante de nível
superior seja instruído a respeito da msineira de alcançai*
facilmente as informações de que necessita, para bem desenvolver seus estudos e trabalhos. E essa afirmativa também é indiscutivelmente válida — salvo algumas honrosas
cxcessões já conhecidas no País — com relação aos pós-graduados. Assim, o interesse em abrir caminho para a efetivação desse tipo de treinamento foi o que levou o Departamento de Documentação do Centro de Estudos Gerais da
Universidade Federal Fluminense a planejar e propor, como
atividade permanente, um curso de Metodologia da Pesquisa Documentária, de embasamento teórico comum a qual— 216 —

�Quer área da Universidade, mas com prática diversificada,
isto é, ajustada a cada uma das unidades universitárias,
conforme o campo de assunto por elas abrangido. Como
'astro de experiência nessas atividades docentes, pode ser
ttiencionada, na UFP, a disciplina ministrada pelo Departamento, como obrigatória, no Curso de Pós-Graduação em
tWontologia Social e, anteriormente, no Curso de Pós-Graduação em Cirurgia Buco-Maxilo-Facial ,além de outras,
^ara êxito da aprendizagem e em qualquer dos casos —
graduados ou pós-graduados — é indispensável a assistência bibliográfica direta do Núcleo de Documentação da Uni versidade, através das suas bibliotecas setoriais, transforJftando o projeto em uma integração com o Departamento de Documentação e tornando realmente proveitosos, para
Os alunos em perspectiva, os resultados dessa cooperação.
^

Treinamento de Usuário da Informação

O objetivo final e a própria razão de ser dos processos
de organização bibliográfica e documentária resume-se no
interesse de servir aos possíveis usuários que, na realidade,
sao parte integrante da complexa corrente de transferência
da informação. Por outro lado, os usuários da informação
formam, também, em maioria, seus principais produtores e
®ssa condição deveria assegurar perfeita interação entre
®Jps e o sistema vigente. No entanto, a interconexão usuário-sistema é, na prática, deficiente, embaraçando o fluxo
informação.
Apesar da existência de outros importantes fatores de'eiminantes externos — amplamente identificados, mas que
não caberia examinar aqui — parece claro que o futuro da
^í^formação científica está significativamente condicionado
^0 comportamento dos profissionais da informação, entendendo-se como tal as diferentes categorias de técnicos e especialistas nela envolvidos. Também parece evidente que a
"onteira entre usuários e manipuladores da informação
se deslocando continuamente, em conseqüência da necessária participação de uns em funções anterior e tradicionalmente reservadas aos outros.
^ • 1 Identificação do problema
,

Depreende-se do exposto que os usuários deveriam receuma certa parcela de treinamento nas técnicas de trans— 217 —

�íerência da informação, o que vem sendo feito em muitos
países, mediante a aplicação de adequados programas de
ensino, numa tentativa de enfrentar esse desafio. Em al'
guns desses países — os mais avançados no campo da Ciência, da Informação — o processo tende a ser cumulativo:
h medida que surgem novas técnicas de tratamento da iO'
formação, crescem as oportunidades para o treinamento prá'
tico de usuários (1).
Tanto bibliotecas como serviços ou centros de documentação constatam que seus recursos informativos não sâ^
totalmente utilizados e, para isso, levantam algumas justifi'
cativas, tais como: incompreensão quanto aos proveitos a
extrair das informações disponíveis; desconhecimento das
fontes de informação existentes e da maneira de explorá-lasi
e indefinição das necessidades de informação (2). Ora, se o
primeiro requisito para a busca da informação é o interesse
do usuário em procurá-la, a solução para o problema reside
em motivá-lo para isso.
O assunto vem sendo objeto de consideração há mais d®
um século, segundo se conclui da análise da literatura a res'^
peito, publicada em 1960, mas referindo iniciativas nesse
sentido, em todos os tipos de instituições, desde 1976 (3),
tem atraido, inclusive, a atenção até de várias organizaçõ^^
internacionais, como a Federação Internacional de DocumeU'
tação, que, já em 1959, em Varsóvia, quando de uma de suas
reuniões anuais, acabou por levar à discussão, entre dez t®"
mas julgados da maior relevância, a formação de usuárjos
da informação (4). E, posteriormente, em diversas ocasiões
semelhantes, ou através de grupos de estudo, vem tornandO'
com insistência, a debates e proposições sobre o mesmo aS'
sunto.
Mais recentemente — porém na mesma linha de exai^®
de âmbito internacional — um dos documentos resultante^
dos trabalhos da Conferência Intergovernamental sobf®
Planejamento de Infraestruturas Nacionais de Documenta'
ção. Bibliotecas e Arquivos (que deram origem aos projeto®
NATIS) preocupou-se em definir a necessidade de treina^
usuários, como parte do estabelecimento de uma política n®]
cional de informação, e lhe atribuindo prioridade. O conheci^
mento e a cultura não podem se limitar a determinado est^'
gio de uma ciência e, sim, devem estimular uma certa curif
sidade intelectual, que induza o indivíduo a verificar a conS'
— 218 —

�tante expansão dos campos de estudo. Portanto, é preciso
^iisinar o estudante a procurar, em bibliotecas e serviços de
iniormação, a atualização do que aprendeu, e, se não souber
lazer isso estará superado tão logo se gradue, ao passo que
ex-estudante que conheça como utilizar fontes e serviços conseguirá se manter atualizado, mesmo que tenha deitado, há algum tempo, os bancos escolares onde absorvia,
l^iretamente dos mestres, os ensinamentos recebidos durante
sua vida acadêmica (5).
Aliás, entre os objetivos do ensino superior figuram os
desenvolver, em todo estudante universitário, o interesse
P6lo estudo e aperfeiçoá-lo nas técnicas que proporcionem
rendimento adequado a esse esforço, justamente para evitar
pessoas já formadas caiam em processo de desatualizarão, devido a sua incapacidade de trabalho intelectual independente, por não saberem colher dados, nem saberem analisá-los e utilizá-los sem o incentivo, a orientação e o apoio
o.e um professor. A longa escolaridade provocada pela pro'iieração dos cursos de mestrado e doutorado poderia, até,
interpretada como recurso do sistema educacional para
^Uperar a falha do ensino superior nessa capacitação do
iuno para o estudo pessoal e autônomo (6).
Competência do treinamento
O encargo de estimular o usuário a se valer da infornação — ou, em outras palavras, de treiná-lo, teórica e pra"camente, na busca da informação — vem sendo atribuí0, em vários países, indistintamente a instituições diverde caráter educacional ou não. Serviços de documen^Ção, bibliotecas, associações de classe, sociedades cultuais e científicas e outras entidades que se sentem envolvi,
no processo do desenvolvimento científico e tecnológico,
como universidades e outras instituições de ensino, tem
dp?
transmitir ao usuário, efetivo ou em potencial,
^eterminadas instruções sobre como explorar, de maneira
ntável, as coleções de documentos existentes.
^ Durante os últimos anos, vem tendo especial relevo o
pPel educativo da biblioteca universitária e alguns autores
^arninam objetivos e formas de proporcionar ao estudante
Se treinamento. Para esse tipo de instituição a relação
a

aprendizagem é complexa, já que conhecer como usar
biblioteca e os respectivos recursos não constitui uma dis— 219

�ciplina curricular, nao correspondendo, portanto, a uma atividade didática formalizada. Assim, isso exige perfeita integração entre o treinamento proposto e os programas de ensino, e requer estreita cooperação entre o pessoal da biblio'
teca e os estudantes. Muitas vezes esses requisitos não se
ajustam satisfatoriamente, comprometendo o êxito do empreendimento (7).
Instruções sobre como usar a biblioteca podem ser transmitidas, sob várias formas, ao estudante universitário; orientação relativa a serviços e recursos da mesma, consubstanciando-se em apresentação física dos setores correspondentes; ensinamentos sobre as fontes básicas de referência'
providência essa dividida entre a biblioteca e o corpo docente da própria unidade universitária a que pertence o
estudante; série de palestras em classe, o que solicita, do
pessoal lotado no setor de referência, bastante familiaridade
com o assunto abordado e permanente entrosamento coifl
o quadro de professores; cursos avulsos, ministrados eni
classe, em auditório, no recinto da biblioteca, ou através de
circuito fechado de televisão; finalmente, instrução indivi
dualizada, mediante assistência direta ao universitário ou
um pequeno grupo de estudantes. Cada uma dessas opçõ^^
tem, para a biblioteca universitária, implicações nem semp'''^
controladas, por diversas razões (8).
Por outro lado quando, há cerca de 2 anos. a Fll'
considerou a necessidade de formar usuários, estabeleceu,
entre suas metas, a de, juntamente com a Federação Intef
nacional de Associações de Bibliotecários (IFLA/FIAB), tomar a iniciativa de promover o ensino da técnica da peS
quisa bibliográfica nos currículos de todas as escolas de
sino superior (4).
Sob outro enunciado a mesma idéia, porém enriqueci'
da, veio a constituir, há menos de quatro anos, um dos ob.]®'
tivos incluídos no programa de ação para incentivar a cri^'
ção de sistemas nacionais de informação: o modo de utili
zar bibliotecas deveria fazer parte da instrução proporciO'
nada desde o nível de primeiro grau, para que a procura d^
imormação passe a ser um ato natural da vida quotidian^
e o conteúdo dessa instrução ampliar-se-ia à proporção
novos graus de ensino fossem atingidos; a nível university'
rio, cursos sobre como usar convenientemente obras esp^
cializadas e fontes de informação deveriam constar dos cu?'
— 220 —

�Jjculos e se desenvolver com a total cooperação das biblio'ecas universitárias (9).
Eis aí o importante: o sistema universitário agindo atrade dois de seus pontos focais — a escola e a biblioteca,
--■ssa integração levará o regresso dos cursos de graduação e
Pós-graduação a adquirir o hábito de, ao longo da vida pro"ssional, continuar procurando e utilizando a informação
•-'specializada, para a realização de pesquisas e estudos, explorando as dimensões da educação permanente, já que a
'^oção de uma bagagem cultural ou técnica suficiente para
uma existência está em vias de desaparecer (10).
^ O Usuário Brasileiro
Por mais rápidos e eficientes que sejam os resultados
"^3 estruturas tradicionais, a escola e a universidade já não
P&lt;jdem bastar à educação. Nos países em desenvolvimento
^ esforço educativo terá de ser continuado até muito além
fase de aprendizagem formal, a fim de que haja condipara garantir a distribuição dos conhecimentos e os
^'Pos de formação de que vão necessitar os indivíduos e a
Sociedade, E essa ação só se efetivará graças a utilização,
^ftUarga escala — ultrapassando à barreira das funções tradicionais do ensino — de todos os grandes meios de difusão
^cs conhecimentos e de formação (10).
No Brasil, não obstante a arrancada numérica do ensino
^Perior, os anseios da reforma universitária não estão proUzindo, ainda, os frutos esperados. Já alguém disse — evientemente com certa dose de exagero — que um alimo
^^asiieiro pode levantar determinado número de créditos
dar uma linha da mataria, sem fazer um só trabalho e,
^'ilvez, sem freqüentar aulas (11). Ao que acrescentaríamos:
j^^Provavelmente, sem ter entrado jamais em uma biblioA escolarização de l"? e 2° Graus faculta ao jovem o de-iivoivimento harmonioso da personalidade em seus aspecç s essenciais — o intelectual, o moral, o social, o vocacional
g ° físico — visando a formar, para o futuro, homens livres
'"^sponsáveis, perfeitamente integrados ao meio em que
g
(12). Não é outra a meta da legislação em vigor, ao
'^•belecer que o "o ensino de l*' e 2° Graus tem por objetivo
— 221 —

�geral: proporcionar ao educando a formação necessária ao
desenvolvimento de suas potencialidades, como elemento de
auto-realização; qualificar para o trabalho; e preparar para
o exercício consciente da cidadania" (Lei n' 5,692, de agosto de 1971).
' ' Durante essas fases, como se sabe, as bibliotecas escolares podem exercer grande influência sobre o desenvolvimento intelectual e cultural da criança e do adolescente. MaS'
infelizmente, são escassos os recursos reservados, no Brasil)
às bibliotecas escolares, quase inexistentes, na prática. Estreitamente relacionadas com as bibliotecas escolares estão
as bibliotecas públicas que, entre outras funções, destinam-se
a estimular a reeducação e a educação permanente. MaS'
ainda, infelizmente, são altamente deficientes nossas redes
de bibliotecas públicas, salvo algumas poucas e honrosas
exceções.
Assim, chega o estudante brasileiro ao ensino do terceiro grau sem ter sequer conhecido os benéficos resultados
da preparação de programas especialmente dedicados a maO'
ter o interesse pela leitura. Não é de admirar, por conseguinte, que ele tente atravessar todo o curso superior incó'
lume à curiosidade de penetrar nos umbrais da biblioteca
universitária, ou mesmo de qualquer outra biblioteca.
Vencidas as etapas do currículo, prepara-se ele para
gressar na vida profissional, continuando a ignorar compje'
tamente o potencial dos recursos que encontraria nas bibU^^
tecas e nos serviços de informação. Mas^isso não unicarnen'
te por sua própria culpa ou displicência. Como enxergar ^
que nunca lhe foi mostrado? Como entender o que jama'®
lhe foi explicado?
Em resumo, a biblioteca brasileira divide com o noSS"
sistema educacional a responsabilidade pela negligência
impera em torno de ensinamentos que despertem o hábit"
da leitura e incentivem o uso racional da informação/do*
cumentação. As próprias bibliotecas se omitem no apoio
processo educacional, esquecidas do papel de pedra angul^^
dos alicerces do ensino e da pesquisa que devem represei'
tar. Bem sabemos o que as leva a isso — a renomada
breza de acervos e serviços e a conhecida escassez de
scs humanos — mas, faz-se mister acabar, no Brasil,
a idéia de que escola e biblioteca caminham e agem separ^
— 222 —

�í^lamente, como se fosse possível dissociarem-se essas duas
"istituições tão ligadas entre si, a ponto de ser difícil dizer
^iide se inicia a tarefa de uma e onde finda a da outra (13).
^•1 Consciência da necessidade do treinamento
E de justiça reconhecer que no Brasil, já há muitos anos,
Preparadores e usuários da informação identificam, em níe âmbitos diversificados, a necessidade de um perfeito
•^ntrosamento, que redunde em proveitosa divulgação de conhecimentos relativos as bibliotecas em geral e aos recursos
'íue elas oferecem.
Desde 1955 — quando a então Faculdade de Farmácia
Odontologia da Universidade de São Paulo começou a proíiioyer cursos de pesquisa bibliográfica — até hoje, as iniciativas nesse sentido têm frutificado lentamente, embora
com grande empenho e entusiasmo por parte dos respectivos executores, havendo a citar algumas realizações em insti^'Ções do País. Vêm sendo, porém, de composição e de ope^acionalização caóticas, em decorrência das realidades regionais diferentes e da variedade de objetivos visados, apesar de
deixarem dúvidas de que a sensibilidade do usuário é
já relativamente disseminada e aceita (14). Dentre
^^Uelas instituições, vale mencionar trabalhos de formação
® treinamento — alguns como atividades permanentes .ouros não, uns poucos até em cursos de pós-graduação — desenvolvidos por: Faculdades de Odontologia, Saúde Pública,
^aimácia e Escola de Enfermagem, todas da Universidade
São Paulo; Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Enfermagem da UniversidaFederal do Rio de Janeiro; Faculdade de Odontologia da
universidade Federal de Pernambuco; Faculdades de Farmácia e Odontologia de Araraquara e de São José dos Campos;
^^í:uldade de Odontologia de Bauru; Faculdade de Medicia (3a Fundação Universitária do ABC; Instituto Tecnológi^ da Aeronáutica, em São José dos Campos: Instituto Bio^édico da Universidade Federal Fluminense; Biblioteca Cental da Universidade Federal de Viçosa. E existe um manual
® instrução programada, preparado para usuários, na Uni®rsidade Federal do Rio Grande do Sul (15).
^ão obstante a convicção generalizada de que, nos curProfissionalizantes ministrados nas universidades brasi— 223:—

�leiras, é preciso fazer algo a esse respeito, reina ainda —
também aqui — acentuada e, talvez, natural divergência
quanto a competência, programas e metodologia do treinamento.
Para alguns, a programação e regência do treinamento
constituiriam responsabilidade direta da biblioteca universitária, junto ao próprio material a ser utilizado, alegando-se ,em defesa disso, que são as bibliotecas das unidades
que armazenam o acervo relativo as diversas áreas do conhecimento. acervo esse em que os estudiosos do assunto
irão procurar as informações requeridas pelo aperfeiçoamento e pela ampliação do seu desempenho profissional. ^
que, embora sejam imprescindíveis o apoio e a compreensão
proporcionados pela alta administração e pelo corpo docente, o encargo de ministrar o treinamento caberia necessariamente aos bibliotecários, cujas formação e experiência
permitiriam a realização de um trabalho bem adaptado às
circunstâncias (16). Para os defensores de tal ponto de vista, somente bibliotecários seriam capazes de transmitir,
com autoridade, a orientação desejada (17).
O que se tem evidenciado, porém, é que essa participação ativa da biblioteca universitária se consubstancia nâo
só mediante orientação direta como através de esforços pa*
ra incluir, nos currículos, uma disciplina específica, corno
ficou facilitado após a última reforma do ensino superiorEm contraposição, convém lembrar a importância d®
atuação do ma^stério superior, apto a aproveitar racional*
mente os recursos humanos e materiais disponíveis bem como a motivar o aluno e a influir decididamente no processo
educativo provocando, muitas vezes, no discípulo, uma proveitosa mudança de comportamento. O professor é sempr®
líder e avaliador de seus alunos, jamais deverá perder o
direito e a oportunidade de mostrar sua interpretação peS'
soai da área de conhecimento em que atua ou que ensina»
nunca sua função poderá perder a relevância a que fa2
jui (11).
Por outro lado, segundo o espírito da reforma universitária ora em vigor no país, o departamento de ensino nao
é concebido como fração unicamente administrativa do tod®
universitário, pois, acima de tudo, compõe um órgão técnl'
co-didático. Cabe-lhe a responsabilidade de executor da
lítica educacional brasileira e de fiador da qualidade de en'
sino.
— 224 --

�Assim, foi com base nessa firme convicção quanto ao
papel dos professores e dos departamentos, no que diz respeito à aprendizagem e aos adequados procedimentos de ensino, que o Departamento de Documentação do Centro de
Estudos Gerais da Universidade Federal Fluminense planejou oferecer condições para a permanente formação de usuários da documentação, através das disciplinas Metodologia
da Pesquisa Documentária II e III, constantes do currículo
do curso de Biblioteconomia e Documentação. Será — crê
ele — face aos objetivos dos cursos universitários, a melhor
solução para o tão necessário treinamento, mediante a execução integrada dos currículos profissionais confiada a todos os Departamentos.
Com embasamento teórico comum a qualquer área da
Universidade, mas com ensino prático diversificado, ou seja,
Hjustado a cada um dos cursos, de acordo com o campo
de assunto por ele abrangido, o plano prevê a disponibilidade do ensino da disciplina para graduandos (Metodologia da
Pesquisa Documentária II) e pós-graduandos (Metodologia
da Pesquisa Documentária III). A experiência que serviu
de lastro a essas atividades, agora formalizadas em Planos
ds Cursos (ver anexos 1 e 2), foi obtida quando de disciplina ministrada pelo Departamento, como obrigatória, no Curso de Pós-Graduação em Odontologia Social e, anteriormente, no Curso de Pós-Graduação em cirurgia Buco-Maxilo-Pacial.
Já no semestre letivo a se iniciar em agosto próximo,
e como resultado do plano ora em etapa oficial de partida,
será ministrada, pela primeira vez a graduandos, aos alunos
do Curso de História, por solicitação do respectivo Coordenador ,
Configura-se grata e auspiciosa ao Departamento de Documentação a oportunidade desse primeiro passo, na trilha
da cooperação interdepartamental, e que objetiva familiarizar os futuros profissionais com os recursos que lhes propiuam as fontes de informação especializada.
Há, ainda, um ponto de suma importância, a ressaltar;
nenhum momento do treinamento proposto, poderá ser
^spensada a colaboração direta do Núcleo de Documentação
da Universidade, através da participação efetiva de suas Bibliotecas Setoriais. As bibliotecas universitárias reúnem,
sempre, as obras de referência que constituem a chave para
— 225 —

�cada setor de estudos visado nos cursos existentes e, portanto,
sem essa participação não será produtiva a aprendizagem programada, pois às Bibliotecas Setoriais requerer-se-á a antecipação dos vários tipos de documentos necessários à suplementação das aulas teóricas e práticas da disciplina a fim
de tornar fácil o acesso ao material de consulta. E mais: a
observação do desempenho do aluno nas Bibliotecas Setoriais, durante o processo ensino-aprendizagem, é ponto essencial para a avaliação do aproveitamento do mesmo.
2.2 Conteúdo programático do treinamento
Não é abundante, entre nós, a literatura referente a programas de formação ou treinamento do usuário da informação e a principal distinção encontrada entre eles advém das
características diversas das instituições que os organiza e
executam, o que influi até na metodologia adotada.
Um adequado programa desse tipo seria, para algumas,
o que conseguisse abranger os seguintes aspectos: necessidade da informação, levando em conta o estágio do desenvolvimento científico e tecnológico nacional; características
gerais e importância das diferentes espécies de fontes informativas e dos variados instrumentos de recuperação de dados; organização e recursos do sistema nacional de informação e da rede de bibliotecas do País e do Exterior; vantagens da aplicação de técnicas modernas ao tratamento da
informação e principais tendências de evolução nesse sentido; origem e razões dos sistemas de classificação bibliográfica (18).
A esses tópicos acrescentaríamos a divulgação das técnicas de organização do trabalho monográfico, com a finalidade de não só propiciar ao candidato a autor a aprendizagem das normas de estruturação e apresentação de teses,
dissertações, relatórios, memórias etc., como de assegurar
a rápida circulação da informação, através dos instrumentos da pesquisa bibliográfica.
De qualquer forma, o que é lícito esperar de um programa de treinamento parece constituir-se da possibilidade
de: capacitar o usuário a compreender os padrões da comunicação e os veículos do fluxo da informação, afim de que
ele se ponha a par das várias maneiras pelas quais uma informação é obtida; dar a conhecer os recursos da informação disponíveis na própria biblioteca freqüentada pelo usuá-- 226 —

�rio, ou em outras bibliotecas; habilitar o usuário a utilizar
os diversos instrumentos de pesquisa da informação requerida por seus estudos universitários e por sua atividade profissional, posteriormente; criar no usuário mentalidade positiva quanto ao uso da informação, o que o estimulará a se
valer dos recursos existentes em diferentes bibliotecas (7).
3 Conclusão
A presente análise dos problemas ligados ao despreparo
e à necessidade de treinamento de usuários pode permitir a
conclusão de que é mais fácil organizar a informação para
eles que fazê-los utilizá-la. Será isso verdadeiro? Será isso
válido? Estará em consonância com os objetivos do ensino
atual? Certamente que não, uma vez que o interesse do usuário resulta do estímulo e não da frustação. Quando devidamente orientado, será capaz de encontrar satisfação ao confrontar e avaliar opiniões de vários autores, por exemplo
em resposta a muitas indagações que o afligem.
Não basta, portanto, diagnosticar razões que conduzem
t'o desinteresse, muitas vezes inconsciente ,do usuário. O
importante é tentar atenuar as falhas de um sistema educacional praticamente desassociado da biblioteca e de todo
manancial de experiências que ela oferece. Cabe aos profissionais da informação a responsabilidade não apenas de organizar e tornar acessível o conhecimento registrado mas,
principalmente, de estimular o seu uso, através de orientação e apoio a todo um contingente de interessados. Somente assim estaremos contribuindo efetivamente para que o
ensino atual atinja um de seus principais objetivos: total
participação do corpo discente no processo ensino-aprendi^agem.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
1 AGUIARI, C.S.A.L. et alii. Curso de técnica da pesquisa
bibliográfica: programa padrão para a Universidade
de São Paulo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA e DOCUMENTAÇÃO, 9, Porto
Alegre, 1977. Anais... Porto Alegre, 1977. v. 1, p.
367-85.
2 BONN, G. S. Training lajmen in the use of library. In:
SHAW, R.R. ed. The state of the library art. New
— 227 —

�Brunswick, N.J., Rutgers Univ., Graduate School of
Library Services, 1960. v. 2, pt. 1. Apud YOUNG,
A.P. Research on library-user education; a review
essay. In: LUBANS JR., J.Educating the library user.
New York, London, Xerox, 1974. p. 1-15.
5 CARVALHO, I. M. O processo didático. Rio de Janeiro,
Fundação Getúlio Vargas, 1976. 404 p.
4 CONFERÊNCIA INTERGOVERNAMENTAL PARA PLANEJAMENTO DE INFRAESTRUTURAS NACIONAIS
DE DOCUMENTAÇÃO, BIBLIOTECAS E ARQUIVOS,
Paris, 1974. Informe tinal. Paris, UNECO, 1975. 67 p.
(COM/MD/30).
õ FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE DOCUMENTAÇÃO.
Esboço de um programa de trabalho a longo prazo
Rio de Janeiro, IBBD, 1960. 41 p. (FID. Publicação,
325).
6 FJALLBRANT, N. Teaching methods for the education
of the library user. Libri, 26 (4): 252-67, 1976.
7 FERRAZ, T. A. A informação na área nuclear e a estrutura de trabalhos científicos. Rio de Janeiro, IBBD,
1975. 148 p.
5 GOGGIN, M. K. Instruction in the use of the university
library. In; LUBANS JR, J. Educating the library
user. New York, London, Xerox, 1974. p. 104-10.
9 LEGRAND, P. Introdução à educação permanente. Lisboa, 1970. 126 p.
10 LEITÃO, V. de P. Planejamento didático na universidade.
Educação, 5 (17); 39, Jul/Set. 1975.
PIROG, W. Formacion de usuários de documentación e
información. B. UNESCO Bibl., 24 (5): 294-301, sept.
oct. 1970.
12 POBLACION, D.A. Serviço da informação aos especialistas; pesquisa bibliográfica no currículo das Escolas
das Ciências da Saúde. Belém, 1973. 13 p. mimeo.
13 REIS, H. A. L. Avaliação da produtividade da disciplina
"Pesquisa bibliográfca" no processo educativo. In:
CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA
E DOCUMENTAÇÃO, 9, Porto Alegre, 1977. Anais...
Porto Alegre, 1977. v. 1, p. 271-6.
— 228 —

�14 SANTOS, J. P. &amp; MENDONÇA, M.L.A. Instrução programada sobre o uso de livros e bibliotecas. Porto
Alegre, UFRGS, Biblioteca Central, 1977.
15 SARAIVA, T. O. ensino de 2^ grau à luz da Lei n^ 5,692.
Educação, 5 (18): 67-75, out./dez. 1975.
16 UNISIST, informe dei estúdio sobre Ia posibilidad de estabelecer un sistema mundial de información científica. Paris, UNESCO, 1971. 176 p.
17 URQUHART, D. J. Política nacional de información. Paris UNESCO, 1976. 16 p. (COM-76/NTIS/76).
18 WIESENBERGER, I. Vlychova uzivatch VIEI. Tech.
knihovna, 11: 337-43, 1966. Apud PIROG, W. Formacion de usuários de documentación e información. B.
UNESCO Bibl., 24 (5): 294-301, sep/oct. 1970.

— 229 —

�ANEXO I (1)
PLANO DE CURSO
1 — IDENTIFICAÇÃO
1.1 — Departamento que oferece a disciplina
DEPARTAMENTO DE DOCUMEN
DOCUMENTAÇÃO
1.2 — Disciplina
METODOLOGIA DA PESQUISA DOCUMENTARIA n

2 — POPULAÇAO-ALVO
2.1 — Módulo de turmas
30 (trinta) alunos
2.2 — Procedência
Alunos dos Cursos de Gra
Graduação da Universidade
Federal Fluminense

3 — DISTRIBUIÇÃO DO TEMPO
3.1 — Horas-aula por semana
3.2 — Horas-aula por mês
— Primeiro mês
— Segundo mês
— Terceiro mês
— Quarto mês

^

14
18

Total das horas-aula mensais

64

3.3 — Horas-aula destinadas
— às provas
— aos comentários das provas
— comlo margem de segurança

4
4
6

Total de horas-aula disponíveis no semestre 50
— 230 —

�ANEXO I (2)

4 — OBJETIVOS
Ao final do curso, o aluno deverá demonstrar os seguintes
comportamentos:
4.1 — compreensão da função dos diferentes tipos de bibliotecas
e instituições congêneres;
4-2 — utilização de forma eficaz e eficiente dos serviços bibliotecários e afins;
4.3 — reconhecimento dos diversos tipos de documentos;
4.4 — habilidade no manejo das fontes de referência e demais recursos oferecidos pelas bibliotecas e instituições congêneres;
4.5 — análise de diferentes métodos e técnicas utilizadas no processo da pesquisa documentária;
4-6 — habilidade na aplicação de normas técnicas à referenciação
dos diversos tipos de documentos e à elaboração de resumos;
4.7 — compreensão das diversas partes que constituem o trabalho monográfico;
4.8 — habilidade na aplicação de normas técnicas referentes à
apresentação e normalização do trabalho monográfico.

5 —&lt; CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Considerando os objetivos propostos (item 4) e o tempo disponível (item 3.3), será desenvolvido o seguinte conteúdo:
5-1 — A biblioteca: tipos e funções. Serviços congêneres.
5.2 — Utilização dos serviços bibliotecários e afins.
5.3 — Documentos: tipos e finalidades.
— 231 —

�ANEXO I (3)

5.4
5.5
5.6
5.7

—
—
—
—

Fontes de referência: tipos e utilização.
Pesquisa documentária: métodos e técnicas.
Referenciação documentária e elaboração de resumos.
Estrutura e normalização do trabalho monográfico.

6 — ESTRATÉGIAS INSTRUCIONAIS
6.1
6.2
6.3
6.4
6.5
6.6

—
—
—
—
—
—

Exposição oral e Interrogatório didático.
Técnicas de ensino individualizado.
Técnicas de dinâmica de grupo.
Visitas a bibliotecas e Instituições congêneres.
Manuseio de fontes de referência e de outros documentos.
Emprego de recursos audiovisuais.

7 — AVALIAÇÃO
O aluno será avaliado durante todo o processo ensino-aprendizagem, através de:
— observação pelos professores (do GDO e do Curso interessado)
— observação pelo bibliotecário nas bibliotecas setoriais
— auto-avaliação
— hétero-avaliação
em função de:
— sua participação em trabalhos de classe
—. seu desempenho nas bibliotecas setoriais
— prova escrita
— apresentação e normalização de trabalho monográfico
7.1 — Épocas previstas para as avaliações:
— observação pelo professor e pelo bibliotecário, durante o
processo ensino-aprendizagem,;
— prova escrita, ao final da primeira semana;
apresentação de trabalho monográfico normalizado, ao final
do curso.

232 —

�ANEXO II (1)

PLANO DE CURSO
I
1 — IDENTIFICAÇÃO
— Departamento que oferece a disciplina
DEPARTAMENTO DE DOCUMENTAÇÃO
1.2 — Disciplina
METODOLOGIA DA PESQUISA DOCUMENTARIA III
2 — POPULAÇAO-ALVO
2.1 ^ Módulos de turmas
15 (quinze) alunos
-•2 — Procedência
Alunos dos Cursos de Pós-graduação da
Universidade Federal Fluminense
^ — DISTRIBUIÇÃO DO TEMPO
Horas-aula por dia
Horas-aula por semana
■— Primeira semana
■— Segunda semana
Total de horas-aula semanais
Total de horas-aula destinadas
— às provas
— aos comentários das provas
— como margem de segurança
Total de horas-aula disponível

^
20
3-5
2
2
3
23

^ ■— obejtivos
Ao final do curso, o aluno deverá demonstrar os seguintes
comportamentos:
— 233 —

�ANEXO II (2)
4.1 —i compreensão da importância da informação, face ao grande avanço da ciência e tecnologia;
4.2 — conhecimento dos organismos nacionais e internacionais U'
gados à informação;
4.3 — conliecimento das diferentes fontes de informação;
4.4 — habilidade no manejo dos instrumentos de recuperação
informação;
4.5 — avaliação dos métodos e técnicas utilizados no processo da
pesquisa documentária;
4.6 — habilidade na aplicação de normas técnicas referentes à r®'
ferenciação dos diversos tipos de documentos, e à elaboração de resumos;
4.7 — habilidade na aplicação de normas técnicas referentes ^
apresentação e normalização do trabalho monográfico.

5 — CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Considerando os objetivos propostos (item 4) e o tempo disponível (item 3), será desenvolvido o seguinte conteúdo:
5.1 — A informação face o desenvolvimento da Ciência e da Tec
nologia: importância, ciclo e tendências atuais.
5-2 — Organismos ligados à informação: nacionais e internacional®'
5.3 —■ Fontes de informação: importância e tipos.
5.4 — Técnicas e instrumentos modernos de armazenamento e r®'
cuperação da informação.
5.5 — Pesquisa documentária: métodos e técnicas.
f'.G — Referenciação documentária e elaboração de recursos:
mas técnicas.
5.7 — Estrutura e normalização de trabalho monográfico.
— 234 —

�ANEXO II (3)
^ — estratégias INSTRUCIONAIS
— Exposição oral e interrogatório didático.
62

Técnica de ensino individualizado.

— Técnicas de dinâmica de grupo.
6 4 — Visitas a bibliotecas e instituições congêneres.
6-5
Manuseio de fontes de referência e de outros materiais bi,66

'

bliográficos.
Emprego de recursos audiovisuais.

AVALIAÇAO
O aluno será avaliado durante todo o processo ensino-apren&lt;^i2agem, através de:
~~ observação pelos professores (do GDO e do Departamento
interessado)
observação pelo bibliotecário das bibliotecas setoriais
auto-avaliação
^ hétero-avaliação
função de:
sua participação em trabalhos de classe
seu desempenho nas bibliotecas setoriais
prova escrita
^ apresentação e normalização de trabalho monográfico
Épocas previstas para as avaliações:
— observação pelo professor e bibliotecário, durante o processo ensino-aprendizagem;
prova escrita, ao final do primeiro bimestre;
apresentação de trabalho monográfico normalizado, ao
final do curso.
— 235 —

�DEBATES

NEUZA DIAS MACEDO (USP): Gostaria de informar quf
já foi aprovado pelo Conselho Universitário a inclusão aa
disciplina obrigatória: "Orientação Bibliográfica Especializada", no curso de graduação para todas as unidades a
USP, porém a codificação das várias disciplinas sera feii^
pelo Departamento de Biblioteconomia e Documentação
Escola de Comunicação da USP. Esse Departamento s
o coordenador desse sistema de disciplina, já tendo sxw
apresentado uma linha básica de conteúdo programatu^ '
respeitando-se as peculiaridades e fontes especializadas
cada área. Já está sendo programado um curso de especi
lização, com o suporte da CAPES, para uma preparaça
didática dos responsáveis pelas disciplinas. O curso sera
a responsabilidade das bibliotecas, com a coordenação "
E.scola de Comunicação da USP.

I

YEDA VARGAS (Chefe da Biblioteca de Ciências Hum»*
nas e Filosofia da UFF): Sendo o crédito "Metodologia da
Pesquisa Documentária", optativo, quais seriam os recursos
para que os alunos se sentissem motivados a fazer o cursoO simples oferecimento do crédito é suficiente para motivar
o aluno? Existe em alguma outra universidade brasileira
programa semelhante?
JOSÉ CARLOS DE ABREU TEIXEIRA: Uma parte da
pergunta já foi respondida pela contribuição dada
colega Neuza Dias Macedo da USP. A UFF está funcionano
dc acordo com a Reforma Universitária e, para cada 1
horas de aula exposiiva considera-se como um crédito da"^
No nosso caso, seria considerado 4 créditos dados, num
de 60 horas de aula. Isto por si só já é uma motivaça
para o aluno, já que ele tem que ter um número determina
de créditos para concluir seu Curso de Graduação. Acn
mos importante, não criticando o sistema adotado P® ^
USP, que a disciplina não seja obrigatória. O importa^ _
é levar o aluno de graduação a se conscientizar da r®
vância dessa disciplina para sua vida estudantil,
sional e de pesquisador.
— 236 —

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Relata análise realizada  dos problemas ligados ao despreparo e a necessidade de treinamento de usuários  e a responsabildiade do profissional da infomrtação em não apenas  organizar e tornar acessível a informação, o conhecimento registrado, mas principalmente de estimular o seu uso. A importância em atenuar as falhas de um sistema educacional desassociado da biblioteca e de todo o manacial de experiências que ela oferece.</text>
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                <text>O palestrante apresenta um cenário pouco otimista no que se refere às condições das bibliotecas universitárias brasileiras e seus serviços, justificado pela ainda  recente história da universidade brasileira e a falta de uma cultura consolidada no uso das bibliotecas, dos livros texto e dos periódicos. Mas, acredita que a biblioteca universitária, na sua perspectiva futura , tem que lutar por um objetivo muito sério, ela deve ser fundamentalmente o local onde o estado atual do conhecimento, baseado no seu passado , na sua história, nas suas lutas deve ser encontrado.</text>
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                    <text>A BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA E SEUS REFLEXOS
NA PESQUISA CIENTÍFICA
o'
C

EL7,A CORRÊA GRANJA
(Prop do Departamento de Biblioteconomia
e Documentação da Escola de Comunicações
e Artes da USP. Bíbliotecária-Chefe
do Instituto de Psicologia da USP)

RESUMO
O papel desempenhado pelas universidades e institutos
de pesquisa na busca de soluções para os desafios do momento. A contribuição da universidade no desenvolvimento
do ensino superior e da pesquisa científica. A Biblioteca
Universitária como elemento de apoio indispensável na
transferência e disseminação da informação científica. Despreparo atual da biblioteca universitária brasileira para
atender às necessidades do momento em termos de ensino
e pesquisa. Resultados revelados por estudo realizado entre
15 bibliotecas da Universidade de São Paulo, conclusões
obtidas e sugestões apresentadas.
A Biblioteca Universitária e seus Reflexos na Pesquisa
Científica
Vivemos numa sociedade em que o crescimento rápido
tornou-se fato consumado e desafio à capacidade humana
de encontrar soluções que venham trazer a esse crescimento
índices compatíveis de desenvolvimento.
Face a esse ritmo acelerado de transformações, que se
registram globalmente, depositamos nas organizações humanas nossas esperanças de que sejam capazes tanto de
gerar mudanças quanto de se adaptarem a essas transformações com vistas à sua própria sobrevivência.

— 396 —

�De todas as organizações exige-se mobilidade face às
condições ambientais vigentes mas, algumas delas, podemos
dizer, foram especificamente criadas para desenvolver, induzir e favorecer a mudança. São as organizações que chegam
à inovação como conseqüência do esforço na procura de
■soluções para os desafios do momento. Dentre essas organizações destacam-se as universidades e os institutos do
pesquisa e desenvolvimento.
No passado, essas organizações produziram inovações
capazes de responder a desafios na área da saúde e da engenharia. Hoje espera-se que gerem inovações para que não
se acentuem os problemas que surgem em decorrência da
explosão demográfica, educacional e da explosão da própria
informação científica.
A Universidade é fenômeno relativamente novo em nossa
cultura e o momento de ti-ansição e renovação que vivemos
talvez seja aquele que dela exigirá grandes esforços na
contribuição para o desenvolvimento. Essa contribuição é
esperada, sobretudo, no desenvolvimento do ensino superior
e da pesquisa científica que geram, por sua vez, o avanço
da própria ciência.
No_entanto, ensino e pesquisa requerem, para o seu
desenvolvimento, o apojo de estruturas técnico-administrat[vas capazes de transferir informações com o objetivo precípuo de fomentar e alimentar os trabalhos científicos em
andamento.
Nesse processo de transferir informações a Biblioteca
Universitária ocupa lugar de destaque servindo como elemento de apoio indispensável ao progresso da ciência.
-Entretanto, constatamos que as bibliotecas universitárias brasileiras não se encontram em estágio de desenvolvimento capaz de atender às rápidas transformações que
ocorrem em nossa sociedade nem tampouco fazer face h
demanda que ora enfrentam em relação às necessidades de
informação de_seus usuários. Em outras palavras, nossas
bibliotecas nãõ estão preparadas para atender às exigências
no momento em termos de ensino e pesquisa.
Não obstante o papel que desempenham no desenvolvimento científico, cultural e tecnológico do país, a impor— 397 —

�tància da Biblioteca Universitária é freqüentemente reconhecida em trabalhos de especialistas e profissionais da área.
más poucas vezes efetivamente demonstrada em nossa
realidade.
Fato comprobatório desta afirmação revela-se na constatação de que as bibliotecas não constituem, salvo possíveis
exceções, jmoridade orçamentária nas universidades. Ao
contrário, as yerbas a elas destinadas são, atribuídas dentro
de critérios os mais diversos, sem qualquer yinculação a um
planejamento global alicerçado em necessidade de caráter
multidimensional.
Na área oficial, onde figuram as bibliotecas universitárias de maior porte do país. os orçamentos-programa,
quando elaborados, seguem, em geral, práticas administra
íivas rotineiras e improdutivas: a previsão é feita em excesso, ^
prevendo-se os cortes usuais, ou o programa deve se limitar à previsão daquelas necessidades consideradas imprescindíveis à manutenção dos sêmços de rotina.
~
É óbvio que tal proceder limita consideravelmente o desempenho da biblioteca que fica, desta forma, reduzida a um
serviço de importância relativamente pequena, atendérído-se
ao empréstimo de livros e periódicos e ao atendimento do
leitor nas suas mínimas necessidades. Uma prestação de
serviços bastante coerente, sem dúvida, com a imagem tradicional de bibliotecas.
Mas, onde está o caráter inovador que deve pautar as
atividades daquelas organizações que se propõem a colaborar na busca de soluções aos problemas do desenvolvimento?
Píiiíse.s desenvolvidos ou, melhor definindo, países que
têm acesso à informação, já transformaram suas Bibliotecas
Universitárias em verdadeiros "centros de informação" por
considerarem o acesso ao çonheciiuciito acumulado um
recurso fundamental ao desenvolvimento.
Pmicas Bibliotecas Universitárias brasileiras poderiam
ser consideradas "centros de Informação" e pouquíssimas,
talvez, teriam o direito de usar o termo documentação.
— 398 —

�De modo geral, as Bibliotecas Universitárias não têm
gerado informação científica em nenhum estágicT^e suas
atividades. Um serviço de documentação implica capacidade
de reunir e disseminar informações tendo em vista um
processo comunicativo estabelecido com o usuário. Tal
atividade pressupõe um conhecimento efetivo dos usuários e
um sistema de análise das informações armazenadas.
Com o objetivo de obter um diagnóstico dos "Serviços
de Referência" de bibliotecas da USP, alunos do 8' semestre
do Curso de Biblioteconomia e Documentação da Escola de
Comunicações e Artes da USP realizaram um estudo de
campo, sob a coordenação da Prof'' Neuza Dias de Macedo,
responsável pela disciplina "Referência".
Os dados obtidos, uma vez tabulados, revelaram que:
De 15 bibliotecas analisadas apenas 7, ou seja, 47%
contam com bibliotecário de referência e destas 7 apenas 2
processam Serviços de Disseminação Seletiva da Informação.
Na realidade o estudo de campo demonstrou que das 15
bibliotecas pesquisadas apenas 5, ou seja, 33% possuem um
Serviço de Referência estruturado^ ,com metodologia própria.
Outro item bastante revelador do estado atual dos Serviços de Informação prestados diz respeito ao treinamento
do usuário no uso da biblioteca e dos recursos bibliográficos.
Ante a pergunta: "A biblioteca promoveu algum curso de
orientação bibliográfica" apenas 3 das 15 unidades responderam afirmativamente.
O estudo de campo previu igualmente em seus questionários e entrevistas perguntas que dessem oportunidade aos
bibliotecários de expressarem as razões que os impediam de
prestar tais serviços de apoio ao estudo e à pesquisa. As
respostas se repartiram pelos seguintes motivos:
60%

falta de pessoal especializado, ou seja, bibliotecários.
20% falta de recursos
20% outros motivos
— 399 —

�Quanto à avaliação feita pelo usuário no que diz respeito
iios Serviços de Referência que lhe foram oferecidos, o estudo de campo revelou que:
20%

consideraram ótimo o grau de utilidade que tiveram no desenvolvimento de seus trabalhos.

43%

consideraram-no de boa utilidade,

37%

consideraram-no de utilidade regular.

Quanto ao acervo das bibliotecas apenas 41% dos usuários consideraram-no atualizado para fins de estudo e pesquisa.
Um padrão tão limitado de serviços prestados não
deveria registrar índices tão altos de satisfação. Entretanto,
é preciso lembrar que a prestação de serviços em baixo nível
gera conseqüentemente no usuário um grau de expectativa
de nível ainda mais baixo.
Sendo as Bibliotecas Universitárias um dos instrumentos principais na assimilação individual do conhecimento
científico faz-se necessário e urgente que sua atuação liberte-se das limitações presentes para que possam realmente
oferecer uma contribuição decisiva aos planos nacionais do
desenvolvimento científico, tecnológico e cultural.
O desenvolvimento das Bibliotecas Universitárias Brasileiras seria rapidamente alcançado se houvesse;
1. Maior atuação, empenho e influência dos bibliotecários junto aos órgãos de decisão para que se reconheça a
biblioteca como parte da estrutura total da universidade
e como elemento fundamental ao ensino e à pesquisa.
2. Prioridade orçamentária para as bibliotecas para
que seja reduzida a defasagem existente no momento entre
os acervos e as necessidades dos usuários.
3. Maior interação entre as bibliotecas universitárias
e as especializadas tendo em vista a complementação de
acervos entre pesquisa e ensino e entre ciência pura e aplicada.
— 400 —

�4. Maior facilidade na utilização de recursos eletrônicos e de computação com vistas à automação de bibliotecas e o uso crescente de meios não impressos de informação .
5. Melhor administração dos recursos recebidos de
fontes financeiras externas. Sua utilização deverá ser pautada em critérios e sua administração alicerçada num plano
global de investimentos no setor bibliotecário das universidades .
6. Maior entrosamento entre os órgãos oficiais responsáveis pelo planejamento de Sistemas de Informação e as
universidades brasileiras no sentido de que estas participem
e contribuam nesse planejamento com vistas a um maior e
mais amplo desenvolvimento.
7. Criação de um Sistema Brasileiro de Bibliotecas
Universitárias como agência de planejamento e coordenação
de intercâmbio de recursos e experiências. Este Sistema
seria vinculado a entidade governamental que lhe conferisse
apoio quanto ao plano de funcionamento e quanto às medidas propostas com vistas a:
Maior entrosamento de atividades
Racionalização do trabalho em Bibliotecas Universitárias
Intercâmbio de pessoa e experiências
Transferência de tecnologia
Planejamento em âmbito local, regional e nacionnl
8. Criação de um conselho Bibliotecário Assessor atuando junto aos órgãos superiores das Universidades e composto
por representantes do corpo docente e de representantes do
corpo de bibliotecários da Universidade o do diretor da
Biblioteca Central. O conselho teria caráter consultivo e
seria presidido pelo Reitor da Universidade.
Ao levantar problemas e formular críticas às Bibliotecas
Universitárias não queremos deixar aqui a impressão de
um espírito crítico negativista ou transmitir sensação de
impotência em relação às dificuldades ora enfrentadas. Baseamo-nos apenas no propósito de que a procura de novos
caminhos implica em novas decisões e decidir exige cons— 401 —

�ciência do presente e conhecimento da direção futura que
queremos tomar. Usando as palavras de Drucker "... construir o futuro não é decidir o que poderia ser feito amanhã
mas determinar o que poderá ser feito hoje para haver um
amanhã".
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
ANDERLA, Georges. Injormation in 1985; a forecasting study of
information needs and resources. Paris, Organization for Economic Cooperation and Development, 1973.
AZEVEDO, Fernando de. A Cultura brasileira. 5.ed. São Paulo,
Editora da USP e Editora Melhoramentos, 1971.
DRUCKER, Peter F. Drucker on management. New York, Management Publications, 1970.
MIRANDA, Antonio. Planejamento bibliotecário no Brasil; a informação para o desenvolvimento. Rio de Janeiro, Livros Técnicos
e Científicos; Brasília, Editora da Universidade de Brasília, 1977
PFROMM NETO, Samuel. A biblioteca como instrumento da tecnologia educacional. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte,
4 (1): 19-39, mar. 1975.

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                <text>Destaca o papel da universidade e instituição de pesquisa na busca de soluções, a contribuição da universidade no desenvolvimento do ensino superior e da pesquisa científica, a Biblioteca  Universitária como elemento de apoio indispensável na transferência e disseminação da informação científica, o despreparo atual da Biblioteca Universitária brasileira  para atender as necessidades do ensino e pesquisa. Resultados revelados por estudo realizado entre 15 bibliotecas da Universidade de São Paulo-USP, conclusões e sugestões.</text>
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                    <text>A BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA NO BRASIL DO PONTO
DE VISTA DO PESQUISADOR, SUAS EXPECTATIVAS
E INTERESSES

JORGE DA SILVA PAULA GUIMARÃES
(Professor Titular de Histologia da UFF)

Na pesquisa científica, como em qualquer outra atividade humana, estamos sempre confrontados com a necessi
dade de tomar decisões. Com relação à pesquisa científica,
especialmente, nós precisamos decidir, por exemplo; quanto
às linhas de trabalho ou temas de pesquisa a ser adotado;
quanto à metodologia a empregar, envolvendo procedimentos, técnicas, instrumental, animais, etc.; quanto à estrutura conceituai e teórica, dentro da qual vamos propor as
perguntas do trabalho científico, vamos analisar os resul
tados. avaliar as respostas e extrair as conclusões. Esse ato
humano de decidir e, sobretudo, de decidir bem no âmbito
da pesquisa científica e, insisto como em qualquer setor,
exige acima de qualquer coisa a aquisição prévia de informação. Informação definida como tudo aquilo que orienta a
ação, no entanto mais do que informação, nós os cientistas
precisamos de informação relevante para a decisão final,
relativa àqueles aspectos que me referi inicialmente. Para
preencher essa condição, isto é. para se ter informação relevante necessária a atender a essas solicitações anteriores,
precisamos de pelo menos 3 pré-requisitos, que devem ser
considerados: l*? — a informação deve existir em forma adequada e acessível; 2" — os usuários da informação devem
saber que ela existe, e, 3*? — os usuários da informação devem saber como encontrá-la e como usá-la.
Toda informação é operacionalmente inexistente se não
for comunicada de alguma forma e, há várias maneiras de
fazê-lo (oral, escrita, conferência, livro, rádio, disco, fita;
periódico, microfilme, etc.). O cientista, ou é um ser comunicante, ou não é cientista. Ciência é impensável sem co— 368 —

�municação e mais do que isso, para que o trabalho científico atinja seu rendimento máximo é preciso que a informação dada seja de boa qualidade e adequada à sua pesquisa. Estima-se que 9% dos recursos gastos em pesquisa podem ser desperdiçados, se uma adequada informação não
for apropriadamente comunicada. Temos como exemplo: levando a uma duplicação desnecessária de pesquisa; a um
planejamento mal elaborado; a um atendimento falho de teorias, conceitos, que levam a conclusões errôneas ao fim
da pesquisa e, assim por diante.
A comunicação de informações se faz de 3 maneiras distintas: F — através do que Solla Price chamou "Colégios
Invisíveis", que é um sistema informal de troca de informações sob a forma de cartas .periódicos, encontros fortuitos,
seminários, visitas a laboratórios, etc., é uma vivência social entre os cientistas que leva a um processo de comunicação muito ativo e eficaz; 2" — através de comunicação
formal de trabalhos originais publicados em periódicos, livros, teses, monografias, anais de congressos, etc. e, que são
conhecidos na terminologia técnica como "Publicações Primárias" e, 3" — através das publicações ditas "Secundárias"
e, que alguns chegam até a chamar de "Terciárias". Consistem nos índices, abstracts, review^s, advances, progress,
etc., sendo que algumas vezes se incluem sumários ou artigos de atualização e questões importantes de temas, ou revisões da história remota ou recente de um determinado assunto e, mais recentemente, listas analíticas dos artigos publicados na semana, mes ou ano. A utilização dessas 3 modalidades de comunicação da informação entre os cientistas
varia grandemente; num extremo encontramos aquele que
se vale largamente de publicações secundárias, que antes
de cada projeto de pesquisa realiza uma ampla revisão bibliográfica. se valendo de todos os serviços de informação
que a biblioteca a qual ele tem acesso, dispõe e se propõe
a fazer; enquanto, do outro lado situa-se aquele que apenas
consulta regularmente alguns periódicos relevantes, ou preferem mesmo, se informar circulando num desses "Colégios
Invisíveis". É lógico que nenhum desses tipos de cientistas
se realiza no estado Duro, O cientista atuante de alguma
forma utiliza todos esses processos .apenas enfatiza às vezes
mais um ou outro, dependendo inclusive do temperamento,
mortunidade. etc., de cada um deles. De um modo geral,
existe uma subutilização dos setores secundários de infor— 369 —

�mação. Um levantamento realizado na Inglaterra em relação à literatura médica revelou que, apenas 1/3 das solicitações feitas à National Lending Library for Science and Technology eram conseqüência de referências obtidas em índices
e abstracts, a maior parte das solicitações provinham de referências obtidas em publicações primárias ou oralmente.
Em outro levantamento demonstrou-se que os biologistas
usam menos os serviços secundários do que os químicos,
muito embora esses, também, não o utilizem no nível considerado ótimo. A razão desses fenômenos eu desconheço.
Como a utilização dessas redes de informação nem sempre
é muito fácil, tudo indica que os cientistas ,a maior parte
das vezes, só utilizam a literatura cuja existência lhes chega
mais facilmente às mãos, aquela em que eles têm contato
de uma forma mais direta e imediata. Várias razões concorrem, obviamente, para isso; mas, provavelmente 3 parecem influir de maneira significativa nesse procedimento: 1"
— ausência de instrução e treinamento formal e sistemático
na utilização desses serviços de informação; 2^ — a tendência natural dos cientistas a buscar a informação por métodos simples e diretos, procurando o que deseja através do
"Colégio Invisível", folheando periódicos, etc. e, 3"? — a
qual acho a mais significativa, são certas dificuldades que
o cientista e o pesquisador atual enfrenta de se orientar
dentro da crescente complexidade da rede de informação;
geralmente, a situação está adquirindo um caráter muito
sofisticado, esotérico, complicado, que nós que já possuímos
um tempo razoável e número de pesquisas realizadas, de repente nos sentimos atordoados e meio perdidos no meio dessas publicações, itens, etc.
Seja como for o produto final do serviço de informação
é a literatura propriamente dita, da mesma forma que o produto final do trabalho científico é o documento, sua publicação. Nesse ponto, chegamos à biblioteca. Para o cientista e o pesquisador profissional a biblioteca é o centro vital
da cadeia de informações e de uma forma ideal, o pesquisador espera que ela seja, na atualidade, capaz de atender a
todas às demandas de informação, isto é, que seja um sistema bastante complexo, capaz de identificar, adquirir, processar, armazenar, recuperar e suprir a informação.
Para um cientista hoje manter-se atualizado, especialmente se ele deseja conservar-se atuante dentro do que se
chamou "frente de pesquisa", exige-se dele um esforço con— 370 —

�tínuo de busca e análise de informação, sobretudo se considerarmos a crescente multidisciplinaridade de quase tudo
p que se faz atualmente. Hoje, qualquer pesquisa em Biologia é impossível de se fazer só com Biologia, quando na verdade nós temos que ter acesso à informação, a respeito de
Bioquímica, Biologia Celular, Física, Matemática, etc. A tendência é haver cada vez mais uma aproximação entre as ciências. Podemos dizer que, atualmente, qualquer pesquisa
envolve uma consulta multidisciplinar. Isto é uma carga
bastante grande para o pesquisador que quer se manter
atuante na frente de pesquisa, isto é, que pretende continuar produzindo trabalhos científicos relevantes, ou sejainformação relevante que passe a ser inserida e passe a participar dessa frente de pesquisa, depa rede de informação
internacional. Isto mostra a importância do especialista em
Documentação na ajuda dada aos cientistas, sobretudo no
flomínio e na utilização da moderna tecnologia informacional, tais como: computação, telecomunicação, reproduções
de todos os tipos, microreprografia, etc. Toda essa tarefa do
fíientista e do especialista em Documentação na busca de in''ormação é realizada visando ao objetivo básico, que é a ob
tenção e seleção dc informação relevante para o^ trabalho ^de
pesquisa a ser feito. Do ponto de vista do cientista esse e o
maior préstimo que o especialista em informação pode lhe
oferecer A participação dos cientistas nas tarefas de modificar e melhorar os serviços de informação, que venham a
atender suas próprias necessidades, parece ser imperativa
nos dias de hoje. Em 1966, James Cock, numa reunião da
Sociedade para o Progresso da Ciência da Inglaterra, afir*
mou! "Penso que um dos problemas reais que enfrentamos,
atualmente, é persuadir os cientistas a participar ativamente no desenvolvimento e melhoria dos serviços de informa(;áo que utilizam. Do contrário correremos o perigo de ver
surgir um abismo intransponível entre o especialista da informação, que cria os serviços e, os cientistas, que supostamente os utilizam".
Todas essas considerações são importantes, desde que
nós não percamos nossa perspectativa nacional, por isso
formularia as seguintes perguntas: Como tudo o que foi
mencionado se aplica as nossas condições concretas? São
nossas bibliotecas universitárias centros reais de informação
capazes de identificar, adquirir, processar, armazenar, recuperar e suprir informações? Já existe entre nós a figura
— 371 —

�fio especialista em informação, que seria o indivíduo que
ficaria entre o cientista e a fonte de informação? Em que extensão e profundidade as atuais bibliotecas e serviços de informação estão auxiliando o cientista na busca e seleção de
informação relevante? Estão os cientistas utilizando regularmente os serviços de informação fornecidos pelas nossas
bibliotecas, especialmente os serviços ditos secundários? E
finalmente, que papel devem desempenhar os cientistas e
pesquisadores nesse esforço de mudança? E se todas essas
indagações e respostas implicam numa negativa, então, a
pergunta é a seguinte: O que devemos fazer para mudar a
situação agora?

— 372

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                <text>Para o pesquisador a Biblioteca Universitária é o centro vital da cadeia de informação e ele espera que , na atualidade, ela seja capaz de atender às suas edmandas de informação, ou seja, um sistema bastante complexo, capaz de identificar, adquirir, processar, armazenar, recuperar e suprir a informaçao. Do ponto de vista do pesquisar, este é o maior  benefício que o profissional da informaçção pode oferecer. A participação do pesquisador na melhoria dos serviços de informação, que venham a atender as suas próprias necessidades, parece ser imperativa nos dias atuais. </text>
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                    <text>A VINCULAÇÃO ENTRE A BIBLIOTECA
UNIVERSITÁRIA E OS CURSOS
DE PÓS-GRADUAÇÃO

HERTA LASZLO
(Frojessora Titular üo Departamento de
Tecnologia de Alimentos da UFF e Professora
de Metodologia da Pesquisa Científica do
Curso de Pós-Graduação em Medicina
Veterinária da UFF)

Fui convidada a participar do seminário promovido pelo
Núcleo de Documentação da Universidade Federal Fluminense, para relatar como o leitor julga a importância da
Biblioteca Universitária nos Programas de Pós-Graduação.
Quero abordar, em poucas palavras, como se pretende alcançar na Faculdade de Veterinária da Universidade Federal
Fluminense a vinculação ideal entre a biblioteca e ps Cursos
de Pós-Graduação.
Quando entro numa biblioteca, o ambiente de silêncio,
respeito e a multidão de livros e periódicos me transmitem um
estado de espírito de quase religiosidade. Uma biblioteca é. para mim, um congresso permanente de estudiosos. Nas estantes, como se estivessem reunidos em poltronas imaginárias,
estão presentes os sábios de todas as épocas e países. Nas
publicações encontram-se todos os tesouros da sabedoria: a
herança cultural do passado, os progressos científicos e
tecnológicos do presente e as previsões do futuro.
Como todo pesquisador, procuro a biblioteca a fim de
me informar tanto quanto possível de "tudo" o que nos
trabalhos dos outros poderia influir de maneira fecunda na
pesquisa a ser projetada ou já em andamento. Viso obter
e escolher técnicas de investigação e procurar subsídios para
interpretar os resultados obtidos, podendo confrontá-los com
— 393 —

�OS de outros pesquisadores e para formular novas hipóteses,
novas premissas, confirmando ou substituindo as inicialmente formuladas. Finalmente, pretendo colher idéias para
formular novos temas e adquirir maiores conhecimentos em
torno destes, podendo definir seus problemas e subproblemas específicos.
A consulta bibliográfica que na realidade perfaz 2/3 do
tempo gasto em qualquer projeto de pesquisa é uma tarefa
árdua, para uns, para outros é um prazer. As informações
que vou colhendo me estimulam e tenho que controlar minha
mente para não querer abordar demasiados assuntos ao
mesmo tempo.
Gosto quando as bibliotecárias organizam uma mesa onde
as publicações recem incorporadas ao acervo da biblioteca
estão expostas por um curto período de tempo. A consulta,
mesmo superficial das mesmas, coloca a gente rapidamente
a par das mais recentes descobertas e dos assuntos mundialmente focalizados no âmbito de nosso próprio interesse.
Como professora da disciplina de Metodologia da Pesquisa Científica em curso de Pós-Graduação procuro induzir
nos meus alunos, que na maioria estão sejniciando em
trabalhos de pesquisa, esta sede e empolgação para com o
estudo bibliográfico, fonte, e porque não dizer, "mola mestra" de uma pesquisa fecunda.
Porém, para usufruir de tais riquezas é necessário possuir a chave do tesouro, que é a capacidade de leitura inteligente, e conhecer seus segredos, que são as normas e
técnicas de boa leitura. Uma publicação científica é como
um pincel nas mãos de um artista. Manuseado por um
inexperiente, o pincel produz somente manchas coloridas;
na mão de um artista, produz obras primas.
Um plano de atividades para as buscas ordenadas das
fontes bibliográficas é necessário e pode poupar muitos
avanços e recuos desnecessários.
Tudo isto deve ser aprendido. Todos nós sabemos
correr, mas o homem de espoxte possui uma técnica própria,
ele se movimenta de maneira a tirar o máximo de proveito
de seu corpo. Assim o ordenado levantamento bibliográfico
e a leitura inteligente são técnicas que devem ser adotadas
para ser alcançado o máximo de proveito.
— 394 —

�Para iniciar os mestrandos no trabalho de pesquisa
científica, especialmente na consulta bibliográfica, não conto
apenas com uma bibliotecária do Núcleo de Documentação
que além de boa profissional possui uma excelente didática
por ser também professora, mas também com o elenco das
bibliotecárias lotadas na nossa biblioteca que ajudam os
alunos a fixar na prática os conhecimentos adquiridos em
sala de aula.
A nossa biblioteca possui 29 títulos de referências no
que se refere a abstracts e índices. Dos 3.178 volumes de
livros (acervo em dezembro de 1977), 1373, isto é, quase a
metade, foram adquiridos ultimamente (isto é, desde 1974)
e incluem livros didáticos para o curso de graduação, assim
como as mais recentes publicações nos diversos assuntos das
disciplinas do curso de Pós-Graduação. A maioria das assinaturas dos 185 periódicos é recente. Grande parte do
subsídio deste novo acervo foi destacado das verbas dadas
ao curso de Pós-Graduação. Evidentemente, também, os
alunos da graduação usufruem deste enriquecimento do
acervo da biblioteca.
Vale a pena ressaltar que a escolha das novas assinaturas
adquiridas foi baseada na tese de mestrado da então bibliotecária, que num estudo sobre a otimização da coleção_de
periódicos apurou, dentro dos recursos disponíveis, os
mais utilizados. Tive o prazer de ser orientadora da tese
referida.
Um dos aspectos da pesquisa científica é que ela é
acumulativa. Todo resultado científico mergulha aa raízes,
ao mesmo tempo nos trabalhos anteriores e nas descobertas
feitas em outros campos. Destes tomamos conhecimento
não apenas pela leitura, mas também pela comunicação
oral. Por isso alegro-me com o novo projeto de aumentar
a área existente da nossa biblioteca (sala de leitura, sala de
serviços técnicos e sala de acervo) com mais salas, uma delas
destinada ao estudo dos alunos de Pós-Graduação e formulo
votos de que a mesma sirva, também, para reuniões dos
professores e alunos engajados em trabalho de pesquisa, a
fim de poderem trocar idéias e informar os diversos núcleos
de pesquisa dos projetos e trabalhos em andamento na
Faculda,de de Veterinária. Será, assim, a biblioteca, como
em muitas outras instituições congêneres a "casa mater"
dos que se dedicam à pesquisa científica e ao magistério.
— 395 —

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                    <text>PROJETO DE AUTOMAÇÃO DA BIBLIOTECA DO
INSTITUTO DE MATEMATICA, ESTATÍSTICA
E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

KATIA MARIA LEMOS
(Biblioteca do Instituto de Matemática,
Estatística e Ciência da Computação
DA UNICAMP)
RODOLFO MIGUEL BACARELU

RESUMO
A idéia inicial do Projeto surgiu do interesse de um
grupo de pessoas em pesquisar o problema da gerência de
informação e suas interligações com a automação. Mais
objetivamente, este Projeto pretende desenvolver sistemais,
capazes de automatizar os procedimentos operacionais de
uma Biblioteca, organizados de acordo com o quadro a seguir:

— 308 —

�11
ii
• □mbJ wX
°g

SV
w

�A prioridade dos processos operacionais a serem automatizados foi estabelecida em função das necessidades da
Biblioteca do Instituto de Matemática, Estatística e Ciência
cia Computação da Universidade Estadual de Campinas,, e,
conforme critérios dos autores do Projeto. Os processos a
serem automatizados ficaram estabelecidos da seguinte forma:
1.
2.
3.
4.
5.

Criação do arquivo mestre.
elaboração de índice bibliográfico.
elaboração de fichas catalográficas.
automação dos processos de seleção e aquisição, respectivamente .
controle da circulação.
è

As justificativas para a criação e conseqüente execução
deste Projeto fundamentam-se nas seguintes proposições:
1.
2.
3.
4.
5.

melhor controle dos processos administrativos.
melhor utilização do pessoal especializado.
melhor utilização do acervo.
cooperação entre bibliotecas — formação de redes
regionais, nacionais e internacionais.
formação de especialistas em automação de bibliotecas.

Os recursos humanos responsáveis pelo Projeto, constituem-se de:
3 pesquisadores; um coordenador; um bibliotecário; um
analista.
4 estagiários de Biblioteconomia.
4 programadores de computador.
1 escriturário.
A necessidade de um pesquisador-coordenador verifica-se
em função de procedimentos administrativos, principalmente, ligados a solicitação de fundos à entidades fornecedoras
de recursos financeiros para este tipo de pesquisa tecnológica. O tempo previsto para a implementação inicial do Projeto é de 15 meses, com toda a equipe funcionando em período
integral. Atualmente, já estão concluídas as seguintes atividades:
— 310 —

�1.
2.
3.
4.

programa de consistência e gravação de dados do
arquivo mestre.
alguns programas referentes à elaboração de índices.
o Boletim de entrada de dados.
o manual de preenchimento do Boletim.

Estas atividades integram a primeira fase do Projeto.
0 trabalho realizado até agora é fundamental para O desenvolvimento das etapas posteriores; foi desenvolvido em regime de trabalho voluntário, mais as condições oferecidas
pelo IMECC. Faz-se necessário, entretanto, um suporte financeiro capaz de prover os recursos de que necessitamos
para dar continuidade ao Projeto. As perspectivas de sua
implementação estão sendo providenciadas pela equipe responsável, juntamente com a direção do Instituto.
1 Introdução
A menos que novas técnicas sejam empregadas no tratamento da informação armazenada em nossos centros de
informação, corremos o risco de ver crescer mais e mais o
descompasso tecnológico existente entre nosso país e países
desenvolvidos.
Atualmente a gerência de informação reveste-se de importância fundamental no desenvolvimento de pesquisas,
e no estabelecimento de metas a alcançar. Embora seja evidente que o problema de tratamento ineficiente da inforniação bibliográfica não é o único a afetar o desenvolvimento tecnológico nacional, pode-se imaginar as conseqüências
benéficas trazidas pelo emprego de técnicas mais eficientes.
A idéia inicial do projeto em pauta surgiu do interesse
de um grupo de pessoas em pesquisas o problema da gerência de informação e suas interligações com a automação,
principalmente, em bibliotecas, na administração e disseminação de informação, elaborando ,desta forma, uma tecnologia rigidamente condizente com as necessidades de nossa
atual estrutura.
As etapas iniciais do projeto, não dependentes de recursos financeiros de monta, já foram concluídas, sendo que
ínetade da equipe necessária para a implementação do pro.leto global já vem trabalhando desde há mais de 10 meses
em regime de trabalho voluntário. Após extensas pesquisas

— 311 —

�bibliográficas, consultas a especialistas do setor de documentação e confrontos com outros sistemas automáticos em vias
de implementação como o PRODASEN (Processamento de
Dados do Senado Federal) e o sistema de automação da rede
de bibliotecas da Prefeitura de São Bernardo do Campo,
SP., elaborou-se um padrão para as informações de entrada do sistema aqui proposto.
Definido o padrão de informações, foi possível estabelecer um formulário para a coleta dessas informações e também elaborar o programa para efetuar a consistência e gravação dessas informações em fita magnética.
O formulário já impresso, é mostrado no apêndice 2.2.3.
O programa de consistência e gravação encontra-se em fase
final de testes.
O trabalho realizado até agora é fundamental para o desenvolvimento das etapas seguintes que, no entanto, requerem uma equipe maior e melhor estruturada. Concomitantemente, faz-se necessário um suporte financeiro capaz de
prover os recursos de que necessitamos para dar continuidade ao projeto que foi amparado, em sua fase inicial pelo IMECC.
2 Desenvolvimento
2.1 Planejamento das Etapas de Automação
2.1.1 Objetivos
O objetivo principal do projeto é desenvolver sistemas
capazes de automatizar os procedimentos operacionais de
uma biblioteca, organizados de acordo com o quadro a seguir:

— 312 —

�SETOR

ATIVIDADES

Administração

Seleção de documentos *
Aquisição de documentos

Processos Técnicos

Catalogação
Preparação material do documento

Documentação

Elaboração de índices
Recuperação da informação

Circulação

Reserva
Empréstimo
Devolução

ATIVIDADES

SETOR
Administração

Seleção de documentos *
Aquisição de documentos

Processos Técnicos

Catalogação
Preparação material do documento

Documentação

Elaboração de índices
Recuperação da informação

Circulação

Reserva
Empréstimo
Devolução

— 313 —

�Os procedimentos sei'ão automatizados em etapas, estabelecidas em função das necessidades da biblioteca e dos interesses do grupo de pesquisa, são elas:
1.
2.
3.
4.
5.

criação de arquivo-mestre do acervo;
elaboração de índices bibliográficos;
elaboração de fichas catalográficas;
automação do processo de seleção e aquisição;
controle de circulação.

Z.l.Z Justificativas
As justificativas para a automação da biblioteca do
IMECC, fundamentam-se nas seguintes afirmativas. Antes
porém, seria interessante notificar a existência do compU'
tador DP/10, da Digital na Universidade.
•

melhor controle dos processos administrativos;

Automatizando o processo de aquisição, fica diminuído
o tempo decorrido entre a requisição do documento e seU
recebimento, acelerando a utilização efetiva da informação.
melhor utilização do pessoal especializado;
Com a transferência das tarefas de rotina para o sist®'
ma automatizado, o pessoal especializado poderia dedica^
um tempo maior às atividades de apoio ao ensino e pesqui'
sa. No entanto é indispensável a presença de pessoal espe*
cializado na manutenção do sistema, e, principalmente, no
planejamento de futuras modificações ou ampliações.
•

Melhor utilização do acervo;

Com a elaboração de índices bibliográficos não-convencionais, prevê-se um aumento no número de consultas e no
número de documentos recuperados. A elaboração de índi'
ces, por si só aumenta o potencial de utilização do acervo.
•

cooperação entre bibliotecas;

Com a utilização de computadores, torna-se possível ®
formação de redes integradas de bibliotecas, compartilhan^
do-se os acervos participantes, seja em nível regional, nacio
nal ou internacional.
— 314 —

�I
*

formação de especialistas em automação de bibliotecas;

Dada a importância atual e futura do assunto, seria
^conselhável a preparação de pessoal capaz de planejar e
^Implementar projetos similares.

,

1-3 Características Gerais
u cornputaaor e utiiizaao, neste piujeco, como equipa•^"eiito ue apuiü ao pebsoai auinmisiraúvo ua uioiioteca e
SbUs usuanos, tamo nos processus que sao de execução me'-•iiiica fc lOuineiia coixio iiaquexes que aemandam muito temto quanuo exeoutauos por metoQos convencionais.
A ciirtçuo ao axquivo-niescre terá importância íunda^^entai — para o üesenvoivimento das etapas posteriores do
^^ojeco, pois a conriaDiiiaade aos processos automatizados
^'^penaera, íunaamentalrnente, da exatidão das iniormações
eíavaaas nesse arquivo. Assim, sera dispensada atenção esP'^cial a essa primeira etapa, que vai desde o levantamento
iníormaçoes relevantes para o arquivo, até o treina/lento de pessoal para efetuar a coleta, codificação e transigência aessas informações, passando pela elaboração de
^ programa conversacional para consistência e gravação
Csses aados. Optou-se pelo uso de terminais em detrimendo sistema convencional com cartões perfurados, pela
íaior rapidez e confiabilidade na gravação.
^ .
\
Se ^^vido ao cuidado especial a ser tomado nessa etapa,
?^^®^voIvimento
lento e exigirá
a formulação
um
^CrH
itério
para a ordemserá
de gravação
dos documentos
no de
arqui■niestre. Possíveis critérios podem ser:
• prioridade aos documentos recém-chegados;
• prioridade aos documentos mais utilizados;
• gravação por assunto, segundo a classificação utilizada na biblioteca.
atividade de utilização do arquivo-mestre será perma^acJo '
fj

uma rotina diária do sistema automati-

^3, mesma forma, a elaboração de fichas será feita, dlaniente, à medida que novos documentos sejam gravados
arquivo.
— 315 —

�A emissão de índices convencionais e não convencionais,
por outro lado, exigirá um critério definido em função de
sua utilidade e de seu custo. Durante a fase inicial de cria'
ção do arquivo-mestre, os índices emitidos serão desatuali"
zados em pouco tempo, não se justificando, portanto, a emissão freqüente dos diversos tipos de índices.
Prevê-se numa fase mais adiantada de criação do arqui'
vo-mestre a utilização de técnicas de micro-filmagem, pa^^
diminuir o volume e os custos reprodução, de utilidade
primordial no intercâmbio de informação entre centros de
documentação.
Os processos administrativos serão automatizados,
dativãmente, na medida do crescimento do arquivo-mestre
Embora o processo de seleção apresente pouca dificul'
dade de programação, irá requerer o arquivo mestre ení
fase de conclusão.
Por envolver muitos detalhes de natureza burocrática'
-administrativa, o processo de aquisição acarretará um graU'
de esforço de análise e programação para ser automatizadoNa automação do processo de controle de circulação
procurará aproveitar, na medida do possível, a experieii'
cia de outras bibliotecas que já o tem em funcionamento2.1.4 Metodologia
2.1.4.1 Criação do arquivo-mestre
• elaboração de um padrão para as informações de entrada
A escolha das características relevantes para a repre
sentação do documento é feita em função dos fins a que ^
destina. Assim, se o objetivo for construir um índice coi^
palavras chaves do título, é suficiente conhecer o título e
autor do documento. No entanto, estas características
e título), são insuficientes para a construção de uma
rência bibliográfica, o que nos leva a pensar que a escolP^
mais segura para a representação seria uma transcrição
tegral do documento a ser representado. Esta hipótese. eii^_
bora verdadeira, não pode ser realizada em virtude daS W
mitações técnicas a que estão sujeitos os atuais dispositi^"
— 316 —

�^6 armazenagem acessíveis por computador. Portanto, em
'erdade a determinação de um padrão de características representativas de um documento é um compromisso entre a
ntegridade desejável da representação e as limitações do
Quipamento que operará com a representação.
, Um levantamento bibliográfico voltado inicialmente a
oras de bibliotecas foi essencial para a conclusão dessa
etapa.
Essas obras foram conseguidas através de:
• contatos com instituições onde projetos similares encontram-se em fase de desenvolvimento:
• contatos com especialistas em biblioteconomia:
• intercâmbio entre bibliotecas;
• aquisição em livrarias.
* elaboração de programas.
.
Os programas estão sendo elaborados à medida que as
^^refas se definem, O primeiro programa a ser elaborado foi
programa de entrada de dados, iniciado logo após a defi^Ção do padrão de entrada de informações. Na medida do
Passível os programas serão escritos com a preocupação de
^nstituir um sistema integrado, compartilhando arquivos
subprogramas.
®wtrada de dados
• o formulário de entrada de dados.
Q, . 9 formulário de entrada de dados foi elaborado com o
jetivo de servir como meio para transferência das infor«ções para o arquivo-mestre. Ele contém, portanto, todos
Cüm
de dispostos
informação
a descrição
de dojj^^^tos.
em utilizados
formato epara
tonalidades
diferentes,
facilitar o preenchimento e minimizar a possibilidade
Ocorrência de erros, (ver apêndice 2.2.3).
• elaboração do manual de preenchimento.
dp
^ necessidade de garantir uma alta confiabilidajg
informações gravadas, o manual de preenchimento
to ^^®ve de maneira completa e minuciosa o preenchimene cada campo (item) de informação do formulário, dan®xemplos nos casos que possam gerar dúvidas.
— 317 —

�• treinamento de pessoal.
Os formulários deverão ser preenchidos por estagiários
especialmente contratados que, para isso, receberão um treinamento cujo objetivo será familiarizá-los com o padrão de
entrada de dados, com o próprio formulário (boletim de
entrada de dados), e com a operação dos terminais de compU'
tador; esboçar uma visão geral do sistema e provocar
conscientização para a importância de se manter a confi^'
bilidade das informações gravadas no arquivo-mestre,
• gravação de dados.
A gravação, no arquivo-mestre, das informações transcritas nos boletins, será feita através de terminais ligados
diretamente ao computador. O programa que recebe os dados dos boletins, efetua testes de consistência, rejeitando
informações que não estejam dentro das normas especifi'
cadas. Para maior facilidade e confiabilidade na gravação
dcs dados, esse programa é conversacional, emitindo avisos
e orientando o operador, permitindo que informações incorretas sejam detectadas e corrigidas antes de serem gravadas
no arquivo-mestre.
• testes e avaliação.
Antes da implementação definitiva do arquivo-mestre»
serão feitos testes de avaliação baseados numa amostra de
documentos codificados e gravados. Eventualmente, modifí'
cações poderão ser feitas para sanar problemas não pr®'
vistos anteriormente.
2.1.4.2 elaboração de índices bibliográficos
Os índices a serem elaborados, como auxílio à pesquis^^
dividem-se em convencionais e não-convencionais. Dos coO'
vencionais, serão desenvolvidos os seguintes:
j
autor
título
editor
editora
cabeçalhos de assunto
série
— 318 —

�Quanto aos não convencionais:
Kwic (palavra chave no contexto)
Kwoc (palavra chave fora do contexto)
Descrltor
Geralmente estes índices são os mais solicitados, entretanto a elaboração dos mesmos não traduz a limitação da
capacidade do sistema, que pode produzir outros tipos de
índices a partir das informações colocadas no arquivo-mestre.
elaboração de fichas catalográficas
A elaboração de fichas catolop:ráficas representa grande
Parte do trabalho de rotina de qualquer centro de documentação. As fichas a serem emitidas automaticamente serão:
matriz
autor
colaborador
título
série
cabeçalho de assunto
classificação
analítica de assunto
analítica de autor
analítica de título
•^•4.3 automação tío processo de seleção
A automação do processo de seleção será feita após a
^^álise do sistema de seleção existente na biblioteca, que
otimizado se necessário; e a partir daí serão definidas
^ rotinas do sistema a ser implantado.
^■1.4.4 automação do processo de aquisição
.

A análise do sistema de aquisição só será feita depois
estabelecidas as rotinas do sistema de seleção. Serão
oservadas as mesmas determinações do item anterior.

^■^•4.5 automação do controle de circulação
As atividades desenvolvidas na seção circulante são, re^'^a, empréstimo, devolução e levantamentos estatísticos.
— 319 —

�FIGURA 3 - OROANOORAMA

�Cada um desses processos será analisado e racionalizado
antes de elaborar-se o sistema automatizado. Procurar-se-á
utilizar a experiência de outras bibliotecas, na medida de
sua adequação às necessidades da biblioteca e objetivos no
projeto.
2.1.5 Recursos Humanos
A equipe responsável pela continuidade do projeto de
automação deverá constituir-se de doze elementos:
3 pesquisadores, sendo:
1
1
1
4
4
1

coordenador
analista
bibliotecária
estagiários de biblioteconomia
programadores de computador
escriturário

Todos os componentes trabalhando em período integral
durante 15 (quinze) meses, exceto os programadores que
trabalharão 15 (quinze) meses porém em período de 4 horas
diárias; e as estagiárias de biblioteconomia que trabalharão apenas 12 (doze) meses, a começar do segundo trimestre, em período de 4 (quatro) horas diárias.
2.2 Apêndices
2.2.1 Programa das atividades
2.2.1.1 Criação do arquivo-mestre
elaboração do padrão
elaboração de programas
testes
avaliação
entrada de dados
2.2.1.2 Elaboração de índices bibliográficos
definição
elaboração de programas
testes
treinamento de pessoal
implementação
— 321 —

��I
I
2.2.1.3 Elaboração de fichas catalográficas
definição
elaboração dé programas
testes
treinamento de pessoal
implementação
~.2.1.4 Automação do processo de seleção
definição
elaboração de programas
testes
treinamento de pessoal
implementação
2.2.1.5 Automação do processo de aquisição
definição
elaboração de programas
testes
treinamento de pessoal
implementação
2.2.1.6 Automação dos processos de controle da circulação
definição
elaboração de programas
testes
treinamento de pessoal
implementação
Arquivo-mestre (AF 1/2)
®^j6tivo: manter informações completas a respeito de
ada um dos documentos constituintes do acervo da biblioteca do IMECC.
U'io; 1

Na preparação de fichas catalográficas e levanta-

mentos estatísticos.
2. Na elaboração do catálogo do acervo.
3. Na permuta de informações bibliográficas.
^orma; Seqüencial, gravado na ordem de chegada dos documentos, em fita.
— 323 —

�FIGURA S

(

)

A
N/
P2
/
LlãTAOEH
DE AT
Vf
(ZD

�Conteúdo; Informações de natureza bibliográfica e administrativa (ex: número do processo de compra, data
de início de sua tramitação, etc.).
Arquivo auxiliar (AA 1/2)
objetivo: Manter informações parciais a respeito de cada
um dos documentos constituintes do acervo da Biblioteca do IMECC.
Uso: 1. Na preparação de índices bibliográficos convencionais e não-convencionais.
2. No processo de seleção de livros para aquisição.
3. Na recuperação de informações através de terminal
(em etapa posterior do projeto).
Forma: Acesso randômico, gravado em disco. *
Conteúdo: Informações bibliográficas essenciais para a recuperação de informações, tais como: título da
obra, nome do autor, etc.
Organização: (sugestão) Construir um conjunto de arquivos invertidos interligados por apontadores ou
por um atributo comum.
Motivo: Facilitar acesso na recuperação de informação por
itens diferentes, tais como: nome do autor, título da
obra, editora, ano da edição, número de tombo; etc.
* em caso de necessidade (ex: falta de espaço em disco) este
arquivo poderá ser mantido em fita, só sendo carregado em
disco no momento de sua utilização.
ATIVIDADE Al — Gravação de dados.
1.

periodicidade: diário

2.

PI é um programa de aquisição-consistência-gravação
de dados.

3.

AT 1 é um arquivo, temporário, que contém todas as informações gravadas durante a semana. Ao termo de ca— 325 —

��da semana, * AT 1 é incorporado ao arquivo-mestre e
depois apagado.
4.

Execução por estagiários de biblioteconomia com treinamento em operação de terminal e uso do programa de
aquisição de dados (PI).

ATIVIDADE; A 2 — Listagem de AT 1
1.
2.

3.

periodicidade: semanal
P 2 é um programa para imprimir as informações gravadas em AT 1 numa forma adequada, tendo em vista
seu uso (o da listagem) na conferência dessas informações. *
Essa tarefa deve ser executada de maneira a aproveitar
tempo da máquina ocioso. Poderá ser comandada tanto
pelo operador do computador, sob instruções da equipe
de programação do projeto, como por um estagiário,
através de terminal (utilizando programa com instrução SUBMIT com execução prevista para horário noturno) .

ATIVIDADE A3 — Conferência.
1.
2.

Periodicidade: semanal
Execução por estagiários de biblioteconomia.

ATIVIDADE A 4 — Correção
1.
2.

Periodicidade: semanal.
A 4 é um programa para efetuar correção em AT 1. Constitui-se de um subconjunto * de PI, antecedido de um

* Na incorporação de AT 1 ao arquivo-mestre, pode-se optar
por um critério de "espaço ocupado" em vez de "tempo
decorrido".
* a notificação, junto a cada item da listagem, do registro
correspondente em que foi gravado no disco, será de grande valia na atividade A4 de correção do arquivo.
* não se faz necessário o reexame das informações que se sabe corretas, unicamente os itens incorretos devem ser reeditados .
— 327 —

�ULTIMA
.CORREÇÃO^

CIZ)

�subprograma para selecionar, no arquivo AT 1. o registro correspondente ao item incorretamente gravado.
atividade a 5 — Criação de Arquivo Auxiliar.
1.
2.
3.

4.

Periodicidade: semanal.
AA 1/2 são arquivos auxiliares (v. descrição anexa).
O arquivo AA 1 é, a cada novo piocessamento, substituído pelo arquivo AA 2 obtido no processamento imediatamente anterior. *
O programa P 4 seleciona, para cada documento em AT 1,
itens de informação específicas e grava-os em AA2, intercalando (fazendo o Merge) as inforrnações sobre documentos já gravados em AA 1 (para mais detalhes acerca da organização de A A 2 veja descrição anexa).

atividade A6 — Emissão de fichas.
i
2.

Periodicidade: semanal.
O programa P 5 emite fichas catalográficas, fazendo uso
das informações gravadas no arquivo temporário, AT 1.

atividade A 7 — Atualização do arquivo-mestre.
1.
2.

Periodicidade: semanal.
AP 1/2 são versões do arquivo-mestre (v. descrição anexa).

3.

O arquivo AF 1 é, a cada novo processamento, substituído pelo arquivo AF 2 obtido no processamento imediatamente anterior. *
4. O programa P 6 atualiza o arquivo-mestre,
1. incl^;
do as Informações gravadas em
^
na. AF2 é o arquivo-mestre atualizado.
5
Tanto AF 1 como AF 2 e AT 1 devem ser
fita, indefectivelmente, depois de cada p
bem sucedido, e suas cópias preservadas
autorizado.
I^epois de recopiado em fita, ATI deve ser apaga o.
AA 1 não existe no processamento inicial.

— 329 —

�FIOURA e

�Observações:
1.
2.
3.
4.

Os vencimentos e encargos de previdência foram
calculados supondo-se reajustes de 30% nos vencimentos e 21% nos encargos em 1977 como em 1978.
Os encargos , de previdência incidem somente sobre
os vencimentos da escrituraria e de um dos elementos do pessoal técnico.
O projeto tem seu início previsto para março.
O tempo de processamento em questão refere-se
exclusivamente ao tempo gasto com o computador
durante a fase de testes do sistema. Será pago pela
UNICAMP.

^ Conclusão.
^•1 Situação atual do projeto
Primeiramente queremos salientar a invalidade dos
custos, valendo apenas o gráfico, como especificação de suas
características.
Atualmente, o projeto encontra-se em fase de pré-imPlementação a equipe responsável, mais a direção do Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação
oa UNICAMP, estão empenhados na solicitação de fundos
Para sua concretização. Um terminal de computador, possivelmente será adquirido, em breve.
" 2 Atividades já concluidas
,
Além de alguns programas referentes à elaboração de
^^^dices que encontram-se em fase de testagem, temos con-lüido o programa de consistência e gravação de dados do
^rquivo-mestre.
.

O Boletim de entrada de dados, também encontra-se
«apresso; algumas folhas já estão preenchidas e, estamos
momento empenhados em sua utilização, como amostra
- ^-nima de seu desem.penho.
,
O manual para uso do Boletim de entrada de dados,
/imbém já foi elaborado, e estamos anexando uma cópia,
^Rtamente a este caderno.
—-

— 331 —

�riOURA o

�BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
1 CODIGO de catalogação anglo-americano, Trad. por Pe.
Astério Campos e Abner Lellis Corrêa Vicentini. Brasília, Ed. dos tradutores, 1969.
^ CtJADRA, Carlos A. Annual review of information science and tecnobogy. Washington, ASIS, 1975. v. 9
^ DESCRIPTIF des bandes magnetiques pascal à dater du
1 er janvier 1973, CNRS, Centre de Documentation,
s.d.
^ ENCIPLOPEDIA Mirador internacional. São Paulo, Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.,
1975.
^ KIMBER, R. T. Automation in libraries. Oxford, Pergamon Press, c 1974.
® Lasso de la VEGA, J. La classificacion decimal. 2. ed.
Madrid, Mayfe, 1950.
' Novo Michaellis: dicionário ilustrado inglês-português.
10. ed. São Paulo, Melhoramentos, 1971.
® Reference Manual for machine readable bibliographic descriptions: com. por M. D. Martin, prepared
by the UNISIST/CSUAB. Paris, UNESCO, 1974.
® SIQUEIRA, L.M. e outros. Automação do catálogo de
livros e folhetos do Centro Técnico Aeroespacial. São
José dos Campos, ITA, 1971.
SCWARCFITER, J.L. Uma sistematização do processamento de dados: aplicação em automação de bibliotecas. Rio de Janeiro. UFRJ, 1971.

DEBATES
tj

ANGELA GOMES (Pós-graduação, UNICAMP): Qual o
Po de programação utilizada?

C^q^^TIA MARIA LEMOS; — A linguagem utilizada é a
apropriada para programações alfabéticas, que seho caso documentos de bibliotecas.

— 333 —

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                  <text>SNBU - Edição: 01 - Ano: 1978 (UFF - Niterói/RJ)</text>
                </elementText>
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                <text>Relata o Projeto de automação da Biblioteca do Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação da UNICAMP, visando um maior controle dos processos administrativos, melhor utilização do pessoal esprcializado, melhor utilização do acervo , cooperação entre as bibliotecas e formação de especialistas em automação de bibliotecas.</text>
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                    <text>PRONUNCIAMENTO DA PROFESSORA ALICE
BARROS MAIA

De repente, quando me vejo à frente das autoridades
mais representativas desta cidade e diante de um selecionado
auditório que conta com os mais ilustres representantes desti.', e de outras cidades do país, começo a achar que houve um
erro de pessoa, pois deveria estar neste lugar para falar-lhes.
não quem lhes dirige a palavra neste momento, mas quais(luer dos membros da Comissão Organizadora, pois, certamente, o fariam com mais sucesso, vencendo esses momentos
de emoção com maior êxito. As circunstâncias, no entanto,
colocaram-me aqui de onde lhes peço boa vontade e paciência, por esses minutos de sacrificio, já que, positivamente,
não temos a menor inclinação para a oratória.
Em primeiro lugar, dirijo-me ao Magnífico Reitor desta
Universidade, Professor Geraldo Sebastião Tavares Cardoso,
para agradecer-lhe a oportunidade e o estímulo para a realização deste encontro e de quem o Núcleo de Documentação
da UFF tem recebido todo o apoio e incentivo, de acordo
com a sua tradição de encorajar as iniciativas que lhe parecem válidas.
Queremos agradecer, também, aos que acreditaram na
seriedade e conveniência da realização do P Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, prestigiando-nos com
palavras de estímulo e encorajamento, inclusive, participando mais ativamente, ao encaminharem à Comissão os textos
sobre trabalhos provenientes das suas experiências e vivências profissionais sobre projetos em realização, planos em
vias de execução etc., para serem selecionados e apresentados durante o Seminário.
Os nossos agradecimentos às autoridades que, atendendo ao apelo desta Universidade, permitiram ou facilitaram
o comparecimento de seus subordinados a esse encontro.
— 25 —

�A todos que se inscreveram e aqui comparecem com sua
honrosa presença e significante participação, também, os
310SSOS agradecimentos.
Aos professores, que aceitaram o nosso convite para ministrar cursos de atualização da mais alta importância para
o pessoal que trabalha em bibliotecas.
À Dra. Célia Ribeiro Zaher, nossa homenageada especial, nossos agradecimentos, também especiais, pelo gesto de
compreensão e solidariedade, interrompendo um período de
merecidas férias, privando sua família do seu convívio, para
prestigiar-nos com sua presença tão estimada.
Enfim, em meu próprio nome e em nome do Núcleo de
Documentação da Universidade Federal Fluminense agradecemos e enaltecemos, de público, a demonstração de apoio e
colaboração dada por todos os membros da Comissão Organizadora, cujo senso de responsabilidade furtou-lhes horas
cie sono e tranqüilidade, impondo-lhes sacrifícios que não
pouparam para cumprimento do compromisso assumido com
esta Direção. Estavam todos vivamente empenhados no êxito do Seminário, na busca de melhores soluções, por acreditarem em seus objetivos básicos: melhoria do sistema de bibliotecas universitárias através de maior entrosamento entre
as mesmas, tendo em vista a sua real integração às atividades de ensino, pesquisa e extensão, contribuindo cada vez
mais efetivamente com os objetivos da Universidade.
Isoladamente, as bibliotecas tem trabalhado no sentido
de superar os problemas que as afetam procurando soluções adequadas às diversas situações. Atuando no mesmo
campo de atividade, com os mesmos objetivos, os problemas
são comuns, amplos, genéricos, exigindo entendimento mais
efetivo entre profissionais, administradores e toda a comunidade universitária, no sentido de analisar-se em conjunto o
panorama atual das bibliotecas universitárias, suas possibilidades, deficiências, etc. Assim estaremos buscando uma solução adequada aos seus problemas, superando os obstáculos
que se opõem à efetivação de bibliotecas integradas num sistema que sirva de real suporte às atividades de ensino, pesquisa, extensão e proporcione melhor e mais adequado atendimento ao usuário.
Esta a nossa intenção, estes os nossos objetivos.
Muito obrigada a todos pela atenção.
— 26 —

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                <text>Sessão Solene de Abertura- Pronunciamento da Profa. Alice Barros Maia agradecendo a todos os envolvidos e presentes, destacando a importância do evento para as biblitoecas universitárias, que atuam no mesmo campo, com os mesmos objetivos, problemas comuns, amplos e genéricos,  exigindo entendimento mais efetivo da comuidade universitária, buscando soluçoes, superando obstáculos frente a efetivação de bibliotecas integradas num sistema que sirva de real suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão.</text>
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                    <text>ASPECTOS E PROBLEMAS DE ADMINISTRAÇÃO DE
BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS

ALICE BARROU MAIA
(Diretora do Núcleo de Documentação da UFF
e Professora do Departamento de Documentação da UFF.)

RESUMO
Considerações referentes à função da Biblioteca na estrutura da Universidade como elemento de apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão. Aspectos relacionados
ao funcionamento e à utilização da Biblioteca Universitária. O Núcleo de Documentação e a rede de bibliotecas da
Universidade Federal Fluminense.
1 A Biblioteca na Estrutura Universitária
Considerando que a finalidade da Biblioteca é contribuir
para o cumprimento dos objetivos da instituição a que pertence, conclui-se que a função da Biblioteca Universitária
é servir de apoio básico às atividades de ensino, pesquisa p
extensão, objetivos máximos da Universidade com os quais
se identificam os objetivos da Biblioteca Universitária.
A biblioteca é, portanto, um elemento básico à docência e à investigação e de fundamental importância dentro
da estrutura da Universidade uma vez que deve reunir, preparar e colocar à disposição de seus usuários os recursos bibliográficos indispensáveis ao atendimento de suas necessidades de informação.
Podemos afirmar, sem sombra de dúvida, que a Biblioteca é o reflexo da Universidade e representa o nível de ensino e pesquisa que nela se desenvolvem.
— 190 —

�A clientela da Biblioteca Universitária sendo fomaada
por professores, alunos e pesquisadores, tornam evidentei o
seu completo envolvimento com os programas educacionais,
os projetos de pesquisa e com as atividades de extensão
quo são parte integrante do processo de desenvolvimento com
o qual a Universidade está comprometida e do qual deve
Participar ativamente.
-tP

Além disso, à medida que a evolução e o progresso exiSem a substituição de métodos empíricos por processos téclico-cientificos, em que o planejamento programado substitui a improvisação, cresce a importância da Universidade co•^0 instituição que prepara e põe à disposição do mercado
de trabalho profissionais de alto nível, professores, técnicos,
especialistas e pesquisadores — credenciados para o exercício, para a gerência, para a liderança e o desenvolvimento
de atividades técnicas, culturais, científicas, etc.
Esse "status" da Universidade, caracteriza a sua responsabilidade no processo de desenvolvimento, devendo, por isso
'Tiesmo, empenhar-se em manter e assegurar à comunidade
Universitária um ambiente propício ao estudo e ao ensino,
favorecendo e estimulando a pesquisa, em padrão de alto
'^ível, em cumprimento de seus objetivos básicos.
t
Com referência ao tema Administração de Bibliotecas
^Universitárias vamos considerar, apenas, aqueles aspectos
flue nos parecem problemáticos no momento, merecendo
^ atenção mais cuidadosa das autoridades, administradores
profissionais dedicados a esse setor especializado.

L/

1° — Aspectos relacionados ao funcionamei^to da Biblioteca Universitária.
a) Conteúdo, formação da coleção básica e de pesquisa .

Entre os parâmetros de avaliação do nível e da importância da Universidade destaca-se, sem dúvida, a base documentária, isto é, o conteúdo das coleções bibliográficas,
básica ou de pesquisa de que dispõe para apoio e desempenho
de suas tarefas e que revela, através de sua expressividade,
o nível das atividades docentes e da pesquisa nela realizados.
— 191 —

�o acervo bibliográfico é o veículo normalmente utilizado
í)ara manter informada e atualizada a população universitária, permitindo à mesma o acompanhamento e a evolução
dos conhecimentos na sua área de interesse e de atuação.
b) Administração dos recursos.
'"1.
É uma parte que exige equilíbrio e planejamento para
que a utilização do orçamento possa atender ao que é indispensável, pois todos sabemos que normalmente, a verba destinada às bibliotecas está aquém de suas reais necessidades.
Daí o cuidado, a precaução que devemos ter contra as pressões de grupos a fim de evitar-se gasto excessivo em determinado assunto de interesse de uma minoria, impedindo que
as necessidades de uns poucos interfiram num plano a longo prazo cujo objetivo é atender a todos na formação da coleção básica e de pesquisa.
O plano de aquisição para atender as exigências de informação e de atualização da comunidade universitária representa um alto investimento que deve ser distribuído proporcionalmente às necessidades de cada área, dando a máxima cobertura possível a todos os grupos.
c) Relacionamento de bibliotecas.
Dispensável argumentar sobre a importância de ligação
desse relacionamento para o processamento do intercâmbio
de informações, do empréstimo inter-bibliotecário, enfim para a cooperação entre as bibliotecas.
Elemento básico ao funcionamento da biblioteca.
d) Pessoal.
No entanto a restrição atual de contratação tem causado
sérios problemas à administração da biblioteca que necessita
de equipe qualificada e numericamente suficiente ao desenvolvimento das atividades técnicas e do atendimento aos
usuários quanto à orientação e atualização dos seus recursos .
O esquema de improvisação e de deslocamento de pessoal
para cobertura às inúmeras falhas de serviços tem prejudicado, sobretudo, o atendimento que muitas vezes fica entregue a pessoal sem a qualificação necessária ao desempenho
das atividades deste setor especializado.
— 192 —

�2^ — Aspectos relacionados à utilização da Biblioteca
a) Função docente
A função docente da biblioteca diz respeito à orientação
dada aos usuários quanto à utilização dos recursos bibliográficos, a exploração do potencial informativo do acervo, conhecimento das fontes de informação e de pesquisa, nem
sempre familiares aos mesmos.
O desempenho dessa função deve ser exercido, exclusivamente por pessoal qualificado que, além dos conhecimentos
técnicos, tenha embasamento cultural e domínio de idiomas
estrangeiros, que lhe permitam o manuseio das fontes de
pesquisa, quase sempre em língua estrangeira.
b) Atendimento ao usuário.
í
/

Desse atendimento depende em grande parte a satisfaÇão ou não da clientela que freqüenta a biblioteca.
Tarefa complexa que envolve qualificações de diferentes naturezas relacionadas aos hábitos, atitudes, comportamento, cortesia, boas maneiras, cultura, etc. e sobretudo,
conhecimento suficiente do acervo, para fins de orientação e
de utilização dos recursos de Biblioteca.
2 Biblioteca x Informação
O acesso à informação é um direito mas torna-se um
problema devido às dificuldades que se interpõem entre a
Pxistência do registro e sua utilização. O processo lento de
registro, preparo técnico e divulgação da informação, para
consumo da literatura corresoondente é um grande problema que clama por solução imediata, por adoção de medidas
Psnecíficas que visem a minimização das dificuldades comuns em benefício da comunidade universitária, sobretudo
•10 direito de ser informada, em tempo oportuno, de acordo
fíom as necessidades específicas de cada um.
Sendo um problema de todos a solução deve partir, nos
Parece, da ação conjunta e coordenada de autoridades, profissionais, especialistas e administradores que através de um
planejamento global de cooperação mútua, leve em consideração as possibilidades atuais,-as potencialidades existentes
— 193 —

�e os recursos disponíveis, a fim de serem traçadas metas e
planos correspondentes às nossas reais necessidades, facilitando a circulação, transferência e intercâmbio de informações.
3 Bibliotecas x Sistemas de Informação
Apesar dos esforços isolados e algumas tentativas em
conjunto referentes à melhoria do nível e do atendimento
das bibliotecas universitárias, a realidade comprova a necessidade de um planejamento bibliotecário de ordem nacional,
visando integrá-las em um sistema nacional de informação,
sob uma coordenação central.
Assim ativar-se-ia uma política de integração de atividades e de cooperação entre a rede de bibliotecas, o que facilitaria o intercâmbio de informações e ampliaria as possibilidades de atendimento de cada uma em particular pela soma
dos recursos disponíveis e utilização racional do acervo das
demais, sempre que possível.
A possibilidade de constituir-se uma base de dados a ser
utilizada por todas as bibliotecas universitárias através de
terminais localizados nas Bibliotecas Centrais ou órgãos correspondentes, nos parece um ponto a ser considerado para
posterior estudo da atividade de implantação.
Os sistemas de informação seriam fortalecidos com excelente suporte bibliográfico representado pelo acervo enciclopédico da rede das bibliotecas universitárias que também
seriam favorecidas com o conhecimento, acesso e utilização
dos demais acervos.
Supõe-se, nesse esquema, a atuação dinâmica do Catálogo Coletivo funcionando como ponto de apoio comum e efetivo à pesquisa, e elemento de auxílio à solução das dificuldades de informação.
Representando a realidade das coleções bibliográficas do
País, o Catálogo Coletivo funciona como instrumento ideal
para a elaboração de um esquema de aquisição planificada,
revelando o estado das coleções e sua distribuição, permitindo-nos a localização e utilização da literatura disponível
nas bibliotecas do território nacional, isto é, a ampliação
do acervo,
— 194 —

�Mas para que o catálogo Coletivo preste um real serviço
à comunidade a que se destina tornam-se imprescindíveis
duas medidas:
1.
2,

contar com a colaboração sistemática das bibliotecas cooperantes;
fornecer listagens atualizadas e a curto prazo aos
interessados.

Certos da necessidade de um planejamento global que
conte com o apoio e participação de toda a comunidade envolvida no processo de desenvolvimento nacional, nossa intenção foi reunir neste Seminário a alta administração das
universidades .autoridades, usuários de bibliotecas e profissionais da informação especializada para efetivação de um
diálogo de âmbito nacional do qual esperamos que surjam
sugestões e recomendações que nos conduzam às soluções
adequadas, inclusive o estudo da possibilidade de integração
das bibliotecas universitárias aos sistemas nacionais da informação, como parte integrantes dos programas educacioíiais dentro dos planos nacionais de desenvolvimento.
4 O Núcleo de Documentação e a Rede de Bibliotecas da UFF
O Núcleo de Documentação (NDC), órgão suplementar
da UFF, diretamente subordinado ao Reitor, foi criado de
acordo com o art. 17 do Estatuto da Universidade Federal
Fluminense, complementado pela Resolução 42/69 que aprovou sua estrutura, funcionamento e atribuições, tendo o seu
Kegimento arjrovado pela Resolução 137/75,
A NS 140/77 complementou esse Regimento, fixando as
competências das unidades administrativas que integram o
jNDC, definindo as atribuições de seus responsáveis, inclusive do Assistente do Diretor.
Sua finalidade é promover, supervisionar e desenvolver
atividades de Biblioteconomia e Documentação no âmbito de
ação da UFF, tendo sob sua coordenação técnica e administrativa a rede de bibliotecas da Universidade Federal Fluminense .
Suas atividades desenvolvem-se no sentido de firmar-se
•-"omo apoio básico às atividades de ensino, rjesquisa e extensão.
— 195 —

�Para isso o NDC empenha-se atualmente nos seguintes
objetivos:
fortalecimento do acervo;
aperfeiçoamento e atualização do pessoal;
atendimento ao usuário.
4.1 Fortalecimento do Acervo.
Nos dois últimos anos a UFF aplicou, aproximadamente,
Cr$ 4.500.000,00 (quatro milhões e quinhentos mil cruzeiros)
na aquisição de material bibliográfico para atender as indicações provenientes de professores e especialistas de suas unidades .
4.2 Aperfeiçoamento e atualização de pessoal.
Embora não tenharnos promovido nenhum curso no
NDC no período dos dois últimos anos, estimulamos ao máximo a freqüência aos cursos programados na Região e enviamos alguns profissionais a outras cidades para participarem de cursos realizados.
Com a programação de pelo menos um curso anual de
atualização, pretendemos dar continuidade a esse tipo de atividade agora iniciado.
Mas a atenção do NDC voltada também para o profissional em formação pretende planejar em colaboração com
o Departamento de Documentação uma Biblioteca laboratório para atender aos alunos de Biblioteconomia, e proporcionar treinamento ao pessoal recém-formado, a fim de assegurar-lhe condições ao exercício profissional.
A falta de espaço físico não nos permitiu até o momento
a realização desse plano. Nesse sentido já incluímos desde
1976, no Plano Diretor do Campus, uma Biblioteca Central
Rereferencial (Laboratório) a ser instalada junto ao NDC
no Campo de São Domingos.
4. ti Atendimento ao usuário.
Esse é um ponto de fundamental importância entre Of
objetivos do NDC.
— 196 —

�Estamos estruturando um esquema de treinamento sistemático de usuários através das quinze bibliotecas. Nesse
sentido temos realizado reuniões com as chefes dessas bibliotecas a fim de tornar em rotina de prestação de serviço o que
era exercido, apenas, por iniciativa isolada de algumas bibliotecas: Economia e Administração, Biomédica, Farmácia, Veterinária, etc.
&lt;1.4 Instalações.
Estamos desenvolvendo esforços procurando melhorar
as nossas instalações tornando-as aptas à prestação de melhores serviços e à abertura do livre acesso.
I
Neste sentido reinstalamos a Biblioteca de Medicina, a
de Ciências Humanas e Filosofia, a de Letras, a de Serviço
Social e o próprio Núcleo de Documentação e, em agosto próximo, estaremos cuidando da Biblioteca de Educação.
Através dos setores que compõem a estrutura do NDC,
o Núcleo de Etocumentação amplia as possibilidades de atendimento das bibliotecas, pondo, praticamente à disposição
das Inesmas os acervos de outras instituições de interesse para a UFF.
Para isso dispõe de um Catálogo Coletivo Regional intensificando a cada dia o empréstimo inter-bibliotecário e a circulação de informações através do fornecimento de cópias de
artigos e de documentos a toda a Região.
Em 1977 atendeu a 95% de solicitações num total de ....
17.365 cópias.
Através do seu Laboratório Reprográfico foram produzidos 403.784 fotogramas em 16mm e 23.473 em 35mm, perfazendo um total de 427.257 fotogramas.
4.5 Publicações
Além do NDC-Boletim Informativo o Núcleo de Documentação elabora o Boletim de Referência Legislativa e o Catálogo de Teses e Dissertações da UFF.
— 197 —

�A Direção do Núcleo de Documentação e as bibliotecas
da UFF vivamente empenhadas na melhoria do sistema de
bibliotecas universitárias acreditam que o estímulo à cooperação e ao maior entrosamento entre essas bibliotecas poderá contribuir para a formação de um efetivo sistema de informação da Universidade servindo de real apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Isoladamente temos trabalhado no sentido de superar
os problemas que nos afetam e procurar soluções adequadas à atual situação da UFF.
Mas os problemas são comuns, amplos e genéricos, exigindo um atendimento mais efetivo entre profissionais, usuários e administradores no sentido de analisarem, em conjunto o panorama atual das bibliotecas universitárias, suas
possibilidades, deficiências, atuação, etc. buscando uma solução real para os obstáculos que se opõem à efetivação de
um Sistema de Bibliotecas Universitárias para integrá-las
aos sistemas nacionais de informação de acordo
com programas educacionais e os planos nacionais de desenvolvimento.
r
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International Association of Technological University Libraries Section of the International Federation of Library Associations, Copenhagen, August,
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2 BOLTON. Earl C. Response of University Library management to changing modes of University pvernance and control. College &amp; Research Libraries, 33
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de informação. São Paulo, USP, 1977. 28 p.
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FERREIRA, Gilda Pires. A biblioteca universitária em
perspectiva sistêmica. Recife, Ed. Universitária da
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Washington, D.C., Union Panameiicana, 1963
389 p. (União Panamericana. Manuales dei bibliotecário, n"? 4).

18

SÃO PAULO, Governo. Resolução n" 678, de 20 de novembro de 1965: recomenda às repartições públicas
estaduais que 'contribuíram regularmente para
atualização dos catálogos coletivos da Biblioteca
Central da Universidade de São Paulo e dá outras
providências. São Paulo, Palácio do Gioverno, 1956
DEBATES

LÉA DE AQUINO (IBICT): A respeito das medidas tomadas recentemente pelo IBICT para agilizar o sistema de
Catálogo Coletivo Nacional de Periódicos a nível de atualização de dados quero lembrar que o IBICT tem dado apoio financeiro aos Centros Regionais para contratar pessoal para
essa finalidade.
ALICE BARROS MAIA: Gostaria de informar que nós
aqui da UFF fomos agraciados com esse convênio, com duração de 6 meses, e tivemos a contratação de 6 auxiliares para
registrar nesse espaço de tempo o maior número possível de
informações no Catálogo Coletivo Nacional de Periódicos.
KLATIA MARIA LEMOS (Biblioteca do Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação da UNICAMP):
O Núcleo de Documentação funciona como entidade centralizadora das bibliotecas da UFF? Qual o seu relacionamento
administrativo com as bibliotecas?
ALICE BARROS MAIA: As bibliotecas da UPF são administrativamente subordinadas ao Núcleo de Documentação. O Núcleo de Documentação centraliza as atividades
técnicas, deixando às bibliotecas a prestação de serviços aos
usuários. Essa parte é descentralizada.
— 200 —

�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
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                  <text>SNBU - Edição: 01 - Ano: 1978 (UFF - Niterói/RJ)</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                  <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Aspectos e problemas de administração de bibliotecas universitárias. (Painel sobre Administração de Bibliotecas Universitárias)</text>
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                <text>Considera a função da Biblioteca na estrutura da universidade como elemento de apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão. Aspectos relacionados  ao funcionamento e à utilização da Biblioteca Universitária. Apresenta o Núcleo de Documentação e a rede de bibliotecas da Universidade Federal Fluminense, sua criação e regulamentação.</text>
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                    <text>SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE
ESTADUAL PAULISTA "JÚLIO DE MESQUITA FILHO"

LEILA MAGALHÃES ZERLOTTI MERCADANTE (Diretora da Biblioteca Central da
UNESP e Coordenadora do Curso de Biblioteconomia e Documentação da Faculdade de
Educação, Filosofia Ciências Sociais e da Documentação de Marília)

RESUMO
Implantação do Sistema de Biblioteca da UNESP, para
atender 14 "Campi", localizados em todo o Estado de São
Paulo. A Estrutura da Biblioteca Central como órgão coordenador da Rede. Subordinação hierárquica do órgão à Reitoria e das bibliotecas do sistema à Biblioteca Central. Atribuições dos dirigentes. Objetivos e bases do sisterna. C/ontrole de aplicação dos recursos orçamentários. Bibliotecas
da Rede; criação de cargos técnicos e provas de seleção para
preenchimento das vagas. Planejamento do Edifício da Biblioteca Central no Campus de Marília. Vinculação da Biblioteca Central ao Curso de Biblioteconomia e Documentação da Faculdade de Educação, Filosofia, Ciências Sociais
8 de Documentação de Marília.
1.

INTRODUÇÃO

A Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita
Filho" — UNESP — apresenta uma peculiaridade: é constituída por 21 Institutos e/ou Faculdades, localizados em 14
cidades do Estado de São Paulo, como indica o mapa abaixo:
Quando da criação da Universidade (30/01/76), pela
reunião de Faculdades Isoladas, houve a preocupação de implantação de uma Biblioteca Central, não no sentido de unidade, mas com a significação de um sistema. Estudos ante— 86 —

�FIGURA I

�riores, elaborados pelos Bibliotecários dos antigos Institutos
Isolados do Ensino Superior do Estado de São Paulo, davam
como necessidade urgente a coordenação de serviços, e contactos periódicos para maior rendimento das tarefas comuns a todas as bibliotecas.
Nomeando uma Comissão de três bibliotecárias da Universidade, encarregou-as o Reitor de apresentar um projeto
da estrutura da Biblioteca Central (janeiro de 1977).
Após o levantamento de dados para conhecimento da
situação das Bibliotecas, consultas a material bibliográfico
e aos estudos anteriores acima referidos, chegou-se à elaboração do anteprojeto que, aceito pela Reitoria, teve sua implantação autorizada em junho de 1977.
O princípio básico que orientou a criação do sistema de
Bibliotecas da UNESP é o de que a coordenação dos recursos
disponíveis possibilita o uso dos acervos biblic-gráficos por
um universo maior de usuários.
Baseada no artigo 11, da Lei 5.540, que recomenda a
"não duplicação de meios para fins idênticos", definiu-se
a Biblioteca Central pela centralização de informações, serviços e recursos, ainda que respeitada a descentralização dos
acervos, óbvia e necessária, pela localização geográfica das
Unidades de Ensino. Enquanto o livro, a revista ou o documento são patrimônios da instituição depositária, a informação gerada por esses veículos é oferecida a toda a comunidade científica da Universidade.
2.

BIBLIOTECA CENTRAL

2,1 Estrutura Administrativa
diretamente à Reitoria da Universidade,
i
Central é o órgão de coordenação da Rede de
Bibliotecas da UNESP, que estão tecnicamente ligadas a BiCampi-^ Central, e administrativamente à Administração dos
mento
constituída a nível de Departa™o?SnfSíÍ,^a
o organograma a seguir:administrativo estruturado conforme

— 88 —

�FIGURA Z

�A Biblioteca Central apresenta anualmente sua proposta orçamentária à Reitoria, sendo responsável pelo controle
da aplicação dos recursos financeiros destinados a material
bibliográfico no âmbito da Universidade. Esse princípio é
válido mesmo quando tais recursos advém de fundos especiais, convênios ou doações estabelecidos por quaisquer unidades.
K assessorada por uma comissão técnica, designada por
Jt'ortuna ao ueitoi', consoiiuiaa ae ij (.cmco; memuros escoimaos enire os aocemes aa universiüade e presiaiaa pelo
juirecur aa j^íiDUoteca centrai.
As atribuições uo orgão, bem como as de seus dirigentes, sao aexxiiiuuá Jeiiiio aa eotrutura aaniimstrauva aa ±teitoria, e reguiaiiientaaas por r or cana especifica.
Procurou-se, dentro aos critérios recomendados por aulores e tüiuaioòos aa oiuiioteca univer^sitaria, definir as interligações com as aufconaaues cia universiaaüe em vista do
poaei' aeuiboriü que Uiiia jiiDiiüieca oentrai aeve possuir,
i-or consuGuir juócamente uni urgao que luiiui na poiiuca
uluiiüi/ecoiiomica aa univerbiaaae, na necessiaaae ae autoncinia em aasuncos ae sua competência, oem como ae figaçufcs airetas com o pioprio ixeiior. bem essa siiuaçao, uma
iJiuuuieca t^eiitrai pouco poaeia, realizar, constitumao suas
uoiiuuiçues apenas aimnaçoes teóricas, sem expressão real.
A instalação de uma Biblioteca Central sob a forma de
sistema cooraenaaor numa Umversidaüe que representa a
reunião ae escolas isolaaas funcionanüo anteriormente com
autonomia quase completa, procurou obviamente ser um
oigao ae íigaçao, corn necessiaaae urgente ae centralizar, aa
iíiioimaçoes, e ao mesmo tempo apresentar resuitaaos a con:uniuaae cientifica da Universiaaae, para afirmar-se e demonstrar a propria razão ae sua existência.
Assim, ao mesmo tempo em que se cuida da estrutura
básica do sistema, os serviços estão sendo realizados. Resumindo, as principais atividades durante o ano que decorreu
entre a sua criação e os dias de hoje, são:

- 80 —

�riOURA 'S

REITORIA
COMISSÃO
TéCNICA

DEPARTAMENTO DA
BIBLIQ. CENTRAL

secretaria
3

'divisÂo
infor.
cientifica
SERVIÇO
DE D.OC. E
divulgação

DE.OOC E
RMATICA

IIP-Í

iiipiiiii-liflilÜÜr
hh^im 11
s
i S
§ í
í s 3 t

�2.2 Catálogo Coleíivo de Periódicos:
Abrange 7,525 títulos, já impresso (em 5 volumes) e
distribuídos. Apresenta a descrição do acervo de cada título,
sem trazer no entanto a localização por Campus. Foi adotado esse sistema, pela necessidade de remanejamento dos
acervos, em futuro próximo, decorrente da desativação dos
cursos. Traz como informação adicional a relação de títulos
assinados na rede, para 1978. A atualização do C.C.P., será
anual, estando prevista a próxima para maio de 1979.
í!.3 Catálogo Coletivo de Livros:
Reúne 270.000 fichas, duplicadas das matrizes de cada
biblioteca da Rede. Serviu de base para a aquisição planificada de livres em 1978. Através de suas informações é feito
o empréstimo de livros entre as unidades.
2.4 Aquisição centralizada:
As assinaturas de periódicos foram realizadas para todas
as bibliotecas da Rede pela Biblioteca Central para o ano de
1978, procurando-se não duplicar títulos, a não ser os de referência e os nacionais. As compras de livros foram planificadas, adotando-se ficha padrão para todas as bibliotecas. As
sclicitações, das diversas Unidades triadas no C.C.L., possibilitaram a movimentação de títulos de uma unidade para
outra, desde que seu uso já se tivesse tornado restrito, pelo
remanejamento dos cursos.
2.5 Sumários de Periódicos:
A informação das revistas assinadas para o Sistema de
bibliotecas, (2.005 títulos) chega aos usuários através dos
Sumários Correntes de Periódicos da UNESP, com saída
quinzenal, agrupados em três grandes áreas: Ciências Humanas, Ciências Exatas e Tecnologia e Ciências Biomédicas.
São distribuídos às bibliotecas — 1 (um) exemplar de cada
área, e aos Departamentos, no assunto específico. Atualmente estamos procedendo a uma avaliação desse serviço. Distribuímos questionários aos Chefes de Departamentos, dando
opção para a escolha de um sumário montado a partir da
listagem própria, baseada nas assinaturas correntes para
— 92 —

�1978 Acreditamos ser esta a forma mais lógica, diminuindo-se
^ volume de informações, e, ao mesmo tempo tornando-as
mais relevantes.
2.6 Serviço de Comutação Documentária:
Com as informações do Catálogo Coletivo de Periódicos e
ou dos Sumários Correntes, o docente, através da biblioteca
do Campus, solicita cópias de artigos científicos. O atendimento é gratuito dentro da Rede, possibilitando o uso constante do material bibliográfico.
Levantamento de Teses e Pesquisas:
Por atribuição, a Biblioteca Central é a depositária das
teses e publicações da UNESP. Para conseguir esse material,
enviamos questionário para a coleta de dados, e estamos agora procedendo ao recolhimento de (um) exemplar de cada
'■ese. Será elaborado o Catálogo de Teses, para provável divulgação impressa.
2.8 Normas de Serviço: .
Visando a padronização das tarefas básicas, a Biblioteca
Central trabalha com as íaibliotecas da Rede soÍj a forma de
normas e/ou encaminhamentos, no que se refere a: tombamento, incorporação patrimonial, aquisição, reclamação de
Periódicos, atualização do C.C.P. e do C.C.L., comutação
documentária ,etc. Junto com as normas e modelos a Bibliot-eca Central envia os impressos que serão utilizados para essas tarefas.
Como atribuição, é a Biblioteca Central responsável pela
'^'Sanização e execução das Provas cie Seleção para preenchimento das vagas de bibliotecários na UNESP, sendo tamoém o órgão consultado quando da criação de novos cargos
l^écnicos (bibliotecários) para a Rede. Foram realizados até
hoje dois concursos, atendendo-se a 13 (treze) unidades.
2 9 Planejamento do Edifício:
^ A Biblioteca Central está vinculada a manutenção do
de Biblioteconomia e Documentação do Campus de
arilia, assegurando a unidade de trabalho e ensino dentro
"a Universidade.

— 93 —

�A partir desse princípio, o programa de construção — do
edifício apresentou como necessidade conjunta: instalações
para a Biblioteca Central, para a Biblioteca do Campus
(P.E.F.C.S.D. de Marília), e para o Departamento de Biblioteconomia. O campus, já com o plano de construção parcialmente realizado, conta com um edifício de atividades escolares, onde são ministradas as aulas de todos os cursos.
Optou-se então pela não inclusão de salas de aula junto ao
Departamento de Biblioteconomia, para não isolar os alunos
do convívio com os demais estudantes.
Foram planejadas áreas comuns às três finalidades do
edifício, e áreas próprias para cada serviço.
2.10 Areas comuns:

I ■
- '""H
1 — A todos: auditório, hall de entrada e de exposições;
zeladoria, facilidades de funcionários, browsing
room, bar, xerox.
2 — às duas bibliotecas: acervo e sala de leitura.
Areas privativas:

Biblioteca Central (organograma em anexo)
Biblioteca do Campus ("organograma em anexo)
Departamento de Biblioteconomia (organograma em
anexo)
Entregue já o projeto, realizado pelo FIINDUSP, deveremos iniciar ainda este ano a construção do mesmo.
3

CONCLUSÃO:

Um sistema coordenado de Bibliotecas dentro de uma
Universidade constitui semore uma experiência profissional
das mais complexas. A nós, com o problema da? distâncias
em que um Campus pode distar de outro até 800 km, e com
a publicação de cursos, que permaneceu mesmo ar)ós a reforma, a instalação do sistema de Bibliotecas da UNESP tem
proDorcionado colocações, as mais distintas, dúvidas e desafios constantes. Os serviços, ao serem operados, devem ser
constantemente avaliados, para que não ocorra a dicotomia
"^ntre a teoria e o resultado como atendimento ao usuário.
Posições devem ser revistas, e uma atitude atenta para os
possíveis pontos de estrangulamento são preocupações constantes.
— 94 —

�Para que um sistema possa sobreviver deve ser dinâmico,
não só na criação de novos serviços, mas, principalmente, em
sua operacionalidade.
bibliografia consultada
1 DEAL, C.W. et alii. La Univcrsidad y sus bibliotecas y basis
para una incusta. Washington, Union Panamericana,
1966 (Cuadernos Bibliotecológicos, n' 35).
2 GELPAND, M.A. Las bibliotecas Universitárias de los países cn vias de desarrolo. Paris, UNESCO, 1968.
3 KOONTZH, D.C. Princípios de Administração. São Paulo,
Pioneira, 1962.
4 LEMOS, A.A.B. &amp; MACEDO, V.A.A. A posição da Biblioteca na organização operacional da Universidade. K
Esc. Bibliotecon. UFMG., Belo Horizonte, 4 (1): 40-51,
mar. 1975.
5 PENA, C.V. Planejamento de servicios bibliotecários y de
documentation. 2. ed. Paris, UNESCO, 1970.
6 UNION PANAMERICANA. Normas para bibliotecas generales universitárias de Ia Asociacion Americana de
Bibliotecários. Washington, 1964 (Cuadernos Bibliológioos n' 20).
7 USP — BIBLIOTECA CENTRAL. Normas para compilação
de um Catálogo Coletivo de Ferióilicos, São Paulo,
USP, 1951.

— 95 —

�FIGURA 4
BHHOTECA CENTRAL

BIBLIOTECA DO "CAMPUS"

DEPARTAMENTO DE BmüOTECQNQMt/l

�DEBATES

THEREZA SITA DE CARS (Professora do Departamento de Documentação da UFF): Gostaria de saber o número
de bibliotecários e de outros profissionais que participam do
excelente trabalho relatado.
LEILA MAGALHÃES ZERLOTTI MERCADANTE: Muito
obrigada pelo "excelente trabalho relatado". A Biblioteca
Central conta com 4 bibliotecários; 1 Diretor da Biblioteca,
2 Diretores de Serviço e 1 bibliotecário. Temos 6 escriturários
e uma Secção Gráfica de Reprografia. A rede de bibliotecas
é formada, atualmente, por 54 bibliotecários e com aproximadamente 100 agentes administrativos. A Biblioteca Central, agora está admitindo mais 2 bibliotecários para começar
a fazer a centralização do Serviço de Intercâmbio de Duplicatas .
MARIA DO CARMO FRANCA NEVES: Quando é feita a
coleta para o catálogo de teses? Durante a fase de elaboração ou depois de concluída?
LEILA MAGALHAES ZERLOTTI MERCADANTE; O catálogo de teses pretende ter duas entradas; uma para as teses já defendidas, outra para as teses e pesquisas em andaoiento.
SUZANA CASTILHO (Universidade Federal do Paraná):
A aquisição de material bibliográfico no exterior tem apresentado problema? Em caso positivo, de que ordem foram
esses problemas e quais as medidas adotadas na tentativa
^e contorná-los?
— 97 —

�LEILA MAGALHÃES ZERLOTTI MERC AD ANTE: Parece impossível, mas eu não tive problemas na aquisição de
material bibliográfico no exterior. Nós estamos fazendo a
aquisição de periódicos através de agente e, não, de editores
Estamos fazendo a aquisição através de três agentes: um na
Suiça, outro na Inglaterra e um nos Estados Unidos. Essa
aquisição é feita, normalmente, através do^ Banco Central.
Nós começaremos a fazer este ano a aquisição de livros, para
isso estamos montando um serviço de importação para essas
obras.
MARIA LÚCIA POUBEL BASTOS (IBICT): Por aue o
Sistema de Bibliotecas Julio de Mesquita Filho não se utilizou
do sistema automatizado. Catálogo Coletivo Regional de Periódicos de São Paulo, para registro, controle e divulgação
dc seu acervo de periódicos?
LEILA MAGALHÃES ZERLOTTI MERC AD ANTE: O nosso Catálogo Coletivo é muito bom instrumento de trabalho da
rede. Alguma das unidades pertencentes à rede de bibliotecas
,iá colabora com o Catálogo Coletivo Nacional através do Regional. A Biblioteca Central pretende fazer com que todas
as unidades colaborem com o Catálogo Coletivo Nacional dc
Periódicos.
NEUZA DIAS DE MACEDO (Professora do Departamento de Documentação da UFF&gt;: Gostaria de saber se o Sistema
de Bibliotecas da UNESP tem desenvolvido estudos «^obre
programas de ensino, pesquisa e extensão universitária?
LEILA MAGALHÃES ZERLOTTI MERC AD ANTE: Só temos feito trabalhos na parte de pesquisas e trabalhos em andamento. Pretendemos fazer a caracterização dos usuários
por áreas. Estamos estudando a definição de uma política
de seleção e aquisição por áreas. Isto é feito através da Comissão Técnica. Pretendemos elaborar uma Carta sobre política de seleção e aquisição na Universidade.
Qual a forma de atendimento e educação do usuário?
LEILA MAGALHÃES ZERLOTTI MERCADANTE: Nesse
sentido, nós temos promovido cursos de pesquisa bibliográfica.
— 98 —

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                <text>Relata a implantação do Sistema de Bibliotecas da UNESP, a estrutura e vinculação da Biblioteca Central e bibliotecas do sistema, nos 14 campi, no Estado de São Paulo.</text>
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                    <text>PAINEL SOBRE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA

Componentes da mesa

Uiordenador: Antonio Miranda (Assessor de Planejamento
Bibliotecário da CAPES)
Conferencista: Dr. Abraam Sonis (Diretor da Biblioteca
Regional de Medicina — BIREME)
^expositores:
Aldo de Albuquerque Barreto (Pesquisador da Divisão de
Estudos e Projetos do Departamento de Apoio Técnico do
IBICT)
Kliana Souza Pinheiro (Professora do Departamento de
Documentação da UFF e Assistente de Direção do Núcleo
de Documentação da UFF).
Klisabeth Schneider de Sá (Chefe da Biblioteca de Veterinária da UFF).
Maria das Neves Niederauer Tavares Cavalcanti (Diretora do Centro de Informações Científicas para a Saúde
do Estado do Rio de Janeiro).
^^cretária; Mareia Maria Erthal Serrão (Bibliotecária do
Núcleo de Documentação da UFF).
— 109 —

�ANTONIO MIRANDA
Gostaria de fazer uma colocação preliminar antes de dar
inicio aos nossos trabalhos.
Em primeiríssimo lugar, parabenizar a UFF, em particular as autoridades do Núcleo de Documentação, a Professora Alice Barros Maia, Presidente desse Seminário, pela
feliz oportunidade de convocar a classe bibliotecária para
esse 1' Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias.
Atualmente, existe no país aproximadamente 85 Universidades, mais de 700 Institutos de Ensino Superior, 850 cursos
em nível de pós-graduação e, contam-se já com centenas
de Bibliotecas Universitárias, e sobre elas recai aquela iá
tradicional queixa do seu isolamento, da falta de troca de
experiência, da inexistência de uma rede que possa servir
de base para um desenvolvimento mais racional de seus
serviços às comunidades científicas e acadêmica nacional,
de maneira que, um P Seminário Nacional de Bibliotecas
Universitárias deve ser visto dessa perspectiva.
Gostaria de fazer uma proposição e oficiá-la no final de
nosso trabalho de hoie: assim como não existe lugar para
que as Bibliotecas Públicas neste país esteiam isoladas das
Bibliotecas Escolares, e vice-versa, também não podemos
isolar as Bibliotecas Universitárias das Bibliotecas Estíecializadas, pois a esmagadora maioria das nossas Bibliotecas
Universitárias são Bibliotecas Especializadas.
Em segundo lugar, um raciocínio ainda mais lógico, é
que nossas Bibliotecas Universitárias somente sobrevivem n
partir de sua ligação com o sistema de informação esnecializada, quando eles trabalham em combinação e comolementação com Bibliotecas Especializadas. A partir dessa colo-i
cação, gostaria que nos próximos anos esses encontros fossem
de Bibliotecas Universitárias e Bibliotecas Especializadas, em
virtude de tomar conhecimento, antes de vir para Niterói,
da relutância de alguns Núcleos de Informação Científica e
de Bibliotecas Especializadas de liberarem seu pessoal bibliotecário por se tratar de uma reunião especializada em
Bibliotecas Universitárias. Acredito que se abríssemos o
leque para as Bibliotecas Especializadas, poderíamos estudar
problemas comuns também a elas. É uma proposição que
gostaria de formular para o Plenário Final desse nosSO
Seminário.
— 110 —

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            <description>The nature or genre of the resource</description>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>O pronunciamento inclui os agradecimentos e contextualização do ensino superior,com bibliotecas vulneráveis, isoladas, sem trocas de experiências, sem uma rede de apoio que possa servir de base para o desenvolvimento mais racional de seus serviços à comunidade científica e acadêmica nacional.</text>
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                    <text>biblioteca universitária no brasil
REFLEXÕES SOBRE A PROBLEMÁTICA

ANTONIO MIRANDA
íAssessor de Planeiaraenlo Bibliotecário
da CAPES)

RESUMO
1

biblioteca como um problema técnico e como fenô'•^eno social, a inter-relação com o meio ambiente, o processo
^ negociação com as esferas do poder decisório superior.
^ ecessidade de definição de objetivos segundo a realidade
^Institucional, necessidades de desenvolvimento de uma
mentalidade científica de planejamento de serviços e de
valiação de coleções e de formulação de uma política de
^^leção. Discute o problema da estrutura administrativa
^usência^de padrões e critérios válidos na elaboração de
"1'ganogramas e na definição de atribuições, responsabill
"Sdes, orçamentos e programação de ativi'lades); de "protécnicos" (excessivo apego às tarefas técnicas sem
stucbs sérios de adequação às suas próprias necessidades^
por último, os_ problemas de pessoal, (desestímulo ao
^Perfeiçoamento contínuo e a titulação a nível de pós-graUação para acompanhar a própria capacitação docente nas
I'niversidades e responder à demanda cada vez mais sofis,JÇada/especializada da comunidade universitária). A bi■^"oteca universitária sobrevive sem este planejamento, não
adequadamente a formação de sua coleção e não
l^^dica suficiente tempo e recursos à referência e ao treinamento de usuários, ou seja, descuida o princípio orientador
serviços e os fins e objetivos da entidade. Advoga, como
^°íUção, um plano de estímulo na formação de pessoal biblioe a criação de um Sistema Nacional de Bibliotecas
niversitárias. j!:
— 175 —

�1

Introdução

Antes de constituir-se em problema técnico possível
de ser controlado e submetido à hermenêutica das leis e
normas da biblioteconomia, a biblioteca universitária é um
fenômeno social. A complexidade está na dicotomia apaiérite entre a abordagem técnica e a visão política dos problemas. A praxis revela que binômio técnica - contexto
social só é equacionado positivamente quando o árbitro —
no caso o bibliotecário — transita nas duas esferas e quando
í^abe, como administrador, dialogar com o poder decisório
superior. Erra, portanto, aquele que oferece tão somente
soluções técnicas. Frusta-se o planejador que não sabe
auscultar ps forr?is tendências, inclinações e demandas daS
personalidades em conflito na sua área de atuação e fracassa
se não souber articular estas forças ambientais em favor
de seu projeto. Vale dizer: o projeto só é válido — por mais
correto que pareça do ponto de vista técnico — se conseguir
catalizar as forças e inclinações do meio ambiente cm qü®
pretende atuar.
Caberia, portanto, a análise desta conjuntura como
parte inalienável do planejamento de sistemas de bibliotecas
(:m nossas universidades. A razão está em que cada insti'
tuição tem as suas características próprias, suas tradições c
até mesmo barreiras psicológicas que são o produto de sua
ideologia ou — para ser mais preciso — do ideário dos qü6
forjaram e nela imprimiram a sua personalidade, assim
como a influência de seus novos líderes.
A dificuldade maior está em que esta "realidade objeti'
va'-' é dinâmica, expressando o equilíbrio tático das força®
atuantes.
Sem dúvida, esta conjuntura afeta o funcionamento
serviços bibliotecários com nessas universidades. Para daí
um exemplo, as dificuldades de criação e desenvolvimento
de uma biblioteca central em uma universidade mais antiga
(que foi criada através da coordenação das antigas faculda'
des isoladas pré-existentes as quais continuam mantendo
uma (compreensível) autonom.ia e ato certa auto-suficiên'
cia) do que uma universidade totalmente nova, criada sobrc
a prancheta do planejador. No primeiro caso, o diálogo
sobre "centralização e descentralização coordenada" doS
— 176 —

�serviços bibliotecários da B. C. exige um nível de argumentação e persuação mais complexo e diplomático do que na
^ííva universidade, onde os recursos humanos foram recrutíidos coetaneamente, dentro de princípios gerais e abrangentes e onde os elementos ainda não têm posições de certa
forma cristalizadas e sacramentadas pela tradição. A capaf^icade de "ubiqüidade" na abordagem do problema é o
grande desafio diante do bibliotecário-planejador. Ele
Precisa ponderar as forças em derredor, colocando-se na
Perspectiva mesma de seus interlocutores, sem preconceitos
^ sem exacerbação de ânimos, na tentativa de compreender
opiniões divergentes e de encontrar um mínimo divisor
^omum capaz de neutralizá-las.
Esta capacidade de isenção crítica, de honestidade na
'Tticulação de dados e de "distanciamento" (no sentido
^rechtiano do termo) quanto às forças em conflito (se for
^ caso) é o lado mais difícil do problema, pois depende da
habilidade inata de parlamentar que deve fazer parte dos
'"squisitos e qualidades do bom administrador envolvido em
^^•refas de relações humanas, seja ele bibliotecário ou não (i).
No estudo das duas realidades — a da universidade mais
^ritiga vivendo o processo transitório da sua homogeneização
j

íl) Uma corrente inglesa mais radical advoga que a admlnis•"ação de biblioteca não deve ser exercida por um bibliotecário, mas
por um especialista em' administração, ficando com o bibliote^®rio a assessoria relativa aos problemas técnicos. É discutível a
ítlidade de uma experiência desta natureza, pois não é o diploma
faz o profissional. Sem dúvida, se o graduado em administração
in 'itas,
♦' e souber conhecimentos
específicos em. suaeleárea,
as aptidões
assessorar-se convenientemente,
cumprirá,
com
Iji^.^^vel sucesso, a sua missão. Provavelmente até melhor que um
„ "'lotecário sem a experiência e domínio da arte de administração,
iifr
contrário (e isso costuma acontecer com muita freqüência,
trari
administrador
não-bibliotecário
admlnlsaaor e nem obibliotecário,
então
a experiência não
podeé nem
ser fatal.
adiYii^ insistência na necessidade de indicar profissionais para a
•ninlstração em, suas áreas de competência é justamente a de
^'^tar uma empatia profissional e técnica mais solidária, capaz de
^'^Jear o apoio e a cooperação entre iguais o que — é bom frisar
^ tam.bém pode, em circunstâncias excepcionais, gerar inconfore conflitos.
'^orifP
seria o bibliotecário com a dupla titulação (em blbllote^
administração) mas com a necessária ressalva de que
cie .P^riência e a aptidão próprias devem somar-se aos títulos vazios
Significados positivos.
— 177 —

�e a nova universidade gestando sua fisionomia estrutural —
deve-se ressaltar que uma não é melhor do que a outra. São
diferentes e ambas oferecem vantagens e desvantagens.
A mais antiga talvez apareça como mais conservadora,
cautelosa em suas decisões e burocraticamente mais lenta,
enquanto que a mais nova tem maior liberdade para criar
o decidir. Por outro lado, esta última tende a exercitar o método desaconselhável da "tentativa e erro", devido à inespe] iência de seus componentes humanos se não como indivíduos (pois alguns podem ter tido uma comprovada experiência prévia) mas sim como equipes de trabalho. Naturalmente que a biblioteca é beneficiária e vítima da infra-estrutura geral da instituição na qual ela se insere. Ignorar
esta estrutura maior é impossível na prática. Por outro lado,
como já foi assinalado, as instituições são as pessoas que dela
liarticipam e é tarefa do bom administrador saber manter a
rqüidistância responsável com as diversas lideranças mediante diálogo construtivo e objetivo, evitando posições radicais e intransigentes, afiliações fortuitas e passageiras, tendo em vista objetivos e benefícios duradouros para a organização que ele dirige.
Sendo um organismo dentro de outro maior, seria prof-edente investigar o que o organismo maior pensa e espera da biblioteca, na tentativa dc saber os seus limites e atribuições segundo as possibilidades reais.
Não temos, e é reconhecida a nossa falha, uma tradição
bibliotecária no Brasil, lassim como a nossa tradição universitária é bem recente. Não podemos esquecer o fato de que
as universidades são fenômenos novíssimos em nossa cultura por causa do nosso tipo de colonização. Verdadeiras bibliotecas universitárias — entendidas não apenas como grandes coleções em majestosos edifícios mas julgadas, sobretudo, pela excelência de seus serviços à comunidade acadêmica só aparecem neste século e só agora começam a afirmar-se
o a impor-se. O conceito mesmo de biblioteca varia de país
para país e é peculiar no nosso caso, a falta de tradição no
uso de livros e de bibliotecas. É a experiência que limita ou
amplia os conceitos. A nossa é uma sociedade emergente onde, via de regra, o nosso bisavô era analfabeto, nosso avô
concluiu o curso primário e nossos filhos, pelo menos alguns
deles chegam à universidade, sem haverem convivido con^
— 178 —

�livros em casa, sem nunca terem freqüentado boas bibliotecas públicas. Isto é válido para alunos e para professores e
só a novíssima geração de professores utiliza grandes bibliotecas para a elaboração de suas teses e pesquisas. Ao contrário, a grande maioria supriu a carência de serviços bibliotecários hábeis e ágeis organizando duas bibliotecas privadas
ou as coleções departamentais para consulta imediata. Esta
experiência conforme a visão do que o professor (e por extensão toda a comunidade) tem da biblioteca. As nossas pequenas, mal aparelhadas e pobres bibliotecas setoriais existem porque algumas personalidades sentiram a necessidade
de desenvolvê-las e apoiá-las como instrumentos de apoio ao
fnsino e à pesquisa nas suas áreas de atuação. Foram médicos, engenheiros, químicos, especialistas em Sociologia, Diveito ou Educação, coordenadores ou diretores de cursos
que arregimentaram esforços, reuniram obras, buscaram fundos e iniciaram suas coleções. Na maioria dos casos, quando
a empresa torna-se complexa, contratam bibliotecários para
organizá-las e atendê-las, A estes idealizadores e pioneiros
oabe-lhes o mérito e o reconhecimento e naturalmente, defendem o seu patrimônio quando ameaçado de descaracterização mediante sua incorporação anônima a serviços centrais, fora de seu alcance e determinação.
A modernização e a racionalização no emprego dos recursos humanos, materiais e financeiros na manutenção de
serviços bibliotecários em nossas universidades exige uma
mudança radical de métodos de organização de serviços, onde a "biblioteca isolada" não tem condições de sobrevivência.
Como, então, conciliar esta tradição de biblioteca isolada, liberada por indivíduos interessados na sua implantação
c manutenção — precária em serviços e praticamente voltapara si mesma —, com esta outra biblioteca em circuito,
em sistema, delegando parte de suas prerrogativas em função dos benefícios do intercâmbio e dos usuários?
Trata-se, sem dúvida, de uma decisão administrativa,
ttias no fundo envolve negociações para as quais o planejador necessitará de uma grande dose de isenção, flexibilidade,
paciência e visão de futuro. Primeiro porque as pessoas não
costumam ceder seu território de influência se não estão
Plenamente convencidas das vantagens desta renúncia. Infelizmente — devemos reconhecer —, as tomadas de decisões
— 179 —

�quanto a "centralização" têm sido feitas de forma geralmente autoritárias, sem estudos sérios e bem fundamentadas, sem uma campanha de esclarecimento público adequada e sem uma programação correta na sua inplantação.
Fechar bibliotecas no início ou fim do ano escolar para mudança é um erro que, infelizmente não é dos mais raros
entre nós.
Logicamente, toda mudança deve ser precedida de uma
jirogramação que assegure o mínimo de atropelos aos usuários e só se justifica se o sacrifício for realmente para melhorar os serviços da biblioteca. De preferência, o material a ser
transportado deve ser previamente processado, toda a meríânica da mudança prevista e controlada e a comunidade
informada da mudança. Afinal, o que se muda não são apenns livros mas também serviços e eles não podem ser descontinuados sob pena do prestígio e da frustação. Parece óbvio,
mas, lamentavelmente, é freqüente assistirmos a "bibliotecas" inteiras em caixotes, com seus fichários transtornados,
iogados nos depósitos de bibliotecas maiores, com a alegação de que "faltam funcionários" para reorganizá-los. E
porque, então, foram desmanteladas?
Descontinuidade administrativa, falta de poder de decisão do bibliotecário no processo, reviravoltas nas regras do
.i''go, descuido, acidente incontrolável? De tudo um pouco
na via cruéis da organização de nossas bibliotecas universi1 árias, hoje vivendo a sua crise de crescimento e afirmação.
Com a explosão demográfica na universidade (hoje são
mais de um milhão de estudantes); com a pretendida muflança dos métodos de ensino que mais orientam o aluno
(c o professor) a abandonar a apostila e as "anotações de
aula" para iniciar-se na pesquisa bibliográfica; com a proíi-'
feração de cursos de pós-graduação (hoje são mais de 800
cm todo o país); com a ampliação do número de professores com titulação de mestre e de doutor, ou especialização,
pressupondo novos métodos de atualização permanente de
conhecimento; com um contingente cada vez maior de indivíduos e equipes realizando pesquisas e preparando teses;
dissertações e trabalhos acadêmicos, com tudo isso, a biblioteca universitária ganhou notoriedade, evidência. Transformou-se, aliás, no grande problema e dificuldade para o de- i
senvolvimento da nossa reforma universitária.
— 180 —

�Teria crescido a biblioteca proporcionalmente à demanda? Teria evoluido qualitativamente? Involuiu?
É difícil acenar com mais resposta satisfatória.
Nos últimos dez anos foram construídos alguns razoavelmente grandes edifícios de bibliotecas (UNB, UFJP, UFSM,
UPSC, UFRN, UFV, UFPE), e vários outros estão em construção ou estão sendo projetados (PUC/RS, UFMG, UFPB,
etc.) .
Consideráveis recursos vêm sendo aplicados na aquisição de livros e na importação de periódicos e, hoje por hoje,
quase todas as grandes universidades têm ou estão organizando os seus serviços centrais (por centralização física ou
por coordenação de atividades, dependendo da configuração física ou administrativa) e, salvo, em algumas universidades particulares, todas possuem bibliotecários graduados
em seus quadros.
Problemas, no entanto, subsistem. Poderiam ser sumariados assim;
1.1 Estrutura administrativa. Mesmo nas universidades
federais não existe um critério unificado quanto à estrutura administrativa das (s) biblioteca (as). Não se pretende
que haja um único modelo obrigatório para todos os sistenias de bibliotecas, mas critérios comuns ajustáveis às diferentes situações e estágios do desenvolvimento. Idealmente,
deve existir uma biblioteca central ou um núcleo da coordenação de bibliotecas em cada universidade com suficiente
autonomia como para cumprir com os seus objetivos. Um
"regimento interno" aprovado pelo Conselho Universitário
(onde o Diretor da Biblioteca deve ter vez e voto) e orçamen"
to próprio e definido são pré-requisitos para qualquer empreendimento sério. Os padrões internacionais recomendam
5% do orçamento da universidade para a manutenção de
serviços bibliotecários.
Uma Comissão de Biblioteca, composta também por professores das diferentes áreas de conhecimento, deverá orientar o Diretor da Biblioteca nas suas decisões quanto a seleção de material bibliográfico, distribuição do orçamento de
aquisição, etc. Não se trata de uma Comissão honorífica.
— 181 —

�pró-forma, mas um grupo de trabalho que implica na não
indicação de pessoas por mais representativas que sejam,
que não possam prestar a colaboração devida. Não pode haver um hiato entre a biblioteca e a comunidade a que ela
serve e a Comissão deve ser o arauto e a manifestação de reivindicações, queixas e tendências da própria comunidade.
A ausência de uma estrutura administrativa definida,
com atribuições claras e objetivos explícitos vem dificultando, sobremaneira, o desenvolvimento-«dos serviços bibliotecários na maioria de nossas bibliotecas universitárias.
1.2 Processos Técnicos. Os bibliotecários são acusados,
tradicionalmente, pelo excessivo apego aos processos técnicos em detrimento de outras atividades igualmente importantes. Em verdade, poucas bibliotecas universitárias podem orgulhar-se de contar com catálogos atualizados e completos. Os sistemas de classificação variam majoritàriamente entre o CDU e a CDD e, em certos casos, ambos sistemas
sobrevivem as vezes numa mesma universidade (em djiferentes bibliotecas) ou, até mesmo, em diferentes coleções
de uma mesma biblioteca. Naturalmente que isto afeta a
compatibilidade de serviços, sobretudo nos catálogos coletivos, mas a reclassificação é excessivamente onerosa para
constituir-se em solução viável.
/
V

Ainda quanto aos processos técnicos caberia ressaltar
que nós fracassamos exatamente nos dois processos mais
importantes sob a perspectiva dos serviços à comunidade: na
seleção e na referência. Sem dúvida alguma, "Seleção é a
atividade técnica que orienta a formação e o desenvolvimento do acervo". CBaríssimas bibliotecas universitárias fazem
avaliações periódicas de suas coleções no sentido de adequá•las, em termos de pertinência e relevância, em graus de
quantidade e excelência, aos conteúdos programáticos dos
cursos oferecidos pela universidade, tomando-se em consideração o tipo, as características de seus usuários. Como podem, então aplicar os recursos para uma aquisição equitativa e racional? Deixando aos professores a tarefa da seleção,
sem orientação e sem uma política definida? Aqui reside o
grande conflito, o fator que mais compromete o envolvimento da biblioteca com a comunidade, causador das queixas e
frustações mais desconcertantes"^
— 182 —

�o outro lado da questão é o serviço de referência que
tampouco existe na maioria de nossas bitíliotecas. Isto é, o
leitor vê-se desorientado e perdido sem orientação e sem treinamento. Se lembrarmos a sua tradicional inabilidade no
uso de livros e de bibliotecas, pode-se compreender a sua
perplexidade ou revolta.
Acusa-se o usuário por sua ignorância e pune-se-o por
sua inabilidade. Ao invés de treiná-lo e orientá-lo, prefere-se
i'ochar-se-lhe o acesso às estantes e criar novos controles.
Na biblioteca universitária brasileira os leitores são bem informados quanto aos seus deveres (através de regulamentos, vigilância, multas e suspensões) mas. .jamais chega a
precisar, claramente, quais são os seus direitos.
Se não existe o serviço de referência, como então são orientados os "processos técnicos"? Respondem a normas frias
e canhestras quando, ao contrário, deveriam tomar em consideração os hábitos e as determinações da própria comunidade usuária?
Pode faltar tempo e pessoal para tudo menos para o
leitor, que é a razão de ser da biblioteca. A estratégia está
justamente em saber criar ou orientar os hábitos de leitura
da comunidade o que exige do especialista conhecimento das
técnicas de referência, do acervo ao seu alcance, de serviços
opcionais (comutação hemerográfica, empréstimo interbiDiiotecário, etc.) e, naturalmente, cultura geral e específica,
além das qualidades inatas indispensáveis a qualquer pessoa que pretenda servir a comunidade.
1.3 Pessoal. As estatísticas demonstram que, apesar do
progresso nos últimos anos, é ainda diminuto o número de
bibliotecários em relação com o universo de usuários. Os
' processos técnicos" e as tarefas administrativas consomem
quase todo o tempo e a força de trabalho de pessoal graduado.
Por outro lado, dois problemas afetam a utilização desses
profissionais para a prestação de melhores serviços. Em prinieiro lugar, a falta de planejamento de serviços. Isto é, são
destinados para tarefas descoordenadas, isoladas, repetitivas,
nao raro absorvendo rotinas não profissionais o que significa baixa produtividade ,falta de metas e objetivos definidos.
— 183 —

�Em segundo lugar, o despreparo dos profissionais que
«ervem em bibliotecas. Com o incentivo crescente à capacitação de docentes, o nível de especialização de nosso professorado vem aprofundando-se o que implica em demanda de
informação mais sofisticada e específica. Por outro lado, o
bibliotecário de nossas universidades não teve o correspondente incentivo à capacitação permanente. Ao contrário, os
mais jovens e os mais ambiciosos optaram pelo ensino (para
usufruir dos privilégios) ou foram atraídos por melhores
oportunidades e melhores salários nas bibliotecas especializadas e nos sistemas nacionais de informação.
Os colegas bibliotecários acrescentariam um terceiro problema que é a dificuldade que encontram nas tarefas de planejamento e administração, por falta de verbas, apoio nas
decisões ou pela inexistência de pessoal profissional e auxiliar
capacitado. No entanto, a nossa experiência nos diz que,
apesar de casos isolados de real desinteresse de algumas autoridades universitárias ou até mesmo de injustiças, na maioria dos casos dá-se exatamente o contrário; as autoridades
universitárias não encontram a liderança, a segurança e a
capacidade nos profissionais como para conceder á biblioteca os recursos pretendidos.
Sem um plano coerente, sem liderança efetiva e sem
participação atuante nas esferas de decisão, nenhum bibliotecário conseguirá reunir os recursos para a sua biblioteca,
salvo as mínimas para a sua sobrevivência. Os recursos nas
nossas universidades são limitados e, no caso das bibliotecas,
devido ao fato de que raramente constituem-se em prioridade orçamentária, um trabalho de esclarecimento e persuasão é indispensável.
1.4 Outras dificuldades. O grande obstáculo no desenvolvimento de serviços bibliotecários parece ser, como já foi proposto, a nossa precária tradição na área.
Não abundam, entre nós, os modelos de bibliotecas com
serviços eficientes e uma infra-estrutura compatível com os
seus objetivos. Ainda viemos no "vir-a-ser" e imitamos os
modelos estrangeiros. Seja como for, é a nossa própria experiência (aliada à estrangeira, sem dúvida, mas com cautela) que poderá mostrar-nos com segurança o caminho a trilhar. É antes de tudo, uma mudança de mentalidade, de atitude, paralelamente aos recursos humanos, financeiros e materiais que devemos conquistar.
— 184 —

�Uma biblioteca tem que definir as suas metas e para
isso necessita de um estudo de sua própria realidade antes
de aventurar-se a qualquer transformação qualitativa. Esta
capacidade de julgamento da situação e a formulação de novas opções (teologia, vale dizer, a fixação de objetivos e metas realistas) é que garante o planejamento de sistemas de
bibliotecas. Pretende-se, com ele, atingir os objetivos com o
mínimo de recurso, no menor prazo de tempo, maximizando e otimizando as oportunidades.
Fala-se muito, modernamente, em "administração por
objetivos", em administração científica. Na prática, os empecilhos são grandes, mas a ausência de critérios e planos
õ pior.
A Universidade Brasileira vive um momento dramático
tíe transição provocado pela renovação de nossa sociedade,
pela busca de novos valores e de soluções para os grandfs
pi'oblemas nacionais. Informação é matéria prima indispensável nesse processo de renovação. A Biblioteca Universitária necessita acompanhar este processo de renovação, capawtando-se para contribuir decisoriamente nas tarefas de ensino, pesquisa e extensão. Ela deve constituir-se na base e
fíGntro deste grande debate e busca de informação e idéias
Ou como ainda acontece em muitos casos, contentar-se com
tarefa menor de ser apenas um banco de livros de texto ou
Uni salão de leitura estudos opcionais.
É um extraordinário e maravilhoso desafio colocado à
iniaginação criadora dos bibliotecários acadêmicos.

2 Conclusões
A biblioteca universitária brasileira enfrenta uma crise
de crescimento pela Renovação Universitária ,pela tentativa
de transformação dos métodos de ensino e aprendizagem,
pela explosão demográfica no ingresso de discentes, pela intensificação de pesquisas e da extensão e, sobretudo ,pela
^capacitação de docentes que vem demandando maior sofisticação e exigindo maior pertinência no atendimento dos serviços de informação e documentação.
— 185 —

�As bibliotecas não cresceram em termos de aquisição
de material bibliográfico e na facilidade de seus serviços nas
mesmas proporções. No entanto, é justo reconhecer que consideráveis recursos vêm sendo destinados, em muitas universidades, para aquisição e para renovação de serviços e de
métodos de trabalho, tanto nas universidades federais quanto nas estaduais e particulares. E grande parte destes recursos provêm de fontes financeiras externas, mediante convê
nios. A heterogeneidade na procedência destes recursos, aS'
sim como a ausência, em muitos casos, de critérios defiai
dos para a sua utilização, vem criando alguns embaraços sobretudo porque a gerência dos recursos nem sempre é feita
de acordo com um plano global de investimento do setor bibliotecário das universidades, mas de forma isolada e descoordenada. Seja por inexistência da politica aludida (que norteia as aplicações) seja por desconhecimento de tal políticsi
(quando ela existe). Voltamos, portanto, ao princípio da necessidade de maior entrosamento da biblioteca com estes ca'
nais decisórios, no sentido de racionalizar o emprego dos recursos em função de objetivos mais abrangentes e equitativosExiste, paralelamente, a dificuldade de obtenção de moeda estrangeira para a importação de material bibliográfico ■
Os "tetos" de importação são limitados para cada universidade, os processos de aquisição são lentos e os livros e periódicos cada vez mais caros por causa da inflação nacional ^
internacional.
Independentemente ou não da liberação de mais recursos para material bibliográfico ,duas soluções são propostas:
a) que seja realizada, pelo Ministério da Fazenda, estudos para a retirada dos materiais bibliográficos
rubrica "Material Permanente", criando rubrica especifica onde sejam incluidos, também, todos os novoS
tipos de materiais de registro bibliográfico conforin^
"Recomendação do 9" Congresso Brasileiro &amp; V Jorna'
da Sul-Riograndense de Biblioteconomia e Documentação, Porto Alegre, 3 a 8 de julho de 1977".
O problema é antigo e a solução não é nova e vem sendo
proposta insistentemente. Pretende-se liberar o livro da coU'
dição de "objeto" físico para transformá-la em instrumento
didático, assumindo o risco de usá-lo e, eventualmente,
descartá-lo da coleção por obsoletismo ou irrelevância.
— 186 —

�'

b) criar os mecanismos necessários (acordos, convênios
de serviços, catálogos coletivos, comutação hemerográfica, empréstimo inter-bibliotecário)no sentido de
maximizar o uso deste acervo acumulado nas universidades e justificar os altos investimentos que eles
representam. Nenhum país, por mais rico que seja,
pode abrir todas as comportas de importação sobretudo quando isso implica numa excessiva duplicação
de títulos para uso restrito e limitado. Urge favorecer
o intercâmbio, sem o qual o ensino e a pesquisa permanecerão atrofiados pela curta acessibilidade local,
pela burocrática e vagarosa processualística da boa
vontade isolada e extemporânea. Em suma, faz-se
mister, paralelamente ao sistema proposto de universidade brasileira, criar-se um Sistema Brasileiro de
Bibliotecas Universitárias como agência de planejamento e coordenação deste intercâmbio de recursos e
de experiências. Um tal sistema facultaria a catalização destas energias, serviria de foro para a discussão dos problemas comuns e facilitaria a formulação
de mecanismos hábeis para provocar a desejada aproximação em termos cooperativos e funcionais, entre
as nossas bibliotecas universitárias através da complementação de seus serviços. Mas este é um assunte
que escapa ao âmbito do presente trabalho, ficando
aqui, tão-somente, o seu registro para uma abordagem futura mais detalhada e argumentada.

Bibliografia consultada
^

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Techi^ical Services, 21 (1): 40-47, 1977.

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36 p.
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CUNHA, Murilo Bastos da. Sistemas de informação no
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4

FERREIRA, Gilda Pires. A biblioteca universitária cn'
perspectiva sistêmica. Recife, Universidade Federal
Pernambuco, 1977. 29 p.

5

MIRANDA, Antonio, Análise conjuntural das biblioteca^
das universidades federais do Nordeste do Brasil.
REUNIÃO DE DIRETORES DE BIBLIOTECAS CENTRAIS DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS DO NOR'
DESTE, 1., Foraleza, lü-12 Novembro 1977 Brasíli^^'
CAPES/MEC/DAU, 1977.

r

. Bibliotecas universitárias: festa e fome. Boletii"
ABDF, Brasília, 3-6, mar./abr., 1977.

7

. Bibliotecas dos Cursos de Pós-Graduação em Ed^^'
cação no Brasil: estudo comparado. In; CONGRES"
SO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E
CUMENTAÇÃO, 9., Porto Alegre, 1977. Anais...
to Alegre, 1977. v. 2, p. 268-333.

9

. Planejamento Bibliotecário no Brasil; a inform^'"
ção para o desenvolvimento. Rio de Janeiro, Livro^
Técnicos e Científicos. Brasília, Editora Universidaí^®
de Brasília, 1977. 135 p.

0

OSBURN, C.B. Planning for a University Library Policy
on Collection Development. Int Livr Rey, 9, 209-22*'
1977.
DEBATES

LÉLIA GALVÃO CALDAS DA CUNHA (Chefe do DepaJ'
tumento de Documentação da UFF): Acredita que a soluÇ^^
para o problema de atendimento nas bibliotecas, diga
da perto é educação do profissional bibliotecário, do
tanto ao treinamento dos usuários?
i
ANTONIO MIRANDA: Nem uma coisa, nem outra. ^
problema é muito mais complexo. Gostaria de dizer que
se é um problema da estrutura do ensino no país. É ele
— 188 —

�'^va a que tenhamos usuários sem nenhum treinamento,
capacitação e sem condições para a própria iniciação
pesquisa e, no desenvolvimento do seu trabalho intelectual,
''into quanto do bibliotecário que muitas vezes recebe umPi
^orrnação deformada.
í
JOSÉ DE ALBUQUERQUE MOREIRA (MEC/DAU/
^APes): Talvez a solução para todos esses problemas, fosse
^ &lt;^'nação de um Centro Nacional de Planejamento em Infor'^fição e Documentação. O que lhe parece?
ANTONIO MIRANDA: Atualmente, estamos fazendo um
'^vantamento da situação das bibliotecas universitárias bra'^i'eiras, para saber o que são e que problemas têm. Acredique muito em breve possamos ter 3 subprodutos disso: 1"
^ um guia das biblictecrr; brasileiras, para facilitar o inter•"âmbio e o estudo dessas universidades; 2° — formar grude trabalho para estudar os diferentes tipos de probleencontrados nas bibliotecas universitárias; e, S"? — que
^ o mais importante de todos, a formulação de um Sistema
-^acionai de Bibliotecas Universitárias, que é o que mais se
'^scessita na presente conjuntura nacional. Acredito que já
amadurecida a idéia de se criar um Sistema Nacional
Bibliotecas Universitárias no país, para desenvolver mo'^'Plos que possam ser se.guidos, não de maneira rígida, mas
jlue possam servir como orientação para a organização de
•bibliotecas. Precisamos parar, pensar e ver quais são as ne^'^ssidades de cada universidade, com relação às suas biblio''-cas e, depois num sistema que interligue essas bibliotecas
nível nacional, do contrário não haverá recursos financeinem humanos para isso.
Queria transformar isso tudo numa recomendação ao
"ÍH:c/dau, pois acredito que seja o órgão responsável para
'^'^nsar e decidir sobre esses proíalcmas.
Gostaria que desse Plenário saísse uma recomendação
MEC, para criar um grupo de trabalho com representação regional para devotar-se ao estudo de uma legislação e
uma estrutura organizacional modelo para a biblioteca
-universitária no Brasil, que possa orientar seu planejamenpadronização, interrelação e definir as responsabilidades
universidades e da própria classe bibliotecária.
— 189 —

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                <text>Aborda a Biblioteca como um problema técnico,  e como fenômeno social, a inter-relação com o meio ambiente, o processo de negociação com as esferas do poder decisório superior. Discute a estrutura administrativa, processos técnicos, padrões, orçamento, etc. Advoga como solução um plano de estímulo na formação de pessoal bibliotecário  e a criação de um Sistema Nacional de Bibliotecas Universitárias.</text>
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                    <text>COOPERAÇÃO ENTRE A BIBLIOTECA NACIONAL
E AS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS

JANICE DE MELLO MONTE-MÓR
Diretora da Biblioteca Nacional

O tema "Cooperação entre a Biblioteca Nacional e as
Bibliotecas Universitárias" se tomado em sentido geral, isto
é, se não particularizarmos o caso do Brasil, tem sido objeto
de extensa bibliografia, pois pela própria natureza da Biblioteca Nacional, pelos seus objetivos decorre a necessidade da
cooperação. Por outro lado, da própria necessidade de bem
cumprir seus objetivos, a biblioteca universitária, especialmente as dos países em desenvolvimento, sente a importância
de entrosamento e cooperação com a biblioteca nacional de
seu país.
Considerando a biblioteca universitária como um todo,
qualquer que seja sua estrutura, há um interesse eclético
no tocante à aquisição de material bibliográfico, há uma
denendência de bibliografias e obras de referência em geral,
há um interesse indiscriminado cm relação ao tipo de material, além de livros e oeriódicos. Apesar desse ecletismo
comum a ambos os gênero.^; de bibliotecas, a nosso ver,
surgem problemas que sendo comuns às duas partes, certamente com apoio mútuo poderão ser resolvidos com maior
eficiência e rapidez, garantindo uma compatibilidade de
sistemas técnicos a serem adotados. Mencionaria entre
outros problemas comuns, o problema de espaço e orçamento a exigirem um plano comum de aquisição planificada, pois tanto a biblioteca universitária, quanto a biblioteca nacional tendem a se tornar organismos agigantados.
G problema da duplicação do tratamento técnico das coleções a exigirem padrões únicos tanto quanto possível no
processamento do material bibliográfico a nível nacional,
ou seja, o Controle Bibliográfico Nacional. A permuta tanto
Pem âmbito nacional como internacional, o empréstimo
1 inter-bibliotecário, a preservação e restauração de documen— 163 —

�tos, etc. Fizemos essa enumeração apenas para mostrar
como de fato são comuns os problemas que afligem tanto
as bibliotecas universitárias como a biblioteca nacional.
iS de tal maneira desejável essa cooperação, que em alguns
países, a biblioteca nacional se confunde com a biblioteca
universitária, como é o caso da Dinamarca, Noruega e
Israel.
i
Em 1958, o célebre Colóquio Internacional de Bibliotecas
Nacionais da Europa, dedicou sua 3"^ parte às Bibliotecas
Nacionais e à cooperação entre bibliotecas e, os trabalhos
apresentados àquela Sessão davam ênfase aos catálogos coletivos que são tradicionalmente, atribuição das bibliotecas
nacionais; o caso do Brasil é uma exceção. Outro aspecto
importante que foi destacado nessa Reunião foi a aquisição
planificada, que tem como suporte os próprios catálogos
coletivos, daí a ênfase dada aos princípios técnicos para
que houvesse compatibilidade entre os catálogos coletivos,
:sto é, a preocupação com a normalização na compilação dos
catálogos coletivos. A partir de 1974, data da Conferência
Intergovernamental da UNESCO sobre planejamento e
jnfra-estruturas nacionais de Documentação, Bibliotecas e
Arquivos, preconizou-se a integração entre esses sistemas de
informação e, que uma vez estabelecido esse sistema num
determinado país, ele assumiria automaticamente a cooperação, isto é, desde o momento em que o país estabeleça sua
csirutura de coordenação de redes e sistemas de informação, logicamente, ele assuma essa cooperação.
Gostaria de trazer para esse Seminário como sugestão
um anteprojeto de cooperação sistemática entre a Biblioteca Nacional e as bibliotecas universitárias brasileiras.
O Controle Bibliográfico Nacional, como todos sabemos,
e como foi reafirmado pela UNESCO e pela IFLA, no Congresso de setembro de 1977, é uma atribuição das bibliotecas
nacionais e, também, deve ser uma decorrência natural do
depósito legal, que por sua vez deve ser previsto na legislaçoã de cada país. Sob esse aspecto estamos caminhando
perfeitamente dentro das normas internacionais. Temos
através de uma legislação ,embora obsoleta e insatisfatória,
um depósito legal que é prerrogativa da Biblioteca Nacional
e, temos uma Biblioteca Nacional que se preocupa e tenta
produzir um Boletim Bibliográfico ou seja, uma Bibliografia
— 164 —

�Brasileira Corrente, sendo esse o caminho para se chegar
ao Controle Bibliográfico Nacional. Ora, se as bibliotecas
universitárias assumirem a coordenação da produção bibliográfica de suas Universidades e cumprirem o depósito legal
devido a Biblioteca Nacional, está aí o fundamento para o
entendimento da cooperação entre a Biblioteca Nacional e
a3 bibliotecas universitárias. Através, dessa contribuição
dada pelas bibliotecas universitárias estaria a Biblioteca
Nacional apta para assumir a responsabilidade do oferecimento de uma Bibliografia Brasileira Corrente que corresponda à realidade nacional. Essa colaboração vem sendo
feita de maneira informal, gostaríamos que fosse realizada
de maneira sistemática pelas bibliotecas universitárias.
Podemos dizer que depois de 5 anos de interrupção, a Biblioteca Nacional voltou a publicar o seu Boletim Bibliográfico
de forma trimestral.
Outro ponto a respeito do Controle Bibliográfico Nacional, e que acredito seja de interesse comum diz respeito íi
normalização desse processamento técnico. A Biblioteca
Nacional recebe essa documentação, deve processá-la de
forma padronizada a nível nacional e internacional, de
maneira que o seu produto possa ser utilizado adequadatnente. Aqui, então, gostaria de expor o esforço que a Biblioteca Nacional está fazendo com a cooperação do CIMEC,
Centro de Informática do Ministério da Educação, no sentido de estabelecer um formato padrão que será utilizado
pela Biblioteca Nacional e, se for bem sucedido, pode vir a
se tornar um formato nacional. Estou me referindo ao
CALCO. O CALCO foi iniciado por Alice Príncipe Barbosa
no antigo IBBD, durante o período de transformação do
IBBD para o atual IBICT. Esse projeto foi oferecido à
Biblioteca Nacional que vem se empenhando em ampliá-lo e,
desde então, a Biblioteca Nacional com o apoio do CIMEC
vem procurando desenvolver o CALCO. Esse projeto recebeu
apoio do último Congresso Brasileiro de Bibliotecários realizado em Porto Alegre, em 1977. Houve uma reunião no
Rio de Janeiro, em agosto de 1977 e muitas entidades que
dela participaram ficaram de certa forma interessadas no
CALCO. Entre essas entidades podemos citar: Grupo de São
Bernardo do Campo, Fundação Getúlio Vargas, IBICT,
Museu Nacional, UFRGS, etc. Em seguida tivemos em outubro do mesmo ano, a presença entre nós da grande especialista Henriette Aghram, da Biblioteca do Congresso dos
— 165 —

�Estados Unidos, autora por assim dizer do formato MARC,
no qual o CALCO se baseou e que nos encarajou bastante a
continuar no nosso projeto e, que nos deu uma série de
esclarecimentos e conselhos. Naquela ocasião, trazíamos da
Conferência de Paris, o UNIMARC que é o formato de transferência de informação à nivel internacional. Chegamos,
então, à conclusão de que deveríamos dar uma parada no
desenvolvimento do CALCO de tal maneira que pudéssemos
compatibilizá-lo ao UNIMARC, antes de ser ele aplicado ao
Brasil. Isto foi feito pelo CIMEC com a colaboração da
Biblioteca Nacional. O CALCO está adotando todos os
princípios atuais de catalogação ou seja, o ISBD, que deve
ser utilizado pelo Código de Catalogação Anglo-Americano,
cuja nova edição está para ser publicada. A partir daí o
CIMEC produziu um novo manual de preenchimento de
folha de entrada para o CALCO. Esse manual só será publicado depois de ser devidamente testado com o Boletim
Bibliográfico da Biblioteca Nacional. O Boletim Bibliográlico, até a presente data, está sendo feito por computador,
rnas ainda não está totalmente enquadrado no CALCO. No
momento em que o CALCO estiver plenamente desenvolvido
a Biblioteca Nacional, pelo menos para efeito do Boletim,
adotará a catalogação com a normas de ISBD, deverá mudar
o nome do Boletim para Bibliografia Brasileira Corrente e
deverá apresentá-lo de forma diferente, talvez nas bases da
Canadiana, com a ficha completa e, oferecer subprodutos
como fichas impressas. O CALCO será processado todo ele
em fita magnética, naturalmente será armazenado por
computador que, assim, iniciará o Banco de Dados do material brasileiro recebido pela Biblioteca Nacional ou seja, o
Controle Bibliográfico Nacional.
O Grupo do CIMEC está trabalhando, também, em
outros manuais, como: "Instruções de preenchimento do
formulário CALCO: autoridades, versão preliminar". Temos
que colocar no computador o catálogo de autoridades, cabeçalhos de autoridades, cabeçalhos de assunto, entrada de
autores, etc., de maneira que já estamos fazendo um estudo
na Biblioteca Nacional de comparação do cabeçalho de
assunto, entrada de autores, etc., de maneira que já estamos
fazendo um estudo na Biblioteca Nacional de comparação
do cabeçalho de assunto publicado pelo IBICIT com o cabeçalho de assunto adotado pela Biblioteca Nacional, para
verificar qual deles deverá ser usado ou, so será necessário
uma revisão.
— 166 —

�Acreaito que quando as universidades brasileiras examinarem o CaJjUO e o consiuerarem coino uni lormato aceitável, prático e passarem a usa-lo, nos teremos muito rapiüameme a recomposigao ou atualizayao aaquele catalogo
coletivo de livros, que tanto nos serviu, criauo na t'unuagao
Ge túlio Vargas e assumido peio IBBu, atualmente IBiUT,
que, infelizmente teve que ser aescontinuado porque não há
mais condição de mantè-lo de iorma manual. De maneira
que se as universidades brasileiras começarem a usar um
sistema compatível com o CALUO, mesmo que nao seja o
CALCO, as íitas magnéticas poderão ser trocadas e rapidamente nós teremos um catálogo coletivo nacional, e vários
bancos de dados. O importante, realmente, é a compatibilidade dos sistemas usados.
No campo do controle bibliográfico nós, também, estamos iniciando a execução do ISBN no Brasil, como sabem
a Biblioteca Nacional passou oficialmente a se constituir na
Agência Nacional do ISBN, do número internacional do
livro, dessa forma distribuiu a todos, evidentemente, que
nesse campo há muitas falhas, mas a um grande grupo de
editores brasileiros oficiais e comerciais interessados, um
urimeiro folheto sobre o sistema ISBN, e já está distribuindo
um segundo folheto, que é propriamente o manual do ISBN
para o editor. O ISBN está todo sendo controlado pelo
ClMEC e será um projeto totalmente automatizado. A
Biblioteca Nacional já tem por antecipação em etiquetas
gomadas os números, ou seja os códigos das editoras brasileiras com os números previamente alocados, de maneira
que o editor que preencher sua folha de ISBN, que é sempre
compatível com o CALCO pode numa visita à Biblioteca
Nacional, no mesmo instante receber o número de ISBN do
livro que estiver editando, basta que ele apresente os dados
numa folha preenchida e, a Biblioteca Nacional retira das
etiquetas gomadas aquela que será alocada a essa editora e
ao seu livro e cola naquele formulário. O formulário é
preenchido em duas cópias; uma fica com a editora e a
outra é enviada ao CIMEC, que periodicamente produz uma
lista dos ISBN já distribuídos no Brasil. O ISBN funcionando no Brasil é um instrumento do maior valor que a
Biblioteca Nacional possui para verificar o efetivo depósito
da produção bibliográfica nacional. Nesse ponto, antevejo
um elemento de cooperação pois cabe às editoras e em especial as bibliotecas universitárias, mais diretamente do que às
— 167 —

�editoras universitárias, um alerta às universidades, para que
as editoras universitárias se sensibilizem, no sentido de fazerem sua inscrição no ISBN de todos os livros que venham
a ser publicados por elas.
Em termos de aquisição planificada diria que um campo
enorme de cooperação se apresenta. A aquisição planificada, normalmente, tem como base os catálogos coletivos,
que no Brasil estão divididos em catálogos de livros e de
periódicos, sob a grande responsabilidade e atuação do
IBICT, embora o catálogo de livros esteja descontinuado.
A aquisição planificada se impõe nesse país, que se encontra
cada vez mais distante do que se produz no mundo cultural,
porque aumentam a cada dia as barreiras para a aquisição,
especialmente no que se refere à produção bibliográfica
importada. Não podemos num país como o nosso nos dar
ao luxo de pretender manter coleções completas, mesmo
porque os recursos reprográficos nos facilitam muito a
cobertura dessas lacunas. Atualmente, não é mais tatju
não se possuir um número de uma coleção, quanto mais a
biblioteca pretender ter todas as coleçeõs de todos os periódicos, de todos os livros, em todas as línguas, portanto cada
vez mais se torna necessária a aquisição planificada, evidentemente, que há necessidade de uma coordenação nacional,
mas mesmo espontaneamente esse trabalho pode ser iniciado.
Com relação a isso, nós tivemos um exemplo muito interessante a muitos anos atrás, com o Catálogo Coletivo do IBBD
e a Faculdade de Odontologia de São Paulo, que assumiu
a responsabilidade de Centro Nacional de Odontologia e que
recebeu do IBBD uma ajuda em bonus da UNESCO para
completar suas coleções, mas por outro lado, se comprometia
a cobrir em profundidade um determinado campo na área
de Odontologia. Temos assim, que dividir responsabilidades
e nos aprofundar no tocante às especializações. Nesse campo, gostaria de dizer que a Biblioteca Nacional poderia
cooperar considerando o seu próprio problema. Nós sempre
partimos do problema da biblioteca, que sempre é muito
amplo, pedimos ajuda à FINEP, que é financiadora de estudos e projetos. Podemos citar como exemplo, o projeto de
aquisição planificada, que depois de 3 anos e meio de lutas
para conseguirmos utilizar os recursos recebidos, finalmente
estamos vitoriosos e, devemos começar agora a executar
esse projeto. Esse projeto é o segundo de uma série de 4,
ele consiste no levantamento das coleções da Biblioteca
— 168 —

�Nacional no sentido de detectar falhas nas suas próprias
coleções e, na aquisição dessas obras que deveriam a muito
lempo existir na Biblioteca Nacional.
A permuta nacional e internacional está a cargo da
Biblioteca IN acionai por decrelo especial, evidentemente, não
c urna prerrogativa só da Biblioteca Nacional: todas as
bibiioi^cus poaem fazê-la. A Biblioteca Nacional está à
uisposiçao aas bibliotecas universitárias, graças a certas
condições especiais de permuta internacional
O empréstimo internacional ainda não foi estabelecido
üficialmenie, mas é oDjeio ae cogitação pela Biblioteca Nacional, porquanto foi solicitada pela IFi^A a assumir essa
responsaüiliaaae em nome do Brasil. Temos facilidade de
peair livros emprestados de outros países e temos possibilidade de emprestá-los, embora nós ainda não tenhamos o
nosso código de empréstimo internacional. Temos evitado
o empréstimo em âmbito internacional porque recorremos
rnuito a reprografia, por ser um meio mais prático e seguro
do que o empréstimo.
A informação bibliográfica na Biblioteca Nacional está
se desenvolvendo muito, uma vez que criamos a Seção de
Informação Bibliográfica, a SIB, que atende especialmente
e tão Gonientc, acs pedidos vindos de fora do Rio de Janeiro.
A SIE
a diopüsigão de todos não somente para atender
aoi: pediaos relativos a Documentação arma?.enada na Biblioteca Nacional, mas tanto quanto possível aos que se encontram em outros grandes centros de informação.
A preservação e restauração de documentos merece uma
atenção especial. Deve ser um ponto de entrosamento
muito grande entre as bibliotecas universitárias e a Biblioteca Nacional. Tivemos ocasião de expor no Congresso de
Bibliotecários de Brasília, há 3 anos atrás, que já havia um
convênio firmado entre a Biblioteca Nacional e a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro para esse campo de
atuação. Esse convênio permanece, embora só agora em
razão do financiamento da FINEP, esteja começando a set
desenvolvido. O convênio prevê uma cooperação por parte
da Biblioteca Nacional, em termos de fornecimento de material especializado, não só de bibliografia, mas de material
de laboratório e, através dos recursos dados em parte pela
— 169 —

�I-INEP e outra parte pela Universidade, uma assistência de
cientistas, biólogos, entomologistas .íitopatologistas, quimi*
cos e bioquímicos para fazerem pesquisas com o material
da Biblioteca. A Universidade se prontificou a fazer análise
do material de consumo a ser utilizado pelo laboratório de
restauração da Biblioteca Nacional. O material empregado
na restauração tem que ser testado antes de ser utilizado.
A Casa de Rui Barbosa assinou também, um convênio
com a Biblioteca Nacional na parte de restauração de
documentos. Está sendo montado o laboratório de restauração da Casa de Rui Barbosa, ao mesmo tempo estão iniciando a íormação de pessoal para operar nesse sistema.
A Biblioteca Nacional tem um grupo de restauração que
está permanentemente em contato conosco e, esse grupo
vem sendo presidido por Edson Motta, grande especialista
brasileiro em restauração. No campo de restauração e preservação de documentos estamos oferecendo, embora de
maneira ainda débil, estágios para os interessados. Estamos
desenvolvendo na parte de microfilmagem um grande trabalho com uma ajuda especial da Fundação Ford e com o
auxilio do Latin American Microfilm Project. Estamos
microfilmando jornais e relatórios brasileiros das províncias
do Império.
Estamos, também, microfilmando jornais de 10 Estados
do Brasil sob nossa coordenação, embora de maneira descentralizada. Ag obras raras da Biblioteca Nacional, cerca de
30.000 peças, que constituem a Seção de Obras Raras da
Biblioteca Nacional.
Um convênio internacional foi estabelecido em 1977,
com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos para troca
de 200 rolos de microfilmagem de jornais brasileiros a cada
ano. Esse convênio já foi cumprido com grande vantagem,
oreio eu, de parte à parte.
Firmamos um convênio com o Departamento de História da UFF, o Ministério da Educação, o Governo do Estado
do Rio de Janeiro e a Prefeitura de Niterói, com o objetivo
de formarmos uma grande hemeroteca. Essa imensa coleção de periódicos pertencia ao Governo do Estado do Rio
de Janeiro, que através de sua Divisão de Biblioteca não
— 170 —

�do
tr e

para organizá-la e preservá-la, veio, com a ajuda
^ ^ assistência técnica da Biblioteca Nacional,
para Niterói, estando sob a guarda dessa Prefei-

se^ri
gerênciaorganizada
do Departamento
de História
UFF,
^ mo^ devidamente
para servir
como da
imenso
^Po de pesquisa. Será a 2'' grande hemeroteca do país.
anr ®P^&lt;3jeto
íorma,
acredito que
isso seja
um
de cooperação
efetiva
entreum
asprenuncio
bibliotecasdeuni^'Sitárias brasileiras e a Biblioteca Nacional.

DEBATES
LELIA GALVÂO caldas da cunha (Chefe do Depar^mento de Documentação da UFF): Você tem algum exem1^0 a citar com relação à contribuição dada pela Biblioteca
acionai, no campo da permuta a alguma universidade bra'^iieira?
JANICE DE MELLO MONTE-MÓR: Não me ocorre
Sora um exemplo concreto. O que posso dizer é que a
i"lioteca Nacional recebe um grande número de publicapara redistribuir pelo Brasil. Gostaria de dizer que
*
estamos satisfeitos com o nosso trabalho de permuta a
^Vei ãe redistribuição nacional e, que a muitos anos vimos
l^^rindo a criação de um Centro Nacional de Permuta,
í^bora até o momento presente não tenha havido provi®ncias que chegassem a um sucesso nesse campo.
bela PEDROSA (Universidade Santa úrsula): Há segu^Ça contra incêndio na Biblioteca Nacional?
^ JANICE DE MELLO MONTE-MÓR: A Biblioteca Nacioa. recebe assistência do Corpo de Bombeiros desde 1971.
^Pois de cumpridas todas as exigências, a Biblioteca Naciorecebeu um certificado emitido pelo Corpo de Bombeiros,
^ qual muito nos orgulhamos. Cursos especiais para pre®nção de incêndios foram feitos com 2/3 dos funcionários
Biblioteca Nacional, em que foi ensinado o manuseio dos
j^^ipamentos próprios contra incêndios. Os microfilmes
^^S'trizes de segurança da Biblioteca Nacional estão numa
^^niara frigorífica bem separada e bem distante dos armais. Desejamos conseguir um depósito fora da Biblioteca
— 171 —

�Nacional para ser guardado esse material. Solução de fato
para esse problema só será encontrado quando se conseguir
um anexo para a Biblioteca Nacional. Não podemos dizef
que não haja perigo de incêndio, mas podemos afirmar que
tudo está sob controle.
MERCEDES DE LA FUENTE (Instituto Adolfo Lutz de
São Paulo): A publicação do Boletim Bibliográfico Corrente
incluirá obras especializadas? Como fica a duplicação d®
informação nessas áreas? As instituições de pesquisa ein
área governamental, cujo material é enviado regularmente
à Biblioteca Nacional, como se situa nos planos apresentados?
JANICE DE MELLO MONTE-MÓR: A Biblioteca Nacional tem por decreto específico de 1907, o depósito legal e se
compromete à divulgai- tudo aquilo que recebe. Eu diris
que qualquer outra publicação é que constituiria uma dupli'
cação de serviço. Tudo o que é depositado na Biblioteca
Nacional tem que ser divulgado através de um Boletim oU
de uma Bibliografia, isto é, todas as publicações brasileiras
recebidas pela Biblioteca Nacional são divulgadas, mesnío
as especializadas
TÂNIA MENDES (Bibliotecária da Fundação (íetúlio
Vargas de São Paulo): Considerando a situação de infra-es'
trutura das bibliotecas, se a Biblioteca Nacional com "
desenvolvimento do CALCO já pensou nos custos operacio'
nuis, no pessoal aisponivel nas demais bibliotecas, possivelmente usuários do CALCO, na politica de atuação das bibliO'
tecas, nos acervos disponíveis no Brasil e, fundamentalmente,
na necessidade dos usuários?
JANICE DE MELLO MONTE-MÓR; Não. Nós nâO
pensamos em nada disso, quando desenvolvemos o CALCO.
Nós temos um problema específico na Biblioteca Nacional'mecanizar os serviços da Biblioteca Nacional, porque não
liá mais pos.sibilidade de continuar o trabalho manualmente.
Na época em que tomamos esta decisão o que havia eifl
estudos no Brasil era o CALCO e, estudamos a viabilidade
de seu desenvolvimento e aplicação à Biblioteca Nacional
Garantimos que o CALCO tem uma compatibilidade
internacional, achamos que devíamos Iqvar esse estudo
aaiante para resolver o problema da Bibioteca NacionalO que nos parece é que estando em desenvolvimento uri'
— 172 —

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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Apresenta o anteprojeto de cooperação sistemática entre a Biblioteca Nacional e as Bibliotecas Universitárias. Propõe que as bibliotecas universitárias ao assumir a  coordenação da produção bibliográfica de suas universidades e  cumprindo o depósito legal junto à Biblioteca Nacional, fundamentam esse anteprojeto, contribuindo para que mediante esta cooperação a Biblioteca Nacional possa assumir a responsabilidade na oferta de umas Bibliografia Nacional Corrente. </text>
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                    <text>tXPANSAO DO ACERVO E IMPLANTAÇÃO DO SERVIÇO
DE DOCUMENTAÇÃO DA BIBLIOTECA CENTRAL

NAZIAN AZEVEDO DE MORAES
(Diretora da Biblioteca Central da Universidade Federal do Espírito Santo)
RESUMO
Tendo em vista os vários Cursos de Pós-Graduação criados recentemente por esta Universidade, alguns já em funcionamento, propomos a expansão dos recursos bibliográficos e de prestação de serviços da Biblioteca Central através de um Serviço de Documentação, como parte integrante
desta.
1

Introdução

A instalação do Serviço de Documentação na Biblioteca Central é conseqüência da criação dos Cursos de Pós-Graduação (já em funcionamento), tendo em vista que o Departamento de Assuntos Acadêmicos — DAU, recomenda
que, "para novos cursos prevê-se um mínimo de 5.000 títulos de obras para constituir o acervo básico, e mínimo de
20 assinaturas correntes de revistas científicas de reconhecida qualidade para as áreas de concentração oferecidas".
Considerando-se que o acervo da Biblioteca Central não oferece suporte bibliográfico capaz de corresponder às expectativas levantadas não só pelo DAU, como também pelo "Plano
Nacional de Pós-Graduação", foi proposta a montagem do
referido Serviço.
2

Desenvolvimento

2 1 O Serviço de Documentação tem por objetivos:
a)

prestar um assessoramento efetivo ao ensino e à
pesquisa;
— 294 —

�Í-* J

r:)

tUi'liUi' isc pili"LicipdiiuC cliixs &lt;itiv'iciticlcs sistciiiiCcis clc
redes de bibliotecas e serviços de documentação que
servem aos cursos de Pós-Graduação no Brasil, estendendo-se aos demais cursos de graduação e à
pesquisa ern geral no Brasil e no Exterior;
"contribuir para a renovação dos métodos de ensino, propiciando a mudança da presente situação
de passividade na busca de informação (limitadas
suas fontes imediatas) para métodos mais agressivos de obtenção de informação, independente de
sua localização física".

Para a consecução desses objetivos o Serviço de Docunic ;tação deverá
íi!

manter-se estreitamente ligado ao Subsistema do
Inforinação e Documentação Educacional — SIDíI,
vinculado à Assessoria de Planejamento Bibliotecário da CAPES/DAÜ/MEC, que visa:
1 — A utilização de bibliotecas e demais órgãos de
informação e documentação no Brasil, através
de redes sistêmicas de Bibliotecas e serviços
ds documentação;
2 — Treinar e orientar usuários (professores, estudantes e demais pesquisadores) nas técnicas
de pesquisa bibliográfica;
3 — 7'j einar pessoal para as tarefas típicas de sistemas e redes de bibliotecas universitárias.

•-.2 í.oCal::íiçã;&gt; e Area
O Ecrviço de Documentação está localizado no prédio
da Iii])lioteca Centrai, ocupando uma área de 134,87 m",
ccnfurme "lay-out" (anexo 1).
-■3 l.!stalações
Ifria sala
VT] aa sala
Jíez nO)
Uma sala
Uma sala

para o Scrviro de Documentação
para pesquisa e leitura
cabines individuais
para leitura em grupo (paredes de vidro)
para o serviço de reprodução
— 295 —

�A Secretaria, os catálogos e serviços de referência funcionarão na sala do acervo do Serviço.
2.4 Móveis e Equipamentos
2.4.1 Mobiliário
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
1)

estantes para acervo de livros, periódicos, etc.
3 arquivos
5 mesas para trabalho dos bibliotecários e dos estagiários
2 mesas para datilografo
7 cadeiras correspondentes às mesas acima
30 mesas para estudo individual de aluno
30 cadeiras correspondentes às mesas acima
1 mesa para reuniões
12 cadeiras para a mesa acima
1 arquivo para correspondência e documentos
1 fichário Kardex com capacidade para 500 fichas
1 arquivo para microfichas

2.4.2 Equipamentos
2 máquinas elétricas de datilografia
1 máquina microfilmadora (já existente)
1 máquina leitora de microfichas (já adquirida com recursos doados pela CAPES)
1 máquina leitora-copiadora
1 máquina xerox
1 mimeografo
2.5 Documentação
2.5.1 Acervo
— material de referência (dicionários, Enciclopédias,
guias, bibliografias, manuais, etc.)
— relatórios, pesquisas, etc.
— documentos de Congressos, acordos, etc.
— teses
— folhetos
— apostilas de cursos
— recortes de jornais e outros.
— 296 —

�^•5.2 Atividades
^•5.2.1 Intercâmbio e Informação
a) Cadastro de instituições internacionais, nacionais t
estrangeiras, que ofereçam interesse aos estudos realizados
pelos Cursos de Pós-Graduação;
b) Deverá manter correspondência com o Brasil e Exterior, realizando permutas de publicações, relações públicas
outras entidades, etc.
^ 5.2.2 Pesquisa bibliográfica
a) Setor de bibliografia — elaboração de bibliografias
^inaléticas para atender a pedidos de alunos e professores
•ios Cursos;
b) Setor de indexação e resumos — resumos de_ livros
e artigos de periódicos previamente selecionados. Serão uti"zados os periódicos da Biblioteca Central. Esses resumos
®erão arranjados em um fichário por autor e assunto:
c) Setor de recortes de jornais — seleção dos principais
^'^tigos de interesse dos Cursos de Pós-Graduação publicanos jornais "O GLOBO" e "JORNAL DO BRASIL", etc.
recortes serão guardados em arquivos de pastas suspenpor assunto As fichas serão arrumadas por autor e
Assunto;
I

d) Periódicos — será utilizada a hemeroteca da BiblioCentral, que deverá manter, entre outras, assinaturas
pelo menos 20 títulos de revistas especializadas nas áreas
^ Pós-Graduação.

^^•2.3 Referência Legislativa
Serão catalogados atos oficiais federais e estaduais por
J^^Unto e pelo próprio ato (leis, decretos, decretos-lei, por^ias, pareceres, etc.).
•5-2.4 Catálogo Coletivo
çj

O catálogo coletivo reunirá o acervo do Serviço de Do^^entação e da Biblioteca Central sobre as áreas de Pós— 297 —

�-Graduação e assuntos correlates, assim como os acervos das
bibliotecas do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais,
do Centro de Documentação do Instituto de Assuntos AvaU'
çados em Educação, da Fundação "GETÚLIO VARGAS" ^
outros congêneres.
2.5.2.5 Documentos
Reunirá teses, folhetos, monografias, etc., organizados
pelo processo de indexação coordenada.
2.5.2.6 Livros Básicos
0 Serviço não armazenará livros. Todos os livros recebidos serão inseridos no acervo geral.
2.5.2.7 Microfichas
Deverá manter em ótimas condições de uso, um acervo
de microfichas de teses e monografias sobre todas as áreas
e respectiva aparelhagem de leitura e reprodução.
2.6 Publicação
A Biblioteca Central publicará um Boletim onde divul'
gará as atividades desenvolvidas pelo Serviço e as novaS
aquisições de material bibliográfico, assim como poderá tra'
zer em cada número uma bibliografia analítica sobre de'
terminado assunto, de interesse para professores e alunos.
2.7 Pessoal
Levando-se em consideração que com a criação dos Cuf'
sos de Pós-Graduação, esta Biblioteca Central será aciona»'^
por uma clientela maior e mais exigente, será necessário
tombem que seus recursos humanos correspondam a est^
realidade, visando à otimização dos serviços a serem presta"
dos. Assim propomos:
2.7.1 Para o Serviço de Documentação
01
02
02
01
01

bibliotecário em tempo integral
estagiários do curso de Biblioteconomia
estagiários de outras áreas
datilografo
técnico em biblioteca
— 298 —

�^■T.2 Para a Biblioteca Central
02
03
02
03
01

bibliotecários em tempo integral
estagiários do curso de Biblioteconomia
datilógrafos
técnicos em biblioteca
auxiliar de portaria

Clientela
los.

Pós-Graduandos, Graduandos, Professores e Pesquisado-

9 Serviços Especiais
^•9.1 Reprografia
01
01
02
01

máquina xerox
mimeógrafo
leitores de microfichas
máquina leitora-copiadora

^•9.2 Serviços Cooperativos
'■9.2.1 Aquisição planifiçada
Será proposto entre as Bibliotecas e Centros de Infor'^fição e Documentação, participantes do subsistema de re de informação, um plano de aquisição planificada, vi■'^•ndo a distribuição racional das verbas.
^•9,2.2 Integração com sistemas de redes de Informação
e Documentação
A Biblioteca Central/Serviço de Documentação se inteS'^arao aos sistemas de redes de informação e documentação
País e no Exterior, a fim de levar a informação ao maior
^V^mero possível de usuários independentes de sua localizando física.
^■^.2.3 Intercâmbio
A Biblioteca Central/Serviço de Documentação mante'^0 Um serviço permanente de intercâmbio não só de infor— 299 —

�mações, como também de material bibliográfico, realizando
inclusive empréstimo entre bibliotecas.
2.9.3 Orientação ao usuário
A Biblioteca Central se propõe a fazer o perfil de seus
usuários. Conhecidas as suas necessidades, seus hábitos e
costumes, adotará uma política de orientação e assistência
de modo a conduzi-lo à certeza de que a Biblioteca Central
é realmente um "laboratório" onde são manipuladas todas
as áreas do conhecimento, e onde ele poderá encontrar solU'
ções para todos os questionamentos do saber.
2.10 Microfilmagem
A Biblioteca Central possui o equipamento composto de
uma máquina microfilmadora Universal, tipo planetária^
modelo DAV 72000 ID: 001.20 — n^ 213.539 e um aparelho
leitor modelo DL- 72-0-011, ambos de procedência alemã'
Estamos propondo à Universidade a implantação de um sis'
tema que atenda à área acadêmica/administrativa e à Bi'
blioteca Central que no momento se prepara, em conexão
com a Coordenação Geral de Pós-Graduação, para criar o
Serviço de Documentação. Como se trata de um projeto ^
"Longo Prazo", esperamos colocá-lo em funcionamento n®
segundo semestre de 1979.
2.11 Conclusão
Considerando-se o Serviço de Documentação uma extensão da Biblioteca Central, esse deve servir aos fins desta;-^
Deve-se observar em seu acervo, a manutenção desta ft'
nalidade que pode estar contida em qualquer tipo de ma'
terial. As finalidades do Serviço serão as mesmas da
pria Biblioteca Central.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
J
2

CAPES. Levantamento do "Status Quo" das biblioteca^
de universidades brasileiras. Brasília, 1978.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO.
blioteca Central. Ante-projetos do regimento e rep^'
lamentos da biblioteca central, Vitória, s. d.
— 300 —

�3

Biblioteca Central. Relatório. Vitória, 1977.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO. Coordenação do Curso de Pós-Graduação em Educação.
Proposta para montagem e implementação de uma
biblioteca e de um serviço de documentação para o
programa Pós-Graduação em Educação da UFES.
Vitória, 1978.

^ CAPES/UnB. Apostilas e anotações do Curso de Aperfeiçoamento para Bibliotecas de Universidades Brasileiras. Brasília, 1978.

— 301 —

��</text>
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                  <text>SNBU - Edição: 01 - Ano: 1978 (UFF - Niterói/RJ)</text>
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                  <text>Tema: A biblioteca como suporte do ensino e da pesquisa no desenvolvimento nacional.</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Relata a  Expansão do acervo e implantação do Serviço de Documentaçao da Biblioteca Central na Universidade Federal do Espírito Santo com o objetivo de atuar junto ao Subsistema  e Informação e Documentação Educacional -SIDE, da CAPES visando a utilização das bibliotecas  através de redes sistêmicas e serviços de documentação, trienar usuários nas técnicas de pesquisa bibliográfica e treinar pessoal para as tarefas inerentes às biblitoecas universitárias. </text>
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                    <text>TREINAMENTO DE USUÁRIOS DA INFORMAÇÃO PARA
ALUNOS DE GRADUAÇÃO DA ÁREA BIOMÉDICA DA UFF

ALRIDIA CARVALHO PINTO MOREIRA
(Chefe da Biblioteca de Engenharia do NDC
da UFF)
ENEIDA DE MATTOS FOLLY
(Chefe da Biblioteca de Medicina do NDC
da UFF)
MARCIA MARIA ERTHAL SERRÃO
(Bibliotecária da Divisão de Serviços Técnicos/Seção de Catalogação e Classificação do
NDC da UFF)
MARÊDA FIORILLO BOGADO
(Chefe da Biblioteca Biomédica do NDC
da UFF

1

Introdução

O presente trabalho trata do treinamento de usuário/aiuno de graduação da UFF, da área biomédica, que constituí
uma população considerável, pois ingressam cada ano, nessa
área, aproximadamente 1.200 alunos. Não será abordado
aqui treinamento de aluno de pós-graduação, nem de professores e pesquisadores, cujo tamanho da população não chega a constituir problema de treinamento.
Treinamento de usuário em biblioteca universitária e
especializada não é assunto novo. Ao contrário é farta a literatura disponível sobre o tema. Os autores são uníssonos
em reconhecer essa necessidade e a preocupação de treinamento de usuário em biblioteca já transcende o âmbito da
literatura profissional.
MALUGANI (8) Enfatiza que "em vista da amplitude do ,
problema do acesso à informação é urgente — como tem sido
indicado — que o especialista, seja professor, cientista, téc— 378 —

�riico ou estudante, receba orientação e treinamento para o
uso da literatura científica e técnica da sua especialidade e
dos guias e fontes de acesso à literatura das ciências afins".
NEGHME (10) cita como um dos requisitos mínimos para o cumprimento satisfatório das funções da biblioteca em
ensino superior a "Educação dos usuários sobre a biblioteca
e levantamento bibliográfico".
CEPEDA (4) acentua a necessidade de treinamento na
'forma de cursos formais, como fazem algumas faculdades
de medicina em nosso país que "já aprovaram no curriculum um treinamento no uso da biblioteca, das bibliografias
médicas e nas técnicas de investigação bibliográfica".
FJALLBRANT (5), quando trata de diversos métodos de
ensino aplicáveis à educação do usuário da informação,
observa que "o bibliotecário pode estar primordialmente interessado na máxima utilização dos recursos da informação existente na biblioteca; os professores, em como ensinar
os alunos a coletar informações e ter acesso a elas de forma
crítica, enquanto que os estudantes podem estar querendo
saber como encontrar informação tão rapidamente quanto
possível, a fim de passar nos exames. Os principais objeti^^os de um programa de instrução de usuário devem integrar esses diferentes aspectos".
A "Association of American Medical Colleges" e a "U.S.
iNationai liiorary of Medicine", citadas por NEGHME (10)"
fizeram um estudo detalhado acerca da responsabilidade
que a Diuuoteca vem assumindo em conexão com a pesquisa
e ensino, recomendando que dê a ela igual categoria de direiios e privilégios que aos outros departamentos dentro da
et.coia, inclusive voz na estrutura dos programas de ensino
e na preparação dos orçamentos. Além disso, recomendou
que se destine tempo do horário habitual de estudo para
instruir os alunos sobre o uso da biblioteca e para que se
realizem treinamento em levantamentos bibliográficos".
BRITTAIN (3), no 99 Congresso Brasileiro e 5^ Jornada
Sul-Rio-Grandense de Biblioteconomia e Documentação, realizado em Porto Alegre, em 1977, ministrou um curso sobre
treinamento de usuário da informação, no qual abordou aspectos como tipos de instrução, métodos, avaliação, projetos de apoio existentes e modelo de instrução para usuário
— 379 —

�Em suma, observa-se que a preocupação em preparar o
usuário para utilizar eficazmente a informação é geral.
Na Universidade Federal Fluminense algumas tentativas
foram feitas a fim de levar ao usuário/aluno de graduação
conhecimentos necessários ao uso da biblioteca e das obras
de referência existentes no acervo, assim como de noções
essenciais no preparo de trabalhos científicos. Cabe destacar Os cursos que foram realizados na Biblioteca de Veterinária, Medicina e Farmácia, integrados a disciplinas üo
currículo, atingindo apenas uma clientela reduziüa e específica, por solicitação de professores das disciplinas. jiJsses
cursos tinham por oDjetivo orientar os alunos na elaboração
de trabalhos que teriam que apresentar ao mestre, em que
o uso das fontes de informação e da biblioteca estavam inclusos. Outras tentativas foram feitas, como a elaboração
de um manual sobre "Redação e apresentação de traüalnos
técnicos e científicos" (11). assim como a elaboração de um
currículo mínimo para curso de treinamento para toaas as
áreas, em 1971, que não chegou a ser posto em prática.
A falta de uma sistematização de cursos desse tipo na
UFF demonstra dificuldades a serem superadas.

Z

D'ificuldades para treinamento de usuáriu/aluno de gi'^'
duação da Universidade Federal Fluminense

MILLER (1962), citado por WEST (12), ao tratar do
processo da aprendizagem diz que "todo aprendizado ó um
auto-aprendizado". Relaciona, a seguir, numa escala de eficiência crescente, os diversos graus de aprendizagem: "a menos eficiente", "apenas ligeiramente eficiente", "mais eficiente" e "muito eficiente".
Considera "menos eficiente" o aprendizado para atender
a necessidades puramente acadêmicas. Demonstrou que alunos que obtém altas notas em determinados exames retêm
pouco desse conhecimento e quando repetem, três anos apósa experiência dos mesmos exames, alunos que obtiveram
baixas notas se equiparam aos seus colegas que originalmente haviam se sobressaído.
— 380 —

�"Aprendizado apenas ligeiramente eficiente" é aquele
obtido através de freqüências a conferências ou preléções ou.
de leitura de revistas e livros, pela forma regular. Esse tipo
rle aprendizado, conclui MILLER, pode ser prejudicado pela
falta de uma seleção objetiva.
O "aprendizado mais eficiente" é o que se relaciona à
procura de informações para resolver um problema que se
tem em mãos, como por exemplo, dar uma aula.
Finalmente, o "aprendizado muito eficiente" é aquele
cm que o indivíduo procura a informação com uma finalidade prática imediata e importante, tal como resolver o
caso de um paciente.
Como se vê, os pontos do aprendizado se dão quando
determinados pela necessidade.
Com relação aos cursos de treinamento de uso da biblioteca, se não houver necessidade prática imediata, o aprendizado ficará, sem dúvida, comprometido. E essa é uma das
grandes barreiras encontradas para treinamento de alunos
de graduação da UFF.
Outro problema que se tem que encarar é o número
elevado de alunos a serem treinados.
Sabe-se que a Universidade Federal Fluminense se inclui entre as primeiras do país quanto à população estudantil . Só na área biomédica matriculam-se por semestre cerca
de 600 alunos. Existem, para atender as necessidades de inlormação desses alunos, uma biblioteca biomédica, que serve a todos da área básica e quatro bibliotecas na área profissional, atendendo respectivamente a alunos de farmácia,
medicina, veterinária e odontologia.
O pessoal técnico disponível nas bibliotecas, com condições especificas para treinar, parece não ser em quantidade
suficiente para atender a número tão elevado de alunos.
Por outro lado, os alunos estão sujeitos a um horário de
aulas descontínuo, que abrange mais de um turno; as disciplinas por sua vez são ministradas em lugares diversos. O
regime de crédito por semestre permite que o aluno requeira
uma carga horária às vezes maior do que a que pode su portar, no afã de preparar-se mais cedo. Evidentemente, há
no momento pouca oportunidade para a inserção de um
novo curso no currículo.
— 381 —

�Em suma, esses parecem ser os principais problemas para
treinamento de alunos de graduação da área biomédica da
UFP. Sem dúvida, necessitam de uma solução imediata.
3

Por que treinar?

A escola moderna baseia a educação na auto-aprendizagem do aluno. Fundamenta-se, principalmente, em ensinar
o aluno a aprender, ao invés de sobrecarregá-lo com uma
quantidade exagerada de dados informativos. Na formação profissional do aluno, que é a meta do ensino universitário, deve estar implícito o fornecimento de meios que o
possibilite a continuar sua aprendizagem através da auto-educação. E onde o profissional encontrará os meios mais
eficientes para prosseguir avançando em seus conhecimentos, senão através da palavra escrita?
Visto isso, não pode a biblioteca universitária omitir-se
em relação a essa necessidade, virtual do aluno, ou seia, permitir que ele passe pelo curso de graduação sem obter as
armas necessárias que lhe permitam continuar o seu auto-aprendizado. É evidente que alguma solução deverá ser
tomada para implantação de cursos de treinamento de usuário da informação, também para alunos de graduação da
Universidade Federal Fluminense.
4

O uso que a população em estudo faz dos recursos
da Biblioteca

Durante a primeira semana do mês de abril de 1978 foi
efetuado um inquérito com cento e um alunos de gradua
ção, que se encontravam utilizando as bibliotecas biomédica
e de Medicina da UFP, com o objetivo de identificar padrões
de uso da biblioteca e de fontes bibliográficas. Segue, abaixo, o resultado desse inquérito.
4.1 Resultado do questionário — entrevista aplicada
a)

FINALIDADE DA IDA À BIBLIOTECA
conhecer as novas aauisicões
Consultar alguma publicação
Usar as salas de leitura ...
Pedir um livro emprestado
— 382 —

1%
Ifío/o
35%

�Fazer levantamento bibliográfico
Pedir explicação ao bibliotecário
Sem resposta

iVo
2%
10%

O resultado acima indica que grande parte da população
observada (75%) vai a biblioteca para usar as salas de leitura ou pedir um livro emprestado.
b)

CANAIS DE ACESSO A INFORMAÇÃO
Bibliotecários
Catálogos
índices e "abstracts"
Colegas
Professores
Sem resposta

25%
15%
10%
40%
10%

Pelas respostas acima, verifica-se que os instrumentos
usuais de acesso à informação, isto é, catálogos, índices e
"abstracts" pouco significam para o aluno de graduação. Ê,
ainda, a indicação do professor (40%), formalizada ou não,
que representa o meio mais utilizado para o acesso à informação .
c)

FINALIDADE DO CATÁLOGO
Para saber que obras a biblioteca possui
sobre determinados assuntos
Para saber que obras a biblioteca possui
sobre determinado autor
Para localizar obras nas estantes
Sem respostas

27%
19®^
46%
8%

Na maioria das vezes (46%), o aluno procura o catálogo apenas para localizar, nas estantes, a publicação que
previamente lhe foi indicada. Utiliza-o quase sempre para
anotar o número de chamada e o nome do autor da obra a
fim de solicitá-la ao funcionário no balcão.
d)

DIFICULDADES PARA OBTER AS INFORMAÇÕES
DESEJADAS:
Falta de publicação
Falta de tempo
— 383 —

igo/^
7%

�Não sabe como obtê-la
Falta de orientação didática
Outras
Sem resposta

2%
1%
1%
70%

70% das questões ficaram sem respostas. O que acontece é que, por desconhecimento dos recursos da biblioteca,
não sabem os alunos colocar suas dificuldades devidamente.
e)

CONHECIMENTO E USO DA COLEÇÃO
— Cite uma obra de referência bibliográfica de sua
especialidade.
Livro-texto
Sem resposta

•

38%
62%

A pergunta acima foi colocada com o propósito de verificar se os alunos têm conhecimento do que seja uma obra
de referência bibliográfica. 38% só citaram livro-texto e
62% não deram respostas. Há, como se vê, desconhecimento das fontes de referência da área.
— De que publicações necessita para manter-se
atualizado?
Periódicos
Livros-texto
"Abstract" e índices
Enciclopédias
Sem respostas

32%
51%
1%
7®/©
go/o'

As respostas enfatizam como prioritório o livro-texto.
As obras que dão acesso à informação atualizada (índices é "abstracts") não foram enfatizadas como prioritárias.
'
Os dados referentes a periódicos dão a idéia de um consenso a respeito do seu valor para atualização de conhecimentos .
— Prefere obras de leitura resumida?
Sim
Não
Sem respostas

25%
12%
64%

�— Você gostaria de ler um pouco mais sobre assuntos dados em aula?
Sim ....
Não
Sem respostas

77%
18%
2%

64% não deram respostas sobre se preferem ou não livros de leitura resumida. Isso parece mostrar uma perplexidade, que pode refletir a impossibilidade do aluno de graduação de aprofundar suas leituras. Já na questão seguinte,
77% declaram que gostariam de ler um pouco mais sobre
assuntos dados em aula. Houve uma evidente contradição,
mostrando talvez que a maioria dos alunos quer ler, ma?
reconhece essa impossibilidade, durante o curso.
f)

CONHECIMENTO DAS NORMAS DA ABNT
— Faça a referência bibliográfica da publicação que
você está lendo.
Referência incorreta
Referência certa
Sem respostas

40/0
10/0
950/0

Os alunos não sabem fazer referência bibliográfica, como já era de esperar-se,
— Em oue lugar do livro você localiza o que está
contido nos capítulos?
Sumário
índice
Folha de rosto
Título

Ijo/o
85%
2%
2%

Convém assinalar, aqui, que na ocasião da entrevista,
a maioiia dos alunos tinha em mãos obras que indicavam
seus sumários pelo nome de índice.
4.2 Comentários
De uma maneira muito geral, os problemas de informação podem se resumir em:
— 385 —

�Como encontrar a informação
Como aprender a informação
Como redigir um trabalho (relatório, seminários)
A primeira dificuldade abrange aspectos como uso correto dos catálogos da biblioteca, noção de arranjo de documentos, uso do material de referência, conhecimentos
acerca de redes e sistemas de informação, etc.
Aqui se coloca desde logo o problema do nível e tipo
da informação desejada pelo aluno. A rigor, a informação
que o aluno de graduação da UFF busca nas bibliotecas
das quais se tem tratado limita-se à inserida no livro-texto.
Como se sabe, instrumentos de referência como índices e
"abstracts" se referem quase sempre a informação de conteúdo recente e original, ao qual o aluno de graduação parece não estar, no momento, interessado. Seria o manuseio dessas obras uma necessidade urgente sentida pelo aluno de graduação da UFF? Provavelmente, não. Porém, o conhecimento desse tipo específico de publicação é urna das
armas que o aluno deve adquirir para continuar sua auto■ aprendizagem, já no exercício de sua profissão.
A segunda dificuldade é a fase em que o aluno já de
posse da informação desejada e disponível passa a decodificá-la e interpretá-la.
Os problemas que surgem se referem, de início, à barreira lingüística. Sabe-se que aproximadamente 70% dos
alunos de graduação da UFF não têm acesso à lingüística inglesa e grande parte desses alunos faz restrições à literatura
escrita em língua espanhola, como se tem provado pela
grande rejeição das obras nessa língua, quando disponíveis
para empréstimo e consulta.
Seria esse um problema que um treinamento de usuário a nível de graduação pudesse solucionar? Evidentemente não.
Quanto à interpretação do texto, diríamos o seguinte;
o texto de literatura cientifica de conteúdo assente (livro-

— 386 —

�-texto, enciclopédia, manual, etc.) representa, no plano didático, o apoio teórico do que é exposto na sala de aula.
Ele é, sabe-se, o registro permanente do conhecimento em
vigor, enquanto tal. Daí dizer-se que um livro-texto é, também, além de instrumento para estudo e aprendizagem,
uma obra de consulta. Essas obras apresentam o conhecimento sistematizado e pretendem, num prazo máximo de 5
anos, servir como referência do conhecimento que pretendem englobar, e por isso são, na maioria das vezes, extensas No campo científico e tecnológico essas obras são geralmente traduções de um conhecimento importado que.
frenüentemente, são comerciais, e cujo conteúdo às vezes
se refere a uma realidade que não é vivenciada, no nosso
meio. üelo aluno de graduação. Daí uma das dificuldades
de interpretação.
Não seria demais lembrar o pensamento de SOLLA
PRICE resumido por BRAGA (2) quando diz: "Talvez a primeira grande advertência deva ser dirigida aos países menos desenvolvidos, para que se esforcem e procurem, por
Iodos os meios, integrar realmente o ensino universitário
com a educacSo primária e secundária: principalmente que
deixem de lado os livros didáticos em línguas estrangeiras e
nroduzam textos decentes e adequados, em seus t)rónrios
idiomas. Semnre batalhamos contra o nacionalismo científico. mas atualmente üode ser uma boa estratégica inverter
ar regras da batalha".
Como se sabe, a apresentação de um trabalho escrito é
tarefa que necessariamente envolve conhecimentos da língua,
do assunto a ser tratado e da maneira como deverá ser apresentado, isto é, das partes em que deve ser constituído, Um
simples curso de treinamento de usuário da informação não
poderá, é evidente, orientar nesses três aspectos; restringe-se apenas à maneira de apresentação e, sem diivida, como
a experiência tem demonstrado, isso já facilita a expressão
do conteúdo.
Experiências com alunos da UFP junto às disciplinas
de Tecnologia Farmacêutica, Botânica, Tecnologia dos Alimentos de Origem Animal, Anatomia Patológica dos Animais
Domésticos e Obstetrícia e Patologia da Reprodução Animal,
mostram que, quando conjugados os esforços da biblioteca
e de professores interessados em que seus alunos aprendam
— 387 —

�a elaborar corretamente um trabalho científico, os resultados são apreciáveis. Convém notar ainda que a satisfação
verificada entre os treinandos ao ver suas perplexidades, próprias de quem se inicia em tarefas desse tipo, dissolverem-se
pelo conhecimento de como fazer são marcantes e estimulam a fim de que se procure fornecer esse tipo de orientação aos demais alunos.
5

Recomendações

CONSIDERANDO a situação atual da Universidade Federal Fluminense.
RECOMENDA-SE:
5.1 que se procure conscientizar os profissionais docentes
da área médica para problemas de uso da informação —
através de cursos formais de treinamento, a fim que indiquem clientela para cursos específicos para seus alunos, integrados às suas disciplinas. Cabe aqui assinalar que esses
cursos para docentes poderão ter, ainda, a vantagem de,
além de concientizá-los para a problemática do aluno, minimizar o esforço das bibliotecas na tarefa de elaboração de
levantamentos bibliográficos, hoje nitidamente aceita (6")
como própria do usuário interessado;
5.2 que sejam programados cursos de treinamento para
aluno de graduação, de acordo com as solicitações dos docentes já conscientizados, como tem sido feito pelas bibliotecas de Veterinária e Farmácia, levando-se em consideração
os interesses da biblioteca, do corpo docente e as necessidades dos acadêmicos, como preconiza FJALBRANT (5).
5.3 que, para atingir de um modo geral a todos os alunos
da UFF, seja elaborado um curso audio-visual modulado em
dois níveis, pela equipe técnica do NDC, com a colaboração
dó Núcleo de Audio-Visual da UFF. O primeiro nível do
curso atingirá a clientela que ingressa na área básica. Esse
curso deverá conter ensinamentos estritamente necessários
ao uso e funcionamento da biblioteca. O nível mais adiantado do curso fornecerá à clientela já na área profissional,
conhecimentos mais amplos sobre o uso da informação científica e o preparo de trabalhos técnicos observando-se o ensino/aprendizagem dos instrumentos bibliográficos específicos a cada área profissional;
— 388 —

�5.4 que seja incluída a disciplina "Didática" no currículo
do curso de Biblioteconomia dessa Universidade, com a finalidade não só de preparar o aluno para futuras atividades
docentes como, ainda, proporcionar ao profissional já lotado nas bibliotecas universitárias da UFF formação nesse sentido, pela oportunidade de obter esse crédito.
Em suma, as recomendações acima seriam os passos
iniciais a serem dados a fim de que no futuro esses cursos
fie treinamentos fizessem parte da programação curricular
cta Universidade Federal Fluminense, mesmo como disciplina optativa, a exemplo de outras universidades do país.

CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
1

ARBOLEDA — SEPÚLVEDA, Orlando &amp; ALVEAR, Alfredo. Métodos audiovisuales en Ia instrucion de usuários de Ia information. Separata do Boi. Biol. Agric.,
9 (4): 271-288, 1972. p. 272.

2

BRAGA, Gilda Maria. Informação, ciência, política científica; o pensamento de Derek de Solla Price. Ci Inf.,
Rio de Janeiro, 3 (2); 155-177, 1974.

3

BRITTAIN, J. M. User studies user behaviour and user
instruction; series of lectures and Seminars y Porto
Alegre, 1977 (Curso ministrado durante o 9^ Congresso Brasileiro e 5"^ Jornada Sul-Rio-Grandense de
Biblioteconomia e Documentação)"
4

CEPEDA, Luiza M. Rodrigues. Responsabilidades da
Seção de referência numa biblioteca médica. Porto
Alegre, 1972. 12 p. mimeog. (Trabalho apresentado
à S''- Jornada Sul-Rio-Grandense de Biblioteconomia
e Documentação, p. 2-4).

5

FJALLBRANT, Nancy. Teaching methods for the education of the library user, Libri 26 (4): 252-267, 1976
p. 253.

6

FOSKETT, A.C. A abordag:em temática da informação.
São Paulo, Editora Polígono, 1973. 437 p. 15.
— 389 —

�7

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William J, &amp; Hatt, Paul K. Métodos em pesquisa
social. 5 ed. Trad, de Carolina Martuscelli Bori.
São Paulo, Editora Nacional, 1975. cap. 9, p. 137-154.

E

MALUGANI, Maria Dolores. La biblioteca en la educación agrícola superior. Separata do Boletim Bibliográfico Agrícola, 4 (1): 1-12, 1967.

9

MORETTI, Dina Maria Bueno et alii. Orientação bibliográfica na área agrícola. Porto Alegre, 1977. 15 p.
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Brasileiro e S''' Jornada Sul-Rio-Grandense de Biblioteconomia e Documentação).

10

NEGHME, Amador. La funcion de Ia biblioteca en Ia
ensenanza superior, Ia investigacion cientifica y Ia
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11

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Niterói, Universidade Federal Fluminense, 19.

12

WEST, Kelly M. Função da biblioteca no aprendizado
para aprender clínica médica. Separata da R. bras,
clín. e terap., 1 (3): 159-64, Mar. 1972.
DEBATES

DYRSE BARRÊTO TAVEIRA (Professora do Departamento de Documentação da UFF): O Núcleo de Documentação da UFF conta com um quadro reduzido de profissionais bibliotecários. Como seria possível desviar os poucos
profissionais existentes para se dedicarem a tarefas docentes?
MARÊDA FIORILLO BOGADO: Como nós sabemos que
c pessoal técnico disponível nas bibliotecas do Núcleo de
Documentação da UFF, com condições especificas para treinar, não são em quantidade suficiente, a nossa proposta foi
H da solução de um treinamento coletivo, uma solução de
triagem, uma solução de emergência, que nós reconhecemos.

— 390 —

�Como solução de treinamento coletivo, nós colocamos uma
jiOlução de cooperação ,em torno de uma equipe, que seria
formada pelos profissionais bibliotecários do Núcleo de Documentação da UFF, em que teríamos a felicidade de contar
com a colaboração do Curso de Biblioteconomia da UFF, na
elaboração e implantação desse projeto. A nossa proposta
como solução de emergência, como primeira triagem seria a
tie um audio-visual, na forma de um filme ,porque acreditamos ser essa a solução mais econômica. O elenco do filme
seria formado pelas nossas próprias colegas bibliotecárias
e, os cenários seriam as bibliotecas da UFF. Esse filme seria
oferecido em horários a serem estudados, em grandes auditórios, onde seria dado um curso que contivesse conhecimentos mínimos necessários sobre o funcionamento da biblioteca e treinamento do usuário, isto é, como consultar um catálogo, o que significa o regulamento da biblioteca, etc.

— 391 —

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>SNBU - Edição: 01 - Ano: 1978 (UFF - Niterói/RJ)</text>
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                  <text>Tema: A biblioteca como suporte do ensino e da pesquisa no desenvolvimento nacional.</text>
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              <description>The topic of the resource</description>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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            <element elementId="39">
              <name>Creator</name>
              <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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                <elementText elementTextId="39560">
                  <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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            <element elementId="45">
              <name>Publisher</name>
              <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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                  <text>MIC/UFF</text>
                </elementText>
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            <element elementId="40">
              <name>Date</name>
              <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                  <text>1978</text>
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              <description>A language of the resource</description>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Trata do treinamento de usuários, alunos da área de biomédicas, da graduação na Universidade Federal Fluminense. Apresenta resultado de um estudo realizado em abril de 1978 junto aos usuários com o objetivo de identificar padrões de uso da biblioteca e de fontes bibliográficas. São apresentadas algumas recomendações , que levam aos passos iniciais para que no futuro, esses treinamentos façam parte  da programação curricular da universidade, como disciplina optativa.</text>
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                    <text>avaliação de serviços prestados a usuários de
BIBLIOTECAS BIOMÉDICAS

MARIA ANGELA LAGRANGE MOUTINHO
DOS REJS
(Professora de Pesquisa Bibliográfica da Escola de Enfermagem da Universidade Federal
do Rio de Janeiro (UFRJ) e Bibliotecária da
Biblioteca Central do Centro de Ciências da
Saúde (CCS) da UFRJ)

'

A avaliação em bibliotecas biomédicas é uma pesquisa a
efetuada pelos bibliotecários que nela trabalham, indica-

naturalmente para tal tarefa, por sua formação e vivênprofissional. Mas bibliotecários não têm o hábito da pesWisa ou como salienta DIEGUES JUNIOR (4) em relação a
- ^tistas sociais, "não há uma tradição de pesquisa", tradigp^.não é uma atribuição clássica, sendo portanto difícil de
^ implantada, de se tornar habitual.
■ . O sistema de informações que é uma grande biblioteca
^omédica compreende pessoal de diversos níveis, usuários
® diversas formações e áreas de conhecimento, que conti^ apresentar os serviços já por demais conhecidos e está
produzindo outros mais modernos como os relativos a rePeração de informações on-line e a análise de informações.
orém existem as bibliotecas menores, carentes de recur"s _e instalações adequadas, mas prestando importantes
fjí^iÇos à comunidade biomédica. Esta inadequação foi veç/icada por Yone CHASTINET (2) ao avaliar o Sistema Na'Onai de Informação e Documentação Agrícola — SNIDA.
. ^ASTInet comprovou não haver uma relação direta ene_a quantidade dos bibliotecários da rede e o nível de coopeÇao. Assim sendo, muitas vezes a avaliação pertinente exij'u^9^hecimentos interdisciplinares, envolvendo fatores quaOíiri
® ® quantitativos, fazendo com que não saibamos por
jj^j ? começar, quais as técnicas a empregar. Por onde se
uma avaliação? Pelos serviços meios ou fins? Quais
v[ji^^^°ridades a serem consideradas? Em nosso ponto de
tais considerações são secundárias, contanto que a
— 237 —

�pesquisa seja iniciada. É muito mais fácil aprimorar os índices de avaliação do que esperar haver uma situação adequada para aferição de serviços prestados. Entretanto, nao
estamos na época da improvisação, do individualismo, devendo então considerar certos princípios.
1 — Devemos nos preocupar com a uniformização de
métodos e a não duplicação de serviços. Nesse sentido, devemos seguir a linha geral de situar toda e qualquer biblio'
teca biomédica num sistema mais amplo de informações.
Como um ponto nesse sistema, a biblioteca deve inicialmet''le se integrar com as bibliotecas a ela relacionadas, seja
assunto, proximidade geográfica ou hierarquização, visando tomar conhecimento das avaliações que estejam senCrealizadas, e como estão sendo realizadas.
2 — Determinar qual o nível em que devemos executai
nossa pesquisa. Segundo LANCASTER (5) existem três
veis possíveis.
a) Avaliação de eficiência
b) Avaliação de custo da eficiência
c) Avaliação de custo dos benefícios
Continua o autor sugerindo que no primeiro item ocorrem geralmente avaliações das demandas e não das
sidades reais. Quanto ao segundo e tercejro níveis, tão comuns em países europeus e nos EEUU não são muito an
lisados em bibliotecas biomédicas brasileiras.
Levando em consideração o princípio número um,
ineçamos a sondar a área biblioteconômica biomédica, atra'
vés de contatos informais com outros bibliotecários, P®
intermédio do Grupo de Bibliotecários Biomédicos da Asso
ciação Profissional de Bibliotecários do Estado do Rio
Janeiro (APBERJ/GBB). Após o que elaboramos um qn®?'
tionário para servir de embasamento a um trabalho cuj'^
objetivo será uma sugestão para padronizar a coleta, deno
minação e talvez a interpretação dos dados estatísticos
seções de circulação de bibliotecas biomédicas. Muitos qu®®'
tionários já foram distribuídos e alguns já nos foram devol'
vidos. Este questionário inicial, ou melhor, este conjunto d
questionários será o ponto de partida para uma linguag6'|^
controlada, comum e sem se prestar a interpretações duvl
— 238 —

�dosas. O método estatístico é imprescindível em qualquer
í^valiação por permitir aferição através de dados qualitativos
® quantitativos. Através da obtenção de dados estatísticos,
Sua organização, apresentação e análise, podemos avaliar os
serviços que impliquem no fornecimento de número de da ■
oos significativos. Não queremos dizer com isso que só de''Pinos utilizar as técnicas estatísticas. Fenômenos isolados,
^ao se prestando a inferências estatísticas são muitas vezes
"^'gnos de serem avaliados.
O princípio número dois nos leva novamente a citar
Lancaster, recomendando seu trabalho como devendo ser
udo por todos os bibliotecários interessados em avaliação. A
'Avaliação de eficiência é bastante sutil e presta-se a interpretações variadas. Inclusive nos propiciando uma coleção
Sistemática de evidência para verificação de que certas mu'Janças estão ocorrendo nos processos da biblioteca ou,..
leitores. Se o papel do bibliotecário também é de educador, de modificar o usuário, então certamente devemos
Saber quais as possíveis e as desejáveis mudanças. Deve hauma análise detalhada das variáveis considerações importantes.
A enfatização das demandas e das necessidades dos
•■'suários, isto é, o que os usuários pedem e o que realmente
Precisam, levou-nos a coletar dados através da turma de
^lusios de "Pesquisa Bibliográfica" **. considerada uma amos^ra representativa dos leitores de uma biblioteca biomédica.
^luitas perguntas feitas diretamente são respondidas conforms o usuário simpatisa ou não com seu entrevistador ou de
^cordo com seu humor. Os pedidos de sugestões também se
Prestam a má interpretação, pois nem todos preenchem as
P^Peletas. O hábito de leitura e escrita é tão pouco cultivaque mesmo os leitores "necessitados" não querem escreumas poucas palavras que poderiam vir a ajudá-los.
Esses motivos nos levaram a aplicar um questionário
ondagem tentando avaliar a maturidade e conhecimento
E&gt;isciplina do currículo de graduação da Escola de Enfermagem
UPRj, tendo uma carga horária de trinta horas e proporcioí^ando dois créditos. O programa da disciplina compreende apresentação da biblioteca, estudo e aplicação das normas da ABNT
relativas a apresentação de traballios científicos, elaboração de
trabalhos, documentação.
— 239 —

�dos leitores no que se relaciona com bibliotecas. Também
para orientação de quais os ensinamentos a serem transmitidos na primeira parte do programa. Todos Os alunos são
também usuários da biblioteca do Centro de Ciências da
Saúde da UFRJ .O comportamento inadequado de grande
parte dos leitores dessa biblioteca nos motiva para estender
a aplicação do questionário acima a outras áreas. O que
nos impediu até agora de tal atitude foi a falta de ocasião
propícia, talvez em cursos a serem dados futuramente.
O questionário tinha várias perguntas mas apenas iremos analisar as relativas à existência de bibliotecas nos
colégios onde cursaram o segundo grau, bem como a adequação das mesmas. Quarenta e oito alunos responderani
o questionário. Desses, vinte e um haviam estudado em
colégios com bibliotecas, vinte estudaram em colégios sem
bibliotecas, sete deram respostas prejudicadas. E, das bibliotecas existentes, apenas três podiam ser consideradas
"boas". Tais resultados nos preocuparam bastante, haja
visto que os cursos "preparados" de vestibular, citados de^
tre os colégios relacionados, não têm bibliotecas. Esses cursos apenas lidam com apostilas, nem livros indicam para
leitura. Daí, porque usuários de bibliotecas biomédicas, ao
entrarem na faculdade, no terceiro grau, ainda estão em
nível de primeiro grau no que se refere a bibliotecas.
Essa avaliação foi efetuada no início deste ano e coni'i'
nuará sendo feita em cada semestre, para aferição dos r^'
sultados e conseqüente mudança de métodos.
A avaliação deve ser constante e ter como objetivo "
aprimoramento dos serviços. Mudanças podem ou não ser
efetuadas, são um meio e não um fim.
Concluindo, solicitamos aos colegas que divulguem oS
trabalhos efetuados no campo da avaliação para melhor
entrosamento dos interessados.
Bibliografia Consultada
1 BLOOM, B. S. Handbook on formative and sumative eva'
luation of student learning. New York/etc/ McGraWHill Book Co. c. 1971/923 p.
2 CHASTINET, Yone S. et alii. A implantação da rede d®
coleta e registro bibliográfico do Sistema Nacional de
Informação e Documentação Agrícola — SNIDA, uiw^
— 240 —

�avaliação. In :CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 9. Porto
Alegre. 1977. Anais... Porto Alegre, 1977, p. 50.
3 CUNHA, Maria Luisa Monteiro da, Bibliotecas universitárias em sistemas nacionais de informação. IN: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E
DOCUMENTAÇÃO, 9 Porto Alegre, 1977. Anais...
Porto Alegre, 1977. p. 67-92.
4 DIEGUES JUNIOR, Manuel. Pesquisas inter disciplinar es;
problemas e perspectivas. Multidisciplinar, 1 (1):
9-14, 1974.
5 LANCASTER, Frederick W. Guidelines for the evaluation
of information systems and services- s.l, UNESCO,
1977. 178 p.
6 SCRIVEN, Michel. Evaluation perspectives and procedures. In: POPHAM, W.J., ed. Evaluation in education;
current applicatioris. Berkeley, McCutchan Publ.
Corporation /cl974/ 585p.
tras publicações;

— 241 —

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            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                <text>1978</text>
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            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
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                <text>Evento</text>
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            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
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              <elementText elementTextId="39814">
                <text>Analisa a área biblioteconômica biomédica, mediante aplicação de questionário com os biblitoecários  por meio do Grupo de Bibliotecários Biomédicos da Associação Profissiomal de Bibliotecários do Estado do Rio de Janeiro (APBERJ/GBB), como ponto de partida para criar uma linguagem controlada, e aplicou-se também questionário com os usuários da biblitoeca do Centro de Ciências da Saúde da UFRJ, perguntando se havia bibliotecas nas suas escolas de origem, a fim de investigar  o comportamento do usuário na biblioteca.</text>
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            <description>A language of the resource</description>
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                <text>pt</text>
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                    <text>INTERAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO CIENTÍFICA
BRASILEIRA — UMA AMOSTRA

ELISABETH SHNEIDER DE SA
(Mestra em Ciência da Informação e Chefe da
Biblioteca de Veterinária da UFF)
ELIAN A SOUZA PINHEIRO
(Prof^ do Departamento de Documentação da
UFF e Assistente do Núcleo de Documentação
da UFF)
1

INTRODUÇÃO

As universidades devem cumprir simultaneamente os seus
^ois objetivos fundamentais: ensinar e pesquisar. Para estas
duas metas muito devem contribuir as suas bibliotecas e resPfcctivos bibliotecários.
O conhecimento do grau de interação da documentação
cientifica brasileira com a literatura internacional pode
servir como base avaliativa do resultado obtido com a aplicação de recursos para pesquisa. O cálculo da produção
documentária que participa do complexo universo de infor'^nações científicas, pode mostrar caminhos e distinguir
Prioridades. Assim, nos propomos a prosseguir trabalho
''hterior (7) que concluiu pela participação a nível interí^acional, através de índices, de 58% dos trabalhos publicados
por brasileiros (fig. 1). A partir daí, tentamos conhecer,
além do que está disponível, o que é efetivamente utilizado,
cadeia científica onde cada trabalho é um elo.
Recentemente, Morei &amp; Morei (3) tentaram uma análise
da produção científica brasileira, utilizando como base os
autores brasileiros que publicaram em revistas arroladas
P-ío Institute of Scientific Information (ISI). Outros trabalhos de análise da literatura científica latino-americana
^.2.8) já se haviam baseado exclusivamente nesta fonte, que
® sem dúvida alguma um instrumento de grande valor,
^ão é desprezível, contudo, o fato de que somente duas
^^vistas brasileiras (Anais da Academia Brasileira de Ciên— 125 —

�-lias e Revista Brasileira de Pesquisas Médicas e Biológicas)
apareçam arroladas na base de dados do ISI, como mencionam os autores acima citados, visto que farto e valioso
material documentário é publicado em revistas não conslantes daquela fonte, como veremos adiante.
Através do uso freqüente do Science Citation Index,
sabemos também que esta obra não está programada para
distinguir homônimos, fato que pode invalidar ou no mínimo
alterar os resultados obtidos em. outros estudos de citações
de autores.
Assim, é fácil constatar que sob um determinado nome,
annrentemente muito rolífico, encontramos trabalhos tanto
geopolítica quanto de desenvolvimento celular, matemática ou farmacologia, o que evidencia a multiplicidade de
autores sob uma só entrada.
Outro exemplo entre os muitos encontrados é o que
apresenta o fascículo referente a abril-junho de 1977, onde
o "mesmo" autor aparece com 2 artigos citados em 1977.
O 1"? de 1839, e o outro publicado em 1965.
Se não aceitamos a tese de homônimos tomados como
um único autor, teremos que admitir como verdadeira a
idéia de um cientista escrevendo artigos citáveis, com 144
anos de idade, considerando-se a idade mínima de 18 anos
para a publicação do 1" documento.
Sem dúvida, sabemos que cada vez mais pesquisadores
de nosso país publicam em revistas norte-americanas e de
outras nacionalidades, aumentando consideravelmente a
cada ano o número de autores brasileiros arrolados por
aquele serviço (3,7) o que poderia revelar o abandono por
parte dos pesquisadores brasileiros, das revistas nacionais,
aue seriam ruins porque os cientistas não publicam nelas e
os cientistas locais não publicam nelas porque as revistas
são ruins.
A razão que nos levou à elaboração deste trabalho,
consiste em saber até que ponto é válida a análise da literatura de um país desprezando-se o que é nele publicado, .já
que 2 títulos no exemplo mencionado, seriam os representantes de toda a ciência brasileira.
— 126 —

�'■1

Material e Métodos

Levando-se em consideração apenas aquela parcela .já
mencionada, de artigos indexados e extraídos da literatura
brasileira de microbiologia, imunologia e parasitologia pubDcados em 1971, partimos para a verificação, através do
Science Citation Index (SCI) de janeiro de 1972 a junho de
1977 (último número publicado) de quais haviam sido citados, quem os citou, de que país, que revistas citaram, etc. . .
Para a verificação da procedência dos autores citantcs
foi utilizado o ISI's Who is Publishing in Science (WIPIS).
É importante notar que, de acordo com os procedií^nentos relatados à folha 22 do trabalho de Sá (7) os autores
brasileiros que publicaram em revistas estrangeiras não
(correspondem à totalidade deles, dada a impossibilidade de
levantá-los integralmente.
■'

RESULTADOS
3.1

Porcentagem de Citações

O nrimeiro resultado de importância diz respeito à por&lt;^entagem de citações obtidas pelos pesquisadores brasileiros
''oniponentes da amostra e que, como podemos ver na figvira
2 (? constituída de 526 trabalhos, sendo 428 (81,4%) publi^^acios em revistas brasileiras e 98 (18,6%) em revistas de
outras nacionalidades. A figura 3 mostra que apenas 145
fíocumentos foram citados, correspondendo a 27,6% do
conjunto.
Este resultado, sem dúvida preocupante, tomado de
forma isolada, pode causar um impacto negativo, mostrando
o fato de ter sido indexado por serviços de grande reper'•ussão internacional, não contribuiu de maneira significativa
Para a aceitação do trabalho.
3.2

Oiigem dos Autores Citantcs

Comparando-se, porém, os dados da tabela 1 que se
^fífere a porcentagem de citações recebidas por artigos publi&lt;^ados no Brasil e no exterior, com os apresentados na tabela
^ &lt;lue mostra a distribuição por países de origem das revis— 127 —

�las citantes, temos que das 186 citações para os 94 trabalhos
publicados em revistas brasileiras, pelo menos 166 foram de
revistas estrangeiras, uma vez que, apenas 20 citações foram
feitas em revistas brasileiras.
Tornando-se a comparar estes dados com os obtidos na
tabela 3 correspondente a origem dos autores citantes,
vemos que das 166 citações feitas a artigos publicados no
Brasil por revistas estrangeiras, pelo menos 127 procedem
de autores também estrangeiros, já que somente 59 citações
foram feitas por pesquisadores brasileiros.
Foi observado, também, durante a pesquisa que dos 98
artigos publicados por brasileiros no exterior, (fig. 3) 47
não foram citados perfazendo um total de 48,9% de artigos
publicados fora do país e que também não foram utilizados,
o que pode demonstrar que nem sempre a facilidade de
acesso ou a intensidade de circulação determina a freqüência de citações, mas principalmente a reputação do autor e
a qualidade do trabalho.
3.3

Freqüência de Citações

Segundo Price (4) 49% de todos os trabalhos existentes
são citados ao menos 1 vez enquanto apenas 1% são citados
6 vezes ou mais.
Ora, tendo em vista que a nossa amostra foi extraída
da literatura publicada em 1971 e que cada trabalho cumpre
em média, sua finalidade após 10 anos de publicado, a nossa
base de dados teria ainda 4 anos a percorrer. Contudo,
ainda de acordo com Price, a média de citações para trabalhos com menos de 15 anos é consideravelmente maior do
que o valor padrão de 1 citação, por trabalho, por ano,
crescendo constantemente à medida que diminui a idade e
atingindo um máximo de cerca de 6 vezes o valor padrão
de citações os trabalhos de 2 anos e meio, tornando a declinar após. Neste caso, a nossa amostra já teria ultrapassado
a fase de raras citações por falta de prazo suficiente para
serem divulgadas e estaria na faixa de 3 ou 4 citações por
trabalho.
Analisando a tabela 4 que mostra a freqüência de citações obtidas por trabalhos de autores nacionais, verificamos
que dos trabalhos citados, 22 obtiveram mais de 6 citações,
— 128 —

�o que corresponde ao número mínimo de citações obtidas
por 1% apenas de todos os artigos publicados. Assim,
temos que numa pequeníssima amostra da literatura científica brasileira, vários artigos fazem parte deste reduzidíssimo
da totalidade da produção científica mundial que compreende todas as áreas do conhecimento em todos os tempos.
Este fato que por si só nos traz uma grande satisfação,
ínostra ainda que o autor mais citado é o Prof. Nelson
Monteiro Vaz desta Universidade, com um total de 83 citações obtidas por apenas 3 trabalhos. O 1^ tendo recebido
31 citações e os outros dois, 27 e 25.
3.4

Origem das Revistas Citadas

Retrocedendo-se à tabela 1, podemos observar que das
146 revistas utilizadas pelos pesquisadores brasileiros e cujos
artigos receberam citações, 29 são brasileiras e 40 estrangeiras, sendo que estas com cerca de metade dos artigos das
primeiras receberam o dobro de citações, contudo podemos
observar pelo exame da tabela 5 que a revista que recebeu
rnaior número de citações foi a Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, seguida por 3 revistas norte-amencanas e novamente uma brasileira — Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. Na tabela 6, arranjada por média de
citações recebidas por artigo e por revista, temos uma
visualização clara e precisa da importância dos artigos de
brasileiros publicados em revistas nacionais e não arroladas
pelo ISI.
Com a tabela 7 temos um resumo da média de citações
recebidas por artigos publicados no país e fora dele, além
"a média de citações obtidas por revistas, sendo que nos
6 anos pesquisados a média de citações por artigo citado foi
«e 3,9 e a média de citações por artigo, por ano foi 0,64.
3.5

Núcleo Científico

Outro dado a considerar é o verificado pela comparação
tabelas 2 e 3 que mostram uma presença constante dos
Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, França, Suiça e
Holanda.
Com isso, podemos confirmar que existe uma tendência
P«ra uma cadeia científica envolvendo os mesmos países,

— 129 —

�onde os Estados Unidos aparecem como núcleo gerador e
polarizador. Este fato, sem dúvida, não constitui novidade
e já foi verificado por outros autores (8). Talvez possa ser
explicado pelo elevado grau de desenvolvimento social c
cultural de cada um, e pela conseqüente valorização da pesquisa, a qual é dedicada grande parcela do produto nacional
bruto.
■ --l
3.6 Elite rte Autores versus Citações
Observando-se a classificação de Price (5) para produtividade de autores, onde o trabalho de um autor "transitório"
tem cerca de 30% de chance somente de ser citado, ou seja,
70% desses autores não recebem citação, e onde vemos que
dos "permanentes", 60% estão na lista dos mais citados,
verificamos que da elite estabelecida pela Lei de Lotka,
(tab. 8) para os autores brasileiros de MIP, 40% foi citada,
porcentagem bem inferior à prevista que contraria em parte
a afirmativa de que autores permanentes têm uma grande
tendência de serem citados, principalmente se levarmos em
consideração que a nossa elite está baseada exatamente na
proposição de Price, que considera como "núcleo de autores
permanentes" aqueles com 4 ou mais trabalhos por ano, e
que 60% dos autores citados não fazem parte desta elite,
embora não possamos abandonar o fato de que esta taxa
recai apenas sobre os indexados, que constituem a nossa
base de dados.
4.

Conclusões

Este estudo das citações obtidas pelos trabalhos brasileiros de MIP de 1971, apresenta-se como uma pequena
amostra e um alerta aos promotores da pesquisa no Brasil,
principalmente às universidades, responsáveis que são pelo
fdesenvolvimento da produção científica nacional no sentido
de valorizarem mais o seu potencial humano, oferecendo
maiores recursos para o aprimoramento dos serviços bibliotecários como base que são para a realização de qualquer
trabalho científico.
Embora ratificando conclusões alcançadas por muitos
outros estudos sobre a existência de uma cadeia científica
denominada por determinado grupo de países, podemos
cjbservar a aceitação dos trabalhos brasileiros, que em alguns
casos chegaram mesmo a alcançar os padrões mais satisfa— 130 —

�tórios no panorama internacional, comprovando que mais
importante do que o veículo de divulgação é a qualidade da
informação, tendo em vista que a quase totalidade dos trabalhos publicados em revistas brasileiras e citados, o foram por
autores estrangeiros, e que uma grande porcentagem, cerca
de 50% daqueles publicados em revistas estrangeiras não
foram sequer citados.
"
De maneira geral, ainda não é das melhores a repercussão
dos trabalhos de autores brasileiros no cenário científico
mundial, independentemente da procedência do documento
onde foi publicado e da fonte secundária onde foi indexado,
o que nos leva mais uma vez a alertar sobre a importância
do aproveitamento integral de todos os valores existentes,
através de facilítação de recursos, inclusive os bibliográficos,
que possibilitem o nosso avanço científico.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
GARFIELD, E. Citation analysis as a tool in journal evaluation. Science. 178 (4060): 471-479, 1972,
LECHIN, FF. &amp; VAN DER DIJS, B. Situacion actual de la
investigacidn cientifica en Latinoamerica con especial
referencia al campo de la medicina y ciências afines.
Acta Cientifica venezolana. 25 (6); 195-197, 1973.
morel, R.L.M. &amp; MOREL, C.M.'Um estudo sobre a produção científica brasileira, segundo os dados do Institute Scientific Information (ISI). Ci. Inf., 6 (2); 99-109,
1977.
•PRICE, D.J. de Solla. Networks of scientific papers.
Science, 149: 510*515, 1965.
PRICE, D.J. de Solla &amp; CURSEY, S. Studies in scientometrics I. Transience and continuance in scientific authorship. Ci. Inf., 4 (1): 27-40, 1975.
. Studies in scientometrics II. The relation between
source author populations. Ci. Inf., 4 (2); 103-108, 1975.
SA, E.S. Participação dos pesquisadores brasileiros de microbiologia, imunologia e parasitologia (MIP) na lite"
ratura científica internacional. Rio de Janeiro, 1976.
(Tese de mestrado).
SANDOVAL, A.M. &amp; NUÍíEZ, A. Publicación fuera de Ia
region de artículos escritos por especialistas latinoaniericanos sobre cuestiones biomédicas. Boi. Unesco Bibl.,
28 (1): 11-17, 1974.
I
— 131 —

�FICUR&amp; I - NÍVEL DE INDEXAÇÃO DOS ARTIGOS BRASILEIROS DE M I P

�FIGURA 2 - PORCENTAGEM OE CITAÇÕES OBTIDAS PELOS PESQUISADORES BRASILElROS COMPONENTES DA AMOSTRA

�FIGURA 5 - PORCENTAGEM 003 DOCUMENTOS CITADOS NO BRASIL E NO EXTERIOR

DC

-&gt; DOCUMENTOS CITADOS
PUBLICADOS EM REVISTAS NACIONAIS
PUBLICADOS EM REVISTAS ESTRANGEIRAS

�1'abei a 1 — Porcentagem de Citações Recebidas por Artigos
Publicados no Brasil e no Estrangeiro

REV.

ARTIGOS CITAÇÕES

%

brasileiras

29
47

94
334

186
0

33,3

ESTRANGEIRAS

40
30

51
47

373
0

66,7

146

526

559

100

TOTAIS

— 135 —

�Tabela 2 — Países de Origem das Revistas Citantes
PAÍS

N9 DE REV/PAIS

N9 DE CIT.

USA

86

237

Inglaterra

35

114

Alemanha

16

39

França

14

19

Suíça

12

33

Holanda

6

21

Canadá

5

7

Brasil

4

20

Dinamarca

4

4

Itália

4

5

Polônia

2

3

Rússia

2

2

Africa do Sul

1

2

Argentina

1

5

Checoslováqula
Chile
Costa Rica
Israel
Japão
México

&gt;11

Mônaco
Nova Zelândia
Quênia

— 136 —

�Tabela 3 — Procedência dos Autores Citantes
PAIS

N"? AUTOR

USA

N? CITAÇAO

145

202

srasil

50

59

^^glaterra

26

35

fiança

25

29

Alemanha Ocidental

17

27

Canadá

19

20

Japão

9

14

Egito

6

12

Argentina

7

9

Colômbia

4

9

Itália

6

8

®élgica

5

6

Holanda
Suíça

5

6

5

6

Chile

3

6

Noruega

4

5

Colônia

4

5

Alemanha Oriental

4

4

Alrica do Sul

3

3

Austrália

3

3

"léxico

3

3

Nigéria

3

3

^°sta do Marfim

1

3

— 137 —

�PAÍS

NO AUTOR

NP CITAÇÃO

Dinamarca

2

2

Grécia

2

2

Sudão

2

2

Suécia

2

2

União Soviética

2

2

Uruguai

2

2

Áustria
Camarões
Ceilão
Congo
Guatemala
Illias Fiji
índia
Irlanda do Norte
Israel
Paraguai
Porto Rico
Suriname
Anônimos

15

Não Identfiicados

43

TOTAL

559

— 138 —

�Tabela 4 — Freqüência de Citações/Artigo
A
(Np Art.)

B
(N9 Cit.)

AXB

1

31
27

2

25
17

31
81
50

1

3

8
9
11

A

4
6

2
1

14

2

13

34
14
26

1

12

12

12

2

11

14

1
2

9

22
9

31
112
162
196
210
236
248
270
279

8

16

15
17

3

7

21

20

2
8

d]
5

40

30
37
78

368
396
441
491

TO

(Hl

12

7
15
20

2

28
45
50

67

1

67

4
3

— 139 —

52

295
316
328

�Tabela 5 — Revistas Citadas em ordem de Citações Recebida
Art. Cit.
» R. Inst. Med. Trop. S.P
34
J. of. Immunol
2
Am J. of. Trop. Med. Hyg
4
J. of. Allergy Clin. Immun
2
- —» Memórias do IOC
12
Immunology
1
J. Memlbr. Biology
1
J. Molec. Biology
1
B. WHO
2
J. of. Parasitol
2
» Folha Médica
1
Lancet
1
- —» R. Mlcrobiologla
8
Applied Microbiol
1
Arch. Intern. Medic
1
T. of. R. Soc. Trop. Med. Hyg. ..3
Z. Zell. forch Mikrosko. Anat
2
Intern. J. Parasitol
1
» R. Inst. Antibióticos
2
» R. Soc. Bras. Med. Trop
4
» Arq. de Zool
3
J. of. Protozool
1
Science
1
Am. J. Vet. Research
1
Annee Biologique
1
Protoplasma
1
» R. Bras. Pesq. Med. Biol
2
Apidologie
1
Arch. Gesamte. Virus Forch
1
» Arq. Gastroenterol
2
» Arq. Inst. Biológico
2
CR. Hebd. Seanc. Acad. Sci. Serv. D.
2
Experim. Parasitol
1
J. of. Infectious Diseases
1
— 140 —

T. Citaçõe
75
56
53
31
28
27
27
27
17
14
13
13
13
11
11
11
10
7
7
6
5
5
5
4
4
4
4
3
3
3
3
3
3
3

�Art. Clt.

—» R. Bras. Biol
~-» R. Hosp. Olinicas
—» An. Acad. Bras. Ciências
Annee Histochimique
» Arq. Fac. Med. Vet. da UFMG ...
—» O Biol^ico'
Carbohydras
—» Cont. av. Inst. Oceanogr
—»Gaz Med. da Bahia
R. Latincam. Microbiol
Acta Biol, et Med. Germ
J. of. Comparative Pathol
Proceed Malacol. Soc. London
» R. Assoc. MIed. Bras
Anee de Parasitol. Hum. Comp...
An. Soc. Bel. Med. Trop. Parasit.
Micol
» Arq. de Neuropsiquiatria
» Bol. Museu Nac. Serv. Zool
B. of. Sanit. Panamer
—» Bragantia
» C. e Cultura
» O Hospital
-wlheringia
Intern. Arch. of. Allergy
Intern. J. of. Leprosy
J. of. Econ. Entomology
J. of. Hygiene
J. of. Phillipine Med. Assoc
—» M. Inst. Butanta
Oncology
~"» P. av. Zool
» R. Bras. Mai. d. Trop
» R. Saúde Pública
» R. Theobroma
Trop. Geoghaphical Med
— 141 —

2
2
2
1
2
1
1
1
1
1
1
1
1
2
1

T. Citações

3
3
2
2
2
2
2
2
2
2
1
2
2
2
1

�Tabela 6 — Revistas Citadas Arranjadas por Média de Citações Recebidas por Artigos e por Revistas

Média Citação Art. Cit.
J. of. Immunology
Immunology
J. Membr. Biol
J. Mol. Biol
J. of. Allergy Clin. Immunol
Am. J. of. Trop. Med. Hyg
» Folha Médica
Lanet
Applied Microbiol
Arch. Intern. Medic
B. WHO
Intern. J. Parasitol
J. of. Parasitol
J. of. Protozool
Science
Z. Zell. forch. Mikrosko. Anat. ..
Am. J. vat. Research
Annee Biologique
Protoplasma
T. of. R. Soc. Trop. Mad. Hyg
- —» R. Inst. Antibiol
Apldologie
Arch. Gesante. Virus forch
Exper. Parasitol
J. of. Infect Diseases
» Memórias do IOC
—» R. Inst. Med. Trop S.P
Annee Histochimique
O Biológico
Carbohydres
» Cont. av. Inst. Oceanogr
— 142 —

28.0
27.0
27.0
27.0
15.5
13.2
13.0
13.0
11.0
11.0
8.5
7.0
7.0
5.0
5.0
5.0
4.0
4.0
4.0
3.6
3.5
3.0
3.0
3.0
3.0
2.3
2.2
2.0
2.0
2.0
2.0

�Média Citação Art. Cit.

» GaTi. Med. Ac. Bahia
■T. of. Comparative Patol
Procped. Melacol. Soe. London ...
n T7, Bra.s. Pe.sa. Med. Biol
R Lnt.tnoam. de Microbiol
» Arn. Zoolopria
n Ara. 'Ga.stropnteroloRia
n Arn Tnst. Biológico
r!R. bohd. .9eanc. Acad. Sei. D. . ..
" R. Bras. Bioloccia
R. Ho.^n. Clln
R. Rne. Bras.-Med. Hosp. .........
Acta bin! mpd. n:erm
Anpj.s Acad, Bras. Ciência.s
Apee de parasitol hum. comp
An, Soe Bolea Med. Ton. Parasitol.
micoL hum. an.
Arn. Fac. Med. Vet, da TJFMG ...
» Arn, de Neiiropsinuiatria
-« B Miisen Nacional Serv. Zool
B. Of, San, Panamer
-» Bragantia
-» C, e Cultura
O Hospital
-» Iheringia
Intern. Archive of. Allergy
Intern. J. of. Leprosy
•T- of. Eeonomie Entomology
•T. of. Hygiene
•T. of. Philliplne Med. Assoc
-» M, Inst. Butantã
Oncology
»P. av. Zool
» RAMB
» R. Bras. Mai. Doenças Trop
» R. Saúde Pública
» R. Theobroma
Trop. Geograph. Med
143' —

2.0
2.0
2.0
2.0
2.0
1-6
1-5
1-5
l
1-5
10
10
10
10
10
10
10
10
10
1.0
1-0
10
10
10
10
i-O
10
'10
10
1-0
1-®
1-0

�Tabela 7 — Média de Citações Recebidas por Artigo e por
'Revista

MÉD. CIT.P/ARTIGO MÉD. crr. P/REVISTA
BRASILEIRA

1,9

6,4

ESTRANGEIRA

7.3

9,3

— 144 —

�Tabela 8 — Distribuição do N' de Autores e Seus Respectivos N's de Trabalhos *

Ax a
j N' Acumulado
j Ti'abalhos/Autorj
de
I
Trabalhos

Autores

36

I 1
1
1
1302 = 5
I 7
I 7
|14
33
75
219
939

± 1/10

72%

I

1302

.

18
14
10
8
7
6
5
4
3
2
1

243

18
14
10
40

± 1/3

I 49
{ 42
I 70
132
225
438
939
1977

Observe-se que a raiz quadrada do niimero total de autores
aos autores com 5 ou mais trabalhos publicados e
1/10 dos autores relacionam-se com 1/3 dos trabalhos publlauos, o que mostra uma distribuição muito semelhante à anunciada
Lei de Lostka modificada por Price.
— 145 —

�DEBATES

ANTONIO MIRANDA: Hoje, os estudos sobre citações
;;ào muito discutidos em todo o mundo com relação à validade
para se determinar política de seleção, para dignificar ou
fazer o reconhecimento dos autores.
Uma das conclusões que podemos extrair do seu trabalho é da nossa dependência com relação aos países da
nossa área ou da área de influência deles. A explicação é
muito lógica. O Brasil no seu programa de ensino, ainda
depende muito da capacitação de pessoal no exterior. A
maioria dos nossos pesquisadores à nível de Pós-Graduação
ate, recentemente, faziam seus trabalhos de pesquisa em
países estrangeiros, somente do ano passado para cá, é que
começou a haver uma pequena niudança nessa tendência.
(j pesquisador fazendo o seu trabalho em institutos de
ensino no exterior, passa a dar preferencia a publicações e
periódicos estrangeiros, o que lhe dá um maior prestigio,
um maior status internacional. Em segundo lugar, o fato
de escrever o seu trabalho numa língua estrangeira torna-o
mais fácil de ser citado internacionalmente.
THEREZA SITA DE CARS (Professora do Departamento
de Documentação da UFF): Gostaria de saber se há diferença
considerável entre a citação de autores brasileiros com nomes
brasileiros e de autores brasileiros com nom.es de origem
especialmente não latina?
ELIANA SOUZA PINHEIRO: Foram encontrados, dentre os trabalhos citados, alguns de autores brasileiros com
nomes estrangeiros, porém a grande maioria foi de autores
brasileiros com nomes brasileiros.
— 146 —

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Analisa o grau de interação da documentação científica brasileira com a literatura internacional, nas áreas de Microbologia, Infectologia e Parasitologia, em 1971, com base em análise de citações. Recomenda que os promotores das pesquisas, principalmente as universidades, a valorização do potencial humano e ampliação de recursos para os serviços bibliotecários. Ratifica conclusões de resultados de outros estudos sobre a a existência de uma cadeia  científica   denominada por determinado grupo de países e alerta sobre a importância do aproveitamento integral dos valores existentes através da facilitação de recursoso, incklusive bibliográficos que possiobilitem o avanço científico no Brasil.</text>
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                    <text>SELEÇÃO ATRAVÉS DO USUÁRIO; PRODOCENTE/LIVROS

JUniTH REBECA SCHLEYER
(Assessoria de Planejamento Bibliotecário
da CAPES)

^ESUMO
itifi ^ &lt;^.6senvolvimento da pós-graduação no Brasil e sua
na biblioteca universitária. O crescimento alea" ^10 dos acervos dificulta o atendimento do usuário titulaCo ^o objetivo
então,
elabora o projeto
PRODOCENTE/Livros,
de minimizar
o problema.
Sistemática de
do projeto e conclusões finais.
^ Introdução
p A universidade brasileira vem sofrendo um acentuado
^ °^®sso de transformação desde 1968, com a promulgação
çjg Lei 5.540/68 (Reforma Universitária). Antigas Faculda® e Institutos isolados foram reunidos, incorporando-se
^^Universidades já existentes ou, então, criando novas unij,^^?^dades, sendo os objetivos da universidade brasileira
^r^imencionados, incluindo como funções específicas as ati^des de pesquisa e de extensão.
j

O desenvolvimento da pesquisa na universidade brasileicontribuiu para a criação de um maior número de cursos
fç pós-graduação (mestrado e doutorado). Estes cursos vem
^ cebendo o apoio de vários organismos oficiais, entre eles,
j^'-APes — Coordenação do Aperfeiçoamento de Pessoal de
^'yel Superior — que, ao lado de seu tradicional incentivo
_^*orniação de recursos humanos iniciou, em 1975, o CID
'^capacitação Institucional de Docentes, o qual evoluiu
o atual PICD — Programa Institucional de Capacitade Docentes.
— 285 —

�o PICD vem possibilitando, às universidades brasileiras,
a renovação e o desenvolvimento do seus recursos humanos
para garantir a qualificação necessária ao aperfeiçoamento
do ensino superior no País, quer em termos qualitativos
quer quantitativos. Este contingente humano pós-graduado
vem sendo formado em universidades outras que não as de
origem dos bolsistas, onde desenvolvem, ern nível mais sofisticados, hábitos de leitura e de pesquisa bibliográfica,
ças tanto à complexidade mesma dos serviços bibliográficos
ao seu alcance quanto por força da própria metodolcgi^'
dos cursos que estão freqüentando. Na prática, sabe-se
nem todas as universidades de onde provêem estes bolsiS"
tas, contam com serviços bibliotecários desenvolvidos
ponto de auxiliarem na reabsorção destes usuários e garantir-lhes a manutenção e o refinamento daqueles hábitos de
recuperação de informação para sua atualização permaneH'
te ,preparo de aulas elaboração de textos para encontros e/oU
revistas profissionais ou para desenvolvimento de projetos
e pesquisas.
Para ilustrar o parágrafo anterior, transcrevemos a seguir trecho de carta de um bolsista da CAPES, o qual teve
a oportunidade de conhecer bibliotecas com variados sistemas de atendimento:
... Uma (...) questão relevante para a universidade
brasileira refere-se a não existência de bibliotecas adequada®
(grifo nosso, pois o bolsista acrescentou à mão o adjetivo)Na verdade, a nível de pós-graduação em ciências humanas
(e presumivelmente também em outras áreas) são neceS'
sárias duas categorias de obras: a) textos fundamentaiSque podem ser tanto manuais de introdução, como textos
da tradição da disciplina; b) obras e documentos para
quisa... Por outro lado, a organização de bibliotecas (acei
vo) é também bastante arbitrária e tende a depender d
interesse de professores encarregados do setor e não de
uma programação..."
São várias as causas dessa inadequação ou "defasagen^
da biblioteca universitária brasileira, criada, em muitoi casoS»
pela reunião de bibliotecas de Faculdades ou Institutos is^'
lados e quase sempre sem nenhuma programação para ^
formação de uma rede de bibliotecas ou uma única biblioteí^central.
— 286 —

�A carência (quantitativa e qualitativa, de recursos humanos, a pobreza de seu acervo, a falta de equipamentos e
outros materiais não podem ser simplesmente e unicamente,
'"iiribuídas aos parcos recursos financeiros. É bem verdade
os investimentos em bibliotecas têm aumentado, mas
"imbém tem aumentado o número de usuários. E, pode-se
comprovar .facilmente, que o crescimento de recursos não
áí-ompanha a criação de novos cursos e a expansão de ma^^ículas.
Segundo Etelvina Lima: "A falta de definição de objeti^&lt;^8 do ensino superior e a pobreza dos processos didáticos
^•^pregados por alguns professores conduziram à falta de
planejamento de bibliotecas".
A falta de definições de objetivos da biblioteca univer'tária e de planejamento, lado a lado com existência de
^cursos financeiros e humanos em volume não satisfatórios
orinam, a nosso ver, o conjunto complexo de causa e conseqüência dessa defasagem.
. Não pretendemos, no âmbito deste trabalho, analisar
^minuciosamente as diferentes facetas dos problemas aqui
^'^ordados, nem mesmo, apresentar soluções milagrosas.
Pretendemos, unicamente, divulgar, o que está sendo
^(-'Scnvolvido pela CAPES, através de sua Assessoria de Pla^jamento Bibliotecário, na tentativa de solucionar o seguinte
í^roblema:
r\
i'rodoccn te/Livros
çj ,
considerável número de bolsistas, em fase final de
q/
de tese, retornará em 1978 (e nos anos subse^^ntes) às suas instituições de origem, onde irão assumir
reassumir seus cargos de docentes.
Para o incentivo e desenvolvimento de suas futuras
^ -^ividades eles deverão contar ,entre outros instrumentos,
siri^
biblioteca capacitada a atendê-los em suas necesades informacionais. Torna-se, portanto, necessário preprover as bibliotecas com material bibliográfico rele■ nte e pertinente para seus futuros trabalhos no ensino c.
pesquisa.
— 287 —

�Dentro desta perspectiva, as bibliotecas devem ser estimuladas a desenvolver seus acervos através de uma política
dirigida a um crescimento, acima de tudo, qualitativo
fazendo o uso mais racional possível dos recursos disponíveis .
O PRODOCENTE/Livros, na sua tarefa de criar condi"
ções para absorção e reabsorção de docentes graduados e
docentes titulados pelo PICD, previu a dotação de recursos
financeiros para a aquisição de material bibliográfico básico
e indispensável às tarefas iniciais dos docentes após seu
retorno, pretendendo racionalizar, através de uma sistemática própria, a utilização dos recursos financeiros alocados
para a aquisição de material bibliográfico, visando o atendimento desse grupo específico de usuários.
3

Objetivos do Prodocente/Livros

A — Desenvolver o acervo bibliográfico da instituiÇ^-^
de acordo com as indicações e recomendações dos bolsistas/
docentes, de modo a fornecer os elementos informacionai»
adequados às atividades posteriores de ensino e pesquisa
desta forma, contribuir para a elevação do nível de desein
penho dos cursos e projetos de pesquisa.
B — Estimular as bibliotecas a formular e executar
política de desenvolvimento do acervo informacional. Ta
política propiciará a maximização na utilização dos recurso
e a racionalização do crescimento do acervo, criando
a infra-estrutura necessária à implantação da comutaça
hemerográfica e à interligação de serviços entre as biblioteca
das universidades brasileiras.
C — Promover uma vinculação efetiva entre docentes/
usuários e biblioteca de modo a fortalecer ou a criar o
necessários laços de colaboração entre os futuros professor
que assumem ou reassumem seus cargos e os bibliotecário
D — Incentivar as bibliotecas a realizarem sistemati^
camente a avaliação de seus acervos, primeira etapa
implantação da política de aquisição (mencionada no ite
E), que por sua vez possibilitará uma verdadeira seleção
material bibliográfico.
— 288 —
/
À

�4

Sistemática

O PRODOCENTE/Livros será executado através de três
. elementos de apoio já existentes nas várias universidades:
_ a) as Comissões do PICD; b) as bibliotecas; e c) os grupos
de docentes-bolsistas.
Uma vez que o objetivo principal é o de fornecer aos
bolsistas uma bibliografia mínima para a continuação dos
trabalhos iniciados no mestrado ou doutorado e para realização de novos estudos, incluindo as suas tarefas de ensino,
cada bolsista deverá compilar uma relação de obras, a seu
ver indispensáveis aos propósitos acima mencionados. Para
tanto, em cada universidade a respectiva Comissão do PICD
encaminhará aos bolsistas de sua instituição um ofício com
as devidas explicações de como devem proceder na elaboração
fia listagem das obras de seu interesse.
O bolsista deverá listar (com o auxílio de seu orientador),
no máximo, 30 obras, classificando-as segundo os critérios
abaixo:
A — Obras básicas, indispensáveis, que devem fazer parte da coleção mínima de sua especialidade (coleção de lastro).
B — Obras importantes para o desenvolvimento de trabalhos futuros (coleção de pesquisa).
C — Obras de sua área ou correlatas, publicadas ou em
íase de publicação, mesmo que não tenha lido, mas das quais
tem referências satisfatórias.
D — Títulos de periódicos que a Biblioteca deverá considerar para futuras assinaturas.
O elo de ligação entre o bolsista e a biblioteca será a
Comissão do PICD, responsável pelo envio da solicitação de
Recomendações para o bolsista e pelo controle do recebimento das respostas que encaminhará à Biblioteca.
Caberá a Biblioteca Central e/ou Setorial proceder a
Uma avaliação do acervo relativo às áreas que atendem as
^necessidades dos bolsistas.
Através da elaboração direta, sabemos que constituem
exceção as bibliotecas que já realizaram ou que realizam
sistematicamente a avaliação de seus acervos e, assim sendo,
tomamos a iniciativa de sugerir um método simples, dei— 289 —

�xando às bibliotecas a escolha do método que melhor lhes
convier para a avaliação de seu acervo.
Sugerimos, portanto, a utilização dos seguintes dados:
número de títulos nas classes e subclasses de assuntos
dentro da especialidade de cada bolsista, número de a) unos
matriculados nos cursos, proporcionalidade de idiomas representados no acervo, idade do acervo (descrição mais pormenorizada deste método pode ser encontrada na publicação
de Antonio Miranda, citada na bibliografia do presente trabalho) .
A justaposição destes dados numéricos demonstrará,
proporcionalmente, as áreas mais "deficientes" e as áreas
mais bem "supridas", em termos quantitativos.
A seguir, a biblioteca deverá verificar nas listagens dos
bolsistas quais são as obras que já fazem parte do acervo «
quais inexistem no acervo.
Deverá, então, ser convocada uma reunião com a Comissão do PICD e a Comissão da Biblioteca (na ausência desta,
c(s) bibliotecários(s), onde serão determinadas as áreas
prioritárias para atendimento imediato.
A identificação da(s) área(s) prioritária(s) e a conseqüente seleção de obras a serem adquiridas serão baseadas
nos dados apresentados pela biblioteca (avaliação de acervos,
verificação das listas) e na análise conjunta dos seguintes
pontos:
a) pertinência e relevância das obras indicadas pelos
docentes/bolsistas;
b) conhecimento do acervo já existente na biblioteca;
c) número de bolsistas e das respectivas áreas; e
d) o relacionamento e experiência da própria Comissão
do PICD com os docentes/bolsistas (ex:dificuldades encontradas para o atendimento de suas necessidades bibliográficas) .
De acordo com as decisões tomadas na reunião serão
adquiridos os itens B e C da (s) área (s) prioritárias (s) e os
itens A selecionados de todas as listagens.
— 290 —

�Quando o montante das aquisições previstas para atender as áreas consideradas prioritárias for inferior aos valores
globais dos recursos alocados pelo PRODOCENTE/Livros,
deverão ser selecionadas c adquiridas as indicações de obra
tipo B e C das listagens da(s) área(s) não prioritária(s).
Posteriormente, a Biblioteca anotará nas listagens compiladas pelos bolsistas as decisões pertinentes enviando,
para conhecimento e acomoanhamento, fotocópia à Comissão
liv' PICD que, por sua vez, devolverá ao bolsista a listagem
com as respectivas anotações.

T)

Conclusão

O PRODOCENE/Livros é parte das medidas que estão
sendo adotadas para solucionar um dos i^roblemas dos serviços bibliotecários das universidades brasileiras, e, desta
forma, r.uxiliar no atendimento à demanda de informação
dos titulados que regressam a partir de 1978 às suas universidades de origem.
O PRODOCENTE/Livros proporcionará às bibliotecas o
benefício da vinculação cooperativa dos titulados no desenvolvimento de seus acervos. Caberá às bibliotecas aprofundar estes vínculos ocasionais através de uma colaboração
permanente, informando-os quanto às potencialidades e
limitações dos serviços existentes, solicitando-lhes ajuda/
íitravés de siia participação em Comissões de Biblioteca ou
elaborando novas listas, em anos subseqüentes, para atualizar
coleções das áreas de seu interesse com recursos orçaiiientários da biblioteca.
Caberá, também, às bibliotecas transformar em rotina
a avaliação do acervo global da universidade, impedindo,
ítssim o crescimento aleatório e impulsionando o desenvolvimento racional de seu acervo de modo a atender sua totalidade de usuários, incluindo os titulados que já reassumiram
seu cargos e outros docentes que não foram beneficiados com
projeto semelhante e que presume-se estejam encontrando dificuldades na obtenção das obras necessárias ao
desenvolvimento de suas atividades de ensino e de pesquisa.
— 291 —

�Aumentar, qualitativa e quantitativamente, os acervos
das bibliotecas é, tão somente, uma etapa na sua transformação em verdadeiras fontes de informação. A especialização de bibliotecários, a aquisição de equipamentos para a
integração de serviços (p.ex: comutação), e de material
permanente (como estantes e fichários), o treinamento de
usuários, etc., compõem o conjunto de medidas que desenvolverão a infra-estrutura das bibliotecas universitárias,
integrando-as em um sistema capaz de atender às necessidades informacionais de seus usuários.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
]

ARENDS, Túlio. Las revistas médicas venezolanas: evaluación de su calidad. Act. Cient Venezolana, 19 (4):
148-51, 1968.

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E DOCUMENTAÇÃO, 9, Porto Alegre, 1977. 36 p.

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FERREIRA, Gilda Pires. A biblioteca universitária em
perspectiva sistêmica. Recife, UFPe, 1977.

4

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LEMOS, A.A.B. de &amp; MACEDO, V.A.A. A posição da
biblioteca na organização operacional da universidade. R. Bíbliotecon, Brasília, 2 (2): 167-74, 1974.

6

LIMA, Etelvina. A biblioteca no Ensino Superior. In:
CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA
E DOCUMENTAÇÃO, 8, Brasília, 1975. 15 p.

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MIRANDA, Antônio. A biblioteca universitária e a pós-graduação: desnível e descompasso. Boletim ABDFNova Série, Brasília, 1 (2): 2-4, 1978.

8

, Seleção de material bibliográfico em bibliotecas
universitárias brasileiras; idéias para um modelo
operacional. Brasília, Convênio CAPES/ABDF, 1978.
36 p.
— 292 —

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                  <text>SNBU - Edição: 01 - Ano: 1978 (UFF - Niterói/RJ)</text>
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                  <text>Tema: A biblioteca como suporte do ensino e da pesquisa no desenvolvimento nacional.</text>
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Ciência da Informação&#13;
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                <text>Seleção através do usuário: procedente/livros. (Painel sobre a Biblioteca Universitária e os Programas de Pós-graduação)</text>
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                <text>Relata a experiência do PRODOCENTE/Livros, projeto da CAPES que objetivava minimizar o problema da Biblioteca Universitária no atendimento  do usuário titulado (ao retornar para sua instituição de origem), considerando o crescimento aleatório dos acervos como dificultador no atendimento das demandas desse público. Dentro da perspectiva de que as bibliotecas  devem ser estimuladas a desenvolver seus acervos  através de uma política dirigida a um crescimetno , acima de tudo, qualitativo, fazendo uso mais racional possível dos recursos disponíveis. Associado ainda à investimentos na especialização dos bibliotecários, na infraestrutura das bibliotecas , nos serviços como a comutação bibliográfica.</text>
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                    <text>PROCESSAMENTO TÉCNICO CENTRALIZADO AUTORÍ^ZADO NA BIBLIOTECA CENTRAL DA UNIVERSIDADE DO
RIO GRANDE DO SUL

Relatório da primeira fase de implantação.
HELOÍSA BENETTI SCHREINER (Diretora da Biblioteca
Central/UFRS)
MARIA DE LOURDES AZEVEDO MENDONÇA (Chefe da
Divisão de Processamento Técnico da Biblioteca Central/UFRGS)
JACIRA GIL BERNARDES (Bibliotecária da Divisão de Processamento Técnico da Biblioteca Central/UFRGS)
JOSÉ PALAZZO DE OLIVEIRA (Professor do Centro de Processamento de Dados/UFRGS).
RESUMO
A Biblioteca Central da UFRGS foi criada em dezembro
de 1971, ocasião em que foi extinto o Serviço de Bibliografia
e Documentação. Em dezembro de 1972 foram aprovadas
as Normas Básicas para o funcionamento da Biblioteca Central que deverão vigorar até a aprovação do seu regimento
definitivo. De acordo com as Normas Básicas, a Biblioteca
Central e as vinte e sete bibliotecas de unidades e departamentos passaram a formar o Sistema da Biblioteca Central.
Como conseqüência da nova legislação, foi implantado, em
1972, o Subsistema de Aquisição Centralizada, utilizando-se
procedimentos manuais. A etapa seguinte foi a implantação do Subsistema de Processamento Técnico Centralizado
Automatizado, que adotou código e padrões aceitos interna
cionalmente ou de uso multinacional. O trabalho inclui es— 40 —

�pecificações sobre métodos e materiais adotados, custos e resultados. "Ultimately, the degree to which the computer has
any real meaning to the library will depend upon how catalogs and indexes are handled. They are the central records of the library and the intellectual heart of its operations". *
1.

ANTECEDENTES

A Biblioteca Central da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul foi criada em dezembro de 1971, ocasião em
que foi extinto o Serviço de Bibliografia e Documentação,
aando cumprimento ao estabelecido no Est?.,tuto e Regimento Geral da Universidade, aprovado em 1970. Em dezembro
de 1972, foram aprovadas as Normas Básicas para o funcionamento da Biblioteca Central ■ que deverão vigorar até a
data da aprovação do regimento definitivo. De acordo com
as Normas Básicas, a Biblioteca Central e das .unidades da
UFRGS passam a formar o Sistema de BibliotecanCentral.
Neste contexto são funções da Biblioteca Central:
a) reunir e organizar os recursos bibliográficos e audiovisuais necessários aos cursos e serviços da Universidade e promover sua eficaz utilização;
b) proporcionar serviços bibliográficos e de informação
aos professores, pesquisadores, estudantes e técnicos
de modo a permitir o desenvolvimento das atividades
de ensino, pesquisa e extensão universitária;
c) coordenar as atividades técnicas e administrativas
das bibliotecas setoriais especializadas, tendo em vista a racionalização e padronização de métodos e sistemas e a centralização dos acervos no Campus da
UFRGS.
Como decorrência das Normas Básicas, foi implantado,
em 1972, o Subsistema de Aquisição Centralizada, utilizando-se processos manuais.
" HAYES, R. &amp; BECKER, J. Handbook of data processing for libraries . 2 ed. Los Angeles, Melville, 1974. p. 443,
— 41 —

�A etapa seguinte foi a implantação do Subsistema de
Processamento Técnico Centralizado que tem as seguintes
características:
1 — O Subsistema adotou códigos e padrões de catalogação e classificação aceitos internacionalmente ou de uso
.Tiultinacional, i.e., o Código de Catalogação Anglo Americano (CCAA) como norma para a determinação das entradas, o CCAA e a Descrição Bibliográfica Internacional Nor.malizada para Monografias, (ISBD (M) como normas para
a catalogação descritiva, a Classificação Decimal Universal
(CDU) para organização do acervo por assuntos e a edição
de 1973 do formato CALCO para gravação e intercâmbio de
üadcs bibliográficos em fita magnética;
2 — O Subsistema dá especial importância à verificação
da exatidão e da consistência dos dados bibliográficos e à
identificação do maior número possível de dados sobre as
obras, a fim de produzir registros de alta qualidade, tendo em
vista a possibilidade de intercâmbio em fita magnética;
3 — O Subsistema está utilizando o equipamento e os
serviços do Centro de Processamento de Dados da UFRGS.
Com estas características básicas, o Subsistema será capaz de:
1 — gerar o catálogo coletivo da UFRGS e o catálogo das
vmte e sete bibliotecas setoriais, individualmente, imprimindo-os em papel ou em microforma;
2 — possibilitar a execução de serviços especiais, i. e.,
disseminação seletiva da informação, bibliografias retrospectivas especializadas, etc. e
3 — permitir o acoplamento dos subsistemas de aquisigão centralizada e de controle de empréstimo, quando estes
forem automatizados.
Com a finalidade de testar os métodos e as técnicas propostas, a Biblioteca Central e o Centro de Processamento de
Dados desenvolveram o Projeto Piloto Catálogo de Teses di
UFRGS, parcialmente financiado pela Fundação de Amparo à
Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS).
— 42 -

�Após a conclusão do projeto, em setembro de 1977, ini&lt;'iou-se a implantação do sistema no acervo da Biblioteca
'-entrai, cujo núcleo foi a coleção de material bibliográfico
de aproximadamente 60.000 volumes, adquirida pela UFRGS
tio Br. Gert Secco Eichenberg e que, até então, não se encontrava processada.
ESPECIFICAÇÃO SOBRE MÉTODOS E MATERIAIS.
2.1 Classificação da obra.
Sistemas de classificação adotada: Classificação Decimr.l
Universal (CDU) .
Tabela base: Edição média em língua portuguesa.
Tipo de catálogo de assunto: Sistemático,
Tipo de índice alfabético: índice em cadeia, sem reversões.
Instrumentos para controle da terminologia:
Termos das tabelas da CDU,
Library of Congress Subject Headings, 1975.
Lista tie encabczamiento tie materia para bibliotecas,
de Rovira e Aguayo, 1967.
Euiliscd; thesaurus multiliiigiie para o processamento da
informação em educação, 1974.
Macrotesauro OCDE, 1973.
Thesaurus of engineering and scientific terms, 1969, e
índice alfabético do sistema.
2-2

Registro e catalogação da obra.
Códigos de catalogação adotados:
Código de catalogação Anglo-Americano (CCAA) e Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para Monografias (ISBD (M) ).
Formato para gravação e intercâmbio de dados bibliográficos em fita magnética: CALCO. 1973.

— 43 —

�2.3 Produtos finais.
Catálogos públicos:
Catálogo de autores;
Catálogo de títulos;
Catálogos de série;
Catálogo de assuntos;
índice alfabético de assuntos;
Catálogo administrativo;
Catálogo de controle de número de obra;
Catálogo de controle de número de registro;
Catálogo topográfico;
índice nuxnérico de assuntos.
3

CUSTOS

Embora não tenhamos condições de oferecer um quadro
comparativo entre o custo da catalogação no sistema manual
e o seu custo no sistema automatizado, podemos apresentar
rs seguintes dadcs referentes ao sistema atual.
?. 1 Desenvolvimento do sistema.
Não é possível especificar custos, pois tanto o pessoal aa
Biblioteca Central como do Centro de Processamento de Da
dos trabalhava em horário parcial no projeto, dedicando-st
a várias atividades simultaneamente.
3 2 Custo da catalogação.
714 obras em 2038 volumes foram registrados, classificadas e catalogadas em 2102 horas, portanto, 0,33 obra por
hora ou 1 obra em cada trê horas. Considerando-se que um
bibliotecário custa para o UFRGS approximadamente
Cr$ 100,00 por hora, calculamos em Cr$ 300,00 o custo médio
do processamento de uma obra, incluindo correções de listagens.
— 44 —

�Quanto ao custo relativamente alto de registro, catalogação e classificação de uma obra, gostaríamos de deixar registradas as seguintes considerações:
1 — Os dados, nos quais se baseou o cálculo de custo
i'eferem-se ao primeiro período de processamento, ocasião
cni que foram implantadas as novas rotinas, e quando houve necessidade de reajustamento do pessoal à nova situac"
P de inúmeras tomadas de decisão precedidas de discussões
técnicas.
2 — As obras processadas até o momento são obras de
referência, geralmente em mais de um volume e em línguas
estrangeiras, o que determina, naturalmente, maior tempo
para o registro, a catalogação e classificação de cada unida de bibliográfica.
3.3 Custo do processamcnío automático.
O custo do processamento automático é calculado nos
■seguintes termos:
Cadastramento: Cr$ 20,67 por obra
Correções

: Cr$

3,12 por cartão

Impressão

: Cr$

2,47 por registro impresso

Os valores aqui apresentados não devem ser vistos ae
lorma absoluta, mas relativa, pois eles decrescerão à medida
Que a Biblioteca Central começar a usar de forma mais intensiva e extensiva a capacidade destes arquivos, i. e., implantar outros subsistemas automatizados na Biblioteca
Central, introduzir um maior número de subprodutos e dijulgá-los e extender a possibilidade de utili.^iação do sistema
«I outras bibliotecas da Região.
4

equipamento utilizado.
Equipamento de entrada:
Unidade de disquete; após digitação, conversão para fita
magnética 1600 BPI, 9 trilhas.
— 45 —

�Equipamento de processamento:
Burroughs B6700.
Equipamento de saída:
Cadastro obras: Fita magnética 1600 BPI, 9 trilhas
Impressora ou Sistema COM.
5

RESULTADOS E CONCLUSÕES.

Não obstante a UFRGS ainda não tenha tomado decisão
oficial definitiva a respeito da estrutura organizacional do
seu sistema de bibliotecas, a Biblioteca Central está implantando subsistemas básicos que poderão ser utilizados em
qualquer estrutura.
Desde que foi criado o Subsistema de Aquisição Centralizada, em 1972, não se fez um estudo específico dos benefíc:ios que daí advieram, mas sabe-se que através da política
de não duplicação a UFRGS pode atualmente adquirir mais
títulos de periódicos. Isto foi, sem dúvida alguma, um benefício sensível para os usuários do sistema. Não pretendeiros, entretanto, por razões internas, automatizar este subsistema a curto prazo.
Para o Subsistema de Processamento Técnico Centralizado, fixamos objetivos a curto, médio e longo prazo.
Na primeira etapa, pretende-se organizar a coleção da
I3iblioteca Central, de aproximadamente 65.000 volumes, pucMcando, semestralmente, seu catálogo em microforma para
distribuição entre as bibliotecas setoriais.
Após a conclusão desta etapa, a Biblioteca Central deverá processar o material das bibliotecas setoriais, produzindo,
então, o catálogo coletivo da UFRGS.
Para mais além, ficará, então, a implantação do teleprocessamento para gravação de dados e consultas aos arquivos,
as bibliografias personalizadas e a aquisição de catologação
produzida fora da UFRGS e distribuída em fitas magnéticas.
Planejamos modesta e realísticamente. Entretanto, previmos a base do sistema suficientemente compreensiva, a
fim de permitir sua expansão e flexibilidade futuras.
— 46 —

�bibliografia consultada
1

A VRAM, Henriette D. El senicio Marc; sua historia y
sus consecuencias. México, Biblioteca Benjamim
Franklin, 1976. 44 p.

2

Barbosa, Alice Principe. Projeto CALCO; catalogação
cooperativa automatizada. Rio de Janeiro, IBBD,
1973. 130 p.

3

CÓDIGO de Catalofração An.^lo-Americana.
Edição dos Tradutores, 1969. 528 p.

4

COE, D. Whitney. A cataloger's guide to AACR Chapter
6, Separately Published Mono.sraphs, 1974 I.ibrary
Resources of Tecnical Service, 19 (2): 101-20, Spring
1975.

5

HAYES, Robert M. &amp; BECKER, Joseph. Handbook of
data rtrocessiníT for libraries. 2 ed. T.os Angeles, Melville, 1974. 688 p,

^

INTERNATIONAL Federations of Library Associations.
International office for UBC. St?.ndartlization activities of concern to libraries and national bibliographies; an outline of current práticos, projects and
publication. London, IFLA commitee on cataloguing,
1976. 35 p. (Trabalho apresentado no International
Congress on National Bibliographies, Paris, 12-15
September 1977).

Brasília,

.
. Supplement. London, IFLA, 1977. 9 f.
(Trabalho apresentado no International Congress on
National Bibliographies, Paris, 12-15 September
1977).
^

. ISBD (M); Descrição Bibliográfica Internacional normalizada para monografias. Trad, de
Maria Luiza Monteiro da Cunha. São Paulo, CODACUSP, 1975.

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;—.
. ISBD (M c S); a descrição bibliográfica
internacional normalizada, das m.onografias e das
publicações em série. Trad, de Jorge Peixoto. Coimbra, Coimbra Editora, 1974. 103 p.
— 47 —

�1
11

0
.
London, 1977. 126 p.

.

UNIMARC; Universal MA

INTERNATIONAL Standardization Organization. International Standart ISO 2709; Documentation-Format for bibliographic information interchange on
magnetic tape. S. 1., ISO, 1973.
sidade Federal do Rio Grande do Sul: projeto piloto
de aplicação do formato CALCO no Sistema de
Bibliotecas da UFRS. In; 9 CONGRESSO BRASILEIRO &amp; V JORNADA SUL-RIO-GRANDENSE DE BIBLIOTECONOMIA e DOCUMENTAÇÃO, Porto Alegre,
3-8 Jul., 1977. Anais. . . Porto Alegre, 1977. V. 1, p,
415-7.

.13

.
. Manual para preenchimento da folha
tie entrada do projeto CALCO-Catalogação. Porto
Alegre, 1975. 32 f.

— 48 —

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X
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�DEBATES

JOSÉ CARLOS TEIXEIRA (Departamento de Documentação da UFF): A quem compete o estabelecimento de cabeçalhos de assunto no sistema vigente na Biblioteca Central
da UFRGS?
HELOÍSA BENETTI SCHREINER: A Seção de Processamento Técnico conta com 5 bibliotecários em tempo integral e, 1 em tempo parcial. Dois bibliotecários se dedicam à
classificação e os demais, à catalogação, registro, enfim, a toda finalização do trabalho. Aos bibliotecários encarregados
da catalogação compete o estabelecimento dos cabeçalhos de
assunto.
AIMARA RIBAS (Universidade Federal do Paraná): Qual
o número de pessoal técnico e administrativo existente no
sistema de bibliotecas da UFRGS?
HELOÍSA BENETTI SCHREINER: O sistema de biblioteca da UFRGS possui 27 bibliotecas e conta com aproximadamente, 180 elementos, dos quais 80 são bibliotecários, 27pessoal administrativo e, o restante, bolsistas e serventes.
Voces podem notar a desproporção. Deveria ser justamente
o contrário: para cada bibliotecário deveria existir 3 agentes administrativos.

— 85 —

�</text>
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                <text>Relata a experiência da implantação da aquisição e catalogação centralizada a partir  da implantação  do Subsistema de Processamento Técnico Centralizado Automatizado que passou a adotar código e padrões aceitos internacionalemente ou de uso multinacional. Apresenta as especificações sobre métodos e materiais adotados, custos e resultados.</text>
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                    <text>INFORMAÇÃO CIENTÍFICA EM CIÊNCIAS
DA SAÜDE

ABRAAM SONIS
(Diretor da BIREME)

^tcsiimo da Palestra
Ü desenvolvimento explosivo da informação necessária
campo da saúde torna aconselhável adiantar alguns
conceitos para a discussão dos problemas envolvidos no
'~»iesnio. Entendemos como informação científica em saúde
^'i]ucla que promove a criação, aplicação e aprendizagem de
"Conhecimentos úteis ao cumprimento de objetivos de melhoI'Hmentos da saúde. No que se refere à investigação — seja
'Cia de laboratório, clínica, epidemiológica ou organizacional
~~ a aludida informação não apenas comunica descobertas
também cataliza todo o processo de desenvolvimento de
'lipcítese e projetos. Existem notáveis diferenças na matu*"ição da informação ,tipo de usuário, forma de aplicação, etc.,
acordo com o tipo de investigação, provocando exigências
cliíerentes na produção, circulação e difusão da referida
iiiíormação. É hoje freqüente que a aquisição de novos
'Conhecimentos e sua aplicação tecnológica sejam, nestes
tampos, fenômenos simultâneos. Aludimos tanto à infor'^la.ção referente à atenção direta das pessoas, à organização
utilização de programas de saúde como à determinação
políticas setoriais. O tipo de informação necessária
'jcha-se determinada, em cada caso, pelo grau de agregação
cada nível; por ex., as diferentes exigências de um médico
e de um supcrespecíalista em um grande centro urbano.
^i'ata-sc, dcfinitivam.ente, de uma atividade integrada em
processo de educação continuada, não apenas dos mé'-'icos, mas também de todo tipo de participante da equipe
saúde, em seus diferentes níveis. A transcedência destes
I onceitos reside, em sua estreita influência sobre a eficácia
^-Chcreta da tecnologia médica, a eficiência no funcionamento
— 111 —

�dos recursos e a efetividade ou resultado final das ações
sobre a saúde comunitária. Sua complexidade surge do
fato de não se tratar apenas de informação biomédica, mas
também das ciências sociais, economia e administração, e de
que exige com freqüência, uma utilização simultânea para
a definição de políticas. Por outro lado, é necessário adequar
a informação a ser ministrada ao modelo profissional qi^e
SC pretende formar, uma vez que ela é, simultaneamente, um
produto do sistema e uma determinante do mesmo. Da
mesma forma, as características da informação dificultam
eu dinamizam o processo de formação do recurso humano,
a investigação e as atividades de serviço, assim como sua
intercomunicação. Aos requisitos anteriores, agrega-se hoje
a necessidade de oferecer informação apropriada a fim de
facilitar a participação comunitária nas atividades de atenção
da saúde. Do ponto de vista operativo, reitera-se no campo
da informação o observado no de serviços: os que mais solicitam são aqueles que mais facilidades têm para satisfazer
suas necessidades, e vice-versa. Vivemos uma crise de publicações periódicas, em conseqüência, entre outras razões, do
diferente requisito de tempo de chegada da informação ao
usuário: muito mais rápido no campo da investigação que no
da difusão de conhecimentos para sua aplicação. Hoje em
dia ambos tipos de informação aparecem mesclados, porém
existem idéias e projetos para tentar separá-los. Na prática,
o âmbito da investigação acelera sua intercomunicação mediante mecanismos informais (congressos, visitas, publicações
limitadas). Entre os diferentes problemas a serem resolvidos, podemos recordar aqueles ocasionados pelo idioma,
custo, tempos de remessa e necessidade de promover a
demanda por parte dos profissionais mais distantes. Freqüentemente a informação referente a novos conhecimentos
demora anos a chegar àqueles que deverão aplicá-los. Não
é raro que os novos meios de comunicação maciça difundam
uma descoberta muito antes que as publicações especializadas a tornem acessível aos grupos profissionais. Outra
limitação surge do fato das revistas biomédicas carecerem
habitualmente de informação sobre aspectos epidemiológicos
e de administração dos serviços, a qual se acha contida, em
grande parte, em relatórios técnicos, etc. Um grande desafio
baseia-se em como aproveitar eficazmente a tecnologia disponível para diminuir a brecha entre os novos conhecimentos
disponíveis e sua utilização ao nível da atenção primária, que
permite obter uma cobertura total da população.
— 112 —

�Um exemplo concreto do que dissemos seria o aproveitamento do sistema MEDLINE a fim de aduzir conhecimentos
sobre problemas de saúde do tipo dos programas de controle
do Mal de Chagas, ou da difusão da esquistossomiase em
relação à construção de represas- Tudo isto nos obriga a
^■epensar e projetar modalidades apropriadas de adequação
putre as características dos novos conhecimentos, os requisitos de sua aplicação e a tecnologia a utilizar em sua promoção e difusão.

DEBATES
ANTONIO MIRANDA
O Dr. Sonis, falou-nos da informação na pesquisa, o
processo de aplicação dessa informação, na vida profissional
prática diária e a informação para dar à docência e à aprendizagem. Gostaria de ressaltar alguns pontos que me parecem de maior importância: um deles é o valor da importação
d(» tecnologia sofisticada que afeta o exercício da profissão
médica no nosso país e, também, afeta ao problema de
transferência de informação. Nós somos consumidores de
Informação. Esses produtos estão à venda no mercado
internacional e o Brasil depende deles para manter-se atualizado, Estamos organizando nossos sistemas de informação.
O mesmo comentário que o Dr. Sonis faz com relação
a importação de tecnologia que precisa ser aplicada, e que
relação às importações de tecnologia informacional, isto é,
está sendo feita de forma crítica, também se pode dizer com
com relação a própria informação que consumimos em nossa
comunidade.
Falou, também, do problema da inflexibilidade do tipo
de informação que nós oferecemos. Estamos muito voltados
Para a informação convencional, aquela informação documentária depositada nos livros, nos periódicos, quando a comunidade científica necessita de um tipo dinâmico de infor'nação mais atualizado, em consonância com a atividade que
eles desenvolvem de forma que, os pré-prints, aquelas
informações realizadas através dos colégios invisíveis, deveriam ser aproveitadas no sentido de reorientar nossos serviços
— 113 —

�do informação, para que ele acompanhe essas novas tendências, esses novos fluxos de transferência e aquisição de
informação.
Outro ponto interessante é a tendência que temos de
distribuir informação de todo tipo. Nós tendemos a dar o
mesmo tipo de documentação para diferentes níveis e tipos
de usuários, quando a demanda deve reorientar o tipo dc
documentação que devemos dar aos nossos usuários.
A leitura como processo de aprendizagem e transmissão
de informação, isto é, o tipo e qualidade dò material
documentário que circula na mão dos nossos pesquisadores,
alunos e professores, orienta a própria formação do indivíduo,
tanto na pesquisa, docência como no exercício profissional.
ALICE BARROS MAIA (Diretoria do Núcleo de Documentação da UFF); A circulação, acesso e conhecimento da
informação registrada em periódicos e em outros tipos de
documentos representam uma dificuldade ainda não superada em termos de utilização imediata pelos usuários, então,
que meios utilizaríamos para divulgação imediata das pesquisas em curso entre os interessados, considerando que
essas pesquisas evoluem à proporção que se desenvolvem o
que, às vezes, a própria pesquisa vai mais rápida do que o
próprio controle do sistema de informação? Gostaria, também, de pedir ao Dr. Sonis que fizesse uma referência
concreta às atividades programadas pela BIREME a partir
da sua gestão.
DR. ABRAAM SONIS; Creio que o problema das pesquisas em processo, é um assunto bastante complexo do
ponto de vista da pesquisa e, não da informação. Eu me
animaria a dizer, e os pesquisadores que me perdoem por
isto, que não sei se a publicação das pesquisas em processo,
seria um tema fundamental para os países latinoamericanos.
Us cientistas na América Latina estão vivendo um dilema;
ou publicam, ou morrem. Aqueles que não publicam, ou
melhor, não mostram que estão com trabalhos em andamento, não obtêm subsídios necessários para prosseguir com
suas pesquisas. Eu gostaria de fazer uma revisão para
determinar de que tipo é necessária a informação na América
Latina e, a partir disso, poderíamos ver como tornar acessível essa informação. Parece-me ser prioritário em termos
de América Latina, fazer conhecida a informação que já
— 114 —

�esteja nos periódicos e investigações já prontas, embora não
deixemos de reconhecer a importância de pesquisas em
andamento, pois país que não investiga é um país sem progresso. Agora, acredito que a solução deve ser adequada a
cada meio onde esta informação será divulgada. Creio que
cada país tem que desenvolver, e não só cada país, mas cada
setor de conhecimento, regras diferentes em relação à difusão da investigação. O tipo de publicação deve ser adequado
?. ecologia cultural e científica de cada meio. Isto é um
ponto de vista meu no campo da saúde.
O outro tema proposto é em relação ao que a BIREME
está realizando ultimamente. A BIREME está fundamentalmente trabalhando no sentido de aumentar a cobertura
de seus usuários. Estamos estendendo a cobertura através
da criação de novos subcentros, recentemente criamos os
subcentros de Terezina, Natal, João Pessoa e Vitória.
Terminamos de abrir um programa de atenção primária,
isto é, de atenção de saúde para atingir os núcleos mais
díspares. Outra preocupação que temos é a de apropriar
a tecnologia que estamos usando. Seguimos a linha de cooperação técnica de países em desenvolvimento.
Em que medida um tipo de tecnologia como o MEDLARS
siíínificou a implantação de uma tecnologia muito complexa
P, que está servindo através de poucos terminais a poucos
usuários, como poderemos transformar isto num tipo de
informação que possa ser usada por um maior número de
usuários? Temos alguns projetos e, vamos ver como através
de um serviço de disseminação seletiva da informação podenios fazer isto para a América Latina, sem elevar muito o
custo operacional.
Começaremos a indexar talvez a partir de P de janeiro
do próximo ano, os periódicos latinoamericanos, que até
3^^gora não vem sendo feito pela BIREME. O que parece
simples, entretanto não foi fácil de se conseguir. O nosso
propósito é, fazer o Index Medicus da América Latina.
Estamos tratando de apropriar tecnologia, dependemos de
computador IBM que está no Instituto de Energia
■I'^uclear de São Paulo, que embora trabalhe conosco de
íorma muito cordial e eficiente, representa uma tecnologia
yue não controlamos diretamente. Adquirimos um computador digital e estamos colocando nele os programas da
Anaérica Latina.
— 115 —

�Quero terminar falando de um assunto que considero
fundamental e, que, já foi abordado pelo Professor Antonio
Miranda: é o de que todo país deve ter sua política de informação científica e tecnológica. A BIREME, pelo menos
nesta gestão, sentir-se-á satisfeita em tomar parte de um
organismo que elabore, coordene e, eu ousaria dizer, que
seja normativa na matéria que é fundamental para a
implantação de uma política de informação científica e
tecnológica nacional. Como prova disso, no último corivênio
filmado pela BIREME com o governo brasileiro, ficou estipulado que o Diretor da BIREME em todos os programas
no Brasil será assessorado por um conselho brasileiro.

— 116 —

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                <text>O painelista, então diretor da BIREME exalta a importância da informação, da dificuldade de acesso diante de diferentes necessidades, contextos e localização geográfica. Ressalta o desafio de aproveitar de forma eficaz a tecnologia disponível e sua utilização na atenção primária, permitindo uma cobertura total da população. Destaca o uso do sistema MEDLINE na obtenção de informações para solucionar problemas de saúde.</text>
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                    <text>o LIVRO, A BIBLIOTECA E O INL

EMIR JOSÉ SUAIDEN
(Diretor do Programa Nacional de
Bibliotecas do INL)

Podemos considerar que na década de 70, um fato bastante auspicioso para o desenvolvimento da indústria editorial brasileira foi a implantação do sistema de co-edição. A
partir dessa data o INL passou a publicar livros através do
sistema de co-edição. Como se sabe, o sistema de co-edição
gera benefícios múltiplos e interrelacionados no quadro global do livro, a saber: beneficia o editor, mediante a participação do INL nos riscos do investimento editorial; beneficia
o autor, porque lhe assegura, mediante cláusula contratual,
o pagamento pela editora dos direitos autorais correspondentes à parte do INL no total da tiragem, antes do lançamento do livro; beneficia o leitor, mediante a elevação da
tiragem, oriunda da participação do INL na co-edição, o
custo industrial do livro se reduz e o preço de capa se torna,
conseqüentemente mais econômico. É preciso que se diga,
ainda, que o INL mediante o regime de co-edição, visa prover um benefício muito maior quer no seu significado cultural, quer nas suas repercussões sociais, ou no seu superior
interesse nacional, benefício que de resto a principal finali'
dade é prover sua rede de bibliotecas em todo território
nacional.
A Editora da USP, a Editora da Universidade de Brasília e algumas outras, também, se utilizam do sistema de
co-edição, além da Fundação Nacional do Material Escolar
através dos programas de livros didáticos. Esses programas são: PLIDEF (Programa do Livro Didático para o Ensino Fundamental), que no ano passado distribuiu cerca de
20 milhões de livros para os alunos carentes; PLIDEM (Programa do Livro Didático para o Ensino Médio) e, PLIDES
(Programa do Livro Didático para o Ensino Superior).
— 210 —

�Dentre as medidas destinadas a incentivar os escritores
estão os prêmios literários, como: o "Prêmio Jabuti", que
fi dado pela Câmara Brasileira do Livro, o "Prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal", o da "FUNARTE" e os
prêmios das Secretarias da Bahia, Paraná, entre outras. Entre os prêmios distribuídos pelo INL, estão os prêmios literários nacionais, prêmios de literatura infantil, prêmios de
pesquisa estudantil e, a partir desse ano, foi instituído o
prêmio MEC de Biblioteconomia e Documentação. Esse último é um prêmio que tem um sentido maior para nós bibliotecários. Esse prêmio foi por nós sugerido ao INL, jusHflcando a carência bibliográfica na área de Biblioteconoinia. Na época da justificativa, tinhamos a impressão de que
o bibliotecário brasileiro não escrevia, não produzia por falta de oportunidade e, o INL estava co-editando livros de Biblioteconomia, mas sempre de autores estrangeiros. Isto
estava ocorrendo, também, em áreas correlatas. Fica muito
difícil para o INL, editar apenas obras de autores estrangeiros, o que se pretende fazer é incentivar os autores nacionais.
O valor do "Prêmio MEC de Biblioteconomia" foi estipulado, para esse ano, em Cr$ 70.000,00 (setenta mil cruzeiros) e o bibliotecário premiado, além de receber o prêmio,
tem assegurado uma co-edição com o INL de uma tiragem
mínima de 5.000 exemplares, isto é, o autor premiado recebe
os direitos autorais dos 5.000 exemplares da sua obra. Nós
fizemos um folheto sobre esse prêmio e, divulgamos a todos
cs órgãos de classe, às associações, aos conselhos, enviamos,
também, aos Cursos de Biblioteconomia. O número de trabalhos recebidos foi muito pequeno, recebemos cerca de 9
trabalhos. Achamos que isto ocorreu por ser esse o primeiro ano do prêmio, acreditamos que a partir do próximo
fino se eleve substancialmente o número de concorrentes.
Na área de Biblioteconomia, estamos encontrando uma
certa dificuldade em editar títulos. O INL está implantando
Um Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e dentro desse
projeto, recebemos recursos para publicar cerca de 5 títulos
anuais dentro da área de Biblioteconomia, para que isso se
f^oncretize temos mantido diversos contatos com bibliotecários e, até agora, temos acertado praticamente 2 ou 3 títulos apenas. Esse é um número muito pequeno de títulos em
Biblioteconomia, considerando que já estamos no segundo
semestre de 1978.
— 211 —

�Tem-se discutido muito a respeito do percentual do autor brasileiro, o que originou um projeto de lei do Deputado
Jóia Júnior, propondo um p&gt;ercentual obrigatório da ordem
de 7/3, isto é, para cada 7 títulos estrangeiros os editores
brasileiros deveriam publicar 3 títulos nacionais. Fomos
contrário ao projeto, pois o INL no seu programa de co-edi',^ão estabelece para o autor brasileiro um percentual de 70%
c, os 30% restantes, observados em regime de flexibilidade,
; e destinam ao atendimento de obras de autores estrangeiros sobre o Brasil e, à traduções de livros de comprova-io
interesse para a bibliografia brasileira, sobretudo na área
&gt;le Biblioteconomia. As informações do SNEL e da Câmara Brasileira do Livro, comprovaram a predominância edil.orial de títulos brasileiros, excluíam-se, apenas, as editoras
que operavam nas áreas de coleções clássicas encadernadrr.
ae obras técnicas e científicas e, finalmente ,nas dos suces
«os do momento, os chamados "best-sellers", geralmente, in
centivados pela propaganda massificada no cinema. O pc
centual de autores brasileiros editados é bem maior. O que
faz supor o contrário, é que o autor estrangeiro predomina
cm tiragens, tiragens maiores levam a maior distribuição, eni
função da qual o livro estrangeiro é mais visto e encontrado nas livrarias, do que o livro brasileiro, geralmente, editado em pequenas tiragens.
Quanto às editoras brasileiras, é necessário fazer uma
ílistinção entre as que atuam no ramo do livro didático e
Jivro-texto e, as que atuam com obras literárias e culturais.
Enquanto no primeiro caso as tiragens são maiores e a comercialização certa, no segundo caso, o livro cultural é considerado, ainda, como um grande risco editorial. Segundo
caso, o livro cultural é considerado, ainda, como um grande
visco editorial. Segundo Olímpio de Souza Andrade ,autor
de "O livro brasileiro", a Indústria do livro apresenta-se animada, na medida em que disponha dos seguintes componentes de energia: P — a existência ou não de importante massa da população letrada, economicamente forte e politicamente influente e, 2"? — a variedade ou uniformidade do
gosto do comportamento dessa população, qualquer que seja sua importância numérica. A evolução de ambas as coi
sas depende a seu turno de muitos fatores, tais como: evolução intelectual e cultural, tipo de regime político, estrutura social, mas existe uma fórmula que nos dá uma idéia,
ainda que insuficiente, pelo menos, aproximada, da referi— 212 —

�cia variedade ou uniformidade de gosto: consiste em dividir
a produção por títulos, pelo número de habitantes de um
país. Se o coeficiente é baixo, significa que grande número
de pessoas se satisfaz com um número pequeno de títulos o
que revela, por outro lado, tendência para uniformidade.
Se é elevado, deixa supor que essa tendência é para a vaJiação, sendo muito vasta a faixa de exigências do consumidor , Não são fortes no Brasil esses componentes de energia.
A massa da população à altura de consumir livros não. é numerosamente importante, do ponto de vista da produção em
larga escala, não sendo, ainda, bem conhecida o seu comportamento como população ledora, agora .em futuro próximo. Por outro lado, além de se defrontar com o mercado consumidor descontínuo, em virtude da precariedade
dos transportes num vasto território, a indústria brasileira
conta com outros problemas, a saber: o da distribuição e comercialização do livro; o do levantamento, sem falhas, de
seu próprio parque industrial; o das dificuldades para exportação, que apesar de diminuta, muitos editores acham
que merece atenção e, o da impressão de livros, em língua
portuguesa fora do Brasil, bem como das traduções feitas
em Portugal e vendidas aqui. A falta de boas livrarias nos
municípios, além de impossibilitar a motivação espontânea
da população para o hábito de ler, dificulta sobremaneira a
atuação dos responsáveis pelas bibliotecas locais, através
das poucas opções oferecidas para aquisição do acervo e do
preço monopolítico, normalmente, cobrado. O Brasil possui
cerca de 400 boas livrarias, 90% das quais localizadas no eixo
Tíio-São Paulo, além das livrarias, a produção editorial e a
distribuição de livros concentram-se, obviamente, também
em São Paulo e no Rio de Janeiro.
O SNEL realizou em 1973, uma pesquisa sobre produção
editorial, da qual resultou o registro da produção de 166 milhões de exemplares, englobando um total de 7.080 títulos.
A produção em exemplares, em termos regionais, foi a seguinte: São Paulo — 57,5%; Rio de Janeiro — 40,4% e demais Estados — 2,1%. Levando-se em conta a população
do Brasil, que, em 1973 era estimada em 104 milhões de
habitantes pelo IBGE, os 7.080 títulos publicados representavam uma média de 0,6% por mil habitantes, o que comparado com outros países, representa um nível de leitura
dos mais baixos.
— 213 —

�E o brasileiro, lê ou não lê? A falta de hábito de leitura
da população atinge alto índice. A alguns anos atrás, o SNEL
e a Câmara Brasileira do Livro, encomendaram uma pesquisa sobre a função social do livro na atual realidade brasileira. Verificou-se em 6 grandes cidades brasileiras, que o
aluno de 2° grau é centrado na vida doméstica ,onde à noite
vê televisão. O uso regular do livro se apresenta com uma
percentagem de 39,3% dos informantes, indicando, assim,
um aíímento da leitura de livros numa população a um
passo da vida universitária. Num grupo de universitários de
São Paulo, comprovou-se que, apenas, 66% declararam ter
lido no dia anterior ao questionamento e, por leitura, se
entende a de jornais e revistas. A extensão do tempo reservado à leitura, consoante às indicações produzidas, revelou-se
baixa em relação ao que se podia esperar, tanto mais que
outras pesquisas, consignaram em média de 2 a 3 horas diárias. dedicadas à televisão.
Richard Bamberg que é autor do livro "Como incentivar
o hábito de leitura", editado pelo INL, ao analisar as razões
porque em certos países se lê muito mais do que em outros
ou seja, países em que os leitores representam uma proporção maior da população, pôs em relevo os seguintes fatores:
1° — a posição do livro na escala de valores do país, isso se
expressa através dos gastos financeiros proporcionais à pro■■ moção do livro; 2^ — a tradição cultural do país; 3*? — as
^opôrtünidades de leitura e, 4"? — o papel representado pelos
"iivros na escola è no sistema educacional.
No Brasil, o INL está fazendo um grande esforço com
a finalidade de multiplicar as oportunidades de leitura, através da implantação do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, ora em execução nos seguintes Estados: Rio Grande
do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo,
R]o de Janeiro, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco, Rio
Grande do Norte e Pará.
O INL tem firmado convênios com as Universidades Federais que possuem Cursos de Biblioteconomia, para estágios desses alunos em bibliotecas públicas.
Outro tipo de convênio é para utilização do carro-biblioteca do INL, objetivando o atendimento às populações suburbanas e rurais e treinamento dos alunos de Biblioteconomia.
— 214 —

�Um dos maiores problemas que o INL está encontrando
para implantar o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas,
é na parte de recursos humanos, pois não há, ainda, um modelo brasileiro de redes de bibliotecas públicas. A Universidade Federal da Paraíba, colaborando com esse esforço,
irá ministrar, a partir do 2° semestre desse ano, um curso
a nível de mestrado, intitulado: Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas".
Firmamos, também, com a Universidade Federal da Paraíba um convênio no sentido do INL financiar toda parte
de pesquisa em bibliotecas públicas.
Apesar de todos os obstáculos encontrados, o Sistema
Nacional de Bibliotecas Públicas está se implantando e crescendo, o que para nós é motivo de grande satisfação, pois
acreditamos que esse seja o melhor caminho para a popularização da educação e cultura no nosso país.
DEBATES
REGINA NOVAES (Universidade Santa Ürsula): Qual
o critério utilizado pelo INL para escolha dos autores de livros a serem co-editados?
EMIR JOSÉ SUAIDEN. O INL, a partir de 1976, passou a editar e co-editar obras relacionadas com a cultura
brasileira. Há um período em que nós denominamos, período
de inscrição, em que os autores ou editores fazem a insfírição de suas obras no INL. O INL tem um corpo de peritos
para avaliar as obras e eles emitem um parecer, dizendo se
a obra é importante, se ela deve ou não ser editada ou co-editada, pelo INL. Nossas áreas de edição são: literatura juvenil, literatura infantil, romances, contos, novelas, estudos
brasileiros e cultura brasileira. Dentro do Sistema Nacional
de Bibliotecas Públicas nós recebemos recursos para editar
e co-editar obras de Biblioteconomia.

— 215 —

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                    <text>A BIBLIOTECA ESPECIALIZADA COMO SUPORTE
PARA A BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA

LILIA TERESA VASCONCELOS TORRES
(Bibliotecária Chefe do Centro
de Informações Técnicas ãa COMLURB)
LYGIA DE MEDEIROS ALBEIRICE
(Bibliotecária ãa COMLURB)

RESUMO
A biblioteca especializada como suporte para a biblioteca universitária, deve conter uma classificação especial
que se adapte às necessidades da organização, com a finalidade de prover, o mais rapidamente possível o técnico, da
informação solicitada. Na biblioteca em questão foi utilizado o sistema de Unitermo que dá 80% da recuperação da
informação. A novidade no caso, é que às vezes o Unitermo
transforma-se em Tri-termo como um cabeçalho de assunto,
dada a alta especificidade da matéria. O sistema de análise
de documenos é fundamental já que sendo uma biblioteca
muito específica, o tipo de documentação recebida é útil a
um grande número de técnicos em diversos setores, cabendo
à biblioteca, através desta análise, diagnosticar o grau de
interesse de cada um. Vale esclarecer que é da maior
importância a formação de catálogos de entidades afins,
Nacionais e Estrangeiras, como rede operacional a fim de
obter-se um intercâmbio que provenha às necessidades dos
técnicos no tocante à rapidez da recuperação da informação
nas pesquisas realizadas independentemente de local. A
biblioteca especializada e a universitária caminham paralelamente como suportes na formação, profissional do estudante, formando uma rede de informações técnicas onde é
fundamental o intercâmbio com a finalidade de colocar os
técnicos em contato uns com os outros pois, é fundamenta^
para o progresso do desenvolvimento das ciências.
— 242 —

�1

Introdução

Um Serviço de Informações Técnicas é uma nova forma
de capital da empresa.
A procura da diminuição de custos pela inclusão de
novas técnicas torna-se a cada dia prioritária, exigindo a
criação de um suporte que facilite automaticamente e dê
continuidade ao desenvolvimento tecnológico.
A informação como veículo e subsídio desse desenvolvimento promove sua valorização econômica e conseqüente
capitalização. Atuando como recurso básico do desenvolvimento e, colaborando para fixação e estabelecimento de
Know-How é ela encarada como fator de melhoramento
qualitativo de educação, cujos efeitos irão repercutir na
produção industrial.
A implantação de um. sistema técnico-informativo
dentro de uma empresa é atitude de conscientização de que
a ação empresarial e os 5eus benefícios não podem ser,
apenas, as quantificáveis, os rigorosamente definidos e delineados, mas sim toda e qualquer ação que leve mesmo indiretamente a uma minimização de custos.
'I

Histórico

Há quase um século que os serviços de limpeza urbana
vem sendo realizados de forma organizada no município.
A partir da carroça puxada a burro, os serviços têm
acompanhado o desenvolvimento da cidade, adotando na
medida em que se faziam necessárias novas técnicas, novos
equipamentos e novos sistemas organizacionais, culminando
com a criação da COMLURB, sociedade de economia mista
vinculada à Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos, instituída por Decreto-lei n^ 102 em 15 de maio de
1975, com a atribuição de executar a coleta domiciliar, a
limpeza de logradouros, dar um destino adequado aos
resíduos sólidos produzidos no município.
É administrada por um Conselho Ciretor, composto de
cinco Diretores, sendo um Diretor Presidente, um Diretor
de Administração e Finanças, um Diretor de Operações de
Limpeza, um Diretor de Planejamento e Obras e um Diretor
de Transportes e Equipamentos
— 243 —

�Dando seqüência, um breve histórico da Limpeza Urbana
na cidade do Rio de Janeiro.
1893 — Criada a Inspetoria de Limpeza Pública e Particular subordinada a Diretoria de Obras.
1896 — Integração da Inspetoria de Limpeza Pública
e Particular à Diretoria Geral de Higiene e Assistência
Pública.
1897 — Os serviços de Limpeza Pública foram entregues
a iniciativa privada. Assim os Irmãos Gary constituiram a
Companhia Industrial do Rio de Janeiro, o qual obteve
concessão do Governo para executar os serviços de coleta,
transporte e destino do lixo.
1899 — Os serviços de Limpeza Pública retornam ao
Poder Público. É criada a Superintendência do Serviço de
Limpeza Pública e Particular, subordinada ao Gabinete do
Prefeito.
1934 — A Superintendência passa a ser Diretoria, e
posteriormente Diretoria Geral de Limpeza Pública e Particular, subordinada ao Gabinete do Prefeito.
1935 — A Diretoria Geral volta a ser Diretoria e passa
a integrar a Secretaria Geral de Viação, Trabalho e Obras
Públicas.
1940 — A Diretoria de Limpeza Pública e Particular é
transformada em Departamento de Limpeza Urbana, subordinada a Secretaria Geral de Viação e Obras.
1962 — Subordinação do Departamento de Limpeza
Urbana à SURSAN — SUPERINTENDÊNCIA DE URBANIZAÇÃO E SANEAMENTO.
1966 — Aprovada a nova estrutura orgânica do DEPARTAMENTO DE LIMPEZA URBANA.
1973 — Extinção da SURSAN e criação da COMPANHIA ESTADUAL DE LIMPEZA URBANA — CELURB -sociedade de economia mista, vinculada a Secretaria de
Obras Públicas.
1975 — Com a fusão dos Estados do Rio de Janeiro e
Guanabara, foi extinta a CELURB, criando-se finalmente,
a COMPANHIA MUNICIPAL DE LIMPEZA URBANA —
COMLURB.
— 244 —

�RI
I
I

�4

Formação de um Centro de Informações Técnicas

A Companhia Municipal de Limpeza Urbana iniciou no
dia 25 de setembro de 1975 a implantação de sua Biblioteca, nascida do intercâmbio proporcionado pelo Programa
das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), projeto BRA-2040 e do espírito empresarial da atual Diretoria.
Contava nessa época com um acervo de 171 exemplares,
incluindo-se livros, periódicos, folhetos e outras publicações,
originando-se de doações dos engenheiros.
Hoje em fase de implantação do seu Centro de Informações Técnicas, conta com um acervo aproximado de:
— 3.600 livros;
— 106 títulos de periódicos especializados;
— 600 relatórios, congressos, teses, conferências e outras publicações
— 2.000 slides;
— 50 fitas K-7;
— 3.000 recortes de jornais.
É altamente especializado em Limpeza Urbana e Resíduos Sólidos, sendo o único no gênero na América Latina.
O acervo composto essencialmente de fontes de informação primária está à disposição dos técnicos da empresa
para consultas e empréstimos e, para pessoal externo, apenas
à consultas.
As coleções das Bibliotecas Setoriais (2) tendem a se
tornar altamente especializadas segundo a unidade a que
atendem.
Procura-se promover atuante intercâmbio na Rede das
Setoriais visando a um apoio efetivo aos técnicos.
Apesar de ainda em fase de organização, o Centro de
Informações Técnicas, já possui sua coleção de periódicos
inscrita no Catálogo Coletivo de Periódicos do IBICT —■
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.
4.1

Finalidades do Centro de Informações Técnicas
•

Servir de suporte básico ao sistema de informações
técnicas da Companhia.
— 246 —

��•

Prover de recursos bibliográficos e técnico-informativos o pessoal técnico empenhado na realização de
trabalhos de interesse da empresa;
• Empenhar-se na busca de respostas específicas para
o usuário específico;
• Preservar e controlar a produção da literatura
técnica da empresa;
• Manter intercâmbio com Entidades afins, Nacionais
e Estrangeiras.
4.2

Atividades do Centro de Informações Técnicas

O Centro de Informações Técnicas pertence a Assessoria de Comunicação Social, órgão diretamente ligado à
Presidência da COMLURB.
Opera em dois sistemas — interno e externo. O interno dá apoio às diretorias com seus diversos setores e o
externo abrange os setores fora da sede, fornecendo
assistência técnica através de informações e mantendo contato pela divulgação dos trabalhos realizados no âmbito da
Companhia.
O acervo é especializado em Limpeza Urbana, Resíduos
Sólidos, Engenharia Sanitária e Conservação do Meio Ambiente. Por ser a única na América Latina especializada
em resíduos Sólidos, oferece aos seus técnicos a oportunidade de levantar o maior número de dados sobre o assunto,
estendendo-se estas vantagens aos estudantes universitários
desta área, que buscam a biblioteca especializada para
completar os conhecimentos obtidos através da universidade
e a biblioteca universitária.
Atividades básicas:
•
•
•
•

Centralizadas;
Descentralizadas;
Cooperativas; e
Coordenadas.

ATIVIDADES CENTRALIZADAS
•

Seleção — é feita através da análise do material solicitado pelos técnicos, em formulário próprio (Anexo 1).
— 248 —

�n
&lt;c&lt;

�•

Aquisição — O material bibliográfico adquirido pode
apresentar-se nas mais diversas formas: livros,
mapas, periódicos, audio-visuais, etc., seja para uso
do Centro, seja para uso exclusivo de outros setores
da empresa, além de outras formas de entrada de
documentos como depósito legal de todas as publi'
cações técnicas da Companhia, traduções técnicas,
filiação e associações técnicas Nacionais e Interna*
cionais e outras fontes que normalmente geram documentação .

•

Registro — Livros e folhetos são registrados no Livro
de Tombo e os periódicos no Kardex. Outros
materiais como slides, recortes de jornais e fitas
K17, são registrados na própria ficha de indexação.

•

Circulação de Periódicos — Coloca-se a disposição
dos técnicos, os periódicos pertinentes às
suas áreas de atuação. Após seleção prévia, são os
periódicos encaminhados com ficha de encaminhamento interno (Anexo 2), na qual o técnico solicita
cópia xerox dos artigos importantes para o bom
desempenho de seu trabalho. Esta ficha é assinado
pelo técnico no ato da devolução da mesma.

•

Empréstimo — Os livros são enviados aos diversos
setores da Companhia, através de circular mensal com
a finalidade de divulgar as novas aquisições. Qualquer livro ou outro material bibliográfico poderá
ser emprestado por um período de quinze dias, renováveis, caso não haja reserva. Somente as obras
de referência não poderão ser retiradas devendo ser
consultadas na biblioteca.
• Outros Materiais — Ficam também a disposição de
todos os usuários da Companhia as fitas K-7, contendo gravações de entrevistas dadas por técnicos
da Companhia; os recortes de jornais contendo
notícias relativas a Companhia e a conservação do
meio ambiente, slides de instalações e equipamentos
da Companhia, assim como os mesmos em operação-

ATIVIDADES DESCENTRALIZADAS
Referência — Facilita o diálogo direto com o usuário
para atingir-se maior eficácia.

��/ATIVIDADES COOPERATIVAS
E adotada modalidade para os trabalhos de documentação.
ATIVIDADES COORDENADAS
Relação de intercâmbio e de pesquisa com a rede
externa.
4.3

Processamento Técnico

Todo material bibliográfico recebe um tratamento ade*
quado adaptado às necessidades da Companhia o que resulta
numa redução de custos, dando maior facilidade na divulg^'
ção da recuperação da informação. É empregado o índice ün*'
termo que permite uma recuperação de até 80% da informa'
ção por ser um dos sistemas mais eficazes de indexação. Dá-s®
realce aos termos simples indicadores dos conceitos deterini'
nativos de cada documento. For vezes, dada a alta especi;
ficidade do assunto, este unitermo é aumentado em
tiitermo como se fora um cabeçalho de assunto. Há gran'
des vantagens nesse sistema entre as quais podemos destacar
a facilidade em inserir ou selecionar fichas. A facilidade
com que se recupera a informação no catálogo é realmente
de grande eficácia para o bom andamento de um sistema
de informações técnicas. Há técnicos que não aprovam °
sistema de indexação por unitermo por considerá-lo
vezes falho, já que requer maior atenção na hora da recup^'
ração da informação. Entretanto, no caso de uma bibU'''
teca altamente especializada, este método proporciona
liberdade de ação com a criação de termos específicos
assunto sem que seja necessário se prender a um catalog^
pré-determinado. Além disso, é o método mais adaptá^®
ao processamento de dados.
Se tivéssemos adotado a CDU. ficaríamos restritos a:
Exemplo:
Centro de Informações Técnicas da COMLURB — Com'
panhia Municipal de Limpeza Urbana, especializado
Resíduos Sólidos.
Classe — Engenharia
Divisão de Classe — Engenharia Sanitária
Sub-divisão de classe — Resíduos Sólidos
— 252 —

�DIRETORIA OE
TRANSPORTE E
EQUIPAMENTOS

—

-I
H tcl

I
I

^

I

■\ TVE

■\ TMP

GR-9

�Tendo em vista a nossa necessidade de especificidade
adotamos o Unitermo. Além disso, utilizamos também a
Classificação Decimal Universal para facilitar o intercâmbio
cnm Entidades estrangeiras. (Anexo 3)
Outros Materiais
slides).

(Recortes de jornais, fitas K-7 c

Como já foi dito anteriormente, o material acima é
registrado e indexado na própria ficha de Unitermo como
vemos no anexo 4.
4.4

Entidades Afins — Importância de Filiação

É da responsabilidade do Centro de Informações
Técnicas o estabelecimento de contatos e filiação a Asse
ciações Técnicas Normativas ou de Pesquisas, no país e no
exterior.
Estes contatos e filiações são da maior importância
pois, é através deles que é possível uma abertura essencial
na corrente humana da comunicação, ampliando o acervo
que é o depósito coletivo de conhecimentos.
É através de vários esquemas de cooperação interbi'
bliotecárias que se pode proporcionar ao leitor o acesso ^
uma faixa de escolha mais ampla.
4.5

Catálogos Especiais — Formação effl Centros de Info"'
mação

Os catálogos de bibliotecas e instrumentos bibliográ'
ficos formam a memória coletiva do depósito de conheci'
nientos.
A formação de catálogos especiais amplia essa memóri
proporcionando um acesso específico e maior rapidez
da informação desejada.
Entende-se por Catálogos Especiais todos aqueles
não fazem parte normalmente da organização de
biblioteca. São eles;
1) Catálogo de Instituições congêneres;
2) Catálogo de pessoas físicas (técnicas) dentro
área de especialização do Centro; e
3) Catálogo de organismos de área governamental.
— 254 —

�FIGURA 6 - FLUXO DO PEDIDO DE INFORMAÇÃO

�4.6

Intercâmbio — Rede Informativa de Apoio

Rede Interna — constituída pelas bibliotecas setoriais
(duas), catálogos de documentação técnica e pessoas físicas
que trabalham na própria Companhia.
Através das bibliotecas setoriais, o Centro de Informações Técnicas aprimora o seu caráter de sistema unificado,
centralizando e descentralizando a informação com o prO'
pósito de alcançar uma grande otimização dos serviçosIsso proporciona uma maior flexibilidade à estrutura mini'
mizando tempo e aumentando o número de atendimentos.
O Centro de Informações Técnicas é ainda responsável
pela tradução de obras intercambiadas desde que solicitadas
por autoridade competente.
Rede Externa — Recorre-se sempre que necessário ao
meio externo para a busca de informes. Procura-se contactar diretamene com as pessoas físicas ou jurídicas, eríj
qualquer campo de atividade desde que possam prestar as
informações solicitadas.
Utiliza-se o sistema de intercâmbio de duplicatas e trabalhos realizados por técnicos da Companhia com a finali'
dade de divulgar os referidos trabalhos assim como angariar obras para aumento do acervo técnico que não entre
normalmente em linha de edição. (Anexo 5)
4.7 Clientela
É encarado como objeto de investimento e como
curso do sistema, cuja montagem é em função das necessidades geradas pela atuação do técnico na empresa.
Como recurso, procuramos o aproveitamento de su®®
manifestações ao se relacionar o Centro de Informaçõ^®
Técnicas para, em um processo de estímulos e reações,
guntas e respostas, realimentar o sistema reajustando noS^
so desempenho. Para avaliação dos serviços prestados e rea
valiação de procedimentos, vem observando:
•
•
•
•

os
os
os
os

pedidos de aquisição de material bibliográfico;
pedidos de pesquisa bibliográfica;
pedidos de informações e
pedidos de traduções.
— 256 —

�riOUlTA 7 • RCDE OC APOtO

l. E O E N O A
81BLI0TÊCAS ESPECIALIZADAS OU CENTROS OC INFORMAÇÕES TÉCNICAS
ENTIDADES CONOENERES
BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS

�Os estudos ainda são incipientes, mas já atuam como
meio de estabilizar o equilíbrio do sistema.
É também importante a participação da clientela externa, ou seja, técnicos e estudantes universitários que recorrem ao Centro de Informações Técnicas para complementar suas pesquisas pois, é através deles que podemos ampliar o catálogo especial de pessoas físicas ligadas ao meio.
4.8 Pesquisas
É objetivo primeiro num Centro de Informações Técnicas, fazer com que a informação vá rapidamente ao técnico
antes mesmo que ele a solicite. Para isso obedece-se a uma
técnica de análise de todos os documentos pertinentes que
dão entrada no Centro os quais, depois de cuidadosamente
analisados são encaminhados aos setores ou técnicos competentes .
Na maioria das vezes este envio da documentação disseminada ao técnico, gera uma solicitação de complementação desta informação, provocando uma consulta do Centro
a entidades afins ou técnicos da área, muitas vezes em outros
países como respostas a solicitação requerida pelo técnico
pertinente.
Pesquisa de dados — Mais rápida, mais objetiva e concisa. Limita-se a informação de dados específicos levantados através do acervo, Catálogo Coletivo de Periódicos e/ou
entidades congêneres.
Pesquisa bibliográfica — Consiste em levantamentos
exaustivos da literatura técnica solicitada, nas línguas pedidas, diretamente às fontes, ou seja, entidades afins, nacionais e/ou estrangeiras, equivalentes à língua solicitada.
Exemplo;
Pesquisa solicitada: Segurança, Higiene e Medicina do
Trabalho.
Língua — Portuguesa — NADA OBTIDO.
Língua — Inglesa — Entidade Consultada — U.S. Environmental Protection Agency — Recebimento do material solicitado. (Anexo 6).
— 258 —

��4.9 Estatística
O Centro de Informações Técnicas oferece dois tipos
de produtos finais: de informação e de prestação de serviços. Entende-se por produto final de informação a todo
dado obtido através de pesquisa. Entende-se por produto
final de prestação de serviços a todo serviço prestado dentro do funcionamento normal de uma biblioteca. A estatística é um dos melhores métodos de avaliação dos resultados quantificáveis desses produtos. (Anexo 7).
5

Rede de Apoio
Definição

É uma rede informativa técnica constituída de Centros
de Informação ou Bibliotecas Especializadas atuando como
suporte, justamente com entidades congêneres, às bibliotecas universitárias.
A necessidade de formação dessa rede em âmbito nacional, faz-se sentir a medida que nos intercambiamos com
redes semelhantes no exterior, já que como foi dito, obtivemos resultados através dessas redes e não diretamente a entidades nacionais.
É da maior importância o intercâmbio de boletins bibliográficos periodicamente à todas as entidades afins, assim como universidades, nem que seja em âmbito estadual,
com a finalidade de fornecer dados bibliográficos a todos oá
organismos participantes e gerar a minimização do fator
tempo/custo — tão importante em todas as operações administrativas atuais.
Num sistema de informação, necessário se faz a divulgação da mesma. Como a biblioteca universitária, que tem
no seu acervo diversificado, a necessidade do apoio de entidades especializadas, é dela que deve partir a orientação para seus usuários como objetos de investimento e não como
fatores de aumento de custo operacional.
A formação de um organismo centralizador de catálogos
especiais de entidades congêneres com a finalidade de prover ao organismo solicitante a localização da informação
desejada, atuando como um banco de dados seria de grande valia para todo um sistema integrado de recuperação da
informação.
— 260 —
y

��ANEXO II (8)
COMLURB

BIBLIOTECA

FICHA DE ENCAMINHAMENTO INTERNO
DESEJANDO^ ANOTAÇÃO DOS ARTIOOS PARA POSTERIOR CONSULTA, INOICAR pXCINA E TÍTULO NA COLUNA DE OBSERVAÇÕES.
SOLICITAMOS NÃO RETER A PUBLICAÇÃO POR MAIS DE 3 (TRIS) DIAS.
RETORNAR Ã BIBLIOTECA,
SÍMBOLO

«09. ns

OATA

RUBRICA

OBSERVAÇÕES

�Companhia Municipal de Limpeza Urbana — Comlurb
Centro de Informações Técnicas
Rua Major Ávila 358 — 2? pav. — Tijuca
Rio de Janeiro — 20000
RJ — BRASIL

Mod. 712

Endereço:
líireción:
Address:
Recebemos e agradecemos:
Agradecemos su envio de:
acknowledge, v/ith thanks, receipt of:
desejamos receber?"
Deseariamos recibir:
would like to receive;
Enviamos em intercâmbio;
Lcs enviamos en calidad de canje;
We are sending you in exchange:

DATA

BIBLIOTECÁRIA
— 263 —

�COMLURG - ESTATÍSTICA DIÁRIA DE SERVIÇOS PRESTADOS
CENTRO DE ÍNF0RMAÇÕE8 TÉCNICAS - ACI
| mES

(

OIA N* DE CONSULTAS
í
2
3
4
S
6
7
8
9
10
II
12
13
14
15
16
17
18
19
20
2t
22
23
24
2S
26
27
28
29
30
31
TOTAL

N9 DE EMPRÉSTIMOS

NS DE PEDIDOS
DE PESQUISA

ANEXO VII
{ANO
N8 DE XEROX

�COMLURB - pedido de bibliografia e relatório de pesquisa
CENTRO DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS

anexo vi
N«

SOLICITADO POR

TELEFONE

ÓRGÃO

DATA

assunto a ser pesquisado

'ndicaçao das obras a serem pesquisados

época
^ÍVEL OA PESQUISA
P superior d universitário d colegial
relatório
Termos
fontes,anos e entidades

Q OUTROS ESPECIFIQUE:
RESULTADOS

^'ATERial reservado na aci
CUSTO CR8

oata

FUNCIONÁRIO 00 ACI

�</text>
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                    <text>SISTEMA CENTRALIZADO DE BIBLIOTECA:
UMA EXPERIÊNCIA
MARIA REGINA AZEVEDO URIARTE
(Bibliotecária-Chefe da Biblioteca Central do
Centro de Ciências da Saúde da UFRJ)

;

VERA LÚCIA DA COSTA MOUREN
(Substituta eventual da Bibliotecária-Chefe
da Biblioteca Central do Centro de Ciências
da Saúde da UFRJ)
I
1 Introdução
O Sistema Centralizado de Bibliotecas na área da Saúde
UFRJ compreende três fases distintas: Planejamento,
^^plantação e Efetivação.
A fase de Planejamento abrange desde sua criação até
^ início de seu funcionamento como Central.
A fase dc implantação vai da assinatura dos l°s convênios até a incorporação de todas as Unidades.
A fase de Efetivação só será concretizada quando estiver
concluida a transferência ou vinculação, de todas as Bibliodo CC.y com relação a Central e o Sistema conseguir
®tingir todos os seus objetivos.
Estamos, no momento, na fase de Implantação. Das
^inté e oito coleções pertencentes às diversas Unidades e
órgãos Suplementares do CCS, treze já estão incorporadas,
estão em processo de incorporação e sete aguardam definição administrativa.
Já se encontra em funcionamento nossa 1" Biblioteca Se'■orial, a do Hospital Universitário.
^ Planejamento (P Fase)
2.1 Criação da Biblioteca Central
A Biblioteca Central do Centro de Ciências da Saúde da
^íiiversidade Federal do Rio de Janeiro, localizada no Bloco
^ do Prédio dos Institutos Biomédicos da Cidade Universitá— 201 —

�ria, foi criada como órgão de Administração Central pelo Be*
gimento do Centro de Ciências da Saúde, aprovado em sessão do Conselho Universitário em 14 de outubro de 1971, e
publicado no Boletim da UFRJ, suplemento ao n? 1 de 6 de
janeiro de 1972.
O acervo da Biblioteca Central originou-se da fusão daS
coleções provenientes da transferência de diversas Unidades
do CCS para o Campus Universitário, tais como: Faculdade
dtí Medicina, Instituto de Ciências Biomédicas, Instituto de
Nutrição, Escola de Enfermagem Ana Néri, Instituto de Biofísica, Instituto de Microbiologia, Escola de Educação Física e Desportos, Faculdade de Farmácia e Faculdade de Odontologia.
Para o estudo da implantação do Sistema Centralizado
da Biblioteca do Centro de Ciências da Saúde e aglutinação
das diversas coleções, foi nomeado um Grupo de Trabalho
composto de cinco professores e oito bibliotecários e presidido pelo então Diretor da Faculdade de Medicina, Prof. José de Paula Lopes Pontes, que apresentou um relatório detalhado, equacionando todos os problemas da unificação.
O Grupo contou com a colaboração de dois Consultores
da Organização Panamericana da Saúde, Profs. Harold Bloomquist (Diretor da Francis A. Country of Medicine, Harvard University) e Loan Titley .Diretora da Kornhanser
Health Sciences Library, University of Louisville). Estiveram, também, reunidos com o Grupo de Trabalho o Prof.
Amador Neghme, na época Diretor da Biblioteca Regional de
Medicina, e Mr. Gennis M. Serrianne, Consultor da Organi'
zação Panamericana da Saúde e Bibliotecário de Referência
da Cornell Medical College Library, New York.
2.2 Transferência das las coleções
A transferência das l^s coleções foi feita com base nas
recomendações do Relatório do Grupo de Trabalho:
2.2.1 Livros
a)

seria adotado um sistema unificado de classificação,
sendo sugerido o da "Library of Congress/National
Library of Medicine", e como cabeçalho de assunto
o "Medical Subject Headings";
— 202 —

�b)

só Eeria reclassifiçada a coleção nova, recentemente
adquirida, mantendo-se fichários e coleções nos sistemas até então adotados;

c)

da pesquisa efetuada verificou-se que apenas duas
Bibliotecas adotavam classificação diferentes, as demais utilizavam a Decimal de Dew^ey. Apesar de todos os esforços, não tendo sido possível adquirir as
novas Tabelas de N.L.M. e L.C., conservou-se a^é
hoje o sistema de Dew^ey na Biblioteca Central.

^•2.2 Periódicos
a)

arrumação da coleção em ordem alfabética, segundo a mesma ordem dos fichários;

b)

revisão da coleção e arquivos, verificando-se os títulos interrompidos, inserindo as remissivas necessárias, fazendo cumprir uma rigorosa ordem alfabética.

2-^.3 Descartes
Duplicatas de livros superados, separatas de periódicos
existentes nau Bibliotecas, bem como qualquer material dispensável ou em desuso (catálogos comerciais, folhetos de
Propaganda, etc.) deveriam ser descartados antes da transferência da coleção.
-•2.4 Mudança da Coleção
a)

cada Biblioteca a ser transferida deveria providenciar antes da mudança, a desinfecção de suas coleções;

b)

as coleções deveriam ser colocadas em caixas de papelão resistente, medindo 60cm x 40cm com 24cm
de altura, numeradas seqüencialmente, 1, 2, 3.,.,
etiquetas de maneira a ser identificado o seu conteúdo e colocadas na transportadora na ordem inversa, visando conservar a numeração crescente
quando depositadas ao lado das estantes em local
já determinado.
— 203 —

�2.2 Organização Administrativa
A Biblioteca Central no início de suas atividades era
constituída de um Conselho consultivo e uma Coodenadora.
O Conselho Consultivo, escolhido pelo Decano, era coin'
posto por docentes representantes de cada Unidade do CCS,
cujo acervo bibliográfico já tivesse sido incorporado à Central. A Biblioteca se fazia representar por um membro do
corpo docente que mantinha contato com a Coordenadora
Cabia a esta, estimular, promover, distribuir, e assessorar os serviços das seções e as atividades da Biblioteca que
estava dividida em 5 Seções; Referência; Circulação; Processos Técnicos (Livros, Teses); Periódicos (interno e externo)
e Reprografia.
3

Implantação (2' Fase)

Nesta fase, em que nos encontramos atualmente, há ãl'
guns pontos que desejamos ressaltar:
3 ,1 Alteração rio Regimento do CCS
Alteração do Regimento no que se refere à Biblioteca
Central, definiu a Direção, composta por um Conselho Deli'
berativo e um Bibliotecário-Chefe (Diretor Executivo),
Chefias das Seções e a situação das Bibliotecas Setoriais.
Pudemos, então, começar os estudos e o planejamento
da Biblioteca Setorial do Hospital Universitário, que começou a funcionar em 13 de março do corrente ano, 1 niês
após a inauguração do referido Hospital.
3.2 Advento dos Convênios
Para que o Sistema Centralizado pudesse ser implantado e atendesse aos objetivos propostos, houve necessidade
de serem assinados Convênios com finalidades diversas.
3.2.1 FINEP
a)

ampliar a área física que, inicialmente, planejada
para abrigar o acervo da Faculdade de Medicinacom 5.200 m^, teve de ser aumentada com a cria'
— 204 —

�ção da Biblioteca Central, sendo construído um depósito de livros no sub-solo, com 800 m^, para a
guarda das coleções antigas;
reforçar a coleção de periódicos, com a aquisição de
120 títulos novos, e a de livros, com a aquisição de
223 obras em 711 volumes;
c

aumentar os recursos humanos, tornando o número de funcionários suficiente para a ampliação do
horário e dos serviços;

d)

facilitar ao pessoal bibliotecário, a participação em
cursos e congressos.

2.2 CAPES
a)

completar as falhas ocorridas na coleção de periódicos (321 títulos interrompidos entre os anos de
1971/74 e 189 referentes a 1961/1962);

b)

fornecer bolsas, cursos e estágios.

^ 2.3 BIREME
a)

estabelecer um Subcentro de Informações para a
área da Saúde no Município do Rio de Janeiro;

b)

promover a especialização de Bibliotecários da Biblioteca Central na área da Saúde, com a participação nos cursos da BIREME, para que, num futuro próximo ,esta equipe bem treinada possa ministrar Cursos aos Bibliotecários e auxiliares de bibliotecas das demais Instituições do Município do Rio
de Janeiro.

^•2.4 Sistema MEDLINE
Estabelecer um serviço de levantamentos bibliográficos
Une", através de um terminal tele impressor, conectado
o Computador do Instituto de Energia Atômica de São
aulo, por meio de canais telefônicos de linhas privadas
com a Embratel.
Reorganização Administrativa
A partir da alteração do Regimento do CCS, do funcio
«amento da Biblioteca como Central e do advento dos Con— 205 —

�vênios, fez-se necessária uma reformulação da Estrutura
Administrativa existente. Algumas Seções foram criadas,
outras divididas em Setores, surgindo ,assim, um novo organograma para a Biblioteca Central.
Para apoiar a aplicação dos recursos provenientes dos
Convênios, foi organizada uma Supervisão Administrativo-Fianceira, composta de três Setores: Pessoal, Contabilidade e Serviços Auxiliares.
Foi indispensável, também, o estabelecimento da Seção
de Aquisição, centralizando os pedidos de compra, doação
e permuta.
Foi criada uma Assessoria de Coordenação Regional
que, além de auxiliar interna e externamente a direção, coordena as atividades do Subcentro da Biblioteca Regional de
Medicina.
Após esta Reorganização Administrativa, foram estabe
lecidas as chefias das Seções e elaborados os Manuais
Serviço.
4. Efetivação (3^ Fase)
Essa fase, a próxima a ser realizada, deverá ser inicia'
da em breve, tão logo a metodologia esteja definida. ConS'
tará de:
4.1 Análise da situação atual
Deverão ser analisadas as rotinas de trabalho das SeçÕeS
da Biblioteca Central, da Biblioteca Setorial do HU e
demais Bibliotecas do CCS.
4.2 Avaliação e reformulação
A partir dessa análise, detectados os pontos de estraii'
gulamento, poderemos:
a)

encontrar soluções adequadas para os problema^
atuais da Biblioteca Central e da Biblioteca Setf^'
rial do HU;

b)

estabelecer a política de incorporação das outras
Bibliotecas;
— 206 —

�»&lt;
of-&lt;
U&gt;2
O5

m
CQ
UJ
o
*&lt;
&lt;0
&gt;

�c)

traçar diretrizes e coordenar as Bibliotecas cujas
coleções não forem incorporadas fisicamente, transformando-as em Setoriais com subordinação técnica e administrativa à Biblioteca Central.

5. Ck)nclusão
Seria prematuro tentar apresentar conclusões do Sistema Centralizado, já que não alcançamos ainda a et.ipa fi"
nal de nossa experiência.
As primeiras dificuldades foram de todo sanadas, restando apenas alguns pontos que não dependem tão somente
do trabalho técnico de aglutinação.
Outros fatores são levados em questão, principalmente
aquele que vincula a transferência de uma coleção a escolhi''
de uma área física adequada, para a mudança da Unidade
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
1 ARBULO UHIARTE, Maria Regina Azevedo, Efetivação dt'
Sistema Centralizado dc Bibliotecas da área da Saúdí
da UFR T. Frojeto ?9G/CT — FNDCT, Rio de Janeiro.
1978. 50 p.
2 BLOOMQUIST, Harold &amp; TITLEY. Joan. Report on th®
amalgamation of seven biomedical libraries into a
brary of the Health Sciences. Rio de Janeiro, 197345 p.
3 RELATÓRIO do grupo de trabalho para estudo de impl^P'
tação do Sistema Centralizado da Biblioteca do Cen'
tro de Ciências Médicas da UFRJ. Rio de Janeiro.
36 p.
4 SERRIANNE. Denis M. Rejíort on the amalgramation
six biomedical libraries into a Library of the Health'
Sciences. Rio de Janeiro, 973. vii p.

— 208 —

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                    <text>SISTEMA INTEGRADO DO IBICT PARA REGISTRO E
RECUPERAÇÃO DE INFORMAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
E DE AUTORIDADE
ANTONIO EUCLIDES DA ROCHA VIEIRA
(IBICT — Instituto Brasileiro de Informação
em Ciências e Tecnologia)

RESUMO
O IBICT está desenvolvendo um conjunto integrado de
riistemas de registro e recuperação de informações bibliográficas e de autoridade tendo como núcleo uma base de dados
única. Com essa abordagem, serão evitadas duplicações e armazenamento conflitante de registros e elementos de informação na base de dados, não havendo mais a figura de um
produto ou serviço ser proprietário do conjunto de informações a partir do qual ele c gerado ou prestado. O desenvolvimento do Sistema IBICT está sendo orientado para processamento em linha visando a minicomputadores e computadores de pequeno porte, em um ambiente de tempo compartilhado e processamento distribuído. O Sistema IBICT,
além de incluir os sistemas atuais do IBICT devidamente reformulados, inclui também sistemas de busca retrospectiva,
disseminação seletiva de informações e automação de biblioteca.
1.

SINOPSE HISTÓRICA

A preocupação do IBICT na integração dos processos de
registro e recuperação de informações remonta ao ano de 1972
quando foram iniciados os estudos do "Banco de Dados do
IBBD". (1).
Nesse mesmo ano foi dado um passo significativo quando a Prof^ ALICE PRÍNCIPE BARBOSA apresentou a sua
tese de mestrado (2) sobre o CALCO — Catalogação legível
por Computador. Em 1975 o IBICT (na época IBBD) e a Bibüoteca Nacional fizeram um acordo no qual a Biblioteca Nacional ficou responsável pelo desenvolvimento do CALCO.
— 99 —

�Foi estabelecido naquela época que o suporte em processamento de dados necessários à Biblioteca Nacional para efetivar o desenvolvimento do CALCO seria prestado através do
convênio firmado em abril de 1975 entre o MEC e o CNPq.
Em 1977 foi criado um grupo de trabalho interno nn
ÍBICT com o objetivo de desenvolver um sistema integrado
de registro e recuperação de informações bibliográficas e de
autoridade: o "Sistema IBICT".
2

FILOSOFIA DO SISTEMA

A filosofia do "Sistema IBICT" reside em se registrar de
forma recuperável as informações intrínsecas aos itens a serem incluídos na base de dados única. A partir dessa base de
dados são prestados os serviços e gerados os produtos do
IBICT.
Apenas para fixarmos nomenclatura, chamamos de "base
de dados" ao conjunto de esquemas e arquivos de dados; chamamos de "banco de dados" ao softv^^are de acesso e gerência
de "base de dados".
A filosofia adotada permite efetivamente a integração
dos sistemas e se contrapõe a filosofia tipo "conglomerado"
na qual cada sistema é "proprietário" de seus dados, registrando apenas aquelas informações relevantes ao seu serviço
ou produto, na forma e com o detalhamento mais conveniente para sua recuperação específica.
Geralmente um "conglomerado de sistemas" implica em
informações armazenadas em duplicata e, na maioria das
vezes, de forma conflitante, obedecendo normalizações diferentes. Por exemplo, um sistema destinado a emissão de
fichas catalográficas não registraria todos os autores de uma
obra com, diga-se, 10 autores; entretanto, o registro da
mesma obra visando um sistema de busca restrospectiva
certamente incluiria os 10 autores com, provavelmente, um
nível maior de detalhe.
A filosofia do "Sistema IBICT" é oposta à do "conglomerado". Ou seja, ela é de "integração" dos sistemas de registro e recuperação das informações. Na figura 1 encontra-se
uma representação esquemática dessa concepção.
— 100

�FIOURA I - CONCEPÇÃO DO SIStEMA ) B I CT

8ERVIÇ0/PH0DUT0 I

SERVIÇO/PHOOUTO 2

SERVIÇO/PRODUTOS
(EÍTC...J

�Pode-se observar que o ponto chave do Sistema é o registro das informações com a definição do formato ao nível
datalógico (aspecto físico dos dados) e ao nível infológico
(aspecto conceituai dos elementos de informação). Isso foi
projeto de aproximadamente um ano de trabalho de uma
equipe de oito bibliotecários e de dois analistas de sistemas
do IBICT, e será visto mais adiante: "projeto FORMATO".
Ainda a nível de filosofia e concepção do Sistema, cabe
ressaltar que o desenvolvimento está sendo orientado para
processamento em linha, prevendo-se uma rede de comunicação de dados envolvendo terminais remotos e interligação
de minicomputadores e computadores de pequeno porte que
operem com o MUNPS ANS. *
Obviamente não estão excluídos os computadores de
grande e médio porte que também operem ou suportem o
MUNPS ANS, mas o que desejamos frisar é que o Sistema
IBICT será transportável total ou parcialmente para centros
de informação ou bibliotecas que disp&gt;onham, por^ exemplo,
de minicomputadores nacionais. Nesse sentido já existem
estudos preliminares na CAPRE (Comissão de Coordenação
das Atividades de Processamento Eletrônico) visando à definição da LIB (Linguagem Interpretativa Brasileira), cujo núcleo será o MUNPS ANS.
3

MACROFLUXO DO SISTEMA
Na figura 2 encontra-se o macrofluxo do Sistema IBICT.

Os módulos serão relacionados a seguir, com as respectivas
siglas, grupadas em: sistemas de registro da informação; sistemas básicos de recuperação da informação; sistemas de recuperação visando serviços/produtos.
Como será visto mais adiante ("Projeto FORMATO") os
registros nas fitas de inclusão de itens encontram-se no formato para intercâmbio de informações conforme definido na
norma ISO 2709 (3). Vejamos agora os módulos e seu estado
atual (15 de junho de 1978):
*

o MUNPS é um sistema operacional acoplado a uma linguagem
interpretativa de alto nível similar ao ALGOL. Tem sido noticiado
que três fabricantes nacionais de minicomputadores já estão desenvolvendo o MUMPS ANS para seus equipamentos.
— 102 —

�PIGIJRA ?. - SISTtMA IBICT

�— Sistemas de registro de informações: —
— REG (Registro de Informações Bibliográficas): em
desenvolvimento de software;
— AUT (Registro de Informações de Autoridade): em
definição de elementos de informação;
— THE"(Registro de Thesaurus e estruturas similares): não iniciado;
— Sistemas básicos de recuperação da informação: —
— BD (Banco de Dados): em projeto de software;
— BR (Busca Retrospectiva): em projeto de software;
— DSI (Disseminação Seletiva de Informações): não
iniciados;
— Sistemas de recuperação visando serviços/produtos: —
— CCP (Catálogo Coletivo Nacional de Periódicos —
Reformulação do sistema atual): em desenvolvimento de software;
I
i
— PB (Periódicos Brasileiros em Ciências e Tecnologia — reformulação do sistema atual): em projeto de software;
— ISDS (Internacional Seriais Data System — funções da agência nacional do sistema): em levantamento;
— BE (Bibliografias Esspecializadas — reformulação
do atual SIABE): em projeto de software;
— BIB/CAT (Automação de Biblioteca/Fichas Catalográficas): paralisado temporariamente;
— CBE (Cadastro Básico de Entidades): em desenvolvimento de software e já com implantação piloto operativa;
— CBI (Cadastro Básico de Indivíduos): não iniciado.
Com os recursos disponíveis no IBICT está sendo dada
ênfase especial aos sistemas REG, BD, BR, CCP e BE. Nos
— 104 —

�sistemas básicos de recuperação da informação (BD, BR e
r&gt;SI) o IBICT vai se utilizar do "saber porque", "Saber como" e da "tecnologia" acumulados no CIN (Centro de Informações Nucleares), agente do convênio CNEN/CNPq, durante o desenvolvimento e operação de seus sistemas (SABER,
SUPRIR e SONAR *) correspondentes.
Para finalizar essa descrição sumária cabe ressaltar que
o destaque dado ao sistema CAT, embutido no BIB, se deve
a motivos de ordem prática visando atender a demanda mais
imediata desse produto verificada em contatos de outras instituições com o IBICT.
4

PROJETO FORMATO

Conforme dito anteriormente, o ponto chave do Sistema
IBICT é o registro das informações em base de dados única.
Visando definir o formato segundo o qual elas seriam
submetidas, o IBICT desenvolveu o projeto "FORMATO Nat^ional para Intercâmbio de Informações Bibliográficas" e já
iniciou um projeto similar para as informações de Autoridade.
Os documentos de trabalho usados no projeto foram
basicamente a ISO 1709 e o UNIMARC (4), complementados
Pflo CALCO (5), MARC (6). INIS (7) e AGRIS (8) — que
são —implantações da ISO 2709 — e pelo PASCAL (9).
Apenas por uma questão de uniformização de linguagem,
vejamos o que significam essas siglas:
ISO 2709 — norma internacional "Formato para intercâmbio de informações bibliográficas em fita magnética", tendo o Brasil como signatário;
UNIMARC — "Universal MARC";
CALCO — "Catalogação Legível por Computador";
MARC — "Machine Readable Cataloging";
INIS — "International Nuclear Information System";
AGRIS — "Agricultura Information System";
PASCAL — "Programa Aplicado à Seleção e à Compilação Automática da Literatura", do Centro Nacional de
Pesquisa da França.
o SABER é um solfhuare dc Banco de Dados; o SUPRIR é de
Busca Retrospectiva e o SONAR é de Disseminação Seletiva de
Informações.
— 105 -

�Ou seja, a base foi a ISO 2709 e o UNIMARC. A comple
mentação dos outros documentos de trabalho, que refleten
a experiência dos respectivos sistemas, pode ser assim distri
buida: CALCO E MARC para monografias e seriados; INIí
para analíticas de monografias e seriados; e PASCAL pari
geração semi-automática de índices. Entretanto, em termo;
práticos, a contribuição desses documentos complementarei
foi inferior a 20°/u do cômputo geral.
A metodologia usada até a confecção das folhas de ser
viço e respectivos manuais de preenchimento foi a seguinte
—
—
—
—

leitura dos documentos de trabalho;
análise da ISO 2709;
análise do UNIMARC;
definição de uma lista exaustiva dos elementos de in
formação, especificando campos e subcampos, seu formato dataldgico e alguns aspectos infológicos, visandc
o registro, em forma recuperável, das informações
intrínsecas aos itens bibliográficos;
— complementação da definição dos elementos de informação ao nível infológico e seleção de ocorrência
mandatória, obrigatória se presente, opcional e proi
bida em 3 subconjuntos: itens registrados a nível mo
nográfico (M), seriado (S) e analítico (A);
— inclusão de campos e subcampos específicos para processar os itens no computador;
— confecção das folhas de serviço e respectivos manuais de preenchimento: monografias;, seriados e analíticas .
Esses manuais ainda estão na forma de "documentos de
trabalho" e, como tal, sujeitos a pequenas alterações e correções; porém já podem ser obtidos no IBICT para estudo.
Ê bom ressaltar que embora não esteja explícito nos
manuais, a equipe do projeto FORMATO (da qual 80% são
bibliotecários) adotou como norma para descrição bibliográfica as ISBDs (10, 11, 12). Por esse motivo os manuais são
vagos, aliás quase sempre omissos, quanto a normas e regras
de descrição bibliográfica, pois está implícito o uso das ISBDs.
Em termos de Sistema IBICT o passo subseqüente ao
piojeto FORMATO já está sendo dado através do desenvolvimento dos sistemas REG, e BR que permitirão manipula'-'
os itens bibliográficos com o auxílio do computador.
— 106 —

�o FORMATO IBICT é uma implantação da ISO 2709 e
do UNIMARC e, no momento, consta da definição para registros bibliográficos níveis A, M e S, havendo previsão para incluir brevemente registros de autoridade e futuramente
registros de thesaurus e assemelhados,
S

CONCLUSÃO

O primeiro resultado concreto do "Sistema IBICT", são
folhas de serviço A, M e S, com os respectivos manuais,
^'isando o registro de informações bibliográficas em um for'nato que é uma implantação da ISO 2709 e do UNIMARC,
adotando-se as ISBDs como normas de descrição bibliográfica.
O próximo resultado será o software de registro, gerência
busca retrospectiva para manipular os itens bibliográficos
^ubmetidos ao Sistema sob esse formato. Esse software será
fíansportável para equipamentos de processamento de dados
que operem com MUNPS ANS.
&lt;^I1'AÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
1

AGRIS; Manual para descrição bibliográfica. Brasília,
Projeto PNUD/ FAO/ BRA / 72 / 020). SNIDA, 1974.
(DOC/TEC/74/015 — Difusão limitada).

^

AVRAM, Henriette D. The Marc Pilot Project; final report on a project sponsored by the Council on
Library Resouces, Inc. Washington, LC, 1968. 18á p,

^

Barbosa, Alice Príncipe. Projeto CALCO; adaptação
do MARC II para implantação de uma central de
processamento da catalogação cooperativa. Rio de
Janeiro, 1972. 81 p. (Dissertação de mestrado em
biblioteconomia e documentação IBBD/UFRJ).

^

CHASTINET, Yone S. &amp; ZAHER, Célia R. Banco de Dados para ciência e tecnologia: um projeto brasileiro
em andamento. In: CONGRESSO REGIONAL DE
DOCUMENTATION, 4., Bogotá, 1973. La Tecnologia
en los servidos de información. México, FID/CLA,
1974. p. 13-22.

®

IEA. INIS: descriptive cataloguing rules. Vienna, 1972.
97 p. (IAEA-INIS-1 (REV. 2).
— 107 —

�6

IFLA. ISBD (S) description bibliographique internationales normalisée des publication en série. Paris,
Bibliothéque Nationale, 1974. 48 f.

7

ISO. Documentation. Format for bibliographic information interchange on magnetic tape. Geneve, 1973.
(ISO 2709-1973 (E); 1. ed. 1973-07-01).

8

IFLA. ISBD (G) International Standard Bibliographic
Description (General). London, IPLA Committee on
Cataloguing, 1976. 20 f.

9

IFLA. ISBD (M) International Standard Bibliographic
Description for Monographic Publications. 1 st. standart ed. London, IFLA Committee on Cataloguing,
1974. 36 f.

10

IFLA. UNIMARC — Universal MARC format London,
IFLA International Office for UBC, 1977, 126 p.

11

MEC/CNPq. Formato CALCO: monografias e publica'
ções seriadas. Brasília. 1977. 154 p.

12

VIEIRA, Antonio Euclides da Rocha &amp; D AMI AN, Philippe
Jean. Relatório de Estágio no CDST do CNRS eni
abril/maio de 1977. Rio de Janeiro, IBICT, 1977.
217 f.

DEBATES
Dinah Aguiar Población (Presidente da Comissão Brasi'
leira de Documentação Biomédica e Professora da Escola de
Comunicação e Artes da USP): O que está realmente
funcionamento na base de dados do IBICT?
Antonio Euclides da Rocha Vieira: A base de dados do
IBICT está ainda em projeto.
— 108 —

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                  <text>SNBU - Edição: 01 - Ano: 1978 (UFF - Niterói/RJ)</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Sistema integrado do IBICT para registro e recuperação de informações bibliográficas e de autoridade. (Painel sobre Bibliotecas Universitárias e Sistemas de Informação)</text>
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                <text>Aborda o desenvolvimento de conjunto integrado de sistemas de registro e recuperação de informações bibliográficas e de autoridades, a partir de uma base de dados única, com o objetivo de evitar duplicações e armazenamento conflitante de registros. O sistema é orientado para processamento em linha, em ambiente de tempo compartilhado e processamento distrubuído. Inclui ainda a busca retrospectiva, disseminação seletiva da informaçã e automação de biblioteca.</text>
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                    <text>PIIONUNCIAMENTO DA PROFESSORA CÉLIA
RIBEIRO ZAHER

É com grata satisfação que aceito neste momento, o
cunvite para dizer algumas palavras nesta Sessão Solene de
Abertura, do
Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias.
Com duplo prazer, aproveito essa ocasião para em nome
do Diretor Geral da UNESCO, Dr. Amadu Mattar Renbou
e de meu próprio, desejar o maior êxito nas deliberações
deste Seminário, que começa segunda-feira, e que tem agora a sua Abertura Oficial.
Como é do conhecimento de todos a UNESCO dá a maior
importância ao programa de bibliotecas universitárias e através do seu programa geral de informação procura apoiar o
desenvolvimento destas bibliotecas em todo o mundo.
É com grande satisfação que tenho a oportunidade e o
prazer de estar aqui, no momento em que o 1*? Seminário
iS acionai de Bibliotecas Universitárias ocorre e acompanharei com o maior interesse todas as discussões e deliberações
que dele saírem.
Agradeço ao Magnífico Reitor e à mesa a oportunidade
de dirigir-lhes esses votos em nome do Diretor Geral da
UNESCO e em meu próprio.

— 27 —

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                <text>Sessão Solene de Abertura- Pronunciamento da Profa. Celia Ribeiro Zaher - Diretora da Division de la Promoton du Livre et dex Exchange Culturales Internationaux da UNESCO e Profa. Titular da UFF, destacando o apoio da UNESCO às Bibliotecas Universitárias no seu desenvolvimento.</text>
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                    <text>PROGRAMAS INTERNACIONAIS DE APOIO A BIBLIOTECA
UNIVERSITÁRIA COMO ELEMENTO DE
DESENVOLVIMENTO CULTURAL

CÉLIA RIBEIRO ZAHER (Diretora da
Division de Ia Promotion du Livre et des
Exchanges Culturales Internationaux
da UNESCO)

Tendo sido convidada para falar durante esse Seminário, onde serão debatidos a nível nacional os problemas dc
técnicas de funcionamento de bibliotecas universitárias, assunto de grande atualidade, não resta dúvida que acho de
grande relevância ressaltar no início desses debates, p papel
que tem as Universidades de hoje com a responsabilidade
de seu conceito de universalidade, pois as bibliotecas e os
serviços que oferecem, devem servir de apoio ao preenchimento de metas e objetivos que pela sua universalidade,
têm profunda afinidade com aquelas definidas pela própria
UNESCO para sua ação.
O objetivo da UNESCO é contribuir para a paz e a segurança, promovendo a colaboração entre as nações através da educação, ciência e cultura, de modo a aumentar o
respeito universal pela justiça, ordem, direitos humanos e
liberdades fundamentais dos povos. Pelos seus próprios objetivos, a UNESCO ejgtá, inevitavelmente, destinada desde a
sua fundação, a dar maior ênfase aos problemas ligados às
atividades dè ensino superior e colaboração intelectual com
.as universidades através do mundo, seja estimulando o progresso e ó ^ã5êr em escala mundial, seja encorajando-a das
mais diversas formas.
A UNESCO procura estimular os cientistas e pensadores
de todos Os países a reunir esforços a fim de elucidar diferentes problemas com que se depara a humanidade de nossos dias, convidando academias de todas as partes do mundo a apoiar suas atividades, em busca de uma paz duradoura e dos direitos humanos de todos os povos. Dentro de seus
objetivos, a UNESCO tem je preocupado e. se identificado

�com o papel das universidades, conceituando sua ação que
tem sido por diversas vezes apresentada a outras assembléias pelo Diretor Geral da UNESCO, Dr. Amadu Mattar
Renbou, especialmente na Associação dos Universitários Africanos e perante as Universidades de Upsala, Granada, Sorbonne e de algumas outras.
Gostaria, nesta ocasião, de apresentar a esta Assembléia
a problemática de como a UNESCO vê, atualmente, a Unijrorsidade, seja de países industrializados ou em países em
desenvolvimento, que está sujeita, hoje em dia, a um tríplice
posicionamento e desafio, sua democratização, absorção social de seus graduados pela comunidade nacional e, final'.nente,,sua própria inserção na vida econômica e social, isto
é, a renovação indispensável a que ela deve se submeter
constantemente.
Por sua própria natureza, a Universidade é ambivalente,
seja como fator de continuidade, seja como força renovadora, por vezes contestatória.
p que é a Universidade, para que e por que? São questões que se repetem permanentemente e cujas respostas diferem de uma geração para outra e de uma sociedade a outra. Seus elementos comuns refletem a necessidade atual de
sua democratização, da impcrtà.icij. r:ada vez maior da educação permanente, como exigência imperiosa sem, no entanto, distanciar ou abandonar o campo da pesquisa como
elemento essencial e aue, deve se aferir cada vez mais como
camno renovador. A Universidade, desta forma, deve continuar no seu papel de criador do saber através da pesquisa
rlfcsinteressada, da transmissão de conhecim.entos e da formação de intelectosTmas para nreencher essas tarefas e conservar seu valor intemnoral, ela deve se ultrapassar e reformar seu elitismo tradicional, repensando seu valor bivalente
com o saber e com a sociedade.
O crescimento considerável da população universitária
implica não somente na mudança de escalões, mas de estruturas novas que permitam a acolhida'de novos grupos etários ou de novas categorias sócio-econômicas; de trabalhadores que não puderam fazer uma carreira acadêmica normal,
dfc adultos cujo desejo de saber, com a transformação rápida
de conhecimentos tecnológicos e das exigências de emprego.
— 35 —

�retomam seus estudos durante a vida profissional, ou em
alternância com ela. Assim sendo, o conteúdo do ensino
universitário, para corresponder a essas novas exigências,
tem que se "diversificar cada vez mais à abertura de campo
de ação, que por sua vez afeta as atividades de ensino e
pesquisa. É essa com efeito, a contribuição que a Universidade deve dar a solução dos grandes e complexos problemas
que cada sociedade encontra e enfrenta, hoje em dia, assim
como toda comunidade internacional, em sua totalidade.
Esse enga.iamento a serviço da comunidade nacional e
internacional reunida numa aspiração idêntica de uma ordem mundial nova, fundada sob a solidariedade de destino
.talvez, a característica mais nova e mais cheia de conseqüências da missão da Universidade de hoje. Essa busca
de uma ordem internacional mais justa e rhais equitativa
deve encontrar nas Universidades uma garantia de resposta
aos problemas que pairam sobre as futuras gerações.
A aceitação da existência de uma .tradição e seus compromissos com o passado deve ligar-se à aceitação da existência de uma^çultura nova, afastando, assim, o perigo de
que a Universidade seja o repositório de ciências mortas e
de conceitos passados.
l;Í.V
A Universidade não pode ficar insensível à necessidade
de uma reflexão profunda sobre os problemas da fome,_do
analfabetismo, da falta de desenvolvimento e. deve ser uma
fonte jpara a solução desses problemas.
A perfeita interpretação ou mesmo, simbiose da Universidade com a sociedade é, talvez, particularmente, necessária
em países em desenvolvimento.
As Universidades, muitas vezes, se constituem na única
infra-estrutura existente para pesquisa, num lugar privilegiado de concentração do saber. Elas devem consagrar todas as suas forças ao desenvolvimento e ao progresso, .oontribuinj^_à_so^ção de problemas vitais das populações, participando na educação de uma população pouco instruída e
ás vezes, analfabeta, para contribuir assim, com o desenvolvi.rhento. Deve em todas as suas atividades, impregnar-se da
noção de serviço social e contribuir, na reforma do sistema
— 36 —

�educativo, através de uma reflexão no campo da pesquisa em
pedagogia e ciências da informação. Evidentemente, não se
pode pretender que as Universidades tomem a si todas as
tarefas do desenvolvimento, mas, indubitavelmente, como
ressaltou o Diretor Geral da UNESCO, a Universidade tem
um papel insubstituível e sem dúvida, deve inspirar e apoiar
movimentos renovados, conservando sempre as formas mais
elevadas de seus altos padrões intelectuais.
Como disse Julian Huxley, um dos primeiros Diretores
da UNESCO, a.VQcaQãQ, da universidade é de promover a
qualidade e a riqueza contra a quantidade e a uniformidade.
4Jgnorância é, nos nossos dias, ym dos problemas chave dos países em desenvolvimento, os quais as universidades devem e podem ajudar a solucionar. Algumas estatísticas podem equacionar a extensão deste proDlema; para a
totalidade dos países em desenvolvimento, o número de analfabetos passou ae ÜUÜ miiiiües, em 196Ü, a 756 milhões,_em
1970, e naüa inuica que essa tendência se inverterá em futuro próximo. Com efeito, de acordo com as estatísticas da
UNESCO, nos países do terceiro mundo a metade_da_população na faixa etária de 15 anos ou mais, é, atualmente,
analfabeta. Pode-se, assim, medir a responsabilidade dá sociedade face a um problema que parece, à primeira vista,
essencialmente da esfera do ensino primário e secundário,
mas pelo que representa, passa a não mai.s dissociar-se do
problema de desenvolvimento cultural, visto na sua totalidade .
Mesmo nas sociedades mais avançadas economicamente,
ficou evidenciado que graves proDlemas surgem, quanao
existe um crescimemo econômico concebido como um íi^..
e:Ti si mesmo em vez de ter o homem como agente e como
i3m. Não mais se pode aceitar um desenvolvimento econômico linear, mas sim um desenvolvimento cultural global.
Dessa forma, a Universidade está sendo chamada a desempenhar um papel básico no futuro dos povos, sentindo sua
responsabilidade face a comunidade inteira. Deritro desso
contexto de uma Universidade renovada, dinâmica e atual,
t.S bibliotecas universitárias não podem continuar a deseni
penhar o papel estático e tradicional que, muitas vezes, é a
curacferística dos países em desenvolvimento Elas serão'chamadas não só a tomar parte ativa como elemento de apoio a
— 37 —

�todo o processo intelectual e desenvolvimento do saber, mas
também no processo de interação das Universidades com os
campos de produção de cada país, onde a informação é o elemento básico.
DEBATES
Quais os programas de apoio da UNESCO às Universidades?
CÉLIA RiBEiiiü ZAHER — A UNESCO tem um programa extenso ue apoxo as universidaaes. üisse prograxiia se
iaz através ae aois eiemenios; eiernentos ae esiuaos e pesquisas e elementos operacionais. A parte ae estuaos e pesquisas visa escuaar pioolernas que acuamos que sao üasicos
ao desenvolvimento uo ensino universitário em toao o rnuíido. Esses problemas, eviaencemente, nao sao idênticos nos
diversos continentes. Os resultaaos desses estuaos e peoquisas sao aivulgaaos através ae publicações aa üNEbCO. A
UNESCO também é cnamada a apoiar e a orientar os países
na revisão curricular. Outro grave problema que ocorre em
geral nos países em desenvolvimento, é o do livro de texto e
a formação de professores. Esses são os dois elementos operacionais que a UNESCO é chamada a apoiar. A íormaçao
de professores seja a nível nacional, pela criação de centroa
de excelência ou de escolas, seja a nível regional, pela criação de centros de excelência a nível regional ou então, a formação de professores no exterior. O que atualmente a minha
Divisão está tentando fazer é a inclusão permanente nos
programas educacionais do elemento da biblioteca, pois, nornalmente, esses programas vêm sendo tratados independentemente. Não se trata de encarar o problema da biblioteca
como elemento de infra-estrutura essencial aos programas
educacionais e de pesquisa. Atualmente, estamos tentando
fazer o entrosamento de maneira que a biblioteca universitária possa aparecer sempre como elemento básico dentro de
qualquer reforma universitária, porque aparece sempre como um problema do livro em si, sem se preocupar com a
infra-estrutura necessária para que o livro seja distribuído,
ou circule devidamente, através de uma rede de bibliotecas.
Esses elementos, infelizmente, ainda estão sendo tratados
isoladamente pela maior parte dos governos. A UNESCO
tem feito esforços no sentido de que esses elementos: livro
biblioteca e ensino, sejam vistos de uma forma global e não
independente.
— 38 —

�o que está fazendo a UNESCO em favor do estudante
universitário?
CÉLIA RIBEIRO ZAHER — Eu acho que a qualidade
do estudante universitário é uma decorrência da qualidade
da Universidade que ele freqüenta. A UNESCO procura
ajudar os governos na renovação do ensino universitário, de
sua infra-estrutura e na liberdade do universitário escolher
cursos que sejam de alto nível internacional.

— 39 —

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                <text>Prefácio mencionando o objetivo do primeiro SNBU e desejos de continuidade contribuindo com o pleno desenvolvimento e cumprimento dos objetivos da Biblioteca Universitária Brasileira. Introdução. Destaca a visão e a coragem da Profa. Alice Barros Maia, então diretora do Núcleo de Documentação da UFF pela iniciativa da realização deste evento.</text>
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                    <text>REGIMENTO

(.apítulo I — DA ENTIDADE PROMOTORA, SEDE E DATA
Art. 1"? — O 1^ SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, promovido pelo Núcleo de Documentação da Universidade Federal Fluminense, será realizado em Niterói, de 23 a 28 de julho de 1978.
Capítulo II — DOS OBJETIVOS
Art. 2^ — OI'' Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, terá por objetivos:
1 — Levantar e discutir as situações relacionadas com
as bibliotecas universitárias.
2 — Reafirmar o intercâmbio de experiências na área.
3 — Discutir aspectos vinculados à organização e administração de bibliotecas universitárias.
4 — Divulgar informações técnicas sobre o assunto.
5 — Contribuir para o esclarecimento e racionalização
^
dos serviços de bibliotecas universitárias em todas
as suas manifestações como medida de apoio para
o desenvolvimento nacional.
Capítulo III — DA PARTICIPAÇÃO
Art. 3'' — Além dos componentes das Comissões Diretora e Organizadora serão considerados membros do
Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias:
— 15 —

�1 — Especialistas convidados oficialmente.
2 — Membros efetivos.
§1"? — Serão membros efetivos todos aqueles que manifestarem sua adesão, inscrevendo-se no l' Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias.
§ 2' — A categoria de membro efetivo compreenderá inscrições individuais e de instituições.
Art. 4' — O valor das inscrições para membros efetivos
será de Cr$ 1.500,00 (Hum mil e quinhentos cruzeiros) até
30/04/78 ou Cr$ 1.700,00 (Hum mil e setecentos cruzeiros)
a partir de P/05/78 e CrS 2.500,00 (Dois mil e quinhentos
cruzeiros) correspondendo, respectivamente, ao registro individual e de instituições.
Art. 5*? — Ficarão limitadas a 550 (Quinhentos e cinqüenta) as inscrições dos membros efetivos.
Capítulo IV — DO TEMARIO
Art. 6' — Do 1° Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, constarão a apresentação de painéis e sessões
científicas sobre o tema central; A BIBLIOTECA COMO
SUPORTE DO ENSINO E DA PESQUISA PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL.
Art. 7"' — Os painéis se destinarão ao exame de temas
oficiais, e serão compostos por um coordenador, um secretário e vários expositores.
Art. 8' — As sessões científicas se destinarão ao exame
de temas livres e serão compostas por um presidente, um relator, um secretário e vários expositores.
Capítulo V — DAS SESSÕES, TRABALHOS E
COMUNICAÇÕES
Art. 9' — Serão consideradas constitutivas do 1^ Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias:
— 16 —

�1 — As sessões solenes de abertura e encerramento.
2 — As sessões plenárias, nas quais serão apresentados
e debatidos os trabalhos.
3 — Outras atividades que poderão ser programadas
(conferências, mesas redondas, etc.).
§ 1"? — Os especialistas convidados e os membros efetivos
que apresentarem trabalhos ou comunicações, deverão encaminhar os resumos até 31 de março de 1978, e os trabalhos
na íntegra, até 15 de maio do mesmo ano.
§ 2' — Todos os trabalhos e comunicações, inclusive os
resumos, deverão ser elaborados segundo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Art. 10° — As sessões plenárias serão regulamentadas por
ato normativo baixado pela Comissão Diretora.
Art. IP — Na sessão de encerramento serão apresentadas as conclusões e recomendações do P Seminário Nacional
de Bibliotecas Universitárias.
Capítulo VI — DOS CERTIFICADOS
Art. 12'=' — Compete a Comissão Diretora expedir certificados aos participantes.
§ Só serão concedidos certificados aos membros efetivos
que comparecerem a, no mínimo, 70% das sessões plenárias.
Capítulo VII — DAS PUBLICAÇÕES
Art. 13° — Os anais do 1" Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias e as cópias dos trabalhos apresentados
Rerão publicados e distribuídos sob a responsabilidade da
Universidade Federal Fluminense, através do Núcleo de Documentação .
§ 7'' — As cópias dos trabalhos referidos no art. 13'
serão graciosamente distribuídas durante o P Seminário a
todos os participantes.
§ 2? — Os anais a que se refere o artigo anterior serão
publicados a "posteriori" com preços a serem fixados.
— 17 —

�Capítulo VIII — DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art, H'' — A responsabilidade financeira do 1^ Seminário
Nacional de Bibliotecas Universitárias será da Universidade
Federal Fluminense.
Art. 15° — Os casos omissos serão resolvidos pela Comisõão Diretora.

— 18 —

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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                    <text>REGULAMENTO DOS PAINÉIS E SESSÕES CIENTIFICAS

1 — As mesas dos painéis serão compostas de coordenador,
secretário, conferencista e expositores.
1.1 — Aos coordenadores compete:
a) abrir os painéis e convocar o secretário, o conferencista e os expositores de trabalhos;
b) apresentar o conferencista e os expositores de trabalhos;
c) coordenar as apresentações e os debates;
d) elaborar as propostas de recomendações;
e) encerrar os painéis.
1.2 — Aos secretários compete:
a) redigir as atas dos painéis;
b) receber as perguntas relativas aos trabalhos apresentados;
c) outras atividades de secretaria que se fizerem necessárias .
'2 — As mesas das sessões cientificas serão compostas de
presidente, relator, secretário e expositores.
2.1 — Aos presidentes compete:
a) abrir as sessões e convocar o relator, o secretário
e os expositores de trabalhos;
b) apresentar os expositores;
c) coordenar as apresentações e os debates;
d) elaborar as propostas de recomendações;
e) encerrar as sessões.
— 19 —

�.2.2 — Aos relatores compete:
a) elaborar as sínteses dos trabalhos e discussões;
b) submeter à apreciação do presidente;
c) proceder a leitura da sinopse.
3 — Os painéis terão início às 8,30h e as sessões científicas
às 14h.
3.1 — Os coordenadores dos painéis e os presidentes das sessões científicas disporão de 10 minutos para instalação da mesa e 10 minutos para encerramento.
3.2 — O conferencista convidado e os expositores disporão
cada um de 30 minutos para apresentação do tema
sob sua responsabilidade.
3.3 — Nos painéis haverá um intervalo dc 30 minutos às
lOh. Os minutos finais ficarão reservados ao debate.
o A — Nas sessões científicas, após cada expositor, haverá
um período de 30 minutos para debate.
§ 1' — O presidente da sessão poderá prolongar o perío^
do de exposição de cada trabalho, até 45 minutos.
4 — As perguntas deverão ser encaminhadas à mesa, por escrito, assinadas e com indicação da instituição a que
pertence o questionador.
í5 — Sempre que julgar necessário o coordenador ou o presidente poderá suspender os trabalhos.
6 — As atas e propostas de recomendação aprovada serão
encaminhadas pelos presidentes ou coordenadores ao
Relator-Geral logo após o encerramento.
7 — Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos
pelos coordenadores ou presidentes dos painéis e sessões científicas.

— 20 —

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                    <text>REGULAMENTO DOS CURSOS

1 — Poderão participar dos cursos todas as pessoas inscritas no 1"^ Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, mediante o pagamento da taxa de Cr$ 200,00
(Duzentos cruzeiros) por curso.
2 — As inscrições serão feitas na Secretaria do Seminário,
à Rua Miguel de Frias, n'=' 9, a partir da sua abertura.
3 — Para cada curso haverá um limite de 50 vagas.
4 — Para cada curso haverá um Secretário que ficará encarregado de:
a) Preenchimento do recibo de inscrição;
b) Recebimento da taxa de pagamento;
c) Controle das vagas existentes;
d) Elaboração das listas de presença;
e) Assessoramento ao professor e assistência aos participantes do curso.
5 — Os participantes dos cursos receberão certificados de
freqüência, expedidos pela Universidade Federal Fluminense, desde que tenha comparecido a 85% das aulas.
6 — Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos
pela Sub-Comissão de Cursos.

— 21 —

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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                    <text>ÍNDICE DE AUTORES
Pâgs.
ALBEIRICE, Lygia de Medeiros
ALVES, Cecilia Malizia
BACCARELLI, Rodolfo Miguel
BARRETO, Aldo Albuquerque
BERNARDES, Jacira Gil
BOaADO, Marêda Fiorillo
BRAGA, Gilda Maria
CARVALHO, Abigail de Oliveira
CASTRO, Clela Lúcia Monteiro de
CAVALCANTI, Maria das Neves Niederauer Tavares
CUNHA, Lelia Qalvão Caldas da
ESBERARD, Cliarles Alfredi
FOLLY, Eneida de Mattos
GRANJA, Elza Corrêa
GUIIMARAES, Jorge da Silva Paula
LASZLO, Herta
LEMOS, Katla M'aria
MAIA, Alice Barros
MENDONÇA, aria de Lourdes Azevedo
MERCADANTE, Leila Magalhães Zerllotti
MIRANDA, Antonio
MONTE-MOR,, Janice de Mello
I.IORAES, Nazlan Azevedo de
MOREIRA, Alridla Carvalho Pinto
AlOUREN, Vera Lúcia da Costa
OLIVEIRA, José Palazzo de
PINHEIRO, Eliana Souza
KEIS, Maria Angela Lagrange Moutinho dos
SA, Elisabeth Schneider de
SCHLEYER, Judith Rebeca
SCHREINER, Heloísa Bennetti
SERRAO, Mareia Maria Erthal
SONIS, Abraam
SUAIDEN, Emir José
TAVEIRA, Dyrce Barrêto
TEIXEIRA, José Carlos de Abreu
TORRES, Lilia Teresa Vasconcelos
T^RIARTE, Maria Regina Aezevedo Arbulo
VIEIRA, Antonio Euclides da Rocha
ZAHER, Célia Ribeiro

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337
308
117
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