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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

���w

IV CONGRESSO BRASILEIRO DB BIBLIOTECONOMIA E DOCUTIENTÂÇÁO

Sistema de aquislçao planificada
por
Thaís Caldeira Henriques

.%

SÃO PAULO
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Fortaleza
1965

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-gentilmente por:

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lí

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARX
7 a 14 de julho de 1963

'

TEMA I - Processos Técnicos e Intercâmbio

SISTEMA DE AQUISIÇlO PLANIPICADA
í
por
Thaís Caldeira Henriques (»)
Assistente Técnico da Presidência
do Instituto Brasileiro de Biblio
grafia e Documentação

CDU 025.2:389.6

{•) Primeira Secretária da ABB
Bibliotecária do Instituto Brasileiro de Bibliografia e
Documentação.

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lí

�i
SINOPSE
r

A multiplicação rápida dos doctimentos impõe uma
seleção.

O Plano Parmington,' um exemplo típico da

eficiente

AqalísiçSo - Coo-

perativa, procura estimular as bibliotecas a trabalhar em conjunto,
visando uma aquisição racional.
do I.B.B,D.

O Sistema de Aquisição Planificada

procura trazer ao Brasil o maior número possível de pu-

blicações, evitando a duplicação.

Recebeu adesão de 140

bibliote-

cas em 1962, cabendo a coordenação dos trabalhos ao Catálogo Coleti
vo Nacional,

A Publicação do I.B.B,D.

"Bibliotecas

Especializadas

Brasileiras" serve como Honual do Sistema, que poderá ser amplamente desenvolvido através a colaboraçao inteiibibliotecaria.

1

�1 - PROBLEMAS DA SELEÇÍO

Com a descoberta da imprensa, a multiplicação rápida dos
documentos trouxe inúmeras vantagens para nossa civilização, exigindo,

contudo, eficiente seleção desses documentos,

o que se im-

põe cada vez mais.
Tanto o pesquisador como o bibliotecário,
em uma biblioteca especializada,

principalmente

precisa saber o que vem sendo pu

blicado no mundo.
Para isso, necessita de tempo e,
de estar apt® a estabelecer um critério de
divulgadas,

sendo, porém,

o que é mais importante,
julgamento

das obras

impossível adquiri-las na sua totalida-

de.
A dificuldade em determinar, em'uma biblioteca,

o que é

e o que não é de interesse geral para os estudiosos, demonstra que
a formação de um acervo bibliográfico representa grande responsabilidade,

o que desaconselha que a escolha seja feita por uma ún_i

ca pessoa,

devendo,

sim,

constituir trabalho de

uma equipe capaz

e interessada.
Os objetivos da biblioteca, as necessidades dos leitores,
os recursos bibliográficos e financeiros

disponíveis são

pontos

fundamentais dos quais depende um plano de seleção cuidadosamente
elaborado.
Contudo, mesmo que todas as bibliotecas do nosso Pais po^
suissem um serviço de seleção à altura de melhorar os recursos in
temos de cada uma, isso ainda não seria o suficiente para resolver problemas que, inegavelmente,

com o passar dos anos,

se agra-

vam.

2 - AQUISIÇÃO RACIONAL - O PLANO FARÍIINGTON

Ate ha 20 anos atras, nao se havia pensado em adotar
plano para aquisição do material bibliográfico,

cm

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um

plano que permiti_s

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se às bibliotecas trabalhar em estreita colaboração e

que

fosse

compatível com seus recursos, uma vez que as deficiências em relação à aquisição residem na pobreza de verbas,

de acervo

e, indis-

cutivelmente, de pessoal técnico.
A fim de evitar duplicação de coleções - o que implica em
malbaratar verbas - e atenuar a falta de espaço - que

dificulta a

arrumação das obras nas estantes - foi que surgiu, nos Estados Uni
dos, a idéia de se elaborar um plano racional para aquisição de pu
blicações,
1944,

o Plano Farmington, que vem sendo desenvolvido desde

com pleno êxito.
êsse Plano,

tiva,

que é um exemplo tipico da Aquisição Coopera-

procura estimular as bibliotecas a trabalharem em conjunto ,

reunindo assim, no País,
cionais e estrangeiras,
aos estudiosos,

o maior numero possivel de publicações na
preservando-as e tornando-as

accessiveis

para que todos possam tomar conhecimento de toda a

produção bibliográfica mundial.
Assim,

as 60 bibliotecas americanas que,

voluntariamente,

participam desse acordo tem grandes responsabilidades,
laborar com o Catálogo Coletivo Nacional e ißacilitar

devendo coo empréstimo

das obras no original ou por meio de reprodução fotográfica.
vários tipos de publicações foram excluidos do Plano,
trazerem diferentes problemas que dificultariam,

de momento,

por
sua

aplicação.
O Plano funciona baseado em dois sistemas:
de linguas ocidentais,
ta pelo assunto;

1- para países

em que a distribuição das publicações e fei

2- para países de línguas orientais,

biblioteca participante,

em que

uma

ajudada pela Biblioteca do Congresso,

se
»

encarrega de entrar em contato com os diversos países.
As bibliotecas têm sido grandemente encorajadas a partici
parem do Plano Farmington e a cobrirem os mais variados assuntos.
Assim, a Biblioteca da Universidade de Illinois, em Urbana,
Illinois,

cm

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desde 1961,

e responsável por todas as publicações

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im-

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�- 3 pressas no Brasil;
Los Angeles,

a Biblioteca da Universidade da California,

California,

possui coleções sobre literatura portugue_

sa e filologia portuguesa e espanhola,
brasileira;
xas,

em

incluindo, também,

a

parte

e a Biblioteca da Universidade do Texas, em Austin,

Te-

reúne coleções de historia do Brasil.

3 - SISTMA DE AQUISIÇÃO PLANIFICADA NO BRASIL

Para incentivar a cooperação ejatre as bibliotecas
leiras - procurando, ao mesmo tempo,

resolver,

brasi-

em parte, os probl^

mas presentes - e para tentar solucionar dificuldades futuras

de

cada uma delas, o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documenta
ção foi levado a pensar mais seriamente em um plano de

aquisição,

inspirado no Plano Farmington.
Assim,

na XIII^ Reunião Anual da Sociedade Bpasileira pa-

ra o Progresso da Ciência,
I.B.B,D.

apresentou,

em Poços de Caldas,

em julho de 1961, o

oficialmente, uma proposta de convênio

Aquisição Planifiçada.

para

^

Para isso, cada uma das bibliotecas que se inscrevesse
Sistema de Aquisição Planificada determinaria,

de acordo com

especializaçao, um tema especifico que cobrisse,
sível,

integralmente,

no
sua

tanto quanto pos-

e conforme os próprios recursos financeiros,

Seriam evitadas,

desse modo, as duplicações de coleções

,

uma vez que cada uma dessas bibliotecas cobriria um único campo do
conhecimento humano.
Entretanto,
no Brasil,

para estar a par da situação das

■ Instituto Brasileiro de Bibliografia e

vem distribuindo questionários,

cujas respostas,

1962.

cm

1

e de 196.1,

Documentação

coligidas,

do origem à publicação "Bibliotecas Especializadas
cuja edição preliminar,

bibliotecas

têm da

Brasileiras" ,

e a primeira edição impressa, de

«*
Êste guia para intercâmbio bibliográfico,

reunindo infor-

mações prestadas por grande númeS?a,.ds'bibliotecas,

que dão a conh^

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�- 4 cer seu maior ou menor espírito de colaboração,

serve como base

e

ingtrtimento de trabaJLho, a fim dß que o Instituto Brasileiro de Bi
bliografia e Documentação possa tomar,

tanto

quanto possível,

as

providencias necessárias para que o programa seja executado.
Cabe ao Catálogo Coletivo Nacional do I.B.B,D, a incumben
cia de coordenar os trabalhos, lama vez que recebe colaboração de bi^
bliotecas de todo o Brasil,

quer diretamente, quer através os Cata

logos Coletivos Regionais, mantidos pelos Centros de Informação Bi
bliográfica dos vários estados da União^
Assim^ as bibliotecas de órgãos governamentais, de univer
sidadee ou particulares, de assuntos especializados ou de assuntos
gerais - porém de grande vulto - estimuJ-adas, poderiam desenvolver
o mais amplo intercâmbio-,

o que facilitaria, plenamente, a

adnçã«

do Sistema.
Dividindo as publicações em dois grupos, isto é,. periódicos e livros, a escolha do material a ser tratado no início

da a-

plicaçãc do Sistema recaiu no primeiro tipo, uma vez que representam cs periódicos o mais rápido meio de transmissão de conhecimentos.

Desse modo, as falhas existentes nas coleções

de periódicos

poderã® ser supridas, através de permutas entre bibliotecas,

e com

pletadas e ampliadas essas coleções, passando cada biblioteca a ad
quirir, d-entro do seu campo,

somente os periódicos científicos

de

real valor e interesse,
O Catálogo Coletivo Nacional indicará a biblioteca que po£
sui este ou aquele periódico e que, mediante o emprestimo—entre-bi
bliotecas, poderá vir a ser consultado em todo o Brasil
Como primeiro passo para reunir representantes de bibliotecas .dp Brasil,

para estudar, além de outros assuntos, o desenvol^

vimento do Sistema de Aquisição Planificada,

foi realizado, de

28

a 30 de novembro de 1962, no I.B.B,D., um Seminário-sóbre BíKIiote
cas Médicas.
Resolveu~se, na ocasiao,

como proposta

-de recomendação,

que as bibliotecas envidem esforços no sentido de desenvolver o in
tercámbio, o que beneficiará a todas em conjunto e a cada

uma

em

partictilar; que as bibliotecas especializadas, em Ciências

Médicas

.* .
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�e Biologicas prestem integral apoio ao-Bistema de Aquisição Planificada,
ras",

colaborando com a. guia "Biblioteöa's Especializadas Brasüei

que serve como indicador--da situação das bibliotecas especia

^
^
lizadas do Pais e, também,

f\S
como Mantíal do Sistema de Aquisição Pia

nificada;

sirva como órgão de coordenação do Sis-

e que o I.B.B,D,

tema de Aquisição Planificada, qté a criação de organismo próprio.
O Sistema,
bibliotecas

que tem recebido aplausos de grande número

(I40 inscritas em 1962),

de

deverá receber auxílio finan-

ceiro do Conselho Nacional de Pesquisas e do Serviço Nacional
Bibliotecas do Ministério da Educação e Cultura, a fim de

de

melhor

cumprir seu programa.
Espera, assim,'o Instituto Brasileiro de Bibliografia

e

Documentação poder contribuir para o desenvolvimento imediato da in
formação bibliográfica no Pais e concorrer para a formação de

bi-

bliotecas especializadas capazes de manter coleções completas e diversificadas, as quais,
Coletivo Nacional,

depois de localizadas através do

A/
estarao ao alcance dos estudiosos,

sul, mediante a adoção,

em larga escala,

Catálogo

de norte

a

do emprestimo-entre-biblio

tecas.

4 - PROPOSTA DE RECOMENDAÇÕES

Para que esse Sistema de Aquisição Planificada

obtenha o

A
^
maior êxito e possa ser desenvolvido integralmente, e mister
mais uma vez,

que,

se preconizem princípios de estreita colaboração in-

ter-bibliotecária.
Assim, alem disso,

recomenda-se;

a) que todas as bibliotecas se esforcem por responder, cora
a brevidade possível e com a fidelidade e a clareza
ao questionário destinado a coligir informações para a

necessárias,
publicação

"Bibliotecas Especializadas Brasileiras";
b)

que,

ao escolher o tema ou assunto que se propõem a co

brir integralmente,

cm

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as bibliotecas determinem aquele que, dentro de

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suas possibilidades,
das mesmas,
c)

^
poderá ser,

realmente,

alsendido pelo

acervo

já existeríb«. ou a adquirir;
que, em cada unidàtie^da Federação, uma biblioteca seja

depositaria da coleção especializada erft--ajssuntos referentes ao Estado em que se localiza,

�BIBLIOGRAFIA

CONSULTADA

•

1 - BRASIL,
Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação Bibliotecas gispecializadas brasileiras; guia para intercâmbio bibliográfico. Rin de Janeiro^ 1962.
;576 p.

2 — Current aq,uisitÍGns trends in American libraries,
trends, 3 (4), Apr. 1955.

Library

3 - WILLIAMS, Edwin E. - Farmingtcn Plan Handbook. Revised to 1961
and abridged iBloomingion,'Indj Association of research libraxies, 1961.
141 p.

.

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                <text>A multiplicação rápida dos documentos impõe uma eficiente seleção. O Plano Farmington, um exemplo típico da Aquisição Cooperativa, procura estimular as bibliotecas a trabalhar em conjunto, visando uma aquisição racional. O Sistema de Aquisição Planificada do I.B.B.D. procura trazer ao Brasil o maior número possível de publicações, evitando a duplicação. Recebeu adesão de 140 bibliotecas em 1962, cabendo a coordenação dos trabalhos ao Catálogo Coletivo Nacional. A Publicação do I.B.B.D. "Bibliotecas Especializadas Brasileiras" serve como Manual do Sistema, que poderá ser amplamente desenvolvido através a colaboração interbibliotecária.</text>
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��IV CONGHSSSO BRiiSILZiHO DE 3I3LI0TEC0N0MIil S DOGUMíNTAÇaO

Consciência

Associativa

por
Neusa Dias de Macedo

SÃO PAULO
VH,

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40- Cjto.

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Fortaleza
1963

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It COKGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSin^DE DO CEARÁ*
7 a 14 de julho de I963

CDU 02(06)

TEMA IV - EIÍCJCA2Ã0_D0 BIBLIOTECARIO-DOCTOJEOTALISTA

Sut-toma — Movimonto associativo nacional g internacional s
"CONSCIÊNCIA

ASSOCIATIVA^

por
(x)
Nousa Dias dc Macedo^

(2) Bibliotecária do Instituto do Estudos Portuguôsos da Paculdado do Filosofia, Ciências o Letras da Universidade do Sao
Paulo.
Ia, tesoureira da Associaçao Paulista do Bibliotecários,

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�COUCIÊNCÍIA ASSOCIATIVA

Temos, deveras, muita fé e esperança nas reuniões de classe, nos
conclaves nacionais, porque, além dos estudos técnicos, das soluçoes aos pro_
"blemas gerais e particulares do campo, podemos discutir assuntos "domésticos"
da índole nacional. Destarte, nao poderíamos deixar de aproveitar este impor
tante momento, no IV CONGEIUSSC BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMEIITAÇÃO, pa
ra debater um assunto, que merece a atençao de todos nós, interessados que
somos na consolidação da mentalidade profissional 'bibliotecária.
rDe outro lado, o problema merece ser incluído no tema da "Educaçao do Bibliotecário e Documentalista", porque implica justamente numa falha
de formaçao profissional.
Com grandes esperanças, pois, carregamos com tinta verde a nossa
pena, e rabiscamos o nosso pensamento, tendo em vista atingir era cheio o pro_
blema a ser focado: a falta de espírito associativo do nosso profissional.
O espírito associativo desenvolvido é a concretização mais perfeita dos princípios de solidariedade humana. A solidariedade, que começa no
lar, estende-se aos estranhos, aos colegas de escola e de trabalho, chega,
ao seu grau máximo, na solidariedade de classe. O indivíduo solidário ao seu
grupo, a sua classe, estará inbuído de um objetivo-comum, e, para ir mais
longe, de um objetivo-nacional, pois que participando dos ideais de aperfeiçoamento de sua classe, que é uma das .unidades do Estado, acabará por atingir a consolidação da mentalidade nacional. Mentalidade essa que no Brasil,
ainda, está em formaçao.
Um grupo, uma classe, organizada, em sua extensão máxima, em no_s
so regime democrático, poderá contribuir, essencialmente, para a soma de par^
celas que visa a unidade nacional. Hinguém contesta, hoje em dia, a força po_
derosa proveniente dos grupos organizados. Homens de negócios, operários, em_
pregados do comércio, profissionais liberais, representados por suas Associ^
çoes, têm os problemas econômicos e jurídicos solucionados, bem como as condiçoes econômicas, sociais, culturais e de saúde pública da coletividade tem
sua melhoria cora a pressão da açao associativa.
Associaçao de classe c instrumento de açao social e econômica po_
dcrosíssima, sendo fôrça coercetiva a açao do Governo e dos poderes econômicos quando estes agem em desfavor aos interesses da classe que representa.
Infelizmente, o brasileiro nao tem o espírito associativo muito
esclarecido, estimulado e desenvolvido. Nosso país é um imenso "arquipélago",
formado de várias ilhotas, diferentes e contrastantes nas condiçoes sócio—econômicas, nas tendências, nos usos e costumes, na cultura. Mas a^fora os
contrastes, o clima, em geral, é bom, o campo técnico pouco explorado (grande oferta de trabalho), há liberdade absoluta no campo das idéias e, espetacularmente, progride o país dentro da própria inflaçao. Esse "arquipélago"
imenso e contrastante é, conseqüentemente, difícil do ser governado. Daí, a

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�- 2 HGOossidadG de cie receber colaboraçoes, em todos os sentidos, nos vários s_q
toros que formam sua unidade sócio-cultural.
Ê preciso, pois, que se incrementom as organizações de classe,
que BC apoiem os trabalhos e os programas das Associaçoes, Se cada categoria
profissional se organizar, se aperfeiçoar, e, mais tarde, se unir por elos
federativos de vinculaçao nacional, atingirá, forçosamente, a concretização
da unidade nacional.
Diz-se que o brasileiro nao tem tradições, nao tem medo, nao tem
espírito de solidariedade, por isso nao se filia as Associaçoes de classe.
Aqui, em são Paulo, parece-nos, entretanto, que a classe operária, a de cortoB
grupos de trabalhadores e profissionais liberais, ja perceberam a força pode_
rosa que decorro da união de classes, e estão sc fortalecendo cada vez mais
em união e força, Há, na verdade, aqui, uma consciência associativa cm descri
volvimento.
Em se tratando, especificamente, da nossa categoria de bibliotecários, e tende-se em vista o meio paulista, o nosso profissional tem um cain
po pioneiro: há sempre mais oferta do que procura, e êle acumula, quase sempre, dois cargos ou várias atividades. Vive, com isso, era grandes embaraços,
pois morando na "cidade que mais cresce no mundo" - que é um burburinho no
seu trânsito intrincado - e tendo atividades múltiplas, as 12 horas diárias
sao poucas para sua vida agitada, o, desta forma, nao tem tempo para ser mein
bro da sua Associaçao do classe. Os que o sao, também, na sua maioria, nao
pode comparecer as reuniões e nem participar do programa anual. A Associaçao
Paulista de Bibliotecários tem sentido, flagrantemente, a falta de solidarize
dade e de interesse pelos problemas comuns da classe por um grupo específico
de sócios, o qual iremos chamar do "os indiferentes".
Eis, portanto, o problema que intentamos focalizars o da falta
do espírito associativo e o da indiferença, por parte de um grande grupb do
bibliotecários e associados, pelos destinos de seu órgão representativo do
classe.
Kao sei se ocorrerá este estado de coisas cm outras regiões do
País, mas penso que sim, pois tal indiferença assinalada é doença nacional.
Daí a importância, para nós, de.ste momento, porque tendo reunidas as Associa
çoes regionais e a FEBAB, poderemos encarar e discutir o problema em conjunto.
É preciso acabar com a apatia de certo grupo do sócios que se 1^
mita apenas a pagar, regularmente, as mensalidades'(quando nao causa uma serie de embaraços a Tesouraria), que nao toma o mínimo conhecimento do Estatu
to (e entre-parentcses, verdade seja dita, muitos dos próprios integrantes
da Diretoria nao o fazem

também) e, desta forma, desconhecendo sou dever,

julga, quando muito, que saldando o compromisso do pagamento das mensalidadesj
já preencheu sua finalidade como sócio e prestou sua colaboraçao.
O associado devo, além do pagamento das mensalidades, "corapareccr
as assembléias gerais c as demais sessões, ordinárias ou extraordinárias; -rv;-.-'

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�aceitar c oxcrccr os cargos c comissoes para que fôr oloitc ou designado, sal_
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vo caso do força maiorj manter o incentivar o espírito do classe' .2 preciso,
pois, que o associado compareça as reuniões, dê apartos, apoio moral aos trabalhos era projeto ou realizados e colabore no que Iho fôr solicitado.
Sabemos que as contribuições mensais cm dinheiro sao a baso da vi^
«A
•
da material da Associaçao, mas isso nao e tudo. E preciso que o associado par^
ticipe dos trabalhos o observe a atividade da Diretoria que elegeu,
Da boa Administração da Associaçao dependerá toda a sua força e êubesistência. Sc nao houver um corpo dc diretores, idealista e trabalhador, no
qual cada membro desempenhe, efetivamente, o cargo para qual foi eleito, essa
força nao será atingida. Daí, a importância de os membros-associados cuidarem
de votar conscientemonte num bom grupo de representantes para que administre
eficientemente sua Entidade. Se nao procurar o associado tomar conhecimento das
reais qualidades dos candidatos propostos para uma nova Diretoria, poderá eleger, muitas vezes, pessoas que nao podem dar nada de si para a causa associativa, e, nem mesmo, desempenhar, ofetivamonto, as funções para as quais foram
eleitas. Com isso, a organizaçao de certos setores podo ser deixada ao descaso, prejudicando o próprio funcionamento da Orgahizaçao em geral,
Nenhum associado, por ato de egoismo, podo deixar de aceitar um convite para participar de um grupo de trabalho ou de uma Diretoria, A argumentaçao do que tem atividades múltiplas de trabalho, do estudo, de encargos familiares ou de ordem pessoal, nao pode ser aceita, Porque todos nós as temos e
participamos da Diretoria de uma Associaçao, Isto, também, ó falta de espírito associativo, de desprendimento. Devemos levar sempre em consideração

que

outros já suportaram a mesma obrigaçao e que a todos compete prestar serviços
a coletividade.
Aos associados cumpre policiar os atos da Diretoria, e esta, por sua
voz, deve acatar sempre a sua opinião, antes de intentar qualquer emproendime^
to.
Grande

é a responsabilidade social da Associaçao, devendo esta tra-

balhar pela causa pública, desprendidamente. Especificamente precisa organizar
grupos, materiais o facilidades produtivas para a utilização da causa-comum e
estabelecer um programa do trabalho, colocando a possoa certa para dirigir cada setor, cada comissão,
O ideal seria que a Diretoria e as Comissoes da Assoãiaçao pudessem
conter elementos de cada uma das bibliotecas, instituições e escolas da região.
Êsses membros-diretores e integrantes das Comissoes divulgariam mais diretamen
toe programa da Associaçao e influenciariam na formaçao da consciência associativa de seus colegas de trabalho. Mostrar-lhos-iam, ainda, as inúmeras vantangens que advêm do trabalho associativos além da satisfaçao interior, gostosa, de trabalhar-se por uma causa-comum, do ordem coletiva, além de adquirir-se uma nova experiência de vida que poderá ser transferida para outras atividades, há a oportunidade de se terem tendências desenvolvidas e vocaçoes descobertas. Mostrariam, ainda, aqueles espíritos críticos, que fr.zem juízos arbiXx) Associnçoc Paulista de Bibliotocr.rioG - Estatutos, 1960» Gap.III, §1^ iton
C--0, p.2.
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trários a açao dos dirigentes da Associaçao, as várias dificuldades e problemas por que passa a Diretoria,
O trabalho dedicado a causa associativa é de grande relevância, em
nossos dias, haja vista aos líderes das atividades de grupo que constituem gran
des exemplos para a juventude, para a coletividade, e sio a força de um Estado,
As Associaçoes sao instrumentos sociais em vários aspectos, Podem
contribuir muito no tocante as relações públicas e humanas, pois sao a maior
fonte de informaçoes que os meios de comunicação falada e escrita possuem. As
Associaçoes preciean ter no seu programa um setor de Relações PubliccP e Publicidade e, ainda, intercâmbio entre outras entidades de classe,
A significação social é ainda maior para a Política e para a Legijs
laçao, poi« devem possuir documentação organizada sobre o seu campo a fim de
cooperar com políticos e legisladores, que, individualmente, nao poderiam obter
dados concretos sobre questões econômicas e sociais de cada grupo.
No ontantanto, se uma Associaçao nao atingir suas finalidades o nao
tiver o senso do responsabilidade social que lhe compete possuir, a quem caberá
a culpa? Se houver, por exemplo, qualquer coisa de errado eu nossa APB, a quem
caberia, principalmente, a culpa?
Poderíamos responder, em princípio, que caberia ao associado "indiferente", que vota sem o uso daconsciência, que nao comparece as reuniões, que
nao discute "in loco" o horário conciliável ao do seu trabalho, que nao policia
e faz pressão a Diretoria para realizaçao de um programa que venha de encontro
as suas necessidades, S para os que só procuram a Associaçao para sabor do anda_
raento de papéis ligados ao aumento de salário, ou para dizer que as "reuniões
da Associaçao nao têm interesse" ou que "a Associaçao nao faz nada", respondemos s
O prezado onsócio, já foi alguma vez a Sede? - já procurou tomar
conhecimento das publicações importantes que recebe a Biblioteca, e que seriam
úteis para a atualizaçao de seus conhecimentos técnicos? - já deu uma vista d'
olhos nos Relatórios ou Boletins publicados, para se tornar ciente dos trabalhos
efetuados ou em pendência? - já fêz pressão para que se organizasse a Biblioteca da Sede a fira de se tornar um pequeno laboratório modelo e orgulho nosso para mostrá-lo aos visitantes? - já solicitou estabelecimento de grupos de trabalho para discussão de problemas e soluçoes pertinentes a especializaçao da sua
Biblioteca? etc. O prezado consócio já levantou a voz, em alguma reunião, para
perguntar algo, ou para exigir qualquer coisa?
Respondendo, ainda, polo associado "indiferente", ao qual nos estamos referindo« diremos? "Nao, nunca fiz tal coisa", - Pois bem,.êste Associado
então nao terá o direito de criticar sua Associaçao, e, se a mesma estacionar
e nao estender suas atividades, futuramente, como têm feito outras Associaçoes
ativas e modernas, nao podorá esto associado fazer alarme,
A Diretoria de uma Associaçao precisa encontrar entusiasmo, cooperação, receptividade da parto do seus membros-associados, do contrário perderá

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�- 5 o vigor, havendo risco, moemo, do perecer.
Quantas vezes, Diretorias nossas ficaram em situações cmtaraçosas,
perante conferencistas, porque ôstee chegando ao auditório depararam com apenas meia dúzia de interessados.
A par dôsse indiferentismo, há outro fato que necessário se faz
abordar! o da falta de disoiplj.nn. Sócios deixam do pagar as mensalidades, desaparecem das repartições, saem do País, desistem da Entidade o nao Iho apresentam a mínima justificativa, nem sequer uma carta ou ura pedido do demissão
por escrito,
Ê toda essa situaçao que nos fêz levantar a voz, neste IV CONGRESSO BILISILSIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUTIEKTAÇÃO, o focar o protlema, que não
técnico o sim "doméstico", mas que reputamos importante, e por iaso chamamos
atençao sobro ele ícjque reflete um ponto negativo na mentalidade do nosso pro^
fissional. Como se trata de um Congresso nacional, onde estamos todos em casa
(o nao contrariamos os preceitos da ética) seria ocasiao propícia para discutii^
mos tal questão,
Com isso, concluímos que se faz necessário despertar o espírito agrcmiativo, já que como vimos, é do grande importEncio, nao só para o próprio
grupo, como para a nação, o ostahelioimento de classes, unas, integradas por
profissionais do mentalidade altamente consolidada. É preciso, também, que so
exija disciplina do profissional indiferente e atençao aos seus devores como
membros de uma Associaçao.
Como ôste assunto se refere ao tema da "Educaçao do Bibliotecário-Documontalista", necessário se faz alórtar e apelar aos professores das Escolas de Biblioteconomia o Documentação para que atentem a questão da formaçao
ético-moral dos seus alunos, desportando-lhe a consciência associativa^?^
Aos novos associados, aos recém-formados, aos estudantes de bibli^
teconomia, pois, que se faça abrirem os olhos para este assunto. Somente, assim^
com a mentalidade profissional bom consolidada, poderemos receber, de ombros er^
guidos, o nível universitário o o lugar de destaque social que tanto almejamos.
Desta forma, lançamos um apelo gorai, neste Congresso, para que se
desperte, por todas as formas, a consciência associativa de nossos profissionais, Que se promovam palestras nas Associaçoos, nas Escolas de Biblioteconomia
para incutir no ospírito dos associados o dos alunos a necessidade de uma consciência associativa consolidada, Que se prestigiem os Grêmios e se dêem oportunidade aos estudantes de mostrarem que já têm o espírito associativo em embrião.
Lançamos, ainda, um apêlo final a FBBAB para que promova uma campa^ uma ^
nha educativa neste sentido, dando,também, lição de étioa aos nossos profissionais "indiferentes",
Quando houver,consciência associativa formada, espírito agremiativo
disciplinado, quando se puder utilizar das magníficas armas que em potencial as
(x) Abordamos em profundidade este toma em opiiro trabalho, que é a Comunicaçao
oficial, para êste Congresso, do IV Tomai "Educaçao do Bililiotocário-Documcntalista".

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AssoeiaçoGS possuem, qur.ndo ostivor, una,compacta, integrada jcx profissionais
de alta mentalidade, poderemos conseguir o nosso lugar ao sol, Nossa ocasiao,
pois, os associados coinproondorao que a Entidade do classo nao ó só o órgão representativo da sua categoria profissional, na defesa do seus interôssos econômicos, mas o verdadeiro órgão do incrementaçao, oriontaçao o difusão de estudos
bitlioteconômicos.

OBRAS

CONSUI/TADAS

HALSET, Elizabeth,, comp. - Handbook for loaders of organizations»
New York, The Carrio Chapraan Catt Memorial Fund
PATTERSOF, John C. - Association manaseraont. New York, Harpor &amp; Brothers
/I952/
7IAM, Segadas - 0 sindicato no Brasil. /Rio do Janoiro/^Ministório do
Trabalho, Indústria e Comércio. Serviço do Documentação, 1953»

Sao Paulo, 10 do junho do I963
Fousa Dias Macedo

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gentilmente por:

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I Digitalizado
-gentilmente por:

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�}

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA S DOGUÍvSNTáÇAO

Federação Intornacional de associações de Bibliotecários
FIáB

ou

IFL4

por
Laura Garcia Moreno Russo

t)Ä:ofe/. 3CS'l3.l)
ntio^

vJJ

Fortaleza
1963

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-gentilmente por:

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'

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2

�UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE I963

,

TEMA IV

-

5 5u

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO-DOOWNTALISTA

3. FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS
FIAB

ou

IFLA

por

Laura Gftrcia Moreno Russo

CDU 02:061.25
Q 7^; o
c. ? M 1

Presidente da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários
Secretária Geral da Secçao América Latina da Federação Internacional
de Associações de Bibliotecários
Chefe da Secção de Aquisição e Registro da Biblioteca Municipal de
são Paulo

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-gentilmente por:

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st em

�INTERNATIONAL FEDERATION OF LIBRARY ASSOCIATION3
FfiPgRATION INTERNATIONALE DES ASSOCIATIONS DE BIBLIOTHSCAIRES
FEDERACIÖN INTERNACIONAL M ASSOCIACIONES ^ BIBLIOTECÁRIOS

FIAB

OU

IFLA

HISTÓRICO
A idéia de dar à cooperação internacional dos bibliotecário» a for
ma de uma organização permanente, remonta ao começo de nosso século.
Foi
expressa por ocasiao de dois congressos internacionais de
bibliotecários
de Saint Louis, em 1904 e de Bruxelas em 1910«
Foi em Bruxelasjporem, '^ue
uma primeira comissão internacional foi designada com o fim de preparar os
congressos futuros.
Entretanto, somente durante os anos difíceis da primeira guerra mundial esses antigos projetos foram concretizados,na criação
gradual de uma organização internacional, cuja estrutura e métodos de trabalhos tem se consolidado mais e mais depois de sua fundação.
Recordando as principais etapas da história da Federação,
vemos
que foi no Congresso Internacional dos Bibliotecários e Bibliófilos, reali
zado em Praga, em 1926, que a proposição de criar uma comissão internacional, representando as diversas Associações Nacionais de Bibliotecários,foi
considerada atual e adotada por unanimidade.
Nesse mesmo ano de 1926, durante o 50Ö Conferencia da American Library Association^ reunida em Atlantic City, uma comissão internacional solicitou a essa Associação, que tomasse a iniciativa de convidar, para o ano seguinte, as delegações autorizadas a estudar a criação de uma Comissão Internacional de Bibliotecários.
Tal é a origem da FIAB, fundada em 1927 na Cidade de Edimburgo, durante a
Conferencia comemorativa da Library Association (Associação Britanica de
Bibliotecários),
A primeira reunião dessa nova organização internacional não gover
namental, foi convocada em 1928, e teve lugar em Roma, As Associações nacionais do
países mandaram sua adesão oficial à Comissão, que foi asfrim
habilitada,
Uma segunda reunião teve lugar em Roma, Florença e Veneza,por oca
sião do 1® Congresso Mundial de Bibliotecários, realifiado na Itália em 192^
Desde 1930 a FIAB tem realizado reuniões anuais rue tiveram pempre como cenário o Continente Europeu, a execução do ano de 1933, cuja reu
nião se realizou em Chicago,

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lí

�CONSTITUIÇÃO
A FIAB é constituída por 33 membros, existente» em 51 países, com
preendendo 4 Assooiações Internacionais,
Sua diretoria se compõe de numerosos membros, entre os puais enumsramos os seguintes:
PRESIDENTE - Dr» Gustav Hofmann, Diretor Geral
das Bibliotecas do Estado da Baviera, Munique.

•

SECRETÄRIO GERAL - Dr. Anthony Thompson
TESOUREIRO - A.C. Breycha~Vauthier,Bibliotecário Chefe das Nações Unidas,Genebra.
Além da Diretoria a FIAB possui 17 Secções e Comissõe»,destinadas
a tratar de determinados assuntos profissionais de interesse internp.cionAl,

COMPOSiqXO DAS SBCÇÕBS E COMISSÕES

1.

SECÇÃO DE BIBLIOTECAS NACIONAIS E UNIVERSITÁRIAS
Presidentet H, Liebaers, Diretor da Biblioteca Real, Bruxelas, 5,
du Musée. Bélgica.

rue

Secretária: Mies M. Razumovsky, Biblioteca Nacional da Auatria.Viena I,
Josefsplatzl. Áustria,
2.

SUB-SECÇSO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
Presidente; W.M. Luther, Diretor da Biblioteca Universitária,Güttingen,
Prinzenstrasse 1.
Alemanha,
Secretário; H, Zdarzil, Biblioteca Nacional da Áustria,
sefsplatz 1.
Áustria,

3.

Viena I,

SECÇÍO DE BIBLIOTECAS PÜBLICAS
Presidente: L.R, MeColvin, Bibliateca Pública de Westminster,
Charing Gross Road, 4,
Inglaterra,

4.

Jo-

W»C, 2,

SUB-SECÇXO DE BIBLIOTECAS INFANTIS
Presidente; Miss E,H. Colwell, Biblioteca Central^The Burroughs,Hendoi:^
'
1Í.W.4.,
Inglaterra.
Secretária: Miss A,J. Moerkercken van der Meulen,Bureau Boek en Jpugd,
Badhuiskade 27, Schoveningen,
Holanda,

5.

SECÇÂO DE BIBLIOTECAS TÉCNICAS UNIVERSITÁRIAS
Presidente; E, Homlin, Diretor da Biblioteca da Universidade
de Tecnologia, Göteborg.
Suécia,

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Chalmers

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lí

�-36.

SECÇSO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECAS DE TEATROS E MUSEUS
Presidente» A» Veinstein, Bibliothènuo de 1'Arsenal 1,
Paris, (iVe),
França,

7.

Hue

SECÇÂO LATINOAMERICANA DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS

de Sully,

FIAB/SAL

President©; Carlos Alberto Giuffra, Vice-Presidente da Associação
de
Bibliotecários Graduados da República Argentina, Buenos Ai
res.
Vice-Presidente: Antonio Alcalá, Diretor da Biblioteca
México. México.

Nacional

do

Secretária: Laura Garcia Moreno Russo, Presidente da Federagao Brasileira de Associações de Bibliotecários, Rua Santo Antonio,
733, sala Ql, São Paulo. Brasil,
Tesoureira; Maria Alice de Toledo Leite, Tesoureira da Federação Brasileira de Asfíociações de Bibliotecários, Sã» Paulo,
Brn
Sil.
8.

COMISSÃO DE UNIFICAÇÃO DE REGRAS DE CATALOGAÇÃO
Presidente; F.C. Francis, Diretor da Biblioteca do British Museum, Lon
don.
Inglaterra.
Sseretário; A.H. Chaplin, British Museum, London.

9.

Inglaterra.

COMISSÃO DE CATÁLOGOS COLETIVOS
Presidente: L. Brumuel, Diretor da Biblioteca Real, La Haye«

Holanda.

Sooretário: E. Egger, Schweizerrisch Landesbibliothek, Bem.

Suiça,

10. COMISSÃO DE PERMUTAS DE PUBLICAÇÕES
Presidente: Mlls. J. Dargent, Biblioteca Real, Bruxelas,

Bélgioa.

11. COMISSÃO DE PERIÓDICOS E PÜBLICAÇÕES SERIADAS
Presidente: Mme. G. Duprat, Chefe da Biblioteca do Museu Nacional de Ks
tória Natural, Paris.
Franga.
12. COMISSÃO DE BIBLIOTECAS PARLAMENTARES E ADMINISTRATIVAS
Presidente; 3. Furlani, Diretor da Biblioteca da Camara dos Deputados,
Roma,
Itália,
13. COMISSÃO DE ESTATÍSTICA
Présidente: P. Bourgeois, Diretor da Biblioteca Nacional, Berna,Suiça,
14. COMISSÃO DE LIVROS RAROS E PRECIOSOS
Presidente: P, Breillat, Diretor da Bibliotec. Municipal,
França.

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Vernaillep,

�-415. COMISSÃO DE BIBLI0TECA3 Diá HOSPITAIS
Presidente: Mmo. I. Schmid-Schädeliiij Secretária de 1'Association Suis
se deé Bibliothòques d'Hopitaux, 11, Neumarkt^ Zürich. Sui
ça.
16. COMISSÃO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
Presidente; M, Piquard, Chefe das Bibliotecas Universitárias,Paris, 2,
rue Cujas, França,
Secretárioí S, Egger, Schweizerische Landeabibliothek, Born, Suiça,
17. COMISSÃO D.á CONSTRUÇÃO E SQUIPAMENTOS DS BIBLIOTECAS
Presidente: Miss H, Wieckowska, Diretora da Biblioteca
Lodz, ul,
Matejki 34/38, Polônia,

Universitária

Até a presente data a Federação realizou 28 Seseões Anuais,
e 3
Congressos Internacionais de Bibliotecários, a saber; 18 em Roma, em 192P;
2^ em Madrid, em 193 4; 3® om'.Bruxelas, em 1955»
êste ano a FIAB realir.ará sua 29Q. Sessão, de 1 a 6 de
em Sofia, Bulgária.

«etembro

As Atas das Sessões Anuais realizadas pela Federação estão publicadas em 25 volumes, e são vendidas em Haia, por Martinus Nijhoff,
sendo
qu© os volumes 1 a 7 estão er^gotados,
Essa falta, entretanto, é
suprido
por microfilmes positivos à venda na Biblioteca Nacional da Suiça,em Borna.
Desde 1953, a FIAB publica regularmente suas "Comunicações"na Revista Internacional LIBRI,
A Federação publicou, até o presente momento, 6 edições do Repertório de suas ativldes.
A FIAB se fortalece, dia a dia, com a adesão de novos membros,sen
do que a partir de 1961, 3. Associações e 1 Federação se inscreveram em sou
quadro social: Argentina, Áustria, Brasil e Cyprus,

000

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gentilmente por:

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DB BIBLIOTECONOMIA E nOCU^níNTAÇÃO

Bibliotecas especiallp.adas
por
Zilda Therezinha Braga Braidato

Fortaleza
1963

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�T^^MA III

-

IlíFOEMAÇÃO CIENTÍFICA

bibliot:;cas lspsciali^adas
por
Zilda Therezinha Braga Braidato

(♦)

CDU 026

crni
L-fí ce
v-rr

(♦) Bibliotecária da Federação do Comércio do Estado de Sao Paulo#

rvö congresso

de
BIBLI0T5C0N0MIA S DOCUICTTAÇÃO
de

7 a 14

de julho

de 1 96-3

POHTILEZA - OBARA

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�BIBLIOTECAS

ESPECIALIZADAS

OBIGEM

A Biblioteca iíspeoializada normalmente, tem or^
0m
gom numa coleção adquirida para uso pessoal, ou para algum trabalho a ser
elaborado.

Com o decorrer do tempo e de acordo oom a quantidade maior de

consultas necessárias a um determinado serviço, essa colcçao vai aumentaji
do.

Normalmente, esse aum nto de aquisições e paralelo ao aumento de pejB
mm
scal relacionado ao mesmo serviço, novas sugestões e novas aquisições sao
fßitas, a quantidade de livros começava ocupar um lugar que nao^ Ibe é devido, a primitivi lôcalizaçao vai ficando cada voa mais acanhada, surge a
necessidade de providenciar um local p^ra a colooaçao dos mesmos.

Com o croscimçnto das coleçoos, as pesquisas
tornam-se difíceis, o matsrial procurado, difioilm-^nte, é localizado dia
iL dia o tompo dispondido numa consulta aumenta, obras em duplicata" sao a^
quiridas.

As coI-íçops começam a deixar o primitivo local tao zelosamente

guardadas e cuidadas, passando para diferentes locais.

Dificultando ain-

da mais a consulta, e já .gora a própria localizaçao das obras.

Surge então a idéia de rouni-los, a necessidade
de relacioná-los, procura-se um.i pessoa para cuidar dos mesmos.

Tem iní-

cio a Biblioteca Especiàlizada.

Na época atual a Biblioteca Sspecialiaada tem
sou desenvolvimonto grandemente acelerado,

A consulta a Biblioteca é sem

pr© de caratcr imediato, a especialização facilita o encontro do material
pesquisado,

A Biblioteca Especializada, localizada no próprio local dc trabalho, revorte em ganho de tempo ao pesquisador, o capj^
tal empregado em sua organi^açao rovorte com juros ao patrocinador.

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ACERVO

O loitor quo procura uma Biblioteca Especializada para uma consulta ou pesquisa nom sempre tem interesse por um dado atualizado, jnuitas vezes faz-so nocessário um confronto com dados anteriores,
dai a noceesid-j-de do consorvaçao e atualização do acervo,

Além dos livros, grande valor têm numa Bibliotooa Especializada os periodicos, meio de atualizaçao diaria, fonte do pes quiea procuradíssima, do importância fundamental nesse tipo do biblioteca»

Numa Biblioteca Especializada, grande e o interôs_^
30 despertado, para as ooloçoos completas do periódicos, as quais muito valorizam o acervo«

No crescimcnte de uma Biblioteca Especializada a
proporção entre livros o periódicos, nem sempre 5 proporcional, estes ge ralmontc, estão na dianteira.

O material que constituo o acervo de vima Biblioteca J2sp .cializada (livres, poríódicoa, relatórios, publicaçõtis da própria
cntidado, etc..,) nao ó consultaxlo ou lido como nas bibliotecas gerais, mas
consultado csporàdicamentc, de acordo com as necessidades do serviço,

AQUISIÇÃO

lícm sempre uma aquisiçao e feita para uso imedia
to, a obra ó adquirida para atualização,

iléfumas obras tem sua compra aut^

máticamente feita, ^"sim que é colocada na praça.

Pertencem a este caso os

somanárioa, mon-^ários e anulrios estatísticos, e oemo estes muitos outros
que enriquecem os acervos das bibliotecas.

Obras como a citada, sao usadas como material de
referência, o loitor consultá-as para cientificar-sc do que já foi elabora
do ou est' sendo oxccutado sobre um determinado a=ssunto.

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FRJJQUSNCIA
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Numa Biblioteca üspecializada o movimento nao e

do ojnprestimos, mas sim de consultas.
BãO ©xprciSfiivaB,

Numoricamonto, as estatísticas nao

A freqüência as mosmae, ó para consultas rápidas,

poB~

quiaas imediatas, ou quaiado o caso roqucr, para pesquisas mais dotalhadas
comparativas g demoradas.

Por osso motivo uma Biblioteca Espooializada

geralmente tem uma froqtlôncia pouco significativa, sous liitores sao lini
tados pela própria Gspr.cialiaaçao da Biblioteca,

PINALIPADE

O valor doscmpcnhado por estas biblicteoas, está na rápidos com quo respondem ein consultas, facilitam a localização do
material necessário a elaboraçao de trabalhos, na efioiunoia e boa vontade do pGSßoa.1 responsável por sou funcionamento,

O conceito atribuido a uma bibliotec.a muito depende do responsável pela mesma.

BIBLIOTSC/RIO

-

E SP 13 C I A L I Z A D O

O preparo do pessoal que trabalha nxana Bibliotooa Bsp icializada -é de suma importância, a cspf.oi^ilizaç .o obriga o profissional a estudar o ter conhecimento permenorisado, sobre o assunto da cspeoializaçao, pois e mesmo tora problemas a resolver, quando tratar oom con
sulontes, quando precisar claesifiopr, ou prestar infermaçees»

Essas dificuldades aumentpjn de aoôrdo com a Gsi«
A#
^
M
olalizaçao e nível cultural dos freqüentadores. Por isso nao basta ao prjO
fissional deote setor do atividade a formação técnica adquirida nas Esoo Ias do Biblioteconomia, somente no próprio trahfilho pode conseguir a espooializaçao xv^cossária ao bom desemponho do suas funções.

Ê portanto, no dizer de Lasso de La Voga, nesto
ramo d© serviço, que o bibliotooái^io se aproxima do documentalista e nelo

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podo convortcr-so^ uma vez q.ue "a. sua fornaçao acrescentemos o domínio

de

tudo quanto se refira à tócnioa do dooumonto o aos metodoe o processos

de

sua reprodução, transmiseao, cotnunioaçao õ sisteraatizaçao.

O bibliotecário tem a roissao específica do organizar, catalogar e classificar seus acervos e oferooê-los ao público.

Ao bibliotecário roquer-se tuna formaçao que

a -

brango todos os conhooimontos om gorai, e especiali«açao om catalogaçao

e

classificaçao.

O documontalista tem a missão de ordenar os do oumentos rosuni-los o selecioná-los para quo possam servir ao pdblico sob
formas ospociais.

#
O documontalista o um especialista bom informado

quo domina um ramo ou sub-ramo da oicncia ou da

técnica, do tnodo que possa

resumir artigos ospcoializados, e quo tenha conhecimento do todoa os pro cossos modernos do reprodução, difusão, classifioaçao e catalogação.

Concluimog, relembrando que a missão fundamental
da Bibliotoca o servir, colocando os oonhooimentos adquiridos em todos

os

tempos, a serviço do prosento, atuando como ofioiênte centro informativo
para auxiliar as i&gt;esqui!3as científicas e tocnológicas.

rEPSRACÃO W COMÉRCIO ^ ESTADO M ^ PAULO

- e sua -

BIBLIOTECA

Histórico da Foderacao do Comóroio

Foi fundada a 30 do agosto de 1 938, sob a dononinaçao do Podoraç-io Conorcial do Estado de Sao Paulo, tondo sido seu prl-

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�moiro presidente o Sr, Justin Worms.

A finalidade da entidade era coordenar, OGntrali
zcr o representar oa interesses do concroio dentro dos ditames da ordem da
lei, do direito e da justiça.

A entidade iniciou suas atividades, na capital
de Sao Paulo a 31 do março de 1 939» como órgão centralizador dos sindicatos do oomóreio.

Posteriormente, a 30 de abril do 1 943&gt; obteve do Minis-

tério do Trabalho Indústria e Comércio a sua carta do reconhecimonto, como
entidade do grau superior, o a aprovação do seus estatutos. Dessa forma, a
Podoraçao passou a ser a representante o coordenadora das categorias eoon^
nicas constantes dos grupos correspondentes ao ramo do comércio, segundo o
plano do enauadramento previsto no parágrafo únioo, do artigo 5®» do Deere
to-Loi n® 2 381, de 9 de julho de 1 940.

Sm 1 941 foi proposto e aceito o projeto, para
mudança do nemo da Federação Gomorcial, p&lt;n.ra o que hoje adota.

A Pederaçao do Comeroio do Estado de Sao Paulo,
reúne os sindicatos do empregadores representativos de diferentes ramos do
comcroio e sua jiirisdiçao alcança todo o território de Estado

de são Pau-

lo.
0
Alem

^
dos sindicatos, sao representados pela Fed£

raçao, nos t'jrmos do artigo 511» da Consolidação das Lois de Trabalho, empresas ou firmas integrantes de categorias econômicas nao oonatituidas em
sindicato, mas incluídas na categoria sindical cm apreço.

Por seu turno, a Eedoraçao esta integrada na Cen
fodoraçao Nacional do Comeroio, que na respectiva categoria, e o orgao

do

cúpula dA hierarquia sindical,

são cinco os grupes representativos do classe,
q,uo constituem o seu Conselho Eeprcsontativo j

1- Atacítdista,

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2- Varejista,
3- Agontcs autônomos do oomórcio,
4- Turismo o hospit.iilidado,
5- Arnnzenador.

Constituem dovcros da Fodoração, do acordo Äon
Bcu estatuto, os soguintoBí

a) Colaljorar com os podoros pu'blicos no desonvol.
•.
«
vimcnto da solidari-5dadc das olasscs,
"b) Manter, serviços de assistSnoia tccnioa c jurídica p ra 03 Sindicato- fili.los, visando a orientação c proteção 'do oonéroio em gorai,
c) Promevor a oonciliaç o nos dissídios do Traba
lho.

O sua admlnlstraçao

/, entidade não tom q,.uaisquor intuitos luorativoe
0 ^
ê oxcrcida atravos dos seguintes orgaosi

a) Diretoria,
"b) Conselho do Representantes,
o) Conselho Fiscal.

A Diretoria é constituída por um prosidento, oin
00 viOG—presidentes, ura prim iro secrotnrio, um segundo secretario, un pr^
meiro tosouroiro, um segundo tesoureiro, dez dirotoros do Setor, doz vioe—
dlr&lt;jtoros do Setor, e dez sGcrot'rios de Setor, todos eleitos, com mandato
por dois ano*?, pc^lo Conselho de Representantes»

O Conselho de Reprosontantos constituído por
três dologados do cada sindicato filiado, o o "Orgao

Soberano

da

Podo^

ração".

O Conoelhe Pisca.1, ó composto por três membros,
eleitos polo Conselho de Representantes, conjuntamonto com a Diretoria e
tom por atribulç::.o únic.x e exclusivi ox-irocr a fiscalização da gestão fi»
nino..! ira.

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P^ra o biênio 1 9^3 ~ 1 964» está à fronto âostn entidade o Dr, Braeílio Machado Noto,

biblioteca

O esboço acima tom por finalidade» aprosontar o
local em que a partir do proaonto ano, ostaraoe organizando a Biblioteca da
Pedoraçao •• Sosc — Senac» q^uo centralizara os serviços bibliotcconôoioos
da Federação do Com'rcio do Estado do são Paulo, Sorviço Social do Comer cio - SESC, e Serviço Nacional dc Aprendizagem Comercial - SENAC,

A Biblioteca funciona em são Paulo, a rua Dr. Vi
Ia Nova, 228 - 1« andar, da 8,00 as 12,00 e das 13,00 as 18,00 horas,

de

segunda a sexta-feira.

A Biblioteca csitá ora fasG do organização, Adot|i
noa a Classifioaçao Decimal do Melvil Dowoy, a catalogaçao soguo ae normas
da American Library Association —ALA»

O catálogo ó o dicionário,

O a-

cesso o livro as estantes.

Seleção

As obras apresentadas à Biblioteca para exame,
após Bolecionadas sao encaminhpjias aos Dopartamontos quo possam ter interesse nas referidas publicações, para que opinem quanto ao valor das mesnas, c na possível integração das mosmas ao acervo da Biblioteca,

Aquisição

Em docorrônoia da própria natureza da Biblioteca
as aquisições sao efetuadas do acordo com sugestões dos próprios interessa
dos, 03 quais sendo tócnioos, ostao mais aptos o a par do valor o intorõsse que as referidas obras possam vir dosportar.

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Acervo

PrçBGntomcnto o p.oorvo da Biblioteoa, ó constitu
ido qua-ío quo era sua totalidade por obras sobro economia, e assuntos jtjrídicos.

Os livros sobre oconomia, formavam a antiga Biblioteca do Departíunonto dc Economia da Federação, e os sôbz»o Direito o Le
gisíaçao pertencentes a Assessoria Jurídica, da mesma entidade, atualmente
foram incorporadas, dando início ao acervo da atual Biblioteca da Federa çao - Seso - Sonac.

PcriódiaoB

A Bibliotooa possui grande númoro de periódicos,
que noa chogam as mãos, atravoa dc assinaturas ou doações»
'

Essas publicações sao selecionadas de acordo com
o assunto e enoaminhrdag ac^ diferontos Departamentos, Cada Departamento
assinala os assuntos de próprio intorôsao, dcvolvcndô-as à

Biblioteca, Ae

sim que retornam, sSo elaboradas fichas analíticas dos assuntos assinala dos, £sse

fichario facilita grandomonte as posquisas, reunindo sob dife -

rentes topicos, tudo que a Bibliotooa possui sobro o assunto pesquisado,
ÖO periódicos-

As rovistas "fichadas" sao poriodicamento, oneadernadas,

/.s que nao apresentam maior interesse, permanecem na Biblioteca

por um certo tempo:, findo o qual sao retiradas de circulação.

Recortes de Jornais

Tniabom ôste tipo do periódico, interessa aos tóc
nlcos, o tom grande procura»

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�Os rooortos de jornais, sao organieadoe por assunto, arquivados om pnstas, o colocados cm ordem croaológioa. Os assuntos sao destacados pelos próprios interessados.

Com o tcopo os rocortos

pordero a finalidade - atualização - sendo ontao retirados do arquivo,

O serviço do rooortes do jornais, tom por finalidade manter os tconioos e interessados, a par dos problemas do momento,
críticas, notícias de conforcncias, congressos, dcsootertas, inventos,
etc...

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTBCONOMIà E DOCUI^^ITÂÇÜO

Etioa profissional
Nova sugestão para o currículo das Escolas de Biblioteconomia e Documentação
por
Voline Oardim

0Ä)u\
SÃO PAUL
\4, C€.
J-tf

Cjto

Fortaleza
1963

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&lt;/

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÄ
7 a 14 àé~ julho de 1963
_•

'V
'

'

f

ÉTICA PROFISSIONAL

CDU 02+002:17

TEMA IV - EDUCAClO M BIBLIOTECÂRIO-DOCMFMTALISTA

l?riCA PROFISSIONAL, N0V4 Í5UGEST7ÍO PARA O CÜS
RÍCULO DAS RSCOLAS DS, BIBLIOr-CCONOMIA B ■
DÓCTÍMEI^TAÇÃO

por

Voline %rdim

SINOPSE - Nova sugestão para o currículo de Biblioteca
nomia•
irados positivos sobre a Lei de Hegulairssntação Profissional, Roconhocinonto dos Cursos,
NÍvol Superior.
Nacessi::'adG da criação do tópico ét/Cca
nSâiSfiaj,.

Pro-

\

Analiso da vi4a funcional, valor do trabalho,
O estudo das normas do comportamsnto otico,
A promoção do "outro" como imposição mo-^erna.

Associação Pernambucana de Bibliotecários,

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T&amp;fiCk rROFISSIOHx\L

NOVA SUGTISTIÍO PARA O GI-RRÍCULO DAS KSGOLAS DE EIBLIO
TEGCNOMIA E DOGUÍ^^^^MTAÇSO

O nosso trc?.balbo aprosentarto no III2 COHGHSS
SO BHASILF.ITÍO D?] BIBLIOT^^CONOMIA F. DOCIMTOKTAÇlíO, na ci
datíG do Curitiba, om I96I * "A formação do Bibliotocários" - sugerindo a nocsssi-'ade do inclusão da

^tica

Profissional no currículo d?.s Escolas de Bibliotoconoraia, provocou divorgôncias sntro Bibliotocários d© categoria, achando uns, quo o assunto co-"rospondia ao Tg,
raa III - Profissão do Bibliot-"cario-Docuraentallsta

e,

outros que prvoforiram incluí-lo no Toma V - Rolaçõos
publicas e intarcâmbio.
De qualquer modo que seja anasisada a

nossa

sui^ostão, quere-nos confirmar nos te IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIO'1'ECOHOMIA E D0CUí^:'í:MTAÇ7Í0, an Fortaleza,,
ea plano 1963&gt; que o nosso pensamento não o outro

se-

não o mocno aprosentario om Curitiba: a sugoctão para
se criar no currículo das nossas Escolas, pi^lo menos,o
topico JÍTIOA PROFISSIONAL, dontro do una cadeira já
existente e correlfita.
Dg início,

congratulamo-nos cora

a

prezada

Presidente da FEBAB, Bibliotecária Laura Russo, que per
coincidência feliz, apresentou no 111^5 Congresso,

um

trabalho contendo o Antc-proieto do Códipro do

^tíca

Profissional para Bibliotecários Brasileiros.

Po'^omos

afirmar ato, que perseveramos em nossa idoia, por sentirmo-nos identificados com boa parte de Bibliotecários.
Ä um incentivo que nos tornou, por assim dizer, afoitos
e teimosos e con^^Jssamos a nossa intranqüilidade enquajj
to o assunto não obtiver uma rleclsão final,
Com os acontecimentos do apos-IIIö Congresso
muita modificação so t^m verificado, ao monos, em toorjL
a. Vejamos:
1 - A lei federal /4,08[{.-de 30 do junho de 19^2 - a

cm

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lai da rGPulamintaçKo pr^oflssional do DlbTiotoc'rios»
Somente aflora tornos a tão donojada i-ojíula"i::rtação,
nos, polg, regulananto^.base, allc«rco» .Podenos falár
on nosso 0bj:'tiv0| traqar a nota o olhar com ssporanças o i"'Gal que sg traçou-» Kão o utopia nan -^owaçogia,
tão puco boato- ou plana,lamento. Una realidado

dortro

•
2.-0 r o conhecimento dos Cursos de Bibliotoconornla a Docji
montação -^-lolo Consolho Federal 'íc Educação, lí ««ontocimonto novo que nos con-^iciona a ura proximo oxito on
nossas tentativas para uniformizar a situação
nal da carreira, da Classe

nr.cio-

BibliotecíCrios»

lí oportuno la-^artar aqui a situação atual
•nuitos Bibliotecários brasileiros, por-suidoros de

da
diplo-

mas, quo nesta altura do tó-npo, ainda são considerados cfl
rao Auxiliaros dç» Biblioteca polo DASP o ^rírnos Administra
tlvos a quo são iinados.

So^os da Universidade do Rocife

o pofomos afir.'n?r do publico, om Congresso, quo on

nosso

Estado, as irrcf-ularida'cs nâste particular são inacrodltavois, h'".v:irHle «««os absurdos

qua Bib^iotooáMos-fihc-

fos estão enquadrados ccno Auxiliai^as do biblioteca,

rii-

vel'T» 9*^ situação senalhantes a suVeltdmos, Scrvontos ,
que pí^ssarada para Auxiliaros do Portaria, nível 7* AlgUns
destcäS Auxiliares do Biviiotétca já trabalham há 15 íinos e
neiot
3-0 Curso do Biblioteconomia e Documentação o considera
do de nível universitário. Houve reforma no curtículo,
' a orientação e una e o curso de 3 anos» Passo importantíasimo que nos perníto ad'iitir a evolução o

oon-

jcrotizaçHo dos nossos plç^.nos a projetos discutli^os en
Con'trssao ci/ítarior» Pojiia quo a oociissão eonpenanto da
roforna do currículo tenha esquecido egpacifioaj?

un

• agsuntoi átlca Profissional. Kunca :t tardo, porám, pa
ra SQ reparar o lapso a nunca Siírá cedo, con--nuito psa
A
vaito parn. o ciluno,
o assi^pto 01 pproço tcrnar-sQ
objáto de ::8tu&lt;io,
O dovar de cunprir uma missão, a responsabilidade de cumprí-la bom, inclui-se na formação moral do homem«

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Não pratsndenos ser roformn.dcres da cor,tunos

g

palmatórias do mundo« Não estamos afirmando do publico quo
os Bibliotocarios são moralmente mal formados o

desoduca-

dos. Absolutamente, Muito polo cor^trãrio, ainda dizera
os bibliotecários na stia maioria,

que

são os funcionários quo

melhor sat;)om atondar. O quo esperamos tornar vivo, operante o devidamente vivido, o o desejo de fazer do trabalho
un ambiente leve, do harmonia, cheio de alma e calor, composto de peesoas humanas reunidas numa comunidade que se i
dentifiquo da melhor forma possivol.
Ora,

se temos uma família profissional, se convi

vemos a torça parte do dia com os membros desta família.

,

participamos dir-íta ,e mutuamente da vi 'a de cada un deles,
entramos na sua intimidade, qi.^eiramos ou não, E pessoas hü
manas que somos, encontramo-nos, assetnelhamo-nos uns

com

outros, -Descobrimos dotes e imperfeições em todos,

sem

»óxcensão. Nesta descoberta, tomos procurado enaltecer

as

qualidades do cologa e dispensado seus defeitos? Somos co£
tesos, delicados, pacientes com os difíceis de temperamento? Se tomos em profundidade tôdp.s estás '/antagens, encontramos ambiente o correspondência nos que nos cercam?
^iver ben, não ó fácil. Lidar com o outro é dif^
cil quando não se o aceito, não se e simpático, Há surpresas inesperadas, Indesejadas, quase sempre, ^iferençaa do.
educação, princípios e pontos do vista diversos, explicam,
Mas e condição humana, viver cora o outro em sociedade,

E

a maior realização da vida e viver cm paz« ^ paz que

se

traduz em amor, Amor-tolerância, e.mor-vivencia, amor-per' '' '
.
dl^o. As aulas de ática Profissional traduzirão a prática
desta ciência admirável o necessária que o saber viver«
O clima inseguro de falta de formação dos
vens da atualidade, as enroladas, falta de consciência

joe

da verdade no cumprir as obrigações, a íiusencia de exemplos dos mais velhos e a falta do ?enso-do autoridades

,

são outros tantos motivos para que se pense e se 'cuide nu
ma reforma de mentalidades partindo do errado pat*íi o certoi

�j

Ja iissnnios

nosso trabnlho no III3 Congrosso

quQ p.s qur.liflr.dos --xigiclns ^os Bibliotecários davon s-^r co
nhecidas e vividas 9'n por'ianantG Gstap&gt;io, para havor rnonores possibilidades de constantes docepçõcss. 9 dosenganos no
cotidiano da profissão.

So assin, o trabalho não ssrá frio

G penoso e a 'orofissão rotina o fardo pésado,
por nuitds, fonte sxclusiva do metal,

considorado •

renda,

Para sor um bom bibliotocário não é necossário
so amar os livros, sor competonto na função e capaz na administração, É preciso taubem,
do, isto e,

snntir afeição por seu -nun-

sor util a todos,.á viver o lena: servir e,

nos sorvir pôr a alina inteira,. Sna formação dar-lho-á

os

taeios da saber como bem servir,
"O trabalho dignifica e onobreco o home'n" onquaü
to é foito com ir.toíeriso, cora uma finalidade. Os sacrifícios exigidos pela t^rofissao impõe-nos ver^^adeiras renúnci
as e desprendi-nontos,

O valor -lesse trabalho atinge as cu^

minancias da eternidade porque exige o nosso apagamsnto, o
auto-dornínio, a superação,

^

O estudo das normas dö compartamento atico
profissvão como a nossa, e algo que realmente fóeihora e

numa
á*

perfeiçoa, É qualquer coisa que di?; respeito à promoção do
outro, ào bem da comunidade. É maisnm avanço para o apri
moramento da Classe;

cuidar da formação do Bibliotecário",

do homem inteiro que cie e, não se restringindo meramento
a formação ivitelectual. Mediante ura estudo detalhado sobre

de'

das

atribuições de função o respeito à hierarquia, muita coisa
será analisada o esclarecida, beneficiando o aluno - futuro-bibliotecário - formando esse Bibliote cário, tipo acabj^
do do idoal 'perfeito,
A ática Profissional abrangerá os princípios morais quo terão de dirigir a ati'^idade dos que exercem

urna

profissão.
As aulas poderiam ser ministradas no último ano

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do Curso do Bibliotooono-nia e

citação, por profossoros

conhöCodorGs do assunto teórica e Dràticamentei Quanto
programa, a própria FEBAB oncarregar-SG-ia de sugorir

ao
aos

^irotoros dos Cursos, Outras alterações hão do elovar esseß
cialmonte a Classo, cabendo os at^lausos aos pioneiros bibli
otecarios, verdadeiros faróis que nos incentivaram com

os

seus exemplos o trabalhos ncstres, pondo-se à frente do no^
so exercito profissional que não cessa de lutar para uma vi
tória definitiva, digna e à altura da nossa profissão,
supSo educação o instrução: intercânbio cora o '•outro".

que

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��IV CONGRESSO BRrtSILBIRO DB BIBLIOTEGONOMIâ fi: DOCUMENTAÇHO

^
N
mm
Das moléculas conceituais a informaçao
por
Sylvia Pedrosa Gondim

Ceo.U
SÃO PAULO

Fortaleza
1965

Digitalizado
-gentilmente por:

�\

IV CONGR.:l;SSO BRASILBIRO D3 BIBLIOT .CONOMIA .ü D0CUMI2ITAÇÃ0
UNIVLRSIDADE DO CBARA
7 a 14 dG julho de 19^3

TElíA III - I.TORI&gt;i/lÇlO CILilTÍFICA
DAS MOIÍCUL;^

COUGSIiUAIS À INTOBíIAÇÃO
por

SYLVIA PSDIiOSA GOIIDDi
Documentarista do Setor de .'inalise de Docvunen'oos
da Divisão de Docujnentaçao da
SUDENE

CDU

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- 1

- INTRODUÇÃO

O grande desenvolvimento da ciência e da técnica nos últimos séculos,
as grrjides descobertas da ciência atômica do século ÜS, nao sao obra do
V
A
/
acaso, nem dependem, somente, da inteligência de um inidividuo ou de um
_ »V
A
A
grupo. Sao o resultado das experiencias que se vem processando, formando
por assim dizer, os degraus de uma escada ascendente para chegar a

vuna

completa realização*
Estas experiencias se teriam perdido através dos tempos ou se teriam
limitado a vrni determinado espaço, se nao houvesse uma forma de represenJ.
A
taçao e de fixaçao que transmitisse estes conhecimentos a outros povos e
outras gerações*
O conhecimento está acima da matéria, resultajido todavia das

condi-

çoes de exitencia concretas e individuais» E a abstraçao das coisas e

a

correlaçao dos fenomenos obsei'vados, expressos era idéias e conceitos.
Conhecimentos requer commicaçao - comunicaçao entre o homem e a

na-

tureza e comunicação entre os homens. Comunicação é linguagem e linguagem é èímbolo.
II

- LIlíGU/iGEM
A primeira forma de linguagem que poderiamos chamar de linguagem gráfica foi a pintura que, tendo a princípio um sentido pxoramente mágico

e

religioso, foi adquirindo, aos poucos, valores objetivos e racionais.Pajg,
sando pela escrita ideográfica, caracteres cuneiformes, hieróglifos, escrita chinesa, chegamos a escrita fonética ou silábica.
Observando a evolução da lingtiagem gráfica, notamos um processo

de

simplificação, partindo da escrita de idéias ou Ideenschrift, como dizem
os alemaes, para a escrita de palavras ou Wortschrift, e desta para a eg.
crita silabica.Este sistema veio simplificar grandemente a técnica

da

lingua^ .a escrita e aprésenta, ao mesmo tempo, uma maior complexidade do
idéias ou conceitos. Representando frases, a escrita nunca se detem,

e

um eterno tomar-se. porque o número delas é infinito. Representando palavras ou sílabas, os sinais adqxiirem valores constantes que se combinÊim
para formar palavras ou grupos de palavras e frases. Este mesmo fenoiaeno
de simplificação, partindo do complexo para o simples, vamos observar na
técnica docxiraentaria por assunto, que veremos a seguir.
Depois do termos considerado a linguagem como veículo de comunicaçao
e transmissao de conhecimentos e, portanto, de informaçao, podemos,
tao, compreender a importancia dos estudos de semantica e do sintaxe

ena

que se vem dedicando os pesquisadores das técnicas documentárias, prin —
cipalmonte

no setor de automatização.

Vários estudos lingviísticos estão sendo feitos no sentido de se conse
guir uma estabilidade semantica, semelhajite aquela ja alcojiçada no campo
da terminologia química. Os nomes dos elementos químicos, como por exem_
A
•
0
pio3 ouro, ferro, urânio, etc., e seus equivalentes no'latim e nas línguas vivas, existem ha mais de 300 anos com o mesmo significado* O mesmo
se diga da expressão análise puímlca

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Igual importaiicia e dada aos problemas de sintaxe. Merece uma referen~
cia. especial, a literatura cientifica japonesa, publicada numa linguagem

de sin

taxe muito reduzida, a fim de facilitar os processos de tradugao e preparaçao au
tomática de resmios.

^

Hao vamos, porem, tratar aqui de traduçao automatica, nem dos processos
de preparaçao de resumos por meio de maquinas e, sim, da analise de documentos ,
cujos elementos, depois de armazenados mecanica ou automaticamente, lorneçsüi informações precisas e rápidas.

�o
III - COORDINATE II-JDS^ING
Sem desprezar os clássicos laetodos de ordenaçao bibliográficas,
primeiro nas bibliotecas e, atualmente, também nos serviços de

usados

documenta-

çao - refiro-me as classificações - queremos propor um maior estudo ao método que Calvin Mooers chamou em 194.8 de "descriptor" e, posteriormente

,

Mortimer Taube denominou de "Uniterm",
Existe hoje uma tendencia para confundir estes dois termos. Podemos acrescentar que o "Uniterm" é uma forma mais crua do "descriptor"

ej

de

acordo com o pensamento de Mooers, o primeiro pode ser formado pelas

má-

quinas e o segundo não; ambos são, contudo, susceptíveis de um armazena —
mentò automatico, 3ao tipos de descrição de docmentos,

o

nom«

"descriptor", chamado do Indexaçao por Coordenaoao ou "Coordinate

Inditíc-

ing"--'

dai

para usar a terminoliga americana que, no caso, é mais autentica*

Partindo de idéias e conceitos complexos, a tendencia do

"Coordinate

Indexing" e desmembrar estas idéias e conceitos em TOÍIDADES DE PENSÍÍ14EIIT0
ou MOIiécULAS CONCEITUAIS, indivisíveis e cheias de sentido« que se combi**
**
«w
narao e se correlacions.ra,o no momento cm que se deseje, obter a informaçao
(Rotrieval), Ao contrario das classificações, este

sistema é um

sistema

flexível, pluridimensional, nao obedece a nenhiima hif^rarquia, Do particular chegam indutivamente ao geral - do já conhecido para aquilo que se de
seja conhecer» Foi criado especialmente para fins de armazenamento automá
tico pela Armed Services Technical Information Agency (ASTIA) e pode, tam
bem, ser usado manualmente com as chamadas "Uniterm cards" (Eig.2) ou com
as fichas perfuradas de superposição Batten (Peek-a-boo)»
Abrindo novas perspectivas no campo da automática, estas MOLÉCULAS CON
CEITUAIS devem apresentar uma estrutiura que satisfaça aos seguintes requ^i
sitos:
a) cada molécula conceituai devo ser constituída de manei
P
mt
f
ra que represente um?» uJ^imajmidad.e, nao subdivisiveli
b) cada uma das moléculas deve ser independente e

movei

om relaçao a qualquer outra, podendo se ■ , vincular

a

qualquer uma delas;
c) os novos conhecimentos que vão surgindo, não devem to£
nar nooR.garia uma revisão da estrutura ordenadora vigente.
A
Um sistoma desto tipo devo forraar-so de compcnontos muito poquouos

o

indivisíveis, conexojido-se uns com os outros do forma arbitrária, sem per
der, contudo, o sou valor como unidade do -gensamonto. Assim como os

ele

mentos químicos nao sao altorc.dos pela descoberta de outros elementos, da
mesma, maneira um sistoma baseado neste

principio dove conservar a sua e^

trutura fundamental,
A
^
^
Este tipo do analise ou descrição de docvmientos, vem evoluindo a
tir dos "Subject Headings". Sao conhecid-xs

as listas de cabeçalho de as-

sunto da SLA, LC, ALA, AEC,. ASTIAj etc^» quo foram usadas com sucesso

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alcumas dolas, ainda o sao atualmente. Uma lista do cabeçalho do assunto
o a ordenação alfabética do palavras "standards" ou corabinaçõos do palavras, Estas listas geralmente muito longas tendera a crescer

cada

vez

mais, a fim^de se acomodarem ao desenvolvimento da ciSncia.Comploxas por
natureza, não podem ser adaptadas às máquinas.
Foi por esto motivo que a ASTIA, depois de ter trabalhado com sucosso
segmdo o método de "Subjoct Headings", r.,solvcu remodelar a sua organizaçao, adotcjido o sistema do "Coordinato Indexing",
Qu^.is

as principais vantagens deste método?

a. Reduzir do 50% ato 90^ o nujnero do entradas em relação com

os

antigos sistemas.
O "Subjoct Headings" da ASTIA continha 70.000 entradas, ficando reduzido no Thesaurus a 7.000
b. Permitir com poucos termos um gr-jido número de combinações.
Uma idéia com duas palavras entraria no "Subjoct Hoading" 2 v£
zos,
com 3 palavras, 6 vezes
"

U

"

24

"

5

"

120

"
etc.

Qual o "Subject Headings" que daria todas estas combinações?
c. Eliminar subdivisões.
d. Resolver o problema das referencias cruzadas,
e. x'omecer como resultado, produtos logicos de somn e diferença
e nao produtos gramaticais pu psocológicos, (Fig. l)

Fig. 1

.

Uma Unidade conceituai pode ser;
1. um substantivo simplesj
2. um substantivo compostoj
3. ura substantivo e um adjetivo;
4-. ura substsjitivo e ura gerundioj
5. um substeãitivo e um particípio;
6. nomes proprios;
7. letrasj
8. números arábicos.

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�Outras regras e normas para a elaboracao de método do "Coordinate Indes
ing", somente a pratica, pode determinar, O conhecimento do assunto de

que

se faz a analise e, contudo, indispensável,
- "l'KESAURUS"
^

Uma vez extraidos os "Uniterms" ou "Descriptors", resta a regularização

destes termos, eliminando os sinônimos, para a elaboração de um Léxico

ou

Thesaurus. Esta palavra, usada desde o ano de 1852 por Peter Mark Roget,vem
do i^rego e significa "repositorio de tesoxiros". A primeira vez que a

pala-

vra Thesaurus foi usada em documentação, parece ter sido em U de março

de

1957 na Conferência de Classificação era Dorking, por Helen Brownson;
,., tle Problems of information retrieval as some investigators see
it at least, is to transform concepts anO their relationship,
expressed in the lan;],-u£ige of documents, into a

someirtet

as
more

regularized lejigimge, uith sjoion^Tns controled and syntactic structvires simplified," (lO)
Apesar de ser um sistema relativamente novo o "Coordinate Indexing"

é

contudo ja bastante divulgado e empregado. Ha Alemanha este sistema é adota
do no Gmelin Institut, írankfurtA.,

e nos Estados Unidos, entre outras,pe

Ias seguintes instituições: Library of Congress (Technical Information Divi
sion), Document Service Center in Dayton, The Armed Services Technical

In-

formation Agency, The Atomic Ilnorgy Comission, The Naval Ordnance Test Station, ^he National Security Agency, e mais recentemente, em bibliotecas industriais e técnicas.
O "COODINATE^IIlDüiXING" NA DIVISÃO DE DOCUl-íEilTAÇÃO DA SUDEiíE
O Setor de Analise de Documentos (S.1D) da Divisão de Documentação

da

SUDENE, publica duas bibliografias sobre o Nordes'-.o ;
a. Bibliogra,fia de assuntos Socio-Economicos
b. Bibliografia de Recursos Naturs.is
A analise desta literatura está sendo feita pela CDU, pois até

pouco

tempo não se pensava na possibilidade de uma automatização. Além da classificação e da catalogação, estas bibliografias trazem também, em ling-uagem telegrafica, m resumo da obra que se está bibliografando a fim de se ter uma noção mais completa do assunto tratado pela mesma. (Fig.3) Com o aumento do material bibliogre'fico, pensou-se na mecanização, não somente da

bibliögrefia

do Nordeste, mas de todo o acervo da biblioteca.
O trabalho de preparação dessa literatura toma-se-á, assim, muito maior.
Alem dos resumos ja feitos regiilarmente, ter-se-á de adotar outro método

de

analise oue se adapte as máquinas. ?oi escolhido, então, o "Coordinate Indexing", cuja teoria o emprego é ^eraa deste estudo.
De cada documento serão selecionados os "descriptores", em média seis ,
do tiGulo ou do resumo. (Fig.4.) Na extraçao destes "descriptores" não se leva
em conta a^formaçao de grupos ou o uso de "interfixes'' ou "moduladores",

em-

bora, som estes requisitos, que iriam resolver muitos problemas de _ aijttexe.

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|lll
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�_ 6 não so T303va alcançar um elevado grau de porfoiçao no foraeclmonto das inxor
•nações. Perfeição essa, possívol com computadores eletronicos e nao com maquinas do Tipo Convencionalj corà as cjuais trabalharemos.
A SUDEííE está adquirindo as seguintes máquinas IBMj
26 (Perfuradora)
56 (Conferidora)
82 (Classificadora)
Estas maquinas são destinadas aos trabalhos de estatística da

.j.L7i.sao

Central de Estatística e, ao mesmo tempo, serão usadas para os serviços de
documentação.
O traba.lho de preparaçao do material, isto e, a. determinação dos

des —

criptores", vem sendo realizado com o ma::cimo rigor, a fim de que a seleção
destes termos nao de Uiiaa informaçao errada.
Estamos considerando em cada documento;
1. ou um tópico principal e seus vários elementos co coordenação;^
2. ou vários tópicos com elementos de coordenaçao coiraris a todos eles;
3. ou vários tópicos com elementos diferentes de coordenaçao, sem pâ
rigo de falsa combinaçao por falta do lógica entre os mesmos.
feemplificando t
1, Documcnto n^ 1
Barcos a motor/ potência/ velocidade/ comprijnonto/ peso
Potência, velocidade, comprimento, peso, rcforcm-sc todos a olos a b_arc.o^
motor-.

^
n^ 2
Biolon--ip ^^

Lagosta P.laevicauda/ Praia do Pina

Biologia e Praia do Pina rei.-.,

- La:Iosta„.P.Ar.^^, f'-nTHo a

La^^-

ta P.laevicauda.
3. Documento n^ 3
Nacionalização/ barcos/ SüDSPE/ Exposição de motivos
Nacionalização refere-se somente a barbos, nao poderia se

coii^Dinar

con

SUDEPE porque esta já e uma entidade nacional, por outro lado expôs1

do

motivos não poderia se referir a j.)arços, porque nao haveria lógica nesta com
binaçao.
Depois de termos analizado um ,;randc numero de documentos, pensaremos m
elaboração do um Thesaurus para c nitrole da linguagem

o eliminaçao de

si-

nonimos. Êsto traballio exigirá mturalmente muito estudo em face da natureza da biblioteca da SUDSiíE que, f pesaj:- de ser especializada - Desenvolvimen
to Econômico - enfeixa por sua n .tureza uma grande variedade de assuntos.

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�_ 8 "

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Fig. 3

N.D.
ODU 639,2(S13.A)

Descriptores
1.Pesca marítima
2.Pernambuco
3.Produção
4«Pescado
5»Embarcações a
motor
6 .Botes
7.Canoas
8.Jangadas
9.Pesca artesanal

cm

1

íioura, Soloncy de.
Sobre o peso das lagostas
capttjradas em Pernambuco. Dol. Est. Pesca.
SUDENE, Recife .
2(7) : 19-21
1962.
Produção mensal do lagostas do sois amadores da praia do Pina (Ikieixo-PE), Pcrcontagon
do total mensal de lagostas exportadas para C2
da tipo da_^classificaçao comercial da cmda.
Distribuição percentuad das lagostas dogombarcadas na praia do Pina segmdo sexo e peso.

Cavalcanti, Clovis.
A pesca marítima em ísrnambuco. (nota) Boi. Tst. Pesca. SUDEIÍS, I; cife .
2 (11) í 16-10
1962.
Quantidad^ (em toneladas) da produção d 5 pesca
do nos municípios do litoral de Pernambuco
de
1956/60, Mimicípios do Sul e do Norte. Quanl idade
da produção do ^pescado tle Pemsjnbuco, soguríçj as
principaos especies. Peixes, Crustáceos. Ccl.onias
de pesca, números de p-jscadores e embarcações por
colonia e por município d"^ Pernambuco em 1S6?. ük
barcaçoes a motor, botes e canoas,jangadas. Pesca
artesanal.

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BIBLIOGRAFIA

!♦ Bemieri C»L, u«n. Corrolative indexes. III. Semantic rélÊtions ainong
sonantenos. Tho tochnica3 Thosaufußo. Am. Doe. 8 (3) í 211-220 1957,
2, Dxmlop, U.W.

ASTIA - ein Automationsfall. Nachr.Dok. 11 (l): 12-17

3» ICrelthen, A. u.a. Klassifiziemmg. nach dem System gleichwertiger Orund
begriffe, Hachr. Dok. 5 (1) : 6-11 1954-.
4.* Martins, '.Jilson,

A palavra escrita,

Sao Paulo, /aihembi, 1957, 54.9p.

5» Pietsch, £i, Informacion y documentacion - Nature,leza y possibilidades.
82 p, Conferencias pronunciadas em I%drid, i960.
6»

, Die Methoden der sie ichgeordneten Begriffe in Dolaraientation
und Information. (Vorlesung) i^ranlifurt/M. I^Jai 195Ö lO.p,

7, Shera, Jesse H.
1956 4.71 p.

Documentation in action.

8, Taube, M.
1952.

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u.a.

9, Vickery, B.C.
159 p.
.0,

On retrieval system theory.

New York, Reinhold Publ. Co.,

3 : 213-218

London, Buttersorths, I96I

. Thesaurus - a new word in documentation,16 Uy : lSl-189 i960.

J. Document.

�IV CONGRJJiSSO BRASILBIRO D3 BI3LI0T .CONOMIA .G DOCUMIiNTAÇÃO
UNIVLRSIDADE DO ClilARA
7 a 14 &lt;is julho do 1963

TE1'-'ÍA III - I' '?Om-'L''iÇÃO CILIITÍFIGA
D/iS MOiicuL'iS

COÍ;CSIVUAIS l WFOm^^QlO
por

SILVIA PEDFiOSA GOIIDDÍ
Docvmentarista do Setor de .'maJLise de Documentos
da Divisão de Documentação da
SUDENE

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O grande desenvolvimento da ciência e da técnica nos iiltimos séculos,
as grcjides descobertas da ciência atômica do século IS, nao sao obra do
\
A
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acaso, nem dependem, somente, da inteligência de um inidividuo ou de um
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A
A
grupo. Sao o resultado dc-is experiencias que se vem processando, formando
por assim dizer, os degraus de ums- escada ascendente para chegar a

una

completa realização,
A
^
Estas experiencias se teriam perdido através dos tempos ou se teriam
limitado a um determinado espaço, se não houvesse uma forma de represenM
A
taçao e de fixaçao que transmitisse estes conhecimentos a outros povos e
outras gerações,
O conhecimento está acima da matéria, resultando todavia das
condiM
A
^
çoes de exitencia concretas e individuais. E a abstraçao das coisas e a
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A
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correlaçao dos fenomenos observados, expressos em idéias e conceitos.
Conhecimentos requer comunicação - comunicação entre o homem e a

na-

tureza e comunicaçao entre os homens. Comunicação é linguagem e linguagem é símbolo.
LII^GU/iGEM
A primeira forma de linguagem que poderiamos chamar de linguagem grafica foi a pintura que, tendo a princípio um sentido puramente m/gico

e

religioso, foi adquirindo, aos poucos, valoros objetivos e racionais.Pag,
sando pela escrita ideográfica, caracteres cunexformes, hieróglifos, es%
*
^
^
^
crita chinesa, chegamos a escrita fonetica ou silabica.
Observando a evolução da linguagem gráfica, notamos um processo

de

simplificação, partindo da escrita de idéias ou Ideenschrift, como dizem
os alemaes, para a escrita de palavras ou Wortschrift, e desta para a eg.
crita silabica.Este fsistema veio simplificar grandemente a técnica

da

linguat .j escrita e apresenta, ao mesmo tempo, ma maior complexidade de
idéias ou conceitos« Representando frases, a escrita nunca se detem,

é

um eterno tomar-se. porque o número delas é infinito. Representando pa•y
f
^
lavras ou sílabas, os sinais adquirem valoros constantes que se combinam
A
A
para formar palavras ou grupos de palavras e frases. Este mesmo fenomeno
de simplificação, partindo do complexo para o simples, vamos observar na
técnica documentária por assvinto, que veremos a seguir.
Depois de termos considerado a lingtiagem como veículo de comunicação
e transmissao de conhecimentos e, portanto, de informaçao, podemos, enM
A
A
tao, compreender a importancia dos estudos de semantica e de sintaxe
a
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^
que se vem dedicando os pesquisadores das técnicas documentárias, principalmente

no setor do automatização.

Vários estudos lingüísticos estão sendo feitos no sentido de se conse
A
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&gt;
guir uma estabilidade semojitica, semelhsjite aquela ja alcançada no campo
da terminologia química. Os nomes dos elementos químicos, como por oxomA
^
ploj ouro, ferro, urânio, otc., o seus equivalentes no latim o nas línguas vivas, existem há mais do 300 anos com o mesmo significado* O mesmo
se diga da c:{Ç)rossao análise ouímlca
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�Igual importância é dada aos problemas de sintaxe. Merece vima referencia especial, a literatura científica japonesa, publicada numa linguagem

de sin

taxe muito reduzida, a fim de facilitar os processos de tradugao e preparaçao au
tomática de resumos.
líão vamos, porém, tratar aqui de tradução automatica, nem dos processos
de preparação de resvtmos por meio de maquinas e, sim, da analise de docunienoos ,
cujos elementos, depois de armazenados mecanica ou automaticamente, fornegsjn informações precisas e rapidas»

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Sem desprezar os clássicos métodos de ordenaçao bibliográficas,
primeiro nas bibliotecas e, atualmente, também nos serviços de

iisados

documenta-

çao - refiro-me as classificações - queremos propor um maior estudo ao método que Calvin Mooers chamou em 194-8 de "descriptor" e, posteriormente

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Mortimer Taube denominou de "Uniterm".
Existe hoje uma tendencia para confundir estes dois termos, Podemos acrescentar que o "Uniterm" é uma forma mais crua do "descriptor"
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acordo cora o pensamento de Mooers, o primeiro pode ser formado pelas máquinas e o segundo naoj ambos sao, contudo, susceptíveis de vim araiazena —
mento automatico. 3ao tipos de descrição do docmentos,

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"doscriptor", chamado do Indexaçao por Coordenação oü "Coordinate Inda*4 li
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para usar a terminoligé. americana que, no caso, ef mais autentica*
íartindo de idéias e conceitos complexos, a tendência do

"Coordinate

Indexing" é desmembrar estas idéias e conceitos em UIIIDADES DE FENSAÍ4E1ÍT0
ou MOLácULilS CONCEITUAIS, indivisíveis e cheias de sentido, que se combinarão e se correlacionarão no momento om que se deseja obter a informação
(Rotrioval), Ao contrario das classificações, este sistema o um sistema
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flexível, plxiridimensional, nao obedece a nenhuma hir^rarquia, Do particular chegam indutivamente ao geral - do já conhecido para aquilo que se de
seja conhecer» Foi criado especialmente para fins de armazenamento automá
tico pela Armed Services Technical Information Agency (jISTIA) e pode, tam
bem, ser usado manualmente com as chamadas "Uniterm cards" (Fig,2) ou com
as fichas perfuradas de superposição Batten (Peek-a-boo).
Abrindo novas perspectivas no campo da automática, estas MOLÉCULAS CON
CEITUAIS devem apresentar uma estrutura que satisfaça aos seguintes reqií^
sitosí
cada molécula conceituai devo ser constituída de manei
ra que represente uir^ TiLjtijna„vin3.dad.e, não subdivisível;
b) cada uma das moléculas deve ser independente o

movei

om rolaçao a qualquer outra, podendo se • , vincular

a

qualquer \jma dölas;
c) os novos conhecimentos que vão surgindo, não devem to£
nar nonoRsária uma revisão da estrutura ordenadora vigente,
A
Um sistema deste tipo deve formar-se de compcnontos muito pequenos

e

indivisíveis, conexojido-se uns com os outros do forma arbitrária, sem per
dor, contudo, o seu valor como unidade de r)onsamcnto. Assim como os

ele

mentes químicos não são alterados pela descoberta de outros elementos, da
mesma maneira um sistema baseado neste

principio deve conservar a sixa es

trutura fundamental.
Este tipo de analise ou descrição de documentos, vem evoluindo a
tir dos "Subject Headings". Sao conhecidas

as listas do cabeçalho de as-

sunto da SLA, LC, AIA, AEC, ASTIA, etc,, que foram -usadas com sucesso

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e.

l'i

�alj^Tjmas delas&gt; ainda o sao atualmente. Uma lista do Criboçalho do assunto
o a ordcnaçao alfabética do palavras "standards" ou combinaçoos do palavras» Estas listas geralmente muitó longas tendem a crescer

cada

voz

mais, a fira de se acomodarom ao desenvolvimento da ciência.Complexas por
natureza, nao podom ser adaptadas as maquinas.
Foi por este motivo que a ASTIA, depois de ter trabalhado com sucesso
segundo o método de "Subject Her.dings", r..solvcu remodelar a sua organi—
zaçao, adotando o sistema do "Coordinate Indoxing".
Quais

as principais vantagens deste método?

a. Reduzir de 50% ate 90^ o nujnoro de entradas em relaçao com

os

antigos sistemas.
O "Subject Headings" da ASTIA continha 70.000 entradas, ficando reduzido no Thesaurus a 7.000
b. Permitir com poucos termos um gr''.nde numero do combinaçoos.
Uma idéia com duas palavras entraria no "Subjoct Hoading" 2 v^
zes,
com 3 palavras, 6 vezes
"

4

"

24-

"

5

"

120

"
etc.

Qual o "Subjoct Headings" quo daria todas estas combinaçoos?
c. Eliminar subdivisões.
d. Resolver o problema das referencias cruzadas.
e. Fornecer como restiltado, produtos logicos de somn e diferença
e nao produtos gramaticais pu psocológicos, (Fig. l)

Fig. 1
Uma Unidade conceituai pode ser:
1. um substantivo simplesj
2. um substantivo composto;
3. um substantivo e um adjetivo;
4» um substantivo e um gerundioj
5. um substejitivo e um particípio;
6. nomes próprios;
7. letras j
r)O. números
'
'
arabicos.

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lí

�Outras regras e normas para a elaboraçao de método do "Coordinate Index
ing", somente a pratica pode determinar.. O conhecimento do assvinto de

que

se raz a analise e, contudo, indispensável,
" "'^'HESAURUS"
Uma vez extraidos os "Uniterms" ou "Descriptors", resta a regularizaçao
destes termos, eliminando os sinonimos, para a elaboraçao de um Léxico

ou

Thesaijrus. Esta palavra, usada desde o ano de 1852 por Peter Mark Roget,vem
do grego e significa "repositorio de tesouros", A primeira vez que a

pala-

vra Thesaurus foi usada em documentagao, parece ter sido em 14 de março
A
1957 na Conferencia de Classificagao em Dorking, por Helen Brownson;

de

"... t.ie Problems of information retrieval as some investigators see
it at least, is to transform concepts anO their relationship,
expressed in the lan:j,u8.ge of documents, into a

sorneirhf.t

as
more

regularized Isjiguage, uith sjmon^nns controled and syntactic stiructures simplified." (lO)
Apesar de ser um sistema relativamente novo o "Coordinate Indexing"

é

contudo ja bastante divuJgado e empregado, Na AlemsJiha este sistema é adota
do no Gmelin Institut, i^ankfurtAi.»

e nos Estados Unidos, entre outras,pe

Ias seguintes instituições: Library of Congress (Technical Information Divi
sion), Document Service Center in Dayton, The Armed Services Technical

In-

formation Agency, The Atomic Energy Comission, The ilaval Ordnance Test Station, The National Security Agency, e mais recentemente, em bibliotecas industriais e técnicas.
O "COODINATE INDEXING" NA DIVISÃO DE DCXDU^lEIITAgÃO DA SUDEl®:
O Setor de Analise de Docmentos (SAD) da Divisão de Documentação

da

SUDENE, publica duas bibliografias sobre o Nordesto;
a. Bibliografia de assuntos Socio-Economicos
b. Bibliografia de Recursos Naturais
A analise desta literatura esta sendo feita pela CDU, pois até

pouco

tempo nao se pensava na possibilidade de uma automatizaçao, Além da classificaçao e da catalogaçao, estas bibliogra.fias trazem também, em linguagem telegTafica, um resumo da. obra que se osta bibliografando a fim de se ter uma noção mais completa do assunto tratado pela. mesma» (Fig.3) Com o aumento do material bibliogr8.fico, pensou-se na mecanizaçao, nao somente da

biblidgrefia

do Nordeste, mas de todo o acervo da biblioteca,
O trabalho de preparaçao dessa literatura toma-se-á, assim, muito maior.
Alem dos resumos ja feitos regularmente, ter-se-a de e.dotar outro método

de

analise que se ada-ote as maquinas, Foi escolhido, então, o "Coordinate Indexing", cuja teoria c emprego e ^ema deste estudo.
De cada documento serão selecionados os "descriptores", em média seis ,
do titulo ou do resumo, (Fig.4) Na extraçao destes "descriptores" não se leva
em conta a formaçao do grupos ou o uso de "interfixes" ou "modiJ.adores", emA
bora, sem estes requisitos, que iriam resolver muitos problemas de _ f^nliexe,

5

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'
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�- 6 não sc 'oos-a alcaiiçs.r mi olovado grau de perfeição no fomecmento das infor
Tiaooes. Perfeição essaj possível com computadores eletronicos e nao com maquinas do Tipo Convencional, cora as quais trabalharemos.
A SUDEíJE está adquirindo as seguintes maquinas IBM;
26 (Perfuradora)
56 (Conferidora)
82 (Classificadora)
Estas maquinas sao destinadas aos trabalhos de estatisoica da

_;.!."5j.£ao

Central de Estatística e, ao mesmo tempo, serão usadas para os serviços de
docmentaçao,
O trabalho de preparaçao do materialj isto e, a determinação dos ''des —
criptores"j vem sendo realizado com o máximo rigor, a fim de que a seleção
destes termos nao de uir.a inform8.gao errada,
Estamos considerando em cada documento;
1, ou un topico prinf'.ipRl e seus vários elenontos cf; coordenaçao^
2, ou vários topicos cora elementos de coordenaçao eosuas a todos eles 3
3, ou vários topicos com elementos diferentes de coordenaçao, sera pe
rigo de falsa combinaçao por falte, de lógica entre os mesmos.
Exemplificando;
Docu^'^ctito nS 1
Barcos a motor/ potência/ velocidade/ comprimento/ peso
rfv
A
Potência, velocidade, comprimento, peso, rcferem-so todos a eles a
niotPJ'.»
2. Documentos nS 2
BiolnpHp/ T,,--'Biologia e Praia do Pina reío-..

Lagosta P.laevicauda/ Pi-ais. do Pina
,

" T^ariOsta„X-ar^i^

^

liäß2är

ta P.laevicauda.
3. Documento n^ 3
Nacionalizaçao/ barcos/ SüDEPE/ Exposição de motivos
Nacionalizaçao refere-se somente r. ba^rco^, nao poderia se

co.aD.!.iiar

con

STJEEPE porque esta já é tuna entidf do nacional, por outro lado e&gt;q30si

do

motivos nao poderia se referir a tarços, porque nao haveria lógica nesoa com
binaçao.
Depois de termos a.nalizo.do "ira ^"rando numero de documentos, pensaremos xb.
elaboração do um Thesaujrus pare controle da linguagem

o eliminaçao de

si-

nonimos» Esto trabalho exigi?a naturalmenti muito estudo em face da natureza da biblioteca, da SUDENE qiie , apesejr de óer especializada - Desenvolvimeji
to Econômico - eiifeixa por S'i. natureza um x grande variedade de assuntos.

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�Fig. 2

cm

1

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�- 8 -

CDU

Fig. 3

ií.D.
ODU 639.2(813.4)

1.Pesca marítima
2. Pernambuco
3.Produção
4»Pescado ^ .
5.Embarcações a
motor
6.Botes
7.Canoas
Ö.Jangadas
9.Pesca artesanal

cm

1

iíoura, Soloncy de»
Sobre o peso das Is-gostas
captiiradas em Pernambuco. Boi. Est. Pesca,
SUDENE, Recife .
2(7) : 19-21
1962.
Produção mensal õ.o Ic-gostas do seis s.rnadoiwj da praia do Pina (Rocifo-PE), Porcontagon
res
do total mensal de lagosta.s exportadas para ca
da tipo da^classificaçao comercial da cus-da.
Distribuição percentiaa'1 das la.gostas dogorabarcadas na praia do Pina segmdo sexo e peso.

Cavalcanti, Clovis.
A pesca marítima em Pernambuco. (nota) Boi. Est. Pesca. SUDEÍIE, Recife .
2 (11) í 16-18
1962.
Quantidad^ (era toneladas) da produção do pesca
do nos municípios do litoral de Pernambuco
de
1956/60, Municípios do Sul e do Norte. Quantidade
da produção do ^pescado de Pemejnbuco, sogundç as
principaos especies. Peixes, Crustáceos. Colonias
de pesca, numcrog de pescadores e embarcações por
colonia e por município de Pernambuco em 1962.
barcaçoes a motor, botes e canoas,jangadas. Pesca
artesanal.

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Fig. 4

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20

�BIBLIOGRAFIA

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sonontenos. Tho tochnical ThosauruöJ. Am. Doe. 8 (3) : 211-220 1957,
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'

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begriffe. Nachr. Do!-;;. 5 (1) : 6-11 1954-.
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3 : 213-218

J. Docment.
^ um t .

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>IV Congresso Brasileiro de Bblioteconomia e Documentação</text>
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                <text>Das moléculas conceituais à informação</text>
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                <text>Gondim, Sylvia Pedrosa </text>
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749
CE

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�cm

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DB BIBLIOTSGONOMlÄ E DOGUMENTávgÃO

y
Regulamentação da profissão de bibliotecário
Projeto Í177O/58

U'.
1^.

I
Fortaleza
1963

IP

�REGULAMENTAgÃO DA PROFISSÃO DE BIBLIOTECÁRIO
112—12 i2I2^li
A
Deputado Roge Ferreira

HISTÓRICO E ROTEIRO
No dia 3/12/1958, uma Comissão de Bibliotecários Municipais, de são Paulo, composta das Senhoras Afra de Lima,
Marina
da
Rocha Miranda e Laura Garcia Moreno Russo, levou aoRio de Janeiro,
N
&gt;.
'a
a Camara Federal, o projeto que,apresentado pelo Dr» Roge
Ferreira
em plenário, no dia seguinte, recebèu o n^ 4770«
2,
O texto original foi elaborado na Biblioteca
Municipal,
por Noemi do Vai Penteado em colaboração com a Senhora Maria Nazareth
de Castro Penna,
3»
Era o fim de uma Legislatura e por não ter entrado
em
discussão, até 31 de dezembro daquele ano, foi arquivado■f
4»
O Dr, Roge Ferreira, não foi reeleito deputado
federal,
mas como amigo da classe, ele que já havia conseguido do Miniütro do
Trabalho a Portaria que incluiu o Bibliotecário no 19- Grupo dos Pro
fissionais Liberais, continuou a interessar-se pelo assunto,
conseguindo que um deputado pudesse desarquivar o Projeto 4770/58,
5»
A pedido do Deputado Aurélio Vianna, voltou a
novamente o projeto, em fins de 1959»

transitar,

6,
Em princípios do 1950 o projeto foi distribuído à •Comissão de Justiça, sendo o seu Relator o Deputado Raimundo Brito,
7»
A 12 de março de I96O, a Secretária da FEBAB foi ao Rio,
para entrevistar-se com o Deputado Raimundo Brito, obtendo dele
a
promessa de que iria relatar o projeto com a devida urgência,
8,
tucional,

Já em abril, o projeto era relatado e considerado consti-

9#
Com a mudança da cânara Federal para Brasília nova
lisação sofreu o processo.

para-

r '

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I Sc a n

.O"

14

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17

lí

19

20

�10o
A FEBAB, em reiterados ofícios^ cartas e telegramas, solicitou o andamento do projeto à Gamara e ao Senado«
OFÍCIOS
11/60
J.I-A/60
ii-B/eo
ll-C/60
II-D/50
11~E/60
ii-p/eo
II-G/60
11-.H/60
ll»l/60
ii-j/eo
12/60
22/60
53/60
78/60
80/60
90/6 O
91/6 O
92/60
3/61
5/6I
89/61
90/6I
IIO/6I
II1/6I
II2/6I
43/62
6 4/62
90/62
42/62
41/62

Deputado Alfredo Nasser
Deputado Bias Fortes
Deputado Antonio Felicá.ano
Deputado Expedito Machado
Deputado Nelson Carneiro
Deputado Djalma Marinho
Deputado João Mendes
Deputado Carlos Goiaes
Deputado Arruda Gamara
Deputado Goroa,cy do Oliveira
Deputado G-iordano Alvo s
Deputado Rnimundo Brito
Deputado Raimundo Brito
Deputado Raimundo Brito
Doputado Coro-acy de Oliveira
Deputado Almino Alvares Afonso
Deputado Raimundo Erito
Deputado Almino Alvares Afonso
Deputado Coroacy de Oliveira
Deputado Raimundo Brito
Deputado Almino Alvares Afonso
Deputado Almino Alvares Afonso
Deputado Aurélio Vj.anna
DaputGfli'» Aaríío Stein"oruck
Deputado Coelho de Sou^a
Deputado Rajjnundo Brito
Deputado Aurélio Vianna
Deputado Almino Alvares Afonso
Deputado Raimundo Brito
Senador Auro Soares de Maura Andrade
Secretário - Dr, Po.ulo V/o.tzi

CARTAS
26/62

- Doputado Aurélio Vianna

TELEGRAMAS
I2/11/6I12/11/6120/3/62 10/4/52 ™
21/5/62 -=
21/5/62 "

Senador Auro Soares de Moura Andrade
Senador Jarbas Maranhao
Deputado Au.relic Vianna
Deputado Aurélio Vianna
Deputado Ranieri Maszilli
Secretário "• Dr^ Paulo V/atzi

11.
A ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS E ASSOCIAÇÃO DOS
BIBLIOTECÁRIOS MUNICIPAIS DE SÃO PAULO, enviaram telegramas e ofícios
para os Deputados Raimundo Brito, Aurélio Vianna,
Senador
Padre
Calazans, Senador Auro Soares de Moura-Andrade e Lino de Mattos o que
contribuiu para o andamento do projeto.

é^ÊÈá
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Syst em

�12,
Todas as Associaçoes se interessaram pelo projeto,procuran
do os deputados federais de seus respectivos Estados«
Isto
^contri"buiu, grandemente, para tornar conhecido o processo, quando ele foi
apresentado em plenário«
13,
Uma Comissão de Professores de Biblioteconomiaj reunida no
Rio de Janeiro em 1959, compareceu à Gamara Federal para saber do andamento do Projeto,
Constituíram essa Comissão o Dr« Abner
Lellis
Corrêa Vicentini^ Noemia Lentino, Regina Porto Macedo, Belita de hatos
Carvalho^ Padre Astério Campos, ílancy W, Corroa e outros.
VIAG-BNS
3/12/58

~ Comissão para lovar o Projeto ao Rio,.

I2/3/6O

- Viagem da Secretária da FEBAB ao R2.0,
para avistar—se com o Deputado Raxmundo
Brito »

21/0/61

- Viagem da Presidente da PEBAB à Brasílii,
loara avistar-^se com o Deputado Aurélio
Vianna e Secretario do GamarajDr» Paulo
Watzi«
Cartas de apresentação do Dr,
Fíoge Ferreira,

7/12/6I

- Viagem da Presidente da FEBAB àBrasilia,
para avistar-s&amp; com o Senador
Soares de Moura Andrade e Jarbas M.ararliaa

27/2/62

~ Viagem da Presidente da FEBAB à Brasília,
para -Dodir o aprescamonto da volta
do
projeto a Cariara«

RELATÓRIOS DAS COMISSÕES DA ÇAMARA | DO SE|ADO

1) Comissão de Constituição e Justiça FEBAB Boletim,
v,3? 5/6/1561, po 63&gt;"66,,
2) Comissão de Legislação Social FEBAB
V(,35 5/6/1961 P» 67-58

Boletim,

3) Comissão dfi Educação e Cultura
v.,3j 5/6/l?61, p. 69-76

Boletim,

FEBAB

a) Relatório do Senado FEBAB Boletim
P« 55-62,

ULTIMAS

v»4j 5/6/196I5

KOTÍCI..S
O processo 477C'/58 íc-i relatado sábado, dia 26 de maio? pelo

Dcxjutado Lustos,a Sobrinlio, da Comissão de Legislaçao oocial.
Por contar coni o apoio integral da Comissão de Eductiçao e Cultura entrará eia plenário,. provavelmente, na primeira semana de junlio.

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�-4-

?.Ò:M 22^§l£yiR A SANÇÃO

14.
Em 18 do junho foi aprovado em redação flnnl o projeto
temira dos Deputados, seguindo para sanção no dia 20.

nn,

15.
O Departamento Administrativo do Serviço Público(DASP) acou
panhou o projeto om redação final o,através de seus acessores,estudou
a fórmula que foi apresentada a Acessória Técnica da Presidencia
da
República e que pedia veto ao projeto.
15.
Vendo perigar o completo êxito que todos esperavam na sanção desse projeto, esta Presidencia resolveu ir para Brasília e lá de
fender os nossos direitos.
A campanha foi difícil da vencer^e muito deve a classe aos
deputados Aurélio Vianna e Almino Afonso,
Esto último chegou mesmo a
acompanhar-nos ao Palácio e exigir a sanção sem veto do projeto
que
tão bem conhecia e que soube defender na horo, precisa.
Oxalá a cias
se pudesse sempre contar com homens públicos, esclarecidos e amigos,
como o foram os deputados autor e defensores desse diploma que põe o
bibliotecário brasileiro em seu devido lugar no conceito de todos^
TELEGRAMAS
18~6-"62
20-5-62
22-5-62
19-6-52
19^5^62

-

19_6.-62
19-5-52
19-'5-62
1^~6~^62
19-6„62
1q~.6~62
15-6-52

-

19-6-52 19-5-62 19-6-52 -

Presidente Gculai't
Presidente Goulart
Presidente Goulart
Flavia Prado (paraná)
Solicitando telegrafar
Zenaira Marquez
(Jíio Grande do Sul)
"
"
Belita Carva].ho (Bahia)
"
"
Annaiz Vial (Minas Gerais)
"
"
Norath Ribeiro (Bahia)
"
"
Miriam Martins (Pernambuco)
"
"
Germana Moreira (Paraná)
"
"
Dorothea Barbosa (Paraná)
"
"
Adriana Acauan
(Río Grande dck Sul)
"
"
Etelvina Lima (Minas Gorais)
"
"
Lydia Q. Sambaquj'' (Guanabara)
"
"
Caetano Dias (Guanabara)
"
"

TELEFONEMAS PARA BRASÍLIA
5'-2".52
12-2-62
26-4-52
4—5"'62
21-5-62
25-5-52
1-5-52
20-6-52
22-6-62

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17•
No dia 27 de junho chegou à Brasília um memorial organiza
do pela Associação Brasileira do Bibliotecários, assinado por inúme
ros bibliotecários cariocas, solicitando a sanção do projeto e quom
impossibilidade de ser entregue ao Senhor Presidente da República,
dado aos dias conturbados de nossa politica, foi levado ao Professor
Hermes Lima, Chefe da Casa Civil da Prosidencia.
A Presidente da FEBAB viajou para Brasília pela VASP, dia
24, permanecendo naquela cidade até 1-7-62.
TELEGRAMAS DE AGRADECIMENTOS PARA
Deputado Almino Afonso
Deputado Aurélio Vianna
Secretário da Mesa da câmara
Dr. Paulo V/atzi

4-7-62
4-7*"62
12-7-62

18.
Devemos salientar as atividades dos^^nvolvidas pela Col^íga
Adelia Leite Coelho, bibliotecária do Senado Federal o membro da Comissão Brasileira de Dofosa Profissional da FEBAB, que se empenhou,
sem medir sacrifícios, no trabalho de conseguir a tramitação rápida
do projeto na Gamara e no Senado Federais,
19»
Devera os bibliotecários, ao Colega Edson Nery da Fonseca,
a orientação do Relatório apresentado pelo Deputado Aurélio
Vianna,
que decidiu o projeto na Camara, publicado no Diário Oficial da. União
em lg-5-61, página 3303/3306,

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��IV CONGRESSO BRhSILEIRO DE BIBLIOTSGONOHIÀ S DOCUTÍSNTAÇÃO

Currículo mínimo do Curso de Biblioteconomia
Conselho Federal da Educação
Parecer n® 326

t&gt;;iL\ofel.3 (m ij

qt et
y,

Fortaleza
1963

Digitalizado
gentilmente por:

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I

-55CURRÍCULO MÍNIMO ^ CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO
PARECER N9 326

Os cursos de formaçao de bibliotecários no Brasil tiveram
a sua experiencia pioneira na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
a partir de 1915»
Esse primeiro curso de biblioteconomia tinha como
enfase a preparação de ordem intelectual, mais informativa que técni
ca, com o propósito de atender ao espírito enciclopédico da principal instituição bibliográfica do país.
Por volta de 1943, o Departamento Administrativo do Serviço Público, dentro de um plano geral de aperfeiçoamento dos servidores civis, criou, através de sua Divisão de Aperfeiçoamento,um Curso
de Biblioteconomia, de caráter intensivo e meramente técnico.
Sm 1944, sob o influxo dessa experiência, o antigo Curso
de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional foi reestruturado,numa ten
tativa de conciliação das duas tendências - a preparação instrumen~
tal e a preparação intelectual.
Dois cursos foran então instituídos, ambos com a ■ duração
de um ano: o Curso Fundamental de Biblioteconomia e o Curso Superior
At
yV
de Biblioteconomia, este completando aouele»
Nessa nova experiência- os estudos técnicos
oobrelevaram
A
^
os estudo'! de ordem intelectual.
Dai decorreu um novo ensaio, em vi
gor desde o início do corrente ano, através da restruturação dos Cur
SOS da Biblioteca Nacional, com a dupla finalidade de ampliar a sua
duração e a sua área de estudos, alargando sobretudo o seu campo de
cultura geral,
Essa tendência já se fazia sentir em outros cursos de biblioteconomia do país, notadamente os de São Paulo, Pernambuco e Paraná, em parto inspirados na experiencia da Biblioteca Nacionalo
A
^
A
Dentro desse espirito, e tomando como sugestão a experiencia dos vários cursos atualmente em funcionamento, propomos o seguin
te elenco de matérias a título de currículo mínimo para os cursos diâ
biblioteconomia:
História do Livro e das Bibliotecas
História da Literatura
História da Arte
Introdução aos estudoa históricos e sociais
Evolução do pensamento filosófico e cj.ontífico

F,E,B»Ao B*
Fed, bras. Asa. Bibl,

2

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'I Digitalizado
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I

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S.Paulo

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nov./dez„ 1962

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�-56-

Organização e administração de Bibliotecas
Catalogação e classificação
Bibliografia e referência
Documentação
Paleografia
^
M
A
O curso tera a duraçao de tres anos
(a) Josué Montello, relator.

Celso Cunha

RES_OLU£ÄO
Fixa o currículo mínimo e determi
na a duração do curso do
Biblioteconomia,
O Conselho Federal de Bducação, tendo em vista o disposto
nos arts. 9® (alínea e) e 70 da Lei de Diretrizes e Bases e aprecian
do o Parecer ns 326/62,
RESOLVE:
Art. 12 - O currículo mínimo do curso de Biblioteconomia compreenderá as seguintes ma
térias:

■

História do Livro e das Bibliotecas
História da Literatura
História da Arto
Introdução aos estudos históricos o sociais
Evolução do pensamento filosófico e científico
Organização e administração de bibliotecas
Catalogação e classificação
Bibliografia e referência
DociimentaçSc
Fa].eografia
^
^
K
Art. 2^- - A duraçao do curso sera de tres anos
letivos.
Art. 3® - 2 obrigatória a observância dos aft»
12 G 2Ö a partir do ano letivo de 1963
(a) Deolindo Couto, Presidente

■ F.S.B.A.B.
Fed. bras. Ass. Bibl,

cm

1

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3

5

6

6

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I Digitalizado
-gentilmente por:

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S.Paulo

nov./dez. 1962

MScan
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�-57-

E3CÚLAG M BIBLIOTECONOMIA TO BRASIL
OFICIAIS E OFICIALIZADAS
1 - Curso de Biblioteconomia dà Biblioteca Nacional.
2 - Escola de Biblioteconomia do São Paulo.
3 - Escola de Biblioteconomia e Documentação, da Univer~
sidade da Bahia,
4 - Faculdade do Biblioteconomia de Campinas, São Paulo.
'j - Escola de Biblioteconomia e Documentação, da Universidade do Rio Grande do Sul.
5 - Curso de Biblioteconomia e Documentação,
sidade do Recife.

da Univer-

7 - Escola de Biblioteconomia e Documentação, da Universidade de Minas Gerais,
8 - Curso de Biblioteconomia e Documentação,
sidade do Paraná.

da Univer-

9 - Escola de Biblioteconomia e Documentação, do glnstituto Santa ürsula. .
10 - Escola de Biblioteconomia e Documentação,
Cariop, são Paulo^

de

São

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F.E.B.A.B.
Fed, bras. Aas, Bibl.

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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

���IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCmáSNTáÇÃO

Formação integral do Bibliotecárlo-Docurnentalista brasileiro
por
Neusa Dias de Macedo

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECOUOMIA B DOCUIEOTAÇÃO
UNIVERSIDA.DE DO CEARA
7 a 14 do julho de 1963

CDU 378.9:02+002

TBIÍA IV - EOTCA2AO_DO_BIBLigTEC.tólO-DOCmj^AMSTA

Ponnagao

integral

do

Bibliotocário-Documcnt alista
(xx)

NouBa Dias do Macodo

c. 'f q

O

(x) Cotaunioaçac Oficial da Associaçao Paulista do Bibliotocários.
(xx) Bibliotecária do Instituto do Estudos Portugueses da Faculdado
do Filosofia, Ciôncias o Letras da Univorsidado do Sao Paulo.

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�FORMAÇÃO imEGRAL DO EIELIOTSCÁRIO-DOCTOIEIJTALISTA BRASILEIRO

Refloxocs inteligentes e amadureccdas se fizeram no último "Congresso de Biblioteconomia e Documentação", era Curitiba, era 1961, e em outros
conclaves, a respeito do ensino de Biblioteconomia e Documentação e sobre a_s
pectos diversos da formaçao profissional do bibliotecário. Lutava-se, na oca_
siao, para se conseguir a regularaentaçao da profissão, chamava-se atcnçao p^
ra o problema da formaçao em separado de bibliotecários o documentalistas o
sugeria-se a reestruturação dos currículos (com a inclusão de disciplinas da
Documcntaçao), em nivel universitário.
Dois anos sao passados? os assuntos de maior relevância encaminha^
ram-se para um fim satistatório e outros ainda precisam ser discutidos o resolvidos.'
Como fonte informativa temos as nossas Associaçoes de classe, que
como a FEBAB^^Coordenadora do movimento geral, apontam-nos o andamento dos tr^
balhos em decurso e o que se tem realizado cm nosso campo profissional,
Duas questões importantes se efetivaram nesses dois anos e devem
ser assinaladas para que possamos penetrar em nosso tema?
a) A fagulamentaçao da profissão de Bibliot ecário~Bocumenta1i st a,
pela Lei 4084 sancionada em 30/6/1962 pelo Presidente da Ropública| J
A aprovaçao do currículo mínimo para as Escolas de Bibliotecor.omia e Documentação do País^ pelo Conselho Federal de Educaçao, em 20/ll/
/1962Í™')

,
Já nao é preciso preocupar-nos com o problema da regularaentaçao da

profissão e de seu exercício no País, pois aí temos a Lei 4084 a espera some_n
te da regularaentaçao, mas grande responsabilidade caber-nos-á, daqui por dia_n
te, na apresentaçao de trabalhos profissionais eficientes o demostrativos de
uma elite técnica diplomada por uma Escola Superior de Biblioteconomia o Documentação.
A direção do ensino das Escolas do Biblioteconomia e Documentação,
pois, deverá convergir para uma formaçao sólida do futuro profissional a fim
de que êle possa desempenhar, condignamente, as funções que lhe competem, por
lei, exercer,
Para isso, o currículo de nossas escolas deverá ser seguro, com
direções definidas o distribuição racional de matérias. Êsso o um dos pontos
que devemos focar em primeiro lugar no presente trabalho, tendo-se em vista
que de um currículo bem estruturado e definido dependerá, era grande parte, a
formaçao satisfatória do futuro bibliotecário-docuraentalista, Do outro lado,
este assunto será abordado para propiciar discussão ao currículo aprovado pelo Conselho Federal do Educaçao,

(x) Veja-se o Informe Nacional sobre a Preparaçao Bibliotecária no Brasil, or
ganizado pela Presidente da
v, Laura G. M. Russo, por solicitaçao da
Rockfeller Foundation, Obra em 2v., referindo-se ao período do 1915 s I962.
(xx) Diário Oficial da União, R.J., 2 jul 1962, n2123cl.
(xxx) Rio do Janeiro, Min, Ed. Cult.-Currículos dos Cursos Superiores. 1963.
Publ, 2, parecer 326, p,84.

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�o currículo.
Nao sondo peritas no campo da Educaçao, apresontareraos^ apenas,
idcias gerais sobre o assunto, deixando sua discussão, ora profundidade, aos
especialistas aqui presentes,
Para se discutir e prbpor currículos, na verdadej há que se atentar para os princípios orientadores e conhecimento diretivo dos objetivos da
Educaçao fornecidos pela Filosofia dessa ciência, bom como ha que se estudar
a realidade social a que se prenderão os objetivos do currículo. So a final_i
dade da moderna Educaçao é educar o jovem para viver numa sociedade ativa,
atendendo, concomitantemento, as necessidades de um e de outra, essa mesma so_
cicdadG deve ser levada em conta quando da elaboraçao do um currículo.
Na época atual, o nosso país sofro grandes transformações sociais
e cresce assustadoramente, reclamando reformas de toda a sorte. Sc a vida mu
da, o currículo deve, conseqüentemente, mudar. Precisa este sdaptar-se aos no_
vos interesses do aluno em face da sua realidade social. Assim, acompanhando
as necessidades do estudante, permitir-lhe-á uma integraçao real no seu meio
o atenderá as premencias desse meio.
Daí, a conveniência de se reverem de tempos em tempos os currículos e os programas de ensino, de atualizá-los e, se possível, torná-los flexíveis, atendendo-se a fundamentaçao necessária, quando da sua revisão.
O currículo deve ser um conjunto de matérias ligadas entre si pelo objetivo comum da Escolas ums sério de experiências orientadas e relacionadas, de forma que uma reverta cm benefício e enriquecimento de outra.
O conteúdo do currículo, enfim, deve nao só ter em conta a divisão
de tempo, distribuição de matérias, seleção de conteúdo, como também princípios diretores, objetivos das séries, plano de conteúdo, métodos e processos
de ensino, atividades do aluno, premenciaS suas e do meio ao qual irá ser util,
Como dissemos, no início do trabalho, foi aprovado o Currículo m^
nimo para as nossas escolas do Biblioteconomia o Documentação. Estará êlo sa_
tisfazendo as necessidades gerais do nosso ensino? Na verdade, o currículo
aprovado difere em pormenores importantes ao proposto pela "Comissão de Esp_e
cialistas cm Biblioteconomia"j^^specialmente convocada, pela Diretoria Superior do Ensino, para estudar o assunto, resultando no descontentamento dêsses
poritoB e obrigando a FEEAB a se pronunciar perante o Conselho Federal do Edu
cação.
Como

achamos de máximo interêsse a reconsideração do currículo a-

provado, apontaremos o parecer da FEEAB, após a transcriçao dos currículos,
para a devida confrontação, o discussão do Plenário:
(x) Edson Nery da Fonseca,Abncr L.C. Vicentini, Nancy Westfallenj Corrêa, Co£
délia R. de Oliveira Cavalcanti, Etelvina Lima, Sully Brodbeck e Gilda G. de
Araújo,

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�Currículo aprovado pelo Conselho Fcdoral de Sducaçao
1. História do Livro c das Bibliotocas.
2. História da Literatura.
3. História da Arte.
4. Introdução aos Estudos Históricos o Sociais,
5. Evolução do Pensamento Filosófico e Científico.
6. Organizaçao e Administração do Bibliotecas,
7. Catslogaçao e Classificação.
8. Bibliografia e Referência.
9. Documentação,
Currículo proposto pela "Comissão de Especialistas em Biblioteconomia"
1, Bibliografia.
2, Catalogaçao,
3, Classificaçao,
4» Documentação,
5. História da Arte,
6, História da Ciência o da Tecnologia,
'7. História da Literatura.
8, História do Livro e das Bibliotecas.
9, Introdução a Filosofia.
10, Introdução as Ciências Sociais,
11, Organizaçao o Administração das Bibliotecas e Serviços de
Documentação,
12, Referência,
Se a Orientaçao moderna do Ministério da Educaçao e Cultura e sim
plificar os currículos das escolas secundárias o superiores para atender a
uma formaçao básica mais específica para cada campo, no caso, entretanto, do
Bibliotecário, que precisa ter uma formaçao técnica em profundidade, o currículo aprovado tem excesso de matérias culturais e falta de matérias técnicas,
A FEBAB no memorial, dirigido ao Presidente do Conselho Federal de
Educação, em I2/2/1963, assinala, entro outros pontos, os seguintes:
a) O currículo aprovado pareço visar somente aos interesses da B^
blioteca Nacional 5
b) "A cadeira do "Paleografia" nao é matéria básica para o ensino
de Biblioteconomia o Documentação, podendo ser ministrada na cadeira do "Hi^
tória do Livro e das Bibliotecas", sondo "impraticável, atualmente conseguir-se professor de "Paleografia" para as Escolas do Interior do Brasil";
c) Se o "Curso da Biblioteca Uacional necessita do matérias específicas para a formaçao de bibliotecários, é justo que tenha êle em seu currí
culo as disciplinas necessárias, tais como a "Paleografia", "Diplomática",
"Restauraçao", "Libraria" etc,, pois nao só aquela casa, mas também o Arquivo
nacional, que nocossita do técnicos com capacidade de levar o efeito da leitu

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�- 4 -

ra, intorprotaçao, classificação, catalogaçao o rccuporaçao de milharos do l_i
vros e manuscritos quo so pordora o talvez so intcgreiii a Bibliografia ITacional".
d) "Falta no currículo a imporvantíssima cadeira do "Seleção de M
vros"3
g) "As disciplinas "Catalogaçao" o "Classificaçao" devom figurar,
soparadaraento5 uma vez que constituem matérias autônomas" há mais de 20 anos.
Devemos adotar, calados, o currículo aprovado? - ou devemos examinar os pontos supramencionados e levantar outros elementos com o fim do con
seguirmos urao forte fundamentaçao, e como moção deste Congresso, levarmos ato
o Conselho Federal de Educaçao, reforçando, pois, o memorial da FEBAB?
Enquanto este assunto fica cm pendência, sujeito a discussão do
Plenário, nós, de nossa parto, apresentaremos algumas idéias sobre a melhor
forma de orgânica do nosso currículo, visando sempre a formaçao conveniente do
"bibliotocário-documontalista brasileiro.
Examinando o currículo da "Escuela Interamericana de Eibliotocolo_
gía" do Medôllín (Colombia), chamou-nos atençao, particularmente, a distribu^
çao racional das matérias, dentro de períodos "semestrais e trimestrais, e a
seleção do conteúdo do currículo. E para efeito de confronto com a orientaçao
de nossas escolas, vejamos o regime dessa instituição,
A Escola ao recebor o candidato pa.ra o seu curso - cujo objetivo
é formar apenas o bibliotecário - pressupõe

que o mesmo já tenha adquirido

uma base intelectual sólida, con conhecimento da cultura gorai na forma mais
ampla, No entanto, o 1® ano do Curso o dedicado especialmente a transmissao do
conhecimentos

-"'-■1++'^nto no campo das humanidades, como no

das ciências naturais e a "Introdução a Organizaçao e Serviços de Biblioto^:. .
(x) '
'
~
~
cas'. 'Há, além dos conhocimentos de integraçoDCultural, preparaçao lingilííticaí
inglês (12 ao 4° sem,)| francês (3° e 4- sem.)5 alomao (5° e 6^ sem,)5 italia_
no (5° som,). Somente, no 2® ano, o aluno entrará, diretamente, no campo biblioteconômico, tanto na filosofia da profissão como na teoria o prática, O ?
ano continua a ministrar matérias técnicas, abordando problemas avançados e
questões especializadas. O último semestre é dividido era dois trimestres, com
o fim de facilitar a promoção do seminários para a discussão dos assuntos especializados; contando, ainda, cora a presença de outros professores do campo
nacional ou estrangeiro, A média de trabalho (nos 100 dias de cada semestre)
é de 30 horas semanais, O aluno é obrigado a pormaneccr no estabeliraonto das
8,00 as 12,00 hs. e das 15,00 as 13,00 hs,, cm tempo integral, portanto.
O currículo é ordenado da seguinte formas
1° Semestre (30 hs. semanais, sei io 5 para cada matéria o 5 para estudo na Bi_
bliotoca): Introdução a História da Civili5'.açao, a Filosofia, a Literatura Un_i

(x) Recebe a Escola estudantes especias que tenham completado um ano ou mais
na Universidade e queiram graduar-se em dois anos.

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�- 5 versai, História dos Livros e das Bibliotecas o Inglês.
2C Semestre (id.)! Introdução as Ciências Sociais, as Ciências Naturais o Fí
Bicas, a Orgcnizaçao e Serviços de Biblioteca, História das Belas Artes e In
glês.
35 Semestre (32 hs. semanais): Seleção de Materiais (5tLSo), Princípios de Catalogaçao e Classificaçao, n^l (9ii.s|tcoria s

Q praticas4) &gt; «Serviços de

Referência, n^l (51is.), Bibliografia e Intercâmbio de Informaçao (3ks.)» inglês (5 bs.) e francês (5hs.)»
45 Semestre (32 bs.)? Catalogação e Classificaçao,

(? bs.s teoriai 3hs,

o praticai 4hs.), Serviços de Referência, n®2, (5 h.s,), Administração do Bibliotecas (3 bs.)? Publicações em Série (2bs.)&gt; Bibliografia Nacional (3hs.)&gt;
A Biblioteca e a Sociedade (Filosofia da Profissão) (2 hs.), Inglês (5 bs.) e
Francês (5 hs.)
3g Sem»3tre (3I hs. semanais)- Problemas avançados na Organizaçao de Materiais
(2 hs,), Problemas dos Serviços de Referência (2hs,), Publicações Oficiais (4
hs.), Rfc.^rganização, Planificação e Racionalizaçao dos Serviços de Biblioteca
(3 hs,), Função e Administração de Arquivos (5hs.)5 Alemão (5 hs.), Italiano
(5 hs,) e Práticas nas Bibliotecas (5 hs.).
6^ Semestre9 1-- trimestre (16 hs. semanais) s Organizaçao e Administração de
Bibliotecas (seminário) (4 hs.). Metodologia da Preparaçao Profissional

de

Bibliotecários (seminário) (3hs.), Tese (3 hs,), Alemão (3hs.) e Práticas nas
Bibliotecas (3 hs.).
6® Semestrej|_ 22 trimestre (I6 hs. semanais) s Biblioteca Especializada (Seminário) (4 hs.), Metodologia da Preparaçao Profissional do Bibliotecários (3£
minário) (3hs.) Tese (3 hs.), Alemão (3 hs.) e Prática^ nas Bibliotecas (3hSo)
Como pudemos perceber, êste currículo tom suas matérias e atividades distribuídas equilibradamente o visa especialmente a formaçao do biblio_
tecário. Sabemos, também, que a orientaçao atual dessa Bscola é formar biblio_
tecários especializados o doaumentalistas em cursos de graduaçao superior ao
do Bacharel era Biblioteconomia.
Os cursos brasileiros, perém, ostao—se preocupando, nos dias do
hoje, em formar, conjuntamente, o bibliotecário—documentalista, incluindo nos
seus currículos, além de matérias de integraçao cultural, matérias técnicas
pai'a atender as necessidades específicas do nosso mercado de trabalho,
,

Na verdade, a premência é enorme nao só do bibliotecários como do

documentalistas. Nao é preciso fazer qualquer inquérito neste sentido, pois o
fato consumado a falta imensa de pessoal ha^bilitado para fazer documontaçao
nos mais variados setores do conhecimento humano. A olhos vistos, tomos conhje
cimento

das improvisações que se fazem, dos "técnicos de documontaçao" para o

preenchimento dos cargos criados cm nosso funcionalismo publico.
Precisamos, portanto, primoiramento, ostudar um meio do resolver
o problema da premência de profissionais era nosso país.
Como ponto de partida, vejamos qual é o objetivo das escol^-s

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de

�Bibliotoconomia no Brasil, modornamonte,
O roal objetivo das nossas escolas é formsr 'bibliotecários-documontalistas, de nível superior, para exorcerem, segundo suas tendências c apt
does, uma das inúmeras funções, que lhes faculta o diploma, nos vários tipos
de bibliotecas e soviços do documentação do País.
A prática, porem, tem-nos ensinado que o Bibliotecário, depois do
diplomado, nem sempre escolhe aquilo de que gosta o é mais adequado ao seu
feitio, sendo que, na maioria das vozes, pOr contígências do morcado do trabalho, vai ocupar ura cargo diferente daquele que sonhara oxercor, E, contradizendo, as teorias psicológicas do comportamento, ele acaba pP37 se adaptar
ao serviço, exercendo satisfatoriamente as suas funções.
Daí, a legitimidade do nosso ponto-de-vistas deve-se dar ao futu
profissional bibliotecário e documontalista uma formaçao técnica global o em
profundidade, a fira do que possa exercer qualquer uma das funções que o campo
do trabalho lho ofereça.
Ha hipótese de o recem-forraado ser solicitado para trabalhar numa biblioteca de assuntos especializados, ôle, por si próprio, acabará por
compreender a necessidade do penetrar profundamente no assunto que encampa
seu setor de trabalho. Hesse caso, optará por um dos cursos pós-graduados cor_
respondento ao assunto da especialidade de sua biblioteca, o por meio, ainda,
da oriontaçao dos próprios especialistas do campo, prosseguirá os seus estudos.
As Sscolas de Biblioteconomia devem, por isso, dar uma formaçao
básica e profunda, tecnicamente, ao futuro profissional, habilitando-o a aten
der a qualquer das solicitações oferecidas pelo mercado de trabalho, o, no ca
so das vocaçoes acentuadas, que se opto pela função que mais se coadune com
as suas aptidões.
O ideal seria que o I2 ano do curso fosse Curso Básico o habilitasse o aluno a trabalhar, legalmente, na função do Bibliotecário-auxiliar
(ou outro termo mais apropriado), o assim teríamos a solução do problema do
falta de material humano preparado para trabalhar era bibliotecas de todos os
cantos do País.
Os alunos da Faculdade do Filosofia, Ciências e Letras, por exem
pio, já no 3^ ano têra licença para lecionar. Por que os estudantes de Biblio_
toconomia nao poderiam, também, oxercor cargos determinados em nossas Biblio
tecas, quer pertencentes ao quadro do funcionalismo público como nas emprêsas
privadas? Já que há carência dêsso tipo de pessoal e nao lhe é exigido tempo
integral nas escolas, por que nao facilitar-lho o acosso ao trabalho.
So o nosso currículo fosse flexível, compreendendo um Curso Básico (I0 ano) e um Curso do Graduaçao (l'' a 3® ano), teria a seguinte vantagem:
a) daria acosso a candidatos que realmente quisessem obter o grou
de Bacharel em Biblioteconomia e Documentação (3 anos de curso). Com o curso
básico já estaria habilitado a trabalhar como Bibliotecário-auxiliar5

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�b) dr.ria acosso a normnlistas quo sc intorcsscssom só polo Curso
Básico a fim do trabalharem cm bibliotocas GScolai':;S o infanto-juvenis, Podo_
riam obter um certificado do profossor-bibliotecário, por exemplo3
c) daria acosso a universitários o ospooialistas quo desojassom,
para fins diversos, adquirir conhecimentos técnicos bibliotcconômicos, Ser-Ihos-ia conferidò um certificado de bãbliotecário do 2^' grau,
A nomenclatura moncionada, i.e., bibliotocário-auxiliar, profossor-bibliotecário ou bibliotecário do 2^ grau, deverá ser examinada com mais
critério, por isso pômo-la em discussão e aprovaçao do Plenário.
Koste particular, ainda, haveria de se estudar a nomenclatura oxi_s
tento na carroira, quo aliás é um ponto que noroce ostudo o modificaçao.
Vejamos, então, o estado real do ensino da Biblioteconomia e Docu
montaçao no Brasil, nos dias do hoje.
Curso do Bibliotoconomia o Documentação, em nivel univorsitário.
Pela lei das Diretrizes o Bases da Educaçao Nacional, os estabGl_o
cimontos do ensino suporior podem ser ministrados ora três fasess
a) graduaçaoj
b) pós-graduaçao3
c) ospecializaçao, aperfeiçoamento e extensão, ou quaisquer outros,
a juizo do respectivo instituto do ensino.
O ensino de Bibliotoconomia e Docuraontaçao, a ser ministrado, ago_
ra, em nível superior, será dividido cm tros cursos:
a) Curso do Grrduaçao (em trcs anos)|
b) Curso do Pós-Graduaçao (destinado a (1-) ampliar o atualizar
conhocimontos técnicos do Biblioteconomia, Bibliografia o Docuraontaçao5 (2-)
formar professores de Biblioteconomia o Documentaçao| (3®) atender a espocializaçoos cm Bibliologia, Bibliotecas Infant o-Juvonis, Documentação o Bibliot_c
cas Especializadas,
c) Curso do Doutorado (aos liconciados que devam defender tese).
Ao "Curso de Graduaçao" cabe formar profissionais seguros o com
conhocimonto global e profundo da especialidade biblioteconômica o documentária. Ao "Curso Pós-Graduado!' compete, além do formar especialistas para setores específicos, dar oportunidade aos bibliotecários já diplomados, há algum
tempo, do atualizarem seus conhocimontos o, ainda, formar pessoal decento. E,
finalmentó, ao "Curso de Doutorado" o facultado ingresso aos Liconciados que
dosojemproparar suas toses e rocobor o grau do Doutor cm Biblioteconomia e D_o
cumontaçao.
Cora ossa graduaçao de cursos formativo e de ospecializaçao, caminhamos para dias melhores na Bibliotoconomia, Wao basta, porém, só rofornoar
currículos, mas também, reformar pontos-do-visto o mentalidade.
As nossas Escolas sé consoG^uirao r_o^ nível universitário so forem,
na realidade, escolas ativas o dinâmicas. Pora isso, aquelas que nao o forem,
terão de rorapcr com cortas tradições o acabar cora a aprendizagem de memoriza-

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�çao, O nosso Curso, mais do que qualquer um, tom do ser ornincntomont,. prát^
CO, proporcionando ao estudante uma visão de conjunto da realidade TDibliotc_
conômica. Trabalhos práticos de equi^po, investigações bibliográficas, seminários etc. devem ser considerados como meio do aquisiçao de capacidades o
hábitos do trabalho. O nosso currículo precisa ser "verdadeiro" no sentido do
ter suas matérias ligadas entre si, e nao uma simples discriminação de cado_i
ras dasarticuladas com a finalidade da Escola. Quanto ao aspecto de democratizaçao do ensino, é preciso, também, que as nossas Escolas proporcionem o
acesso do estudantes que têm verdadeira inclinaçao para o campo, mas que nao
possuem meios financeiros para freqüentar a Escola, através do conccssaao do
bolsas-dc-ostudo, Que se influa de qualquer modo na fncilitaçao de comissio-*
namento do funcionários públicos que necessitam fazer o Curso, o de interessados do interior do Estado, Finalmente, o preciso que haja relações democráticas entre pessoal do .inte e discentes um ou dois estudantes devem part_i
cipar da Congregaçao da Escola. Deste ponto em diante, a Escola de Biblioteconomia e Docunentaçao começará ter o roal nivol universitário.
Precisamos, também, acabar com certos preconceitos de que a Biblioteconomia é mais do que uma especialidade técnica de alto significado p£
ra a cultura o ciência, o nao Avançar suas finalidades alem do terreno de sua
alçada.
2 preciso que fique bem claro que o fim precipiío da Escola de B_^
bliotoconomia o Documentação é formar ura profissional especializado que dora_^
no as técnicas do organizaçao, administraçao, aquisiçao o seleção de livros
o proparaçac técnica doó acervos dos vários tipos do bibliotecas para as trare
formar cm eficientes agencias de serviços, um profissional hábil conhcccdor
dos recursosbibliográficos c dos sistemas de informaçao adequados as exigências próprias de cada setor do conliocimento humano nas bibliotecas espccial_i
zadas.
Ê necessário, também, que fique bom esclarecido que a 2iblioteco_
nomia o a Documentação, mesmo que ministrada em nível superior, nao pode ter
as altas pretonçocs de um Instituto universitário do campo das ciências puras
o aplicadas, ou das ciências históricas o das humanidades, ministrada em 5 ou
6 anos, em regime de tempo integral, o, ainda, por professores de formaçao
universitária. ITao é o número enorme- de matérias culturais que irá dar o pro^
tígio do nível superior a profissão, mas sim o grau do profundidade técnica,
a visão larga dos conhecimentos humanos e a mentalidade bibliotecária altame_n
te çonsplidada, Tcrcnos depois de,diplomados a vida toda para crescer intolectualmento, para continua.r -nossa educação.
Para que a nossa profissão tenha efetivo caráter superior, nao só
pelas exigências de matrícula, como pelo nível do ensino, pelos graus que co^
fere e pelas funções de relevância que os respectivos titulares irão exercer,
a preocupação para a formaçao de bibliotecário-documentalista deve dirigir-sc
para uma apendizagem profunda no caspo técnico e uma intograçao panorâmica o
funcional no campo da cultura.

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�Formaçao do "bibliotocário-docuraontalista.
O bitliotocário-documcntalista dovc sor uma possoa culta, nas cm
primeiro lugar ura tccnico. Sora dúvida alguraa, o ostudanto braoilciro do Bibiotcoonomia devo, alóra dos conheciraontos técnicos o práticos da profissão,
tor iniciaçao nas raatórias indispensáveis a formaçao cultural, nas no sent^
do do facilitar a aplicaçao dos conhociraentos técnicos na Vida profissional.
O importante é que o ensino do Biblioteconomia se preocupo, cm 1® lugar, cora
a formaçao do técnico eficiente, de escol, nao so enveredando, porém, para
uma alta formaçao cultural de nodo que sobrocarroguo o estudante, num ano Io
tivo, com o estudo de muitas matérias nao ospocificas ao objetivo primordial
do sua formaçao.
ÍTa verdade, se as nossas escolas secundárias proporcionassem aos
estudantes uma base cultural sélida, nao seria necessário que uma das finaM
dados do ensino do Bibliotoconoraia fosso dar formaçao cultural aos futuros b_i
bliotecários-documentalistas. Para se atribuirem erros ou falhas ao nosso eri
sino superior, teríamos de remontar as falhas do ensino primário, secundário,
etc., o que nao nos cabo aqui discutir.
Como Já assinalamos, a falta de bibliotecários e documentalistas
é imensa por todo o País, o por isso tora forçado as Escolas do Biblioteconomia a facilitarera o acosso do candidatos aos seus cursos. O programa do vestibular das nossas escolas tem sido relativaraorite fácil, nao demandando gran
dos esforços o cultura do candidato.
Destarte, enquanto os nossos estudantes do curso secundário nao
tiverem a preparaçao conveniente para abraçarem uma carreira como a do bibli£
tecário o nao se proceder a uma rigorosa seleção do candidatos aos vestibulares, teremos de suprir essa deficiência, desdobrando o nosso currículo para
oferecer, também, a formaçao cultural básica que lhes falta. De outro lado,
se as nossas Escolas de Biblioteconomia tivessem tempo integral, com horas
disponíveis para a intensa prática dos conhecimentos técnicos, seria razoável
cuidar-se desse aspecto com mais atonçao e profundidade.
Enquanto, pois, esperamos pelo "Curso Básico Universitário

co_

raum a todas as unidades do onsino - o que por sua voz eliminará os vestibulares, teremos de encarar a realidade tal como se apresenta, mas dando ênfase
para uma formaçao basica profunda ao nosso curso quo e "Curso Profissional".
Pensando, então, ora têrmos do se forraarem técnicos em profundidade
o qualidade, as Escolas devem, pr.ra atingir êsse fim, delinear um plano do
açao para sor executado nos três anos do curso do graduaçao. Precisam atentar^
ainda, para duas questões importantes: metodologia de ensino o seleção do pró_
prlo corpo docente. A êste deve-se-lhe impor regime de tempo integral ou, na
impossibilidade, que se lhe peça assistência aos alunos cm terapo extra ao horário normal das aulas. Finalmente, quo sejam exigidas dos professores produção. intelootual o oarroira univorsitairia, o, oonsoqífontononto, dofosa de tose.
Isso somente será viável se os professores perceberem salarios, também, em nn^
vel do professores universitários.

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As soriaçoos do Curso o a distriTjuiçao das matórins om função da formaçao do
'bibliotocário .-documont aiist a.
Quanto a distribuição das matérias técnicas, somos de opinião quo
as mesmas dovam sor dispostas, nos 6 semestres, cm escala gradativa; comcçan
do o 1^ ano por cursos introdutórios até chegar as qucstes particulríres o c_s
pociais no último ano. Cora isso, o aluno no fim do 1^ ano terá uma visão glo_
tal da especialidade e iniciaçao nas atividades básicas da profissão, o que
o habilitará a desempenhar o cargo de bibliotecário-auxiliar ora qualquer repartição pública ou privada.
No referente as matérias de intcgraçao cultural, poderiam sor di£
tribuídas, oconômicamente, nos três anos do Curso. Se a preocupaçao da Escola ó dar cultura ao aluno, talvez uma cadeira de "História Social da Cultura
o da Arte" fosse o suficiente, sendo que o Curso pós-graduado daria em profuri
didade a fornaçao científica, literária otc. da qual o profissional precisaoso para se especializar. De ura modo ou do outro, o impor-ante c que as matérias do integraçao cultural e a preparaçao lingüística sejam dadas cm função
da aprondizagora técnica, isto é, em função das necessidades das práticas biblioteconômicas,
Um suma, o 1^ ano deverá visar a formaçao básica, o 2^ c 3®j a
formaçao em profundidade, e, depois, o Pós-graduado, a espcclalizaçao,
Quanto a Documentação, convém ressaltar que o sou-&gt;'cnsino nao se
pode ater somente ao estudo teórico da matéria. A aprendizagem dessa especia_
lidado nao poderá se restringir a definição de que Docuraentaçao o reunir, cias
sificar, distribuir documontos de todas as espécies nos vários ramos do sabor
humano, nao poderá se restringir ao conhecimento do histórico desta "ciência",
nos nomes das Organizações internacionais deste campo, as noçoos dos motodosj
técnicas documentárias e máquinas utilizadas no controle de iníorraaçoos, mas
devo o ensino desta especialidade atentar para a prática da documontaçao, in_i
ciando o estudante nos serviços reais de documontaçao o compilaçao do bibliografias, no sentido mais amplo o nos seus pontos mais específicos. lí nocessá^
ar
rio que o aluno nao sofaça estagio cm bibliotocas, como cm seviços de documentação 3 bibliotecas de pesquisa, Ê hora do fazermos frente aos pseudos
"técnicos do documontaçao", mas fazermos fronte como documentalistí{s mesmo.
Um ano só para o ensino da Documentação nos pároco pouco, Para se
ter o registro do diploma como "documontalista", deveria ser exigida espcclalizaçao nesse campo, no Curso Pós-Graduado, a menos que se ampliasse essa Cadeira em várias disciplinas e dando-se ênfase a prática intensa da matéria.
De agora cm diante, a nossa formaçao técnica tem de atingir os
dois campos: biblioteconomia e documontaçao.
Espirito de investigação.
Além das prática necessárias de matérias técnicas, é improscíndivol que seja proporcionado ao futuro bibliotocário-documentalista a formaçao

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�do um raínimo de espirito do invcstignçno - espirito osso indispensável a, q^ua^
(^uor profissional do nível superior.
A investigação a que nos queremos referir c a "investigaçao-raeió",
do 22 grau, o nao a "investigação cientifica" no seu sentido lato, cjijo fira
c a descoberta do um fato novo para efeito do progresso científicoo Geralmeri
te, aljusamos deste termo e o empregamos no sentido de coleta do dados ou pe_s
quisa bibliográfica.
Precisa ficar bem claro ôste ponto, ou seja, que a investigação
cientifica sbmonte pode ser feita por especialista. A Documentação cientifica ou os levantamentos bibliográficos do assuntos especializados poderão ser
realizados pelo bibliotocário-documentalista sob a orientaçao do especialista, ou se ôle próprio, alem do dccumontalista,fôr especialista na matéria.
Entretanto, o espirito de invostigaçao de 22 grau, podo ser conseguido por qualquer Cadeira, através de fina didáticos. Os professores podem
propor trabalhos práticos, onde problemas o dificuldades sejam suscitadas a
fim do obrigar o aluno a movimentar-se, tomar iniciativas, fazer funcionar a
inteligência e transferir os conhecimentos adquiridos para a execução da tarefa, Esta o a melhor oportunidade para o aluno poder utilizar-se do arsenal
bibliográfico que "memorizou" na cadeira de Referencia o das normas e técnicas que aprendeu na cadeira do Bibliografia. Cadeiras de intcgraçao cultural
o técnicas&gt; em comum acordo, poderão proporcionar aos alunos excelentes opor_
tunidades de realizar trabalhos de pesquisa bibliográfica o levantamentos d^
versos. A verdadeira unidade orgânica do currículo se consegue nesse último
particular.
ITo contacto Intimo cora os alunos, nestas atividades pi'áticas o
Professor pode perceber as vocaçoes o aptidões aproveitáveis para a invostigaçao, e convém nao perdê-las do vista. Quando varificar inclinações acontu^
das, o professor deverá encaminhar e aluno, no tempo certo, para o curso de
especirlizaçao adequado as suas inclinações. Mais tarde, se tiver real vooaçao para a pesquisa, poderá docidir-sc pelo apêgo exclusivo da ospocialidade
e acabar por sor um verdadeiro investigador,
Como vimos,

no currículo do Medelllm, o último semestro do curso

inclui seminários nas cadeiras de "Organizaçao e Administração"^ "Iiotodologia
da Preparaçao do Bibliotecários" e "Bibliografia Especializada",. A nosso ver,
deveriam, também, algumas de nossas cadeiras, no último.^ ano, realizar semin^
rios. O seminário é prática comum do nosso ensino universitário, o o dinamiza sobremaneira. Ê o melhor meio de proforcionar desembaraço ao estudantes ê^
te dará largas ao sou espirito do iniciativa, criador o critico^ colaborará
com soluçoes novas ao assunto debatido, superará, por vêzes, a timidez, pelos
apartes constantes quo é obrigado a dar e, principalmente, ser-lhc-á aguçado
o espirito de invostigaçao, pois que deverá propârar-se para discutir o assuri
to. S o seminário, afinal das contas, acaba sendo útil ao próprio professor;
aprende sempre qualquer cousa nova com as investigaçocífe o pontos-dc-vista dos

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jovens o pcrspiDazGS ostudantos.
Fo sentido, aind" j do proporcionar meios pr.rc,. o estudante desenvolver o cspirito(do proporcionar meios para o estudante desenvolver o ospi—
rito)do invostigaçao5 incrccc nossa atençao estudar a hipótese do se exigir ^
ma tese ao aluno no fim do ano, em cuja ocasião já dominara perfeitamente

o

carapo biblioteconômico. Escollieria ele um assunto do sua predileção, o orie^
tndo pelo professor da especialidade olalaoraria a tese no decorrer do ano letivo. Ao fim do último semestre exporia a tese a uma banca examinadora.
É uma idéia, também, que podo entrar em discussão,
Era suma, queremos dizer que o ensino do Biblioteconomia deve ter
cm mira dar ao futuro bibliotocário-documentalista, alem de uma introdução ao
estudo

de matérias do integraçao cultural concatenadas a aprendiza.gera teóri—

cobásica das matérias técnicarS, atividades práticas da profissão e outras com
a finalidade objetiva de lhe desenvolver o espirito de investigação do 2^ grau,
dando-lhe vistas largas e aquisiçao de hábitos de trabalho.
Se, na vida profissional, o bibliotecário irá informar, orientar
leitura o ensinar aos vários tipos de leitores (de bibliotecas escolares, u—
niversitárias, públicas, especializadas etc.) a utilizaçao das fontes do s^ber
precisará ter desembaraço no manuseio intrínseco dos livros. O estudante que
souber, desembaraçadamente, manusear catalogos o bibliografia, procurar infojr
maçoes o tirar o melhor proveito dos livros será um ótimo bibliotecário e qu_i
çá um futuro investigador.
Aspectos Imp ort a nt e s que devom ser levados em conta na formaçao do biblioteca*
rio-documentalista.
A formaçao "moral" do bibliotecário, ou melhor^ os aspectos pertinentes a problemas de formaçao pessoal propriamente dita (educaçao, mentalidade, ética, relações humanas etc.) devem morecor a atençao dos professores
dos nossos cursos de Biblioteconomia.
Cremos nós que em qualquer escola brasileira ha sempre ura grupo
de estudantes que já traz uma formaçao moral e mentalidade bem consolidadas.
No entanto, há uma outra parte que precisa ser observada e estimulada para
seu aperfoiçoamonto humano.
Se o futuro bibliotecário—documontalista vai exercer funções de
alta expressão sócio—cultural e ocupar postos de relovancia em vários setores,
aos quais suas habilidades profissionais lhe facultam acesso, deve, pois, impor—se, nao só pelo domínio absoluto dos assuntos do seu campo, como pela po^
sonalidade marcante, mentalidade elevada e larga visão das cousas.
Ê preciso, pois quo os professores se empenhem numa luta inteligente no sent'ido de anular certas deficiências psicológicas e propensoos, que
sabemos existir em corto grupo do estudantes brasileiros (o profissionais da
nossa nossa classe), bem como estimulem o cultivo das boas qualidades imprcBcindiveis ao exercício de suas funções na vida profissional. Dos inúmeros pontos negativos que invoston a porsonalidado de nossos estudantes, os que devera

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sor bloqueados o anulados da sua psique sao os seguintes' falta do vcntadC;^
falta do memória, desordem, curtoza^ presunção, displicência, impaciência, in
disciplina, egoismo, insociabilidadc, indiferença, intemperança, teimosia, ciú
me, inconstância, e as propcnsoes ao engano, a adulaçao, a promotor, a crcr,
ao isolamento, ao fácil o a discussão.
Era contraposição, há certas qualidades e elementos de formaçao
pessoal que devera ser apontados aos primeiranistas dos nosscS cursos a fim de
que as cultivem pela vida profissional afora: "boa aparência, personalidade,
simpatia, amor ao próximo, bom humor, boa comproonsao, disposição, gosto artís
tico, vontade de progredir, presença de espírito, capacidade do planoar e
transferir conhecimentos, habilidade administrativa, espírito criador o inova_
dor, consciência bibliotecária etc.
Som dúvida alguma, cabo aos mostres cooperar com os alunos no seu
aperfeiçoamento humano, No contacto íntimo com êles, devem proscrutar sua índole, grau do desenvolvimonto etico-raoral, educação etc.&gt; e,de algum modo, in
fluir na sua formaçao pessoal. tios entremeies de aula, por exoDíplo, os profes
sôres podem abordar pontos que venham a contribuir para o aperfeiçoamento dos
alunos. Se, durante os três anos do Curso, dois ou três profossêros se interessarem pela educaçao e formaçao moral de seus pupilos, lançando

oonstante-

monte, uma seraentczinj.:.a benéfica o estimuladora neste particular, c corrigí-los diplomática e amigavelmente, no momento adequado, muito se poderá conseguir om prol da consolidação do uma mentalidade arejada dos nossos estudantes.
As críticas ou correçoos dos professores, que já sao modelos de
dignidade moral e intelectual, e, antes de tudo, verdadeiros amigos dos alunos, agirao como elementos anti-deficiontos nessas personalidades em fase do
consolidação. O aluno terá a palavra amiga e corretiva como ura elemento de au
to-policiamento mental, ajudando-o, conseqüentemente, a anular as dificiências
psicológicas.
Aos professores, pois, nao corapote sbraonte transmitir conhecimentos, mas, dentro de ocasioes propícias, o-d-u-c-a-r.
O Professor - na concepção moderna, mais ampla - devo, alem do
instruir, guiar, dirigir, descobrir capacidades o cuidar dçilas. Cabe-lhe, pois
insti^r o aluno nos conhocimontos, nas habilidades, nas atitudes e ideais.
Desta forma, e importante que os professores das Escolas do Biblioteconomia
tenham formaçao didática (conhecendo métodos de ensino; procesos pelos quais
utilizará as leis da aprendizagem para produzir resultados dosejados), bem cono lhes é iraprescindivel formaçao psicológica, principalmente da Psicologia do
adoloscente o educacional.
Dissemos que de ura cr.rrículo bera estruturado dependerá, era grando
parte, a formaçao adequada do bibliotecário, mas, também, de un bom sistema
onsino

e do professores bem preparados para sua missão dependerá a forma_

çao integral do aluno. Daí, a responsabilidade de ser Professor e de as Escolas tomarem precauçao antes de aduitir pessoal para integrar seu corpo docente,

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Os professores devem, de vez em quando, fnzer um exame do consciência o perguntcren a ei próprioss "Tenho sido um tom exemplo para os meus
alunos?" - "Tenho idéias arejadas c mentalidade evoluidn?" - "Tenho sido aces
sível o dndo oportunidade aos meus alunos para manifestarem o livre arbítrio
G terem despertada sua consciência individual?" -'Tenho acompanhado a evolução das idéias pedagógicas o de psicologia educacional a fim de conseguir umc aprendizagem eficicnto?" - "ITso tenho descuidado do meu próprio progresso
intelectual?" etc.?
Se as respostas forem 8O50 positivas, felizes sorao os nossos estudantes do Biblioteconomia.
Os nossos professores precisam entrar em contacto com outros pro_
fessôres univorsitíários c discutirem, em seminários, problemas pertinentes
aos métodos modernos de ensino superior. Daí, a necessidade de nossas escolas
serem anexas a Universidade, para maior assimilaçao do professôros e alunos
ao ambiente universitário. De outrV','^°scria benéfico, também, contratarem-se
professôros estrangeiros ou especialistas do campo na,cional para ninistrarem
cursos extra-curriculares para efeito de arejamento do nossas idéias educaci_o
nais.
Cursos de Férias o curscs intensivos noturnos seriam, também, interessantes para alunos que quisessem superar deficiências particulares.
Outros pontos que devemos abordar sao aqueles relativos aos aspcc_
tos sociais da profissão, a formaçao psicológica do futuro orientador do loitura, as relações públicas e divulgaçao dos serviços de sua biblioteca o a
orientaçao profissional adequada, e objetiva, para o pleno exercício das nossas funções de expressão social.
Uma das funções do bibliotecário, mais atraentes e de alto signi^
ficado sócio-cultural, é a do informar o público e orientar leitura, enfim de
servir dirotcmonto ao leitor. Para isso, além de qualidades pessoais específicas, como a boa compreensão, amor ao próximo, paciência o bom trato para
com as pessoas, é indispensável, para eficiência do serviço, ter o "guia-de-leitura" conhecimentos do homem o da sociedade com que deve lidar, conhecer,
o em outras palavras, precisa penetrar na filosofia da profissão. Ssta função,
especialmente, dever ser exercida polo profissional que possua as qualidades
acima referidas. Quem nao tiver essas qualidades, que nao aceite um cargo do_s
sa natureza.
Para cada função que compete ao Bibliotecário exercer na vida pr£
fisöional, dove-se-lho dar especial atençao quando do desdobramento das Cadei_
ras nas suas séries.
3m nossa apreciaçao ao currículo, argumentamos que o mesmo nao po_
do ser assoberbado de matérias extras as técnicas, porém há alguns conhecimen.
tos indispensáveis a prática de cortas funções,

que devem ser acrescentados

numa disciplina geral de "Orientaçao Profissional", ou como tópicos da "Cadei^
ra de "Organizaçao e Administração".

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Sabomos quo a raaiorin das Escolas "brasileiras tom incluídas nos
seus currículos as cadoir:".s do PsicologiTs Sociologia, Relações Públicas o
Fublicidrdo, llossa opinião c que nao se estudem exaustivamente cssasmatérias,
cm detrimento do tempo procioso que se deve dar as matérias técnicas, masj
sim, que esses conheciracntos devam ser dados de modo prático quando do estudo
das funções sociais do bibliotecário. Hoste ponto, então, ostudar-so-íam o
comportamento da criança, do adolescente o as necessidades sociais do homem
brasileiro. O currículo da Escola do Tledellín tem um tópico muito sugestivo o
apropriado: "La Biblioteca y Ia Sociedad" (Filosofia de Ia Profesion),
Achamos importante, também, que se dô ao futuro bibliotecário en
sinamentos diretivos de Relações Públicas e Publicidtidc.
Se o Bibliotecário, numa de suas múltiplas funções, vai dedicar-se ás bibliotecas escolares, públicas, infantis, é indispensável que, além
do conhocimento do homem e da sociedade, conheça os princípios o métodos que
norteam as relações da Biblioteca com o público e os meios publicitários para maior divulgaçao dos serviços da instituição.
A realidade brasileira, na verdade, é contrastantes de um lado,
principalmente nos grandes centros, as bibliotecas sao super-lotadas o há ca_
rôncia dessa agência de cultura, de outro lado, nos meios mais acanhados, as
bibliotecas nao tom freqüência alguma o nem receptividade pof parte do púbM
CO. Roferimo-nos, principalmente, ás bibliotecas escolares e públicas, porque
para as bibliotecas especializadas o de pesquisa mede-se afrcqiüênci*a pela qua
lidado dos leitores o nao polo númoro do consultas.
O segundo caso - o d.^ falta do receptividade - é mais fácil de r_c
sglver, porque talvez falte um sistema de Relações Públicas e Publicidade bem
organizado. A Biblioteca pode ser comparada

Q, utn "negécio", som fira lucra-

tivo, na verdade, mas de utilidade pública e do alto significado sécio-cultural. É uma agência do saber, da cultura, da educaçao, o o Bibliotecário é o
agonciador de sua "mercadoria": o livro. Desta forma, o dever do Bibliotecário é promover cada vez mais a salda dos "produtos" de sua agência, o se houver pouca procura, alguma provicência deve ser tomada. Uma propaganda ou um
processo bem planejado do publicidade deve ser executado para consoguir-sc uma boa "clientela", A propaganda é a alma do negécio, como sabomos.
Levando o caso a uma situaçao objetiva, como por exemplo uma biblioteca escolar, devo o Bibliotecário manter contacto íntimo com o seu públ_i
CO e serví-lo amavelmente. Os trr.balhos eficientes de uma Biblioteca bom orga_
nizada é sua própria propaganda, lio entanto, conforme o moio, surgem certas
dificuldades de conseguir-se um público que venha corresponder aos esforços
materiais e humanos despendidos para manter essa Biblioteca. Ê nossa ocasiao
que funcionam os princípios o métoi5.os das Relações Públicas e Publicidade. F_e
cessário, então se faz sondar as causas que ausentam o público das bibliotecas,
Sssos problemas, essa situaçao,devem ser mostrados, concretamente,

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aos alunosj sendo quo os métodos o princípios do Relações Públicas o meios
publicitários podem ser aplicados objetivamonto através de trabalhos práticoSi
Que sejam impostos aos estudantes estágios em bibliotecas "passivas", onde
eles possam colaborar efetivamente na anulaçao dessa passividade. Por si só,
acabarao por compreender a necessidade de um inquérito social o de ura meio
publicitário adequado para atrair o público para essa biblioteca. Realizarao,
desta forma 5 um trabalho escolar prático e uma colaboraça.ciD efetiva para uma
biblioteca.
Para resolver o 1^ caso - o das biblioteca,s superlotadas - tcria_
mos de dizer que ó necessário ampliarem-se as instalações e serviços das bibliotecas escolares e públicas, bem como c preciso que se espalhem as agências do sabor por todas as regiões do Pais, mas, enquanto nao pudermos contar
cora grande núraero de bibliotecários disponíveis convém mantermo-nos caladas.
*
d-G
Repetindo o que já dissemos, anteriormente, a cadeira "Organizaçao o Administração" poderia cuidar desta questão do relações públicas, da
preparaçao do aluno para exercer as funções de guia-do-loitura e de administrador de serviços do biblioteca (logo após o estudo dos tipos de bibliotecas)
sob o tópico específico "Orientaçao Profissional". Desta forma, dar-se-ia
mais ênfase a essas questões importantes.
Outras questões, que devem ser abordadas com-mais profundidade
pela cadeira de "Organizaçao e Adrainistraçao", e que sao de grande importância para vida profissional, sao a orientaçao de habilidades administrativas
e a formaçao do caráter ético do futuro bibliotecário-documontalista.
É preciso incutirem-se na mente de nossos estudantes princípios
de conduta humana e profissional, raostrando-lhos

o que é certo e o que é er_

rado nas suas relações de colega para colega, de chefe para funcionário e v_i
ce-versa.
Sabemos das várias dificuldades por que têm passado os profissio_
nais quojnao possuindo "inclinaçao" para chefia e nao tendo recebido a devida preparaçao para dirigir pessoal, foram, pelas circunstâncias, chamados p^
ra administrar uma Biblioteca ou uma Secçao. Além de se terem embaraçado com
os probl^pias rotineiros de adrainistraçao, nao consegiiirara eficiência dos ser
viços.tO fracasso so dou, do um •Ir.dojpor" nao terem tido una visão do conjunto
dos problemas e serviços de organizaçao o adrainistraçao de bibliotecas e, de
outro lado, por inabilidade de tratamento do pessoal sob sua jurisdição. Conheceraos, ainda, os casos dos profissionais, que na qualidade de funcionários
subalternos, têm prejudicado serviços, por mero desajustamente e falta de for^
maçao ética.
Ssse assunto dove ser focado, também, com grande relevo, Por isso
deveria ser tratado no

programa, da cadeira do "Organizaçao e Adrainistraçao"

sob um tópico específico de "Deontologia". Dovoraos levar era conta, ainda, ne_s
te particular, o estudo do "Código de Ética Profissional" do nosso campo, era

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fasG de rcelaboraçao pela autora do anto-projeto D. Laura G. M. Russo o profissionais interessados na concretização dêsso precioso empreendiraento.
Espirito a^remiativo o intorcâtnbio,
O Professor - educador, tambera, e nao só mostre-oscola - tem de
penetrar na esfera do informaçoes sociológicas a fim de conhecer a real posi_
çao que deve ocupar a juventude na sociedade. Cumprir-lhe-á, então, nao deixar essa mocidade adormecida para os problemas que afligem o meio em que vivem, Devo o Professor, pois, despertar a consciência dos jovens estudantes
para uma interaçao social mais ativa, nao através do imposição de idéias, mas
proporcionando condiçoos favoráveis para o seu desenvolvimento mental espontâneo até conduzi-los para o chamado "idealismo social-evolutivo".
O melhor meio para os estudantes darem largas as suas virtualida_
des intelectuais, morais e sociais é o campo associativo.
Dai, a importância dos "Grêmios" ou "Centros Acadêmicos" que, co^
comitantemente, proporcionam ao jovem acadêmico campo de açao social e dese^
volvimento para suas potencialidades cognitivas o apetitivas e despertam-lhe
a consciência associativa e profissional.
Se algumas de nossas escola^ nao tiverem, ainda, o seu Grêmio,
t
te aos profoBsêres,diplomaticamente, conduzir os alunos a institui-lo.
Alguns dos maiores flagelos da nossa carreira tem sido a falta do
espirito associativo e de consciência bibliotecária por parte do certos pro. (x) ~
fissionais. 'Sao profissionais que se agrupara apenas cm torno de interêsses
próprios e imediatos e, concentrados em condiçoos cômodas, nao atinam para
sua função social e para seus devores profissionais.
Se durante os três anos de curso, os estudantes participarem das
atividades do seu Grêmio, terão o espirito associativo formado, o o problema
que enfrentamos agora nas Associaçoes de classe e nas Bibliotecas, por certo
será sanado.
Quanto beneficio para a Biblioteconomia pode realizar um Grêmio
integrado por um grupo do jovens idealistas, trabalhadores e cênscios de sua
futura função social. Os es-Ludantes, além de se desembaraçarem e alargarem a
visão, podemos - cooperar na solnrno de problemas do nosso campo: assistência técnica o orientaçao do pessoal leigo de nossas bibliotecas de escolas
primárias e secundárias (para as qu^.is infelizmente nao há, ainda. Lei que obrigue sua organizaçao por profissional habilitado), - promover conferências
e cursinhos sobre organizaçao de biblioteca, normas de citaçao bibliográfica
etc. para estudantes do outras faculdades ou interessados em geral, - fazer
campanhas para fundaçao de bibliotecas de bairro, era hospitais, prisões, fábricas etc., - colaborar com as Associaçoos de classc nos inúmeros problemas

(x) Veja-se outro trabalho nosso, apresentado a êste Congresso, sob o titulo
"Consciência Associativa".

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que têm para solucionar a 'bom do moio social etc.
Outro ponto rolacioncdo com as atividades agromiativas ó o inter
câmbio com os colegas da mesma carreira, no i'ais ou no Estrangeiro (c diga-se
de passagem, esta atividade deve ser mantida entro Escolas e Associaçoes de
todo o Pais, o do Estrangeiro). Afora a correspondência mantida com outros
Grêmios e troca de Jornalzinho, para estreitarem mais "intimamente as relações,
devem os Centros Acadêmicos promover nesas-rodondas ou seminários inter-regi£
ncic G entre Estados. Seria imensamente bom que os ■bibliotecários brasileiros
pudessem visitar-se mutuamente, do Estado para Estado. Sabemos, na verdade,
que há impecilhos do distância e despesas, porem com boa vontade c iniciativa
vence-se tudo. Pode-so através da FAB, obter-se passagem e por intercâmbio de
residências, acomodar-se o visitante.
A idoia

de intercâmbio podo ser estendida para o âmbito ostudan

til geral, isto ó, manterom-se relações com estudantes de escolas de outros
campos. Poderiam ser propostos seminários entre estudantes de Escolas Normais,
Faculdade de Filosofia, Ciências Sociais etc*. Desde já poderia o estudante de
Biblioteconomia penetrar nos problemas comuns que deverá enfrentar na vida
profissional e tratar de outras questões de interesse cultural o nacional.
Quantos entendimentos o benefícios para o próprio progresso individual do e_s
tudante poderiam resultar dêsse congraçamento estudantil. Ê uma idéia que mjo
roce a atençao dos professores para que a divulgucíi entre seus alunos.
Êste assunto - o da "Educaçao do Bibliotecário-Documentalista" ó deveras empolgante e faz qualquer apaixonado pelo campo exceder-se na sua
abordagem, líuitos outros pontos poderiam ser focados neste trabalho, e muita
cousa apontada deveria ter sido tratada cora..mais profundidade, mas dada à eii
guidade do tempo intelectual para elaboraçao do mesmo e o limite de espaço
material de um trabalho de Congresso, restringimo-nos a ura ensaio sobre o assunto. Tivemos intenção de, ainda, ao apreciar o currioulo do nossas Escolas
(por alto), ao apontar problemas e sugerir soluçoes a formaçao integral de bibliotecário-documontalista, dar margem a discussão do assunto, em profundidade, pelos Colegas especializados, em cada questão apontada, o presentes neste
Conclave.
Antes de apresentarmos as conclusoes queremos deixar bem claro
que longe da nós esteve qualquer segunda intenção de criticar professores ou
Escolas de Biblioteconomia do Pais. Devemos até, neste fim de trabalho, render
nossa homenagem a essa pleiade pioneira de professores brasileiros do Biblioteconomia o Documentação, e, especialraentos consignar riossos respeitos aos
Mostres que incidiram em nossa formaçao o, até hoje, continuando influindo,
cora seus exemplos, dignificantes do labor bibliotecário, em nossa vida profi_s
sional.
Qualquer profissional brasileiro, na época de hoje, tom a obrigaçao de assumir posição combativa e crítica aos assuntos que merecem reforma e

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atualizaçao. Por isso fomos, nlgunas vôzos, severas ora nossas assorçoos. O quo
dosejaraos, com toda a sinceridadOj o quo a Biblioteconomia soja respeitada como ensino superior pelos seus objetivos definidos, pelo seu currículo atualizado e dinâmico, c que os Bibliotocários-Docunentalistas, agora, com a carreira rcgularaontada, tenliam formaçao adequada, nodorna. e em consonância com a
realidade nacional, E assimj com uma formaçao sólida, integral, consciência b^
bliotecaria altamente consolidada terá o Bibliotocário-Documentalista e prestígio que merece no seio da nossa sociedade.

£ 2.

5. íi ?. â Õ E S

1. A educaçao do bibliotecário-documentalista deve dirigir-se para uma formaA#
Çap técnica, básica e profunda, e ao mesmo tempo de caráter prático,
2. Há nocessidado do se rovorcm, de tempos em tempos, os currículos o o programa do cada Cadeira^ a fira do acompanhar-se a evolução dos conhecimentos
humanos e atenderem-se as novas necessidades do estudante o da sociedade,
3. O currículo deve ser um conjunto do matérias relacionadas entro si o diri^
rigidas todas ao fim fundamental da Escola.
4. As matérias de integração cultural que constara do currículo mínimo

devem

ser articuladas as matérias técnicas, de forma a convergir para a seguran
ça o facilitaçao das práticas bibliotecárias.
5. A aquisiçao de conhecimontos científicos, literários ou tecnológicos, enfim, a formaçao específica do estudante interessado num determinado campo
do conhecimento humano, devo ser obtida em especializações do Curso í&gt;ós-Oradundo do Bibliografia o Documentação. Todavia, quando o bibliotecário
quisor ser um especialista do mais alta categoria, necessário so faz obter
grau em cursos superiores específicos.
6. Be ura.currículo bem estruturado, de üm bom sistema de ensino e de um corpo de professores bem preparados o conscientes de sua missão do 'educadores,
dependerá, na maior parto, a formaçao integral do bibliotecário-documentalista.
7. Beve-so intensificar o estudo da Bocumontaçao no Curso de Graduaçao, atentando-so, principalmente, para o ensino prático da matéria.

_ ■

8» Bove-se estudar (Escolas c Associaçoos) ura meio do ozigir-se dos bibliotecários-documontalistas, quo forom ocupar cargos nos setores da Bocumontaçao e Bibliotecas especializadas, o curso Pós-Graduado cm Bocumontaçao

o

Bibliotecas Especializadas.
9» As Escolas de Bibliotoconomia o Bocumontaçao para terem real sentido univor_
sitário têm de ser escolas ativas o dinâmicas e acabar cora cortas práticas
educacionais obsoletas.

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�- 20 10. Os professores de nossos escolas devenis
- ter forraaçao didática o do Psicologia Educacional5
- intcgra-so no ambiente do professorado dos cursos superiores do País;
- fazer carreira universitária.
11. Precisam, ainda, dar assistência aos alunos cm horas extras ao horário normal das aulas.
12. O futuro bitliotecário-documentalista, indo na vida profissional ocupar car_
gos de relevância, deverá' impor-so, nr.o só pelo domínio absoluto dos assuntos do seu campo, como pela personalidade bem cultivada, mentalidade elevada^ ética profissional e larga visão das cousas.
13. Os professores, na qualidade de cducadorcs, dovem atentar, pois, para a for_
maçae otico-profissional dos alunos o colaborar para o sou aporfoiçoamento
hjcmano.
14. Ê imprescindível que soja propiciado ao futuro bibliotocário-documentalista
ura mínimo de espírito de investigação. Investigação essa, do 2^ grau,

quo

podo ser desenvolvida através do trabalhos práticos bem planeados, pelos pr£_
fcssôros, o por meio do seminários g elaboraçao de tose no final do curso.
15» Ê preciso atontar-se^ também, para os aspectos sociais da profissão, a fornaçao do baso psicológica espocífica para o futuro orientador do leitura, as
relações públicas, enfim, a. oriontaçao profissional adequada para o pleno cxorcício das funções bibliotecárias de expressão social.
16. Nao devo, por isso, faltar na ôadeira de "Organizaçao o Administração" tópicos ou disciplinas de "Oriontaçao Profissional" o "Doontologia".
17. A incromontaçao da dissiminaçao do bibliotecas escolares o públicas por todo o País deve ser feita, concomitantemente, com o preenchimento da lacuna
docorronto da carência de profissionais. A solução mais viável é transformar—
-so o ic ano do nosso cuiao cm CURSO BÁSICO, com a possibilidade, logal, do
o aluno poder trabalhar como bibliotecário-auxiliar.
18. O idealj pois, o que o currículo seja fèoxivel (lo anos Curso Básico; 1^ a
3® anoBs Curso Graduado)para permitir, também, quo normalistas, universitários ou especialistas etc.

, con, apenas, o CURSO EÄ.SICO, estejam habili-

tados a organizar bibliotocns escolares o infantis e para fins diversos, so_
gundo as necessidados ospocíficas de cada um.
19. Deve ser estabelecido intercâmbio ontro Escolas dos vários estados brasileiros o países estrangeiros, para maior congraçamonto entre profissionais, un^
dade da classe, coordenaçao de esforços e arejamento de idéias.
20. Os professores devem ostirnular a formqçao da consciência agromiativa dos alu
nos, mostrando-lhos as vantagens dos atividades associativas estudantis para
c seu progresso individual o para o do cnrnpo biblicteconômico cm geral.
V
S. Paulo, 10 de junho do 19^3
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                <text>IV Congresso Brasileiro de Bblioteconomia e Documentação</text>
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                <text>Formação integral do Bibliotecário-Docurnentalista brasileiro</text>
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                    <text>�cm

1

��IV CONGRESSO BHtiSiLSIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUIáENTAÇAO

ü Classificação Decimal Universal e a catalogação de documentos no arquivo-da Bahia
por
Maria de Lourdes do Carmo Conoeinão

Fortaleza
1963

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�4'!

Tíl/IÁ V - ARQUIVO LOCI A

g
i
^

A CUSSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL 3 A CATALOGAÇÃO m DOCUMBNTOS NO ARQUIVO DA BAHIA
PBLO
ARQUIVO PÚBLICO DA BAHIA

+

IV

(V.
2"
&gt;
V
&gt;-

C-VM?
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Cl
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P0«
%

O

Qr,
Salvador, junho de 1 9

3.
cp"
p^'

Rjsrcnaavjisí
BiblictJcaria - Maria dJ LcurdJs do Carno Conojiçac
BacharJlandas - Maria Lucas Matos j
Clara M. Vjbjr Barrátto

cm

1

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�sumíLEIO

1.

SIKOPSi. INTRODUÇÃO

2.

CLiiSSIPICAÇÃO DOS DOCUK ÜNTOS

3-

CATALOGAÇÃO

4.

C;^JÇALHOS DJ ASSUNTOS USiiDOS NO ^RQUIVD PÚBLICO DA
BAHIA

5,

M0D3L0S Dá FICHAS

6.

CONCLUSÃO

7.

RÜF^ESNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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�SLNOPSJÍ

Diíinonstraçao dos resultados obtidos com a aplicaçao dii novos mátodos dJ catalogaçao no Arquivo da Bahia j
o U30 da Glassificaçao Djcinial Universal - adaptadas

às

ndcjssidadjs dJstJ tipo do documJntos - para rjunir o laat^
rial administrativo-historico disperso nas várias colaçojs.
O sistema adotado jstá dJ acordo com o princípio básico da
arquivística, porque respeita o "f\indo", ou procedência do
documento. Refere-se as extensões o edaptaçoes da Classi^i
caçao Decimal Universal efetuadas nas Seções Histórica, Le^
gislativa e Judiciária. Modelos de fichas catalogadas
classificadas« Bibliografia.

y

A

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d

�INTRODUÇÃO

O Arquivo Público do JJstado da Bahia experimanta a aplicaçao
dos princípios a ragras da C.D.U.j astribado na idéia da q,ua os ar
quivos davam soi'rar modificaçoas qua os capacitam como orgaos

da

documantaçao a informaçao do Jstado. Jin 1959&gt; quando inauguramos a
axparimantação da C.D.U., varificamos qua o Arquivo da Bahia cons^
darava como sua magna função o simplas arquivamento dos papais fin
dos da administraçao. Naturalmanta, como o procasso da arquivamanto fosse, nasta concapçao, um fim, a nao vim maio, astavam relegados os diversos procedimentos da um arquivo dinâmico, moderno e
eficiente, a começar da classificaçao e da catalogaçao dos documentos» X procura de um sistema de documantaçao qua tivesse caminho 3^
vre na arqxiivista, optamos pelos princípios da C.D.U« a pelas Eagras para Catalogaçao da Impressos da Vaticana.
De fato, Arquivo e Biblioteca sao diferentes. Na Biblioteca»
classifica-se e cataloga-se livros. No Arquivo, classifica-se e
taloga-se paplis, aos quais damos o nome de dccmJirto^a, Enquanto os
livros sao classificados paios assuntos, os papeis sao classificados nos Arquivos da acordo com a origem. Nao podaríamos, como I IjS
gico, pratandar o emprego da C.D.U., em arquivos, para copiar
aplicar, como saio adesivo, da mesma maneira como se usa nas
••.
bliotecas. Contudo, as diferenças entre biblioteca e arquivo

9
bi^
nao

se constituem em oposiçoas irreconciliaveis. j assim que o ordenameiato simples e acessível dos livros das bibliotecas poda ser des^
jado para os documentos dos Arquivos.
No caso baiano, estabelecemos uma ponte entre a C.D.U. e

a

arqviivistica. Ou sejat a C.D.U. no arquivo incorpora, respeita

a

acata o princípio básico da arquivistica, qua 5 o princípio da origem, da modo que a sua aplicaçao subtende classificar as coleçoes f
unindo-as pela origem e nao pelo assunto. Desta forma, a C.D.U. f_a
cilita, enormemente, o trabalho de ordenamento dos paplis, permit^n
do reunir em grupos os assuntos existentes no Arquivo - conquanto
estes assuntos se encontrem em diversas colaçoas, arquivadas

pala

origem.
Até o presente, como expomos a seguir, nossa experiência foi
positiva, restando observar, apenas, que a aplicaçao da C.D.U. nos
^
t—
arquivos exige toda uma política de criaçao de quadros da arquivi_3
tas com mentalidade do documentalista.

4

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^
»
Nas sáçods daste Arquivo foi introduzido o sistema da Classif^

2»

caçao Dacimal Universal (C.D.U.)", nao para a localizaçao dos documantos, mas para afaito da documantário, facilitando a alaljeraçao
da indicas, bolatins a fichários por assuntos.
A aplicaçao da C,D,U., nSsta Arquivo ê novidada no Brasil ,
mas sagua prática da paísas da iJuropa, pois Lasso da Ia Vaga o axparimantou, com axito, no arquivo administrativo do Ministério Sxtarior da áspanha. Dala á a opinião, no sau tratalho, intitulado
"Proyacto da aplicaoion dal sistema dacimal a los archivoa admiras
trativos dal ministario da assuntos axtarioras", da qua a

C«D»U«

podará sar ampragada nos arquivos históricos ou mortos. Naturalm^Ä
ta, tam qua havar adaptaçoas, dasda quando os arquivos, paios saus
princípios "básicos da organizaçao, difaram muito das Bibliotacaa»
2.1.

O acârvD da Saçao Histórica a constituído da documantos qua

partancam a duas colaçoas principais»
I - Corraspondância para o Govarno da Capitania da Bahia.
II - Corraspondancia para a Prasidancia da Província.
Sstao ordenadas do saguinta modo»
a) - Ordans rágiasj 1649~1821
b) - Cartas do Govarno da Capitania
c) - Patantas. Alvarás. Provisoasj I648-I822, ato.
2.1.1. iíncontramos uma saria da ohjaçoas, na aplicaçao da C.D.U.
nos Arquivos, lavantadas por nosso próprio raciocínio»
a) Os vt&gt;luinas ancadarnados isolados, ou am colaçoas, obadacando ao princípio da procadancia, sao constituídos da documantos sobra os mais variados assuntos, ^stas volumas da documantos consigo
rados históricos, no sau todo nao podam sar classificados como qua_l
quar matarial bibliográfico.
b) As tácnicas arquivísticas aprasantam alguns pontos da choque
com as bibliotaconômicas: Os arquivistas classificam o sau ma"barial
da acordo com as "circmstânoias"| os bibliotacários ordenam o material bibliográfico obadacando a planos predeterminados de clas^i
ficaçao por assunto.
Nós o sabíamos, mas nao desanimamos. Animados fomos paio bibliotacário-arquivista J. Lasso de la Vega. Ssta comunica, no sau
já mencionado trabalho, uma bam sucedida experiência. Outrossim,
concluímos que, aplicando a flexibilidade permitida pelo sistama,
a C.D.U. podaria sarvir às nossas njcassidadas.
2.1.2.

Kasolvamos caracterizar o matarial da Saçao Históriaa com

o símbolo (09) - Pontas da dados históricos a jurídicos,

,

Nosso Trabalho nao ê individualista, sempre temos am mante

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astudos anterioras. J. Lasso da Ia Vaga adota, na aplioaçao

da

C.D.U. ao arquivo supra citado, algarismos arábicos, antacadando
ao símbolo

'

indicativo da carto Ministario. ásta caractarística
r-»
^
pracada a classificaçao a datarmina a procadancia do documanto.
Rasolvamos adotar uma caractarística qua fizassa parta

da

própria Classificaçao Dacimal Univarsal, nao como fieara Lasso de
Ia Vega ao usar númaros arbitrários» Assim, (09) sara anteposto
aos damais alamantos formados da classificaçao a subdividido

como

datannina sua astrutura tradicional» Alam dos indicas classificado
ras dos assuntos ou matariais, indicamos as divisoas da tampo

9

lugar} ajustando a divisão da forma (O94) às nacassidadas sia?gidas«
Uina Ordam Eágia qua tratasse dos salários ooncarnantas

aos

oficiais da Fazanda, saria aEÊim raprasantada»
(094»1)336c2:35oC89
Observamos qua a classificaçao nao sara de toda coleção ,
mas de cada documento que tam vim assmto especifico. A coleção será definida por sua caractarística» (09)
2.2

A Seção Legislativa ê formada de dois fvindos principais»
I - Sanado

II - câmara
Distinguam-se os seguintes documantoss
a) - os originais da todos os atos lagisl&amp;tivos da Assembléia
Provincial do Sanado a da Câmara bam como da Assembléia do üstado|
b) - os regulamentos a mais atos dos presidentas, governadores
e representantes do Podar üxacativo expedidos em virtude de delejga
çoes da Assembléia5
c) - os oódigos da posturas das Câmaras Municipais;
d) - os livros findos da Secretaria da Assembléia e do antigo
Senado Bstadualj
a) - os anaiíntc"^ ■'■"ternos

Asp-^^^bléia iJstadual»

Para melhor atender ao nosso trabalho, fizemos extensões _£a
ra as classes 328 a 342, preocupando-nos sempre em nao fugir as ^9
gras básicas do referido sistema»
A fim de conservar os princípios de procedência dos docum^n
toB houve necessidade do subdi'Tidir o Parlamento - 328 - emi
328»2

-

Senado

328»3

-

câmara

Desdobramos a divisão de "forma" (O44) para distinguir

o

tipo de correspondência desta Seção o
Por exemplo, um ofício do Senado dp Bahja sobre educaçaó
taria a seguinte notaçao rapr irz^ntati'^Tas

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328.214(044.3)i37(8l3.12)"l89r'
O indica daaignativo para iais - 342.4 - foi relacionado com
o símbolo — 328j T'äprasentativo de Sanado ou Câmaraj para atandar
aos princípios da procadancia axigidos pala Arquivística,
*
^
M
2«3« Saçao Judiciária - A aplicaçao da C.D.Ü., nasta Saçao, facilitou axtamrdín2aíla«®n6é-'0 prooasso da documantaçao. Foi a primaira saçao a racabar a Classificaçao Dacimal Univarsal a os rasultados compansadoras animou-noa a axtanda-la às outras,
A tabala adotada para as cíassas 347*6 a I47.9 tava por base
a Classification Dacimala Univarsalla - 3 - Seiancas SÓcialasj PID,
Bruxalas, 1952.
Assim, uma partilha amigával, vinda do Cartório de St" Amaro
ne ano da I89O, tara a saguinta classificaçaoi
3 47.919.6 22(813.321.19)"1890"
Para a divisão gaográfica, usamos a subdivisão da Municípios
fornecida paio Dapartamanto Estadual da Estatística, Bsta subdiviaao coincida com a origam, da acordo com o tabalionato q.ua enviou
o documento,
2,4,

Por ora, nao foi ainda aplicada a C.D.U. aos docxanantos

da

Saçao Administrativa davido à falta da pessoal aspaoializado a sar
grande o encargo dos çLua realizam o trabalho da classificação a oa
talogaçao nas outras saçoas, í nosso propSsito faza—Io oportunamant
te,
3»

Para dinamizar a busca dos docvimantos, um fichário, tipo Di-

cionário, organizado por asstinto, astâ sendo elaborado a, á certo,
ÇLua funcionara, pois o publico interessado em determinado assunto
poderá encontrá-lo reunido sob um cabaçalho comum,
A catalogaçao, alem das entradas principais, comuns a
catalogaçao descritiva, cont5m um rasvuno, ou "abstracts", dos

toda
da-

dos principais referentes ao documento,
No Catalogo Dicionário, as fichas ordenadas alfab^ticamante,
serão precedidas de loma ficha-geral, Jsta ê uma autêntica ficha—descritiva, ou da identidade, onde estão discriminados, em geral,
os documahtos de determinado "livro" e todos os dados referentes
ao mesmo»
a - Colaçao
b - Dimensão
c - Números de documentos qua compoaig o "livro"
d - Todos os dados que o particularizam
a - Pista

cm

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�A ficha d33oritiva-gdral indica, na pista, as sacundárias do
aggíinto. Ás fichas matrizes doa documantos tamtam aprasantam pista
indicativa da sacundárias ou analíticas desdobradas»
As antradas das fichas matrizes saguam as ragras do Código
da Vaticana. No canto esquerdo da ficha matriz está o número da
chamada, ou "call-numhar", qua representa a classificaçao minuciosa do assunto, seguida da indicaçao do arranjo próprio do dooumanto» in saguida, o resumo da qua falamos. Seguem-se as notas especiais e os cabeçalhos da assunto, Usam-sa ramissivas 0 referânciag,
quando necessárias.
4«

A par dos trabalhos acima referidos, estamos elaborando uma

lista de cabeçalhos da assimtos, baseados nos termos mais usados
paios pesquisadores, historiadores, etc., embora guardando sampra
que possível a orientaçao seguida paios organizadoras das listai
de biblioteca« Nesta lista, há também subdivisão geográfica.
Da Saçao Histórica vam©s citar alguns cabeçalhos mais usados i
1.

»V
^
Administração Publica

2.

Arracadaçao Fazandária

3.

Comboios - índia

4«

Conselho Ultramarino

5•

Contrabando

6.

Dízimos

7.

3scrivaes

0.

Fortes e fortificaçoes

9«

Militares

10.

Ordens religiosas

11.

Servidores reais
Da Seção Legislativa,dentre outros, mencionamos og seguintes

cabeçalhosI
1.

Comarcas - Bahia

2.

Distritos de Paz

3»

Jducaçao e ensino

4»

3scravidao

5»

Formaçao religiosa

i.

Funcionários púbdicos

7«

Instituições de caridade

8.

Juizes de Paz

9.

Limites a fronteiras

li.

Navegaçao

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1^

�11.

Bbras públicas

12»

Polícia

13.

Pontas à viadutos

14.

Professores— Aposentadoria

5«

A C.r.U. provou ser um sistema eficaz de organizaçao dos do-

cumentos tanto mais que resulta de trabalhos de especialistas.

A

experiência, a colaboraçao de vários e renomados técnicos torna
pouco provável a possibilidade de erros tao comuns em métodos individuais, empíricos, de classificaçao.
A C.D.U. tem evoluído, desde 1899» acompanhando o progresso
das técnicas e das ciências.
Proporciona o acesso ao conteúdo de uma vasta massa de documentos produzidos por organismos particulares ou administrativo-^
vernamentais.
Facilita o conhecimento do material existente sobra determinado assunto, além de colocar em circulaçao os docianentos necessários .
O mundo atual distingue-sa pela necessidade de int\írcâmbio a
cooperaçao. A C.D.U. torna possível a transmissao de informaçoes
atualizadas, porque, arranjando sistematicamente os assuntos, poe
^ disposição dos pesquisadores, a documentação adequada ao seu canpo de especializaçaoo Pelo seu caráter de linguagem numérico decimal, é muito flexível e pormenorizada, adaptando-se aos arquivos,
permitindo lan tipo de cooperaçao internacional.
á aplicável a C.D.U. nos arquivos porquês
A - A classificaçao torna possível o arranjo sistemático dos
assuntos, no fichário. dispersos nos vários "livros".
B - Serve ao especialista, historiador, poupando-lhe tempo e
trabalho desnecessários.
C - Facilita a publicaçao de boletins, catálogos, índices,
bibliografias.
D - Permite a rápida utilizaçao do material existente no Arquivo ,
ü - J»vita o desperdício da documentação que jaz inútil

por

nao ser conhecida.
P - Reúne os assuntos correlates no fichário.
G - Proporciona o encontro de diversos assuntos nas extensas e asdrúxulas "colaçoas".
H - Propicia a colaboraçao intar-arquivos
ps

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6.

ModSlos dj fichas, com a CATALOGAÇÃO d a GLASSIFIUAÇAO adotadas nJstJ

Arquivo.

SiJÇÃO

HISTÓRICA

Ordens ESgias
1 2 -

(094.1)361.829.3"1662"
Vol. 1
Doe. 15
Numa providencia contra o contrabando, racomandava ao
govarnador Francisco Barroto quJ cumprisse a provisão qua
Jxigia dos navios vindos da índia, d^scarragassum suas fazendas dm cada porto dd Angola j do Brasil, dJv^ndo os pr£
priiítários apresentar os papéis exigidos.
a) Rainha e Conde de Soure
1.Contrabando. 2.Índia-Comércio« I.Coleção.
Lisboa, 7 do janeiro de 1662.

SáÇÃO

LEGISLATIVA

Bahia. Leis, decretos, etc.
328.2s 342.4(086.8)03'^.2(813. 12)"1846"
V.3
f.190
Registro da lei promulgada em 12 de maio de I846, assi^
nada pelo vece-presidente da Assembléia Antônio Ladisláu
de Pigeredo Rocha, 1" secretário Vicente Maria da Silva a
2® secretário Ângelo Francisco Ramos» Declara isenta por
10 anos de pagar impostos a fábrica de fiar e tecer algodao da Vila de Valença e a de Paulo Pereira t-onteiro e
Cia.
1.Impostos. 2.Fábricas. I.Bahia. Assembléia Legislativa Provincial. 184b.

NOTA

:1= Classificaçao pela C.D.Uj 2=arranjo proprio do documafl
to no ARíiUIVD.

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SjÇÃO JUDICIARIA

Gordilho, Adriano Alvas d3 Lima
347.919.62+347.672(813.121.18)"1094/923"
M.I35
d.l
Autos^dJ invjntário dJ Adriano AlvJs d-á Lima Gordir
Ibo, Bgrao dj Itapoan. Invjntariantds Pjdro Pranciscío
Guimaraja, H^rdairos? Margarida da Conceição Gordilho
o Maria Margarida Gordilho. Sjrviram como advogadas os
Drs. Carlos TorrJs, InocJncio MarquJS dJ Araújo Go3s â
Jaimvj Lopjs Vilas Boas. Vara da Örfaos. 312p8.
üte anjxo o tjstam Jnto do mJsmo.
l.Invjßtario. 2.TjstamJnto. I. Itapoan, Barao dJ.
II.Guimara^s, Podre Francdlino, inv. III.Gordilho,
Margarida da Concaiçao, h^rd. IV. Gordilho, Maria M^r
garida, hord. V.GÓjs, Inocâncio Marques dd Araújo,
adv» VI.Torras, Carlos, adv. VlI.Vilas Boas, Jaimo Lo
pj8, adv*

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1

�- 8 -

7.

RiFáRSííGiÁS

bibliográficas

1.

ASSOCIAÇÃO DOS ARQJJIVISTAS HOLAHDiSJfâ - Manual da
arranjo j ddscriçao-àd arquivos.
Racional, I96O.

2.

Rio, Arquivo

145p»

PID - Classification ddcimald universalis», 3} sciancas socialds»

Bruxelasj

Jditions Miindanaum s*c*,

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LASSO Dü La V-JGA, J. - Proyacto da aplicacion dal
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Ministario da Asstintos iäxtarioras.

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MARQUANT, R. - Os arquivos a as modarnas pasquisas
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STAMPA, Manual Carara - Misionas raaxicanas an archivos auropaos.

Máxico, Instituto Panamaricano

Oaografia a Historia, 1949*

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
st em

120p,

da

�I
14

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20

�Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Demonstração dos resultados obtidos com a aplicação de novos métodos de catalogação no Arquivo da Bahia e o uso da Classificação Decimal Universal - adaptadas às necessidades deste tipo de documentos - para reunir o material administrativo-histórico disperso nas várias coleções. O sistema adotado está de acordo com o princípio básico da arquivística, porque respeita o "fundo", ou procedência do documento. Refere-se as extensões o adaptações da Classificação Decimal Universal efetuadas nas Seções Histórica, Legislativa e Judiciária. Modelos de fichas catalogadas e classificadas.</text>
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gentilmente por:

�Scan
Sy Stern

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��IV CONGRESSO BRáSILBIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMTíNTAÇÃO

O SESC, o SSSI e suas biblioteòâs ambulantes
por
Martha Mouro Ferraz

q-, Ct
VI

fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
st e m

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lí

�UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CCN6RISS0 BRASILEIRO DE BIBLIOTECClíOMB E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA - 7 a IJ4 cie ju^io de I963

CDU 027.022:022.94

TElfc II -

BIBLIOTECAS PUBLICAS, INEÍÍHTO-JUVENE,

AMBULANTES B ESCOLARES

O SESC, O SESI E SUAS

BIBLIOTEÍCAS AMBUIANTES

por
Martha Moviro Ferraz

Sinopse

A presente tese é o resultado dos trabalhos en equipe de
varias bibliotecárias, sob a direção e supervisão da Chefe do Serviço de
Bibliotecas do

SESI, MINAS GERAIS, que se propôs a organiza-la e a -

presentá-la«

Digitalizado
-gentilmente por:

�Q SERVIÇO DE BIBLIOTECAS DO

S E S I

"Criar vana Biblioteca, nvuna casa, é dotá-la do
lima alma" e
Cícero,
O Serviço Social da Indústria, apresentado sob a sigla

S E S I, e

uma Entidade de Direito Privado, nos termos da lei civil^ com a finalidade de assis tirj, socialmente, aos trabalhadores das Indústrias, seus familiares e de atividades '
similares, em todo o Torritório Nacional©
Em Minas Gorais, o

S E S I

surgiu da necessidade de se promover o

equilíbrio e compreensão entre os empregadores o os operários, destinando-se a reali zar um tipo de trabalho altamente educativo e sociale
Fundamentando-se neste princípio, a Divisão de Serviço Social
Sa Se, através do

- D,

S.« E« 0« So (Serviço de Educação e Orientação Social) sentiu a ne -

cessidtide de criar o Serviço de Bibliotecas, o qual se subordina a essa Divisão e

tem

por finalidade levar o livro ao encontro do operário, visando ao aperfeiçoamento intelectual, profissional,, moral e social dos seus leitores»
Desta forma, a falta.de contato intelectual do trabalhador com boas
obras seria, em grande parte, resolvida»
Alcançado esse objetivo, está dado mais i^m passo

na conquista

dos

direitow sociais do homem, aumentando seu valorp através de conhecimentos mais amplos,
que lhe permitirão uma colaboração fértil e ativa a sociedade o
O Serviço de Bibliotecas do

S E S I

é dirigido por um chefe, bi -

blioteoario diplomado e o pessoal designado^ para a execução dos trabalhos técnicos, é,
igualmente, portador de diploma expedido por Escola ou Curso de Biblioteconomiac
Convém assinalar que a iniciação educacional e intelectual, quo se '
intenta, através dos setores,

constitu.i, sem dúvida alguma, luminosa premissa do dosen

volvimento harmonico do inúmeros leitores que, de outra forma^, teriam de sofrer o impac
to da cisao de seus conhecimentos, por falta.do meio economico que lhes facultasse a a—
quBiçao de obras recreativas o instrutivas^
O empenho polo dosonvolvimento do Serviço de Bibliotecas, no atendimento dos leitores das Industrias e Extra-Indústrias, leitores mirins, adoloscentes
adultos, no

o

S E S I

DE MINAS GERAIS., traduz—se de modo*inequívoco e insofismávoln
fé
^
Nao exageramos em afirmar qvio o crescimento dos Índices de inseri -

ções e froq'Ziencias as Biblioteco.s do S E S I se devo, em parte não desprezível, à com
A#
pTJoensao do valor da educaçao, como fator de 6vo3aiçao e aprimoramento dos indivíduos Hng
classes, principalmente das mais desprotegidas;, compreensão que se vem implantando, on—
tre os operários, através das Bibliotecas Ambulantes, onde se lhes desperta a consciência o a mentalidade de que^, para

progredir, faz-se indispensável o instrumento da cul-

tura«

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�~ 2 Pcdom»s, portanto, reafirmar quo não tem sido infrutífero o trabalho
a quG a Biblioteca so lançou (através do Serviço do Extensão) não só na Capital, como ♦
no Interior o om estreita colaboração com outras Bibliotecas do ESTADO DE MIKAS GERAIS,
da UNI^O o do SEKVIÇO SOCIAL DO COMÖHCIO (S E S C) , no sentido de recuperar milhares '
do cidadãos que, do outra forma, pelas trovas da ignorância, om quo transcorria a

sua

existoncia, nao poderiam participar, do maneira mais ativa o foounda, do construir, don
'■
#
tro do \ira&amp; realidade mais humana, uma Patria raf.lhcr.
Em verdade, os dados que coligimos o que apresentamos, através do os_
tí.tísticas, podem dar a medida do eiifrria, como encaramos a realidade do Serviço a

nós

confiado e em que estronos todos ençonhados a executá-lo do melhor modo posslvelo
VISTA GEPJ^L E DADOS REFERENTES AOS SETORES
Ô nosso propósito, neste trabalho, apresentar uma visão, tanto quanto possível perfeita, das atividades desenvolvidas pelo S&amp;rviço do Bibliotecas, pelos '
vários setores, assim constituidosí
I. SEÇÃO DE PROCKSAMtiNTO TÉCNICO»
II. BIBLIOTECA CENTIíALj
III. SEÇSO DE EXTEMSAO BIBLIOTECÁRIAl
a) Bibliotecas Ambulantes (Capital o Interior)
b) Sucursais ou Filiais - Bibliotecas Fixas dos Centros Sociais (Capital o Intorior)
I, Â Seção do Processamento Técnico ostá atroito o preparo do acelero,
para uso das demais unidades do Serviço de Bibliotecas do

S E S I,

Esta funciona, em Bolo Horizonte, sob a supervisão dirota da Chefe d»*
"Viço.

\
II# A Soção do Biblioteca Contrai promoverá a circulação do acervo ^

para as consultas o erç)rostimos domiciliares, nas sedes localizadas nos edifícios

da

Serviço Social da Industria, em Bolo Horizonte o no Interior, nas cidades onde so fizor
' •
A#
#
necessário a sua instalaça», através do Serviço do Extensão o ondo existir pessoal técnico ou treinado para a execução dos trabalhos»
Em Minas Gerais, esse tipo do Biblioteca foi criado, há im deconio ,
com a finalidade do atender, apenas, os industrievrios»
Considerando as insistentes solicitações do pessoas amigas do pro
grosso, os Dirigentes do

—

S E S I, possuindo um alto espírito de conçireonsão e grande ♦

alcance intelectual, acederam as mesmas e o beneficio foi estendido ao p'^lioo em geral«
E, então, para a maior convenienoia de seus leitores, as Bibliotecas Central o Sucursais
assximxram o carater de publicas, deixando de exigir, para a inscrição do leitor e emprés
timo domiciliar a prova de qualidade do bfeneficiário do
ACERVO —

S E S I«

Ro^miramf-se, em uma so Biblioteca, dois tipos de acervo, Um

constituido de ficção, preenchendo, assim, uma das finalidades da Biblioteca, quo é

a

recreativa, O restante e constituido por livros técnicos, científicos, de religião, filo
Sofia, arte o divulgação da cultura popular, geografia, história o biografias»

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�- 3 ~
Nota-so, ainda, a seção de periódicos o revistas»
Através do seus ecçrestiiaos, a Biblioteca ton dosonvolvido o molhor
do seus esforços, a—fiia-de se transformar, realmente, na escola ativa e no perfeito

'

centro do divulgação da leitiara instrutiva, aos funcionários do

'

S E S I, operários

das Indústrias o ao púb lieo em geral»
Sendo da competencia do Bibliotecarir auxiliar na seleção dos livros,
anota as sugestões dos leitores, observando as falhas das coleçoesj promove o uso da c^
leçSío, orientando os leitores adultos e infantis na pesquisa bibliográfica, na escolha
A
de material adequado para consulta e leitura domiciliar - trabalho do referencia um
dos mais icçortantee da Bibliotocaj organização de bibliografias e listas de livros,

'

quando solicitadasj; promoção de atividades culturais © recreativas, para incrementar

o

uso dos livros e aprimorar a educação social dos leitores; elaboraçao da estatística

'

mensal dos trabalhos realizados.
A Biblioteca possui catálogos conçletos, para a consulta do livro

'

desejado o pesquisa dos assuntos de interesse. Todavia,parto da organização o feita

de

acordo com a moderna téonica, isto é, catalogação pelo "CÓDIGO DE CATALOGAÇAO DE IMPRE^
SOS DA BIBLIOTECA VATICANA", CLASSIFICA(,1Ã0 DECBl^L DE MELVIL DEÍÍEY, TABELA DE CUTTER

'

SAHBORN, os mais perfeitos no geiHPo«
O controle do acervo da Biblioteca do

S E S I

é feito através

dos

catálogos "TOPOGRÁFICO" e de "AQUISIçTtf'•
O leitor goza de plena liberdade, pois tem livre acesso ãs estantes
e esta ao seu dispor, além do auxilio humano da Biblioteoárioi, de Referencia, o Catálogo Dioioníirio, de fácil monuseioo
Reunimos, destarte, numa só i^iblioteca, dois tipos de leitores: o es
tudante, o funcionário e pessoas esclarecidas, com o hábito de leitura formado^ constituindo o primeiro grupo»
O segundo grupo é do operário comum, sem preferencia por tipos de li
vros o o qual é orientado por

nós«

O pequeno leitor, taníbém, faz-se representar nesta Biblioteca©
Formando a coleção infantil, temos livros recreativos, atraentes, de
acordo com o seu gosto e idade, instrutivos e biografias.
Inclui-se, tamibém, aqui, o adolescente^ cuga leitura é orientada pela Bibliotecária, levando-se em conta o caráter educativo desta Instituição^
O numero do elevação das inscrições do leitores é flagrante c este '
aumento conçrova a necessidade crescente da propaganda do SEiyiÇO, por meio de uma orga
nizaçao perfeita, que vise, sempre, o esclarecimento aqueles que procuram alimentar

a

sua cultura»
Os leitores estão divididos em quatro tipos: Fioncionários do S E S I,
operários, beneficiários e estranhas (este tipo atinge a culminância, não só na Biblioteca Central, como nas Sucursais)

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�- i; -

o acervo da Biblioteca é aiunontado e onriquocido^ nao só através
das aquisições feitas pela Instituição, como também por doaço&amp;s de loitoroSp do Ins
tituto Nacional do Livro e das EJmbaixadas»
SERVIÇO DE PROPAGANDA! Com a introdução da "SEMAM NACIONAL
DA
n
BIBLIOTECA"', maior interesse vem sendo despertado por parte dos leitores, que acorrem a este recinto, para apreciar a exposição de livros, das novidades existentes ,
dos cartazses sugestivos e marcadores do livros, que lhes são oferecidos^ nessa ocasião«
Em alguns Centros, funcionam Clubes Recreativos de Leitores, Para os freq&amp;entadores, e de maior interesse, constituindo ótnjna propaganda« para

o

aumento da freqüência à Biblioteca,
Nas suas reuniões, poderão ser debatidos os mais diversos assvin—
tos» A organização de filmes recreativos e.instrutivos para adultos e crianças, mui
to contribui para que acorram à Biblioteca«
SEÇgO DE EXTENSÃO BIBLIOTECiÍRiA DO

S E S I

Esta seção promoverá o 6iiç)réstimo domiciliar dos livros, nos pró
pries locais de trabalho dos operários« Atinge não só às Indústrias da Capital, como varias cidades do Interior, onde a densidade operária e devidamente comprovada e
escolhe, de acordo com o numero efetivo dos trabalhadores a ser atendido^ uma das '
modalidades do Serviço*
a) Bibliotecas Ambulantes (na Capitc.l e Interior)
b) Sucursais ou Depositosi Bibliotecas Fixas dos Centres Sociais
(Capital e Interior)
BIBLIOTECAS AMBULANTES — Os trabalhadores mineiros^ com a Biblis
teca Ambulante, continuam, som duvida, aperfeiçoando o sou modo de viver, familiari
zando«se com o habito salutar de leitura e adquirindo novos ensinamentos e ostínu —
Ics, abrindo essa iniciativa um cacçio novo de pesquisa referentes a estudes sociais
do ine.is alto interesse#
.»V
/N
,
A reaçao dos operários a leitura, suas preferencias literárias e
sms irçressões, reafirmam a notável obra, a qae as Bibliotecas Ambulantes podem re
alizar«
Para que os interesses e as necessidades dos operários sejam satisfeitos, instalamos, nas fabricas da Dapital e do Interior do Estado^ nos postos
de assistência dentaria do

S ES

I e nas Agencias Sociais as caixas-estantes^ con —

tendo uma tiedia de 70 livros dos mais variados assuntos e um dioionário da LÍngm •
Portugxiosa e tais livros permanecem lá, dursinto três ou quatro Heises^ sondo, após '
este prazo^ recolhidos e devolvidos a Biblioteca Central, onde saoavorlguados

os

dados relativos aos emprestimes efetuadosô
A Bibliotecária encarregada deste setor

mantém o registre minu-

cioso das fabricas e instituições, que recebem as caixas-estantes, instrui e assisto os operários, que se encarregam dos empréstimos domiciliares; organiza as listas

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�- 5 dos livros e do acordo com

o tipo de leitores que se servirão delas; presido às inau-

gurações e reinstalações das caixas, fazendo prop5\ganda da leitura, através do pales tras^ conferênciasp apresentação de cartazes alusivos ao dia da inauguração, horário ,
noHß do operário encarregado dos empréstimos; visita, de tempos em tenços, às fábricas,
sendo., senç)re, bem acolhida e servir^do de estímulo ao operário encarregado dos ençjrésti
nos o
O horário, nos estabelecimentos fabris, na Capital,são de preferencia, no intervalo do almoço ou do lanche, quando os operários, remidos, poderão,

sem

nenhxim constrangimento,, trocar idéias con a Bibliotecária, opinar sobre os livros

de

sxia proferencia e apresentar sugestões n
A Biblioteconoma conis.p seiiçre, com a presença e apoio dos empregadores que, valorizando o nosso Serviço^; demonstram alcançar o objetivo da nossa atua ção^ em benefício do trabalb.adoro
Contamos, atualmente;, com 81 caixas, instaladas
Minas Gerais, 22 na Capital e 59

nas Indústrias, em

Interior, sendo que 20 na cidade de Juiz de Fora,

Emprestaram-se, através da Biblioteca Ambulante - Capital e Intericr
»&gt; 9 588 livros, dados estatísticos coletados do RELATÓRIO ANUAL DE

1 962 e enviados ao

IBGE (instituto Brasileiro de Geografia o Estatística)
As estatísticas revelam a preferencia pelos livros infantis, não só
pelas crianças, C( mo pelos adultos.? também biografias, livros técnicos e de viagens»
Criando, no operário., a vontade de ler, estaremos iniciando o nosso
trabalho, qiae sera culminado con a formaçao do habito contínuo do leitura»
Os resultados apreciados tem sido os mais variados, entreteuito, no4•
ta»«Ee que sao satisfatórios,
sendo quo o movimento das caixas-estantes tem^-se mantido
regularmente estável.
Observando, registramos a preferencia dos homens, no campo da ficção,
pelos livros policiais, aventuras o as moças por romances fáceis, preferencialmente
Glyn^

Mo Delly, Max Du Veuzit e outros, do mesmo genero©
Firmados na experiência e no grande êxito alcançado, através das Bi-

bliotecas Ambulantes do Interiorque ultrapassam a nossa expectativa, registramos

.que

ista sa deve a grande concentração operária dos centros fabris das cidades do Interior e
medo diverso de vida dos da Capitalc
SUCURSAIS ca DEPÓSITOS DE LIVKOS - BIBLIOTECAS FIXAS DOS CENTKOS SOCIAIS - Os Depósitos de Livros ou Sucursais
sao uma ançaiaçao do nosso Serviço© Dada a grande receptividade dos livros das caixas-estantes, em determinadas Industrias^ na Capital e no Interior, onde os dados estatísticos
coEçrovam ser elevado o número de operários, sRo criadas as Bibliotecas Sucursais« Estas,
instaladas junto a outros serviços do

3 E S I, promovem os 6EÇ)réstimos, entre o traba -

lhador e o publico em gorai, principalmente às famílias dos operários ©

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A coleção, que integre, o acervo, em núciero do 500 livros, dos
laais variados assvintos e livros infantis, são preparados na Biblioteca Central ,
de acordo com o estudo do meio ambiente profissioned, problemas de reoxirsos

da

cidado ou bairros e interesses dos leitores, conforme o estiido do SERVIÇO SOCIAL
do looaL , onde so instala o Depósito»
O horário do funcionamento possibilita a freqüencia dos trabalhadores, sendo, por isto, bem variado, havendo a descentralização e acessibili dade ao publico en geral,
Nos depósitos, há um funcionário encarregado da movimentação '
dos empréstimos dos livros, auxiliando os leitores nas suas pesquisas o, ainda
promovendo atividades educativas, através

,

do clubes do leitura infanto-jttvenis#

Atualmente, contamos com sois Depósitos de Livros, no Interior
e outros seis na Capital, todos em pleno funcionamento, apresentando um bom Índico de aproveitamentoo
Geralmente, há, nos Depósitos, as exposições do novidades rec^
bidas, comemorações de datas nacioneiis, horas de história, promoção de festas infantis;, desfile

de

personagens das histórias, festas juninas, facultando, destar

te, o encontro entre os diversos tipos de leitores mirins, sobrettodo • ,n

os meno-

res que trabalham«
O acervo dos Depósitos é enriquecido com as doações recebidas e
remessa de novos livros, pela Biblioteca Centrale
Os diversos Depósitos onçrestaram, em 1 9^2, 6l 39^ livros.
Através de todos os sotoros, foram emprestados, pelo Serviço de
Bibliotecas do

S E S I - 77 2i+I livros«
Em todos os setores, a Biblioteca parece estar realizando

os

seus objetivos, ee'i-io provado através do interesse crescente do public o-leitor, na
procia-a do livro.

Belo Horizonte, 20 de junho de 1 963q

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTBCONOIflA B DOCUWTAÇÃO

Integração e desenvolvimento das bibliotecas na vida nacional
por
Maria Orlando de Andrade Bezerra Seixas

Fortaleza
1963

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO IE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIMDE DO' CEARA
7 a 14 de julho de 1963

TEMA II

-

BIBLIOTECAS PÚBLICAS, IKPANTO-JTJVENlS, AMBULANTES E ESCOIAEES

INTEGUAÇÃO• E DESENVOLVIMENTO DÔ.S BIBLIOTECAS NA VIM NACIONAL

por

»

MARIA ORLANDO DE ANIRADE BEZ^ERRA SEIXAS

(COMUNICAÇÃO OFICIAL)

CDU

^ +

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Biljliotecária da JEaouliia^ d&amp; ,Me&lt;ii&lt;xÍjaa--4Ía/-4Izürírersidsuie ào Reoif©

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�te:a II - bidliot::cás püblic^íS, etfa,&gt;-To-juvsnís, Mmwxns s
JSCOIjAIIES

Integração o dc-sonvolvin&amp;nto das Bibliotecas na vida ne.cional

por

liaria Orlando de Andrade Bezerra Seixas

Sinopse

!♦ Sisteiíias regio ais de BibJÃotcicas iúblicas e Municipais.

2, Papel da Biblioteca no Plano Nacional de Educação.

3. O Instituto Nacional do Livro e o prograiiia nacional para o desonvol
vimento dos serviços das bibliotecas públicas.

A» O SESC, o SESI e suas bibliotecas anbulantes.

Comunicação oficial

Associação Perna bucana de Bibliotecários

Recife

1963

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�teí:a II " bibliot;:cas pübliCí.s, iítfa., to-juvenís, ai-buláíites e
23C0LARES

Integração e clcscnvolvinento das Bibliotecas na vida nacional

por

Maria Orlai^do de Andrade Bezerra SeixaS

Sinopse

1. Sistei'ias regio ais de Bibliotücas Publicas e Municipais.

2. Papel da Biblioteca no Plano Nacional de Educação.

3. O Instituto nacional do Livro e o prograim nacional para o desenvol
vinento dos serviços das bibliotecas públicas.

U» O SESC, o SESI e suas bibliotecas anbulantes.

Coiounicacão oficial

Associação Perna bucana de Bibliotecários

Recife

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1963

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�1» Sistemas regionais de Bibliotecas rilblicas e ílunicipais

1,1, Bibliotecas gilblicas
As bibliotecas públicas brasiloirps não obedeceraii a um planejaraento geral, o que motivou a diversidade de aspectos e de siste-Lias estruturais com
que se apresentam,
A mais ii^iportante por ser depositária legal de todas as publicagões
do País, a Biblioteca Nacional inaugurou-se em 29 de outubro de 1910,
A mis antiga, a da Bahia, siargiu da centenária biMioteca dos Jesuitas, pelos pagos de 1557, em seu priiiiitivo edifício do Colégio. A 13 de maio
de 1881, a "casa da livraria" tornou-se então "Livraria Pública da Bahia", gi:aças ao Conde dos Arcos.
A do Rio de Janeiro, instalada em IQIO, reuniu inicialmente livros
do Conde da Barca o coleções da CaSa do Infantado de Lisboa,
Pernambuco teve a sua Biblioteca criada pela Lei P'rovincial n!^ 293»
de 5 de maio de 1852, instalada om agosto do mesmo ano, na Sala qi^e servia

para

aiolas de dosenlio no Liceu Pern3pi-'ncano, localizado no antigo Hospital do Paraizo# Daí saiu para funcionar no Colégio das Artes, em março de 1860, no Convento
do Carmo e em 1875 para a Praça da República, onde permaneceu ate 1930, quando
passou ao prédio que hoje ocupa, construído primitivaraente para servir de Cadeia
(2ê do Recife), e Câmara Municipal, Presentemente possui cerca de 80,000 volumes
na sua maior pgrte, raridades, A grande coleção sobre a guerra Holandesa é quase
toda constituída de primeiras edições, A sua Camoneana o das mais ticas do Brasil,
Nos Estados existem Bibliotecas Públicas. Algumas antiquadas, oui
tras com requisitos modernos, pois foram instaladas mais recentemente, O certo
é que nem todas contam com a devida compreensão dos Podlres l^úblicos, Falta-lhes
assistc-ncia material pp.ra

-^ar o seu patrimonio que aumenta avassaladora -

mente. Pela ordem cronológica inauguraram-se as seguintes bibliotecas estaduais:
Maranhão, 1829: Sergipe, 1851? Paraná, 1852; Santa Catarina, 1855; Ceará, 1867;
Pará e Rio Grande do Sul, 18711 Ariiazonas, 1873; Espírito S^nto, 1885; muitas outras no século XX, Ainda hoje e reduzido o número das que permitem o empréstimo
a domicílio. A do Estado da Guanabara, mais atualizada» possui um Setor de Bi bliotecas Públicas Populares instaladas em oito bairros da Cidade do Rio de Janel,
ro.
Verifica-se, por conseguinte, a necessidade de transformar o maior
número possível das antigas Bibliotecas em centros para servir, para dar sem favor nem liiiiitações, como instrur.iento destinado à promoção de todas e quaisquer
atividades dos leitores, MôColvin, secretário honorário da Library Association,
já fazia sentir em 194-3: "A Biblioteca Pública não pode ser considerada parto
fundamental da maquinaria educacional, mas em lugar disso deve deve desenvolverse como organização independente suplementar, destinada a auxiliar, não somente
a educação, porem qualquer tima. fase do pensamento e ação, nos quais os livros

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sejam do valor" (1). Um âos nanifestos da UIÍESCO (2) constituiu

a prii.ioira de-

claração internacional sobro a responsabilidade o as possibilidac^es da Biblioteca. Nsste docmento, descrevendo a potencialidade da Biblioteca, proclanou

a

crença de ser a nosBia "a força viva para e educação popular e para o desenvolvinonto do entendimento internacional e desse nodo, para a prov-ioção da paz",
A Biblioteca i\iblica cor.io instituição oficial ten que ser estabelecida e riiantida sob a clarividente autoridade da Lei 3 custeada pelas verbas pú
blicas; aborta en tomos eqUc.cionais para todos os nenbros úa conunidade,

sen

discriminar, profissão, credo, classe ou raça. Para tanto doverc' contar con uim
equipe ben treinada e orçaiiento adeqiiado. "Universidade do i-ovo", ela cooperará
na social deinocratização da Cultura.

1,2. Bibliotecas Municipais
As Bibliotecas Municipais brasileiras seguiraia, a grosso nodo, as
laesmas dirotriaes das estadua,is,
A princípio, localizadas na faixa litorânea, erabora alguns nunicípios do Interior hajaxi tai-abem reivindicado a fujidação de bibliotecas. Entre
estes: Vassouras (Rio de Janeiro), en 1872; Nazaré (Bahia), en 1Öü3j Bon Sucesso (Minas Gerais), eni 1905. Evidentenente, a história das bibliotecas nunicipais
brasileiras assinala duas etapas da sue. exisf^^ncia; Una antes, outra depois da
criação do Instituto Hacional do Livro. A segunda fase denonstra crescente o rá
pido aunento era nuLuero, de pequenos depósitos do livros localizados nos nais va
riados recantos do ii.ienso território nacional, que pertencen a conunas sen Eieios
nen condições para a plasticidade do seu uso,
São Paulo nodernizou a sua Biblioteca Municipal. Outras Capitais
acoiiapanha:i^j&gt;-lho os passos. Rociíe, tanbón cuidou dos j^robleiiiae de educação o
falta de bibliotecas. Souza Barros, diretor do Estatística, Propaganda e Turisr^io
da l^efeitura, a 16 de seterAro de ISIA, encaninhou uri projeto do criação do bibliotecas distritais e do uma biblioteca ambulante "que pudesse servir de,início
aos ar^T'abaldes não beneficiados". Dos esforços dispendidos no sentido de dotar
o Recife de urra rede de bibliotecas, sòriionte alguns anos nais tarde, con a adríinistração Pelópidas Silveira, fem possível atingir tal objetixro. Césio Rogueira
Costa, timoneiro deste enpreendirAento, rianteve o plano inicial de Souza Barros
e sustentou-o ato realiza-lo corApletanento. Para efetivação do projeto, Liuito
contribuiran aS pesquisas do Prof. Rone Piibeiro cobi un levantamento baseado em
dados estatísticos sobre leituras ocorrentes nos áreas que serveivi à população
menos abastada da cidade. Assin, vieram as bibliotecas popvilares de Encruzilhada, Santo Amaro, Ce.sa Amarela, Afogados, sortidas de livros destinados às pessoas pobres, de rcciu:sos lir^utados, tanto intelectual cono econômicamente.

E

para completsr o plano dessas bibliotecas, na sue. interdependencia, surgiram a
Biblioteca da Discoteca l^blica Municipal, especialij^ada em assuntos de música
e arte eíi geral, que funciona ao lado da própria Discoteca, a Biblioteca do Tea
tro Santà Isabel, dedicada à arte cênica, e assimtos afins, con um nostruário do

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objetos relacionados con a vida do referido teatro, o Posto de SmprestiiTio, que
consisto nunia estante colocada à esquinai de ponto central da Cidade na Avenida Gua.rarapes, com a pomanência de m bibliotecário, e a prineira Biblioteca
-Anbulante na paisagen da Capitc-l pemanbucana (3).
Ainda na Cidade do Recife - o Movimento de Cultura Popular, ainda pelo ideal de servir a ueic. região subdesenvolvida, estabeleceu-se em eqxiipes fornadr.s de jovens estudante^ que voluntariamente realizcjn pesquisas e desenvolvem atividades em horários diferentes, reunindo-se semanalmente para dis
cutir a possibilidade de novas iniciativas e prestar contas dos trabalhos etocutados» Prelirainarmonte, o MC? organizou em sua sede, no tradicional SÍMo da
Trindade, mis. biblioteca, de acervo selecionado por técnicos, destinada a aten
der os membros de suc;s equipes. Atualmente, posstii dior.s bibliotecas populr.res
integrantes do projeto "Meios inforiiiais de educação", Êste projeto tem por finalidade aproveitar os meios de comtinicação para educação, possibilitando atra
v6s do debate, desenvolver o espírito crítico, toma.r consciência dos problerr.s
locais e nacionaisí motivar e incentivar a organização da coLiunidade, O HlIE
empreende sua tc.refa educativa, no momento, em duas Praças de Cultura, nos
bairros de Torro e Iputinga, Cada Praça de Cultura conta com um Posto de Em-»
prestino de Livros, bem como Clubes que motivam a leitura na comunidade. A mó
dia de empréstimos tem sido elevada para fase inicial, levando em conta o número do livros que, devido a dificuldades financeiras 6 aproximadamente 350&lt;
No período de ferias a freqüência auraenta consideravelmente, chegando a âOO
leitores por mês,
O clube de Leitura funciona regularmente, usando para motivação
jojraais e registas. Os participantes do grupo discutem bastante e procuram che
gar eles mesmos a conclusões que permitem ação do grupo na área on que se encon
tram, A precariedade ma.terial destas Praças impede o funcionamento de uma biblioteca de âmbito maior,

2» Papel da Biblioteca no Plano Nacional de Educação
CuTiiprindo o dispositivo do n^t, 169 da Constituição Federal, relativo a reserva de verbas orçaiaentárias mínimas para as despesas com a manutenção e desenvolvimento do Ensino, a Lei de Diretrizes e B^iSes da Educação Na
cional estabeleceu em seu artigo 92, que a União aplique na consecução dc.queles objetivos, o mínimo de \2% de sua receita de impostos e, ao longo dos parágrafos do mesmo artigo fixou;
a) a constituição do Fundo Nacional de Ensino Primário, do Fundo Nj.cional de Ensino Médio e do Fundo Nacional de Ensino Superior, com nove
décimos dos recursos federais destiru?.dos à educação e distribuidos em
três Parcelas iguais;
b) o encargo ao Conselho Fedcal de Educação para elaborar o Plano de Edu
caçao referente a cada Fundo, executável em prazo determinado:
^ O-brlgaçao solidaria dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios

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no cunprlniento das verbas Kininas previstas pelo citado artigo da
Constituição Federal no âiabito de seus orçailontos,
ííantendo igualdade para três graus de ensino, na distribuição
dos recursos federais, condicionando a aplicação das verbas através de planos instituidos, e confiando a elaboração dos nesinos a ui-i Conselho Federal
de Ensino constituido por vinte e quatro neubros nomeados polo Presidente da
Repilblica dentre pessoas de notável sabor c experiência eni riatcria de educação, por -seis anos. O referido Conscllio foi instalf^do a 12 de fevereiro

do

1962, dando início a sua relevante tarefa, con o Plano Haoional de Educação»
Significativa nudança para o po-üs da Aiiií^rica Latina, con

a

maior proporção de analfabetos adultos e do crianças fora da escola. líuito
acertadas as medidas que tronaran a alfabetisação, ponto do partida para

o

desenvolviiaonto sócio ccônordco nacional.
Observando que qviatro lailhões de crianças brasileiras

entre

sete e doze anos de idade ostavan ausentes da escola, o Conselho Nacional da
Educação fixou o prago de 1963 a 1970, para alcançar un tipo do educação capaz de solucionar tão grave problem, Alen disso, traçou u'a neta a fin do
nelhorar o ensino médio e superior, o deu ênfase especial ao ensino técnico*
A Biblioteca que atua cono organisno ligado a Universidsuies,
Escolas, Museus, Institutos Culturais, está incluida neste Plano»
'

O Qrcaçiento Federal de 1963 dotou o Serviço Nacional de Biblio-

tecas a que se refere o Decreto n2 51.223, de 22 de agosto de 1961, cxaa

as

seguintes verbas;
2Q,02

Subconsignação 3 »1.22 - Para instalação o uc:: ;iivolvxi.icnto do bi
'dèsonvolisrixaaàto. dè -ttibli.otec&amp;.s universitárias

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50»000.000,00

Subconsignação 3.1.07 - Para criação

e

instalação de bibliotecas escolares infanís, fijcas e anbulantes, en convênios
con territórios e Estados

125.000»000,00

Subconsignação 3.1.12 - Para anpliacão
e instalação de bibliotecas er.i estabeleciirientos de ensino nédio e bibliotecas anbulantes

125.JOOO»OOOrOO'

Subconsignação 3.1.19 - Para auxílio a
Bibliotecas Publicas o do Entidades Privadas, especificadas pelo orçanento segundo a relação

191.200.000,00

Plano de aplicação dos recursos aciiia referidos;
1« Para desenvol^inento de Bibliotecas Universitárias
e Bibliotecas Científicas existentes no País;
1.1. Universidade Brasília. Biblioteca Central

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1,2« 1-íanutenção do Sistcmído Aquisição Planificada
para conplenontsção das coleções de periódicos
científicos existentes no ?aís e aquisição de
periódicos estrangeiros de grande interesse para a Ciência e Tecnologia e que aind^ não podeia
ser localizados nas coleções das Bibliotecas
Universitárias e Científicas Brasileiras a ser
administrado pelo Instituto Brasileiro do Bibliografia e Docurientação do Conselho Nacional
de Pesquisas, através do Catálogo Coletivo Nacional de Periódicos

20,000.000/00

1,3» Aquisição de oquipanento necessário a reprodução de* docimentos e coniplementação de catálogos
pelos Centros Bibliográficos e Bibliotecas Centrais das diversas Universide^des do País

10.000,000,00

1,4-, Bolsas do estudos o roanutenção de cursos especiais para o aperfeiçoanento de bibliotecários
de entidades universitárias
1,5, Auxílio à organização

5»000,000,00

novas Bibliotecas Uni-

versitárias, principaTnnáto por neio de assistência técnica e para aquisição de coleções básicas do Pteferência

5,000,000,00

2, Para o desenvolvinento de Serviços Regionais de
Bibliotecas. nos terr-ios do regulamento aprovado
pelo Decreto ns 51,224-, de agosto de 1961, na
aplicação da verba destinada a essa finalidade
pí^lo F\mdo Nacional do Ensino Priniário;
2.1, Para aquisição de livros e composição de Bibliotecas Escolares infantis, que serão doadas pelo
ílinistério da Educação e Cultura, devidamente organizadas, a Escolas e Municípios que desejarem
aceitar orientação técnica do Serviço Regional de

,

Bibliotecas

50,000,000,00

2.2, Para organização e manutenção de Serviços Regionais de Bibliotecas, mediante convênio entre o
líinisterio da Educação e Cultura e Estados, Itoicípiosjou Entidades interessadas' om cooperar no
desenvolvimento desses trabalhos

20,000,000,00

2.3, Para aq\iisição de equipamento necessário ao per-

^

feito funcionamento de Bibliotecas Ambulantes:ônibus devidamente equipados; tocadiscos, máquinas
de projeçãoj etc,

50,0001000,00

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�Bôltjas de estudo c manutenção de cursos ospo-'
ciais pare. aporfGÍçoa:.ionto do pessoal para bibliotecas infantis g escolares

5.000,000,00

3» Pai'a desonvolvinento de Serviços Regionais de
Bibliotecas, nos têrijios do ílegulciionto aprovado pelo Decreto n2 51.224, de 22 do agosto de
1961, na aplicação da verba destinada a essa
finalidade polo Fundo Nacional de 3nsino;
3.1. Para aquisição de li-'/ros e coraposicão do Bibliotecas de Es'babelecisiiento do ensino aedio, que
serão- doadas polo Ministério da Educação o Cultura, deyidanente preparadas, a üscolas o Municípios quo dosejaron aceitar a orientação técnica do ui-&gt;i Serviço Regional do Bibliotecas

/^O.000,000,00

A aplicação das verbas mencionadas addxia denonstra que se intensificam ofotivai-iente os recursos técnicos da. Biblioteca brasileira. Os podores Pilblicos estão atentos às necessidades primordiais do ensino prirmrio,
modio o secundário, ííão haverá mis justificativa^para ICscolas sen Biblioteca, onde os livros, ate entãõ-í' constituian privilegio para alunos ricos, que
os adquiriam particulanaonto e onde gponas a ação do Instituto Nacional

de

Estudos Pedagogicos fazia-se sentir na distribuição de publicações pelos sons
Centros Regionais.
Em Pernambuco, por exemplo, o Centro Regional de Pesquisas EdúoekçáaÊaig do Recife, sob a direção do Prof, Gilberto Freyre, muito vem contribuindo não somente para o aperfeiçoamento do magistério, como na difusão do
livro em bibliotecas de cjcolas o colégios do nordeste, Ma antiga mansão de
B6li-.iiro Gouveia, em Apipucos, encontra-so uma das molhoreä hemerotocas especializadas em Educação o Ciências Sociais, complementada por um excelente
acc-rvo de livros já agora a serviço da Escola Prii-iária-'Experinontal

do

C.R,P.S,R.
A Secretaria da Educação e Cultura do mesm-o Estado rjantem uin Departajr.onto do Extensão Cultural e Artística, que promovo Cursos de Biblioteconomia ministrados pela Prof a,, liaria Letícia de Andrade Lima, a qvial orienta a criação de Bibliotecas Escolares Prii;iárias dinâmicas "onde a criança vá
às estantes, dê opiniões, colaboro".

(4-)

3 • O Instituto Nacional do Livro o o progrania nacional par^ o desenvolvimento
dos Serviços das Bibliotecas Publicas
O Instituto Nacional do Livro, vorgão subordinado ao ííinisterio da
Educação e Cultura, tem como finalidade promover, aujciliar, desenvolver e ori
ontar o funcionamento das Bibliotecas Brasileiras, Desde o começo da sua exis
tencia, registra todas aquelas que preenchem os requisitos exigidos em fórrau-

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las oficiais, para boneficic'-las com livros quo edita o fichas iiaprossaS pelo
SIC, I'ronovG Cursos do Bibliotoconoinia o publica livros que julga do Importân
cia (ontro estos, guias do bibliotecas nacionais). Cono resultado do tais oi.i»
proondinontos, as bibliotecas forain adotando novas técnicas, perdendo o cara%
ter estático do século passa.do.

O SESC, o SESI o silas bibliotocrs

4,1 SESC
Existem Centros do SESC ou iJucloos Municipais que dispoera do sala de
leitura G deposito para livros, com uq tipo ideal de biblioteca para caducar,
instruir, infernar o orientar aos leitores adultos, na oscolha e no conhecimento das literaturas, das ciências e das técnicas, contribuindo assin para a
elevação do nível cultural dos conerciários. No intuito do atender aos filhos
dos seus clientes, o SESC oferece às cric.nças oportunidade de ler, colocando
eni salas especiais, pequenas bibliotecas infantis. Pelo soxi Regulamonto e-lhes
facultado o eiiipréstir.io de livros. Adquiren livros conforne a preferencia

dos

leitores, apos auscultá~los sob a. forria do inquéritos. Entre as suas atividades constam CoMssões de Biblioteca, Clubes e Gronios, Exposições, Torneios
para grupos de freqüentadores, Conferências ou palestras, grupos de encadernação era reiiniões periódicas. A Biblioteca Arabvilante faz parte dos benefícios
que presta à inonsa classe, que passa o dia inteiro prosa aos seus afaaeros.
As Caixas-Estantos são de facll transportoj nianojo sinplos e aparência agradavol, O Orientador Social visita os estabolecrüiontos, toiia informções e divulga ao r.iáxino o conteúdo das Caixcis-Estantos, escolhendo para dopositá-las,
local onde haja encontrado mior interesse pelas nosr.ias, o con pessoa habilitada ao seu funcionajaento,

A,2 SESI
O SESI foi criado polo !Oecroto-Lei ns 9.4-03, de 25 de junho de 1946, o
qual conferiu à Confederação Nacionc.l das Indústrias poderes para organizar o
dirigir ura Serviço Social destinado a prestar assistência aos trabalhadores
da industria. A Biblioteca faz parto da Divisão do Educação Frmdanen'tal que a
delineou em tres setores: Bibliotecas Circulantes, Caixas-Estantos, Carro-Bioliotoco,, Todos funcioncja on conexão con a Comissão do Seleção de Livros, As
Bibliotecas Circulantes pomiton cor.isulta o eraprostino do livros aos trabalha-»
dores. As Caixas-Estantos sáo localizadas em áreas de concentração de industriarios, O Carro-Bibliotoca sorvo para ir ao encontro do operário no proprio
arabiente do seu traba,lho^ Pcrcorrondo Fabrlca,s, e ainda tende a chegar ato Sin
dicatos, Clubes de Trabalhadores, Associações Profissionais:,^ Círculos de Oporá
rios, Centros Sociais, Educativos, o de Aprendizado do SESI,
O assistente educacional o o educador social íianton contacto con entidades interessadas, conpetindo a anbos a escolha, do oncarrega.do que se respònsabilizaapela.s Caixas-Esto-ntos o

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C?.lend:^rios dGtorriiin?.in o rodíaio que- devo ser cimprido, o quo
prove ,r. voltr. dos livros c. sedo d?, bibliotocc., c. fin dc sorcn substituídos •
Vcrifica-se pelos dsdos expostos a cor.iplexidade que envolve o pr.
norrjiir. bibliotecário do 3r:?.sil.
As Bibliotecr.s inicir.rcxi"S0 cono arquivos de pr.piros, constituin
do propriedc.de privr.dr. de poderosos reis: depois fizerrxi pr.rte de nuseus,
dos quais surgircai os primeiros cr.tálogos; concentrarrjra-se no período me
dieval nos nosteiros, sendo utilizados apenas por nonges e sacerdotes,
No síículo XVII aparecerara bibliotecas públicas incentivadas polo sentimento religioso de algxins missionários. Hoje em dia, mostres o alunos,
ricos ou pobroB, intelectuais ou pessoas do pouca instrução, froqüentrxi
as bibliotecas públicas (a esta altura con ura campo de ação tão vasto
quão difícil de dominar).
Sobre a biblioteca já dizia Victor Hugo: ''Êste edifício o colossal^ íJão sei qur.l o est.ntístico que calc^llou que, sobrepondo uns

aos

outros todos os volumes surgidos depois dr. ir.iprensa de Gutenborg, enplIharícjnos o espaço entre a torra e c. lua". (

5 )

&amp;! verdade, quantos volumes amontoados e espalhados pelo mvindo,
quantos aparecem cada ano, cada mos, cada dia?
Conliecimento do assunto raanifestou certo escritor, ao lembrar
que "na Escócia, em 184-0, emprega-se ur,i meio útil e oconôraico pc.ra variar a leitura nas bibliotecc.s populares, som que aumentasse o número
a receber. Assim, seis bibliotecas municipais possuiam mil e duzentós
livros, dos quais duzentos permc.nencian dur-nto seis meses em cada UTiia,
9 n o voltavem senão, após três anos àquele, erà que se encontravm primitivamente",

(

6 )

Érico Verissimo observou que a indústria dos resmos, como o
Reader's Digest e as histórias cm qu-adjrinlios derivaram da vida agitada
e absorvente dos norte-araericanos .

Mas e nos Estados Unidos que as

bibliotecas públicas vêm atingindo um grau elevado de eficiência, onde
dezoito delas possuem ma.is do um milhão do volur.ios. As Federais (à fron
to a Biblioteca do Congresso), abrigam doze milhões de volumes o centonc,s de bibliotecas especiais são r.ir.ntidas pelo comercio, indústria, o
associações diversas, Atur-liiiente, r.s suc.3 treze rail bibliotecas reúnem
um total de trezentos milhões de volumes.
Ainda nesse país dosenvolvom-se bibliotecas com diferente tipo de
mr.terial, tais como microfilmr.gem, filraos docvimentários, gravações, etc,
Conta Spiemc.n, que em Soaítle, a experiência da televisão motivando a leitura dou excelentes resultados» Ao assistir no víáeo conc^s

de

certo numero do livros, as crianççs oram convidadas a indicar por escrito o nome do personr.gem quo viam, o título do livro, o nome do autor, o
a razão da preferencia pelo trabalho. Os efeitos forai;! surpreendentes,

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Desde a segunda eniissão, a biüjiiotcca o svias sucursais assinalaram quo
todos os livros citados na resposta ao questionário liaviara sido emprestados, Na zonr. rural o interesse não foi nenor; todos os autores proferidos dosaparecerroa das estantes de trinta e oito centros e de dois car
ros-bibliotecas da ICing County Public Library (

7 ).

Convém não esquecer exemplos como oda biblioteca de Nova Delhi,
e o mais reÉcnte, da biblioteca popular piloto de Medelin, Colombia, pa
trocinada pela MESCO

( 8 ),

Nosso País, seiii abandonar as bibliotecas do alte, cultura, uiliversitárias ou especializadas, carece de pequenos núcleos que atraiam,
para iniciação da leitura aos brasileiros incluídos no grupo citado pela
ilustre escritora cearense, Raquel do 'Tueiroz, nm dos seus últimos artigos para "O Cruzeiro", como "rudos de nascença".

CONCLUS05S

1, Ha necessidade urgente de aproxiiiiar as Bibliotecas I'ublicas Brasileiras através de um encontro ou entondiraento entro os seus dirigentes, eliminan
do-se conjvinções políticas, a fim de tornar a cultura acessível a todos e facilitar a permuta das inforiiiagões.

2, A coordenação de atividades: das Bibliotecas Publicas Federais, Estaduais, Municipais e Autárquicas, deverá obedecer a um planejamento que permita a cobertura em igualdade de condições a todo o território nacional,

3» í! de primordial importância a criação de bibliotecas nas zonas urbanas o rurais, capazes de acompanhar os novos métados do alfabotização,
eq\iipc.mento áudio-visual completo.

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Bibliografia

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Paris,

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Pa-

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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                <text>IV Congresso Brasileiro de Bblioteconomia e Documentação</text>
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                <text>Integração e desenvolvimento das bibliotecas na vida nacional</text>
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                <text>Seixas, Maria Orlando de Andrade Bezerra</text>
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LL-LJ

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO D£ BIBLIOTECONOMIâ E DOCUMSNTàÇÃO

Os Congressos Brasileiros de Biblioteconomia e Documentação:
estudo comparativo de suas resoluçoes cora o que foi realizado
por
Maria ülice de Toledo Leite

e

Maria Gecilia Pimenta Pinheiro

Fortaleza
1963

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st e m

J-2^U

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lí

�♦

*

. UNIVERSIDADE DO CEARÁ
* '
IV "CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1963
r

#

r
TEMA IV

-

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECÃRIO-DOCUMENTALISTA*

OS CONGRESSOS BRASILEIROS DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO;
estudo comparativo de suas resoluções com o que foi realizado

por
^

'
\

Maria Alice de Toledo Leite (l)
e
Maria CeeiliÄ Pimenta
Pinheiro ^2)
»
.CDU 02+002:061.36

(1) Bibliotecária Chefe da Biblioteca Circulante do SESI - São Paulo
Tesoureira da FEBAB e da FIAB/sAL
(2) Bibliotecária da Biblioteca Circulante do SESI - Sao Paulo
Bibliotecária da FEBAB
i,!
' *

2

3

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NN|III
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lí

�w

APR'ESENTAcAO

;

As autoras deste trabalho submetem a apreciação do^JV

CONGRESSO ÉEIASILSIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUHE^^TAÇlO, uma visão panorâmica do movimento bibliotecônomico brasileiro, através de seus congressos^».

2,

Para que os bibliotecários do Brasil^ possam realizar,

nitidamente, o grande esforço despendido pela classe, em apenas nove anos,
para a consecução de direitos há tantos anos almejados, resolvemos organizar este tralialho da seguinte maneira:

cm

1

a)

Teroário

b)

Trabalhos apresentados

c)

Resoluções

d)

Conclusões das autoras

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^ ... '''

o

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�i
- 3 -

I

CONCTIESSO

re.alizado

em

BRASILEIRO

Recife,

DE

BIBLIOTECONOMIA

Pornambüco.

de

18 a 25

E

de

DOCUIIENTACRO

.julho

de

195Z.

TEMÁRIO

TEMA

I

-

SITUAÇÃO

ATUAL

DO

LEITOR

BRASILEIRO

a) O leitor 9 o hibliotecário
Iß) Formação do leitor l»raail«iro

TEMA

II

-

ENSINO

PROFISSIONAL

a) Escolas de Bibliotétíonomia
b) Bibliotecários para trabalhos especializado»
0) Cursos de émergencia
e) Fomiação dos professores de biblioteconomia
f) Intercâmbio entre professores das escolas brasileiras
de biblioteconomia
g) Colaboração com a Associação Latinoamericana de Profes
sores e Escolas de Biblioteconomia
h) Literatura biblioteconomica nacion.al

TEl-'A

III

-

PROCESSOS

TÉCNICOS

a) Problemas de classificação
b) Normas brasileiras de «ratalogação: entrada de autores
coletivos e nofties brasileiros
c) Catalogação de material especializado
d) Catálogo coletivo
e) Catalogação centraj-iz-^.da e cooperativa
^ f) Aquisição centralizada
g) Padronização de material de biblioteca
h) Terminologia

TEMA

IV

BIBLIOTECAS

PÚBLICAS

" ' •

a) Funcionam-nto de redes de bibliotecas popmlares e ambulantes

cm

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�- K-

b) ■Aparelhagem audio-visual ■

TEMA.

V

_

BIBLIOTECAS

ESPECIALIZADAS

a) Bibligtecas universitárias e bibliotecas d-e instituições
b) Bibliotecas par.'S- cegos
c) Criação de uç serviço nacional e internacional de per
muta de documentação entre bibliotecas
d) Arquivxstica

TEMA

VI

_

BIBLIOTECAS

INFANTIS

E

DE

E,3C0LAS

PRIMiÍRIAS

a) Seleção de livros para bibliotecas infantis,
b) Simplificação dos processos técnicos de catalog.ação e
classificação
c) Puncionfiinento de redes de bibliotecas do escolas primárias
d) A*tividades nas bibliotecas infantis

TEMA

VII ' _

BIBLIOGRí'&gt;.FIAS
.a) Normas para compilação dé bibliografias
b) Bibliografia de bibliografias nacionais
c) Bibliografias especializadas (infantis, técnicas, etc,-)
f■

TErA VIII

-

ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS E LEGISLÍIÇÍÍO BIBLIOTECÁRIA
a) Federação de Associações de Bibliotecárias
b) Estatutos

•

c) Funcionamento e programa de trabalho
d) Criação de um órgão informativo
e) Gola,boração com a Federação Americana do Biblioteca rios o a Federação Internacional de Associações de Bi
bliotecários

*

'

f) Legislação para bibliotecas (recursos econômicos para
a manutenção de bibliotecas: .construção, instai,ação,
etc.)
g) Rcgul;mentação da profissão e c^^r-^eira de bibliotecário

cm

1

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1^

�TE^tf^

I

:::

TR/iBALHOS

APRESENTADOS

O leitor o o hibliotcoário, por Scvorino Jordno Emorenciano.
«
REJOLUcriTLS

E

COHÜLUS^ES ,

que 3^ estimule o gosto nobre c .-^Ito peln, loitun (ÍDüintorcaaada, o
30 rcütauro o hábito do lor;

^

Tr:\b ilho lovad^ .-i cfnito polas Bibliotcisis Public la o intensificado, anualmente, dur.-'jito a Seman ' Nacional da Biblioteca^
ouo í3c orpenhv^rn todos oi3 osforoos p^ja o b-aratoainonto do livroj
Infoliznontc co.ta rcjolulção não foi curnprid i, pnis, a pcoar da im
portcç^a do a'jounto, o pr^^ço do livro continua cm a;:Scrnc io, oiíi vir
tudo do alto custo de Ju i m mufatara, c polo alto valor do dólar, no
ç:a:Jo do livros i-i^liÇcrtadoj,

T'Mnbcp noutu ponto, rcvolaro-Jo aü iil-

flucnci ■'-J do regime infÉSfeionario qu^^ \travcasa o paio,
ouo üe aumente o núirrro dr bibliotocau, dnaccntralizando, quanto
»
'i
^
poj.jivol, a concontraçao do grandes dcporJitos; "
'
.A
% òf.mr-Jia Maci-mil da Bibliot^cà visa, just^jnnntc, alörtar o govern.j o todoo oS rojpon;iavr.i3 pela oducicr.o do' povo, para a necossida
de do scren cria.daa bibliotecas brm equipadas e, bep_ dirigidas,
^
i
'
í
que se favoreça qunito passível o serviço do en-.prestimo a doniicilio-j
A; bibliotecas circulantes e anb'almtos sofrcr-:a?., nos últiTOS cinco
mos, uma qU",3e paralizaoão.

Conserv■'jm-sc as existentes, porów, .'.'.1

gurn, t.s dol-\s, sofreran rctrocosso-,

.

"

.

:

nuf iJe torno, C'^.da vez m iis simpático, o njnbiento das bibliotce
Onde há bibliotecas e recursos, o

M-iente ó sempre convidativo,

V .■ '
que De p^.Tiíita, sempr-^ que possível, o acosso dos leitores .as cole
nncs;

_

O \c. sso livro e permitido na ra \ioria d ia bibliotecas universitá rias, e corao bil.-.lioteca públi«a, podemos citar o d:i Bibliot'-.ca Publica do P'-'Tana*

.

^

qü. a biblioteca, dentro dc5 sou ambiento e conform.c o sr^u público^
jO converta em um. crntro vivo de c^tur-a e dc .inspir-^^ãoj

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�s.
■(

7.1

Lut.-P. '.s bibliot:^C'-;j com i

dc v rb?3 p-irn cumprirr&gt;n com üoua

ciic'-rgoci.

■

'

QUO Oo bibliotr c'rioo -sr» convcnr»*® da bnl.-ZT. d.-, su".

o 3c diç

ponh TI '\ v±vc:%Lc., cora olrv:\ç~.o r- rmtu.'Ji v3no|
8.1

Ap^fj ir doa ciiforo'^a de- '.IgunD, continuo, m.

dn '-ntroü'-jncnto

^

idc ntid^do do objetivos nitro oa componcntc-o d*i. çl^aof), niorinontc
nitro 'IS ?.3aoci':inõ'"a o c-jco1~o,

TEM

II

1»

O

2,

Coiuidrraciòncs qu-

-

mf^ALHQS

APRESENTADOS

.vi.jino d'i bibliotrconoffii•^ no Braail, por. Antonio C /.tino Di ui.
ofr'~co cl probLímc.- do l'\ cit'^.log^ci 5n d- Jdc cl

punto do vioti dc yu onson inz-^., por M.orta 3. 3chcincr.
3,

O p'crf'ito bibliotoc'.rio,-por Xivior Plicor.

U»

áôbrc i^l cur30 dc c.'Jtidiütic^i dict?.do r-n Ia o.jcuc 1:&gt;. do bibliotccononiri, por Alfredo Frrnnjidoz.

R&gt;:.SnLUGÕEc&gt;

E

G0NGLU3n]i:3

nU'- d'-ntro d :, cirroir:! profi,3 jional, ■50j -ji (lipin~dtodi;:; lü fun

1.

0003 inferior 3 a do bibliotocÁrio;
1.1

,

Ilon-^lvida a ;Jituan~o pol?. Lei nô 4-.084/62, Roguluiont\n~o ProfiiJ V
■oi;:&gt;n'\l. Eapr-ro-;Jc v. aua o.plico.cão polo Dop irt.'^jii.-nto d'' Adiniiii^tra ■
coo do 3.-rvico Publico (DASP), para por fim au inj u^ti^au do ■ onqu^i
drrxicnto no nível 7.
nu- ';o crii^ ur'.a coniosão onpoot?. de roprc jontnjnto-j de todoíJ orj cur

2.

üoíJ r-gularoa dc biblioteconomia, par.a oiito-b^locir^oaito dn un currílo único;
2.1

Ro;jolvida a ;3Ítuacão con a aprovo.ção, p"lo Conuolhd F'd^ral dc; Edu
cação, do currículo mninio, era nível :iupoi-ior.
quo 30 ostabolona una coniarjao conpo.Jta do prof'^33oroo d.c&gt; Gataloga

3.

c£io, para unificpjcjao doa netodos do f^naino, üòbretudo no quo 3c rc
\
^
A
*
fol'c a Catalogag!?.o do nono-a braDil' iros c pí^tuíjuorjoijj
3.1

Levado a cff&gt;ito pela Coni3 jão Braoilr ira do CatalogagõÂ, da Federa
gao Bra;Jileir-\ dc Aa ;ooiaçõe;j do Bibliotoc'rioa (FEB\B),

cm

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�quo ao

?.pôio a''A::oci.acion Latino'"!.'^irrÍGn.n-i dc; Eacu' laa y Pro

fr-:!orra do BiV-liotocologi?,";
A.J.

A;j3ocii"'^".o foi cxtint". o Jrua objetivo« dcvor. ürr cunpridoa po
1" S'-cgno Latinonr.TÍG?iia di Fcd^^r?-ção Intrrnn.cion.-'l de Aaüoci.zciõcL;
do Dibliotc cárioíJ (FliiB/SAL).
CTU'": 3C' ctJtiriulc o int' rc*jntio -f-ntro profe-sooroa o -^ilunoa-^dj-ü djlvcr;^

5^..

j; . j fjacolaa dc bxbliot«conor.ia do Br^.ailj
A Fedor"ÇTO Bro.ailt^'ira df^ AaoociaçõoD dc Bibliotocírioa (FEDVB) que

50.

-c^uutcada pol'Xü auaoci^içõcs do bil)liot^'cn.riofi do país, tem.
do coixfcato con aü cacol aÍj do-biblio-to-cononia'c proct^'^ido nrüitc-lic
•\ p::j: d.?.3 rcjolüçõvva &lt;ia-.cj.&lt;i£}yc, ■ .
c Aooociaoõoü.
6,

qu'

cll1y&gt;aaan/TitX7^vnti:x.__Ejaool.aä-^
,

oo [jolicitc d-ri ■i.utoridad-a conpctonto;3 -i conoo J;j".o . do-nrioroü

rc curLioiJ fiiTUicoiroü p-ar-i o fortrilocinonto dao o.Jcol..'.a do bibliatç
conoi'l.'ij ■
3'.-

Âtravóa do'.i govcrnoj F'xl'rr.l, Eotafluo.io--ou Hujiic.i^qi:3^-í^tojoxvcur
aos vôn sondo obtidoa p'-laó oacolaa.
7.

quo üc pronovo-, öcnpro que o.3 condiç5f&gt;;j o pemitar, o rat-ibrlcoinon
k
■.
to do ofjcol'.j, curjoo dc- bibliotocononia, coro parte integrante d.iu
V
UiiivrrüidadoLS}
S
Ä
*
Fota-üc, ultiiii-ir.rnto, intcrcoao por poxtc daa univoraidadoa om. crirjr

7,1

curaos do bibliotocononi.a, conaeguindo, dnata nanoira, proftaaionaia
h-bilitadoa parn. acrvirem -a* noio,
8.
/

qu' :Jo adoV;n nótodo© objetivoo, d-jido njo cnoino una c iraotoríatif
'
\
fé
ca cüsencialnnito pratica, principalçic-nto quojito a Catalo-gJ^ao o a
Glaa'jificag~.0 5

8,1

A falta do nat'-rial didático -ouficiontr para o núni-rò do aluno rs (t^
b'. laJ dc Claaaif icação, códigos dc Oatalog-acão, ap'^rolhoa audi i-vi

.

au-'.i3, etc,), dificulta a dinanização do onaino prático, ae bon auo
r-lação a nlguna anoa paaaadoa, a aituição Kodificou-ac a-i-n-li volnonto para nolhor,
9.

■qur. ao ja gratuito o çnnino ninistrado naa cacolaa o curaoa dó biblio
t'cononia;

9,1

3

'

'

ntc aa Eacolaa ligad-aa as •univ'.-raidadca p.iniatr:u.i o onaino gr'v •

tuito.

cm

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�TEMá

III

mvBALHOS

Pr"-co3fjjo tccnicoa, p-)r Edoon Ncry

ilPREoEMTADOj

Poiwc-t:.'.,

Org-'.nizngr.o c .'vlrdi'iutrig~.&gt; O.c bibliot; onrj ?^rícf)l-^í, por Ern-Jt"'
F -.nu(^l ZirJc.
D". nrc ;J3icl-'xlo (if^ un CÓdigo N".cion\l (V' C
licj Gorr*^ Viccntini.

por Abu- r L ;1
. .

•

Oh".v-' -pir-^. clr.rjJificLç^^o di&gt; Ei;;quiytoO'"ir:.Ow)r:, por Silvia

O

0.1n,
Gl':\ü.!ifioaG~.o clc^cir.oj. pur-i ri.üJuntoa de rcproduçã") rmiri-l, por ElzFuturo o Orvo 0,;t,
Ejtudo prático do ücrviço orgcmizado na Eibliotocn Mui^icipr.l,

RES^LUCHES

E

GOHCLÜSÖES

nur -j Instituto N^^cional do Livro (INL) p:\tr .'cin-^ u;" -. "_dig~o br \Ji
1' ir'1 d". Cl".ii:;ific*T.ç~.o D- cir.nl d

T)'\íf^y;

■i 01-.j:jificaç"-o ^c-ci-'-JL cV- 'Or-wcy, n-.d:. foi r-'-lizr.d:), ';ntrc

Qu

t-'.nt'^ o In.jtituto Br-:.Jil: iro c''

Bibliogr '.fi '. c D.-:.carrnt'c~o (IBBD)

cri'^u 'I GoniaJo-O IBBD/GDU quo von doudc 195Ö trob-^lhuido no. tr'if'iuo~o rlc
qu

\lgur;oQ g1'^.u..;co,

o Institute N".ciono.l do Livro (INL)

irginiz!- ui,io. Co!iíjó~.o (Y;

Bil.liotcc'ri-r;, f )modo por profoooôr-a do Got.ilog :g"o i

cot"Aogr.-

dorojj, r^-pr'-íJont^Jit, a do vójriou controu bibliotv.conôr:icoi) d-:&gt; p:\í;,i,
p-.^r'"

cl ib^ror o CÓciigo'Bro.uilf^iro dc G.ot'^log ■io~v&gt;;

Ijt&gt; foi l'V '.d:'

• of' ito p^lo. criiç"-'' di Gordü J~.o Bro iil"iro d" Go

tol.ig o~o, d '. F :d.': ro-o~^o Br '-,'Jil iro do io-j-ci iqÕ o
(FIjBÍ£)

BiLli it c-.ri-

julirt íTí: 1 96O, duronto o. 26^ Goiif^'-rr^r-ici i d~, F"d^~r

1. t r;To.ci- ''.'.1 df- D"'cur.ontocõo (?ID).,

Rio do J ui^ in, C 'npo.jto

p r bibli &gt;t! c irioj ir.dic-yT v,j poi i.íj ".oo jciooõ-o r pri .üididr. p ir
ri ' Luiza Mont'-ir"&gt; do O unha,
qu.

i
O código Br v.Jil'-'ir.) do C.:tologoc~vo od )t", qu?jit.') o. ontrod.;. dc

rV.-cJ portugui-j..::; c brooil.-iroj, o crit'ri'' univ-ro-lr^ont- -.c it •
do r-.,)p''it:\r-rJo ov . ntad - do •'.ut )r, UJ-&gt; l 'C il

trodioõo lit r vi."^.",

C'.M.-«..:- guido, polo. Roooluoõo Conjunto, Br \oil - P-&gt;rtug^,l n-\ Cor-forV.cio Int-riJ.o.cioiio.1 dr Go.t'.ílogoiçõo, &lt;■:?. P \ri,o, 1 961,

�- 9 qu

r-ccr-n'V'

,

c- br•^:Jil•ir ^:■l

öifio-.o"/; r- C

) K;-,nu-a d:

Gl,-j .

nujicnij, d- -ut.?ri-. do Lmu O •;&gt;-

nt.i 5
2^,1

N-:i bibli-t:c

qu'' poiMu-^n dioc^tcc-.,

cl:\0..áf ic "'-c~.'&gt;
5.

.que.

c obj: rva^-'i, por J. r x

conh "GÍd.\ r. -) ;3^ i &gt; d,\ cl ;v.j

.

^3 bibliot.. c-vj br-.3Ílrir-3 col&gt;.h&gt;r'r "f- tivA c r.- 3ul:.irr-nV. c;&gt;r'.

5 G .t'logo Colf Uv d.? Iii3l%tut-) Brr..uÍl-.-ír.-. cVvBibli..sr ^fin,
r.cji.t'O p.o (IBBD);
5,1

'

A p.':J-.r do3 inct-fj jriit.ví -Apclo.^
gr-.r£i:\

^-cu-

In-jtituto Br -.axl'ir.^. i-.' Bibli —

D ^cur-.- iit".rt~o (IBBD), rruit-3 bibliot-- c-va n~o contribu'-:i pa

ra o G-'.t-al.igo C^.l» tivo H'-'.Gi 'in'^.l.6.

quv

I:-;;jtituto Br-ail'&gt;iro do Bibliosr.-íi-. o D)cu;:ir.nt;^n~-. (IBBD)

:;.uxilio -iLi Bibliot-c-.a E^tadu-^lu. '-u mtrao bibli-.t c ■ u int-^r-ruu".d "J
6,1

!i orgy.iz.?.r"r.i

col- tixvo.j fjtiiduiis ou.r''j^i'-M'ii.iu}

O lujtitut-:^ BiM.Jil- ii-i &lt;\r Bibli-igr-.fi-i (• D.)cu:..' ntAo:v; (IBBD) pi- Jt- c;Jtc

7^

qu,:

Mixíli) qur-Jiclo 3&gt;licit v''.o.
♦

-_o uniV' riJid ^■'"0 br \rjil''IrrD o lü Titi'lodoü r\"ait(~n'^d.-rr:'..3

d b d.v bibli .itccno od'&gt;tcn o. ccr.triliz'^.ç~o dou ■jtvícde -^.quirii clajsific \g~o r c-t aog-.ç~oj '
7,1

â.Jt. j 3crviç;)ü a~ü co3itrp.liz:'.do3, .3Òrr:vb&lt;-, n-3 biV-li

f},

.c-.s publicr.o.

qu.'- prlo çic3V)J un:\ bibli-.^t" c-^. do cP-d-T. oidccl.. pna.oua uivA C-slcn^..' c?r
pl- t?. '■'■-.J fich-.ü irpr-.-.:;.::-.ü pelo Sorvigo do IntoroâiAbi &gt; d'' G :.t'-logr.v
c^~.: (SIC)
f
I
^
l3t« iv^o foi pouuivC'l, cr(;noo, d'^vid.o a div roid vV) dc opinx '■■•3 o-

8.1

xi..!t-nt'--3 sôbr'.^ a aplic"ç~o das fich.aa inpro33 A3 p'- lo S:rvigo. -V
Ii-it'rc 'Jtbio d.o- ü:Atr.lT.gacao (SIC)
9,

na-

a3 bibli'.-t'.'c ar. brasil-iras coop^-^ron con

S'-'rvig ^ d(,; Intrrcai-

l:i - de.-' C-.^.talo3::çã:^ (SIC)j
9.1

D'vido a r.':ii-3tcnci.?. d'^ -aceitaga^ d'.i Servic'^ do Intr rc^ffibi-" d', Ga—
■ t-^Iogação (SIG), ta^b'n oata rr-jolugã) não pôde 3. r qui^pridi.,
V
• •

10.

10.1

.

o^ur -.3 cditôr-v3 public ■&gt;3 e priwado 3 c v^pcron ein &gt; Soi-vigo de I-i /
t-rcpxibio do G .i.tol''gagão (SI''0
Editôr!'3 o autor-'3

3^'i:prr' seguir. ur.ii p-^litic \ que 30 h-^xiT.p.iza

ca3 n coa3id,ado3 das técnic--3 bibliotrc^nonicaa

*

�í\

.

' '
r
11,

.

■

■

1
■ \
- 10 -

&gt;

■

, ■
;
• ■ •

"

^
•

'

i
^
»S»
•
que a seleção de livros seja feita er. cooperaoao, e pelo r.enos en
ti-e as bibli.-itecas äe cada cidade;

11.1

-Se ber qiae "nuit-:) • debatido Oítena da aqaisigão planificada, não ei^
(Sontra receptividade pois cada biblioteca na.:^ abre não da liberda
c^o de adquirir o que acha cònveniente, - É natéria que deve nerecej?
^
\
EíT-ipla divulgação,
*
'

12,

que o governo brasileiro aprove o sistev.a do aquisição! de livros
-c^str?jige_iro3 por r,eio de bônus da United N^tions Educational 3cic^ntifical and Cultural Organization (UÍIBSGO);

12,1

A^pesar dos estudos que se siiceder. nada foi resolvido no' setor de
í^uisição de livros e3tr.:2ngeiros, Ê cada vez nais gTaye a situa~
■
'
/
■
gao da ir.portaçao de r'.aterül^bibliografico,
• •
■

•13,

quo o governo lírasileiro estenda aos livros encadernados a isenção do direitos alfpxidegárids}

13,1

liada resolvido,

Ê natoria 4-a conoetôncia da .'Jatara I rasilcira do

Liv

Livro (GBL) e do Sindicato Hacional dos Editores do Livros (SíIEL),

1/+,

quc o Gatalogo Coletivo do Instituto J rasilciri do l ibliografia e
Docuricntação (irjD) rogulo e desenvolva o ev.préstino'interbibliotecário do Irasil;

lA.l

Êstc assunto Gurpetc ao Instituto brasileiro de l.àbliografia e 'Docui;;^.ontag3j3 (T'J'D) e nele interessado.
m
•*
TEM

IV i

-

TRAI ALHQS

APRE3ENTiJ)QS

1,

Tibliotccas p~ipularcs, por José. césio Regueira Oosta,

2,

Organização das bibliotorjag ipopulares do Distritn Federal, por Zi'Cfií^lho Prado,

3,

• ;

Anotações para o estudo crítico;o solução de un problcna prononte
por Manoel, do NÓbro.ga,

|

RES0LÜC5E3
i
I.
1,

,

E

C0IT.:;LUSDES

quo cr definitivo seja caracterizada, er suas linhas gerais, a bi-

bli ) tn • bliptócn populpfqöot» isöqliäniirbjlV'lio'tcoaj 'iiftn.'O'oéxiiio dèloita r.il
volu:::cs (8,000) contando livro^ que assegurem principal rente a o du
^
4
í '' '
c:ioa:) de base, independente ;de ur, serviço central constituindo ncn. .3 ui-ii "nciBöUBldados singulares do oue. çlorentos do un organisro adaptado
a

cm

1

,

.

■

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Syst em

.

�- 11 -

condigõca Idfgaio;
1,1

.

Medida ultrapassada.

.

Não ha nínimo non nóxino a observar.

dependo da verba disponível.

Tudo

QtSjUnto a seleção do naterial, confia

se nos bibliotecários.
2.

que a instalação' de bibliotecas soja precedida senpre do ur. inque-

&lt;

rito estatístico sobre o índice de cultura, econônico,'etc, do loCLÜ.;
2,1

h, posar dessa nedida ser indispensável-pela sua utilidade incontes
tavel, nãx) ó posta er. execução quando se instalar'' novas bibliotoca.3í
O público e sonpre o últino a ser ouvido c o prineiro a ser prejudico.do,

*
3,

'

.

*

que se reduza ao r.ínino possível a técnica biblioteconor.ica para
facilitar o contato entre o leitor e o livro;

3,1

iJedida que deve ser adotada por todos, entretojito a sua aplicação
ate hoje ficou subordinada a critérios exclusivrir.ente pessoais,

4»

quo se recorra sobretudo, corao procosoo de divulgaçao do livro,aos

4..1

lx)Stos de efiif^éstiros,- facilitaxido o contato do povo con o livroj
»»»
^
Resolução executada na nedida do possivel, O serviço de caixas-es
tantas e carros bibliotecas, cobren, en parte, essa necessidade,nos
Estados do Rio Grande do Sul, Paraná, i'inas Gerais, São Paulo, Gua^
nabara e Pernanbuco.

5,

^

\ •

*

f.
que se utilize a biblioteca ar:bulante tarber cono -processo de sondagen

do" interesse dos diferentes grupos da população er.i relar.ão

ao livro;
5,1

As bibliotecas aj'bulantes do ServiçÜí Social da IndustriaiSE3I) e do
Serviço Social do Gonércio (SEGO), nantên esse serviço de sondagen,
nediante dados obtidos através de estatísticas e de fachas ospe
ciais,

6,

-

preenchidas pelos leitores,

que se facilite a entrada no país de todo naterial necessário a in
pressão de livros;

6.1

Ê natéria da conpetência da Gâr-\ara Brasileira do Livro (CBL),

do

Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e, finalr^.enfe, do .
Banco do Brasil.
7,

que se incronento a construção e '•manutenção de bibliotecas publi ca.;3 cr tofio território nacion.al;

cm

1

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lí

�o Dccreto ns 51.22A de 22 de agôoto do 1 96l&gt; qac instituiu os Ser
viços Regionais do Bibliotecas, parece ser un caridnho para se con-seguir a instalação de Isibliotccas públicas en todo o território nçt
cional,
í

. -

.

que, se desenvolva o intcrcai'bio enisre as bibliotecas nacionais o en
■ tro estas o as estrangeiras;
Sendo esta nedida de interesse geral, devo ser levada a efeito,

i^o

von a intensificação do intcrcâr-bio c prejudicada pela falta de ver ^
¥ao e isenção de taxas postais,
t
•
[ i
que se inpega sejan nossas bibliotecas*devassadas e expurgadas ou
■ fiquen sujeitas à ação policial;
O perigo desses abusos não existe no rogiirio donocratico,

Essa pró

posição foi feita visando o período ditatorial por que passou o Bra ■
ail.
que seja inpedido o estabclecinçnto no pais, sob qurJLquer pretexto^
de restrições ao natorial que pode ser adquirido, pelas bibliotcco.s
brasileiras, s;;J.vo as decorrentes da seleção ditadas pela natureza
o finalidade- do cada biblioteca;
Existon Tiibliotecas públicas quö sofrer, a interferência religiosa
no processo da aquisição,.
*&gt;

.

que se ofcreçan aos nossos bibliotecários as nais ai:pla3 garantias
no exercício da sua função, na integridade de seus cargos,' e en tu
do que, de olguna .naneira, concorra para fomar a sua personalidade
e nonter a sua dignidade;
Pela Regular-Lcntação Profissilj^al'os bibliotecários adquirira*"" r.aior"
segurança e nelhor aprovação social.

Cabo a cada bibliotecário res

peitar o Código de Ética e trabalhar pelo engrandocinonto prbfissio
nal,

■

.

que seja assegurada aos bibliotecários 'Tirasileiros, tantp quanto
possível, una sulisistôncia alhoia aos azares d^^ sorte;
Como profissional, o bibliotecário se beneficia e se apoia na Ldgis
lação Trabalhista ou, quando funcionário público, nas Leis que regem a matéria,

'

.

que os nossos bibliotecários tenham voz ativa no que se refere a
A
cultura em geral, na medida em que saibam compreender a importan - .

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3^4

^5

16

17

�- 13 cia das suas funções
13.1

.

■

o a grandeza d^ sui miaa"^;

A Loi A.OS4./62 já prove os direitos dos bibliitccóri-a, porém, o
Rogul-monto doss'?. Èosni'". Lei, d",r'. a cada um a noção clara do f3ous
direitos G devores.

TEMA

1,

TR:iBiiLH03

Biblio-tcoias univorsitarifis e

APRESENTi^nS

'.Iguns do. seus problonao, por Mari i Lui

za Monteiro da Cunha,
2,'

Ctinuidcranões saibre bibliotoc

univorsit'ji-^.ö, por Lilá do Rcgí.&gt; Ma

cid.

_

-

. ;

■ Susuatõos par;\ uma coopcragao intensa, ontre ao bibliotecas ospocia

3,

lizadas, ppr Sully Brodbeck,
4,

,

Do acrvino do irqy:)rt"'jO'io nia bibli"ítcc 13 univcrait^^jri-\u, por Axrr^
nio Procnça o Docio Poroira de Vasconcelos,

RESOLUÇÕES

1,

E

OONCLUSDE3

que SC cncarainhem pjOS i'agnificos Roitoros c Dirotoros de Faculdades
e Institutos anexos e compleitientares das diversas universidades- bra
sileiras, mensagens, solicitarão sejam criadas em todas elas biblio
tecas centrales, destinadas a organizar, quando as condições o permitam, a coordenar e dirigir ao atividades de várias bibliotecas
da universidadej

1,1

,

•

'

•

As, bibliotecas das. diversas faculdades brasileiras continuam desoT
ticuladas, em sua maioria, da^biblioteca central,

2,

que seja incluido na mensagem aos Magníficos Reitores um apelo, no
sentido de que possam ser admitidos para o exercício de funções téc
nicas em bibliotecas universitárias, inclusive'nos cargos de direçoa e chefia, bibliotecários diplomados por escolas de bibliotecono
mia oficio.is ou oficialmente reconhecidas;

2,1

A Lei 4-.084-/62 da Regulamentaç'í.o Profissional, pôs fim a possibili
bilidade de ingresso na carreira sem o diploma de bibliotec.ário,dp_
vldnp.ente registrado' na Diretoria do Ensino Superior,

3,

que figure, ainda, nessa mensagem, o pedido de criação de escolas
de bibliotoconornia, junto as universido.àes brasileiras;

3.1
■

Se bem que atendida p.arcialmönte esta resolução, a necessidade se
»
faz sentir de m..aíieira premente.

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�- u U»

que seja criada uma Comissão Nacional de Bibliotecas Universitärrias, .incumbida do levantamento da situação das Bibliotecas Univer
sitarias em nosso país, bejn como.da unificação das normas técnicas
indispensáveis ao perfeito intercâmbio bibliográ*fico universitáripj

/4,1

Isto não foi levado a efeito e está bastante atualizada a propositura,

5,

que seja Ijblicitado as bibliotecas osntrais ou aos Serviços Gen

-

trais de Bibliotecas, já existentes en alguinas universidades, le vantanento dos recursos da universidade a que pertencani, quanto as
duplicatas óu outro materi;\l de que dispõem para pemuta;
5.1

1'cdida bem necessária dada as dificuldades de aquisiçao com que lu
tam as bibliotecas de qualquer gênero.

6,

que seja organizado e incentivado o emprestimo intorbibliotecário
a ben da economia geral do melhor aproveitaincnto de verbas individuais;

6,1

Sobre ôste assunto está sondo elaborado um CÓdigo, no qual coláboje
rari as Associações de Bibliotecários, havendo já alguns trabalhos
publicados,

7,

quu as bibliotecas centrais, ou serviços de bibliotecas existentes
em Universidades Brasileiras sejam designados como sede dos catálo
gos colijtivos de livros e publicações periódicas do Estado a

que

pertençam;
7,1

ISm alguraas universidades vem funcionando os catálogos coletivos,, rç
gionais que fornecem, por sua voz, fichas para o Catálogo Coletivo
Wacional, do Instituto Brasileiro de Bibliografia e- Docunontiiçõo
(IBBD),

o,

V

.

que as bibliotecas centrais ou serviços centrais do bibliotecas universitárias sejain incumbidos do levantamento das publicações ofi
ciais de sua universidade;

0,1

Continua a necessidade de um trabalho amplo e orientado,

\

y
9,

quo sejam reunidos e coordenados os esforços das bibliotecas especializadas, num plano de trabalho cooperativista e que as biblioto
caü publiquem boletins bibliográficos e listas de publicações perio
dicas recebidas;

9,1

'íon grande esforço, por parte dos bibliotecários, esta resolução
esta sendo parcialmente observada,

cm

1

2

3

5

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O Instituto Brasileiro de Bi -

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lí

�-.15-

bliografia e Documentação (IBBD) publicou as obras "Periódicos Bra
sileiros de Cultura" e "Ca^talogo Coletivo de Publicações Periódi cas da América Latina", ,
10.

^■

que se evidencie a importancia especializada na vida cultural e econoraica da Naçjão;

10,1

Esta sendo compreendida a importância paralela da especialização e
O progresso de nossas instituições técnicas, culturais e cientifiCp-S. ' ■

11.

que se coordene a aquisição de revistas entre feibliotecas espaeiali,
zadas em assuntos análogos ou semelhantes, localizadas ria mesma ci-""
d;gdc e ate no mesmo estado;

11,1

X aquisição cooperativa entre bibliotecas interessadas de uma cida
de e perfeitamente viável.

Entretanto ela encontra resistência,

ainda, por parte nOo so de usuários, mas tambom, por p:rirte de
g'uns bibliotecários,
12.

que as Cidades Universitárias do Brasil, sejam dotadas de prodios
construídos ospecialinentc para a instalação da Eibliotoca Central
Universitária (ou serviço equivalente);

12*1 i| .Dificilmente encontramos universidades brasileiras cora prédios arqai
tetonicamente construídos para a sede da biblioteca central,

Há no

cessidade de cooperação entre o bibliotecário e o arquiteto.

Em

Sax) Paulo contamos com a Biblioteca da Escola
Paulista de Medicina
f
e a do Mackenzie, que funcionam em prédios separados, A Federação
Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB), através de sua
Comissão de Construção e Equipamentos de Biblioteca, pretende criar
em cada Estado, um grupo interessado na orientação desse tipo do
construção,
13»

r'

que seja criada junto a cada biblioteca central ou sorviço contrai
de bibliotecas universitárias uma comissão central de bibliotecas
universitáriac, constituída de 5 (cinco) membros, dos quais 4. (qua

_

.

tro) serão representantes do Corpo Docente da Universidade e o quiix
to o bibliotecário chefe ou o Diretor da Bibliotoca Contrai (ou Ser
viço equivalente);

13«1

^

Ä medida que deve ser, adotadá na integra. Infelizmente, taà cousa
n?ío vem acontecendo em todas as Universidades,

Deponde dos biblio

tocários a roinindicação desse direito.

cm

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1

�'
11^.,

- 16 -

quo as bibliotocas ccntrais ou serviços contraia do bibliotocas univorsitárias sojám subordinados, diretamente, ao Gabinoto do Reitor ;

lü.l

Resolução cumpridaj onde foram instalados tais serviços,

15,

Que todas as bibliotecas especializadas participem do programa de
pormuta de livros da UlIESOO;

15»1

Resolução não atendida.

*

Recebemos publicações, doamos algumas, po

liem, sÕjo precários os serviços do pcrmutas,
16,

que se obtenha para as bibliotecas redução ou até isenção de tarifas postais, para remessas e intercâmbio de material bibliográficoj

16»1

É de extrema urgência esta medida devido ao alto .custo das tarifas,
Uma vez atendida essa resolução, pôderá haver' maior interc^bio'en
♦
tre Aissociaçoes, Escolas e Bibliotecas nao so do Brasil mas do Estrangeiro,

isenção ou redução consegui-la por algumas bibliotecaa

deve ser extendida a todas que requererem o T»onefício.
17,

que se apoie o programa do Instituto Brasileiro de Bibliografia o
Documentação (IBBD), encÄredendo a importância do mesmo funcionar
como órgão coordenador das•atividades das Bibliotocas Especializa^
das do Brasilj

17,1

O Institiato Brasileiro de'Bibliografia e Documentação (IBBD) vem
cumprindo esta resolução com apoio de bibliotecas e bibliotecários,

18,

qUG o Inístituto Brasileiro de Bibliografia e Docunentação (IBBD)
com|)ile íuma bibliografia do revistas tócnico-cicntificas, informan
do o his-bórico das mosmasj

18,1

O Inatituuto Brasileiro do Bibliografia o Documentação (IBBD) publi
cou as oTbras "Periódicos Brasileiros de Cultura " o "Catálogo Gole
tivo de .DPublicaçõos Periódicas da Ámórica Latina",

TEI-gy VI

1,

-■

TRABALHOS

APRE3EFTÄD0S

Situação das bibliotocas infantis brasileiras, por Deniso Ferna.ndos
' Tavares,

2,

Sim.plificjação dos processos técnj-cos do catalogação e classifica aõo daa Ibibliotocas infantis, por Maria Loticia Andrade Lima,

3,

Biblioteca Infantil e de crianças excepcionais, por Colina Didier*
de í-orais,.

cm

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1

�- l'T ^

RESOLUÇÕES

1.

E

COFCLUSÕÉS

que sojam criadas liibliotocas infantis publicas do bairros o cidados;

■

'

1,1

Na modida do possxvol esta resolução vom sendo cumprida»

2,

que a criação o organização das bibliotecas infantis o cscolaros
fiquem subordinadas a uma biblioteca central quoiçfará parte da Seoretaria da Educação do Estado ou da Prefeitura;

2,1

Wbdidas adotadas em São Paulo (Capital)Salvador o Guanabara,

3,

j
quo osso orgao planeje, dentro das condiçÕos locais, do acordo com
£ts situações do transporto, cconomica e social da população, a loca
lizacâo das bibliotecas que comportam cada cidade ou capital;

3,1

Norma seguida somente em São Paulo (Capital) e Salvador.

4.,

que o prédio da Biblioteca de bairro ou cidade conste de secções
para bibliotecas de adultos e para crianças e jovens, entregandose a supervisaã dos serviços a bibliotecários èspeci^izados no as
sunto, isoladamente, com plena autonomia;

4.»1

^ pesar de ser considerada esta medida ideal, somente em alguns Es
tados ela é observada.

5.

-

f

que seja critério dêsso órgão central somente trabalhar com biblio
tocarios, conseguindo nos Estados onde não haja Escola de Biblioto
conomia, bolsas para aqueles que se destinarão â esse serviço;

5.1

A. Lei /Í,084./62 proíbe o exercício da profissão sem a devida habili,
tação legal.

Como exemplo da segunda parte da resolução, podemos

citar o Ceará, onde não há
ca

Escolas de Biblioteconomia e se verifi,

a existencia' de bibliotecários formados pelo Ourso da Bibliote

ca Nacional, através da concessão de bolsas de estudo,
6,

que para bibliotecários de bibliotecas infantis, sejam admitidas,
de preferencia, professoras primárias, com curso do bibliotecono «lia;

6,1

Estando o curso, de biblioteconomia enqua-drado como os demais de n|,
vel superior, o diploma do professora normalista eqüivale ao do
clássico,científico, etc,

Não deve haver,pois, preferencia para
A
/
ingresso na carreira uma vez que ele e regulado por classificação

em concurso. Acrescente-se quo os dursos dè biblioteconomia, in

-

clucm, quaso todos, a especialização.

cm

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.O"
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20

�- 1Ö -

7»

quo todos-os cstabclocimontos escolares clp nivol prin-ario o gina sial do país, intensifiquem e expandam o tra'balho das bibliotecas
já existentes, com material didático, informativo o recreativo, ou
que providenciem a criação imediata de bibliotecas, caso ainda não
as possuamj

7,1

k Fodersigão Brasileira dc Associações de Bibliotecários (FEBAB) já
lançou este ano durante a Semana Nacional dá Biblioteca,, as bases
de uma campanha que intensificará nos anos vindouroa, no sentido dc
serem criadas bibliotecas em todos í:os ostabelocimentos do ensino
primário c ^secundáriot
i
. ■

8,

qiie'se organizo um catálogo de livros infantis, redigido de maneirr, muito clara com abundância de notas explicativas, tendo cm vista
a sua provável utilização por elementos estranhos à biblioteconomia;

8,1

k biblio^^Jr.sr?^-^'^ dôste assunto^ foi elaborada por D, Lcnyra Fracaroli,
ox-Diretora da Biblioteca Infantil de São Paulo.

9,

quc se organizo uma listà abreviada de cabeçalhos do assunto, que
inclua os tópicos mais freqüentemente encontrados nas bibliotecas
infantisj

9»1

Êüte assunto devo constituir matéria de estudos futuros, pois so
trata de instrumento do ,trábalho indispensável à uniformização

o

simplificação do trabalho nas bibliotecas infantis do pais, Sora
uiQ elemento do auxilio o de referencia para os bibliotocários dossas instituições.
10,

que s© organize uma adaptação resumida da Classificação Decimal de
Devey, dc acordo com as necessidades infantis, para ampla divulgação entre os professores primários, responsveis por cluTses infan tis, assistentes sociais c dirigentes de parques infantisj

10,1
11,

Deve constituir matéria de estudos futuros,
'

^

qua o ''íongresso pleiteio, junto às autoridades competentes, estaduais ou municipais, a introdução da biblioteconomia aplicada as
bibliotecas escolares, como matéria do ultimo ano dos cursos pedagogicos vigentes no pais?

11,1

Esta resolução foi seguida, apenas, na elaboração do currículo dos
cursos de secretariado.

Na atu©l conjuntura socio-econômica do país,

querer-se que todas as escolas do Brasil disponham de bibliotecas
e bibliotecários é uma utopia,

cm

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No sentido de contornar o problema

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lí

�- 19 ~
da deficicncia de bibliotecários, para atender às necessidades de
regiões longínquas, seria aconselhável que as próprias escolas de
biblioteconomia, organizassem cursos de férias, .para professores
do interior.

Entretanto, os atestados fornecidos não devem servir

como docunento

comprobatório de capacitação^profissional, mas, Qr.

pönas, como um elemento a mais na contagem de pon!t||iil na carreira do
professor normalista.

TEMk

VII

-

TRABALHOS

APRESENTADOS

1.

Bibliografia y referencia, por Elvira Lcrona Martine*,

2.

Bibliografia: normas porá compilação de bibliografias; bibliografia
de bibliografias nacionais: bibliografias especializadas (infantis,
técnicas, etc,), por Jorge Abrantes,

3.

Normas para Ia preparación de bibliografia pai*a escritos ciontlficoö,
polo Instituto Interamericano do GionciaS Agrícolas (Turrialba, Gosta Rica)
■

1,

RESOLUÇÕES

E

CONCLUSÕES

que seja criada um.a comissão composta de entidades e eapocialistos,membros da Comissão Nacional do Bibliografia com o fim de estudar
a unificação das normo.s de compilação bibliográficaj

1,1

2,

Taxofa levada a efeito pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia o
♦
.Documentação' (IBBD),
^
que seja feita pela Comissão Nacional do Bibliografia uma coleta .
dos repertórios bibliográficos existentes no país, para facilitar
aquela ttirofa o servir de base a uma bibliografia

das bibliogra -

fias brasileiras;
ä,.1

É tarefa do Instituto Brasileiro do Bibliografia o Documentação
(IBBD),

3.

que os estudos para padronização do ensino da biblioteconomia dom
relevo aos ?#poctos gerais o históricos da bibliografia o a prática
do compilação bibliográfica}

3,1

É matpria constante das Escolas do Biblioteconomia,

A*

qao soja editada uma Revista Brasileira do Bibliografia, do proforcncia pelo Conselho Nacional do Pesquisas (CN?Q) ou pelo Institu-

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�- 20 to Brasileiro do Bibliografia o Documontagão (IBBD), uma Socção
do Bibliografia cm uma Revista Brasileira do Bibliotoconomiaj
A.l

Existem 2 (duas) revistas; Boletim Bibliográfico Brasileiro (BBB)
o Edições Brasileiras que cobrem,em parte, osta necessidade. Quanto à Biblioteconomiá a Federação Brasileira do Associaçõea do Bi , bliotccários (FEBÂ.B) o a Associação Brasileira de Bibliotecários
(ABB) publicam revistas relativas à matéria,

1 ♦
5«

^
*
que sejam mimoografadas as "Normas para Ia preparacioE dc Biblio grafia para Escritos ciontificos" elaborado na Reunião Tpcnica de
Bibliotecários Agrícolas em T^jrrialba, Costa Rica|

5.1

Mo Brasil fcaAssociação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), atraves do sua Comiíjsao dc Documentação, integrada pelo bibliotecário
Edson Nory da Fonseca o outroS;,^ cuidou meticulosamente do as Junto,
(ibS-afeialização da Documentação no Brasií, IBBD/ABIIT, 196o)

6,

quo a

Comissão Nacional de Bililioerafia concretize o quanto antoa

a sugestão do consultor da ÜIIESGO, Senhor Herbert Coblans, no sentido da ^distribuição, em todo o Brasil, de uma. lista dos nomes d?3'
k&gt;
autores brasileiros que não devem entroT polo ultimo sobrommoj
6,1

, Ac regras para entrada de nomco de autores brasileiros o portuguôscb estão sendo estudadas pela Comissão Brasileira do üatalogaicãr&gt;,

7»

quo soja dirigido ao Senhor Herbert Coblans cm «orne deste I Congroc
So Bro-Silei-ro do Biblioteconomia um voto de louvor e agríijdecincnto
polo valioso trabalho que realizou no Brasil, especialmente quanto
a. sua Contribuição ao desenvolvimento da bibliografia cm nosso p^aioj

7,1

Providenciado pela Secretaria Gerril,

»

TEM&amp;

VIII

—

TRABALHOa

APRESENTADOS

1,

Situação atual da biblioteconomia- no Brasil, por Laiza Fonseca,

2, .

Situação das Associações Biblio toe áriixs Brasileiras, por Bernaclotto
Sinnay No voa (informe verbal).

cm

1

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�- 21 -

PJESOLUGOES

1,

E

GONCLUSnES '

que soja cricda qucjito antos a Füdoragõ^ rloü Bibliotocnrioa do Bra
oilj

1.1

Orlada a Fcdorag^o Brasileira do Aaaooio^ões do Bibliotoc.arios
(EEBÂ.B) em 26 de julho de 1 959, com# o que ficou cumprida esta re
solução,
«I

2,

q^e se organi'ze uma Comissão de Bibliotecários Brasileiros com o
fim do redigir o progeto dos estatutos da FABB;

2.1

Oomissão jâ organizada e extinta, pois os Estatutos da Federação
Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEB/íB) ja se acham re
gistrados em cartorio, em São Paulo, 12 Ofício de Registros de Títulos e Documentos, Livro A, ns 13; nS de Ordem 7.712,

Publicado

no Diário Oficial do Estado em 5 de julho de 1 961, página 22,
3, q

i

que a FABB edite um Boletim ou Revista,destinada a'facilitar o in^
torcâmbio de idéias entre os bibliotecários, assim como o estudo de
problemas de interesse profissionalj

3,1

Atendida através do Boletim Informativo da Federação Brasileira de
Associações de Bibliotecários (FEBAB), de periodicidade bimestral,

4.,

que sejam dirigidas ao Senhor Rubens Borba de Morais, em nome do I

-

Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, felicitações pela sua no- •
meação para chefe da Biblioteca da Organização das ííaçdõa Unidas

/i.,1
5,

(OFU) ora Nova York;
♦
Providenciado pela Secrctíria Geral,
»

•

quo se dirija a Asspciaç^ PaxLista do Bibliotecários (APB) ura voto
do louvor pçlo oxcolonto trabalho que vem realizando ora benefício
dos bibliotecários brasileiros no qual foi pioneira;

5,1
■6.

6,1

Providenciado pela Secretaria Geral.
que o Ministério do Trabalho,Indíástria e Comércio, reconheça a pro
fissão de bibliotec^io • a inclua na Tabela do Art. 577, da "ons^
✓
lidacão
das
Leia
do
Trabalho:
o
^
Pela Portaria ns l62 de 7 de omtujro de 1 95Ö, foran os biblioteca
rios enquadrados no 19- Grupo, compreendido na íionfederação Uniyer
sal das Profissões Liberais: Diário Oficial da União de 11 de outu
bro de 1 95Ö,

cm

1

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�•&gt;

- 22 -

7»

que se estabeleça um padrão de escolas de bibliotecondmiaj

7,1

i'icijo foi possível un currículo padrão, mas o currículo mínimo foi
aprovado pelo Gonsolho F&amp;deral de Educ^cão (Parecer nö 326/62),

8,

que se regulamente o exercício da Profissão de Bibliotecário}

8,1

L Lei ;i.,0ö4,/62 deu cumprimento a esta resolução,

9,

que seja criado um órgão coordenador de todos os trabalhos relativos a bibliotecas, em esfera administrativa adequada;

9,1

Pelo Decreto nö 51,224., de 22 de agosto de 1 961, foram criados os
Serviços Regionais de Bibliotecas, ao qual compete dar cumprimento
a essa resolução,
*

10,

que o informe de Luiza Fonseca, na parte relativa ao ensino da biblioteconomia seja encs^minhado à Comissão de que trata a recomenda
gco nö 2 do toma IIj

10,1

O trabalho foi devidcanente estudado no íema II,

�'
II

G0TTCglES30

rorllarxlo

on

- 23 -

ERJ'mSILSIRO

S-Ivador.

DE

EIBLIOTSGOFO^llA

Bahi.?..

de

20

26

E

do

DOGU&gt;:"j5KTiu:aO

.1ulho

do

•.

1959'

TEí-áRIO
t.
I

-

'

j

REUgÖEo PÚLLIG iS /iPLIC/iDAS i\ BIBLIHTEGAS
a) Ética profisaional

TSI'ti

II

-

PROCESSOS

TEGFICOS

.

'

a) código Brasileiro de Rubricas
b) código Brasileiro dn Catalogrição
c) Glo.asificagão Docia-iL Universal
&gt;

,

TEVX

III-

TPlui.

IV

-

BIBLIOTICGONOi'lA COIÁO PROFISSÃO

■

»
.

ErSIITO DA DIDLIOTHCOFOMIA
a) Currículocí do i'ivcl Univorait'xio
V
»M
^
b) Fornoçao do Bibliotoc-t'j'io.j

'

•'

c) Progra'ia do tocnicaa. fotodocusontariaj
»'
TEi'iii

V

-

.Í:33OCI.IÇÕSS EI::LIOTEG.'RI.;S

. •

'

,

,

a) OrgíJlizacjão de Gon.jolhoi; Gonaultivoj
'b) Fcdcracão Braailoira do bibliot';c'-riocj

TÚW.

VI

-

BIBLIÒGRilFIi'.-DXUlvOTAçriO
a) Bibliotcc'rio o Docui-ont^riut -; faf^-vação o'atribuicõoí.
b) TÓcnica bibliográfica

•

c) ■ITor:]''lizac"jO Bibliográfica

'

■
.

d) Mcc^xiizaçjcjo
o) Fotiodocu''iontaç~jo

• •.

,

f) Divulgação
ß) Libliotcca o Sorvigo do Doca"cntaç~o; intorconunicao'jo
o
'i
TSMV

VII

-

REL'iÇÔ^&gt;S niíTRi: EDITÔRES, Lmr.IROS L BIDLIOTEG''ÍRIOS

�- 24 TMiV

VIII -

IIITíHC^TIO DIDLIOTECONÔííIGO

.

i) Citaloganão c.*opprativa ■ ^

.

b) G7:t'.logo3 coletivos
c) EiTiproötii.'OO intc.r-bibliotccap
d) Pornath
t
TBli&gt;

IX

-

•BIBLIOT.jC.íS 'PtfcLIC-^,. IUFAIITIS, TOIIVin^It'JlLiS, F.SPRCL'vLle
z.::t):.s - .:xi ^euuíto

X

-

■

■

"DIFÍGIOS DL DIBLIOTr.G'3: COOPDPuiQ.'lO r.NTRE LIBLIOTjtóuIG ]]
, ...RQUITETO.
1

.

TLrtl

■,

. It

• I .

I

-

TRi'&gt;B.\LHOS

■'

APRES^JITADOS

?&gt;.cl-.çõc3 públicia ?.pliG'\dn,3 à ¥ililiotocao: ctica profiöoional, por
-Uitonict.i G, Forr:iz,
»
.•

Tln-r.

II

-

•

Trf.EuLHOS

/■&gt;PRI.SrJ?TiJ)OS

- ,

"

r

1,

Dinrjiiz indc oD procosaos- tQcnicoa: o registro, por Haria Jojc Toro
•&gt;
«
zz **rBrin,''

2é

3i£jtcn~.o dc cl-iabificag^ on I.ibliotocau MÓdicia,

3,

SugPütõco p-^xn. acrcDcino. c nodificaçõos nocojaariaü do Godigo .do- Va
."ticano, a fin do ■ adaptar aa cxigcnciaü .dan blbliotccaa brasileiras,
por Maria Antoniota Rcquiao Piedade,

4.«

•

III

-

TR.4lX&gt;LH0S

.^PRr.SrJTTADOS

Eibliotccononia corio profirjaão, por Blida Frcit.aa c Gastro Druk,

T::I»

1,

'

I:'or:;aG para-a catrlogM~o naa kibliotccaa da Uni'O^oraid .do do ReGifo,

ITM.

1,

"

.

IY

_

m^B^uios 'APRE3T:UT.-.DOS

•

.

, ^

Encoraj«:.:oD ao invcctigagocò na Bibliotrcononia c na Docuncntagão:
■-lodalidadoí: dc rcuniõcc, por Maria Joüó Torcza Anorin,

2,

O cnuino da BiVliotccononia o Docunentagão, por Bolita de Matoc Qar
valho«

"

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�- 25 g

1",

TRilDALHOS

j^odcração áao i^aaociaçõcs Dr^isileiras do .Blbliotocnriaa, por Laurc

/ '

Garcia Moreno Ràbao o Rodolpho Rocha JÚniori,

TBM/*

1,

-

TRiJÁLHOS

- ' ,

.fiPR^SBI-JTiiÒOS

,Curoo0 tio pcaquiaa bibliográficas no Brasil, por Laura Maia Figuoi
. rodo'o Tcrci2inn 'Ar.antoo Ferraz,

2,

Áplicacõx) da bibliografia nccf^nizada no irsrDj por Fomanda Loito Ri
/

3,

beiro,
.

Docuncntação o bibliotccaa especializadas,

4,

,

.

l'k Docuiicnta^ão no trasil, por -\bncr Lcllis Corrêa Vicentini,

5,

•

diretoria de Docanmtacrx) o Divulgação da Sccrct'.'^-Gerai do Co^
solho IIc?^ional de Fistatística cono Gcntro do Docuiientojcõo Especializada, pela Delegacia do Conselho Nacional de listatística da Guanabara,

6,

1

Eibliogr-ifia de teses defendidas na Faculdade de Medicina da Bahia,
por José Lina,

7»

Experiência de rcsunos ItOdicitivos para técnicos especializados, por
Fanny Mal in Tchaicovsky,

VII

-

-

TR\E:&gt;LH0S

yjRnSniETADOS

fé
*
A
r^X) houve trabalhos apreoentaáos dentro desse tena.

TLKi

1,

VIII

TRABALHOS

.'vPRIiSimiDOS

Intcrc.'^xibio bibliotoconônico: pcrnuta, por . Fla.via Ribeiro Accioly
Pr-^d-o,
♦
IX

■ I
1»

-

TRAEiiLHOS

aPR: .3::.NT.:ÍD0S
,

.

Inforce sobre a Divisão Inf an to-Juvenil e,Educação da Eibliotcca.
Publica do Paraná, por Gerri.ana Moreira,

2,

A Pdblioteca, Publica do Pa.rrjiá, Divisão de Extensão, por Maxcelinc
Danto.s,

3»

.

biblioteca. inf?jitil coro centro de educação da cor:unidade, por
Mexia Letícia de i*ndrade Lina,

cm

1

2

3

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�-26-

4è

A sala de Braille da Biblioteca Infantil "Monteiro Lotet*"» por Maria Cecilia da Cunha Ferraz,

5#

Re]a tório" das atividades e finalidades das bibliotecas do Serviço
Social da Itidústria (SESÍ), por Ftria Helena Brandão,

6,

Biblioteca infantil de bairro em Saõ Paulo, por Ceie stina Conea,

7,

Informe sobre a organizaçao do Serviço de Bibliotecas AmbuÍÂntes do
Serviço Social do Comércio (SESC), por Mari4'Maeder Gonçalves,

8,

y

Organização © atividades das Biblioteoaus AffSsuJajitea do Serviço Social
do Comércio (SESC) - administração regional, por Lourde^--CÂtbaíTina
Gregol.

9«

,

Bibliotecas das Instituições de Pesquisa do Estado de São Paulo, por
Alice Camargo Guarnie'ri,

10,

Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universida&lt;ie da Bahia - ©oraunicação.

11,

Biblioteca da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Publica , por Maria
Stela Leite,

12,

Atendimento de escolares em Bibliotecas Publicas, por Etelyina Lima,

15,

Breve informe sobre a Biblioteca do Museu da Bahia, por Noemia Go(ü
nho,

TEMA.

1,
•

X

»

ÍERABALHOS

APRESENTADOS

Bibliotecas e m conjuntos residenciais, por Cel, Humb,erto Peregrino,
•
.
•
•

(

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�^ 26 k ^
RESOLUÇÕES

1,

E

CONCLUSÕES

Mensagem ao Senhor Ministro do Trabalhe no sentido de que promova' J
junto ao SAPS a recuperaçao das antigas bibliotecas populares junto
aos restaxirantes, e o prosseguimento da política educacional, instalando novas bibliotecas do mesmo tipo;

1«1

Ofício enviado ao Senhor Ministro, mas a resolução nao foi acatada,

2.

Que soja dirigida uma moção de congratulações ao Ministério da Guer^
ra, pelo êxito da experiência registrada pela "Biblioteca Lobo Viana"
e de confiança em que as autoridades militares apoiem a Biblioteca do
Exército assegurando-lhe condiçoes para instalações de sucursais em
cada uma das vilas militares daquele Ministério;

2,1

Providenciado poia Secretaria Geral,

3»

Que se faça sentir aos governos a necessidade de doar uma biblioteca
familiar a todas as construçoes residenciais de sua responsabilidade,
capazes de abrigar um mínimo de 200 famílias;

3,1

Resolxiçao nao cumprida.

4»

Que tal exigência soja expressamente imposta â Fundação da , C*sa Po»
pular, inclusive qvianto às construçoeg já inauguradas, às quais dev^
rço ser incorporadas instalações para-bibliotecas familiares, cujo
funcionamento ficará a.cargo do Instituto Nacional do Livros (INL);

4»1

Resolução nao cumprida,

5»

Que os bibliotecários de todo o Brasil ofereçam sugestões quanto às
características que devem ter as Bibliotecas instaladas em conjuntos
residenciais (Vilas ou Blocos de apartamentos)

5»1

Resolução nao cumprida.

6,

Que sejam concedidàn recursos suficientes para o respectivo desenvoj^
vimento, às bibliotecas ambulantes existentes, em funcionamento;

6»1

Temos ciência que o Serviço de Bibliotecas Ambulantes é desenvolvido
com êxito pelo SESI e SESC em Sao Paujo, Rio Grande do Sul, Pernambu
00 e Minas Gerais,

7,

A
Quo se recomende aos Governos estaduais a inclusão de noçoes de bi •0
blioteconomia, no que diz respeito ao funcionamento, organizaçao e o_b
jetivos das bibliotecas escolares e infantis, no programa da cadeira

cm

1

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^Scan
^ ... ur...».,.,.

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1^

�^ 26 B Administração Escolar« ministradas por Bibliotecários portadores de
curso superior de Biblioteconomia, e, preferentemente, especializados
no assunto;
7»1 Resolução nao cumprida pela Diretoria do Ensino Secundário.
8,

Que se recomende ao Governo F ederal convênios com as Escolas de Bi blioteconomia que ainda nao se encontram integradas nas Universidades,
para que sejam dados cursos intensivos anuais de biblioteconomia,

a

professores primârio&amp;'''encarregados de bibliotecas escolares ou infantis;
8.1 Os cursos de biblioteconomia passaram a ser de nível superior, e a
Lei nO 4«084/62 ê taxativa

quanto a excluir garantias a leigos porta_

dores de certificados de cursos intensivos.
9,

Recomendação aos Governos Estaduais para que prestigiem e auxiliem de_
vidamente as Bibliotecas das Escolas Secundárias;

9»1 Assunto

que deve merecer toda a atençao da Diretoria do Ensino Secun-

dário, pois as Bibliotecas Públicas se transformaram em Bibliotecas E^
colares.
10»

Que a exemplo do Estado de S ao Paulo, todos os Estados do Brasil te nham lima Lei regulamentando as Bibliotecas Infantis;

10.1 Temos ciências de que Lei semelhante foi promulgada no Estado da B^hia.
Pi
é
11»

Que se crie uma sessaç de Braille em t^das as Bibliotecas Públicas Estaduais ou Municipai^'j^^ue se procure transcrever os textos Braille e
xistentes a fim de bem atender as necessidades das Bibliotecas;

11.1 Resolução nao cumprida,
12»

Que se incentive a criaçao de Bibliotecas em hospitais;

12.1 Resolução nao cumprida,
13»

Que seja uma das resoluçoes do II Congresso Brasileiro de Biblioteco«.
»
'W
nomia e Documentação, uma dampanha organizada, em todo o Brasil, para
que nao mais se formem bibliotecários sem a necessária integração cuJL_
tural indispensável à sua própria valorizaçao, e, principaliaBnte,ao
desempenho da profissão;

f13»1 Resolução plenamonte cumprida pela Diretoria do Ensino Superior do
nistirio da Educaçao e Cultura (líEC,' ,

cm

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�- 26 C -

14.

Que o II Congresso Brasileiro de fiLbliotdconomia Q Dacumentaçao rôCo_
monde aos Governo Estaduais e Federal»
a)

q.ue zelem pelas "bibliotecas especializadas, facilitando-lhes a
necessária expansao, a fim de que venham,' quanto antes, a se
transformarem om centros de informaçoes para todos os ram^ das
ciências, dotandcj|**s com os recursos suficientes em verbas, pe_s
3cal e espaço para suas instalações;

14*1 a)

Resolução cumprida na medida do possível pelas UniversidadeSé

b)

Que as Bibliotecas Especializadas das Instituições de Pesquisa
do País prociwem servir, de maneira especial, às indústrias br^
sileiras,,

14.1 b)
c)

Idem ao A,
Que nas Escolas de Biblioteconomia aperfeiçoem a formaçao de
bibliotôcários especializados, dando a essa formaçao maior de_3
taque dos seus programas de ensino;

14»! o)

Os curso» de pós-graduaçao,ainda nao foram instalados nas onze
escolas existentes no país,

Existe no Instituto Brasileiro de

Bibliografia e Documentação (IBBD); um,curso de especialização
que está em vias de ser considerado pelo MEC como um curso de
extensão
d)

xmiversitária,

Recomendar ao Ministério dâr Educaçao a introdução de cursos de
pesquisas bibliográficas nos currículos das escolas de ensino
superior;

14»! d)
15«

Resolução nao cumprida,

Seja a documentação incluída definitiva e o^igatoriamente, nos curri__
culos das escolas de biblioteconomia;

15»1 Resolução plenamente cumprida,
16»

Seja totalmente restaurada a formaçao do bibliotecário

- documenta-

rista,em curso superior, de quatro anos , no mínimo, de duraçao, a exemplo dos currículos universitários de outras especialidades;
16,1 A Comis'sao designada pelo BíDEC para estudar o, currí-culo mínimo e o Con
selho Bederal

aprovaram o currículo de biblioteconomia em tres (3)

anos.
17*

Seja regulamentado era Lei, o exercício da profissão do bibliotedário
documentarista}

17•! Pler.6n©nte cumprida pela promulgaçao da Lei n° 4«084/62»

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�- 26 D -

18»

Seja enviada \ma recoméndaçao

deste Congresso a todos os membros da

Comissão nomeada para estudar a reestruturação dos oi^rxculos das e£
colas de biblioteconomia, nc sentido de recomendar a inclusão das su
gestões

16 e 17 5

18«1 Enviadas as recomendações pela Secretaria Geral do Congresso

mag

exigências posteriores fizeram com que a recomendação fosse modifica^
da.
f
19»

Seja enviado ofício e telegrama ao Excelentíssimo Senhor Ministro da
Educaçao e Cultura, enfatizando a necessidade de URGENTE convocaçao
da referida Comissão;

19,1 A Comissão foi convocada com algumas modificações pelo atual lüretor
do Ensino Superior.
20.

Que em toda biblioteca fmfantil seja dada uma importância especial
A
ao ajustamento social des pequenos leitores, aproveitando-se todas
as oportxinidados que surgiram para a foinaçao de clubes infantis?

20»1 As bibliotecas infantis vêm cumprindo essa resolução na medida do
possível.
21«

Que sejam usados todos os recurns favoráveis à aproximaçao das crian_
ças, aproveitando-se a atraçao representada pela "Hora do Conto", p£
Ias pro^eçoes cinematográficas e atividades teatrais;

21.1 Idém ao 20,1.
22»

Que sejam organizados "Clubes de Leitura" en todas as Bibliotecas In_
fantis, quer sejam Bibliotecas Escolares, quer Departamentais de Bi—
■ l'iiotecas públicas;

22.1 Idem
23.

ao n^ 20,1 e 21,1.

Que as bibliotecas públicas infantis estudem a possibilidade de realizar o trabalho de atendiriiento a escolares, em caráter supletivo;

23,1 As Bibliotecas Públicas nao têm atendimento especial a escolares à
exceção do Paraná, Minas Gorais e Rio Grande do Sul.
24,

Que se estabeleça amplo entendimento entre professores e bibliotecários, promovido pelos últimos, a fim de que os escolares sejam encaminhados às bibliotecas e estimulados ao uso da leitíira variada, em
contraposição ao uso do texto único como base de estudo;

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lí

�-26 E 24«1 Um congressaniento perfeito ontre professores e bibliotecários ainda
nao foi conseguido,
25*

Senpre que as condiçoes o permitam, que seja designado um bibliotecá_
rio para, nas bibliotecas públicas, encarregar-se da

orientaçao dos

trabalhos de referência escolar;
25.1 Idem ao n® 2^.1
26»

Que 03 regulamentos das bibliotecas públicas, desde que necessários,
sejam ampliados a fim de permitirem o acesso de menores desde os 12
anos às salas de leitura e ao serviço de eopréstimo domiciliar;

26.1 Dada a grande afluência às Bibliotecas Públicas por estudantes do cur
so seciindário tiveram as mesmas'que estabeleder a idade mínima de I4
anos para o ingresso aos salões de leitura .
27«

Que os serviços de extensão bibliotecária existentes em Bibliotecas
.Públicas, considerem a possibilidade de incluir cs estabelecimentos
de ensino primário e secvindário, entre os pontes de distribuição dos
seus recursos;

27.1 Nço temos ciência que êste trabalho de extensão bibliotecária tenha
evoluído em benefício dos cursos primários e secund^atios.
28»

Seja recomendado às Editoras brasileiras lama atençao especial no que
diz respeito à edição de bons livros juvenis, mediante t

a) incent^

vo à produção nacional, através de concurso, prêmios, ejro.,
b) tr^
e
duçao de obras estrangeiras selecionadas bibliográficas;
A
^
28fl Existem editoras que se dedicam quase que exclusivamente a edições
,de bons livros infantis,
29«

Que sejam preferidos os bibliotecários portadores de diploma de profewsor primário, para exercer atividades em Bibliotecas Inícctls.

29*1 Nao pode haver diferenciação entre bibliotecários no ingresso aos ca^
gos da especialidade.
30,

Seja solicitado ao Ministério da Educaçao e Cultura um prêmio anual
para os melhores livros inéditos destinados à adolescência, e sua «
publicaçao imediata;

30,1 Foi solicitada S Diretoria do Ensino Secundário pela Secretaria do
Congresso,

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�4

31«

Que o IIÖ Congresso Brasileiro de Bibliotecononia e Docmentaçao re^
lizado en Salvador, Bahia, aprove a criação da Federação Brasileira
de Associações de Bibliotecários (FEBAB) e sua secretaria Geral, con
sede en Sao Pauloj

31*1 A Secretaria foi instalada e funcionou até janeiro de 1 961» quandc
tonou posse a prineira diretoria da entidade,
32.

Que a Conissão Organizadora do Iio Congresso oficie â Associaçao Br^
sileira de Bibliotecários informando da criiçao da FEBAB

e o pedido

de nudança do título da nesna, en virtude das atribuições eopecíficas
da FEBAB no âmbito nacionalj
^2»1 Providenciado o ofíçio pela Secretaria Geral do Congresso, entretanto»
atS o presente nonento, a Associaçãr Brasileira de Bibliotecários nao
raudou a sua desi^naçao.

�- ZI -

III

COIW^'^SSO

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-

TlAr'.^LHOS

/JR^'Sm'TADOS
l

1,

?rocc. aaoa t'cnicou, por .".dolpha Silva, Rodriguca do Figueiredo,

2,

A c-.tr'JLogagno de autSrcj brr.rJileiroa c p^tuguôí)f;o, por Moria .'»nto
niot". Rcquião Pi0dc.dc,

3,

do aaui^tcncia ao bibliotoccio cacolrrca, por ibria de Lour y
dcj Tito,

ii«

Coviaaõoc; tccnicaa de bibliogr afia e docurc ntação, por Fomniida Le^
to Ribeiro,

5,

Conaoi^vc^To e roütaaração do livroa 0 docurr.ontop, pior Lindauro. .'iil«
b-n Corujcira,

6,

'

Inforuc a'bre a Coidaijão J'ra;3ileira de Clasaificaçãn Docin:il Uni vcrJ'Ll, por Abner Lc^Uíd Gorrea Viccntini,

7,

' '

GabrçalhiD de ajjunto, por Gordrlia. R:.b.-J.inho do Oliveira Gavnlc"^
ti.

8,

.

^

lleceriaiter.oü, urgentenentc, de ao código braiiileirc. dc Co-talcgariãc,
per Fnliobela Lib^rato de Matca G~xv.xLb:),

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NN|III
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�- 28 9.

Projeto '"Io rcgrao do Cn.tcilo'^aQro pira od nonotj brasileiros c portu
guSaos, po3,a Aosociacão T rasilcin rio T ibliotocarios - Gor.iiss-X) 3a
riocü de Gat,Tlogp.pão,

resolucOls

1,

CONCLUSÕES

que rio as3ocip.çõe3 profiS3ionp.is e ,i3 oscolaa do bibliotcconorda
do pr.xs colaboror.i cori a Gonisa"^ I rasilcira do Olasaific-gno Docir-.ol Univorar^l (H ID/CDU), não oó no trab.-lho do tradução c rcvQüão
das clas303 0/9, coro t.x-.bón dodiqucr, riaior espaço do tcvipo no ensino da CDU naa cadeiras do classificaçãoj

1^1

Ver: sondo cu:".prida rogulari-onto,

A GDU toniou-se ''^atoria obrigato

ria nos currículos das escolas,
2»

que as escolas brasiloiraa de bibliotcconor:ia dodiquor. especial
tonat^o ro problona do Conservaç~jo e Preservação de I^ibliotocas,pro
picirando, tanto quc'Jito possível, a orgpjaizaoão de cursos ospooiais,
confiados a especialistas eo assuntoj

2,1

Gor.tinua a noccssidado de scre:; ninistrarlas nas escolas '"^e bibliotocop-oria as disciplinais Conservação e Rostauracão d.c Livros o Docurontoc,

O Dr. Paulo O-irneiro, rcpresent-nte do ' rasil junto a

UioSCO, declarou à ir.pronsa er naio do 1 960, quo pretende fund-^r
no .'Tasil o Hjspitrl do Livro nos roldes do que existo naquele órgão internsteioncl de cultura.
que SC incentive o. in3tal?.ç~j0 do l?.boratorio3 paro. consorvaçojD, pro
aor^/ação o rcst.'.uran?o de d^curentos no.s principais .l'ibliotocas :'o
país ou en órgr.o3 cria'os ospeci iJ-Donto pnra ô.osô fiii;
3.1

A posar do assunto :'.croccr a "aior atonção, torna-se difícil a sua
aplicação o vulgarização, devido a f'-JLta de recursos finmr,:cirpa,

At

que se recononde no líinistório de Educo.ção e Gultura do 1 rasil a
criação do Instituto íTo.cion.al do Prcsorvr/;;,ão (!c Arquivas e Tibliotocas;

i.l

Ato hoje nenhu;';a providência foi tornada neste sentido, a pesar das
declcraçoes do Dr, Paulà O'irnciro o do escritor Josué Hontcllo que
afir .rr. existir na 1 ibliotoca'Facional 500,ono( quinhentos rdl) volu
r.e3 nccossit.ando tratar-cnto adequado,

5.

que os bibliatcc.arios prostor a relhor eoopor -çao ao Progrrva de
Trabclho da FID/CLíí, prontificando-sc a colni)or;ir nas corpilarõcs

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do Guia das Bibliotecas Especializadas da Anerica Látina e Gatnlogo Coletivo d®~P«irt0ddrco3--T©oTiico--ülentijjLcos dassé Henisferio;
ter sido dada pelos bibliotecários a quem este
sunto está afeto,

O Instituto Brasileiro de Bi"bliografia 0 Docu-

nentaçno (IBBD) publicou er. 1 962 o Guia para Intercâi-bio Bibliográfico das Bibliotedas Especializadas Brasileiras.
6,

que a proposta de Regras de Catalogação para os nor.es portugueses
G brasileiros, apresentados por Dona ÍLaria Antonieta Requino Pio-.
dode, seja subnetida a apreciação da Cor.issão Brasileira de Catalogação j

6«!
•

As propostas forai.. devidarente apreciadas pela Qor-lsa^'
nadas er princípios apresentados a Gonferôncia de Paris realizada
de 9 a 18 de outubro de 1 961,

7«

que, aâér. da contri^iigao especificada na recor.endação nS 6, tor.e ,
a Cor.iasão Brasileira de Gp.talogagäo coro base para seus estudoa 03
trabalhos anteriorr;.ente elaborados, neste sentido, por Irene dc Ife
nozes Doria, pelo Serviço Contrai do Bibliotcc?vS da Universiâ;ide do
*•
*
Recife, por N.aria Luiza Monteiro da Cunha e pela tradugao' do Codigo da Biblioteca do Vaticano, Regra 3Ö-A, de autoria do Professor
Otávio Calazans Rodríguesj

7il

Â Presidente da Oorissão Brasileira dc Catalogação ton convocíwio
Rcuhioes suöeäsivaa ondo são estudryáoá todos 03 problcr.as píôpo3t'&gt;34

8,
,

que a Comissão Brasileira de Catalogação, divulgue ato 10 do nargo
de 1 961,. inpreterivol^iontc, a proposta final que oxprcíjsa a opiíji^
da raioria dos bibliotecários do Brasil no quo respeite à foir-a do
^rcprosentação dos nores brasileiros o portugueses;

8,1

'

trabíj-ho apresentado c divulgado dentro do prazo estipulado, tendo
Portugal•através do seus roproscntantcs na Conforoncia do :Pari3,con
cordado cor- as propostas da Corissão Prasiloira do Gatalogjogão,
i

9,

que 03 estudos da Conissão Brasileira do üatalogaç.ão, no cíoncomon
A
n
^
te aos nonos brasileiros e portugueses, ostojar.^. ultirados^ on cara
tor definitivo, por ocasião da 2^ Reunião da Goni3.3ão, on tAbril do
1 961, no Rio de Janoir-:i, quando se reunirá a I--D/CDUj

9.1

iuiiprida no teiupo deterrinado.

■x

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�- 30 10,

quG scjan designados dclcgadoo oficiais do Erasil a Gonforência
Internacional de Cfitalogação, a ser realizada cr: Paris, de 9 a 17
do outubro do 1 961: 1^ Delegado - Maria Luiza Monteiro da Cunha,
Professora do Catalogação da Escola do Sociologia, o Política de São
Pauloj 22 Delegado - Lydia do Queiroz Sar.iboquy, Professora de Cata
logac"ß do3 Cursos da libliotoca Nacional, e cono Dolôgados Suplon
tc3í Adelpha Silva Rodrigues de Figueiredo, Chefo do Oatalogacr'o
d?. Eiblioteca Municipal "Mario de Andrade", do Soo Paulo o Francis^
ca Portugal, Diretora da Divisão do Catalogação da Mbliotcsca Na cional; reconondando ainda que procedidas das Conoidoracõoo

a

antoccdon, constantes da Ata da Sossão, a reconondação seja coiiuni
cadai a) Ao Magnífico Reitor da Universidade de São Paulo; b) to
Presidente do Conselho Nacional do Pesquisas; c) ao Diretor da Ti•blioteca pública líunicipal "Mario do Andrade", do São Pcoilo; d) .-r;
Diretor da riblioteca Nacional,
10,1

Êstes Delegados forarr; designados através de ofícios enviados poJ.a,
Federação Brasileira do Associações de J-iblioteccxios (FEEAJj),
\
TEIA

1,

II

~

TRÁEALHOS

APRESENTADOS

6 auxiliar do Fibliotcca e sua fornação profiS3Íon:Tl, por Hcloica
de Alr.cida Prado,

2,

Aspectos sociais da forr.:ação do bibliotecário, por Mrxia Lotícia An
dr.ade Lina,

V
Considerações sobre o Currículo Universitário de l ib-lioto.cononia,

3,

por Abner Lollis Corroa Vicentini.
.'4-,

O ensino de línguas, estrangeiras-para os bibliotecários, J)or Hcl';'i
sa Tedciros, ■

■
1.

'

.

RSBOLUCÕES

E

'

■

.

COITCLUSDES •

i

.

^
i

■

que as oacolas de bibliotocononia intonsifiquor., er seus cjurrículos,
o estudo das .ciências nccossarias a una rclhor cor-prconsâdi do leitor, seus-interesses e hábitos;

1,1

I

Forar: incorporadas aos currículos das escolag^, naterlas dqí cunho
prodorlnontoncnto cultural,

2, •

Oque ao escolas de bibliotecononia se proocupon con o conhoícir-icnt*;
da cor:.unid,?dc, treinando os futuros bibliotecários na obsoírvação
do r.-.eio social, para'd.ar base sólida ao planejamento do soiu trnba~
lho junto ao public .o;

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2.1

Ê dn or.axn aa cac .-'las

Tg-uiizirci.. visit-^a a bibli jtocio, &gt;ndo &gt;rj r.
A
^
lU3A- ri p,-.dc: . obaorvar os trabalh'£3 tocnicö'D o do ?.tc;iäir:ci:..t ^ ai pu-

blico,
3.

quo -:'.a rcsr.r.s cGcolas proporcioncn •a:^c5 scuü aliuioö c'^nhccii.;-at ü a
1iualizad?c3 do Rola.c~cs Piíblicas c Publicidade, p'tra ur. r..olh'ir ap?xc
lh,-r.cnto da bibliotcca, cr. 3ua fungão cdacativo-^oci-ij.;

3.1

íbg"crj dcajaa r'atcrias cotõo sendo rinictradas 3-)T..ontc naa cjcguintc£i cccolas: Eoc.da do libliotccrinorda c Dvcur.entaçã" da Univoroidadc da

Pesic.::l'.)gia daa Rí.^lac~cs Har^r'jiao, ?;3lcologin. dPu-

blicidade j Eac^la de ribliotcc:"-naria d" Universidade dc Ca"'pinací Rolrp,"ea PÚblicao; E3c:&gt;la do I ibliotcc mor.ia da Univrrcidulo do- Rc'
cifc - pjic.-.l.igia daa Rol,ag3óD Hunanasj Scc^la do I'ibliotoc nixda ;
o D ca-.ent-^jção da Univcrnidado do x^aroiiá - RologÕcrj PÚblicia o Publicid-^dc; E::c^la dc ' ibliotcc-n-ria c D.-ca-.entacão do Sã~&gt; C xrl 'J
- ?&gt;.cl,nç(~cu Publicar; o Éi^.ica ProfiJui-^nal, cxo: pi") c3tc que devo 3cr
csogüid-:' urgnntor-.cntr polo/J .do: aia, que a íbUo ainr'a nã' se dcdicarer-t
A.

qu.c aa escol-.c-dc bibli-it-^con.c-ia inclua:'., definitivar.ente, a D'Cu

4..I

:.".ontagão, nÕ^o 3' e;-. seus ir^nos, r.as, t.^ibri-., e:i 3oaG currícul lOj
«w
*
Goi-prirla cata ro3:;'luçae quant? a inclusa? da r.atoria, porcr., no;.-, to
.das ao csoolas :.3trnt:u"\ o n.-^r.c dc ";'ibli"-tcc m &gt;ràa c D'Cu: .então"

5.

,

qttc a Dosu-entaçã-.. xnc ar j a apenas u'-a cado.ira a ser locibnada r.o
ulWr o

:"\o, aiv.:, ur- c .vnjunt-j. do disciplin-is o tccnic;ao 'que a-

■fcr.:vnjar,'. a t-^^talidadc do sou cavp-j, quais 00 j ar :

\
■'

pr.-jduoã:' &gt;10 decurontos,
roani"r&gt; de docur-.ont )q,

'

'

soloçaa dc d-)ca'".cnta3 c
repr-^dugã.í dc d-^cu' ont^s;
5.1

A pesar da ;-,atéria ser rinistrada ov. uj' ,aiio, abnngc t'do.o jo t'pi
, c-^s exigido St

6,

(^uc as r'atóri'.a subsic^iórias da Docurontagno, na r-cdida d;"i.s p'^ssibilida^-^es e das candiçõeo locaid brasileiras, sojar^ incluidas r-;
chrs-^i

6,1

Gor.o prescrovo a Rcs-^lugão, este!'nodida está sond &gt; ad'^tada dó ac'^r
do c-r: ao po^sibilidados do cara oscola, no que c.'incomo a professo
res espcci-lizad-:3.

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7.

quo a duração do curso soja, no nínino, de L, anos, a fin do quo -to
dns as disciplinas possan sor ninistradaa CDUVCDiontcriciTtc c-para
ni'vclar o-cursa de biW.iote«cmonia. noa donaio universitários do
paíaj

7,1

Soiàcnte a Escola do Biblioteconoria o Docurcntnçao,
sidadc da Bahia niniatra o curso op U anos,

a Univo£

A posar dessa Rosolu^

çã&gt; do Congrnsso, a Corlssão designada pela Diretoria do Ensino Su
porior para estudar o currículo nínir.o, sugeriu on sou trabalho

o

curso ie&gt;. 3 .■vnos,
S,

que aa escolas do biblioteeonorla tcnhar-, cn nentc que ostão prepar.^dido altas elites do téonicoo, não devendo sulwrdinar a reeetrutu
ração do ourri«ulo dt 4- anos a líossibiltdado do dirdnuiçço do nuiuo
ro do alunos e, sin, íjor on vista, única o tão sònentc, os suporio
tva interêascs de unificar n» Brasil a fomação do Vibliotccário c
do d;')cüncntarl0ta;

8,1

Sor. •onentári &gt;s, devido a olíacrvoção d,^ íten nö 7,

9,

que ns esaolas de liiWiotcconor.ia, cor. sou» curriculos her. rccstrji
turados, cr nível univcr»4tária, perr-it.or. que oS l»ibliotooário3 já
forr.iado» volton noa banco» cso':^!,arco p.ara se atwalizarer: nas tconj^
cao da Doouricntnção;

9.1

Cor. o pr;)grc3so da olcneia c da té«nica, a noccssldadc do atualiza
çno c inprcscindívcl para que o Mbliotcoário poosa bcn exercer o
seu r'.i»tcr, porcn, oònento alguu» oureos esporádicos de atualiza ção ven sendo rlnistrados, o não são nas escola«,

10,

que 03tc Gongreoso mtlfiqü.« a FID o a IFLA do que os braailoitoO
'

são c-intrári'.'3 à forr-acão cn separ^lo de l&gt;ibliotccário3 c docor'-eiv.
tnlistas c que -is escolas feraoilcir^as do biblioteeonorla e doouron

• .taçp.o estão aptas a riniatrar a» duas tccni**,?.«;
10,1

Notificação foita,

A Presidente da Federação í rasilolra do Jk»ao-

ciaçõca de fllbliatCaário» (FEFAT) er:, clíscurso realizado cn seasão
plenária, na 27- Gonfcrcroia da ITLk cic Edinbourg, datlirou sorcu
oa braaileir ^s contrários a forftaçãç cr. separado de bibllo-íjco-árioa
o docur-.ont-ilist'^.s,
11,

que idêntica corunicaçã^-^ seja feita, aos Reitores de todas aa TJr4.'versidados I rasilciras e ao líin.stoTio da Educaçãoj

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�-3^
11,1

C-&gt;:-.uiaic ^ç"„) cToanoccSo'ri.-'., o-- virtu Tc d?. Lei 4.,08^/62 que rcjul-^r-.rn
t.a a pr;fi3ij" r.

12

cao 3oj". roc;;-.crj''aj.

Senhor rrcüi-lcntc

Rcpúblicr. c ai iliniatr:

Eclucn-o" .■) c Cultura, que tü c-^Tg-' r! '"ri &lt;■fLirccao

I ibli , t c~ iT.?.cÍj-

:zcJl c do Ina ti tut) Ilacion-J. do Livr.-, acjrir.: rntrcguos definitivar.cntc a pr.-&gt;fiooion?.io diplor.ad.-^s p &gt;r Euc^las dc ribliotcc.inihia}
12.1

A. rcç :;-.cnd,::j(}õ.r: f: i c'nviada, r.oa nada ficou roa :lvidc ate o proocntc
r'-xacnt^.

Ajuar-'.^'.a-sc a inotalaga;? djs Gonoclh:;3 FcdcrcJ. c R-gionaia ^

do fiscalização profiosional,
13.

que seja rccor'.cndad,-) a-- Instituto Nacion-i do Livro a. assinatura
dc convcni-"u cor- aa ?rofcit!;iraí3 i-'unicipais a fii- dc que scjoi: cpta
bclccidos sistcrías do bibliotcc^a r.unicipaia que fiqucr. a cargc dc ■
bibliotcciári; 3 crodcnciados j

13.1

O Inotituto Hacional do Livr-, desde a sua criagã:), cr. 1 937, j'distribuiu as bibliotecas brasileiras 2.561.700 livros, sendo
54-»S58 as instituições estrangeiras.

O Serviço íTacional dc Tiblio

tocas, .rccer: criado, pr^põc-se a cxccutcj o que foi indicado nesta
Resolução.
U.

que seja rocor.endad^o ainda, ao Instituto Uacionol do Livro, quC dc
sonvolva cursos intensivos no inteíi T, ncdianto convênio cor. csp.o^
Ias dc bibliotcocnor.iaj

^
'

•

'

-

U.1

ilão rcali'feado,

.

15.

que seja solicitado as autoridades • onicipais d estaduais a criaço.:&gt;,
n-j quadTo de seu funcionp.li3r.o, o cargo dc auxili-^T de bibliotecário, a ser preenchido sò: ente pôr portadores dp certificados crátidos por cursos do Escolas dc ' ibiiotcccnx'-ia c D-icu;".cntacn;5 j

15.1

O c-rgo dc auxiliar dc bibliotec'-rio vai ser abolido na'próxir.a rccs
truturação do funcicnnlisrx) federal, tendo en vista a. Lei 4-.084/62
que rcgular.cntou a profissõ;?.

Os certificados fornecidos a pessoas

nao habilitadas cor. o diplor.ia, dc curso regular, nao so tora vricr
poTa contagcr. do pontos.

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�IE! a.

III

mrALHOS

APEESBITCáPOS

O billiotecário: este àesc;;nhecido, por Fice 1'enezes de Figueiredo,
c
A f'jr:.:açn.,5 de bibliotec'xi.'S, por Voline Cirdir.,
A profissões de bibliotec'rio-d-)Cir.eiit:irista., sitaaç"o e perspectiva 110 Irnsil, por Esr\er.-J.dá I-rjria Aragõo, '

RESOLUCDSS

E

COFCLUS^BS

que sejor. reforendc-dos as rec ^r.endoções do II Congresso rr2.sileiro
/de Liblioteconorla e Docii;-.entr^,~o, realizado cr. julho de 1 959, er:
Silvador, I^hia, a respeito da necèssidade de incorporação de tjdas
as escolas de bibliotecon:;ria e docurientagão as Universidades Irasi
leirasj
Exister- no pais, 10 (dez) escolas de bibliotecono:-.ia,
tão-incorpor-adas as universidades ond^ atua'-.,

8 (Oito) es

2 (duas), a de S~d

Paulo e São Carlos s"jo autônor as.

,

que seja recor.ondado a todas_ as associações de classe que r-.antenhar;.
entendiy.entos co;",:. os representcjites de seus Estados, na Cariara Fede
ral, através de cfici.:.s du pess:; ali-.ente, para a aprovação riais rápi
da do projeto de Lei ns 4..770/58, re regulnrienta o exercício da pro
fissão de bibliotecário no Irasilj
A car;panha foi levada a efeito pela Federação iTasileira de Associa
ções de bibliotecários (FEIAI;) cor. o auxílio de todos os biblioteca
rios, associados de sup^s filiadas,

O Projeto se, transfomou na Lei

ns 4,084/62.
que seja recor.cndada a Federaçao I rasileira de Associações de liblio
tecórios (FErAL) o de'- ais associações de classe que enviar. ner.o

-

riais 00 Presidente da, Bepública, a Gar .ara dos Deputados, ao Senc.^
do e aos Eovêrnos Estaduais reivindicando para o bibliotecário o
vel universitário, o que injusta'.ente lhe negou a Lei 3.780, de

12

de julho de 1 960, relativa a classificação de cargos do Funciona lis:.:o Federal;
Foi conseguido através do Decreto '^1.62A/62, que se refere ao nível
universitário do bibliotecário federal e por trab'?lho direto da Federação brasileira de Associações de Iiblittecários (FEIAI ), junto

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lí

�- 35 no assessor responsável pela. çiateria no Palácio do Plrincslto,
que sejoi: conferidos cs. Professora Ljrdia de Queiroz S"r.baquy plicnos
podercs para elaborar e encar inhar a Cârara Feder?! ur:. Anto-projeto de Lei nö 3.7SO, de lã de julho de 1 960/ no sentido de c^nce dor ao bibliotecário portador de diplor.a de curso superior de bi blioteconoria, o nível universitário, devendo ser dado irediato co
nhecir.ento à Federação 1 rasileira de Associações de ^Jibliotecários
(FEIAL) do texto do Projeto e das providências encetidis a respeito, a fin de que possa ela prestar sua colabor.ação ao assuntoj
A.l

Conseguido pela Federação Lrasileira de Associações de! Libliotocários (FEIAL): íter- 3.1.

5.

que soja enviado ao Governo d'; Estado de I'inas.Gerais o seguinte te
lograi;a: Sessã^o Plenária III Congresso 1. rasileiro I iblioteconorda e
Doeur.ent.ação vg reunido Curitiba vg recorenda Vocencia estudar pos
sibilidade bibliotecários r.ineiros vg exerplo outros estados vg pia
no classificação crrgos pt;

5.1

Os bibliotecários : âneiros, assin cor"o os der.ais, per^ncentes nos
quadros do .funci »nalisro federal, fora^: reenquadrados, tendo en vis
ta o que preceitua a Lài 3«780/60 e seus anexos.

Os que estavor: es

calo nados do padrãjo 21 para cir:a, passeara"! a ser bibliotecários. n£
veis 12, lU» s l6; os que se situava:-: abaixo do referido padrão forrr.-; enquadrados no nível 7, cono auxiliares de bibliotecários.
6,

que se apresente ao Magnífico Heitor da Universidade do Paraná,Pro
fessor Flávio Suplicy de Lacerda, u.n renorial solicitando a inte gração definitiva das Escolas de Diblioteconorla, cor.o unidades re
gulares das universidades brasileiras;

6,lAtt:-Atcndendo ao pedido, o Magnífico Reitor incorporou à universidade,
o üurso de Liblioteconoria do Paraná,
7.
TEVA
1,

IV

-

TRAI ALHOS

APRESEI^TADOS

Inforr.ação técnica, base do progresso industrial, por Lelia Gnlvão
Cnldas da Gunha,

2,

A inforr.açãjo bibliográfica on P^rto Alegre, por Sully Irodbeck,

3»

Diversidade de línguas, obstáculo à inforr:ação científica, por Célia Ribeiro Zaher,

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1^

�- 36-'-'
u,

libliografia corrente br^-Sileira, por Laura ílaia de Figueiredo.

RESOLUÇÕES

1.

4

E

GOrCLUSÕES

que seja dirigido a Confederação ÍTacionai das Indústrias e às Fede
ragões Estaduais das Indústrias ur^ apelo no sentido do que seja in
centivada a criação, pelos grupos industriais especializados, de
Centros de Inforr.ação Tibliográfica, financiados por esses grupos,
er. conjunto, para Difusão de dados e inforr oçoes, tecnico-cientifâ^
cas, trabalho Sste indispenáável ao desenvolvinonto industrial do
paísj

1,1

Hesolução n^ levada a efeito.

Tardará ur: pouco, julga'-.os nos, pa

ra que os industriais percebar: a utilidade de tais serviços,
2.

que as universidades patrocinar- er. colaboração cor: a Industria, Se
rlnários sSbre informação Tecnico-Gientífica;

2,1

Desconhecenos quclqucr iniciativa nesse sentido, er. conjunto.

As

universidades, porer., ter. patrocinado a realização das Reuniões da
Sociedade 1 ro.sileira para o Progresso da Ciência, que dedicar: ur'.a
ã
sessõo para êsse ter a,
3.

Aape3*?-#adaagci£?ffiö33idaacajclöi" lb.cional do::fpiiaáãa3da a-pliaçÕo dos
Serviços do Tradução atualrcnto realizado pelo InstitutvO Lrasiloiro
do libliografia o Docur;cntação, cor: a crifeçao, naquele Instituto,dc
ur;. Serviço Central Cooperativo de Traduçõesj

3,1

A pesar das necessidades, serpre presentes, êese serviço ainda não
foi arpliado,

4.,

que seja rècor.endado aos Centros I ibliográficos Regionais que cooperer: cor: o Instituto Irasileiro de libliografia o Docur.entaçã^o no
controle das traduções científicas e técnicas realizadas no p,axs;

ii,l

Os Centros Regionais não ver: c^-.perando con o Instituto í-rasileiro
de Ii\&gt;liografia o Docur-entaçã-, (IDDD) no controle destas traduções,

5,
'

que seja recor.endado à 1 iblioteca ITacional, ao Instituto ITacionol
do Livro (IITL), ao Sindicato de Editores de Publicações Culturais
e a Câr^ara Frasileira do Livro (CEL), que prester:' t^da a cooperação à libliografia da Ai-.érica L.atina (rAL) a fif: de que o Lrasil,

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�- 37 -

a prTtir da edição correspondente n 1 960, fique condignoriente repreaontndo n=.quela bibliografia;
5.1

própria publicação "lOletin I ibli^grófico Trasileiro" (nx), do
Sindicato ter-, saido cor: grande atrazo,

6,

que se rccor.ende o-o Ministério da Educaç-jo e Cultura que, atendendo
ro apelo feito pelos delegados dos países Latino-A.y.cricanos, reunidos pelo Sei:.inário Regional de Tibliogrofia, Docurientação e Perriuta
do Publicações, realizado no lléxico, sob os auspícios do governo do
llexico e da Ul'ESCO, no período de 22 de nove::bro a 4 de dezembro do
1 96o, concorder: er: custear a edição da bibliografia da A::érica Latina, correspondente aos anos de 1 960 a 1 965»

6,1

O L'inisterio da Educação e Cultura, não atendeu, ate a presente da
ta, ao que lhe foi solicitado.

7,

que se recoriende às bibliotecas e aos bibliotecárias, através do.s
associações de olasse, à Câr.ara Irasileira do Livro e ao Sindicato
dos Editores do Publicações Culturais que se intcrosser. e;". obter
que os edit^ires er. geral rer.etan a l iblioteca Haci nal os exor.pl?j-.
res correspondentes ao Depósito Legal, a fir: de que fique tão conplcta quanto possível a bibliografia brasileira;

7,1

-Alguns Editores ter: enviado regulamente sua contribuição à liblio
teca I'acionol, porér:, a pesar dos esforços, a obediência ao que pre
ceituoL: os Art. 5, que regula a natéria en n sso Código Civil, não
é total,

8,

que seja reco:.:endado aos bibliotecários, através das AssoGi?.ções de
Classe, que so interesse::: pela rcr.essa regular de exer.plares das pu
blicações periódicas técnico-científicas brasileiras de bibliogra fia e docu::cntaçãjo, à Av, General Justo, 171 - Rio de Janeiro - Gua
nabra-t - o ao Centro de Docur:entaçãjo Científica do Mexico;

8,1

Os bibliotecários vên curprindo na rodida do possível, no que conserne ao Instituto Irasileiro de libliografia e D^curentaçõo (EID),

TEIA
1,

V

,

I^L:tcgE3&gt;pfr;LIG.'.U3.EarT£RC3Ü^^^

Relações públicas e publicidade er: 7ibliotecas públicas brasileiras,
por r.ancíy Meirelles Junqueira,

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�- 38 2»

A âer.ana ITaclonal da r.iblioteca^nporríiSíit;'. por Lourdes Mesquita
queira, de 3":: P-.u?l ,

3»

Doontologli e ética profissionnl, por Laura Garcia Ibreno Russo,de
Relações Publicas e intercarbio nas Eibliotecas do Rio grande dc Sul,
por lünda Groisr.an e Lu urde s Gatharina Gregol«

RESOLUÇÕES

1,

E

COÜCLUSDES

que se recor.6nde ao Poder Executivo o ao Podde Legislativo o estudo d"5 possibilidadds de ser concedida isenção de tarifas postais
prra a realização de intercârbio de naterial bibliográfico entre b^
bliotecas e serviço de docur:entaçãoj

1,1

Êste tópico já ver: sendo notivo de preocupação desde a realização
do I Congresso I rasileiro de Tiblioteconoria (ver Tena nö V, iter.
n9 16)

Algunas instituições gozar, dessa regalia, nas a r.aioria de

Ias lutar: oon grandes dificuldades para r:anter er. dia as suas rer:0£
sas,
2,

que seja corerorada, anualnente, pelas bibliotec^-s brasileiras a Se
r.aaia ITacionrJ. da liblioteca, incentivada e divulgada pela Federação
Irasileira de Ass-^ciações de 1 ibliotecários(FErillO, pelas Associa. çoes de 1 ibliotecarios e pelas Escolas de Diblioteconorda e Docurien
taç?o;

2,1

Esta proposição riereceu plena atenção da Federação Brasileira de As
sociações de Libliotecários {FEíAr) que conseguiu o Decreto na 884/62,
que fix:&gt;u a data er: âr.bito nacional de 12 a 19 de r.arço,

3,

que seja criada, pelo Instituto Uaeional do Livro, una ConissSo nacional para organizar as Gonenorações da Ser.ana ITacional da Biblioteca, no aribito nacional e que o Instituto entre en contato con as
Associações de Eibliotecári .-s dos Estados para organizar Gonissões
Estaduais e límicipalsj

3,1

A pesar de ter sido conseguida o Decreto, a Conissão nao foi organ^
25ada pelo líinãstério da Educação e Cultura,

A,

que se recor.ende ao novo Govêmo I rasileiro, a se instalar a 31 de
janeiro, a reestruturação do Instituto ITacional do Livro, para ada£
ta-lo as necessidades atuais das bibliotecas brasileiras;

�- 39 -

O p?.ís atravessou grave crise política o que ir.pediu o enca.r;.inha ::.en-tc do pedido.
que SC reretn, à Consideração do G^tólog:) 'Joletivo Il.icional, para es
tudo, o Ante-projetn de Lei sobre E:prestir,o Interbibliotecário, apresentai^d por Odette Sena de Oliveira Penna;
Êste ?jite-prc jeto de Lei está aos cuid.^dos d:; Instituto I rasileiro
de libliografia e D-cu'-entacaD (HTD),

Aiér. do trabalho citado na

Resolução, existe outro, apresentado pela Associação Paulista de
b^i;tecários de autjria dos bibliotecários Aüce Ga;:argo Guornieri
e liaria Ant-nieta Feiraz (publicado FErA: , Z^letir.:, v,5, 3/4-»
36-38, 1962)
TEIA

VII

-

TEIAIALHOS

xiPHaSErT.'JOS

Atual situação das I ibliotecas er. leio H -^rizr^nte, por Annaiz liaria
Pereira Vinl,
Inforr:ações sobre Tibliotecas Escolares da Secretaria da Educação
e Cultura do Rio Grande d^ Sul, por Elvira Tarcelos S-^brai.

RESOLUÇÕES

E

GOrCLUSOES

que seja enc^tinhad^. ao Centro de Pesquisas e Orientação Educacnd^
nais, da Secretaria da Educação e Cultura, do Estado do Rio Gr-:'n.de
do Sul, una rec r.endação

que o Curs.'^ .'ásico de Tibliotecono -

r.ia daquele Oentr • seja realizo-do e: caráter pernanentej
O Ourso de Tibliotecononia do Rio Grande do Sul, funciona junto a
F-^-culdade de Ciências Econorácas, da Universidade do Rio Gro.nde do
Sul.
que seja feita u;;.a reconendaçã^ as Secretarias de Educação e Cultji
ra dos Estados, no sentido de que sejar;. extendidas a;s professores
bibliotecários, portadores de certificdos ou diplor.as de bibliote
cononia, as vantagens concedidas as professoras cor. regência de cia
se j
Sendo a r.aioria das escolas, unidades dependentes das universidades
os professores, fatrinentc, gozar, das regalias de professor uiiiversit'j*io e nada ten a ver con a Secretaria da Educação do Estado,

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�~ 4.0 -

3,

que seja solicit'^^da a Fcderagão T risileira de Associações de

iblio

tecarios (FE"ííI ) a criaçr^ do ur.:a cordssao de estudos para o proble
na das bibliotecas escolaresj
3.1

A efetivação desta propositura será levada a efeito durante a reali
zaçãc da reunião da FE'Al , en Fortaleza,

4-.

que essa r.esr.a Gor issão estude a possibilidade de assinatura de con
vênios cor.i as Secretarias de Educação dos Estados para. o estabeleci
TAOnto de un pirxio de assistência técnica as bibliotecas; do sistena
escolar brasileiro;

4..1

Una vez constituída a Cor.issao, esse plano será devidar.ente elabora
do,

TEir^.

1,

VII

-

THÍJ ALHOS

AITuE3E'T.J)0S

A FEI iil e suas Associações Filiadas, por Laura Garcia Moreno Russo,

2
iussolucCes
1,

E

GQ-GLUSOeS

que sejar: fornulados votos de louvor às seguintes Instituições: a)
-i,*i.ssociaçao Pemarbucfiaa de I ibliotecários, por ter organizado o
I rJongresso Trasilciro de ribliotec:&gt;noniaj

b)

íi. Associação lahia

.na de Tibliotecarios, por ter organizado o II Congresso Tr^silciro
de .&gt; iblioteconorda e Docunentação j

c)

^ ' ibli?/teca Publica do Pa

rana e a Universidade do Paraná, por teren organizado o III Oongre£
so .. rasileiro de i iblioteconor.ia e Docunentaçãoj
1,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

2,

que se faça u:.; apeld à Universidade do Ceará e à Tiblioteca Publica de Fortalezc. para que organizer. o r.ais rapidar.ente possível, suas
Associação de Tibliotecários, tendo en vista a próxina realização
do IV Congresso I rasileiro de I iblioteconoria e Docanentação naque
le Estado;

2»1

'

Esperarmos que esta. Associação seja. criada .durante este IV Oonclavc,
para nelhor aproxir.ação dos bibliotecários desta Região con a Fede
ra^ao Irasileira de Associações de Pibliotecários (FE; A'~),

3,

que seja solicitada a FEÍ A", tend^ en vista a recor.endação do Professor Zeferino Ferreira Paulo, a criação de ur;a Gonissao para es-

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�-'41 -

"budrx o regulamentar a. realização de Cutsds periódicos de atualiaç];
gão de conhecimentos de ribliotecononin e Docu:::entagão, destinados
íUds bibliotecários, especialnente aos relacionados cor. Escolas de
• iblioteconor.ia ou con funções diretivasj
3»1

^ FEriil nantén interc*â:.:bio con todas as Esívolas de Mblioteconorda
e delas espera receber a colaboração no sentido de seren instituídos cursos periódicos de atualização de conhecirentos para bibliotecários,
\
Km,
os probler .as rela.tivos a ; xblioteconoi .ia e a Docanent-^gao, de
interesse luso-brasileiro, sejan inseridos con r.aior destaque dos
ter..nrios dos futuros Golóquios Internacionais de Estudos Luso-lra».
sileirosj

4,»1

Roalnente os probler;.as Luso-I rasileiros nerecen !.a.ior atenção nesses Coloquios r.as até agora a situação ter se nantido precária,

i*.

Corlssao EID/CDU propos ao 1 Colóquio, a se realizar er. Seter.bro
práxir.0 er. Portugal, a realizr.ção de una Heunião conjunta.
proposição não foi aceita,

Essa

O único trabalho a ser aproveitado no

V Coloquio, será o de Entradas de ror.es de Autores Lrasileiros e Por
tuguêses,
5,

.que seja consignado u:: voto d© louvor a Jo^é césio Regueira Costa,
ur.-; dos pioneiros da

ibliotecononia Ibderna no Recife e patrocinor-

dor do I '."Congresso ■ rasileiro de I iblioteconor.iaj
5*1

Providenciado pela Secretaria Geral,

6,

que seja consignado un voto de louvor a I ernatte Sinay ITeves, da
I ahia, por ter sido a prir.eira bibliotecária brasileira a ennetar
estudos e apresentar propostas visando a criação de Federação d©
•Associações de I ibliotecários do Trasil;

6,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

7,

que soja consignado ur". voto de louvor a Guionar Oarvalho Franno, do
3ao P3.ulo, pela. verdadeira obra de catequese que desenvolveu naquele Estado, cor.0 urva das fundadoras da prineira Associação de 'iblio,
tecarios do I rasil, a Associação Paulista de I ibliotecários (APIl)

7,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

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�- A2 ~
8,

que seja encxiinhad" à Universidade do r^ecife a expressão do recoiihecinento des bibliotecários brasileiros por ter sido ara das pri
rieiras a acolher ur. corso regular do 7 iblioteconoriia, de 1 950}

8,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

9«

que seja observada a seguinte norna no IV Congresso ; rasileiro de
Tibliotoconor-ia e Docunentagão:

após as discussões dos diversos

ter.as, as reconendacões dever~o ser lidas, antes de serer'^. postas
er. votação, para que os Congressistas julguei- se elas representar.;,
recüLnente, as conclusões obtidas durante a discussão}
9.1

Esta crden de trabalho deverá ser observada no Congresso,

10,

que sejai^i designados Congressistas para acorpanharer. as reconondações votadas o apreeent.aren na I sessão do Congresso seguinte, o re
sultado do trabalho feito, pcja que os 7ibliotecários possan tonar
conhecinento do fruto do Congresso anterior e das causas que notiva
rar. os resultados negativos de algunas reconendaçÕesj

e que se jau

encarregados da realização desse trabalho, con relação ao III 'Congresso Trasileiro de Tiblioteconoria e Docunentação o seu Relator
Gerrl e o seu Secret'jrio Gernl;
10,1

rieconend-gão da r.orpetência do Ti-elator-Geral, quanto ao III íongres
so.

Quanto aos dois prireiros, as autoras deste trabalho char.iarar:

a si a respdnsabilidade de fazê-lo.
11,

que seja consignado uri voto de Iduvtss: à bibliotecária Francisca
Tuarque de Alneida, honenageada deste Congresso, por ter enpregado
o r.elhor de seus esforços na introdução da l iblioteconor-ia no Esta
do do Paraná e na organização de sua I iblioteca Publica;

11.1

Providenciado pela Secretaria Geral,

12,

que sejan consignados co:;o honenagens posturas, vofos de louvor ao
lagnxfico Reitor Joaquin Anazonas, da Universidade do Recife e ao
Dr, Jorge de Andrade líaia, bibliotecário da Faculdade de Lfedicina
de São Paulo}

12,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

13,

que seja consignado uri voto de louvor ao líagnífico Reitor, Professor Edgard Santos, por ter apoiado e estinulado, desde a fundação
da Universidade da lahia, en 1 9A6, a Escola de liblioteconoria da

�- 43 13.1

Tahia, proporcionando-lhe os .;.eios de funcionanento en instalações
de outras unidades universitárias, reconhecBBdo-lhe, er: 1 953, os
diplor.as anteriorriente exi^edidos pela Escola

e incluindo a ::esria,

en caráter definitivo, entre as unidades que co::põen a Universidade

da I ahia, através o novo Estatuto da Universidade, en fíaio de

1
13.1

Providenciado pela Secretaria Ge-i^al»

14-,

\
que seja consignado uri voto de louvor a Gorissao Organizadora e Executiva deste III Congresso, aos colaboradores e denais coiiponen-tes de todas as sessões que tão ber. se desincunbiran de seus traba
lhosj

14..1

Providenciado pela Secretaria Geral«

15.

que através da FErA:

e das Aésociações de niasse, os l.ibliotecários

Docur".entalistas procuren apresentar trabalhos e participar das reuniões anuais da Sociedade J rr^sileira para o Progresso da Oiência
(SrPG), no setor Infor: agão científica e Docur^entagão, a fir. de que
se estabeleça r.aior contato entre bibliotecários e especialistas
dos diferentes assuntosj
15.1

Isto vBn sendo curprido regular: ente pelos profissionais e coordena
do pelo Instituto b rasileiro de ' ibliografia e Docunentaçao (ll"ID),

16,

que seja recov.;endada à Organização dos Estados A;;ericanos (Dr, José
A., Ibra, Secretário geral, Pan Arerican Union) e ao Departaiiento de
Estado dos Estados Unidos, a convocação da III Assenbléia Geral dos
jbibliotecários Anericanos;

16,1

Esta convocação não pode ser feita por ter sido cortada a verba a
ela destinada, segundo ofício enviado à FK A", pela Senhora Ilarietta Daniels, da Organização dos Estados Anericanos (OEA),

17»

que seja reconendado ao Governo, que se instalará no País, a partir
de 31 de janeiro, o estudo acurado do atual sister.a de importação
4
de livros no Trasil, recor.endaddo a adoção de u:i dolar-livro para
a sir.plificagão do r:esro&lt;,

17.1

Infon:ações obtidas na r;ãi-.ara " rasileira do Livro:a situação e precaria no que diz respeito a importação de naterial bibliográfico»

18,

que sejan Apresentados agradecimentos a Federação Internacional de
Docuiuentação (FID), a Federação Internacional de Associações de Ti-

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�— u u ~
bliotccários (IFIA) e a A33ocia5~.o do ribliotec^xios Anorica-nos
(ALA) p;'ir 3c terer; feito roproscntar no III Congresso Lrasileiro
cIg l ibliotccTnoria o Docur^entação;
Prr)Vif1enci"rlo pol?^. Socretaria Gorai,

*

•

^

que seja 'ixsGito o convitc do Magnífico Rcdtor Antônio M.artins Filho, da Universidade do Ceará, ç)ar.a que so realiza er. Fortaleza o
IV Congresso rrasileiro do Libliotcconor ia o Docur:.enta5ãcjj
Aceito,
quo a data de realização do IV Congresso rrasileiro de Fibliotecç,
norla e Do«uiiont.ag"£) seja, cr princípio de julho de 1 962, ficando o l%gnífico Reitnr da Universidade do Ceará autorizado a troiis
fcrí-la para julho do 1 963 caso julgue oportunoj
Adiacb, r.as curiprido dentro do prazo legr-l,
que seja rccor/endarlo à. Universidade do Ceará o entrosarento con a
Federc^no Jrasileira de Asaociagões do Eibliotocáj-ics (FETAD) o o
Instituto Drasileiro de Fibliografia o Docunentanão (HTD) prj:a a
orgfyiizagäo do IV Congresso Irasileiro de 1 ibliotccononia o Docur.^cntagão;
Guxprida na integra,
que soja roconendada a Univorsido.de do Ceará a adogao do Regula —
nento do III Congresso Trasiloiro ''Io riblioteconoviia e Docuricntagõo para servir coro estatuto bási«o do IV Congresso, princip?!nente no que so rofore ojo Artigo

que detorr.ina devore'" os tra

brilhos apresentados ser de autoria de bibliotccíj^ios-docunentalis
tas diplonados por Escolas do riblioteconoriia e Doe urgent aç?o;
Resolução intoiranentc observada.
que o Ter.ário do IV Congresso j.'rasilciro 'Te ] ibliotoconorla o Docu
r.ontpjç~jo seja o seguinte:

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�- K5 -

2-3.1
IV

COnCKESSO

ro-'.liz-'.c'io

or.

rRASILEIRO

FTrt.nloz?..

DE

Gerará,

J Ii. LIOTEGOIIOMIA
de

7

a

1Á

E

DOGUI'iEIITAGiO

'lo

de

1 963

TEMiÍRIO

TEIA

I

^

PROGESSOS

TÉGNICOS

E

IFTEílCÂ&gt;C 10

a) iVquisigoD planifiçada
b) Gn.tpJ.ogos c^lotivos; catoiogação cooporativa c contrclizada,
c) Ntvas tcndcncias do nomalizoxjão dos trabalhas do oa
;balog:^^n.o c claosificagno,
d) Er-.prcötir/iS ontrc bibliotocas.

TEIA

II

»

MILIOTEGAS PÚ: LIGAS, UTAÜTO JUVENÍS, Ali ULANTES E ESCOc
Li'iRES

(

a) Sistcras regionais de bibliotocas públicas e r.uiiieipais: seus serviços e atividades.
b) Papel da biblioteca no plrJX) nacion?! de educarão,
c) 0 I?'.jtituto NacionpJ. do Livro c progroj-.a nacionrj. pa
ra 0 dosenvolviyento dos serviços las bibliotocas p4
blicas.
d) 9 SESG, 0 SESI e suas bibliotccAS oj^rbiilantes,

TEIIil

III

^

lí-iFORIiAçJlO

GIEHTÍFICA

n.) ] ibliotec?^ Universitárias, Função "las bibli otocas
centrais universitárias
b) I ibliotoc.as especializadas
c) Gentr 13 do documentação e inforra.ção técnico ciontífica
d) Toletipoc na infor:-a.qão
0) Org-^iiização da bibliografi i nacional
f) Mecanização bibliográfica
g) Centros de rcproduç.ao de d^cunont^s: orgojiização o
o.p are 1 har o n to
h) llorj^olizacão da docur'ontanäo
o
1) Ter;-.inologia cientifica

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�- 4-6 -

T3Iu

II'

-

EDUGAçAO

do

j i: LIOTEGÍííIIO DOCmiErTALISTA

Cl) Toii':lGnci?.3 no'-lernr'.s (■"'os currículos
b) Intorcprbio entro as Esc-^l-s r'c J ibli":tccor-o::ia
c) rbyli-icnto p.ssoci?.tivo n-niinnl o intorm.cioncl FIL] iJ'^ Assici.-ügõcs ii'^.cionais, FID, FID/CLiV, ISO
o IFU
d) ético, profissional

TEllV

TEMI
23.1

V

:JEl!Trt.iL

ARQUIVOLOGIA

iv EDUGAÇilO AmVl/^S DA : U LIOTECA

Cunpriclo na íntegra^

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1

�- A7 -

Uosso objetivo ao orggmizajr o presente trabalho foi o
de pràporcionar aos bibliotecários brasileiros, uma visão panoramica
das realizações dos três Congressos Brasileiros de Biblioteconomia e
Documentação que nos antecedem.

2,

Que os bibliotecários brasileiros tomem ciêncià de to

das as proposições e realizações destes Congressos, e também de tudo
aquilo que, proposto, foi impossível a concretização,

3,

Gostariamos que estas considerações servissem de guia

para o plenário dos futuros Congressos, a fim de que estes rediscu tam os diversos tópicos que, tendo sido aprovados, não foram aplicados, seja por estarem, no atual estágio de desenvolvimento biblioteA
conomicos, desatualizarlose superados; seja porque, devido a condi ções varias, nõí) sõa mais realizáveis.

4-. Que as Conclusões a que chegarem os vindouros '^ongres
SOS de assuntos biblioteconômicoü e documentários sejam de caráter
ds3enci,almente prático e objetivo, para que possam ser satisfatoriamente observadas.

Maria Alice de Toledo Leite

/ílaria Cecilia Pimenta Pinheiro

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20

��IV CONGRESSO BHikSILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA B DOCUMENTAÇÃO

Considerações sobre o sistema de aquisição planificada
por
Marinha

de Andrade

t- tz-íS,
SÃO PAULO

°
íT €

40 Cjto.

v/.

Fortaleza
1963

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lí

�IV -CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
"UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a 14 de julho de 1963

TEMA

I

- PROCESSOS TÉCNICOS E INTSRCIMBIO

CONSIDERAÇÕES

SÔBRB

O

SISTEMA

DE

AQUISIÇÃO

PMIITICADA

por

ViARimik

DE

ANDRADB *

CDU 025.2:389.6

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lí

�C0NSIDERAÇ03.O

3ÔB2E

O

SISTÍÜMA

DE

AQUISIÇÃO

PL'.NIFIÇADA
por
Marinha

de

Andrade *

Sinopse

Importância dos meios auxiliares de cooperação e dos ser
Viços que prestam as Bibliotecas.

Pulilicações reguläres

conhecimento e difusão de trabalhos realizados.

para

Valor do Sis-

tema de aquisição planifiçada e apresentação de observações
sugestões julgadas necessárias.

e

Apreciação sobre as Bibliote-

cas universitárias em face ao Sistema.

• Professora'da Escola de Biblioteconomia e Documentação da
Univ. da Bahia e Bibliotecária da Escola Politécnica da Univ.
da Bahia, Redatora e Bib, Assistente do índice Tecnológico.

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lí

�SÔBRE
AQUISIGlO

o

SISTEMA

DE

PLANIFICADA

parece-nos de maior importância, no momento q.ue vive
mos, uma intercomunicação entre as bibliotecas,

uma aproximação

mais estreita, uma cooperação mais efetiva entre

os

dia a dia no vasto inundo da produção bibliográfica
dar aos que pedem,
pesquisam,

oferecer aos que procuram,

que lutam
procurando

informar

auxiliar aos que estudam e facilitar aos

aos que

que leem o

material que necessitam.
De

UQ lado a produção bibliográfica que

se multipli-

ca, o incremento da documentação técnica e cientifica, do outro
a tendência à especialização,

às investigações freqüentes,© sur

gir de fatos de crescente interesse encarecem a necessidade

de

uma coordenação maior entre bibliotecas,

ou

e induzem a pensar

antes desejar um serviço que melhor atenda aos reclamos dos con
sulentes.

Serviço cujo valor em potencial não é difícil deter-

minar, cuja amplitude é fácil estimar e cujos problemas

somos

forçados a avaliar e resolver ou contornar.
Do valor do trabalho fala o objetivo mesmo do
prio serviço que é a difusão de maiores conhecimentos,

pró-

a possi-

bilidade de informar e por à disposição do consulente as fontes
que necessita e que possivelmente

irão se transformar em instru

mentos para realização de novos processos,afirmação de métodos
mais precisos,

ou inicio de novos caminhos ou de buscas mais es

pecíficas, nos vários campos de conhecimento,
A amplitude tende a ser expressa pela diversidade da
demanda,

ou seja, pela variedade do material procurado que

co-

bre largo setor, ou pela sua localização que inúmeras vezes está além de nossas fronteiras naturais.

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lí

�- 2.

Ao primeiro item correspondem os serviços existentes
am todas as Bibliotecas,

os vários meios de pesquisa,

rentes formas de apresentação do material,
tes, diversas e quiçá inacessíveis,

as dife-

Ã obtenção de

fon-

refere-se o seguinte.

Encontramos então um dos mais sérios problemas
se apresenta,

dia a dia,

ao Bibliotecário,

que

não só de gravidade

real mas de responsabilidade profissional se tomarmos como base
o conceito do Prof,

Jesse H. Shera, enunciado em Curso ministra

do no IBBD em 1957»

quando se refere à Biblioteconomia como re-

sultante de duas forças:

"aquisição e organização;

sendo a obtenção do melhor livro
co) para determinado leitor;

a primeira

(diríamos material bibliográfi

a segunda significando o

arranjo

do material de tal modo que seja accessível ao leitor,"

(1)

Sem que diminua o valor de uma, mister se faz ressal
tar a importância da outra,

Ssta importância é vivida e viven-

ciada freqüentemente quando bibliotecas e consulentes como orga
nismos vivos necessitam de renovação de material,
de tratados,
diata,

de profundeza

de atualização de bibliografia e investigação ime-

Decorrentes mesmo da própria demanda surgem

que forçam a cooperação,

problemas

Temos que recorrer então a serviços

oriados para aplainar 'taãs dificuldades como;

Catálogo Coletivo,

empréstimos entre bibliotecas, permuta e planos cooperativos de
empréstimo recíproco de material bibliográfico e de intercâmbio
de informações,

3em duvida que estes meios auxiliares proporei

onam à biblioteca e aos que dela fazem uso o enriquecimento

de

seu acervo, tanto do ponto de vista da obtenção do material,

co

mo das técnicas biblioteconômicas e de informação,

(1) SHERA,^Jessé H, - Curso de documentação e organização bibli
ografica, ^Rio, Instituto Brasileiro de Bibliografia
e
Documentação, 1957.
(Resumo da 12 aula).

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Syst em

�CATÁLOGO COLiUTIVO
Destes serviços,

entre nós,

sabemos da existência da

Comissão Nacional do Catálogo Coletivo criada pelo Conselho Diretor do IBBD e das Comissões Regionais.
Reuniões anuais têm sido realizadas para o conhecimento dos trabalhos efetuados e planejamento de atividades futu
ras.

Centros Bibliográficos Regionais foram criados com o obje

tivo de incentivar o intercâmbio e organizar Catálogos

Regio-

nais.
Embora já se encontrem alguns com os seus
organizados,

e outros em via de organização,

seja difundido, tal como precisamos,

Catálogos

sentimos que

o material de que

não

dispõem

em publicações de apresentação modesta, mas que se distingam por
atualizadas, precisas e de regular periodicidade,

sendo regular

também sua distribuição,
O Catálogo Coletivo Nacional tem prestado reais serviços às bibliotecas brasileiras quer pelos vários meios de reprodução,
mação,

quer pelp empréstimo interbibliotecário ou pela infor

ou mesmo pela sua idéia inicial da elaboração do

das Bibliotecas especializadas brasileiras,

Guia

cuja publicação a-

plaudimos,
EMPRÉSTIMO 3NTRE BIBLIOTXQCAS
Outro meio auxiliar o empréstimo entre-bibliotecas,
economico,

salutar e poderoso,

que facilita a consulta sem one-

^rar a Biblioteca, possibilita a pesquisa e
do o seu acervo,

aumenta de certo mo-

enriquecendo os seus recursos,

assente no Catá

logo Coletivo, tem sido realizado mesmo espontaneamente
bibliotecas locais ou interestaduais,
vimos ja se beneficiou,

entre

A Biblioteca a qual ser-

faz tempo,

dêste tipo de auxilio presta

do pela Universidade de São Paulo,

já contamos com a apresenta

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lí

�ção de um Codigo Nacional de Empréstimo Interbibliotecáric que,
em vigor, propiciará uBia realização do serviço em condições mais
seguras.

Vale aqui uma palavra de louvor ao trabalho pioneiro

de Odette Penna,

sobre sua regulamentação.

PBRJflJTA
A permuta I prática assaz conhecida e de grande eficáoia.

Por ela atingimos publicações que completam coleções,

trabalhos que eni^iquecem o acervo das Bibliotecas e até

mesmo

documentos julgados inacessíveis.
Ocorre-nos citar como exemplo deste último caso a ob
tençao de teses da Technische Universität de aquisiçao difxcil,
por permuta com o índice Tecnológico, publicação da Escola Poli
técnica da Universidade da Bahia.

SISTEMA DE AQUISIQlO CQOFSRATIVÁ
O sistema de aquisição cooperativa é sem dúvida

uma

solução para as principais dificuldades com que lutam as bibliotecas especializadas e de investigação e por assim ser,

deve

firmar-se em bases muito sólidas e em uma estreita vinculação
interbibliotecária que possam permitir e facilitar o conhecimen
to mais amplo da produção bibliográfica desejada.
É um atendimento à expansão;

à elevação dos

níveis

de conhecimento e a rapidez com que este é aplicado a industria
lização intensiva;

às novas pesquisas e a reivindicações cres-

centes»
A cooperação que é o aspéto marcante do sistema

se

projeta e evidencia em vários setores do conhecimento humano.
Cooperação significa um estado psicológico,
de de atender,

a vonta-

O objetivo fundamental do Bibliotecário e a ob-

servância do nosso lema tornam possível este estado de entendimento .

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lí

�- 5.
A solução de problemas de ordem econômica,
ra,

social,

cultural,

financei-

administrativa e técnica pode na Bibliote

ca ser conseguida pela cooperação que resulta em uma utilização
mais econômica da Terbas o sob certos aspectos evita a duplicação do material,

ampliando assim a aquisiçao;

lação mútua de bibliotecários entre

intensifica a re-

si e entre dirigentes; pre-

serva fontes valiosas de informação; promove o intercâmbio

da

experiência e da coordenação de trabalhos.
Precede a qualquer apreciação de um plano de aquisição cooperativa a justa referencia ao "Plano Farmington"
surgiu durante a época trágica da 2^-. Guerra Mundial,
decorrente,

que

dela sendo

A par de enriquecer as bibliotecas dos Estados Uni

dos, componentes do sistema,

com material publicado fora

do

pais, preserva por outro lado um grande e importante cabedal bi
bliográfico.

são bibliotecas que se congregam para aquisição,

obedecendo a dois sistemas:

um grupo adquire publicações de pai

ses de linguas ocidentais- por assunto;
línguas orientais,

o outro, de paises

de

ou de pouca produção bibliográfica- todas as

publicações sobre todos os assuntos.
Com o caráter regional, vale citar o plano de ajuda
ao comércio e a industria, o primeiro iniciado na Inglaterra,em
1935j por J, P, Lamb na Biblioteca Municipal de Sheffield,trans
formado hoje na Sheffield interchange Organization (SINTO)

(2)

Com o fim de congregar esforços para bem servir a um
campo mais especializado da insústria e comércio, baseado sobre
tudo na boa vontade,
i960,

começou seu trabalho com 18 membros,

já em

agrupavam-se 50 membros, 9 centros de investigação e

4-0

empresas industriais e de serviços públicos,

(2) BINN3, Norman E, - Serviços cooperativos de Biblioteca para
Ia industria e el comercio.
Boi; Unesco Bib, v, 15»
n,
6, nov., 1961, p, 321-350
"

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�- 5.
A solução de problemas de ordem econômica,
ra,

social,

cultural,

financei-

administrativa e técnica pode na Bibliote

ea ser conseguida pela cooperação que resulta em uma utilização
mais econômica de verbas e sob certos aspectos evita a duplicação do material,

ampliando assim a aquisição;

lação mútua de bibliotecários entre
serva fontes valiosas de informação;

intensifica a re-

si e entre dirigentes;

pre-

promove o intercâmbio

da

experiência e da coordenação de trabalhos.
Precede a qualquer apreciação de um plano de aquisição cooperativa a justa referência ao "Plano Farmington"
surgiu durante a época trágica da 2"^- Guerra Mundial,
decorrente,

que

dela sendo

A par de enriquecer as bibliotecas dos Estados Uni

dos, componentes do sistema,

com material publicado fora

do

pais, preserva por outro lado um grande e importante cabedal bi
bliográfico.

são bibliotecas que se congregam para aquisição,

obedecendo a dois sistemas:

um grupo adquire publicações de pai

ses de linguas ocidentais- por assunto;
línguas orientais,

o outro, de paises

de

ou de pouca produção bibliográfica- todas as

publicações sobre todos os assuntos.
Com o caráter regional, vale citar o plano de ajuda
ao comércio e a industria, o primeiro iniciado na Inglaterra,em
1933, por J, F, Lamb na Biblioteca Municipal de Sheffield,trans
formado hoje na Sheffield Interchange Organization (SINTO)

(2)

Com o fim de congregar esforços para bem servir a um
campo mais especializado da insústria e comércio, baseado sobre
tudo na boa vontade,
i960,

começou seu trabalho com 18 membros,

já em

agrupavam-se 50 membros, 9 centros de investigação e

40

empresas industriais e de serviços públicos.

(2) BIN1T3, Norman S, - Serviços cooperativos de Biblioteca para
Ia industria e el comercio.
Boi; Unesco Bib, v, 15,
n,
6, nov., 1961, p. 521-350

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�- 6.
Com características diferentes temos conhecimento do
Flano Scandia,

(3) um plano cooperativo que abrange Dinamarca,

Finlândia, Noruega e ,3uécia,

com assinaturas de publicações pe-

riódicas, feitas por assuntos e sobre uma base lingüística

ou

regional.
Os planos citados e outros tantos existentes têm pro
vado a sua utilidade e porque úteis merecem ser seguidos,

por-

que vantajosos devem ser aplicados.

SISTEMA m AQ.UISIÇlO FLANIFICADA
Não está o meio biblioteconômico brasileiro

alheio

ao programa que o IBBD iniciou e que deseja implantar no Brasil,
para que as suas bibliotecas melhor informem^
material,

sem aquisição desordenada,

tica ao serviço de aquisição,

sem duplicação de

dando uma diretriz sistema

dentro de um mais estreito espxri

to de colaboração.
Baseadas nas informações prestadas pelo Guia para in
tercâmbio bibliográfico (4) permitimo-nos fazer algumas observa
ções e sugestões para o plano que se pretende realizar,
Nosso interesse maior é buscar e aplicar soluções pa
ra os problemas que estamos vivendo, mas,
de responsabilidade se,

seria incorrer em gren

de logo, não nos cercarmos de medidas

que possam no futuro facilitar a execução do programa traçado.
Para que se realize um trabalho de tais proporções
em um país como o nosso, de grande extensão territorial,

caren-

(3) TVET3RÃS, Harald J/, - El plan Scandia un sisbema cooperati
vo de aquisicion de publicaciones.
Boi, Unesco Bib, v.
15, n. 4, õul./ago., 1963, p. 162-165.
(4) BRASIL - Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação.
Bibliotecas especializadas brasileiras,' Guia para
intercâmbio bibliográfico.
Rio, 1962,
376 p.

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�te de recursos,

de pessoal e de material,

além de meios de co-

municação, deve o plano estar precedido de cuidadosos e fundamentados estudos e investigações sobre as condições presentes,
sem que se descuide^ é claro,

do desenvolvimento futuro da co-

munidade .
Um planejamento objetivo do sistema, bem detalhado,
deve ser apresentado para melhor conhecimento do assunto deven
do expressar condições para que as instituições se façam parte
integrante do núcleo,

estabelecidas as normas ou condições,de

Ias seriam beneficiadas as bibliotecas,

uma vez que para

um

sistema cooperativo ter resultado é preciso uma vontade firme
de colaborar, não ser ou estar sujeito às conveniências particulares,

senão ao interesse comum,
O questionário já distribuído é uma primeira escuta

dos interesses e necessidádes das Bibliotecas, e que serviu pa
ra informar sobre a real situação das mesmas.
Observamos entre outros fatos,
gem, pois,

a falta de aparelha-

entre 141 Bibliotecas que se propõem fazer aquisição

planifiçada 65 ou sejam 46% dispõem de máquina leitora de
crofilme e de foto reprodução,

mi-

sendo que muitas não são própri

as, mas utilizadas das instituições, departamentos,

etc,

material é necessário sem dúvida para um sistema de

aquisição

cooperativa onde certos tipos de conhecimento são de
tão especial ou tão abundantes

(informes,

Êsto

caráter

teses, patentes,

tra

duções ete.) que é preciso recorrer a meios de reprodução para
p6-los à disposição do público.
Outros inquéritos mais minuciosos devem ser distribuídos para que se possa melhor aquilatar as condições de cada
unidade e o auxilio que possa prestar.
Um dos pontos interessantes a observar é a
da especialização,

que om alguns casos,

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escolha

parece não se enquadrar

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lí

�integralmente no que
camos:

se nos afigura o espírito do plano,

como é possível,

exemplo,

de que meios dispomos para cobrir, por

toda uma literatura fora e dentro do país

to, Literatura,

Expli

Engenharia Civil e História,

são campos vastíssimos e

sobre Direi

entre outros?

que devem ser considerados

parceladamente, em seus vários ramos.

Cremos que a opção

deve

ser feita partindo não só de uma comparação avaliativa das coleções já existentes,

e das esferas do interesse de cada Bibli

oteca como limitando também determinados camposé
É preciso que se faça uma avaliação serena e ponderada do quanto se produz no campo bibliográfico referente

aos

assuntos escolhidos e ainda outros generosamente citados,

para

que melhor se possa opinar sobre a indicação do setor que deve
ser abrangido,
Quando se nos apresenta a possibilidade de lançamen
to de um programa do tão altas proporções e de tão grande

va-

lor, devemos nós Bibliotecários corresponder com o máximo

de

exatidão e de imparcialidade â tarefa que nos foi confiada. As
sim fazendo já estamos cooperando e de certo modo facilitando
o pesado encargo de uma Instituição que,

com funções de órgão

coordenador do muitos serviços, vem desempenhando u'a missão
das mais benéficas para a Biblioteconomia e a Documentação

no

Brasil.
Não podemos transmitir uma mensagem seja a um indivíduo,

seja a um grupo sen saber quais as barreiras que se in-

terpõem entre nós e eles,

quer sejam barreiras de ordem econô-

mica ou oriundas da técnica ou de natureza administrativa.
Referimo-nos à questão de isenção ou redução das ta
rifas postais vigentes, de acordos que facilitem a importação
e de convênios com Reitores,
ter diverso,

instituições e entidades,

de cará

que se proponham a fazer aquisição planifiçada.

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ste
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lí

�- 9.
A questão das "bibliotecas das universidades merece
tambarn um cuidadoso estudo.
Sabemos de sua "tarefa fundamentalmente documental e
de informação em sou duplo aspito didático profissional e

de

educação".
Sabemos que,

como laboratório de pesquisa e de estu-

do serve ao professor e ao aluno,

contudo,

de um modo geral ser

ve mais ac aluno que ao professor.
Sabemos como são parcas as nossas verbas para atender a um e a outro grupo no momento em que
nhecimento estão em rápido avanço.

as fronteiras do co-

Distinguem-se tais bibliote

cas pela grande complexidade oriunda dos currículos e das neces
sidades dos dois grupos, diferentes em suas pesquisas mas

que

se encontram muitas vezes em um mesmo plano quando tratam

da

obtenção do material,

pelo calor com que o reivindicam, pelas

exigências com que se manifestam.
Estão as nossas bibliotecas universitárias sujeitas
a uma série de obrigações imediatas,

a um conjunto de grandes

responsabilidades vinculadas a uma série de exigências burocráticas que significam uma vasta seqüência de atividades a exercer e de barreiras a transpor.
Sncarando a realidade dos fatos,
os problemas que lhe

conhecendo de perto

são afetos, particularmente os que

são en-

contrados no meio em que vivemos e talvez comuns a outras regiões,

sentimos as dificuldades que se apresentarão se, de

logo,

nos incorporarmos a um serviço que requer uma ação pronta e ampla.
Como atender a parte de Referência;
cas;

de coleções bási

de cobertura dos currículos com material bibliográfico du-

plicado; de todos os assuntos de especialização concernentes às
várias cadeiras e disciplinas;

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de pesquisa e de extensão,

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com

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�- 10.
verbas escassas, e,

atender também as obrigações requeridas por

um plano de tão grande alcance?
De um lado as amplas possibilidades que nos aoenam,
do outro as pesadas dificuldades que nos agrilhoam, forçam-nos
a declarar, mesmo não desejando que assim o fosse,

que achamos

ser inoperante a inclusão imediata de bibliotecas universitär!
as servindo a Escolas, Faculdades etc,, dadas as condições exis
tentes, no plano que se esboça de aquisição planifiçada.
Necessário se torna, no caso de bibliotecas universi
tárias,

repetimos,

que seja iniciado um plano local,

entrosamento de bibliotecas,
tores para que,

pelo menos,

de

maior

com interesses em determinados sea não duplicação de material

fosse

seriamente considerada, •
Seria um primeiro passo a dar,

uma semente bem lança

da para uma colheita futura.
Não estariam contudo as Bibliotecas universitárias,
tão pauco as Universidades inteiramente divorciadas do Plano,
porque pela limitação do assunto,
partamentais,

de Cadeiras,

natureza mesmo,

ou assuntos as Bibliotecas De

de Clínicas, de Laboratórios,por sua

devem ser cooperantes.

Outras bibliotecas de caráter universitário,
Institutos,
sistema.

as dos

podem ser também consideradas como integrantes

do

Em todas as Universidades estamos observando a forma

ção crescente destes novos núcleos que se distinguem pela espe
cialização mais restrita,

o que facilita uma aquisii^ão coopera

tiva.
Uma possibilidade a ser considerada para a inclusão
das Bibliotecas universitárias no Plano referido seria o auxilio que, para este fim, poderia advir das indústrias,

interes-

sadas como devem ser nos técnicos e especialistas que as nossas
escolas preparam.

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Certo que esta ajuda seria mais pronta e mais substancial para as Universidades do Sul,
reconhecidamente

superior ao Centro,

onde o campo industrial é
Norte ou Leste.

Mas,

oomo

não devem existir "barreiras para a distribuição do conhecimento,
seguramente os apelos das zonas acima referidas não sofreriam
um enrouquecimento pela distancia,

porém alcançariam e obteriam

relevantes auxílios das regiões economicamente mais desenvolvidas.
Seria mais um ponto a ser levado em consideração
possibilidade das Bibliotecas universitárias,

a

quando melhor a-

quinhoadas e em condições de se inscreverem no Plano, particularizarem o material a ser adquirido,
riódicos,

recaindo a escolha em pe

que pelo seu caráter informativo serviriam aos dois

grupos de consulentes.
Não devemos desanimar,
paciência, vagar e continuidade.

uma vez que o Sistema requer
Prova de que o movimento es-

boçado já vai interessando a determinados grupos foi a realiza
ção do IBBD - o Seminário sobre Bibliotecas médicas, realizado
em novembro do ano passado,

do qual surgiram Recomendações opor

tunas e um louvável "Projeto para um programa de ensino de técnica bibliográfica" a ser incluído em escolas médicas e que merece ter divulgação, porque bem pode ser aplicado,
sária adaptação,

com a neces-

a outras Escolas,

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�- 12

Ao concluir,

sugerimos;

1 - que sejam atualizadas e regularmente distribuídas publicações do Catálogo Coletivo Nacional,

dos Centros de In-

formação Bibliográfica e Serviços outros possibilitando
maior oonhecimanto dos trabalhos realizados;

2 - que as bibliotecas procurem colaborar ao máximo com

os

Serviços auxiliares já existentes;
&gt;
3 - que entre em vigor o GÓdigo de Empréstimo entre bibliotecas ;

4 - que

seja estudada a possibilidade de criação,

pelo IBBD,

de uma Comissão Central de Coordenação que será responsa
vel pela apresentação de um plano objetivo, dentro da re
alidade brasileira, para o
cada"

"Sistema de aquisição planifi

que norme as condições mínimas necessárias para

o

ingresso das Bibliotecas;
é
5 - que ao referido órgão sejam atribuídas responsabilidades
para entrar em entendimentos e assinar convênios com Rei
tores, Diretores de instituições e departamentos, indústrias, etc., para uma base mais sólida de desenvolvimento- do plano;
6 - que sejam também de sua competência a distribuição de
questionários minuciosos, visando um conhecimento maior
da situação real das bibliotecas,

7 - que sejam encaradas de' maneira especial a situação
bibliotecas universitárias de escolas e faculdades.

das

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749

Digitalizado
gentilmente por:

�2

3

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-gentilmente por:

�*

�UNIVERSIDADE DO CEARÁ

.•

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA Si DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1963

TEMA II

-

BIBLIOTECAS PÜBLICAS, INFANTO JUVENIS, AMBULANTES
E ESCOLARES

2. SEMANA NACIONAL DA BIBLIOTECA
por
Maria Holena Brandão (l)
Philomena Bocatelli

(?)

CDU 021,7

H'ice

(1) Secretária Geral

- FEBAB

(2) Primeira Socretária - FEBAB

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I Sc a H
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&lt;/

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�SEMANi'i

N/iGIONiiL
19

12

" MIS

a

19

LEITüRi'i

Di.
6

de

PARi\

BIBLIOTECA

-1-

3

março

mí

DRjvSIL

MELHDR "

A SHá/iNA NACIONiiL DA BIBLIOTECA que comemoramos em nosso pais, teve
origem no movimento realizado nos Estados Unidos da iunerica do Norte, atra vés do "National Book Gommittee" e da'Vimerican Library Association" em 1958.
2,

O "slogan" usado na ocasiao foi "Wake up und read" (desperta e le),

3«

A Organizaçao dos Estados Americanos (OEA) solicitou a colaboração

das Associaçoes de Bibliotecários para que se unissem nessas comemoraçoes
#v
^
tendo então o movimento se difundido pelas ionericas,
Ij.,

,

Por ocasiao do III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docu -

mentação, realizado em Curitiba, em janeiro de 1 9^1, foram feitas duas reco
mendações relativas a SETá/iNA NACIONAL Dii. BIBLIOTECA, baseadas no trabalho

-

apresentado pela sra. Lovirdes de I^fesquita Siqueira, intitulado "A Semana ^''aoional da Biblioteca e o Brasil"
a) que seja comemorada anualmente pelas bibliotecas brasileiras a Semana i^acional da Biblioteca, incentivada e divulgada pela Federaçao Brasileira
de Associações de Bibliotecários e pelas Escolas de Biblioteconomia e Documen
taçãoj
b) que seja criada, pelo Instituto %cional do Livro, uma Comissão paM
A
ra organizar essas comemoraçoes no âmbito nacional e que o Instituto entre fé
^
^
em contato com as Associaçoes de Bibliotecários dos Estados para organizar comissões estaduais e municipais,
5,

Por proposição, apresentada no III Congresso Brasileiro de Bibliote-

conomia e Documentação, por Odette

de "^liveira Penna, bibliotecária

Universidade do Brasil, foi estudada a possibilidade de ser marcada a

da

data

da Semana Nacional da Biblioteca, abrangendo o dia 12 de março, dia este que
e considerado no Estado da Guanabara como o dia do Bibliotecário,
6.

Com representantes dos Estados da ^ahia, Minas Gerais, Guanabara

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p

I Sc a n
Syst em
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1

�—
A»
Sao raulo e Rio Ghrande do Sul, era reunião na cidade do líio de Janeiro, realizado
nos dias 22 , 23 e 2Í4. de janeiro de 1 9^2, concluiu-se que a melhor data para
Semana Nacional da
7.

a

Jiblioteca seria a de 12 a I9 de março,

A FEBiiD em oficio nß 8/62 solicitou ao Dr, Augusto Meyer, Diretor do

-

Instituto Nacional do Livro, providencias Junto ao Senhor Ministro da Educaçao e
Cultura, no sentido de ser fixada, por decreto, a data da Semana %cional da i^iblioteoa de 12 a 19 de março.

Êsse, decreto, entretanto, so foi promulgado

a

10-i;-62, publicado no Diário Oficial da úniao, no dia 13, p. 4*266, Seoção I,
8,

A FEB/t3 enviou oficios e circulares aos íiagnificos Keitores das öniver-

sidades Brasileiras, aos Senhores Secretários de Educaçao, as -"ssociaçoes de ^i blioteoários e Escolas de Biblioteconomia, solicitando apoio e colaboraçao

no

sentido de ser dada ampla divulgação as comemoraçoes da Semana Nacional da Biblio
teca para que ela pudesse alcançar os objetivos que todos almejavam.
Legislação Federal - Decreto n^ 88Í4., de 10 de abril de 1962
Institui a Semana ^'íacional da Bibliote
ca, de 12 a I9 de março.

O Presidente do Conselho de i^inistro, usando da atribuiçao que lhe
confere o art. 18, item III, da íinenda Constitucional n® 4,
DECRETA:
ivrt, Ifl - Fica instituida a Semana Nacional da Biblioteca,

a

iniciar-se, anualmente, em 12 de março, data do nascimento do escri
tor, poeta e bibliotecário Bastos Tigre,
Art, 2^ - Os festejos e comemoraçoes, de carater cultural

e

popular, deverão ser levados a efeito era todo o territorio nacional,
Art, 3^^ ~ Ao i'iinisteri o da Educação e Cultura, através do ^ns
tituto Nacional do Livro e era cooperaçao com o Conselho Nacional de
«w
Cultura, compete patrocinar as comemoraçoes,
i^t, Í4.0 - Anualmente, o ^»^inisterio da Educaçao e Cultura, ba^
xará portaria nomeando os -""embros da Comissão Nacional dos Festejos,
Art, 5® - Revogam-se as disposiçoes em contrario,
Brasília, em 10 de abril de 1 962; li;Oö da Independência e
7^® da Republica,
/oitonio de Oliveira Brito
"th/jíciíedo

\ Digitalizado
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]_'5

16

17

l'i

�-3LEGISUGÃO CARIOCA
Resolução nö 5 - de 11 de março de 1 958
O Prefeito do Distrito Federalt
Considerando que, durante toda sua laboriosa vida de intelectual, MANUEL
BAST0Í3 TIGRE prestou os mis relevantes serviços ao desenvolvimento cultural

da

terra cariocaj
Considerando

que uma grande pairte de sua existencia foi exclusivamente

dedicada ao problema do livro, como bibliotecário; e
Considerando que o reconhecimento publico pelo mérito dos homens

«lltö

forjaram o nivel superior do belo e util, e sempre um estímulo as gerações vindouras,
RESOLVE X
Art, Ifi - Fica instituído, no Distrito Federal, o "DIA DO BI3LI0TECÁlao".
Art,

« O "Dia do Bibliotecário" sera comemorado a 12 de março

cada ano, data do nascimento do saudoso bibliotecário e poeta

de

Manuel -

Bastos Tigre,
^

^ BASTOS TIGRE

-

PATRONO DOS BIBLIOTECÁRIOS DO BRASIL

*

Bastos Tigre foi um dos mais extraordinários trabalhadores das nossas ^
^
0
letras, alem de poeta e jornalista foi também engenheiro e bibliotecário.
Cem
mais de 50 anos de atividade em nossa imprensa exerceu a tarefa de comentar hvuao

•

sticamente os acontecimentos da cidade, do Pais e ate do mundoj como poeta dei ^
Ä
0
xou una bela obra educativa dedicada a infancia; como engenheiro, raramente, alguém
consegue lembrsa--se de Bastos Tigre,

havendo mesmo

começado

a

sua

vida

como

engenheiro do Serviço Geologico e Mineralogico do Ministério da Agriculturaj

como

bibliotecário, foi o primeiro a ingressar na carreira por concurso, por merecimento
/V
0
dos seus autênticos conhecimentos da Técnica da Biblioteconomia, coraprovados
por
meio

prova legitima, com a apresentaçao da tese, sobre (ít aplicaçao do Sistema

de Classificaçao Decimal, na organizaçao lógica dos conhecimentos, em trabalhos de
Bibliografia e Biblioteconomia» Isso nos idos tenços de 1 915» quando ainda
nao
0
0
r»
estava em vigor o sistema do mérito no serviço publico.
Desde então, nao mais abandonou as estantes das bibliotecas,

Primeiro, no lAíPcu Nacional,

Biblioteca da Associação Brasileira de Imprensa,
tar

com

coleçoes.

uma biblioteca inteiramente reorganizada
Finalmente, primeiro

depois

que sob a sua direção pode con •
e

enriquecida

em

Diretor Bibliotecário da Biblioteca

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na

suas
Central da

.O"
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16

17

lí

19

�■•4-

Uni Vers idade do Brasil, onde exerceu o cargo por tiais de vinte anos,

Tomou-se assim o veterano homem de letras, o decano dos bibliotecários
brasileiros.

E os bibliotecários dele muito se orgulham,

gor isso, conferiraio-

lhe as maiores distinções da classe, com o Prrmio Paula Brito ou IVemio Outenborg
e a resolução que instituiu o "Dia do Bibliotecário" a 12 de março, data do nasci
mento do poeta,

Quando no III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documen

tação, realizado em Curitiba no ano de 1 961, foi escolhido patrono dos bibliote
Carios entre tantos nomes ilustres que surgiram como candidatos ao titulo,

o

nome de B/iSTOS TIGRE, foi defendido com bastante entusiasmo. Justamente, por que
ele prestigiou a carreira de bibliotecário, dando-lhe o devido valor, quando poderia, pela sua capacidade intelectual, dedicar-se a outras funções. Preferiu

-

ser bibliotecário e dar sua contribuição a algo que representa um valor inestima
vol a serviço da cultura brasileira,
Bastos Tigre, como bibliotecário, foi um homem feliz e plenamente reali
sado,

k sua oorreira profissional, foi, realmente, a Biblioteconomia,

Tinha

-

ele grnnde entusiasmo e confiança no poder, na influencia do livro e dizia sem prei "VEÍCULO DE IDÉIi.S, qUE TROUXE O PaSS/JDO ÂTE O PRESENTE, LEViUlít O PRESENTE
AO INFINITO DOS TEl.iPOS")( ( A biografia de Bastos Tigre foi organizada pela bibli£^
teceria Odette Senna de ^liveira -"^erma),

CaUSSÃO DA SELi^NA li/iCION/Jl, DT. BIHLIOTEC/i
proposta ao Ministério da Educaçao e Cultura, polo Instituto Nacional do Livro»

Biblioteca ^''acionai
'^Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documcntaçao
Diretoria do ^nsino Superior
Diretoria do ^sino Secundário
Diretoria do Ensino Comercial
Federação Brasileira de Associaçoes de Bi bibliotecários
Biblioteca do j^inisterio da Educação
Cornara Federal
sê^nado Federal
\

Biblioteca Infantil Carlos Alberto

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lí

�Universidade do Brasil

•5»

Confederação Nacional do Comercio
Confederação J-'^acionai da Industria
Sindicato Nacional dos Editores de Livros
Radio do Jíinisterio da í^ucação e Cultura

AHíI UIÇÕES Dix COUISShQ Ni.CIüNAL, SEGUNDO
PRÜPOSTi. DA SENIDR^; LOURDES ÀÍESQUITA SI QÜEIIli;, Eli SUi. TESE, APRESENTADA iiO
III CONGRESSO BR..SILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUI,lENTi.ÇÃOí

a) Obtenção de uma verba especial para cobrir as despe •
SDS decorrentes das comemorrçoes;
b) planejonento e suporvisao dos trabalhos;
V
^
c; estudo e elaboraçao de um programa de comorQçoea para
todo o pais;
d) orientaçao e fornecimento de propagr.nda as Comissões
Estaduais;
e) realizaçao, dentro do prazo de SO dias, apos o termino
da Semana, de um rolatorio das comenoroçoes em todo o pcis, e de um bclancete que
seria uma prestação de contas do enprego da verba recebida ,

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lí

�A M A Z O N A S

&lt;6.

M A N /i U S

SEM/JíA N/xCION/'.L DA DI3LI0TEa/i, PaTROCINjíDá FELü JIBLIüTECíí PÚBLICa DO AMAZONAS
19

6

3

Comemorando a Semana Nacional da Biblioteca, a Biblioteca i\íblioa do
iimasonas inaugurou dia 13 de março, num de seus salões de leitura, inçortante

•

exposição de livros de ensino do idioma inglea, utilizando farto material didáti
CO, bibliográfico e gravações, gentilmente cedidos pelo professor Mario de Souza,
inspetor geral da "British Broadcasting Corporation" do Londres, prosentemente «
om Manaus, em missão daquela emissora,

ü exposição permaneceu aberta ate o dil.

19.
O "Jonial do Comercio" de í&amp;mnus, fez arçla cobertura da Semana ^''a 0
^
A
oicnal trazendo também um belíssimo e oportuno artigo do Genesino Braga, sobre Bi ,
blioteoas e Bibliotecários",

B

A

H

I

A

SALVADOR

SEM.'JL'i NACIONAL D/x BI3LI0TEC/i, PATROCIN/J)A PEL'. ASaDCL.ÇÃO DiJiANíi DE aiGB/iRÉlS M
BIBLIOTECONOMIA
19

6

3

PROGRAMA
Dia 12

Sessão de instalaçao

10 horas

Palestra do t'rof, Raimundo Matta, Secretario de
Educação,
Escola de Teatro

LOC/.L

cm

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2

3

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NN|III
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18

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20

�Dia 15

7-

Palostra do deputado Bolivar Santana

10 horas

LOCi'.L

Escola de Teatro da Universidade da Bahia

Dia 19

Lanche oferecido aos calouros

17 horas

LOCiiL

Escola de Biblioteconomia

19 horas

Palestra proferida pelo Prof« Hélio Simões

LOCi»L

Escola de Teatro da Universidade da Bahia

BRASILIA
ASSOCL'iÇÃO

DOS

BIBLIOTEC/iRIOS

DO

DISTRITO

FEDEPiO,

SElí/Jí/'i NAClOii/J, Dii BIBLIOTECA, Pí.TRüCIN/J3Uí PEL.. i^SSOGI/UjÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS DO DIS
Till TO
19

Dia 12

-

FEDER/iL
6

3

lílissa em memoria do Professor Bastos Tigre, ilustre patrono doa bibliotecários, às 18,30 horas na igreja de Santa Cruí,

Dia 13

-

Conferencia do Professor George iigostinho da Silva,no auditório
i
'
*
"niversidade de Brasilia, as 11 horas.

da

Dia 15

-

Exibição de filmes Documentários no.Cnntro Educacional de Ensino •
%
Madio (Elefante Branco) as l6 horas,
»

Dia l6

-

Conferencia do Professor Eudoro de Souza e exibição de filmes doeu«
mentarios, as 17 horas no Auditorio da Egcola Parque,

Dia 19

-

Encerramento das cíomemoraçoes pelo Exmo, Senhor Ministro da Educação
e Cultura, no auditorio da Escola Parque, as 20 horas«

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lí

�GUANABARA

«•8«»

SEM/iK/i NiiCION/iL DA BIBLIOTEOii, P^.TjROCINiJíA FEL.V ASSOCIí^ÇÃO BR.vSILEIR/. DE BIBLIOTE
CÁRIOS

-

1963

fROGR/m
A.

RÁDIO
1) i'rograma da Radio Jornal do Brasil, diariaraente, das 11 as 12 horas»
"PERGUNTE AO JOAO": transnissao do "slogan"
2.) Palestras diarias na Radio iíoquete Pinto, tremsraitidas entro 11 e 12 horas*
abcd-

B.

Ada iíiaria Coaracy
Wilson Bodstein
Rosy 31eggi_^-^"eixoto
Eloy Guimaraes •t'ereira

JORNAIS
3) Entrevistas, noticiário, reportagens sobre a Semana e a profissão de biblio»
tocario
abod-

C.

de Odette Pena ao "Diário de Noticias" (entrevista)
de Eneida no "Diário de Noticias" (nota)
de Carlos Alberto Teixeira na "Tribuna da Imprensa" (noticiário)
de Rosa Gass no "Jornal do Comercio" - reportagem publicada na^Seçao Ga zotilha Feminina- dia I7 de março - "A Biblioteca exige alto nivel de eß»
peoializaçao,

Ci'iRTAZES E CIRGULi.fíES
I \
*
U.) Distribuição de circulares o cartazes as Bibliotecas, concitando-as a parti»
eiparem dos festejos e promoverem exposiçoes durante a Semana,

P

A

R

A

N

A

SEMi'JiA N/lGION/ÍL Dii, BIBLIOTEG.'., PATROCINADA PEL:. ASSOCLiÇÃO DE BIDLIOTEC/ÍRIOS DO PAR/iN/x, ASSÜCIAÇAO PAR.'iNAENSE DE BIBLIOTECÁRIOS E BIBLIOTECA PÚBLIC/I. DO PAIÍ/.NÁ,
A
&lt;V
Dia 12 - Almoço de confraternização.
Dia 13 - Abertura da exposição de livros raros, novas aquisições e livros mutilados«
no saguão da B.P.P,
I
&lt;w
^
0*
Dia II4 - Exibição de filmes sobre bibliotecas e outras instituições culturais.
Dia 15 - Inauguraçao da Filmoteca da B.PoP, para emprestimo de "slides" a institui •
çoes Educativas e ■'Profissionais interessados.
Dia 16 « Cinema educativo para os leitores da Divisão Infanto-Juvenil e seus fomi
liares.

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�-9Dia 16 • Programa na ^ local, com a participação dos seguintes bibliotecáriosi
Maria Dorothea Darbosa,^Nancy Westfallen Corrêa, Flavia *^cioli Frado
e a presidente do Diretorio Acadêmico do Curso do Biblioteconomia, Sirta
Leilah Santiago de Oliveira,
m
Dia 19 - Lanche de confraternizaçao o encerramento da Semana,

Por autorizaçao do Senhor Governador Dr. Ney i3raga foi considerado
ponto facultativo na Biblioteca •t'ublica.
Os jornais locais fizeram amplas reportagens, A Gazeta do •'^ovo de
19-5-1963# trouxe um otimo artigo» "i%is leitura para um Brasil melhor", contribuição do ^ria Dorothea Barbosa, Presidente da Associação de Biblioteca rios do Parana,

PERNAMBUCO
SEM/JÍA NixCIOIí/JL Da BIBLIOTECA, PaTK0CIN/J3Ji ÍELí. SECRETARIA DE EDüCiiÇÍÍO 00 RECIFE
Para integrar a equipe coordenadora das atividades o Secretario
de
Educação e Cultura convidou as seguintes pessoas: Myrion ^smao do ^^rtins^ Olim
pio Costa, Maria Leticia de •^'■ndrade Lima, %zare de l/ielo. Zuleide Ji^deiros,
~
Ivos Mota de iilbuquerque, Cordelia Robalinho de Oliveira Ccvalcanti, Samuel
Kreiner e Silke Meber,
1 - Exibição ^de filmes gentilmente cedidos pelo Consulado dos ^stados Unidos, sobre assuntos educacionais e bibliotoconomicos,
A.
•
2 - Conferencia proferida pelo çscritor Joel Pontes s^re ' Estudo, Biblio
teca. Universidade e Importancia da leitura",
""
3 - ííntrega dos ^iplomas pelo Secretario de Educaçao e ^ultura, Prof.í^ermfiTi Coelho aos representantes das casas comerciais que fizeram expos^
ção em suas Vitrines sobre a Semana Nacional da Biblioteca,
li. - Importantes entrevistas foram concedidas por bibliotecáriosj aos jornais* Diário da ^^oite, ^Diário de Pernambuco e Jornal do 'Comercio que
deram ampla cobertura a Semana,
5 - Encerramento da Seraana com exibição na^ Praças de Cultura da Torre e
Salgueiro, com explicações por professores, da in^ortancia do livro
e da biblioteca para o desenvolvimento cultural do povo.

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20

�RIO

GRAN DE

DO

-10-

S ü L,

SEM/JíA NACIONAL Dix BIBLIOTECA, PATROGINiJDA PELii ASSOCI/i.ÇÃO RIOGRíUíDENSE DE DIBLIOTECi^RIOS E PELO DEPaRIjíIÍENTO DE DIBLIOGRi'iFIii E DOCUMENTAÇÃO, DO DEPARTíJ.ÍEN
TO DE DIFUSÃO GÜLTUR^^L DA ÜRGS.
^
f\
^
1 - A Associnçao Riograndense de Bibliotecários nomeou uma Comissão, oonsti tuida das seguintes Associadasi Frida Issler, Gladis Finkelstein e Nice Maria ijaorin, para organizar as comemorações,
2 - Cartazes alusivos a Soniana.
3 - Oficio enviado ao Secretario de Educa; ao e altura, solicitando divulgaçao
das comemoraqoes da Semana,
i}, - T.V, Gaúcha foz ampla reportagem sobre a ^Escola de Biblioteconomia e a i3ibibliotoca da "i'aouldade de CienciaSf Economicas,
5 - T,V, Piratini em sou programa "No nundo da mulher" apresentou a professora
iidda Drüg de Freitas e a aluna da ^scola de Biblioteconomia, Maria ^-^lena
Franco, que foram entrevistadas pela aluna ^ra de ^ Rocha, também
da
Escola.
6 - Posso da Diretora da Biblioteca Publica, Lucilla Minssen, primeira bibliottecaria a ocupar tal cargo,
No Restaurante "Cantanapoli" foi prestada uma homenagem a nova Diretora,
7 - A Radio da Universidade e outras rádios da cidade noticiaram os programas
da Semana,
^
I
8 — Jornais também fizeram publicações a respeito,
9 - Eftcerrando a Semana, a bibliotecária Lourdos Gregol, proferiu uma palestra
sobrei "A ação social das bibliotecas ambulantes".

S A 0
AssocniÇÃo

PAULO

Pauli sTi.

de

bibliotecários

Semana j^acional da Biblioteca, promovida pela Associaçao Paulista do Bibliotecários,
Dia 12 às 9 horas

-

Abertura da Semana e do Seminário,
A Vice-Presidente em exercício deu inicio a sessão, pas
sando a seguir^ a palavra a Sra. Lourdes Mesquita Siquei
ra que falou sobro o •'^istorico da Semana, Falou também,
Dr, Jose Fernando de Barros Martins que discorreu sobre
momentoso tema do custo do livro,
*

Dia 13 as 9 horas
*

—

Mesa redonda de Catalogaçao com debates. Componentesi Ma
ria Luisa Monteiro da Cunha, Dinah Aguiar Poblacion,
ria de Lourdes Sampaio Cintra de Camargo, Neyde Povca
Regina Carnoiro,

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lí

�-1X-.
O Ensino de Biblioteconomia, palestra proferida pelo Prof,
icitonio Soares imora, A ^ioe-Diretora da ^soola de Biblio
teconomiajj^ ^a, Zilda Taveira, ooraunicou aos presentes
inauguraçacj da -dblioteca-Laboratorio da ^scola, como con*»
tribuiçao a ^enana Nacional da Biblioteca,

Dia II4. as 9 horas

-

Dia 15 as 9 horas

-

Mesa-redonda de Classificação, Componentes» Dr, Abner L, «
Corrêa Vicentini e ^na, Noeraia Lentino,

%
Dia 18 as 9 horas

-

Mesa redonda de outros processos técnicos. Componentes» —
Dna, Yidelpha Silva Rodrigues de Figueiredo, Una, í^aria ■"n»
tonieta Ferraz e Dna, Heloisa do ■"■Imeida •^rado.

%
Dia 19 as 9 horas

-

Encerramento da Semana e de Seminário, alar am na ocasião,
os senhores» Dr, Abner L, Vicentini, sobre as "Diblioto cas da Himgria" e o ensaista Carlos I3urlamaqui Kopko sobre
o "Livro e a -biblioteca na vida de um literato",
A Imprensa, Radio e "■'^'elevisao mito oontribuiram para
brilhantismo da Semana,

PREFEITURi".

MlJNICIPiiL

DE

SÃO

o

PAULO

^
Dando cumprimento a Portaria nß US de 28 de fevereiro de 1963»
do
Secretario de Educação e Altura, da Prefeitura liíknicipal de São Paulo, Doutor •
Carlos de'^drade Rizzini, a Biblioteca Municipal Jferio de •'^ndrade e a Biblioteca
Infant o-Juvenil Monteiro Lobato, comemoraram a Semana ^^acional da Biblioteca da
seguinte maneiraj
a) » A BIXIOTECA MARIO DE jiNDR/iDE marcou o início da Semana Nacional com
uma
exposição das novas aquisições, feitas através de oonçras, doaçoes ou em •
decorrencia^da aplicaçao do Decreto 2 28l/53» com que se enriquace e atuali
za o seu acervo,
b) • A Secção Circulante Central, expôs cartazes alusivos e mapas de todas as ^
bibliotecas do Municipio de Sao Paulo,
o) « Falou, na ocasião, o Sr. Francisco Jose de Azevedo, lembrando sempre o lema»
"Mais leitura para um Brasil Malhor",
d) - A BIBLIOTECA INF.fJ&lt;rTO-JUVENIL MONTEIRO LOB/iTO também procurou dar brilho à
mana,
e) - As 18 Bibliotecas Infanto-Juvenis expuzeram a fotografia e dados biográficos
do Dr, ií^noel Bastos ^igre,
f) - Dando inicio a Semana, falou a colaboradora das comemorações, a biblioteca ria Maria Madalena Gomide Ribeiro sobre a personalidade do patrono Dr, Bastos Tigre,
g) - Concurso literário infanto-juvenil sobre livros do escritor paulista Rran cisco Mirins,

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lí

�»
0
h) » Encerramento da Semana, Falou^a bibliotecária Philomena Boccatelli qu© e
também Presidente da Associação de Bibliotecr.rios Municipais, sobre
o
historico da Semana '^"acionai, a importância da biblioteca e da^leitura .
Na ocasião o Dr, láarins, convidado de honra, premiou com coleçoes de livros seus, os primeiros colocados no concurso,
i) - Foram distribuídos aos pequenos freqüentadores, marcadores de livros com
os dizeresí "Semana Nacional da Biblioteca" e o slogant MííIS LEITURii. PiiR/i.
UM BR/'.SIL IVIELHDR.

BIBLIOTECA ESPECI/ÍLIZADA DO DEFARmfflNTO
DE EDUCAÇÃO,

ASSISTÊNCIA

E

RECüEIO,
Semana Naçional^promovida pela Bibibliotecaria Nora Lucia Moreira,

Mimiografou e distribuiu a todas as ^nidades do Departamento, artigos sobre a Biblioteca e o Livro, tais como»
a) Hiatorioo da Semana
b) Poesias» 1, Livros
^
2, O ^ivro e a America
c) Misica» Saudaçao ao Lj[vro
d) súplica ao Livro
e) Prece ao Bibliotecário
f) Gratidão aos livros
g) Pensamento

BIBLIOTECA DO INSTITUTO DE EXE TROTÉCNICA
Semana Nacional, Promovida pçla Biblio
teca do Instituto de Eletroteonioa,
Dia 12 as 15 horas
1, Abertura das festividades pelo Eng® Jose Hiiz da Cruz Passos,
Diretor do Instituto,

-

2, Entrega de lembrança a Sra, 'Jracita de Miranda, pela Srta, Alio©
Camargo Guarnieri,
3, Inauguração da Exposição Bibliográfica pelas Sras» Laura Garcia
Moreno ^sso, Zenobia Pereira da Silva, Zilda Taveira © Philomena
Boccatelli,

�-13Dia 15 as 15 boras 1, Palestra do escritor Carlos Burlamaqui Kopke - "Uma Biblioteca
na vida de um ensaista",
2, Audição de discos de compositores brasileiros.
Dia 14 as 15 horas
1, Exibição de filme enviado pela UNESCO - Edificio da Bibliotecas
Universitárias,
2, Palestra do escritor Rossine Camargo Guarnieri — Ifeia vida atra»
vos do Livro,
%
Dia 15 as 15 horas
1, Palestra do estudante Alberto Martino - A Biblioteca e o Estu ••
dante,
2. Exibição de filme da G, E, - "lhe ^%ster of our Age" (colorido)
%
N
Dia 18 as 15 horas
1, Exibição do filme da Siemens - Impulso da ^ossa Época (colorido)
%
Dia 19 as 15 horas
1, Exibição do filme G.E, - Do Gerador ao Transißtcr (colorido)
2, Encerramento da Semana - Debates ü problema das bibliotecas espec ializadas.
Durante a Semana foram distribuidos Í4.OO exemple res do folheto ira prosso pela biblioteca, aos interessados. "Estas Bibliotecas Podem
Ajuda-lo".

SEWIÇO

SOCIAL

D/.

INDTÍSTRI/l

-

SESI

1-0 SESI participou das comemoraçoes, expondo cartazes alusivos
a Semana,^em vitrines de suas Bibliotecas, juntamente com dados biográficos do poeta e bibliotecário Iiíanuel Bastos •'■igre,
2 - Durante a Semana,' foram concedidas entrevistas,
a diversos
rê
jornais da Capital que deram ampla divulgaçao.

-

CAMPINAS
Semana Nacional da -biblioteca, patro
cinada pela i'aculdade de Biblioteconomia, da Universidade Católica
de
Campinas,
Dia 12 es 20 horas,
a) A sessão foi aborta pelo reverendo Emilio «^ose Salim, Na ocasiao

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lí

�-14foi apresentado o novo Diretor da Faculdade de Biblioteoonomia,
padre Jose Narciso Vieira Bremberg o prestada uma homenagem ao
Conego iimauri Castanho.
b) Conferenoia do Padro Jose Narciso Vieira Erenberg,
c) Palestra proferida por Öna, Laura Garcia Moreno Russo,"O papel
do Dibliotocario no Mundo J^oderno",
d; Projeção de filmes cedidos pelo escritorio ü S I S, era Cançinas»
e; Excursão a Sao Paulo com uma visita a ^ompanhia Melhoramentos«
f) Reunião de Ex-iilxmos de Biblioteconomia para eleição da Direto ria da ■'»•ssociaçao dos Ex—"lunos de Biblioteconomia,
g) Palestra proferida pelo jornalista Sr» ^uso Ventura, sobre o
"Jornalismo",
Dia 19
Encerramento da Semana, com a posse da nova Diretoria do Centro
jM3ademico ^idelpha de Figueiredo,

CRUZEIRO
Semana Nacional da Bibliotecária patrocinada pela Biblioteca do "Grêmio Dra
matico "Alexandre Toledo"
Dando cumprimento à •'^ortari. a do Sr, Diretor João Ramos da '^ilva, a
Comissão composta dos Senhores í^ugenio Gipriano Pinto, Geraldo F, Sobreiro , Paulo Pinto de Carvalho e Terezinha Marli Pereira, organizou o seguinte programai
a) Na "Sala O, Cruz", o biboiotecario Eugênio Ci^riano Pinto, expôs
livros e obras bibliográficasj bem como coleção numisraatÍQ.a nos
quais a historia do livro esta patente, indicando a influencia do livro dentro da sociedade,
b) Palestras de professores, em classe, mostrejido os valores do livro e a grande iiifluencia do mesmo dentro da humanidade,
\
'
r\ ^
n
cPalastras pela Radio Mantiqueira, pelo bibliotecário Eugênio vipriano Pinto, nos dias 18 e 20»
d) Palestras pela Radio líantiqueira, pelo Professor Geraldo F, So breiro, no dia 17»
.
%
fSé
^
^
e) Visita a exposição bibliográfica e numismatica, onde se encontra
um livro impresso no século XVII,
f) Infornaçoes sobre a Semana Nacional da Biblioteca, pelo jornal es_
colar "FLilí/i."»

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lí

�-15-

«

Aj-'os a apreaentaçao deste Relatorio, de que foi realizado na SEMANA NACIO
NAL DA BI'3LI0TECA, em todo o territorio Nacional, concluimos que todos empreenderam
0
A
OS melhores esforços para que se forme, em nosso pais, uma consciência do valor da
Biblioteca e dos inúmeros beneficios que ela traz a coletividade,

No sentido de colaborar para a execução de um programa minimo e oonse

-

qüente uniformização dos trabalhos a serem desenvolvidos durante a Semana Nacional\
M
A
da Biblioteca, apresentamos a consideração deste IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação as seguintes proposiçoesí

1 —

confecção de cartazes com o lema "tíAIS LEITURA PARA UM BRASIL

2 -

as Associaçoes de Bibliotecários deverão conseguir dos poderes públicos,

não só apoio, mas também o custeio da confecção dos cartazes e folhetos

a serem -

distribuidos nos respectivos Estados;

5 —

nos Estados onde nao existem Associaçoes ou Escolas de Biblioteconomia^

a FEBAB empenhará todos os seus esforços para conseguir dos Governos Estaduais ou
*
**
liiiversidades e patrocínio das comemoraçoesj

4 -

as Associações de Bibliotecários promoverão concursos, que visem di
0
It ^
^
fundir os beneficios da leitura e da frequenoia as bibliotecas;

-

5 -

as Associações de Bibliotecários organizarão uma mesa redonda constitu_i

da por bibliotecários, escritores, jornalistas, editores e livreiros, a fim

de

debaterem problemas relativos ao livro e as bibliotecas;

6 -

as Associações de Bibliotecários solicitarao de seus associados a cola-

boração, no sentido de serem visitados os estabelecimentos de ensino primário,

-

médio e superior, para informar sobre os objetivos da campanha;
pié
'
^
A
será feita ampla divulgaçao pela imprensa, radio e televisão, pelas AsKé
socií-ções ou Entidades patrocinadoras, quando deverão ser publicados artigos
7 -

sobre biblioteconomia e documentação, de autoria de bibliotecários;

8 -

a FEBAB deve envidar esforços junto ao Ministério da Viaçao e Obras íTi^
^ Cl
biicas, no sentido de ser criado um selo comemorativo, alusivo a Semana;

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lí

�•169 - as Escolas de Biblioteconomia e Documentação deverão organizar cursos de
atualizaçao de conhecimentos, para bibliotecários, durante a SEMANA NACIONAL

DA

BIBLIOTEC/i,,

Êsses cursos deverão ser de conhecimento da classe, antes do término
%
do ano letivo anterior a campanha;
*
#
10 - o planejamento dos trabalhos devera ser elaborado, anualmente, no perio»
do de agosto a outubroj
A
0
11 - a PEBAB, durante os meses de agosto a outubro entrara em contato com

os

Governos Estaduais e Universidades, buscando interessa-los na campanha;
P
%
00
12 - em novaabro sera remetido a FBBAB, pelas Associaçoes, o programa a ser
desenvolvido;

13 - em fevereiro de cada ano, sera iniciada a execução do programa elaborado,
no sentido de preparar o espirito

do publico, para maior receptividade da eajn

panha.

%
A
Solicitamos a Presidencia da mesa diretora dos trabalhos, sejam essas
fv
'%
0
0
p
preposições submetidas a votaçao, item por item, neste plenário do IV Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação«

Sao Paulo, 25 &lt;1© maio de 1 963«

Maria
Seoretáriã

Helena
Gorai

Brandao
do

FBBAB

Philomena-Bbcàtelli
Ia, Se&amp;r®€aria — F E B A B

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-

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20

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gentilmente por:

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14

��«

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTIãCONOrílA E DOGTMENTÀÇÃO

Estabelecimento

de serviços bibliotecários no Estado

da

Paraíba através da Biblioteca Publica situada em João Pessoa
por
A Myriani Gusmão de Martins
r

^
(|

S4o PAULO

% &gt;".111

«

Fortaleza
1963

Digitalizado
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C t H
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^ 13, '3

�TEMA II - BIBLIOTECAS PlÍBLICAS, INF/JÍTO-JUVENIS, AÍ-iBULANTES E ESCOLARES
EST/^BELECIMEIÍTO DE SERVIÇOS BIBLIOTSCXRIOS NO ESTADO DA PmÍBA
ATRAVIÍS DA BIBLIOTECA RÍBLICA SITUADA EM JOÃO

PESSOA

por
miAI4 GüSMO DE ^iÂRTI13S
Chefe da Divisão de Docvunentagão
da .S ü D E N E
Cl®

IV

CONGRESSO

BRÀÜILÍÍIRO

DE

02(813.3)

BIBLIOTECOITOMIA

UNivBRsimns do ceara
7 a 14 de julho de 1963

V

Digitalizado
-gentilmente por:

E

DOCUIfflNTAÇÃO

�- 1 EST/^ELECIMEI-ÍTO

DE SERVIÇOS EIBLIOTEC.ÍIIIOS NO ESTADO DL P/JIAÍLA

ATILIV"^ DA BIBLIOiTiXIA PUBLICA SITUADJ. M JOÃO PZSSOA *

1, A incorporação dos serviços bibliotecários no plano gorei do oducaçao das massas, em arca subdesenvolvida-^ como é o caso do Brasil, e principalmcn
to nas regioGs subdesenvolvidas do Nordeste, ..que diferem imonsamonto das

condi-

gõos da área subdesenvolvida que ó o Brasil no Sul, devem obedecer a certos pria
cípios que já foram debatidos, estudados, e" para os quais se obtiveram

soluçoes

extreinamcnto satisfatórias há bem mç.is de dez anos.
Es'ta incorporação dos serviços bibliotecários, a ujn plano geral do odu
cação das massas no Estado da Paraíba deverá obedecer a certos requisitos que já
foram aceitos em muitas outras áreas em desenvolvimento,
Se bem que a implantação do tais serviços exija alguma despesa inicial
/
A»
'
/
os serviços bibliotecários trarao tamanhos beneficios que quaisquer gastos iniciais serão justificáveis.

Nao será demais dizer que esta despesa inicial

será

menor que aquela decorrente não só do pouco caso dõ.do ao problema da educação,ou
pelo mal cuidado com que ora tratadp o problema, mas sobretudo pela falta de coq
poraçao e coordenação ontre os vários orgaos eicistentes no /Cstc.do, ocupados

da

Educação,
Bssa falta do coordonação traz uma despesa muito maior do que soria

a

dos gastos iniciais com o planejamento global.
Do início tem-se que cstabolocer que uma biblioteca dovo adaptor-so ao
meio ambiente ao qual está destinada a, searvir.
Seu conteúdo deve refletir as necessidades da comunidade, seus métodos
A
ajustar-se a se\xs leitores, e seus semriços devem estar de acordo com um programa claro o bem estabelecido.
A estrutvira social da coletividade e a transformaçao da ciiltura
e o
M
Ar
acompanhamento da Biblioteca neste processo de transformaçao cultural sao pontos
indispensáveis para nao só estabelecer- como para a manutenção dos serviços bibli£
/
/
^
mé
tocarios, '■Quanto aos bibliotecários para realizarem esto serviço, sorao
muito
A
^
mais adequados aqueles que estejeim tao familiarizados com os problemas técnicos
quG possam adapta-los as circunstancias locais, sem prejuizo da tccnica, ( :
)
A
Por sua expericncia profissional e conhecimento do meio em que vivem,
estarao tauibom capacitados a nao forçarem técnicas que so podem ser admitidas em
'
0
^
locais que atingiram um desenvolvimento completo e ja estão em fase do crescimeQ
to. Poderão com habilidade o ccp.^.cxdadG criativa própria suprir as solicitações,
do o-rviço nas rogioös quo caroc

do t.jr.o o quj.lquor sistema e condiçocs

om

acus serviços de Biblioteca,

*
Sugestão apresentada ao Conselho Sstadtsal do Desenvolvimento da Paraíba pelo
Chefe da Divisão de Documentação
da SUDJiüTE,t l-^iam
Gusmão do Martins.
o
-J

cm

1

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Syst em
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lí

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�A experiencir. a ser aproveitc.d-n. no cr-.so d:. PGraib.\ gera c.quola bo.seada
na experiencia de regiões cono a I.idia, o Ceilao, o

a Tunísia, a lialasia

e tcjabén, pe3.as características de CT--ndes regiões, a ..aistrália e o Canada
embora possuindo serviços regionais de biblioteca,

que

dr.da a extensão de seus ter

ritorios e as dificuldades de trrjisportes, t.vabcn sofrem certos problemas
que
A»
A
A
^
nos sao semelh?Jites. Assim, af nxpericncias doscos países que entr'xrjn
fase
do dosonvolvimento podorao ser utilizadas p'^.ra a região do ííordeste brasileiro«
Quanto a definição do papel que corresponde a biblioteca publica
tro de

pro^rcna de edticaçao de base, de adultos e de informaçao as "

den

massas

diz a UilESCO: ''um serviço de bibliotecas eficazes constitu . ■•jsi capítulo indis-»pensavel era qualquer progrcjna de educação fundamental". (

;

)

Em duas etapas é dividido o progrrxia;
IS - quando a comxinidade é composta na sua maioria de analfabetos mas se

acha

em vias de alfabetização. Nesta etapa há necessidade de projetos de educação de base, nao há bibliotecas eficientes e o sistema escolar e falho.
A
Neste caso o primeiro problema consiste em providenciar a introdução de
A
livros dentro de ma experiencia educativa que se acha em uma fase "anterior ao
livro".
- ^ando a comunidade e, era sua maior prxte, alfabetizada, o ensino esta organizado e ha alguns centros culturais o bibliotecas publicas e e necessário converter a biblioteca no próprio centro cultural.
O Estado da Paraíba terá que cuidar destas duas etapas.
2. O piWio da Biblioteca.
O prédio da Biblioteca

ainda que antigo e mal cuidado pode ser manti-

do como a sede da Biblioteca Publica d Estado da Paraíba enqurnto se estabelece o Início dos serviços bibliotecários para o listado.
Um prédio novo de preferencia a ser construído Junto ao lago, no Parque
Solon de Lucena, cercado de árvores e em local muito central, poderá ser levado
a efeito mais adiante ou então, ao mesmo tempo que se estabelecem os serviços bi
bliotecarios para o 3stado, pode ser nomeada uma comissão para o plano e o projê
to de um prédio especial destinado a abrigar todos os serviços bibliotecários a
serem prestados ao Estado da Paraíba.
De início nao será

conveniente dirigir os esforços para este lado,mas

procurar se concentrar no estabelecimento dos serviços, de modo mais rápido pos.
sível, e utilizar os recursos que se afiguram mais fácil de obter.
Ao mesmo tempo que se procura dar um aspecto melhor a Biblioteca Publi
ca no que diz respeito a sua instalaçao, ao equipamento especial de biblioteca,
também se dara atençao as coleçoes bibliográficas e ao pessoal.
A formação profissional de pessoal não bibliotecário será vtrn xrotlena
Am
ß
ß
importante dentro do programa pois sem ele nao sera possivel levar a cabo
o
projeto de estabelecimento de serviços bibliotecários para o listado.
Mi
^
O regulamento e condiçoes de funcionamento da Biblioteca, as técnicas
bibliotecárias que deverão ser utilizadas para a realizaçao dos serviços, as ati
vidades da Biblioteca e os trabalhos de e:rtensão d^. Biblioteca, c coordenação da
Biblioteca do Estado da Paraíba com as outras instituições cxilturais do Estado,

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�a legislação que devora assegurar a continuiúadc ou impl-r'.ntagao des'tes serviços,
tudo isto será providenciado ao mesmo tempo.
^
A
^
Se entretanto a atencao for desviada para tona soluço.o remota coiao seria
a contrunao do um prédio para abrigoj: todos estes serviços seria postergada uma
-I
~
/
f
solviçao que, parote nao e mais possível atrasar.
Assim, a utilização do prédio atuo.l qvie ó central, que atendo de

certo

modo £■:' solicitações da cidade, seria ponto passível do discussão.
Um prédio de aluguel módico, ou se for possível ura imóvel público localizado em area do menor valorizacao, serviria para abrigar as coleçoes antigas ,
nao utilizadas constantemente, tais como

material histórico raramente consulta-

do, coleçoes de

periódicos que por sua antigüidade já não estão sendo mais proA
•
curados com frequencia ou se procuradoá servem apenas a uma clientela especiali
zada e que não e propriamente a clientela crjrc.cterística de uma Biblioteca

Pu-

blica, tal como se entende hoje por Biblioteca públaca.
Num lugar retirado, em area de menor

valoriáaçao, seria colocado este

aceirvo que não pode ser descartado, e importante mas não e no momento

aqxielo

com o qual se tem que ter maior cuidado.
■n •
•
A
A
/
Ficaria em ma casa, em separado, este acervo antigo, raro e ta;nbem ra
ramente utilizado, neste local haveria uma pessoa que cuMasse de atender
aos
A
A
eventuais consulontes, este acervo seria controlado na Biblioteca Central, na
biblioteca sede, através de catálogos, e na sóde ficaria o material ra^.is cônsul
tado; mais accessivel ao grosso dr. populaçao do Estado da Paraíba, e da

cidade

de João Pessoa.
3. A Eiblioteca Publica do João Pessoa como Biblioteca Central do Sistema»
Ao mesmo tempo, é bom lembrar quo a Biblioteca Public", do S-tado
Paraíba nao ó feita prTa atondcr aos rosidentos na cidade do João Pessoa

da
r.as

sendo ela una Biblioteca Estadual se destina a sorvir a todo o Estado. Sí.rvindo
a todo o Estrxdo nao se admite que ela pare apenas entre as quatro paredes
casarao da Avenida

ciO

General ^sório.

Ela tem que ir alem, Para isto ó necess'rio verificar quais as possibi
lidades de que dispõe o Estado mediante vias de comunicações e trrjisporte, para
levar parte deste acervo as regiões do interior. Também verificar inicialmente
quais os municípios que dispõem

de Bibliotecas Publicas em condições de receber

pequenas coleçoes da Biblioteca Central, da Biblioteca sede em João Pessoa, para
nos mvinicípios paraibanos servirem aqueles que fazem parte do Estado da Paraíba,
A idéia de concentrar numa Biblioteca Publica Estadual apenas material
para sejrvir a vuna pequena parte da comunidade da capital não pode ser msis conce
bivel dentro dos planos de desenvolvimento economico e social que estão eu andamento do Estado,
As bibliotecas municipais para receberem e se incorporarem ao

siv-ítema

precisam antes ser reaparelhadas e seus encarregados treinados para os novos ser
viços.
Toma-se necessário obter através de convênios ou de medida?;

nao

nos cabe aqui descrever, ijm meio de treinar pessoal para estas Biblictecar. nunicipais.

Ao mesmo tenpo que e treinado pessoal para a Biblioteca Ccnt.rr.I proraorc ■

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ig
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�-se

tun progredia para que estas pessoo.s se reunojn, tenhfjn um apreiiclizado e Vel-

ten para os seus municípios capazes- de trabalhar em conjunto coni a Biblioteca Pji
blica Central do Estado da Paraíba.
4-. Pogsoal pg-ra execução do projeto e ganutençao dos searvicos bibliotecários.
De inicio o Ustedo poderá cont;:;r com a colaboração eventual mas impres
cindível de profissionais e alunos de cvjrsos de biblioteconomia. Esta e vuna solji
fM
A
/
çao de energencia e ao serem implantados os serviços muito mais precisara o Esta
do de bibliotecários experientes com o desenvolver dos serviços,
O treinamento pessoal sera então feito ncdicjite a concessão de

bolsas

pela Secretaria de Educação com o fim de preparar profissionais. Tajnbem sera fei
to o treinamento intensivo de equipes compostas por assistentes sociais, professo
res, estudantes secundários e universitários que desejem ou sejam chejnados a cola
borar com o projeto.
Para os servidores do bibliotecas mmicipais um treinamento utilizajido
principalmente auxílios audiovisuais o visitas de profissionais contribuirá para
que melhorem os serviços por ecaso existentes ou se estabeleçam onde nao os hoü
ver •
^
^ A
A.
A Biblioteca Central cabera toda a coordonaçao do aprendizado.
A
5» O acervo atual da Biblioteca.
Outro

problema que se afir^-ura importante é o levantamento, da coleção

existente na Biblioteca R\blica Eftadual. O levcntarionto, o inventario do que de
fato foi registrado, se e que todo acervo foi registrado ou tombado e o que

de

fato existe na Biblioteca Publica Estadual.
Enquanto se processa isto, pode ser feito o trabalho de treinamento» A
equipe que se encarregaria do tombamento e do inventário do que existe na Biblio
teca Publica Estad\aa.l seria ma, o a equipo enc,-.rrogada do pessoal a ser treinado para realizar os serviços bibliotecários no Estado da Paraíba seria outra.
Ao mesmo tempo que se verificava quais as condiçoes do acervo da Bibli^
teca Publica Estadual, visando sua adequaçao aos objetivos progreniadas, seria feito
o treinamento de pessoal para realizar os searviços bibliotecários que o Estado e^
ta a exigir dentro do seu plano de Educaçao.
A
A
6, Concordoncia do acervo com a com-unidade.
Outro ponto a ser verificado é o da obtenção de novos materiais de edu
^
M
caçao, de inforJüaçao as massas e que evidentemente nao figuram nas coleçoes
da
Biblioteca Publica "^stadus.l.
Sao materiais, não so bibliográficos como fotográficos, para projeção
audiovisual e que terão que ser utilizados durante o dcsenroloj: dos serviços bibliotecários .
~
~
Informaçoes para aqueles que estão ainda em fase do aprendizado

para

recuperaçao das populaçoes em fase de desenvolvimento e que diferem dos livros cg,
muns por exemplo; filmes para as populaçoes litoraneas que lhes ensinasse tecniM
A
cas mais aperfeiçoadas de pesca, e:q)osiçao de desenhes ou de fotografias sobre a
Ar
M
proteção do solo para as populaçoes ruTais bem como coleçoc^s de fotografias
e
de folhetos sobre n-.todos agrícolas, sobre artos''.nato em pequena escala^, nao

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paro. populaçoos rurais cocio racsmo para as que cstao localizadas ^inda na arca
bana do João Pessoa.
/
/
^
■ «w
/
Existira na Biblioteca Publica da Po,raiba nao apenas livros c poriodicos
para uma elite intelctml, mas através de seus serviços todo material bibliográfi
co e inforrao-tivo será utilizado pelas suas várias comunidades.
Que a elite intelcctur.l procuro nas bibliotecas universitárias, nas

bi-

bliotecas especializadas material que lhes atenda as necessidades intelectuc.is ,
técnicas e científicas superiores.
Por enquanto, que a Biblioteca Publica seja pej-a o povo, que a Bibliot£
ca Publica se ocupe da educacão das massas, que a Biblioteca Publica colaboro cora
uni processo já em andamento, de educaçao de base,
ílão que a Biblioteca Publica se descure de obras de importencia que so
^
/ •
a'
f
t
jam do intereesse para a historia cultural da-Paraiba| de modo algum, mas do injL
cio o que se tem que pensa: para a Biblioteca Publica e em material para o grosso
da populaçao.
Evidentemente o grosso da população do Estado da Paraíba nao é formada pß
los universitários que nela habitam, 1'íuitos deles, ainda que formados neste oeta
do, dele se retiram por isso quo o Estado nao lhos oferecendo condiçoes para apli
çao do seus conhecimentos,tranf:?3.:.lr-a:3~se
O quo a Biblioteca 1-

_.ara centros mais adiantados,

Ica do Estado da Paraíba tem que pensar inicial-

mente é em fornecer aos seus h-.bitantes, ao grosso do seus hc.bitantcs, os

neio?

necessários parf. adq-.iidra-r. jultura, a cultu:
que oles estão capacitados do absor
Am'
a
ver, o na quantidade que eles estão capacitados de absorver, p-.;"-:, qua dopoie eles
se tornem leitores de bibliotecas universitárias e do bibliotecas especializadas.
Partir da concepção de que a Biblioteca Publica do Estado da Paraíba tem
qu.0 servir a elites parece-nos completrmente fora de proposito quojido um dos problemas do Estado da Paraíba, em seu progrcxia de educaçao de base é formrj: leito res para a Biblioteca Publica do Estado,
Estes leitores nao serão apenas os estudantes das universidades, das escolas superiores, das faculdades,dos ginásios, das escolas técnicas.
Será a Biblioteca Publica do Estado da Paraíba para as crianças, para os
recem-alfabctizados, para as donas de casa, para os homens do campo, para técnicos
para estudantes, para qualquer habitante do Estado da Paraíba
informaçao, qT"='

j-- r-i,

—

—...

que precise de uma

seus conhecimentos ,

quer para rccreaçao, q..or para.obter uma visão do mundo maic «mplo e melhor.

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31 iLXvX";a-i^':: i.

1 - Brasil,
decreto,3. ate# n®30.6,1962, Dispõe sobre c._profi3são
de bibliotecário e regiilc. seu o;:crcicio,
"Recife, /Lssocie.cao Porno.inbucana de Bibliotecários, 1Ç63.
2 " Brasil.
d|eqretos. sàfè. - Decreto n^51.224 de 22»-:.61, Regulanento
para organização do serviços rerionais de bibliotecas que serão obje~
to de converdo entre rmir-icipios, estados e o. União.
Recife, SüDiITjí-■
d 'i.'CUMontaoao, 1961,
3 - Korroc!;s, Str.nle;r
-- L'o;;perienr.c piloto ILIliSCO sur lo^ bibliothecueo
publj-ques en^iliieria-Oriento.lo, Bulletin de l'UliJSCO a 1' intention
des bibliothen'-SS. ir^(l): 3-V, jan, 1959.
4 - Houle, Cyril O, - F'jincion de lc.s bibliotecas sn Io. educación de adultos
7 en Ia educacion x-andr/aentali in.for;ne sobre o seminário
de felaö,
con los infoi'iiie^ preparados por Ivonne Oddon, Ic.chlêjv í'« lb.c
y
otros, 1 Paris 1 UiI^iSCÒ' ll95li.
5 - LUIÍ j0rj.j:x, Rio " Recortes de jornais sobre bibliotecas (ortani&amp;anao, Ig
gisla^ão, servinos, co.r:ipo.nliaÄ, etc,) 1961, ~ luío 1963.
6 - linas Gerais. Assei'.blcla Legiqlp.tlva. -^Projeto n^^l,19^60 de iniciativa
do SerJior Governador do Sstado, dispõe sobre c. or/janisacão da Biblioteca Publica djae do, outaias. providoaicá^, Lu:: Jornal do
21.12.1962.
"

'

7 - Idnas Gerais,
,4äPX6;^.» sic. -« Decreto nö6,Cc,/., de 19 de loorco de
1963 •- Contam o Ro^iilainento da Biblioteca Publica de
í-íLnae Gorais
"Prof. Luiz de Bossa".
Bolo Ilorisonto, Diário Oficial, 20 de niarco
de 1963.
O '• I^ery da Fonseca, iiüaor. - Bibliotec^a da Restauração: um» -Di-ojeto gorado,
SiTi seu: 3i.b3.ioteca3 c loibliotoc.arios da provxncia.
(ÍIíqI iünisterio
da Educação e C^iltm-a, 3erv, Documentação 119591 p. 65"69«
9 - iíerj da Fonseca, liJson - Bibliotecários paraibanos.
CO, Recife, IC Jan. 1953.

Diário de Pernr.nibu

10 - líery da Fonseca, Sdson '• L:portancia da biblioteca nos ^prograiaas de alfiii
betizacão e educanão do basa,
âs SeyyjLr-p RibJ^^^o, Rio de Janeiro 94 (3): 99"10o, jul.-Got. 3,962.
11 - Soí.-ell, P, íl. - The regional library systeusi their developiient tlirough
tV70 decades and tb.Gir possibilitien for the fu.ture,
London, The Library Assn., 1950,
12 - UI'JSGO - Development of public 3d.brariGs in Latin Anerica: Tho São Paulo
Conference,
1 Paris] 1952.
13 - 1543300 - Fundwí.-iental education; a description and rsrograi-sEia.
1949.

jl^risj

14 - ITi'aSCO
U1 pro^'-octo piloto uo Ii?.iti, prinera etapa 1947-1949.
1951.

1 Paris |

Recife, naio de 1963,

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTEGONOmA E DOGUííENTàÇáO

Notaçao de documentos oficiais
por
Myriara Gusmão de Martins

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Fortaleza
1963

I Digitalizado
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IV CONGRESSO BRASILEIRO EE BIBLIOTiJCONOMIA B IX)CTM:3ITAÇJ[0

UNIVERSIDADE

1X3

CEARA

7 a 14 do julho do 1963

TiMA I

-

PROCESSOS TUCNICOS E IIÍTJ2BCÂBI0

NOTAÇAO rr. DOCUiCTTOS OFICIAIS

por

MYRIAM GUSMÃO EL MiiRTINS

CDU

025.4 í 354

4- Chafo da Divisão do Docunciitaçao da SUDENE
President© da ASSOCIAÇÃO P3RMAI®UCiWA LE BIBLIOTKCJBIflT

�NOTAÇXO DF. DOCm^ITTOS onCXAIS

H^Tiara Gusnão de Martins

H/iZXo DF,STE TH/.BALHO

Em abril de I96O foi iniciada a organização da Biblioteca dà
SUDT3NÉ!.

HaVia aproximadamente I.5OO documentos,

sem tombamento e prep^

ração ráíional,
A Biblioteca não contava com profissionais de biblioteconomia e o bibliotecário recém-chegado devia se ociiper ds organizaçao

de

um serviço de documentação englobando setor grafico.
Heooahfioendo as limitações impostas pelo pessoal disjyÂiível
e a necessidade de •enoofit-rflá^-de jjcae^ierto 03 do&lt;aiciont&lt;»:^ de-cidí«- a nova
Chefia utilizar o esquema adiante exposto.
O resultado foi satisfatório.
A adoção do sistema permite que uma pessoa, com ligeljo trei
no, de numero-de-chamada a ate I50 (cento o cinqüenta)

obras T)or

dia»

Dificilmente um bom classificador consegue classificar por dia mais

de

30 assuntos diferentes,
No decorrer do trabalho surgiu o problema dos documentos ofiliais estaduais e municipais, também .iá em grande numero.
Verificou-se que os estaclos e municípios do Nordeste não di^
punham de organogramas atualizados nem guias equivalentes ao Indicador ,
da Organização do Exeçtitivo Federal, publicado a intervalos pelo DASP,
Utilizando-se a Classificação Decimal da organização do Executivo Federal preparada pela Biblioteca da câmara dos Deputados como /
base, foi solucionado o problema,

acrescentando-se a 352 (administração

municipal)

ou a 353 (administração estadual) o mímero do município
ou
ê
0*0
estado e a seguir os números designativos do orgao que se ocupa dos mea-

mos assuntos no âmbito federal (ver pagina 5)•
No ultimo trimestre de 19él a Divisão de Documentação

da

STJD^TTR recebeu nove bolsistas e cinco ouvintes de três estados nordesti
nos parp treinamento em organização e utilização de doc^imentação economica.
Passaram a adotar o sistema as Bibliotecas do Serviço Social
Rural (Cons, Reg. de PE), do Conselho "Rstadual de Desenvolvimento
/
^
Paraíba e da Comissão de Desenvolvimento de Pernambuco (CODEPE).

Chefe da Divisr^o de Dòcuriontação da SttdETt;,

da

prof.da Caä'eira cte fieferên

cia dos Cursos de Biblioteconomia e Documentação da TTniversidade

do

t^ecife.

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lí

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.

�NOTAÇÃO DR DOCTTIPJI'T'OS OFIOIAIvS FW.RAIS

1 - OBJ^.TTVO
Rsta norma trm por objetivo descrever "uni sistema de notação pa-*
ra documf^ntos oficiais federais, de modo a permitir:

determinação mais ^

rápida do número de chaipada • e localização imediata do dociimento,

indepefi

dente da classificação por assimto.

2 - ailíPO DE APLICAÇAO
■ Rsta norma e especialmente recomendada para bibliotecas especife
lizadas ou colecoes de documentos, onde predomine documentação oficial (
&lt;livros, folhetos, publicações seriadas, recortes, textos.avulsos impre^
sos ou não, etc.)

cm fase de reorganização»

2.1 - Tlsta norma é especialmente recomendada quando os documentos são encontrados dispersos ou ainda que reunidos não obedeçam a

um

sistema satisfatório de classificação.

2.2 - Aplica-se também esta norma qurndo por pfèxacncla de tempo
os documentos precisejn ser ordenados de modo sistemático, independente—mente das rotinas de

nreparação (tombamento, controle de seqüência, cata

logação e classificação por assuntos)

3 - DRFjricÕES
Documentos oficiais
qualquer documento*

(governnent dociiment, public dociiment)

impresso ou não, originário de órgão de um governoor

ganlzado legalmente.
Documentos oficiais federais;
governajnental orgnnizrdo legalmente,

aqueles originários de orgao

pertencendo ao governo federal, Is-

to e, a administraçao central do una republica federati-^^r, mesmo quando
este orgao esto sedirdo fora do Distrito Federal. Rx:
Desenvolvimento do Fordeste

Superitendêncla do

(SttdEI^R); Departamc^nto Nacional de T3stradas

dr Rodagem, na Bahir.

h - NOTAÇÃO
^.1 - Ob.ietlvo.

-N
«
A notaçao vlsr permitir que um documento seja inserido entre os
outros da coleção, dentro dr órdem de arrumação pre-estabelecida,
^.2 - Definições

'

IIílíiílSJlQ (notation):

cm

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sistene de sinbolos,

]_'4

^5

geralmente núnc-

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11

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�• 2
lf?/a novembro de 1962 outro grupo de doze bolsistas e tres ouvintes de cinco estados do Nordeste integraram o II Curso Intensivo

de

Treinamento en Documentação ^conomica, também sob a coordena.çc.o da Divi
são de Docuílentação, conforme determinação do Depprtamento de Assistência Técnica e Formação d« Pessoal (DATF), dentro do seu programa de assistêncir técnica pos estados e municípios abrrjigidos pela supervisão /
da SUDE^^.
Assim, para atender solicitações varias, foi feita esta edição que completa a Classificação Decimal da Organização do Executivo Federal elfborada pela Seccão de Aquisição, Catalogação e Classificaçao da
C^r?ra Federal dos Deputados em sua edição mimeografada de 1956, acrescida de atualizações fornecidas por aquele órgão a DD da
Foi elaborada nao só a uma norma para Fotfcão de documento»oficiais federais como também uma Adaptação da Classificrcão Decimal do
Executivo Federal ãs Administrações Municipais e Estaduais Subdivisões
Geograficas Brasileiras para serem intercaladas entre os números desigr»
tivos das administrações municipais ou estaduais e os números designativos de reoartições correspondentes à administração federal e uma Tabua /
Auxiliar de Concordância entre as Harcas de Cutter-Sanborn e Subdivisões
de Forma da CDU que permitem a aplicação daquela classificação.
Não foi possível obter os mímeros novos correspondentes aos /
ministérios criados en 1961:

Hinistério de Minas e Energia, Ministério

do Trabalho e Previdência Social, Ministério da Indiistria e Comércio
outros orgãos recentemente criados.

e

Alguns form desmembrados rcspecti

vãmente do Ministério de Viação e Obras Publicas e í-inistério da Agricul
tura e do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, e portajnto pos«suem números dentro destes ministérios, outros não.
Os interessados deverão recorrer à Biblioteca da cãmara Federal dos Deputados

,

a praça dos Tres Poderes, em Brasília, para obterem

os atualizações que forem se tornando necessárias.

cm

1

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�— í- —
«V
ros e- letras, usados sr-paradaxnentr ou em cocibinaçao, para
reprrspntar as decisões

de um sistema dc classificaçção.

niassíficacKo (Classification); um esquema sistemático pa
ra o arranjo de documentos, de acordo com assunto ou forma.

'

c) NÚmero-do-livro (book numher): uma combinação de letras e
"
' '
' ""
'
números usada p^ra arrumar docTinentos de un mesmo numero
de classificação em ordem alfabética.
d) Niimcro-de-chamada (call number): numero,
los,

letras, e aimbo-

separados ou cm combinação, apostos em um documento

para indicar sua localizaçao dentro da coleção. Consiste
usualmente de um número de clrssificação c um numero do li
vro!
li,5 - T^,5colha do número de classificacão
Ü.^.l - O numero de classificação sera drdo utilizando-se o es—
que ma da Classificação Decimal da Organizacao do F.xecutivo Federal &lt; ela
toorado pela Secção de Aquisição, Catalogação e Classificaçao da Biblioteca da câmara dos Deputados, em 1956.
Zi,5.2 - O número de classificação correspondenrá:
a) Ao órgão oficial responsável pelo documento;
b) Ao órgão oficial que constitua assunto do documento,ainda
que o relato seja elaborado por pessoa física?
c) Ao órgão oficial responsável por manutenção de serie, coleção, composta des trabalhos individuais,

ainda que os au-

tores não nertençnn po órgão oficial.
U,k - Fscolha do núnero-do-livro
O número-do-livro será dado, conforme o caso, utilizando-se quer
divisões, de forma prevista pela Classificação Decimal Universal (ver p.
, Taboas-Auxiliares de Concordância Entre as Marcas do CutterSanborn e subdivisões de forma da CDTT.

Hecife, Divisão de Documentação

c'a Super int endenc ia do Desenvolvimento do Fordeste, 19^0)
fflrrcas de Cutter-Sanborn, ed.

quer com '

1935» cd. brasileira do DA^P.

- Subdivisões
.1 . _ LI I _ .1 ■- II Ü ■ de I forma Mda
-11 M IimCPU
mm ,mim
a)

as

^

Os documentos de órgão oficial, de caráter administrativo,
tais como:

anais,

atas, boletins, relatórios, resoluções,

terão acrescidos ao número de classificacao do órgão ofi—
a suf'divisäo de forma,

segundo a Ct)IT, conforme o ca-

so.
(0/4.5)

- Helatório do Banco do Brasil,

de 1958

35h»Uyj (05)

Boletim da Superintendência da Moeda e do Cró

i960

dito.

35^.101 (0/i.Z|.) Circulares do Gpbinete Civil da Presidêncir&gt;
i960

cm

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3

d a PiC púb 1 i ca
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�b)

Os trabalhos publicados em séries sob o patrocínio ou res
ponSc?.bilidade de órgão oficial, ainda que de aiitoria

do

pessoas estranhas ao orgao oficial, receberão o numero da
classificação do órgão, seguido da divisão de forma
serie

para

(082.I), F^x:

35^.1875*62 (082.1)

Serie "Documentário da Vida Rural"

do

Serviço de Informação Agrícola do llini5
tório da Agriciiltura
35l|.,179 (082.1)

"Coleção HAUX" do serviço de Documentação
do Ministério da Viação e Obras Publicas

c)

Os trabalhos avulsos, nao subordinados a serie ou coleção
mpntidr pelo órgão oficial elaborado por autores pertencm
do ou não ao órgão oficial receberão apos o numero de cl®
sificação deste a subdivisão, de forma para monografias /
(OZi), Tüx.:
35^*157 (OZi) líaranhão, Jarbas. Hionicipalismo e ruralismo#
Plano nacional de obras e serviços municipais
Rio de Janeiro, Depto. Adiainistrativo do Ser
viço público. Serviço de Docmentação jlÇóOj

d)

Os trabalhos p.vulsos, qunndo não for mencionado nome

do

autor, receberão o número de classifcação do órgão oficiEÜ,
seguido da subdivisão de forma (O/il),

sempre que não se qi

quadrarem nos itens ^ ®
4./i2 - Marcas de Cuttor^Sanborn
As mnrcas de Cutter-Sanborn, tabelas com tres algarismos, serão
utilizadas para os documentos que, embora acrescidos de \una subdivisão
de forma, necessitam ainda de outros símbolos ppra melhor identificação.
Assim:

• '

a) A identificação, de um documento dentro d« séTÍ(5.,..c;p.leç^.,
biblioteca (1)
•

publicaçao &lt;2)

etc".

rqspõnsabilidade de,.órgão,pficial,

se*"sob" (T'p'atrocinfo oii
será dada'mediante

a

«arca de Cutter-S^born j;eferente-, ao título de série,

a-

crescido do niimero"*ou~volume, dentro da série.

■

(082.1)
T&gt;"631- 15

'

"

35ii»l?9 (082.1)
C

2

"Documentário da Vida Rural", volume
^5, do. Serviço de" Informação Agrícola do
Ministério da Agricultura

"Coleçãò Maua", volume 2, do Serviço

de

Documentação do Ministério da Viação e O—-

-

bras PÚbli'ea-á.
(082»Í.)-lJ'TIm PlaAoT en ffarcha", volime 6, do "-erviço
-

5

6

do"Docunontação do I j.nlstério da Viação e O

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll
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ig
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13
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2

�- h b) A identifl"©e&lt;^|^ de m documento, nao adnlni»trativo, avulso,
elaborado por atrtorôs -poftenc^ndo o« não &amp;%. wgão oficial
ceberao apos o numero
divisão de forna (O/;)
srrbrenoae do autor.

de ola»«ifi-eôçao do orgao ofi-cial,

a marca de Cutt-er-Sanböm refer^ntç ao
Kx.:

35U*1!57 (O/j.) Maranhão, Jarbas. Tunicipalismo e Ruralismo
M 311

e

Rio,

Serviço de Documentação do DASP, I96O,

n

Ä identificação de ura docu£iento, avulso que não se enquadre
nos itens acima, sem mx\çr&gt;o do autor, recebers. o numero

de

classificação do orgão oficial,

de

seguido da subdivisão

forna (0/;1)'"g de marca de Cutter-.Sívnbom referente ao título do documento.

1« TTsado no sentido de serie.
2. Idem

liDAVfUítn.m .eT.ySflÍTTfitrZn nT-ftTHAL DÕ BaSCTIflVfl'g^tiRBAL /fs..AájWTSTtt»R)feS

KTTTTICIPAIS

E

T^^STADUAIS

"f^xemplos pora Administrações Municipais:

1•

Comissão de Plane .lamento (?e Caruprú
Administração Municipal:

(Pt?)

"^52

Subdivisão geogrefica brasileira para municipio de Pernambuco
(8l3./i2)
Iniciais do município a serem acrecidas a divisão geogrrfica: (SARlí
orgão da administração federal de fiinção semelhante

N\ímero-dc -chamada? 352 (8l3«Zi.2 CARU)

2*

.

35Íi*X06 (STT-

IO6

Biblioteca Municipal de Petrolina (PR)

*
Administração municipal^

352

Subdivisão geográfica brasileira para município de Pernambuco
(813,42)

cm

1

2

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�Subdivisão geográfica brasileira para miinicípio de Pernaabuco (813»
k^)
Iniciris do mmicipio a serem acrrcidas a divisão geografica:

(PE-

THOLI)
Órgão da administração federpl dr função semelhante: 35U.I77.8 (Bi
blioteca Facional)
Fmero-de-chamada;

352 (813.U2 PF.THOLI) 177.8

Exemplos para Administrações Fistaduais:
1.

Comissão de 'nr-.qGn'"'olvimento de Pernambuco (CODFPF)
Administração estadual; 353
Subdivisão geográfica brasileira

n^ra o estado de Pernambuco (813*

k)
Órgão da administração federal de fmção senelhc?jiteí 35ÍJ-»106 (STTDF
fJE)
NÚmero-de-chamada; 353 (813./;) I06
2.

Imprensa Oficial de Pernambuco
Administração estadual:

353

Subdivisão geografica brasileira para o estado de Pernambuco(313*^
Órgão da administração federal de função semelhante: 35it-l8l.9 (De
partamento de Imprensa Nacional)
Niimero-de-chamoda:
3•

353 (813.ÍÍ)
/

l8l,9

Pepartnmentq Kstpdual de Estatística do Estado do Ceará
Administração estadual:

35^

Subdivisro geogrrfica brasileira para o Estado do Ceara (8l3»l)
Órgão da Adminástração federal de função semelhante:

(Instituto Bra

sileiro, de Geografia e Estatística - IBGE):
TTÚmero-de-champda:
h»

353 (813,1)

I6

Secretaria da Frzenda do Estado da Paraíba
Administração estadual:

353

Subdi^i'isäo geográfica brasileira para o estado da Paraíba: (8l5«3)
Órgão da administração federal de furição semelhante:
da Fazenda)

(^■inisterio

35^.176

Numero-de~chamada:

353 (813,3)176

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s t e .O"
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�- *) -

STTBDIVISÕ^^.S

GKOGRÁFinAS ' BTI/;SILFjIMS

B R A SIL

(81)

REGIÃO IIORTE

(811)

Rondonia (território)

(811.1)

(artigo Guaporé)

(RO)

(811.11)

Porto Vpiho (í'['unicípio da capital)

^

(811.12)

H-unicípios de Rondonia (arrunados em ordem alfabética)
Acre
(estado)
(AC)
Rio Branco (município da capital) ^

(811.2)
(811.21)

^

Municípios do Acre (arrumados em ordem alfabética)

(811.22)

Amrzotí^s
(AíO
Hanpus (município da capital)
,
líunicípios do Amazonas (arrumados em ordem alfabéti-

(811.3)
(811.31)
(811.32)

ca)
Rio Brajico (Território) (RB)
Bop Vista (Município da capital)
v;í
Municípios do Rio Branco (arrumados em ordem alfabé-

(8ll,Zi)
(8ll.Z^l)
(811.[i2)

tica)
(811.5)
(811.51)
(811.52)

Pará (ÇA)
.
,x
Beiern/município (Ja capital)
Municípios do Para (arr^imados em ordem alfabética;

(811.6)
(811.61)
(811.62)

/jnapá
(-^erritório) (AP)
Macapn (município ^a canital)
Municípios do Amapa (arrumados em ordem alfabética;
REGIÃO ITORDRSTE

(812/813)

Nordeste Ocidental

(812)

M.araßhäo
-annao Arai)
(MJl)
.
Sno Luís
(município^da capital)
(arrumados em c-rdem alfabeti»
Municípios do Maranhao (arrumados

(812.1)
(812.11)
(812.12)

ca)
Piauí
(PI)
'Teresina
(município da capital)
^
Município do Piauí (arnimados em ordem alfabética;

(812.2)
(812.21)
(813.22)

Fordeste Oriental

(813)

Coarp
(CFj)
.
Fortal^eza (municip^^o da capital)
\
Municípios do Ceara (arrtimados em ordrm alfabética;

(813.1)
(81^.11)
(813,12)

cm

(81^.2)
(81^,. 21)
(81^.22)

Rio Grande do Forte (RN)
Natrl,(município da capital)
•
Mujjicipios do R.G.do Norte (arrumados em ordem alfabética)

(81^;. 3)
(81^.^1)
(81^.32)

Paraíba (PB)
,
João Pessoa
(município da capital)
, ~
\
Municípios da Paraíba (arrumados em ordem alfabética;

(8l^.Zi)
(813.ill)
(8I3.Í42)

Pernambuco
(PE)
O rix/
ê
Recife; (município da capital)
(arrumados em ordem alfabeMunicípios de Pernajnbuco (arrum?
tica;

(813.5)
(81^.51)

Alagoas
,
l'aceig (municipio da capital)
, 'j.
\
-í p-• m'or (Ir ^ T af;oas (rrrumadof! cn ordem alf ab&lt;"' cica;

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�- 7 (813.6)
(81V815)
(Qlh)

■R'^GIÄO LP.STK
Leste Setentrional
Sergipe, (SR)
Arrcalu (mmicípio da capital)
,
/
r.unicipios de Sergipe (arrmedos cn orden aliaDeti
ca)

(8lli.2)

Bahia' (B/0
.
Salvador (ntinicipio da capital)
^
\
ítimicipios da Bahia (arrmedos en orden alfaDctiCc)
Leste Meridional

(815.1)
(815.11)
(815.12)

ílinas Gerais
(I'G)
Belo Horizonte (mimicipio
da capital)
^
Htmicipios de Hinas Gerais tarrunadores en oraen
alfabética)

(815.2)
(815.21)
(815.22)

FiSpíçito Santo
ÇF.S)
Vitoria
(ßiunicipio da capital)
#
Municisios do Tjspirito v^anto farmnadö* em orden
alfabética)

(815.3)
(815.31)
(815.32)

Rio de Janeiro testado
(TU)
ITiteroi (nimicípio da capital)
,
ííimicijios do Rio de Janeiro (arriimedos en orden
alfabetiHsa)

(815.U)
(815.i;l)
(815.Ü2)

Guanabara
(OB)
,
Rio de Janeiro (nunicipio. da capital)^
^Tinicipios da Guanabara (arrumados en ordem alTaoetica)

(816)

wmlo STJL

(816.I)
(816.11)
(816.12)

são Ppulo
(SP)
,
são Paulo (nunicipio da capital)
,
u'
Municípios de São Paulo (arrumados en ordem alfabética)

(816.2)
(816.21)
(316.22)

Paraná (PN)
.
,x
Curitiba (Município,da capital)
,
\
llunicipios do Parana (arrumados en ordem alfabética}

(816.3)
(816.31)
(816.32)

Iguaçu (territorio) (extinto) (IG)
Iguaçu (nunicipio d§ capital)
^
\
Municípios de Iguaçu (arrumados en orocn alfabctiea;

(8l6,h)
(816.Í1.I)
(816.Ii2)

Santa Catarina
(SO)
Florianopolis (município da capital)
,
MuniQipios de Santa CatarinafarrumRdos em ordem alfabética)

(816.5)
(816.51)
(816.52)

Rio Grande do Sul
(RGS)
Porto .Alegre (município dr capital)
,
Municípios do R.G.do Sul (arrumados em ordem alfabética)

(817)

1

&lt;FN)

(Qlk.l)
(8lii.ll)
(81U.1E)

(815)

cm

Forn,'&gt;ndo de Noronha (território)

REGIÃO CT^.NTRO-OT^STÍ;

(817.1)^
(817.11)
(817.12)

Ponta Por?
j^território) (extinto)
Ponta.Pora (município dg capital)
,
ftunicipios de Ponta Por? (arrumados cm ordem alfabética)

(817.2)
(817.21)
(817.22)

Mato Qrõsso
Q^)
Guiabo (municínio da caüital)
,
MunicipioP de Mrto Grosso(arrumados em ordem alfabética)
, Digitalizado
-gentilmente por:

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�«• o «»
(817.3)
(817.31)
(817.32)

Goiás j( GO)
Golan^a (mtinlcípiQ àa capital)
,
,
Hunicipios de Goiás &lt;Grrum©ôofi oít orôen alfabética)

(817.ii)
(817.ÍJ.I)

Distrito Federal
^
Brasília (ITunicipio da capital)

TÁBHA A^XILIATí

COT^CORdIttcIA RíTTRE as barcas T&gt;R
SUBDIVISÕES DA

A
A
A
A
A
A
A

l6h.
185
265
lik5
532
532
636

FORT'A DA

A Qhh
A 862
A 881
881

Abstracts
(0iii3.1)
Acordo internacional
(09i|.2)
Agenda
(0^9.1)
Almanaque
(059)
/jic-jis "(058)
ilna!^ise bibliográfica (Oii8,l)
Am^arlo
(O 58)
/jnuncio ilustrado
(0QU»5
Apreciação pessoal
(6^9.3)
Arquivo'
Artigo, V. tb. Notícia
(em j orníji s) (Ok6)
(e/a periodico)
(01x5)
(de fundo)
(0U6)
Assembléia
(06l,'=5)
Ata
(093.2)
Atlas
(OQU»U)
Ato administrativo
(OQlX'U)

A 886
A 92h

estadual (09Íi.7Zj.) ^
municipal
(094.76)
Atualidades
(0^7)
Aula
(042)

A 63U
A 772
A 761

B 5§2
B 582
B 688

Bibliografia
Biblioteca (no sentido de coleção)
Boletim
(047; (05)
' trcnico (05):6

C 122
c 1U9
C ^22

CadernQ
(082);(O89.2)
Calendario
(059)
Carta
(Q44)
^Periódica
(05)
Catplogo
^
comercial, de industria
de artigos
(083,8)
de objetos
(O83.7)

C 357

C 578
c 6iU
C 669*
c 691
c 732
c 737
c 741

c
C
c
c

lUl
7Í|8
7^8
lh9

Circular
(044)
Cl^assificação 025j4
•Codigo
(leis)
(094.4)
anotad"!&gt;, comentados

CtTTT*:R-SAITBORN

CDU

(08^2)

CO85)

(094.46)

Coleção
(082.1)
^
de ^diversos autores sobre um assunto es^peclflco
Comentário
(048,07)
legal
(094.46)
Compêndio^escolar
(072)
Comunicação
à imprensa
(047.5)
Press release (047•5)
Comunicado técnico,*cientifico
(042)
Conferência
(042)
(reunião)
(061."^)
Confidencial
(O87.23)
Congresso
(06I.3)
I Digitalizado
-gentilmente por:

E

(082.1)

I Sc a n
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lí

19

20

�- 9 C 76k
C 766

c ^2h
C 82^1
C 977
294
295
298
D
D
D
D
T)

^13
^51
U68
5^6
539

D 5h6

D
T)
D
D
D
D
D
D

572
611
611
613
618
637
637

E 23
53
Tí 56
^ 59
E 61
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Contrato
(0Q7M)
Convenção
associndos
(O7I.3)
Internacional
(OQu.2)
legal
(087./;)
Correio
Correspondência
(0:8-6
Curso
(075.5)
Decisão ;iuridi(j'a - Coleções particulares
Declaraçao
C0r!.9)
')
Decreto
(09/i.l)
decreto-lei
(09Í4.I)
'
Definição
(083.7)
Desenho
(OoZ;,Í)
Despacho
(09^4-.7)
Diçgrama
(084.2)
Diário
(052)
oficial
(05)
(O6I)
Dicionário
(03)
d§ línguas
(O38)
técnico
(038)
Digo s te
Disco
(086.7)
Discurso ^(0a2)
Dissertagão
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Divulgaçao^ (Olj.7.5)
Documentação
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Documento
(093)
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secreto
(Ò87.23)
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025.^26
Emenda, revisão de lei
(094#53)
Enciclopédia
(03I)
Ensaio
(0:8-4)
Entrevista
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Esboço
(08^)
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(083«7)
Esquema
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Folheto
(04)
folheto de publicidade
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(093)
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(094)
Formulário
(O83.2)
Fotocopia
(086.2)
Fotografia (084.1)
Gazet^j
GlQSSrrio (0'=^8)
Grafico
(084)
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(026)
História^ (O9I)
Ilustração
(084.1)
Imprensa
l^ndicador
índice
£083.86)
Informaç ao
(047)
^
Informador
(de endereços, nomes)
Informativo
(047)
Instrução
(083.9)
I Digitalizado
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(0^U»92.)

(O58.7)

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Inventario^ (O83.8)
Investigação

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L 525

Jornal
(052)
Jurisprudcncia
(091}..9)
Legislação
(09U)
Loi
(09li;.5)
Coleções
(09Í4.#3)
Projetos
(09U,32)
Texto autentico
(09li-5ii2)

L 679

Léxico
(03)
Comentada
(09U.Z1.6)
Lista (083.8)
eâderoços, nomes
(058,7)
(021)
Livros didrtivos
Logotipo
(088,7)
Manifesto
(0/i9.1)
Hanual
(02")
Hapa
(08U^^)
í^arcp ^e foíbrica, de comércio
Hen(jrando

L 773
L
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(088.7)

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p 962
P-963
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cm

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Hicrocppia
(086.2)
Hiscelrnia
(O88)
Moçg.o
(0.íi9)
Modelo de impresso ou docviaento
Môfio gr r f i a
(O82.1)
Koniimento
(O93)
Movimento
Nomenclatura
(083.7)
Nomo g r ama
(08ú.2)
Forma
(083.7)
Normalizacao
(08*^.7)
Notíjs
(Otxl)
Noticie^ (Ohl)
Noticiário
(0i;7»5)
comentado sobre livro
(0/i8,l)
Notificação
(Oi;9)
Novidade^ (Oi;7)
Observaçõaá
Opinião
Ordem do Dia
{Olx9)
Orientador
Prgina
(0^5):025.332
Palestra
(Ok?-)
Panfleto
(Oíil)
Parecer
(09^.9)
administrativo
Patente de invenção, fabricaçao
(088i&gt;8)
Pequeno
Periodico
(05)
Institucional (house organ)
^085«3)
Pcsq\iisa
,
bjbliografica
Petição
(Oli.9)
Plano
(083^9)
cartográfico
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Plebiscito
(O9ÍÍ.7I)
52)
Poligrafia de diversos autores
(8í
individual
(08I)
Portarias
(09ÍJ..59)
Problema
Processo
Proclamaoão
(Ok9)
Programa
(075)
Progrrma escolr.r
(075*3)
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T 337
T 416
T 758
T 776
V 872

3

Projoto (083.9)
Projeto de léi
(094»52)
Proposta
Protocolo
Publicaçao
sério, ooloçao (o82,l) seriada (089)
oficial (061)
Recorte
(045)
Reforendun (094«71)
Roginento intorno (094.7)
Registro
Rcgul^ento (094.7)
Rolaçao (O83.8)
Relatório
(047)
de processos feitos (047.1)
tócnifio (047.3)
de ox-^odiçao (079.3)
de inprensa (047.5)
do viagem (079.3)
Repertório
"bibliográfico I OI6 (05)
Resenhaj
Resolução (049)
Rgsuijo:
)14.3
(048)
conentado
(048)
de livros
(048.I)
Retrospecto
Reuni ao
Revisão dò lei, ericnda (094»53)
Revista (05)
(048)
Roteiro
Secçao
Secretaria
SeleçSes (082.2)
(08)
Senana
Senanal (053)
Senanário (053)
Seninário
Sentença conentada - Coleção (094.96)
Sori e
coleção
(082.I)
obras on curso de publicaçao (089)
Serviço
Sessões
Simpósio
(082,2)
Sinopse
(083.4)
Síntese
Sistema
Slide (086.3)
Sunério
(048)
Suplemento
(05)
ÖO89) ,
Tabela (083)
de conversão (083.5)
numerativa (O83.5)
Tábua (083)
horária " (O83.8)
nui-ierica, de conversão
(083*5)
Tose acadêmica
(043.2)
Texto
de lei comentado (094.56)
Trabalho
legislativo
(094.52)
Tratado internacional (094»2)
livro (021)
Vocabulário
(033)
de ternos t'sônicos
(038)

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gentilmente por:

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gentilmente por:

�'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA E DOGlJI^ENTAÇãO

A Biblioteca Publica do Estado da Paraíba
por
Myriam Gusmão de Martins

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�2m. II - bibliot:j:c:is eíblicâs, iiirMTo-Jüv;::iiis, ;jsuLJiNTiís 2 zisgol/iris
.

BIELI0T2CAS PfcLICAS EM JÍRSAS EIx DESSíVOLVIÍâEHTO ^
A

PIÍBLICA DO ESTADO Da TlãUjBk

1, Legalidade e realidade da Lei n2 4,084 de 30 de
junho de 1902.
2, Seia bibliotecas Publicas de capitais nordestinos.

^

3» A Liblioteca Publica do Estado da Paraíba na cidade de Joao Pessoa.
4. 0 informe do Grupo III para o Seminário de l^ialmö t
em 1950.•
5* Um Piano e um começo

por
MYRI/M GUSMÃO DE MARTENS
Cfcefe da Diviaão de Documentação
'da SUDS IT S
CDU

IV

CONGRESSO

027(013.31)

BBASILEIRO DE BIELIOTECOIIOMIA E D0CÜIISNTAÇA0

Un:VLRSI OADE DO C5ARÄ
7

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14

julho

de 1963

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SAO PAULO
Mo^
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I Digitalizado
-gentilmente por:

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20

�- 1 1. LEGJO^IDADE E RE^ILID^IDS DA LSI ^.08/i DE 30 DS JülíHO DE 1962

Ao ser publicada a Lei nS A»OQ/+ na primeira pa:;ina do Di.aria Oficial da
Uiiiao, de 2 de juUio de 1962 extingiiia-se a possibilidade dos cargos de

direção

de bibliotecas sovernamentais serem providos apenas por seleção partidária, poli
tica ou afetiva,
Era seu artigo 5^ a Lei n^ 4«OÖ4. estipiila qtie "O certificado de registro
ou a apresentação do títvü-o registrado, sere exigido pelas autoridades federais,
estaduais ou municipais para a assinatura de contratos, termos de posse, inseriçao era concxirso, pagamentos de licenças ou imposto psjra exercicio da profissão e
desempenho de quaisquer funções a esta inerentes,"
Assim, ao falecer o Diretor da Biblioteca RÍblica do Estado da Paraíba,
no dia 9 de maio de 1963&gt; nao havendo naquele Estado Associaçao de Bibliotecários,
a Associação Pernambucana de Bibliotecários, com sede em Recife,

íi^frdiatpjnente

comunicou clS au.toridades competentes que o c;;Tgo so poderia ser preenchido

de

conformidade com a Lei vigente,
Ilao havia disponível, em todo o Estado da Paraíba, um só bibliotecário
diplomado.
Com bolsas de estudos ou por conta própria, cinco estudantes da Paraíba
estavam

matriculados na Universidade do Recife em seu Curso de Biblioteconomia e

Documentação e um no Rio de Janeiro, nos Cursos de Biblioteca N..cional,
A lista de candidatos ao cargo ocupado durante anos pelo antigo diretor,,
era longa e . • riada,
A
A
0 conheciraonto do teor da Lei n^ 4-.OÖ4 fez com que fossem

buscadas

as

soluções possíveis entre a realidade que o mercado de trabalho para biblioteca^
f
nos oferecia e as exigencias explicitas da Lei.
A Associação Pernambucana de Bibliotecários forneceu elementos

que vi-

sassem solucionar o impasse e e o resultado de experiências comprovadas que rel^
to neste trabalho,
2» SEIS BIBLIOTECiiS PIÍBLIC.^ DE CAPITAIS KORDESTPIOS
A área do Nordeste do Brasil apresentada pelo Instituto Brasileiro

do

Geografia e Estatística (OBGE) difere da área abrangida pela supervisão da

Su-

perintendencia do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE), Eeta engloba nao so

os

estados da Bahia e Sergipe como os municípios do estado de Minas Gerais compreen
didos no Políg'-.no das Secas,
\
/
Qufndo me refiro as bibliotecas publicas destas seis capitais nordestinas, incluo aquelas dos estados sob a supervisão da SüDEIIE das qioais tenho

in-

formações correntes,
*
^
Da Bahia ao Rio Grande do Hortes, todas as bibliotecas publicas

esta-

duais apresentara pelo menos 10 características próprias as bibliotecas de áreas
subdesenvolvidas:
1

Sao entidades de areas claranionte caracterizadas como de regiões sijb
*
desenvolvidas j

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�2 - Funcionam era pardieiros que ha muito chegaram ao gravi de saturação,
Se a Biblioteca Publica do Estado do Rio Grande do Norte está ein prédio reformado não atende, entretanto, os requisitos técnicos para prédios destinados a acolher serviços bibliotecários,
3 - Nem sempre os prédios foram CQnstii'.^^'.&gt;s para os fins a que sc desti
nam, A biblioteca Publica do Estado de Perncjnbuco funciona na ox-Cadeia Publica,
do onde i'roi Caneca saiu com ma corda ao pescoço,
^
A
^
4-0 equipamento osta estragado, anacrônico ou e inexistente. A Biblis
toca Publica da Paraíba não possue fichário o a Bahia há pouco tompo serviu

do

mcmchote aos jornais em vista da precaridade de suas instalações.
5-0 acervo bibliográfico foi om porte subtrr.f, Io ao patrimonio publico
esta era mau estado de conservação ou é desatualizado.
6 - A seleção das obras sbedecem geraliaonto ao sabor dos dirotoros ou do
*
**
^
f
sovis amigos e nao aos intorosses legítimos da comunidade,
7 - Limitaa-se a guardar livros, folhetos, poriodicos o mapas não cstabolocondo, em gorai, critérios do tratamento osigidos pcira cada tipo c omitindo
A
ora so\:u3 acervos quaisquer tipos do materiais audio-visuais,
8 - Nao patrocinam, colaborara ou divulgam

quaisquor atividades ou

os-

pocialidadoa de suc.s cologõos, através do programas de rádio, TV, improssos,otc.
^
^
*
9 - Ha ausência total de bibliotecários profissionais ou a oxitoncia do
bibliotecários profissionais o numericamente insuficiente para o dosenvolvimento
adeqmdo das bibliotocas,
10-0 pessoal treinado era cursos intensivos de biblioteconomia o docmon
taçao ja estão dosoraponhando funções em érgaos de criaçao mais rocento o progressistas e ainda assim, nao estão habilitados por Loi a cxercor cargo de diroção.
Assim, da Bahio. ao Rio C-rande do

as seis bibliotecas estaduais Io

calizadas nas capitais om parte ou no todo apresentavcjn as características acima.
A Associaoao Baiana de Bibliotecários procvirou que a Biblioteca Publica
A
M
fosso entregue a um profissional habilitado, diojite das oxigencia da logislaçao
vigonto.
O Estado da Paraíba, procurou nao sé cumprir a Lei nS A»0S4. como aprovei
*
f
/
tar a conjuntura que lhe parocia favoravol o estaiplocer os serviços bibliotecários para o povo da Poraíba.
3, A^MBLIGT:jCA PIÍDLIWi. DO ZSTAD0J)A PARAÍBA NA CIDADE PB JOÃO FUS..;OA
Foi fundada em 1859 e em jimho de 1963 possuia entre livr';f-,folhetos e
exer.iplares de periódicos, dez mil e quinhentas peças.
Parte do acervo doi extraviado, nao possui livros de tombo e so a partir
A
de 1959 começou a ser feita vmia lista de livros em folhas datilografadas.
Para guarda e circulação de suas atuais 10,500 peças possui a Biblioteca
Publica, em seu único prédio, quarenta e tres funcionários,
A
f
^
ira 1952, du;^; te o Governo de Dr, Jose iimerico de Almeida, foi contratado o bibliotecário Edson Nery da Fonseca para se encarregar da reforma daquele or
gão.
Entretanto nem foi removido o antigo diretor nem foi ou.torgada aquele tec,
nico, o.utoridade como supervisor Geral.

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�Após tenta.tivas frustadas para solucionar o caso, o bibliotecário trans.
feriu-se para a biblioteca da Faculde-de de Filosofia que então se iniciava. Tambea promoveu curso intensivo de biblioteconomia, como inspetor do Instituto

Ka-

cional do Livro,
Desta primeira tentativa de reforma ficou documentário

pitoresco

e

ilustrado inclusive nos arquivos do Instituto Nacional do Livro,
4. O INFORME DO GRUPO III

O SEÍUNÍRIO DE milíò EM 1950

Este informe, que constitui um levantamento completo, 3.ucido e ate di
/
A
Ä
vertido e um trabalho que honra aquelee que nele colaboram.
Sob a direção de Ivonne Oddon o trabalho dos doze participantes do III
£,TU.po servirá de base a muitos bibliotecários, em muitas regiões do mundo,

ao

planejarem e ao execut£a:em serviços bibliotecários em áreas em desenvolvimento,
O texto do informe como foi redigido, o confronto cora as condiçoes nor
destinas, a ausência no grupo III de qmisquer membros da /jaerica Latina e

no

entanto as vicissitudes tao igtiais as nossas, as de outros povos também no esfor
ço de se desenvolverem, o roteiro, a soma fabulosa de informações que

aquelas

quarenta paginas condensam, 3.evf"am-se a providenciar a traduçao do informe pa ra ser ouitado núraa tiragem de 500 exemplares e distribuido entre todos aqueles
que no Estado da Paraíba ou fora dele desejassem con&gt;o Plano de Estabelecimento
doa Serviços Bibliotecários para o Estado da Paraíba,
5. ttm PLMQ E UM COMEÇO
Dada a realidade paraibana e a necessidade de ser respeitada a Lei n^
4*084, foi adotada a solução aconselhada no seminário de Malmö:
"Quando não se puder contar com pessoal profissional, sera extremamenA
te importante designar um organizador a assessor para a biblioteca, Este desem—
penhará funções ate que o sistema bibliotecário esteja firmemente estabelecido e
que tenha sido formado o futuro pessoal. Para isto deve ser concedido \im

prazo

de tres a cinco anos, no mínimo".
Em 1964 será diplomada uma bibliotecária paraibana, em 1965 mais cinco
e em 1966, no mínimo, mais cinco,
a) O Plano
*
De acordo com o entendimento havido entre o Governador do Estado

da

Paraíba, Sr, Pedro Gondim, o Secretário Executivo do Conselho Estadual do Desen
volvimeríto, Sr, Ronald de Queiroz Fernandes, o Secretario da Educação e Cultura
Sr. Nominando Diniz, foi solicitada a cooperação da SUD.IIE para o planejamento e
supervisão dos serviços bibliotecários para o Estado da Paraíba,
A SUDENE concordou em prestar assistência técnica mediante a ida

de

pessoal especializado, de seu quadro, para realizar serviços no Estado da ParaiA
A
ba, sem onus para este estndo.
Foi apresentado logo um plano inicial para fins de divulgação, e

um

plano pormenorizado com esqviemas financeiros passou a ser elabore.do.

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�- 4 Em síntese o projeto estabelece que:
1 -

a sede central de Biblioteca Publica, no centro de João Pessoa, servira nao somente a cidade como a todo o Estado da Paraíba;

2 -

cs serviços estadviais afins serão coordenados para melhor rendimento
dos reciarsos já existentes destinados ao programa de educação de baoej

3 -

as bibliotecas municipais e outras serão aproveitadas dentro de

um

esqviema coordenador geral;
U -

VQiculos adaptados ou simples jeeps transportarão o material e levaM
%
«v
rao recursos de informagoes as povoaçoes mais afastadas«

5 -

o "breinamento de pessoal para realizar

ós serviços será feito i medi-

ante concessão de bolsas em curso regular de biblioteconomia e visa
formar profissionais qualificados e de nível alto;
6 -

o treinamento de pessoal auxiliar será feito por cxursos intensivos
usando-se principali|if^í;ite meios audio-visuais e visitas pessoais

de

bibliotecários profissionais ou assistentes sociais, professores, raonitores e estudantes previamente treinados.
7 -

isna campanha de esclarecimento as massas e a substituição da imc.gem
desfavorável çxistente para a antiga concepção de biblioteca pública
bem como a criaçao de uma nova imagem a ser despertada através

de

motivações várias.
b) O Começo
A partir do inicio

de medo de 19ó3 foram deliberadas ou estão

om

e::Qcuçao as seguintes medidas;
1 -

o Estado da Paraíba através dç_seu Gonoelho Estadual do Desenvolviraento solicitou a colaboração da SUDIim mediante ofício do Governador do Sstado ao Superintendente daquela aut.-a-qvxia.

2 -

o Conselho Estadual do Desenvolvimento fornice trojisporte e hospedagem ao pessoal trabalhando no projeto;

3 -

o mesmo Gonsellao pos a disposição do Projoto dois millioes de cruzei
roB 5

4 -

o Governador do Estado autorizou o reparo do prédio onde funciona a
/
A
Biblioteca Publica, seu fechrmento durante as obras e vigilancia do
acorvo;

5 •"

o Secretário da Educaçao comprometeu-se a conceder cinco bolsas

a

bacharéis ou licenciados para realizarem Curso de Biblioteconomia o
Documcntr.çao na Universidade do Recife, mediante termos de compromisA
%
SO de prestarem durante, pelo monos tres anos, searviços a Biblioteca
Publica do Estado da Paraíba;

cm

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�- 5 6 -

foi iniciada a confecção de impressos e aquisição de material necessário aos serviços de tombanento, re:;;,istro, catalogação, classificação ,
circvilação, etc,

7 -

visando a nodificaçao da irar-.gem existente para à Biblioteca Publica Iß
cal - prédio velho, gente velha, pouca Iriapeza, decadencia e inércia- foi sugerido o início dos trabalhos com a criação da seção Infanto-Juvenil, em prédio cercado de Jardim, defronte ao lago existente, no
centro da cidade;

Ö -

A
foi autorizada a aquisiçao do acervo inicial da coleção Info.nto-Juve~
nil num total de seiscentas obras;

9 -

foi aberto concruso entre colegiais e alunos de ciirsos de alfabetizaçao de adulto para a apresentaçao de cartaz sob o tema: "Eu na Bibliß
.teca Publica", Dos trabalhos apresentados será escolhido vun que servi
ra de capa a edição em português do informe do grupo III ao Seminário
/
s
de mimo. "Estabelecimento de serviços Bibliotecários como ajuda
a
Educação de AduJ.tos nas Regiões Atrasadas;"

10 ~

serão incorporadas a Biblioteca Publica duas bibliotecas já existen*CB em zonas proletárias da capital, podendo estas se beneficiarem do
acervo maior;

11 -

o Conselho Estadml do Desenvolvimento colocou a responsável por seu
serviço de documentação como elemento de ligação entre os órgãos empenhados no projeto;

12 -

o Governador solicitou as bibliotecas especializadas e \miversitárias
federais, estaduais, municipais e

""ticulares operando no Estado

Paraíba que cooperassem com o Projeto

da

de 'Estabelecimento dos Serviços

Bibliotecários para o instado,
13 -

foi apresentada minuta de Lei que regula os serviços bibliotecários
no Sstado e que&gt; se possível será dado a conhecer ao publico durante
a realizaçao do IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docx^ientaçao•

14 -

durante as férias de julho dezessete alunas dos ciorsos de Biblioteconomia e Documentação,da Universidade do Recife se deslocarão

vara

João Pessoa a fira de colaborarem no "liutirão da Biblioteca",
Esta é uma das formas mais antigas de cooperaçao nordestina e
c a primeira vez que e aproveitada no enriquecimento humano e cultural
comunidades visirihas.

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de

osta
duas

�3ibliogr:j?ia
Las bibliotecas y el desarrollo econômico y social, Eoletín áe 3,a UliSSCO , para
3,as. b^bliotoca_s_. ló(5);233-269, sep,-oct,, 1962.

1 - Brasil.Lois .dcci-etos. etc« - Lei
4-.OÖ4 do 30.6,62, Dispõe sobre a profissão de bibliotecário e regula seu exercício. Recife, dissociação Perní?itibuca
na do Bibliotecários, 1963,
2 - Brasil, LciSj decretos, otc. - Decreto ns 51.224. do 22,8,61, Regulamento para
organizaçao de serviços regione.is de bibliotecas que serão objeto de convênio entre municípios, est3.dos e a União, Rocife, SUDENE-Divisão do Documentação, 1961,
3 - Horrocks, Stanley II, - L'experience piloto UI\"IíSCO sur les bibliothoques
bliqueg en Kigcria-Oricntale, Bulletin do 1'UIJISCO a 1'intcntion dos
bliothoques, 13(1): 3-7, jan, 1959»^

pä
bi-

U - Iloule, Cjrril O, - Punción do Ias bibligtecas on la^ocucación de adultos y on
Ia educacion fundamental; informo sobre o soainario do íialniô, con los informes preparados por Uvonne Oddon, Lachlan F, l-kc Rae y otros.
jPsxisl
lUiI3SC0ll95ll.
5 - LIL[ JOVIAL, Rio - Recortes de jornais sobre bibliotecas (orcanizaçao, legislação, serviços, campanhas, etc,) I96I, - maio I963.
6 - i-ünas Gerais, Assembleie^ L^rás!l,ativa. - frojeto n^ 1,194/^60 de iniciativa do
Senhor Governador ^do Sstado, disgoe sobi-e a organização .''a Biblioteca de
iünas Gerais, e da outras providencias, Lijx Jornal de 21,12»1962,
7 - I'-iinas Gerais, Leisdecretos, etc, - Decreto n^ 6,Öß4-» de 19 de março de 1963
-Contem o Regnilamento da Biblioteca Piiblica de Unas Gerais "Prof, Luiz de
Bessa", Leio Horizonte, Diário Oficial, 20 de março de 1963.
8 - ííery da íbnseca, Edson - Biblioteca da Rest.;iuração: um projeto gorado,
Sm
seu: Bibliotecas e bibliotecários_^da província,
jRioj lünisterio da Eda
cação e Culttjra, Serv, Documentação [19591 p, 65-69»
9 - Nery da Fonseca, Edson - Bibliotecários paraibanos.
cife, 18 jan. 1953.

Diário de Pernambuco, Re

A
10 - Nery___da Fonseca^^ Edson - Importancia da biblioteca nos programa de alfabetiza
çao e educaçao de base. Revista do Serviço Publico.
Rio dè Janeiro,
94 (3)í 99-108, jul.-set," 1962*,
11 - Sewell, P,H, - The regional library systems; their developraent through two
decades and their possibilities for the futtire, London, The Libraiy Assn,
1950.
12 - DISSCO - Development of public libraries in Lo-tin ^Imerica:
Conference, jParisj 1952,

The t

13 - UlIESCO - Fundajnental educationj a description and progrejime»
14. - UlíESCO - El proyecto piloto de Haiti,, primeira etapa 1947-1949

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|Paris j 1949»
] Paris | 1951.

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����IV CONGRESSO BRASILEIRO D3 BIBLIOT^íCONOMIA B TDOGTORNTàÇAO

A biblioteca escolar e o ensino primário
por
Maria Lec€cia de Andrade Lima

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Fortaleza
1963

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARA

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k BIBLIOTECA ESCOLAR
E O
ENSINO PRIMÍRIO
por
Maria Letücia de Andrade Lima

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Associação

Pernambucana do Bibliotecários
1963

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�A BIBLIOTECA ESCOLAR E O ENSINO PRIMiÍRIO
Maria. -í Leticia de Andrade Lima.
Segtindo a Lei de Diretrizes e Bases da Educaçao "o ensino primário
tem por fim o desenvolvimento do raciocínio e das atividades de expressão
da criança e a sixa integraçao no meio físico e social".
A biblioteca tem papel saliente, tanto no desenvolvimento do raci^
cinio e das atividades de expressão, como na integraçao do alimo ao meio sq,
ciai.
A biblioteca e o desenvolvimehto do ràciocínio.
Estando o livro, desde os primeiros tempos, intimamente ligado

a

atividade criadora, as práticas escolares associaram-no, infelizmente, por
um longo período, ao tipo mais rotineiro de aprendizagem, com o uso do te^
to para meraorizaçao, A expressão "ensino livresco" passou a significar metodo antiquado, em oposição a escola moderna baseada nas experiencias

da

criança,
Havia, assim, todo um trabalho a realizar, na reabilitaçao do livro
na escola, trabalho que compete e vem sendo feito em parte pela biblioteca.
Que se espera da biblioteca, na escola primária, para obter a utilizaçao ativa e dinamica do livro?
O fato de existir

biblioteòa na escola já representa um estímu

Io intelectual, como veículo da apresentação, o. criança, das idéias e conh^
cimentos.
Sem recorrer a conceitos literários, sem citar os versos de

Castro

Alvos: "livros, livros • mão-choia/ fazendo o povo pensar", qualquer educador verifica a necessidade urgente de estímulos

para a leitura. Estímulos

tão fortes que possam concorrer com os estímulos audio-visuais cada

vez

mais aperfeiçoados e numerosos, que cercam a criança de hoje; rádio, cinema, televisão.
Q\iando e se conseguirmos ap^jihar a criança sem hábitos m\iito ojra^
gados de leitura de periódicos, de tipo popularíssimo das revistas de quadrinho, a simples apresentaçao de uma coleção de livros, dosde que razoa.—*
velmente escolhidos, obtém reações maravilhosas.
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Intensificam-se esses efeitos com os reciu'sos técnicos da bibliot^
ca,
A olassificaçao dos livros e a dinamizagão da biblioteca
Se a coleção estiver disposta de modo inteligente, cada livro, as.
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sociado aos vizinhos por um vinciilo de interesse comum, seu impacto sobre
o leitor e conseguido mais rapidamente e sua influencia mais duradoura. Daí

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�- 2 Ä necessidade da classificação.
Nossa experiencia tem demonstrado que a técnica da classificaçao pa
de ser simplificada ao mínimo indispensável, tendo sido usada, em escolas rji
rais de Pernambuco, vima distribuiço.o em largos grupos, correspondendo as divisões gerais dos programas escolares, identificados por letras: L para Linguagem, M para Matemática, C para Ciência, etc.
Ha, porem, vantagem, no uso, na escola primária^ do mesmo tipo

de

classificaçao encontrado, no futuro, polo jovem loitor, nas escolas secvinda
rias e superiores.
Assegura-se, assim, uma Corta continuidade no uso da biblioteca.
Os números principais da C.D,, completados com a inicial do sobrenoA
me do autor, tem sido divulgados em cvirsos promovidos pela Secretaria de Ed^j
cação e Cultura, através do Departamento de Extensão Cultural © Artística e
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^
A
ate mesmo em cursos por correspondência. Anexamos duas axalas de um desses cvie
SOS, contendo uma tabela do classificação (anexos 1 e 2 - resumo da tabela
no anexo l)
O arranjo das estantes, com letreiros adequados a idado e compreensão do aluno, facilita o trabalho das classes. Quando o trabalho escolar ma
tiva consultas, a localizaçao dos livros devo sor obtida irapidamonte pelo estudante comum, pois isso será um passo importante no desenvolvimento de pra
jetos ou em qualquer tipo de pesquisa exigida pela atividade didática.
R^classificaoões provisórias, tendo em vista dotérminadas comemoraçoes ou festividades, devera ser previstas. A biblioteca deve, não so estar
a disposição, como antecipar as necessidades dos escolares.
Um dos aspectos indispensáveis de sua organização é a possibilidade
de desmembrar a coleção

em coleções parceladas, à disposição das classes.

Essas coleçoes serão trocadas, de acordo com os interesses momentâneos e permanecerão, sob a responsabilidade direta do professor, tanto tempo quanto for necessário ao trabalho didático.
A biblioteca será sempre uma "fonte central de informaçoes".
Um dos objetivos do trabalho do professor-bibliotecário deve

ser o

incentivo as consultas. A coleção de livros de ficção sai com rapidez
prateleiras. Os livros novos sao logo solicitados e a única dificuldade

das
e

geralmente, conseguir um nmero siificiente do exemplares. O que não acontece

habitualmente com o material de natureza informativa, quase sempre

por

falta de planejamento e articulação entre as classes o a biblioteca.
A catftlogaçao como elemento dinamizador
A consulta ao catálogo já e, em si, um trabalho educativo, Se, para
a leitura-recreação, numa biblioteca de acesso livre, o contacto do pequeno
leitor com o livro pode ser feito sem

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intermediários, nas pesq\iisas o almo

��precisa do catálogo» Numa escola primaria deve ser adotado uma catalogaçao
extremamente simplificada, fichas redigidas muito sumariamente» com arranjo alfabético»
Exercícios sistemático podem ser realizados, com o aspecto de jogo»
*
é
no caso dos leitores muito jovens, Uma variante de "jogo do dicionário", ci
tado por R.G» Ralph, em The library in education pode ser feita com as

fi-

chas do catálogo» á um jogo de competiçãoj vencendo o leitor que encontrar
com maior rapidez iim determinado número de entradas de autor, título e assunto^ no fichário» As entradas devem ser escolhidas previamente e o temA
•
j. •
po registrado com toda seriedade, como numa competição desportiva»
A lista de cabeçalhos de assuntos a ser adotada deve ser organizada
com termos familiares as crianças, procurando-se usa-r a linguagem habitual
na região» Anexamos uma relação preparada para escolas primarias de Pernambuco (anexo n#3), baseada na de Mary Peacock Douglas, Tho teacher-librarian'a
hftfíclbpoK»
A biblioteca e as atividade de expressão
A leitura enriquece os meios de expressão do escolar» O vocabulario
da criança cresce em proporção as suas experiencias, realizadas diretamente,
ps seres

« coisas que a cercam, ou indiretamente, através

da leitu-

como "experiências de segunda mao", na denominação de alguns autores»
Temos que concordar inteiramente com os pesq\iisadores que nos
formam, depois de estudos exaustivos&gt; como os de Paulo Rosas, que " os liyors estão desempenhando pálido papel na vida das crianças e adolecentes"»
Educadores como Maria Junqueira Schmidt dão o brado de alerta, dizendo

eer

eeses desinteresse "anomalia que precisa ser estudada"»
Temos, assim, de fazer algo, e urgentemente, para reavivar o interesse infantil adormecido, através de uma biblioteca dinamica, onde a crie^
ça vá às estantes, de opiniões, colabore na seleção dos livros e

participe

do próprio funcionamento da instituição,
O respeito à espontaneidade e iniciativa da crianço. deve ser o critério inicial de todo trabalho nesse sentido,
A
Naturalmente que certas normas: silencio relativo na sala de leitura, respeito aos outros leitores, impostas pelo caráter social da biblioteca, traçam limites aos impulsos dos jovens freqüentadores, O caminho acer/A
^
tado sera canalizar esses impulsos# através de processos educativos. Favorecer 03 debates, os comentários, os projetos, as campanhas, todo tipo

de

atividade que permita pXena liberdade de expressão» As artes plásticas poáem ser chamadas em auxílio do bibliotecário, A criança que pinta ou modela deve alargar o campo das suas inspirações, introduzindo, nos seus

trt*-

balhos^ todo o mundo imaginário que encontrou nos livros: fadás, prá^cipéô.

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�- ^ mágicos, que assim se incorporam melhor ao seu mundo escolar, Um recurso
muito vfiúLioso é a draraatizaçao. Certas histórias pedôm um complemento

de

gestos e movimintos, para mxiitos leitores. Com .algum incentivo representarao as fabulas, encarnando cada um o animal de s\ia preferencia. Mascaras pg
dem ser conseguidas sem muita dificuldade, feitas pelos próprios altinos. Tag
bán não representa grande difictildade a organizaçao de um pequeno teatro de ^
fantoches« O teatro indireto, através dos bonecos, e necessário quando

ha

crianças muito tímidas ou desajustadas.
\
^
A biblioteca e a integragão no meio social.
A biblioteca é tmi elemento socializador, A utilizaçao em comum

do

acervo e, talvez, para a criança , o primeiro passo consciente na sua educação social e cívica. Primeiro passo, porque, na sua matrícula na escola,
a iniciativa parte geralmente dos pais.
Quando assina o seu primeiro cartão de leitor, o aluno assume

ma

responsabilidade e tmi compromisso para com a coletividade.
Habitvia-se a respeitar prazos, não pelo mero fato de serem marcados
por regulamentos, mas porque há outros leitores aguardando, para retirar os
livros que devolver. Acostuma-so a zelar pela conservação do um material que
nao e sou, porem do todos. Aprende a significação de bom comum,
A
O interesse pelos livros facilita aproximações, fazendo que surjam
grupos unidos por tendoncias e inclinações, favorecendo a formaçao de

pe-

quenos clubes.
A informalidade do ambiento ó propícia às atividade associativas. Da
biblioteca podem surgir clubes de excrusoes, filatolia, nimismatica, grêmios
dramáticos

e literários.

A biblioteca pode

possxiir jornal, sendo facílima a utilização

do

um jornal mural, com seções para notícias de livros novos, registro do movimento social, enigmas e charadas, desenhos e caricaturas. As exposiçoos
ß
M.
^
sao também motivos para aproximanao dos leitores e intercâmbio com outras
escolas.
Entro os objetivos da biblioteca escolar não deve ser esquecido, cq_
mo um dos mais importantes, o de servir de elemento de ligação entre a escola e as demais instituições locais. Levar a escola a biblioteca publica,
aos museus, a todo e qualque centro capaz de ampliar a sua ação educativa,
aproveitando os recursos cu3.turais

da comunidade.

Servira, também, como elemento integrador da família na escola, ati^
gindo os pais. Promoverá, assim, para eles, debates sobre livros, inserindo-se na pauta de trabalhos das associaçoes de pais e professores. Algumas
bibliotecas escolares americanas recorrem as mães como aioxiliares volutárias, encarregando-as, por exemplo, da "hora do conto" ou atribuindo-lhes

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�hor^ios de supervisão. São as maes mixitas vezes, que se responsabilizam
por cortos trabalhos, como consertos de livros. Essa colaboração leva
uma melhor compreensão dos objetivos da escola e a um planejamento

a

mais

perfeito do trabalho a realizar»
BiW3,0ßrftfia
DOUGLAS, Mary Peaqock - The teacher-librarian•s handebook. Chicago, III,
American Library Association, 1949.
LAREUCK, Nancy - A parent's guide to children's reading, New York, Cardinal (1958)
RALPH, R.G, - The Library in education (London) Tiirnstile Press (1949)«
ROSAS, Paulo - Interpretação da literatura infanto-juvenil no nordeste. Rg
cife, Instituto Pernambucano do Estudos Pedagógicos, i960.
SCHMIDT, Maria Junqueira - Educar pela recreação. Rio do Janeiro, Agir,
1958 ►

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IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E-DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARA
7 a 14 de julho de 1963

TEMA III - INFORMAÇÃO CIENTÍFICA
f
TELEIMPRESSORES NOS CATÁLOGOS COLETIVOS
por
Lelia Galvão Caldas da Cunha *
(COMUNICAgSo OFÍCIAL)

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CDU

í

017.11 I 654.145

Ce ib-O
Mt
Vv òk

* Chefe da Seção de Informações e Intercâmbio do Instituto Brasileiro
de Bibliografia e Documentação
Professora da Escola de Biblioteconomia do Instituto Santa Ürstila
Assistente do Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional

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�SINOPSE

Cresce, dia a dia, o número de usuários do teletipo,
moderno processo de comunicação que permite aliar.a presteza da ligação telefônica à fidelidade da mensagem escrita.
instalou,

Desde que

se

pela primeira vez, um teleimpressor em biblioteca - o que

ocorreu nos Estados Unidos,

em 1950 - outras instituições congêneres

vêm se integrando em rêdes de teletipos.

O emprego de teletipo

em

catálogos coletivos facilita enormemente a execução de tarefas e aproxima poderosamente as bibliotecas cooperantes que participam
circuito,
não há,

Dos 7U6 aparelhos teleimpressores existentes no

ainda, nenhum instalado em biblioteca.

do

Brasil,

Para propiciar

ao

Catálogo Coletivo Nacional meios de estabelecer comunicação

rápida

com centros bibliográficos importantes, não só da Guanabara

como

dos demais Estados, o Instituto Brasileiro de Bibliografia e
mentação inicia,

agora,

Docu-

a execução de um plano de telecomunicações

que lhe facultará manter estreito intercâmbio com as bibliotecas que
possuem coleções completas e expressivas de obras especializadas,
Primeiramente,

serão conectados à Rêde Nacional de Telex o IBBD

os órgãos sediados em São Paulo e Belo Horizonte,

e

enquanto se aguar

da a instalação de estações centrais em outras capitais estaduais e
quG se aprimore todo o sistema em geral.

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lí

�Comunicação pode ser definida,

em essência,

como con-

junto de técnicas destinadas a promover o transporte ou deslocamento
da informação.
de,

Através das sucessivas eras da história da humanida-

essas técnicas têm sofrido profundas transformações, que vão de^

de o emprego dos meios rudimentares,

conhecidos pelo homem primitivo,

até a utilização da eletricidade, do rádio e da eletrônica.
já nos primórdios da civilização,

sentiu o homem

ne-

cessidade de transmitir à distancia, do modo mais rápido possível,®^
sagens urgentes.

Não foi outro o objetivo das fogueiras acesas

no

cume das montanhas ou do soar dos tambores nas florestas, verdadeiros
ancestrais das modernas linhas telegráficas.
Durante a evolução dos povos,

inventores de todas

épocas têm estudado e aperfeiçoado meios de propagar,
brevidade, notícias importantes.
porém,

as

com a máxima

Decorrido certo espaço de

tempo,

os métodos criados passam a ser considerados lentos e insufi-

cientes,
O progresso do mundo de hoje requer,

cada vez mais, a

adoção de processos que logrem manter ritmo acelerado na transmissão
de informações.

Mas,

o desenvolvimento alcançado, na atualidade,

pe

Ia telecomunicação so foi possível graças ao avançado estágio a
chegaram as Ciências Aplicadas em geral e a Tecnologia,
utilização de meios e recursos de inestimável valia,

que

permitindo a

para atender às

exigências sempre crescentes dos idealizadores e construtores dos aparelhos necessários.
Os principais auxiliares mecânicos da transmissão rápida da informação eram,
telefone.
madas

até há alguns anos atrás,

Gradativamente,

o

porém, vêm cedendo terreno a máquinas cha

" • teleimpressores ou teletipos,

de comunicação,

o telégrafo e

que representam meio essencial

com características especiais no conjunto dos proces.

sos conhecidos.
Externamente semelhante à máquina de escrever,

o tele

impressor e munido de um teclado praticamente igual ao desta, que acionado por um datilografo,
dentica,

colocada no outro extremo do cirf^uito, reproduzindo as

formações letra por "let-pp,
assim,

transmite mensagens escritas a máquina i

'^xatamente como foram redigidas.

in-

Oferece^

a vantagem de consentir a conversação dialogada e aliar a ra-

pidez da ligaçao telefônica instantânea à fidelidade da mensagem escrita,

cm

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eliminando desse modo,

a possibilidade de enganos decorrentes

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�da imprecisão devida à leitura,

a dificuldades de audição ötz-^ujycans-

crição errada de um texto.
Graças a suas infinitas possibilidades,
partições públicas,
sas,

fábricas,

escritórios comerciais,

conquistou reagências diver-

redaççes de revistas e jorne.is e outros tipos de entidades,

sen-

do amplamente empregado ^je em todos os setores da vida moderna onde
se faz mister assegurar a transmissão imediata de notícias ou avisos,
sem risco de deturpar o texto original da mensagem.

teletipos.

Em bibliotecas, data de 1950 a primeira instalação

de

A Racine Public Library e a Milwaulcee Public Library,

no

Wisconsin, Estados Unidos,

são as pioneiras e seu exemplo

consideravelmente entre as instituições congêneres.

frutificou

A lista de biblio

tecas dotadas de comunicações por teletipo vem aumentando constanteman
te não só nos Estados Unidos como na Alemanha, Áustria, Bélgica, Dina
marca. França, Países Baixos, Polônia,
lováquia, Noruej-a,

Grã-Bretanha,

Suiça, Tcheco-E^

Suécia, Japão e África do Sul,

O extraordinário impulso dado às Ciências

nos

tempos

modernos tem provocado verdadeira avidez de informações precis"

-

e

seguras, o que parece ser exigência do próprio estado evolutivo que a
tingiu nossa civilização.

Cada dia transcorrido marca nova etapa

no

vasto mundo de inventos e ensaios em todos os setores científicos

ou

técnicos.

Apesar da riqueza de experiências acumuladas por cada ind^

víduo dedicado ao estudo ou a pesquisa, não. lhe é possível ignorar os
trabalhos e progressos de seus semelhantes.
Os conhecimentos adquiridos pela humanidade estão fixa
dos em documentos de toda espécie e concentrados nas bibliotecas,
distinção dè épocã,) origem ou nacionalidade.
de informações pudesse ser colocada,
teressados,

sem

Se toda essa abundância

prontamente,

à disposição dos in

as exigências culturais do mundo atual seriam praticamen-

te satisfeitas e todos os documentos produzidos encontrariam utilidade e justificativa.
No entsjito,

a acessibilidade física do material biblio

gráfico continua sendo o "calcanhar de Aquiles" das técnicas de documentação.

Trazer

êle desejado,

leitor o livro ou documento, dentro do prazo por

tem sido dos maiores probl«^mas

:;nfrentados por bibliotja

cas e centros de documentação de todos os países.'

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�Essa acessibilidade depende,

entre outros fatores, dos

catálogos coletivos e da conquista de novas facilidades de comunicaçãa
Á publicação solicitada por um leitor pode figurar numa das estantes da
biblioteca mais próxima5
cidade ou do país e,

e pode,

até mesmo,

também,

estar em outra biblioteca da

em outro país,

0 estudioso é, geralmente, um homem que pesquisa em cir
cunstâncias difíceis, que dispõe de horas de trabalho limitadas e que
enfrenta situação financeira quase sempre modesta,

Para atendê-lo

e

lhe propocionar comodidade e que as bibliotecas empregam instrumentos
e técnicas adequadas e procuram se munir de meios de comunicação rapí
dos e eficientes, não obstante serem,
tos de comiinicação,

elas mesmas,

legítimos instruim

já que se dedicam a tro-nsferir informações.

Os catálogos coletivos constituem importante elemento
em prol do estreitamento das relações entre bibliotecas, não só no p]^
no nacional como no internacional.
co funções, quais sejam:
mo-entre-bibliotecas,

Segundo L. Brummel,

localizar publicações,

podem ter ein

facilitar o emprésti-

coordenar ou controlar as aquisições,

fornecer

informações bibliográficas diversas e registrar o acervo das bibliot_e
cas participantes.
em verdade,

Conclui êle,

porém, que um catálogo coletivo

é,

além de centro de informação, nada mais que autên;i3.ào "li

vro de endereços".
Sua finalidade precípua é,
presteza possível,

pois, determinar,

com

a

onde se encontra a obra que está sendo solicitada

por determinado leitor que a deseja consultar, mas não pode ou não a
quer adquirir, não a encontra nas livrarias au na
tuma freqöntar,

biblioteca que co_s

ou não dispõe de tempo para a procurar,
Á eficiência dos catálogos coletivos repousa,

assin^ em

grande parte, diretamente na maior ou menor prontidão com que ipnseguem se comimicar com as bibliotecas.

Apenas participando de um

cir

cuito de teleimpressores lograrão eles obter a máxima destreza.
Os propósitos de cooperação entre bibliotecas f irmam-^sé
cada vez mais e a rede de teletipos parece ser a melhor solução para
as aproximar do catálogo coletivo.
Através do teletipo,

pode um catálogo coletivo desempe_

nhar quatro principais tarefas;
1 - Receber, das bibliotecas cooperantes, dados refeim
tes a novos títulos incorporados diariamente aos seus acervos,

o

que

o manterá absolutamente atualizado.

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�Z - Responder perguntas de natureza bibliográfica

que

requeiram solução rápida e direta,
3 - Estabelecer contacto com outros catálogos coletivos e centros bibliográficos do país ou do Exterior.
k - Fazer qualquer espécie de consulta a qualquer integrante da mesma rede.
O
te,

teletipo é de importância primordial porque permi-

como o telefone,

fazer ligação imediata de assinante para assinan

te e presta serviços durante ZU horas diárias,
mensagens mesmo na ausência do operador.

;)á que pode receber

O aparelho receptor é pos-

to em movimento pela própria transmissora,

funciona automaticamente

durante todo o tempo de recepção e só pára após terminar de registrar
a mensagem.

Assim,

se, no momento da transmissão, o catálogo coleti

vo ou a biblioteca que a recebe não estão ainda em fimcionamento, bas.
ta que o operador,
ausência,

ao chegar e encontrar as mensagens recebidas na sua

as retire do aparelho e providencie seu atendimento.
Quanto ao custo de instalação do aparelho® a respecti

va assinatura junto à repartição central competente,
ria de país para país.

Cumpre, no entanto,

e óbvio que va-

ressaltar que uma chama-

da telefônica internacional com a duração de três minutos custa,
modo geral, bem mais caro que a mensagem por teletipo,
missão internacional,

de

também em tians

com a mesma duração.

A extraordinária aceitação que teve o teleimpressor en
tre empresas e escritórios comerciais leva a crer que a integração mn
circuito - feitas as contas relativas às despesas correspondentes - é
compensadora«

Não surpreende,

por conseguinte,

a circunstância de se

localizar numa cidade altamente industrial a primeira biblioteca
blica européia a instalar um teletipo: Manchester Central Library,

púem

1955.
Catálogos coletivos munidos de teleimpressores transigi
mam-se em poderosos instrumentos de trabalho.
as bibliotecas,

em conjunto,

coleção bibliográfica,

disso,

podem ser consideradas como única e rica

cujas unidades se acham à disposição de qual-

quer consulente, bastando,
através de

Em decorrência

para o atender, uma ligação fácil e rápida

teletipo.
As técnicas modernas de telecomunicações derrubam fron

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�-5teiras nos domínios da cooperação" entre bib^otecas, . Assim,
de vista teórico,

talvez se possa, mesmo,

audaciosa, mas não prematura - que,
temas de aquisição planifiçada,

do ponto

afirmar - em profecia jiuiçá

estabelecidos e desenvolvidos -si^

com base em acordos internacionais,

e

constituída perfeita rede de teletipos entre as bibliotecas de todo o-mundo,

passem os catálogos coletivos - utilíssimos t:as dispendiosos -.

à categoria de serviços dispensávies.
Estamos chegando a transformações radicais em todos os
campos.da atividade humana,

No momento em que os teletipos vierem

a

substituir completamente a mala postal em todos os setores, muitas ho
ras preciosas serão poupadas nas atividades dos cientistas e

homens

de negócios*
. Bibliotecários devem também se preparar para os utilizar - como fazem, hoje,

-

com o telefone - de todas as maneiras ^ps^ívei^

não somente para satisfação de uma consciência profissional, mas tam-''
bem como'parte de esforços dospendidos no sentido de contribuir para a
■. difusão dos ideais

de fraternidade universal e para o progresso" das

nações.
Segundo dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro

de

Geografia e Estatística e pelo Departamento de Correios e Telégrafos,
há em funcionamento, no Brasil, na presente data,

aparelhos tele-

impressores, dos quais íikO ligados à Rede -Nacional de Telex, daquele
Departamento»

Destes, 200 assinantes se localizam no Rio de Jemajuxy'y

outros 200 em São Paulo e Í4.O em Brasília,
É lamentável ter que registrar que nem sequer um
7Í|6 aparelhos existentes

está,

dos

ainda, instalado em biblioteca.

Cônscio de que o intercâmbio de informações bibliográ-- &gt;•
ficas deve ser promovido pelos meios mais adequados e eficientes

e

proôurando incluir nesses meios os modernos recursos da técnica,

o

Instituto Brasileiro de Bibliografia o Documentação, do Conselho

Na- .

cional de Pesquisas,

está iniciando a execução de um projeto que lhe

, •

permitirá organizar e manter uma rede 'de telecomunicações apta a faci
litar aos estudiosos e pesquisadores de todo o Brasil a documentação
necessária a seus trabalhos e investigações,
;Atu.'^].nentej

inclui o C^t.''^lc:3o Coletivo Nacional aproxi

madamente 1 5OO 000 obras e 30 000

títulos de periódicos, que podem ^

•

encontrados em quase 300 bibliotecas brasileiras.

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�A fim de localizar as obras solicitadas pc.ra estudos e
pesquisas e propiciar aos respectivos requisitantes o documento origi
nal ou em cópia fotográfica,

o

Catálogo Coletivo Nacional comunica-se,

por "fâ-efone ou por correspondência,
e do estrangeiro,

com diferentes centros do Brasil

com eles desenvolvendo intenso intercâmbio biblio-

gráfico.
Como é natural,

o processamento de todo esse trabalho

precisa ser realizado com a possível rapidez,

pois, quase■sempre,

os

pedidos de dados e de informações tem por objetivo complementar pesquisas científicas ainda era elaboração na oportunidr.de ou ilustrar re
latórios e teses ainda sendo redigidos.
Simplesé, então, depreender que o IBBD tem absoluta
cessidade de manter estreita cooperação com as bibliotecas que

nepos-

suem coleções mais completas e estpressivas de obras especializadas

e

que,

quanto mais fácil e pronta for a comunicação com essas bibliote-

cas,

tanto mais rápidos e eficientes serão os serviços que presta.
Para vencer a precariedade existente nos meios

tuais de comunicação,

habi-

o IBBD solicitou ao Departamento de Correios

e

Telégrafos integração do Catálogo Coletivo na Rede Nacional de Telex,
para que posso

j

facilmente,

estabelecer contacto com as entidades qiE

possuem as coleções mais utilizadas pelos estudiosos e pesquisadores.
Essas entidades são; a Biblioteca Central e a Divisão de Docuiiientação
da Reitoria da Uhiversidade de São Paulo,

os Serviços Centrais de In-

formações Bibliográficas das Universidades da Bahia, de Mina^ Gerais
e do Ceara,
fe,

o Serviço Central de Bibliotecas da Universidade do Reci-

o Centro de Bibliografia e Documentação da Universidade do Paraná,

o Serviço de Bibliografia e Documentação da Universidade do Rio Grande do Sul,

a Biblioteca Central da Universidade do Pará e a Bibliote-

ca do Instituto Nacional de Pesquisas da iimazônia,

em Manaus.

Alem dessas entidades situadas em cidades distantes da
sede do IBBD, necessita este promover comunicação rápida com as

bi-

bliotecas do Rio de Janeiro que mais utiliza para. permuta de informações e que sao as da Faculdade Nacional de Medicina, do Instituto Oswalde Cruz, do Museu Nacional,

do Departemente da Produção Mineral,do

Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e do Centro Nacional de Informações em Microbiologia.
No entanto,

a situação ainda deficiente da rede de te-

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lecomunicações'do País,
al.

limita, de início,

Enquanto aguarda que o sistema,

ciável progresso,

a execução desse plano ide-

em seu conjunto,

apresente

apre-

através de inversões de vulto e de reformas das

ses de funcionamento e operação,

&lt; "

ba-

o Departamento de Correios e Telégra-

fos propôs conectar apenas as entidades sediadas em São Paulo e Belo
Horizonte - cuja estação central acaba de ser inaugurada - já que

as

centrais de Brasília e do Rio de Janeiro se encontram totalmente esgotadas e não há, ainda,

instalações para as outras capitais mencionadas.

Com relação ao Rio de Janeiro,

espera o Departamento que sobrevenha al

guma possibilidade de atHndimento,

em face de eventuais desi^stências

de assinantes.
Ligados à Rede Nacional de Telex o Catálogo Coletivo Na
cional e os órgãos de informação científica citados, qualquer
terá imediato acesso, mediante simples operação de discagem,
.melhante à usada nos telefones automáticos,

deles
em tudo se

a qualquer outra entidade

também aliada à Rede,
No momento em que bibliotecários e documentalistas brasi
loiros começam a se aperceber de que a mecanização e,

até mesmo, a au-

tomatização dos serviços técnicos de bibliotecas já não é mais longínqua miragem, deveria este IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação fazer veemente apelo aos responsáveis pela administração
de todos os orgãos - &lt;^t!ja cooperação é indispensável à consecução

dos

planos em benefício do desenvolvimento da documentação e da informação
científica - para que estudem a possibilidade de se tornarem participantes de uma rede de telecomunicações destinada a promover rápida

e

eficientemente o transporte da informação.
Todo estudioso é um p&lt;jsquisador em ..potencial,

esteja no

/unapá, nos Pampas, no Rio de Janeiro, no Nor«deste ou no Planalto Goiano.

SÓ utilizando métodos modernos será possível levar aos recantos

mais remotos deste País - cujas longas distâncias dificultam grande pr
te de qualquer empreendimento - e colocar nas mãos de cada pesquisador

i

ou estudioso o documento, muitas vezes de vital importância para quem
não dispõe de recursos para obtê-lo no local onde reside ou trabalha.

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                <text>Cresce, dia a dia, o número de usuários do teletipo, moderno processo de comunicação que permite aliar a presteza da ligação telefônica à fidelidade da mensagem escrita. Desde que se instalou, pela primeira vez, um teleimpressor em biblioteca - o que ocorreu nos Estados Unidos, em 1950 - outras instituições congêneres vêm se integrando em rêdes de teletipos. O emprego de teletipo em catálogos coletivos facilita enormemente a execução de tarefas e aproxima poderosamente as bibliotecas cooperantes que participam do circuito. Dos 746 aparelhos teleimpressores existentes no Brasil, não há, ainda, nenhum instalado em biblioteca. Para propiciar ao Catálogo Coletivo Nacional meios de estabelecer comunicação rápida com centros bibliográficos importantes, não só da Guanabara como dos demais Estados, o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação inicia, agora, a execução de um plano de telecomunicações que lhe facultará manter estreito intercâmbio com as bibliotecas que possuem coleções completas e expressivas  de obras especializadas. Primeiramente, serão conectados à Rêde Nacional de Telex o IBBD e os órgãos sediados em São Paulo e Belo Horizonte, enquanto se aguarda a instalação de estações centrais em outras capitais estaduais e que se aprimore todo o sistema em geral.</text>
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                    <text>Digitalizado
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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTEGONOIAIA E DOCUCTTAÇÃO

O setor retratos na seção de iconografia
por
Lygia da Fonseca Fernandes da Cunha

ò O
tf:c£

Fortaleza
1963

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�o 3ST0R ESTRATOS líA SliÇJCo DS ^SOIÍOGRAFIA

Ly^ia da Pçnseca Fernandes da Cunha
Bibliotecária, Chefe da S.I.

Ao iniciamos a z*eorganização da S.I.^dentre os problemas que consi
déramos de maior importância estava o da catalogação de retratos«eujo fi*
ohário existente mencionava» até então» a entrada do retratado sem maiores
detalhes.
Fonte de consulta das mais importantes«, é necéssário que possa o lei
tor, pelas indicações constantes da ficha» ter noção do que vai consultar.
Aasim, orientamos nossos trabalhos no sentido cie incremõntar ao máximo

as

pesquisas sobre os retratados» completan^ a fic:ha com dados biobibliográficos.
Ideámos um tipo de fÍcha*padrão que é o atualmente usado:
I

Retratado

datas

dados biográficos
autor de:
procQsso iconográfico

dimen&amp;Ões

lugar»casa reprodutora»data

In
Vide: bibliografia
Passemos as explicações sobre cada item:
1) « retratado: indica a pessoa cuja imagem é reproduzida»sendo neste fichário a entrada principal. Quanto às regras de catalogação para a entrada do noffio» seguimos as da Seção de Catalogação da Biblioteca tíacional»
cujos trabalhos tem sido divulgados. Seguem-se as datas de nascimento

e

morte.
2) -&gt; dados biográficos - em poucas palavras define-sn o retratado. Sx.:
poeta baiano; oficial do exército francês» tomou parte na Ia.guerra mundial; etc.
3) - autor de

-

a fim de melhor identificar o retreitado» indicamos ape-

nas um trabalho» o mais conhecido»que seja de stia auti&gt;z*ia. £x: Autor de:
Os Sertões.
- processo iconográfico - é de grande la^rtánciaypois nos dirá da autenticidade da peça. Às vezes representa diretamente o indivíduo»como

na

fotografia»desenho ou retrato posado» etc.» e outras yazes é cópia de um
trabalho já feito» sendo reprodução por processos mecânicos ou artísticos
de trabalhos de outz*em.
original por ...

No primeiro caso menciona-se. fotografia» desenho

(nome do curtista); no segado» as explicativas tem

ser mais conçletas: litografia por ...
de ...

(nome do litó.jrafo)

que

segundo desenho

(nome do desenhista)» fotografia de um quadro a óleo de*.,

(nome do

pintor; fotografia da litografia por ... nome do litógrafo; etc.
5) - dimensões - altura e largura da peça dada em milímetros. Em se tratan

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do de uina estampa com margens» q conveniente dar esta segunda dimensão.
6) - lugar - quando for possível identificar o lugar em que foi feito
trabalho9 deve-se mencioná-lo. Iluitas vezes as fotografias tra»0m

o

o nome

da cidade em que se estabelsce o fotográfico e as estan^s podem ser loca
lizadas pelas casas editoras que as divxiLgam«
7) - casa reprodutora - é o estabelecimento que assua» a responsabilidade
cox*respondente ao de editor de uma obra. Pode ser ura fotógrafo» uma ofici
na de in^ressão« etc.
8) - data - sen^re quo possível assinalar a data em que foi feito o retra
to. Não sendo este» m msiiorla dos casos» datado» pode-se atribuir uma d^
ta apro.xliaada» sendo iieste caso colocada entre colchetes. I^o confundir »
I

entretanto» cora a ejyjca em que foi reprodusido o personagem» o que nem sem

!

pre acontece em vidi do retratado. Uma das deficiências que ainda não con^

i

guinos superar á

de atribuir a idade aproximada do retratado» p.ex.» re-

trato feito quando tinha aproximadamente 20 anos. rias con^ há facilidade de
I

por ao alcance

leitor todas as peças existentes na S.I.» o interessado

vara qual a que lhe convém. Cabem melhor estes dados a um catálogo descritivo» no qual 'ssteja minuciosamente feita a descrição da peça. Como exemplo
temos» já publicado noB&lt; Anais da Biblioteca Nacional» volumes XVI» X7II »
XXI o Catálogo dos retra tos ooligidos por Diogo Barbosa I&lt;feichado» pz*eparado
por Z.Msnezecr Brum» chef3 da Seção de Sstan^s.
9)

in &lt;*&gt; quando ocorrò ser a peça incluida numa revista» fazer parte

de

uma serie de retratos cmb título comum» ou mesmo estar incluida em um álbum
ou obra» mencioxia-se eute item como se fosse ficha analítica. Sx; titulo da
^

revista» ano» n^ e página» nome do autor» título da obra» n^ e página» se -

I

rie» n^

í

10) - vide - indioamor também na ficha uma fonte de referência onde se
nha conqpletado a pesquisa biobibliográfica do retratado. Apê /.

te»

de ser qua-

se seii9&gt;z*e necessário conoultar-várias fontes» seria demasiado relacioná-las
[

todas numa ficha quo^ não' tem a xcesma finalidade que uma ficha de autoridade.
Temos» então» comp.teta a ficha do retratado.

:m

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�-3-

Ex», 1

Ciildas Jurlor,i;'rancis3a /iit.onio \rie?j;'aA368=-l'?13
iu.io urönae díí 3al«

!

dcn-iaj:lst.n iJergipam» re.-; ideri"c.9 nc !
i

Autor dçsCart;a.3 gaúchas,.

|

dessnho a bico do psna por M„J.Ga;í'riier O^119x0
Jn

Sdnetoíi l;-rasile ü-os.

Rio de Jar.einíjF.a.rdiriiist-

.L0é?-I670, vol,.6, n.2)6

i

Vide; Dic,bi&lt;,i«bíbli:&gt;g:íaí'icc sergipano^

i3x.., 11

P*,94

iU'rablda,Antonio de, 3acQrdota,ly71 « 18^)0
Fortujues; bispo de Ansuiur;la; Dlr&lt;:í:or da -]5;í&gt;1:L3-^
toca Nacional do H^o le Jsineirc de ;ií;i2:í a .1331.
lito^ode 3,A^3.is30ri'
jRio i0 Jarieí-rOf C€;,I852!|

0j5;30x':),,rjj0

Videí Sacraniento Blaice,p.43

f
JiX,

iü.;»aida, Caa.-J,i(io ?.fenc&gt;3s dsi,
i6aB-18ei.,
líaraabãiasej advo.gadc; prcf^da ?aeu:^i£.d0 do
Direito do Rio de Jar siroj DepL.teido ét Asjíqei jlciia
Lcgis-LsiSivâ ]:'3l.a prov.do riaranhao.
Autor de: CÓdiiio Fi lipino,

-

litog.de Cc'13,ai,'ie^Si5gui2c,o des^enho origina'
pc.r L .A. Boiaaiigo-r,
em 3851)
Paria, Imp« iQinrci ir, 1856»
, LrA. A íseiableia Geral :Leg5.33.?iita&gt;
vfi (9aJ de líi53 a 185 )Vid&amp;s íJacraEeiTitfco Blav;©, v.a, p.35-72*
O cs,so dc3s retratos eai grupo é ma,.s
da idçíitòiricar c.ada

hfivtjido «HctJSHidiâde

dos pc-rHiínag^ms 3ej)ar8dameiit..2 p cia.ni:io utia ;io-

t;a offi qu.3 jje dkü^i-ííoíikí) a pei;a eu que estiver lnclüi..c!'!j* £'.xs "!!5cha~:3ä
:ln.clviido no .grtifo rap.roduaí.lc j&gt;oj:' c.;asl30 de tal üato".

íír.vfüido Jjoca

ralaçao sctaujii er:iire a:3 pt3aíi'3E,s Incliiidas iia iresma p3 ;:aj

podo-fjo

fa

539r xaoia ficha cxlativa corafi ent.rada priicipal;, nac' fii!pí;di; ido que ue
-t^aça ütta j:!at.âlctÊ;ação imalít.ica.. Ex#^
1

Drle^.ans e 13r.agan&lt;.-a {faii!:5.ia)
i\ Außu.sä';a Fciiíiilia Inrpisrial do Erasil.,.
Ginipo forjnado por I).PedíX&gt; II, D..1her5sa Crlsti
na, J.Xí5a'59l a D.L&lt;í::ipol;lin,a - «ei corpc i:s.tfjirtí»
lltog.por IL.Flri.U3S,::íeg7j!:ido o quadro de Fo
t- í.'iC\i*9ai^ s
file

de Jimelro, H,.Zl.eluas

jcarlSóOj

].. V'ídro :[If lB|j:3jr'adijs* d &gt; Br g.sLl „1825 -I. B91
Ü.-Q^aeriiííí^a Criatím I-Ja:r:La,Ii^eratriz do Í3ra3i}.f].3í!:3-:i689
3.1sab&lt;;l,jprlíwv2ra do
I04ó-'19í;.l,
ÍHl^3opC'li3in.ij, priiwesa do 3rasá.! &lt;,18^7-1

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.

EfíbradãiS secíiTidárias
!

NaD é fácil a atribuicic de s.sBUxjZ'Citi

cixie s&amp;o dados dê acóV

do toai .a p-r.0ffi33eô- «x^r^ld-aí pelo r«t-atÄ,d.o&gt; E®. se tr-a.tando de pçsrsQziage:ns qyB «juitas i^eaes ocupa® varlíss cargos?, e necessário áe*i,eí«ioti4"''l"ís
5. fí-TE C.3 TÃO scbrecí.rregar o fichàrlc víoso eritra.dÄ8 d2firôce3Â.âri'»5,A.l:t,Ís
2iá.

alrida se ss^uda ma tipo áe

ds âc&amp;ráo gcízi o aateriaj.

em ii3C2.-iâlog&amp;íáoi, rasao í^la qwal a5..nd«\ riSo for-sai ds^dobradâs as fichas
ecmiJâMís ^caieíj^i® os c&amp;be&lt;5ál,bo.s i^a pistÊ dâ ficha pL^ir-cipal» OportUEÄasiita ssrr-â fôito ô dasdobrs^eistôc

!

São atribuídos os cabôí^alhoa pslas prcfissHes do r-etrat&amp;dO;,
y

ssgimáo as 4;xplica&lt;so3s fornecidas soo i-csai 2» sôguidos da dlstr-ibuiçêo

I

geográfica*, E:^:^. t

I

'jomÊEiistas '» Ermsilj Caâ:r®t.
l^clcos
Oeoir^e serea certos cabe «galhos aeis coxpl-JiaioSí õ&lt;mc zto c&amp;so
das pessoas ci© exercem cex-gof» oficiais om prcfissoes áe cla^siflcaçAO
precár-ia, qviajodo ôitSo ad0t.aB08 -jjß grupuasRto gerilricoa
Fdncioíiarios pés^licos"

Delegados de polícia

ver
Administração pública - Brasil
Deputados; Senadores;

Sstadlscas; Revolucionários

ver
Políticos - Brasil.
Os Presidentes de República

recebem o cabeçalho "Presidentes

de República" subdivididos pelo nome do país» seguida da subdivisão cronológica. Ex.:
Presidentes da República - Brasil, 1914 - 1918
Para os oficiais das Forças Armadas Julgamos conveniente, em
vez de adotar a entrada genérica rtLlitares, subdividir pelas diferentes
àrmas. Bx.:
Exei'cito • França
Marinha - Brasil
Para personagens com abundância de material iconográfico tais
cmao medalhas» efígies» bustos» fotografia da casa que nasceu» caricaturas» etc.» far-'se-ão subdivisões subordinadas ao respectivo nome: Ex»:
Arnold»í-í^tthew» 1822-1Q88 - Caricaturas
Balsac» Honoré de»

1799 - 1850 - Iconografia

Alént das entradas de cabeçalhos de assunto» constam também
da pista as ent.radas de fotógrafosj, artÍTfcas^ gravadores que servirão
de base pin», p€is:qi\lj^ô, smís que bÓ oportiinsiíaeate serão desdobradas.
Quanto à conservação do material na S.I.» distinguimos as peças pelos diferentes tamanhos grupados em 3 diferentes arcazes; mencio-

1,

�-5na*9e no canto superior esquerdo da ficha o número que lhe foi atribuido
(1,2^3,)• Toda a iconof;^afia referente à mesma pessoa» sendo do

mesmo

tamanhof acha-se guardada no mesmo envelope» que tem por fora o nome com
pleto do indivíduo e datas, envelopes estes arrumados em ordem alfabética.
A consulta é bastante simples» bastando ao leitor mencionar o
retratado e o arcaz em que se encontra a peça.
Este trabalho de catalogação de retratos está entrosado

com

vários setoresf pois as revistas» obras literárias e históricas» estampas
artísticas» muitas vezes reproduzem imagens de pessoas necessitando
tal documentação sobre o personagem. Esta deficiencia ainda existe

de
na

S.I.» onde os trabalhos ainda estão em fase de reorganisação»pretendemos»
assim que seja terminado o trabalho ük que estamos procedrndo* continiaar
as pesquisas no sentido de fichar analiticamente o acervo que possua imagens.
Com tal finalidade» entre as inovações programadas ao z*eorgai^
sar o setor Retratos» estaz*ia a reprodução fotográfica» em tamanho reduzi
do» da peça original a ser inserida na ficha do salão de leitura» permi tindo ao consulente um primeiro contato com o material e impedindo o seu
desgaste. Este processo já em voga em muitos centros de documentação» é
já realizado entre nos» em São Paulo» na Seção de Arte da Biblioteca Municipal. Entretanto» por dificuldades de ordem técnica» não foi possível
até a presente data» organizar este fichário mais aperfeiçoado.
Por se achar ainda na fase experimental» não deve o atual fi
chário da S.I. ser tomado como padrão. X medida que ocorrem os problemas»
temos que modificar nossos pontos de vista» mas de modo geral» as regras
que aqui deixamos elaboradas são as que se nos afiguram imprescindíveis»
sujeitas a revisões conforme as conveniências.

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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gentilmente por:

�i&gt;

tofín^^xl/x ^.?i
■^''5ÍI3&gt;

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cm

12

3

I Digitalizado
-gentilmente por: ^^„^1.!"

14

15

ig

17

is

19

20

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE 3IBLI0T3C0N0MI4 E DOCUiríNTAÇÃO

ÁS bibliotecas ambulantes do SSSC e SESI
por
Lourdes Gatharlna Gregol

(l

SÃO PAULO

°]

V?^40.CitoJ^

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�TOMA II
■As Mtliotecas ambulantes do SESC e SESI
1 ERVICQ

SOCIAL

Departamento Regional

DA

" OBEGOL» I^nrâes Catharina

X N

S T R

I. A

do Rio Grande do Sul

Divisão de Educagao Social
Serviço de Bibliotecas Ambulantes

Em I95I5
Sul

foi

o Serviço de Bibliotecas

promover a recreaçao e
trabalhador,
consiste»na

através de

Ambulantes do SESI,

com

do

o fim

de

o aperfeiçoamento técnico e cultural

do

leituras selecionadas. O ^erviço

que

instalaçao de caixas-estantes moveis com capacidade

para 70 obras na^ empresas
ko emoregados,
sao.

criado no Estado do Rio Grande

industriais,

que

tenham um mínimo de

tem registrado anualmente uma contínua progres -

O Serviço possue também caixas especializadas destinadas a

Centros Ass i stenc i ai s e alunos do SENAI» Cada cai xa-estante per.
manece na estaçao de leitura pelo espaço de 60 a 90 dias,
A
forme o interesse demonstrado pelos leitores.
Objetivando,

também,

o aprimoramento técnico dos

encarregados das bibliotecas nas empresas,
camente,
e

seminários com os mesmos,

con -

onde

realizam-se,

periodj,

sao debatidos problemas

inovações que se façam necessárias.

Os dados estat1 sticos que damos a seguir sao por
fé
....
I
si so um quadro bem significativo das atividades do Serviço
de
Bibíiotecas Ambulantes,

Ano

cm

1

Municípios
atingidos

de

1951 a 1962.

C . E. em
c i rculaçao

Obras em
c i rculaçao

Emprest i mos

1951

5

24

1.500

1 .250

1952

11

kl

2.413

4.974

1953

15

77

4.761

11.787

195U

17

96

6.056

21.137

1955

17

117

7.562

27.705

1956

19

13U

8.710

32.127

1957

19

151

9.850

41.429

1958

20

161

10.583

48.041

1959

20

167

11.690

49.282

1960

22

175

12.250

50.143

1961

23

m

12.880

50.684

1962

26

201

\il.O7O

57.171

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
st e m
15

16

17

18

19

20

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12

3

I Digitalizado
-gentilmente por:

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-*ac.;;^!&lt;' ,&gt; ^-vrs:,

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�Digitalizado
gentilmente por:

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gentilmente por:

�15

16

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20

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCimENTAÇAO

A Diretoria do Ensino Superior, a „Biblioteconomia e a
tm
.
^
Documentação Cinclui a Bibliografia preliminar inédita
de Teses Brasileiras)
por
Francisco Figueiredo Luna de Albuoueroue

Fortaleza
1963

\

�l
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E TOGUMENTAÇAO
UNIVERSIDADE DO CEARA
7 a 14 de julho de 1963

TEMA

III

-

INFORMAÇÃO CINETÍFICA

A DIRETORIA DO ENSINO SUPERIOR, A HEBLIOTECONOMIA E A
DOCUMENTAÇÃO
(inclui a BIBLIOGRAFIA PRELIMINAR INÉDITA DE TESES BRASILECEASi

por

FRANCISCO FIGUEIREDO LUNA DE ALBUQUERQUE ,+

CDU

002 : 378(81)

pá.;oU.2&gt;
ot

+ Organizador do Serviço de^Documentaçao da Diretoria do Ensino Superior do
Ministério da Educaçao e

cm

12

3

Digitalizado
-gentilmente por:

~

—...

o

14

15

16

17

18

19

20

�A DIRETORIA DO EÍI3DI0 SUPERIOR,
Ã BIBLIOTEGONCMIA E h DOGUIÍSÍITAÇÃO
«-• Convidada » se f§zer representer no IV Congresso Brasileiro de Biblioteco^a
mie-e Documentaçãoy « Diretoria do Ensino Superior (D,E.3u) do lEnistéri-o d» Edjij
cação e Cultura, não poderia deixar de fazê-lo ~ e com praser - tanto mais rue o
temn eentral do conclave fieou send® '-'-A Educação i*itravés-d© Biblioteca"r
-V«lendo-se dn oportiMiidade, .1 D,E,Su de se j r

ore sentar um breve relatório

-

de atlMdndes recentes« rue vem desenvolvendo e oue julgn interessar a* biblioteca
rios e docwraentalistns,

-

-

Crític»B e sugestões serno muito bem recebidas e, mesmo, solicit«&lt;d'&gt;s,

CURRÍCULO MÍNIMO DE BJBLIOTECOKaiM

No início do ano nue-ppscou,

D.EySu, atenta ao aue prescrevia o -Art.

70,

Lei de Diretrizes e B»ses dn Educação e o Art, 1^ da Lei 4..OSA, de 2,7.1962,
reuniu uma Comissão de Especiolistí^s na matéria' por'" elaborar um projeto de cu£
rículo mínimo do enrino d" Biblioteconomia e Docuraent&lt;a§"o.

A Comisnão

contou

com os Poguinter-membross ADVIER LELLIS CORRÊA VICEI&gt;ITIÍÍI, 3o Instituto Tecnológj,
co d" Aeron^utic*" j CORDELIA ROBALINHO CAVALCANTI, d*i Universidade do Recifbj EB
SO» NERI DA FONSF,eA-, ;

Cam^r- dos Deput'-dosj ETELVINA LM, ãn Biblioteca Estja

âu^l de Min«a Gerai-sj SULLY BRCD3ECK, do Instituto Tecnológi&lt;;o-do Rio-&gt;-Grande do
Sttl o ZILDA GALHARDO DE ÃRPAJSOf d" F-euld-^de de 3?ilosofi'&lt; Santa tlizsulo. Rio -de
I
J*&gt;neiro,- O dooiimoRto. preparado, foi apresentr-do-ro Conselho Federal do Educaç?o,
como colabor*&gt;fíio da D,E*i9u. -Dado n -f3un.
reproduzi-lo anui,-mas-«Igumas.

erténsno (5 f. miraeogr.) não 6 possível

cópias fí^o disponíveis o poderão ser remetidas »»

possíveis intoíossados,

ROTEIRO PARA ORGAIIIZAgíO DE BIBLIOTECAS UÍÍIVERSITARBS
Tendo om vist'^ r rccente criação do varias universidades, ■•bom-como
liz^çí^o de "Igumas oiitr'^s-, -«-D.E.Bu. ciontc d^n dif'iculd«dos' ouo algumas

fodor^
del"S

Qct^ri^m enfrentando p«ra sua organização 0 conscionto da importanci»* d» biblio
tocfl modorna n*» estrutura xmiversitária, -solicitou do bibliotecário EDSON NERYDA FONSECA' a preparação de um-»documonto nue mol-hor ag oriontnsso na estruturação
ée tal !?orviço,

O documonto nue. foirmimoografado (l2 p.) c distribuído a

tôdae

as Univorsidndes brasileiras, obtevo oxcolonte aceitação, como o comprova a co£
respondôncia rocobid",

Na imponsibilidade do transcrovô-lo na íntegra, apreseji

tamos seu sumário, inform'»ndo estar
dado

D,E,Su, estudando com o Autor a possíbilj,

do publicá-lo om folheto1

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st em 4^
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lí

�1 - Objetivos e iraportpncie du bibliotec» iinlversitírli

*-2-

2 - Org«nizpçSo e direçso
3 - Instsleçíío (locsl, ■ mobiliíírio, ete.')
4 - 3eleçno de iivros s- -A^uisigpo
5 - Cl;&gt;Rsific§5ão

e cetalogação

6 - Serviço de referênci« e empréstirao.
sí»o

do »cervo.

7 - BiTDliôgrnfie

Facilidades pos leitores. Difu-

-

-

-

--

esnenci«! nobre biblioteciis universitáries

BIBLIOGR'^FB PK^LIímiiR DE üSfSS 3R.^SIIS 111^.3
t

t

iilertsds pnr^ p ineriítêneiin de informações' nobre t^^g^y^gj^reseRtpdws-

Esco-

las í3uperiorein do Br»f&gt;il-..e de iinr&gt;ortnncia dp reunido desse nrterial pnrp-uso

de

documentfllirtP!? g pesr-uis-dores nos diversos rsmos do conhecimento, a D,E,Su,, vjj
lendo-se de sii» posíçpo «d!:iinistr»»tivfi, íus estp recolhendo»
-É propósito

divulgp-lf»n emformp bibliogréficp (provavelmente ,pnfllític«) me-

diante convênio com instituição especi'^lizpid»^, possivelmente o Instituto BrasilejL
■—

ro de Bibliogrffi»- e DocumentpçPo.

-Entretanto, dada p oporttsäi-idsde desse Congresso'-e para nno roterdT mpis» «indp « divulgflçpo desse material em nome de um GX8ge«ado perfeccionismo, b B.E.Su,
resolveu oforecer aos ilustres congressist-sy de-maaeirn «ue lhe é possível- no n\ß
monto, ump rolf^çpo dps te^es rocebidrr e cptalogada« "té moio do corrente ano,
relaçpo est« onexpdp •» ôste documonto,

^

A

,

»
fflRVIÇO Í)E DOCmiSI-ITirJODO EIJSINO SUESRICE

Foi- inicipdp p implantação, nost'^ Diretoria,'do um Serviço do DocumentaçÃo,
•
•
\
A.
Em rpzão mesmo dr orÍGnt«*ç?ío-"ue ro imprimiu ft-D,E,i3u», com onfpse nos aspectos
dp previv'iäoj- estudos, plpnejpaento -e oriont^ç&amp;o do Ensino Suporior, indáspenspvel se tòrnavf» w-oxistôncip, sistomàticamente orgí»nizaélrp o rapidamente accessível
do ■Kmp bop coleçíío -do documontoa bibliográficos o legais, beraM3omo do cndflstros
r»tu»lÍBado8 o rigor»spmonte- organizados sobre as instituições oue compoom nosso
siptomp universitário*
cu-nontpçp©

Pprp «tender a esses múltiplos aspectos o Serviço do Do-

foi pssim ofitrutur^do:

n) Setor do Referôncin Legislptivp,
b) Setor de Cadastro-Univorsitprio, ec) Setor de Documentnçpo Bibliográfica

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lí

�-3Ao ßctop do Reforôncir Loeis];'tiyy, competindo: org'-niz'^r s m-^ntor org^nizí^dns!
♦»a eolcçõofn do "tos leg^i"
m^gwo

o reforontes &gt;&gt;o Ensino Superior br«siloiro,^ pnrn infcj^

do G-^binote, d^s v&lt;íri'&gt;s socções d'» D.E.Su., o-do public© om

■Ao oQtor do G^d^stro Üniveysit'^rio

ger%lj

cbondo-j org'»niz'&gt;r- o manter organiz"dnn

todos o^^ d-'dos de intoresse - nuor do cnr^ter ö'^d^stml, nuor estüitístico

ou téjj

nioo - sobre e p^r«^ of3 Sst^belccimontos do Ensino Superior íjubordnji^dos «o .ÍÍSC,
O Setor de Documentnçfio Bibliogróficr. fin^^lmonte, ter" por "tribuiçõorí reunir, inelocion»»r,prop'&gt;r''r o divulg^^r, dentro dfvS moderna».;) norm^fi de document.ngro e
©m colr&gt;bor"Ç"o cora serviços congêneros existentes, todos on dociuncntos importantes
rue-se Droduzirom sobro-onsino OT.perior, no Brasil o no Sxterior, pnr» uso d-« prjj
pri»» Dirotorin e orientf&gt;ç5o

dos interessados,

Èste

último Setor, ^-o contrario

dOv^ dois-'-ntoriormonte citpdosy pinclg nõo ostó implíintndo, estando, ontrotí-nto, om
f'-so ftdi«ntpdn

os estude» p^rp tel,

-O Sorviçò de Documant»çno do Ensino Suporica: ^ - t?l como ostn sendo org'-niz-'-do,
teTí*? fungro dinnmic» e n?!o ostrticn.

Proeederí.

picos específicos d" conjuntur» liniversitária
oriontpçí^o d»^®

n entudos monogrnficos sobre tó-

brnsileirÄ, r» levwntpmeritos p*»r&gt;»

'&gt;ut0rid'&gt;dos públicas o, sobretudo, divixlg^rn t^is tr-^brlhos por

meio de public-ç6«s.
AMJiÍRIO DO ENSBIO 3UPERICR

•

PfTí» compor o Setor do Cnd^'stro Universit^rò^Q está sendo subnotido «s Escolas
swperioror um »^ueptioni^rio especi^3jnente pre|&gt;ar^do e conduzido por-Inspetores Fodjg'
r*is,

iilguns dessen d«dos serno «provoiti^dos no elnb^nçílo do um anuário oue se»nd
rft-estruturwdo nos moldes do "Am©ri-con Universitios Gollegep", Um-"nte p3?ojeto»
«l»bor»do pelo Serviço de Documentação propõe •

seguinte distribuição de mntérJL»:

1* IntiD duç^o
. 2. Sumario
3. Egcolr&gt;S' pelos ranos Äe ensino
Rol«Ç»o nlfnbóticn dos nemos-díis EscolíkS dentro dos vários r'^mos de
ensino-existentes no Brssil.

Od?í rí»mo-trflre um muito_ breve (2 p, d»-

' tilogr.) histórico- do seu ensino no Brosil,
A. Cadastro das Escolas superiores
4.«! - Nome e endereço

-

4-,2 - Direçfio e aininistrpção (com da.t-í»a extremes do apndfto)
4-»3 - Números e dpt^s das princippis atos constitutivos
4-.4. - Er.colss e Institutos componentes

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�U*5 - Cí&gt;lendério

escolar

- *

4.«6 - Re^íuisitos gerais per* edmlssSo*
4..7 - Renuisitos gerais ppra

,

gr«duaçãp

4-*S - Anuidpäes ( crf )
4-*9 - Diplomas conferidos (espécie e^totais no último período)
*

4.*10- Estudantes matriculados
4-»ll- Biblioteca

.

»

•

Verbfs por^ p^uiniçno de obrps, tot^l de volumesy totsl de t^
tulos de periódicos, coleções especiais e obrus r^riis, outros ma,
* '

teripis colecionados (incl, nudio-visuais), nS de bibliotec&lt;írios
diplom-^dop,

-

.

Uí1l2~ Publ^icoções (periódicas e nvuls^s)»
4.»13- Outros serviços
4.. 14-- Fin.''nç'&gt;g

-

-

5 - Pessonl docente e dê pesr&lt;uis"3 (nomes, ctegori«, especiflliz«ç»o)
6 - Tftbsl-ís e Gráficos

'

- U preciso nue-se frize rue, cora o ndvento da Lei de Diretrizes e Bpsee, r^s
Escolf»8- superiores nno est^o m^is obrig'»d«s n u.niforraizn5?!o-de métodos, processos
o progr?&gt;mns, «^ue ern ^--cornctorífitic do ensino brasileiro nté o seu promulgnnento,
-Antes, "O contrario, ^nuele

diplomo legrl procur» estimular a diversificç?!©,

a

ejqjcriõncin* - i^ssim, publioçõos --ue-informem "pen^s nçme-ctcgorin-enderêço-dirjg
tor (e rtue-t-ilvoz fossem satisfatória
respondem « sun fin»ilidndo,

--upndo tudo o mais er»» igu."!) J»í nffo

m«is

D.E.Su procur-^r^, p-ir»^ editoroçno-do Anu&lt;^rio do Ej^

sino Superior estabelecer convênio cora outr'ifi ontid'^dGs interessndns no rssunto p^rticulirmonte

com n CPES,

• ,

Tendo

REVISTA DO EiTSINo" SUPERIOR

, .

por objetivo?;! divulgar ortigos assin^^dos sobro pyobl-em^s do-Ensino-

i9uí)erior; divulgar ntos d^^ Diretorii do Ensino Superiorj divulgar o legisinçíío br^
siloir« de Ensino Superior; divulgT t bibliogr'-.i'in br^sileir'- -^ôbre Ensino Superior; divulg'^r crític"S do livros novos no empo do Ensino Superior, *» Rovist'^ do
Ensino Suoerior ser^

rle-integrnçío ontre os Estabelecimentos d©

•^ino o '»o mesmo tempo veículo de difusão dos trnb^lhos do Serviço dè Docujnont^ição
do Ensino -Superior.

-

-

-

.

-

-

,

■" O primeiro número, Jn cm propnr»iç«o, ser«í publicado 0:flistribuidoc,
este ano

ainda

�-5mWAlS DE F0ÍJ1ES DE_lilFOxlIffigíiO
Sflf'o fiondo' iniôiidos estudos p»m « elaborflgíío do uci'^ séiio de "Mi^nunis-de
Fontes de Informsgno" com vigtn."5 ao» vnrios r«\mos do Ensino Suporiorr

Tnis "Mb-

nu'^is" fiuo vis-^rinm priRcipnLmente a corvir pos estudsntos iiniversitário??^ forag
■ceriwn dQ-forms-comppctn,

informações Atualizadas de c^rííter

bibliográfico e

bro-«i 1-ociüliznçno o orincipnis »ítividr^dos de-instituições de ensino e pesnuisn-ljt
gnd»&gt;s ?&lt;os seus cmpos específicos de estudos.

Tal,como ent^ sendo pensndo,

"ll-nu»!" conteria infomnçõos d^ seguinte natureza;

-

-

cndn

—

*&gt;) Brove introdução históricsi no ensino d« matéria 4b;ioto',do nlànu^ A#
Br«&gt;pll;
b) Obr»s d© Reforôncis ou consulte sobro s nftórifi (onciclopódips,

c^,

cion«rior. especinlizidos; repertórios bibliográficos correntos, otc.J
c) Obrí»s didííticps sobre n m»téri«» (solocionadfs por espocifdistis) o
possivelmente cóia indic'»çSo dns bi]bliotoc«s rue as possucimi
d) RolnçSo do periódicos-ospocinliandos.nn niiitorif?;
o) Entidades - especializadas n« matérin; internncion'^is, nncion^is
estr^ngoirns*-

o

Si.i»ís publjciçõosj-poriódicas ou nÃoj

f) Congressos j» rosli-z?&gt;d&amp;3-o progmraadoeí. sobro a mntérin;
g) Bibliotecas especiwlizndns nn matórin
de empréstimo, fítc» ),

—

(nomes, endereços, condições
-

- .

-

.

Essns publicações serir&lt;ln npresentndr&gt;s em fórmnto-^-nomciliz^do q cont'irinm
com suplem&lt;&amp;nton-poríódieoa.

Nn su« feiturs-celnbornrimn especi^lint^s convid«*dos

0 documont«listie. Os cr&gt;mpos selecionados pnr© os primeiros "Mr^nu^is" serinn

os

corro^ondontes «os "Centros- Hy&gt;eioQ«&gt;is Ae. Aperfeigonmento PóS"Grnduf&gt;do". o nsoira
torí»mo5, inicialmente, o "Mf&lt;nu«l de Fontes do Informí^ç^o em Físic", o "M^^nu'*!
de Fontes dé Informtçro-era i\gronòmi'&gt;"&gt; otc,. etc. -•
&gt; -

Desnecessário ser&lt;^ enf^tiz-r o «Icf^nce dessa inicirtiv^, principnlmento

nurndo se conhece n ©sc«ssez éo informrjções do oue-dispõe nossos universitários
P'&gt;r'&gt; seus estudos e o dispersão em rue se perdem tnis informações pelas

vrri»*s

public•^gões de fonte víri«^.

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lí

�MPTCSTERIO DA mjq.;^ÍO E CULTURA
DIRBTOHT;. M El'SIHO SUPERIOR

BIBLIOGRAglA PRELEUNAR m T^SES BaA3r',i;;TRâ.S
-!! -

^.STi^TISTIGA . DI^iOCR^FIA

lEIiLO, &amp;3y»T0 Vieir» de, Ifort»lid^cle por doenças tr^^nsmissíveis no Recife. Reoi
fe, 3. ed., 194-9. 59 p. ilust.
/Docênci? livre. Higiene, Ffic.de líedicina
d" Univ. do Recife./ Aprov. em "^0.0.1951.
&gt;
MDR";ES, ííelron Luis de Araújo. Calculo e interpretpçSo de coeficientes de mortalidade 5j.if-r!.til, Rio de J-neiro, s. ed., 1950. 100 p. ilu^t. /Livre docên oi*". Higiene e legi^l-&gt;g~o f.-irm-cêutic. F'-c. M c. de Fprmftci:^ dr Univ. Br«!fil. /-^prov. em 1951.
P^RAirSI, Orl ndo d- Gunh&lt;^. Contribuição -^o estudo d^r :iort-^lid'de infantil no Recife (f-tôre' econômicos-soci''is). Recife, Of. gr'f. d" Polític Militar
de
Pern mbuco, 1953. 107 p. ilust,
/Livre docênci:^. Higiene. Fr^c.
ííédicinp
Univ. Recife/ Aprov. ea 10.2.195^.
SGORZELLI JÜ^IIOR, Aohille?:, D-dos de ocorrênci" de doenç-sj colet- e
crític.
Rio de J-^neiro, s. ed., 1950.' 66 p. ilust. /Livre doem ei». Higiene'e legi^
l'-ç~o f-rm-'oettfcic'-'. F-c. N-c. de F'^-rmnci- d-- Univ. do Br-sil./ Aprov. eqi 1951
32 - CIÊ^'GB. POLÍTICO.
FARHS, Solon. Giênci" ^olític- e polític- ciaitific-, Fort^lez", Iraprens»^ Universit-ri' do Ce-r-, 1958. 6*5 p. /C-tedr". Teori- Ger-l do Est-do. F-c, de
Di-í-eito d'~ Univ. do Ce-r"./ Aprov. em 1955.
33 - ECONOMI/i
ftlTORADE, Sud" de.
O direito do empregado. Fort-^lez'^, R-mos &amp;. Pouch^in,
1936
14.0 p.
/C'tedr-, Direito industrial e legisl-g'o do tr-b-lho. F-c. de Direj,
to do Ge-r'/. Aprov.
BARROS'FILHO, Theotônio Ibnteiro de. As t-x'^^ e seus princip-^ia problem-^s teóricos. S"o P-ulo, Empr. Gr*^f. Rev, dos Tribun--is, 19A1. 127 p. /C'tedr". Cién
ci- d-n fin-nç-s. F-c. do Direito d Univ. de S~o Paulo./
G-AR'7ALH0, Fr-ncisco Givldo Peixoto de. Brasil, gcogr-fi* e conjuntur- (ura- introduç-o - geopolític- do de?3 3nvolvimento n-cion-l). Rocife, 1961. Ö5 p.
i
lustr-do/ G-^tedr-, Googr^fi- econôinic-. F-c. do Giênci«s;;Éconômic"S d" Univ
do Recife./
CRUZ, J. Tole?^ d-. Griso mor-1 e economic. Fort-loz-, Tip. S-nt- Teroz-,
120 p.
/G^todr*». Econonii-^ polític-. F-'c. Direito Ge^r^/, Aprov.

1940.

FIGUEIREDO, i^lberto G-v-lcnti de. Do custo de produg-05 -f^pcctos nindústri''
-çucrair-. Rocifc, Fsrn-ndo Figueiredo^ 1956.
7ö pi ilust,
/G'tedr-. Econojii- d"- indústri-p. Esc. do f^íulmic- Univ. Rocifc/, Aprov. ©m 28.5.195Ö.
FREITAS, R. Thoodorico.

cm

1

Considor-çõo.s om torno d-s fr-tur-c d" b-ci'' em -cidon -

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�tes do tr'^b-'lho. Recife, Impr, iníustri-l, 1933. 73 p. ilust.
cíp. r-fcdicinr log^l. F-c. i"íod. Rõcife/. Aprov. 19.12.1933.

/Livro docêxi

GIRÄO, Raimundo. Fisc.&lt;'liz''Ç«o dos g-c.tos'públicos, s. 1., s. od., 1937.
Livro doconcir» Giunci" d®s finfinços. .Foc. Direito do Coft«/.

20 p.

GIR^O, R"imimdo. Diretrizes nov-^s do conhocimoito financeiro. Fortaleza, üjnpreji
Br Ofici«*!, 19*^7, 82 p. ^ /Cstodrr. Ciônci« dps fin=nç.^s, F»c. Dird to
do
CoTp/.
,
*
■
.
GRÍÇLV, i^rnóbio.
Id^dos do pensamento oconoraico. ' Recifo# s. ed., 1959, 174. p. ilustr-do. /O^tedr'-. Ri^tóri*» d-s âoutri.n»'^ ooonpmicos. Fflcuid-de de
Ciônci-c EconoEiic^s d" Univ. do Recife/«
GKf^LET, Odilon d ^ Araújo. Estudo sobre o trpb-lho. Sro PpuIo, Emp.
Gr 'fica
dp Rovist- dos Tribunais, 1954-»-145 p. /Cítodrp. Economie polític», Fítc. do
Diroito dr Univ. de Sgo P-^ulo/,.
J.ítRDIM, Wolter R. Contribuição pT" o estudo ár^ produção loiteir»^ ein nosso moio
Pir^cic^b', Jorn-1 do Pir-cic^b-', 1949, 56 p. ilustr-do. /G^toâv^. Zootocni"
Gspcci'1, brom-tologi-, nogõos do higiene o votorin-ri-. Esc. do Agricultura
Luís do Queiroz d- Univ. do S"o Pnulo. iiprovdo oatro 9 e 12.0.194-9/.
LlflRlHESjj Jo5cph"t do Lini". A mood*"' o "'S fin^nç^s públics.
CO ür'-ni-, 1936, 100 p., /O'tcdr'-. Giônci" d-'S fin-nç-s.
■ Conr*^. Aprovado/.

Oc-rr, Est-b. Gr-^fi
F"c. do Direito do

LINHARES, Jooóph^t. 'Promioe do dinheiro ou tix^s do c-pit-l; su's ropercustõcs
n" vid- jconSmic.
Est-b. Gr'fico Ur*ni*, 1937, 19 p. /Livro docencii
Economi- polític". F-c. dj Direito do CotV.
M'iGIEL, Teimo Frodorico. iinnliso f-tori-1 d- modid'^ dn. produtivid-du.'
Rucifü,
s. od., 19í&gt;l, 111 p. ilust. /C'tüdr'^. Est-tístic" economic. F'^c. de Cion oi-^ís Economic 5 d- Univ. do Recife/.
M-^OIEL, Tolmo Frudorico. Estr^togi" o. dosonvolvimcnto. Rocife, g. ed.,
1959&gt;
7Ö p. /Doconci" livro, Estntísticr», òcohomi;&gt; polític." o fin-^nç^s. Esc, do
Engenh^rif? dí» Univ, do Ptjcife, Aprov do/.
MITOS, Lincoln Mourão, Di intordopondenci" dós fenomonos fin-'nc^^iro o soci"l.Coj3
r^, Tipogr-fi" Luso-Br'^siloir«, 1936, 64 p, /C'tedr!», Oionci^s dns fin^nç^s.
F"culd"dü d.j Dir.JÍto do Ge-r", Aprovjdp/.
RCDRIGÜES FILHO, 'Antonio Poros. A. ro^iv-li^^gno p'&lt;trimoni'&gt;l, seus reflexos no "U- ^
monto do ntivo líquido j no corr^spondonto -^umoito d- rotjnçno dns sojtur-dor-s.
S"o P'ulo, Deport, de Publicações, 1959, 143 p. ilust. /Livro doconci«. Qrg^
niz'j'o e cont-^bilid-do b-nc^ri"; org-iniz-ç^o o cont-bilid-do do sogaros. F-c
do Cienci-s Economic s o Administrativs d-^ Univ. do S~o P'-ulo/,
ROSLA, Fr''ncigoo Glíra^co Feu, Os limito^" om r-uo se dovj conter
do5pos*3 pública.
Vitóri**, P^pe., Livr-ri" o Tipogr-'fi- ííinorv, 1940, 29 p. /G'todr-, Giônci'»
d-s Fin-nç^s. F-c. da Direito do Esoírito S-^nto/,
SILVEIRA, Delfim'M. Orç-monto o pl-nificç-o. Polòt^s, Of. Gr-if. d" Tipogr-fi«
do Gontro S/A., i960, 337 p, /Giehr*'''! d-s Fin-^nçns. F-c. d-j Diroito do Polo t-3 d- Univ. do Rio Gr-ndo do Sul/,
TOURIITIIO, lúíg Carlos Peroir". O f-tor n'-turoz" o su- influônci- n*» produçro pnrnn-onso, Guritib*', s, 'ed., 194-9 , 59 p. /Livro docSncit. Est"tístic", eoon^
mi'&gt; çolític u fin-nç-s, F"c, áj Eng. d- Univ. P-^r-^n-. Aprovado/.
ZAGATTO, Alcides Giudotti.' Gontribuiç-o "O ostudo d" -gricultur- dos "fumoirqs "
do distrito dc S'^ltihho," Pir-cicb-, s. od., 1952, 33 p. ilust. /Doconói" li
vre, ÉconoiHi" rur-l.Ecc. Superior d- Agricultur-&gt; Luís ä,j luoiroz d- Uni, 3~o
P-ulo/,

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�34. - DIR5IT0
iBREU, Aleiiio Bittv;ncourt d^-,
C!ontribuiç"o -o ostudo módico-log-l d-^s m^rch-s dó
icitü o oolostro. S"o ?-^ulo, s. oc,, 192S, 30 p. ilust. /Dov.tor-&lt;3o F-^c. llbd,
do S"o P"ulo/,
ABREU, Oscr
Contribuição p-^r- o estudo d-'dos-gom d" urá- no s-nguo"'^nto"
o ■"p03-mortüra" um su-s -plicçõos modico-log-is. Sno P-ulo, Lombo Romaro Ci-*,
19*^0, 94 p. /Doutor-'do. Modicin- log~l. P-^c. do í-líd, dc S'".o P?ulo/,
AGHS, JÜIIIOR, Philippe. Rjspons'bllid'do crimin*l dó ombri-g-do,
od., 1933» 4-Ö p, /Doutorado. F'-c. do l&lt;íodicin'^ do Sn.o P-ulo/.
AGUL1R, Ifo-oir Toixoir" do.
fcnomonologiZ", s, od., I950,
p. /Livro dooShci'».
dj Diroito d- Univorsid-cTw do Co-r"/«

S-o P^ulo,

s,

o ctiltufrlisno jurídico. Fox-t-le Introdução
cionci" do diroito. Fnc.

AíBU"]lIER'',l!E, Fr-ncisco Ucho" do, í-for"! o diroito h- filosofi- do F-ri-s Brito. S,
I 1., Improns" TJnivorsit-ri ' do Gut', 19ôO, 69 p. /Livro doconci". Sitroduç.^o
cionci" do diroito. F'^c. do Diroito d" Univ.do Co-rV ^'iprov. om "bril do 1961
*■
«
ALBUQUERIJE, Luiz Gonzng? Coôlho do. D-^ contribviiç"o do Tomns do ü'-uino * Sionci"
do diroito. Co-^r-, Iraprons'- Univor:it-ri'i do Co'-r", 1957, 66 p. /Livro doconci»», Introduç-o " cionoi' do diroito. F-'C.do Dircáto d" Univ.do Co"rV Aprov.
ALCíOT.!'*.RíV, Sob-sti"o do P*os'o.' Contribuição 'o ostudo d-&gt; t-n-^to^oso';
do'"zul do "bromotimol. s. 1,, Tip. o P-pol^^ri- Fornion-, 1929» 3? ?•
do. Modicin- log^l. F-&gt;c. do Modicin-^ do S^o Piulo/.

procosío
,/Doutorn-

ALEITG-'\R, Flori »»no dc,
O suicídio ora S^o P'^ulo (ostudo módico-log"l), S'ó
Irm"os Forr^z, 1926, 72 ^p. ilust. /"l^our^do, F^c.do ^-od. do 3g.o P'-ulo/,

P'Ulo,

ALETTO, Podro» Contribuição p-;:; - o ostudo do diagnóstico d' mo3rfco ro'l polo aapr^
go do »»zul'do niot5J,*nio. 3"o P^ulo, EmprSs" Tipogr-fic- Sditor« "O Pons-monto,..
1930, 53 p. /Doutoíodo.F c. do Modicin- do S"o Pwlo/.
AMfi.Pw'L,
D^oio Fr-nco. Exporionoi^s sobro ^ rosistSnci" do mercúrio
"^o iodo ^
incinor-ç*o. S"o P^ilo, íip. o P-pol-ri" Formos^, 1930, 50 p. /boutô^ísdo F'&gt;c.
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to do Oo-r'/» Aprovdo om d ;Bombro do 1950.
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do Diroito Uhivor'-id-do do Go^r'/, Aprov-do oni sotombro 1959.
ARAÜJO,^Antônio Alvos do. N-turoz" Jurídic do contrato do oáprogo.
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Editor* A. B-^tist- Fontonolo, 1955, A9 p. fLivro doconci". Diroito intorn-ci^
n-1 o logisl'ç-o do tr-^b-lho F-c. ffo Diroito do Gcr'/*
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ARRUDA, Luiz do S'^mp'^ib. O di•agnóstico d' oplopsi" pol- prov-^ d*^ hiporno!" '/n sou'
♦^spocto dontológico.
S-o'P-ulo, T.ivr-^ri"' Libord-do, 1930, 4-9 p. /feoutoi'iPdoF'-c.
do &gt;fcídicin'- do S~o P^^o/,
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P'ulo, Soç"o do OIdí-s d'o Est-do do S~o P-ulo, 19'^5» 6l
ilust.
dicin" leg-'l. F-c. do ifodicin'^ o GirriLrgi-' do S"o P-ulo, .
AZEVEíX), Du-rto do,

S-o

A n-o oxigibilid'do d.; outr- condut" como oxcludonto de culpj;^

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�Mlid^do. Vitóri", si cx?.*, 1959, 15 p.
to do Espírito S-rito/,

/C-^todr-,

DirdLto pon-1.

F"c.do Dírqi

•Zr-VSDO, Noó* Dos tribun''is or.pcci^is p-^r- menores dolin'~uontos o oomo podem
sor
cri-^dos --jntr-i htSsj^ S"o P'^ulo, Soç"o do Obr^s d'O-Estado do S-o P^ulo, 1950, 158
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B-íRKCIRA, Dolor Uchô-,
Inyüstig'c'o d- m'-tornid-do Ijgítlm''. ' Go"rEditor- R"—
mos &amp; Pouch'^in, 1935» 123 p. /C^todri, Direito civil. F^c.do Dircàto do Got"
/Aprov-do cm outubro do 1935.
BARR^Rzi, W'&gt;gnor Turbv» ^ diplom-ci-''br-^iloir- o o utí posaidotis. Co^r-^, Editor-« Instituto do Co-r", 19^6, 38'p, /Livro docônci-^, Direito públictí intern«
cion-l, F'c, do Diroito do Co-rn/.
BiRREIRA, W^gnor TurB^y, D" -utoria,?)ç'o t-cit'' ? inulhor cs^d**" oomorci-nto. Go'*r",' Sditôr" In"^;tituto do Co^r", 19^6, 17 p. /Doconci-^ livro. Diroito coiacrci•^1. F-'c.do Diroito do Co-r'/.
B-IRREIR/i, W^gnoi: Turb'y, O diroito po^tivo br-siloiro o o c-s-mciito inoxistonto,
s. 1,,'s. od., 1947, 19 p. /Doconci'- livro. Direito civil, F-c,dc DircÊbo
do
Oo-rv,
BilRRSTO FimOj M-nuol Xavier P'os. Ab-ndono mor"l, VitSri",'Dop-rt-monto d^ Im pcons' Qficí-l, 1957, 4-8 p. /G^tedr*', Diroito civil, F*&lt;c. de Direito do Espírito S-nto/.

do S-o Pulo/,
BARROSO, M-gd^leno'Gir"o, O jtilia*&gt;ttirr.licmo. Fortr^lbz-, Tip, ^üjiorví»,
33 p.
/Livro doconci«^. Introdução n cioncio do direito, F-c.do Diroito do Go-^rn/,
BICUDO, Josó /»rthur'Ifottn, Gontribuig^o -o estudo d" dotormin"ç"o d-^ id'de pelos
r-'ios dü Röntgen, S"o P^ulo, Sst-bclccimonto Gr'fico Rossolillo, 1932, 26 p. +
10 p, ilustr-d"s, A'o^'l^or'-do. F-, do rfcdicin- do Srío Paulo/,
BOItWIDES, P'^ulo, Do ost-do libbr-^l -«o ost'-do social. Fort-loz-, Imprcns^ Unive^
sit'ri" do Go-r-, 1948, 197 p. '/G^todr", Teori- ger^l do ost-dD. F'c, de Diroito d- Univer-^iid-dc do Go-r'/» Aprovdo om junho de 1958,
BONAVIDES, P-ulo, Dqs fins do est-do (síntoso d-'s prinõLp-is cbutrln-s toloclógic-s), Fort-leZ", Editor-' Inistitutb do Go^r- Ltd^., 1955, 63 p, /Doconci- li vre, Teori^ gDr*&gt;l do est-do. F-ç.do Direito d- Univcrsid-do do Go-r'/,
BORB^_, Luiz do ?assis P'^choco, Contribuiç-o p-r- o estado d- idcrltificç-o 'UÍfíc ,
d-s polvof'S i^uoim-'d-s, A~o Pulo', Irm-os Ferraz, 1929, 3^ p. ilust, /feouto®OÍio,F"c, dj,Müdicin- do S"o P-ulo/,
BRESGJA, Viconto Roco Antônio, O ex-mo do csc-rro sob oponto do vist- ■ ódico-logftl , S"Q P-ulo, Tipogr-fi- o P-pol-'ri.- Formoso, 1929 , 57 p. /DoutoéedoíP-c .
de ífedicin^ de S"o P-ulo/,
GAIDAS FILHO, Roberto Gomes. Gontribuiç~o p-r- o estado médico-leg-l d-s m-nch-s'
pelos r-iòs ultr'^-violet-s. S"o P-ulo, Est-beloci monto Gr'fico Rossolillo, ..
1932, 22 p. ilu^t. /Dour-do. F-c. de ^edocDra" doS^o P^ulo/,
GARDIM^ Jo"o G-rlos Gomes.' D- prov sulfídric do Ic-rd (contribuiç-o p'r- o'
estudo) Sr o Paulo', Tip, o P-pol-^ri- Formosi, 1929, 58 p, /Doutorado. F^c,
Med, do Spo P-ulo/.

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3K - DIUi^JTO (Conti)

CÔRiJEIRO, At"k'jn., Avl &amp; ondôsso'(toori^ d-s obrig çõos rociproc-'s). 'Fort-loz'^ ,
Tlpofr-'fi'-' ííinorv-&gt;, 1955, 75 p. /C'todf':, Diroito comorci'-l. F-^c.do Direito
do Oo-r'/. ^'iprovdo*
GMÍ7.ALK0, H. Volg« do. Contritiuiç^o p-r- o estudo d' opimicroscopi^ òm modicin"!^
g"!! S-o P-ulo, Tipogr-fi~ ©'P-pçl-ri'^ Formos-^, 1929, 52 p. ilust, /boutor^do
F'-ci do ^bdicin•* duS"o P«ulo/',
C' RV''LHO, Podiro Jo^o'do» Dos rociamos módicos, S^o P'-ixlo, Gríífic» Rossolillo,'..
62 p. ilust, /l3outor-do. Mor'icin-'log-l. F-c.do i-fedicinvdc S"o Poilo/,
GW-IjO-ííITÍÍ, Edison Fr^z^ío Modíoiros. í c^ue-^ fio código civil, Vitóri.^, DGp'irt''müii
to do Iníprons* Qfici-l, 1957, 52^p. /c-todr". Direito civil, F-^c, do Diroito
do Espírito S-nto/,
CCDESPOTI, Arn'ldo. Contribuição -o estudo d^s unh-^r em níiclicin'' log-1.' S~o'P^ulo, Improns" Coraorci-1'Jò^ó M^g-^lh"os, 19"!3, ö5 p. ilust, /Doutorado, F-c, do
l'fedicin- do S-o P^ulo/.
GONDÄ, Bertho, Um'- síntese da otiologi* jurídic', S~o P-^lo^ Hmçr^S" Gr'fic-^ d^
Rcvist'* dos Tribun-is, 1933» 156 p, /C'todr'^, Introdução - cionoi- do direito,
P^c, do Diruito.d- Univorsidäc do S«o P-ulo/,
CORRÊ/E, Alox-^ndro Augusto do C-^stro, Diroito rora-'noj " m-ncip'tio, o noxiun o- in .júr
Juro cossio, S"o P^ulo, Oficinas Gr'fics da ß^r-iv S/A, 196O, 136'p. /Cnt^
dr-. Diraito rom-no.' F-c. do D ir ai to d- Univorsid-do do 3'o P-ulo/,
CORRÊA, Alox-^ndro Augusto do Castro, O ostoicismo no rUrd to lom-no, A"o P-ulo',
«, od, 19$0, 123 p, /Livrij doconci-, Diroito rom-no, F-c.do Diriito d- Univ.
do S"o P-ulo/.
COSTÃ, ^Iv-ro, A,'constituição o os'filhos n-tur-is. Fort loz^j -Tipogr^fi" i^íinorvf»,'19iW-, 21 p. /bocanci-' liv-o» Dir'^ito constitucion-^l. F-c.do Diruito do Go^
rp/,
.
C03T.A, üElv-ro Forroirr,
O podor db pr,.;gid ;ntò d" ropúblic.
ort-lozn, Editor"
lii-^tituto do Go-rí^, 19^7, I6I p, /C-todr*'. Dirjito constitucion-1. F"c. do
Diroito do Co-r'/»
GOSTA,'Alv-rp Forrv-ir".
O'princípio gor^l d- bo" fó'.
to do Co-r-, 1951, 51 p, /Ortoár", Diroito civil.
Aprovdo om nov embro dcj 1952.

Fort-loz", Editor- InstituFac, do Diroito do Go-r' /,

COSTA, C-rlos. Crirít-is do homoglobin-&gt; ora inodicin- lóg-1, S"o P'Vilo, Emprôs"'Gr£
fie, d* Rovir?t dos Tribim-is, 1933, 52 p. + 22 p, ilust. /Doutor''do. F-c, do
Modicin-, do S~o P'ulo/,
COSTA, Horib'^ldo Di-s, Diroito oxtr^torritor.-l (osboço dc um ciit-ido sobro - ox^tn
donomin'-C'O do dird to into-'^n'-cion-l priv-do), Fort-loz-^, Intpronr- Ofid^l, .,
1936, loè'p, /Livro doconci'«, Diroito intorn'-cior'-'l privdo. F'c. do Diroito
do' Co-r'/^
,
•
COSTA, HoriJ»ldo'Di"s, d-». Eztrftorritori'^lidado d- f-lonci? (os'-uom'» d" toori'&gt;
fund-mont^l), Fort loz-^, Improns-' Oficial , 19^7, 175 p. /Cátodr**» Diroito
into^m-^cion-l privado, F-c.do Dir:J.to do Go-rV»
COSTA, Horib-ldo Di=-'3 d**'.
1946, 4-7 p. /C'todr",
Aprov-do,

Dos crimoò intorn^cion^-is. Fòrt-loz?, Imprens*^ Ofici"!'
Diroito intorn-cion'&gt;l público. F-c.do Diroito do Go«rfí

COSTA, Josó F^ç^nh- d". Gbrrupç"o do monoros, 'Fort-loz''^,'Tipogr-fi" Santos, I963
23 p. /l)outor''do. F-c,do Diroito do Co^r«/« Aprovado,

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34 - DIREITO (Cont.)
.CHSl-lER, Sylvlo do Godoy. A rorgi'o do tribomoto dcj ouiro o o sou v^lor mocS. co-logr«l
n" diwgnosò do osporm".
s, 1., Tipogr^fi»^ o PnpòlTl':. Fornos'^, 1930, 4-9 p. ...
/Doutorodo. P-culd-do do Lfodicin'' do S~o Prulo/.
CRUZ, Jovó Tolos d-, Objotivo prbcípuo dò direito judici'^rio pon'^l. Fort-lozn ,
Tipogr-^fi- ifliso-br'^nilGir'', 1937.»'20 p. /Livro doconci'^, Diroito judioi-'rio
pon-1. F-^c. do Diroito do Co'-r'/.
CRUZ, Tolos d-, i\lguns "fípcctos d- criminolbgi- psicon'^litic. Oo^r', Editorfl
Fort-lo*^, 1936, '&gt;2 p. /Doutorado. Griminologi-, F'^c. do Diroito do Cot« /,
.i^.provdo. •
CUMA, Abolm'r Ribdro d-. D« ig^o civil. Fort-loz*», Impr^^ns*^ Univorsit'ri"
do
Co-r^, I95Ö, 62 p, '/C-todr"-, Diroito judici'rio civil. F'c.dü Diroito d" Unj^
vornid-do do Cü-rV« -^prov^do oni n'-io do 1959.
CUNHA, ibolm-r Riboiro d". D-« form-^ç^o dos contr-.tos ho código ci'vil br-^loiro,'
Fort-loz?»., Editor- A, B'tist- Fontonólo, 1955, 98 p. ./C-todr". Diroito civil.
F-'c, do Diroito do Co-rV» -Aprov'do,
CUNHA, i\bolm-r Ribeiro d^, Tondonci' v^oci"liz-^d? r- do diroito'civil. Cot', Editor' Instituto do Co^r" Ltd-,, 1950, 72 p. /Doconci-^ livro. Direito òivil. ..
F'-c. do Diroito do Co-r'/«
CZERNA, Ron'to Ciroll. Ã filosofi" jufídic-« vdo Bonodotto Grocò| !d.tu"5"o o crític do sistom'" no historicismo it-^li^no, cdntompor^noo. s. 1,, s. od,, 19$5, 235
p, /Livro doöonci'^, Filo^^ofi" c'o Diroito d'- Univorsid-do do S"0- P'lio /,
DESSi\UíIE, J-ir Etionno. N~ò h' o'título. Vitória, s. od., 194-1» 27 p.
Diroito judici-rio pon-^l. F-o, do Dirá to do Egpíiito S nto/.

/Crftodrn,

DESS'UI'IE, J-ir Etionno,
Inport'-nci'» b utilid-do do ostudo do dir dto rom-noj su*&gt;
poin-nonte -tu-lid-^do. Vitóri-^, b. od.i 1950, 75 p. /Catedrp, Direito romeno, Fpc.' do Dir.jito do Espírito S^'nto/,
DUARTE, Ltjonid^s Jo?3Ó d&lt;^ Costp. D" porície d-^s m^'nch^s do induto SQb&lt;^coo,
S^o
P"ulo, Tipof^r^.fi^'Irm"os C^mpon,
53 p. /Doutor^-do. F&lt;ic, do I-íod, o Ciru£
gifl do S»ö Poulo/,
EoPlNOLA, Hildübr-ndo, Expressão soci^'listii d^n constituições do ppós guorre.Fo^
ti'lezp. Tipo.í^rofi" Rojrel, 1952', 34- p. /Livro doconcis, Direito constitucio n«l, Fbc, de D3.roito do Goçrê/,
.
F^RIA,'Domingos Goül^rt do, O "rsênicò n© crompçpo,
Seo Paulo, Cardoso Filho '&amp;
Cia. 1920, 61 p, igust, /Doutorr&gt;do, Fec, do Medicina o Cirurgia do S.Ppulo/,
F.4RIÜS, Solon, Do atò de cpmorcio» Corre, Editor? Instituto do Geprê, 194.8» 31
p, /Docencip livre. Diroito comorci»&gt;l, Fffc, de Diroit,o do Gg-^tÍ/. Aprove'do
om junho do 1952,
'
,
'
F^^RÍAS, Solon, Introdução à ciênci« do diroito.^ Spo PpuIo, Ind, Gr'^'fici? Si'-ueire
s/A,, 194-8» 50 p. /Cfttodrr.
Introdução à ciênci« do dir.jito, F^c. do Diroito
do Ce-rV. Aprov«do öra outubro do 194-8,
■* r
■
FARLAS, Soloh, O direito-cois«, Fort-lcz", Gr/fice ^fcjnitor, 1946, 22 p, '/Docancíp livro.
Introdução - cioncii do dircdto. F^c. do Diroito do Go-^r/í/.
FERRAZ, Esthor do Figuoirodo,. A co-dolin^uonci'^ no moderno direito pon*-! brisiloi'
ro,^ S^o'Prulo, .EnprSsf' Gr-fic" d- Rovist»^ dos Tribunais, 194-7, l58 p, /Livre
docêncin, Diroito pon^l. F'^c, do Diroito d" Univ. do S"o Pí^iilo/,
FIGUEIREDO, Gursino Bolóm do,

F^míli" o diroito, Go^r«, s, od., 1937, 13 p,

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�AL - DIKÜITO (Cont.)
conci" liviíc*

Introdução - cd-õnci" do direito,

F'^o.dü Dirolto do Gü^rV»

PIGtJEIRSDO,* Our.^ino Bolóm do» Fins do ost'-do,
s. 1,, s, od. ,^1^37, 6 p»
docôncl'*. Diroito constitucion-X, F-c. do Direito do Go-^rn/*

rlVTO
/j/i

F0N.3EGÍ. JÜNIOR, Jo-^'-uim Loito d". O diagnostico d- morte pol'^ injoç"o subcut ■^no
do ctorj proGos"3o do Róbouill"t. S"o Pnulo, Süç"o do Obr-^s d'OSst^do do
Sfio
P^ulo, 1925, 58 p. /Doutor-do. F'^c. do Modicin" u Girurgi" do S"o Prulo/.
FONTSfüEIí!, Gospr do ^for"is,'
/Cátodr-^. Diroito civil,

omíncipr.ç"o oi vil. Fort-lozn, s. od., 1935| 55 p»
F-iC, do Diroito do CcrV»

FldlRS, Adorb**! Nunos. Do direito do rocorrorj' gSnoso historicnj concoitu-ç^o
jurídico-filosófic- o oscorso cl"ssiflcativo. Fòrt-lozn, s. od., 1937Í
p .
/Livro docSnci", Diroito judiciário civil, F^-c. do Dird to do Cot^/«
FREIRE, Adortel, Dois ostudos; concaitu^g^o jurídic'- do direito'tr-^b-lhistn ^ o
soguro soei"! contr^
volhico, Fort'loz*«, s, od., 1937 , 26 p, /Livro docQÍi—
ei". Diroito inàustri&lt;-l o logisl-§~o do tr^b-lho. F-c. de Diroito do Ge-rV.
FREITAS,'P-ulo do. Direito procossu-^l subjetivo. S"o Pnulo, Ediç-o S-r-iv2,1953,
117 p. /C-'tQdr-^. Dirçáto judiciário civil. F-c. de Direito d- ITniv. S"o Pn^
Io /.
FURTADO, Jo-^úim Ju-^roz. D-^ possívol identific^g^o do indivíduo humano polo gosto gr-fico.' Fort-loz-, a. od.,^l9/+6, 15 p. ilust. /Doconci- livro. Medicino
log'1. F-c, do Diroito do Gct'/,
GOMES, F^ustino'Forroir'^, Contribuig'^o p^r-' o ostado d- rofjistohci- do chumbo n
crom-ç-o. 3no P-tulo, s. od., 1930, 51 p. ilust, /Doutor-do, F^c. do I^dic^
do S-o P^ulo/.
^
GOIIDBÍ, G-rlos Edson Monteiro. D^ pon« do morto o su"- ilogitiraid-do. Fort-loz-i ,
Tipogr-fi' Ifinorv", 1936, 74 P. ilust. /Doutorado. F-^c. de Diroito do Go-r-/.
■Aprov-do,
HOSlíI, Ruy Posce. Contribuição ^ dotoriain-ç^o d- id-do polo or.tudo r-^diogr-fico
do» dentes. Pelot-s, Oficin'^s Gr^fic-s d- Livr^ri- d'0 Globo S/A,, 195G, lf&gt; ?♦
ilust, /bocênci- livro. Modicin" log-1. F-c. do Direito do Pelot-s d- Univ.
do Rio Gr^ndo do Sul,
-s
lEAL, Hólio Idobur'-ue G'&gt;rnoiro, A Intervenção' no diroito ^blico intern"cion«! ,
Go"r«, s. od., 1946, 82 p, /Livro docrinci-. Diroito publico intern-cion-'l.F::
culd-de do Diroito do Go-ry,
LEAL, Hólio Idebur-ue G-^rnoiro, Origens modornns, fund-ménto o fontes do diroito
público intern-cion-1. Fort-^loz^, Tipogr-fi- lünorv-, 19^6, 85 p. /Gntodrn.
Diroito público internacional. F"c. do Diroito do Go^rV» Aprov-do,
LSrrE, M'^rcello Guim-r-os.
Contribuição "o estudo d-s pólvor-s e modo do
idos
tificT. Ribd.r-0 preto, Tipogr^fi-^ d'^ G'-b-^ Boschizz&lt;', 192o, 79-p. /Doutor-do
F-c. do Modicin- o Girurgi" de S~o P'^ulo/.
LEMOS, Gor-ldò G-rlos. Ag"o constitutivn. Go-r', ' Improns- Univor^trrl" do Co'^rij
1958, öl p: /Gitodr»^, Direito ju:S.:'ci^rio civil. F"C. do Diroito d- Univ.
,.do
Ce-ri?/. Aprovado om m-io do 1959,
LOUREIRO JONIOR. Da constitucion-lid-do d^s leis. S"o Paulo, Sociedade ]^prossov Br^siloir", 1949, 256 p. /Livro dóconcii. Diroito constitucion-l. F-c. do
Diroito d" Univor&lt;DÍd"dc do S^o Pf^ulo/,
^

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34. - DIREITO (Gont.)

MftCHADO, WwldomT.' -A improns-, su" libòrd-^dü'o soua crimos. Fort"-lozn, Tipogr*)fi»^ MLncrv', 1936, 33 p. /Doutorado. F"c. do Direito do Co-rn/, Aprovdo,
MAGALHSES, Dolio. Aspoctos d- ordem, d" loÍ, o do oxorcício do direito pon'1. Rio
do'Janeiro, Gr"fio'&gt; Editori Auror- Ltd-',, 1959&gt; 219 p. /C'todr'. Direito poli"!. F^c. do Diroito do Espírito S-nto/.
•
I
Wíkf P*»ulo C-rnoirol D- rotrovond-. S^ò Paulo, .Oficih"!? Gr'fie-s do S-r^iv
S/A,, 1955» l'^9 Pt
/Livro docônci«». Direito civil. F'-o, do Diroito d^ Univ.
do S^o P-^ulo/,
M'\NGIOíIE, Christov-né Contribuição p'-r-^ o* ostudo d- idontificg^o pol-^ mTchi,
S"o'Piulo, Est"belocimcnto Gr''£ico Rossolillo, 1931» 4-9 p. ilust. /Döutor'do»
P-c, do I-fodicini do S-o P-^ulo/,
MARANHÃO, José Lóito, Agpocto médico-lof^^l d" oligofroni" l-rvr (r&gt; propósito do
um" períci"),. Fort^lez", Improns'* Wici'^l, 1937, 107 p. /C"tedr', i^dicin»)
log"l. P-c. dü Dird-to do Got"/«
MARGlLIO, Fl'vio Portol".' A conjstinont-^lid'ido ■^moric-n-'.' Co-r^,' üaprons" Qfici"!
19^6, 104. p, /Cntodr-, Diroito intcm^cion^l público. F-c, do Diroito do Cor,
rV» Aprov"do.,
MftRGlLIO, Fl'vio Portol". D'-s rol^çõos soxu"is h" invogtig-g"o d-í'p-^tornidido,
Co'T", Editor« Instituto do Co'-r'^., 194-S, 38 p. /Docònci" livro. Diroito civil, F"c, do Direito do Go^r'/»
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O v-lor d*^ prov- testemunhai,

I Digitalizado
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SSo P"ulo, Est^bolociraonto V

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1959» 191 p» Z^&amp;i'y'X'r., ' jl;i"=^t.v!3.''.x§õc~ r o.
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iCK-í:;, .'l^vio u-^íircz C"?, .valrlt" C r;'.,-'«.
175 P» A-iv* írc" D5.i-c;'.tc pan-l.
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'i^íí m.-cit- no cód^
p,o pei'.'l ví.ysntc, -vêo IVíulo, "i^.rpvvjs'-. .'/áflce da ;-le(v:".«t-- c*o** j' rúu-i • :*••:, 3.944. ^
?24. p, /'J.vco Ooca.'.cl.-, ■v:',-..ní.t(; pen-1,
c. flc "■'i'v?.to í ■ UrJv.ío -'"o i'rvXo/

■&gt;X).&gt;..'.-l , Je":'es.?crd ■^nrbíny,
-i-^, s., of:., 1943, 79 -p;
rn:l.to do .'ir-.pirlto ;• -r-to/,

jJosn tv/'-"Rpo cl" tcoriç» f':C rí.Mco ■&gt;'o.í'ísd1o"'-1.
/dto^re.' .Jlv-r.ito &lt;■'.■-5.&gt;'1 ,t::-nTvl&gt;intr..
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: ür'i'/, Rol3.r! d"» •loiuM'- ^'XUrlir::.'c
la'rl.
^:m:-l'dn Gò-órclo, IçV/, ?1' p] ' /C«to&lt;«r'
Go-:^'íí/,

Hj.o d: iT:' ri;.;-o, ''.'5.')O.'T'"Í'Í''
lo;;í'l. r "C. dc
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-0;j V ■, G. do .;.3jíiôíí^. o f-'oi.sno r-t-a o c^t •"r :aôvó b^nsí.lniro,
:&gt;ipforr G-reficfl d Jin'-5. t- dos Vr-l^u-ÂÍ,s, 1940, 125 p. /Cát-di-r». '
bl:'cc
?■ .ly,
JX',.1t.&gt;Ti, ".liei'.) ■'\'u:';ond, Gontr;l.n.TÍg"o p"-:"
■-j vhvda d:dJ, ■■'•''"'or^t.'.co d?"' i.:o"tc "T'''):'/?:» n
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r*"a, 3-92'', 3'^ P» ilu t. /iov-tomdo. ^rv, do
ri'.O, íj.ccl'-u.
1959, 13/|. p,

72 p,
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hep'tic h5..ntólnjão Haulo, ir;Á~ns ror "e ..v"o Paixlo/,

cecfdonóá.'' ; ■&gt; diror.to r:br5.1 ^jr"
/G'tecr", ..JÍj';.ito civil, j-^ n, d-;, .-..ir-r" to

J, Pctffvio, .'jo-' 3r;t:t!fjrirç
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HC3S0A, Viccntc do P^sul«.
inici'S^o
ostudò do'procosro civil, Fort^loz«, In&gt;*
prons»! Univorsit'ri'- dô Cgt'; 195Ö, lOO pi /Dodcnci^ livro, Direito judici£
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S"o P-^ulo, Empros" Gr£
Mcdicinr» log-1. F-c.

SAMPAIO, d-vo dj. ífon-r-ui« -bpolut- j rlit-dur- do prolot-^'i"do n- toori" polític". Co-r-, Impr n"-- Univofait-ri- do Go-r', 1961, 74- p. /Livro doconci-.Tua

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34. - DIKHITO (Gont.)
ri":

do u^t-do.

E-c, do Diruito d- Univ. do Co-rf/»

SAMPAIO, QL-vo do, P-rtidos políticos o omond- oonstitucion-l, Co-r', Improns" Ö
nivorr.it'ri- do Co-^r", 1962, 68 p» /Livro doconci-. Diroito constitucion"!,?^
culd-do do Diroito d- Univ, do Go^r'/i
SANTOS, Mo"cir do Ain'r'^l. .As-condiçõus d" *ç^o rio dosp'^cho g''no''dór. Aso P-ulo,
3. od. 194-6, 108 p. /Livro doconci', Diroito judiciário civil, F'c, dó Direi
to d" Uhivcr.«?id-dü do S^o Pnulo/.
SANTOS, Mo»&gt;cir Am-^r-l.
Introdução''&gt;0 estudo do procosro comin*tório (proço^no laónitório no'diroito br'r^il-iiro), SKo Pnulo, Ofian'S Gr'fics do S'^r'iv S/A,p
1953» 186-n, /Crtodr", Direito judiei'rio civil, F"c. do Direito dn Univ, do
S"o P^ulo/»
'V
SIDOU, Eurico Avolino, D" out-n'si- n-^-h modorn^s Iosl^çõosi Co-r', Editor' Fo£
t'laz«, 1936, /t.5 p. /Doutorado, F-c, do Diroito do CoirV» Aprovado#
SILVA, Antônio So-roo d«, A funç"o do punir o - ofic-ci« d- pon-, Fart'loz'», R-^moB &amp; ^ouch-in, 1936» 28 p, /Doutorado,. F'c, do Diroito do Got"/» Aprovdo,
SILVA, Jo~o Porboyro o, ProJog"o du crodos r-iligiosos no diroito intorn^cion-l prj^
vdo, Port'loz", Tipogr^fi" Minoi^'-, 1939; 39 pi /Livro doconci", Diroito
torn-cion^l, priv do» F-c. do Diroito do Got'/,
SILVA, Pcrboyro o. A n-cion'-lid-do n- constituição do botombro. Fort-loz'', s.od,
1946» 18 p, /C»»todr", Diroito oDnstitucion'^l. F'^c, do Diroito do Cot'/.
SILVA., R^niro Csrpri^no ^d".
Os 'rtigoa 11 o 25 do código pon-l a o'problon- d"
«j-íid-do. Bolo Hòrizonto, Contro do Artoâ Gr'fic'S, 1959, 58 p. /O-todr'».
roito pon-1. F-c. do Diroito do Espíiito S-nto/,

DJ^

SILVA, Solon do F-ri-ç o," Ar origons do podor, Fbrt-'lczn, Gr'fie- Monitor, l94-6&gt;
20 p, /Doconci-- livro,' Toori" gor-^l do oat'do. F'c. do Diroito do Go-r'/«
/
SILVA JÖNIOR, Ernostino Lopes d-; Dotorrain"Ç'o d- id'do pólo ontudo dos dontoc.
S«o Pwulo, Irn"os Forr-z, 1931» 4-0 p. /Doutor'do, F-c. do M,jd, do S"o P-ulo/,
SILVEIRA, G«st'o Floury. Dotormin-ç"o d- d^t- do uso'de um" -rm- do fogo o d" muniçSo, Sí»o P''ulo,'H..itor Gunh" &amp; Ci",, 1926, 76 p, /Doutor-^do, F^c, do Mbdicin»» do S"o P-ulo/,
SILVEIRA, Humbbrto Fontonólo d". D" cois'" julg'd-, 'Fort-loz», Impronsr .Ofici'^l f
194-0, 139 p. /O^todr'», Diroito judici'rio dvil, F^c, do Direito do Got^/ »
Aprov'do om fabril do 194-7»
SIQUEIRA, Viccnto P'úlo do» D"'roclTa^ç^o, Fort ■-loz'*, IÉiÍ3rQns-''Univorílt'riCo-r'^ 1958, 92 p, /Gntodrr, Diroito judici'rio civil, F^c, do Diroito
Co'&gt;rV. Aprovdo om n-io do 1959.

do
do

S0ARE8/ Edilson Br-^sil,
Idói-s modorh"s^ sobrò nonorob •»Vndoir dos'o dolin^-uontoa;
Fort-log'^, Tipogr-fi-^ Móndonçr*, 1936, 4-6 p. ilust, /Doutorado, F-c, do Dir eito do GotV» Aprovdo,
SOBREIRA^ Foin-ndo Gonos,
O o^t'-'do'o o clroito, Fort^lozi, s, od,, 1958, 156 p,
/G^todr^», Toori" gor'l doost-do, F-c, do Diroito di Univ. do Go-rV» Aprovado ora junhò do 1958;
SOHNj P«uIo,: riobro 'S lusõos corpor'is no concci to do'código pon'1 br-^a loiro, Sno
P^úlo, Tipogr-fi" o P-pol"!!' Aneric-n*, 1921, 70 p. /Doutor-do, F^c» do Modicj,
n«' o Cirurgi" do S?o P^ulo/.

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U - DIR'IITO (Gont.)
SOUZA, J,P, G«lv"o do.
O pod tiviomo jurírJico o o cUroito n-.tur^l, S*ío P''Ulo, Erj
proF''Gr-fic- d' Rovi'^t« dos Tribun'is, 194-0, 99 p.' /O'todr'^^. Filoroíl" "d.o di,
roito. F-culd-do do Diroito d'- Univ. da S'o P'-ulo/,
SCUZAI Iv-n C'-iapoii do. A vord-do procos-'U"!. Rocifoj Mousinho, 1959# 66 p. /C^tödr'^. Pr'tic" do procü&lt;5í5o civil o conorci-l. F-c. do Glonci^s Econonics
dn
Univcrr.id-^do do Rjcifo/,
SOUZA, J'&gt;cintho Botolho d'. Sociod'dc do roí^pons-^bilid-du'ilinit-d- do 'Igims olü
mit'd" do outros'sácios; sociod'do'oa con^ndit'- í^lmplog. Co^r', Gr'fic" J-n 194-S, 4-0 p. /Livro doconci". Diroito comorci-^l, F'-c. do Diroito do Go^

SPLENDORS, Luiz. O ponto do boclr^rd o sou v-lor nódico Jjog'l. Snò P"ulo,'Enprosí&gt;
Gr-fic- d-« Rovist- dos Tribunais, 192Ö, 6o p, /'Joutor-do. F-c, do Mod. do S-o
P-ulo/.
TASTALDI, Honri-UG. Gontribuiç-o 'o ostu.do ã^n cictrizos cut-ho-s polos r-ios u^
tr'-violot'^g, S"o P-ulo,' Tipogr-fi- Rossolillo, 19^5, AO p. ilust, /Doutorndo. Medicin« log^l. F-c, do Modicin'- do S~o P^ulo/.
T3LIES, Hbrnohogildo.
O módico o " pclític-,
tor-do, Fr-c, do Ifed. deS"o P^ulo/,

S'o P-ulo, s, od., 1929» 86 p, /Dotj

TIBIRIÇ/Í FILHO, Jorgo. D«^ di'^gnoso d- dist-nci" noã tiros do projocteis múltiplos
(chumbo de c-Ç"), S^^o P'-ulo, Tipografia P'^ulistn, 1921, 57 p. /Dourot'do, Ff&gt;culd^do do i'fodicin'- e Cirurgi«^ do S"o P'Ulo/,
A4
TOLEDO, Fr'hcisco Alves Gorrô" do, Gontribuigno
ontudo dTj tntu-gon^ em ncdicJi
n" log^l,
Síío P"Ulo.
O -]3t'do do Sno P-ulo, 1926 , 75 p. + 30 p, ilu.'^t,, /Doutorado, F'c, do Medidn- do 3"o P^ulo/,
TIFLAGIíER, Hugollno do Andr-dß, D" rospons'^bilid'-do no diroito cilÉiin-l. s. 1,, s,,
od., 1958» 286 p. ilust. /Livro doconci". Diroito pon-l. F^c, do Diroito de
Polot-p^d-" Univorf-id^do do Rio Gr-ndo do Sul/,
VARELL', Gftsp'ir do G-mpos. A id-de pol"'r-diogr-fi- doht'ri- o f '^tor'os ói o -Ito r^m ' ovoluç-o cronológic" do3 dontes, Sno Pèulo, s, od,, 194-1» 93 p, ilust. /Doconci" iivTo. Hi-j^ono o odóntologi'- üßg-'l, F"c, do F-rm, o OtbntDlogi" d-^
Univ. do 3??o P-ulo/, Aprov-do,
VASGONGELOS, Luiz Gru? 'do.' A .^press^o do júri. Fort-loz", Editor" Instituto do
Co'-r' Ltd',, 1955» 93 p. /Gntodr«, Direito judici-rílo pon'l, F-c. do Diroito
do Go-r'/, Aprovdo om sotenbro do 1956,
VASGONGELOS» Luiz Giniz'do, Do inf'nticídio,' Fort-loz"» Inpronnr Qfid.-1, 194-6»51
p, /Doconci'- livro. Direito pon-'l. F-c. do Dir'á.to do'Go-rV» Aprov-d) ,
VIANÄ, Hmriruo do Britol Teori« jurídLc do território. São P-ulo, Oficin-s Grpfic-s de S-r-iv S/A,, 1957, 98 p, /Livre docênçi-, Teori- ger-1 do e ntf-do, Ff^
culd^de de Direito d® Universidade de São PpuIo/.
VIDIGAL, Luis Etilplio de Dueno, D«^ imut^-bilid^de dos julg.-dos --ue concedem m'"ndédo de segur^ng'', Sro P^ulo, Emprês'- Gr'fie« d^^ Revi-t«- 'dos Tribunais Ltdn,, .,
1953» 215 p. /Cptedr». Direito judiciário civil, F'^c, de Direito d- Univ. de
São Pi'ulo/,
VIDIGAL, pais Eul-lio Duono, D- e:cecuç-o diret- d-s obrigações de prextpr decl^rp
5?o de vontpde, Sro P-ulo, Emprês«^ Gr-fic d- Revist- dos Tribun-is, 194-0, 1??.
p, /cátedra, Direito judiciário civil. F-c. de Direito d»- Univ.de São P^'Ulo/,

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34- - DIREITO (Cont.)
ZANG/IRI^ í^rio.' Noturezo jurídic- â- pronúncia.
Sno P^iulo, Qf leine'S Gr'fies 'de
Sr^rf'iv s/a., 1953» 58 p. /livre íocênci'^. Direito judici'rio p n-1. F-c,àe
Direito
Univeraid-de de S"o P^ixLo/,

35 - ADíCnTISTR/^CJÍO PÜBLICA.

PTOEITO i^DMINISTMTIVO

ADERiMDO, Mozirt Sori-^no, O fundorirrio çilblico e o'est-'cb , Ge-r-í, Imprensa'Univer?iit'ri" do Ge-r", 1957,
p. /^cenci" livre, Direito •"dininistr-tivo. F'&gt;c
de. Direito d-^ Univer':'id-de do Ge-r '/.
ALi-lEIDA, Nelson Abel de, Direito 'judici-^rio -drainistr-tivo. Espírito S-nto,'Pnp^
l'^ri" e Tipogr-fi- Minerv-, 1943* 59 p. /Cntedr". Direito '^dministr-tivo.F-'c,
de Direito do Espírito S-nto/,
CRETELLA JÖNIOR, Jo^é, N-'turez'^' jurídic' d' funç"o public^, S»o'"P^lo, Oficinas
Gr'fics de S-r-iv- S/A., 1953, 109 p. /Livre dooendri, Direito " dministr^tivo e ciênci' d'' -âminif^tr-ç^o, F-c. de Direito d" Univ. de S??o P'-ulo/.
FURTADO, Francisco de As^^is Arrud»*, Acuniul^ções-íremxmer-d-a. Ce~r', Tipogr-fi"
Mnerv", 1957, 53 p. /Livre docenci", Direito "dministr^tivo, F^c, de Direito d- Úniversid-de do Ge~r'/*

69 - INDÜSTRI/i DS GONSTRUGO^S

SOUSA, Fem-ndo G-inpos de. Forra-s p-^r^ 1'jen de concreto '"rm-dom^deir- compensji
d".' Porto Alegro, Editor' Meridion'1 Einmn, l96l, 127 p, ilust. /Livre docen ei*. Técnic- d'" conBtruç"o - topogr'fi-, F^c. de Ar-uitetur- d" Univ. do
Rio
Gr-hde do i9ul/,
36 - ASSIS!FgNCr\ SOGIAL.

SEGURO SOCIAL.

SERVIÇO SOCIAL

ALVES, Neiz" de Toledo Piz« Rodrigues. 'Introdução dò serviço soei"! n" rotin-^ 'de
.serviço de um roupeiro. 'Lins, s. ed., 19^1, 95 p. ilust. /Dissertação. F-^c.de
' Serviço Soci-1 de Lins/,
AMARAL, M'ristel'' Coelho do. O clube ggricol'^'e o de??envolvimento d ' juventude ití
r-l. S^To P*^ulo, s. éd., 19él, o7 p. + 19 p. ilust. /Dissertação. F^c. de Ser
viço Social de Lins/,
BEZERRA, M-ri"^ do N^pcimento. 10 raêsen do missão rur-1 no v-le do ÍT-gi-^ribe.
t-1, s. ed., 1959 , 92 p. /Digsert-ç~o. Esc. de Serviço .Soci-l/,

N«-

GíliQíiS, Judith'Pereir^. Atu-ç"o de úm clube "grícol'" no meio rur-l, Ling, s. ed.
1961, 115 p, ilust, /Dissert-ç-o. Fnc. de Serviço .Soci-'l de Lins/,
CALDAS, Yvone Pinto^ Tent-tiv' dé introdução do serviço soci-1'junto "»o 'círculo
operário de Lins, Lins, s, ed., 1961, 95 p. ilust. /Dissertação, F^c. de Se£
viço Soci-^l de Lins/.
C'iRVALHO, Therez" Lisioux. TJm projeto piloto de introduçf^o do serviço social n^a
obr's'de porm'-nenci" do serviço Rociai d ó menores õo interior do e^t^do de Sno
P-ulo. Lins," s^ od., 1961, 64. p. + 99 p, ilust, /Dissert?^ç"o, F'-c, de Serviço
Soei"! de Lins/,
CO'^A, M^ris" Correi'».

Tont-tiv de rocuper^çSo junto «"os moradores dos g'lpoes do

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36 - ASSISTÉNGIi^ SOCr.L.

-SSGÜRO 30CIAL.

SERVIÇO .SOCr'-L (Cont.)

vorgel do l-go. Alogo^s, s. ed., 19éO, 131 p. ilust,
Social. P^dro ilnchietV»

/Doutor-do, Esc. Serviço

HTRÂTA, Ihos, O sorviçò soci"l de Lins g o "curso de -u:lli"rég rurais no
(Ki-pir ng'. Linn, s. ed., I96I, I36 p. /Dissert-g-o. F-c, do Serviço
de Lins /,

bairro
Soci-l

UTíf M^ri-^ -Ap'reoid** Cr^lnasns,
O clubo M''xiinsj meio preventivo ò cur-tivo d" de lln^uenci- juvenil. '"Lins, s. ed., 1961, 100 p, + 64 p. ilust. /Disnert^ç-o .
F-c, de Serviço Soei*«! do Lin-g/,
MiTTOS, Eunice^do.
O centro'regional de 'íorviço 'üci^l do Lins dn Légi-ó Br'^silej,
T" de Sic P"Ulo. Lins, s. od., 1961, 131 p. ilust, /Diasort-ç^o.Foc, de So3rvi
50 Soci'1 do Lins/,
OLISEIRA, D-lv" do, A polític- mirim - raéio de preservação no monor.' Lins, s.ed.
1961, $7 p. ilust. /Dissort''ç"o. F?c, do Serviço 3oci-l de Lins/.
RODRIGUES, Gleidb Trigo, üm'- éxporiônci-* de'serviço roci'^l de grupo n- polític* .
rairira d© Lins, Lins, s. ed. ,'1961, 121 p. ilust. /r?isEortr&gt;ç«o. F"g. de Servi
ço Soci-1 do Lins/,
SILV/i, Pedro. AssistcnraL" *&gt;os monore^'"^norn-is.
S~o P'-ulo, Est'boüßciraonto Gr-^fj,
CO Irmãos Forr^z, 1931&gt; Ö1 p. ilust, /Joutor-do. Clxnic^ psi^ui'tric o nour^
'tic: » F-culd-de do Modicin'^ do S'o P*^ulo/,
SHIGtrULiRA', Nobulco. Tont-tiv" do desenvolvimento do um'''^coiaunid'de rur**l em Lins,
Lins, s. ed,, 1962, 122 p. iliist. /Dissort^çro. F'C. do Serviço Sod'-l deLins
S0AR3S, Elr- Boxges Fèrreir"!
f3, ed., 1961, 79 p, ilust,

Experiência de serviço Soci-1 oscol-^r em Linsl Lins
/Dissert^çno. Esc. de -Serviço Soclí^l de Lpis/,

XWZER, • Clélin V^le, Esboço de uia trabalho socinl n" zoh'« do seridó, N-t-^l, Tipo
gr"fir d'^'C''S•♦ do Memores, 1953, 114- p. /'^isfsertiçfío. Esc. de Serviço Soci'1
de N^t*-!/.
37 - EDUGAaro
FREIRE, P"ulo Regus Neves',
1959»
P» /C-^tedr*^,
tes de Pern-m'baco/.

Educçno e '-tu«lid-de br-sileir-'. Recife, s, ed,, ...
Hist6ri^ e filosofi* d*^ educ-içro, Escol" de Bel-'S
-

MIRANDA", M'-ri" do C-rmo T'vrbs do, Ped-gogi'- do tompo o
históri". Recife, s.
©d,, 1959# Ö1 p. ■ /C^todr«. Históri'« o'filosofi- d' educ"ç"o, Escdl' do Bol-s
Artes de Pem-rnbuco d- Univorsid-de do Rocife/.
MOURÍ, Abel Auguçto do. G^rdiopoti^s dos escol^ros. S*o P'-ulo, s. ed., 19.31, IO3
p. /Doutor-do, F-cuidado de ífedicin*^ do Slío P'^tilo/.

51 - M^iTEli^TIGiV.
ANDRADE., M-^nuol C-ot'-nö'Quoiroz do.

i. homolog!'^ w unid~do do dor;envolvimonto

goometri" dorcritiv.
s. 1., r. ed., 196I, IO3 p,
do Bol-s Artes do Pern-mbuco d- Univ. do RríCife/,

d»^

/Geometrit. descrltiv*&gt;. Esc.

.'.KDRADE, M-nuol ®^ot"nó-Queiroz do,' Porspoctiv o hoinologi-,
Rocife, I," Nory dn
Fonsoc &amp; Gi", Ltd",, 1952, 9Ö p. ilust. /Livrò doconci'-. Goomotri" projetlvn
perspectiv o •^plic-çõós técnicas. Ebc. do Eng, do Porii-abuco d' Univ. do Roci
fo/. Aprovado on 1954-.

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51 -

(Cont.)

i\NDR/iDE, M-nuol G ot-no Queiroz de. ' Roprosont"'ç-o c-v'-loir". Rocifo, I. Nory d*^
Fonsec" &amp; Cl'^. Ltd"., 1955, 222 p.'ilust. /C'todr^. Goometri- dehcrxtivnjpro
jotiv" o'nplicrçÕos tccnics. Esc. de Eng, do Porn-mbuco d" Univ. do Rccifo/
Ai:)rov-do,
BARBOSA, Ruy M^dnon, Prob^Mlid-dos cono -Igoritimo domohstr^tivo do c'lculo co^
bin'^torio o binoiniò do V-ndormonde e-plicçõcs.
s. od., s. 1., 1961, 102 p •
ilust, /Doutor'do, F"c. do Fil. Cienci-s o Letr-^s d- Univ. C tolic- do C-mpi
a's/*
.
.
.
BARSOTTI, Log', Projbtivid-do ontrf'
V de primeir'^ ospeclc. Curitib-, s.- ed.
1952, 55 p. ilust. /Doconci" livre.■■^1jeom3tri'' -n-litic- g'OTojotiv«, nogoerj
de nomogr-fi". Esc, de Eng. d-^ Univ. do P-r~nV» -Aprov-do.
MSSI, Achille. A di. lid-de n-^ -ílgebr-s do Boole topologic- 'i e ^-»s'oo nse-^en - ^
ci-s^ S'o O-rlòs, Serviço-de Public-çÕGS d" Esc. do Eng, do SSó Oprlof^:, 1961,
76 p, /C'todrn, Esc, do Eng. de u"o Carlos/. Aprovado ora 4-,u,196l,
GALAES, Antonio Morcir,'-. Sinopse' sobre " toòri- gor~l d-r pl.nnis -^Igebric^S.
Qu
TO Prõto, ??. od;, I4.8 p. ilust. /C^tedr'^. ' Geomotri« "nolitic^, calculo vécto
ri"!, nomogr-fi-. Ene. Nricion^l de Min*s o Mot-lurgi- d" Univ. do Br^-il/«
C'.RDOSO, J-yme M^ch-do. A utilid-de d- roprosont-ç"o do Monge n". cbnnosig'o e^dc^
coinposiç~b de forç-s no osp'ço. Curitib*^, s. od., 1953, 36 p. ilust, /Dòcenci"'livre. Goometri'- -.'vscritiv-, porspectiv«, rsombr-s; o -plic-gões. EriC. de
Eng. d-- Univer'^id-de do P.^r-n-/. ^provdo,
GAV'LLIN, Jof.é, 0'proconso homòlógico e su^ utilid"dj n- ropresont^g^o Mongi'nn.
Curitibn, s. od., 194.8,
p. ilust. /C-^jrodr". Complementos do^^goometri'j doji
critiv, olómentof! do gooraotri" prònotiv", perspectiv** o '■ plic gõos tecnics .
F-c, do Eng. do P'r-n'/, Aprovdo.
'
COSSI, Ernesto Binino, Supremo o ínfimo o-lguns concoiton fund^ment-i s do clculo,
infinltofdnv-l. Porto .Alogre, Edit. Meridional'Enmi'», i960, 98 pl /C'tedri.
tem'tic'-. Gooraetri'" -n-lític e c'lcialo, F-c. do Agron. e Vot, d- Univorrãd^
do do Rio Gr-ndõ do Sul/,
DI'iS, Alt-mirò Tibiriç". E~u-gõo?j diforonci-is ordin'ri"S.
Duro troto, 5. od.,..
1948, 60 p. ilust. /G't - T . ' C-lcúlo infinitesiia-l. Esc. W«c. do ííin-B o Mo
t-lurgi" d- Univer'-id-dG do BBrsil/.
GOMES, Frodorico Pimmtel,' Introdug-ò -o estudo d^s Rucosr:õos do tpo, Pir-cicnbn, s. ed., 1958, 104. p. /C^todr^. M-tcm'^tic-. Esc. do Agric. Luiz de Huei roz d" Univor?:id-do do S^ío P-ulo/.
.
..
lEMOS, Jonio S-ntoíí Percir^ de.
Söiiig~o oper^cion^^l dn é-u-grío de Airy, sujoit" n
detormin-d-r; condigõo'. do contorn'"., 'Recife, Forn^ndo Figueiredo, 1957, lOO p ,
/O'todr-. M-ten'tic' superior. Esc. do Bcl-s Artos d- Univ. do Rocife/,
LIMA, Manuel do'B^rros Andr-do.'
1956, 4-6 p. /Livro docênci-,
üniver-id-dc do Recife.

G^lculo vto:! 1 e ciném-tic".' Rc,cifo, s. od. ,
liv.c'nic r-cion-1. Esc. do Eng. do Porn-mbuco di

LOIBÊL, Gilberto Fr ncirco. ' Sobre_-Uí^po-graipos tòpológicos e espigos &lt;x&gt;m ntultiplj,
c^'g'o. SiSo C'rios, s. od., 1959,
-9 p.'ilust. /boutor-do. Esc. de Eng.
de
Si«o G-rlos d"» Univord-d-do de S?5o P-ulo/,
^t'\CEDO FILHO', Nicodomus da. Aplicações d» homologi^ s geoinetrir' descritivnj método Denise, Ouro Prôto,
ed., 1950, 64. p. ilu"t, /G^tedr^. Est-tístic eco^
nômic, F-culd-do do Gionci^s Economic"" dp Univ. do Recife/r

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�Luiz iSovoro, Forni'-llsjrao c^noníco horaogoneo. Sprto i\!b gro, s. cd,, 1959 &gt;
7? pi /Cétedr*^. Moc*nicj« r-'cion^i, moc^nicí^ coloáto o fí^ic raptcmá'ticí'. Frc
do Filorofi" d" Univor'id-do do Rio Gi-'^ndo do Sul/,
OLIVEIRA,, Gpyoby Vieira do, Toori^ do Hilbort-Schmidt rolrtiv^ p oxirítchcip
do
soluçõbe d^s o-U'^çõer^ ihtogr-is linoí?ros (n~o Ringul?rüs) do 5VbdholtiilPorto .Al£
groj s. od,, I95Ö» 32 p, /Cátodrp, Gornplemohtos do m^torii'tic, F-cl do FiÍoaofi»^ d»' Ünivor'-id'^dü do Rio Qcpndo do tSul/, Aprovdo.
REIS, Kago Rogis dos,' Ajunt-^monto do trirngul^goos,
s, 1., Emprôs" Eltin Ltd^^. ,
I95Í/ 107 p» ilust, /C't jdr-. Topogr'-fi". Ebc, N-g. do Min-'' o Mot-lurgi*! ds
tJnivonid'-do do Br^ril/»
52 - ASTRONOMIA.
ARRUDA, Fom^nào Fr'g'^ do Toledo. Goodüsic-s o 'rons.
Síío PpuIo, s, od., 1957 /
39 p.'ilcust. /Livro doc^lnci^. Topografia, goodósia olomont-r o estronomia de
cniapo, Escolr Politécnic dr Univorsid-dQ do Seo P^ulo/,
GÜSDES, Jorg© Loito, Mótodon do r-just-'iiBnto om geodásie, S?o P-^ulo, s. od,, ,,,
19?7, 167 p. ilur.t, /Doconci» livro. Topogr^fi", «&gt; stronoai' do'empo o good^
clGmont'-r, Escol'^ jBolitócnic^ d'" Univor'-iid-do do S"o Pnulo/»
MELLO NETTO, ' OuilhoíTao flo,
m-rgom do orro do'f och^mohto nós lov-nt^montofí topogr'ficos. n, 1,, s, od., 1959, 31 P» ilust, /boutor'-do, Escol*^ Superior do
Agricultur- Ixaiz do Queiroz dr« Univor'sid-do do São P^ulo/,
ORSIKI, Luiz do Queiroz, A modid" dr» '&gt;bsorç-o ionoEfcric,
S-~o Pulo, c, od,, ,,
1957, 29 p. i'^Tist. /C^todr'». Eletrotécnica fund-nont'l o medidas. Eicolr» P^
litécnic d-- Univorpid'do do S~o! P-^ulo/.
RCDRIGUES, Lyr-'^ndro Vi'nn'^. O probloiir» do d^^tun goodosico,
S"ó Piio,'Dop"rt-monto do Livros o PablicgõoR do GrSníio Politécnico, 1957, 70 p', ilust. /Öoconci''
livro, Topogr-fi", goodosi*^ olomcnt-r o f»Btronomii do c^iapo, Escol-' Politócnj,
o- df» Universidade do S"o P-ulo/é

526 - CARTOGRAFIA '

ADDISON^
S,' Doronho c'-rtogr-fico.
Sí^o P-ulo, Tipogr-fi" Aítror»^ Ltd»^., 194-0 f
85 p. ilust. /C-todr-^. Do^cnho'topègr-^fico o c-rtogr^fico. EhcoI' Politócn^
c ã" Uhivor^id-do do 3"o P^ulo/.
53 - FÍSICA E
ACCIOLY, Pompou 3, Introdução 'o pròbloin-^ gor-1 do movimento rígido pol^r. Ouro
Prõto, p. od., 195-^.» 202 p. ilust, /Cntodr«.' Ifoc^nic r'-cion^l. Esc, N«&gt;c. do
Min^s o l'fot^lurgi" d- Uhivornid'-do do Br-P!5.l/,
ARZÒLLA, JorÓ d;;'_l Pozzo, Contribuição' -o ostudo d- hitrific''ç~o polo "-ísporgillus
wontil%.Whomer. Pir'-cic-b", s, od., 1959, 74 P. ilust, /Livro doconci-. Qu^
raie- org*n4cr o biolígic-. Esc, 3.:porior do Agricultur'' Luiz do õuoiroz dr Uni
vo- nid-do do S"o P^ulo/,
BECIÍERT, Arn'Ido Isidoro, Aproci'ç~o d-'F' lois dos movimentos dos corpos pos'^dos ',
olh-dòs no rji't-do sólido, Curitib-, Tipogr-fi- Jo~o H^upt &amp; Gi«. ,'1920, Ö9 p.
ilust. /C'todr-. Fíd c oxporinicnt'l o motoorologi". F-c. do Eng,do P-r-n'/»

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�53 - FÍSICi'^ E MEC^NIGA

(Cont.)

BECIlERT, .íirn-ldo Isidoro.
Irr'cli-ç"o do c lor. Curitib'«, Tipogr^fi" JoSo'H?*upt Sc
Ci",, 1928, 62 p. ílust. /C ^todr-, FÍ!-,ic- oxporiincait-l o motoorologi-.
F-c,
do Eng, do P'&gt;r'nV»
»
/
BICALHO, Fr-nciaco Sbttc, Funç^^o c-r-ctorístic^5 '^plicçÕQp, Ouro Proto, s.od,,
1954-» '53 p. ilust, /O^todr-, Moc^nlc» "plic^d" is ra-íi-uin- s o m'^-uin-^s hidr^u-»
lic-s. Er;c. N'cion-1 de Min-s o Mot-lurgi' d- Uhiverp.id-de do Brasil/.
BCDEA', Eugonio. Entropi-* o sü" intorprot-g^o cihotico-'tomistic",
s, ..
od.» 19561 ?1 p. /Cptodr-, Fi'-icB industii »-l.
Instituto r^lotrotccnico do It«iJubií/.
BRüNELLO, Giov-nni. Contribuição -o estudo d-^s trocs tórnicn entro cilindròíj
rizonttir. liso*^ o nigopos e -r ora ropouio. SSo Pf&gt;ulo, s. od,, 1959» 152 p.ilu,^
tr-do, A'ocenci' livro. Koc^nic- doa fluídos. Eec, Politócnic- d- Univt-rsid«do do S-o P-tilo/,
CEHVELLDII, Adh^r, Ehtudo d- distribuição «^ngul'-r d- r-di-^ç-o bot-^. ' s, 1., s.od.
1952, 21 p. + 6 p. ilust, /0'todr^, Fí^ic-^ o uotoorologi-. Esc. Superior do
-Igrioultvir- lÀiiz do Queiroz d- Univorcid-do do S~o P-ulo/,
DILtSIBURCr, D^roy, Difus"o do houtrons provoniohtos do'fonto puls^d' om omio multiplicador, Porto Alogro, s. od,, 1959, 4-6 p, ilust, /G'todr-', Fírsic'gor-1
o oxporin.nt-l, F-o, do Filofnfi- d^ Univorcid-do do Rio Gr-ndo do Sul/, •'^provdo,
.
ELPS, Goz»r ^^ntonio,
Intorférônci- por pol-riz-^çro -p?_ic -d" ^ noclid- dor&gt; indico«;
do rrjfr"ç"o om nicrospópi«. Rio do J-hoiro, s, ed,, 1957, 58 p, ilust, /Socon
cl" livro,' Fxíjíc'' -plic-d'- ' f'-^ra^ci", F-c. N'cio:^-l do F-rin,d':' Univor.-dd-do
do Br-dl/. "'^prov-do,
FARO líETO, R-ph'^cl, Contribuição p"r" o estudo o constiuç^^o de: polToraotros convcncibn-^is, o p-r* ♦n'li.so pol-roer-fic- dos ions FoII, BilII n Gull. 3"o P-ulo, g, od., 1954-» 119 p, ilust. /C'todr-, ' Tuínic- 'n^lític-, F-c, do F-rm-cii
e Odontologia d^ Univor^iid-de do S^o P-ulo/, «''prov-do.
í
.
IEÄO, -í^rn-ldo Gouvoi- C-rnoiro, Biofísic- d-s r-di-ções ultr^-violet'-s; contribui
ç"o "p ostudo d" influônci- do« r-ior? ultr^-violot^--; sobro - gornin-ç"o d-^n rienentes, Rooifó. Di'rio d- M-nh- S/'., 194-2,'69 p. ilust, /Loòond- livro. Físic biológic-, F-c. do Modid-n- do Rocifo/. Aprov-do nm 2.1.194-3.
MfiFFFil, ].'V-ncisco Jo~o líunborto. 'A pilh- d;; Woston, S"o P-ulo, Tipogr-fi- Ed^noe,
194-5» 79 p. ilust, /Doutor-do, Fírico—uíniic- o nlotro'uinic . Ene. Politócnio" d- Univcrfid-do do S«o P'^ulo/»
Mf^SG/íRENHAS,'Sórgio, Eletro-tornio-conàitivid-de,
S"o Carlos, s, od., 1956 , 74 p.
ilustr-do. /Doconci- livro, Físic- gor-1 o oxporinaent-l'(pTtos A o B Escola
do Engonh-ri- dn 3"o GtIos d- Univcrsid-de do S"o P"ulo/,
M^SCiiK^^NH^ S, Sérgio.
O novo, motòdo do gémen nonocrint-lino o " "^n-lise do bfeitó
Cost" Ribeiro, S~o G-rlos, s, od,, 1958, 12ö p. ilust, /C^todr-. Fíric. E-^c.
d.o Engenh-ri-^ de S"o C-rlos d" Univerçid-de do S"o P'ulo/.
ORSINI, Aristótelo?. Isótopos r'-dio-tivos. *'S'ò P-ulò, s. od., 19A7, 86 p. ilust,
/Livro docGnci-, Fí^ic -plic-d- - f rn^oin. F-c, do F-rn-ci- e Od^ntologi'- &gt;
d" TJnivorpid-do do S"o P-uÍo/,
Aprov-do.
SILVÍ., Thoophilo Mt^uos iílv-ros d-'^n-lise diaonsion^-l.
Caro Prõto, Gr'fici d'^
E'col' N-cion-1 do í-íin-r: o Mot-lurgi" d" Univorr:id - do do Br-sil/.

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- QUaUGil

,

■ •

AIGHINGERj Smosto Christi^no, ifcido cítrico por forooht'^j'oj contribuição "ò
tudo do 'm-- produção por diversos &lt;"spergillus,' s. 11, s. od. , 1958, 143 P./^S
conci" livro, Quínici industri"! f-m'-coutic", F'^c, do Mcdicinr d" ITniversid-de do P'&gt;r'&gt;n'/. iiprovdo on novembro de 1962.
ADÍSID-I, M^uro PordLr* do, Síntoso do compostos ^n'logoy ^ xiloc^ín", Guritib-,
laprens" d" Univorf3Íd-de do Pir^n^, I96I, 6l p. ilust. /C'tGdr-, Quínic órg^nic-, F-c, do F-m-ci'^ d- Univorsid'do do P-r-nV. -íprov^do entro 12 o
15.3.1962.
AMARAL, Dó- üm-r"l Ferroir'^ do, Gontribuiç-o "o ostudo do not'-boliSEio df&gt; g'l^ct^
so polo "pòlyporus circin-tus"'frios.
Guritib-^, s. ed., i960, 1^5 p. ilust.
/boutor-doj '^ítiic- biolófjicn. F-c. do F-rm. d- Univorsid-do do P-r-nV» -'^pr^
vdo bra "gòsto de i960,
AQTOROfE^ Eugênio» ínfluenci^ do -htibioti COS n'i' fermbntnç5ó nlcoólic de mostó
do nsl»Ço do c^h-* S^ío P^iilo^ Si ed., 1959^ 139 p» ilugt, /Docenci'^ livro *
QüÍhío* indu^tri^l f^nn-coutíc^, F~c. do F-m, c Odontologie d' Univorsld-de
do S^o P-ulo/, í.prov-do.
AIRES, Ger-ldo Gl-rpt do Hello. Influência do vit-nin- BI, nutriente nitrogon^do
o extirpo do'lovodür- sobro fonnent'-ç"o ^Icoólic do c-ldo dó cn» do '»çucr,
vried-de GP. 27/139. Pir-cicb-, s. od,, 1955, S9 p. ilust. /^utor^do. Esc.
Superior de -Agricvitur" Luiz do ''hioiroz d** Univorgid-^do doS^o P-ulo/,
BAJSÄOS, iíiiton Leíi«?", Microscopi'- o tócnic do precipit-ção dos "Ic-lóidos
con
s^is'pl^tínicos. Rio do Janeiro, Gr-^fici Editor:^ Jorn-l do Gonórcio'S/A, 1957
4.0 pi ilust. /Livre docônci«, ^ínic bron^jíclógic e toxicolá^cn, F-c, de
F^rni, de Hlboir-o Preto/,
»
BORZAIíI, 'í?''&lt;lter. Contribuição -o oftuÖo d'- fornent-C'o' ilcoólic contínu^ do momo do pèl^go 3o c-n-, S-o P-ulo, s, od., 1955, 9o p. ilúst. /G'todr". Bio "UÍmic", Sgc. Politócnic' á" Univor^id-dó de S-o P-^ulo/.
BRANDJÍO, Fr-ncisco do Aisi?, Gonç-^lvos do ^'inoriin. Contribuição ^ '-uíraic- dó urânio
pelo'.«dston- dl-(3til-2-hGxi) fosfon-to do otil-2-hoxiln"-4cido nítilcol Rscifo, s, od,, i960, 44- p. ilust. /1)ócônci- livro, ";uÍí:iíc' org^nic?. Ssc, do Ei^
gonh-ri- d- üniver^id-do do Rocifo/, i*-prov-do om I96I.
BUHER, Nilton E, /.plic^çoós pr^Hics dóc gr-ficos do dir5til''ç"o'.
gr-fi" Jo~o H"upt &amp; Gi"».', 1944-» 49 p. ilust.' /livre doconci".
lágic* o "n-lític. F-c.'do Eng. do P*ir-nV. -Aprov-do.
4
"•

Guritib". Tip^
Quídíc Tocno■

f

BUSGHDELLI, Jílio, Contribuição p-r-'o conhocinüato d'^tocnologi- do furfurí-l .
S-o -ulo,' s, od. , 194-ß, Al p. iluçt. /Livro doconci?.
Tuínic- tocnológic- inorg-nic-. EpcoÍ- Politécnica d" Univorsid-do do Sno P-ulo/,
Cíií-IFOS, M-rcollo Mour",
O ofóito d'- subst3.tuig"ò ea '■lf'&gt; n« l'^ctoniz^^'o do &gt;^cidos gTi'' dolt^-ins-tuT-cbs.
S^^o P-ulo, s. od., 1956, 216 p. ilust, /c^todro.
Quínic» org-nic-. Escol- Politécnic- d'- Univorpid-do do Sno P^ulo/,
CAílPpS, M, A, Pourohot, Gontribuiç.íJo -o ostúdo cb
óloosj ò ínÔico do tioci-nogg
nio n- idontificç-o dos óloos o gordvir^s, S"o P-^ulo, s. od., 194-6, 76'p. ilustr-do. /Livre doconci", Quíi.iic- toxicológic- o brom-toli^gic*.' F^cxcId-dQ
de F-m'ci" o Odontolo^- d- Univorsid-do do S*^o P-ulo/, :âprov*&gt;do.
GOSTA, Jflv-ro Noronh" d-, Eí;tudo_^f"rn^co-niínico do 'cido bot- (^.-hidroxi-^,5-di
-iodo-fenil) '&gt;lph''-fônil-propiÕnico. Rio do J-hoiro', s. od. , '1950, 4-5 p. ilu^
tr-do. /Livro äocunci". F^nai^Gi?» -uínic-^. F-c. N-c. do F m,d- Univt^rdLd-de
do Br- il/.

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54 - iMaSâ (Cont.)
COÜTIÍIHO, Fr-ncivr-co Gondin. 'Argil^s cl'^rifiC'ntos; ítiV^g^o do ^rgil-s do 'norro
do Giz, OQLind^-Porh-EÍbuco, Rocifo,
od., 1955, 2ö p. ilust, /C^todr", Tocnologi" inorg'nic". xCrcold do Quíiaic d" Ú"nivorsid'do do Rocifo/, Jiprovdo.
COÖTINHO, Háliò Bezerr".
Contribuição »-o óstudo histo'-uiriicö d-s ostor-sos. Rocifo, s, od',, 195"?, 40 P. + 10 P. ilust. /Doccnci" livro. HistologL- o ombrá^
lógi'- gor*l, F culd-do do Modicin- d-^ Uhivorsid-^do do Rocifo/. .?.provdo on
6.10.1954.
CROCOMO, Otto Jo^Ti. Entudo sobro o not^bolisno do'uroi" - G-14 -plicd"
folh'"R
do c-foniro (coffo- ^r^bio^ L,, vt^'Bourbon, B, Ròdr., Gho^issy) norn'-l o^defj,
cionto on nitrogonio, Pir^cicb«, s. od,, 1959, ö3 p. ilust. /Livro doconci"
Quínic org-nic biológic, Eíbc. Supo^ior do iigricultur'^ • Luiz do ^oiroz
d'«
Univorsiö'do do S^o P'ulo/.
DEGNI, Francisco. D- conpo^ig-o 'uínic b propriod-dos fiv'sio-biologic-s d" vulcji
nito, S'o"P-ulo, Gr'fic"'P-ulipt*, 1939, 104 p. ilust. /G'todr". Mot^lurgi'«
o -uímic'" "plic-d-s. F-c. d.-; F-rni. o Odontologi- d" Univorsid-do dc S~o P-ulo/
iiprovdo.
DICK,' Triskon. ' Erjtúdo sobro pirofosf't-sos inorg-nic-s -nin-is. Porto' i^.logrG,s.
od., 19él, 130 p. ilust, /C'todr~. '^uínic' org^nic- biológic". F-c, do Filo•íofi" d- Univor"^id'do do Rio Gr ndo do Sul/, üprovdo.
DCMINGUES, Jo^o B^ptiit",
Obsorv-çõos sobro novos ost-biliz^ntcs dc --liiaáitoG; rt
vit'nin''K5 o o rícido disò^scorbico n- çroscrv-ç^o'do aico do l'r^nj3*^s.
P'-ulo, s. od,', i960, 79 p. ilust. /Doconci" livro. Quínic- toxicológic-&gt;
ó, ■
bron-tòlogic*, F-c. dc FTa^ci*" o Odontologi' d'" Univorsid'-äG do Sõo P-ulo/ •
üprov-do,
FALGOHS, ifi.guól. Foinaont^g-o "looólic" do nosto do'pinh"o; S"o P-ulo, s, od., .
1957, 91 p. ilust.' /Doconci- livro. Bicuínic. Src, Politécnic d- Univorsi
d"do do S-ç P-ulo/,
*
F/iRO NETTO, R-^ph'ol, Pos'uis- ó dbß-gon do N2 03 produzido por -Igun^s fontos cji
loííflc^js. S«o P-tilo, s. od., 35 p. ilust," /Livro docôncín, Quínic- "n-&gt;lítj,
c, F'-c. do F-iti'cÍ' o Odontologi" d- Univ. do S"o P~ulo/. üprovdo.
FBRlí ■^.ilDES, iilfrodo, Mot-is coloid'-is. Ribnir"o Preto, s. od., 1941» 76 p.
todr
odf''. Físic" "plic-d- ~ f-rn'ci". F-c, do F'riri, e Odontologi" do Ribelr"o Pr^
to/.
FERREIRA, P'-ulo G rvlho. * Síntosos o doriv-dos do 1,4 - bonzodiox^no - 2 - c-rbo*
x»^ldoido. S"o P-ulo, s. od., 1960, I36 p, ilust, /G'todr-,' Quínic- org^nic-,
F'-c, do F rr.i'ci'- e Odontologi- d- Bnivorsid-do do S'o P-ulo/, iiprov-d),
FERREIRi'i, P-ul'o G-rv^lho, Sínteses dc novos oorapostos potonci-Lacnte cúr-riz-hto.'?
S*o P'-ulo, Ennrcr- Gr-fic^ d-^Rovist- dos Tribun--is Ltd*;, 1950, SI p, ilust,
/Livro doc*nci-, Quínic org*nic-^. F'-c, do F-^rm, o Odontologi* d-" Univcrnid'^do dc S"o P-ulo/, üprov~do.
FERREniA, Ricardo do C-rv-lho, Gonploxos do c-tion'norciírio (ll) coa'"donin-, «donosin- b cito'in", Rocifo, s, od,, I96O, 40 p. iltist, /C-todr", Quínic 4
nòrg«nic. Escol- Suporior do 'íuínic d- Univ.do Rocifo. /^prov^do ontro 9 o
1?.4.1962.
FERREIRA, Ricrdó do C-rvlho. Contribuição -o estudo f"' -r rol'goos entro -cidoz o
ostíTitur- inolocvil-r dos "0idos inorg-nicos. Rocifo, Forn-nd.o Figuoirodo, 1956,
50 p. ilust. /Docônci.''livro. Quíinicn inorg-nic'^. Esc.Superior dc "uínic
TJnivorsid-do do Rocifc/. üprov do ontro lö o 23.3.1957.

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�% - QUXlíIGA (Oont.)
FONSECAj Pf'Ulö Guin'^r"e3, Perv'^por'g^o © fenôciônon oorrelí^ton, "s. 1,, s* ed., i,.
194-0» 51 p» ilurt. /O'tedr.'-, '^íuíinicp tecnológic- inorg-nic - "uímiC'^ tecnol^
gic^- org'nic*'. Esc. Politécnic
Univerfrid^de de G^o P-^ulo/,
FRAJNDLICH, Mt&gt;noel. Resin'-s pcrílicg de riípid® polimeriz(«&gt;çõo
tudo d» '»IterngSo dr cor)/ Porto Alegre, 0ficln-g Grrficrs
bo s/A,, 1958, 3Ö p. ilust, /Docência livre. Metfllurgir' e
- F-c. de Odontologi.' d- TJnivenid^de do Rio Gr-nde do Sul/,
12.6.1958.

(contribuiçpo no
dn Livrprie do Glo"uímlcp "plic^d/js .
/jprovdo entre 9 e

JÄHDIM, "leides Fi^'ueiredo d- Silvr. Estudo í^uíinico'indu?:trtl do 'cidó citrico e
peus derivados, s. 1,, ni ed., 194-6, 5*5 p. ilust» /Livre docêndr. ''íuimice
industrial. FTin^ceuticr». F-^c. Nrcion-1 de F-rm'ci-^ d." Univerdd-de do Br'sil
JORDAN, Ivo. Eletróli^e em corrente const ntej «pllcí«ÇflO bò estudo d' influêncip'
de gel-tin»»'n-^ eletro deposição doi íons c^dmio e chumbo. Sno P'^ulo,'s. edi,..
195o# 150 p. ilu^t. /^ocêncir» livre. Físico-i^uíniicn e eletrcuiiaic^. Esc. Politécnica
üniverr:id -de de Sr o P'-ulo/»
LAGA2, P-ulo d" Silvf». Gontribuigro p-r-^'o estudo 'uímico-bioláglco d« bét^^-imin«,
íoliletll-nin". Rio de J'^neiro, s. ed., 1947, 124 p.' ilust. /O^ítedrp, Quíqiio» org^nic« e bioliígicr'. F c. H^c.de FTra'ci" d" Univ.do Brasil/. Aprovado em
19A8.
LIMÄ,* Edg«r Gonçfflven d- Cost'. Tint^s'e vernizes ^1'uídicos; estudo çDmpTrtivo
dos óleos de linh'-g'* e nogueir-. Recife, Ifousinho Artef-tog de P-^pél Ltdi. ,
1955/ 58 p. ilust, /C'tedrf&gt;. Quíiiic^ tecnológic e -n-lític«. E''&gt;c. de Enge nhTi" d" Univeroid de do Becife/. ."iprovdo em i960.
LOURENÇO, Ose-r Bergstròm. Contribuição r''^uíaic- do ziroonio j estudos sobre
o
cloreto de zlrconilo. S?o P-^ulo, s. ed., 1955» 84 p. ilust. /O-ítedr'-', Compl^
mentes de -uímic inorg*nic&gt;*. Esc. Politécnic d- Univ. de S"o P^ulo/,'
LOUREíIÇO,'Oscr Bergstrom. D-^ espectogr-fi- de emissão n-^''•n'lise -níniic- -u-ntj^
t"tivr&gt;. S"o P-uló, S"ò P-ulo Editor-« Ltd'^., 1941» 92 p. ilust. ^outor'-do* .
Químic "n lític~* E'-^c. Politécnica d^ Univerr^id-de de S~o P-ulo/.
MABTIIIELLI FILHO, Slcides. Contribuição p-r^ o e?.tudo d) b micro-org-ninmos preseá
tes nos "çuc-res'd" zon« de Pir-^cic^b-.
Pir-cic^b", -3. ed., 1955Í 45 p. ilurt.
/Doutor-do^ Esc. Superior de Agricultura Luiz de Queiroz d" üniversid-^de
de
S"o P'-ulo/.
MARTINS, Edu-^rdo Silveir-". Contribuição ^ dètermin-^ç-o'd" uréi«. Porto Alegre »
ünprens" Univer?!it'ri-, 1954'» 55 p. ilust, /C'tedr". Químic org^nic e bio»lóglc«. Escol' de Agronomi- e, Veterin-ri' d- Univ.do Rio Gr-nde do Sul/.
MEL'\RDI, Êbe B-rbieri. Sep-r^ç-o dos íons sr^licil-to, t rt-r- to e citr-to
por
meio d-^ ^ntílise crom-'togr'iic'', S"o P'ulo, Tipogr'fi- Irm~os'Dupont. 1948» 63
p., iluRt. /Livre docenci'^i' Químic*^ anslítici. F-c. de F^riTi. e Odont. d- Unj,
ver-id-de. de S"o P'-ulo/. Aprov-do,
^^ORAES, Ester do Cum-^rgo Fonsec«. Contribuiç-o --o eatudo '-uínico-tóxicológico dó
"senecio br-silôionsÍ8"'loss.
S^o P-ulo, Tipogr-fi- Ed'&gt;n6e Ltd»,, 1952, 90 pi"
ilust. /ôf&gt;êchel' livre» Químic toxicológic^ é brom-tológic-. F"c. de F-rraj|i
ei" e Odontclofíii d- Univerfddr-de do S"o P-^ulo/. Aprovado.
NOGUEIRA, Duirv-l M^^zzei.
Influonci'' de diversos f-toros sobre - -^tivid^de vit^n^
nie, B12, nò org-nismo do coelho. S~ò P'-ulo, s. od., i960, 73 p. ilust, /Dn
eonci- livre.' Químic biológic. F-c. do Fo Or^ontologi- d" Univor^id-de
de S"o P^ulo/. Aprovdo.
NOGUEIRA, Jo?é Nilton.

Emprego do solenio o do diorido do selcnio cm -tiínic- or-

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�gínic-» SSo P'ulo, s, od., 1957, 152 p. ilui^t.' /Doutorado, Quíraic- arg^nic- .
Esc. Politocnic." d- Univorsid-do do S"o P^ulo/,
NOGUEIRA, Joso Nilton, Tr'-nsform^g^o do citronel^il on pulogol, S"o P.'-ulo, s, ed.
1953» A3 p. ilU-st. /Docenci- livrol Quinic org'nic,
Egc, Politécnica â'Universidade do S"o P^tiIo/,
dTTEIIER, Otto Alcides. Dotormin'ç-o do inicrò-'^U"ntid"âós do ci^noto. Porto 'Al^
gro, Llvr-ri~ do Globo, 194-Ö, o6 p. ilust. /Cótodr-. 'üuínic" r^nilític
tit'^tiv'», Escol»^ do Engonh-iri" d- Univorf^id-do do Rio Gr-ndo do Sul/, -prov^
do ontre 21 « 25,3.194-9.
(BISINI, Ariétátolos, Contribuição pnr- o estudo dbn fornehtos '•milolíticos
dor.
vegct-is. ■'^So P-ulo, Tipogr-fi- Rossòlillo, 1934-&gt; 31 P. ilust. /Doutorado .
F?o. do Mod, de S"o P^ulo/. /^prov-do.
HUEGRINO, Dómingoo. à doterminàçÇo do fósforo pelo método âo -^cido fosfóvn^dómoUbdíco, Pirf^cic^b", a, ed., 19,60, 5ö p. + 30 p. ilust, /Doutor^^dó. Esc.
Superior de iigricultur- Luiz do Queiroz d- Univcrsid-^^e de S"o P*&gt;ulo/.
•
V
PEREIRA, L'if^yeto Rodrigues. -Alguns ^:;pcctos fisico-'^uimicos'd-' desn'tur-g'o do
protoín" pelo c-lor o su" protoç~o. Rio de J'-neirc» ^ s, ed., 194-7» 35*p. ilustr*do, /Gf(tedr'&gt;. Físics nplicd^r o. fTmfícii. P-o. "N^oion-^l de F"rinííci'&gt;
d"
Univeroid'do "do Brasil/, -^'iprovdo-«eç 194-7.
PINTO, Návio,' D" proteção do -^cido -scórbico observ^d- om dos^gens pelo
método
onzlm^tico, Exporiinont'^ç'^0 n« m-ngn'(raoneífor**'indic L.), S-o P^úlo, Tipo -gr'-fi'* Rossolillo, 194-1» 56 p. ilust. /O'-todr", Químic- biológic. F-c. de
F-^rm^ci** o Odontologi-' d" Universid-da de 3~o P^ulo/. -i^prov.ido.
PINTO, Ger-son
liznç^o do
Tâcnologi'«
v&gt;do entre

Peroir-, Gontribuiç-o -o estiido tecnológico o ecónôjTiâco d- noutr'&gt;óleo de b^b-cií^ Belém, s. ed., 1952, 38 p. ilust. /DocondL- livro
org^nic'. 'Esc.'de ^juínic dc Porn-mbuco d-^ Univ. do Recife/. .Apr^
17.5
8.6,1954-.

RAW, Ispí^s. Cíontribuiç^o "o estudo d- oxid'-Q^o do dihidro difosfopiridô^o núcleo
tide, por enzimas do fíg-do.' S"o P'^ulo,.
P'^ulc
s. ed., 1957, 2^8 p. ilust. /lávre do
cêncir). Quíraic* fisiológic. F-^c. do Medicin" d" Univ.de S-o Paulo/,
ROSüLlNO, Cez-r Tupinnmb^. Inici^g'o 'ó estudo d« titònetri'). 'Ribeirão Preto,s,
. od-.i 1941-» 65 p. /Química analític, F-'^c. do F-^rm. e Odont. de Ribd.r-o Preto/.
SlfflL FILHO, Ernesto. Contribuig*o "o éstúdo f "nn^co'-uinicö d- nuiüilnn.' s, 1. »Tj,
pogr'-fi'« Ní&gt;tól &amp; Orueger» 194-5» 65 p, .'-.ilust, /Ootedra, F^rmncin nuímic» .
Ff&gt;o, de Medicini^do P^r^nn/. -'iprovdo,
SILV- , Cíiristi»&gt;no Bnrbosi d^. Ligtções "uímicns.
Ouro Preto» s. sd., 1941» 39 p.
ilu.st, /C-^tedrn. Qúímic'ger-'l inorg^nic-^ e org^nic»! elomontos do
^uímicH
físic-elotro^uímio. Esc, N^cion-l de Min^s e Met-'lurgi'! d-- Univ.do Brnsil/,
SILVEIRA, C^rvílio dr»,
Idontificrç^o do '-Iguns corantes extr-nhos 'O s vinho" tiß
tos pelo raéflodò crom-to gr'fico, s. 1.» Editor'« Líteró-técnioa, 1960^ 35 p •
/Docenci" livre. Químlcn toxicológic e bròm^tológic. F-^c. de F-rn, d-^ Universid-^de do ^T'^nV» -Aprovado entre 3 e 6,4.1961.
U
■
SOUZA, I/ierte Campos de. Di^tomiti o caulim do Recife em composição de borr^ch".
Rßciie. Mousinho i'rtof-tos do P-pol Ltd^., 1955» 53 P» ilvist. /O-todr". Quím.i
C" tecnológica e »«n-lític. Esc.do Eng. d- Universid-dc do Recife/, iiprov-^do.

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54. - QUÍígG^ (Cont.)

TASTÜIDÍ, Hönri'Tie, Sobro
dotermin^g^o nicrpfotomQtric! d", sulfoci-^nomi" mcdiò-nontosA o d- "dsorg^o áo sulfoci-in-to n" dosprotoiniz-^ç^ó trlclorrcotio.SíÔ
Tipogr-fi- Rósôolillo, 19A1» 0^ p. ilust. /Cntodr*». Químico biòló-gic»*
P'C* ao FTrn'ci" o Odontologie d-^ Univor-^id-do do S"o P'-ulo/, Aprov-d©.
TAVIiiES, Thoódulo d- Silv\. Químic- tòxicoiógic^ dos b"rbitiíricòs. Rio do J-noj,
ro, Emp.
L^ommòrt Ltâ-., 1939, 6C p. /Livro âoconci'», Cluíaic" toxica
lógic o brom^tológic. F-c. do Modicin- (Ntcion^l)/, üprov-do,
TEREIA, ^^lico B^rroiros. Síntoscn m-^lonic-n, b^rbitúricos. Rio do J-nciroÍ R.od.
1950, 210 p. ilust, /Livro ;loc*nci«. 'Qi-l-dc» org'^-'^An- ''liol6#c9, F-c, N'-c .
do F*&gt;rm'ci« d- Univorfid-dc do 'Brasil/. -Apiovdo om 1950,
TCDESGO, Antonio Bem-rdo' .T.3, ü, tons"o supcrfici''l o o equilíbrio i-utonotro do
'■eGtil''cot'tò do otil", Portp .Alegro, Editor'» Coruj^, 1950, 76 p, ilust, '/livro doccnci". Písico-^uíaic. Esc. do Eng, d- ühiv.do Rio Gr-ndo do Sul/,
prov-do,
/
w.
Vx'iIRO, M-^rin« Li" Ribd.ro.' liiflúêncí'' do'divorbos f-toron n"'-dsorç-o do '»zul do
motilono por lovoduros mort'S.
s, 1., s. od., 1961, 151 p, ilust, /Dóutor-do
Esc, do Engonh-ri-' S~o Carlos d- TJnivor^id-do do S"o P'ulo/, ilprov-do,
W3E0K, ülfrodo'J, J, Pos'^uíb'&gt; do'ci'-noto. Porto ilogro, Gr^fic" d" TJnivor-^id-do',
1958, 115 p. iluíit, /Cntodr", Quínic inorg^nic o'-ín-^lise --u-lit-tiv-,' Erv,
do Engonh-ri- d- Unir or'dd-do do Rio Gr- ndo do i3ul/, iiprov-do entro 5 o 9.10,59
YONEDA', Sxk-^o, Ep.tuSo histo-uíniico d-s o^tornsos do ombri-o dó g-llus domogticus
(L)..S-o P^ulo, s, od., 1952, 48 p. ilust, /Doutorado. F-c. do Modicin" d- ühnivorsid-^dc do S"o P-ulo/,
ZÜNCi*.N, Gl-^ci Therozinh', Rodut'isb d- fríictoso-é-fosf^to cia "s^lmbnoUn'g"llinr!runi"^(Kloin, 1S89) Bergoy ot "1,, 1925, 'Curitibf^ s, od., 1960 , 33 p,'ilust «
/Doconci" livro, Quínic- biológic'. F-c. da F-^rn, d~ Univ, do Pr&gt;rr»nV» .^provdo entre'7 o 10 do n'^rgo do 1962,
,
55 - mãmL
ALMElDi^., Forn-ndo Fl'vio Mnroúos do, Potrologi" d:'* Hh"
Trind^do, S~o P-'Uloi
s, bd,, 1962, 223 p. ilust, /OAtoár". Mnor-^logi-», potrogr-^fin o goologi*' «
Esc, Politócnic d-« Univorsid-do de S~o P-uJLo/,
Í5KDERT, ?"ulo Abid, Concontr^g^o do minório oxidndo do chumbo.
S"o P^ulo, s.od,,
1961, 125 p, ilust. /Lxrro dóconci'', L'i.vr'» do min^s; prop-r-g^o moc^Jiicr» dos
tiinários o combustíveis. Es, Polítócnic- do S^o P^ulo/,
BARBOSA., J^lcou F^bio, i\lguns -"^.poetes d" ninor-liz^g^o dó cobro'o d- poB-niis" d-s
" ínzidns do Soivnl, ost-do do Rio Gr'-ndo dó Sul. S"o P-^ulo, s.'od,, 1958, 80'p.
' ilvist. /C-^tedr-, J-zid-s raincr-is. Esc, Politocnic- d- Uni-\/,do S"ö P-ulo/,
BARBOSA, -Alçou F'bio, 'Sstrutur- o gônose d" J-'Zid- do chumbo do Fum~n do Of:t-do
do S'o P-ulo, s. ód,, 1955, 52 p, ilust. /Livro docSnci"'.- J-zid-s ninor-is,lo
gisl^ç"o do .min-3. Esc, Politócnic- d' ünivcrsid-^do d&gt;j 3?o P-nlo/,
BARBOS/.', Oci-vió, Gjolof^i" o potrôlogi- n- rogi~o do Api-^x ort-do doS"o P'ulo.S"ó
P-ulo, s, od., 13/^f 76 p. /O'tGdr", Goologi", potrogr'^fi'^ o minor logi'«. Eac.
Politócnic- d--' Univorsid-d.j do S~o 1 ulo/,
SAL'TI, Eno-s, Contribuig-o ^o obtudo'do climi do Pir-cicb-, Pir-cic-b-, s.od,,
1957, 54 p,,ilust,
j.)outor'do. E.sc. Suporior do iigricultur- Luiz do Quoiroz dUnivorsid-dci do S."o P^ulo/,

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55 - GEOLOGL; (Gont,)
S/JLiGiDO, Eduardo II, i* nargon do notodo univorsal do Fodorcc,.*» Piro.cicaba,
pografia Paulista, 1941» 60 p» /Catcdra. Gaologia o ninoralogia» Escola
porior do ^agricultura do Piracicaba/*
S-'JITOS, Josus Mcjdon des » Contribuição ao ostudo j^ara dctarriinação do albodo,
Piracicaba, s* od», 1957, ^2 p» ilust. /Doutorado. Esc. Superior do Agricultura Luiz do Quoiroz, da Univ. do São Paulo/,
SILVA, Rilson Rodriguos
ria do Frank (ostudo
Rccifo, s.od,, 1959,
ciiLdado do Filosofia

da. L nicrotopografia das facos cristalinr.s o a toonicroscápico o intorforonóttico do cristoAs do q-uartzo)
151 p» ilust. /cátodra. Miioralogia o potrografia»
do Pornanbuco da Univ., do Rocixo/.

57 - ;JÍTI10P0L0GIA. BIOLOGi;.
B*'JtíETO, Mauro Poroira. Obsorvaçõos : sobro a biologia ou condiçõos iiaturaig,
dos flobátonos do c stado do S. Paulo (diptora, psychodidao)» S. Paiilo, Tj,
pografia Rossolillo, 1943, 162 p» ilust. /Doconcia livro. Parasitologia.
Fa.c. do Modicina da Univ. do São Paulo/.
BERGxiMIN, Francisco. Estudo sistonático dos cladocora das águas do nunicípio
do S« Paulo, cou doscrigão de uii gôncro novo, novo ospócios o uraa variodado nova. S. Paulo, Enp. Gráfica da Revista des Tribunais, 1931, 58 P» ilust» /Doutorado. Fac. Modicina do São Paulo/.
BUSCHIIIELLI, Antonio. Injoçõos periódicas do sanguo on avós o suas iniplicaçõos gonoticas. s. 1., s. od., 1961, 142 p. ilust. /Doutorado. Fac. do
Filosofia Giôncias o Lotras da Univ. do São Paulo. Aprova.do on 7.3.1961/.
GAV/JjCEíTI, Ricardo G. O indico nasal (contribuição ao estudo da antroponotria dca ír^ios fiilnio). Recife, s. od., 1959&gt; 13 p. /Livro doconcia.
tropologia. Fac. de Filosofia do Pornanbuco da Univ. do Recife/.
CORDEIRO, ijitonio Rodriguos. Estudo cronatográfico do raças o ospócios do
grupo criptico da drosolofila Vfillistoni. Porto ;j.ogro, Grafica da Univ.
do Porto /JLogro, 1959, 68 p. ilust. /Livro docência. Biologia geral. Fo.c.
do Filos» da Univ. do Rio Grando do Sul, Aprovado/.
LÍSBÔA, Moaojrr do /j:iaral. A icportância da biologia para. o ongonhoiro do Minas o Motalurgia. Ouro Proto, Livraria Mineira., 1941^» 76 p. /oátcdra. Bota
nica o zoologia. Esc. Nac. do Minas o MctalTirgia da Univ. do Bra siV.
K."JIM0, Jogá Oanu:bo» Contribuição para o ostudo das dinonsõos das estruturas
reprodutivas do ospócios nicologicas que parasitan plojitas cviltivadas do
iiiportância ocononica paro. o estado de S. Paulo, Piracicaba, s. od. ,1952,
24 p« ilust. /cátedra. Física agrícola o notoorol&lt;5gica« Esc. Superior de
Agricultwa Luiz do Queiroz da Univ. de Stlo Pavilo/.
PEREIRA, Glononto. Myonchus botollioi n.sp», curioso nouatoido parasito do
liunobdolla - brasilionsis pinto (hirudinoa)j uit einer deutschen zusaiion
fassung. São Pavilo, Casa. Duprat, 1931, 29 p» ilust. /Doutcr ado. paro.si* tologia. Fa.c. do Modicina. do São Paxilo/.
'
R.U'IGEL, Nollo do Moura. Variações na ocorroncia da cronatina do sojco o ou~
ta^3s apôiídicos nucloaros on hotorófilos do sanguo poriforico do grupos ot~
nicos hunanos o do alguns naníferos o avós. Bolo Hcrizonto, 1959», 83 p*
ilust. /Doutorado. Histologia o onl-:'iologia. 7n.c» do Modicina da Univ.
do Miioa.s Gerais. ....provado/.
SALZMO, Francisco Mauro. Estudos gonéticcs o denográficos ontro os índios
do Rio Grando do Sul. Porto iJ-ogro, s. od., 1960, 115 p. ilust. /Livro
doconcia. Biologia geral. Fac. do Filosofia da Univ, RGS. Aprjvado/.

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�58 - BOT/iíICA
/JGCQRSIj v/altor Radaaos» Contribuição para o ostudo anatõnico ccxiparativo das
ospácios "oux2oJ.yptus toroticomis sai th" o "ouccJ-yptus citri od ora hoolcor".
Piracicaba, Tip» Jornal do Piracicaba, 194J-* 90 p, + 15 p, iliBt» /cátodra.
Botânica gorai o descritiva* Eäci 3up« do Agricultura Luiz do Quoiroz da Univorsidado do São Paulo/«
iilíGELIi Joãoè Contribuição ao o stuáo botânico da digitalis purpuroa linno,
cultivada no Parana» Curitiba^ 3.adi,l950&gt; 86 p» ilust» /DocSnoia livro*
Botâi^ica aplicada à farsiiáôiai 7ac» do Modicina dd Univ. do Parano/#
BARROS, Myrtos Ãpparocida Adâraoli do, Coiriaribuiçno ao ostudo ana tônico o nq£
folocico das doiiaoias nas vcjriodados o fonnas do "ooffda arabica L"» Pii'a
cicaba, s. od,, 1955, 85 p» +4 P* iliist» /Doutorado, Esc, 3upo*ior
do
Agricultura Luiz do »iuoiroz da Univ, do São Paulo/,
\
BCRIO, Edith Blun Lopos, Lobolir. langoana dusón; contribxiição ao souootudc,
farnacogn(5stico, Curitiba, A Recordista Ltda», 1959, 86 p» ilust, /Doconcia
livro, Famacognosia, ]?ac, do Famácia da Univ, do Parai:iá«/
BRAGA, Rubona E« Contribuição ao ostudo da casaia noglocta vog, Curitiba, Of,
Graf« da Editora G\iaíra Ltda», 1952, 58 p» ilust, /Livro doconcia, Botâi^
ca aplicada à fartiácia, Fac, do Modicina do Parcaia, Aprovado ontro 5 o 8,8,
1953/.
Braga, Rubons E, Lobolias dó Brasil; contribuição para o sou. ostudo» Curitiba, s»od,, 1956, .120 p, ilust, /cátodra, Botâx^ca aplicada à fan".iaoia, Fac,
do Modicina da Univ, do Parana, Aprovado ontro 10 o 13,6•1957/«
DEDEOGA, Dal vo Mc.ttos, /Jiatoniia o dosonvolvinonto ontogonotico do coffoa ara
bica L, var# typica craaor, s, 1», a, od,, 1955&gt; 4-3 p, + 10 p, ilust, /
Doutorado, Esc, Sup, do Agricviltura Ltiiz do Quoiroz da Univ, do Sãj Paulo/,
GEMBALL/i, Guilhorao, Contribuição para a caractorização da ossoncia do "ocotoa protiosa aoz", (ogsSncia do sasogfras brasiloiro). Rio do Janoira,
pografia o Liv# biunonauonao S/A,&gt;1955, 181 p» ilust, /Doutorado, Farroácia o bioquíniça, Fac, Nac, do Fawa, da Univ, do Brasil/,
GROTTA, Aatolpho do Souza, Contribuição ao ostudo norfolégico o anatoiiiico do
loonotis rwpotaofolia (L) R, Br» (labiatao)» São Paulo, lupronsa Editora
LÍtoro^usicrJ. Tupy S/A, 1947» 50 p» ilust, /Doconcia livro, Bctânica aplj,
oada a famacia# Fac« Fcjn» o Odont, da Univ. do São Paulo, Aprovado/,
t
GURGEL FILHO, Octávio do iaaarnl» Estudo do croscinonto do algur.ias ossõncias
do corrado» 3I,, s, od,, 1953, 6l p» + 36 p, ilust, /Doutorado, Esc, Su«»
porior do /^icultura Luiz do Quoiroz da Univ, do São Paulo/,
MACSUiDO, Othon» Bicuxba; contribuição ao ostudo das plantas nodicincds do Br^
sil, s, 1,, Itiprosso no Sorviço do Publicidado da Fac, Nac» do i^onoiiia
da Univ, do Brasil, 19^7, 21 p, ilvet, /o'todra. Botânica aplicada à fcmá
cia, Fac, Hao, do Farraacia da Univ, do Brasil/«
MOREIRi% FILHO, Homos» Contribuição ao ostuào da loonimis sibiricus L» Curitiba, s..oá,, 1956, 81 p. ilust, /Livro doconcia. Botânica aplicada à
nácia» Fac* do Mod, da Univ, do Paraná, Aprov, ontro 5 o 8-8-.I957/,
NOílOíQLi, Hildogardo do, Ccontribuigão para o ostudo das artoiiiísias nodicinais
introduzidas no Brasil, Rio do J'anoiro, GroXica Editôpc. Aurora Ltda,, 1949'
66 p, ilust, /cátodra, Botâiaica aplicada à fanT&lt;ácia, Fac« Nac, do Famácia
da Univ, do Brasil, Aprovado/,
N0R01®A, Hildogc-rdo do, A digital (digitalis purpuroa L) no Brasil; ^sua ac3J^
niação. Rio do Janeiro, s, od,, 1947, 67 p, ilust, /cátodra, Botâiiica apljj
cada ^ farnácia, Fac, ITac, do Fanii, da Univ» do Brasil« Aprovado on 1947/,

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58 " BOTiuIICi. (Gout,)

TiXJlES^. SÓrgio» /JL^vuuas nadoiras poiniasabucaiias da fai:iília chrysobalanacoao»
Rccifc, Esci. Industrial iiGaiioi-Uion í-íaC''5.11iãQS, 1957, 30 p# + 16 p.ilust. /Doconcia livro» Zoologia o botânica toonológica» Esc».do Eng« do Pornaribuco
da Univ., do Rocifo» Aprovado/,
TOnSDO, Tharcillo /Jxioida Houbarn dc* Estudo oxporinontal do acar-agar bras,4
loirot São Paulo, Sorv» do Pub» da Fac» do Mod. da Univ« do São Paulo,19^,
136 p» ilust» /Livro doconcia» Parnacognosia, Fac» do Fo.m. o Odontologia
da Univ.» do São Paulo, Aprovado/,
59 - ZOOLOGIA
B/JIROS ÍIETTO^ McJiool Joso .do Castro Monteiro do» Gontribiiigão ao ostudo do
gSnoro ostioptorujA (hoxapoda nalofago.) con a descrição do trSs osp&lt;íciüs novas» São'Paulo, Júlio Gosta &amp; G» 1933, Ö1 p« ilust. /Doutorado» Faculda.do do Mcdicina do São Paulo/»
GLOSS, Dárcy» Forcxiiníforas o tocaiuobas da l?.goa dos Patos# Porto Alegro,
s» od», 1962, 112 p» ^ 25 P* ilus t» /Livra doconcia» Botãjiica o zoologia» Esc» do Eng'» da Univ» do^RGS/
RUIZ, Joso Manooli Rovisão do gonoro cru.zia (nonatodaí oxiuroidoa) o ostudo
das ospocios brásiloiras» São Po.ulo, Graf» Jose Magalhãos Ltda., 1947,
105 p* ilust» /Livro doconcia. Zoologia o parasitojogia», Fao» do Farri»
o Odont» da Univ» do São Paulo» Aprovado/•
SOiíRES, Bonodicto Abílio Montoiro, Gonsidoraçõcs on torno da sistomtica dos
opiliõos» São Pau2o, Miia» no Dopart» do Assistência.ao Gooporativisno,
1945, 35 p» + 11 P» ilust» /Doutorado» Esc» Sup» do Agric» Luiz do Quoiroz da Univ» do São Paulo/»
.
ZENI JtÍNIOR,' João» iuiofolinog do Guritiba o arrodoros; ocorroncia o üJ.gur.ias
anotações biológicas. Guritiba, Inpronsa da Univ» do Paraná, i960, 62 p»
ilust» /Docência livro» Zoologia o parasitologia» Fac. do Fan"-i» da ünivcrsidadü do Pco-aná» Aprovado ontro 24 o 27»'4*196l/»

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61, - MEDICINA, ODONTOLOGIA, F/iHl'iÄCIA, VETERINMa
ABSRCISI, Fernando. Detecção histoqviiniici::.
fosfcta-se alcclina durante a. odontogenese do rato albino, Bahia, Fund. Gonçalo I-loniz, i960, 76 p, ilxistrado,/Docência livre, Histologia, Faculdade de Odontologia de. Univ. da Bahia, Aprova
do/,
A3REÜ, Maiioel, A docimasid pulinonar histologica (contribuição experimental pora
o seu estudo), São Paulo, A Linotipo, 1929, 173 p. ilustração, /Doutorado,Fa
culdade de Medicina, de São Paulo/,
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São

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61 - MEDICIRÔr ODONTOLOGIAp, FimklÃ, VETERINÁRIA (Cont*)
M
M
^
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ÁtVES&gt; Virgilio Itapema. Da torcoira Bulba cardíaca^ São Pa.ulo&gt; Est, Graí» Bugo
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ANIHAEES, Jcroid.no Martins do, Uropepsina o acidez gástrica. Bolo Horizonte, s,
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ANIílADE, Joso Cintra do. Contribuição ao estudo da fisiologia do estomago do bufo marinus, São Paulo, Se cd«, 1942, 52 p, ilust, /livre docência, Fisiologia., Faculdado Farra, Odontologia da Univ, Sao Paulo, Aprovado/,
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nia. Faculdade de Medicina c Veterinaria da, Univ, São Paulo, Aprovado/,
ANIUEUCCl, Domingos# Contribuição para o estudo do ácido ascorbico na gosta.ção :
correlaçao ontre as quantidades do vitamina C determinadas no sangue míitorno,
no fctal c na placenta, São Paulo, s, ed,, 1953, 54 p» ilust, /Doocncia livro, Clinica obstotricu e puericultura, neo-natal, Fac, Med. Univ. São Paulo/
ANJOS, Amauary Caron dos. Aplicação do dosoamonto limite em preparações alcaloidi
cas, Curitiba, IP, 1954, 54 P® /lAvro docência, Farma.cia. galenica.., Fac. dc
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60, - MEDICINA. ODONTOLOGIA, Fm'lciL. V./rüKIlj/jliA (Cont^)
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niai valoi"' diagnostico o prognostico» São Paulo, Eiap, Tip, Edit, "O Ponsamon
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c.Cimrgia de São Paulo/.
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JJLLMAf João Sarros de Sousa, Contribuição à fisiologia. do reflexo luminoso
da
pupila, s. 1., s. cd.,1926, 83 p, /Doutoradoo Fac» Medicina de São Paulo/«
iíR/JíISSj_ Antonio Silves. Linfogranuloma maligno de origem "cocidióide", Sao Paulo^
Scçao de Obras d'O
Seção
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as falhas de dentadura durante o periodo compreendido entre a. queda do dente
docxduo o a orupçao do correspondente definitivo, nos mesmo indivíduos.
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iiRHEN^, Guilhcnae Osvaldo. Contribiúção para o ostudo da incidência_^da carie den
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ca nemiKJlâgiQç.^ Fac.^ Medicina üniv, São Paulo/«
'
Í.SSIS41 íáQ io &gt;íarquQ3 dCp SÍndarome nofróti. „ o crescimento__03taturalj rolaçao^ en
tyq ivívcis dc oaroaibumina e cresci'aanto ostatural, São Paulo, Graí. Ipiãos
Oaí^-tor;
1955# 96 p^ iliist, /Livro docência. Clínica medica,f Fac^
de
' Hwâicina da. Universidade, do Sao Paulo/.,

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.60. - MEDICINÁ. ODONTOLOGIE,

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são Paulo, Up, Victor Dobollis, 1927, 73 p, /Doutorado, Fac, Modicina
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/iZEVSDO,^ Rayniundo Coi-dciro do. Emprego do nylon na çonfocçao das pontos moveis ,
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iiZEVEDO, Rinaldo do, Polagra^ contribuição ao seu estudo, s, 1«, s, ód,, 1935 »
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dicina Recife, Aprovado om 12,1935/,
íoZEVEDO, Tasso Fara.co do. Técnica, da escultura do dentes pcmanontes; contribuição ao sou estudo. Pelotas, s, ed,, 1960, 61 p, ilust, /Docência livre, Ana
tonia, Fac, dc Odontologia de Pelotas da Univ. Rio Grande-do SilL, Aprovado
em 27,10,60/,
/kZZI, Fernando, Contribuição ao estudo famaco-dinanico do diiútroalfanaftol 3o~
dico, são Paulo, Emp. Graf, da Revsita dos Tribunais, 1933, 52 p, ilust,/Dou
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Bi-PTISTA^ Ruy Ne'vcs, Sobre a anr.toniia do ganglion ciliare, .Recife, Tip, Diário
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BACBÍiLíJl, ijrnaldo de Oliveira, i- surdo mudez no Brasil, Sao Paiilo, í-íartinelli, 'Ma
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BiJliXCHINI, Octaviíj, Estudo comparativo das reações de aglutinação de grubo^wio de precipitação no diagnostico sorologico da, febre tifoide. Ribeirão Bid
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B.JIB/X;hAN, João Jorge Diniz, Cicatrização pulparj fcnomenos iniciais, obse^ados
com vaaodilatador o vasoconstritor, s, 1,, s, ed,, 1958» 64 P« ilust, /Doce^
cia livre. Patologia, o terapêutica aplicadas, Fac. do Odontologia, de Porto AIcgre da Univ, R,G,S, Aprovado/,
Bi'i^OSA, i-jitonio^Stockler, illguns fatores que influem sõbfo número de. leitõos por
lei togada,, poso da lei togada, o sobrevivência de leitões, do nascimento a, ^desnr.inn (90 dias), nas r^ças Berkshire e Duroc Jersoy, Bolo Horizonte, s, ed,,
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iá KBDICINA. ODONTOLOGIA,

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VSlERINÄlIA (Cont,)

'"EíiPOSÂi í^edspiQO MöSpho ,Siiag§ßfl
aspletef» das relações hospodoiro para si
to ontro as fases lãrvarias C.o troiáatodoo /schis^sona mansoni" o o molusco
"australorbis glabratus", Rocifo, Irnp, m Fundüçãà Gongalo Moniz&gt; 1959» 5A P«
ilust» /Baoexacia, livre. Higiene. Fac. Medicina Univ. Recife, Aprovado ca 2,1o,
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BíiRBOSA, Frederico Adolfo Sinões» Aspecto oicrobiológico das leveduras anascosporadas psuudofilanentosas (Ihallosporalec, CryptococÊacoa.e). Recife, Min, Fernando Caldas, 1949&gt; 35 p. ilust, /Docência livre, Microbiologia c Imunologia.
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M
^
/A
Freclcrico
Simoos# Subcxclios para o estudo pari^sitologico ao gonoix)
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61 - I'iEDICINA. ODONTOLOGIA. F.mXL., VLTSHInMl

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/A
.A
3i»SSSTTI, ii^tivir^ L inclustira farnaceutica pode e deve, quando o nodica.monto for
ddssoolavel ionicaiiente, o tratanento requerer tenpo longo e so pretender eli
nimção le^tu da droga, aoroaentc-lo ao consuLvo sob a foraa de solução aquosa
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B.í'i&gt;TOS, Elvino Oliveira., Ensaiou^sobre a expansão dos rovestii^iontos. Curitiba, s.
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nico, histopatologico o torapoutico, São Pai^o, Massao Ohno^Editora, 1960,159
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BICUDO JUNIC®, Joa.o da Fonseca, O reflexo crenastorico. Sua dissociaçao nas riole^
tias nervosas (sinal de tolosa). São- Paulo, Eiap. Graf. "Revista dos Tribunais"
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BITTENCOURT, Júlio França. A pratica das injeções esclorosantes en rinologia. São
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61 - MEDICINA. ODONTOLOGH.. FIIQ'iimL, VSmiNiÍRI.. (Cont.)
BOCCKINI, Eugênio, L cotorilização pelo motodo cie neunann e rose, s»l,, s. oc%,
1929» 32 p. /Doutorado, Faculda/iG de Medicina do São Paiilo/,
BOtiFIN, ilgenor de Souza., O pROunotoraco unilateral na t'erapeutica da. tuberculose
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Terapeutica clinica., Fac, Medicina do Recife/,
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BOTTüRi., Casaioi Genese e evolução dos nega cario ci tos j ur^a, contribuição para o
tudo da citologia da nedula ossea, ^Sè 1., s, od*, 1946, 73 pi ilusti /Doütora
do Faculdade de MedjLcina da Univ, São PaulOj/,
BOTTüil/.., Cassini Hipofosfatenda condicionada pelo hipotircoidisno na infânçia;siia
significação coíao i!ndácc de possível insiificiência somatotrc^ica secundaria, ^
são Paulo, Graf, Irr:.ãos Cantort Ltda., 1954-» 11Ö p, ilust, /Xivro docencia,Cli
nica. nedica, Fac, de Medicina da Universidade de São Paulo/,'
BORGES, J,C, Cavalcanti, L personalidade do aenoros dos asilos do Recife. Pem^
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cia Clinica Pstquiatrica, Fac, Medicina,'do Recife. Aprovado en 7, 12,39/»
BCRBii^ Paulo do weiroz, A reserpina. (serpasol) no tratanento da hipertensão ar^
rial (estudo clínico), Reçife, União Graf, Ltda,, 1954-í 123 p. ilust, /Docen
cia. livre^ Ibra-peutica clinica., Fac, Med» Univ, Recife, Aprovado ei:i 21,6,1955/»
BRAGA, ^jioel da Silva. Contribuição ao estudo da mandibul^ hunana; deteixiinaçao
do angulo gonia.co do broca no nostiço da iJuaijQnia. Bolen, Curso do Tip. 6 Ei&gt;cadernação da E.I.B., 1956, 68 p, ilust. /Catedra, i^natonia. Fac, de Odonto
logia do Para/,
BRAGA, Raul de i*luoida. Aplicações medico-legais da epinicroscopia,
pag, 1934-&gt; 93 p. ilust, /Doutorado, Fac, Med. Univ. Sao Paulo.

São Pa.ulo,Co
Aprovado/,

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óssea, dc conando externo, no trataciento das fraturas i^ndibularco. Kiteroi ,
Enprosa Ouvidor S/l^ 195Af 88 p. ilust. /cátodra. Prótese buco-facial. Fac.
do Odontologia de Porto Alegre, Aprovado/.
BRASIL, João Pinheiro, Técnica da aplicação do trópano na avulsão^dentaria, Sal-^
dor, Inp, Fund, Gonçalo Moniz, 1956, 74 p» ilust, /Cataira,. Técnica Odontologica. Fac. 0:1ontl. Univ. Bahia. Aprovado en 14.4»59/.
BiíASlCliJíO, João Baptista,. Pectoriloqxiia afônica. São^Paulo. Tip. Piratininga., 1919
121 p. /Doutorado, Fsc. Medicina o Cirurgia de São Pa.ulo/.
BRBNER, Zignan. Calazar canino en Minas Gerais. ^ Bolo Horizonte, s. od., 1957, 89
p. ilust. /Doutorado. Parasitologia, Fac. de Farn, o Odont. da Univ. Minas
Gorais. Aprovado/.
ERIGiJíTI, Raphael, lÉ atropia acTUrola aguda^ do fígadoj otiologia o anatonia patológica, são Paiilo, Tip. Paulista, 1924, 87 g. ilust. /Doutorado, i^iiatonia pa
tologica. Fac. de Medicina e Cirurgia de Sao Pa.ulo/.
BRILHO, Moacyr Corto. Da roenrgenterapia na hipofunção ovariana; doses irritati vas. Pira.ciba,ba., Tip. da "Gazeta", 1924&gt; 55 p. /Doutorado. Medicina o Cirur
gia. Faculdade do Medicina, e Cirurgia de São Paulo/.
BRITO,
D, Jorgo Honori^o Mittelstaedt. Contribuição ao estudo da conposição qviírnica
doa
loa dentes; analiso espectografica quali:,ativa do esnalte e dent^na em primeiros prenolares superiores hunanos e a^fotoiaetria de chana coao netodo de anali
se quantita.tiva dos conponcntes inorgãnicos^dos dentes. Porto /J.egre, Of.Graf.'
Liv. do Globo S^A, 1958» 43 p. ilust. /Docência livre. Histoligia. Fac, 0dontologia de Porto iJ.egre Univ. RGS/.

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61 - MEDICINA. ODONTOLOGIA.

VSISRINiillA (Gont.)

brochado, iildeliairo Jose» Contribuição anatomo-antropologica era terno dos gnatismos supeiloresj nosísas idéias e a criação
m novo processo; pesquisas em ci^
nios bahianos. Bahia, s. ed., 1959, 77 p. ilust, /Catedra, Anatomia Pac.
de
Odontologia da Univ. 3ahia. Aprovado em 25.6.1960/»
BRUNO, Antonio fíiguel Leão» Da deformidade permanentej estudo médico-legal. s» 1.
Rossolillo Editora, 1945, 9S p» ilust, /Docência livre. Medicina legal» Facul
dade de Medicina da ü:úv, Sao Paulo/»
BÜI/jiiRELLI, Thãauz. Contribuição ao estudo do problema de higiene gré-escolar.São
Paulo, 'KLp» Tamiaaro, 1926, 44 P* /Doutorado. Fac. tiedicina d© Sao Paulo/. CAIiJX), Brcsil Ramos. Contrib^ção 0.0 estudo do exoftelÉo pulsatil e seu tratamen
to cirúrgico, no Brasil. São Paulo, O Estado de São Paulo, 1924, Si p. ilust.
/Doutorado. Fac. Medicina, e Cirurgia de São Paulo/.
CALí-^ANS, 0. Marcondes. /»j3a,tomia do "Plexus íftmpamcus" no homom. São Paulo, Tipografia Rossolillo, 1940, 13S p. ilust. /Docência livre. Anatomia:, Fac» Modiciha da. Univ. São Paulo/»
CAlD/iS, Arnaldo do Frajiça. Aspectos- clinicos das nooplasia3_^maligna,s no,setor odon
tológico. Recife, s. ed., 1954, 95 p» ilust» /Lív3;'o docência» Clinica odonto
lógica» Fac. Medicina, da Univ. Recife/.
C;jj)i^, ilrnaldo de França.' O emprego do timol^em clínica ondcdontica; contribui ção ao 3CU ostuc^o. Rcfiife, Impr. Universitária, 1961, 96 p. ilust. /Cátedra»
Clxnicc Odontologica» Fac. de Odontologia da Univ. Recife. Api-ovudo/»
CALDiJlELLI, iilberto» O cIÍítLco o saúde pública. Sao Paulo, Iraãos Ferraz, 1927,
127 p» /Doutorado» Fac» Medicina de São Pauio/.
C/JjIEIRil, Jorge dos Santos. TurAorcs primitivos intra-durais do nervo otico»
dao
Paulo, O Estado de São Paulo, 1923&gt; 62 p. ilust. /Doutorado» Fac. Medicina.
e
Cirurgia de São Paxilo/»
»
CAIÜEIROS, iigricio Salgado» Himen compâaccnte (aspectos medico-logal e estG.tistic&lt;3
Recife,..Imprensa Industrial, 1950, 54 P«
/Livre docência» Medicina, legal.Fac.
Medicina da Uráv. Recife, Aprovado cm 24» 10» 1951/»
CAMi.,RG0,
técnica
1952,
.
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cina da. Univ» Sao Paulo/.
Cü»íilJlG0, José de iilraeida. Contribuirão ao estudo dos sindromas oxtra.-piraiaidai.s ja
disto nia do torsão. São Pa.ulo, Sao Paulo Sd. Ltda.., 1927, 86 p. ilust. /Douto
rado» Fac» í-íedicina do São Paulo/»
Cxi'iPOS, /irnaldo do» Invaginação intestinal no lactonto» Sao Paulo,^ Estab» Graf»
E. Rioclel &amp; Cia», 1920^ 108 p. ilust, /Doutorado. Clinica pediatrica. Fac, I&amp;
dicina. o Cirurgia de Sao Paulo/,
CiUiPOS, Ernesto do Souza, Doença do rustizki-Kahçer (m^oloma), Sao Paulo, Augusto Siqueira &amp; Comp,, 1919, 143 P» ilust» /Doutorado, Fac, Medicina e Cirurgia
de S, Paulo/,
CiJiPOS, João Roberto Pires de, A a.narquia. ventrikulär, sindromo oletrocardiografi
CO, são Pa\ao, Est, Graf, Rossolillo^ 1932, 87 p. ilust, /Doutorado, Faculda.do de Medicina de São Paulo/.

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6i - í-IEDICINi., ODONTOLOGIA. FiJüi/lciA, VETERINÍJIIÍí (Cont.)
CJi-íPOS, Maria Apgcrociclc Pourchcst. Contribuição para o ontvu?.o ^cla, fixação do flúor
alime:^'kir» Soo Paulo,^ üp. Xlocl, 19$3» 131 p» ilustj /Cotoclra.
iuiiíiica toxicòíogícc, Q bomkvtológicc. Fac* Faíã. Oclönt, üiiiv. Soö Pauicíá L-prèvcdo/i
O/i^iPOS, Maria das Doros Xavier.
Iramiatismo do porto g o sistema nervoso central,
são Paulo&gt; Bst, Graf. Eugeiiio Cupolo, 1931, 57 p. ilust, /Doutorado. Obstetri
«ia Fac. Modicina de São Paulo/»
QIMPOS, Osvaldo Mose. Ãçidez gástrica no megaosôfago o moga^ólon sua dGtornina,çao
pela prova de kç.tsch-kalk._ São Paulo, s. ed., 1951, 54 p» ilust. /Doutorado.
Faculdade de ííeddcina de S",o Paulo/.
CiJíÇiDO, J. Romeu.
obstrução catairal do cistico. Belo Horizonte, Imprensa Ofi
«ial do Est. de Minas Gerais, 1948, 96 p. ilust. /Docência livre. Fac. Mediei
na da, Univ. de Mnas Gerais. Aprovado/l
ÔÍJIDÜRO, Harí^ldo. Verificação da assepsia da dentina nas cavidades preparadas en
tecidos hagidos © restavtra-^as a acialgaiaa^de prata. Pbrto /J-ogre, s. od., 1959,
45 p. /Docência livre»
Técnica Odontologica. Fac. O^lont, Univ. RGS.Aprovado/
CiJlDOSO, i.velino. Ensaios sobre a-foriaa ccrdio-pcdicular no adulto. Recife,^ Escola do i.prondizes Lrtificcs do Pornanbuco, 1932, 51 p* ilust. /Livre docência,
iinatonda descritiva. Fac. Hedicina do Recife/.
C/JIDOSO, Francisco ilntonio. Da possibilidade
vacinação om massa contra a difte
ria ca São Pauloj demonstração por meio do uria. campanha realizada no Jardim Ixie
rica, com resultados eficientes, nau grado a escassez dos reciirsos nela emprega
dos. são Paulo, Up. Brasil, 1941* 119 P« ilust. /Docência livre. Higiene.Fà;
cuidado de iíedicina, da Uráv. Sao Paulo/.
^
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CiJÜÍO, Jose Messias do. Contribuição ao estudo da evolução do hospital em higiene
pública. Rio de Janeiro, s. ed., 1948, 173 p. ilust. /Cati^dra. Higiene o legislação farmacêutica. Fac. Nac. do Farm. da Univ. Brasil. Aprovado/.
CiilNEIRO, Geraldo Gonçalves. Sficiência reprodutiva o produtividade em suínos. Be
Io Horizonte, ö. od., 1958, 99 P« ilust. /Cátedra. Zootsicnica geral q nolhoisa
mento animal. Esc. Sup. Vot. Univ. Rural do Est. Mna,s Gerais/.
CiilNEIRO, José. Estudo radJLoautográfico sobro a síntoso protoica. Incorporação cb
leucina, metionina o glicina radioa,tivas.
(H3) om tecidos de camundongos. s.l,
s. od., 1959, 54
ilust. /Docência livre, Histologia e Embriologia. Fac. Mo
ilicina, da Univ. Recife/.
C/JINEIRO, Luiz Siqueira. Uma. nova. aca, ri. ase humanai contribuição ao seu estudo. Re
çifc. Imprensa Industrial, 1952, 56 p. ilust, /Docência livre. Parasitologia.
Faculdx:.do do Medicina da Univ. do Recife/.
CiilNEIRO, Luiz Siqueira, Contribuição ao estudo microbiologico do agente etiologi
CO dxL doença de Jorgo Lobo, Recife, Imprensa Industrial, 1952, 103 p, ♦ 47 de
documentário fotográfico, /lávre docência, ííicrobiologia, Fa.c. de Medicina da
Universidade do Recife, Aprovado om 25*2.1954/»
G-iilON, Mucio, Contribuição ao ostudo da moldagem para a confecção de dentaduras
complostas, Curitiba, Emp, Graf.-Paranaense, 1940, 53 p» ilust. /Protcse. Fac.
do Medicina do Parana. Aprovado/.
CARViJLHO, i^donis Reis lira de. Histopa.tologia do lesões hopaticac atribid^veis
a
desnutrição om indivíduos de O a 15 anos de idade, no Recife, Perbambuco, Brasil, Recife, Impresso na. Imprensa Industrial, 1955, 54 p* *5 p» ilust./ Livre
decência, ijoatomia o fisiologia patologicas. Fac.Mod,Univ,Rocife.Aprocado
om
23.8.56/.

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61 - MEDICINA. ODONTOLCXilA, FIHMÍJ3I,., VßlSFwINiJili. (Cont.)
CiilViJiHO, iiuonlà R.L. do. Padrões do divisiio cclular na regenoregão hopática (qs-»
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docência. Patologia geral. Fac. Med, Univ. Rocifc. Aprovado em 18»9,1963/,
CiiíVAIiíO, Auroliano Borges de. Vocação módica.
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CiiWALHO, Azcrias de^Andrade. Aneraia. ancilostonótica na criançaj asgoctoo çle sua,
etiogatogenia, São Paulo, 3, ed., 1956, 125 p, ilust, /Livre docência. Clinica
pediatiica, Fac. Med, Univ. São Paulo/,
CiJiVALHO, Benedicto ij-ves de. Ligeiras considerações sobre a, moléstia de Hirschsprung, Pernanbuco, Tip, Jornal do Recife, 1925, 40 p, ilust-, /Doutorado, Fac,
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GiJíVALHO, Caio Manso Franco de. Fundo de olho do cão (canis faailiaris) o alterações que nele ^ocorrem on algunas doenças. Belo Horizonte, s, cd,,^ 1959» 83 p»
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CARVíü!jHO, Fernando Varela de. Influencia da temperatura ambiente no efeito daDtubocurarina e da suçcinilcolina m. junção neuronuscixlar, São Paulo, s. cd,, 1958
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CiJlVALHO, Sergio V. de. A amygdlectomia pelo processo do Wariiig, Sao Pa.ulo, ^Tig,
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C-i-RVíILHO, Stenio Livino de. Contribuição aô estudo da, mecanica circulatória, Roci
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Ci-RVíJliíO, Tasso Ramos de, iJ.guias casos de paralisis progressiva; aspecto medico legal, ^Belo Horizonte, Estab. Graf. Santa itria. S/A, 1957, 202 p. ilust, / Livre docência. Medicina legal, Fac, Medicina, da Uiúv, Miiias Gerais /,
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CiiSTRO, Josué de, . O problema fisiologico^da alimenta,çao no Brasil, Rocife, Impren
sa Industrial, 1932, 52 p, /Livre docência. Fisiologia, Fac, Med,do Recife/,
Ci^TRO, Nylceo Marques do. Contribuição para o. estudo da barreira opitelial a,rgcn
tófila, são Paulo, s. ed., 1951, 63 p. ilust. /Docência livro* Histologia, Fac,
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Gii&gt;TRO, Sebastião Vicente de. Contribuição ao estudo do forame montei no homem, 6u
ritiba, Of, de Aprendizagem do SSNAI, 1960, ICp p, ilust, /Docência livro, Ai^
tomia» Fac, do Odontologia da Univ, do Paraná, Aprovado em 21,12,61/,
Ci-^TRO FILHO, Bonifácio de, Adeippatias retro-poritõneaisj estudo clinico, Sao Pau
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e flagellar na febre typhoidio e no vaccinado pela T,A»B, Sa.o Paulo, Rev,
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são Paulo, Aprovado/. ,

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61 - MEDICINA. ODONTOLOGIA, IVJU-i'ciÁ, T/SIEraN.Cl-ÍIA (Cont*)
GAUDURO, Sergio. FunâiçQ,o do corou.3 tot::isj no:"'.ificaçõcs^introdúzic'.as na tcciúca
da agua, acrescida para a fuiiclição do coro ao totaiß. Porto iJLügro, Livraria, do
Globo, 1960, 41 p. ilucit, /Doconcia livro. Protoso dentaria, Fuc. do Odonto
logia do Porto iJ.ogro Univ, RGS, Aprovado/. ,
•
.
CAV/iLCAi-IIE, Abnor Jose,
aspectos ^axiatoi:iicos do terceiro molax» BelGn,GraX
Falaiigola Ed«, 1956, 62 p» ilust. /Catedra, iinatoiiiia huroana,. Fac. do Orlontologia do Para/,
GAVAI^iJíTI, Jalne ijrcoverde de iJLbu^uerquo, Soro-roaçõo de Wa.osomaxm para o dia£
nostico da tuberculose ativa. Sao Paulo, O Estado de São Paulo, 1924-, 70 p»
/Doutarado, Fac. Medicina o Cirurgia de São Pa,ulo/.
ÍTAVALCANH, Joaquiin S. Tri-.taaonto cirúrgico das va^rizes. Recife, Inprenaa Industrial, 194J-, 119 P» ilust. /Docência' livre.
Técnica operatoria e cirurgia exporinental, Fac. Medicina do Recife. Aprovado oa 20,A»1942/.
CAVi„L0-ANlI, Joaquia de Souza. -Toracocospia e pnoutiólise à. jacobaous. Recife,
cd., 1943, 64 P» ilust. /Livre docência.. Clinica cimrgica. Fac. 'Modicina,
Recife. Aprovado en 22.5.1949/»

s.
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CAV^JjCíJíTI, José Robalinljo» Contribuição ao estudo da yitax.iina C, Recife,^ Of»Graf
dcj Enp. Jornal do CoKercio, 1936, 124 p* /livre docência. Clinica, pediqitrica ,
nedica e higiene infantil. Fac. Medàcixoa do Recife, Aprovado en 30,11.1936/.
J
GAVALCi-KTI, Rosaldo C. Operação de ^nchoster na cufc do prolapso genital, Rooifo
3, od», 1946, 100 p, ilust. /Docência livre. Clínica ginecologica, Fac. do ífc
dicina. do Recife, Aprovado erii 9wl946/.
CAViJ)5HA, Amando Oscar, iJ.guns ^aspectos da ondodontia. ^ Curitiba, Inip. Paranaonso
s/a, 1952, 224 ^p. ilust. /cátedra..
Técnica odonto lógica, Fac, do Medicina da.
Univ. do Pc.rana., Aprovado en 28,11.1952/.
CES/JR,., Edgard Pinto, Da., catatonia o das suas relações con os núcleos opto-octriados, são Pa,ulo, O Estado do Sao Paulo, 1928, 113 p, ilust. /Doutorado.'Faculdade do Medicina do Sao Pa,ulo/.
CEíj.VES, Nelson.
Tratanento noclico do^^hipertireoidisròo. Recife, s. od., 1935, 80
p, ilust, /Docência livro,
Torapeutica clinica» Fac» Medicina, do Recife/,
CHIAVERIIíí, Reinaldo,
Tratanento da insuficiência cardíaca congcstiva por tina gl^
cosido piira do noriu:?. oleander (folinorinc.), 3. 1., Sao Paulo Ed, Ltda.., 1939„&gt;
163 p. ilust. /Doutíjrado,
Torapeutica clínica. Fac. Medicina da Univ. do Sao
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CHRISTIii.NO, Isnael Torres Guilhorcie, Dronagon cirúrgica ^maciça, Sao Pa\ilo, Iri?.aos
Ferraz, 1927, 123 p, ilust. /Doutorado, Clínica cirúrgica, Fac, Medicina, do
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COCOCI, Mario Brasil, A consolidação das fraturas e a lei dos acidontesjlo trabalho, São Paulo, S3ta,b. Graf, i'fodplo, 1927, 48 p. /Doutorado» Fac* Sao Eaulo/.
COELEíO, Ra.inundo de Barros. Sifilis o ateroosclerose da aorta. (aspectos nicrosco
picos diferenciais das lesões da íntina). Recife, Tip. Tho^Propagandist, 1936,
40 p» ilusti /Livro docência. Ana.toraia. e fisiologia patalogicas. Fac» Mediei
na do Recife. Aprovando en 30.11,1936/.

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61 - íffiDICINi'^ ODONTOLCXJIL. F.iiKu'ciL. VEmiNi'JlIA (Cont.)
COMESíaLEj Coatabilo 3. Contribuição c,o osti^do cla,r! onchonclronoD e cxostoaos múltiplas; pesquisas sobro o notabolismo do cálcio g r-u^nésio, São Paulo, üp, Levi
1921, 91 p. ilust. /Doutorado. Cirurgia c patologia gorai, Fac. Mcdicim,
o
Cirurgic de São Paulo/.
CONDE, Raul, Estudo aixitord-co sobro a distribioiçao dos nervos fronicos no músculo
diofragna do "canis faniliaris", s. 1., s, ed., 1957, 365 p, ilust, /Doutorado
Esc. Sup. Vet, Univ. Rural do Estado do Minas Gerais/»
CONDE, Raul,^ Estudo anatoaico, con dados experiraontais sobre a distribuição
dos
nervos fronicos no nusci^o diafragua do "sus scrofa donosticus". s. 1., s, ed,
1958, 110 p, ilust» /Catodra,» Ana,tonâa dos aniniais doncoticos. Esc. Sup,Vet.
Univ. Rural do Estado de Minas Gerais/.
CQRBET, Charles Eclward. Contribuição para o estudo da, faraaoologia da respiração.
Sao Paulo, L. Niccolini &amp; Cia, Ltda., 194-3, 62 p, ilust» /Livr4 docência, Faraacologia, Fac. Medicina Univ.. São Paulo/,
COTiR^O, Álexundre- Pinto, Considôraçoes sobro os efoitos da, estreptoniicina na pro£
soo arterial, Sao Paulo, s. od.ji^ 1957, 50 p, ilust, /Doutorado. Farmacologia.
Faculdade de Medicina da, Univ. Sao Paulo/.
CQRRÊii, Antonio jidaiiastor. Contribuição ao estudo
solubilidade nas restaurí^ções
a cimento de silicato, São Paiao, s, ed., 1959, 92 p. ilust, /cátedra. Tecni
ca odontologicu.» Fac, Farm, Odont, Univ, Sao Paulo» Aprovado/,
CQRRE/i., /ijitonio Adamnstor, ^Estudo sobre o angulo cavo-^superficial oclusal no pr£
paro de cavidades para analgaim. São Paulo, s. ed., 1957, 57 p, ilust, /livro
doconcia.
Técnica odontologica. Fac. Fa.rm» o Odontologia Univ, São Paulo.Apro
vado/.
~
CORRE/,., Antonio i-.dam.stor. Estudo ^sobre as formas de resistencia, e retenção
nas
cavidades da claíjse II, pa.ra ai^algana. s, 1,, s, ed., 1955, Kk p. ilust. /Li vre docência. Técnica od.ontologica. Esc. Orlont, Porto Alegro, Univ, RGS, Apr£
vado/,
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CORREj., João da. Silva, De osteosintese. Recife, üBC Grafica,, 1925, 74 p. /Douto
rado. Faculdade de Medicina do Rocife/.
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CORRE/i., Outubrino.
gosterofilose eqüina, no^íiio Grande do Sul, s, 1., Livraria ^
Continente, 1943, 4-0^, ilust, /Livre docência. Doenças infecciosas e parasita
rias dos animais domésticos
higiene o polícia sanitaria anirxil. Esc, Agronomia e Veterinária da, Univ, Porto Alegre/,
CORRÊA,^ Outubrino. Contribuição à doterrd.nação dos índices helnintologico o entomologico de canis familiaris ^innaous na, cidade de Porto iJ.cgroj sua. impo-rtan cia para. a me&gt;dicina.
vetorinaria e a medicina hma.na. s. 1,, Livraria Co»ntinon
to, 194-7, Ö6 pi- ilust. /Livro doconcia. Zoologia medica e parasitologia. Esc,
Agron. e Vct."TJniv, RGS/,
CORIEZ, Adamastor, Centro de saule de São Pa,vilo, Soo Paulo, Up, Brasil doe Hbth^
child &amp; C., 1926, 170 p, ilust, /Doutoradi. Fac, Mo:licina de São Paulo/',
OOSTi^, iJ.cide3 Fernandes, O poder desscnsibilizanto do 3,C,G, em oftalmologjia. Re
cife, União Grafica Ltda., 1953 , 81 p. /Livre docência. Clínica, oftalmotlogica
Fac. Medicina da Univ, Recife. Aprovado em 28,4.. 54/.
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são Paulo/.
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Paiilo, s, ed., 1921, 87 p. ilust. /Doutorado, Fac. Med. e Cirurgia de S, Paulo/.

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61 - MEDICINA. ODONTOLOGIA. FARl-liíCIA, I/EIERINÍEIIA (Cont.)
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GUIM/iRÃSS FILHO, Antonio Alves da Palma. Considora,çõos e oxperiencia em torno
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HADAD, Elias.^ Raspagem da mucosa retal, com cureta, no diagnostico da esquistosso
míaso mansonica. Belo Horizonte, s, ed,, 1957, 73 p. ilus't. /Doutorado. Tera, pêutica Clínica, Fac, Med, Univ, Minas Gerais. Aprovado/.
HÄRTUNG, Francisco de Paula Pinto. Contribuição ao diagnóstico clínico da loishraa
rJ-ose na,sal. São Pa^o, Casa Duprat, 1919^ 95 p. ilust, /Doutorado. Fac. Medi
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61 - ivíEDICINA, ODONTOLOGIA, Fi3idciA» YZ-TEBluhlL (Cont,)

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HIPÓUTO, Osmane» Isolamento e identificação do vírus da bronquite i^ecciosa das
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biologia, e Imunologiao EsCc Supe Vete Univ« Ru» Est» íüna,s Gerais/•
'A
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.A
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triai, 1937, 104- pc ilust,, /'Livre docência. Clinica propodeutica medica, Fac.
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vre, Farmacia galenica-,. Fac» ÍJa.Co Farm« Univ» Brasiir Aprovado/.
JARDIM, lolanda Rovigati da Silva^
de Janeiro, s» od., 194-9? 50 p.-,
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/Doutorado, Fac, Med, São Paulo/,
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tancfros do embrião do galinha (gallus gallus domcsticus L,)j estudo morfologico, histoqixlmico, bioquimico o funcional, Sao Paulo, s,^ed,, 1951» 54- P» + 5 p»
ilust, /Catedra, Histologia.e Embrioaiogia, Fac, Med, São Paulo/,
JUNQUEHÜi, Lxiiz Carlos Uchoa. Estudo histológico, laistoquimico, bioq^mico e expe
rimental da glandula s.ubmaxilar do çamondongo (nus musculus L,), Sao Paulo, s,
od,, 194-9»^67 p, ilustc /Livre docência, Histologia e Embriologia, Fac, Med,
da Univ, São Paulo/i
»
KAC, Aron Lejba, Histopatologia pulpar fronte às cáries do esmalte (contribuição
para o seu estudos, 1«, c» ed.,, 1955, 10 p, + 16 p, ilust. /Docência livre,
Pa,tologia G terapeutica aplicadas« Ssc. Odint» Univ, RGS, Aprovado/, ,

fo. Aprovado om

opei-atoria e cirurgia ejqjoriii
■

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/cátedra, Microbiologia e Imunologia» Fac, Med,' Univ, Sao Pa.ulo/,
LA üEPtZA, Carlos Napoloão,
Semiótica da.s
,;nduj.as suprarenaiss adromlinemia
o
adrenalinuria. Santos, Tip. Instituoo D^E, Rosa., 1922, 83 p» /Doutorado, Fac,
Mod* o cirurgia de São ?aulo/i
*
,
LSAL, Rubens Azzi, O loitcj seu controlo higiênico pela^prova da redutase, São Pau
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Pa,ulo, Aprovado/,

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61 - MEDICINA, ODONTOLOGIA. FiüM^CIA,' V3TERINÍÍlIA (Cont.)
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LEÃO, Rubom Carneiro, imeurisracctomiaj tratamento do escolha nos ancurismas
dos
monibros. Recife, s. od.- 1959, 76 p. ilust, /Livro docência. Clinica cirúrgica,
Facvildade de Hod, Univ, Recife, Aprovado om 28.4,1960/, .
LEITÃO FILHO, Carlos iilberto Pereira, Considerações sobre as, psicoses gravido-puerperais. São Paulo, _^0 Estado de,São Paulo, 1923 , 5Ö p. ilust. /Doutorado, Fqc.
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LEi-iOS, Hindenbiirg Tavares de, Iloocolostoniia.: locclizcçao tonial o intertonia,!^!
contribuição oxperiniontal. Recife, s, ed», 1953, 133 p. /Docência livre. Técnica óperatoria o cirurgia experimental. Fac. Med. Univ. Recife. Aprovado em
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certos grupos
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LÍSVI Jose /Jitcnio, Cistomotriaj sou valor no diagnostico do r^fecçoes nourologicas
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LIEDKE
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LIMi'i., /jitonio CÓsio do P^dua,.' A tecrica roentgonografica dentaria geriapical
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cone longo comparada a do curto; (contribuição ao sou estudo). Sao Pa.ulo, s. od.
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61 - MEDICINA. ODONTOLOGIA, FiJüdciA. VETSRIN/jHA (Oont. )
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LEM/», Francisco Xavier Pinto. Contribuição a,o estudo clínico c radiologico da blag.
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LIMi'., Jjitorib de- Oliveira,» iilguriaa,s observaçoes sobre lactobacillus da cavidade bucal. Salvador, Fundação Gonçalo Moniz, 1959» 73 p. /cátedra, Microbiologia» Fa
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livre, Microbiologia, Fac» Odont, íiniv, Bahia, Aprovado on 24.»7.1957/»
LDiíi, Lucio Ponna de^Caiva.lhoe O Streptococcus Sanguis White no ondocardite bacteri
ana sub-aguda, São Paulo, s. ed,,^194-9í 4-3 p. ilust, /'Livro docência, Microbiologia, Fac» Farn, e Odont, Uráv, São .Paulo, Aprovado/.
•
*
UMii, Maurício de Leníos Pereira» Contribuição ao estudo do "os trigonun tarsi"; ob
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99 p» + 7 plilust, /Doutorado, Anatonàa, Fac. Mocücina do São Paulo/,
LIMíl, Paulo Ganbota. do Oliveira. Aspectos histologicos da, atroçitoso remi do liso
zina no canundongo. Recife, s. ed,, 1958, .28 p. ilust. /Docência livro, Histol£
gia o Enbriologia, Fac. Mod, Univ, Recife, Aprovado on 3,12»59/.
LIMíi, Ulyssoa, Vianna, Variações tórmcas das propriedíyles elotrofisiologicas dos
nçrvos de hetorotemosi Recife, Inprensa Universitária, 1958, 79 P« ilust./Docencia livre. Fisiologia, Fac. Modicina Univ. Recife/,
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LINS, F. Meira, Contribuição ao estudo da hopato-esplenopatia osqiaistossomotica
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LINS, ^hroionilo do Barrt:)Se Contribuição para o onprogo do sulfardlamida o sulfadorivados na reação do Van den Bergh o na dosagen do bilirrubina, Recifo, s,ed,
1949» 50 p.ilust. /Docência livro. Qu^niLca, biológica. ,Fac. Med, Univ. Recife.
Aprovado on 14.8.50/,
LOBO, Jorge de Oliveira, Contribi^ção ao estudo das blastonicoses. Recife, s. od,
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LOCCHI, Renato» Ossificaçoes tentoriais» peritrigeninais (vagina nervi trigemini)
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ilxist, /Doutorado, Fac, Mod. o Cirurgi: de Sã.o Paulo/,

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61 - MEDICINA. ODONTOLOGIA» FARÍ^ÍÁCIA, "VEIERIWJÍaiA (Cont. )
GOFFI, FaMo Sçhmidt, Co^tribuisao experimental para o estudo das anastomoses artensu-s cirúrgicas, Sao Paulo, s, ed., 1951, 96 p, ilust, /Doutorado. Fac. Mo
dicina. Univ. São Pa,ulo/.
"
GONÇALO, Jose, A hemosedirn^ntaçaoí valor do- seu estudo nas artropatias niédicas.Re
cife,^ Emp, Jornal do Coraercio S/A, 1936, 156 p. ilust. /Docência livre. Clínica medj.ca. Fac, Med. Recife, Aprovado era 30,11.1936/,
GRAZIAiíI, Mario, A prótese facial a luz dos materiais modernos, São Paulo, Graf, e
Ed. "Edigraf" Ltda., 194-6, 136 p. ilust, /Docência, livre. Cirurgia e prótese
buco-maxilo-fa.cial, Fa,c. Farm, Odont. Univ, São Paiilo. Aprovadp/,
GRIECO, João, Contribuição para, o estudo anatomo-radiologico da crossa da, veia a—
zigos (situação normal e variedades de^posigão), São Pa,ulo, Liv, Liberdade,1934
116 p. ilust, /Doutorado, Fac. Med, São Pa.ulo, Aprovado/,
GROTA, Adolpho de Souza, Diatermo-coagulação dos a,ngioraas da, pálpebra, São Paulo,
Est, Graf, A. Mata.nD, 1924-, 56 p. ilust. /Doutorado," Fac» Med, e Cirurgia
de
S. Pa,ulo/,
GRUI'E^T, Waldemar^ Pulpectomia precoce do 12 .molar perma-nente ou extração, Curitiba
lip, João Ha,upt &amp; Cia,, ^Ltda, 193Ö, 15 p, ilust, /Clínica odontológica, Faculda
de dc Medicina do Parana, Aprovado/,
♦
,
GRU^■i^•iT FILHO, Waldemar, Holdeira.s individuais elaboradas 50m estanho fundido, Curitiba, Ilp, João Haupt &amp; Cia., Ltda,, 1952, 28 J), /Docência livro. Prótese odon
tologiça, Fac, Med. ,da Univ, Pa.raná, Apràvado em 6-S'-53/«
GUARIENTO, Antonio,
Importancip atual dos^grupos sangüíneos era obstetrícia, s, 1,
S« ed., 1948, 14.9 P» ilust, /liivre docenciá. Clinica obstetrícia e puericultura neo--na.tal,. Fac. Med. Univ. São Paiílo/,
GUIÃO, Acacio Palma. Contribuição para o estudo dos cheloidcs. Ribeirão Preto,Tip
livro Verde, 1922, 73 pl ilust, /Doutmrado, Fac, Med, e Cirurgia de Sao Pa,ulo/,
GUD'iARÄSS, Jose Ricardo Alvos, í^üxosporidoos da ichtio-fauna brasileira, São Paulo, Emg, Graf, da "Revsita dos Tribunals", 1931, 50 p, ilust, /Doutorado, Fac,
Med, Sao Pa,ulo/,
GUIl-ÍARAES, Jose Silveira., Tratamento cirúrgico da varicocelc pelo procõsso Zcferino do xíjuaral, São Paulo, Emp: Graf, "A Capital", 1932, 87 p, ilust, /Doutorado
Fac, Led, São Paulo/,
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Porto Alegro, Of. Graf, do^Globo S/A, 1957, 42 p, ilust, /Ca.tedra, Clínica odon
tologica, Fac, Odont, de Porto Alegro da Univ. RGS, Aprovado/.
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GUIM/iRÀ2S FILHO, Antonio Alves da Palma,, Considerações c experiencia sm torno
à
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ilust. /Doutorado, Fa.c, Med, do São Pa,ulo/,
HADAD, Elias,^ Raspagem da, mucosa retal, com cureta, no diagnóstico da osquistosso
m3-aso mansonica. Bolo Horizonte, s. ed., 1957, 73 p, ilust, /Doutorado, Tera peubici Clinica, Fac. Med. Uráv, Minas Gerais. Aprovado/.
HÄRTUNG, Francisco^de Paula Pinto, Contribuição ao diagnóstico clínico da leishn^^
niose nasal, Sao Paulo, Casa, Duprat, 1919, 95 p, ilust, /Doutorado, Fac, Medi
cina. o Cirurgia de São Paulo/,

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61 - i^GLDICINA, ODONTOLOGIA. FüRl^OIA, V3íERIIíJCrIA (Cont,)
HíiffilQUES, Antonio da^Trincla.clG Moira, Da aplasia dos órgãos genitais internos da
roílhor (contribuição ao seu estudo). Recife, Tip.^Jornal do Recife, 1930, 86 p,
/Doutorado, Fac. Medicim do Recife/,
HIPÓIITO, Osmane, Isolamento e identificação do vírus da bronquite infecciosa das
galinhas no Brasil. Belo Horizonte, s, ed,, 1957, 45 p. ilust, /Catedra, líLcro
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""
HORii., Bianor da. Pesquisas anatoinicas sobremos nervos esplancnioos no homem, Reci
fc, s. ed., 1955, 97 p. ilust, /Livr^ docência. Anatomia. Fac, Med, Univ, Recife/.
f
^
IGNACIO, Uiiz, A calcemia e as hiporcoleMas hepaticas. Recife, Imprensa Indus ~
triai, 1937, 104- p« ilust, /Livre docência. Clinica, propedêutica, medica.. Fac.
Medicim do Recife» Aprovado em 7« 12.37/.
JARDIM, lolanda, Rovigati da Silva» Contribuição ao estudo dos comprimidos medicamentosos, ^Rio de Janeiro, Jornal do Comercio, 1944, 104 p. ilust. /Docência IL
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JARDIM, lolanda Rovigati da Silva,
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Notas à margem da fcrmacopéia brasileira. Rio
/Livre docência. Farmácia química, Fac, Nacio
""

JORGE, Francisco Ba.stos do. Contribuição ao^estudo da composição química dos alimentos de ^consumo habitual no estado de Sao Paulo 5 sodio, pota,ssio, cálcio, ma^
nssio e fosforo, São Paulo, s. ed., 1961, 141 p, ilust. /iíoutorado, Fac, Med,
Univ, do Sao Paulo/.
' "
JUíIsjUEIRA, Lt^z Carlos Uchoa. Agao do iodo e do honaonio tireotrópico "in vitro"
sobre a colula tireoideana. Sao Paulo, Up. Rossolillo, 1947, 36 p. + 8 p. ilust.
/Doutorado, Fac, Med, São Paulo/,
JUNQUEIRA, Liiiz Carlos Uchoa, Contribuição ao estudo da embriologia dos meso e mp
tanefroe do embrião do galinha (gallus gallus domesticus L,)j estudo morfológico, histoqijimico, bioquimico e funcional, São Paiilo, s,^ed,, 1951, 54 p, + 5 p,
ilust, /Ca-tedra, Histologia o Embrioàogia.*, Fac. Med, São Paulo/,
JUNQUEIR/k, Luiz Carlos Uchoa. Estudo histologico, histoquimico, bioquímico o exp_e
rimental da glandvila submaxilar do çamondongo (mus musculus L,), São Paulo, s7
od,, 1949,^67 p, ilust, /Livre docência, Histologia e Embriologia,, Fac, Med,
da Univ, Sao Paulo/,
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K/iC, Aron Lejba, Histopatologia pulpar fronte as caries do esinalte (contribuição
para o seu estudo^» s, 1,, s. ed., 1955, 10 p, + 16 p, ilust, /Docência livre.
Patologia o terapoutica apliça.das. Ssc. Odänt. Univ. RGS. Aprovado/,
KELICÇR, Salomão. V. mqsenterica superior: contribuição amitoraica as anastomoses ci
r^gicas com o sistema cava inferior. Recife, s. ed., 1953, 131 p, ilust, /Docência livro. Técnica operatoria. e cirurgia experimental, Fac, !ícd, Univ, Recife, Aprovado em 2,4»54^0
LAGi^, Carlos da Silva. Contribuição pnra o estudo dos a,nticorpos bloquea.doros atraves (ía prova. .Io Coombs, Mourant e Race, São Paulo, Edigraf., 1953, Í60 p.
/Catedra. Mero biologia'e Immiologia« FaCc Med. Univ. São Paulo/,
LA TERZii, Carlos Napoleão» Semiótica das ^^-andulas suprarenais; ad3x»nalinemia
o
adrenalinuria. Santos, Tip, Instituto D,E, Rosa, 1922, 83 p, /Doutorado, Fac,
Med* e cirurgia de São Paulo/,
LEAL, Rubens Azzi, O leite, sou controlo higiênico pela prova da redutase, São Pau
Io, Emp, Graf. Rev. dos Tribunais, 1934# 59 P» /Doutorado, Higionoc Fac, Med.S,
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éO. - MEDICINA, ODONTOLOGIA, FiJí^i/.CIA, VETERINiÜlIA (Cont.)
LEAOj Ifoacir do
Carneiro. ^0 indico rofratonotico do sangue na gravidez,
cife,_^ üp, Erap, Diário 'da Manhã^ S/a, 194-9? 62 p« ilust. /Doconcia livro. Física
biologica, Fac, Med, Univ, Recife, Aprovado om 2,10,50/,
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pressos os resultados, -por uma nova foraia - o iç.dice 'biofotometrico, Necessida.do da dcterriúmção desse indico nos candidatos o. carteira do motorista e seus
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61 - MEDICINA, ODONTOLOGIA. FimÚJJlL»-WmirãílLIL (Cont. )
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livre, Äcrobiologia, Fac, Odont, üniv, Bahia, Aprovado on 24,7,1957/,
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ana sub-agudxi:, São Paulo, s, edi,^194-9, 43 p, ilust, /livro docência, Microbiologia, Fac, Farm, o Odont, Univ» São Pa,ulo, Aprovado/,
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gia e Enbriologia, Fac, Med, Univ, Recife, Aprovado em 3,12,59/,
0
M
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cife, Of, Jorxnl do Comórcio, 1926, 51 p, /Doutorado, Fac, Med, Recife/,
LINS, F, Meira, Contribuição ao estudo da hópato-esplenopatia osquistossonótica na
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Aprovado em 14.,8,50/,
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LOCCHI, Renato, Ossificagões tontoriais, peritrigoninais (vagina norvi trigomini)
o suprapotJX)sas do crânio hunano, São Paulo, O Estado do São Pa,ulo, 1925&gt; 139p,
ilxist, /Doutorado, Fac, Mod, e Cirurgia'de São Paulo/,

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61 - MEDICINÁ. ODOÍJTOLOGIA. F/mCcii., V3]SRIWiÍ"lI.l (Cont,)
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Fac, Mocl,' c Cirurgia cTc São Paulo/.
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pseudo polinevrítica). São Paulo, O Estado de S~o Paulo, 1926, 119 P» ilust./Dou ,
torado, Fac. Med, São Paulo/.
LOPES, Ernesto Pereira,. O sisteraa. roticuTo-endotclial na tuberculoso exporimèntal.
são Paulo, Est. Graf. Eugênio Cupolo, 1930,, 121 p. ilust, /Doutorando» Fac. Med«
são Paulo/.
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LOPES, íferio de Melo. Reabilitaçao oclusal (contribuição ao seu estudo). Recife, s.
ed., I9ÓO, 62 p. ilust, (Livre doconcict. Prótese. Fac» Odont. Univ. Recife/.
LORETO, Galdino. Modificações do nivel de oficiencia, intelectual conseqüentes a con
vulsoterapia. Recife, Graf. Ed. do Recife S/i.., 1952, A9 p. /Livre doccncia.Cli
nica psiquiátrica» Fac. Med. Recife, Aprovado en 7.10.1953/.
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do Globo, 1958, 4-6 p, ilust. /Docência livro. Histologia. Esc. Odont. Porto ij.ç
gre UniV. RGS. Aprovado/,
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LUCENVi., Duinral T, de. l-ialaria. aviaoriai subsídios para suí; sistema,tica. o tra,nsni£
são. Recife, Of. Graf, Jornal do Comercio, 1939, 126 p, ilust, /Livre docência.
Para sitologia. Fac» Med. Recifor Aprovado om 26.12.39/»
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freijlcL,s. Recife, Tip. Diário da Mj^nhã, 1938, 50 p. /Livre doconcia,'Clinica Psiquiátrica, Fac, Med. Recife. Aprovado em 16,12,1938/»
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61 - MEDICINil, ODONTOLOGIii, Fi^MÁCIii, TiLIERim^IA (Cont/)
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nologica» Fac» Medicina c Cirurgia/«
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er~thiersch modJLficado* Sao Paulo, Ca,sa Duprat^ 1919» 67 p» ilust, /Doutorado»
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Modicina. Univ, São Paulo/»

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61 - r'iEDICINA. ODONTÜLOGIÁ._

(Cont,)

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cio. Modicina logal. Faculcladc de Medicina de São Paulo/.
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^
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Fac. Med. Recife, ^^provado em 27«IQ. 1938/.

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Graf. Folha da i%nha S/u, 1951, 121 p. ilust. /Docência livre. Clinica da.s doen
ças tropicais e iiofectuosas. Fac. Med. Univ. Recife/.

■

KJíQUES, Ruy João. A prova, de Ka.tsch-kalk na cirr")se atrofica do fígado. Recife, s.
ed., 1943y 120 p. ilust. /Docêneia livre. Clinica medica. Fac. Med, Recife,Aprj2
vado em 21,1.1956/,

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tologia e terapeutica das tuberculoses osteo-articulares). Recife, Imp^çensa In dustrial-, 1928, 28 p, ilust, /Livre docência. Clinica pedia„trica cirúrgica
e
ortopedia, Fac. Medicina, do Recife/.
Mi'iRTENEZ, Gilberto Ra,ul». Contrib^iição para, o estudo d." emprego da s-^lução salina^ de
gelatina, em ob,gtctrícÍ!a. Sãc Paulo, s» ed., 1948, 126 p. /Livre docência. Clinica obstetrícia, e puericultura, neo-nctcl. Fac. Medicina, da ürd.v. Sãó Paulo/.
iii'JlUNS, Eduardo Silveira. Forro, hemoglobina, e vrilurae glubular (contribuição
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sua determinação nos animais domésticos). Porto iilegro, Of. Graf, ^da, Liv. Sel bach, 1949í 44- P» ilust. /Docência livre. Qxumica organica e biologica. Esc, Agronomia e Vet. Univ. RGS/.
Mi'JiHNS, Elcuterio Ara,újj;o* "Impressões finais do maxilar" utilizando uma técnica
com moldeiras individuais aliviadas. Porto iilegre, Liv. do Globo, 1959* 64 p* ilustrado, /Docência livre. Prótese dentaria. Fac. Odont. Porto iilegre Univ.RGS.
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V , ■
M/JIUNS, João Evandro Carneiro,^ r^. tenção e inserção, _^Belém, Of. da.. Folha Estudan
til, 1961, 40 P» ilüst, /Docência, livre,' Prótese movei, Fac, Odont, Univ. do Para/,
MilTTOS, Henrique de Oliveira, A labortera.pia, ms afecções mentaàs. São Paulo, Rev,
dos Itibunais, 1929# 98 p. ilust, /Doutora,do. Fac, Med. São Paulo/,

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61 - MEDICINÁ, ODONTOLOGIA, F.'JÜtOIA. VSTERINí^IA (Cont.)
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MítTOS NETO, Francisco Liberato _^de. Anestesia en técnica. odontológica,j estudo cri ti
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Inp, Fund, Gonçalo Moniz, 1956, 99 P» /Docência livre, Tpcnica odontologica, Fa
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M/iURiJIO, Fl^vio ijnerico.
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tes do netodo de tecidos "in-vitro", São Paulo, Inprensa Metodista., 1926, 64 P»
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I^iURO NETO, José, Contribuição ao estudo da endocardite sub-aguda bacteriana, São
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MiiZZA, i^ngolo. Contribuição para o estudo histologico da hipostase no togmonto ex
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M/iZZONI, Giuseppe, A estoreoradiografia intra-oral cono subsidio a cirurgia buco-m
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MEIE/., ^^^Valdoinar Dias de. jJ.ginatos (influência do tempo de ospat^ação^sobre defor
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Of. Graf, da Livraria do Globo S/A., 1961, 29 p, ilust, /Doutorado, Fac, Odonto
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MEGiiIE, Francisco, Peritonioscopia, aplicado, 3.0 exame clinico dos orgaos gonita.is
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líEGALE, Francisco, Peritoneoscopy in the cow, s, 1,, s, od,, 1957, 12 p, ilust,/Mas
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61 - MEDICINA. ODONTOLOGIA. FARIÔi^GIA. 1/STElIIÍÍí^IA (Cont,)
MELLO^ xJitoiiio Cesário do. Ação hipotonsora do infuso do croton Rhanuifolius.l-ÍUGll
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do
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61 - MEÖICINi^ ODONTOLOGIE^., F/iü-aíCIU VETBRmCm;* (Gont.)
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61 - MÈDICINAi QDOIITOLOGB.. FÄH^LlCIA. VETERUtóRIA (Cont.)
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P/iTTI, Francisco, Raios X ,o notrorragias ovarianas. S, Paulo, Tip» Ideal,
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PEBROSO, Odair Pachoco. Tratanonto do po colcânoo pcTalítico^invotoradoj pro
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PEIXOTO SOBRIllHO, Francisco Poroira, Contribiiição para o ostudo da sonotora
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PEEDEIRA, Athaydo. Tocnicas o resultc^äos das prost-&gt;.toctonias porinoais nos tj^
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lEREIR;;, Athaydo, Tw-ioros epr.toliais da bexigas diagnostico o tratanonto. S«
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PEREIRA, Colso do Liria. Contribuição para o estudo da defloicão dos dontos da
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�61 - l^iEDICINA. ODONTOLOGI'--. FiSM/lCIA.. VETERIíl/jlIA.. (Cönt.)
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tíir ou clínica odontologica. Curitiba^ Ai-tos Gmi". d-^. Esc. Tccnic-?. do Guri tibr',, 1951? 24 P« iluct, /Olínlca odontologiiara. Faç. do Modicino, do. Univcrsidado do Paraná / Aprovado on 10/6/1952.
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cia livro. Clínica nourologic^.. F.-'.c. do Mod. da Univ. do Rocifo / Aprovado
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PEREIRA; Lafayoto Rodrigues, Estudo roxliocristalografico do algms, produtos
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PEREIRA, Paulo do CorvnUio. A atividade colincstorasica do plasaa cono prova
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RAIMO, Hicolino. Contribuição para o- conhocinonto da cario, dentária na cida
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61 - MEDICINA. ODONTOLOGIA. FARMÁCIA. VETEREIÍRIA (Cont.)
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RODRIGÜES, Hildogardo. Contribuição para o ostudo das rolaçõos anatoraicas
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61 - MEDIGIIIA. ODONTOLOGU&gt; FAEMXCIA. VETERDÍiÍRIA (Cont.)
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Si\INATI,^Jorgo F. Dr, ii:iunidado colular o sua ihflucàcdLa sobro a ação farqa
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Encofalito opidôuica o gestação. S, Píu
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SALVaTORE, Carlos Alberto. Fator vascular do ondonótrio m otiopatogonia
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S' "30, Wilson dr» Silvai Estudo dos siucopolissacpredeos d», zona^pellucida dos óyy,^
loa de »nimsis de laboratório dos gêneros "l-epusj cebus, canis felis (felis), .
cavia, iHÚs e rattus (mamnf^lis). Seo Paulo, Lameno S/\, Ihd.Gref., l96l; 86 p,
/Cetedrp. Histologie. Fac. Fsrm. Odont. tJniv. de 3po Paulo, improvado/.'
SAfi lO, Wilson d» Silvn. Estudo ''in vitro" da permoRbilid'^de ovul«5.ri tSao Paulo, Of'.
Graf,: Cpnton Ltdn., .1958, 73 p. ilust. /Docencis livre. Histologie. Fflcj Frrra.
Odont. Univ. SSo Prulo. iprovpdo/.
S/i'f-'YÄ., Paulo,''Contribuisõe'^ pnr- o estudo da mcosa uretral humana (epitelio 0'
Deabrána basal).
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8 p*
ilust. /Doutorfido.
Fao,
do
&gt;fedic3.ii&amp;
do
São
Psulo/.
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SCAVONE, Mlgueli Contribuição p'nrn'o estuâo d^s otF&gt;id.és sgúdps poiinevriticps, S,
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Rocifc, Fõlhi? d^ í^nhn S/A., 195''., ö6 p,'ilust; /DocSnci" livro. Puorlculturr
e clínic*" dn primeira inf^nci". F^c. Med, Univ. Rocifo. provado ora 6.11,53/ .
S^.RR'', Oót^vio í)©lla. 'Topogr^fi'» do cnh?l m"ndibul*^r, S^o Paulo,» s» ed., 1945,
111 p. + 4 p. ilust, /Doconci'^ livro, -^'in'^tom.i." odontolágica, Fpc. Farm. e 0dontologia dp Univ, do SHo P?iulo, provado/.
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SETTE, Hoel, As lorrnthácoaí nr torr^pêutic* (contribuição pp ostudo dó psittpc*nthus) dichrous no trrtpniontn dr íiipertons^o artorial), Recifo, is.'od.,
1947, 62 p. ilunt. /Docênciá livre. Ter-poutic» clínica. Fnc. ^fed. Univ. Rg
cife. Aprovdo em 20.3.1940/.
, •
SIGEL FlLlTO,'Emr;Bto. IncóinpptibiliclAdes modÍGemontos&lt;^s do ceiís?^ físicfl. Ouritib-, s. od., 1940, 74 p. ilust, /Livro doconcin. Farniácin ruinicp. Feculdado
de ífedicin^ do PT-.n?, Aprovedo/
SIIAT-Í, ülborto C-rv«lho da~ Estudos nnbro a carência do ácido fólicò no g*&gt;to âçí
místico3 folis cptus Linnaous, 1750' feij-is domestic" Gotí.in, 1788. São Pwulo,
Ind.'Graf. Siouoir" S/', 195'í,&gt; 232 p, ilust, /Livro docência. Fisiologis, F?.culd?&gt;ds do I&gt;fcdicina da ÚnL.v.^ Sno P-^ulo/

�61 - i^icnr. CDONTOLCGL'. F/iRífcr;. VETSRDLÍRB (Cont.)
SILV.': f Jintonio C^rdozo da. Contribuição ao estudo da circulação ronal nn hidrone-'
froso (trrbrlho'exDoriJ!icnt,'&gt;l). Rocife^'Ed., "Fios Cfirmeli", 195QÍ 63 p» ilust,
/Ôpeonciá livro. Clinica urológic.r», Fac. Modicin». da Univ, Recife, -Aprovado em
^,12.50/.
*
.
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é
SILVA J Enílio Dinlz'd•, Cóntribuiçpo
Gstúdo dos colírios. Rio de' Janeiro, s»
od», 1949* 111 P» ilust. /Livre docência. Farmácia galônica. Fac, Nac.
d®
Fíjrnáci?» do Univ, do Bresil/,
t
SlWAf Emílio Diniz d«, Dos -gonter etivos de stiporfício o'do plgumas de suré
flplicpgõee nps'formas f9rn.*&gt;ceutic&lt;&gt;.s:., Rio de Janeiro, si. ed,, 1954.# 102 p,'
■ilv.í5t, /Ciítedrh, F^rnircip gslÔnic?^r Fpc, Nac, Frira, Univ, 3rr&gt;sil, iiprõvdo/,
SILVii, Ib ~no3 iindr^dc, 'Contribu.içro «jo ostudò d^s r^ontgenogrnfiés poriapicnis,
S?o'PtMlo^ Sndi Graf,'.fest !lngalh~en Ltân., 1946^.72 p, ilust, /Livre docSfl
ei". Fnc. Farm, Odont, Univ, Sso Ppu7/^; -Aprovsdo/,
SIUTAj'Luiz C, Tf'V-ron''da, Estudo ncdico-cirúrgico d- osouistossobiíaso do inenson. Recife, s, ed., 1945^ 30.3 p, ilu.rt,'/Livro docôncia , Clinica cirurgic". Fpc» de í-bd. do Rocifo., -'^jprovdo on 9^1946/»
SILV j íiuiz C, Tr&gt;v"ros d»i, Hórni:-- dipfr^gn^ticn, oeofpgito o lílcorn poptics do
oaof^go. Rccifo,
od.,' 195?^ 1S7 p, ilusi?, '/Livro docôncin, Clínicp propodsuticp - cirúrgica» F*ic. do íbdicinfi. c'" Univ, do Rccifo/^
'
SILV";, l^rio do ífor^eg .•lltonfcldor-.. Contribuição ap tri»tímentó nádico das úlcer»»n
gafitroduodbnpifj pcl'^s injeções do'popsina-. S?iò Patilo, Eráp. Graf, Rov, âos Trj,
bunfis, 1932, 92 p» + 1Ö p, il.uf5t. /Doutorado, Fpc. Mod, do São Pínulo/,
■
«»
.
•&gt;
SILVJi, Oaw;;ldo Riedel do Souz.'' a,, Motoào do iiddis. Estudo crítico; doteminnçpó
dos linitoí^ do nom-lid?&gt;do dos'v-^lóros por elo fornocidos cn.cripnçps dp'cidr»do do oSo^P«»ulo', ®ó P«ulo, s, ed., 1956, 64 p, iluét, /Docência livro,Clinior» podirtrica, F«&gt;c, Modicina dp Univ, Sino Paulo/,
SILVü, Ronildó Torres o, '/.Iterações porioà9nteis'c gostpçpo'; contribuiçêo po
sw estudo. Recife, s', ed. j 1952^í 4-2 P» ilust, /Cátodrn. Patologia e terrpêutior 'íplicdas, Fac, ífed, Univ, Recife/,
SILVJl^ Ruy, Incruf?taçces raetalicae de'finalidade terwpôutic», Rocife^ s. od,,'
19o0,__30 p. ilirst, /Docêncl» livre, Erotose fixa, Fac, Odont, Univ, Recife/,'
SILV/i, Wsndcrloy Noguoira^da, ContribiTiçõo paro'5'ostudo do volume de~síngue '
circtilante na insuficiência cpfr.'acá congestr.Ta. Síío Pr&gt;iilo, Linográfic?» Ed.,
1957, 55 p, ilust, /Doutorado, Fac, Medicina. Univ, S^o Paulo/,
5ILVÄ ^illOR, José Simões e, Contribuição ao estudo fisi'-logico das glíndulas
salivares (rattus norvégicv-s norvegicus, berkenliout). Salvador, íip, Benéditina Ltdn,, 1954, 62 p. í3ueõ. /Docência'livre- Fisiologia. Fac, dc Odontologia d!&gt; Univ. de Bahia. Tip^c-ado oa 22,7,54/,
iliyü iTOJiCE, Júlio de iindrpde. Contr5.buição para o estudo do netabolisno beßal
na osnuizofrenic? o n- pB.icoIogla raiíâtc':'-üopróssivs- .São P&amp;ulo, Est, Grafico
Irmãos Ferrr»2, 1931? 67 p.-. ilust^ /Doutorado. F«&gt;c. ifcdicinp do Spo PpuIo/,
Ccnõr j
a profilaxiii d"H telniniroses'do homem,
no
Brasil, Rio de^J-noiroj, s' od,; 194?^; A88 p. ilust, /Cátedra! lÜgieno o legislação farnaceutic, Fec.. Ifcc, Fãit..
Brasil. /:prov-do/.

�6l -

ODOIITOLOGB. F.'HÍ'Í/ÍCIA. VET:ZRIIlÍRB^_(Cont,)

SILVEIRA, jofsó. Contribaiçpo paríi o óíitudo da' idontificação específic» do í3«^ngUQ polws c^t-^lases.' 3ro Paulo, s, od,, 1931, 27 p. /Doiitorrdo. F^c. de Ife
die ias do 3« o P^ulc/,
SILVEIRA, T"T3Íto# Dn "noncefnli." oni obstetrícia. GSo Pnulo, O nistfídc de São
P'^iilc, 1921, 4-Ö p. ilust. /Dou-torr^do. Fnc. ds ifedicin»». e Cirurgii de S?o P-i

SIQlT^IRí, iiry Sentes do. O sulfato âo nngnósio n-í, r&gt;nostosi?; contribuiçno p»rr
o ostúdo dn açio fhrmcò-ãinanica. Sno P.^ulc, 'Icncr &amp; Filhos, 1930, 152 p
ilust, /Doutorado. Fnc, Medicinai do S?p P^ulo/,
SIOÜFilRA, Jeder Toixoirn do.»
CO dos rolngoos d® fnsciff
Q poctihonl (Coopor)j sup
da Ilniv, de JíLnáo Gerais,
dicina da TJniv, do Minr«:

Ccntribuição pnrr. o ostudo anntômico e microscópi
tr^n^vors^^lis com os ligpijjontos inguinnl (Poupart)
iniportônció cirúrgica. Solo llorizontó. Imprensa,
1961, 50 p. + 8 pi ilust. /Doutorado, Fac, do MeGerris, iprovndo/,

SHIFINO, Leonardo, iínostôsi^ loc?l o pressão snnguínoa; ccntribuição «o estudo
. dns v«ri#&gt;çõos do pressÃo snnguíhoa ó púlso'artérÍPÍE sob a ação do'fmo.!itósicos^locpis com ô som .'&gt;dren!5linai s,'1,, s, odl, i960, 7ß p, ilust, /Docônci"'livro. Clinicfl odontol3!gicr&gt;, F&gt;^c. do Odont, de Porto^'ilogra ãn Univ» do
R,0,S, Aprovndo/,
SCl'iRSS, &gt;í)zrrt Pereira, F.^tôros convorgcntos n*" desdoborto âo circulnçro sangüínea, Porto iSlogro, Inipronsa Univorsitírici, 1954-&gt; 85 p,' /C'todr". Fis3^
logi" dos nnim'iis donópticos. Esc. Z'gron. o Vot. Univ. R,G. S,/,
SOÜZ'írgomiro Rodriguos dó. Tiroido c'psiouismo. Sso Paulo, Rov, dor. Tribun-riis, 1929, 221 p, iluf^t» /Doutorado, ?ic. Mcdicin*» do SSo Paulo/,
SOUZ'', Uiiz Goolho do. Contribuigno
ostudo clínico dos opulis. Bolem, Of,
Gr-f". d.-i'Rov. d^ Votorinnfi'», 1956, 109 p.* il'-St. /Cátodr", Clinica dentnri", F"c, Odont, do P'ir.r/,
«
SOUZ-i, Roberto de. Efeito de substancies p^r^ssimp^ticomimóticn soíiro n sécroç^^o S"livnr do "galluD donosticvis", s. 1,, s, od., 1956 , 21Ö'p, ilust.
/C)^tedr'&gt;, F-rJi^ocdin^inicr, tcrf^pôuticr o «rto do fcrmulnr. Esc, Sup. do Votorin~rir? d'&gt; ITniv. Rujral do Est, do Minas Gorais/,
SOüZí, Sylvio Riboiro do, Pertubrgõos nont^is nas formas ijfolongad^s da oncofaiite ópidomic«, São Paulo, Irm^ór! Ferraz, 1928, 137 p, ilust, /Doutor«do, F'-c» do ífcdicinn do Sro P'^iHo/,
STÍVAIE, i^lfrodó, A dirtonaia no trptmonto d"s uretrites gohocócics o súns
oomplicn^õos, 'São Pnuloj Irmõos Forres^ 1928, 06 p, ilust. /Doutorado, Clj,
nio* cirurgic«. Fac. Mod. do vSão Paulo/. ,
SU-ASSUN" , M^rcóa^ Contribuirão ao estudo da crroncia protoica, ílGcifo, s, od.
1948, 120 p, ilvc t, /Livro d oc encia. Clinica pódintricn módica, Fao, de Ifedicin** d" Univ, do Recife, -'^.provado em 26,9.4-9/.
SUFFRRT, Lóo Wornor, ' Contribuiçõo'ao ostüdo do gêsso. Porto Alegre, Tipogrffi" Mercantil Ltdi.^ 1951, 64.'p, ilúi^t. /Doconcia livro, Ifct^^lúrgir e ruimic- aplicdrR. F'-c. de Odont. Univ. do Porto Alsgre. íprov^do/.
SÜFPSRT, Lóo WornBr, Çontribúiçãó ac ostudo'do rlgumas pr^opried^dos físicns
em amálgamas oâontologicos. s.'l., s. od.,'1958, Ö3 p, ilust, /Crftedrr,
Metalurgia o nuimica- /iplicnd-^s. Esc, Dd^nt, de Porto ülogre, Aprovdd/,

�73
61 - MEDIGINS (DOilTOLOGB. Fi^RílíCK. VETJ^RIN-ÍRX;^. (Cont.)
MBACDF, Germ^noi' Podor '•milolítico d«* S'&gt;1ívíí niôta humnh^j'contri'^iQro ac
sovi estúdoi
Inrorohdrt Qficiol dé
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Fislologiftt Fací de Ckionti Univ. Behia. iiproVfido ora /t.7í5S/,
TAMUíI, Íí-d^chi* Ourv? dö çómponsnçÃo (tr htríbuigfo eo seu ostüdo); Sao Ppulo,
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Odnntí ÜniVí 3ap Paulo» i^-provadi/A
"
TAVÜRES, José Engracio. Poro'Jidado n^s fundições do ouro5 contribuição èo ostudo comparativo d" norosidpdó nns fundições do oúro roaliz^âíis om tros tipos
de Éiá'^uinab, Pelotas, a. od., 1961,^4-8 p. ilust, /C^todra. Prótese dentaria
Foc, Odont. de Polotas Univ, RGS. ..';provaãffl/.
Gilniárió M. ^ Gura abòrt«»'d'^ caverna túberculósft do pulmão 5 subsídio
»0 sou o?3tLidó*&lt;Fortf»loza, s. éd., 1956, 50 p» ilust./Livro docônci«. TisiologÍ8. F«c.do IfcdicLna d» Univ. Recifcj_ ^'iprovrdo em 2?.0.56/,
TELIES,^Rí-ymundo» Guimarnop, 'Influencia do f^tor endógóno na produção do anomaliéa dentó-maxilo-faciais^ Belón, !Ijiipre?^sso'na Rev. de Voterinaria, 1956,
95 P» llUPt. /cátedra. Ortodontir». Frc. Odont. do Pari/.
TENUEO^^ Rol ando _ Ä. Iodovontriculogra:Çi® j aplicações! aò diagnóstico daíi afecÇÕos'cirúrgicaG da região do terceiro vontrículó o ôa íoas» cranianà posterior. Sgo fpulo, Tin„ Ed"nec Ltâa^, 1954-^ GO p. ilust; /Doutôrado. Faculdade de Mad. de Univ. São Ppulo/,
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s^nitírio da cidade do'Recife), Recife,' Imprénsa IndristrialJ 1955, 24.1 p.
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TFODÕSIÒ, llaído R, Contribuição exporiraontsl &lt;^0 estudo fisiológico da hipoglieenin'(atuação do fator hipogliceraipnte do "anacardium occiSentalo L"). Reci
fe, s.od., i960, 145 p. ilusí. '/Livré docência, Fisiologia. Fac. Medicina da
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TIBIRIÇÍ, Pftulo âo^%ioiróz Teiles, /irteriosclorose bovina' (trabalho de «natoni'a
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TEZOT, Jono -fllVes. Deteminaçeo da ircda individual, Curitiba, Emp, Graf. Paranaense, 19'?9, 54-. p. ilust, /Ortodontin e ddontopediatria^ Fac, ífedicina do
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TOIEDO,'Luíb Gonzoge de Campos, O lí-uxdo céfalo rpi^uidisnò cm neurc-psínuiatria,
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TOIEDO, Oct^vio M^rtiní^^; de. Contritaui^po par^'n estudo do tratar® nto cinirgicodor nn-surisman »rtóriais dos membros, 3,1,^ Reis, Cardoso, Botelho Sc Cia.,
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P^-alo/,
✓
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t *
w
TOIEDO, ThToillo ü» Neubom de.' PrimQirr'S posnuis'^n ppr»» splicgõo do micróí?-*
copio'do fPBB « frrriricognoBia. ' 3ão ?''ulo,' Composto por'Edipo, 1958&gt; 96 p,
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TOIEDO* 'ILHO, Joß-S i\vigu^tó do, CohtriBuiçSo cnsuísticp ao' ostudo dô8 sirenontg
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Fèò, de l-fedicinn e Girurgie de Spo P'&gt;ulo/.
TiniN. Fidg'^rdo Jnsó, Lesões produzidpg por Aelurostrongylus 8bstÍTifTu.ri (Rnilliot
IC98) no'pulnrio ân j;nto dcnóntico (contribuição po goxi óstudo). Porto Alegro
QC« Gr'-f, dp Liv, Selb-^ch, 1953, 9À p. iluht, /dátoárti'. ilnatomi?»'Ortolegic*^.
o tácnics do necropsias. Esc, i^-gron, e Vet. Univ. RGS/ ,
tIZZO, M^rlo. Inooveniônci/»s'do siistcn? brnsileiro do hpbiliteçío dós mádicos
ostr»»hgoirof3, São P«ulo,s. od., 1929,, 3ö p, /Doutorado. Fpc, Med, São Prulo/,
VjíLSNr/,, Sub?"! Urfiuier«, Dp diatormo-coÂgulaçSo nò tretamsntò cirúrgico do dosoolemontó idiopptico dp rotina.' Piccifo, s. od.^ 194-9, ^ p. liLust. /livro
dooencl». Clinicr oftninológic", Fr&gt;c, Mod, Univ, Rocifo/.
VÜKjIITE, -'•rni'^ndo. Êgtudó clínicò 0 fonoc.-írdiogr-^fico dos'rítnos do grlopo.'Säo
P*»uÍo, Imp»'Esc.'N'ic.'SnlGBÍ«nrs, 19A0&gt;'l6S p. ilust. /Livrd docôncia, Clj,
niop m&lt;?dicp. F'c, i'fod, Univ, uÇo Ppulo/.
ViiLLS," ürthur iilcído, ^ roeção de conglobpção do Millór'n.ó sôro sangüíneo o nó,
liquido cof,. ruruidinno pdf* tócnic». ^inpíificad' (l'i.D.R.Il)! 3"o Pf^ulo,' Qf,
G-rpfr do Hcíspital Jur-uory, 19.31, 79 p»_ /^outorsdo, Fn.c. ífcd, São PpuIo/.
VAREL', /mtonio Gpnbo«, D"© doformíições fuciaiá ceuspdps pol« Icpri? (importância dp correçí^p pnrp « recupor.**gfio'social).' Recife, lãp. Univorsitãria,
i960, 65 p. ilU5t, /bocenci" livre. Prótoso buco-fecipl. Fpc. Odont. Univ.
Rooí-fe/,
*
ViiRSLW, Jcãó .A-ugusto Floury, È, c^rie dont^fi« om São Puiilo (contribiiiçno prrr
o ostudo), Bpd Ppulo, h, od. ,'194-9,'GO p. ilu-rt. /Doconcíp livro. Glinicp
Odontologie._Fpc.
Odont, Univ, São Paulo, /.provpdo/.
V/iSOONCELLOS, Djfílma G-^vpicrnti Ir^o de.
tubngom duodonpl nos'colocistootoniífldosj contribuição ao eátúdo fúncionpl do cplédóco teminal. Rêclfô,'Folhp
da liinhS S/':., 1955, CO p. ilust. /pócencin livro, Glinice. medico. Fpc, l-fodicin« Univt Rocifo. iiprov^do em 16,5.56/.
V-ASCONCELLOS, Folippó Cnbr^l do,_ Dp clessifiocgão sorológica dos phousnococosj
repçpo de Noufold» São Paulo,'Enp.'Graf/'Rev, dós Tribunfli.s, 1939, 94- P» i-'
luct. /C'tedrp. llicrobiologia. Ff^c, Fprn, Odont, Univ, São Paulo. ^Iprovedo/.
'
■é
¥
*
4
^
VELL*, itngelo» A f»se nocônic" d- cirurgia, edodàntioí*. s. 1., a od.^j 1955, 63
p. ilust,/Dooencia livre. Tocnica ccTontológicp, Esc, Odr^ nt. de Porto Alegro
Aprovpdo/.
_
V3LL\, íngelo. E.&lt;?tudo mecânico con]^erft±ír(^' da retengSo em ruatri tipos d« caixp.fl proxinais dé propsrpgÖoB'mosio-oclüso-diataia pprá restaurpgões fundidas,
Spo'Ppulo^ s. ed.,'1959, 7ö'p, ilu'-'.t, '/Docência íivro,'Técnica Odontologie.
F«c, Fnrn, e Odont, dp Univ, São P.''alo. ■"provado/.

�75
61

CDOMTOLCGIfu.F-AR^'CfCB. VETERIH/ÍRI'

(Cont),

VL'iM, J,
Grrnoiro. Detornin^gSo dn digostibilidndo e do consigno de íorrngón, én ovinos^ por'neio dó. oxido croraico e'dos cronogênios vegot»&gt;is. s', l.j;
8, Qd., 195S, 18-í. p, ijupt, /Cptedrn. iilinentnçíío'doG «^niraris donesticon, Epcola Superior de Votorinnri« d»- Univ, Rurnl do Est. de Min'^s Gerais/,
VL'iilll'i, -Hi^ístó FQrnnnâos, Gorn9"o ©^"nomi'^ ("spéctos clínioos)^ Rocife, s.od,,
194-d» 155 p. + 1Ö p, ilunt, A'ocSncin livre, Glínic^ nodicQ, Frc. ífedicinr
d»^ Univ, Recife, .^provdo om 20,3,194-0/,
í ■
,
VIANHA, Clccro do Brito,
nódol-^gon dirótc» n^a prótooos f^ciflis, Sno P'^ulo,
s. ód,, l96l, 104. p» ilust, /CátodrnV Cirurgi-' o prótese buco-rap.xilo-faci?»!,
F»&gt;c. F"rn, o Odont, Univ, São Prulo/,
VIAMA, Cícero de Brito, -Atrosia luftiidibular "douirida; o pápel d^í prótese no
seu trnt?»inonto; contribuição no estudo. S~o PpúIo, Cfrnf, S«o Jor-ó, 194-6,115'
p, ilúnt, /Lívtr dóconcin, Cirurgim o prótese buco-m'ixilo-fficirl. Fnc, F^^rn»
Od.ònt, Univ. Si© Paulo; Aprovado/,
,
.
'
VISIRA, Dior^cy Fonterrpd.", Iri.fluôncir,
de npterieis o'tócnicps'nobre a posi^"o rôlntivi dos dontoc n«'construção do íin?&gt; brise de dentndúra», S.?o P.«»ulo,
í!, ed,, Í958, lÍ2'p, ilú't, +'?5 p, ílust, /Doe cnci»» livre, i'fetrlurgia e
ouinic- "plicdas, F«c, F'&lt;rm, Odont, dr Univ, S,ffo Pnulo, -Sprov^do/,
VILMS BÔA^i, Joi^í^uin, Consídor'&gt;g5GR nobre « diètocié ceirvical» 3"o Pnulo, Irni"oo Ferrnz, 19?.6, 64. p, ilust, /Doutor?»do. Fac, Ifed. de S^o P»ulo/,,
XAVER, Francisco de Paula. O citrfto âe sodio
ter^^pouticá das henorrpgiss.
Spo P'^ulo, Innãòs Ferrez, 192S, 60 p, /Doutorado, Fsc, Mod, Sõo Pfulo/,
W.1GNER, Edg'-r ^íírio^ Inflúênci» d- extirpnçõo àns glondulns spliv^res pfinci-'
pnis pobre o cresèiménto cofpor'&lt;l dc rptoB mrtchos , Porto -Alegro, Of, Grí»f,
do Globo, 1961, 61 p, iluRt,' /Doconci*?'livre. Fisiologin. F-^c. de Od.ont,
de Porto -llegro d*' Univ. RGS. provado/,
WAHDERIEY FILHO, Eduardo Jorge. Jiln^stoncee v'-scul^r: tccnic« do Bl»»kecic&gt;re e~
Lord, Rocife, íi. od., 194-7, 121 p. ilust, /Livre docônoin. Técnic" oporntórin o cirurgi« oxperimentjil. F^c. Mod. Univ. do Rocife/.
W.ASIGKX, Roberto, Estudo f'riincognóstico da fô^i? "psidiun crttloy^nuá" sabino»
S?o P''ulo, Miin, J,
Porbirr», 1959, 177. p, ilunt. /Lí^vto dccêncir», Fnrm.'»cognosi-^.' F'c. F"rr.i, Odonit, Univ. Sno Priulo. .AiTrovdo/,
l&lt;JERí-]EGK, Holcio José Lin?3. Ocntribuiçno P'^ra o estudo do «^Igunc »»spectos norfologiccs do "n, fibul««ris tertiun" on b'rancos, negros e nülntos, com pesovij,
sj in vivo do presençf! dc sou tond^o-. Belo Horizonte, s. od!, 1957, 11Ö
p. ilunt. + ,4. p. ilust. /dovitorfdo. -An-tonii. F-c. 1'bd. Univ, do í&gt;íinf&gt;s Go—
rair-,
"prcv^d:^/,
IffiRTffilIíER, Luiz Gustnvo, Egtudò an**tôaico dos nervos da "articulatio coxaq", ' '
Sí^c P-^ulo, s. od. , 1950,'Ö6 p. ilurt. /doutojTí^do. Fac. de i'fedicin.n d" Univ,
do Sno P^ulo. ilnrovdo./,
WHIT/iIfflR,_ J, G. -Asóóctof! novop, dr» oiorinol-^ringologinl.
do"? Tribun»ti&lt;B, 194-7, 229 p. ilust. /Livre docência»
S«o P?»ulo/.

Sfío Snip, Gr^f. d« Revi,
Fac. Modicino da Univ»

UILIffiRTH^ Alborto Ipnteiro. O efeito de variações glicômicas sôtro a notilidr»do do rúmon on c^rneirop.. Bolo Horizonto, r.' ed.,' 1956, 62 p, ilust. /C((-'
tedr^, Piaioiogiá do?: nnim^if! done^ticos. Esc, Sup, Vot. Univ, Rural'do Est,
do íün-^s Gorais/.

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61 - MCDICINA. ODONTOLOGB. F^Ri^cp. VSTERELtRB (Cont.)
YAHN|,^ M-rio.
s;LLfóoirbtóter?^pí'&gt; nn paraMsin ger?il prcgrcssiv?'; contribui^f&gt;h »0 sou ostuáô* a.l*, Tip, São Nióolsu,'193;i 156 p* ilupt, '/boutorndo. Clinica psinuiátric.i o neufipticái Frc. ífeÓi de São Pftulo /,
y
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^
lAl. ■ . .
ZAGLIfíj ÍToro* üa nòuroctonifts pòrifericíis nò tr«tpnonto das neurwigiaa do trj,
gonio, Srlo Psulo, Tip.'Ed^noq Ltd"», i.951j 4-S p* ilu^t. /Doutorodo. Fnotild»
^do dc Modicin« dn tJnivi do Sáo P^ulo/é ^
^
ZAMÍTÍÍ, ^diel-Pfos Lono» Ccntribuiç ?ó pf^rf* o conhocinonto dn estrütuf» da
nucosa do^esof^go dós vertebrados. Piracicaba, s, ed.,
58 p. ilust.
/L3.vro docSnci». Esc. Superior do i'ugr.xc, Luiz do Queiroz/,
— • í
ZERLÕTTI FILHO, EugênÍQ,Gontribuiçno ^_ ter'&gt;pêutic-':i dos condutos rrdicularea.
Gflimpinfta,Sditorft J.
'Poreir?, 1959&gt; 8S p, iluist, /Döutor'^do. Faculdade
do Odontologia, dn Univ. Gntolica de Campinas/.
ZILBERSERG,_Benj»nin. Piodernito vegetante do Halloponu^e penfigõ vogetantej
pe80úis''s •,experinent®is' sobro e otiologia dá piodornite vegetante de Hullo*
pö«u, S?o Pftulo, s. edv, i960, l6ö p. ilusti./Gptédra, Clínic» dennptológi*
ca e nifiligr^fica. Fac, do I^dicinp dí» Univ. Sffo Paulo/.

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62 - ENGEiSüKIA

AGUIiiR,. Paxilo lívillor dc. Sobro al;;juiií3 o-spoctoa o tondSnciac ná catabillsacão
r-Tan\io;:iotrica. Curitiba., Oficiiiao.do AiDroiídisagou do SEIíAI, 1957,91 p.
ilust, /cátedra. Escola do Siigaili:rria da Univ. do Paroaiá /Aprovado.
*
A1IDRAD3, iloacyr Duval» Produção, traiisnionão o aplico.cõos iiidustpiaio da Gnc£
olotrica. 3.1., Infornador Coacrci.?J., 1941, 56 p.ilust, /Catcdra. Produção,
tranaaianão *o aplicações industriais da onorcia olotrica.
AIIDílADE, Viaishington Moraoa do. A espiral coiicontradora do Hutiphroys. ä»l., s.
od.,, 19&gt;^9, 114 p.ilust, /Cátodra. lIotalurr;ia r;oral.- tratai.:cnto oocaxaiCO dos i-inorios, c::ploração do niioas. Ssc. Nac. dc iiiiias c Motrlurr;ia
da
Univ. do Brasil/.
ASIKELLI, Mxci:.io. Calculo do pórticos cou barras do nonouto do incrcia vo:ria
vol. Curitiba, s. od., 1952. 33 p» + 72 p, ilust, / Catcdra, Pontes o
dos estruturas. Escola En^oiilaojria da Universidade do Paraná/ Aprovado.
ASSI# Tufi ííauod. Rodes de distri^ljuição do á^ua: cálculo nur.icrico o analOGO»
3. Paulo, o. ed., 1959, 55 p» iluct. /Livro docência. Mecânica dos flxúdos. Esc. Politócnica da Univ. do 3, Paulo /,
AZEVEDO NETTO, Jose M, de. Aproveitaiaento do rás do oscôtos, S.Pavilo, s, ed.,
1960j 154 p» ilust. /cá tcdra. Tratoi-ionto do. áf^uas de abastocinonto o rc
siduarias. Fac. do Hirjiono o Saúde Publica da Univ. do S.Paulo / Aprovado
„QU outubro do 1960.
B-:iRI&gt;ALnO, ^Irnaldo, Construção dos diacrai-ias da coubustão. Eocife, s, od.,
1951, 102 p ilust. /Livre docência. TorriodinSiiica o notoros tóraicos, Eac,
do Engenharia da Univ, do Recife / Aprovado a-i 1952,
t
BiiRLr-LHO, Arnaldo. Dia^-r^-rauas dc coLibvxstãoj coaplonontos. Recife, s. ed.,1952,
1952, 151 p» ilust. /cátedra, Tomodlncjaica o notoros teri-icos. Esc. do
Enr;. da Univ. do Recife / Aprovado on 1953.
CHiuíGO.t^DSKI, José. Cálculo da seção anular no estádio líí, Rocife, Fernando
Figuoirodo 1954&gt; 37 p. ilust,
/ Cátodra. Sistouas estruturais. Esc, de
Bolas Artos do Pomcxibuco /
COSTA, ílnnio Cruz da. Processo rráfico taiivorsal para o cálculo do condutos
(oscoaiaonto de fluídos). Porto illocro, Maur7 Louzada Abreu, 1956, 84 p»
ilust« /cátedra. Física Industrial, Esc. de Eng, da Univ. do Rio Grande
do Sul / Aprovado.
CRUZ, Theodorico da. A inportãncia da grado polarizada nos rotificadoros
a
vapor de nercúrio. Ouro Preto, 3,od., 1948&gt; 38 p, ilust. /cátedra» Elotro
técnica. Esc. Nacional de Minas e MetoJ-urcia da Univ. do Brasil /•
CUlíHA, David Mesquita da. Central teruoelotrica a vapor para o Rio Grando
do
Sul. Porto i\lo[ire, Maviry Louzada Abreu, 1959, 92 p, 'ilust. /cátodra. Medidas elétricas o naGneticas - ostações ceradouras, transnissão de onercia cletrica. Esc. do Encenliaria da Univ. do Rio Grande do Sul / Aprovado.
DRIESEL, Francisco Xavier. Os conbustívois paranaenses c sou onprêco nas loco
uotivas. Curitiba, s» odr, 1949, 68
ilust, / Livro docência. Tertiodinai'-iica, o aotaros teniiicos, Fac, de Eng« aa Univ. do Paraná. Aprovado,
Fi\LClO FILHO, Andre Dias do Arruda« Rconrolcjaonto do ostator dos notoros do indução trifásicos. Rocife, r.iir.. por Fornoaido Figueiredo, 1958&gt;• 89 p.ilust...
/ Docência livro. Eletrotécnica geral. Esc. de Eng. da Univ. do Rocife/.Apro
vado.

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�62 - ENGEmL'JlIA
ICRUGER, Waltor Jose Von. Regulação autouáíica dos fornos clótricos. Owco Proto,
3.od., 19A9} 97 io. ilust, / Catodrc.. Slotrotocnica. Esc, iíacé do Minas
o
o Motc2uríiia d.-:. Unlvoraidado do Brasil.
LEITiffiR, R.-lph Jorgo. Ls lifjr-.çõüs qd ostruturas do iviitloira o, on espocial, as
IíG-.ÇÕos pregadas do poças ostrutvirais do nadoira do pinho. OiK-itiba,- s.od.,
1952, 57 p + 51 p» ilust. / Cátodra. Materiais do construção, tocnologia
o
proccsäoö gorais de construção. Esc, do Eng. d?, üniv, do Parrjiá / Aprovado,
LEflE^ Ruy Agiirr da Silva. Os o::tronos do r^nostrac ocasionais o suas aplicaçõos
a ongenlicjria, S.Paulo^ s.od,, 1954» 1^5 p, ilust. / Docência livro. Economia política, oGto.tística r^licada, organizaçoos adLÚnistrativasi Esci Politccnica
Univi do São Paulo /^
Llíiii, ájatonio figueiredo» ilgua potável o saúdo, Rocifo, s.od., 19^0, 262 p,,,,.
ilust, /cátodra. Higiene geral e dos odifícios, higiene industrial, sanoauonto e urbanisno. Escola de Engenhaíia da Univ, do Recife, ;.provado
on
1960,
LUiíi, i-ntonio Figueiredo, A evolução dos netodos do tratri-ionto do osgôtos, Roci
fo, G.ed., 1952, 99 p. Livre docência, Higiono geral, higiene industrial o
aos edifícios sciiora-iento o traçado das cidados. Esc, de Eng, da Univ. do Rocifo / ^iprovrxlo q-jí. 1954-»
il-;CHxiDO, Ra^iiundo do Caiupos. Aprovoitanento do calor torrostre. s, 1», s.od.,,,,
19A4&gt; 52 p.ilust, /cátedra, Tori-iodin^xiica o notoros tómicos. Esc, do Minas
do Ouro Preto,/
MâRTINELLI, DoJite Ângelo OsweJ-do, Contribuição ao enprego do o::tcnsônctros olotricos do resistência no estudo de estruturas. São Carlos, s.od,, 1961, 113
p, ilust, / Doutorado, Esc, de Eng, de São Ccjclos da Univ, do S, Paulo /•
1'iELLO, Santinro do. Considerações sSbi-o a uelhoria dos traçados nas ferrovias»
Otiro Proto, s, ed., 194-9, 72 p. / Cátedra, Estradas de forro o rodagon,Esc,
do Minas de Ouro Proto /,
líELLO, S uitiago de. Curvas do tr.:-Jisição, Ouro Preto, s, od,, 1954» 4-8 p.ilüst.
ECátedra, Estx-as de forro e do rodagoa» Esc, do Minas do Ouro Proto /,
ME3SL, -icyor, Dinonsionanonto para tração o::ccntrica, con oicigôncia do arnadura
sinetrica» Recife, Gráfica Ipanema, 1957, 34 P» ilust, / Cátedra, Sistemas
ostruturais. Escolas do Bolas :.rtc3 do Pernambuco da Univirdo Rocifo /»
MESEL, Moyor, Un motodo simples do cálculo de ostrutviras hiporostáticas» Rocifo,
s.od, 1934, 60 p, ilust, /cátedra. Estabilidade das construções. Esc.
do
Eng. do Porn..ujbuco da Univ, do Recife /* Aprovado,
MILDER, Isaac, Grlcrias do águas pluviais; estudo o confronto dos métodos "racioncl" o "itali:"ia'io" poxa o seu dimonsionai-ionto,- Curitiba, s, od., 1954» 74
p, ilust. /Docência livro. Hidráulica toorica o aplicada. Esc, do Eng, da,
Univ, do Paraná/ Aprovado.
MOTTA, Jose do Palarocínio. O rendimento o o custo n?. lavrs. de carvão (contribi^
ção para o estudo da mecanização das i:únas de carvão nacional)» Porto ido gro, Livraria do Globo s/A, 1956, 107 p, ilust.
/ Cátedra, Lavraria
do
Globo s/a, 1956, 107 p, ilust. / Cátodra» Lavra do minas. Esc, do Eng,
da
Univ, do Rio Grande o do Sul / .íiprovado ontro 21 o 24/lO/l957.
«I
MOURTi, ;iugo do l-iattos. Estudo gorai dos compressores, Curitiba, Livraria Mundial,
19''Ç 49 p, iluot» / Docência livro, Máqiinas motrizes', procedido o seu ostudo do dos motores. Fac, do Eng, do Parana,

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�62 - ENGEIJH.JIIA
/
OLIVSIR:^, Jorgo Washilr'jton do. Novo nooodo para cong.:j:"oj* ^istouas àc tração. S.
3. Paulo, s. od., 1955» 105 p.iluot. /Livro docência. Estradas o trófor^o,,.
(traiisportoö torrcstrovo o aóroos). E'sc.. Po3.itGcnica da Univ. do S.Paulo /♦
PERROilE, Ronato Gonoo. Nonogrriaaa paxa cálculo o cologão do couprossoros altornativon do rofria'cragäo (sinplo2 ofjitog do ui:i ostácio) froon -'12,
Porto
^■J-oc-ro, Maury Louzada Abrou, 195Ö, 139 p., ilu"3t. ' /Cátodra. TornodinTiica
o aotoroí3 tomicoo. Egc» do En^onliaria da- Univ. do Pão Grando cto Sul /
PSTKI, PaiiLo Pedro. Dotorainação precisa do tonpo o do nuiiicro do niiaoro do rovo
luçõos na aferição do ;:icdidoro3 do onorgia olétrica. Porto iü-ogrc, Maury ..
Louzada i^brou, 1957&gt; 75 p» il/cátcdra. Elctrotocnica gcraJ.. Esc. do Eng, da
Univ. do Rio Grande do Sul / Aprovado.
PliliTLSIflÜ FILHO, ^"úvbonio. Principais caxactorísticás da. bacia do.3.?r:Jici3CO,,,,,
Plano coral do nclhoraxientoo do rio .S.Jr-^aicisco no troclio Pirapora, Boa.
Vista. Ouro Preto, Tipogrríia Casa Malta, 194-5» 128 p.ilust. /cátodra. Nave
cação interior o portos do aar. Esc. ^ITacional do Mnas o Mct.-^lurgia. /
priTTO, ilelson Luiz do Souza, Ex-osão ao redor do pil^jos do ponto. Curitiba, s.od
19Ó0 57 p.ilust. /"Doôoricia livre. Hidráulica teórica o aplicada. Esc. do
Eng. da Univ. do Paraná /Aprovado.
ROBERT, Amando. O arenito coiio base ostabiliaada jara fins rodoviários, s. 1«,
3. od., 1956, 275 ?• ilust. /cátedra. Estradas de foi-ro c rodagen« Esc, do
Engenharia da Univ. do Parcaiá / Aprovado.
SALi.TI, Enoas. Introdução ao estudo da água do solo pela nodoração de xioutrbns»
Piracicaba, s. od., i960, 4-S p. ilust. /Livre doccncíã . Física e .notoorol^
gia. Esc. Superior do Agric. Luiz do Qaeiroz da Univ. do S.Pa.ulo /^^
SIMÕES, Jose luirino do Avollar, Sobro o euprogo das cujvas do tra;.'isição
nos
projetos de estrada.3. Recifo, Folha da Manliã SAí., 1952, IS P* üust. / Oá-i
tcdra. Estradas do forro o do rodagen. Esc. do Eng« do Pornanbvico da Univ.
do Rocifo. / Aprovado en"l953.
SOUZA, P. V. Parig-ot. DotoriUixiação da vazão dos rios. s. 1., Gráfica Oondor Ltda
' 1948 p. iludt. /cátedra. Hidráulica teórica o aplicada. Fac. do Eag, da Univ
do Parcjaá / Aprovado.
VEiLliíCIO FILHO, Fornrixdo. Dinensioncjaonto sob osforços cíclicos, s- 1;., s. ed.,
1956, 89 p.ilust. /cátedra. Resitoncia dos nateriais. Esc. ITo.c, do Minas o
Metalurgia da Univ. do Brasil /.
.
li-SSUD^i, Eduardo Rionoy. Contribuição prr-a o ostudo dos vazões de distribuição
ou rodos do água potável. 3. Paulo, Editora. Massao Ohno, I96O, 21^ p. iluot.
/cátedra. Abastocinonto do.água o sistonas do esgotos. Fac. do Higiono
o
Saude Publica da Univ. do São Paulo/.
m
63 - agricultur;., agronomia.,
iJj^IEIDA, Jayno Rocha do, A onbobição nas usinas do açúcar. Piracicaba, Tipogr^
fia ^»loisi, 1938, 151 p.ilust. /Cátedra. Tecnologia agrícola. Esc» Suporior
do Sgric. Luiz do \;ueiros da Univ, do S.Paulo /,
ALíDR;'iDE, Manuol Correio, de Oliveira. A pecuária no agreste pe rna/abucano. Recifo, Mousinlio i^tefatos do Papel Ltda., 1961, 195 P» ilust, / Cátodra. Goo-grri'ia oconÔEãca. Fac. do Ciências Econofiicas do Pern.u;bu-:o da Univ*, do Rocifo/.
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63- AGRICüLTURi'.. AGRONOMIA (Cont.)

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i^ZOLLii, Sylvlo. Estudos oôbro a nutrição uinoral do abr.caxizoiro (ananao sativua.
Schult Piracicaba, s. od., 1961, 45 p» ilust. /doutorado. Esc. Superior
do
ii^ric» Luiz do Q";:!GÍroz da Univ« do S.Paulo /,
BECICSR, Paulo Frodorico Lud\irig. "Monbrana basilcj:" do colo utorino da cadola; cqg
tribuição ao sou ostudo nicroscopico. Porto /J-o^ro, OficincuS GrcJicas da Li vroria Solbach, 1954&gt; 52 p» ilust, /cátodra. Hiatolo{;ia o onbriologia. Esc.do
Agroaonia o Votorinaria da Univ. do Rio Grando do Sul /,
HERÍ1I3, Waltor Octaviano, Furthor trials with partio2 ponotrating koratoplasty in
dogs. 3.1., a. od. 1961, 30 p, iluot. o 10 on cadorno soparo-do / Master of
Scionco. Votorinary Siiro^-iiy«
School of tho A^ricultural and Mochanid
Collof^c of To::as Aprovado on naio do 1961.
CiiíOGO, Loocádio do Souza, Novas variod.ados de aorciiguoiro para o estado de São
Paulo Coiupinas, s. od., i960, 4.8 p. iluot. /Doutorado. Esc. Suporior do Agri
cultura Luiz do 'Queiroz da Univ. do São Paulo,/
CíÜVjJjHO, Rubon do Souza. Contribuição ao ostudo das causas do algmas podridõos
dos frutos cxtricos no Estado do S, Paulo. Piracicaban Tipografia Porchors,
1932, 20 p. +6 p. ilust. /cátodra. Fitopatologia o nicrobiologia. Esc. Supjj
rios do i^gricultura Luiz do Quèiroz da Univ. do S. Paulo /•
R»A. A dotorninação do potássio polos nótoúos do cobaltihoxaiiitrito
o
fotonotria do.charaa; sua alicação no ostudo do potássio nos solos do estado
do S. Paulo,' s. 1., s. ód., 1954» M5 p* ilust. /cátedra. Qiiínica analítica.
Esc. Superior de Agricultura Luiz do ^i'-oiroz da Univ. do S»-Paulo /»
CER-JJEnLi., Paulo Osório do. Sobro o caju; contribuições para o estudo dos cajís
do Pernaubuco. Rocifo, Oficinas Gráficas de Folha da M,'.uihã S/A, 1951^ 30 p«
i|Lust. /í^oconcia livro, Quínica tecnológica o anoJLÍtica. Esc. de Eng. do Pcx
noiVibuco da Univ. do Rccifo.
CORDEIRO, Copernico da Arruda. Estudo oconoiiico-social da cooporativa dos plant^
dores de cana do osjiado do S. Paulo (CPCESf). Piracicaba, s. od., 1961, 109
p. ilust. /Doutorado. Esc. Superior do Agricultura Luiz do Queiroz da Univqj
sidado de S. Paulo /.

nais donosticos, polícia s.'^Jiit'ria, clínica. Esc. do Agron. e Vot. da Univojj
sidadc do Rio Girando do Sul,
CORTEZ, Jayao Vasquoz, Contribuição-pcora o estudo da bojianeira no litoral do c^
tado do S, Paiiloj observações sobro ciclos. Santos, si od., 1961, 46 p»ilU3t.
/Doutorado Esc. Superior de /^gricviltura Luiz do Qujciroz da Univ» do São PauIo /.
COSTA, Rmairo Gouos da. Fomigas cortadoiras do Rio Grande do Sul o novo noto do
Gonbato, Porto iJ.ogro, Oficinas Gráficas da Livroria Selbach, 1954» 32 p««*
ilust. /cátedra, Entouologia o paraã tologia agíícolas. Esc. de Agron. o Veterinária da Univ. do Rio Grando do Sul /•
CUNHA, Laturtino
robanho do equídeoE
Zootecnia ospccid,
—
, —
laticíioios. Esc. Sup, do i^gric. Luiz de .^xíciroz da Univ. de 3,Pa\ü.o./
FREIRE, Jose Jcjrdin. Sorcoptídeos do ^io Grande do Sul, Porto /-logre, Oficinas
Gráficas da Livrr^jria do Globo, 1947» 20 p, ilust. /Livro docência. Zoologia
nodica e parasitologia. Esc. Agron. e Vot. da Univ. do Porto /ilogro/»

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63 - AGRIGULTURil; AGROiJOiilA (Cont.)
QlãLl, Fcrdinando, Contribuição ao ostudo das bactérias dos nádulos do iJ-gmas
guíiinosas tropic^la« Piracicaba, 3« Ed., 1957, 4--$ P« ilust» /Docôncia livre.
Fitopatologia g nicrobioloßla agrícola, Eoc, Suporior do xlgric. Luiz do ^tuoiroa
da Univ. do 3ão Pavilo A'provado,
G/JIil£ Pordinando. Contribuição ao ootudo da ação do horbicidas o insonticidas
sobro a nodulação eu coja (Glicino MaxUorr). Piracicaba, s. od,v 1959, 4-3
p. iluot. /Cátodra. Fitopatologia o niicrobiologia acrícola. Esc» Suporior
do Agric. Luiz do Queiroz da Univ. do S, Paulo / Aprovado,
GOBttTTO, Colosto, i^prociação sobro a viti-vinicultura no Rio Grando do Sul;,sua
situação o sou dosonvolvinonto. Cadeias, Editora Livraria Rossi, 1938, 50 p»
átodra. Viti-vinicultura» Esc, do Agron, o Vot, da Univdrsidado do Porto
.Jogro/«
GRtUJES, E, A. Gonótica da coloração a^iarola da somente de milho, o.l«, Tipogra
fia do Obras do Jôrnal do Piracicaba, 1950,'81 p, ilust. /Cátedra, ilgri cultura ospocial o genética aplicada. Esc, Superior do Agric, Ltiiz do -^uoj^
roz da Univ. do S,Paulo/,
GURGEL, Jo3Q Theophilo do Anaral, Estudos sobro a nononeira (ricinus coatinio L,)
Piracicaba, 1945» 70 p, + 12 p, ilust. /Docôncia livro, Mitologia o genética
gorai» Escola Superior do ii^ric, Luiz do Quoiroz da Univ. do S,Paulo /.
KERR, Warvd.ck Estovan, Estudos sobro ã gonotica do populações do hiiuonoptoros
cm gorai o dos apínoos sociais om particular. Piracicaba, s, od,, 1950,100
p. + 6 p. ilust./Livro docôncia, Citologia o gonotica geral. Ssc, Sup* do
/igric, Lviiz do -jieiroz da Univ. do
Paulo,
KIEHL, Edüiar José, Contribuição para o o studo da poda o da doconposição do adu
bos verdes Piracicaba, s. od., 1960, 113 P» ilust, /Livro docôncia^ Agrici^
twa geral« Escola 3vç)orior do Agric, Luiz do •iuoiroz da Univ. de «Po-ulo/,
KOBirJi, Nelson, Estudos sobro a genética do coloração no-ondosperma das senentos
do milho s, 1,, s, od,, 1950, 18 p, + 20 p» ilust, /Doutorado, Esc, Supo rior do Agric, Luiz do Queiroz da Univ, do
Paulo /,
LACERDÄ,JR. Paulo M, G,, do. Contribuição para o estudo das variações do poder
bactericida do plasma na brocoloso bovina, S, Paijlo, Pc.polaria Riachuelo,»
1948, 35 p» ilu3t,/Doconcia livre. Microbiologia e iãunologia. Fac, do Med,
Votorin'ria da Univ, do ^ão Paulo / ^.provado entro 10 o 14((5/l948
/
LEi'iL, José cândido, A inflxioncia do certos fatores culturais sobro a produção
do ai".iendoin. Porto xilegro, s, od,, 1951, 47 p. ilust, /^oconcia livro. Agricultxira ospocial Esc. do Agronomia o Vot. da Univ. do J^.G.S, /,
LEME, Hugo do ^Ilxioida. Contribiúgão po.ra o estudo das nácjiinas de bonoficiar oç^
fé, Piracicaba, Jornal do Piracicaba, 1944» 174 P* ilust. /cátedra, MocoJiica
o máqãinas agrícolas. Esc» Superior do Agric. Liíla do Q- oiroz da Univ, do
3,Paulo
LIMAjiUrgoi'idörujlaoida«
Influencia do raanganSs sobro o croscinento' o atividades do "saccharoaycos cerovisiao", s.l.s. ed., 1953, 36 p. ilust, /Doutora-«
do. Esc, Suporior de Agric, Luiz do Queiroz da Univ, de S.Paulo/,
&gt;
lüiCIAJX), ^liitonio Vioira, /JLtoraçõos do quo.dro cri troei tico nd anonia nutri cional.
dos leitões observadas on diferentes raças. Belo Horizonte, s. od,, 1954» 74
p, ilust,,/cátedra, iuiatonia patológica (patologia geral o ospocial) Esc, Sup,
do Vot, da Univ, Riural do estado do Minas Goroâs /•

�63 - ;^RICULTUiL. . i^GRONOHi;. (Gont.)
K'-GIrLJDO, Glacy Pinheiro,
raça Porchcron g sua criação no Rio Grando do Sul. Pqg
to i^-onrc, Oficinas Gráficas da Livraria do Globo, 194-6, 37 p. ilust. / Livro
doconcia. Zootociiia oopocial o alir.iontação dos aninais. Esc. do i^ron. da üi^
vera. do Porto iilocro/.
l-iii.GIÜJJO, Luiz Carlos Piiihoiro. Tipificação o clansificação porcinasj importância
cono. nctodos para aforir o nolhorauonto suinícola. Porto iilogro, s. od.,1961
117 p» ilust, /cátedra. Zootecnia cspocial, raças dos aniuais do fazondaj alimontação dos aninais. Fac. do .Igron. o Vot, da Univ» do Rio Grando do^Sul/#
KAGi-LHiüES, Lconidas Macho.do. Contribuição ao oatudo dos bovinos, s. 1», Gráfica
Queiroz Broinor Ltda., 194-6, 121 p, ilust. /Cátodra. Pc.tolocia gorai o scnjl^o
logia. Esc. ílacional do Veterinária do Minas Gorpás/«
MíiRívUS, Rubon. Viabilidade diferencial o dupla rodução na herança do ostignoa .•
oxposto da eJLfr.fa, nodicago sativa L. Porto i'JLogre, S.Ed,, 1959* 32 p. ilust.
/Docência livro. Gonotica. Esc. ^'.grononia. o Vet. da Univ, do Rio Grande
do
Sul/.
MiiISRai, Ernesto ..ntonio. Contribuição para a cirurcia abdominal do cão. S.Paulo«
Gráfica São Jose, 194-8» 105 p» ilust. /Livro doconcia. Patologia o clínicas
cirúrgica o obstátrica. Fac. de Med. o Veterinária da Univ, de 3,Paulo/ Apro
vado ontro 19 o 21/10/194^.
KELLO, Francisco do ^'j..F, do.' Contribuição ao os tudo da aplicação do notodo da
.
diagnosQ foliar ao algodooiro, gossipidini hirsututi L. var J.-*-, C. S17. Piracicaba, s, od.,1950, 57 p. ilust. /I^outorado. Esc, Sup, do Agric. Luiz do .»
ÍJ^ciroz da Univ. do SP/
MEíIDES, Thoodoiuiro Toi:cGÍra, Estudo do onprogo do ropolontos à nSsca donestica •
en raçõos para pintos, Piracicaba^ s, od., 1961, 86 p, ilust. /Doutorado,,,,
Esc, Superior do ^'^gric. Luis do siueiroz da Univ, do 3,Paulo /,
WLZZlJjiJPVLf Mojrio Pont, Estudo da capacidade geral do conbinação ai rdlho, Pir^
cicaba, s. ed, 1951» 34- P*
10 p, ilust, / Doutorado, Esc, Sup, do Agric.
Luiz do Queiroz da Univ, de S.Paulo /,
MITIDIERI, Joso. Estudo do rondänonto on nolhos e somentes do couvo-brócolo ranosa verde (brassica oleracoac, var. Itálica). Piracicaba, Jornal do Piracj,
caba 1954 » 54 p + 5 p. ilust. /Dout orado. Esc. Superior do iigricultijra Lxiiz
do i^iueiroz da Univ. do S.Paulo /.
MONTEIRO, Folisberto Pinto. Contribviição ao ostudo da pesca no rio Piracicaba,s,
1,, s. ed., 1953, 76 p. ilust. / Doutorado. Esc. Superior de Agricultura . •
Luiz de i,iu.r,droz da Univ. de 3. Paulo /.
MOiíTEiíEGRO, Heitor Worthor Studart. Contribuição ao estudo do sistema radicular
das plantas cítricas. Piracicaba, s, ed., 1960, 12^3 p. ilust. /cátodra. Hot
ticultura. Escola Superior de J^gric, Luiz de Queiroz da Univ. ãó S.Paulo./
MOi.lí'J!S, Celso Lonolro do. Contribuição para o ostudo do valor nutritivo do milho
desintegrado. Piro.cicaba, s. od,, 1957, 37 p. ilust, / outorado. Esc, Sup.
de Agric, Luiz do Queirós da Univ, do S.Paulo /Aprovado,

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�63 - /jGRICULTUR.;. ..GROIIOMIA (Cont.)
HBDER,^Ráhnc Nclly. Contribuição r.o estudo dc alguiuas lovcduras rcsionnis do fa
bricás do aguardQiito do cojiaj posiçcD sistonc.tica o valor industrial»- Piracicaba, 3. od., 1957, 79 p.iiust. /Doutorado. Eac. Sup, do /^íTíc. Luiz dc •
^uoiroz da Univ. do ^.Pr.ulo /,
NSVE3,
Aparccido. Oontribxiigao ao estudo oxpori-üontal das grados do preparo
do solo. Piracicaba, s. od., 1955» 86 p. ilust, / Livro doccaci.a. Mecânica'
o naquinas acrícolas. Ssc. Sup. do 1s3:'íg. Luiz do Quoiro„ da Univ. do São
Paulo /.
ilCXíUIlIRil, Isaias Rniicol, Pesquisa sobro o plancjononto o2cporincntrJ. de ensaios
do adubaçao. Piracicaba, s. od., i960, 44 P* ' oc-Tacia livro. Matonática»,
Esc. Superior do Agric. Luiz do j t'/itoa da Univ. do S, Paulo /,
WOViúDS, Roberto Floury. Contribuição para o ostudo do coco "aacaúba". 3.1»,Jo_£
nal do Piracicaba, 1952, 86 p, ilust. /Doutorado, Esc, Sup» do aGtíc, Luiz
dc Q-vciroz da Univ, do São Paulo /.
OHÍíffiLLER, Renato Rocha. ObSv^rvag õos eaiatonicas sôbro a rosenoração do nervo
poglosso do cão. Porto iJ-o^ro, Editora MoridL onal Ei-ir.ia, 1961, 59 p» ilust.
/Doconcia livre. íjaatonia. Fac. do Odont» de Porto i-Togro da Univ» do Rio
Grande do Sul / .^provado entre 24. o 27.7.1961.
OI-'iETTO, Duvílio iildo. Influencia da uinidoxTe do solo no trabalho do arado o no
o no coeficiente do resistcncia. S.Paulo, s.od., 1957, 46 p.iluat. /Doutorado, Esc. Superior do ^.gric. Luiz dc *^-".c?.roz da Univ. do S.Paulo /. Lnrovado on novembro do 1957.
PEIXOTO, /jistou Mondes. Contribiiição pc.ra o ostxido do gado Guornaey no Brasil.
Piracicaba, s. od., 1953» *ll6 p. ilust. /Doconcia livro. Zootecnia. Ssc.,»^
Sup. do .&gt;jricultura Lviis dc ^--.ciroz da Univ. de S.Paulo /Aprovado on I4. do
junlao do 1954.
*
•
R,^-!GEL, Francisco da Cianha. En::ortia vitzcola» Porto ^JLogro, Oficinas Gr^-ficas
da Livraria do Globo SAi.,, 1957, 35 p. ilust. /Docência livrq. KurticixLtura (fruti-viti-silvicultura). Esc. do Agron. o Vot. da Univ. do Rio Grande
do Siü. /.
, G. Lovantai-ionto da c.?jrta de solos da soção técnica "^iuíiiiica agrícola",
da Escolc. Superior do Ãgricultura Luiz de Q"'oiroz. Piracicaba, JornrJ. de PA
racico-ba. 1956, 36 p. +21 p. ilust. ' Livre doconcia. ii.gricultura geral,,.
Esc. Superior de Agric, Ltiiz do «íir.oiroz da Univ, do São Paixlo,
BK'Jj, Clíudio Martins, Contribuição 0.0 estudo da oartorilidade da vaca leiteira
no Rio Grande do Sul. Porto jilegro, Ofic. Graf, da Esc. Prof. Padre Caci^•'uo, 1954#'77 p. ilust, /Catodra. Patologia o clínica nedicas dos anir.iai3»
doi^i^sdonásticos. Esc. do Agron. c Vet. da Univoraido.de do Rio Grc.ndo do Sul /.
S/JJ), Odilon, Estudo da'ospigadora na colheita acccjiica do riilho, Piracicaba,
s, od#, 1961, 56 p. ilust. /Doconcia livro. Esc» Superior de Agric.' Luiz
do^^inoiroz da Univ. de ^.PavüLo /,
SiJilBE, /ixy Aparecido, Contribuição ao ostudo da doonça oxocorto dos citros» s.
1., s, od,, 1961, 71 p, ilust» /Doutorado, Esc, Superior do i^gricultura ,«•
Luiz do Q^ioiroz da Univ, do
Paulo /,
.
SCHIIEIDER, Ihiol Schwartz, Contribuição ao estudo da coloração vordo on produtos dc sclsicharia. S. Paulo, s, od., 1956, 66 p, ilust, /Livre docência.
Indústria, inspeção o conservação, Fac. do Med, o Vot, da Univ, àt&gt; S.PaxiLo
/ Aprovado entro 5 o 8/ll/l956.
SILV^i, Darcy Martins da. Contribuição pcjra o conliocincnto d) vírus do nosaico
do quenopódio. 3, 1., s. od., 1958, 45 p. ilust. /Doutorado. Esc, Superior
do Agric. Lioiz do 'molvoz da Univ. de S.PaxiLo /.

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63 - AGRIGULTUIL'i - AGRONOMIA (Cünt.)
SILVEIRii FILIiO, Sinval. Contribuição p^ira o estudo do, nolhorc.ncnto do caprino'
nacionrO. nodianto cruzoxionto absorvente con a raça anglo-nubiana. Piraciqa
ba, s. cd,, 1961j Ö1 p. ilust. /boutorado. Esc. Superior do AgricxiLtura..
Luiz de -iuoiroz da Univ. 'de S. Paulo /. Aprovado ch 2.V11/1961.
TEIXEIRii., Al'cidos Ribeiro. Microostruturas do carpoforo o sistenática do gonoro .Fones (Frios) Kiclcic. s, l«j s. od., 1960, 57 p. + 4- P* ilust. /Doutorado. Esc. Superior'de Agricultura Luiz dp iuoiroz da Univ. do S. PauIo /.
TRÍVELIN5 Antonio Pratos. Contribuição ao estudo da raça inangalacga no estado
de S. Paulo. Piracicaba, Jornal de Piracicaba, 1954? 96 p. ilust. /Docên
cia livro. Esc. Superior do Agricultura Lviiz do uoiroz da Univ. do S. Pr-.ulo
ViiLSECHIj Octávio. A oDinia do cana de açúcar e suas conscr uSncia.s. s. 1., Ir~
nãos Di Giorgio &amp; Cia EditôroS; 1951; 128 p. ilust. /Docência livro. Tecnologia agrícola. Esc. Superior de Agricultura Luiz do --^uoiroz da Univ. .do São
Paulo /.

65 - ..DMIÍÍISTR.-.ÇIO DE EMPRÊS/^». TR/JJSPORTES. GC»-ÍU1ÍICAÇ0ES.
BORBA; Lauro. O fator
na organização do trabalho. Recife, s. ed., 1953
20 p,
/cátedra. Organização
LÇC do trabalho o prática profissional. Escola do
Bolas liXtdB do Pornaiabuco / Aprovado.
C.i'J-iPOSj Sebastião Gones de. Lovantaiuento o aplicação do capital das empresas. .
Porto Alegro, Casa Publicadora Corcodia S/A, 195Sj 4-0 P» /cátedra. Organização das indústrias; contabilidado pública o industrial; direito adr.unistra
tive, legislação. Escola do Engenharia da Universidade do Rio Grande do Svil/
Aprovado entre 3 e 7--6--195S.
LEiLO; Manoel Luiz, O supervisor na, indústria ca expansão; contribuição ao es-tudo dos problonas do croscinento industriei. Porto Alegro, Livrojria do Glo
bo s/a, 1958? 65 p. /cátedra. Orgo-nização das-indústrias," contabilido.dc pú
blica o industrial; direito adriinistrativo, legislação. Esc. do Engenharia.,
da Univ. do Rio Grande do SijI /.
'
LEME, Ruy Agulca? da Silva. Aplicação da progranação linear ao estudo da dcci^
são dos ov-iprcsários. S. Paulo, s, ed., 1956, 172 p. ilust. /cátedra. Eco
nornia política, estatística aplicada,; organizações adrainistrativas. Esc. Po
litécnica da Univ. do S. Paulo /.
PAUL, João Gluck. Da padronização do brJL.anço do ativo e passivo das entidades
culturais. Belcn, s. od., I96I, 31 p. /Docônõia livro. Estrutura e análi
se de boJ-aiiço. Fac. de Ciências Econôi.iicas, Contábeis e Atuariais /.
RODRIGUES, /liberto de Moura. A racionclização do traboJho. Recife, Associa -- ,
ção da Boa Inprcnsa, i960, 2J+ p. /Doconcia livro. Organização do trabaUio
prática profissional. Fac. do /iTcaiitotura da Univ. do Recife / Aprovado.

66 - TECNOLOGIA. DlDÜSTRIÍiS.
B/iRBOSA, José Bolen. Uua. aplicação inportanto da-indústria do frio. s. 1., s.
ed., 1939? 35 p. ilust. /Cóltcdra. Tcrnodinaxiica c notoros tcrraicos. Escola
Nacional de Minas o Metalurgia /.
DONOLDI, Vergílio. Do teor da vitaiaina C on diversos estágios de soja germinada. s. 1., s. ed., 194-5i- 22 p. ilust. /Livro docência, iuínica orgôjiica o
biológica. Fac. de Medicina o Veterinária da Univ. do S. Po.ulo / Aprovado.
CiJlViJLHO, Jose Ali-ioida. Resinas acrílicas do rápida polincrização (estudo da
contração volmetrica). S. Paulo, s. cd,, 1953 , 69 p. ilust. /Livro docência,. Muto^lvurgia e cuinica aplicadas. Fo.c. do FcTr.. .ü Od.^nt. da Univ. do
o.
/ A^^irov.ado.

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�66 - TEGlLOGi;.. UroÖSTRI/^ (Gont.)
HC^íRIGH, Oscar M. Estudo sobro o aprovoitanionto do farelo do arroz cono natória prina on indústrias do fornontação. Porto Alogrc^ Livraria do Globo,,,
194-Ö, 68 p. ilust. ^/cátedra. Elonoutos do aicrobiologia - tocnologia das f
fcrnontasõos. Escola do Engonharia da Univ. do Rio Grando do Sul / Aprovado
ombro 10 o 17 ■3-1949.
J/iRDIMp /jJLcidos Fiíjuoirodo da Silva. A indústria do anidrido fitálico. Rio do
Janoiro, s. od., 1951j 114- p. ilust. /C.-ítodra. vluínica industrial farr-iacSa
ticâ. Fac. Nacional do Faraácia da Univ, do Brasil / Aprovado.
JEFFMJ^I, Isaac. Calculo dos processos indiostriais do conscrvacão do produtos ,
cra'iicoä polo calor. Porto Alogroj s. od,, i960, 43 p. ilust. /Docôncia li
vre. Inspogão o indústria do produtos do origon animal, Fac. do Agronomia o
Votorinaria dçL Univ. do Rio Grande do Sul /.
JGUDfiN, Ivo. Dctorninação da variação de contoúdo tcmico o do calor específico do xisto pirobetuninosy 'ontro 25 o 700 ß C. S, Paulo, s. ed., 1955&gt; 137
p, ilust. /Doutorado. Esc. Politécnica da Univ. do S., Paulo /.
PONTE FILHO, Frodorico. A tecnologia da Süco.gon com ar auontc aplicada a desidratação de carnes salgadas para charquo. Porto iilogro, Maury Louzada Abreu
1960, 99 p. ilust. /cátedra. Operações industriais. Esc. do Engonharia da
Univ. do Rio Grande dò Sul / Aprovado entro 3 o 7-4.-1961.
RIBEIRO, Reimto Fonseca. Da possibilidade do preparação industrial da íitina a
partir da água residu^J. provoni.cntc da lc.vagcn do araido de Eiilho. S. Paulo,
Ei.:prêsa Gráfica da lievista dos Tribunais, 1945&gt; 54 P» /cátedra. Bio-nuimica. Esc. Politócnica da Univ, do S, Pavilo /.
S.-OTOS, Tharcisio Dar-iy do Souza. Un processo para o trataiaonto de crostas parIces. S. Paulo, s. ed., 1957, ö2 p. ilust. /cátedra. Metalvirgia dos notais
não forrosos. Esc, Politécnica da Univ, do São Paulo /.

67 - OUTR/^ INDtíSTRI/iS
CER.JJEIR/jl, Pavilo Osorio de. Aprovoitai-iento do fibras do Nordoste para obten ção do celulose. Recife, s» od.,, 1953? 19 p. ilust. /t)ocôncia livro. T05
nologia orgânica. Escola do Quíi.iica da Universidade do Recife /.

7 - BELiiS iiRTES
«
LJIOCGA, Vicente» Modelageiij Iniciação das artes figurativas« São Paulo, s,
ed», 1952, 127 P« ilustrado, /cátodro.» Modolagen» Escola de Bolas /irtes do
São Paulo/»
MENEZES, Fernando do Queiroz» Considerações sobre, o onsino o a aplico.ção da
perspectiva. Recife, Inpronsa Universitária, 196o, 55 p, ilustrado, /cáteoxa» Perspectiva o sombras» Escola de Belas iiTtes do Pernoxibuco da Univorsi
dado do Rocifo» Aprovado entro 11 o 10.l2.6l/,
.
OPRQ'iOLL,!,^, Nair,
utilidade do estudo do nodelo de gosso para a educação visual» São^Paulo, Tipografia Edanoe Ltda., 1952, 109 p» ilustrado, /cátedra, Desenho do gesso e do natural» Escola do Belas i^rtos do São Paulo/,
71~

üKbi j'jlSiiO

BiJiT.Jl, Antonio ^Bezerra* Diretrizes do vun plano regional para o. Recife. Rocifo, Df, Grafica da Follio. da Manha S/A», 1951&gt; 156 p» ilustrado, /cátedra.
Uroojiisi-io o arquitotura, paiso^gístico.» Esc&amp;la de Bolas /jrtes da Universidado
do'Recife, Aprovado ontro Ö e 13,3.1954/»

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�72 - /jiquitetuil:
iííIDRiíDE, Frcaicisco do Paula Dias do. L organizagão do ospaço o do tonpo on Br^
sília» São Paulo, s« od«, 1961, 94 P* /DoSpiicia livro. Noçõos do arquitotu
ra o cohstrugõos civia; higiono das habitaçõest historia da arcivdtGtura» Escola Politócnica da Univ. do São Paxü-o/«
CASTUKOS, Júlio Ribeiro do» O nodSlo tridiuonsional no ojisino da arquitetura*
Porto /J.ogro, Gráfica da Uiaivorsidado do Rio Grando do Sul, 1959&gt; 53 p» ilu^
trado» /cítodra» Modolagon., Fac» do lj:qv±totvaca da Univ. do R« G» do Sul/*
CASTRO, Lincoln Ganzo do» . Acorca da vordado on arquitotura* Porto /JLogro, Edj,
tora Meridional Euna, 1961, 107 p» ilust» /Livro doconcia* Grandes conposigoos do arquitotura. Fac» do jjrqiitotura da Univ. do Rio Grojido do Svü/•
FONSECA, Fomando L* Prinordios da arqtdtotvira religiosa no Recôncavo Bahiano,
(introdução aosou estudo)» Salvador, s» ed*, i960, 104 P* ilust* /Docência
livro» iox'vdtctura do Brasil« Fac» do /j^íjuitotura da Univ. da Bahia/»
FONSECA, Ivan do /iquino» Os ideais nas arqviitoturas tradicionalistas o atual*
RoGÍfo&gt; Of» Gráficas da Livraria Uhivorsal, 194^, 44 P* ilust* /cátodra*
ij^iviitotvlra analítica» Escöla do Belas /^rtes da Universidade do Recife* Apro
vado entro 19 e 29»7*1949/*
GffL-EFT, Edgard Albuqucrqie* Um sisteiuática para ô estudo da teoria da arquitetura» Porto iJLegro, Espaço Editora ,Ltda», 1959# 112 p* /cátodra* Teoria
da arquitotura» Faculdado de /j^quitotura da Univ» do R»G» do SuV»
GROSSM/Jí, Leo* Centro conorcial Praia de Bolas* Porto iilegro, s» ed», 1960,
75 p» ilustrado» /Livro docência» Grandes composições do arquitotura» Fac»
do Amuitotura da Univ» do Rio Grando do Sul/»
MEISTER, Rubens» 'Morfogonia dos cino-auditorios» s* 1*, s» od», 1957, 58 p»
ilust» /cátodro.» Construção civil, arquitotvira»' Escola do Engenharia da UNivorsidado do Paisana» Aprovado/.
MENEZES, Ivo Porto do, Vãòs na arqvdtotvira tradicional ninoira. Bolo Horizoij
to, Bptinus Studio Ltda*, 1957, 119 p» ilust. /Livro docência» Construção
ciTdl, arquitetura, higiono, sanear.iento o urbanismo* Esc, Nacional do Minas
o Metalurgia da Univ» do Brasil/»
MILi^, /j^iosto» Sistonatizagão no planejanonto arqvdtetênico» São Paujo, s»ed»
1961, 89 p» ilust* /Docência livre» Noçõos de arquitotura o construções civis; ^higiene das habitações 1^ o 2^ partos. Esc» Politécnica da Univorsidada
do São Paule/*
RlPOUi, Emilio Mabildo» Sobro o traçado do perspectivas iaoôiatas en quadro
plano inclinado. Porto Alegre, LivrcTia do Globo, 1959, 47 p* ilust* /cátedra* Sombras, porspoctiva e ostorootomia, Fac» de Arquitetura da Univ,
do Rio Grando do Sul/»
74 - DESENHO
GCRONA, Liü.s Fernando, o ensino da perapoctiva o o artista plástico, Pêrto
Alo2ro&gt; s» od», 1957, 46 p* /cátedra. Porspoctiva e sombras. Instituto
do Bolas iXtos do Rio Grando do Sul/,
CORRÊA, Tasso Daudt» O honem o o cavalo na anatorda artísticaj òstudo comparativo, Porto Alegro, Estab; Gráfico Santa Terozinha, 1961, 52 p» il\istra
do» /cátedra» /jiatonia artística (aioatonia e fisiologia artística), Inst^
tuto do Boias iJ^tes do RGS/,
DUCCESCHI, Eruano, O dosoilho artístico o a oscola, Pêrto ;j.ogre, s» ed»,
1961, 108 p* ilust. /cátedra. Dosonho artístico. Instituto do Bolas /irtos
do Rio Grando do Sul/,
FONSECA, Reynaldo do /»qiiino» O dosonho artístico, cadeira básica ao os tudo
do desejo do modêlo vivo. Recife, Foroaando Figueiredo, i960, 35 P« /Livro docência» Dosonho artístico. Esc, do Bolas /iTtos de Pornarabuco da U:^
versidado do Rocifo, Aprovado entro 18 e 26,12,1960/,

�* 74 - DESEIIHO^ (Cont.)
*

k

FONSECA, Royiialdo do Aquino, Dosonhoj dr. nocoasidado do conhocÍj:ionto tocnico
na fomação do artista contonporânoo. Rocifo, Fernando Figuoirodo,
1961,
75 p» ilust. /Catodra» Dosenho artístico» Esc» do Bolas Artos do Pornanbji
CO da Univ. do Rocifo, Aprovado entro 6 o 14»ll»196l/*
GEORGES, Jayno do Sallos« O dosonho cono noio do intorprotação o sua utilid^
ôo para o onronlioiro. Rio do Jcjioiro, Jornal do Gonórcio, 1950, 63 p» ilustradô# /Oátodra. Desenho a rião iivro» Esc.'do Enjonharia do Pornanbuco da Univ, do Rocifo. Aprovado/.
LIM/i, Auroro, do. O
Graficas da Esc.
Catodra. Dosonho
Rocifo» Aprovado

dosonho artístico o sou principal objotivo. Rocifo, Of,
Industrial Govornad.or Agar-ionnon l-íagalhãosi 1961, 60 p. /
artístico. Esc, do Belas /irtes do Porivmbuco da Univ. do
entro 6 o 13.ll.196l/«

PEREIRA, Orlc.ndo Silvoira. Novo procosso do pcrspoctiva axononotrica, Curit^
ba, s» od., 1954# 49 p» ilust. /cátedra. Dosonho a não livro» Esc. de Engenharia da Univ, do Paraná. Aprovado/.
SUVA, üevrton Rayr.iundo da. Considorações en torno da simplificação do dosenho,
Bahia, Inprensa Oficial da Bahia, 1959, 67 p» ilust. /Cátodra» Dosonlio artístico. Esc, de Bolas I&gt;r tos da Univ, da Baliio/•
SOülES, /JLico i'xdohain. Linlia - fundainonto do dosonlio. Porto iJLogro, Editora Meridional Enniia, 1961, 50 p« ilust» /cátodra. Dosenho, Instituto do Bjg
Ias ijrtes do Rio Gr ando d o Sul/.
75 - PINTUR.;
B/JÍRETO, Fernando. Considerações sobro atScnica da pintura no Brasil. Rocifo, Irapronsa Universitária, 1961, 69 p« ilust. /cátedra. Tooria, consorva
ção o restaviração da pintura. Escola do Bolas x^tos do Rio Grandó do Su3/,
Mi'Jj/iGOLI, Ado» Técnica o o^cprossãoj considorações. Porto Aljgro, s. ed»,
1957, 92 p» ilust. /cátedra. Pintura. Inst. do Bolas ÍIrtos do R.G.S./.
SILVA, Pedro Clononto. A idáia do assunto na composição. Rocifo, Gráfica
Boa Vista, 1958, 26 p. ilustrado, /Doconcia livro. Pintura do natureza
norta« Esc, do Bolas ii.rtes de Pernoxibuco da Univ, do Recife/.
77 - FOTOGR.TIA E CINEKi.TOGRiJ-IA
CSSTRO, Maixrício do Passo, A fotogrcxiotria no prograr^a do perspectiva, Rocifo, Inprensa Universitária, 1960, 66 p, ilust, /Livro docência» Sonbras
pcrspoctiva - ostorootonia. Fac. do /j^q. da Univ, do Recife. Aprovado/.
78 - MlíSICA
PAGHOT, Joan Jacquos» Inportãncia do dedilhado o do arco, na intorprotação
do violoncelo. Porto AUjoc^Oj s, od., 1961, 26 p. ilust, /Cátodra» VioS
loncolo. Instituto do Bolas /jrtos do Rio Grande do Sul/.
PERRE, Ivonne Van Der. Ritno; inportojicia do desonvolvinonto do sonso ritiu^
co o sua realização no curso do teoria de núsica. Porto /Jbgro, Oficino.s
Gráficas da Liv.cb Globo s/a,, 1956, 47 p» ilust, /cátodra. Teoria nusical» Instituto do Bolas /jrtos do Rio Grcaado do Sul/»
REiJj, ijitonio Tavaros Corto, Violino o violeta. Porto iJ.ogro, Editora Tip^
gráfica Chanpagnat, 1961, 47 p» ilust, /cátodra» Violino o violota# Inst»
do Bolas ÍJ?tcs do RGS/.
RICHTER, Frodorico, Estudas específicos para a núsica atuDj.j proposição objetiva no sentido do ao lado dos estudos tradicionais para. o violino^ se
adoten ostudop ospocíficos que pornitan ao educando ontrosar-so dn.s novas
tondoncias nviáicaj.s nodornas. Porto ijlogre, s, od,, 1961, 13 p» ilust,
/cátodra. Violino o violeta. Instituto do Bolas iJi'tos do Rio Grande do
Sul/,

�88
78 - MtíSICL (Cont.)

.

SILVA, Paulo do Oouto o, Da intorprotação nusical o sou siqnifiçado atravos
da historia» ""Porto /J.o2ro, s. od», 1959/ 87 p« ilust. /Cáto^a. História
da musica. Instituto do Bolas /jrtes do Rio Graiido do Sul/»
SILVA, Zaohou Barbosa da» Prioridade da onbocadui'a na tócnica do troabono»
Porto i'iiosro, s» od., 1959, hK p. ilust. /cátodra. Tronbono» Instituto do
Bolas iJ:*tcs do Rio Grando do SuV.
V^iLIiiTI, 'Zacarias. Sonorido.do o articulaçSo corao olononto principal no apriuorarjoato da tócnica da flauta. Porto /ilosrò. Livraria do Globo S/2, 1959
65 p» ilust. /cátodra. Flauta» Inst. do Bolas ^jrtos do RGS/»
t
VISüII, Guorrino» O instrur-iontista profissi^iicil no Brasil. João Possoct» s»
od», 1961, 11 p» /cátodra» Biolino o violota» Instituto do Bolas /^rtos
do H»G»S./»
8 - LnmiTURí:
GCMES, Francisco Casado, O o^ononto nar» Porto /ilogro, Of» Gráficas da Livraria do Globo s/a», 1958&gt; 213 p» ilust» /cátodra» Lingua o literatura
portuguosa» Faculdado do Filosofia da Univ. do lifiS. Aprovr/io/.
Mi'üZOiil, í-lossandro» I pronossi sposi sua attualitá» Caripinas, s» od», 1956
194- P* /Doutorado. Lingua o litoro.tura italiana» Fac» do Filosofia o Lo-^
tras da Univ» Cat&amp;ica dd Canpinas/»
M'JlTIlffiZ, Maria Torcsa Loal do» Goraoz Manriquo su tionpo y su obra» s» 1.,,
S« od», 1959, 121 p. /cátodra. Lingua o litoratuía espanhola» Fac. Filosofia o Lotras da Univ» do xlocifo/»
P/JLEIKi»T, Maria Ivono» Brovo ostudo,, sobro o diálogo "Protágoras"» Porto
úlogro, s. od., i960, 44- P* /Livro doccncia» Lingua o literatura grega»
Fac. do Filosofia da Univ. do Rio Grando do Sul/»
RICCI, jfjigolo»* Unanitá o popolo noUa lauda dol socolo XIII» Porto iJLogro,
lupronsa Universitária, 1957, 181 p» /cátedro.. Lingua o literatura italia
na» Fac« de Fi3.osofia da Univ. do RGS. Apr-vado/»
RICCI, Elvira. Rina Malorbi. Brovo discorso sugli a3ati nella poesia'pascoalina. Porto /ilegro, Gráfica da Universidade, 1959# 96 p. /Docência livro,
' Lingua o" literatura italiana. Fac. de Filosofia da Univ. RÍGS» Aprovado/»
VEIGA, iJ.bino de Bon» Virgou de Consolaçõn (edição crítica do ua to:cto arc^i
co^inádito)» Porto i'J.ogro, Livraria do Globo ^A», 1958, 126 p» ilust»
/Catodra. Lingua portuguSsa» Faculdado do Filosofia da Univ» do Rio Grat»*^do do Stil/»
^
V
VILAITGVA, Josá Brasileiro Tonório» Linguagen o ostilo do "Un.nonino do engenho» ^Rocifo, Imprensa Universitária, I96 2, 93 p» /cátodra» Lingua
portuguesa» Fac» do Filosofia do Pornar.ibuco da Univ» do Recife/»
VILi'JIOVA, Jose Brasileiro Tonário, Lingtiagen o poosia. Rocifo, Fernando
Figuoirodo, 1959, 55 p» /Livre d ocoiicia» Lingua portuguôsa» Fac. do Filosofia do Pomoxabuco da Univ, do Rocifo/»

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�CONGRESSO BRhdILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA E DOGUI.fáNTÁÇÃO

Bibliotecas especializadas
O especialista em informação científica
por
Heloisa Medeiros

Fortaleza
1963

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARA
7 a 14 ãe julho de 1963

TEMA III - Informação Cientifica

BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS

O especialista em infomaçao científica
por
Heloisa Medeiros (»)

CDU 002.007

SÃO PAULO
„ h

oy

M:

(♦) Bibliotecária do IBBD
2a« Secretária da FEBAB

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�SINOPSE

Definição dos termos: bibliotecário, bibliotecário especializado,

especialista em informação científica, e especialista em infor-

mação documentária

(documentalista).

seus serviços específicos nos
mentaçãcfi

campos

A biblioteca especializada

e

da informação científica e da docu

o catálogo analítico de artigos de periódicos técnico-cientí-

floos e a sua importância na biblioteca espeoialiaaãa.
blbllote cas especializadas e sua formação.

Pessoal

Proposta para loma

para as
campanha

no sentido da criação de cursos e disposição de maiores recursos pelas
bibliotecas especializadas para a formação e aproveitamento dos especi_a
listas em informação cientifica na assistência aos tecnicoa,
e estudiosos em geral.

cientistas

Importância e necessidade dessa assistência té-

onlco-cientifica nas

instituições de pesauisa e culturais ou nas organ_l

zações Industriais,

Programas dos cursos

já existentes e propostos pa-

ra a formação do especialista em informação científica e documentária.

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�TEMA III - Informaçao Cientifica
BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS
0 especialista em informaçao cientifica
Neste trabalho pretendemos expor algtimas opiniões pessoais sobre
■ a formação de pessoal para as bibliotecas especializadas que tem como
finalidade precípua servir a institutos de pesquisa,

instituições cul

turais governamentais ou não, e organizações industriais. Estas opin^
ões se baseiam na experiência de serviço na Seção de Pesquisas Biblio
gráficas e Traduções do Serviço de Informações Tecnico-Científicas do
Instituto Brasileiro de Bibliografia e Dociomentação

(IBBD),

em obser-

vações de bibliotecas especializadas como a do Instituto de Pesquisas
Hidraulicas da Universidade do Rio Grande do Sul onde estivemos colaborando em 1962, além de informações de técnicos e cientistas.
1

-

Definições; Desejamos definir,
ta,

1»1

-

segundo o nosso ponto de

vis-

alguns termos que usaremos nesta exposição:

Bibliotecário - aquele que tem o Curso Superior de Biblioteco_
nomia pela Biblioteca Nacional ou escolas de

biblioteconomia

do país.
1.2

-

Bibliotecário especializado - aquele que além do Curso Super^
or de Biblioteconomia possui noções de um assunto especializa
do adquiridas ri\im cvirso de extensão universitária do tipo dos
cursos que o IBBD vem realizando desde 1955
sas Bibliográficas em Ciências Naturais,
Matematicas,

Ciências Médicas,

(Cursos de Pesqu^

Ciências Pisicas

Tecnologia,

Ciências

e

Agríco-

las ).
1«5

-

Especialista em informação científica - aquêle que além de um
curso superior técnico-clentífIco como Engenharia, Medicina,
Química, possui noções de biblioteconomia e documentação

ad-

quiridas em cursos de extensão universitária a serem criados,
/s
de preferencia, nas universidades e institutos de pesquisa.As
bibliotecárias Terezine Arantes Ferraz e Célia Ribeiro
ja vem dando cursos de iniciação deste tipo,

Digitalizado
-gentilmente por:

Zaher

respectivamente

^Scan
^ ... ur...».,.,.

14

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1^

�na Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo e no
Centro Nacional de Informaçao Cientifica em Microbiologia
Universidade do Brasil;

da

os programas destes cursos encontram-

-se em Anexo 6.3 e é.Ij. a este trabalho e,

ainda, o projeto pa-

ra um programa que foi aprovado no Seminário sobre

Bibliote-

cas Médicas realizado no IBBD em novembro de 19é2.(Anexo 6,5)
Observação;

O termo "especialista em informação

científica "

foi proposto pelo bibliotecário Edson Nery da Fon
^ seca em comimicação apresentada à XIXI Revinião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso
Ciência,

da

em julho de 19él.

Especialista em informação documentária

(documentalista) - a-

quêle que além do Curso Superior de Biblioteconomia possui
maiores conhecimentos de Documentação adquiridos num curso do
tipo prescrito pelo Dr. S.

R.

Rangsmathan no seu " Course

of

training for documentalist" apresentado na 26^ Conferencia Ge_
ral da Federação Internacional de Documentação, realizada
Rio de Janeiro em julho de 1960.

no

(ver Anexo é.6)

Observaçao; No Brasil ha muitos documentalistas

improvisados

pois não existe um curso oficializado para a formação de documentalistas, mas existe a carreira
de documentalista no serviço publico.

Por issonao

podemos chamar aos especialistas em informaçao c^
entifica de documentalistas.
Serviços da biblioteca especializada:

Os serviços técnicos de

rotina são comiins a todas as bibliotecas especializadas

ou

não, mas estas últiraas têm suas funções principais nos campos
da documentação e da informação científica.
A biblioteca especializada se situa entre a biblioteca geral
e o centro de documentação ao qual passa pela ampliaçao
seus serviços. Pelas

suas funções esta biblioteca

I Digitalizado
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dos

compreende

I Sc a H
ste
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lí

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�serviços como o de

cpmpilaçao de bibliografias especializa-

das, elaboração de resumos

(abstracts),

traduções,

serviços

de reprodução^ e impressão de docvimentos, de que pode prescindir ixtna biblioteca geral. Mesmo serviços atribuídos a centros
de documentação como a organizaçao de catalogos coletivos
a programação de cursos e assistência técnica,

podem

e

também

existir nesse tipo de bibliotecas.
Um serviço específico de bibliotecas especializadas qúe acha
mos da maior importancla e o da elaboraçao de catalogos analíticos de artigos de periódicos técnicos e científicos.

Os

trabalhos publicados em periódicos nacionais e estrangeiros
especializados, nos chegam por inter^nédio de obras de

refe-

renoia como Índices e resvimos bibliográficos com bastante atraso e o material nacional muitas vezes permanece
pela falta de obras de referencia nacionais»

ignoz»ado

Para servir

ao

estudioso e ao pesquisador na atualização permanente do campo da sua especialidade ou para a elaboração de toses e
balhos,

tra-

com a informação mais recente do que foi publicado

sobre o assvinto,

a biblioteca especializada deve

complemen-

tar a coleção de periodicos especializados com o catalogo analitico dos seus artigos,permitindo assim a rápida

compila

ção de bibliografias e a localização e consir.lta a este material que so então se tornará realmente acessivel aos que dele necessitam, Quando a revista especializada, nacional
estrangeira,

chega a biblioteca,

diatamente transportados,

ou

seus artigos devem sei' ime-

sob a forma de referencias blblio-

' JT» •
'
'
*
grafxcas, para o catalogo analitico e se possivel com o resu
/
/
mo, mesmo porque a maioria dessas revistas técnicas e cient^
ficas

ja trazem resumos ou sinopses dos seus artigos e

mui-

^
A
tas vezes em fichas destacaveis. Ainda haveria a grande vantagem de tornar opcional a compra de obras de referencia

de

custo elevado pelas bibliotecas especializadas de poucos re-

Digitalizado
-gentilmente por:

�- ij. cursos. Ja no

Congresso Brasileiro de Biblioteconomia,rea-

lizado em 195^ ein Recife, a bibliotecária Sully Brodbeck

do

Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade do
Grande do Sul,

Rio

em trabalho apresentado ao Congresso, ressalta

va entre as deficiências registradas cora maior freqüência
biblioteca especializada,

na

a necessidade e importância da cata

logação analítica dos artigos de revistas, desejo de 100^ dos
pesquisadores de todo o mundo.
Pessoal da biblioteca especializada:

Para os serviços técni-

cos com\ins a todas as bibliotecas bastará a orientação
bibliotecário,

de um

de preferência especializado no caso da blblio_

teca especializada que também necessitará para bem cumprir

a

sua finalidade do especialista em infomação científica.
Se bem que

já relativamente grande o número de bibliotecas es_

pecializadas no pais,

como podemos verificar pelo "Guia

bibliotecas especializadas",
em 1962,

das

organizado e publicado pelo IBBD

ainda muito poucas contam com bibliotecários especia

lizados sem falar no especialista em informaçao cientifica que
Q uma profissão ainda a ser criada.

O bibliotecário especial^

*&gt;*
P
zado ou nao, em geral com acximulo de serviços e falta de aux^
liares,

atende com a maior boa vontade e na medida

das

suas

possibilidades aos estudiosos, mas urge a complementação

do

pessoal da biblioteca especializada pelos especialistas em in
íV
' è
formaçao cientifica

/
(ou documentalistas no caso de bibliotecas

especializadas em documentação) não só para a orientação
ral dos serviços técnicos da biblioteca,

ge-

como ainda,

e sobre-

tudo, para os serviços especificados era 2.1 e 2.2 na

função

de auxiliares diretos do técnico e do cientista na seleção,
pesquisa, corapileção, localizaçao e obtenção do material
bliografico para os seus estudos e trabalhos,
traduções e resumos,
teses,

colaboraçao

biem

apresentação padronizada de relatórios e

e sua divulgação.

I Digitalizado
-gentilmente por:

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll
]_4
]_5
16
17
18
1

�Para a formação destes especialistas em informação cientifica
achamos que os cursos de extensão universitária devem ter uma
feição própria. Assim sugerimos dois programas
em Anexo

e 6.2,

apresentados

sendo que o último é do tipo dos de inicia

ção já mencionados em

I.3 e que nos parecem muito úteis quan-

^
0
do nao ha possibilidade de realizar xm curso mais extenso.
Proposta: Em vista da urgência na formação desse pessoal espe_
cializado em informação cientifica, fazemos -um apelo aos cien
tistas,

técnicos, pesquisadores e bibliotecários para que, no

/A
N
seu proprio interesse, promovam uma campanha junto as adminis_
trações das viniversidades e instituições culturais e de
quisa,

administrações essas muitas vezes ignorando as

pesreais

necessidades dos estudiosos, para que providenciem;
A criaçao de cursos nessas instituições e iiniversidades
a fomaçãc

para

de pessoal especializado em informação científica,

com candidatos selecionados entre os estudantes do ultimo ano
dos cursos das faculdades e profissionais

já formados,

A disposição de maiores recursos pelas bibliotecas especializadas para permitir o aproveitamento dos bibliotecários especiollaados e dos eapeclalistfts em Informarão cientifica na assistência aos técnicos,

cientistas e estudiosos em geral.

Conclusões: A árvore da ciência tem como ramos a ciência e

a

/
/
MM
técnica, e como raizes a experimentação e a documentação. Segundo Wilson "Seis horas na biblioteca podem economizar

seis

^
tf
meses no laboratorio
evitando a duplicaçao de trabalhos
realizados,

^
ja

aproveitando a experiência acumulada e utilizando

ao máximo a capacidade do material humano e bibliográfico,

O

M
/
especialista em informaçao cientifica vem livrar o estudioso,
o técnico,

o cientista das dificuldades da informação especia

lizada e da pesquisa bibliográfica pelo volume do material pu
blicado,

em línguas diversas,

I Digitalizado
-gentilmente por:

sob a forma de livros,

artigos

I Sc a H
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15

16

17

lí

�de periódicos, folhetos,

teses, relatórios,

separatas,

etc.,

0
A
sobretudo a partir da ultima guerra com a Iraportancla crescen
te da energia nuclear e da astronáutica.

Pela compilação

de

bibliografias ele contribui de modo decisivo na ação cultural
da bibliografia pela difusão de conhecimentos, homogeneização
cultural e crescimento do saber hmano. Assim vemos que o especialista em Informação científica pelo domínio da

produção

bibliográfica técnica e científica é imprescindível às instituições de pesquisa,

culturais,

e aos serviços de

documenta-

ção das organizações industriais, para bem. servir aos que ser
vem a ciência.
Anexo:
Programa de ixm curso para a formação de especialistas em

in-

formação cientifica que poderia se entitular "Informação den
tíflca especializada".

Os temas sugeridos seriam cadeiras

curso numa estrutura semelhante a dos cursos do IBBD

do

(em cer-

ca de 60 aulas) mas dando maior enfase aos campos da Documentação e da Informação Científica.
Catalogação e classificação; Tema que será tratado segundo
A
interesse das bibliotecas especializadas,

o

^
ou seja catalogaçao

simplificada e catalogos sistemáticos por assunto,

sendo dis-

pensáveis o catalogo alfabético dicionário ou o alfabético de
autor e título. Quanto à classlfIcaçao o conhecimento

das

principais classificações utilizadas comumente em bibliotecas
como a classificação decimal universal e a decimal de

Dewey,

e o estudo da possibilidade de ura desdobramento maior c3as olas_
ses para permitir uma classificação mais detalhada de

assun-

tos muito especializados comuns a este tipo de bibliotecas. O
especialista em informação científica irá orientar e colaborar com o bibliotecário especializado ou não, na catalogação
e classlficaçao do acervo da biblioteca.

Digitalizado
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lí

�- 7 6•1*2 - ServlQos técnicos de bibliotecas e centros de documentação;Te
ma que Informará sobre a organização de bibliotecas e centros
de doc\jmentação e os serviços que poderão prestar sobretudo
como fontes de Informação especializada.

O especialista em in

formação cientifica contribuirá com a sua orientação

para

a

organização desses serviços na biblioteca especializada e conhecerá as fontes de informação de que se poderá valer
suas pesquisas,

resumos,

traduções,

etc.,

para

fontes essas nacio-

nais ou estrangeiras.
é.1.3 - Informação especializada; Este será um tema que abrangerá todas as

tarefas que caberao ao especialista em informaçao den

tífica,

com exceção da pesquisa bibliográfica que deve const^

tulr um tema independente pela^ sua Importancla na

biblioteca

especializada. Neste tema da informação científica serão consideradas as tarefas como a informação técnlco-clentífica geral sobre assunto especializado, elaboração de resumos
stracts) o traduções,

localização e obtenção de

(

ab-

publicações

por meio dos catalogos coletivos e dos serviços de reprodução
fotograflca, normalização, padronização e indexaçao de relato
rios e trabalhos tecnlco-cientifIcos para fins de impressão e
divulgação,

intercâmbio com outras bibliotecas

especializadas

no mesmo assunto e centros de documentação nacionais e estran
geiros,

organlzaçao de cursos para formar bibliotecários espe_

cializados ou especialistas em informação científica, utiliza
ção e elaboração de processos de recuperação da inforraação.
Este tema exige trabalhos práticos como sejam a
de flcharios analíticos de artigos de periódicos,
de resumos, padronização de relatórios,
6,1,1; - Pesquisa bibliográfica
fias):

cas

cm

1

elaboraçao

etc.

(pesquisa para elaboração de bibliogra

Tema que compreenderá as

é
grafica,

organlzaçao

técnicas da pesquisa biblio-

/
com o conhecimento profundo das fontes bibliografi-

(Índices e resumos bibliográficos,

'I Digitalizado
-gentilmente por:

catalogos, guias,

14

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bi-

lí

�bliograflas.

Instituições,

etc») na especialização.Ainda

co-

nhecimento da nomallzaçao das referencias bibliográficas
citações. Este tema exige também iima parte prática

e

intensiva

para famlliarlzação com as fontes bibliográficas especializadas .
Programa de um curso de

"Introdução a infomaçao

científica

especializada" abrangendo os mesmos temas do curso em 6,1 mas
resxomidos nma só cadeira

(em cerca de 10 aulas) com a seguin

te distribuição de matéria:
Docvimentaçao. Centros de documentação e serviços bibliográficos. Federação Internacional de Documentação
Brasileiro de Bibliografia e Documentação

(PID). Instituto

(IBBD).

Bibliotecas e sua organizaçao. Bibliotecas especializadas.
•N*
talogaçao e classlficaçao.

/
/
*
Catalogos dicionário e sistemático.

o especialista em informação científica e a sua contribuição
aos estudos técnicos e científicos.
formação

científica

Valor e importancla da In

e da pesquisa bibliográfica. Histórico

da bibliografia.
As técnicas da pesquisa bibliográfica. Metodos de pesquisa b^
bllograflca tradicionais e os sistemas modernos de organizaçao, registro e seleção bibliográfica mecanica.
Material bibliográfico especializado. Pontes gerais e especia
lizadas para a pesquisa bibliográfica. Guias de periódicos

e

/
catalogos coletivos.
Reprodução g impressão de documentos. Laboratórios de reprodu
çao fotografica.
Preparo e apresentaçao de originais. Normalização das referen
cias bibliográficas. Federação Internacional de Normalização
(ISO). Associação Brasileira de Normas

Técnicas

Serviços de tradução. Elaboração de resiimos

I Digitalizado
-gentilmente por:

(ABNT).

(abstracts).

I Sc a H
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lí

�r
- 9 6»3

-

Programa do curso "Iniciação à pesquisa bibliográfica"

dado

pela bibliotecária Terezine Arantes Ferraz na Faculdade de 0dontologia da Universidade de São Paulo:
6«3*1 - Noções sobre a organização da Biblioteca da Fac. Farra. Odont.
da USPAcervo
Catálogos
Noções de classificação
Noções de catalogação
Alfabetaçao das fichas nos catalogos
A publicação periódica
é.3«2 - Pesquisa bibliográfica
Definição
Identificação
índices e bibliografias
"Abstracts"
Localização
Técnica da referencia blbliograficia

*

Í#3*3 ~ O catálogo do aluno
- Programa do curso "Técnica Bibliográfica" dado por Célia

Ri-

beiro Zaher no Centro Nacional de Infomaçao Cientifica em
crobiologla da Universidade do Brasil:
A utilização da Biblioteca especializada
Função da biblioteca especializada
Tipos de catalogos
Exs:

-

seu manuseio

dicionário
sistemático
Kardex

Tipos de material bibliográfico
Exs:

livros
teseç
perlodlcos

tsâ
0
Arranjo e apresentaçao do material bibliográfico
CDU
CDD

cm

1

I Digitalizado
-gentilmente por:

]_'4

^5

16

11

18

19

20

�- 10 Descrição do material bibliográfico - catalogaçao
r
j
.entrada
Catalogação

(individual

I
•&lt;f titulo
dados tipográficos
dados bibliográficos

Serviço de empréstimo e referência
obrigaçoes do leitor
auxilio leitura
^
pesquisa bibliográfica
localizaçao material
Serviços de Docvunontagao Especializado no Brasil
IBBD

( C.CO
)BIBLIOIECA
SI TC
) SB

CENIM

■ilnformaçao bibliográfica
[microfilme
/ localização
1 biblioteca especializada
/biblioteca brasileira de ral^
^
crobiologia

Teminologia Bibliográfica
T.
.
Dooumentaçao

Bibllograrla

ReproduçSes

Partes de um
trabalho

(divisões
(definição

(=™árlo
(^ítllografIa
(Índice

Guia de microbiologia
Manuais ^
Bibliográficos
Livros de texto
Apresentação de trabalhos Científicos
Capa
Legenda
Corpo
(estilo
(clareza
Çlbliografia
índice
Elaboraçao
Pesquisa bibliográfica
Projeto para um programa aprovado no Seminário sobre Bibliot^
cas Médicas,

e que poderá ser adaptado a outras ciências:
I

PARTE

O livro e as bibliotecas médicas da antigüidade

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
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17

lí

�- 11 As grandes contribuições bibliográficas no campo da mediei
na
Histórico da Biblioteca da Instituição
Organização
Classificação
Catalogação
Acervo da Biblioteca
Livros.

Periódicos.

Teses. Folhetos. Separatas

Material áudio-visual
Obras de referência
índices. Bibliografias. Resijmos analiticos
Catalogos do publico
Arranjo e consulta
Facilidades oferecidas pela Biblioteca
Consulta» Empréstimo. Empréstimo entre-bibliotecas
Aparelhagem áudio-visual da Biblioteca
Aparelhos para reprodução de documentos da Biblioteca
Deveres e responsabilidades dos consulentes
Bibliotecas médicas e biológicas nacionais e estrangeiras
II PARTE
A pesquisa bibliográfica. Definição. Finalidades
Fases da pesquisa bibliográfica
Identificação. Estudo teorico-pratico de serviços de indexaçao e de resumos analiticos
Bibliografias - Catálogos impressos de bibliotecas
A contribuição brasileira
Localização - Catálogos da biblioteca - Catálogos coletivos. Listas de publicações periódicas nacionais e

estran-

geiras
Obtenção dos documentos.

Centros e serviços de docijmenta-

ção nacionais e internacionais. Facilidades oferecidas

ao

consulente

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
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17

1

�- 12 Barreira lingüística e os serviços de tradução
O catálogo do aluno
A ficha bibliográfica:

a referencia e o resumo

Normas da A.B.N.T.
O arranjo do catálogo
Alfabético de pequeno e grande assunto
Sistemático. Sistemas de classificação p/ medicina
Fichas perfuradas nas margens
A elaboração do trabalho científico
Relatórios
y
M
0
Trabalhos p/ publicaçao em revistas cientificas
A tese
Divulgação do trabalho científico
Instituições internacionais de interesse p/ a documentação
dica.
Programa do "Course of Training for documentalist" pelo

Dr.

S. R. Ranganathanz
UNIVERSE OP KNOWLEDGE: ITS DEVELOPMENT &amp; STRUGTÜRE
The various subjects having knowledge as the field of study •
Their interrelation.
Primary senses. Association. Intellection.Imagination. Intuition.
Sensory experience. Intellectual experience.

Private.Externai

ized

and Socialised memory.

Thought-Term relation. Nomencla-

ture.

Terminology. Fundamental terms and their standardizatdm.

Pact. Empirical law. Descriptive formulation. Fundamental law.
Interpretative explanation. Hypothesis. Normative Principie

.

Deduction. Empirical verification. Abstraction. Generaliza —
tion.

Particularisation.

Concretisation. Spiral of Scientific

Method.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
s t e .O"
14

15

16

17

lí

�- 13 Positivistic, Speculative,

and Authority-centred modes

thlnklng. Methods of pure sciences,
sciences,

applied sciences,

of
social

and fine arts.

Universal knowledge as mapped in schemes of library Classification. Its demarcation into sections and sub-sections.

Uni-

verse of knowledge as a static continuiam.
Inter-relation of sections. Modes of inter-relation and crosasection. Pormatic of new sections. Modes of formation.

Dis-

section. Denudation. Laraination. Loose assemblage.Universe of
knowledge as a dynamic continuum.
LIBRARY CLASSIFICATION

(THEORY)

General theory of Classification.
knowledge Classification.
plane,

Canons for it.

Theory
the

idea

and the notational plane. Basic class. Isolate.

Pacet

Analysis.

Canons for it. Work in

of

Phase Analysis. Pocus. Simple,

Compound,and ccmplex

foci. Intra-facet and intra-array relation.
The five fundamental categories and the facets corrresponding
to them.

Rounds and leveis of manifestation of the fiindamen-

tal categories.

Postulates for idea plane.

Principies for de-

terraining the helpful sequence of any two facets.
Array.

Telescoping of arrays.

Telescoping of facets.

Common

isolates - anteriorising and posteriorising. Special isolates.
Quasi isolates. Environmented isolate. Superimposed isolate»
Enumerative Classification. Analytico-synthetic

Classifica-

tion. Enumeration of isolates in a facet. Formation of

iso-

late by alphabetical chronological geographical or subject d^
vice. Zone Analysis. Abstract Classification.
Notational plane.

Postulates for notational plane.

Co-exten-

sive class nvimber. Individualising class nijraber. Mixed nota\
tion. Group notation. Hierarchical and non-hierarchical notation within a facet.

�- Iii Macro-thought.
thought.

Classification for book arrangement.

Mlcro-

Classification for docimientation work. Depth Classi-

fication. Other uses of library Classification in a library ,
Use of Classification in arranging concrete materiais.Classification and coding for machinery for search.
Evolution of classificatory technique.
Bibliographie Classification.
Congress Classification,

Gomparative study

of

Colon Classification,Library of

and Universal Decimal Classification,

Standards for the elements needed in Classification

schemes.

Universal and special schemes of Classification.
LIBRARY CLASSIFICATION

(PRACTECAL)

Classification of books, monographs, and articles, by

Colon

Classification and Universal Decimal Classification.
LIBRARY CATALOGUE
Canons for cataloguing. Layout of a catalogue code. Standards
for the elements needed in catalogue codes at the internation
al, national, linguistic, and local levei.
Classified catalogue. Dictionary catalogue. Kinds of

entries.

Specific entry. General entry. Main entry. Added entry.
Choice of heading for main entry and book index entry for sim
pie, multi-volumed, and composite books,

periodical

publica-

tions and micro documents.
Rendering of personal, geographical,

corporate,

and

series

names and titles of books in headings of entries.
Title section in main entry and in other specific entries«
Choice and rendering of headings in subject entries.Chain pro
cedure. List of subject headings.
Author analytical. Subject analytical.
Class index entry. See and See also subject entries.Cross ref
erence

index entry.

I Digitalizado
-gentilmente por:

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
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Ii

�- 15 Gomparatlve study of the latest editlons of the
eatalop;ue oode,

the ALA Code,

Classlfled

Rules for the dlctlonary

cata-

logue, and the rules for the dictionary catalogue given

in

the Classlfled catalogue oode»
Alphabetisatlon and its problems. Abbreviation of

titles

of

periodical publicatlon. Bibliographical references. Layout and additional rules for union catalogue,
and Indexing periodicals,

abstracting

and national bibliography»

Cataloguing of non-conventional forms of documents.
DOCUMENTATION
Book versus document; Macro thought versus Micro thought:Nascent thought; Generalist and specialist readers.

Bibliography

and docviraentation list.
Documentation work.

On demand. In anticipation.

On a specific

subject. On all subjects. National versus world coverage. Re;t
rospective versus current.
Leveis of Organisation for Documentation:

International:

tional: Local. Role of PID and Unesco as co-ordinatlng
proraoting agencies.

Varieties of documentation list.

Naand

Princi-

pies of selection for national and local docxjimentation work •
Layout of documentation list«
Documentation service: Pacet analysis in helping the readerii
the exact emonciation of his subject of interest at the

mo-

raent. Finding the needed document. Pinding the needed data.
Pinding entities having several specified properties or

val-

ues and mechanical searcbing aids for the same.
Search methods:

Conventional methods - classified

catalogue

using depth Classification and subject headings by chain procedure; Mechanical methods - pvinched cards,
ery, and coding for machinery.

I Digitalizado
-gentilmente por:

electronic machin

Relation of depth classifica-

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
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15
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17
Ii

�- lé tion to coding. Comparlson of conventional and raachine meth —
Ods.

(Note:

The engineerlng and technological aspects of

me-

chanical methods are excluded).
Procurement of documents: From local, national and

Interna-

tional sources.
Types of document reproduction from the point of vlew cfusers
and top management of docvimentatlon centres.
largement. Mlcrofilrti

Photos tat.

En-

(roll or strlp). Mlcroflche. Microcard •

Preservation. Reading apparatus.

(Note:

The englneering

and

technological aspects are excluded).
%
Translation servlce: Pull time translators. Panei of

trans-

lators with füll time editors. Information about progress towards machine translation.

(Note; Excluding engineerlng

as-

pects ).
Abstracting: Abstracting personnel.

Competence in subject

field and depth Classification. Use of author synopsis.

Need

for abstracting one and the same docviment in the abstracting
media of several subjects.

Canons of abstracting.Language

Sentence versus kernel form;

technical versus popular

terms«

Use of standard fundsimental constituent terms. Lenght of
stract. International co-ordination of abstracting
Social factors making documentation necessary.

■

:

ab-

service.

Population pres_

sure. Supplementing natural and near-natural commedities,

by

artificial commodities made from unconsumable raw materiais
with the aid of technologyj Reference service to
/

research

workers. Gonservation of the research potential of the world.
Research-in-parallel versus Research-in-Series.

Plough-back

of nascent micro-thought into the minds of the research team,
docuMentation PROJECT
Preparation, during the year,

of a Documentation List

approved subject on the basis of an approved set of

I Digitalizado
-gentilmente por:

on

an

periodi-

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
]_4
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lí

�- 17 cais for one year.
BUSINESS LIBRARY SYSTEM
Types of business llbrariea. Industrial librarles* Coramercial
libraries. Newpaper office librarles. Libraries of Government
Departments. Libraries of Research Instltutlons.
Kinds of business librarles. Libraries of individual Institutions.

Central librarles at national and regional leveis. In-

ter-library Cooperation, Science library. Dlstrlbutry library.
/
Place of library In business Organisation.

Correlation

with

the activlties of the departments of the parent body.Relation
with the staff of the departments of the parent body.
Organisation of the different typ3S and klnds of business librarles. Library finance, Library building,

and equlpment.Li-

brary statistics and librametry.
Classification and filllng of fugltlve materiais llke prospec_
tuses, leaflot".

T&gt;;;;^incrR. Help In the Classification and

arrangement of commodltles.
%
Library admlnlstratlon. Selection and acquisltion of books and
periodical publlcations. Accession work. Maintenance,
tion,

and display of books,

Standards,

specifIcations,

circula

periodical publlcations, patents,
drawings,

pamphlets,

cllpping

ml-

Intema+"' '^■nal, national and local sources and centres of

In-

cro-fIlling and similar materiais.

formation.

Rfcfcronce ^prvlce, Bibllographical service»

Ab-

stractlng service, Library bulletin. Extension service

to

workers.
REPORT ON LIIERATURE SUR^/EY
Report on an assigned project carrled out during the year

in

surveying the trends in current llterature and the bibliograh
ical tools in an approved subject«

Digitalizado
-gentilmente por:

��V

'—

�Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                  <text>Biblioteconomia</text>
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gentilmente por:

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JÊÊ^
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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCTJIvíENTAÇÃO

Uma experiência em indexação coordenada
por
Havilah Cunha Pinto Ferreira

Fortaleza
1963

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st e m

♦

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lí

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLÍOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a 14 de julho de 1963
• •

TEMA III-INF0RMAÇ150

CIENTÍFICA
I

UMA

EXPERIÊNCIA

EM

INDEXAÇÃO

COORDENADA

por
Havilah

Cunha

j
Pinto

Ferreira (*)

CDU 001.815

(♦) Bibliotecária do Departamento Nacional da Criança

J

O

Cíi!)!)
M', C.&amp;

cm

1

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14

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�S U M í R I o

1,

Introdução, - 1.2, Tentativa, - 1,3.

"Unitorn",- l.ii. Escolha dos termos.
2,

Adaptação do olstoma

- l.li.l.

Pequenos artifícios.-

Aplicação e funcionamento,- 2.1, Elaboração da ficha,

tagcns,

-

2,3«

- 2,2. Van

Avaliação,- 3* Dados estatísticos.- h» Conclusões,-

5« Obras de referencia úteis à seleção de tornos especializados
Medicina,

on

segundo sua importancia.

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NN|III
15

16

17

lí

�SINOPSE

Taube o sous associados da "Docunontation Incorporatcd" dofondoran, on 1952, a toso do quo o inaplicavol a prática do caboçalho do
0^
!I0
assunto para indexar ou catalogar artigos, comunicaçoos, ou relatos
ciontíficos.

Partindo do princípio do que todos os tópicos de um ar-

tigo científico são importantes e que deve haver un ponto de vista comum entre o indexqdor e o pesquisador, crioulo ilustre Bibliotecário,
um sistema a que deu o nome de "Uniterm",
ô Biblioteca do Departamento Nacional da Criança procurou adapta
Io para que pudesse atender aos quesitos de sua organização. Codificando SGUS títulos do periodicos o fazendo algumas modificações quanto
sua aplicação chegou a um resultado que poderá
tecas semelhantes.

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-gentilmente por:

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Syst em

à

ser aplicado à Biblio-

�UMA

EXPERIÊNCIA

EM
INDEXAÇÃO
por

Havllah

Cunha

COORDENADA

Pinto

Ferreira

1.

pTRODUÇSO

1,1

Mortimor Taube e seus associados da "Docunontation Incorporated"

defonderam,

en seu livro intitulados "Studies in Coordinate Indexing,

a tese de que e inaplicável, em princípio, a prática de cabeçalho
assunto,

para indexar ou catalogar artigos, comimicações ou

científicos.

Do exemplo abaixo citado pode-se tirar as

que se achar cabíveis.

de

relatos

conclusões

Um artigo intitulado; "O tratamento do can -

cer da tiroide com. iodina radioativa poderia originar uma serie
cabeçalhos de assunto, em uma Biblioteca padrão,

que não justificaria

de maneira alguma a despesa e o trabalho que poderia causar,
ficasse normalmente catalogado.

de

Alem disso, a numerosa

para que

subordinação

de vocábulos designativos não seria aceitável dentro dos limites
bom-senso e da compreensão.

Subordinar, como no caso acima,

RADIOATIVA a CANCER DA TIROIDE - TRATAMEI^TO,

ou CANCER DA

do

IODINA

TIROIDE -

TRATAMENTO PELA IODINA RADIOATIVA não faz sentido, diz ele, não ex pressa idéias tão complexas.

São grandes cabeçalhos constituídos cffe

palavras desconexas e que em uma ficha padrão não ficariam
serem demasiado longos.

Entretanto,

bem

por

topicos isolados poderiam solu-

cionar tais problemas, desde que fossem suficientemente coordenados,
porque, de certo modo, todos os topicos de um artigo^ ou relato científico são importantes e o são paralelamente.

Daí nasceu a idéia de

indexar os tópicos,

isoladamente, coordenando-os uns aos outros e re*
lacionando abaixo o material existente na Biblioteca, ordenando-o em
serie numérica,

sem que se precisasse usar cabeçalhos complicados, ou

mesmo normas rígidas de catalogação.
Partindo do pressuposto de que deve haver

um ponto de vista co-

mum entre o indexador e o pesquisador e que o fator de inclusão e omijs
sao de assuntos em um índice o subjetivo, requerendo qualidades de
gamento do indexador, que ele às vezes não tom e uma ciarividência por
»
•
parte do pesquisador,

que ele gostaria de possuir, Taube evitou tanto

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll
3^4
^5
16
17
18
19
2

�- 2 quanto possível as rofcrônclas cruzadas,

tonando cada topico do um tí-

tulo, do per si, como so fossem palavras independentes.

A esse novo

sistema dou o nomo do "índice Coordenado", chamando de "Uniterm"
toma particular de atribuir para cada cartão ura termo -"unit"
devora ser livro,

isto é,

11
91
101

22
92
Atl2

303

que

indopendonte, não estar ligado a nenhum outro.

Termo; INTESTINOS
O
1
Z
'
"
20
30

- '

o sis

7
U
Ik
kk

kl

f 87

66
76

18
'

97

38
58

19
99
kl9
529
639
799

Modelo original (segundo Taube)
Biblioteca do Departamento Nacional da Criança, no estudo do novas técnicas,

procurou adaptar osso sistema para os artigos científicos

de pcri^Iicos nela existentes, a fim do quo pudesse dar de uma forma so
gura e rápida a informação solicitada.
1,2 -TENTATIVA
Em primeira tentativa, há alguns anos,

o trabalho de localização

de artigos dos principais periodicos foi realizado em fichas,

tamanho

20,5 X 12,5cm, constando de um cabeçalho do assunto e logo abaixo
relação dos nomes dos autores,

dos títulos dos artigos,

a

nome da resis-

tas, de forma abreviada, numero dos volumes, das páginas e as datas de
publicação.

Oöedecia assim esse índice o critério adotado pelo "Index

Medicus".

AGUIAR -Introdução ao est. da alergia, Matern.Inf.21 (2)

p,137,

1961
PINTO - Técnicas de diagnostico em älergia, Matern.Inf. 21 (2)p,l81
PEKlNÍETTA -

1961
Alergia5estudo clínico e etiopatogonico,Martorn.Inf. 21
(2)

cm

1

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�Era, cntrotanto,

fatiganto esso trabalho porquo,

sg por un lado

informava os artigos existentes na Biblioteca sobre deterninado assunto,

sen previa consulta à Bibliografias ou índices especializados,

por outro lado abrigava o Bibliotecário a retirar as fichas do fichário para acrescentar os novos artigos das revistas recem-chegadas. Era
um dispendio de trabalho,
1,5 -

tempo,

energia e

...

cartolina,

ADAPTAÇÃO DO SI3TEM4 "UNITSaM"
Visto que as coleções de periodicos da Biblioteca

devidamente catalogadas, não em fichário analítico,

já estivessem

por razões obvíiass

espaço, escassez de verbas e de funcionários, mas em catálogo dicioná%
rio, procurou-se a melhor forma de se coadunar duas coisas; analisar
todos os artigos dos periodicos especializados,

sem precisar desman-

char as coleções, muitas delas já encadernadas,
sistema "Uniterm",

Foi então adaptado o

para que pudesse atender aos quesitos acima especi.

ficados.
Foi idealizada uma ficha de 20,5 x 12,5cm,

pautada, dividida em

10 colunas, a exemplo da ficha Taube (esta é somente um pouco menor).
Nessas colLuias seriam inseridos todos os números atribuídos às revistas, Mas para tal era necessário,

que houvesse um critério de diferen

cioção entro elas, Foi atribuído, então,
de periódico,
mnemonicos,

procurando-se utilizar,
Assim,

um codigo para cada

título

tanto quanto possível, caracteres

foram estudados todos os títulos de periodicos,

usando-se para tal fim o fichário Kardex.
conseguiu-se um bom critério para

Com pequenos

identificá-los.

artifícios

Revistas cujos tí

tulos começavam com palavras idênticas passaram muitas vezes a encabeçai

a relaçao dos codigos,

para que os mesmos se tornassem mais claros.

Exemplificando!
4 AJ -

American Journal of Orthopsychiatry
American Journal of Bsychiatry

AL AN -

Alguns Aspectos de Estatística Medico-Sanitária
American Journaü) of nur sing

AnB - Anuário de Bio-Estatística
AnE - Anuário Estotístico do Brasil
Aní - Anais da Faculdade de Medicina da Universidade do Recife

cm

1

AnI -

Anais do Instituto Fernandes Figueira

AnM -

Anais da Maternidade de oão Paulo

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�- k Depois dossa etapa inácial,

foi elaborado o fichario,

Dovrcy (l^Sx 73»5cm), com o nome do poriodico,

em fichas

procedido do codigo ado

tado, o numero de chamada o para dar maior utilidade à ficha foram
acrescentados também as abreviações dos títulos dos mesmos,
os preceitos recomendados pela
cas.

segundo

Associação Brasileira de Normas Tecnj.

Essas abreviações são utilizadas quando da confecção do "Bole-

tim Informativo'', editado pela Biblioteca,

AN - American Journal of Nursing

610.7308
Am35

Abrovía.çõps
Amor, J. Nurs.

Passou-se,

então, a terceira etapa,

que seria a de se localizar o

numero em que estaria o artigo. Duas hipóteses foram levantadas; 1^
usar o níinoro

do proprio fascículo,

usar um numero convencional,

atribuído a partir do primeiro fascículo recebido pela Biblioteca, ou
àa data

que se deveria começar a

indexar.

Optou-sejpla primeira,

la facilidade de se associar o num.oro ao mês correspondente.

pe-

Surgiu

A
un novo problema; se no segundo caso havia necessidade de um consu mg maior de labor e de atenção, no primeiro ficar-se-ia sujeito aos
rigores da revista.

Em outras palavras,

quando uma revista fosso cob

tituída de dois volumes por ano, haveria repetição do numero do fascículo e portanto coincidência de codificação, Sm periodico como o "Archives of pediatrics",

que edita anualmente 12 números ou fascículos

em 2 volumes de 1 a 6,

ficaria com suas anotações prejudicadas.

exemplo; a codificação

Por

AP2/62s21 valeria para dois meses, o do feve

reiro o o de agosto do 19^2, que resultaria ainda em uma nova pesqui
sa no volume encadernado.

Resolveu-se,

adotada na "Legenda Bibliográfica" ;
do volume em algarismos arábicos,

então, dar onfaso à técnica

indicar em. tais casos o, numero

já quo na Biblioteca esse tipo do pu

blicação era mais raro.

cm

1

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�Para quo se aperfoiçoasso ainda mais o sistema, rosolvou-se colocar ao lado do ano,

o numero da pagina precedido de dois pontos. Essa

codificação e escrito à lápis,

ou en caneta esferográfica, na coluna

que lhe 6 correspondente,
l.il - ESCOLHA DOo TERMOS
Se no Sistema "Uniterm",

foi previamente estabelecido o vocabulá-

rio "livre" a ser adotado, a que o ilustre Bibliotecário chamou

do

"UnittJrpJ', nesse índice não houve um pre-estabelec imento do palavras
básicas e sim uma política a ser empregada. Dois foram os motivos po_
los quais não foi realizado tal intento.

Os tópicos encontrados em cr

tigos de revistas são específicos e nem sempre coincidem com os do Ca,
tálogo Dicionário,

A prática de catalogação, entretanto,influiu na so_

leçao dos termos à proporção que eles foram aparecendo.

Assim, a med^

da que foram surgindo certas dificuldades, não muito grandes,diga-se
de passagem,

foi-se anotando a política adotada,

^ regra geral foi a

de dar um s6 termo para cada ficha, com exceção apenas dos casos era
que dois termos tivessem ura único significado. Exemplificando?

ura ar-

tigo intitulado?,"Sobre um caso do esquistossomoso mansonica procedente
do interior do .Estado de São Paulo"
QUI3T0SS0M03E MANSONICA

foi registado em duas fichas ;ES -

e SÃO MULO. Um outro intitutlado s" Ação do Ser

viço Social sobre a Comunidade"

ficou registado em duas fichass SERVI-

ÇO SOOIAL - dois termos expressando uma s6 idéia - e COMUNIDADE,
DEMI A3 RURAIS,

EN-

por igual razão, constituiu uma só ficha, mas de cada

endemia em particular foi aberta uma ficha em separados MALÍj-IIA,

BOU-

BA, DOENÇA DE CHAGAS, KALAZAR, I-IELMINTIASES etc,, mas outro intitulado "Incidência de difteria nos hospitais de Santa Maria"
tado em quatro fichas, a saber;
TA MAiilA (RGS.),

ficou regis-

INCIDÊNCIA, DIFTERIA, HOSPITAIS, SAN-

Por outro lado, assuntos que por sua importancia na

Biblioteca, não puderam ser desassociados, ficaram igualmente constituídos de dois torm.os,

fugindo a regra geral, como 6 o caso do MORTA-

LIDADE INFANTIL, Tem-se portanto uma ficha para MORTALIDADE,

de modo

geral, outra para MORTALlDADii INFANTIL e outra para MORTALIDADE MATER
NA,

Era de se esperar,

que em um órgão de proteção à maternidade o à

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-gentilmente por: '^^^11.!"'

14

15

iq

17

19

2

�- 6 infancia tais fichas tivessem tido corta prioridade e passassem a
constituir uma exceção.
Nomes de doenças de caráter geral,

como por exemplo helmintiases,

tomaram o termo generico, mas do cada caso em particular foi feita uma
ficha correspondente.

Assims "HELMINTIASES",para artigos que tratam

de cdsos em conjunto, mas " ASCARIS'* 5''GIARDI A3" , " ANCILOSTOMAS" , "oTR®.
GYLOIDEo" 5''SHIGELLAS" etc. Deu-se preferência ao nome do helminto para
que se pudesse incluir outros artigos, que não fossem somente casos
patológicos. Raciocinando pode se chegar a conclusão de que não ha
possibilidade de qualquer engano,

porque a coordenação das fichas"AS

GARIS" e "TRATAMENTO"ASCARIS" e "EXAMES DE LABORATÓRIO",
RI3" o "EPIDEMIOLOGIA" dará a localização desejada.

ou "ASCA-

A retirada das

três fichas apontará artigos sobre os tres topicoss Tratamento, Exames de Laboratório e Epidemiologia dos

Ascaris,

No exemplo acima referido, de "Endemias Rurais", caso o consulente deseje saber o que existo na Biblioteca sobre as doenças rurais no
Brasil,

bastará que se retiro as duas fichas; "ENDEMIAS RURAIS" e "BR^

SIL". Mas se elo desejar outras informações sobre o Brasil,
te-las também nessa ficha, combinando-a com outras,

poderá ob-

ou mesmo utilÍ2aido-

a cozinha, como fonte para um estudo da situação medico-social cm todo
o Brasil,

por exemplo,

l.Zi.l - Em Bibliotecas especializadas c comum o acúmulo de artigos sobre um mesmo tópico, determinando incidência do registos sobre certos
assuntos.

Procurou-se solucionar da seguinte forma; artigos que consj.

doravam a criança no sentido biológico,

psicológico,

educacional e so-

cial ficaram incluídos em "CRIANÇAS", como e o caso de "PSICOLOGIA IN
FANTIL",

uma em "PSICOLOGIA" e outra em "CRIANÇAS"

ça com o sistema de Molvil Dewey),
o ponto de vista patológico,

(note-se a

Artigos que tratavam da criança sob

terapoutico ou cirúrgico foram anotados

em "PEDIATRIA", com.o ó o caso de Tuberculose Infantil,
CULOSE" e outra em "PEDIATRIA",
anotações em "PEDIATRIA",
mos não aaados,

somelhan

Para sanar,

ainda mais,

uma em "TUBERo acúmulo dij

utilizou-se uma ficha para cada ano. Dos ter

quando sinônimos,

fez-se rcmissivas e dos correlates, re-

referencias.

cm

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^5

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�• V •
Para os assuntos,

cu.ja noncnclatura ainda não está bon cTofinida,

cono por oxonplo o caso dos "niomas'',

foi estabelecida a seguinte po

líticas todos os miomas ficaram juntos na nesna ficha, que devera ser
coordenada com as relativas aos diversos orgãos. Dos nomes específicos foram feitas reniissivas,

que para ficarem mais em conta foram con

feccionadas em papel comum recortado do tamanho da ficha original,
Essas fichas foram colocadas em. ordem alfabética e tornouHääJde
fácil manuseio para o usuário,

äste tora que ser previamente orienta,

do sobro o mecanismo do sistem-a, a fim do que possa tomar suasaiotações o entrega-las ao funcionário competente,

'^te agora, na Bibliote

ca do Departamento Nacional da Criança, o técnico não o utilizou, emtÔ
da a sua plenitude,

por dois m.otivos:

primeiro porque se tem o cuidado

de se acompanhar o leitor em suas pesquisas,
um tanto árdua,

tarefa que apesar de

ser

proporciona ao Bibliotecário um conhecimento mais pro

fundo do sou acervo e outra porque o proprio técnico não está ainda a
costumado a esse serviço,

sondo que às vezes ato o ignora.

Isto fez-

ne lembrar a opinião de um Chefe do Distrito Sanitário do Estado do
Rio de Janeiro, ao ser atendido pelo "índice Coordenado"? "A Bibliot£
conomia hoje o uma ciência... "
2.
2.1.

APLICAÇÃO E FUNCIONAMENTO
ELABORAÇÃO DA FICHA
Ao se determinar os assuntos do artigo,

do dois, três,

quatro ou mais,

que podem ser em numero

procurou-se abedecer ao critério de de

terminar o principal o em seguida os que lhe são coordenados ou paralelos. Escreveu-se na ficha o código convencionado para o tmtulo, o nú
moro do fascículo,
Ex.;

o ano o o número da página, procedido de dois ponto'Jc,

Ar2/6l;68
Ar
3
6l
;68

- Arquivos de Poditria
- Numero do fascículo
- Ano de 196l
- Numero da página,

Êsse cocffigo ficaria debaixo da coluna 3?

porque levou-se em con-

sideração o algarismo relativo ao numero do fascículo para a anotação
na ficha. Nessa coluna ficatiam todos os números terminados em 3i na
coluna do 2,

em

1

todos os números terminados cm 2.\ na do O, todos os ter-

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�- 8 ninciilos GRi O o assim por dianto,
Para se localiaar o que so dosoja, rotira-sc todas as fichas quo
so rolacionan com o assunto procurado o .compara-so as notações, colu
na por coluna,

partindo-so do cartão quo contom monor quantidade

notações para o do notações nui^erosas»
do codigo,

do

Quando houver coincidência

fascículo, ano o pagina o sinal do que sp possui algum ar

tigo sobre o mesmo, Esta foi a razão pela qual se chamou de índice co
ordenado,
Termo;
0

paralelo ou comparado.
MORTALIDADE
2
1

3

'

8

7

6

5

h

e(-)r/a • tf
•
ßc' 3/6l;âl

AnPs - Boletim do Sanatorio São Lucas, numoro 1, do 19^2, pagina 8
BO
- Boletin de Ia Oficina Sanitária Panamericana, numoro 3&gt;
do
1962, pagii;ja 22
SH
- Salubridad y higiene, numero lk3y íino de 196I, pagina 38.
2.2 - VANTAGENS
O codigo foi baseado nas letras do alfabeto,
possibilidades do combinações.
se incluir novos títulos,
núsculas.

quo oferecem maiores

Alem disso, há sempre oportunidade

de

podendo-se conjugar letras maiusculas e mi-

A notação o simples o mnomonica,

fazendo-so a rolação

dos

códigos como medida do segurança e como meio do comunicação entre o loi^
tor o o artigo. O traçado do cartão permite que,
de olhos,

com um rápido passar

possa se descobrir o título desejado. Cada ficha contom

em

seu corpo todos os artigos existentes na Biblioteca sobre determinado
assunto,

Todo o sistema o simples,

flexível, específico, corrente

o

completo,
2.3 -

AVALIAÇÃO

Dentro as dificuldades encontradas a que mais se evidenciou foi
a do critério para a adoção do tormo.

As variações quanto à termino-

logia, a inexistência do equivalentes em português de muitos vocábulos

cm

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�estrangeiros originaram às vgzgs penosas pesquisas,

A falta do conhe-

ciiientos científicos, mais profundos, dentro da especialização contri
buiu tanben para un desperdício de tempo ocasional,

Mas o Biblioteca,

rio especializado deve trabalhar com grande numero de obras de refeíen
cia à sua frente. Dicionários especializados, vocabulários técnicos,
nacioiiais o estrangeiros,
dicionários bilíngües,

guias de nomenclatura,

poliglotas, enfim,

vademecuns, i.iementos,

toda sorte de obras que pos-

sam auxiliar na definição o conceituação de vocábulos.

Alem disso,

pro

cisa ter em mente que esses termos ele os esta utilizando para um publi
CO 'esclarecido e que precisa dessa

informação com certa rapidez, lia

muitas vezes necessidade de se perguntar, ao se procurar determinai
alguns ternos,
procuraria?

como se solicitaria tal assunto na- Biblioteca,

Quem o

A que tipo de especialista interessaria? Esf^otados todos

os recursos disponíveis,

inclusive a leitura parcial do artigo, deve-se

apelar para o especialista, Mas se este entende em profundidade de seu
assunto, o Bibliotecário entende de seu ramo e 6 preciso que os dois
trabalhem em completa harmonia para que tudo corra bem,

"ks vozes um iio

pico que não se acha conveniente ó a chave para a escolha adequada dà
un termo,
A uniformização na seleção dos ternos 6 outro fator que se deve
levar em conta,

Se foi estabelecido previamente,

entrariam pelo seu nome. técnico,

que todas as doenças

isso deve ser aplicado com rigor, Exera

plificandos Difteria em vez de Grupe, ílelmintíases en vez de Vcrninose,
As medidas adotadas poderão ser escritas à parte pra uma avaliação opor
tuna,
O defáito maior seria o do tananho da notação. Talvez houvesse pou
pança de símbolos no emprego

da segunda hipótese,

isto 6, numerar con

vencionalmente os fascículos do cada coleção, p partir do primeiro fascículo recebido pela Biblioteca,
dexar,

ou do ano en que se vai começar a

indicando esse número no Xardez,

in

para qualquer eventualidade e

colocando- sempre na lombada das encadernações a numeração atribuída
aos fascículos. Deve-se, também, conservar as capas anteriores das re
vistas onde estão escritos os números,

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Seria mesmo oportuno solicitar

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|lll
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�- 10 quo alguina Bibliotocn, aqui prcsonto^

procurasso

utiliza-la,

ja quo

scria ui^a forma prociosa cio ganhor ospaço o tonpo, com a vantagem cio
não so precisar repetir a num.oração dos fascícuilos do cada coleção do
periodicos, do 10 em 10 anos, no mínimo.
3.

DADOS ESTATÍSTICOS
Todas as revistas da Biblioteca são indexadas,

com exoeção daque-

las,

que por sou conteúdo, não puderam ser incluídas nosso índice,

são,

cm geral, revistas do caráter informativo.

Algumas são indexadas

ca parte, dependendo da qualidade de seus artigos. Kesumos não o são,
salvo raras exceções.
estrangeiros,

.

Ao todo 50 (cinqüenta) poriodicos, nacionais o

figuram no fichario,

perfazendo a modia do Í4.8OO artigos,

ja indexados, em pouco mais do ano.

Mil o poucas

fichas foram abortas

nosso período o duas Bibliotecárias se encarrogam de manto-lo em dia,
tendo indexado 30 (trinta)

por iodicos relativos aos anos de 196O, 1961,

1962 o 1963 o os demais a partir do 1961. Êsse critério, alias, não foi
muito rigoroso,

porque alguns poriodicos,

dado a

sou grande interesse,

foram indexados a partir do 1959. Essas Bibliotecárias não se incumbem
somente dessa tarefa, mas dodicam-se também à outras, como sejams a ela
boração de um fichario de referencia

legislativa, a catalogação de li-

vros e folhetos, ouo ate agora nao passaram por essa experioncia, conieação de resumos,

bibliografias etc, \ proporção que as revistas vão che-

gando, vai se rcgis!",ando no fichario "Kardex" e em seguida procedo-se
a indexação.
k -

CONCLUSÕES
âsse fichario,

quo a princípio pareceu um pouco com-plicado, foi lo-

go dominado e com o decorrer dos trabalhos tornou-so de fãcil aplicaçãc,
,jã que 6 s6 registar os símbolos convencionados nas fichas. Estas são
elaboradas à medida quo vão aparecendo novos assuntos.
que têm sido feitas,

ato mesmo por telefono,

tisfeitas, desde que o topico tenha
sabe,

A
porem,

As consultas

tem sido p2ienamcnte sa-

sido alvo de publicação.

Não se

^
t*é
se haverá ou nao necessidade de novas modificações, tal-

vez maior aperfeiçoamento quanto à form.a pela qual se procedem as po^

cm

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�- 11 "
quisas,

Alguiis consulontos,

inclusive os da Organização Mundial do

Saudo, tem interesso en inquéritos sobre detorninados assuntos. Nesse
*

caso teria que se abrir una ficha relativa à IN^:)UÉiiIT03,
tcressan por artigos nacionais,
mas,

Outros se in

por considerarem melhor nossos problo

o que eqüivaleria a dizer que em futuro próximo teria que se

abrir uma ficha somente para os artigos nacionais. Enfim,

o homem pro

cura cada vez mais a perfeição, mas só através do experiencias poderá
alcançar osso desiderato.

xxxx xxxx
(1) TAUflE, Mortimer |et alii] - Studios in coordinate indexing.
Documentation incorporáted, °1953U

5

-

|U3A,

OBRAS DE REFERÊNCIA ÚTEIS \ 3ELEÇÃ0 DE
GESPECIALIZADOS EM MEDICINA, SEGUI^TO
SUA IMPORTANCIA

CARDENAL, L - Diccionário terninológico de ciências médicas,
por E, Capdevlläa Casas,

Barcelona,

vat editores,

xi, 132/4P.

aa., 19/45.

Ementa; Edição aunontada,c atualizada,

Buenos

Jiaod.

Aires, Sal-

ilust.

contendo uma tabela do

articulações e várias tabelas anatômicas correspondentes às
X. ^
artérias,

^
ossos, nusculos, nervos o veias;

menclatura anatômica de Basiléia
ses

Anglosaxões,

■importantes,
vidas,

(3.N.A.),

4
sinoniiiiia,

A no-

corrente nos pa^

teve especial acolhida!' para os termos mais

ou mesno para aqueles que poderiam originar du-

Da de cada vocábulo a etimologia e os correspondentes

en cinco idioi|as; alemão,

inglês,

francos,

italiano e português.

Menciona termos vulgares o muitos derivados, dando o correspondente nos

idiomas acima referidos.

Ao fim do volume encontra-se uma relação do vocabulário módico em alemão e espanhol,

Teve a colaboração de eminentes o^

pecialistas entre os quais sodpsâc citar;
CAPDEVILA, QARDENAL,

(S),

AGUILAR,

(F),

AZIJA,

FERNtot^Z SANZ, RECASENS, SALVAT,

TAPIA Y Tüimó etc„

cm

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20

�- 12 PINTO,

Pedro A.

-* Dicionário do ternos ncdicos*

Rio

1 do Janoirol,

Editora Gicntífica, 1958.
507p.
^
/
A
Enonta s Da a etimologia dos vocábulos, pos prefixos dos termos,
cm latim o cm grego,

Dos ternos vulgares faz ronissiva para os

^

científicos.
FOfíTES, Hugo - Dicionário do tornos mcdicos.
flio do Janeiro, Ed,

Científica

j

Inglos-Portugues. 2a.cd,
1958],

702p,*

Ementas Da a pronuncia figurada de cada palavra, segundo o "NEV/
CENTURY DICTIONARY o WEBSTEfí INTERNATIONAL DICTI0N4RY". Contem
as abreviações do uso freqüente nas revistas médicas, hospitais
etc. Menciona as fontes de consulta,

que são aliás de ótima pro-

cedência i Desenvolve os tópicos mais importantes, dando todos os
correspondentes em português, Ex,í

Artey - artéria
aborrant - abcrranto
acromial - acromial
afferent - aforente,

GOULD'3 inedical dictionary, Words and phrases goncrally usod in medicino
and the allied sciences, with their pronunciation and «lerivation,
Editod by C.V.
iston Company,
Ementa;

Brownlow, 5th reviscd od,
c
19^1.
1528p,

Philadelphia, The Blacl|

Contem tabelas de bactérias patogênicas pafa bohomcn

para os animais,

o .

tabelas do infecções causadas pelos metazoários,

tabelas do doses de produtos medicinais etc,
DORLAND, 17. A. Novman - The American illustred modical dictionary,
complejíc dictionary of the terms usod in medicino,
tistry,

pharmacy, chemistry, nursing, veterinary,

gy, medicai biography etc,
and dcfinition,

A

surgory, dcnsciencc,

biolo-

Uith tho pronunciation, derivation

Philadelphia and London, iv',3, Saunders, 1938,

l607p.
(Possui tabela para doses de produtos medicinais).

cm

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I Sc a H
s t e .O"
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�- 13 LOGIE, H,B,

- Noncnclaturn padrão classificnda das doenças. Compilada

pela Conforcncia Nacional dc Nomenclatura do doenças... Tradução
brasileira dc 3. Cândido de
Jr.
v\fEBST3R,

Rio de Janeiro,

Andrade...

lAPC, 19^2,

o L. do Freitas Guimarães

8i|3P»

A. Morriam - Webster now international dictionaiy of thij

English Languagc. 2a.ed.
Springfiold,

unabridged. V/ith reforenco history,.,

G. &amp; C. Morriam Company, 19^42,

"^v.

(Contem inúmeros vocábulos técnicos, que não são encontrados cm
outros dicionários, mesmo os especializados).
ORGANIZAÇÃO MmjDXAL DE SAÓDli: &amp; ORGANlZÇtÇÍO PANAMERICANA DE SAÚDE, od.Clasificacion internacional do cnfermodadcs.

Adaptada para índice do

cliodlognosticos do. hospitalos y clasificacion dc oporacioncs.
do Ia publicacion on Inglês;
ses,

Adaptacicn

International Classification öiß Disea-

Preparado por El Centro Latinoamericano do Ia Clasificacion

de Snfermedades.

Uashington, 19^1.

301p.

(Publicaciones Cientí-

ficas, nß 52).
BRASIL. Ministério da Educação o Saúde - Manual da classificação estatistica internacional de doenças,

Icsoos e causas de morte. Sexta

revisão das listas internacionais de Doenças e Causas de Morte, ado
tada em 19^8, Lista tabular do inclusões.

Rio de -Janeiro, 1952.

3^^p.
ORGANIZAÇÃO Mundial de Saúde - Manual de Ia clasificacion ostadística
internacional de enfermedadcs,

traumatismos y causas do dcfuncion,

Basada en Ias Rocomondaciones dc Ia Scptima Conferôncia de Revision
1955, y adoptada por Ia Novena

Asamblea Mundial de Ia Salud, on vir-

tud de Ia Rcglamentacion de Ia Nomenclatura do Ia OMS,

Gincbra,1957»

il89p.
FÜRSTENAU, Eugênio E,
gucs. 2a.cd.

cm

1

- Dicionário de termos t.ocnicos.

jRio de Janeiro]

I Digitalizado
-gentilmente por:

Ingles-Portu-

Gortum Carneiro, 19^8,

51^P.

I Sc a n
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�- ite QtlAVEo, Lulu G,

- è dictionary of food and nutrition, by Lulu G,

Grovos and Claroncc Wilbur Tabor,
Company, 1938.

Philadelphia, F,A. Davis

'^23p»

MíiRIE, Joseph S.F. - English,

German, Fronch,

Italian, Spanish me-

dicai vocobulary and phrases,
dolphia,

by Joseph S.F, Mario,
Philac
P, Blackiston's son &lt;3: co,, inc, j 19391.
.&gt;58p.
i

N0UVE4U LAROÜSoE MÊDIG^L ILLUSTHÉ, Édition onticroment rcfonduo du
Larousse medicai illustre,

public sous Ia direction du Dr,

Galtier-Boissièro, avec la participation de nombreux specia,
c
listes,
Paris, Librqirie Larousso,
1952,
IZlUp»
ilust,

REIS, João de Deus Bueno dos - Vademccum modico-farmacoutico. Zia. ..o(i,
são Paulo, Liv, Vademccum

j

s,d,j,

4 '1
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Ferreira, Havilah Cunha Pinto </text>
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                <text>Taube o seus associados da "Documentation Incorporated" defenderam, em 1952, a tese de que é inaplicável a prática de cabeçalho de assunto para indexar ou catalogar artigos, comunicações, ou relatos científicos. Partindo do princípio do que todos os tópicos de um artigo científico são importantes e que deve haver um ponto de vista comum entre o indexador e o pesquisador, criou, o ilustre Bibliotecário, um sistema a que deu o nome de "Uniterm". A Biblioteca do Departamento Nacional da Criança procurou adaptá-lo para que pudesse atender aos quesitos de sua organização. Codificando seus títulos de periódicos e fazendo algumas modificações quanto à sua aplicação chegou a um resultado que poderá ser aplicado à Bibliotecas semelhantes.</text>
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3

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1

Digitalizado
^a^s'stem
■^gentilmente por: ^^..i!..'"

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��ONGRESSO BRASILEIRO D3 BIBLIOTECONOMIA E DOCUIáSMTAÇÃO

Documentação na industria têxtil,
por
Gilda Maria

V/hitaker Verri

Fortaleza
1963

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�Tema

III -

Informação Científica

D0CTTJP.HTACX0 NA IT^nTTgTHiA

CDU

Tt;XTTT.

002 s 677

0 - Introdução
1 - Campo de trabalho
2 - Plano de ação
3 - Organização dó material
4 - Sistema de classificação
5

- Execução

6 - Conclusão
qrcv
\J^ )&gt;o

Gilda Haria T/hitaker Verrl
Chefe da Biblioteca da Comissão do Desenvolvimento Econoraico
do Estado de Pernambuco
( Ç O D E B E )

IV

COJÍGRLSSO

BRASILEIRODE

BIBLIOTECONOMIA

EBOCUMENTAÇJÍO
UNIVLRSIUÍDE
7 a 14

de

DO

CISARA

Julho de I963

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�- 2 -

0 - ITTTRGDôCÃO

-

Ao atingir determinado grau

de de sen

ôolviffl^nto e interessada eri acompanhar o grogresso, \ima indústria têxtil
do fiecifo, resolveu inplantar uri serviço de docunentaçao
da necessidade de re"unir,

selecionar,

periódicos, plantas,

snrgiu

organizar e analisar o material

documentário acumulado durante vários anoss
de livros,

que

esse acer^T-o é constituído

folhetos, catálogos de pmostras e fo-

lhas solt?s.

I

A primeira medida adotada para solucionar o problema foi con
tratar uma pessoa que recolhesse e selecionasse esse'material;

essa

pessoa, embora não tivesse conhecimentos de biblioteconomia, «onsegiiu
fazer uma pre-classificacão do material por espécie e por aÄ9^uito.Pos_
teriormentr

foi contratado um técnico em documentação.

1 CAÍtPO DE TM'IALIIO
Podemos resumir em poucos itens os problemas a serem resolvo^
dos pelo técnico,
1)

como medidas de urgência.

tombamento do material

2) controle de chegada e saída
3)

localização preeisa

k)

documentação acessível ao pessoal técnico

5)

informação rápida

6)

reunião sistemática dos assuntos

7) utilização Imediata
Fomos encontrar, de início:
1) uma pessoa encarregada de responder pelo material
2) material pre~classificado por espécie e asstmto
Ji)

interesse por parte da chefia em utilizar o sistema de car
tas perfuradas IBM

2 - PLAIIO DE AÇlo

cm

1

a)

contacto com a chefia

b)

esclarecimento do campo de ação

c)

contacto com a pessoa responsável pelo material

d)

contaeto onrn o n.p.terial documentário

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�- 3 e) visita as instalações da fabrica
f) visita as maquinas IHÍI
g)

elaboraçno de iim codigo de assunto adaptado ao sistema IBK,
feito em cooperaçao com o pessoal técnico

h)

planejamento do ästema de organização

i)

levantamento do material

j)

tombnménto por espécie

k)

classificação do materir»!

1)

pesquisa de assuntos especiais

m)

compilação de bibliografias

3 - ORGAFIZACIO DO MATERIAL
3.1 - Periódicos
Foram tombados em fichas Eardex 125 títulos de periódicos e 35 títulos de duplicatas.
3.2 - Livros
Foram rcgistrrdos em livro de tombamento H8 volmes,
3*3 - Plr'.ntas
As plantns foram tombrdas de acordo com a arrumação prellciin?r, isto e,
ço?

por assunto,

"^las constituem o maior a»rrvo do Servi-

são plantas da fobrica, de máquinos, de penrs de máquinas e ate

parafusos,,.

nc tombado;

/
as maquinas no pto dp comprr,

89O,

de

As cónias das plajitas que acompanirm

forrm registrfdas e guardadas separadamen

te em conjunto com os materiais e folhetos que também vêm jimtos,

^ste

•2C grupo compõe-se de 35O plantas.

U. SIST^ÜA DTÍ nLAS3IFia\cXo
o primeiro sistema de classificação apresentado foi
CÜIT.

a

Infelizmente a divisão proposta pela classificação não está sufi-

cientemente desenvolvida pfra adaptar-se às necessidades da indústria t®
til»
to

Foi então sugerido o uso dos cartões perfurados

ço para novos assuntos.

1

, nara tan

foi elaborado um código em mWros contendo todos os assuntos e pro-

cessos empregados na indústrir de tecidos.

cm

I 3 M

O código prevê bastante espa

^Ae é simples pois vai de 001 a 999?

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os primei-

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�- 1; ros alsorismos pbrangRn os processos e ?s nnquinas àfí Fíacao^ Toceln~
gem e acabrmcnto«
O cartão a ser perfurado foi dividido en duas partos:
quivplente aos dados da ficha principal c a 2&amp;,
dito.

e-

ao assiinto propriamente

A traiiscrioão do assixnto aparece ao alto da carta.

gia adotada para a 1£' oarte foi:

a

A terminolo-

(os mímeros entre parentoses eqüivalem

0 nc de casos deixadas para perfurar)
1

Tíspécie

(1) - esta casa não devera ser utilizada,

ó reservada para In

dicar se o documento e confidencial ou nao)
12

tipo (2)

(- livro, mapa, folheto,

22

assunto principal da obra

3®

nö de livro do periódico etc (U)nQ de chamada,

(3)

(=código adotado)

tJltimo
os 3 itens formam
o nC de chamada
/oio

(2)

!ic do volume

(h)

Pagina (5)
Ass\into (1X3)
Para a utilização dos cartões havcra um índice alfabético

e

um minimo de assunto.
5.
5.1 - A primeirr experiencia do uso do cógido está sendo feita
com as plantas,

Para classificá-las resolvemos dividi-las por taxianho.

Convencionamos tre-s míneros para indicar as três dimensões em que sempre se apresentam.
baixo,

Demonstrando o emprego do código, damos o exemplo a

(as plantas sao guardadas na horizontal e o mimero de chamada

e

colocado no canto inferior esquerdo, e em ordem numérica).
Le-set
Ex:

cm

1

001

Planta 1)., tino 53

107 - "Edifício

do rdi:^ício da

53 - U

Fiação.

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�- 5 -

001

= Fi acro

107

= Edifício

53

~ """ipo menor dr

plrntr.

= i^'^u/nero de registro,

o
•H
O
^
m
fC

; c I
-P
{ § 1 c I
I
.
^
^
-2
í
o
\uj
-H
'Tri i a
ti
a ! &lt; !
{&lt;3j

isto e, de plantns cori rs indicações acima.

Ph
S:-,

K.
(os nc® entre parõnteses indicam o nö do espaços a perfurar)
Funcionará ao nrsmo tempo, para servir de índice ao classifi
cador, em folh?^s separadas o seguinte esquema;

(eqiiivale tanbem ao rí

de plantas qiio tcn a mesma indicação, assunto e sub-assunto, mas
•
^
v&amp;ria de trmanho ou tendo vários exemplares),

001

FIAÇÃO
^

(assunto?

que

^9"^ EDIFÍCIO
(sub. assimto)
Tamajihos

51

52

53

1

1

1

2

51

52

51

•

2
3
h

'•2 Foi apresontado pos térmicos uma vista analítica dos porlodlCOS existentes no Serviço.

A lista é o resultado de xima busca realiza

da durante o registro e renne as indicações referentes a cada periodioo.
Cada título conte'm;
o endereço,

o título do periódico pròprianente dito, o editos,

a data do*início da coleção no Serviço e a relaçao dos as-

sunto^tirranjados alfabeticamente por pais e conta também com um índice
alfabético do títulos.

cm

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�- 6 -

6, - Conclusão

O bom uso e a pratica do sistrna
de poucos meses,

IBM será

testado dentro

l^Isperamos qur a nossa exporlencia-possa servir de a

juda a algtim outro centro que se queira Ipncar no mimdo dos computado
res.
Para maiores esclprecimentos estamos no endereço;
•

Cx. Postal 916
Recife - Pe. Brasil

m
i

#

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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gentilmente por:

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Digitalizado
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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA S DOCUMENTAÇÃO

Os

arquivos corao fonte fundamental de documentação
por
Flavia Rubens acgIoIí Prado

Fortaleza
1963

Digitalizado
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st e m

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lí

�TRMA 7

UNIVERSIDADE DO CEARÁ

CDU 930.25:002

Os Arquivos como^fonte fundamental de documentação
•..V- v.
por
Flavia Rubens Accioli Prado
I

Introdução
do
Professor David Carneiro

i
Trabalho apresentado ao IV Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Docu
mentação, realizado em Fortaleza, dõ
7 a 1^ de ó^lho de 1963.

�COiS'T&gt;JÚDO

♦

Introdução

5

Conceito fundaracntal

6

Qualidades de um arquivista

7

Tipos de Arquivos

8

Seleção e arranjo

9

Tcndtncias Eodcrnas da Arguivística

13

Dinaaização da Arguivol^gia pelos processos
modernos dc regi 3tro do documcntos

14

Arquivol'^gia e Biblioteconrnia

14-

Esboço de ur iDrogracia de Arquivolo5';ia para
as Escolas dc Bibliotccon^^^ia

15

Reconcndação

16

Referências bibliográficas

17

SINOPSE
Expoê as finalidades dos Arquivos co-ic inètituição e
especifica o aatcria de Arquivo como documento.
de pesquisadores,quais os âsteTüas
arquivista o tipos de Arquivos.

Sob o ponto de vista

de classificação,

'^alidades

de

Ressalta a inportância dos arquivos

econôraicos-sociais.

Princípios de seleção e arranjo apresentando van

tagem g dt-svatafy^n.

Técnicas Liodernas de duplicação e registro de do

cuiaentos no progresso da .irquivística. Rocomcnda o ensino de Arquivo
logia nas Escolas de Bibliotccono-ria propondo um programa básico.

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I N T H o D U Ç~Ã O

Embora não h-jj no presente século, mais,

a pos-

sibilidade de saber-se como e por que forma foram guardados na antigüidade os primeiros documentos, constituídos desde logo em

ar-

quivos embrionários, na realidade a lóp:ica nos fornece diretrizes
para conceber,

desses arquivos primitivos,

como de quaisquer

seu

surto e sua cosntante evolução.
. O Ocidente possue no tíouseion de Alexandria e na
Torre de Nara do Japãp,

esses dois embriões modelos, marcos zero -

de evolução, modelares, ao mesmo tempo das bibliotecas,

dos museus

e dos arquivos históricos.
Necessário é,

sem duvida,

distingui-los, pelas -

suas funções e a natureza dos elementos culturais ciue depositam.
i Biblioteca é a reunião de livros, de codigos,
de obras realizadas por artistas, dramaturgos, historiadores, pesquisadores,

cientistas e poetas,

aue nos papiros ou nas tijoletas

assirio babilônias ou nos rolos de pergaminhos expunham idéias,
pressões,

im

extravasando sentimentos ou procurando passar à posteri-

dade quanto de extraordinário um dia houvessem assistido,

visto ou

concebido.
Os livros destinavam-se não apenas a expansão
comunicação de sentimentos,
geração,

idéias e projetos,

e

dentro de uma mesma

senão também visavam a permanência nos pósteros daquilo -

que alguém pensou e redigiu segundo as boas reguas da linguagem

-

(sem se,f,'uir as quais essa comunicação tornar-se-ia impossível) segundo as formas coetâneas.
II Os Museus (de início não separados das biblio
tecas) assim denominados por constituírem local onde se reuniam as
musas ou aqueles aue delas esperavam inspiração, passavam,

a pouco

e pouco a ser local onde se guardava a documentação concreta de he
roicidades pretéritas dos povos:
dos,
seus,

Armas, reliauias de heróis,

escu-

donde a denominação grega de oplotecas aos seus primitivos Mu
armados nos templos consagrados a Marte, á Minerva ou a outros

deuseus invocados nas horas de perigo da mesma forma como ho^e,

sob

outra capa se invocam Virgens de vária denominação,

tam

bém

específicos,

ou Cristos,

ou santos igualmente milagreiros.
III Enfim os arquivos,

ainda hoje não totalmente

separados em toda parte, de museus e bibliotecas (mas com essa ten
dência em todos os mais adiantados países do mundo) são o repositó
rio de documentário eventual, de destino efêmero dos múltiplos eleé
mentos, que talvez devessem ser destruídos ou que não sendo destina
dos especificamente à permanência,
do valor.

tenderam a eternizar-se,

ganhan-

Os documentos então escritos para preencher um destino

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�atual, comunicando noticias impressões ou projetos,
ou eventualidade da vidacomum,

ordens ou fatos

cotidiana, depois passavam a ser de-

monstração de "realidades escondidas",

quando a história,

&lt;1

feita por

memorialistas ou pela recomposição alinhava de tradições lendas e impressões e notícias,

coesas,

encobria situações difíceis,

atuações

menos conhecidas porém mais realmente importantes do que aquelas que
as aparências consagradas pela tradição, pudessem revelar.
Os arouivos tiveram, pois sempre um duplo destino:
Jurídico e histórico,
ao mesmo tempo.
cados,

ou jurídico e histórico ou historico • öuri'dico

Serviam para .justificar condutas dos altamente colo

quando sua "estrela" ou seu prestigio político,

lo de outros ulteriores lideres,

tendo desaparecido,

superado pe-

seus atos pas-

saram a ser olhados sob angulo e prisma inteiramente diverso.
Cada lider,
documentação de sua vida:

cada Chefe político tendeu a guardar

Cartas,

contas, partes de batalha,

feitos em horas dificeis por chefes a subordinados,
de gratidão,

a

apelos

demonstrações -

ordens para iniciativas de extrema responsabilidade em

que honra era posta em jogo.

Tudo passou a ser guardado porque tudo

foi julyado à vista das mudanças de situação ou na espectativa de sua possibilidade.

Da felididade -para o demerito absoluto como acon

teceu a Carlos I da Inglaterra,

ou a Luiz XVI e Maria Antonieta de

França.
A história é um Tribunal.

E embora nem todos tenham

importância para merecerem ser julgados perante ela,

qualquer crimi

noso vulgar, para que seja julgado, determina o amontoado de documentação especifica no autos de um processo de sorte a permitir aos
juizes a formulação certa de hipóteses,

a respeito da ocorrência

que deva ser focalizada para julgamento dos réus,

-

sua condenação ou

absolvição. As figuras históricas são sempre réus potenciais.
Dos arquivos particulares de pessoas públicas é que
surgiram os arquivos históricos,
se serviço permanente,

de caráter nacional,

constituindo-

com pessoal especializado funcionários manti

dos para esse efeito.
De início os arquivos não foram outra coisa além de
amontoados de papéis de várias origèBs.
Logo eles se começaram a classificar por datas e

-

por pessoas, admitindo especificidade múltipla.
Dois arquivos europeus podem servir de exemplo a es
ta nossa esquemática introdução:
O "public record office de Londres e o Arquivo Colonial de Lisboa.
O primeiro elemento destinado a servir um publico extremamente amplo e intelectualmente em extremo adiantado,
por intermédio a Universidade de Londres,
tálogos a série de documentos que

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serve-o

e publica em livros e ca-

^de século em se'culo vão sendo

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�postos à disposição dos estudiosos, na forma de índices.
O .segundo,
da Torre do Tombo
CO de Portugal,

,

acumulado em muitos séculos,

e separado

que reúne expressamente o documenT:ário específi

destina—se a servir aos estudiosos das antigas e

—

atuais colonias lusitanas desde a grande época dos descobrimentos»
Aquele já possue tudo esmiuçado e catalogado.
Ê fácil ir-se ao que se quer,
e pre-determinada:

se a nossa pesquisa

Século, assunto, guerra especifica,

lugar,

pode servir para uma busca anterior à chegada ao arquivo.
se vai para uma constatação final,

tudo

A este só

ou verificação de forma.

O português ainda e mina a fornecer riquesas inesperadas. Os especialistas era diplomacia,
a leitura da documentação,

os arquivistas habituados

são estupendos, habilissimos,

extraordi-

nários, mas ha ali muita coisa a fazer ainda sobretudo para nós bra
sileiros.
O arquivo da Inglaterra não publica os seus documentos, mas o Índice classificado do que possae.
O outro,

o pox'tugues (Colonial) nada tem publicado,

mas.ambos facilitam absolutamente tudo aos estudiosos e pesquisadores,

ainda que a facilidade do inglês é incompar'avelmente maior

quando se sabe-o que quer.
Quando em 195® voltei da Europa,
torio e o entrequei ao Governador do Estado,
o

rquivo /-.istorico do Parana.

trouxe o meu rela

por decreto foi criado

Mas tudo se resumiu a esse decreto.

Nossa documentação histórica local está se perdendoAs : amaras têm queimado seus arquivos,

quando os bi

chos não os destróem e as traças não os devoram.
É certo oue Curitiba publicou parte dos seus arquivos nos boletins,

sob a direção admirável do historiados Francisco

Negrão, mas o arquivo de Paranaguá desapareceu, pelo que se pode saber das referencias de Vieira dos Santos,
aproveitado.

O Brasil já esta em época,

com as suas Universidades

oficiais de entrar em combinação com elas,
mo serviço publico especializado' ,
vo »acionai,

que o teria examinado e -

e faze-las trabalhar co-

como fazem os ingleses.

tantas vezes visitado e aproveitado por mim,

bem, mas tem organização obsolete.

-

O/^rquifunciona

Pode modernizarsse e expandir-se

com a publicação de seus índices e de um ou outro documento modelart
integro.

O arquivo de São Paulo também é riquíssimo.

Parte

dele ja foi publicado, mas também na sua totalidade em lugar de o ser sob classificação,

apenas para guiar com segurança os estudio-

sos sem custarem fortunas as i'esxoctivas publicações.
D.C.

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CONCEITO FUNDAMMTAL

A principal finalidade do Arquivo e registrar
todos os documentos,

a ele confiado-^- sem dist

" ção e cronologi-

camente.
O Arquivo é a "memória" de um organismo,
um Estado,

de -

de um País, de um Povo, de uma Época ou de uma Civi-

lização .
Em seu processamento de dados ele pode conduzir ao levantamento da História religiosa,
ca,

sòcial, política,

econômica,

ca, desde a de uma Civilização,
de épocas distantes,

filosófica, heralái-

científica,

literária,

artisti

até ao menor incidente nacional

ou ao menor fato pessoal que se tenha int_e

resse investigar.
O material dos &lt;?rauivos são,

formalmente,

os

documentos oficiais provenientes de repartições públicas.
Para tornar possivel a sua pesquisa posterior
é necessário agrupar racionalmente esses documentos segundo

um

sistema previamente escolhido.
Os sistemas de classificação de documentos têm
preocupado seriamente os arquivistas.

A diversidade de finalida

des para as quais cada documento pode servir nas pesouisas,
gundo o ponto de vista do ptsauisador,

se-

tem dificultado essa ta-

refa,
Um economista não vê um documento sob o mesmo
aspecto que um historiador.

Entretanto,

a evolução histórica,

o

registro de fatos políticos cTbservados pelos historiadores po dem levar os economistas a detcriainar e prever os ciclos econômicos. O historiador de negócios vê um documento de maneira diversa do industrial que visa o lucro,

enquanto aquele a doutri-

na.
O grande problema das imensas lacunas em nossos Arquivos é á-f-Yido a que nem todos os povos tiveram o culto
pelos escritos.
Mesmo os reis que tinham verdadeiro culto

a

seus arquivos e só os confiavam a pessoas de toda a sua confian
ça,

apenas mantinham em seus "tombos" os documentos que julga -

vam de interesse para a política de seu reinado.

E para evitar

perdas, mandavam tirar cópi-^s e as distribuiatijpelos principais
mosteiros, lugares sagrados,

a quem confiavam a guarda.

Enquanto os Arquivos tiveram apenas interesse
de pesquisas históricas permaneceram estacionários.

Somente

quando iniciou-se a fase de interesses políticos foi que os Arquivos tomaram um novo aspecto e aceleraram sua marcha pc^ra cum
prir o papel que a Humanidade deles espera.

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l'i

�Assim como a curiosidade ou a ambição fizeram sur
gir os "ratos" dos túmulos dos faraós,

assim surgiram os "ratos"

dos arquivos.
O desaparecimento contínuo de documentos fez com que
em várias épocas se tomassem medidas para coibir os roubos. Leis
cartas de excomunhão,

etc.,

foram promulgadas.

Em 1621 foi lavrada Carta de Excomunhão contra todos aaufcles que se apoderassem,

ilicitamente, de documentos per-

tencentes aos Arquivos Reais.
No Regimento do Arquivo de Évora,
Jhoanes Mendez GÓis,

lê-se que

elaborado por

..."todas as escrituras serão poa

tas em arca de duas chaves das ouais uma terá um vereador e a ou
tra um procurador".

OU/^LIDADES D£ UM ARQUIVISTA

"Para o bom artífice não hà
má'ferementa."
Não resta a menor dúvida de que o melhor profissional ê o de vocação.
O serviço de Arquivo, por ser de grande responsabilidade, deve ser entregue a pessoas com o necessário preparo
técnico e aptidão para o trabalho,
O descrédito dos Arquivos,

ocorre,

em geral,

em en-

tidades que entregam a sua organização a pessoas muito jovens

e

consequentemente sem a necessária maturidade e experiência, ou

a

pe ssoas idosas que não têm mais animo e entusiasmo pelo trabalho.
Os jovens por sua inexperiência são em geral irriguietos e pulam
de um ser.viço para outro,
a

sem ter o principal princípio que rege

Irquivologia - o método,
A desordem das idéias,

inimigos da Arquivistica,

a indisciplina mental são

-

e em geral conduzem a imprevisibilidade

- a falta de espírito crítico,
O tino para classificar os documentos éinerente

a

faculdade de memória e espoirito analítico.
Por outro lado a sistematização no trabalho do arquivista é o principal índice de progresso e ordem.

A complexida

de de assuntos e diversidade de pontos de vista com que são tratados os documentos,

induziria un

arquivista, menos avisado,

a

um caos.
Sobre todas as qualidades de um arquivista,
impulsiona seu serviço e o engrandece,

o que

é incontestavelmente,

o

dinamismo.

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�TIPOS

DE

ARQUIVOS

-8

Desde os hebreus se tem notícia

de que já reuniam

seus documentos em lugares próprios.
Os egípcios, gregos e romanos mantinham seus arqui
vos públicos nos templos, lugares sagrados e nos palácios dos imperadores.

Prova evidente da preocupação de pre erváãlos e do va-

lor que lhes atribulam.
Atualmente os Arquivos sofreram as influências des
centralizantes do progresso.

E uma infinidade de tipos de Arquivos

surgir-m e surgem a todo momento.
Em linhas gerais podemos classificar os Arquivos em
gerais e especiais,

quanto a extensão, ei públicos e privados,

quan

to a entidade a que estão subordinados.
Arquivos públicos - são os mantidos pelos serviços
governamentais e postos a consulta, publica.
nais, Estaduais, Iviunicipais,

São os Arouivos Nacio

e os Historicos, Geográficos,

etc.

-

pertencentes à instàtuições públicas.
As Universidades brasileiras devem ser alertadas pa
ra o papel importantÉssimo çue poderá proporcionar na pesquisa cul
tural de seus Estados, com o arquivamento sistemático de seus doou
mentos e incentivando a formação de arquivistas.
Arquivos privados - são os pertencentes a organizações culturais,
ou indivíduos,
organização,

comerciais,

industriais ou reunidos por familias -

organizados com documentos pertencentes a própria

família ou indivíduo,

ou nao postos a consultas.
Mosteiros, de famílias,

ou a eles estranhos.

São os Arquivos de bancos,

Podem

ser

associações,

etc..

Freqüentemente os Governos tem adquirido arquivos
particulares

Julgados de interesse para o Estado,

da mesma forma

como adauirem bibliotecas particulares que assumem um determinado
valor.
ARQUIVOS ECONÔMICOS E SOCIAIS

As fontes dos Arquivos nacionais são em geral,
Presidência da República,

ou Gabinete Real,

deres Legislativos e Judiciários.

os Ministérios,

a

os Po-

Mas esses orgãos não constituem

as únicas fontes dociimentais da história de um povo em todos os se
us aspectos.

A margem das fontes formais de documentos públicos,

surgem as empresas comerciais,

industriais,

as sociedades,

-

estabe-

lecimentos financeiros.
Podemos facilmente imaginar o que representaria para um historiado-', do séc.

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XXI,

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os arquivos do imenso império econô

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mico representado pela famosa wall Street,
Shell, do Eximbank.

ou da General Motors, da

Lembrando-nos o lucro do ano de 1962 da General

Motors foi maior que as despesas do Governo Brasileiro, não será dif^
cil avaliarmos o que os arquivos da General Motors representa:.íem mate
ria de pesquisas ci ntificas,

economicas e sociais,

técnicas,

etc.

Um historiador do futuro tiraria conclusões comple
tamente invoridicas se limitasse suas pesquisas sobre nossa vida atual apenas nos arouivos nacionais.
O historiador de negóffios não terá'/econômica do se
culto passado, se não tiver acesso aos arquivos das principais empresas
comerciais,

industriais e financeiras da época.
Os governos têm tentado controlar os arquivos de em

presas, mas encontra forte oposição.

Quando mais a empresa cresce, mais

ela tenta fugir ou anular esse controle.
Na luta do poder politico sobre o poder econômico e
possivel Que no interesse público,

os governos possam exigir o dep6si~

to oficial de tudo o que representa um valor real dos estabolocimentos
empresariais. A concorrência econômica,

fartamente defundiií pelos fins

lucrativos, poderá ser solucionada sôbre o depósito selado por período
tão longo ouanto as empresas acordassem.
O governo tornareseqia o "Arquivo da história de negócios do país".
A Inglaterra deu esse exemplo fiondado em 193^» o
Conselho para a Preservação dos

Arquivos de Negócios que iniciou seu

levantamento ^sôbre os arquivos mais antigos procurando,

sabiamente re-

cuperar o que hal7ia sido negligenciado .
Outro aspecto interessante é a regulamentação impôs
ta as empresas por parte do Governo,

com a finalidade de obter dados -

para estabelecer tarifas às concessionárias do Estado.

Essa regulamen-

tação, para conseguir seu intento estabelece normas as empresas quanto
a organização e manutenção de seus arquivos.
mar,

Bastaria ampliar essas nor

e teriamos alem da preservação de nossos bens materiais,

os morais.

Embora o liberalismo das empresas tenha evoluido
muito,

e alguns proprietários de arquivos tenham permitido,

a historia

dores qualificados, acesso a eles ou publicado suas experiências e renovações, nenhuma empresa divulgou até hoje, um diário completo de suas
atividades,

ou algo semelhante.
SELEÇÃO E ARRANJO

Seleção
"O Arquivista procede com o arquivo como o Arqueo'logo com uma
peça pré-historica".

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A grande questão sucitada quanto à seleção de documentos,

e se ela deve ser feita pelo Arauivista ou por um especialis-

ta no assunto do documento?
O argumento a favor do Arquivista,

é de que ele é um

técnico em seleção e estuda os processos de avaliação de docu.entos com
imp-ircialidade e com cspii?ito da pesquisa no campo geral a que esse poderá servir e aquele quem dará a classificação desses documentos.

Ao -

passo que um Historiador vê um documento sobre o valor da comprovação
de um fato ou ocorrência cue poderá deduzir um acontecimento subentendido ou oculto, mas que se suspeita.

O Economista vê um docuíáento sob

o aspecto de dados estatísticos, histórico de preços,
evolução de industrias,

etc.

E o médico,

ção clinica, propedêutica, pitologica,
ta uma cultura geral,

a introdução

e

o vê sob o valor de informa-

etc.O recurô é dar ao Arquivis-

ou conforme a tendência moderna,

a especialização

no assunto do Arquivo a que ele ira se dedicar.
O Arquivista para um desempenho geral de suos funções
deve ser üm pFOuco encadernador (para poder avaliar uma encadernação),
restaurador (para preservar),
reveladoras e insetecidas),

químico ( p.-ra conhecer das substâncias

Engenheiro (para instruir na construção de

prédios destinados a arquivos),
com arte e gosto),

Arquiteto (

para dispor as instalações

Entomologista e micologista (p^ra combater os inse-

tos e fungos aue infestam os documentos,arquivos,

estantes,

etc.) e fo

tógrafo (para decidir sobre a duplicação de documentos).
d Arquivista na operação de seleção sofre como todo
pesquisador, as tendências da época.

O que é um limite ao julgamento

com segurança do que pode" ser destruido ou guardado.
Tem-se tentado estabelecer códigos ou tabelas de re
tenção e destruição, regulamentos que prescrevem regras de conservação
e supressão,

(uadros de documentos sucetíveis de serem suprimidos,

mcnclatura com os prazos determinados para cada tipo de documento,

o
es-

tabelecendo em cada campo específico, preceitos próprios.
Eta sentido lato os documentos, para seleção podem
ser considerados eternos, de vida curta,

e rápida daducidade.

Podendo ser assim esnuematizado:

Posteridade
Atualidade
Caducidade
"morte"

O princípio aue rege essa classificação consiste
em determinar os documentos que devem ser preservados eternamente e o
"tempo de valor" para cada um das segunda e terceira categorias.
Nesse sentido o governo francês, baseando-se em

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princípios de 1844, regulamentou a lô de
de seleção dc documentos,
I.

de 1921,

aa regras gerais

estabelecendo:

- Devem conservar-se indefinidamente,

em princípio:

a) todos os processos e registros encerrados anterior
ao ano VIII
b) todas as peças gue possai;i estabelecer um direito em
proveito de uma ad^iinistração, de uma associação ou de \xm particular;
c) todos os documentos que apresentam ou passam adquirir um interesse histórico.
II - Podem, em principio,

ser suprimidos:

a) os documentos cujos dados essenciais encontram-se em
outro documento recapitulaôávo,

principalmente se esse documento foi -

impresso;
b) os papéis que nao apresentam senão um interesse temporário, porque ultrapassado o momento em gue podiam ser úteis.
Embora as regras sejam simples,

tornam-se dificeis de -

discer ,ir o valor de um documento diante das tendências da época e o
alcança do Arquivista da precisão para um futuro remoto. Mas é principio básico e indiscutível de q-e sempre que houver duvidas qHi.i;to,

at-r

preservação ou destruição de um documento, este deve ser preservado

-

"in dubio pro reu".
Mas cm todos os países,
responsabilidade do Arguivista,

tem sido deixado a iniciativa e

a destruição e guarda dos documshtos.

Quanto ao assunto,

a prioridade é porinterêsse historico

e administrativo.
O mais importante fator da seleção e a sistematização. E
é também o mais dfficil.
Sfcleção.

Os historiadores, :

são inimigos naturais

da

Argumentando que um fato sem a menor importância pode constitu-

ir um fato-chave no futuro. Assim é que uma prestação de contas de um
"Master of Revels"

da Corte de Jaime I pode parecer caduco,

entretanto

serviria para o levantamento de artist. as que se apresentaram na época
os jogos de salão,

costumes sociais,

tecidos,

iguarias,

vinhos,

erfim -

uma infinidade de pequenos detalhes que seriam importantes em uma biografia ou num estudo de usos e costumes,

ou mesmo industrial da época,

fonte imprescindível da literatura inglesa, principalmente nos estudos
ãóbre Shakespeare.
Mas a seleção é inevitável.
prejudica a

E quanto mais relegada, mais

nidade.
Ravisse calculou, para os 1.500 quilos que um estabele-

cimento bancário parisiense recebia por dia,o acúmulo de 450.000 ouilos
por ano.

E para uma coleção de 5o milhões de documentos públicos pelo

exame de 30 por.dia,

levar-se-ia um milhão de dias para ser concluido,

ou seja 5 mil anos.
A par da análise qualitativa e quantitativa entram o
bom senso e a cultura do Arauivista.

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�Arranjo

"^2
"Um lugar para cada documonto e
cada documento em seu lugar".

.".índa Que a maioria dos arquivos sejam organizados
ordem sistemática,

èm

ou porque seja regra adotada por regulamentos dc%

tado ou recomendação de í^ssociações de Árquivistas,

a ordem

cronoló-

gica tem sido defendida por numerosos e acalorados pesquisadores.
Em defesa do arranjo cronológico,
sociais,

argumenta-se qua aos

historiadores políticos,

econômicos,

literatos,

artísticos,etc

proporciona num rela-nce,

toda a seqüência com que se desenrolaram

os

fatos de uma determinada época.
Um obstáculo a esse arranjo são os documentos sem data.
É verdade que determinados tipos de documentos são incontestavclmente preferíveis em arranjo cronológico.

Entretanto,

a du

plicidade ou multiplicidade de tipos de arranjos num irauivo, pode con
duzir a uma prolixidade de serviços, absolutamente irrecomendavel.
Em defesa do arranjo sistemático, hà o exemplo
por um professor da "Ecole des Chartes" de Paris,

citado

quando documentos -

isolidos pertencentes ao século XVIII forami retirados de diversos

ar

quivos para serem ordenados cronológicamente - a maioria não era data
do.

Por mero acaso, chegou-se a conclusão de que todos esses documen

tos pertenciam ao Gabinete de Luiz XVI.

Somente com a sua reunião foi

possivel estabelecer uma seqüência lógica e mesmo atribuir datas
tornar legivel ou pelo menos interpretavel a coleção.

e

SÓ assim,ela po

de trazer a luz fatos importantes dêsse reinado.
i dispersão cronológica dificilmente poderia conduzir
a interligação aue o local - Gabinete de Luiz XVI - deu a "chave"

da

incógnita.
Não seria suficiente adotarmos o arranjo

sistemái7ico.

Teriamos gue decidir qual o sistema.
A discussão dos sistemas tem sido assunto

para

os

mais extensos tratados.
Limitar-nos-emos a enunciá-los:
numérico,

geográfico, decimal,

ideológico,

alfabético,

qualitativo,

alfabético

cronológico

,

etc..
O princípio da provúniência,
mantidos pela repartição aue o originou,
arquivistas.

Êsse princípio,

em que os documentos

são

teve grandes adeptos entre os

surgiu na França após a Revolução Fran-

9^®®^
baseia-se na preservação dos documentos^por unidades orgânicas
^.londs ;
Na Inglaterra usou-se a* expressão
grupos de arquivos
(archives groups) em vez de unidades orgânicas.
Nos Arquivos nacionais é adotado o princípio de grupos
de arquivos e definido como "unidade primordial do arquivo"estabelecido

�-13
pelo principio da proveniência com a intenção de constituir unidades
para o serviço de arranjo e descrição dos arquivos e publicação de seus
inventários,
Embora baseados no mesmo principio os termos unidades
orgânicas e grupos de arquivos não são equivalentes. Um grupo de arquivo
pode ser úma unidade orgônica,

várias unidades orgânicas, ou ainda par-

te de uma unidade orgânica.
A interpretação desse princípio tem variado constantemente. Na França,

onde foi formulado, cada unidade orgânica é arranja

da por grupos de assuntos e dentro de cada grupo,
alfabc-tica,

cronologica, geogr-ificamcnte,

vários paises,

os itens dispostos

etc.. Na Holanda,

seguida por

e na Prússia estabeleceu-se que os documentos em cada uni

dade orgânica devem ser mantidos na mesma organização dada pela reparti
ção que os originou.

TmêNCIAS MODERNAS DA 4RQ.UIVISTICA

Em principio,
os paj)iros,

as tabuletas de argilas,

o codex tiveram a mesma finalidade dos modernos materiais

bibliográficos de hoje - difundir os conhecimentos.
mento dessa difusão que chegamos ao nosso século,
ttes, discos,

os pergaminhos

fitas de gravação,

Foi no aperfeiçoa-

aos filmes, microfil

etc..

O maior problema que preocupou os Arquivistas dos
mais remotos "Museum" aos modernos Arquivos,

-

foram os de preservação e

guarda.
Naturalmente, acompanhando as tendências modernas de
duplicação de documentos,

surgiram as técnicas modernas de armazenagem

e manipulação.
Além dos filmes documentários públicos pertencentes
aos orgãos governamentais, possibilitou aos Arauivos possuir a coleção
completa de um determinado assunto ou assuntos de um outro Arquivo por
métodos fotográficos.
No Museu nacional da Noruega,

gravou-se informações

orais colhidas de testemunhas de f ^.tos entre 167o a 1910 relacionados
com a vida operária.
Os filmes particulares quando pertencentes a pessoas
Importantes ou quando registram fatos de algum modo interessante também
devem ser guardados nos Arquisros e mesmo estimular as suas doações ou vendas.
A classificação e catalogação de filmes tem sido outro problema árduo para os Arquivistas.

Em geral,

é feito um relatório

técnico para cada rolo de filme indicando o assunto, a origem (repartição ou particular) e a historia (
título,

r
i:

as informações que contém,

a finalidade para o qual foi feito) sinopse de ação, conteúdo cênico, gra

/

�-14
vação sonora. O catalogo de filmes 4 feito alfabeticamente por reparti
ção de origem,

ou qualquer outra procedência,

títulos e assuntos.

4léni dos cuidados especiais de armaz' nagcm:

ar, umi-

dade, temperatura, hrá os cuidado de preservar contra incêndio. As peli
cuias à base de nitrato de celulose são altamente inflamáveis e de com
buetao expontanêa e exigem equipamento e isolamento contra o fogo.
Um dado importante para o relatório do filmes,

é o.

autor do mesmo e ainda cm que ocasião c data para aue fins e em quais
condições foi realizado.

São as referências que darão possibilidade ao

bistofiador de verificar até, que ponto as cenas projetadas são verídie
cas*
O valor de arquivo para fins históricos deve ser com
provado no filme para que se possa basear em seu documentário.

DINAMIZACÄQ DA .4HQm TOIÖGI A. PELOS PftOCES-^OS
MODERITOS DE REGISTRO DE DÖCU!.'1.5NT0S

Os modernos processos dc armazenagem e recuperação
manuais,

elctricas ou eletrônicas,

trouxeram para a Arquivologia uma

radical transformação em seus obsoletos métodos de registro e publicação de Índices e catálogos de seus arquivos.
xis fichas perfuradas ou asmmicrofichas ou
magnéticas,

is fitas

ou ainda os tambores de mercúrio possibilitarc?jn o registro

de documentos estabelecendo intcrdepêndencia de assvintos,

evidenciando

todos os conceitos, e unidades de informação.
No Arquivo,

essa interdependência de assuntos, de con

ceitos, de unidades de informações é mais complexo de ser estabelecido
que nas bibliotecas.
Nesse campo os bibliotecários,

estão mais avançados

que os arquivistas
Ralph Shaw, Shera,

Gasey, Perry, Kinpers,

Samain,

e

muitos outros têm aperfeiçoado maquinas elétricas e eletrônicas para
fins bibliográficos,

o que irá auxiliar muito aos arquivistas, da mes-

ma forma como tem ajudado com os códigos de catalogação,
classificação, cabeçalhos do assuntos,

sistemas de

organização de ficharios, etc,.

'vRQüIVOLOGIA E BIBLIOTECONOiálA

Ainda que as Bibliotecas sejam tão antigas quanto os
Arquivos. Ainda que a Biblioteconomia seja tão antiga quanto a Arquivo
logia aquela teve um desenvolvimento bem maior que esta.

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Os bibliotecários têm em princípio as mesmas ativida
des que os arquivistas. As div^rgcncias de métodos esta interrela-""
cionado com a diferença de material que se destina a cada um.
NÓs, bibliotecários, estudaaos e nos aperfeiçoamos^
cada^vez mais em catalogação, clissificaçlo, organização e admini^
tração dc^fichários, arquivajnonto^e difusão de documentos,
sem a
preocupação de interrar-nos da ciência básica desses conhecimentos
- a Arquivologia.
Princípios de Arquivologia deveriam ser estudados
nas Escolas de Biblioteconomia co'^o uma cadeira isolada, ou
como
parte do programa^das cadeiras de^^História do Livro e das Bibliot»
caa, ou Organizaçrão e Administração de Bibliotecas, ou Paleografia
ou Documentação. O importante é que se ensine Atquivologia aos
Bi
bliotecários documentaristas*
""
Com esse pensamento esboçamos um programa de Arquivolgia para as Escolas de Biblioteconomia e Dociimentaçâo.
4ESBOÇO DE UM PROGRAMA DE A.RQUIV0L0GIa1 PARA àS
L3C0L\3 DE BIBLIOJECOWOmIA E DOCUMÁNTIÇÃO
1

- Arquivistica

1.1 - Conceito e extensão
1.2 - Documentos e Arquivos
1.3 - Funções dos .^rquivos
2

- Arquivologia

2.1 - Histórico
2.2 - Tipos de Arquivos
2.5 - Bibliotec?.s e
3

'rquivos

- Organização e administração de Arquivos

3.1 - Sistemas de coleta e registro
3.2 - Princípios de seleção
3.3 - Técnicas de destinsção
4

- Descrição do material de arquivo

4-.1 - Documentos públicos e privados
4.2 - Manuscritos
4.3 - Material especial
5

- Arranjo de

irquivos

5.1 - Sistemas de classificação
5.2 - Unidades de arquivos
5.3 - Arranjo de .irquivos e outros arranjos
6

- Arquivos Públicos

5.1 - Arquivos nacionais
6.2 - Arquivos governamentais
6.3 - Arquivos culturais
7

-

Arquivos Privados

7.1 - Irquivos industriais
7.2 - Arquivos econômicos
7.3 - Arquivos particulares

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8

- Arquivo Nacional do Brasil

8.1 - Histórico
8.2 - Estrutura e organização
8.3 - Publicações
9

- Avaliação de documentos

9.1 - Valores primários e secundários
9.2 - Valores probatórios e informativos
9.3 - Testes de aplicação comprobatórios
10

- Publicações de Arquivos

10.1 - Catáloaros coletivos de Arquivos
10.2 - Catlloeos coletivos de coleções manuscritas
10.3 - índices de Arquivos.

R£COMENI&gt;AÇÃO
Baseados no trabalho que acabamos de expor, propomos
ao
IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documen
tação reunido em Fortaleza, de 7 a 1^ de julho de 1965 que
que
fie&lt;i.omende o ensino de Arquivologia nas Escolas

de

Biblioteconomia e Documentação.

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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                <text>Os arquivos como fonte fundamental de documentação</text>
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                <text>Prado, Flávia Rubens Accioli </text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>Expoê as finalidades dos Arquivos como instituição e especifíca o material de Arquivo como documento. Sob o ponto de vista de pesquisadores, quais os sistemas de classificação, Qualidades de arquivista e tipos de Arquivos. Ressalta a importância dos arquivos econômicos-sociais. Princípios de seleção e arranjo apresentando vantagem e desvantagem. Técnicas modernas de duplicação e registro de documentos no progresso da Arquivística. Rocomenda o ensino de Arquivologia nas Escolas de Biblioteconomia propondo um programa básico.</text>
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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE 3IBLI0TEG0N0MI4 E DOCUIvISNTAÇÍiO

Codigo de Ética Profissional do Bibliotecário Brasileiro
pela
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Federaçao Brasileira de Associações de Bibliotecários

Fortaleza
1963
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�UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 19^3

CDU &lt;&gt;?-f002il7

TEMA IV

-

EDUCAÇXO DO- BIBLIOTECÁRIO-DOCUMENTALISTA

4. ^CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO BIBLIOTECÁRIO BRASILEIRO X
pela
FEDERAÇÃO

BRASILEIRA

DE

ASSOCIAÇÕES

DE

BIBLIOTECÁRIOS

c.

�S/ÍJ M A^R I O

HISTÓRICO

3

SECÇXO I

-

DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO

4

SECÇÍO II

-

DAS RELAÇÕES COM O PÚBLICO
DAS RELAÇÕES COM AS AUTORIDADES
DAS RELAÇÕES COM OS COLEGAS

4
5
5

SEGÇÃO III -

DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

5

SECÇÃO IV

-

DAS CRÍTICAS

5

SBCÇÃO V

-

DAS ASSOCIAÇÕES DE CLASSE

6

SECÇÃO VI

-

DA OBSERVÂNCIA DO CÓDIGO E SUAS SANÇÕES

6

DA MODIFICAÇÃO E DA VIGÊNCIA DÊSTE CÓDIGO

7

SECÇÃO VII -

^

^

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lí

�FEDERAÇÃO BRASIIEIRA M ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS

-3-

(F£BAB)

O CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO BIBLIOTECÁRIO BRASILEIRO,que a Classe recebe neste IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,te
ve sua origem no III Congresso, realizado em janeiro de 1951, na

Cidade

de

Curitiba,

2,

O Ante-Projeto do Código acompanhou a tese "Deontologia e Ética Profis

sional", apresentada àquele Conclave pela bibliotecária Laura Garcia

Moreno

Russo.

3,

A
Aprovada a tese, foi encaminhado o Ante-Projeto a todas as A^sociaçoes

de Bibliotecários e Escolas de Biblioteconomia, a fim de receber as críticas
necessárias.

4,

Depois de estudado o seu texto, não só pelas Entidades referidas,

mas

também por bibliotecários, individualmente, a FEBAB reuniu todo o material e
o submeteu à apreciação dos Senhores Delegados, reunidos em Assembléia Anua],
no dia 21 de janeiro do corrente ano,

5,

Lidas as sugestões e, como figurava na agenda dos trabalhos o

enca-

minhamento da questão a uma Comissão, os senhores delegados resolveram designar três colegas presentes para elaborarem um Relatório,

6,

A Comissão foi constituída pelaa seguintes bibliotecárias;

Lourdes Claro de Oliveira , Diretora

Social da ABB, Adelia

Maria

Leite

Presidente da Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal e

de

Coelho,
Maria Do-

rothéa Barbosa, Presidente da Associação dos Bibliotecários do Paraná,

7,

No dia 23 do referido mês e ano, durante a realização da 15®.

Reunião

da FEBAB, a senhora Maria de Lourdes Claro de Oliveira, relatora da Comissãcy
leu o trabalho que resultou da introdução ao texto inicial das várias

su-

gestões apresentadas.

8, Foi assim organizado o texto definitivo do Código, que vigorará até a
instalação do Conselho Federal de Biblioteconomia, quando seus membros resol
verão por sua aplicação parcial ou total^ isljõ dèpõli. Qtj upi ovado na I.4-a..RRi]
nião da FEBAD^ a ühi' i:-fed.liy.faLd-a—mv-dia 12-7-1963, na Cidade jie—
¥oTT&amp;ltíZHf

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-4-

CÓDIGO DB 5TICA PROFISSIONAL
DO -rtbliotecArio brasileiro

SECCÃO

I

-

DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO

0 Mblioteoario devo preservar, o cunho liberal
prífiasão, fundado na liberdade de Investigaçao oientlfica
(jignidade da pessoa humana»

f

a sua
tß. 22 - O bibliotecário deve, acima de tudo, capacitar-se de^ue
loSsfo S^se exerce num circulo restrito de interesses
pessoais, mas constitui um elemento substancial da comunida e.
Artö. 3® — Anlicará o bibliotecário todo zSlo e aillgência e os recursos de
PÍL e^ prol do progresso da profissSo e bom nome da xnst.tuiçao onde sirva.
Art2..

4« - OS deveres do bibliotecário compreendem, a defesa dos
interesses que lhe sSo confiados; o prestigxo de sua classe,
dignidade e aperfeiçoamento das instituições bxblio economic

®

direit^de^m co. 52 - O bibliotecário não se valerá de sua
fício próprio quando essa atitude comprometer o dir.
lega ou os direitos da classe em geral,

issao e on interesses da classe.

ciaçao em &lt;iue estiver filiado.
Arts. 70 «
tração pública, propugnando pela aprovaçao de p
resoluções, defendendo direitos e causas juEtaB.
SBGCÂQ
Art2, 8 2

II

-

G

DAS RELAÇÕES COM O PÚBLICO

Deve o bibliotecário tratar o público em geral,
^
ã IL estima pela Instituição e pelo aervxço respectivo.

Art2. 92 - Devo o bibliotecário oapacitar-se da responsabilidade educativa da
sua profissão.
Apt2,102 - Deve o bibliotecário facilitar e orientar tSda a
?:iã, leibrando-se ,u, a Biblioteca e.iste em função do leitcr.

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�-5-

Art2»112 - Deve o bibliotecário tratar as autoridades com respeito e urbanidade devidos, a fim de que seja respeitado e acatado no exercício
d© sua profissão, ou fora dela.
DAS RELAÇÕES COM OS COLEGAS
Art2,12° -• Havendo queixas sérias e fundadas contra um colega, seja qual for
o cargo ocupado, é de obrigação representá-las ao poder competente.
§ 12 - Cabe ao bibliotecário prestar auxílio e solidariedade
alvo de críticas injuataSf

ao

colega

Art®.13° - Deve observar em suq,s discussões nas Assembléias de classe ou em
outro qualquer ambiente, a mais perfeita eortezia e
urbanidade,
abatendo-se de a,lusões à vida particular e de entendimentos tendenciosos.
SECÇÀO

III

-

DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

Art2,142 - Para a prestação de serviços profissionais,o bibliotecário deverá
ter em vista of seguintes elementos;
a) - a relevancia, o vulto, a complexidade ou dificulda
de do trabalho;
b) - o tempo necessário;
c) - o lugar da prestação dos serviços,
Arto,15® - Deve o bibliotecário não se pronunciar sobro serviços que
saiba
entregues à responsabilidade de outro colega, sem conhecermos fun
damentos da opinião ou da atitude do mesmo e na presença dele, ou
com seu prévio e expresso assentimento.
SBCÇÃO

IV

-

D^ CRÍTICAS

Arto,162 - são condenáveis e devem ser proscritas as discussões pela Imprensa«
§ 1° - Quando circunstancias extremas, de razões especiais, possam juati
ficar a necessidade de uma explicação om público, só poderá fazelo em seu próprio nome, assumindo toda a responsabilidade
pela
publicação»
Artö,l72 - Hão deve o bibliotecário apontar falhas da formação profissional
ou associativa brasileira era Congressos ou Reuniões
Internacionais, deixando para faze-lo em suas Associações de Classe,om Reuniões e Congressos Nacionais»

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�SECÇÃO

V

Art°»182 • Cabe às Associações de Classe:
a) - reforçar o sentimento de responsabilidade
do bibliotecário;

social

b) - incentivar e difundir estudos biblioteconômicos e
documentalógicos, contribuindo para o aprimoramen
to da classe, sobre os çontos de vista
téenico7
cultural, social e economico;
c) - estimular o debate^ entendimento mútuo e cooperação entre vários grupos interessados, organizando
trabalhos de equipe;
d) - criar um clima social que se imponha
administrativas do país;

às

camadas

e) - estabelecer um ambiente moral, de forma a conseguir do bibliotecário obediencia a esses princípios,
Art2,19° - Declinará o bibliotecário de mandato para o qual tenha sido eleito, logo que lhe sinta faltar a confiança dos seus colegas«
Art2»20ö . No caso de renúncia de mandato, terá o bibliotecário o maior cuidado em preservar a defesa dos direitos a ele confiados e absterse de declaração pública,
SECÇÃO

VI

-

DA OBSERVÂNCIA DO CÓDIGO E SUAS SANÇÕES

Art0,21° - Deve o bibliotecário levar ao conhecimento de sua Associação
de
Classe, com discreção e fundamento, as transgressões das
normas
deste código,
Arts,22ö - Quando em dúvida sobre questão de ética profissional não prevista
neste Código, o bibliotecário deve, antes de qualquer
atitude,
apresentar o caso em termos gerais à consideração de sua Associação de Classe para que o considere.
M
A
,
Artö,23° - Sempre que haja transgressão das normas deste Codigo, a Associação a que o bibliotecário pertença chamará a atenção do associado
para o dispositivo violado, e comunicará^ao Conselho Regional a
ocorrência.

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�§ 12 _ Caberá ao Conselho Regional de Biblioteconomia aplicar as sanções
previstas no seu regulamento e recorrer, se necessário, ao
Conselho Federal de Biblioteconomia.
Artö,24e - A enumeração dos preceitos expressos neste Código, não exclui outros deveres que aos bibliotecários impõem às Leis e Regulamentos
que regem o país, nem os que resultem da independencia,probidade,
virtudes que hão de ser as inspiradores de todos e de cada um de
seus atos da vida profissional,
SECÇÃO

VII

-

\
DA MODIFICAÇÃO B.DA VIGÊNCIA DESTE CÕDIGO

Art2,25° -Qualquer modificação deste Código, somente será feita pela Assembléia dos Delegados da FEBAB, em virtude de proposta da Diretoria
eom antecedencia de 90 dias.
Arto,26ö -O presente Código aprovado em Assembléia dos Delegados no dia
12
de
julho de 1963, entrará em vigor em todo o Território Nacional a 15 de julho de 1963, cabendo às Associações de Classe, promover a sua mais ampla divulgação»

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��IV CONGRESSO BRüSILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOGTJTvTENThÇSO

Edücaçao do bibliotecário documentarista
por
Felisbela Liberáto de Matos Carvalho

Fortaleza
1963

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�IV CONGRESSO 3Ri-.SILEIR0 DE 31 LIOTECOKOMIA E DOCUMENTA. ^«0
UNIVERSIDADE DO CEi.R.'
7 a 11; de julho de

19^3

:EMA IV - EDUCACiíO DO BIBLIOTECÁRIO D0CUí4ENTAiiISTA

por

FELISBELA LIBSRATO DE MATOS CARVALHO

CDU

378.9 5 02+002

SÃO PAULO
*•
*"&gt;5. /&lt;A_r&gt;l»n

fí

„
.

'

HtCC
V.

Diretora da Escola de BibliotoooncMnia g Documentação da
Universidade da Bahia
Diretora do Serviço Central de Informaçoes
lÄiiversidade da Bahia

'I Digitalizado
-gentilmente por:

H."bliográficas da

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�EDUCACÍlO DO BIBLIOTECÁRIO DOCUl^ENTAKISTA

Felisbela Liberato de Natos Carvalho
Diretora da Escola de Siblioteconomia
e Documentagão e do Serviço Central
de InforraaQoes Bibliográficas da Universidade da Bahia.

SINOPSE

A formação profissional do BiblioJjecario como tema
central.
Algumas considera^^ões sobre recomendações
aprovadas era dois Congressos anteriores, de^^refere^cia
ao Tema em pauta.
Apreciações sobre o Currículo mi
nimo determinado pelo Conselho Nacional de Educação.
S ugestões para uma salutar ampliação do mesmo.

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�A EDUCARÃO DO BIBLIOTECÁRIO DOCUMEilTAilISTA

FGId'

FROFISSIoIaL

Não e a primeira vez - oxala fosse a ulti-

ma - que vimos de publico defender a tese que, "da formacpo dos bj.
bliotecarios docmentarist&amp;-s brasileiros depende o futuro das nossas bibliotecas e cer.tros de documentação".
Todos os assuntos contidos no Temário deste Congresso e^
tão na dependencia deste assunto chave, deste assunto eixo.

Enquaja

to não tivermos madureza e sensibilidade para atentarmos seriamente
este problema, muito pouco nos será dado realizar.

A própria vit^

ria alcançada no terreno profissional, com a aprovação da Lei
n^ k08U de 30 de junho de 1962, esta fadada a tornar-se uma pálida
Vitoria,

se nao nos dispuzermos a envidar bem coordenados esforços

na reestruturação das escolas e cursos existentes pare a formação
de Bacharéis em Biblioteconomia, enquanto não funcionar em cada universidade brasileira uma faculdade ou escola da especialização.
Propomo-nos estudar neste trabalho os progressos obtidos
na formação

p bibliotecário, hoje denominado Bacharel em Bibliote-

conomia, do II COKGRiíiSGO BK..0ILEIHO DE :3I-;LIOTECONOMIA E DOCüliENTÂÇÂO realizedo na Bahia em 1959) até a hora presente.

Não só estu-

dar, como defender o que discutimos, o que aprovemos em 19595 e, Ia
go R seguir, com apenas I8 meses de intervalo, novamente aprovamos
em Curitiba, no III COKGRESSO BKaSILEIRO DE BIBLIOTECONOiuA E DOCUMENTA ]:a0, ou seja, a formação universitária dos bibliotecários brasileiros, e a duração de, no mínimo, U (quatro) anos para o curso
de graduação.

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LS RECOMENDACOES ANTEKIDRMENTS í.PROVkDaS
serie de indagsgoes,
1.

Devemos começar por uma

indispenseveis para bem situar o problema.

f^ual o progresso obtido de 1959 £ 1963? na formação

do Bibliotecário?
2.

Em 1959 aprovamos p recomendação numero 2.2, no senti

do dum melhor preparo escolar do profissional em biblioteconomia.
O rue conseguimos*?
3«

quanto avançamos?

Por que nao se cumpriu a recomendação numero 2.5 tam-

bém aprovada em 1959&gt; renovsda no III Congresso em Curitiba com a
de número 17» reforçada esta pelrs de números 11,

12, 13?

lü.» 15&gt;

16 e 18?
Estão todos satisfeitos com o Curriculo MÍnimo determinado pelo Conselho Nacional de Educação?
Em resposta a indagaçao n^ 1, devemos confessar que o proê
gresso e de pouca monta.
Nenhuma nova escola foi instalada.

Ha, é verdade, a pro-

missora noticia de que a '-'niversidrde de Assis, no interior do ülstado de São Paulo,

terá em breve, em funcionamento, um curso de Bibli-

oteconomia, compondo a sua Faculdade de Filosofia.
E para lastimrr que, contrariando as recomendações aprovadas em dois Congressos consecutivos, as escolas que ainda tinham os
seus cursos de graduaçao em 2 (dois) anos prssassem para 3 (tres;,
em vez de h (Cs,uatro), como aprovamos nos referidos Congressos.
Nr

indagação n^ 3, a recomendação n^ 11 implica na criação

de um Departarí^ento de Psicologia nas escolas, e assim a número 13«
A número 12, no estudo da Sociologia.

An® lUt graçrs a Deus, esta
%
sendo cumprida, inclusive prevista no Curriculo Minirao, naturalmente
incluindo as de números 15 e 16.
Jr.s recomendações de números 17 e 18 infelizmente foram relegadas .
.

cm

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.

Porque?

deixamos aqui, em aberto, esta pergunta, com

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esperança de que este Congresso possa responde-la e encontrar os
meios de tornar aquelas recomendanoes uma realidade, em futuro proximo,..

p Cl)R;\ÍCULO MÍNIMO

Quanto a indagação n^ li,

gostariamos de saber

se estão todos satisfeitos com o novo Currículo MÍnimo.
Se não o estão, como é o nosso caso, por que cruzar os br^
ços,

impassíveis,

conformados"?

nao impede um maxitoo.

Não devemos esquecer que um iiinimo

De nossa parte, achamos que o atual Currículo

não satisfaz, que foram incluídas matérias desnecessárias para as bi
bliotecrs brasileiras de modo geral, em detrimento de outras que coa
sideramos indispensáveis.
rA
y
mm
^
^
Sabemos, por experiencia própria, que nao e fácil manter
uma escola de alto gabarito, o que vale dizer, boa
tica, bom corpo docente,

organizaçao dida-

instalações e pessoal administrativo razoa-

veis,corpo discente devidamente ajustado e atendido nas praticas, e^
tagios e pesquisas, e equilíbrio com os mercados de trabalho local,
regional e nacional.

Não é fácil, mas não é impossível consegui-lo,

se trabalharmos no sentido de criar uma atmosfera de compreensão
amor a causa.

e

Ha sempre uma grande receptividade da mocidade para

as coisas do espírito.

Ninguém é mais altruísta, ninguém e mais co^

preensivo que o estudante, o jovem - e são eles a razão de ser das
r\
escolas - quando se confia nele e se lhe apresenta com honestidade e
lealdade, o que dele se espera»
nas grandes mudanças sociais.

Sao sempre as vitimas e os heróis,
Se estão as vezes mal orientados,

a

culpa, em grande parte é nossa, dos mais velhos.
Não cremos que nenhum estudante se revolte porque a sua
cola estabelece um programa de estudos alem do mínimo previsto pelo
Ministério de Educação e Cultura,
rá,

ao contrario, a revolta lhe advi-

se ele for bem dotado de inteligência e compreender que não

lhe

estão facultando os recursos necessários ao desempenho futuro da pr^
fissão que escolheu.

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Ra formação do bibllotec?rio documentarista brasileiro, ou
melhor, do i3acharel em -biblioteconomia, como denominou a Lei n^ZiOS^j
ß
^
A
e indispensável prever os futuros administredores das bibliotecas,
centros c ■ documentacao e similares, em todo o territorio nacional.
■^sto nao sera possivel sem que lhe facultemos 1 ano, pelo
menos, de estudos de CIßPCIA D/. ADiíIKISTHi-.^AO, base indispensável
a aplicarão desta ciência na disciplina ORGANI2/íÇãO E ADíJNISTRAÇkO
DE BI3LI0TECAS, prevista, como é óbvio, no Currículo MÍnimo.
Na Escola de biblioteconomia e Dociimentação da Universid^
de da Bahia, chegamos a conclusão que, as noçoes que davamos de Cieneia da Administração, antecedendo sua aplicaçao a Organizaçao e
Administração de Bibliotecas, não eram suficientes, não havia tempo
bastante

num período escolar, para tal.

Desde 1955 temos ADMINIS-

TRíiCaO no 12 ano, com reais vantagens verificadas no aproveitamento
dr aprendizagem.

No 2® ano, os estudantes já não encontram dificul-

dades para aplica-la as bibliotecas, e sobra mais tempo para as praticas, visitas, estágios e planejamentos necessários na disciplina
organização E administrarão DE BIBLIOTECAS.

"ale notar que as no-

ções de CIÊNCIA DA ADMINISTRí.HãO ministradas desde o 1^ ano, dão ao
estudante a capacidade de melhor organizar o seu estudo,
A
com mais eficiência suas tarefas
escolares,

executando

A SELE'IüO, como disciplina distinta, e uma matéria de cu«I»
*
*
pola, que nao pode deixar de figurar no curriculo minimo e assim a
PSICOLOGIi. D..S RELaçOeS HU14íINí.3 , RELACOES PÚBLICAS E PUBLICIDADE,
LITERATUbu^: PORTUGUESA, LITERATU^RÍ. BRÍ.SILEIRA BRí-LSILEIRH, LITERATUR;.
GEHi.L CONTEMPORitNE^,.

Não se pode por em dúvida a imprescindibilida-

de dum estudo bem programado de tais literaturas na formação profissional do bibliotecário.

Se as escolas não estão em condições de

A
lhe despertar o intei» sse para o estudo dos grandes autores e suas
principais obras, como será ele capaz de fazer funcionar uma biblioteca mais tarde?

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Outra questão que consideramos primordial e o estudo das
línguas.

Se o bibliotecário vai lidar com com uma literatura univer-

sal, porque não lhe facultar o domínio de, pelo menos, mais dois idiomas além do pátrio?

E para o manejo desta, a língua pátria, podere-

mos considerar suficiente a bagagem que nos trazem os nossos estudantes, dos ciclos primário e secundário?

Infelizmente, com raras exce-

ções, a resposta e não.
A

verdade é que, os bibliotecários brasileiros que foram
'
/
^
capazes de pugnar pelas vitorias, incontestavelmente obtidas neste
•

país no setor biblioteconomico,

já trouxeram para os cursos que os di

plomaram na especialização, conhecimentos literários,

técnicos ou ci-

entíficos, o que lhes possibilitou uma certa posição de liderança,
uma melhor integração no espírito da profissão, pois, como sabemos,
em quase todos os cursos brasileiros de biblioteconomia só se estudavam as técnicas biblioteconômicas, muito importantes, e certo, mas iß
capazes, sozinhas, de bem formar e informar bibliotecários.
É possível que, em outros países, mais desenvolvidos que o
nosso, não seja necessário pensar no preparo do bibliotecário como d^
vemos fazer aqui,

Na A merica do Norte e em quase todos os paises da

Europa, a importancia das bibliotecas, a indispensabilidade dos seus
serviços,
rio.

A

são pontos pacíficos, fora de qualquer cogitação em contraBiblioteca, o Livro, estão integrados a vida do povo.

se discute a cultura geral e específica dum bibliotecário.

Nem

Ninguém

pensa em exercer tal profissão sem a devida habilitação.
Entre nós e diferente.

A te

de junho de 1962, qualquer

individuo, simples arrumador de livros, e mesmo alguns incapazes
arruma-los,

intitulavam-se " bibliotecários",

de

f^utros, miil orientados

na profissão escolhida, desajustados, pretendiam e,

infelizmente ain-

da pretendem, ocupar postos importantes de direção ou chefia, para os
quais não foram preparados.

E ainda vemos muitos cargos de direção,

em bibliotecas brasileirgis, que não estão ocupados por bibliotecários.

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�A LEI

Que podemos fazer?

do Bibliotecário.

Temos uma Lei que regulamenta a profissão

É a Lei

408/4. de 50 de junhp de I962.

É estato

davia muito recente, acaba de completar o seu primeiro ano de exisA
M
tencia.
Constrangedoramente devemos confessar que nao somos ainda
um povo para quem uma Lei é um dever,

obrigatoriamente a cumprir.

Gostamos da chicana, do contorno, da distorsão.

De modo geral nao â.

tingimos ainda uma maturidade política e social que nos permita bem
entender que "fora da Lei não há salvação", que a Lei resolve, que a
Lei tranqüiliza, que todos poderiam viver felizes cumprindo a Lei,
principalmente se capazes de sentir o espírito da Lei, colaborando,
mesmo indiretamente, com os legisladores, no sentido de cumprir a
Lei ou combater a Lei,

toda a vez que ela fugisse ao princípio da Jus.

tiça, da compreensão e da solidariedade humanas.
Dissemos, de início, que a vitória conseguida no terreno
profissional com a ^ei n® /i08Í4,, que regulamenta a profissão ao Bibliotecario estaria fadada a tornar-se uma palida vitoria.

Isco afirma

mos Justamente porque não temos um número suficiente de escolas

de

Biblioteconomia, porque nem todas as que se encontram em funcionamea
to podem apresentar um bom rendimento de ensino, porque ainda não coa
seguimos interessar as universidades em chama-las a si, torna-las eficientes, produtivas.

conclusão

Carecemos formar pessoal em condições de criar, entre os

brasileiros,

o hábito da leitura, organizar bibliotecas que funcio-

nem como orgãos de educação popular, converter as bibliotecas espcializadas em verdadeiros centros de documentação, caminhando sempre 2,
/
r .*
tualizado, par e par com o desenvolvimento artistico, tecnologico e
cientifico.

Pessoal que se imponha,pela sua formaçao universitária

no sentido exato da palavra, e seus conhecimentos específicos.

Pes-

soal que tenha envergadura para defender seus direitos, e cumprir,
melhor ainda, seus deveres.

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Pessoal que seja uma afirmação da nobre

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profissão de Bibliotecário, pessoal para o qual se fez a Lei U08U*
Pessoal cora sensibilidade para sentir os problemas de xima estrutura
social em mudança, como a nossa, num país que se empenha para

sair

dum pauperismo aviltante, do analfabetismo, para industriali2;ar-se,
para elevar-se, enfim, pessoal que ajude realmente, com üm trabalho
constante e profícuo, nas bibliotecas, nos centros de pesquisa e documentação.

Pessoal realmente capaz de cumprir e fazer cumprir to-

das as leis ditadas pelo espírito da justiça, visando o bem estar,
a elevação da pessoa humana.

RECOMENDi.r:OSS
1.

Que o IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DO-

CDMENTnÇÃO apresente ao Prof. Mil RTIFS FILHO, Magnífico ^^eitor da Universidade do Ceara, patrocinadora deste conclave, com os seus agradecimentos, o pedido da criação de uma Escola ou Faculdade de Biblioteconomia na Universidade do Ceará.

2.
CUMENTaJaO

Que o IV CONGRESSO BRi^-SILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DO-

dirija-se aos Magníficos Reitores das universidades brasi-

leiras onde ainda não funcionam cursos ou escolas de Biblioteconomia,
encarecendo a necessidade urgente de criação, instalação e funcionamento de tais instituições nas su£s respectivas universidades.

3.

Que o IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIj3LI0TEC0N0MI.. E DO-

CUMSNT^-7f.O apele para o Exmo. Sr.'PRESIDENTE Da REPÚBLICA, pedindo a
sua atenção para o problema das Bibliotecas brasileiras de modo geral
e para o ensino da Biblioteconomia nas imiversidades brasileiras de
modo especial.

U'

Que o IV CONGRESSO BR^-SILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DO-

CLiHENTi-.^ÃO dirija um Memorial ao Senhor Ministro de -^stado de Educa-

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çao e Cultura) no sentido de ser nomeada uma Comissão composta de
diretores e professores de Escolas de Biblioteconomia, para uma revisão do Currículo Minimo.

5.

•

Que o IV CONGRESSO BR..SILEIRO DE BIBLIOTECONOMIii E

DOCUI-íEKTiiwJÍO dirija ura apelo as competentes autoridades em todo p
pais para que se de cumprimento a Lei U08U que regulamenta a profifi,
Sao do Bibliotecário e da ao Bacharel em Biblioteconomia o direito
de dirigir aá bibliotecas e centros de documentação em todo o território nacional.

•^

\

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,

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                <text>A formação profissional do Bibliotecário como tema central. Algumas considerações sobre recomendações aprovadas em dois Congressos anteriores, de referência ao Tema em pauta. Apreciações sobre o Currículo minimo determinado pelo Conselho Nacional de Educação. Sugestões para uma salutar ampliação do mesmo.</text>
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            <description>A language of the resource</description>
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gentilmente por:

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12

3

I Digitalizado
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. ?&lt;=

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA E DOCÜMERTAÇÃO

^ propósito do programa da FID/GLá
(Comissão Latinoamericana da Federação Internacionali.de Documentarão)
por
Fernanda Leite Ribeiro

Fortaleza
1963

f

�IV CONGRESSO BEASILEUíej^E BIBLIOTECONOMIA E IXDCUMENTAÇAO
UNIVERSIDADE DO CEARA
7 a 14 de Julho do I963

TEMA IV

-

HDUCAÇAO DO BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA

A PROPOSITO DO PROGRAMA DA' FID/CLA
(Comissão Lati.noamericana da Federação Internacional de Documentação)

por

FERNANDA LEITE RIBEIRO

CDU

+

002:061.25(10048=6)

oa;
(iSÄOPAULO°l^^'^?
"
H'- et
40V, ÇLé

+

Diretor çLo Serviço de Informaçoes Técnico Científicas do IBBD
Vioe-Presidente da P E B A B
Secretária da

cm

1

FID/CLA em I960/1962

I Digitalizado
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1^

�M FHCPCSITC DC FRCGHüICij'^Dü FIS/CLii

1 - Introdução
Dentre

as Recomendações Finais da 26^ Conferência Geral da

Federação Internacional de Bocumentação (FID),
de Janeiro,

realizada no Rio

de 22 a 31 de julho de 1960, destaca-se a que criou

a Comissão Latino-ümericana da FID (FID/CLa),
No "Esboço de um Programa de Trabalho a Longo-Prazo da FID" -em
que são expostas bases para^reorganização e revigoramento da Fe
deração,

a fim de que ela seja,

realmente,

líder da documentação

i|int ernacional - está grevista a descentralização de suas ativida
des,

em favor da polctica regionalista.

ü FID/CLá é,

assim,

a primeira Comissão regional e o marco inicial

da nova política da Federação.
Constituem a FID/CL/í os países membros nacionais da Federação ra
Ámerica Latina,
para 1963,

atualmente Erasil e Argentina,

as filiações do Uruguai e Chile,

foram os membros fundadores da FID/ÇL. ■

estando previstas,

O Mexico e

o Erasil

Com a transformação ad-

ministrativa do Centro de Documentação Científica e Técnica do
Hfexico, em 1962,
aguardando-se,

este país deixou de ser membro nacional da FID,

entretanto,

o seu breve retorno à Federação,

Coube ao Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentaççao,
membro nacional da FID para o Erasil,

a Secretaria geral da Comi£

são para o período de julho de 1960 a dezembro de 1962,

Em 1963,

a Secretaria da Comissão foi transferida para o Conselho Nacional
de Pesquisas da Argentina,

atual vice-presidente da FID para a

area latino-americana,
2 - PRCGI-iiF.A ^ FID
À FID estabeleceu,

em 1960,

as bases para um programa a lon-

go-prazo - período aproximado de sete aaos - destacando
picos,

enumerados abaixo,

treze tó-

que deveriam nortear as suas atividades,

2.1

Publicações primárias e comunicações

2.2

Publicações secundárias

2.3

Problema lingüistico

2.4

Reprodução de documentos

2.5

Problemas de direitos autorais

2.6

Seleção e registro mecânico para efeito de consulta

^

(retrieval)
2.7

Classificação

2.8

Centros de informação especializada

2.9

Formação de documentalistas e de técnicos em informação
sspecializ ada

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lí

�- 2 2.10 normalização
2.11 Bibliografia e elaboração de resumos
2.12 Centros de informação e assessoraroentb da FID sobre
documentação,
2.13 Áreas menos desenvolvidas
Neste "nesfíO.n Programa,

foram lançadas as bases para a

Regionalização da Federação (da qual a FID/CLü é o primeiro resultado),

a descentralização por assunto ^rcentros

nacionais serão incumbidos de dirigir comissões especiais
e serão responsáveis pela Secretaria e administração dessas comissões)

e,

finalmente,

estreito entrosamento

com

outras entidades internacionais.

3 - OBJETIVOS Dü FID/CLa
O regulamento da Comissão estabelece os seguintes objetivos;
3.1 - Cooperar para a difusão entre os países da região,

dos

propósitos e atividades da FID,
3.2 - Fomentar a criação e desenvolvimento das atividades
documentação

de

noa jaíses da ümérica Latina.

3.3 - Coordenar os trabalhos de documentação nesses países.
Á documentação da America Latina poderia ser.dividida em
fases:

duas

antes e depois de 1950, Graças à atuação da UNESCO,

anos de.1950,

1952,

os

1954 marcaram o início dos Centros de Do-

cumentação Científica e Técnica do Mexico,

do Centro de Docu-

mentação Científica, Técnica e Economica do Uruguai e do Inst^
tuto"! Brasileiro de Bibliografia e Documentação,
Os anos,de 1960 a 1962 marcam a criação da FID/CLa e da FlAB/
SüL (Seção na ümerica Latina da Federação Internacional de associações de Bibliotecários)
üssim,

o panorama da documentação na i\raérica Latina, mostra-se

cada vez mais animador. Entretanto,

asinda há muito que

fa-

zer no setor da documentação e da informação científica.

4 - FROGRa&gt;IA Dü FID/CLii
Baseado nas finalidades da Comissão foi planejado e executado
pela Secretaria da FID/CLA o seguinte programa de trabalho para o periódo 1960/62:
4,1 Estimular o maior numero possível de bibliotecas e centros
dc documentação da America Latina a cooperarem entre si,
facilitando,

cm

1

assim,

o intercâmbio de informações e de docu

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20

�mentação necessáricis aos cientistas, pesquisadores a estudiosos em geral,
4.2 Organizar,

em cooperação com os centros nacionais de bibli^

grafia existentes na ümérica Latina,
auxálio da UNESCO e da OE/i,

e,

se possível,

com o

um guia das principais bibliotje

Cé-s latino-americanas,
4.3 Compilar,

com a cooperação dos centros nacionais de biblio-

grafia latino-americanos,

um Catálogo coletivo dos periódi-

cos técnicos e científicos,

existentes nas principais bibli_o

tecas la1r i no-americanas ,
4.4 Contribuir,
. ■

cora bolsa de estudos e intercâmbio de professo-

res, para o desenvolvimento das relações entre os centros
de documentação e de informações latino-americanos.,

4.5 Promover uma Reunião anual de rerresentandes dos

centros na

cionais de bibliografia latino-americanos e interessados
nos trabalhos da Comissão.
ÁS realizações da FID/CLá durante o período de Secretariado do
Brasil são objeto do anexo deste trabalho,
Fode-se verificar que, apenas

o item 3,3 não foi integralmente

cumprido, pela simples razão de que a Biblioteca Comemorativa
de Colombo,
mente,

da União pan americana já havia iniciado,

anterior-

a compilação do Guia das principais bibliotecas latino-

americanas . Paralelamente,

o IBBD lançando,

em âmbito nacional,

as bases para a implantação do sistema de aquisição planificada,
preparou o seu Bibliotecas Brasileiras; Guia para intercâmbio
bibliografico. Finalmente,
grama da FID/CLA,
americanas

a GE/; cedeu,

como colaboração ao pr_o

a relação das principais bibliotecas latino-

(levantamento para o Guia) que foi transferida para

a atual secretaria da FID/CLA na ürgentina,
perspectivas FUTURáS P-AR/í o PROGRiiJcii BA FIP/CLA
ho terminar a execução deste primeiro Plano de Trabalho da FID/
CLA creio que e

interessante ressaltar os seguintes itens:

filiação dos países latino-americanos
O problema da filiação de outros países latino-americanos á
FID nao reside somente na.falta de conhecimento ou desinterês
se pelos

ideais da Federação, mas na grande maioria das vezes

em obstáculos de ordem financeira, a esse respeito,
ser pleiteado junto a F^C,
Hemisferio,

deveria

como incentivo aos países desse

que a contribuição total dos referidos países

ficasse com a FID/CLá,

revertendo,

assim,

em benefício

da

própria região,
b) Seminários especializados

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�- 4 ii realização periódica de seminários

especializados,

do recente Seminário de DocGmentação Científica,
tembro de 1962)

a exemplo

em Lima,

(se-

sob os auspícios da UNESCO e do Governo Peruano

ao qual f oram apresentados relatórios sobre a situação da docu
mentação científica em cada país desta região só de sumo interesse para orientar o planejamento das atividades da FID/CLü.
c)

Reunião dos membros da FID/CL'á
A. reunião dos membros da FID/CLa para estudar a participação
efetiva desta Gomissão no programa da FID,

acima

exposto

e a Êivor dos interesses da documentação latino-americana é
muito necessária.

Urge o estabelecimento de um Programa com

prazo mais longo e atendendo as reais necessidades da documentação desta área em rápido desenvolvimento.

aiádiíSiiçâsb:
No momento em que são estreitadas,

no Brasil,

as bases de cola-

boração e intercâmbio de informações, permito-me '
seguintes proposições,

fazer

as

de interesse para a região latino-ameri.

cana, aos delegados presentes ao IV Congresso Brasileiro dê
Biblioteconomia e Documentação;
1 - Que as bibliotecas bnasileiras e,

sobretudo,

os centros bj,

bliograficos regionais colaborem na compilaão da Bibliografia
da .america Latina (BaL),

cuja secretaria é a Biblioteca Hacio-

nal do Mexico.
2 - que as escolas de biblioteconomia do Brasil recebam,
bolsista,

estudantes latino-americanos,

como

para treinameto e

aperfeiçoamento na céxrreira.
3 - que os. bibliotecários brasileiros colaborem,

com a FID/CLü,

na compila^ da Bibliografia Latino-zimericana de documenta^ ão
f

a ser publicadE^ priodicamente^

na Revista Internacional de Do-

cumentação da FID.

cm

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�ANEXO
FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE DOCUMENTAÇÃO
COMISSÃO LüTINO-AMERICANA (FID/CLA)
síntese das atividades - julho de I96O a dezembro de I962

HISTÓRICO
Criação
Proposta unânime das sete delegações latino-americanas
tina, Brasil,

(Argen

Chile, Colômbia, México, Venezuela e Uruguai)

ßr esentes a Z6^ Conferência Geral da FID no Rio de Janeiro
(julho de i960)
Regulamento e Programa de Trabalho
Propostos pela Secretaria da FID/CLA era agosto de^ I96O. Revi^
tos e aprovados pelos delegados latino-americanos na Primeira
Reunião da FID/CLA no México (novembro de I96O)
r,
Submetidos ao Bureau Executivo da FID em abril de I96I
Alterações sugeridas por Espanha e Portugal na 27- Conferência
Geral da FID em Londres,

setembro de I96I.

Aprovados definitivamente pelo Bureau Executivo na Conferência
de Longres,

I96I,

FILIAÇÕES
Brasil:

I96O

México:

1960

(Em 19^2,

com a transformação do Centro de Docu-

mentação Científica y Técnica deixou de ser membro nacional)
Argentina;

I96I

Chile: filiação solicitada à FID,

em I962,

e aguardando cria-

ção do Centro Chileno de Documentação para aprovação final.
Possíveis filiações: Uruguai e Peru.
R3S0LUC8BS
Treinamento de bibliotecários latino-americanos
I96O: Curso de Verão sobre Biblioteconomia da Universidade de
Quito - Prof. Terezine -í^rantes Ferraz
1961:

(Ed .Sraàil)

13 bolsas de estudo para o Curso de Pesquisas Bibliográ
ficas em Tecnologia do IBBD - Argentina (2), Bolívia,
Chile, Colômbia,
co,

Costa Rica, Equador,

Guatemala, Méxi-

Panamá, Paraguai, Uruguai e Venezuela.

1962: 2 bolsas para o Curso de Pesquisas Bibliográficas em M^
dicina - Chile e Uruguai
Nota: Para 19^3^

o IBBD concedeu,

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como colaboração ao progra-

]_'4

]_'5

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l'i

�- 2 ma de treinamento de bibliotecários latino-americanos da FID/
CLÁ 5 bolsas para o Curso de Pesquisas Bibliográficas em Ciên
cias Agrícolas - Argentina (2), Chile, Colômbia e Uruguai.
5.2

-

3«2.1-

A

CDU

no Brasil

Cursos especializados sobre a CDU
1960j na Universidade do Paraná -

ministrado pelo Prof. Vicen

tini.
1961; no Seminário Coração li^ucarístico de Jesus, -3elo Horizonte, ministrado pelo Prof. Vicentini.
Notas Anteriormente a esse período já haviam sido ministrados
cursos sobre a CDU. ^i-ssim,
Prof. Zeferino Paulo
dos Deputados5

foi realizado,

em 195^?

o do

(Portugal) na Biblioteca da Câmara

em 1957 o do Prof, Vicentini no Institu-

to Filosófico de Natal;

em 1959, o do Prof. Lasso de Ia

Vega (Sspcnha.) na Universidade da Bahia e em 1959 o

do

Prof. Vicentino na Universidade do Rio Grande do Sul.
3.2.2 ^ Reuniões da Comissão Brasileira da CDU
1958/1963 (1^

semestre); I6 Reuniões,

sendo 3 conjuntas com a

Comissão Portuguesa (2 no Brasil e 1 em Portugal)
3».2i37*—Tabelas da CDU
Em impressão;

classes l(Filosofia) e 2(Religião)

Em revisão na FID/CCC em em J ortugal; itíFilolor ia),

55(Geolo-

gia) e*8(Literatura)
Em revisão na IBBD/CDU; Tabelas auxiliares,
tes)

e unificação da classe I4. e classe 8.

Em elaboração;
3.3

-

classe 7(Belas A^ .

classes 3 e 6I.

Reunião da FID/CLA
Primeira; México, 26 de novembro de I96O.. Delegados do México
e Brasil.
lívia,
Panamá,

Observadores; UNESCO,

Chile, Costa Rica,

OEA, Argentina, Bo-

Cuba, Guatemala, ' l^erú^.
■

El Sclvc.cJor»-

■

"■ .

Segunda; Rio de Janeiro, 20-22 de novembro de I96I. Delegados
do México,

Argentina e Brasil.

Observadores da FID,

da UNESCO, Argentina,Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, México, Panamá,

Parag\Hi,

Uruguai e Venezuela.
Terceira; Buenos Aires,

9-12 de outubro de I962. Delegados do

Brasil e Argentina. Observadores; FID, UNESCO,
gentina, Brasil,

cm

1

Ar-

Chile, Panamá e Uruguai.

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lí

�Publicações
Impressas:
Jacquerain - A classificação decimal universal,
FID - Esboço de um programa a longo-prazo,
Programa da Segunda Reunião da FID/CLA,
Programa da Terceira Reunião da FID/CLA,

i960.

I96O

I96I.
I962.
t

Mimeografadas;
Regimento e Programa de Trabalho da FID/CLA (em português,
espanhol e inglês) i960.
Resoluções da Primeira Reunião da FID/CLA (era português,
espanhol e inglês) I96O.
Resoluções da Segunda Reunião da FID/CLA (em português,
panhol e inglês)

e^

I96I.

Normas para a compilação do CAPPAL (projeto brasileiro-urü
guaioj

em português e espanhol)

I96I.

Normas para a"compilação do CAPPAL (projeto argentino;
espanhol)

em

I962.

Catálogo Coletivo de Publicações Periódicas da América Latina (CAPPaL) Sm 2 vis.

I962.

ORÇAMENTO
A

FID/CLA

dispendeu no período de julho de I96O a dezembro

de 1962 a quantia de

8.007,290,50 (oito milhões,

sete mil,

duzentos e noventa cruzeiros e cinqüenta centavos)
I96O/I96I; Receita; @ 5-527.290,50
Despesa:
Saldo:

Z;.797,290,50
730.000,00

1961/1962; Receita; (?| 2,Í4.80,000,00
Despesa; (Sü; 2./.|.80.000,00

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lí

�FERERjiÇÃO IíJTERMaCIONüL DE DOCUl^NTAÇÃO - Outline of a long
terin policy of the international Federation for Documentation«

|Tbe Hague,

19601

39p.

(Federação Internacional

de Bocumentçção, Publicação 325)
HUBEEL, A. F, et alii - The program of the United States Natio*
nal Committee for FID. American Documentation 14(1):78-81,
1963»

•;

RIBEIRO, F, L, „ Comissê^ técnicas de bibliografia e documentação

1"Trabalho apresentado ao III Congresso brasileiro de

Biblioteconomia e Documentação, Curitiba, Paraná,

Digitalizado
-gentilmente por:

1960]

I Sc a n
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lí

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2

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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15

16

�m

/

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DB BIBLIOTSCONOMIh E DOGUMS''&gt;ÍTHCÃO
0
*

O 3SSG de Minas Gerais e sua biblioteca ambulante
por
Esteia Maris Borges

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�lEMA II - BIBLIOTECAS PÚBLICAS,

IKPANTO-JUV^NiS,

AMBULANTES x. ESCJLARES.

O S-SC

MINAS G.-RAIS L SUA BIBLIOTECA AMBULANTE

por
èSTELA IC^RIS BORGES.

UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV C0N5RESS0 BRASILEIRO DB BIBLIOTECONOMIA E DOOIHBíIXAÇlO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1^3

CDU 027.022:022,94

P fc-B,
SÃO PAULO
40- Cjto,

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n

MV, O-T"

�o Su^SC de Minas Gerais e sua Biblioteca Ambulante
por
ijstela Maris Borges

Conteúdo:
1.

A Biblioteca Ambulante

2»

Instalação da Biblioteca Ambulante

3*

Caixas-estantes

4*

Inscrição dos leitores

5.

jãnpréstimos

6.

Acervo

1,

Assistência e Propaganda

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
ste
14

15

�o S..RVIÇO Lx. ^XT^NSÃO D-^ BIBLIOT..CAS do

S-^SC de

Mi

nas (Jerais forma um setor independente da Biblioteca Central.
j-,stão compreendidos neste setor,
vros nos Centros Sociais

os Depósitos de

(Capitsl e Interior do ILstado)

li
e

o

Serviço de biblioteca Ambulante nas Firmas comerciais da Capi
tal.
Temos em planejamento a ampliaçao do setor,
criação do Serviço de Onibus-Biblioteca que deverá
os tairros onde há maior núcleo comercial e
lante no Interior do ^stado,

onde nao

há

com

a

percorrer

Biblioteca

Ambu

Centro Social

do

S^SC.
Falaremos sobre o Serviço de Biblioteca Ambulante,de
sua criação,

organização e funcionamento.

BIBLIOT-uCA AI.IBJLANTS;
O serviço de -ßiblioteca Ambulante foi criado no S^SC,
Regional de Minas Gerais,

em setembro de 1957»

teca se achava em organização,
setor (Je jLxtensão,

lento foi o desenvolvimento do

que se firmou realmente,

Foram atendidas até o momento,
lantiSi

Como a Biblio

nos fins de 1958.

pela Biblioteca

29 Firmas de Belo Horizonte e um Centro Social.

canceladas 5 (cinco),

trlljuir para o lAPC;

outra,

livros#

a pri

duas por deixarem de

por solicitação,

con

transferimos

caixa-egtante para outra loja da Firma e a última,
Centro Social,

Foram

pêlos motivos que explicaremos:

meira Por ter sido fechada a Firma;

Ambu

a

por ser um

substituímos a caixa-estante por um Depósito de

líão houve ainda,

cancelamento por falta de interesse

pela Biblioteca.
A permanênciqi das caixas-estantes nos
tos comerciais e prevista para três meses,

estabelecimen

prazo este que nao

é rigorosamente seguido pelos seguintes motivos;
serviço do encarregado,
livros e finalmente,

acúmulo de

atraso dos leitores na devolução

por solicitação da Firmaj

dos

dado o interês

se que a caixa ainda desperta na ocasião de ser recolhida.

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lí

�~ 2 -

2.

INSTALAÇÃO DA BIBLIJT.^CJA ALIB'JIANT^;
Quando o Strviço sí. achava em organizaçã,

talar a Biblioteca Ambulante,

para

ins-

uma

sele

fizemos inicialmente,

ção das Firmas c^ue possuiam maior núm&amp;ro de empregados
não eram muito próximas da Biblioteca Central,

ii-sta

e que
relaçao

nos foi fornecida pelo Serviço de Obrigatoriedade escolar

do

SLNAC.

em

De posse dos dados necessários,

contato com os gerentes das mesmas,

procuramos entrar

aos quais fazíamos uma ex

planação sobre o Serviço e lhes oferecíamos esta modalidade de
biblioteca para seus funcionários.
tou da seguinte;

Outra medida adotada,cons

enviamos uma carta a cada gerente,

do a existência do Serviço

de Biblioteca Ambulante,

uma ligeira explanação do que consta o Serviço.
carta,

nosso comparecimento à mesma,
instalar a Biblioteca, mas,
£ste

Biblioteca Ambulante,

contendo

Anexo a esta

um "coupon" a ser peenchido pele. Firma,

■fere o Serviço.

comunican

solicitando

sem compromisso de sua parte em

para melhores esclarecimentos

sô

"coupon" deveria ser remetido à sede

dã

para o que,

enviamos um envelope sobres

critado e selado.
Julgamos este processo mais racional,

pois

além

de

oferecer ao empregador maior liberdade para tomar uma decisão,
não deixa de constituir uma propaganda do Serviço'.
Conseguimos assim,

um bom núm^-ro de interessados,aos

quais atendemos pessoalmente,
litar-nos o trabalho,

com maiores detalhes.

organizamos um manual sobre

de Biblioteca Ambulante que &lt;;xpliC3 sua fundação,
funcionamento,

objetivos,

suem caixas~estantes,
as de inaugurações,
Atualmente,
fundido em Liinas,

e ainda,

1

Serviço

organização,

recortes de jornais,

já

pos

fotografi

etc.
como o Serviço do S-^SC já se acha bem di

estamos atendendo às Pirmas cue vêem solici
por sua própria iniciativa.

CA I J^S-i^Sí A NT^S:
Temos em circulação 35

cm

o

uma relação das Firmas que

tar nossas caixFS-estantes,

3.

Para faci

Digitalizado
-gentilmente por:

(trinta e cinco)

I Sc a n

caixas-estan

�- 3 -

tôs,

com as quais fazemos o rodízio nas Firmas.

Possuimos ou

tras em estoqus a serem organizadas quando necessário.

Sao

pintadas com o nome da Biblioteca Ambulante e possuem o emble
ma do Sx&gt;aC,

o que desperta curiosidade sobre o Serviço

naque

les que as vêem.
O processo de organização das caixas-estcntes
''ce ao st-guinte sistema:
Firma,

realizamos ali,

obede

antes da Biblioteca ser instalada
em data previamente marcada,

quisa entre os empregados,

^sta,

na

uma

é feita através de um

pes
ques

tionário que dá margem à exposição de preferencia (autores,as
sunto,

etc.),

o tipo dv, s^irviço e gráu de instrução de

cada

um.
Baseados na apuração dos questionários,
primeira (ou primeiras,

de acordo com a Firma)

Para as reinstalações, verificamos
da primeira,

como também,

do dos empréstimos,

formamos

a

caixa-estante.

o índice de aproveitamento

sugestões fornecidas pelo encarrega

colhidas de seus colegas por

ocasião

de

empréstimo ou recebimento dos livros.
Tendo sido determinado que o acervo da caixa-estante
seria fixo,

o mesmo assim se tem mantido relativamente,do vez

que algumas modificações se fazem necessárias quer no interês
se dos comerciários,

quer na substituição de livros

ou danificados pelo uso,

isto entretanto,

em moderada

perdidos
propor

ção.
As caixas-cstantòs não são repetidas nas Firmas,
para controlá-las,

idealizamos uma ficha contendo o número da

caixa e colunas a serem preonchidas com o nome da Firma,
de entrega e data da devolução.
de caixas,

4.

e,

Formamos assim,

um

data

fichário

obedecendo à ordem numérica das mesmas.

INSCRIÇÃO DOS L^ITJRx.S:
A inauguraçao da caixa-estante constitui sempre

solenidade nas Firmas.
número possível,

Reunem-se seus funcionários

uma

no maior

comparecem dirigentes da Firma e do SESC.

A fim de facilitar o serviço de empréstimos nesse dja,
bem como nos subsequentes,

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solicitamos sempre a

relação

dos

I Sc a H
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20

�- 4 -

funcionários com seus respectivos endereços e os
como leitores, mesmo que nao haja interesse no
parte de todos.

Julgamos assim,

facilitar ao

registramos
momento,

por

encarregado

execução de suas tarefas, visto não terem estes,

a

tempo sufici

ente para o Sorviço.
Quando todos não se interessam pela Biblioteca
leitores,

resulta algumas vezes,

um número elevado de

ções e uma porcentagem de retirada de livros
com o número de leitores. Mas,
aproveitamento,

não

como
inseri

condizente

se desejamos um índice real de

basta-nos selecionar os cartões daqueles

retiraram livros e teremos um núrúero exato de leitores

que
daque

Ia caixa-estante.
No início de cada ano,
tores de todas as Firn-.as,

reformamos o registro de

à medida que vamos

r^icolhendo

lei
as

caixas e no correr do ano, vamos cancelando aqueles que deixa
ram as Firmas de acordo com os dados fornecidos pelos encarre
gados dos empréstimos.
Daremos em mapa estatístico a expressão numérica

de

leitores nos quatro últimos anos:

LilTJR^S INSCRITOS NA BIBLIOTECA ALIBUL.^NT^ DO S^SC (4 últimos
anos)

ANO

Fem.

Masc.
552 J

1960

859

1961 1

968

1962

5..

.

ACüIÄULADOS

CANCELADOS

ATUAIS
Total

Masc.

Total Masc Fem.

Fem.

Total

520

1.072

250

328

1

578

802

848 1.650

587 J

1.446

413-

488

1

901

1272

1075^ 2.347

471

1.4J9

81

169

250

' 1049

640 1.689

457

1.266

384 _267„.. ..J51_. 2293.

724. 1^917__

EMPRÍ;3TIMJS s
O com-rciário mineiro já adquiriu o gosto e o hábito

da leitura.
Ao recolhermos
tatística de cada livro,

uma caixa-estante,

fazemos apuraçao

computando o número de retiradas mas

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I Sc a n

�culinas e femininas.
Os resultados têm sido os mais variados,

entretanto,

nota-se que sao satisfatórios.
Nas apurações que se mostram oscilantes,

quando

com

paradas às anteriores,procuramos sempre conhecer a causa para
superá-la,

se nos for possível.

Mas,

infelizmente, vários mo

tivos que afastam o comerciário da caixa-estante,
de nosso auxílio.

Verificamos que o movimento de dispensa

reintegraç'0 de pessoal nas Firmas com as quais
como também,

independem
e

trabalhamos»

alteração de tempo de trabalho com horas extras,

exigido pelas datas comemorativas,

exploradas comercialmente,

causam diminuição nos empréstimos.
Devemos ao analisar os resultados

estatísticos

de

uma Firma,

levar em consideração o tipo de serviço da

o horário,

nível intelectual e outros fatores que temos obser

vado,

mesma,

como causas de reflexos no bom aproveitamento da Biblio

teca Ambulante.
Outro fator quo-influi poderosamente no movimento de
retirada de livros é,

como algumas vezes apuramos,

a falta de

assistência aos leitores pelo encarregado da caixa-estante,
que já nos deu motivo de troca.

Sao estes,

quase sempre

mulados de atribuições e não dispõem do tempo que lhes

o

acu
seria

necessário para dar maior atençao ao Serviço.
Daremos a seguir os dados estatísticos referentes ao
empréstimo de livros:

^PR^STIMOS
ANO

D-

LIVROS
TOTAL

Fi^vIININOS

AlASCULINOS

1958

982

2.016

2.998

1959

850

1.892

2.742

1960

1.408

1.939

1961

1.527

2.318

3.845

1962

1.547

1.772

3.319

9.937

16.251

TOTAL

t

6.314

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�6 -

6*

ACERVO:
A Biblioteca Ambulante do S-.SC possui como os demais

setor&gt;iS da Biblioteca,

um acervo próprio.

Contamos com um to

tal de 3«767 volumes registrados.
Cisando o aprimoramento intelectual de
res,

baseamos nossas compras na aquisição

nas sugestões de nossos leitorv&gt;s,
ainda,

nossos leito

dos bons

autores,

no interesse dos mesmos

e,

procuramos atualizar sempre o nosso acervo.
O registro de nossos livros apresenta

os

seguintes

dados;

LIVROS R-.GISTRADOS NA BIBLIJT-.C'. .^MBULANT-j DO S^SC

1.908

1959

1960

1•
1
vo 1
1
1 00 1
1
1

ACERVO

1958

1957

574

564

1961

1962

374

199

1963

1
1
1
1
1
1
1 «XI 1
1
o 1
!
1

ANO

TOTAL
3.767

7. ASSIST::.NCIA Lu PRJPAGANDA:
A Biblioteca Ambulante,

como toda Biblioteca moderna,

deve promover meios de divulgá-la e difundí-la Junto
merciários,

acompanhando assim,

aos

co

o rítimo da indústria e do co

mércio bem organizados.
Quando notamos que houve na caixa-estante recolhida,
menos movimento do que na precedente,

procuramos apurar junto

do encarregado na Firma as possíveis causas do acontecido,
mo ja dissemos.

Quando um dos fatores ó decorrente da

de interesse pela leitura,
causa,

procuramos de nossa parte

promovv-ndo meios de incentivar ou mesmo,

co

falta
sanar a

despertar

o

hábito de ler.
A Biblioteca Ambulante tem se encarregado da

confec

ção de listas mimeografadas do acervo da caixa-estante dc

mo

do mais claro o detalhado possível» Estas,são distribuídas ©n
tre os leitores no ato da inauguração ou reinstalação da
xa.

Como cabeçalho,

Para cada Firma,

apresentam o regulamento a ser

seguido#

fazemos sempre novas listas contendo o

I Digitalizado
-gentilmente por:

cai

nome

�- 7 -

das mesmas,

como tariibém,

da pessoa encarrogada

dos

ümprésti

mos.
Como inscntivo à leitura,
gráficos,

rcidigimos boletins

bilio-

contcndo pequena biografia dos autores cujos livros

foram comentados c enviados naquela caixa-ostanto.
Conforme a necessidade do Serviço,
aos leitoras,
tas também,

enviamos

cartas

comunicando a instalação da caixa-estante,

car

convidando a procurar a Biblioteca Ambulante

com

a relação dos livros instalados,
diretamente,

anexa.

São estas,

enviadas

para a residência do leitor#

Obtivemos ótimos resultados com esta

iniciativa,

o

que nos foi declarado pelos encarregados dos empréstimos e po
sitivado nas apurações estatísticas das caixas-estantee

reco

Ihidas.
Realizamos visitas às Firmas para supervisionar o Ser
♦iço,

esclarecer se preciso,

as possíveis dúvidas e

auxiliar

na cobrança dos livros atrasados»
Utilizamos também do telefone para este tipo de
trôlô do Serviço e através deste,

avisamos a data de

con

recolhi

mento da caixa-estante.
Outro meio que empregamos para chaniar a atenção
comerciários para a Biblioteca Ambulante,
Mas,

dos

são os cartazes.

como a confecção destes toma tempo e sua conservação nos

é muito útil,

idealizamos um porta-cartazes que os protege

e

dá realce.
Lstes,

foram feitos com um fundo que se abre, facili

tando a troca dos quadros;

possuem duas alças na moldura,

na posição horizontal o outra na vertical,
mudança de posição,

possibilitando

a

conforme o cartaz colocado.

Possuimos um bom número de cartazes com tamanho
drão,

uma

os quais vão fazendo rodízio nas Firmas atendidas

Biblioteca Ambulante,

são geralmente,

papela

colocados perto do

logio de ponto ou em outro lugar rue chamo a atenção dos

re
fun

cionários.

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lí

19

20

�Nas Pirmas onde há jornaizinhos,
dwS congêneròs,

lançamos mao destas,

Até na televisão,

para meios de propaganda.

das caixas-estantes,

onde

deram informas sobre a Biblioteca

apresentando fotos

Mantemos ainda,

tiradas no ato da inauguração.

entrosamento

entre os

promovendo reuniões.

nos reunimos por ocasião do Natal,
pelo SjuSC,

ativida

cm programa patrocinado par uma Firma

temos duas caixas-estantes,
Ambulante,

grêmios ou

encarregados

Todos os anos nós

quando lhes são oferecidos

presentes em agradecimento

pela

sua

colaborr.ção

prestp.dp. ». entidade.
Sao reuniões revestid.f.s de cordif'.lid'^de e entusiasmo,
cont-ndo com p. presengr». dos senhoras dirigentes do
qu^.is,

dr.o inteiro f^pôio ao Serviço.

se sómpre motiv-'^.r outr-^s,

Sx^SC,

os

^^stR-s reuniões vêem qua

como um "^.Imôço oferecido pelo

Presidente do S^SC, Dr. Exr.ltino José Marques Andrade,
dos ^^ncnrreg^dos dp. Biblioteca. Ambulante n^is Pirmp.s,

Sr.
a

to

na

Colo

ofereceu

uma

nia de Ferias Sylla Velloso.
lim recente reunião,

o Sr.

Presidente,

temporad.?, de feri-ns na Colônia do S^SC,

n ser sorteada

03 responsáveis pel-s ctix^s-est^ntes n^s Firmf^.s,

entre

extensiva a

todos os seus dependentes.
são estes,

os meios que empr^^gamos para dar assistên

cia e divulgar a. leitura em nosso Serviço de Biblioteca

Ambu

lante do S^^SC em Minas Gerais.
Com este rápido e simpes depoimento de nosso
lho,

traba-

esper-mos ter contribuído com um pouco de nossa experion

cia para trocr. de idéias com nossos prezados colegas de Biblió
tecas similares.

Belo Hf^rizonte,

junho de 1963.

I Digitalizado
-gentilmente por:

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st em
14

15

16

17

lí

�S..-.RVI,0

BIBLIOTECAS

DO

S-SC

REGIONAL Dx. MINAS G.^R.aS

DIVISÃO

DO

S-RVigO

S^L^ÇÃO
AQJISIÇÃO
R..GISTRO

SUCÇÃO tICNICA

CATALOGAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO

INSCRIÇÃO DL LEITOR

BIBLIOT-.CA
S.^CÇAO
y

D..

AT£NDII.'I_NTO

\

y
N

LM?R..'STIMO DOMICILIAR
CJNSULTA X. R..F^RÍ;NCIA

CENTRAL

S,..CÇAO INPANTO-JUV-.NIL

SUCÇÃO D:^ x.NCAD.-,fíNAÇAO

cm

1

2

3

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Syst em

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�- 2 -

C-^NTRO SJCIAL FLQRLSTA

f CAPITAL

C.

S.

CARLOS PRATAS

C.

S.

SANTA ^FIGINIA

cjlOnia
D^P.

Farias

SERVIÇO social

/
DEPÓSITOS

/
\

UB-oRABA
AKAXÁ

SiiRVIÇO

MJKT.S CLAROS
UB.-.RLÂNI)IA

DE

INTERIOR

&lt;

T-ÓFILO OTONI
POÇOS

..XTÍ.NSÃO

CALDAS

#UIZ
\

FÖRA

CARANGOLA

D2i

BIBLIOT-.CAS
35 C&gt;.I:ÍAS
BIBLIOTECA AI.rBJLANT.

FIRMAS COM

&lt;
(Capital)

25

SERVIÇO LSTAB^L^CIIO

BIBLIOT^C'. AT^SuLANTIi; (interior)

♦

Ônibus biblijt^ca *

\
Serviço ainda em planejamento.

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�SERVIÇOS

BI3LI0Tx.CAS DO S^SC

A Biblioteca Central do S.&gt;^SC é uma biblioteca moder
na,

tanto em suas csracterísticas como em SwUS objetivos.

Qaanto às características é classificada por assunto
a Classific-ç
ra o público.

segundo

o Decimal de Melviel Dewey e possue catálogo pa
O catálogo adotado é o dicionário

onde

as fi

chas de autor, .título e assunto se encontram numa só ordem al
fabética;

consultá-lo é o mesmo quc consultar um dicionário.

Êste catálogo permite ao leitor saber todos os livros de deto?
minado autor ou todos os livros de determinado assunto que
biblioteca possua.

a

As fichas de cat?.logação sao perluradas e

I introduzida na perfuraçao uma vareta de ?ço que conserva
alfabetaçao nss gavetas,

apesar do s^rem as fichas do

a

catálo

go constanteinente manuseadas pelos leitores.
A Biblioteca Central do Sx/SC permite o livre acesso
às estantes,

dando ao leitor mais liberdade de escolha e,

do classificada,

dá uma visão do que a Biblioteca

possue

sen
do

autor ou sobre o assunto que o leitor está interessado.
Faz o empréstimo do. .iciliar com o objetivo de

esti

mulsr o habito da leitura e de desenvolver o espírito de soli
dariedade e cooperaçao,
empréstimo as mesmas

com os que futuramente retirarão

obras.

Para alcançar seus objetivos educativos e
sao da cultura numa esfera maior,

de

difu

a Biblioteca do SLSC é fran

queada ao publico de Belo Horizonte,

bastando a

de um documento de identidade e dois

(2)

cular-se como leitor.

por

apresentação

retratos para

matri

Permite-se ao leitor da Biblioteca

SjjSC rotirar por empréstimo dois

(2)

pelo prazo de 15

O serviço é inteiramente gra

(quinze)

dias.

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livros e 1

(uma)

do

revista

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�tuíto.

A Biblioteca Central funciona s&amp;m interruiçao diária-

mente de 8 às 19 horas e aos sábados de 8 as 12 horas.
O caráter de seu acervo 6 geral e

procura

atender

em suas novas aquisições as nccessidadss e as preferências de
seus leitores.
A Biblioteca Central do S.^SC conta

atualmente

coli

8.000 livros registrados.
Ja fêz um total de 152.500 empréstimos domiciliares
de livros desde sua fundaçao em fins de 1957«
Possui 10.4^0 leitores inscritos.
Além de livros a Biblioteca possui jornais da
tal e de outros .instados,

capi

bem como revist^.s.

Seus livros são áe 2 tipos:
- de empréstimo domiciliar;
- de consultas e referência,
bliotec-,

tais como dicionários,

que nao saem da Bi-

enciclopédias, mapi-s,

atlas,

etc.
un 1961,

foi criada a Sc.cção Infanto-juvenil,

subor

dinada à Biblioteca Central, vindo assim completsr a finalida
de educativa da Biblioteca, visando,

primeiramente,

a criança,

futuro adulto.
A Biblioteca do S^SC possue também o Serviço de

lix

tensão de Bibliotecas que supervisiona a Biblioteca Ambulante
e os Depósitos de Livros.
A Biblioteca Ambulante é exclusivamente para
ciários.

Uma caixa-estante de aço contendo

comer

aproximadamente

80 livros é colocada em firma comcrcial pelo prazo aproximado
de 3

(três)

tem a caixa,

meses de acordo com o interGsse despertado.
livros recreativos e instrutivos e u::na parte

livros infantis Jiara atender os filhos dos comerciários.

Cr*
Äe
Sua

organização é baseada numa pesquisa do preferência de leitura,
idade e gráu de instrução,

aplicada entre

firma antes da instalação do serviço.

os

empregados

da

O objetivo primordial

dessa modalidade de serviço é elevaçao do nível

cultural

e

profissional do empregado do comércio.

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�- 5 -

A Biblioteca Ambulante conta atualmente cora
tal de 25

um

to

unidades com Serviço estabelecido.
Para atender a ustas Firmas,

caixas organizadas,

a Biblioteca possua 35

as quais fazon. rodízio,

Conta a Biblioteca Ambulante com ótima equipe de au
xiliares que são encarregadas das caixas-estantes nas Firmas»
Sãô.*.'pessoas idealistas e dedicadas que se
bilizam pelrs caixas-estantes,

controlam o

préstimos e recebimento de livros,
leitores,

cancelam os afastados,

toque da caixa,

responsa-

movimento

de

fazem inscrições dos novos

recolhem e conferem todo

sao executadas com gosto e perfeição.

bem remuneração,

es

para se íaz..r a permuta.

xjstas atribuições e outras que podem surgir
namente.,

em

a Biblioteca tem por tradição

por ocasião do Natal,

nao como paga, mas como

oport»

Como não rece
presenteá-los
agradecimento

pela valiosa cooperação prestada ao S.^SC.
Os Depósitos de Livros foram criados para

atender

aos frv-quentador«s dos Centros Sociais do S.^SC na Capital

e

no Interior e colabofar com o trabalho das assistentes sociais»
das recreadoras infantis e das demais professoras dos Centros,
com livros especializados c,ue auxiliem no trabalho de cada um.
A Biblioteca do S^SC conta atualm..;nte com 13 Depósi
tos de Biblioteca,

s^ndo 5

(cinco)

na Capital e

8

(oito)

no

Interior.
Compõe-se atualmente de 8.500 livros já registrados»

V...BA aiARIA ROCHA
CH^F.. DX Bi:°-LIOT..CA CENTRAL DO SLSC
D^ MINAS G.^RAIS ,

Belo Horizonte,

26 de junho de 1963»

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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA B DOCIJMKMTAÇAO

Os Sistemas Regionais de Bibliotecas Publicas e seu
entrosaraento com o "Serviço Nacional de Bibliotecas"
por
Esmeralda Maria de Aragão

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�IV

GOííGREbSO

BILISILEIRO

7 n 14 cio

julho

DE

BIBLIOTSGOlíOMIA
c^c

E

DOCUMEilTAg.'TO

1965

TEMA 2 - BIBLIOTECAS HÍBUCAS, INFANT|-JUVENIS, AMBULANTES

E

ESCOLARES

Os Sistemas Regionais de Bibliotecas Publicas e seu entro«
samento com o"Servlço Nacional de Bil)liotecas".
por
Esmeralda Maria d&lt;J Arag5o(*)

0 3«:
Uice.

(*) Professora da Escola de Biblioteconomia e DocumentaçKc\
da Univeriidad^ da Bahia e Chefe do Serviço de Biblioteconomia^
e DocumeXitaçâí da Faculdade de Direito.

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lí

�SINOPSE

Os sistemas de Bibliotecas Péblicas do País. Q Serviço Nacional de
Bibliotecas e o seu entrosamento com os Estados e MunicípioSj para criaçSo ou
reorganização dos sistemas. Colaboração das Universidades.

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�I

INTRtDüÇÂi

A Importância da biblioteca como "agência educativa" é um tema pac^
fico dado os reais serviços que presta numa comunidade. Seu aprimoramento
difusão no entainto, nao têm sido encarados com objetividade, entre nós,

e

daí

se verificar em todo o país, um número ainda inexpressivo de bons serviços,em
função da população e das necessidades culturais. Ha em verdade, bibliotecas
especializadas e universitárias com instalações e acervos preciosos, em número
muito reduzido, todavia.
• tipo de biblioteca que vamos tratar neste trabalho, é porém, aque_
le mais carente de estudos e difusão por todo êste imenso território brasileir: a Fiblioteca Pública Municipal.
Sentimos o problema como fator de máxima importância para o desenvol_
vimento do Plano Nacional de Educação em bases mais realísticas.
De fato, a Biblioteca Pública, com todas as suas inúmeras atividades
não pode estar ausente de um plano educacional. Sem

leitura não se forma

a

mentalidade de um povo. Pode-se pensar em Educação de Adultos sem leitura para os recém-alfabetizados? E a educação infantil poderá ser completa só com aprendizagem ministrada pelos mestres?
Atestam esta necessidade e a importância os estudos que tem empreendido a UNESC6 criando uma série de projetos para instalação de Bibliotecas Públicas nos Países subdesenvolvidos, especialmente da Xsia, África e América
latina.
•s estudos, antes de serem transformados em projetos^ situam, desde

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as possibilidades econômicas das regiões, as condições sociais, os cos
tumes, a política governamental, preparo do pessoal através bolsas de
estudos, comunicações e convênios com instituições culturais e planejamento publicitário.

De estudos e projetos semelhantes carecemos nós, a fim de entrosar
através o binSmio Escola-Biblioteca a ação de educadores, povo e bibliotecários com o plano governamental.

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�III

SISTimS REGIONAIS DE BIBLIOTECAS PUBLICAS

Nvim estudo da situação real das bibliotecas públicas brasileiras, vemos, como em tantos outros aspectos, que há regiões privilegiadas ou melhor
servidas. E, logo se imagina que estão no sul e leste os melhores serviços.Con^
tribuem, sem dúvida, para esta situação, as condições econômicas, a maior apl^
cação de verbas federais nessas áreas e um maior avanço técnico de tais centros.
Iniciando por S. Paulo, onde se localiza a maior biblioteca pública
municipal da América do Sul, podemos considerar o bem aparelhado Serviço

de

Bibliotecas públicas funcionando em rede, com uma extensão aos bairros e

al-

guns municípios. Além disso, há legislação regulando o serviço.
Saindo de S. Paulo, vamos encontrar a capital do Paraná com uma moder_
na Biblioteca Municipal, também com serviço de extensão aos bairros, Bibliobus etc.
Na região leste. Belo Horizonte vem de inaugurar uma ampla Biblioteca pública, cujo projeto esteve paralizado por longo tempo. A Guanabara,

sem

contar a Biblioteca Nacional, possui também uma Biblioteca Pública Municipal
com extensão de Bibliotecas infantis e alguns bairros. A Bahia, cuja Biblioteca pública criada em I81I pelo governo do Estado é, por força da lei, estadual, nSo atende às mínimas condições de funcionamento de uma biblioteca pública,
tem organização ainda do tempo do

flestacar apenas as Sec-

ções de"Referência" e de "Periódicos" organizadas pelos bibliotecários

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�IV

ali servem, mas, nos últimos anos desatualizados por falta de entendimento e
compreensão da parte dos diretores leigos que por lá têm passado, especialmente
o atual, responsável pelo deserviço da instituição à população baiana (*).
Desde que foi criado o Município de Salvador, a Escola de Biblioteconomia apresentou projeto ao primeiro

prefeito eleito, para a criação da Bi-

blioteca Municipal de Salvador, acompanhado de estudo das condições sociais da
cidade e densidade demográfica dos bairros, onde o serviço instalaria, inicial^
mente, as primeiras sucursais e das zonas rurais que deveriam ser servidas pelas bibliotecas ambulantes. Infelizmente, o projeto ficou engavetado ficando
a cidade privada de realizar, em benefício de sua população, trabalho de vulto. As esperanças renascem agora, quaxido temos à frente da Prefeitura um jovem
Idealista, conhecedor dos problemas da comuna neste setor e, cujo Secretário de
Educação é pessoa de ampla visão.
Contudo, Feira de Santana, próspero município vizinho da Capital baiana, está agora com uma moderna biblioteca pública, servindo de modelo e incentivo aos demais municípios. Seu planejamento, construção e organização esteve, desde os primeiros passos, sob a orientação da Escola de Biblioteconomia
e Documentação da Universidade da Bahia.
No nordeste, há o sistema Biblioteca Pública Municipal de Recife e,
cogita agora a SUDENE por em execução ura projeto para criação de um Serviço

(*) As associações de classe baianas, com a Escola de Biblioteconomia, visitaram o Governador do Estado, recém-empossado, e lhes fizeram ver

a

situação dos cargos de direção de Bibliotecas depois da regulamentação da pro^
fissão através a Lei 4.084 de 3O/6/1962. Até agora porém, apesar das promessas
de atendimento, continua à frente da B.P. um bacharel em direito.

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de Bibliotecas Publicas para as zonas rurais da região nordestina, depois de
i &gt;
aprovar estudo do Jovem bibliotecário José Mussolini Brandão, recém diplomado
/ '
^
^
pela Escola de Biblioteconomia da Universidade; da Bahia.
Nos demais Estados do norte e nordeste, apesar da existência de Bibliotecas públicas, necessitam, todas elas, de reaparelhamento, e assistência
técnica, dinamização

dos serviços, enfim.

Vale salientar a informação que nos dá o "Guia das Bibliotecas "Espe^
cializadas" a respeito da situação de pessoal nas Bibliotecas brasileiras.

C

quadro é desolador: das 4o8 que relaciona, 102 não possuem bibliotecários.

A

maior parte tem apenas um biliotecário e, só as grandes bibliotecas do sul e
leste em S. I^ulo e no Rio de Janeiro, têm o privilégio de possuirem mais de
6 bibliotecários (1). As que nao possuem bibliotecários estão localizadas
I

no

norte, nordeste e região centro-oeste. Pode-se imaginar o funcionamento de tais
serviços, suas condiçSès, possibilidades de progresso e eficiência. É louvável,
sobretudo, o esforço dêsses abnegados que querem servir á cultura trabalhando
sem a mais mínima assistência material e técnica. Num país de extensão territo_
rial como o nosso, não" é para se admirar que exista, apesar do rádio, citamos
apenas este, porque a televisão é ainda privilégio das populaçSes das grandes
capitais, quem ignore'a existência de Escola Superior para a formação de biblio
tecarios e, que deve ser privativo de bibliotecários a organização e direção
de bibliotecas.
Mas, não somos daqueles

que descreem do progresso e desenvolvimento

deste País, juntamo-nos, pelo contrário, aos que encaram a realidade nacional

(l) BRASIL. Instituto Brasilèiro de Bibliografia e Documentação. Bibliotecas
especializadas brasileiras; guia para intexvjâmbio bibliográfico.

Rio

de Janeiro, 1962

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como promissora e em evolução, embora nos debatamos cora problemas mais sérios
e inadiáveis. Entre as grsindes reformas que precisamos encaminhar, a educaci£
nal é das mais urgentes. Precisamos juntar as energias, fazer o que estiver
dentro, e até mesmo além das nossas forças crentes no fim a que nos propOTios
que é a elevação do nosso povo.

e SERVIÇO NACIONAL DE BIBLIOTECAS

Em boa hora, criou o governo, através o decreto n9 51-S25 de 22 de
agSsto de I961, o Serviço Nacional de Bibliotecas com as finalidades, entre
outras,

■

de "estimular a criação de bibliotecas públicas e, especialmente,

os sistemas regionais de bibliotecas" e "colaborar na manutenção dos sistemas
regionais de bibliotecas" (*).
Diz o decreto ainda, que ao setor de Assistência Técnica "caberá a
organização de serviços regionais de bibliotecas e bibliotecas públicas em to_
do o País ..."

É, realmente de grande importância o funcionamento deste setor,

pois, como vimos, estão à espera de ajuda e assistência a grande maioria das
bibliotecas públicas do País.

(*) - Tal decreto surgiu de uma solicitação da Associação Baiana de
Bibliotecários ao Presidente jânio Quadros, para entrosar, com a campainha Nacional de Educação, um plano nacional de Bibliotecas públicas.

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s t e .O"
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Indispensável também^ para que se concretizem essas aspirações,

a

celebração de convênios com os Estados e Municípios de que nos fala o art. 1?
do decreto n? 51«224 de 22 de agosto do mesmo ano, que aprova o regulamento dos
Serviços Regionais de Bibliotecas.
Temos a lembrar no entanto, que também as Universidades Brasileiras
devem celebrar, além dos Estados e Municípios, convênios para esse fim, especialmente porque sSo elas que dispõem dos técnicos e dos recursos para a pesquisa. E, como o nosso pensamento é o de que se congreguem todos os esforços
para a execução de bons projetos, torna-se inadiável esta participação.
Ao que nos consta a.Universidade da Bahia é pioneira nesta questão
pois, iniciou tais atividades em janeiro de 19^2, quando, através a Escola de
Biblioteconomia e Documentação enviou ofício circular a todos os prefeitos baianos, convidando-os para um entendimento com sua Direção a respeito de ajuda
técnica que a Universidade daria àqutles que desejassem criar, ou reorganizar
Biblioteca Publica em seus municípios.
Desde 1959j vinha a Universidade da Bahia prestando colaboração ao
Município de Feira de Santana que inaugurou a sua modelar Biblioteca Municipal
em abril de 1902.
Ainda em 19^2, Jacobina, o distinte município do sertão baiano pedia
auxílio à Universideide, pois, possuia um acervo trancado, inútil, com algumas
obras de valor, doadas, a maioria, por um bibliófilo da terra.
Para lá nos dirigimos, por indicação da Diretora da Escola e, em duas semanas, realizamos trabalho técnico indispensável à circulação dos livros.

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A Biblioteca, uma pequena sala no andar térreo da Prefeitura, foi assim aberta ao público, nSo com inaugurações pomposas porque nSo se tratava, de fato,de
por ao alcance do mesmo um serviço de vulto, mas, dinamiaar um acervo inacessível, morto.
Os resultados foram excelentes, e, lá está em funcionaimento uma pequena sala de leitura, com uma freqüência diária de 40

a 50 leitores no turno

da tarde e à noite, até as 9 horas. La estSo os jornais da Capital, do próprio
município e de municípios vizinhos, a informar um sem niímero de cousas que o
nosso pacato tabaréu deseja saber. Ha também revistas, algumas obras de refe-»'
rência e boas coleções literárias de autores nacionais e portugueses.
A receptividade da populaçSo ao serviço, já está a exigir do novo
prefeito, recém-empossado, providências para a transferência do mesmo para me_
Ihores instalações e, quem sabe, a constmição definitiva de prédio próprio.
Outros municípios baianos seguindo o exemplo de Feira, e dessa pequena biblioteca de Jacobina, desejam que a Escola designe um bibliotecário
para ver as possibilidades de criação ou reorganização de Bibliotecas Publicas.
EstSo em pauta, Tanquinho de Feira, município novo, recentemente desmembrado
de F ira de Santana, Canavieiras, Cipó e Joazeiro, situados nas mais diversas
regiões do Estado.
O plano do "Serviço de Bibliotecas do Interior", sob a direçSo da
E.B.D. UB. é tornar a Biblioteca Municipal de Feira uma biblioteca central na
sua zona, entrando em convênio com municípios vizinhos mais novos e com menores dotações orçamentárias, que poderSo se valer daquele serviço enquanto não

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se encontrem em posição de instalar os próprios.
Ha ainda em estudos, o projeto de ser criada uma outra biblioteca,
nos moldes da de Feira, em Alagoinhas, destinada a servir outras zonas, era
convênio com importante empresa nacional.
Â medida que chegsim as solicitações das prefeituras do Interior, vã©_
se procedendo

aos estudos das regiões, registrando-se em fichas padrões,to-

das as informações a respeito do município.
Os dados dessa ficha são, em resumo, os seguintes: área, população,
densidade demográfica, produção, tipos de vida, situação educacional, recursos
econSmicos, comércio, etc.
Evidentemente, essas bibliotecas instaladas ou reorganizadas pelo
Serviço, ainda não dispõem de bibliotecários efetivos, pois, apesar da Escola
já haver diplomeido mais de uma centena de alunos, não há nenhum em disponibil^
dade para assumir esses postos. A biblioteca de Feira distante duas horas da
Capital, está sendo assistida semanalmente por uma professora da Escola e, já
está era entendimentos em convênio para que esta dê um curso intensivo, visando
o preparo de pessoal até que um bibliotecário possa vir a assumir a direção,
de acordo com a Lei nv 4.084.
Para Jacobina porém, distante 10 horas

de viagem de ônibus da Ca-

pital, o Serviço não poude estabelecer o mesmo critério, tais as dificuldades
de acesso e disponibilidade de pessoal. No entanto, a orientação dada quando
da reorganização, vem sendo cumprida e tem havido comunicações constantes da
Prefeitura com a Escola.

ft

�Mas, se os problemas baianos, neste setor, idênticos e semelhantes
aos das demais regiões,têm soluções próprias,especialmente porque conta com a
Escola na Universidade, não podemos deixar de acentuar a necessidade imperiosa
que tem, a vasta região norte e nordeste, de ura plano para instalação ou reor^
fc^sinização de bibliotecas, cursos intensivos para ura imediato funcionamento das
mesmas, o que requer, obrigatoriamente, recursos financeiros a serem fornecidos pelo Serviço Nacional de Bibliotecas, como órgão criado especialmente para tal fim.
Consideramos ainda de grande importância para um funcionamento eficiente do Plano Nacional, que se estude e divulgue iim planejamento publicitário sobre a importância da Biblioteca Piáblica, suas atividades e colaboração
com o plano educacional, afim de que se concentrem esforços de toda sorte para a criação e difusão destas instituições por toda a extensão dêste imenso e
rico território.
E façamos com que toda gente pense e sinta como Maurois: "nada importa tanto à humanidade como pôr à disposição de todos os homens esses instrumentos de superação, de evasão e de novidade, que transformara a vida e incrementam o valor social do indivíduo. O único meio de consegui-lo é a biblio_
teca pública" (2).

(2) UNESCO.

La biblioteca pública y su misión.

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lí

�CONCLUSÕES

O debate de problemas nacionais, naturalmente, requer a mais ampla
discussão em tômo das condições brasileiras e recursos de que dispõe.

Daí

porque achamos de todo conveniente que não se destinem verbas a um serviço
sem que se estude, inicialmente, as possibilidades efetivas da região para
aplicação das mesmas.
Sintetizamos

nosso trabalho então, nas seguintes conclusões

a

serem aprovadas por êste Congresso:
1.- Que o Serviço Nacional de Bibliotecas organize uma Comissão
cional, composta de i?epresentantes de todas as regiões do País, para que rel^
tem o real estado das mesmas, nêste setor.
2 - Que elabore um plano nacional publicitário, aplicando-o às possibilidades regionais sôbre a "biblioteca pública" e sua missão na comunidade
brasileira.
3 - Realize convênios com Estados e Municípios como prevt o decreto
para a organização ou reorganização de sistemas regionais.
4 - Que a distribuição de verbas se faça dentro de um esquema

das

necessidades regionais.
5 - Que se entrose com as Universidades brasileiras para a criação
de cursos intensivos de Biblioteconomia, através das Escolas de Bibliotecono^
mia e com o Instituto Nacional do Livro, como ficou estabelecido no 3' Congresso de Curitiba.
6 - Que se realizem reuniões periódicas para que se divulgue os
sultados e se mantenha t8da a população brasileira atenta ao que realiza
Serviço.

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o

�Referências

H^SIL-

Bibliográficas

Instituto BrasilGiro de Bibliografia e Documentação.

Bibliotecas especializadas brasileiras; guia para intercâmbio.
BRASILI

Rio de Janeiro, 19^2.
Leis, decretos.

Serviço Nacional de Bibliotecas,dec.

n? 51.225 de 22 de agosto de 19^1.

MAUROIS, André - La Biblioteca Publica e su misión;
Unesco.

1961.

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Paris,

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                    <text>���IV CONGRESSO BRASILtílRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

'Bibliotecas departamentaiô
por
Elton Eugênio Volpini

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE B1BLlOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA,

TEMA

III

-

7 A

U DE JULHO DE

19^3

INFORMAÇÃO CIENTfFICA

BIBLIOTECAS DEPARTAMENTAIS
POR
ELTON EUGEN 10 VOLPINI '

CDU 027.7:022

0.9^;

V.A ^ »7C. í

•Professor da Escola de Biblioteconomia de Minas Gerais
Vice-Presiden+e da Associaçao de Bib1iotederios'de Minas Gerais
Bibliotecário da^Faculdade de Medicina da U.M.G,
Membro da Comissão Brasileira de CIassif1caçao Decimal Universal

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�SINÖPSE

Bibliotecas departamentais
desenvolvido

porque as

têm se

bibliotecas cen-

trais freqüentemente têm falhado ao procu
rar atender as necess idade-S dos
listas,

Bibliotecas departamentais conti-

nuarão a crescer nos

locais onde es

des.de pesquisa estão amplamente
tes,

especia-

Entretanto,

min Istrraçao,

no que diz

unid£

distan-

respeito à a^

a experrienc ia demonstra que

o controle econSmlco e o trabalho efetivo
s&lt;5 sao obtidos quando o b ib I iotecfár Io tem
sob sua supervisão e controle direto todo
o acervo,

qualquer que seja a forme como

ele esteja distribuído,
cas departamentais,
coieçoes de
hospitais,

seja em bibliote-

coleçoes

laboratórios,
ou outras.

especiais,

bibliotecas de

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA,

7 A

l4 DE JULHO DE

I963

BIBLIOTECAS DEPARTAMENTAIS
POR
ELTON EUGEN 10 VOLPINI

Há tempos que bibliotecários e educadores
discutem os

problemas admln'strativos. e educacionais

surgem quando se separam as
trais.

coleçoes das bibliotecas cen-

Embora sejam fortes os argumentos pr&lt;5 e contra a

centralizaçao ou descentraIizaçao da coleção,
pontos de vista
várias formas

predomina sSbre o outro.

pelas quais

as

nenhum dos

Isto devido às

universidades estão,

administrando suas bibliotecas departamentais
cais e

que

hoje,

em clínl-

laboratórios,
A finalidade

deste trabalho é a de apre-

sentar alguns aspectos da organizaçao,
também,

administrraçao

e,

aspectos educacionais deste tipo de biblioteca,

ao mesmo tempo que se propõe alguns

pricípios

para

uma

organizaçao futura,
A divisão de uma biblioteca em
mentos é,
atividades,

como a divisão de trabalho,

a distribuição de

tendo a homogeneidade como base,

trole de um administrador.
partamentos sao várias,

mas

As bases
as mais

departa-

sob o con-

para a formação de de
Importantes numa

bi-

blioteca universitária sao principalmente quanto a

cm

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função

(processamen+ostécn Ico,

comodidade

(divisão em departamentos,

localIzaçao
clientela

circuloçoo etc.)
por assunto)

(bibliotecas departamentais)

(leitores

a servir)

Desta forma localizamos as bibliotecas de
—
y/
partamentets dentro ou fora da biblioteca central,
mas
sob um mesmo controle administrativo.
Recentemente a
coleçoes em um único prádio.

tendencla é centralizar os

Entre outros fatores que têm

contribuído para esta centralização temos a construção de
novos e amplos
técnicos e de
mentoi
-

edifícios,

o desenvolvimento dos serviços

Interdependencia de vários

Entretanto ê pouco provável

ramos do conhecJ_

mesmo

lnVer*oss iml l

que desapareça^! as bibliotecas departamentais,
Embora as b Ib1 iotecasdepartamentaIs criem

problemas mais

complexos do que as bibliotecas centrais ,

aquelas sao administradas de forma semelhante a estas, E^e
um modo geral,
de

uma biblioteca departamental

livros e outros materiais

é uma coleção

ligados ao departamento

de

Instrução,

ßode estar situada dentro ou fora da blbllot^e

ca centrai,

se bem que,

to ao departamento,
As

comumente,

clínica,

esteja

local Iz-ada ]un—

laboratório etc.

relações das bibliotecas departamen-

tais com a biblioteca central

variam de

Instituição

para

Instituição,

Observamos que bibliotecas de assuntos tais

como Direito,

Medicina,

Odontologia,

Engenharlq e Farmá-

cia estão mais sujeitas a se separarem da administração
de uma biblioteca central

do que bibliotecas de assuntos

como História e Filosofia,

que,

controle direto.

estão sob seu

Será feito pela biblioteca central

o processamento técnico:
çao,

comumente,

catalogação etc,.

aqu^stçao,
Após

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registro,

todo

classlflca-

Isso as obras serão enviadas

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�paira o departamento, Alf um bibliotecário
ou mais de um,

(e um auxiliar,

dependendo do movimento da blbliotéca)
$

se

encarregará da circulaçao e empréstimo, A biblioteca central
das

enviará também cópia das

fichas das obras cataloga -

para o catálogo da biblioteca departamental^ 3 Dessa

forina,

no catálogo geral

se todos as
tes,

da biblioteca central

Informaçoes sobre todas as obras

assim como

encontram

alf existeji

Informaçoes sobre as obres existentes nas

bibliotecas departamentais. Nestas,

as

Informaçoes se

rje

sumem às obras alf existentes. Os métodos de classiflcaçao e de catalogpçao serão os mesmos da biblioteca cen —
trai,

visto que af será feito o processamento técnico.

Centra 1Izaçao X DescentralIraçao

Consideremos alguns

aspectos

pró e con -

tra a centralização sob o ponto de vista educativo,^
Interpelação de assunto,
db materIa I
Argumentos

acesso,

custo,

eficiência,

de
uso

etc.:
pfó centra 1izaçao1- A grande

tfos no uso das obras. As

Interrelaçao dos departamen-

ciências sao

interdependentes e

uma mesma obra é usada em vários departamentos,
2- As obras

gerais sao

Igualmente acces-

sívels a todos os departamentos,
3- Um catálogo geral,
sfvel

igualmente

acces—

a todos os departamentos é superior aos catálogos

dos departamentos e o hábito de consultar um catálogo g_e
ral

constitue amplo melo educacional,
4- A manutençao dos catálogos

é menos

dispendiosa,
5- Conversas

Informais entre pesquisado-

�res de vários departamentos estimula a pesquisa, A bibllo
teca central

proporciona excelente oportunidade para

es-

tes contiactos,
é- Melhor supervisão por bibliotecários
espeale1Izado» contribue e auxilia nos

trabalhos de pe£

quisa,
7- Acesso
peclalmeAèe útil
vel

Imediato a toda a coleção«

ao serviço de

ao trabalho de

referência,

imprescindí-

pesquisa.

8- A administração da biblioteca
tral

E_s

cen-

ê mais eficiente e econômica. A descentra1Izaçao

separa as obras que podem servir a mais de um departa mento,

e a dupllcaçao destas obras acarreta maiores de_s

pesas,

maior número de funcionários para atender às

dj_

versas bibliotecas e várias outras desvantagens de or dem administrativa,
9- O sistema de empréstimo é mais simples e menos dispendioso,

e,

ao mesmo tempo,

de ser controlado,

mais fácil

t

10- Com a centralização,

o espaço gasto

com bibliotecas departamentais serda utilizado para ojj
tros fins,
11- A construção de grandes

prédios

pa-

ra bibliotecas centrais dá as seguintes oportunidades;
a- mostra uma bela obra arquitetônica,
b- simboliza a unidade de conheclmen
to e de esforço educacional,
c- a biblioteca e considerada como o
coração da máquina educativa,
d- estimula doaçoes e ofertas.
I2- A ampllaçao de um prédio central
for planejado tendo em vista esta possibilidade,

que

é mais

�-5-

viável

e mais econSmica do que pequenas

mos em vários

prédios,

reformas

e acresci^

com a finalidade de ampliar as bi-

bliotecas departamentais.
l3- A duplícaçao de prédios,

funcionários

e serviços é cara e desnecessária»

Argumentos

pró descentraIIzaçao1- £ de grande vantagem a facilidade de se

consultar as obras no momento em que sao necessárias,
2- A centra 1izaçao tem muitas vantagens
sob o ponto de vista administrativo,

mas a conveniência da

administração bibIiotecárlannao deve se sobrepor à convenJ_
êncla dos
xlste

pesquisadores. A administração bibliotecária e-

para facilitar a

recursos

pesquisa e o ensino,

colocando

os

para este fim onde possam 0©èx:usados com maior

faci I Idade.
3- É
menta-i

Inevitável

fique separada dos

que a biblioteca departra-

laboratorlos,

mas as obras devem

ser colocadas tao próximo quanto possível
guIdadJe da biblioteca e
o

Interesse da

deles. A contí-

laboratório aumenta sensivelmente

pesquisa,

além de facllltá-la.

Em certas

clrcunstânc1 as devem-se agrupar as coleçoes de assuntos
re1 acionados,
4- Um prédio multo grande sacrifica os

Iii

terêsses educacionais de muitos departamentos, O tempo ga_s
to em

locomoção de uma parte a outra do prédio e,

o tempo gasto com a espera de elevadores sao

tambwm,

Inconvenlên-

alas d« um grande edifício,

Destes

argumentos

I
chegamos a conclusão de

que a centralização é favorecida nos
ao custo,

cm

1

Interre1açao,

poijtos que se

referem

eficiência e na parte educativa.

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�Ês+es dois

últimos argumentos

- eficiência e educaçao -

favorecem tiambém a descentralização,
tuiçao possua,num orçamento tal

contanto que a

!nstj_

que possa oferecer um ser-

viço adequado para manter tanto a biblioteca central

quaji

to as bibllotrecas departamentais.

Princípios para uma açaó futura. O problema da centra Itz^a
çao ê uma questão que nao pode ser respondida categoricamente, Os fatored a serem ponderados em cada
e as despesas que acarretam,

sao variáveis

Instituição,

Importantes

queddlfleultam a generalização, A tendência entre bibliotecas que construíram recentemente,
oonstruçao de novos
novas

prédios,

ou que planejam a

ê trazer para dentro dessas

Instalações o maior número possível

de unidades d^

partamentaIs,
Nas organ Iziaçoes antigas
sistemas departamentais,

mas ê possível

sam ser~ agrupadas as bibliotecas
tos rre Iaclonados,

e tenham,

blioteca para todas as
bibliotecas separadas
nica,

predominam os
que no futuro po^

departamentais de assun-

por exemplo,

somente uma bi-

ciências biológicas,
para biologia,

ao

Invés de

antropologia,

botâ-

zoologia etc.
Dados

estatísticos de bibliotecas

unlve£

sltírlas que tivemos oportunidade de visitar nos Estados
Unidos da América provam que uma considerável
mlnlstrativa e maior eficiência educacional

economia a^

podem ser obtJ_

das pela centralização do serviço bibliotecário.
Os

princípios básicos de organlraçao e a^

ministraçao de bibliotecas

centrais sao os mesmos de bi-

bliotecas departamentais. Novas coieçoes departamentais cfe
veriam ser estabelecidas e mantidas fora da biblioteca
central

cm

1

somente com a aprovaçao do diretor da

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instituição

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e do bibliotecário. As despesas com bibliotecas departamentais deveriam ser controladas

pela bíblloteco centrai,

assim como toda a parte administrativa, A duplicação do
matierlal

já existente na biblioteca central,

doreconhecido seu

Interesse para o ensino,

mesmo quan-

deve ser fei-

ta sòmente em casos de extrema necessidade,

observando-

se o controle das despesas,
O controle da
ve ser feito de tal

local izaçao do material

forma que permita atender aos

d_e

Interê_s

sesdos consulentes da melhor forma possível.
Sempre que houver garantia de economia e
de eficiência,
SOS

o bibliotecário deve centralizar os

proce^

técnicos e outros serviços.
As conclusoes obtidas

pela American LIbr_o

ry Association ao estudar este problema nao oferecem uma
solução positiva. Depois de acaloradas discussões,
te aprovou,

por" unanimidade,

ra a organização das

a seguinte declaraçao;

cels de se resolver e,

cm

1

Imediata,

é

"Emb_o

relações entre as bibliotecas cen-

trais e as departamentais seja um dos

ção

somen-

problemas mais dlf_f

como até agora nao haja uma solu-

indispensável

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perseverar no seu estudo".

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                <text>Bibliotecas departamentais têm se desenvolvido porque as bibliotecas centrais frequentemente têm falhado ao procurar atender as necessidades dos especialistas. Bibliotecas departamentais continuarão a crescer nos locais onde as unidades de pesquisa estão amplamente distantes. Entretanto, no que diz respeito à administração, a experiência demonstra que o controle econômico e o trabalho efetivo só são obtidos quando o bibliotecário tem sob sua supervisão e controle direto todo o acervo, qualquer que seja a forma como ele esteja distribuído, seja em bibliotecas departamentais, coleções especiais, coleções de laboratórios, bibliotecas de hospitais, ou outras.</text>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

�(\i C ■

cm

12

3

ät'

I Digitalizado
-gentilmente por: ^^Jl.!"

-yai^J^'

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ig

19

20

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DB BIBLIOTKCONQT.'IA E DOCUIIENTAÇÃO

Teletipos na informação
por

•

Eurydlce Pires de Sant'Anna
e
Margarida
Pinto
Oliveira

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�- IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO FORTALEZA, 7 a 14 de julho de 196 3

TEMA

III

- Informação Ciantxfica

Teletipos na Informação
Por
Eurydice Pires de Sant'Anna +
e
Margarida Pinto Oliveira ++

o íL r otoi «3 C^i3'0
Ct
Vi9^ .»tjc.«I

-f

Professora da Escola de Biblioteconomia e Docitoentação da Uba, e
Chefe da Biblioteca da Fundação Gonçalo Moniz.
Bibliotecária da Secretaria de Saude Publica e Assistenoia Social

+4- Bibliotecária Assistente da Fungação Gonçalo Moniz e "
• Bibliotecária da Secretária de aúde Publica e Assistgncia Social

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

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17

�sümj(rio
S4.ftopse.2
1, Introdução..«.5
2f Estudo e aplicação ^o,f 4"
3f Uso naa b^-bliotecas......««».»ftt ♦
4-í Vantagens,,...»

6

5, Conol^são#

T

6. Refergncias,bibliografiçaa,..,18
Recomendações.

Digitalizado
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SINOPSE
I
O teletipo-í seu estudo, aplioaçao, funcionamento
A
ft USO* A importancia ão TELEX nas bibliotecas especializa
daa, seus resultados e vantagens.

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�I. INTRODUÇÃO

"O esforço inventivo^dove reinar
sempre, mesmo em relação as inve^iga
ções dos mais humildes fatos,ou na exe
cução da experienoia mais simples.
Onde não existe desonvolvimentô
do esforço pessoal òu de um intento _o
riginal, não existe,^na realidade,nem
mesmo o começo da ciência,"( Samuel
Pessoal)

Devido as dâfictildades de se ter conhecimento dos recursos que
poderia ofereoer cada biblioteca, ò trabalho de pesquisa era quasi sem
prs fruto de esforço individual, e, desse modo, nunca seria uri trabalho completo e eficiente.;
Atualmente, o individualismo cedeu lugar ao cooperativisno e^
por conseguinte, um maior incentivo tem se verificado no campo da investigação científica. A prestesia com que se obtém hoje a notícia
de
uma descoberta, de uma pesquisa ou de uma revisão de literatura,
vem
afirmar a necessidade de uma interligação entre os povos, evidenciando
que a colaboração, no plano nacional ou internacional, pode oferecer /
muitas vantagens a este respeito o
Notadamente-'-esta cooperaçao e feita atrayés de instrumentos ãji
xiliares, tais como: catalogos coletivos, intercâmbio entre-bibliotecas, catalogação centralizada, levantamentos bibliográficos,
permuta
de publicações, dispondo para isso do entròsanento com centros de dôcu
mentaçao, conselhos nacionais'de pesquisas, departamentos culturais, "7
instituições científicas, etc®
Entretanto, a expansão'rápida do conhecimento e a velocidade /
com a qual deveía ser aplicada, requerem o desenvolvimento técnico
mais e eficazes.
Sem dúvida alguma podemos louvar a idéia do uso, nas bibliotecas, de técnicas modernas como, por exomploj'o serviço de telecomvmic^
çoes para maior divulgação dos conhecinentos, ou melhor, da informação
científica.

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�- 4 2i ESTUDO E APLICAÇÍO DO TELETIPO
Acompanhando o dosenvolvinento técnico científico os neios àe
conuniõaçao surgirem e, ha alguns deoonioa foran empregadas novas te^
nicas dando origen ao TELEX, através do qual obten-so a nals rapida
oonunicação desejada,
O teletipo o constituída do una naquina telográfioa arríoicai
senolhante a um naquina datilográfioa de fácil operação. Consta de un
teoladoj da parte transoissora e ainda de un conjunto receptor e inpressor*
'
^
Possui duas funções: a neoanica e a eletrica, funcionando
ä
prineira en relação as partes expo§ta aoina e a segunda sob unâ "corrente de 110 volts e 45 M,A, (cc) que alinenta a bobina g. qual^ recebendo inpulsos elGtricos, os transforna en operações neoanicas.
^sta naquina pode ser operada en tres circuitos;~sinplG3 duplex o no circuito TELEX,"
Circuito Sinples"- usado en operações nais rudinentares, •
Circxiito Duplex"- usado en conpanhias de teleconunicaçõcs.
Circuito Telex - e alinentado por duas centrais en sincronisnoi a telefônica, con efeito de discagem e conseqüente contacto
dos
ehanantôs, o a telegráfica que ven formar a Central TELEX, proprianen
te dita,
Para ser usado neste circuito, e necessário que o teletipo ou
teleimpressor funcione encomun con una caixa eletrônica a parte, co§
posta de disco telefonico, selecionando os "relays" da central teléf^
nioa que, entrando en sincronisno autonático com a Central telegráfica forma o Circuito TELEX, que inprine'200 palavras por minuto, sinulj
taneanente, nos dois extrenos da linha;
Nas bibliotecas èspccializadas, a naior preocupação e a infor
nação técnico-ciontífica, Cono infernar ben, se o enorne a quantidade
de naterial intelectual, se e crescente a especialização e dificuldade de oonunicação entro as diversas disciplinas, se e enorne o aunento do rítino de desenvolvinento da tecnologia e da aplicação da ciência o da industria?
Existen já nultiplas técnicas e í)roce3sos para solucionar esteproblona, Não so existen noios sinples, cono também inventos eletr^
nicos« í de pensar que o teletipo ven de encontro ao pensamento ão'"ra
blioteoario moderno, que e o de enfrentar e solucionar todas as barreiras para ben servir ao leitor.
3, USO NAS BIBLIOTECAS
^entro da biblioteca, na obtenção da informação bibliográfica,
a notícia da teleinpressão, desde 1945^ através do boletim "UNESCO Fea
ture", fala que os cientistas do»Instituto Nacional de Saude de Bethea
da, Maryland, poderiam receber rapidanente a infornação científica /fj
transnitida pela Biblioteca do Ccfngresao, situada en Washington,a 20 kn.
da distancia,
~0s cientistas declararan^se encantados cono o novo sistema por
ser nulto rápido e por permitir aquele Instituto conservar un exemplar

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�de todos os textos transmitidos. ET grande, portanto, a inportancia da
cooperação entre bibliotecas, aumentando considerairelnente o enpreat^
Qo entre elasj que podora funcionar efioiontenenter através de catalo»
gos coletivos.
En outubro de 1957 foi.instalado na Philadelphia'Union Librar^
Catalogue (PULC) o TeletypeWriter Exchange Service (T¥X), gor incentivo da Biblioteca de Lehig University, oferecendo aos que deleâ se utilizassen, precisão e velocidade, tão proprios daquele serviço,
íanben, en 10 de abril de 1956, no serviço do Catalogo Coletivo nantido pola Biblioteca Técnica de Dolft, na Holanda, foi instalado
o lELEX (leleprinter Exchange Service), igualnente oon tão'bons resultados que Van der Wölk, bibliotecário daquela universidade, "sugère ã
possibilidade do que as bibliotecas de pesquisa do nundo inteiro, 'se3an un dia ligadas unas as outras, atravé^s do teletipo. Desse nodo, ca
da biblioteca teria, práticanente, a sua disposição a literatura nundi_
al".
A
Tres bibliotecas seguiram inèdiatancnte o exenplò da biblioteca da Universidade de Delft; Ia Haya, Utrgch e Eindhoven.
Os i'aises Baixos possuen já una rede de teletipos que reúne //
nals de 55 bibliotecas; isto pernite relações entre si e oon vários ou
tros centros científicos dos,paxses europeus. Tanben foi estabelecido
conunicaçSo por teletipo desdè Delft oon a Biblioteca da Wester Univer.
sity de Cleveland,' OHIO E,U,A,
^
Con o sistema de'teletipo'empregado nas bibliotecas da Súecia,
Dinamarca, Países Baixos, Bélgica, Republica Federal da Alemanha, Suíça, Áustria, França, completamente automático, e de se esperar que se
estenda rapidamente a comunicação por telatipo entre as bibliotecas da
Europa, e'que sôus efeitos sejam sentidos o desejados pelos pesquisad_o
res brasileiros.
No Brasil existe uma portaria que regulamenta o Serviço Nacional de "TELEX (lO^de julho de 1961), do Ministe'rio de Viação e Obras
blioas, ficando este, sob a responsabilidade do Departamento dos Correios e Telégrafos (dCT).
Merece nenção especial a cláusula que diz o seguinte; Se o DCT
não dispúzar de aparelhos necessáriós as instalações solicitadas pelos
usuários, estes poderão adquiri-los, por sua'conta, de acordo con os /
nodelos aprovados pelo Departanento, ficando, no ôntanto, sujeitos ao
paganento de taxas referentes ao uso e manutenção.
Alguns estados do Brasil possuem serviço TELEX en pleno funci^
nanento, notando-se entre elos o da Guanabara com prefixo }31 e,com a
proximadanente, perto de 200 assinantes: São Paulo, com prefixo 02
è
450 assinantes; Belo Horizonte, prefixo 037 com maiâ de JO'assinantes,
Em Curitiba está sendo instalado e, a Bahia, em jaüeiro de ///
1964» tera o serviço em funcionamênto,
Nas atividades do sistema, a biblioteca deverá estudar todos
os aspectos no envio da informação, netòdos e técnica, instruir os usu
arios'na técnica e cnprego de aparelhos, estudo e aplicação do "teleco
digo", atendendo os problemas de econonia, ima vez que as operações f]

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�. 6 —
tônicas deverão ser padronizadas para facilitar o trabalho do pessoal
não profissional, onbora a supervisão seja feita pelo bibliotecário es.
pecializado.
Antes de ser solicitado o podido, devo ser'feita a verificação
das indicações bibliográficas, através dos índices, resunos, etc,, imprescindíveis no exane de literatura.
4. VANTAGENS
^
^
O teletipo permitira as bibliotecas cujas coleçocs do referencia são limitadas, utilizar os- recursos de outras bibliotecas mais importantes e mais consultadas, uma vea que sou acervo e tão usado para
ensino como para pesquisa,
Êste serviço oferece múltiplas possibilidades;
a) cooperação em benefício mutuo;
b) redução de tempo, economia;
c) precisão na informação;
d) entrelaçamento entre bibliotecas; '
e) congraçamento entre bibliotecários»
A cooperação em beneficio mútuo seria esclarecida pelas vafttagens que cada biblioteca usufruiria na instalação do serviço TELEX# A
documentação tccnico-cientifica, nesses últimos decenios tem aumentado
consideravelmente, fazendo-se necessário o uso do técnicas modernas de
transmissão.
A obtenção do material bibliográfico que, pelo correio, exigi^
se 10 a 15 dias podeíia ser realizado pelo serviço TELEX no mais curto
espaço de tempo hora.
Também e necessário salientar a economia prevista'para este tl^
po de serviço, em relação às tarifas postais telègráficas, què alem dê
não serem accessíveis, e un serviço muito moroso, è eliminado, portanto, da atenção do sefviço ativo a que nos propomos, lí imprescindível /
dizer que esto serviço e de preço bem mais reduzido que a telefonia,Pa
ra melhor vantagem, do ponto de vista economico, já se vem tratando'no
estrangeiro da normlização das mensagens transj;iitidas por teletipo» A
exemplo disso, a Biblioteca da Universidade de Delft estudou um codigõ,
para transmissão por teletipo^ preparado especialmente para as bibliotecas e centros de documentação e, cerca da metade dos símbolos do~'"í^
lecodigo", são abreviatura já utilizadas em todo mundo para transais-"
são de monsagens_^dcsto tiço, A primôira edição do "Telecodigo" foi publicada em ingles) francês, alemão, neorlandes.
Para um eficiente-serviço de empréstimo entre bibliotecas, ter
na-se necessário são somente a velocidade, mas, também, a precisão
da
informação sobretudo na transcrição dos nomes estrangeirôs, anotações"
de algarismos relativos e datas, volumes, paginação, etc,, o que constituirá as principais vantagens do uso nas bibliotecas,
O pessoal da biblioteca deve estar familiarizado com o acervo
para pronta informação. Sobre o ponto de vista profissional, torna-sê
interessante'a cordialidade que deve ser mantida entre os colegas'bibliotecários , Seria o caso de se'por em prática o codigo da ética,que
com tanta ansiedade a aguardamos. -

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�- 7 A ooopcração nacional e internacional quo se ten verificado no
serviço de docunentação resulta do interesäe que o pessoal da bibliotê
ca ton deuonstrado, no seu aperfeiçoanento, através'de bolsas de estudos, estágios, cursos de pos graduação e siniliares.
Os bibliotecários de hoje procura resolver os probleiiás mis"
difíceis da biblioteca con os noios auxiliares de qu6 dispõen,sen,contudo, sentiron-sc desalentados cono en outras épocas. O Jessoal de um
biblioteca tecnico-científicâ., deverá estar senpre atualizado e caninhar ^ralelo ao pesquisador, a fin de que possa atende-lo nas consultas sobro a docunentaçao existente na biblioteca, por todos os neioa ao
seu sloance, e ajudar senpre os leitores, orientando-os na pesquisa bjL
bliogr'afica, cono na naneira de apresentar graficanente os trabalhos,
5, CONCLUSÃO
ET esta una questão que interessa a todas as bibliotecaè que de
fato ven prestando auxílio a todos os leitores e pesquisadores» O benê,
fício &lt;^uo traria o onprego desta tocnica para uso das infornações bibliográficas, por intornedio do TELEXj viria aproxinar os povoa e atua
lizar a infornação técnica cientifica.
Seria reunido e interpretado o nàterial existente, facilitaria
a docunentação ajudando os especialistas^ enpreenderia estudos experiÜentais e enprestaria^ajuda as instituições.
Dada a inportancia qúe o TELEX ven prestando à industria, ao /
coner cio, as casas bancarias, etc., jus tis sino seria tanben o aôatanejj
to da bibl'ioteca por tão inportante serviço de teloconunicação.

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�6, REFERÊNCL\S BIBLIOGRÁFICAS
1, A BIBLIOTECA■do Congresso usando a teleinpressão. IBBD Boi. Inforn«
,
l(5):121j nalo/^un. 1955i
2i DAWIELS, Mariotta - Estudios'y conociniento en accion. Washingtonj
,
Unioç, Pananericana, 1958» 81p«
3. EGGER, E, et alii Bibliotecas especiàlizadas stis necessidades. Boi»
,
Unosco Bibli. 12(ll/l2)t 254-260, nov./dic., 1958.
4« EMPREGO do toletipo nos * serviços dõ enprostiôo entre bibliotecas.
,
IBBD Boi. Infom.« 4 (3/6):235. naio/doz .1958,
^
5SLiGRENFELL, David - Publicacione s periódicas y'seriadas: su tratani~
ento e on Ias bibliotecas especializadas» Traduccion y adaptacion'por Jorge Borta Grossnann. Washington, Union Pananericana,
1962. 142.
,
, ,
6» MARTINS^ Wilson - A palavra escrita. sSo Paulo, Anhenbi, 1957.p«294»
377-373.
,
,
,
7, RELACIONES entre Ias bibliotecas í)or toletipo. Boi. Unosco Bibli 1^
(5): 243t244, sept,/oct, 1960,
8, STEKHOVEN, G,' Schuurnans - Connunicacion êntrô bibliotecas pôr tel_e
,
tipo. Boi. Unosco Bib]blâ%12 (8/9) :218-219, ago/sept,1958,
,
9» VAN der'WOLK, L.J, -'Las bibliotecas de Ias'univôrsidados técnicas.
Boi. Uncsco Bibli' lg(l):8-ll. enoro/feb,196 3.
&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;
RECOMENDAÇÕES

A
1, Roconendar aos Governos, dos Egtados Brasileirt)s urgência nas
Instalações das Centrais TELEX, através do envio de una Mensagefí, Incentivando' o aproveitar.iento das nesnas no uso das bibliotecas tocnico-científicas. '
2, Roconcndar tanben a instalação das naquinas Toletipo nas bibliotecas! logo sojan instaladas as Centrais noã Estados,' '
'
3, Reconendar a obsorvancia da Lei n° 4»084 de 30,6,962, quando
se tintar de nonoações para cargos de bibliotocariôs, docunentaristas,dj^
ret ores de bibliotecas ou serviços de ãocunentação,

O
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                    <text>íl-ws^;

Digitalizado
gentilmente por:

�cm

14

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18

19

20

��IV CÜNGxnESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTBCüNOMIa E DOCUMENTAÇÃO

Fl
K_
Federagão Brasileira de Associações de Bibliotecários:

)

✓
Historico,estrutura e funcionarnento
por
Laura Garcia Moreno Russo

^

SAO. r»-^-

o..

Fortaleza
1963

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st e m

14

15

16

17

lí

��UO-

UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1963

CDU 02:061,25(81)

TEMA IV

-

EDUCAÇXO DO BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA

3. A FEDBRAÇXO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DS BIBLIOTBCÁRIOSt
HISTÓRICO, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO
por
Laura Garcia Moreno Russo (*)

S

o

(
Paulo
^-&gt;1

O]
u. ÍL

. I

{*) Presidente da Federação Brasileira de Associagoes de Bibliotecários
Secretária Geral da Secgão América Latina da FIAB
Chefe da Secgão de Aquisição e Registro da
Biblioteca Municipal de São Paulo

cm

1

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em

�S U M X R ^ o

1.

HISTÓRICO DA FEBAB
Constituição
Associações fundadoras
Associações efetivas
órgãos dirigentes
Finalidades
Funcionamento

1
P.
?
2
2
2

2.

PRIMEIRA DIRETORIA

3

3.

DIRETORIA ATUAL

3

4.

ASSOCIAÇÕiüS FILIADAS

4

I.
2»
3«
4.
5.
6.
7.
8.
9»
10.
II,
12,

Associação
Associação
Associ4fSo
Associação
Asgo«iação
Associação
Associação
Associaçãa
Associação
Associação
Associação
Associação

Paulista de Bibliotecários
'
Pernambucana de Bibliotecários
Brasileira de Bibliotecários
Äiograndeaae do Bibliotecários
Bfchiana de Bibliotecários
Paranaense de Bibliotecários
dos Bibliotecários Municipais de S^Paulo
de Bibliotecários do Paraná
dos Bibliotecários do Minas Gerais
dos Bibliotecários do Distrito Federal
Baiana dos Bacharéis em Biblioteconomia
Campineira de Bibliotecários

30-9-1938
21-7-1948
18-7-1949
26-5-1951
4-1-1952
18-12-1952
11-12-1956
12-6-1959
9-7-l?60
19-9-1962
25-10-1962
17-3-1963

4-5
6-7
8-9
10-11
12-13
14-15
16-17
18
19-20
21
22
23

5.

QUADRO COMPARATIVO DAS ASSOCIAÇÕES FILIADAS

24

ß.

COMISSÕES DA FEBAB

25

7.

SÓCIOS BENEMÉRITOS

2^

8.

ESTATUTO

26..31

9.

REGIMENTO DA ASSEMBLÉIA DE DELEGADOS

31-33

10. CONSIDERAÇÕES

'. .

34

11. CONCLUSÃO

2

3

3 4-35

5

6

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em

14

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18

19

20

�1,

;.SS0CL-Çil0 P..ULIST.. DE BIi3LIüTEC.'pJUS
1,1 - Sigla»

2,

EinEHÊÇOf

ii-.P.B,

Avenida Ipiranga, 877, 9^^ andar, sala 93
são Paulo - Brasil

3,

D.. TÁ DE FUÍIil.Ç~Oj

Í4.,

SÓCIOS FUWDAD().:i:Si

5,

QUADRO SOCL.H

9-12-1958

82

3^^
(p

6,

MENS..LIDÍ..DE OU i.NUIDADE Pí.Ga í. ..SSüCIí.Ç ~0j

7.

PRIMEIR.. DIHETORL.:

CR^l^,&lt;y&gt; mensais

Presideirtc - Rubens Borba ^-lves,.dG koracs
Vioe-Presixkiötc - Jorge do iJidrade Laia
Ia, Secretaria"- Guioniar de Garvalh« Franoo
20, Secrctario - Randolpho Homem de i-ello
Tesoureiro - Syllas Schütter
Bibliotecário - Maria Eugenia M. A, Franoo

8,

DIRETORL'^ aTÔ^Í»
Presidente - Zcnobia Pereira da Silva
Yiee-Presidente - líoenia Lcntino
Ia, Secretária - Imria Iielena de iúD. tos Pamplona
2a, Secretária - haria de Pompeia Sampaio de i'ielo
Ia, Tesoureira - Neusa Dias Macedo
2a, Tesoureira - Odete de Aguiar Bucno e Castro
Biblioteearia - Sara Cori eia

9.

NOLES DOS EX^PRESIDE'^TES D.. E-íTIll-DE»
1,
2,
3,
1;,
5,
6,
7,
8,

10,

cm

1

Rubens Borba de Lora cs, 1939-19^1Sergio Milliot, 191+5-19^6
j.delpha S, R, Figueiredo, 19ii.7-1951
Guiomar Carvalho Franoo, 1952-1953
Lvisa Fonseca, 195Í4-1955
Lcnira Fraca-rolli^ 1956-1957
..bner Lellis Corroa Viccutini, I958-I96I
Zenobia Pereira da Silva, 1962-1963

O }'i.-lfD..TO D..

DIRET^iP.L. TEPJJIL. El.:

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n

19-^961+

.O"

! ? L C

14

15

16

17

�-511.

E PES&gt;S0A3 INTErtESSi.D..S NOS P.iOBLEiu.S

A :.SSCCI:.Ç.To CONGREGi. 31
a. BIBLIOTEC

12.

PUBLIC- O ''EOLETIit^Ö%.riVO" Du. ..«P.B,, /jiL.X,

13,

REiXIZ.. SU..S REUNIÕES MEII

Iii.

OS Í.SSOCI..DOS S..0 WOTIi lG.xDuS

uL;..ES MDJSi-IS, lllãrLihZíiSI. E TELEFO-

NE.

15.

D:.T^, DE IffiG-ISTRO DO EST:.TUTO?

2Í4-5-l9^

ioaçao do Estatutoj

15.1 ■''/

l6,

cm

1

0 DELiiGi.Dü JUl'TO

FE.u.a^;

Ihcrotino mirantes Ferrai,

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
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lí

19

20

�J

^

- Sigla;

2,

-6-

ASSOCIAÇÃO PER1-IAI'3UCANA DE .JIBLIOTECAíilüS

EUnFRÊÇO:

A,Pe,3,

Edifício J«K., 9'^ andar
Recife

-

Pernambuco

3,

DATA DE FUNDAÇÃO;

21-7-19Í+8

J+,

SÓCIOS FüNDADOPvESi

5.

QUADRO SOCIAL; Y"-

6,

MEHSALIDADE OU AlíUIDADE PAGA A ASSüGIAÇAO:

20

ú

X% (um por eento) fiobre o gC-lari.»

bruto recebido, oriundo de atividades no carapo de biblLote&amp;onomia, uma vez
que «6 vencimentos dos biblioteeari«^ pernambucanos variam de nivel 7

7," -Pßll'EIPJi. DIRETORIA;
Presid&amp;fl^e^ Hernani de Paula Cernira, falecido
Vice-PresidèntB-.- Orlando da 0&lt;5sta Ferreira
Seoretari« - EoLd ÄSkap^^e Andr&amp;de Lima
2Ö Secretario •- Graciejrte Glasr
Tesoureira - Muri^ef^de Oliveira Santos
Bibliotecari« X^Cordelia Robalinho de O, Cavaíi&gt;a,nti

f.

DIRETORIA. ATü'AL:
Presidente » %riam Gusmai% de Llartins
' Viee-Presidente - Maria Nazareth de kelle Fonte©
Iß Secretário - láaria Aparecida Caldas
2ß Secretário - Martha Lobo Cabral de Vasconcelos
Iß Tesoureiro - liaria Christina kalta de Almeida
2^ Tesoureiro - Fernanda Saraiva

16,

••

�-1"
9.

NOlíES DOS EX-PRESIDEWTESi
Hernani de Paula Gerdeira, I9Í+8
2» Orlando da Costa Ferreira, 19Í49-1950
3*-Amaury Vasconcelos, 1951
Maria Letioia de A, Lina, 1952-1953^

6, Cordelia Robalinho de O, Cavalcanti, r,960-196l

10.

O MNDATO DA ATUAL. DIRETORIA TEMINA EMt
5 de maio de I96Í4., ou Ia, quinzena de março de I96U, conforme os estatutos,

11.

k ASSOCIAÇÃO CONGREGA BIBLIOTECÁRIOS E DOCÜMEIÍTARISTAS.

12.

PUBLICA O BOLETIM DA ASSOCL/iÇÃü PERNAIiBUCANA DE BIBLIOTEcXrIOS "APeB", MENS/iL,

15.

REi'iLIZA SUAS REUNIÕES DUAS VEZES POR l-ils,

II+.

&gt;
;
/
/
■
OS ASSOCIADOS ,fiÃ0 líOTIFlàjX)S POR OIRCUL/v^S,

■
TELEFOHEM/ÍS,

■
AVIÄ)5 OU

TAIS.

15.

DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO:

li;-i;-l952

' "
15*1 - Última data da modificação do Estatuto*

/
'ejti' estudo e3yti
jL ae^aprwa^
aexVaprwa.

y6 (xínãy/ke^G 1^' sejnesíjí^^
/
16.

cm

1

}

-■

^

O DELEGADO tlTJNTO/^ FE;^3 ês

.

Mar^i^/tctic^^^/de /indrade/jáia^^^

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

�ivSSOCIAÇAO BRi'.SILEIiÜ. DE BIBLI0Tr0;jlIpS
Sigla»

ENDEREÇO:

A.B. 3

\lßj^

Avenida General Justo, 171»
Rio de Janeiro

D^Ti. DE FÜÍ®AÇÃÜ:

SÓCIOS FüiíD...DORES!

QÜX.ERO SOCIiJLi

-

andar

Guanabara

18-7-19II.9

I56

i|67

l'i:.lISi;LinADE ou iJíüIDii-DE PaG..

ASSOCIAÇi;;!

120,00 - mensalidade
CR$

500,00 - semestre

CR$ 1 »000,00 ~ anuidr.de

PRrr."E:i-&gt;iu DIRETORIA»
Prosident^Mí^ Honra •- Luis Sinocs Lopes
íircsidento - Josué LontollA
Vice-Presidcnte - i^ntonio Caetano Diaa
^
'"'•s .
Ia, Secretaria - Carmolità-.Rí g»
é
• /
2a, Secretaria - Osoa Fernandes
Iß, Tesoureiro^Djanira Pinto de Souza
22, Tesourara - Dolores Iglesia«
Depar^iáento Social - iíc.ria Elisa Pimenta Batista
Depí^rtamento Tccnieo - Lydia de "luciroz Saraba^uy

DIRZTORL'. Aru..Lj
Presidente - Lydia de '^'^ciroz Sambaquy
Vicc-ircsidente - ^».da i.íaria Coíiracy
Ia, Scorctaria - Thaia Caldeira Henrique
2a, Secretaria - lida Centcno de Oliveira
Ia, Tesoureira - Prancisca tóareondes Portugal
2a, Tesoureira - Vícaada Coelho e Silva
Diretor Técnico - Irene do iicneics Doria
Vice-Diretor Tconico - Maria alexandrina do Souza
Diretor Social - Jiavilah Cunha Pinto ícrrcira
Vice-Diretor Social - Liaria de Lourdcs Claro de Oliveira

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n

�-9-

Dopartariento Fisoal - Ironc dc Menezes Doria, licenciada
Francisea Murcondcs Portugal, liecnoiada
Maria /oitonieta Mesquita Barr os
Ivianocl jAoifo Wandcrlcy c —
iücrcedcs Heis Pequeno

NOMES DOS EX^PRESIDElíTBS Di'. EJTID/vOEí

'

1, Jjuia Simões Lopes, Preaidcnte do Honra, 19i|.9»1951
Josué Montello, 191+9-1951
2, iiugusto May cr, 19?2-195l)3, Edson Nery da Fonseca, 195ÍJ--1956
i|, Edson ilery da Fonseca, 1956-1958
5« i/Iaria iíntonieta liíequião Piedade, 1959^1961
6, Lydia de Queirós Sambaquy, I96I-I963
\ &lt;•

O MiliTDATÖ DA ..TUyjL DIRIÍTORIA TEIMINA Elvi» Sj6t^br^l9^
ajítcÂhv^.

d.n'
11.

6^ ií? —

^^

to

ASSOCI^iÇi^IO COITGREG- BIBLIÜTEGUilüS E PESSOAS INTERESS/.D/.S NOS PROBLEíli-S
DA BIBLIOTECONOMIi.,

PUBLICA "NOTÍCL-S DA ABB", IRREGUL.'.R, 3 POR iJÍQ,

12.

RE;:LIZA SUAS REUITIÕES SEÍI^Í.N/LI^Í&gt;I^^^

QS ASSOCiyj)OS SÃO NOTIFICADOS POR TELEFONE, CIRCIíLiJl üü EDIT/J,.

II+.

I

Ty^'&gt;yi

DÍ&gt; REGISTRO DO ESTATUTO»

25-8-1962.

o
i ata
da modificação do Istatuto»

30"&gt;8-»l;

ó'
I

cm

O DELEGADO JÜIJTC A FEB/^B Êi

16.

1

2

3

tfeiria dc Lourdes Claro de Oliveira,

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em

NN|III
15

16

17

18

19

20

�tu
.
h

í&gt;
^10.

ASSOClÁÇlO HIOGEiJJm SE DE BIBLIOTSCÍRIOS.

1/. 1/^ - Siglas

Vj.2|/' ENDEEÊÇOi

A.il.B.

Caixa P#stal 2344
Porto i.legre - üio Grande do Sul

t|.5^

DiA'i. DE R.l.D.iÇlü.

Lj 4/

SCjCIÜS FL'tmDCÄES»

^ 5^

QliiüEO SCGliiL.

6/

t;Ei bALIDi^DE CU

16-5-1951
28

|C)

Pi^Cii. 1 í-5SCCIiCjrO.

CFki)

100- mensalidade

CH&lt;í IJX&gt;0,D0 - Anuidade

PiíBJiiKi.

.

Presidente de Eonra - i^ngela da Costa Franc«
Presidente - bully Brodbeck
Vi*e-Presidente - Carl Iierrmann Vieis
Secretário Geral - Lygia Yiamia Barbosa
Primeir« Secretário - 'i^herezinha Brandao
Segundo-becretário - Yacy Damiani Pinto
Primeiro Tesoureiro - Ivan Lindenmeyer
Segundo Tesoureiro - Gladis x^maral
Bibliotecário - lenira Maria Mliller

LIEET&amp;xíI^ i.TUi-Ls
Presidente de honra - *.ngela da Costa Franco
Presidente - **driana .tíoni iicauan, ausente do país
Viee-Presidente - Lourdes Catarina Gregol
Secretário Geral - Lahyr Hubert
Primeiro Secretário - Nice Maria *&gt;.m©rin
Segundo Secretário - Keusa Langel
Primeiro Tesoureiro - Sônia Ramos
Segundo Tesoureiro - Minda Groismann
Bibliotecário - Hilcke Frederica \&lt;eis

NOMLS DCS EX-Pil^SIBEíiTES Li. ENTIjX'-BE;
1. Sully Brodbeck, 1951-195^

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lí

19

20

�\ , ^i^íLí*^ f^voj
- Ji^ ^^
2. Lygia Viarma Barbosa^ 1956-1958

)3 r i
-11-

5» Juliana Viana iiosay alguns meses de 1956
4» L^urdes •rego^^ 1958-1960'
5. i.dda SrUg de Freitas^ I96O-I962
6,J^T±ana i3oni^&lt;^auan^ 1962

""•tZÜBTZi
y. 'jl ^ O IáiÍQ..TC D.- .-TU-L DIi1i;;T0i:i.- Tx.rtim^i^-Lí majç^964

11. .-/^SOCL.Ç-T« COIGfí^GL. xiI31ICT^.'rjCS ü P^8b0-S IETLiL.Sb,-I).-S K)S Pr.OBLILIii-S
II. BIijL10Ti.CCi;ClI-..

12. íl"0 PUBLIC.. BOLi^TIi..

Lj

jO ^

su-s RLUíiiOi^s miS-iioj.a'üi.

14. #3 ..SSOGL-DOS S.T« KtTIi'IG-DCS POR SDIlUi PliBLIC^DO Ei. JO.íN.-Ii«

Cj
L|

//

j}£ r:«GI5Tl;0 DO i.&amp;T..íUTOs

11-5-1955

(A J V - Ül'kima data da modifioação do xjstatutoi
16. O DiijLiLG..DO JUi TO

FüiB-B iís

10-4"'1957

Lourdes Catarina Gregol«

�associação a/.HL.NA DE 3I3LI0TECiJlIüS
- Sigla»

ENDEREÇO»

A.Bq.B,

íoaa Padre Fcijo, 31
Salvador

DATA DE FUiJDAÇAOt

Bahia

ifiu;j

4-rl-

SOCIOS FUNDADORES»

QiUiiDRO soe Iii»

-

1?

6ö

líENS/JLIDiJDE OU AiroiD;j)E PAGA À ASSOCIAÇ4O4 CR$50^ mensais

PRirílIR^'. DIHETüRL.:
^^^osidontc - Bernadette Sinay Neves
Vi«G&gt;i*Pcosidento - Pclisbcla de iíattos Carvalho
/
r
/s
Ia, Secretaria - l&amp;ria Joso das Mcrccs Passoa
/
A
•#
2a, Secretaria - Adalgisa Monit de iiragao
Ia, Tesoureira - Maria líiranda C, Brit«
2a, Tesoureira - Noemia Godinho ~ ^
Ia, Bibliotecária - Wanda /jnoriin de Alencar
2a, Bibliotecária - Luisa Koeha de Vasconeclos
ConselheirosI Isaias /J.ves, Clr.riec Machado Freitas, üalva Matos, Jo£i»
Ignacio do Mendonça, Oswald o Inibas sahy da Silva, iignoll»
Carvalho Brito

DIREToRL'i ATUAL f
Presidente - Noreth Calmon Cerqueira Ribeiro
Viee-Presidente • Lucia Mattos
Ia, Secretária - Maria Bernadete ijnaral
'2e., Secretaria - lí&amp;xria Nelcy Mendonça Leal
Ia, tesoureira - Lindaura Albcji Corujeira
2a. Tesoureira - Liaria Miranda Carvalho Brito
Ia, Bibliotecária - kilta de itxevedo Santos
2a, Bibliotecária - Isabel Ivíarqucs Chagas de Araújo

\

Dcpjartament^ Social - l^oernia Codi^o, feriai^ Tercea Meli» e Sonik Maria O.SaVto
Conselho Fisocil - Irac3'^, 3orgos Falcão, Jacyta Bandeirla AlvarcB q &lt;Jia Eirada \
'

Silvai

\

1

^

^

Oensclheiros^^ - Dr, iJLbcmoo Fraga ^ilho, Dei^ldo Souza'^ Ito.rinha íiaidrndc,
Mariedkth Dias Tòvares o L^ria «Justii^Q Souxa
I
\
^
1
I
\
1
'

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17

lí

�Departamento de Cultura - Dcnisc Tavares, ^smcrajda ^^ragão c Gilda Piros
Ferreira,
Departamento Tcorj.i'co

- ^ria Stella Pita Leite, Vera Calasaas Rodrl •
gupfi e Oswaldo Imbassahy da Silva,

^ ^

IK)IíES DOS EX-PRESIDENTES Da\ ENTIDiJ)Ei
1* Bernadcte Sinny Noves
2, Dcnisc Tavares

.

.

^ ) 1 SO
,

,

3, Esmeralda karia do /j-agao

/"? «T ^^
/*? r
^
^
»
r i j n
r/
-

k, Noreth Calnon,^^ Cerqueira Ribeiro^

o M/'JiDi.TO DA iiTU;i DIRETüRI.. TERI JNá EMi

11,

22-11-1961+

A i.SSOCIi.çr-0 COlíGREGA BlBLIüTEC/JilOS E PESSQ.S INTERESS.-D..S NOS PROBLEtii.ô
Dl-. BIBLIOTECONOMIA.

12,

(»V14,

NÍ!O PU;i.ICi. BOLETIM.

RELLIZI* SÜLS REUNIÕES TRIHESTiO.Li.íElITE.
*
os ASSOCIADOS SlO NOTIPICiJ)OS POR Ci.RTA CIRCULJl,
I
DATA DE REGISTRO DO ESTATUTO»

21-9^1962
/

^ Ij

l6,

última data da modificação do Estatuto*

O DELEGÍJ30 JUNTO L FEBi^ Éx
Suplcntoi

cm

12

3

&gt;

i'^algisa MÕnit do Aragão

Daria Hattos^do Rio,

I Digitalizado
-gentilmente por:

'

•

]_'4

15

16

11

l'í

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fV

:*SSOCL.ÇuÜ P..ItJí..EííSE DE BIBLIOTEC.JÍIÜS,
- SiglaI

EMDERÊÇOí

ii.Pa.B

Biblioteca Publica do Parana
Curitiba

-

Parana
'V

a-TA DE FUm.ÇÃO»

t-y

SÓCIOS FUNDiJDORES:

QiUiJ)RO SOCIiXt
,

19-12-1952

19

27

é-¥

itV
7.

50/0 O
\ ^
mcywai-a^

IffiNS^'ilDADE OU iViíUIDiJ)E PAÖA A ASSüCIAQÍIOj

/
PRIIiSIPu. DIKETORI..J
Presidente - liaria MHdcr Gonçalves
Vicc-ft:csidcntc - i/laria Jose Theresa do ianorim
Ia, Secretária - Iviaria dc Lourdeo Tavares
2a, Secretária - Nancy VVcstphalcn Corrcíi
Ia, Tesoureira - Ruth Feige
2a, Tesoureira - Gterraana Moreira

8.

DIRET:)RL. ATüj.Lj
Presidente » Germana l-ioreira
Vi(ic-Prosidontc - Maria das Neves Canelas dc Oliveira
Ia, Secretária - Ivaylda da Gosto. GawAcro
2a, Secretária - ajatonia Leiva dc Castro Morais
Ia, Tesoureira - Rosa Kolody
2a, Tesoureira - Luisa Santos Lima

HO-ÍES DOS EX-PRESIDEIíTES DA El'ÍTID..DEi
1, Maria líHíér
2, Eneida Mello

Gonçalves .
.

►

,

.

^
r

5, Ruy iiTmando Sabine dos Santos
Marcclina Dantas
5, Germana Moreira

^
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^

I Digitalizado
-gentilmente por:

^

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^'iáo
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I Sc a n
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II,

o M/.IÍD..TO Di- ..ru.- L DliiETüRL. TEK.,IÍl

L .'.SSOCL.Çila CONGIÍEG/. BI.'LIÜliiGiJilOS E FESSüAS INTEOSSSADu^S NOfi PROBLE.
Mi'iS DA BIBLIOTECONOMLL,

12,

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l|'

REjXIZí. suas reuniões ^lENSiiLMENIE.

1Í4.

4-^

l6,

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KAO PüBLIQi'. Bl,'LETII.4.

1

OS i;SSOCI/JX)S slo NOTIFICyjDOS VEEJ3/JLiiEííTE,

rUJA DláREGISTRO DO ESIi.TUTO»
(.

o DÈLEGí.DO JUIJTO i* PEBÍJB éi

2

3

5

6

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Mareolina Ucintas

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-gentilmente por:

I Sc a H
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.iSSÜCI..Çi.O DOS BIBLIuTECaRIOS I;JJinCIP..IS DE S^'^O Pi.ULO,
Y I

- Sigla:

L. 3.1:. S, P,

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-

ENDEREÇO:

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Di.TA DE FUHD-.çIOt

1^ i^l6í
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.

Rua da Con^ol.açao, 9h
.ÄvVCv^
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Sr. o Paule •
Sa o íai
àÂ?

11-12-1956

SÓCIOS FUHD/vDÚliES:

^.5/

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QUADRO SOCLL:

Í4O

^

&gt; 5

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lffi:TS.-LID;-DE OU A1TUID.-DE PIG..

J

ASSOCIAÇÃO» QR$l^O(X_/)Q anual
500»00 seiii»a^re

7^

PRILEIR.. DIRL'TÜRL.1
Presidente • Noonia Lcntine

✓
Vieo»Presiàcnto • Rodolpho iiocha »^unior
Ia, Secretaria •• ^..na dc --scvedo ^i-ntuncs
2a, Secretária w Consucilo. iviaria Vercesi
Ia, lesoureira -&gt; i'^aria Nazareth de Costero Penna
2a, Tesoureira «• Iiuth von ückel Diem

8.

DIRETOKIi. ATUAL:
Presidente » Philomena So^catclli
Vicc-Prcsidente • Augusta 4, Sobiral Gustavo
Primeira Secretária

Ruth Von Ockel Diem

Segunda Secretaria • Leila Rahal
Primeira Tesoureira - Rose Edith F, Gharmillot
Segunda Tesoureira - Jüaria Helena G, Costa e Silva

MOI&lt;:.ES DOS EK-PRESinE"íTES D.. ExÍTIDíJOEx
1 - Noemia Lcntino ,

.

•

•

.

2 - Líiura Garcia koreno Russo
3 »• ^-fra de Lima

,

.

ij. - Philoiíicna Boccatclli

^

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...
. ,

•

.

[xíiTORL. TERlJlJi. Eä|.
o l:Z'm..TO Dx. i.TU.X DIx

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20

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11,

A j.SSOGi;.ÇÃO CONGREGA BIBLIÜTECiUÍIOS E PESSO..S INTERE3o..DAS NOS PuO .
BLRi.'ü.S Du. BIBLIOTEGÜ;.ÍOLIa.

12.

NiiO PüSLICj. boletim.

REivLIZA SUaS reuniões ESPüRÀDIG/jj,EÍ'TB^

l4,

os ASSOCIADOS SÃ'.) NÜTIFIC..DOS POR ..VISOS FDú.DÜS NOS RELOGIOS PONTO
D.. BIBLIOTEG;. MUNICIF^.L li^UíIO DE .xiíDR..DE, BI ilOTEC^i liíFx.iíICUJUVE m
NIL E POR TELEFONE OS BIBLIOTECÁRIOS DE BAIRROS,

i l/ iV.

QÍ-TA DE REGISTRO DO ESTaTüTOi

W'

,

l6,

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1

o DELEGiJK) JUNTO

2

3

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FEBj.B Ét

25-6-0.9^
—
^oigusta Sobral Gustavo

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�ASSOCI..ÇÃO DE BIBLIOTECÁRIOS DO P/.ItxNÁ
^

27

í:vX - Siglas

MIDEREÇOí

A.B.Pr,

Du'.TA DE Füiro-.ÇiTO:

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-

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SÓCIOS FUlIDi.DOlíES;

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7,

CiULDRO SOCIAL:

^

Parana

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12-6-1959
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-18-

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Jidií^i-o
Curitiba

Q 3/

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MEMSi'^LIDiJDE OU jíIIUIDíJDE Pj^Gí» ü. iiSSüCLi-ÇAOt

CR$5P*0Ó mensais

PRIMEIRi. DIRETOlíLVi
Presidente - liaria Mäder Gonçalves
Vice-Presidente - Flavia Rubens Accioli*Prado
Ia, Secretaria - Maria Jose Thereza de /ijnorim
2a, Secretaria - I/Iaria de Lourdes Barbosa Borba
Ia, Tesoureira - Clio Petterle
2a, Tesoureira - liaria Dorothea Barbosa

8,

DIRETORIA ATÜÜL:
Presidente - Liaria Dorothea Barbosa
Vicc-Presidente - Sarah Guimaraes Costa
lá. Secretaria - Ivlaria Thoreza Laceirda Feijo
2a, Secretaria - Norma Stenzel
A
Ia, Tesoureira - Nancy Westphalen Corrêa
2g, Tesoureira - ííaria Leonice Lucchesi

Q (^,

NOMES DOS EX-PRESIDÍITES D/. EiTTIDi.íÓE:
Maria ^líSder Gonçalves,

í.T¥-

0 MANDATO

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ATUilL DIRETO ;L. TEIÍHIN.. EMi

11.

L ASSOCIAÇÃO CONGFtEG*. SÒkMTE BI JLIOTECÍIRIOS F0R1^J^.D0S,

12,

N.'IO PUBLICA BOLETIM

I

RE.-LIZA SUa.S REUNIÕES QU.-NDO SE FAZ NECESSÁRIO,

li|,

OS ..SSOCIiJDOS SÃO NüTIFICx.DOS VERB^.UjENTE,

DATA DE REGISTRO DO ESTí.TÜTOS
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12

IÍ+-8-I962

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1.

ASSCX;iAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS DE MINAS GEEAIS
1.1 - Siglas

2.

ENDEKÊÇO;

ABMG

'

Av. Contorno, 9945

.
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'

Caixa Postal, 1277
Belo Horizonte

-

Minas Gerais

5.

DATA DE FUNDAÇÃO:

4.

SÓCIOS FUNDADORESí

5.

QUADRO SOCIilLs

6.

MENSALID/iIÍES OU ANUIDADES PAGA l ASSOCIAÇÃO»

7.

9-6-1960
4I

67
CR$50,00 - mensalidade

^ PRIMEIRA DIRETORIA;
/^^s^^Presidente de honra - Dr» Antonio Canilo de i'aria Alvim
Presidente

-

Elizabeth Vorcaro Horta

Viçe-Presidente
^

8.

-

Etelvina Lima

Ia. Secretária

-

Heloisa fiaria Sohimiàt de Andrade

2a, Secretária

-

Maria Helena Lima

Ia. Tesoureira

-

Dáyse Paixão Lucas

Tesoureira

-

»
Lucia Maria Dinig Pereira

DIRETORIA ATUAL
Presidente

-

"

Elton Eugênio Volpini

Vice-Presidente

9.

-

■

'
' '

Annaiz Maria Pereira Vial

1® Secretário

-

Decio Pereira de Vasconcelos

2® Secretário

-

Vera Maria C, N, da Rocha

12 Tasoxrreiro

-

Louveralda Assunção da Fonseca

2° Tesoureiro

-

Cleyde Marly Neves

-

NOMES DOS EX-PRESIDENTES DA ENTIDADE:
- Elizabeth Vorcaro Horta
Annaiz Maria Pereira Vial

10.

2

O MANaiTO DA ATUAL DIRETOR K TERMINA EM 18-7-1965

3

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11,

A iiSS0QI..Ç.-.0 GOlíGliEGi. JI:íLIüTEC;J.íIOS,

_20-

12.

Ni.O PUBLICA JMLSTIk,

13.

REx'vLIZÄ HEUlíIüES DE DlifflTO.ilA I"iENSixLi'JiiíTE E GEPu^L '^U.ãlDO I«:GESatriIi\S,

14,

OS ASS0CLJ30S E DliiETOiai- SÃO NOTIFICADOS POR CIRCUL&lt;UIES

15,

DATA DE REGISTRO DO EST..1¥T0:

16»

O DELEGADO JUIITO A FEii.3 Ei

5^9-1960

iiaria Lar'bh.a Carvalho»

Digitalizado
-gentilmente por:

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1,

ASSOCIAÇAO DOS BIBLIOTECÁRIOS DO DISTRITO FEDERjí,
1,1 •• Siglãi

2.

3,

ENDEREÇO»

. 6.

7,

C'
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A.B.D.F,

SQ 30i+, Blooo 2, Apto. 306
/
.
.
Brasilia - Distrito Federal

DATA DE FUHD..ÇÃOt

QU;j)RO SOCLÍ-Lj

^

*

16-9-1962

áôcios FUHD.-DORES» '23

5,

.

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28

MElíSi'.LID.lDE OU ANUIDí^DE PAGA À aSSüCIAÇÃ0&lt;

CR$ 2,5€I0,*0 íinual

' PRIfcEIR^'x E ATü.i DIRETORLl»
Presidente - Adelia Leite Coelho
Vice-Presideate - Branca T, Rabello
^
«V
Ia, Secretaria - lífyrian Gurjao Mello
2a, Secretária - Maria Luiza Varella
Ia, Tesotireir-a - Hilia Soares Teixeira
2a, Tesoureira - Maria Ivonete de Faria Cunha
Diretora Técnica - Doris do Queiroz Carvalho

,

Diretora Social - Maria Eliza de ^..breu Nogueira

■ '

w

Conselho Deliberativo - Edson Nery da Fonseca, Lais Boa Morte, Elza Fontoura^
Zilah Hotinha e Lilian Thome ^Jidrade,
Suplentes - Carraolita Corrêa Hönning, Jeanette de Albuquerque, Maria Helena
,

• '

do

^xlneida Poreira, Maria de Lourdos Dantas e Isabel

Teixeira Osório.

8,

O I.;.'.ííDu.TO Di'. ATUAL DIRETORIa TERI-iIN:. Elíi

18-9-1964

9,

A aSSOCIaÇ-O CuUrrREG.- BIBLIOTECÁRIOS E PESSO..S IlTTEÍdSSS..DAS MOS PR^jBLEMí.S DA
BIBLIOTECÜNOHI..,

cm

IO-,

NÜO PUBLIC.. BOLETIM,

11,

REí-LIZJ: SU..S REUNIÕES LíENS..U;Ei.íTE,'

12,

OS Í-SSÜCL.DOS Sj!0 NOTH'ICaDÜS POR TELEFONE.

13,

DATA DE REGISTRO DO EST..rUTOi

1

,

2-10-1962

Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan

'

.

'

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1.

Ar.SOClÁÇÍo BAlANA" DOS BACHARÉIS EM BIBLIOTiiCONOMIA
1.1 - Sigla:

2.

END.íIíjSçO;

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-2P-

A,B.B.B,

Avenida Araújo Pinho, 22
Salvador - Bahia

3#

DATA DE FUNDAÇÃO; 20-10-1962

4,

SÓCIOS FUNDADORES; 58

5.

QUADRO SOCIAL; 58

6.

MENSALIDADE OU ANUIDADE PAGA X ASSOCIAÇÃO: CRfp 100^^ mení^aif?

7.

PRIMEIRA E ATUAL DIRETORIA:
Presidente - Eurydice Pirea de Sant'Anaa
Yice-Presidente - Maria Stela Santos Pite L«ite
Ia» Secretária - Gildete Barros Tiburcio
2a. Secretária - Margarida Pinto "(íliveira
Ia, Tesoureira - Dinorá Mendonça Luna
2a, Tesoureira - Nilza Medrado Vaz Santos Cabral

-

Bibliotecária - Alzira Conceição de Oliveira

8.

O MANDATO DA ATUAL DIRETORIA TERMINA EM: outubro de 1965

9.

A ASSOCIAÇÃO CONGR.ilGA BIBLIOTECÁRIOS E PESSOAS INTERESSADAS
NOS PROBLEMAS DA BIBLIOTECONOMIA, PARA FINS DE INTERCÂMBIO.

10.

O BOLETIM ESTÁ EM ELABORAÇÃO,

11,

OS ASSOCIADOS SÃO NOTIFICADOS PAI1A A3 REUNIÕES ATRAVÉS DE
CIRCULARES.

.

12.

DATA DU Rl-^GISTRO DO ESTATUTO; 23-ll~lC!62

13^

O DELEGADO JUNTO À FEBAB S; Felisbela Liberato do Mattoe C«rvaiho

�Up
1.

i.SSOCIi-Ç..O CiliPIvIEIIL. DE 3I3LI0riC.-RIÜS,
1,1 - Siglsv»

2,

ElíDEREÇOi

Rua. Liarcohal De od oro, 1099

DATA DE FUND..ÇÍl0t

6,

QU.'.DRO SOCLxLi

"

,

I962

SÓCIOS FüNDi.DORESi

5,

-23^

A.C. 3,

Campinas - S~o Paulo

5»

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.I«ÍENS;.LID..DE OU .JIUia.DE P.xG:. ,1 .i.SSOCL.Ç.\Qi ..nuidadoj CR$2,1+00,ÍX)
Mensalidade# aEí?200^-0§

7,

PRIJáEIRi. E U.TÜ..L DliíSToRI..;
fresidcnte « laorcodos dc Jesus Thome Fortl
Vice-Presidcnte - Muria ii-ntonia Ribas PinJcc
*
Ia, Sccrctaria - Luoilf, Pereira Liartins Gomes

■

.

'

2a. Secretaria - ijia Lucia i.^ia Bonat»
Ia, Tesoureira - Maria do Carmo Cagtro
2a, Tesoureira - u&gt;.pparccida Bonavitf- Soares
ê
'
Biblioteearia - Cecilia Passolo lamarino

cm

•

.

8,

O luiUfDATO Dii jULÍ DIRETORL» TERIvíIíL. EMi na 2a, quinzena de noveíibiyi de 196i|,

9,

P'
,
L ASSOCL.çro CONGllSG.. 3I3LI0TEc'íaGS E PBSSO..S IlJTE:íESSi.a.S NOS PROBLEJt.S DA
t,
BIBLIOTECOWÜMIi.,
'
'

10,

NaO PUBLICi. BOLETIM,

11,

REiXIZA Sü'AS REU1IIÕE5 I.íElíS.il&lt;if.iTE,

12,

\
OS ASSOCL.DOS sZo NOTIFICv.DOS POR TELEÍONE.

13,

Di-TA DE REGISTRO DO ESTi^TüTOt

12

3

5

6

.

*

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Esta cm processo.

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�COMISSÕES DA FEMB

-?5-

Estão em funcionamento ativo a COMISSÃO DE DEFESA
que empreende em todo o país a campanha de valorização da

PROFISSIONAI»
profissão

bi-

bliotecária; a COMISSÃO BRASILEIRA DE CATALOGAÇÃO cue congrega biblioteca
rios de todas as Escolas de biblioteconomia e qua visa contribuir

para a

COMISSÃO INTERNACIONAL DE PRINCÍPIOS DE CATALOGAÇÃO, da IFLA, com as
tradas de Nomes e Entidades brasileiras e portuguesas, para

en-

os Catálogos

de todo o mundo.

Estamos trabalhando a fim/de ativar uiaa Comissão, que também es
tá filiada à IFLA e que se denomina: COMISSÃO DF! CONSTRUÇÃO E

EQUIPAMEN-

TOS DE BIBLIOTECAS.

orientação

Procura-se com isto fundar um centro de

a bibliotofiários e engenheiros de todo o Brasil, a fim do que não se prossiga na política de construir bibliotecas que não oferecem o

mínimo

de

conforto e funcionalidade.

SOCIOS BENEMÉRITOS

são sócios beneméritos da FEBAB, os DEPUTABOS ROG.Ê FERREIRA, au
tor do projeto de Regulamentação Profissional; o DEPUTADO

ALMINO

AFONSO

qu» prestigiou na Camara e conseguiu a sanção, sem veto, da

Lei 4084/62;

o SENADOR AURÉLIO VIANNA rue de^arruivou o Projeto 4770/58,

pondo-o

em

trânsito na Cãiaara e pugnando por sua aprovação final.

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-gentilmente por:

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�FijDBRAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES PB BIBLIOTECÁRIOS
(FEBAB)
E_STATUTO_
CAPITULO I

TITULO. FINALIDADE. SEDE E ORGAHIZACXO

A Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (feBAB),
fundada em 26-7-1959» por ocasiao do 2® Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação, com sede em Seo Paulo, é uma sociedade civil, sem finalidades lucrativas, que congrega as Associações profissionais da espécie em todo território nacional,
são finalidades da Federação:
a) congregar as Associações
Bibliotecárias do País,para. o objetivo de defesa da classe, sob os
pontos de vista técnico, cultural, social e economico; b) contri
buir para a solução dos problemas atinentes à classe,
quer regionais ou nacionais; cj prestar toda assistência possível as as
sociações filiadas,
"
Parágrafo único - Para consecução desses objetivos, a FEBAB utilizar-se-á dos meios que se mostrarem indicados, inclusive a cooperação com
Instituições
congeneres e eventual filiação às de âmbito in
ternacional.
"
A FEBAB é uma Federação. As Associações de Bibliotecários
dos
Municípios, dos Estados, Territórios e da Capital da República
sao suas unidades federadas.
são orgãos dirigentes da FEBAB: a Assembléia dos Delegados, a Di
retoria e as Comissões Permanentes,
~
CAPITULO II
DAS ASSOCIAÇÕES FEDERADAS
A Federação constitui-se de todas as Associações de
Bibliotecários, que representam os seus associados dos Municípios, Est^idos, Territórios e do Distrito Federal.
são requisitos para o reconhecimento e permanencia das
Associações de Bibliotecários Municipais, Estaduais, Territoriais ou
da Capital da República como unidade federada da FEBAB; a) pos*
suir personalidade jurídica; b) ser regida por estatuto na forma
da lei; c) cumprir e fazer cumprir as obrigações previstas neste
Estatuto,

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17

lí

�-27Art,

7

-

As Associações Federadas conservam sua autonomia administrativa
e economica.
Obrigam-se entretanto; a) prestigiar todas as iniciativas e resoluções tomadas pelo órgão supremo da FEBABjb) man
ter a FEBAB informada de todas as iniciativas © resoluções tomadas no âmbito regional pelos seus respectivos órgãos dirigentes;
c) comunicar à FEBAB nualquer alteração de seus cuadros sociais;
d) contribuir anualmente,para os cofres da FEBAB,
com a importância que fôr determinada pela Assembléia dos Delegados; e) ado
tar e utilizar em todos os seus impressos e cartazes a expressão
"Filiada à FEBAB".

Art.

8

-

As Associações filiadas poderão ter as seguintes categorias: fun
dadoras, efetivas, correspondente», honorárias © beneméritas.
Parágrafo único - Sao consideradas fundadoras todas as associações que colaboraram para a fundaçao da FEBAB,
até o registro do presente Estatuto.
Bibliote-

9

-

Serão consideradas efetivas todas as Associações de
cários que se filiarem à FEBAB após a sua formaçao.

Art, 10

-

Serão consideradas correspondentes, as Associações de
Bibliotecários de outros países,admitidas mediante proposta da Diretoria da FEBAB ou de qualquer das entidades federadas,
aprovada
pela Assembléia dos Delegados.

Art,

Serão consideradas honorárias, as Associações que por decisão,
pelo menos de dois terços da Assembléia dos Delegados, hajam con
tribuido, de algum modo, para maior progresso da FEBAB,

Art, 11

Art. 12

-

Serão agraciadas com título de benemeritas as Associaçoes
que
tenham prestado serviços de relevancia à FEBAB, desde que aceitas por decisão, pelo menos de dois terços, da Assembléia dos De
legados.
Parágrafo único - Podorao ser dados, extraordinariamente» a personalidades brasileiras ou estrangeiras os títulos de sócios honorários ou beneméritos, a
critério de pelo menos dois terços da Assembléia dos Delogados, por indicação da Diretoria ou de qualcuer Associaçao filiada.
CAPÍTULO III
DOS

Órgãos

dirigentes

A - DA assembléia DOS DELEGADOS

cm

1

Art» 13

-

A Assembléia dos Delegados é o orgão supremo da FEBAB nos limites da Lei e deste Estatuto, com poderes para resolver todos os
assuntos e decidir sobre todos os atos sociais.

Art. 14

-

A Assembléia dos Delegados é constituída por um representante de
cada Associação Federada,

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�Parágrafo

-28- - Os sócios das Associaçoes Federadas elegerão, por
voto direto e secreto, o Delegado nue as represen
,
tarao.
•
^

Parágrafo '2 2 - Havendo vaga ou impedimento no decorrer do mandato, assumirão os Suplentes,
Art, 15

• ,

As Associações Federadas estabelecerão as normas gerais e
os
princípios de elegibilidade para as eleições dos respectivos Dele
gados,
V

Art, 16

-

A Assembléia dos Delegados reunir-se-á, an'jalmente,em data e local determinados na reunião anterior,

Art, 17

-

A Assembléia dos Delegados reunir-se-á,extraordinariamente, ru'jn
do se fizer necessário, convocada pela Diretoria d''. FEBAB ou por
manifestação expressa de dois terços dos seus membroy.
Parágrafo 12 - A convocação extraordinária será feita pelo Presi
dente ou seu substituto legal às Diretorias das
Associações Federadas, mencionando data, local e
assunto da reunião, com prazo de 60 dias,salvo ca
sos de urgência,quando poderá ser feita no prazo
de 10 dias.

'

Parágrafo 2® - A Assembléia dos Delegados '^oderá, por aprovação
de pelo menos de dois terços dos presentes, deliberar sobre outros assuntos.
Art, 18

-

A Assembléia'dos Delegados terá um Regimento para a sua organiza
ção interna e funcionamento.

Art, 1«

-

Compete privativamente à Assç.-nbléia dos Delegados: a) promover a
tomada de contas da Diretoria da FEBAB; b) votar os orçamentos;
c) fixar a contribuição a que se refere ò Art, 7; d) emendar ou
reformar o Estatuto ou resolver matéria não prevista no mesmo;
e) determinar, através de resoluções, a orientaçao a ser seguida
pela FEBAB, relativamente às iniciativas que interessem à classe
bibliotecária.

Art, 20

-

As resoluções da Assembléia dos Delegados serão tomadas pelo voto majoritário, presente a maioria dos seus Delegados.
Parágrafo único - O nuorum para abertura das sessões será de dois
i
terços dos membros,
B - DA DIRETORIA

Art, 21

-

*A Diretoria é o orgão executivo da FEBAB é compõe-se de;- Presidente, Vice—Presidente, Secretário Geral, l^ e 2^
Secretáricfs,
19 e 22 Tesoureiros e Bibliotecário,

Art. 22

-

A Diretoria será eleita pelo voto direto e secreto da Assembléia
dos Delegados, tomará posse perante a mesma e exercerá o mandato
por dois anos.

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�-29Ar-t«. .2^

JL-COQdição de elegi bllif^t^dB.-&gt;r&gt;ara ~õli~^T-g«^_dP^Secretáric3G:Êxa_L^.
12 S&amp;&lt;?retaT'i'ir7
Tesoureiro e Bibliotecário resiS^-^TTãr sede da
F.EBAB enquanto durar seu mandato.

Art. 24

-

são atribuições do Presidente; a) representar a FEBAB etn jui?:o e
fora deles; b) presidir as reuniões da Diretoria; c) administrar
o patrimonio da FEBABj d) dar execução às resoluções da Apsembléia dos.Delegados; e) escolher o consultor jurídico r constituir advogado? da FEBAB; f) adquirir ou alienar bens imóveis e
dar em garantia hipoteca'ria bens do patrimonio da FEBAB,
auando
autorizado pela Assembléia dos Delegados; g) apresentar relató'^
rio circunstanciado de todas as atividades da FEBAB; h"* visitar
as Associações Federadas, pessoalmente ou por seu substituto legal, pelo menos 'uma vez no seu mandato,
para o que disporá de
verba. necessária; i) tom::.r providencias de carater administrati-,
vo previstas neste Estatuto; j) compárecer à Assembléia dos Delegados, onde, sempre que necessário, dará sua opinião nas dúvidas suscitadas.
,
Parágrafo único - Ao 1^ Vice-President.e compete,respectivamente,
substituir o Presidente nos saus impedimentos
e sucede-lo na vaga, caso seja necessário, até
o fim do mandato.

Art. 25

-

Ao Secretário Geral compete: a) secretariar as reuniões da Assem
bléia dos Delegados; b) dirigir todos os.serviços de secretaria;
c) admitir ou dispensar funcionários; d) organizar o Boletim Informativo da FEBAB; e; exercer outras atividades inerentes ao car
go, ou quo lhe venhaai a ser atribuídas,
4
Parágrafo 1® - Compete ao 1® Secretário auxiliar o Secretário Ge
ral e substituí-lo nos seus impedimentos.
I
Parágrafo 2® - Compete ao 2- Secret4r,io auxiliar o 1® Secretário
e substituí-lo nos seus impedimentos,

Art. 26

-

Compete ao 1^ Tesoureiro; a) adrainistrat o patrimonio e rendas
da FEBAB, sob supervisão e fiscalização da Comissão de Finanças;
b) fazer as despesas autorizadas pelo Presidente ou pela
Comissão de Finanças; c) fiscalizar a contabilidade; d) organizar e
manter em dia o quadro dos auxiliares da FEBAB; e) apresentar re
latório e balanço anual da tesouraria; f) exercer outras atividades peculiares'ao cargo, quje lhe venham a ser atribuídas.
Parágrafo único - Compete ao 2^ Tesoureiro auxiliar o 1® Tesoureiro e substituí-lo em seus impedimentos.

Art, 27

-

Compete ao Bibliotecário: a) adquirir ou sugerir por compra ou
doação as*obras que interessem à Biblioteca da FEBAB; b) dirigir
a Biblioteca; c) responder a quesitos atinentes a seu cargo e de
interesse das Filiadas»

�C

-

COMISSÕES PERMANENTES

-^O-

Art, 28

•-

As Comissões Permanentes, orgaos auxiliares da Diretoria, denomi
nam-se: - Comissão de Defesa Profissional, Comissão de Finanças,
Comissões Técnicas, Comissão de Ensino Biblioteconomico.

Art. 29

^

Cada Comissão será constituida de quatro membros eleitos pela As
sembléia dos Delegados, dentre os sócios efetivos das Associações Federadas»

Art, 30

-

As Comissões funcionarão independentemente da reunião
conjunta
de seus membros, correspondendo-se entre si, diretamente ou atra
vés da Secretaria da FEBAB.
*
Parágrafo único - Hávendo necessidade de solução para problemas
de interesse premente, a juízo do Presidente
da FEBAB, este poderá convocar os componentes
■ de qualquer Comissão, notificando-os dos motivos, data e lócal de reunião, com antecedencia
de 15 dias.

Art. 31

-

A distribuição das tarefas atribuidas às várias Comissões,
feita pela Diretoria da FEBAB,

será

Parágrafo único - As Comissoes deverão enviar a Secretaria Geral
da FEBAB, todo material referente às suas reuniões,
Art# 32

-

Comçete à Comissão de Defesa Profissional a defesa dos justos in
teresses profissionais dos bibliotecários,

Art, 33

-

Compete à Comissão de Finanças a_orientação de todos os assuntos
fin-anceiros da FEBAB, inclusive a, formação e preservação do
seu
patrimonio,

Art, 34

-

Compete às Comissões Técnicas a organização e manutenção do movi
mento técnico-cultural da FEBAB, assim como a organizaçao de con
gressos, prêmios, cursos, bolsas de estudo etc»
.
*

Art. 35

-

Compete à Comissão de Ensino Biblioteconomico estudar e sugerir
medidas, visando o aperfeiçoamento do ensino da biblioteponomia
no Brasil,
CAPITULO ^
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 36

-

A receita da FEBAB cônstituir-se-á de contribuições das^Associações Federadas, pagas por semestre,
A contribuição será arbitra
da pela Assembléia dos Delegados, anualmente.
Parágrafo único - As Associaçoes Federadas que nao estiverem cui
tes com a Tesouraria da FEBAB,relativamente ao
exercício anterior, não terão direito a voto
nas Assembléias dos Delegados.

cm

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20

�-•51Art, 37

•

Todas as eleições proeessar-se-ao através ão voto secreto, admitindo-sT© voto por procuração.

Art, 38

-

S vedado a Diretoria da FEBAB tomar parte em manifestações poli—
tieo-partidárias ou religiosais.

Art, 39

-

Äste Estatuto só poderá sei emendado ou reformado pelo voto de
dois terços da Assembléia dos Delegados especialmente convocada,
e, em cuja ordem do dia, figure o assunto, comunicado com antecedencia de pelo menos 60 dias,

Art.

-

Em caso de se dissolver a FEBAB, a Assembléia doe Delegados
solverá sobre o destino a ser dado a seus bens.

40

re-

Curitiba, 11 de janeiro de 1961

REGIMENTO

DA

ASSEMBLiSlA

DOS

DELEGADOS

CAPÍTULO I
DA

Art»

1°

•

INSTALAÇÃO

Na primeira reunião de cada legislatura reunir-se-ão os Delega-»
dos das Associações Federadas em dia e lugar determinados pela
última reunião da legislatura anterior (Art°, 16, Estatuto),
5 1° Assumirá a direção dos trabalhos, o Presidente da FEBAB e
em seu impedimento o vice-Presidente, fazendo
parte
da
Mesa o Secretário fteral e o 1® Secretário.

Art,

2c

—

Verificadas as credenciais dos Delegados e havendo pelo menos 2
terços dos membros, o Presidente declarará aberta a sessão»

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�CA|&gt;:tTULO, , i;
DOS

SUPLENTES

Os Oelegados titulares podem ser »ubstituidoa pelos
eleitos pela mesma Assoeiaçao Federada,

Suplentes

5 1Ö - Para este fim o Delegado titular ofieiará à Diretoria da
FEBAB, comunicando o seu afastamento« A Diretoria convocará imediatamente o Suplente,
5 22 - Ao reassumir, o Delegado titular, eemunicará à Diretoria
da FEBAB sua resolução, ficando o Suplente afastado.
Terão Suplentes apenas aqueles Delegados cuja ausência,
temporária ou definitiva, for comunicada à Presidencia da FjüBAU.
CAPÍTULO

III

DAS COMISSÕES
Haverá quatro Comissões Permanentes, compostas no mínimo de quatro membros, eleitos pelos Delegados e empossados pele Presidente da FEBAB.
5 1® - Poderão ser criadas outras Comissões especiais, pela própria Assembléia e por proposta de rualíiuer Delegado,
se
aprovada em plenário,
* 2^ - As Comissões estudarão as proposições a elas dif?tribuidas pela Presidenoia, apresentando relato'rio a ser discutido em plenário,
^3° - As Comissões reunir-se-ão todas as vezes aue se firer necessário, por proposição da maioria de seus membroí^, «pre
sentando relatório à Diretoria da FEBAB,
CAPÍ|ULO
DAS

IV

SESSgES

O tempo de duração das reuniões da Assembléia dos Delegado.*! ser«,
no máximo, de 3 dias.
Cada sessão constará de expediente, com duração máxima de 45 minutos e de Ordem do dia, com duração máxima de 1'50 minutos (duaa
horas e meia).
g- único - Terminada uma sessão, o Presidente convocará os Dele«.
gados para a sessão seguinte, determinando a hora do
seu início, "ad referendum" do plenário.

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lí

�CAPITULO

V

-■53-

DO USO DA PALAVRA
Càda Delegado "terá direito a palavra para discutir qualquer pro
posição, pelo prazo de 5 minutos.
Nenhum Delegado poderá ^usar
da palavra pela segunda vez para discutir a mesma proposição.
V único - Poderá o Delegado, no entanto, usar novamente da palavra se esta for solicitada por um dos Delegados pre
sentes, que ainda não houver falado sobre o assunto
em discussão, e cedida especialmente a eles.
Os apartes, só serão permitidos depois de solicitados e concedidos, não se admitindo diálogos.
' Terminada a leitura do expediente e não havendo esgotado o tempo
a este dedicado, o Presidente concederá a palavra porlO minutos, no máximo, a qualruer Delegado que dela queira fazer uso.
CAPITULO

VI

"

•

• ,

■

DISPOSIÇÕES GERAIS
As questões de ordem serão resolvidas pela Mesa.
Quando a oues
tão do ordem suscitada não for prevista no Estatuto e neste Re-'
gimento, o Presidente, por analogia, aplicara as
dieposiQoes
usadas nas AsseAbléia? Legislativas do País,
ouvido o plenário,
Quando forem tumultuados os trabalhos, de modo_^a impedir o seu
prosseguimento,- o Presidente suspenderá a sessão por 10 minuto^
r&lt;yabrindo-a findo este prazo.
Não nendo possivel ambiente p^.ra
trabalho, depois de reaberta a sessão, o Presidente encerra-laá definitivamente e convocará os Delegados para a sessão
seguinte.
'
A reforma do Estatuto, para que possa ser objeto de
deliberação, deverá ser proposta com antecedencia de 60 dias,
para
que a Secretaria da Federação possa tornar ciente de seus termos todas as Associações Federadas.

Curitiba, 11 de janeiro de 196I

Os Estatutos da FEBAB foram registrados em São Paulo,
I0 Ofício de Registro de Títulos e Documentos,Livro A, nei3,
ns de ordem 7.712í publicado no Diário Oficial do Estado, em
5-7-61, pg. 22.■

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�COHSIDÜRACÕES

.3 4-

Fazendo uJH retrospecto dos trabalhos realizados, desde 195®,para
que todo o bibliotecário possa aquilatar o quanto a classe lucrou com
a
atividade associativa,rolacionamos alguns dados elucidativos:
105«) « 7 Associaçoes de Bibliotecários.
*
)
1050 _ XI Escolas de Biblioteconomia; 2 reconhecidas.
105c) „ Luta com a Diretoria do Ensino Superior para reconhee-er os

Cursos

de Biblioteconomia,
1?5Q - Projeto 4770/58 arquivado na Gamara Federal,
i960 - Lei 3780/60 excluiu o bibliotecário das vantagens concedidas aos pro
fissionais de nível superior.
1»63 - a) 12 Associações de Bibliotecários;
b) 1 Federação;

.

c) 10 Escolas de Bibliot-economia;
d) 8 Escolas reconhecidas pela Diretoria do Ensino Superior e
vias de reconhecimento;

em

e) Currículo mínimo para as Escolas;
f) Lei 4084/62 - Regulamentação Profissional;
g) Decreto 51.624, de 18 de dezembro: adicional de 15^,
vista o Artö 74, da Lei 3780/60;
.

tendo

em

h) Decreto Federal n^ 884/62 - Semana Nacional da Biblioteca;
i) Reenouadramento dos bibliotecários do E,&lt;3tado da Guanabara em nível universitário;
j) Reenquadramento dos bibliotecários da Universidade de São Paulo;
k) Reenquadramento dos bibliotecários do SESC, do Rio Grande do Sul;
1) Pela primeira vez é nomeada como Diretora da Biblioteca
de Porto Alegre uma bibliotecária formada.
'
♦

»

Pública

•

».

CONCLUSÃO

Depois de organi^^.ado este Relatório, da situação atual das Associações de Bibliotecários do Brasil, onde com detalhes pode ser observada
a maneira do atuar do cada uma (jelas, resolvemos apresentar um quadro comparativo constante de folhas n^
.
Nele podemos" ver a disparidade reinante, principalmente, no que concerne à manutenção e funcionamento.
Compreendemos, que a mudança dessa situação é assunto privT.tivo
de cada Associação, entretanto, a FEBAB, roserva--se o direito de
opinar,
vlnando sempre indicar à Classe o caminho mais fácil e mais seguro p^ra a
reafirmação de'seue direitos profissionais.

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lí

�-55-

Assim e que propomos medidas que devem ser levadas a efeito^
A
^
a fim de garantir uma existenoia concreta e ativa das Associaçoes:

Ia, - Seflam realizadas sessões MENSAIS em todas as Associações e para

todos

•s Associados;
*
2a, - Sejam. levadas ao conhecimento de todos os associados as notícias recebi
das, através de correspondência, buscando interessa-los na&amp;-lutas e cqn
quistas da classe;
«
*
5a, - Seja procvirado o caminho para resolver as reivindicações locais da cla^
se;
4a, - Sejam organizados grupos de trabalho que visem dar satisfações à fEBAB
das atividades de suas varias Comissões;
5a. - Finalmente propomos que as Associaçoes de Bibliotecários reformem seus
estatutos no que concerne as contribuições que devem pagar as AssociaM
M
A
çoes, fazendo consignar nao a importância que de ano a ano á se desatu^
liza,- mas da'seguinte forma:
"as mensalidades serão ou níTo atualizadas, segundo re_
solução da Assembléia Geral, no início de cada gestão",
»
*
Vivemos numa época de transiçao e nenhum bibliotecário
d£
A
^
ve omitir-se de participar desse drama onde todos devem atuar n;^o como espect^
dores do trabalho de alguns, mas como atores conscientes de seu.?
papel dentro da Ciasse

verdadeiro

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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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gentilmente por:

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��IV GONGRESvSO BRhSILíIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOajMENTáÇÃO

Biblioteca ambulante do Serviço Social do Comercio
Administração Regional no Estado de São Paulo
por
Consuelo Godoy Damasio

Fortaleza
«1963

Digitalizado
-gentilmente por:

^

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ .
7 a 14 &lt;Je julho de 1963

Tema II - Bibliotecas Mblicas,

Infante - Juvenis,

Ambulantes e Escolares
•si
BIBLIOTECA AíIBULAlTTE DO SERVIÇO SOCIAL 3X) COMÉRCIO
AIXvD:NISTRAÇXO REGIOHAL NO ESTADO DE SÃO PAULO
por
CONSÜELO GODOY DAIvIASIO (♦)

CDU 027.022!022.94

O a'-O

O
Ct

h

(♦) Bibliotecária do Serviço í^ocial do Comércio do
Estado de São Paulo
, • '

I Digitalizado
-gentilmente por:

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�Êete setor reiniciou suas atividades ne£
ta nova fase durante a gestão do dinâmico presidente do
Conselho Regional do Serviço Socia3. do'Comárcio - Admi"
nistração Regional no Estado de São Paulo- DR. SRASILIO
lliiCHADO NETTO,

o CLue se deu em 19- de fevereiro de 1962,
A Bil)3-ioteca i\mlDuI!,ante do Serviço Social

do Comdrcio,

serve-se para atingir aos seus fins,do veí

eulo de transporte do livro ao meio comerciário,
ja,

das Cai::as-Estantes, Em virtude do seu

trabalho,

to,

horário

toma-se muito difícil ao comerciário,

c\ira de Bibliotecas e locais de consulta,
a colocação dos livros em seu

ou sede

a pro-

sendo portan-

ambiente de trabalho

a solução do problema.
As Caiítas-Estantes,
zvú-,

são de aço,

de c8r a

com o emblema do Serviço Social do Comdrcio em suas

duas portas, No seu interior possue uma
cada lado,
livros.

prateleira

de

tendo a capacidade de transportar de 60 à 70

Por seresj de manejo fácil e aparência atraente,

constituem vim foco de atenção nos" locais onde são colocadas,

o q.vie sem diívida aumenta a sua eficiência.
A permanência' de uma. Cai::a-^Estante no Io

cal de leitura,

€ de 3 meses,

odiando ê substituida

outra,

'
Antes de ser. feita a

Cai::a-Estante,

.

instalação

o, local é visitado pelo

por

de uma

Orientador

So-

cial, c_ue será "sempre o_ elemento de ligação entre os Io
cais e a Biblioteca, Estas visitas de caráter informati
vo e de divulgação, não se limitam apenas à colocação âe
Cai::as-Estantes, mas,

também à promoção cultural dos em

pregados do estabelecimento visitado,

por meio de pale^

tras e outras ativida.des literárias.

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lí

�fls. 2

As firmas receloem folhas de auostionários
de preferência de leitui^a,

tantas

q.uantos

forem

os em

pregados.

Os

desses

ciuestionários,

ser~

vem

orientar

para

resultados

Cai:;as-Estantes

a

BilDiiotecária

na preparação das

.
Depois de recolhidos os cuestionários,

local é fichado,

o

em fichas especiais onde consta:

a) nome da firma
b)

endereço

c) nome do encarregadod)

data de saída, da Cai::a-^Estante

e)

data de re-^resso da Caixa-Estante

f) n2 de leituras havido por Cai::a-Estante
Estas fichas são alfabetadas no fichário
de locais,

esristentes na Biblioteca Ambulante,
Nossas remessas de Cai::aS"Estantes sao se^

manais,

Ap&lt;5s o recolhimento o preenchimento das formali-

dades e:!:postas no parágrafo anterior,

são organizadas as

Cai:;as-Estantes para entrega na semana posterior.
Quando são levadas às firmas, vai junto o
Orientador Social,

ç.ue e:nplica ao encarregado

a maneira

de fazer o empréstimo dos,livros, Este encarregado ciue é
o responsável no estabelecimento,

pelos livros,recebe en

tão as instruções de como proceder com as fichas de leitor,

listas de livros, maneira de fazer a entrega e rec£

Ihimento dos volumes;

são tambám entregues,

sivos à Biblioteca,

para afixar

do estabeleTjrimento,

afim de q.uo,

cartazes alu

em locais de oirculaçao
os funcionários

conhecimento da chegada e permanencia dos

tomem

livros no lo-

cal,
O transporte das Cài:cas"3stantes,
por um veículo de uso e::clusivo da Biblioteca,

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é feito

o c^ue fa-

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�fls,3

cilita a remessa,

aos pontos mais

distantes da cidade

e

do interior,
A Cai:ca-Estante,

iDermanece no local de lei

tvira por 3.-meses. Durante esse tempo,

o local é

pelo Orientador Social,

o movimento de lei-

tura,

oug verifica

procura so3.ucionar os

visitado

prolDlemas cue porventura sur

jam e faz peQ.uenos contactos com os f-oncionários

da fir-

ma comercial.
Quando faltam 15 dias para a troca da Caixa-Estanto,

o encarregado 6 avisado por

carta,e nesse ín

terim prepara-se uaa nova para ser remetida em sulDstituição àcuela,
ChegandO' os volumes à Biblioteca,
mesmos levados à estufa,
te,

para desinfeçção.

são

os

Posteriormen-

faz-se a estatística de leitura ' onde constatamos a a

ceitação das obras pelos leitores,
Temos observado em todos os

locais,

gran-

de interesso por parte dos comerciários pelos livros.
estatísticas sempre crescentes,
se fato. Estão sempre aumentando

As

evidenciam amplamente
,os pedidos de novas ins

talações de Cai::as-Estantcs.
O índice de leiteira começou

a ser levanta

do cm agosto ce 3.962,' data das primeiras trocas
:;as-Sstantes. Atá o momento foirám enviados
plares às firmas comerciais com um movimento
äcituras,

o q.ue representa ö0,04fi de

de

14.964
de

Caie-:em-

11.

aproveitamento

978
dos

3-.ivros enviados.
Quanto a -preferencia
dos,

dos assvjitos

li-

temos em ordem decrescentej

1) romances
2)

livros infantis

t

3) literatura

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�fls.4

4) "biografia
5)

filosofia

6)

ciências aiDlioadas

7)

sociologia

0)

geografia

9) histeria
10)

ciências puras

11) belas artes

'

i

12) religião
Os serviços

da Biblio-fceea

Ajabvilante

d«

Serviço Social do Conéi^cio -Administração Regional no Es
to-âv ^ SSó- Eaulo - Gstão- 'so- ampliando e::traordiaáriaiii&lt;^
jic ^ oom ô::ito q.ue superou a e::poctativa,
Sstamos atendendo no momaiilx? à 115 firíoae
comerciais da Capital e iniciando a coloca/ção de Cai^nas^Estantes no Intarioir do Estado.Posstiimos em estoque mais
1G5 Cai2:as-Estantes.

.

,

Temos recebido dos mais

diversos ■pontos

do Sstado pedidos para côlocação de Cai:ítas-Estantes,. aos
quais iremos.atender de acordo com as nossas possiÄilida
des de serviço,

•

•

O acervo da Biblioteca
8,590 livros,

já preparados e prontos

xunbulante

6

de

para serem envia-

dos Ãs firmas. O trabalho da Biblioteca 6 feito atualmen
te por ducs bibliotecárias,
ajudante,

_

um Orientador Social
.•

DrVTJjrGAÇÃO
Sendo a Biblioteca

um

..í:,.
....

,

.

.

lim se-tor de atividade

enquadrado no eso[v.ema -do I^ano G-eral de Ação
Social do Comércio, a ela se estèndem

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e

do Serviço

as normas e dire-

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¥

trizes ci.ue norteiam aq.ue3-e ^ plano.
Assim a BilD-lioteca tem as suas atividades
dirigidas especialmente para os comeroiários,
nfoi em vista servir à comunidade,

tendo

po-

à q.ual se èstenderá na

medida das suas possibilidades.
Como as deniais atividades sociais e assis
tenciais da entidade,
nas firmas,

a Biblioteca Ambulante ê divulgada

por intermédio dos Orientadores Sociais,

em

suas visitas às mesmas. Sstes levam em seus contactos caa
os empre^Gdores e empregados, material de iiiformação,
q.uando notam cue existe a possibilidade ' e
colocação da Cai;:a-Iistante,
dor Social da Biblioteca,

tras,

a colocação'

por interm(5dio de boletins,

dos

livros

concursos,

pai eis

procuramos ampliar a nossa atua.ç'ão no sentido

despertar nos comorciários,

o ;:;osto pela leitura,

nhecimento das diversas esco'las literárias,
res,

assim como,

e formetivo,

na

comunicám o fato ao Orienta-

Posteriormente
nas firmas,

ijaterêsse

e

através de obras

despertar neles

o

dé
co-

grandes auto_

dq cardtor. científico

tendencias e aptidões

q.ue

até então ignoravam.

são Pa.ulo/jullio/l?63

é

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I Digitalizado
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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCÜrJENTAÇáO

Los servidos bibliotecário^ y el planearniento de
Ia educaclon
por
Carlos V.ictor Penna

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�-XBLIOT' iCOFOMIA
XV CONGR'SoO BÍIíiBIIjSIRO DE j
'

TJMITLRSIT^A'OE DO CEARA

7

3

14,

&lt;?-e

jiilho

cie

DOC'Mv^AfÄO •

1963

Tií&gt;lA CroITRAL : A EDUCAÇÃO ATR:.V^3 Dá BIBLIOTECA

LOS SiíRVIGIOS BIBLIOT'X miOS Y EL PLAI&gt;rTiMIBNTO DE
LA EDIICACI6\T

por

CARLOS VICTOR PEim

CDU

Diretor do Cejatrc Resionol da UTESCO

I Digitalizado
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021.2

no

Hemiísfério- Ocidental, Esvema, Cuba,

MScan
14

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18

19

�LOS

nl'BLIor^r'.AniOS Y

D^ TA
POR

CffiLOS VICTOR
Como una consecuencia de ly, coraplejidad creciente de las sociediides
contemporâneas, de los câmbios operados
su estructura y su funcionamiento
y drl desarrollo tRonológico, la política dei "lai'?sez faire" ha. dado paso
en todos los países, en mayor o menor CTado, y aunq.ue al.-riinos de ellos no
siempre lo reconozcon abiertanente, a uns. planificación c&lt;?,da vítz más cuidado
sa de muchas de 1e.s r^ctividadeti sociales. L juicio de Tarl "'annheim, (1) "las
.'ãltemativf:.3 no son ya pl?.n.ificación o lainise?, faire, sino p]
f,iccción para cué? y qu(? clase de pi an.if icación?".
Qran paxte de Ia actividad de Tiuchos países ostá orientada por Ia pl_a
nificación* Sc planifica Ia (^conomía, Ia industria, Ia producción a^r-ícola,
el desprrollo de Ias ciudades, Ia prestación de los servidos sociales; es ra
ra Ia actividad humana que no
oncue-i.tra afectada por talos procesos. La educación, con Ia cual los servicios hihliotecarioR eatán íntimarnente relacionados, está siendo planifiçada cada ve^, rn rnayor escala. J.-a "bibliografia de
los últimos aííoB sobre Ia ulanificación integral de Ia ediicación '^s ahiindante;
se hnn sucedido seminários, conferências y reuniones técnicas para encontrar
Ias mejores solucionas n, los problemas q.u'^ pl.antea. esta cunstión. Mientras t£m
to, los servicios bibliotecários de los países latinoa-^ericanos han permanecido al marren de est&gt;-s tondencias a penar de que 3ú.s características, su influencia en los pi'ocesos educativos, su proyección sobre el área total de Ia naci
(5n y f3ii importância para "1 mejora^iiento de los indivii'iuos, de todas Ias esfG_
ras sociales, justifican plenamente que sp&gt;'?n soraetidos a este tratmiento a
fin de imprimirles el dinamismo de que carecen y que constituve una de Ias razones de su jnercia.
■^n este artículo pretendemos exbosax al:runas ideas sobre el planeamien
to de I05 servicios bibliotecários y dar,^en cierte, medida, respuesta a Ias
pre/^untas, formulais por i^'^annheim, limitando el campo, desde luo,';;o, a Ia esfera
senalada,
1.

l^S^.F'MA
IJx SITlI.\niO¥ \r:'T'T.L\L
Las 8-ctividades bibliotec.vxias on Ia mayoría !^e los 'ps-íf^os de Ia -unérica La.tina se han desarrollado, y se nstán desarrollando, sobre Ia base de bi
bliotecas que llevan a cabo sus tareas en forma individual sin oue estén respaldadas, salvo mixy conta/Ias excepciones, por medidas de cai^ácter administrativo que coordinen o centralicen los sevicios dQ aquell-as que por sus objeti».-»*
vos comunes o nus semej-anzas lo .iustifiquen, "^1 establecim.iento, organización
y funcionaíniento de bibliotecas no se han ajustado, hasta Ia fecha, a planes
previamente establecidos. ""^l pro.íjreso más sifgriificativo se re."-istra en la,s que
responden a los exi'j'entes requii-imientos de una actividad determinada., sobre
todo en los cánpos de Ias bibliotecas especialiíiadas. "*^1 mejoraxniento y extensidn do los servicios bibliotGca,x'ios, en los diferentes niA^^eles de Ia ensenanaa, no está {^ener.almf^nte relacionado con el desarrolo de Ia educacián. Salvo
alfTunas excepciones, Ias biblioter-as púbic.as no consti.tuyen sistem.as centrali«
aados, "n síntesis. Ia extensión y .mejo.rajüiento de los servicios bibliotecaxi03, en sus diferentes niveles y tipos, no forma parte de Ia política educ3.tiva
nacional, ni responrie .9.. una pl.anificación previamente estructurada.
Consecuencia de este est'uio de cosas es «1 lento desoarrollo de los ser
vicios en rolación con Ia poblacién alfabetizada, 1,?-, f,?lta de presupuestos ade
cuados para el pro-'^eso de tales servicios y Ia ■ -.usenci.a cie un pl.an que tienda
a aumentar los rectixsos disponibles en rei lei6n con el crecimiento y l.as ní^co^í»
sid3,des de Ia población a.lfo.br&gt;tizada cc.paz de leer.
^1, 1

.■D-^SVIcTC'JIi.lCTO'T
T.' ?0LT.1.'ICf. ''■'TiVC,:''VTfL
LOS n^uYinios Bi^'Lio^rC' -.iios

COi'T "^L D^Sn-íOLLO

n Ia, casi totali.'io,d de, los países latino:.iinericanos los servicios bibliotec'r-'jrios no haji sid.o incli3Ídos d.entr-p de los planes d.e Ia política ed.ucati
va n.acional. Las oficin.as de p''.áneainiento intefral de Ia educaeión, croTíl.as úl
tim.'jjiiento en muclios d.e estos p.aíses, t-ampoco incluyen en sus planes de trabajo'
o^por lo menos '^n Ia presentación de t.alos planes, '^l des.arrollo de dichos s-;r
vicios. La literatura -.n.ás reciento dada a conocer sobre el planeamiento de Ia"
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]_'5

16

11

l'i

�P.2
educt^-ción y de Ir.', rdinin.istración í^eneral de ].a nducación, no â.a r,l dosc-rrol
Io y extengión de lor&gt; servicios bibliotecários jnrarquia de tern-a para por
considerado &lt;^ntrG Ias provisionos destinada?- .a ^--loiorar y extender Ia educacidn en í^eneral.
L nu/^stro antonder se comete así una omisi^n que gravita lastimosT,/nente sobre el resultado dei proceso educ.ativo. Las■ estadísticas educacio-nales latinoam^ricaniâs senalan los si,™i':'ntes heclios; "De una poblaci6n en
ede.d escolar obli^atoria de 36.000.000 de habitó:j\tes solo concurren a Ia e__s_
cuela primaria 25.000.000 do ninos, Io que determina un índice de analfabetismo e-stiraaío en im 40^
l?- población de 15 anos y más, en los censos
de 1950. Pero es altomente interessante estimar el valor de Ia educación impo-rtida a esos 25,000.000 de ninos. "1 t(^rmino "nedio de Ia esclaridad en Ia
.'iiTi-^rica Latina es aproximadamente de 2,5 a 5 anos de ensenanna primaria apro
bados. '^n países como Pananá, que acusa uno de los más sitos índices de peri.ianencia de los educendos en el ciclo primário, sólo terminan esta etapa de
Ia --^ducación el 50*^
los matriculados en el primer ano y este índice no al_
canza, para el tc5t3J. de los países latinoamericonos, el 20^'. ""n consecuencia,
una tT^'an parte de Ia población alfabetizada de l''^- .iinérica Latina acusa nive~
les sum.:Hinente ba.ios dc prepsración escolar y muchos de sus inte.^rantes a los
poços oiios de haber deja-^o Ias aulas, podrícn- ser consideriados, atinque Ias
estadísticas así no Io re;&lt;?-ÍHtren, como analfabetos.
Si consider'i-nos ahora. ] as personas mayores de 25 anos que heji cursado total o parcialmente Ia ensenan^s, media, vemos oue Ias cifras fluctúan si
rededor dei
Ici población. ^s decir, q\ie aun en el mejor de los casos5
Ia -jD^rica Latina, con una x^oblación estimada en 1959
190.000.000 de habitantes, no dispone de más de unos 2.500.000 de r^ersonas con ensonanaa secundari.a total a prrci.al. "^n el vértice de esta pirâmide educativa, podemos observar que sólo &lt;^1 0,4 por ciento de Ia pobl3.ci6n ha curs.?xl.o "studios universitários, o ha llovado a cp.bo '^J.OT.mos rios de estúdio en est"^. fase do su preparación, Io que permite re.ristrar un máximo de 800.000 personas con ef^ucaci6n universitária.
1. 2

BIHI"?ICTOW D^L "'^ST'.DO

"^L T^ROC'^OO POST-^SGOL'.R

■*^1 esfuerso educativo de Ia
mayoi-ía de los países latinoamericn/nos, fin?liaa en el mismo mofiento en'oue el educando de,ja, las aulas. Desde e^
te raismo insta-nte. Ia acción educativa,, en Ia forma en
está actualmente o
or.í^anizada, se desentiende práticami^inte dei indivíduo que ha formado y este
se entrega a sus taroas cotidianas, transformando se en muchos ca,sos, como ya
Io hemos senalado, en analfabeto.
^sto, situa.ci6n desfavorable se ori-'-^ina esencialmente por dos razones:
a) Io. encuela no orea "n el alumno el hábito de l.a lectura, no dispone de adecuadas bibliotecas escol^'res ni dnrcrrolla una conciencia en el educando s_o
bre Ia iraportancio, que tienen p.?ra su vida de adulto los recursos de Ia documentaoión; y b) no existen Ias bibliotecas necesarias ni en mjm:ero ni en co.li
d"óà, para atender Ias necesidades de Ia población adulta y Ias pecas que act^
almente funcionan no prestan siempre efjc.aces servicios en relación con Ia e~
ducación de adultos,
"1 impacto de este estado de cosas sobre el verdadero nivel educativo
nacional es de consecuencias ,graves: desde el punto de vista de Ia economia
nacional cabría ev?d.uar los resultados y estimar el beneficio real do la.s inversiones de una política educativa que absorbe u.na porte importante de l.as
rentas dei país y que debido o. Ias condiciones -intes senaladas permite el retorno al ahr.lfabetismo de un porcentaje elevado de los adolescentes in cuya
educación se han invertido sii'^ificativos recursos econômicos.
Sobre csta situación y sobre sus consecuenc-í as par*'. Ia economia nacio
nal creomos conveniente recoger Ia experiencia y los puntos de vista de los ■■
proprios educadores. Para tal fin nos velemos de un informe dei senor Júlio
Castro, pedago.í^o \irugu.ayoj reproducido en el folleto "'^1 proyecto principal
dò
tpf 'ifjCO píil:*a lá /isóriloa Iiíltina".
"T.'^jabi^n Ia acción limitada de Ia escuela rroduoo análo.o:as consecuen»
cia» (t-e refierê al analfabetismo en 1" población adulta), '"n une, encu'-^str,
por mnestr*as efßctuad.a
el tTru!Tuay&gt; pai-a comprobnr en los adultos los resul
tí^^dôs de Ia labor do una esóuelâ de un rancherío, en Ia cu"l se estudió *^1 ni
yel.de Gfcnocimientos do los.'-&gt;x aluamos,que ,habí:^n asistido a Ia misrne. durante
varao.'i i'nosj so obtuvieron Ion .cesultados siCT.ii-'^ntes:

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J^SUUJ

�P. 3
"Los 61 :iliimnos cn cu^stión h'-n 11'^n.ado on conjunto 197 ciirsos nn
l^r. --no, vcJ-G docir quo c?/!?- uno ostnvo, on prom^^dio, tros oiios y cunxto '
r^n os?, clr.so.
Do 12 do i^llos no pudimoo dotormin'-.r su..r içrcVos de conociniiontos
r.ctiialos; do los 49 rogtmtoR, sí.
Do opos 49} 9 loon j ':'scri'bGn bion. Tioni^n muy poco qr,o loor y noani
pimr.s fíriwncias on cui,nto
r-scrlhir, paro Io hT,cen sin
como
puode hacorlo un nino do 5® o AS 'vno oscolar. Of^ns.titaiynn ^1 1^' de los
■■,lr,innos dn 1'.', '^kcuoIo, riir",l. Ot:ros 1^
l^on y oscribon. "st'^ "-xpon-.&lt;i"
quioiro docir quo Io h-c^n si ti^non nocosid d, con osfuorzo y vonclnndo rosi_s
toncias. "^n ollos 1^: ogcritur" y Ic, l.octur", son ■letividrides oxcopcion-ilos, r.
Ias quo riDP'l "n sói o on muy ospocirles situacionos: í^or un bjlloto quo roci«
bon o oscribirlo - lotr". iloriblo y ortof^r.vfío. rncrquic.", - si tionon quo '-"n.vir.'xlo, "^stos quo ''?,pon:-,3 sn^^on'' son -^1 3'^'«
láltimo ou-.d.c.n los quo nox.sj_
bon nad'i» La -wayorla no oon croocos ni do trr.aar 'oI ^ar^.ho.to dn su. firnr,. No
loon, no oscriben, no puodcn sacr unn ouontn, oscrit?;,. Son 22 y formoji ol 445^&gt;
Todos concurrioron
l^'- osciioln, y cunplioron, ostos 22 on conjunto, 126 curSOS •"^SGol ",ros. "^s docir, p.ora hoy no sabor nnda,
.*'^C"nRCT;''' "II L'.
GPíGO ; TOS Y "'RDTO, como proraodio".
Por otrn p''.,rto, on un rrtíoulo .'ipcrocido, on "Tiors-Wondo" (3)5 IBort
P. 'Toßolit^ oxpror!."_ o;u.o "ol dosorrollo do Ir. onson^nzo. pririaria tiono ofocto
on prirnor lu;fT.':.r robro ol nivol d.o consuno do uno poblrición más quo sobro su
incroraonto do producción".
• Considorraido los nivolos od.uc.'-.tivos l:;:tinor'raoricon.os y tsniondo on
cuont:'. 'los ,jT?icios íintoriornonto ríionoionados, todos Iob osfurrzos quo so com
promot.ui p^.r.:. au'^ontar Ia oscolarid,-,d y po/ri "fr^cilitor c los j,dultos oport«nid.T.do do "utcducición
tr^.vis do oficiontos sorvicios bibliotocrrios ton~
dran sigtiific'-vdo no sólo p^r'^ ol 'lu.n'^nto do consumo, sino, Io quo os muy importanto, incidirá, on 1" modido, quo "Icrnco osto. o^ntoodueoxión, on ol .mismo dosorrollo do Ia producción.
Contra Io. oairmación cantorior^ionto oxpuoBto&gt; do ouo.l.-^s oscuolas pri-i
mo,rias, socimdari.ia y ospoci.aloB no fornan on ol olumno ol h.^.bito do loctura
y do quo ^1 "st-,do no proporcion" un adocuado y "ficionto sorvido bibliotocario,
'"iponorso doe .■■r5u.fn:--ntos quo tionon, on vnrdad, un si^iflc,ati~
vo valor, "^n primor lu:'"rar, so pn.od.o d.ocir quo c.-ciston bibliotocas, y quo ol
Estado ostiu'., fondos pa^^a su funclon.-jnionto, '^sto no puodo sor no^^do» "'odomos on cojnbio rjostonor, quo ogtas bibliotcòo,s son insufiçiontos, quo no sicnpro ost'n dotodo.3 do personal co.pacitad-o p-ir*, ].os .finos quo "ll.-xs dobon al
crnsor, quo suß coloccion^^o do libros no rofípondon, '^^n t.-^d.os lös co.sos, a 1 s
oxi,í^oncias do l'&gt;s cowunid:.do3 •:cturJ.o&lt;! y quo una i^an p'"rto do Ia poblaciôn»
no solo niral 5 sino t'-rabj f'^n \irb-.na, no dispono do "^shos orao.nismos on mímoro
y on calid^d •ad''"cuo.dos. '""n im traijt-.jo antorior titul-'do "La ■Bibliotocolo'":lo.
Latino:\Tncric:ini" (4) hiciri,on 'jn cálculo baso.do '^n los servicios bibliotoc.iri
os do los p':.ísos quo han loí^o-.do '.'Iton nivolos dn oficioncia y los rociirsos
actu.alos con qu-; cu.ontr:,n los paísos lo.tino.^uioricojios. Sobro Io. bo-s'' do Io. p_o
bl-'.ci6n nlfo.b--tJ.zid.c,, sonalojios osto.s nocosido.dos improsionantos; p',ro, dotar
do sorvicios bibliotoc'^rioB r.d.oouad.o3 a l.a '■•ctual población o,lf-ibotisio/i ^, Ir,
Araorj.ca Latina roquoriría, ndomás do los rocursos oxistontos, 242,000.000 do
voluirionos I.512.5II m^'^tros cuo.drados do .:.lmaconos p,af-o. dopositor Ias colocc^ .
onos bibliOi^áficv,fl y 54*000 bibliotocarios.
'^n sof'^ndo lu,;:.ar sn podrá mrjiifostar quo lä,3 oxifjoncias actuodos do
1p, od.uco.ción público, y los rocursos roquoridos uo.ra s.atinfaccr Ias nqcosidados dol crocirnionto vo-'fcto.tivo do l.a pO.^Sl.ación, no porraiton o,l ''^stádo prostar
Ia dobidc, ,?,t-&gt;ncion a "sio problnna. Y
rasonamônto os -acoptablo» puos son
bion òonocidos los osfuoraos r|uc l.lovoii z c'::?:'0 los ^''obiomos p-^ra suporor os- "
to ostodo do co;f,r;,s y ,"l fláricit do los rosursos doâtinados a oxtondoi* -7/ 0.
joroj.- Ia pd.i.Tco.cíôri publico.',
V
Sin embargo-, soria dosdn todo puntó do vista in toro santo ponsor dn- Ias
'V'ont ,jas ou- podrí^-n õbtonorso y nn -&gt;l oltó porconto.jo q-áo -nodi'jran
recurso,*5 invertidos on 1 rs -.ctu-al-^s ompro3?.,s 'di.i.c",tiv":s', si lòs a-Iriinnós quo p-r-jr; o"!! do lo'.s c st abi o cimionto s rduco.ci'on-.'.l'^P ost'uvioran cap'-.c'ita~
dos po.ra ut:llÍ9;o,r oorv.ició's bibliotoç",rio3 ostructuradòs intoliirnntf^'montn po.-.
ía capitrJ.iz.ar y auin^ntat l ". cduc "ción quo 1'o's ciÜd~d.anos hayon rocibido o'h

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15

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l'í

�un sistoma -^duc^tivo
lis car.act-^ristic'vs d"^! Intinoam^-ric^no, Los r^sul^
ts,dos sor£"Ji alt?3monto s'\tisfactorios y quizá sorprf^tidrnt'^s.
to-^os Tiod^s
-^s 'ísto un ^■•sp'^cto d"! ^roc^so -duar.tivo, g-^n-^r-ln^ntr d-'SC'uid'^do, quo bi^n
valo 1^. p'na considor':r y ni^dit^r,
2,
2. 1

LOPi

Y LiL0§

^.nTC'T jT'*'L
Y ■^0-'T^TLTD.':.D^3

"^Tt^LIOT^O V^TOS i
T)'" PT, V'Nr^.V'TT'^T^O

Los servidos bibliotecários, t.".nto oomo In. "duc^.ción, -ptí.n dostin"dos " incidir "n •■^1 inr^ividuo d'^pd'"' -^1 kind,^r.^"rt'^n h/^st" los "oroc^sos post-univ-Tsit^rios»
otrns n".l?.'bras» af'^cta " todos los mi-'^'nbros do
If». soci'^«^"'^ ind"p-^ndi-nt»'n'-'nto d'^ sn ■-•d-^d, cfD'icid'^d y ocnp^ción. '^n '^sta
coinpl'\');a y v^ri-'da ß:p.'n'-&gt;, d'"' activid'^.d'^s y r"'sponsa'bilid'^d'^s 1':'. bibliot^colo
g'ia ha dividid.o sus s"rviGios por .Trupos d'' nctivid^d/^s o nfini(iados, Io
qU'^ ■o'"r'^ito formiil-ar Ia si/rui^^nto 'Sistinción; a) bibliotecas infantilí~-s y
f^scol"X"s&gt; b) bi.bliotnc?.8 da i'^stablocimi^ntos d^ '^ns'^nanz?. sacundaria y vo
cacional, c) bibliot-^cas púb]icas, d) bibliot'^cs univorsitarias y n) bibl_i
ot"cas '~'sp'''cializadí^s. "0-ntro dn Ias diAi'isionos d) y o) , pu'^d^n ubicarso c_i
"■rtos "'sp"ct0s particul —f^s df^ Ia bibliotacolo?ría talos como los cantros d'"^
docura^'^ntacion. Por otrr p 'rto, »^n paísns como los'l?-tinoatn'^ricanos, y on Ia
frran mayoría dr^ ""lios, ai concopto do bibliotocc, pública abarc? tambi6n a i.
Ias bibliot'^c^.s na^cional'^s aunquo "^stas mantong?Ji, r-ntro sus objotivos, lafunción ^rirrif^ra da adriinistr'ir y cons-r-rvar Ia producción biblio.íjrlfic-a dol
país o Ia r-^lativ-a ■t. f^l.
P-ara los fin''-s d'^l plan'-'^.mi"ntos, y t'^ni^ndo --n cu'^nta Ia inisma
tructura d-"' Ia -^duc^ción -^n los divrsos países latino^jnaric^.nos, psjc^co
convoni^nto y h-^st-" n'^cnsario, h-ac^r dos •^and'^s prupos do sovicios bibliot-^carios los qi-ia dabor:."n sor sstÍTnixlo.
TRTTPO 1: bibliot-^c" s da los asta.blncimi^ntos do "•nsonanza primaria, s-"cund'",ri-a y "sp'^cinl más Ias bibliotecas nacional-'^s y públi
cas.
GRTtpO 2; bibliot'^cas universitárias, centros d^ docam-^ntación y
bibliotocas ■;spi-ci?liz"drs.
'^,u"'d''n ''sí dolimitndos dos CT-andns campos quo r^spondon, '^n Io, mayoría do los casos, -a In .autorid.ad -administr.ativo do Ia cu.al d-^pondon, pTmitiondo, on consacu 'ncia, coraproin-^^tor m.^did.V-s da pl-^noominnto sin i-ntabl?.^
conflictos ontro l.os autorid-adi^s -'"dninistrativas qu': r^prulan t ^l'^s sorvidos"^n consocuoncio, los sorvidos bibliot-^carios doborían pl^no-arso d^
tal m'ijir^r":- qu^ los ind.ic.dos cn "1 ■orimrr r?^rupos so conc-'"'ntraran '^n los ininist^rios do ■"•ducad'^in y on Ias propi^.s oficinas dcl plan^amianto int-^a-ral
d'-^ jo "duc-'-.ciön, y, los s^g^j^dos, '-n Iris univ^rs^c] d.-^s
insti tucion^-^s do
e-nsonanza o do "ctividad su-oorior.
"n -^sto •:~rtículo nos ro-firimos '^s^ncíficTiT^nt-'^ o-l ■primor caso, r.nnqu^ Ias ido-s qtxo aqui
consip^ian puod-^n sorvir, con Ias adaptacion-'»s noca^-ri-o.s, para pl an'" ar Ias actividad^g bibliot'^ca.ri.as do los '• stablociniiontos do "nsonanz' su.pori-or y do Ias doTy^ndonci.as y orffaniza.cion'^s asp^cializadas. (5)
2. ?

'a'^T^■nTjo' niOfT

pT''^--"'',Ton^f^-\'PTO ■') C -^OO "0'^

TiTj'TTpT^'i.Toa T)'O

■^1 obi'''tivo os^nci-al do l'^- a.ctividaxl bibliot"c.ari-a os cro-ar Ias cori
didon'^s nocosarias p^ra quf^ »"l individuo disponf'^a '"n "d tnom^nto oportuno
dol rnatori.al do l-'ctura, .adocua.do ant^ uno. nac^sidad d^torminíida,. "■'or Io tan
to, '"»l T)lanoa.mionto dn los servidos bibliotocarios d^^b" astor dirigido a
4 ' ,
alcanzar ta,l fin aprov^chando '1 m-^yimo los r--^cursos hua-nos y matorial^s
disponiblos. ato so trata pu-.s do altorar o modificar Ias m'-tae- fimlrs do
1-a bibliot^coln^ía, sino simpl'^monto do ordonT los '"sfuorzos y ajust-'^r los
rocursos para Ia cons-^cución pl'^&gt;n-a y total do t^l^s motas.
Por otra parto, oi plano arai ^nto pormito dofinir con mayor "xa^ctitud
y pr^cisión los ob.j^-tivos quo dobo -a,lca-nz-"r Ia cctividad bibliot-^caria r^n
r^laciín con Ia política -'ducativa dol '^stcdo y con 1 :- ori"ntación d^l d"so.
rrollo oconómico y social dol país. La a.d'^ptadön do los sorvicios biblioto

cm

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lí

�c".rios ^ l.'iö n'^c^ si d'd "'S qu"
y
los finr-s qu-^ tt rsi"-u- ~1 p.^ís
t-n su d-sarrollo fr.-'nr^Trl, rs otr-^ do l?.s -notr.s dcl pl.-ji'-ami'^nto --do tril-ís
S'~rvici')s.
'.dom-ls, ''1 pl?.T''''.'ni-^nto do l'"s sorvicios "biblintocorios, cuondo
mt!, parto
pl-r.^^a^innto
do Io '^ducocion, p^-imito "stohl'^cor los
m-H.odos y l '.s -ooutos do tro,bo,jo odoci.i^do-s -oar", incorporo-r Iog recursos do
Ir. bibliot-^coloí^ío i los procosos -duc^tivos n"ci.on^l'-s, y por Io tontç,
a otor,ç^or o. los sorvidos bibliot"c-.rios uno, importont'^ fu^.ción ■'^n Ia continuación dol rjroc^so rxorrn':^! oducativo qii' oi "stodo ofr'~'co o trovós d" ].o
"-nsonanz-^ prim-^r.i r,, s-^cund-ria y ospnciol.
"^1 plon'^arai'-^nto do los norvicios blbliot'^corios a trav's do invostigacionr^s apropiodas, do -stidísticas '-^duc^tivas y bibliotocaris, do '^nour;^
sto,s y ontudios "^spociojos, p'^rroit-. ontim-^j' con oxactitud los r-^ciirsos huiT&gt;_a
nos y ina,torial'^s oyisfntos y Ia utili-zación racional do tal'^s rocursos.
bro l- b^ so do dichos •'^studios
invosti/^'-.ci'inoB, -1 pi-no-.rninntos conduco
ai ost ••,blicimi'"'nto dr planas a corto, rr.'^dio.n.o y lorgo pi azo pr.ra, robas^.r 1
los obj'-'tivos s^n.al•^dos a Io o.Gtividad bibliotrcria.. "^stos mismos i^studios,
Ia dot'-nr.inacion de lo-s noc-!SÍdrdos nfosontos y laß provi sionos fiJturas,
pormiton ostablocor Ias bolsos por'' oi f j.n nci.o.rni "-^to do los sorvidos biblio
t-^carios y Io, cro-^ci-^n do lan '^st-'do d^ cond'^ncia "^n l'-' opini^n mlblic
dianto \;no Inf'^nación '^d''C''jo.do. nu'^ apoy^ y ha.i^o riosibl-^ Ia obtorici'^n td^uIotina d."^ '■fjos r'-Gur^'os, t^nto ^•.i '^stos orovi'^nr^n on su totalis'-d d'^l '^stodo,
0 do -^sto V ].•; contribuoión oriva-lo, s^'^min s^-^n Ias c'^r^ct'-'risticas po.rti cular-^s do
p-^.ís '^n mataria do fin^nd^.d'in do tol-s octividodos.
último, -1 ■Dlan'^atTii'-nto c'^^.st'i.tuyo -1 c^mino rn-'s of'icaa p^r.o, quo
los s'^rvicios bibliot-c''.rios s-&gt; incorroron a l-, alta "oolítico •-ducativa dol
po.is y ^lor-^ qu- onuT'n, ol nlvol quo nos oov.p", l^.s iin-Dort^nt-^s fiinoioa'^s ■'*
do cornpl~n'"'Pt'^r los T)r0Ci"S0s '^dnc':'.':ivos v d'^ STvir d" bas'"&gt; p-ra la autoodu™
C''ci:5n do l",s comunidrd.os "1 faboti.siodas.
2. 5

■'""fOS TV^L pT • vT-'_"'TT"^'Tr|iQ f^TPT.TO'r^C' ^TO

.'icopto,da In nocosidad y la comi^^ni^nci.d" la plo-nific "'ción do los
sorvidos bii^liot'c "rios, ■"l oriTi'^r nroblora"! a rogolv^'-r sor.'l lo constituci■•'■n do los oriP^an;i smos -ncoT"y''d.-^s do ponor 'n prátic.^- tal'-s ido'^s, os docir,
or^o,nizar las doTr^ndoncics o.dniinirtrativ" s y t-^cnicas qu"" pormiton, ^"^n primor t'^mino, ll.-'var '• c"bo los "stndios y Irs-i.nvostirtacioT"s relativas al
pr 'ipio p] anaaTni'-ntos, y, on s"»iriindo
, lo.s '^ncrr.f^adas do •■^.iucutar y po"i^r on vi.^^'nci ' los pl'\n^s olo.borodos.
2. 3,1

OFTOX-'r. T)T^ ~T/ ■■T^.-viTT^'TrpQ

""n los paisos
dispon"-n da^ o'^ioinos ^^ostinadas a.l pl-^n'^'^i^i'^nto
intoo'ral do l- •■:duca&gt;,ci6n, l'^.s funcion'-s pr jpi."s dol planoojni''pto r]o los sorvicios bibliot■^co.riOS dobor'^ji sor incorporadas a lo,s quo '"^stas ya roo.li'^o.n.
P'jr.a ollo, y -D.'.ra asO;'^.r"j: ol óxito do lo, ompr^^sa, sorá n-'-cs^xio contor co^i
porsonol colificado on cuostioncs bibliotocj-ias, "d/^m^^.s do los técnicos y
oxp'"-rtos on p3:*Qbloino.s -'du.catj.vos, od:ninxstro,tivos y "conomicos, '^n po,isos v"
dondo no oxistioro.n t:Jos facilidod.os, ha do cr^orso' una oficino, dostino-da
al pl'.n'^'-jaionto do los sorvicios bibliot^co/rios
i'i. qn.'-' oo dobor.! o-dscribir
ol p'rrson'",! c'J.if'icado ya, n3""Mcionod,o,
--.sofrurar la. oficaci;' d" sus roconondo.cionos, "ota oficina ha d.o •'«star diroctrvnonto rol".cion"da con los or^a-nistn.os t'~cnio.os dol ''^ini.storio do ''"'duco.cion y ^n forr'iai, tal qu"^
lo o.so^i^r"
una "uisto T)^'Tti.dT&gt;o.ci6n "n 1 ~s la.^ior-T ouo s"^ ll"'von a c^bo "■n ■'"■''lacD.ín con
la ".Ita politic orlticativ^ do 1n'^.ci'5n.
2, 3.2

oyjqT-^' T" ^."T^qTTqTQT^

■^1 nropósito rlol plan'""T3Í'''nto ^s ''stimular, rio acuordo con n^ut'^.s
proviniionto d.ot'^roin''das, 1' "-xt'-nsiin y ""1 nr^joro'Tii.'^nto do los sorvidos ^ ■■
'^ibliot"GTios on rrdación oon ^1 d'"sarr'"'llo ■"d.uc^ti-'T'o, soci "1 y oconómico
d'^l u"is. "^or lo tanto, su funci^n consisto ^n t-^^co^i^ndar la "".cción raós •
opropiado, para olco^zar los obj-^tivos sonal.odos. T" r'^-alizadön do los proyoctos -"^lo-boradog c^np-^to, por co-''Si:'nii"nt'', o los ór^anos do -jucuciín. '"n
muchos "oaisos, ostos or,qro,nd,sinos "^vist-^n como parto int'-Mrranto dol propio 'fi

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l'i

�P. b
nj.Gt'^rio í'..-! "'lue ci% o conio inati tu.cion.'^s ind"T)'^ridinnt''s, njnn.w r^l^.cion;^
d"s Ci-in t'-l
rauy poças nn.cion("s, sin "n'b'ri'o, ''stos
-".sum-'n Ia TosnonH-bilidad da •"'stimulT y dos.^rrollnr los sorvicios bibliotecários -^n to'i'^s lof! nivolos q.uc no^^ ocu-oan. "or lo tnnto os indisp^nsnblG
dispon-^r dn una unid'^-d administrativa i^nccx-rrada d.'^ la '^.jncución do los proyoctor. r)r"r»''.r''d.os por la oficina, d-^ plan^arai-nt'^, "unqua -'.rribas oficinas, las
da pl?.n^a^i'-nto y d.a ojociici6n pu'^d'^n *^orinn.r •cj^to d-^ nn" sola unidad. tócnica administrativa, con una clara y bi'^n d'^fin'''da dolimitación do sus ros«
pon 3 ?bilid ado s.
2. 4

B..S"S D^L
"^nLioT^n .lios

ir LOS '"i'^RVTCIOS

■^1 pl-n-&gt;aíni "^nto do los sorvidos bibliot-'C-rios, n,l nivol do lo.s
bibliot-'G'-.s ■■'scoItos, do -nsonanza m"dia y rst)'&gt;cial y dr~ Ias bibliotecas
publicas, d'^b'^ra. brxs-rso ''^n los si,rui"nto puntosj
1) tondonci.as y obiotivos do 1". '"ducación nacional,
2) poblaci-^n alf-b-^tizada, su ostructura y donmic provist^«
3) n^c^sidVodas dol cuadro do l'"- oconomía nacional.
Si ~copt'^'n.■^s i'T T)r-^nisa d" qi.io l'-is s'^rvicios bibliotoc^ri os constituyon un complaTn.onta y.una o-:tonsiín d.n los procosos '^d.uc^tivos do la naci6n, ol plano"ini-^nto do los sorvicios bibliotocarios doboró oonsidorar, on
prinor t'^roiino las tondonci-s y obioti-'-os d'^ tal--s 'Droc^sos oduc^tivos, Qon
viono aclo-ror, p'".r.:. evitar int^i^pr^^^t^xionos '^rr&lt;5n'\as5 qu"' no so prot'^nd'j
dosvirtuo.r ol principio do ouo una bibliotoca c-natitnyo un lufrar do libro
aacsso dond^' ol individuo" tidno la oportunidad do form-^rso unr idoa objotiv.a do los hochos y '■nriquocor su cultura a ti":.vós do uri", infor^nación biblio
f^rí.iic". libromantc soloccionada. Solninanto so nrotondc sonalar í", nocosidad
do QUO ol ol "n'^'^mirnto de Ics sorvicios bibliot^corios considoro Ias t-^ndon
cias y objotivos do la od.ucación nacionol a fin do quo las "bibliotecas, an 1
los nivol^s qu-, nos '^cupan, pu^dan sumini?tr:r ^n
sistorn'tica v oportuna "1 matori^J. biblio^T^.fico y l"'s sor^^icios indisp^nsoblos ■p'^ra b^cer
nás af-&gt;ctivo la T""bor do la "scuol«, y d^l .^ducador compl"-le^fjido o st a 1"bor con adocuadas l^cturas supl'-Tnentari'^s.
■^1 '■^etudio da Ias ci'^^r^s quo "rro.i i, lo, pobloción alfabotizada y la
ostructura, quo ha do ton^r rs-", pobl-cidn on anos v-nidoros, osp^cialraontc nn
lo r'^l"tivo a la oscol^xidad, -~s un factor do suma Import-ncio, -n '1 plan-^anii-nto d,a los s~rvicios bibliot-carips.
Lo.3 nec^sid-^dos dol cua.dro do lo. "conorala nacional ti''non una incidonci.\ muy sigTiificativa para ri pl^n~-'mi-^nto d.o l^s sorvicios bibliotoco-ri i
os. Si bi.-n os ciorto quo los plan^^s oductivos prov'n t-lo-s noc-^sidr/ios y
qun 1."' político, oducativa. n':,cion'\l so bar."in ,gra.n p:.rt-: on satisfacorlas,
no -;s ra'-n.&gt;s ciorto qu-^ la actividoá bibliotocaria, on su principa.1 función
do f■■•vor'''cor ol rae,jor'^.mionto
la "ducaci^n pública, a tro,v''s do la auto'~duc.:.ci6n d^l individuo, no pu^do fl^sconocor, a rios.w.i do llovar a-,c'-"&lt;"'o una
acci6n dosvinculada con los vordadoros int'^-r'^s'^s do la, comunidad, lo,s vit?/1-^s nocasid."d:^s y caract-^rísticas d-^l cuadro do la ■conomía nacionil.
''odida.s d^ caráctor s''.;cial t-'J.os como 1^ roducci-.^n d'"" Ias horas scmanalos d.o trabajo, aumonto d.o los n-ríodós do vacaci^nos, -^tc. , incromontan
Ias posibilicadoí? do acci^^in do l",s bibliotecas» L"" t"ndoncia, a l'i industrialización, Ias cxactorísticr s do t ri proc-'so, l",s n":cosid"d.os'do mano do o„
bra. calificad-a, 1 d-^sarrollo y racjoroni'^nto do l.s rrtos •vnías, otc., son
factor"'3 do la '"C";nemf.n, naciona.l do v^lor nf^ra la jri^^ntr.ción do los sorvicios bibliot.'T, rrios, para la sol "cci6n dol -na.toriai bibliográfico y para l':,
propia capo.cit-ción dol porsonal encarnado do adip.inistrar íos sorvicios.
3«

T^-GNIC.':

' "0'^ IjOS S"^HVTnTOS

.RIOS

-&gt;1 procoso do fonnulación do un p3 an tar.dir.nto a acolor-.r ^1 dos_o
rrollo y rac,ior'-jnionto do los sorvicios biblictocarios, net" fin-'l íTol plano"
mionto d.o talos F.O:rvi.cios, doborán cumpiirso Ias sipoji^ntes
l) Consulta do le oxnorioncia acujnul'd."; 2) ""i.iación do l'^s obiotivos quo dobon 1'2_
.■^rarso; 3) ""'studio do los rocu.rsos orristont'-s; 4) ""o^tudic do Ias nocesid^dcs
y su valcración '"conómic"; |5) "^ex..-v;ul-~.ci'^n dol pl^n y 6) - in'"nci'"T"iento do
los sorvicn.os bibliot-crios. "Do inmodi^to '■'f.rocomos "i^rvnas consid'ro.cionos

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�P.7
sobre c d"', imo dc estos puntos.
3. 1

COTA "D" Li.

:.CTJT./rTTL "O/.

' '

C )mo t'i.rnn, pr'^vi'-,
todo tr^^b^.jo d"^ pl'^.n'^'^.Tiionto, d'^bor", G'jnsult".r~
SG 1'^, '"iyporionci'^7:j,sto-ntr. s-^bro ol p'-^rticxil-ir v
].-, v'z, cnsidorT l:.s
opinion-s dc '"s'0nci''-list",s -ut'ria^-dos sobrr&gt; los cuostion^s nropios dol pl_2
n-^-.rnionto, '^n tol sontido convondr', tomor conociraionto do los, dcb'^-tos y ro~
coaondocior/-s formul-^.dos on lo,s rounionos profnsiono.lcs on quo estos tom'".s
u otros sGraf\jo,ntos so hoyoji ostudiodo; consultor los puntos do visto do bibliot"^C"rios5 pod^ga|5^os, socióloi^ros, oconomist'-.s, otc.; hocor un ostudio com
p-'xotivo do lo.s l-i,boros d.o plnno-^raionto y d.^ d-^s-^rrollo bibliotocorio ll'»~
v-,dos
cobo on otr-.iis poisos; rocopilor los ont^Ciodontos logol':-s n-^cionolos
Y ^xtr^njoros sobro ^1 oroblomo, ~n cu-^sticn.
3. 2

T?IJ.\CIO^T TP lOS .OBJ^TITOS

L0GR....HS"^

-.1 dor corni-^nü") o l.os toro os dol pl^ji-^^ni-^iito, so doboró toner ur.o
dofinici-ín -".rocto y cl^ro do los objotivos quo dobon "Inonzor lor, s'^rvicios
bibliotoGorios, Gin tol'-^s ob.jotivos n" podró ll^vorso o o"bo uno, l"bor oficoz d" pi ono-^!Tii"nto; do ohí sn import~ncio y su -nrioridod. "n su dotormirr^c^'*
ón no s51o so tondr'ji r&gt;n cuo.ato los motos propios quo so Ir osipji.on o,
oc~
tivid^d bibliotocorio., quo por otro'po;rto son bion conocidos por todos los
profosion^.los, sino quo tolos -pot',s dobcr'ji ostor comol"'inontodos y condiciono,dos por los objotivos ■'jonor'vlos quo oi p-ás porsif^io o. trovi^s do sus -eistom^'s •■duc-tivot:
3. 5

■^STI.DIO ."O" IiOG R'ncD'USOvS

Lo dotormin~ción do irts rocursos oxist^ntos, porto osonciol dol plrno'^jnionto do l:is sorvicios bibliotocTios, doboró. sonolor t^.nto '■n oi ordon c
GuontA.to.tivo corai': cuolitotivo, oi núãioro d.o bibliotocos on ■f'uncion.'niort'^ y
su istribución íro-i,o-r',-fico, los "fond.os biblioq^r^fic^s d»" osos institucionos
con un-^ ostinocií^n do sn c^lid/'d fronto o los Goiniinidodos ou" sirvo, "1 ogt_o
do y portononcido los odifioios bibliot ''C-'^j.'ios, cquipos y itiU'^bl^s. T'^inbion
so dobor-^, dotorninor ^i tipo d.o '^r.-çaniso.ción bibliotocorio, l-.s tf^cnicos oni'ploodos y l"s co?:"ctorístÍG"s dol sórvicio pr^st-^do. So doboró r.dcmós ovolu"j", do -.cu-vrdo con su c^.pocidod o -^stud-ios profosion-^l^^-s llovodos o co,bo, -^JL
porsonol quo pr-^sto sorvioios -^n lo-s biblioti-^co.s, closificóndolo por su funciôn --n d.ivors ^s gruposi t-^^cnicos, d.o dir"^coi-5n, inspoctoros, odjninistrotivo
y ■ ^apoci'^J., Con todos ostos ■■^lomontos do .juicio dobo confoccionorso un mopo
bibliotoGorio do l.o n-^ciín.
. '^n osto foso dol plonoorai.'nto do los sorvicios bibliot-corios, d.obo~
ró ostirrcxso ]. . copocid.-A dc los cosos oddtoros po.ro rospondor o. l.os oxigoncios do lo impr".sión do m-.toriol dc locturo, 1 ■&gt;. p"&gt;tonci-,lid..''d. dc I03 librorios, oi ^r&gt;todo dol ip-^rcodo dol libro locol y su conpor-.ción on posibilid.od'^s
y Drocios con r tros norcod^s do poisos produ.ctoros do motori "1 biblicOT-ófico, los rocursDs do l'-'s o^itori-los dol ,7o1.iio:rno, otc. T".mbión s-^ tondi'.o on
cu'mtn, l"^. copocidod do l'i oscuo] os d.o bibliotocorios y sus pl""!!"^? d.o estúdio,
I..0. org^jiizoción do lo profcsión dol bibliotocorio, otc. P'ro llovo,r o co&gt;-o
osto toro o, los plonificjdoros rocurrir.^n
los consos y .0 lo.s ost odísticos
o(3.uc'.tivos y bililiot" corios, y ll'iv.r'^n o c-'bo invostií?: iGion':s ospoci^l^s sobro lo boso do oncuostos, ontrovistos, f^iros do obsorvo,ei6n, otc.
'
■^n O3to os^ccto d'^1 plono'^jmionto sor'^. nocos.-xio ho,cor un cuid.odoso
ostudio do Ir-, 'xl.Tninistro.ción ^■•.GtuoJ, d.c los sorvicios bibliotocorios, dosdo ol
punto do vist ■ do lo, -.dministroci'^n contr.-l. So d.obor-^n tosibi-'m dotormin-ij: con
ox.o.ctitud los aun-s o_uo inviorto ol '"^sto-do on -^l o. ion nocionol, prov.inciol
y raunicip.ol nojro ol ra".ntonimiénto d.o los sorvicios bibliotocorios y "1 monto ^
dc l-,s institucionos priv-d.os.
5. 4

"IS'-'UDIO ".)" L--S ■'ÍTIC'^.SI'0Y FU y.LTOR

*
"^n osto foso d.ol plono-/nionto èo doborln dotorainor los nocosidod.GS
y los problomos do los sorvicios bibliot'-co.rios, "l niv^^l ou'^ nos ocupo-,
con indicición do l".s "lismos,
cr.cto, nodi^n'^ o l'^r.-TO "ol'^zo.

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16

11

l'i

�r. 8
L'' sU'ü'', dr^ t^log n-;Cnsid",d^s s-~^ "st'^.bloco cf^tno rns\ilto,do d^l conocími^nto d*: 1 )S r^curs s ".-eisten:tos, dnl -^ntiào di l'\ '-ducci'^n üúbli~
c", do 1-^ t^'id.3nci :, y -.bjntivor. de
'rduc'^.ci-'^n y dc l•^s n-icnsid-^d.'s d.ol
Gir:,dro do
iconorní-', n^r;i''n'^.l,
Li p.rdil-.ción f.n "d' d scol •"'5 "1 m5mT0 do "drltr-G
ntiz'-dor.
y 1"3 c"r'^ct.";ríslic-s
füTvioio rjur so prot-^nd" imp^rtir, crnstituir'^.n
los puntos d-T p-^jrtid". p"r'- -stim-j;' y
l",s nocosid^d.OFj. "n lino^.s
gonorr.lcs, habj'-i- quo c-^nnidT"!"
-ist". ~sti;n"ci6n los si.f^ii'^'.itos r;.spGctoiT: ;^rosup.xor-to P'-r^ l'". oonstrucción o "'.d-pt-.ción dc loc-^l-^s d"Fitinr,doR
■- l-^.s biblicí-^vc^s; costo dol m.?.tnri"'J bibliof^r'.Cico y "■•■'.d.iovi
iraport-^ d'"' l".s r■l!nunnr•^cio1'■s "-1 '-?ríTO:i--.l .•■.r'i,-?:n.-do a ].vs bibliot'^c.''fi y '^-l dr;stini-do
l"". ""xl'iiniBtr'.cion d'*^ los servidos bibliotrcvrios^ co^to do l-^.
for'^'^ciön dol -•"■rso'^'l ^."■.•ofosion^^l, 'M.iyilior y "■.dminiptr^tj.vo n'^C'^sTio
P".v" d^f-s'rroll'^r Ion sorvi.ciosi irnnorto dcT mobil.i"rio, -equipo y trr,nEspor_
t'^5 costo dn 1 •. od-ninint-'-oci'in do los o-rvicios.
Como oons"cijonci''. doj ost-" osti-dio podr - 00:1 f-'ccion'^.rs'^ un mopi.
bi.bliot-^c".:!io d^^ Io ""'.ci.ón, '^n "-l ou'^ ■fvn.ir''n,
nn niv-'l do soliJolo^^os
ido'-j.'^s, lof! r^CTSOS C;i.to ""T!, ;.iotoT"i.'"'. do. bibliotoc^s y do or^otiis "vción do
los r.^rvicios bibliot^corios, d"bcríõ, dispot oi p-.ís.
L'.s t'^cnic-s d-O troho-io oo.r~ llov^i' o
osto po.rto dol plon do
bor'''.n ^st'r bosodos o-n o], "^gtvdio do los t-^ndonci^s y dos^.rrollo íronoroJ.
d.ol p"ís "^n r^].',oión con Io oducoci-ónj Io o&lt;&gt;onoTnío. y •"■1 d"S"rrollo sooi.ol
los tosos dol oro'clini.--nto vo.w.'^t-^,tivo d'^ Io pobl.ooión, los r'^cvursos provis
tos "n 1" plonifi c ocif^n do 1". "^ducoción y '^7 d'-^orrollo ■^conomico o indus
triol d-1 pois.
3. 5

FOT":'"fL'.ciO'j
P7-\i yrL.nnu-myTro
■^.TPT.TOT^Ci.'ilOo

LOS T^vtct.OS

Los os'^^idios y trobojos incluídos on los puntos ""itorioroonto 'Ti^n
cion'dos proporcion ''.n Ioí; inforTPOcioi'! ^s v ontocodontos indisrionsoblos
Io forrauloción dol pl".-n do r..cci6n.
Lo pri-noi-o, rsorto dol -n;] ".n ho, do ost-M- ri'^cos-xr i Ti^oto d'"stino,d.o o
obton^r Io
utilidod do los rocTirsos disponibl-s. J,- scniado, poxtc
dcbor'. dot'^r~iinT 1.: •^yto-psidn y ol no^or"j^ionto do los sorvicios, sobro
Io br,so do plo.n^s do corto, nodio v I-^^títo ■Ico.nce. .'.unouo '1 -"Vinonto do
los rocursos oconórnicos p--ro Io ■•rt'-.-o.sion y t" jor^'^i'-nto d'~ los sorvícios
bibliot-c.rios os CM.ostión inciort". y dopondionto dc voriodos foctoros, so
dobcr-^n fi.jor plo'/jos
Io consocnción f'o l.os objotivos dol pl^ji, ''^stos
ctopos dobor''-n í,cr sonrJ."dos dentro do. limit.^s floriblns, pu..^n s-^rio, impro
^br.blo poder oso.^-.ur .1 quo 1',s ,n"ovision"s d.ol pl onr uinrnto pu.odon cumplirso
con Io o;-.- ctitud o.n o,u". los inis:.i03 ■ou-'"doji sor '• st im": d os.
Tjfomn.]'.oión dol pl-n nxir-o ' n.o los divorsos fo^ctoror' r
intorvio'.ion on ol doír.rrollo do los sorvicios bibliotí^cos "stcion do ".cuordo con
1"S nocosi.d vdos •■•et"-Irxidos v do ].os recursos o-viotontcs.
"n rniroor t-^r^n.ino '^1 plo.n dcbcr'^. provT l^' rofor-^-o, si ollo so ,jus_
tifico, do 1" odHiinT str.oción dc los soovicios '^ibliotocorios. ' fiuí dobor'^n
to^v.rso i nnort^ntor. d"'cisionos an cu-^nto o su -"otru-cturo, ol -stobloci.mion
to do '"io-t^Tri-T c.'.ntr".li'30dns por tipo do bibliot co, o ]o cro-.ción dc uno
r'"d dc biblioti-co pu'd.icas, '^tc.
Tod" ro^o.r"'io dc 1~ .~x1.mir&lt;istr".ción do los sorvicios bibliotecários
troo oporciodo do imiof^i^to, 1 ■, for;^.^ción y cpocitoción d'^l porsonol on
sorvicio. ',m''^^oo •".sp'^ctos d^ Io forraoíjion prof-sionol d-'^bor'n '~st-r pr'^vis-:
i;os on los plonos quo so orop ■r'^n y soró n'^ccsorio 1.'. coop'^r"ción do los
'^scu'^'l-.s do bibliot'^c ■ rios ^"ro l.o obt-^nción d- tnl-ís finos.
■"-■.ro 1.0 ofic'.5! 7:~'docción do los pl^n^s c" trobojo v poro Io evoluo
ción do lo3 r-^oult-^dos "Icnzo-dos con su oplic-.ción, sor;''. indispons-blo
dispon^r do 03t díoticos bibliotoc"'.ii-^s cuy. t'cnico dc cj-:Toil'"'.GÍf5n y utili
z---ci6n dcboró t-r t"'nbi'n dotorminodo diirantc osto procoso dol pi■ jioojnionto
■^■"1 míin'"^ro do bibliot.^cos, sxi distri.bución y c-roctorf-iticos do o-cuor
do con l'".a 'roos ,írooí^r'ficos, con "1 tipo do "sou-^^lo, con Ias ospociolcs nc
Gosid".dos rio l",s coi;ninid-'"-.d''^s, otc. , os otro '.nr^'^oto i"i'iort".nto dc Io TTctonsión y nr,oj--.;r,i'^nto d"" los ycrvi cios bi/^liot^-o v/ ios, qiio ol Tílon dcb^rí. con
to.npl
"'n todos su.s o,sn"cton.
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l'í

�Como co'^^ccunr)ci ■. d'" 1". roí"orr.i". dc 1.?, '&gt;.dministr'\ción do los sorvi
cios bibliot-^c 'Á-ios en
pro'':"lcT;-'.s do ordcn Ir.í^rr.l cuyr.'. r.olución
Jidj7)inistr'".tivo, d.'^bcr'l oncT",. 30
tr^.vi-ís do un'.^ ^.propiad^ lo.-^isi^ción,
"1 '.m'^nto do Izti noc':sid'"dos ■•^n in*~.tcr'i.•".1 bihliofT'fico y ".udiovj^
3U"1 •?xi:'Tir'*. ol ost"blocÍTni?nto do ni"did. ~.s qii.o ".aoi^iron st: ofic'^z solocci
ón y su corapr". '^n
rojoros condido
on cu"jito ^ pr^^cio y c.lídrxl dc
odicion-s. ?or otr-"i p'.rto:, los oxii^onci-^s dc nui^vos odificios p''.r", bi'blio_
toco.ß o l". -jdoptoci&lt;5n df? loc"los cyistnnt'^s
t^lon finos, Ror-";- uncconsocuonci ••, do Ir. oxtonción do los servicios bibliot^^corios, ^1 pl"-n do
r.coión dobor.^, contcmpl-^x trimbión aolucion'^s
"^stos probloni-.s.
Por último, dcborí. considor-rso "• Ia opinión público, como un fo,ctor datorminonto do], (^xito dol pro.^rrjno, dc ^cciónj on co■isocu.onci'":. ol plon
doborí cst-.blocor'con cl^ridr.d l?,s cojnp-n^p do c-róctcr público que dobor'^ji llov'-'XEic n cr.bo
oi dcs^-rrollo cTc un''- conci-^nci" público sobro "l
vilôr y Io importoncio do odocur,dog sorvicios bibliotoc"rios.
5. 6

TPX&gt;T',"T(-i-r,'iT.n-r'-Tm^ -rjrrt j.pq

TO TOS '°.T'BT,T0fT^r!.\PTOS

"^1 problomo, 0,0 oytondor y t^io í^^.- ]^ocj srrvioios bibliotocorios os»
on oTO-n jiií^dido,, un os^Jnto do ordcn '^concÇmiGO. T.'''- for!nnl'~.c3 ón do plon^s ■»
que' áomondori "Itos invcr'íion'^3, sin t^ncr ^n cii.onti, ].on posibilid'"-doG oco_nómics poro, fi.noncio,rlos puodon constituir ~1 punto dóbil dal pl",no"nicn
t-os.
Sin -rnborf'o, Io oficin'- do pi o.noojTiionto, -^-^boró dotormin'X 1-3 in
vorsion'C! toto.lòs nuo
d'^m.'nd.orio Io oxtonsi'^ f/y nio.ior^inionto
do los ^ sorvi
1
.
ciOR bibliot^crios o nivnlos "icoTjt \blos poro, olc",nz•^r lo"3 f inos sonolodo3 o, t'^l'^s norvicio,^, ün o studio cuido.doso do los rocurnos oxistontos, y
Io, concoitr ción do ^stos rocnxsos do ocuordo con Io ostoblccido por Io
r-^forma do Ic, odministroción dc lor. sorvicios bibliotoc'vriori, pormitiró,
dct-^nnin^r on quó escalo. podr'i\ dcsorrollorso t-^los .octiviJodes.
Los diforr:nci.?;,s entro los nocosid".dos tot-l'^s y los rccursos dis«
poniblns, poríiitirón o Io oficino do pl.on'"'"jnionto inici'-r /^ostionos dcst^
nodos o obtonor un'\, porticip''.ci6n nr.yor do los sorvicios bibliotocoxios
■'m l•^ d.istribuci6n d.o los r"'0uríi0n dostin-'.dos o 1". »^ducociin,
promover
comp^iías públicos o■nc^minod 3 o '•-U'nnntor su.s octuolos nrosupiiostos y, "ívon
tuo-lnicntc, o, obtoncr Ir, fijoción do impuostoc diroctos ô indiroctos " fin
do ouranntor lo,^" rontos dostinodos o t'-l'-s finrs,
f'or otro po.rto, osf-ndo los sorvic':&gt;s bj.bliotoc".rios dostinodos "
servir o tod'-s 1,3 rr.onos do Io n''-ción, "lodr -n /costi.onorso fondos odicion_o
los provonir-ntos de los odministr.ocion.os p^ovinciolos o rnunicipoloí; "st^
oltornotivo, dependo, desdo luof^o, do los c-'TO-ctoristic s "dministrotivos
propios do; cxlr. po,ís.
Lo octivid'd privdo, constituyc, por otro. po.rto, un foctor de rc
"2 intords por" cl f inonci ■'.■nior.to do los sorvicios bn bl iotocorios. '^n "-1
gunos poisos, cono 1", Arr-^ontino, l"s bibliot-cos públicos son protogid^^.s
por ol ■^st^d.o y sostonidos nor or^'n-iz ocionos no ^bornojnc-itoles. Lo p".rticipoción octivo do l^^.s institucion.-^ .cívicos, Gultur"l"'s, ortísticos,
otc. , es indisr&gt;'^:as'"'blo p"j?o. '"^l fin^ncioni ^nto d.e los servicios d.e bibliotecos públicos y su intervonción on ol d':stlno d/"' t;^.los io^ti ttxcioíT^s ''s
0-1 to.rontf" corivon'i onto, Lo,s os'Xiiocion'^s do p.^.dr'os de f -.milio, y otros orC'^jiÍ7iOcion'"s der&gt;tin'f;~s o -urilior lo 1-bor de los "sciioi^o pu'^don .iuo'^r
o.quí un popol muy íi.^jiific■'tivõ, "f^or último, no debo olvid'.rso quo 1-s fó
bricos, cer,ir!rcios, cooporotivo.B, •^tc,, o lo.s cuol'^s los bibliot-cos públi^
co.s or5t.'^,n on condicion-s do nrer-tor sonolodöF5 servicios, p\j'''don constitui
r,&lt;30 oji fuontes intor'^sont'^R poj*- 1", obt-nci(5n do cr^'^ditos do3tino.dos o i?io
joror y cxt-':'nder los sorvicios bibliotooorios, Lo mismo puodo docírso d.o
lofs airjdicotos, oriT'.nizo.ciön"'S pòlític".s y reliiq-ios^â, etc. "^n todos los
o'.SOS sen-.1 "dos, ~1
"-rrollo do vvno co'fici'&gt;ncio- público, sobro lo, import-ncio de ,'',dGcu",dos seivicios bibliotecários pojro el tnejor^^/Tiionto dõ lov
comunidr'-d y poro ô^tiõfo-caión y ben?bfiöiö fio sUS integ-rWt-:s,
fo.òtòí
docisívo f^n ol Umento p'^.ulotino do reCursois destinodoc ol finonci ^Tiic.ito
ds I05 sorvicios bj.bliotoa •,7:ios» "^1 ríccr"to tíonsist'^ on quo sr ôumpl^-n o
cabalidod los o.ltos fin^ß que poísi.írtlc
' octividocl bibliot-^óorio»

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�P, 10
.BTOLIOG'^t-.•■''IA
K-'.rl, ltibf\rt~.d, pod'ri- y plr.nific.^ciín dernoor'tic?,. M^ríxico,
Fondo d":- Cultiirn. '^con'Smic''., 1955•
ITPSCO Centro Roííjion"! on ol, Tíomisforio Ocold.r^nt"l, "^1 Proyccto
Principal do 1--. UITOGO p.''.rc\ . jnriric", L.-',tina. Ln. lab-iir-, 1959»
p; 11-12.
■ioselitz, Bert F. Qiiolquos rdfloxions sur 1'í^conomÍT do 1'-^duc^.tion
d-ns lo P'^.ys sous^dcvclopp's ("^ns Tir'iS ''^ondo, v. 1-2, p. 70.)
Ponnrt, Cr'.rios Victor, L-. Bihliotocologl", l'^.tinon.Tn'^ric^'.n".. Mfl^nrvs
considcr-''.cio?n.'^.s sobro su p;\';!\do; '^sbozo d.o im plP-n p-^.r" ""-color^x
SU drs.-rrollo, L". ITr.br-rm,, 1959? p.29-51«
.'■.ntrcodontos r.n csp'-iiol sobro esto toiT", puodon h"llr,rso on los si- '
i?:uiont-'S tr",bajos Hobrs "T^-ssna, 'tl-iquol,
""1 sr^rvicios do Bibliotocr.s ?úbl'io'^,s ^n jorn^-d-.s "Bibliotocold/ricas Cub^nr'-s, Ir".s. R
mond'^.cion^.3 y tr-'b^ios. I.^, "'I'vb'^-na 1955» P« HIj 10-15) 'Ml"g-,
Liiis F. i^b.ioto y nocosid-^d "n; Confori^ncia sobro ^'1 doG"'.rrOll&lt;3
de lcr3&gt; sox'Vl-cion do bi5&gt;li-otcc''.íi 'p^Wic^ gil
3-jy F-ulo p,

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��IV CONGRESSO BRhSILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOGUiriDNTAÇÃO

1

Mapas:

tombarnento,^regigtro, catalogação,
classificação, numero de chamada,
arranjo das pecaç, organização de
catalogos, glossário e bibliografia.
por

Aline de Ivliranda Cabral

Fortaleza
1963

cm

1

Digitalizado
-gentilmente por:

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARA
7 a 14 do julho de I963

TEMA I - PROCESSOS TÉCNICOS E INTERCÂMBIO

MAPAS ; Tombamento, registro, catalogaçao, classificaçao, número de chamadsy
arranjo das peças organização de cat^
logos, glosscírio e bibliografia,
por
ALIlíS

CD TI

DE MIRANDA CABRAL

Í"

025.3 « 912

V

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da Sèo^aaode Documentação da Divisão do Cajtografia da SUDENE (Pernambuco)

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i&lt;

�INTRODUÇÃO

Os mapas podem ser considerados como instrumentos indispensáveis em
vários setores tais como, a t.Jiministraçao publica, a defesa nacional, o tu
A/
A
rismo, a urbanizaçao e de maneira especial no planejamento economico,
Na execução de um plano de dese'volvimento é essencial o conhecimen
/
^
A
to sistemático da região a que ele se refere, um conhecimento minucioso dos
seus recursos naturais e uma detalhada descrição e registro de tais elemen
tos.
Os mapas permitem um conhecimento preciso dos recursos minerais, v^
gotais e animais, das formaçoes geológicas e produtividade do solo, distri
buiçao o volume das precipitações, bom como da d'stribuiçao da flora e

da

fauna e constituem uma base firme para os trabalhos de conservaçao dos recursos naturais, irrigaçao^ drenagem, eletrificação o desenvolvimento

dos

serviços do comunicaçao.
Embora, dia a dia se multipliquem os recursos técnicos que

tomam

mais fácil planejar g promover o desenvolvimento economico, nenhum

grande

trabalho de engenharia, do desenvolvimento agrícola, nem o planejamento de
cidade podem ser preparados e executados sem mapas do grrjide precisão,
A despeito do grande uso e valor dos levantamentos cartográficos ,
muitas regiões do mundo ainda nao ostao adequadamente mapeadas, como

por

exemplo o Nordeste do Brasil,

A
A SUDME visa suprir essa deficioncia por meio do seu Plano Carto-

grafico, quo sora executado através da Divisão de G-.rtografia o em convênio com outras Instituições,
Como uma das etapas deste Plano foi feita a aquisiçao de cópias dos
principais levantamentos cartográficos já eidstentes o que constituiu
o
A
^
acervo inicial da Socçao do Documentação da Divisão de Cartografia da SUDENE.
A
A
^
fv
Dada a importancia deste material, se faz necessário uma organizaçao
que dentro dos padroos internacionais de organizaçao de docmontos, permitig.
se Q facilitasse a sua utilização.
Assim e que, cm maio do 1962, foram iniciados os trabalhos de organi^
^
A
zaçao da mapotoca, que ja contava, naquela opoca com c-rca de 2,000 exemplares.
Coube a mim, com a oriontaçao, no que se fez necessário, do Chefe da
Divisão f Major Criseu Maurício Chaves, do Dr,

Hober Compasso e outros téc-

nicos, bem como do Dr, Jose Jorge Seixas, Professor da Escola de Geologia de
Pernambuco - CAGE o da Escola de Engenharia do Pernsjnbuco da UR», a assisten

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lí

�me
M
't'
cia do Dona MjTiam Gusmão do Martins, Chefe da Divisão do Docimientaçao

da

SUDEIíE e a ajuda do Oficial Administrativo da Divisão de Cartografia, Jorge Waquim Filho a organização da referida mapoteca,
A
^
^
Este trabalho visa divulgar a experiencia que tive e poderá servxr
de orientação as pessoas interessadas em tratamento de material cartográfico,
TCMB/IÍENTO
/
A
Para se ter ■uma idoia exata do acervo, o Oficial Administrativo

da

Divisão, arrolou todo material existente, agrupando os mapas por areas

e

colhendo, inclusive, os dados necessários a catologaçao.
REGISTRO
•
»
Foi feita uma adaptaçao da folha de registro de livros, dando origem
A
A
a m modelo, que constituo o anexo n^ 1 deste trabalho.
CAIALOOAÇÃO
M
A
«M
A ôataJLogaçao foi feita de acordo com as regras para catalogaçao do
mapas da ALA (Amerixian Library Association).

Ver anexo 2,

As indicações da projeção o do meridiano de origem que sao aconselha
das por Robert L, CoUison em The treatmont of special material in libraries
deverão figurar na catalogagÃo dependendo do valor do mapa ou quando merecerem destaque por não -Sôrem as projeções e o meridiano geralmente usados«
CLASSIFICAÇÃO
Quase todos os trabalhos consultados aconselhavam que se usasse, para material cartográfico, a classificaçao de Boggs,
Em princípio, a classificaçao de qualquer material cartográfico, devera ser feita pela area, partindo das grandes para as pequenas areas e pelo assunto. Esta e a base da classificaçao de Boggs que utiliza mímeros pa/
A
ra as areas e letras para os assimtos. Ora, a CDU permite que se faça este
arranjo, relacionando areas e assuntos, por melo do sinal : (dois pontos).
Por outro lado, sendo a CDU usada nao só na Biblioteca Central da SUDENE, como nas Bibliotecas Departamentais, a sua adoção"

na Secção de Docu-

mentação da Divisão de Cartografia, uniformizaria o sistema de classificaçao permitindo, sem problemas, a intercalaçao das peças se porventura precisarem ser transferidas de um núcleo de documentação para outro. Também,
em caso de substituiçaode pessoal nao haveria a necessidade de adaptação a
um novo sistema e aos bolsistas estagiários que anualmente freqüentam

o

Curso de Treincjnento em Documentação Economica, seria mais fácil lidar

com

um so sistema de classificação.
Assim, e que foi utilizado o esquema da classificaçao Decimal Univer
sal na edição trilingue abreviada (London, British Standards Institution,
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1^

�1958) e a extensão das subdivisões geográficas para o Brasil.
Os mapas foram classificados pela ároa que representavam o dentro
desta, por assunto. Os mapas que representavam o mesmo aspecto do uma deter
minada região, foram dispostos em ordem cronológica.
Deste modo, os mapas planimétricos (l) de uma determinada região ,
receberam o numero de classificagao desta rogiao,
Ex, 918.1

l-íapa planimótrico do Brasil

Quando os mapas representavam um aspecto especial do uma determinada arca, tal como, rodovias, geomorfologia, produção economica, rociirsos
nerais etc., recebiam o número de classificação da área a que se referiam,
subdividido por meio do sinal (dois pontos) pelo numero do assunto corrospon
dento ao aspecto representado,
Ex.

918,1:338,1"1960"

Mapa rodoviário do Brasil - i960

918.1:338.1"1961"

Mapa rodoviário do Brasil - 19^1

918.134-:551.4-

Mapa geomorfológico do Estado de
Pernambuco,

918,12/»13:338

Mapa da produção economica do No£
deste do Brasil.

918,133:54-9

Mapa dos recursos minerais do Estado da Paraíba.

*
/
Nestes casos, para cada mapa, foram feitas fichas secundarias por
assunto, subdividido pelo local.
Alguns mapas continhara representações de dois ou mais aspectos do
M
A
uma região, sendo todos de igual importancia. Nestes casos, os mapas ainda
foram classificados pelo número da área subdividido por meio do sinal:(dois
pontos) pelos números dos assuntos ligados pelo sina
Ex,

918,1(282,2SÃ0 Fra):526,9+551.4-82

(mais)
Carta topo-hidrográfica

da bacia do Sao Francisco.
Foram feitas fichas secundárias pcjra cada assunto subdividido polo
local.
Também, quando os mapas representavam cortas características
do
M
A
rclüvante importância, como os que sao baseados apenas em fotografias aereas, estas características foram salientadas no numoro de classificaçao ,
com o auxilio do sinal + (mais),
Ex,

918,132,2M03:55+526,918

Mapa fotogeológlco do município

de Mossoro (RM)

(1) Para melhor compreensão ver o Glossário onde so salienta o-S principais
características dos diferentes tipos de mapas e cartas.

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lí

�Nlft'lERO DE CH.y'ÍADA
Os ntuncros de chamada foram constituídos dos mesmos elomontos do quo
so compoom, usiialmonto, os numoros de chamada de material bibliográfico, isto o, numoro de classificaçao o numero do livro.
A
^
Considerando-se o que foi dito sobro a classificaço.o, todos os mapas
do uma determinada r.jgiao, foram arquivados juntos o, sistomc.ticamonte, por
assunto. Alem disso, dentro do cada assunto, foram dispostos scgmdo a ordem

cronologica o, no caso do existirem'cartas com a mesma data, por ordom

alfabética do autor ou da instituição responsável.
/
A
Entretanto, quando os mapas se compunhojn do varias folh-.s numeradas,
como as Cartas do Brasil nas escalas de 1:250,000, 1:500,000, 1:1»000.000,
editadas pelo Conselho Nacional do Geografia, a carta topográfica do Estado
do Pernambuco editada pelo Serviço Geográfico do Exercito otc., alom do número de classificaçao e o numero do livro, a escala em cíJLgarismo romcjio

e

o numero da folha, passaram a compor o numoro de chamada, Esta medida, visou
facilitar a localizaçao de cada folha dentro d a coleção, permitindo se dar
um numero do classifico.çao para as regiões abrangidas por cada folha.
Ex.

918,1:526,9
C651-M
SC-23

milionesimo (topografica)

918,1:526,9
C651-Ü
SE-23-NE

Folha SE-23-NS da Carta do ^Brasil
na escala 1;500,000(topográfica)

918,13^:526,9
S523-^
SC-25-A-ÍI-2S0

Folha SC-25-A-II-2S0 da corta topografica de Pernambuco na escala
1:25.000,

Folha SC-23 da Carta do Brasil ao

Uma voz que a maioria dos mapas era editada por instituições oficiais
brasileiras, considerou-se para o número de Cutter, a sigla da instituição
o nao a palavra do ordem principal que seria sempre - Brasil.
AERANJO DAS PEÇAS
Os mapas foram guardados em arcazes de aço, que permitem, sejam os
A
mesmos, mantidos em posição horizontal, Este sistema de arquivamento, embora apresente desvemtagens, evita que haja distensao dos mapas, o que possivelmente ocorreria no sistema vertical, acarretando deformaçoes, que seriam
tao mais indesejáveis, quanto menor fosse a escala do mapa,
No sistema horlzonta,l, os mapas deverão ser envolvidos em portfolios
que poderão ser feitos em papel kraft, a fim de evitar o atrito e, consequen
temente, um desgaste dos mapas ao serem retirados ou colocados nas gavetas.
Em cada portfolio, poderão ser colocados mais de um mapa, desde que se

se

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s t e .O"
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lí

�ponha uma indicaçao do conteúdo.
DovQ-se tor o cuidado de não superlotar as gavetas c de retirar todo um portfolio, em voz do cada mapa individixc^lmonto,
^
&lt;S/
Uma das desvantagens do arquivamento horizontal o então, como

se

podo deduzir, o espaço perdido com as divisões das gavetas, com os portfolios e também, ó mais fácil retirar ou colocar um mapa rio sistenià vertical
qne no horizontal.
Entretanto, uma voz que já tinham sido comprados os arcazes, antes
do iniciados os trabalhos de organizagao, adotou-se na Secgao de Documentação da Divisão do Cartografia da SUDENE, o sistema do arquivamento horizontal.
ORGANIZAÇÃO DE GATJÍLQGOS
Foi organizado, apenas, um catálogo sistemático, que auxiliado por
f
^
K
tun xndice alfabético de assunto, tem atendido satisfatoriamente as solicita
çoes constantes que sao dirigidas aquela Secçao.
DIVULGAÇÃO
Evotá em fase final do preparação, a Bibliografia Cartográfica

do

Nordeste, arrolando cerc:'. do 1.000 itens. Esta bibliografia devera ser fei\
/
ta periodicamente, a medida quo novos lovr'jitcjnüntos cojrtograficos sejam incorporados ao acervo do. Socgao»

/

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1

�GLOSSÁRIO

Ifepas. cartas e plantas - à diferença entre mapas, cartas e plantas está
no valor da escala. Alguns autores consideram como Plantas os mapas cuja
escala varia de 1:1,000 até 1;50,000; Cartas quando a escala

varia

de

1:50.000 até 1:200,OOOj Mapas. propriamente ditos, quando o valor da escala e de 1:200,000 em diante,
A
A
Estes limites, entreteinto, variam de autor para autor e de acordo com

a

finalidade do mapa.
Os mapas, cartas e plantas podem ser;
Cadastrais - quando figuram todas as propriedades particulares, com
respectivos limites, de modo a facilitar a taxação de impostös e

os
outras

providencias administrativas.
Geográficos - quando representam grandes regiões, como continentes, países.
Hidrográficos - quando os cursos d'água, lo.gos, mares, portos sao figura
dos com a mao:ina minuciosidade,
Maritimos - quando figiira o contorno da costa e sua natureza, com as emboco.duras dos rios, baías, golfos, portos, posição dos faróis, situaçao
dos recifes e ilhas, bom como as curvas batimétricas ou simplesmente
cotas de profundidades, que facilitam a navegaçao.

as

Destinam-se a navega

çao marítima.
Náuticos - ver marítimos,
Planimétricos - quando representam todos os acidentes de uma determinada
area, quer naturais (lagos, rios, etc.) ou ojrtificiais (estradas, dida A
des, etc.) monos o relevo,
Foliticos - quando as linhas limítrofes dos Jjaíses e dos respectivos estados sao assinaladas, com toda clareza, já pelos acidentes geográficos
ja pelas convençoes, nelas figurando, também as povoaçoes e praças

de

guerra, bem como todas as vias de penetraçao nos países vizinhos.
Topográficos - quando representam todos os acidentes de uma determinada
região, naturais ou artificiais, inclusive o relevo, A representação

do

relevo e feita por meio de curvas de nível, normais etc.

Informaçoes prestadas pelo Dr. Heber Compasso, técnico da Divisão de
Cartografia da^SUDEIíE ou extraídas de Arthur Paulino de Sousa - Noções de
desenho topográfico de cartorirafia. Rio de Janeiro, Sauer, 1938,

- 6 -

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1

�V
BIBLIOGRAFIA

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land;

an FAO land tenure study. Roma, FAO, 1953. 67 p.
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atlases. New York, Special Libraries Association, 195A»
COLLISON, Robert L. - The treatment of special material in libraries,
London, Aslib, 1957. 77-Ö6.
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Association of Assistant Librarians, 1953,
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arranjo e catalogação de material cartográfico no Serviço de Documen
/
Há
/
taçao do Ministério das Relações Exteriores. Extrato do relatorio de
estágio apresentado ao Diretor do Arquivo do Estado da Bahia em 1947,
Recife, SüDEIíE, I962.
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Royal Geographical Society, 1955.

WOODS, B. M, - Maps information reference service. Sep. Libs..
4-5; 103-106, mar. 1954»
(

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECJONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

r

UNIVERSIDADE DO CEARA
;

7 a 14 àe julho de 1963

T E M A I

O .SETOR

-

PROCESSOS OTECSNICOS- E INTERCÂMBIO

RETRATOS

NA SEÇÃD DE*ICONOGRAFIA

por

LYGIA DA I\)NSECA_mUIAlIDES DA JMIKHA +

CDU...

025 : 779 * 0^.54(&amp;1&gt;

I

+

cm

1

Bibliotecária da Biblioteca Nacional do Rio d® JanoiSro, Guanabara

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�o SETOR

RETRATOS

NA

SEÇ^O

DE

IGOMO'IRAFIA

Ljygia da Fonseca Fernandes da Cunha
Bibliotecária, Ohefo da S.I.

Ao iniciarmos a reorganizarão da 3.1,, dentre os problemas que
considerámos de maior importância estava o da catalogação de retratos, ctijo
fichlrio existente mencionava, até então, a entrada do retratado sem

maio

res. detalhes. Fonte de consulta das mais importantes, é necessário que

pos

sa o leitor, pelas indicações ccaiatantes da ficha, ter noí^^ão do que vai con
sultar* Assim, arientamos nossos trabalhos no sentido de Incrementar ao
ximo as pesquisas sobre 00 retratado», completando a 1'ich v com dados

ma

biobi

bliográficos.
Ideámos um tipo de ficha-padrão que é o atualmente usado:
Retratado

datas

dados biográficos
autor de!
processo iconográfico

diiaenaõea

lugar, casa reproàut«Dra, data

Vide! bibliografia
Passemos às explicações sobre cada item:
1) retratado - indica a pessoa cuja imgem ê reproduzida, sendo neste

fi

chário a entrada principal. Quanto às regras de catalogição para a entrada
do nome, seguimos as da Seção de Catedogação da Biblioteca Nacional, cujos
trabalhos têem sido divulgados. Seguein-sn as datas de nascimento e morte.
2) Dados biográficos - em poucas pa].avras define-se o retratado, Ebc,!

pqe

ta baianoj oficial do exército francês, tomou parte na Ia guerra mundial ;
etc.
3) autor de - afim de melhor Identificar o retratado, Indicamos apenas

um

trabalho, o mais conhecido, que seja de sua autoria, übe.: Autor de: Ca S»
toes.
a) processo iconográfico - é de grande importância, pois nos dirá da auten
ticidade da peça, às vezes reprsenta diretamente o indivíduo, como na foto
grafia, desenho ou retrato posado, etc,, e outras vezes ó cópia de um tra^
balho já feito, sendo re^odução por processos mecanicoíj ou artísticos

de

trabalhos de outrem, No primeiro caso menciona-se: fotografia, desenho cri
ginal por

(nome do artista); no segundo, as explicativas têm que

nais completas: litografia por

(nome do litógrafo) segundo desenho

{nome do desenhista)? fotografia de Wi quadro a óleo de

(nome

ser
de
do

pintor); fotografia da litografia por ... (nome do llt&lt;'grafo); etc,

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^ ... ur...».,.,.

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1^

�2
O SETOR

RETRATOS

NA

SEÇlO

DE

ICONOGRAFIA

Lygia da Fonseca Fernandes da Cxxnha
Bibliotecária, Chefe da S.I.
5) dimensões - alttara e largxira da pega" dada era milímetros. Em se tratando

de

uma estampa cm margens, é conveniente dar esta segxmda dimensão,
6) lugar - quando fcr possível identificar o lugar em que foi feito o trabalho
deve-se menciona~lo. Muitas vezes as fotografias traem o nome das cidade em que
se estabelece o fotógrafo e aa estampas podem ser localizadas pelas casas edito
que as divulgam.
7) casa produtora - é o estabelecimento que assume a responsabilidade correspon
dente ao do editor de xana obra. Pode ser vim fotógrafo, uma oficina de impressão
etc.
8) data - sempre que possivel assinalar a data em que foi feito o retrato,

Não

sendo esto, na maioria dos casos, datado, pode-se atribuir uma data aproximada,
sendo neste caso colocada entíce colchetes, Não confimdir, entretanto com a época em que foi roproduzido o personagem, o que nen sempre acontece em vida do re
tratado, Uma das deficiências que ainda não conseguimos superar é o de atribuir
a idade aproximada do retratado, p, ex,, retrato feito quando tinha aproximadamente 20 anos, Mas como há facilidade de pôr ao alcance do leitor todas as peças
existentes na S.I,, o interessado verá qual a que lhe convém. Cabem melhor ostes
dados a m catálogo descritivo, no qual esteja munucioaamente feita a descrigão
da peça, Como exemplo temos, já publicado nos Anais da Biblioteca Nacional,

vo

lumes XVI,XVII,XXI o Catálogo dos retratos colligidos por Diogo Barboza Machado
preparado por Z, MeiMzoa Brum, chefe da Seção de Estampas,
9) in - quando ocorre ser a peça incluida numa revista, fazer parte de uma

sé

rie de retratos com título comum, ou mesmo estar incluida em um álbum ou obra ,
menciona-se este item ccaao se fosse ficha analítica, Ex: título da revista,ano,
nc e pagina, nome do autor, título da obra, n^ e pagina, série, n«
10) vide — indicamos tambom na ficha uma fonte de referencia onde se tenha

com

pletado a pesquisa biobibliográfica do retratado, Apesar de ser quase sempre ne
cessario consultar-várias fontes, seria demasiado relaciona-las todas numa

fi

cha que não tem a mesma finalidade que uma ficha de autoridade,
Temos então ccaapleta a ficha do retratado,
^

Caldas Junior, Francisco Antonio Vieira, 1868-1913,
Prosador, poeta e jorníilista sergipano} resident® no
Rio Grande do Sul.
Autor de: Cartas gaúchas,
desenho a bico de pena por M,J.Garnl«r
Jq

Sonetos brasileiros.

o,119xo,loo

Rio de Janeiro, F. Brigviiet,

1867-1870, vol. 6, n, 236,
Vido: Die, bio-bibliografico sergipano, p, 94.»

LFFC

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o

SETOR

RETRATOS

NA

SEÇÃO

DE

ICONOGRAFIA

Ijjrgia da Fonseca Fernandes da Cvinha
Bibliotecária, Chefe da S.I,
Ejc.» II

Arrabida, Antonio do, sacerdote, 1771 - 1850,
Português j bispo de Aneravcria; Diretor da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro de 1822 a 1831.
litog. de A.A. Sisson

0,230x0,30

|Río de Janeiro, ca. 1852|
Ide:
^11

Sacranento Blake, p. i^3.

Almeida, Cândido Mendes de, 1818-1881.
Maranhense? advogado; prof. da Faculdade de
Direito do Rio de Janeiro; deputado à Assembléia
legislativa pela prov. do Maranhão.
Autor de: Codigo Filiipino.
Litog. de CoUette, segundo desenho original
por L.A. Boulanger, (feito em 1851)
Paris, Ibç). Leaercier, 1856.
In

Boulanger, L.A.

Assembléia geral legis-

laUva (9a) de 1853 a 1856.
Vide; Sacramento Blake, v. 2, p. 35-72.
O caao dos retratos em grupo « mais complexo, havendo necessidade de identificar
cada um dos personagens separadamente, dando uma nota em que se mencione a
em que estiver incluido.

peça

Exi "Acha-se incluido no grupo reproduzido por ocasião

de tal fato". Havendo uma relação comxm entre as pessoas incluidas na mesma peça,
pode-se fazer uma ficha coletiva como entrada principeil, não impedindo que se fa
Ça uma catalogação aneilítica.

Ex.:

Orleans e Bragança (família)
A Augusta Família Imperial do Brasil.
' Grupo formado por D, Pedro II, D.Thereza Christina, D. Izabel e D. Leopoldina - em corpo inteiro,
litog, por H, Fleiusa, segundo o quasro de F.R.
Moreau

'

Rio de Janeiro, H. Fleiuss

0,316x0,^15
jca. 1860|

1. Pedro II, imperador do Brasil, 1825-1891«
2. Thereza Christina Maria, imperatriz do Brasil, 1822-1889.
3. Isabel, princesa do Brasil, 18/1.6-1921,
4» Leopoldina, princesa do Brasil, 1847-1871.
Entradas secunflárias:
Não é fácil a atribuição de assimtos que são dados de acordo com a profissão
exercida pelo retratado. Em se tratsuido de personagens que muitas vezes
vários cargos, é necessário seleciona-los afim de não sobrecarregar o
com entradas desnecessárias.

/

ocupam
fichario

Aliás na S.I, ainda se estuda xjm tipo de cabeça/

lhos de acordo com o material eir. recatalogagão, razão pela qual ainda aão foram

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RETRATOS

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SEÇlO

DE

ICONOGRAFIA

lygia da Fonaeca Fernandes da Cunha
Bibliotecária, Chefe da 3,1.
desdobrfdae as fichas constando somente os cabeçalhos na pista da ficha princi
pai» Cpcptinamente será feito o desdobramento.
são atribuidos os cabeçaú-hos pelas profissões do retratado, segtm
do «s eít-pllcagões fornecidas no item 2, seguidos da distribuição geográfica.
Ex:*t

Jcrnalistas - Brasil, Ceará.
Médicos - França
Occnrre serem cabeçalhos mais complexos, ccano no oaso das

pessoas

qi» exeixeiíi cargos oficiais ou profissões de classificação precária, quando en
tão aãoi«sic&gt;s um grupamento genérico.

Ex.:

Funcionários piíblicosj Delegados de polícia
ver
Administração pública - Brasil
Deputadosj Senadoresj Estadistas; Revolucionários
ver
Políticos - Brasil.
Os Presidentes da Republica recebem o cabeçalho Presidentes

da

Republica ssubdivididos pelo noE® do país, seguida da subdivisão cronológica.
Presidentes da Republica - Brasil, 1914-191Ö
Para os oficiais das Forças Armadas ju3.gainos conveniente, era

vez

de adc&gt;t(ir u-en-trada genérica Militares, subdividir pelas diferentes armas.
Exército - França
Marinha

- Brasil

Patra personagens com abundância de material iconograi'ico tais

co

mo aec,al.haa, efígies, bustos, fotogrsifla da casa em que nasceu, caricaturas

,

9to,f fitr-íte-ão subdivisões subordinadas ao respectivo nome: Ex.í
Arnold, Matthew, 1823-1888 - Caricaturas,
Balzac, Honoré de, 1799-1850 - Iconografia
ilén CA» entradas de cabeçalhos de assxmto, conatajBi t^Dcbea da pista as entrade-s
de fo1»|jíral'os, artistas, gravadores que servirão de base para pesquisas,

ícas

que ai) opoi'tunamente serão desdobradas.
Quanto á conservação do Matsrial na S.I., distinguimos as peças

/

pelos d;lf«rentes tamanhos grupados eia 3 diferentes arcazesj menciona-se no canto sufie]'!«' esquerdo da ficha o número que lhe foi atribuído (1,2,3). Toda a Iç
QOgrai'iu referente à ír.esaa pessoa, sendo do nesíco tairanho, acha-se fjuardada

no

laesÄO eiwe^.ope, que tea por fora o nome conpleto do inà3.víduo e datasj. envelq^e

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RETRATOS

NA

SEÇÃO

DE

ICONOGRAFIA

lygia da Fonseca Fernandes da Cunha
Bibliotecária^ Chefe da S.I.
A consulta é bastante simples, bastando ao leitor mencionar o retra
tado e o arcaz em que se encontra a peça.
Este trabalho de Catalogação de retratos está entrosado coin víric 3
setores, pois revistas, obras literárias e históricas, estampas artísticas

^

multas vezes reprodíizem imagens de pessoas necessitando um fichamento ar aii a
CO que informe no fichário de retratos a existência de tal docui^entação sôtrto personages« Esta deficiência ainda existe na S.I», onde os trabalhos

aicds

estão em fase de reorganlsação, pretendemos, assim que seja terminado o trsba
lho a que estamos procedendo, continuar as pesquisas no sentido de ficher
liticamente o acervo que possua imagens*^
Com tal finalidade, entre as inovações programadas ao reorgarisar '
o setor Retratos, estaria a reprodução fotograflca, em tamanho reduzido, da
peça original a ser inserida na ficha do salão de leitura, permitindo ac ccnsulente um primeiro contato com o material 0 inçwdindo o seu desgaste,

Esta

processo já em voga em muitos centros de documentação, é já realizado entre
nós em São Paulo, na Seção de Arte da Biblioteca Mjnicipal. Entretanto,

por

dificuldades de ordem técnica, não foi possível até a presente dalia, organl sor este fichário mais aperfeiçoado.
,

Por se achar ainda na fase experimental, não deve o atual fichário

da S*I« ser tomado como padrão» \ medida que ocorre* os problemas, temos
modificar nossos pontos de vlsi», mas de modo geral, as regras que aqui deixa
mos elaboradas são as que se nos afigtaram Imprescindíveis, sujeitas a revisões
conforme as conveniências.

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

O ensino de Biblioteconomia em São Carlos
por
^Alfredo Américo Hamar

OSc*. o&amp;I .=5 í" ?J&gt;'0
i(\ce
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Fortaleza
1963
■ )

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ENSINO

DE

BIBLIOTECONOMIA

EM

SÍO

CARLOS

Alfrede Am^rioo Hajnar
Diretor da Esoola de Biblioteconomia
e Documentação de São Carlos (SP)

Con • desenrolvimento do ensino no Estado de São Paulo e conseqüente instalação de escolas supetiores no interior, surgiram também inúmeras bibliotecas, principalmente especializadas.
Desde 1930 a maioria dos institutos superiores, localizadas no
interior, se depararam com a grande dificuldade: falta de elementos especializados para as suas bibliotecas.
Os bibliotecários formados na capital de São Paulo e Campinas,
raramente se decidiam a trabalhar no interior« Criou-se uma situação diflcel para essas bibliotecas. Não havia solução imediata mas, semente,

com

a criação de escolas de biblioteconomia no interior do estado*
Essa situação permanece attf o presente momânto. Inúmeras facul^
dades, prefeituras, empresas oficiais continuam interessadas em

conseguir

bibliotecários.
A escassez de bibliotecários foi idtntica em São Carlos e

ci-

dade s vi z inhas•
Compreendo a importância do problema e as graves

causas

falta de elementos habilitados, 4 que um grupo de bibliotecários de

da
Sao

Carlos resolveu tomar a iniciativa de funddx uma escola de biblioteconomia.
Inegáveis eram as vantagens de escolas de biblioteconomia Ijo
calizadas em diversas cidades do estado.
Alám disso, a biblioteconomia teria melhor divulgação nè interior, principalmente, criando um ambiente favorável de melhor compreensão d^sse campo de trabalho. A escola traria meios de melhor informaçao
sSbre o conceito moderno de organização, valor e função das bibliotecas.
Seráa a participação ativa da biblioteconomia ao desenvolvimento cultural*
j

O grupo de São Carlos, embora contando com ta»e» fatores

fa-

voráveis, analisou minuciosamente a situação cultural da cidade* Concluiu
' que existia, de fato, uma situação^propícia.
A cidade de São Carlos contava, na ocasião, com populaçao

de

60.000 habitantes* Possuia inúmeras escolas, entre as quais destacamos:
3 ginásios. Conservatório Musical, Escola Superior de Educaçao Física
Escola de Engenharia, da Universidade de São Paulo*

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A localização geográfica e excelentes meios de comunicação, proporcionavam facilidades a todos os interessados da região, para deaenvo_l
verem seus estudos em São Carlos.
A população estudantil também era elevada; aproximava-se de 6.000
alunos*
£m abril de 1939 o grupo de São Carlos, composto das Srtas« Evinice Garcia Silva, Terezinha Abs, Iná Bentim e Sr. Alfredo A. Hamar realiza
ram a reunião ds fundação, constituindo uma Sociedade Civil, registrada
sob nfi 1^2 no Cartório de São Carlos.
A iniciativa foi comunicada iLs principais entidades bibliotecárias
de são Paulo e do país.
Com as respostas de apoio e incentivo, constatou-se o interdsse da
iniciativa.
As entidades escolares se desenvolveram, baseadas na escola padrão
do estado - Escola de Biblioteconomia da Fundação Sociologia e Bõlítica de
são Paulo e na legislação estadual, prevista no Decreto 22.8^3 de 28 de ou
tubro de 1955*
Logo, ap6s, providenciou-se concurso de ingresso, exigindo dos can
didatos diversos requisitos, entre os quais o cusso sscundário completo ou
equivalente.
As provas versaram sSbret
Literatura portuguesa e brasileira
História Univeral e do Brasil
Inglês
Francas
A duração do curso, inicialmente, se estabeleceu em dois anos, passando para três em 1962.
Obedece, atualmente, ao currículo escolar, fixado para as escolas
de biblioteconomia do país, além d* incluir disciplinas como aulas práticas
de Encadernação e Fotoreprodução de Documentos.
Complementando a formação dos alunos, leciona as matérias culttirais
e promove conferências, palestras e cursos de extensão cultural.
Exige de seus alunos freqttencia mínima de 30^ ^.as aulas.
A Escola 6 reconhecida pelo govêrno do estado de São Paulo, conforme Decreto n« 59*162, de 5 de outubro de I96I. 2 também reconhecida de utilidade pública Municipal conforme L®i nO 4.296 de 26-8-I96I.

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No memanto, considerando a recente legislação sõbre o assunto,
está providenciando o seu reconhecimento federal*
As suas atividades didáticas são realizadas nas aalas de aulas
da iüscola de Engenharia de São Carlos, conforme convênio estabelecido.
Utiliza também a Biblioteca dessa faculdade. Aléu dessas vantagens, possui a Escola de Biblioteconomia tuna biblioteca laboratório para os alunos, e 4 também Biblioteca pdblica da cidade de São Carlos.
A Escola exige de seus altuios, como trabalho prático, a organização de Bibliotecas existentes na cidade, tanto públicas como particulares. Assim ê que seus alunos orgsuiizaram as bibliotecas da Inspetoria
Seccional do Ensino Secundário, do Prof. Emanuel V. Garcia, do Centro
AcadSmico Armando Salles de Oliveira, Biblioteca Infantil de São Carlos,
etc.
Ainda, por iniciativa da Escola, foi oficializada no Município
de são Carlos, a Semana Nacional da Biblioteca, conforme Lei n^ 449^
22 de agSsto de 1962. Prevfi diversas comemorações, um concurso de trabalhos s8bre bibliotecas e outros assuntos ligados á cultura, com prtmio de 9^0.000,00. Para as realizações, durante a Semana a Prefeitura,
anualmente, auxilia com uma dotação de 9100.000,00.
A Biblioteca pública, mantida pela Escola, conta atualmente com
um actrvo de 1.^00 obras, sendo constantemente consultada pela população
da cidade.
Os benefícios da Escola Someçam a surgir, pois, além da maioria
de seus alunos formados ;já estarem exercendo a profissão, criou UBia nova
mentalidade sdbre a função importante de uma biblioteca.
O resultado da experiência de São Carlos tem apresentado êxito,
tanto na colaboração da difusão da cultura, como pelo pessoal habilitado
que se encontra trabalhando em diversas cidades do interior.
Atualmente a direção da Escola, por proposta do membro do Conselho Universitário de São Paulo, Prof. Theodoreto de Arruda Souto, eatá
pleiteando sua integração na Universidade de São Paulo, como instituição
anexa ll Escola de Engenharia de São Carlos.

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2(

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCIWBNTAÇAO

Tendências modernas do currículo no ensino da biblioteconomia
por
Antonio Caetano Dias

Fortaleza
1963

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I Sc a H
st e m

♦

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lí

�4

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a 14 de julho do 1963

TEMA IV

-

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECÄRIO-DOCUMENTALISTA

TENDâNCIAS MODERNAS DO CURRÍCULO NO ENSINO DA BIBLIOTECONOMIA

por

ANTONIO CAETANO DIAS (*)

CDU 378.9:02+002

M? Ct
«4

(♦) Diretor dos Cursos de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional

)

cm

1

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�TENDÊNCIAS MODERNAS DO CURRÍCULO NO ENSINO DA BIBLIOTECONOMIA
Antonio CG.eta.no Dias
1, Histórico
2,

S i tucLç S.O At uclL

5» Tendêncic-s Modernc-s
h* Conclusões
1. HISTÖRICO
Foi no último qucjtel do século passado^
1879

exatamente no ano de

Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro instituiu os seus

famosos concursos públicos para selecionar pessoal especializado,
Para os preenchimento das vagas de Oficial da B.N,
nhecimento das seguintes matérias:

eram exigidos co-

História Universal, Geografia, Li-

teratura, Filosofia, Bibliografia, Iconografia, Classificação de
nuscritos

e Línguas

(traduções de Latim, Francês e Inglês),

Ma-

Esses con-

cursos propo3!?cionai''ani o ingresso na Casa de Rcmiz Q-alv3.o de figuras
do roais elevado gabarito

cultural como Capistrano de Abreu, Antonio

Jansen do Paço, Miguel de Lemos,

Constâncio A.lves, Jo5.o Ribeiro c ou-

tros,
Além das matérias de cultura geral já. figuravam algumas di5cipli_
nas que, por si só, identificavam o sentido profissional da carreira
de bibliotecário, A disciplina Bibliografia, por exemplo, abrangia nSLo
só a história do livro,
tração do bibliotecas,
classificação,

como tiimbem incorporava conceitos de adminiscatalogação de livros e folhetos e ainda de

Tudo dentro do melhor figurino da época que era a obra

de Giuseppe Fujnagalli "Bibliografi'^, publicada em edição dos manuais
da Coleção '^Hoepli", Também IconogJafia e Catalogação de manuscritos
eram as outras componentes que já caracterizavam uma especialização.
Eram as normas clássicas, vigentes em todas as bibliotecas, ao
tempo em que começavam a aparecer na Europa e nos Estados Unidos
primeiras tentativas de 'codificação das regras de catalogação,

as

junta-

mente com a aplicação dos sistemas filosóficos dos conhecimentos humanos ao problema da localização dös livros nas estantes:

as classifica-

ções bibliográficas. Vale assinalar que a formação erudita dos bibliotecários, naquela época,
especializada,

sobrepunha-se amplamente a qualquer formação

Isso porque a produção bibliográfica caminhava lentamen-

te como vagarosamente progredia o quadro geral da ciência e da tecnologia até o advento da revolução industrial,
No Brasil,

como não poderia deixar de ser, a vinculação a cultxjr-

ra eui^opéia ora uma herança direta dos nossos imãos portugueses,

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E

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£3.3 nomao clássicas ddotadc-s forcin. baseadas na "Êcolc des Cliartea" de
Püfflo^ quando se cogitou de estriiturar uuia fomaçSo profissional para
Oft*' primeiros bibliotecários brasileiros. Pato que se verificou em
I9ID, por ocasião da Refórma da Biblioteca Nacional quando esta se instalava no edificio da Avenida Rio Branco, No artigo
8,855j

decreto n,

11 de jullio de 1911j vamos encontrar as linhas gerais da es-

truturação do primeiro C^ítso de Biblioteconomia que viria a ser o pioneiro em toda a -fiüiiêrica Latina,

"Art,

5^-0 Curso de Biblioteconomia

constará das seguintes matérias que constituiríio uma s6 serie e de
cujo ensino serüo encarregados os diretores de seçJlo:
a)

Bibliografia

b) Paleografia e Diplomática
c)

Iconografia

d)

Niomismática

Conforme se poderá observar, as matérias correspondiam exatamente ks seçSee da Biblioteca Nacional, A matéria "Numismática'j por exemrploj foi cancelada do currículo tüo logo a coleçSo de moedas p dC &amp;OU. ^
guarda do Museu ílistárico do Rio de JaneiTO, Até hoje essa matéria
existe, mas no currículo do Curso de Museologia, Assim o Curso de Biblioteconomia, que sámente começou a funcionar em 1915^

^ cujtso

de formaçüo de bibliotecários exclusivamente para a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro,
Com cQ^gumas interrupções em certos anos, pela ausência de alunos
ou pela falta de^professôres, o Curso veio a sofrer algumas refármas
na sua estrutujra, Páde-se destacar a de 1951^ pelo decreto 20,675^
17 de novembro, que passou o seu tempo de duração para dois anos

e

assegurou aos portadores dos diplomas vantagens especiais para o exercício da profissão de bibliotecário na então Capital da República,

Os

alunos diplomados no Curso teriam preferencia absoluta para o provimento efetivo, interino,

contratado ou em comissão, no

cargo de bibliote-

cário de qualquer departamento ou repartição federal,

E também os fun-

cionários da BN que se diplomassem mereceriam a preferência para a promoção em seus quadros, Na nova refárma estaVam assim distribuídas

as

disciplinasí
12 ano:
a) Bibliografia
b)

Paleografia e Diplomática

a)

Histária literária

2Q anoí
aplicação à bibliogra-

b) Iconografia e Cartografia
Já por essa época começava a se fazer sentir o impacto de uma nova conjuntura após o advento, nos paises mais adiantados, da revolução
industrial com as suas implicações no campo da ciência e da tecnologia,
E os reflexos na produção bibliográfica não poderiam deixar de se fazer

cm

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�5.
sentir, O crescimento progressivo do. produção bibliográficc.,

com ênfa-

se especial nos periódicos especializados, numa verdadeira avalanche
de papel impresso&gt; veio provocar, principalmente na Europa e nos Estados Unidos, logo depois da primeira conflagração mundial, problemas
de toda a ordem.
Modificava—se,

entSo, o conceito meramente humanístico das bi-

bliotecas para dai'' lu^ar a uma preocupação de utilitarismo aos
acervos,

seus

Surgiaßi, assim, as bibliotecas especializadas e os centros

de doc\iJfiientac?ío,
o
•
Essô panorama,

como n3.o poderia deixar de ser, iria tarabem pro-

duzir seus efeitos no Brasil,
Em Süo Paulo, no ano de 1929j o Instituto Mackenzie, prestigioso estabelecimento de ensino,

contratou a bibliotecária aiuericana

iorotliy Muriel G-eddes, hoje Mrs, Gropp,

com a dupla finalidade de pre-

parar a refómia da sua biblioteca e preparar a sua bibliotecária para
fazer o Curso de Biblioteconomia nos Estados Unidos,
Com a volta de D, Adelpha Rodrigues Figueiredo, diplomada pela
Escola de Biblioteconomia da Columbia University, no ano de
de reassumir as suas func3es de bibliotecária do Mackenzie, também se
encarregou de prosseguir na direção do Cujr-so de Biblioteconomia que a
bibliotecária americana iniciára na sua ausência. Eram as seguintes
as matérias básica desse cursot
a)

CatalogaçSo

b)

Classificação

c)

Referência

d)

Organização

Estava, assim, lançada em São Paulo, a semente da forroação profissional do bibliotecário,
métodos americanos.

já sob a direta influência dos consagrados

Tão logo se afirmava o êxito da iniciativa do Ins-

txtuto Mackenzie, a Divisão de Bibliotecas do Depai^tamento de Cultura
da Prefeitura de São Paulo promovia a criação do seu Curso de Biblioteconomia, Êsse fato ocorreu entre os anos de I935 e I956.

Inicialmen-

te, apenas com a cadeira de Cataloc'.acäo _e Classificação, a Escola de
Biblioteconomia passou a fu.ncionar no prédio da Escola de Comércio Alvai^es Penteado, no recinto ocupado pela Escola Livre de Sociologia e
Política.

Enquanto se extinguia o Cui^so do Instituto Mackenzie.

1957 outra cadeira foi criada:
te completava-se o currículo

Em

a de História ^ Livro,e no ano seguin-

com a cadeira de Referência. Mais tarde,

com a duração de dois anos, auxiliada pela Fundação Rockfe

er (l ■9101.),

continuou a Escola de Biblioteconomia de São Paulo prestando sei^viços
da maior relevancia ao progresso da Biblioteconomia era todo o país.
Dessa fôrma tínliamos, por volta de I9I-1.O, duas Escolas fmcionando no Brasilí

uiua em São Paulo, representando as necessidades modernas

da especialização do - bibliotecário, sob a inspiração direta, dos métodos norte—americanos,

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Outra, no Rio de Janeiro, atrave

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I

^ ...

o

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da Biblioteca

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�1+
NcLcionc-l, representando as necessidades cldssicas da fomação do Bi—
bHo&gt;'ki&amp;eáélôo sob a inspiração direta dos métodos europeus^ tendo

como

justificativa a presença do mais valioso acervo bibliográTico do conrtinente siü—americano,
Porêra, as necessidades de iima renovação no processo de formação
do bibliotecário moderno também se fizeram sentir na antiga Capital
da Repilblica, Novas bibliotecas surgiram em decorrência da Reforma Administrativa empreendida pelo Departamento Administrativo do Serviço
Publico,

E foi o próprio DASP quem tomou a iniciativa de instituir um

Cui^so Intensivo de Biblioteconomia, ao mesmo tempo que determinava a
divisão da carreira de bibliotecário em "bibliotecário"- e bibliotecário—auxiliar", pelo Decreto 2,lé6, de 6 de maio de ISh-O«
Pelo Decreto 6.[|-l6 de 50
Intensivo de Biblioteconomia,
do até 13h3f

outubro de I9Í-Í-O instituiu uju Curso
com a dujração de seis meses, funcionan-

G.S seguintes matérias no seu currículo?
a)•

Catalogação
e Classificação
«w» ^
5

b) Bibliografia e Referência
c)

Organização e Administração de Bibliotecas

Também na própria Biblioteca Nacional se fazia sentir a necessidade de algujaas reforaias, Não só em seus serviços como tombem no Curso de Biblioteconomia, Foi ainda na profícua administração de Rodolfo
Garcia (1955~í9^5)j

se verificai^aiu as tão reclamadas reformas,

A criação de uma Seção de Referência e a Reforma dos Cursos de Biblioteconomia ocorreram em I9I4ÍI- com a efetiva participação da bibliotecária recém chagada dos Estados Unidos, Cecilia Roxd Wagley e do técnico de educação, professor Josué de Sousa Montello,
A Reforma dos Cursos da Biblioteca Nacional teve a principal
finalidade de transformar o antigo curso que, a rigor,

se limitava a

formar bibliotecários para a Biblioteca Nacional em curso destinado
a promover, ujua formação básica em princípio util a qualquer tipo de
biblioteca, Foi este o espírito que norteou a Reforma estabelecida
pelo Decreto^Lei n2
Decreto 15.595

é.Liii.O, de 27 de abril de 19^+1-!-^ regulaj-aentado pelo

27 de abril de 19^^^!-. O

seu. currículo ficou assim

constituído;
a)

b)

Curso Fujidamental de Biblioteconomia
1)

Organização de Bibliotecas

2)

Catalogação

5)

Bibliografia e Referência

I4.)

História do Livi'o e das Bibliotecas

e Classificação

Curso Superior de Biblioteconomia
1)

Organização

e Adiíiini st ração de Bibliotecas

2)

Catalogação

e Classificação

5)

História da Litera-bura (aplicada a bibliografia)

I^)

Disciplina optativa entre as seguintes; Noções
de Pai eografia; Catalogao•

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
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�5.
çSo de Mcmuscrltos, Mapoteccisj

Iconografiaj

Bibliotecas Infantis e Escolares;
tecas Universitárias;

Biljilioteca. de Músicaj

Bibliotecas Especializadas; Biblio-

Bibliotecas Públicas ou qualquer disciplina ou

grupo de disciplinas cursadas na Faculdade de Filosofia ou Instituto
congênere^ versando sobre assuntos de interesse para a cultura do Bibliotecário,
c)

Cursos Avulsos

Além dos Cursos reguläres,

que âZío direito a diploraa, a Reforma

de I9L1I!- estabeleceu a realização de cursos avulsos, de livre escoltia
da direçS.o dos Cursos, destinados a atualizar os conhecimentos dos bibliotecários

já diplomados.

Convém assinalar que os diplomas e:5çpedidos pelos Cursos de Biblioteconomia da B»N,

sZo, desde 1955j registrados pela Diretoria do

Ensino Superior do Ministério da EducaçS-o e Cultura,
✓
Como São Paulo, também o Rio de Janeiro, depois da Reforma de
191+1^., passou a conceder bolsas de estudo a candidatos residentes fora
do Rio de Janeiro, Essa providência teve como conseqüência a descentralização do

ensino da Biblioteconomia,

Todos os cursos ou escolas

de biblioteconomia, fundados em outros estados, tiveram como principais colaboradores ex-bolsistas dos Cursos da Biblioteca Nacional ou
ex—bolsistas da escola de S.Paulo,
Aos poucos aumentava o número de bibliotecas e tamb^ cresciam
as necessidades de bibliotecários formados, Ainda em S.Paulo, no ano
j de 19l!lj-í outro Curso de Biblioteconomia era fundado:
^ de Filosofia ?'Sede Sapientiae",
mente extinto,

Elti 19^4-5^

^

o da Faculdade

com a Duração de dois anos e recente-

cidade de Campinas, sob os auspícios do

Reitor da Universidade Catáilica, Monsenhor Dr.
da—se outra escola de biblioteconomia.

Emilio José Salim,fun-

Funciona até hoje,

com a dura-

ção de três anos, com sua estrutura curricular atualizada e prestando inestimáveis serviços a cultura nacional, Na Baiiia, no ano de 19Í|6,
surgia o Curso de Biblioteííonomia,

com a duração de uj?i ano,

orientação de Bemardette Sinay Neves, Fujiciona até hoje,
ção de quatro anos, incorporada a Universidade da Bahia,

sob a

com a duraTambém Per-

nambuco e Rio Grande do SuJ., respectivamente, tiveram os seus cursos
ie biblioteconomia criados nos anos de 19l4fl e I95O, Funcioncuu ambos,
com a duração de três anos, incorporados também ^s Universidades dos
seus Estados,

E o Instituto Nacional do Livro, realizando Cursos In-

tensivos, com pessoal especializado contratado especialmente para
A •
"*
esse fim, proporcionou a Belo Horizonte e CuJjitiba a estrutm^açSo de—

f •

finitiva de seus Cursos, agora integrados às Universidades de Minas
ferais e Paraná,
2,

SITUAÇAO ATUAL

A "Conferência para o desenvolvimento das bibliotecas públicas
los pais es latino—araericanos'^, realizada sob os auspícios da UNESCO

cm

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�■

f
«

■

^

em Süo PcLulo, no uno de 1951&gt; trouxe pc.rn. o Brasil, c.lcm de excelentes
resultadoo^

técnicos, um resultc-do prático de estraordinário alcance no

ccunpo da biblioteconomia e da documentaçSoS
sileiro de Bibliografia e Documentação»

a criaoSlo do Instituto Bra-

A criaç&amp;o desse Instituto, dentro do Consellio Nacional de Pes—
quizas, proporcionou a vinda ao Brasil de dois competentes-documentaristas europeus:
^

Zeferino Ferreira Paulo e Herbert Coblans,

A presença desses dois especialistas, nos anos de 1952 e 1955^

respectivamente, no Rio de tTaneiro, veio modificar o panorama da Biblioteconomia em nosso país,

Com as vantagens de ser um. país de estru-

tura nova, na sua formaçSo cultural, o Brasil aproveitou extraordinariamente a liçS.0 deixada pelos docujnentaristas estrangeiros,
repetiu,
ropeus:

se ■

Não

em nosso país, o mesmo problema ocorrido em certos países

eu-

"a desafortunada separação da documentação da BIblioteconomla

ortodoxa" iniciada em meados do século XIX.
A incorporação dos métodos e dos processos da Documentação aos
currículos permanentes das escolas de biblioteconomia brasileiras,foi,
sem duvida, a valiosa colaboração que Herbert Coblans deixou cm nosso
país.

Num Curso Avulso que ministrou na Biblioteca Nacional, mais tar-

de publicado pelo Serviço de Docujaentação do Dasp,
trodução ao estudo de Decumentação",

sob o título "In--

encontramos a seguinte advôrtên-

cia de Coblans que vale- reproduzir pela sua oportunidade;

"A documen-

tação o muito mais do que máquinas e mlcrocáplas. Traz uma nova mentalidade que forçará a extenção gradativa dos limites da biblioteca tra—
^ dlcional e se incluirá nas suas práticas.

Neste assunto os cursos de

biblioteconomia têm grande responsabilidade. A menos que os currículos
sejam modificados para Incluírem a docujnentação, haverá um.a tendênciapara tratar os documentarlstas como profissionais diferentes cora grande prejuízo para a classe de bibliotecários em geral. Acredito firmemente que esta separação

é um rejirocesso e deve ser evitada.

Em alguns

países as condições locais são tais que exigem separação temporária,
O bibliotecário e o documentarlsta devem ser especializações de uma
mesma profissão," Essa opinião

está apoiada expressamente numa reco-

mendação da Conferência de 19^4-6 da Pederation Internationale de Dociimentation (PIS):

"training In general docujnentation shouid sei^c as

an Introductlon to trainlng In special do cujnentation for llbraries,
museums and archlves," E reforçada mais tarde, em 1955f

ocasião

do "Congres International des bibliothcques et Centres de Documenta—
tlon,"realizado cm Bmxelas, no magistral trabalho de Suzanne Briet
"Formation des bibllothécalres plus partlculierement en vue de leur
participatlon a Ia vle economique et sociale". Entre outras coisas
afirma a autora no seu excelente informe: - "Les professions voisines
de bibliothecaires, d'archiviste, de

conservateur de collections

de documentaliste n'ont pas encore etc d6finies avec toute Ia
cislon dcsirable

ítscate

de monographles

et

pre—

professionelles, ou faíi-te

i
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�professionelles, ou faute de formc-tlon distincte,
Lea pays de structure enclenne evoluent plus lenteraent que len
pays neufß, La prise de conscience de cliacune des peofesslons est
plus ou moins clalre selon le degré d'evolutlon d^un pays donnê,
Pour ce que est des blbliotheques,

c'est tantot la fonction

conservatrice que l'eriiporte, ■'"vantôt la fonction utilisatrice, Dans
les vieux pays, -les bibliotiièques thesaurisent essentiellement,

et

les centres de docuraentation selectionnent prlncipalement, Dans les
pays les plus nouvelleraent équipês, la bibliotheque joue d^ eniblêe le
role de centre de docunientatlon".
È exatamente nesse sentido que se tenta atualraente, no Brasil&gt;
a nova estruturação curricular das

eseolas e cursos de bibliotecono-

mia,

Sendo que as novas escolas, as criadas mais recentemente, já.
*
trazem nas suas denord.naç5es a indicação der,sa nova concepção: Escola

de B iblio t e conomia _e Do cumentacSo, Ê o que se pode constatcr com a Escola do Instituto de Santa Ursula no Rio,

com a Escola mais recente de

todas, a da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que começou a
funcionar este ano, em Niterói, e outras que foram recentemente inco3&gt;poradas Vs Universidades dos seus Estados,

como as de Pernambuco e

Baliia,
No

/
/
campo da Documentação deve—se também assinalar a notável con-

tribuição que vem sendo prestada \s bibliotecas científicas do país
pelo IBBD. Não semente atrávez su^s publicações como tamb^ pelos seus
Cursos de Faoqulsas Bibliográficas. Em 19^2 funcionou,

com pleno êxi-

to, o Curso de Pesquisa bibliográfica em Ciências Médicas e no corrente ano está. sendo realizado outro CuJ^'so de Pesquisas bibliográficas
em Ciências Agrícolas. A professora Lídia de Queiroz Sambaquy deve-se
o êxito dessas iniciativas na qualidade de fundadora e tcmbem Presidente do I.B.B.D,
A REFORMA DE I962
Dentixi do panorama geral que acabamos de descrever pode-se verificar, sem esforço, que nova reforma se fazia-necessária para os
Cursos de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional,

Já os dois anos

eram insuficientes para o numero de disciplinas novas que devei'iam
ser incorporadas devido ^s razões acima, expostas', bem como outras razões não menos fortes,

í*.omo a abolição da matrícula também conliecida

como ex-oficio, para funcionários de bibliotecas, independentemente
de apresentação de certificado de conclusão do segundo eíclo ginasial,
dispositivo esse que prejudicava toda uma classe na sua justa aspiração ao nível universitário,
Muito embora encaininiiada desde o ano de 195^ pela direção dos
Cursos a direção geral da Biblioteca Nacional, por motivos que não
mais vêm ao caso relatar,

somente

era I962, na administração do

tor Adonias de Aguiar Pillio, teve o processo da reforma o
to assegurado, atrave'z do Decreto n£

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escri-

seu andaiuen

^^0,(\.c 1 de fevereiro de 19^2,

]_'4

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l'i

�publicado o texto da Reforma no dia seguinte, pelo Diário Oficial,
Cora três anos de dui^ação, ficou o seu currículo assim constituído:
12 ano
a)

Técnica do àerViço de Referência

b) Bibliografia Geral
c)

Introdução a catalogaçSo e classificaçíío

d)

Organização e AdministraçSo de Bibliotecas

e)

Histária do Livro e das Bibliotecas
2S ano

a)

Organização e Técnica de Documentação

b) Bibliografia Especial^izada
c)
d)

Catalogação e Classificação
o
Literatua-a e Bibliograi'ia Llterá:ria

e)

Introdução a cultui^a histórica e sociólogica

a)

Catalogação Especializada

b)

Classificação Especializada

c)

Reprodução de Docujiientos

d)

Paleografia

e)

Introdução a cultura filosófica e artistica

52 ano

Para obter a diplomação, o aluno ficará obrigado a prestar prova
desuni Curso Avulso^ de livre escollizi,

entre os Cursos ministrados de

acôrdo com o planejajnento anual promovido pela direção dos Cursos da
B,N., obedecendo, de preferencia, às seguintes disciplinas;

Bibliote■

cas Infantis, e Escolares, Bibliotecas Universitárias, Iconografia,

Mecanização bibliográfica. Estabelecimento de Textos e Edições Críticas, Poto-Docujaentação, Artes Gráficas, Cartografia, Bibliotecas'de
Música, Relações Huinanas, .Bibliografia Brasileira, Bibliografia Aplicada

Artes, Bibliografia aplicada as Ciências, Bibliografia Aplica-

da as Religiões, Bibliografia Aplicada a Filosofia, Bibliotecas Especxalizadas, ou qualquer disciplina ou grupo de disciplinas cujr-sadas na
Faculdade de Filosofia ou Instituto

congênere, versando sobre assujito

de interesse para a cultura geral do bibliotecário e docujnentarista.
A primeira conseqüência prática da Reforma de I962 foi a promulgo.çao da Lei ij.,08l4., de 30 de jujah.o de 19^2, que regixLajüientou as atividades profxssionais dos bibliotecários em todo o país,

E com essa pro-

vxdência foi alcançada outra importante reivindicação da classe; o
nível ujiiversitário e a valorização da carreira. Deve-se registrar aqui
o extraordinário esforço da PEBAB, na pessoa de seu presidente, a bibliotecária paulista Laura Ru.sso, que não poupou sacrifícios pessoais
para alcançar ,esses objetivos,
CURRÍCULO MÍNIMO
É também de lonoa data a tentativa de se obter ujíi denominador
comum, o currículo mínimo, para todas as escolas era funcionamento no
país.
j

cm

Sob os auspícios da Diretoria do Ensino Superior do MEC foi

constxtuj-da comissão, para esse fim,

1

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com representantes de todas as

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19

20

�escolas,

O interesse principal desse, providência era o registro, dos

diplomas, expedidos pelas escolas existentes^ naquela Diretoria,

Esse

processo, depois de longa peregrinação, foi despachado pela Diretoria
do Ensino Superior ao ConsellX) Federal de Educação que, pelo Parecer
nö 526, baseado nos artigos 9s

(alinea e)

e 70 da Lei de Diretrizes

e Bases, aprovou finalmente a fixação do currículo mínimo e determinou o tempo de duração para os Cursos de Biblioteconomia,
Arts 10;

3 currículo mínimo do curso de Biblioteconomia comr-

preenderd. as seguintes matérias:
a)

Histeria do Livro e das Bibliotecas

b) Histária da Literatura
c) História da Arte
d)

Int3X)dução aos estudos históricos e sociais

e)

Evolução do pensamento filosófico e científico

f)

Organização e administração de bibliotecas

g)

Catalogação e classificação

h) Bibliografia e Referência
i) Docuinentação
j)

Paieografia

Arts 22:

A duração do Ciifso será de três anos letivos,

ArtQ 52í

Ê obrigatória a obsei'väncia dos artigos IQ

e 22 a

partir do ano letivo de 1965»
Cujnpre assinalar a contribuição, mais

vez, do professor

Josué Montello que na qualidade de relator do processo no Conselho
Federal de Educação envidou todos os esforços no sentido de que mais
essa reivindicação fosse atendida em beneficio do ensino da biblioteconomia em nopso país,
TENDÊNCIAS MODERNAS DOS CUEBÍCüLOS
Muito embora se possa proclcunar como importantes conquistas todas as medidas aqui assinjiLadas, devemos estar previnidos no sentido
de que se observem, na prática, tôdas as suas reações, para futuras
decisões,
Além da incorporação das disciplinas 'de Docujuentação podemos
observar a tendência das escolas em incluir matéria do cultura geral
com o nítido, sentido de suprir as lacxmas de um imperfeito sistema de
ensino médio,

Qy.cr me parecer que esses objetivos são remanescentes,

de uma mentalidade que até bem pouco tempo prevalecia em nosso país.
Dentro do quadro gemi das tendências de ensino,

cm todos os campos

da pedagogia universal, observa-se que atualmente, a escola e a ciência pedagógica se defrontam com as dificuldades de estabelecer uma ligação entre o ensino

e o trabalho pixjdutivo, A ligação do ensino com

o traballTo produtivo é necessário tanto para a elevação da qualidade
do trabalho como para a assimilação dos conhecimentos abstratos. Assim,
pensamos, que, na aplicação prática do atual currículo mínimo — que

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�10.
n?ío impede absolutcjiiente a mplic-cSo de disciplineis - c.s matérias de
cultura geral (Literatura, Arte, História, Sociologia, Filosofia e
Ciência), sejcm ministradas com enfase absoluta no seu aspecto bibliográfico,

Entendemos quei para o bibliotecário moderno, tíLo iniportcnte

será o seu conhecimento sôbre essas matérias corno mais importante ainda será o seu Coniiecimeríto sobre fontes de pesquisas e todo o repertório bibliográfico sobre as mesmas,

O que,

em áltima cnálise, estabele-

cerá um vínculo- com as atividades práticas das bibliotecas ou centros
de documentaçSo,

NÜo se quer dizer com isso que se tente subordinar o

ensino ao trabalho, prática que se observou em algms países, socialistas, Mas, ao mesmo tempo, nZLo se pode deixar de reconhecer que está
ficando para trás, mesmo nos países n2o socializados, a estmturaçS.o do
ensino e- do trabalho

como dois processos independentes sem ligaçELo en-

tre êles,
Na formaçílo do bibliotecário moderno parece-nos deôuma importância a ligaçSo entre o

ensino

e o trabalho. Deve mesmo,

em nossa modeo^

ta opiniüo, ser êsse o seu princípio diretor,
I4..

CONCLUSOES

O Brasil ê uju país em marcha batida para o desenvolvimento,
uma taxa anual de crescimento demográfico de
mundo, as soluçCSes dos

Com

^^.s mais altas do

seus problemas só serüo alcançadas através do

aumento da pixjdutividade,

Quer no setor industrial, quer no setor de

produçíío agrícola, os índices de pixDdutividade terão que acompanhar o
ritmo Vertiginoso do

cresciraento populacional, A missSo do bibliote-

cário está vinculada a essas exigências,

Seüs. serviços, altamente es-

pecializados, serSo cada vêx mais necessários, NSo somente nas bibliotecas como também nos centros de documentação onde exercerão suas funções
de docujnentarista,

E também nos laboratórios de pesquisas, nas indus-

trias e ainda nos escritórios,
0 currículo münimo, estabelecido pelo Conselho Federal de EducaçS.0,

como o próprio nome sugere,possibilitará as Escolas de Biblioteco-

nomia e Docuiuentaçüo a inclufi2o de outras disciplinas modernas que forem
sm^gindo nos paises mais adiantados, Ê o ponto de partida para o currí-gciílo móvel que vem sendo

adotado nas esferas de ensino mais avançadas.

Diante desse panorama geral, bastante resujuido, no quel pixDcuramos n?5o entrar no mérito das discussões polêmicas ainda existentes cm
tômo de alguns pontos da estrutui^a c\irricular das escolas de biblioteconomia, podemos chegar a certas conclusões que nos autorizam a formular,

como feclio dês te trabalho, algujnas recomendações;
a) Sómente a aplicação prática do atual oujrrículo mínimo

poderá

nos trazer observações e conclusões sobre os seu£ defeitos ou suas qualidades (já se pode prever, que,

em algujis estados da

ederação, a sua

aplicação será muito difícil);

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gentilmente por:

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20

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE 3IBLI0TEC0N0MIÄ E DOCUMENTAÇIO

Novas tendencias de norraalizaçao dos trabalhos de
catalogação
por
Maria Luisa Monteiro da Cunha

o 9.O fo I'J) í

O

HZCt

Fortaleza
1963

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st e m
&lt;/

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1

�UNIVERSIDADE DO CEôRÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DXUMENTAÇÃO
7 a 14 de julho de 1963

"nnwA I - PxocessoB Técnicos e IntercâmMo
r
NOVAS TENDÊNCIAS ^ NORMALIZAÇÃO DOS TRABALHOS
DE

CATALOGAÇÃO

CDU 025.3:389.6

Maria Luisa Monteiro da Cionha

Diretora da Biblioteca Central da Universidade de São Paulo
Presidente da Comissão Brasileira de Catalogação.

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-gentilmente por:

I Sc a n

.O"
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lí

�NOVAS TENDÊNCIAS M NORMALIZAÇÃO DOS TRABALHOS DE CATALOGAÇÃO

Maria Luisa Monteiro da C,unha

"Tudo que facilita a pesquisa, contribui para o progresso da
ciência"?'

Can esta frase, Jewett, em 1851, iniciava o sôu plano de

'talogagao'Cooperativa♦

ójj

Cumpre notar, entretanto, que sua idela ja dat|

Va de meados de 1840, tendo sido exposta no outono de 1847

a

Henry

Stevens a quem manifestara o interesse de tornar seu plano
conhecido
*
A
9
**
dos senhoras ligados a biblioteca do Museu Britânico.
Segundo o
jeto de Jewett, qualquer biblioteca em crescimento poderia,

mediante

custo relativamente pequeno, publicar catálogos anuais ou bienais

da

suas eoleçõesj isso possibilitaria a um orgão central publicar a

dèter

9^nadO,S intervalos catálogos gerais de todas as bibliotecas do pais»

Propunha Jewett que o orgaO central a quem caberia a .tarejfa
de compilari editar e publicar o catalogo coletivo das bibliotecas

nojj

te-ameficanas fosse a Snithsonian Institution, com sede em Washington D»
C» ' Enitre 08 trabalhos especificados para a execução do plano» d,QÍ3
' recea nossa atenção por se referirem, de modo direto, a tentativa

me
de

nornalizaçao da técnica catalograficai

1(

A Smithsonian Institution publicaria regras para o
paro dos catalogos e

2«

solicitaria as bibliotecas interessadas na
publicação
dos Catalogos dos seus acervos, que os preparassem de
Bcôrdo coro .as regras supra referidas, para que^o
mate
rial pudesse ser estereotipado sob a sua direção
"

Foi tao decisiva a influência do plano esboçado

por

pre
"*

Jawett

na execução dos projetos posteriores de catalogação Cooperativa e

dos

catalogos coletivos, que julgamos oportuno transcrever suas próprias PS
lavras quando, em 1851, lançou as bases do projeto a que
com todo o empenho e aptidão:

^-se

dodioara

"Assim, cada estudante na América

dispj}

TH do meios para saber toda a extensão dos recursos a seu dispor para ö
penquiffA*

O local onde cada livro poderá ser encontrado será

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indicado

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s t e .O"
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lí

�*
no catalogo.

&gt;
Um sistema de permutas e de doagoes poderá ser estabeleci

do, de modo que toda a riqueza literária do país se torne acessível
cada pesquisador.

Quando o empréstimo da obra não fôr possível,

a

serão

elaborados resumos; as citações serão verificadas
e a anithsonian
/
f
Institution também se incumbira de fazer pesquisas que, em muitos casos,
poderão ser tão úteis ao estudante quanto o exame do próprio livro.Além
disso, mediante consulta ao catálogo geral, os compradores de livros pa
ra bibliotecas publicas poderão inteirar-se das necessidades

do

país.

Outro benefíôio do sistema é o de permitir que se modifique a forma

do

catalogo, i.e., a mudança do alfabético para o classificado, quando

de

sejavel.
logos.

Representa, ainda, grande vantagem, a uniformidade

nos catá-

Um grande grau de uniformidade será absolutamente indispensável

para sucesso do plano.

Sem dúvida, uma padronização total não

poderá

ser esperada, eis que a perfeição não é atributo da obra humana.

Tod^

via, este sistema permitirá alcançar uniformidade muito maior do que

a

que se poderia esperar.

âs regras de catalogação devem ser exatas e atender,
quanto possível, as necessidades aos leitores.

tanto

Nada deverá ser deixado

ao julgamento ou gosto individual do catalogador.

Êste deve ser pessoa

que tenha suficiente cultura, exatidão e constância na aplicação das re
gras.

Em casos de dúvida, será consultado o órgão central, ao qual

o

trabalho deverá ser submetido em sua totalidade, página por página,

pa

ra exame e revisão.

Assim, todos os catálogos serão organizados segun-

do um único plano.
Ainda que o adotado fosse aquele do pior dos nossos
ê
t
catalogos, desde que todos o seguissem, esta uniformidade de
pratica
tornaria os catalogos muito mais úteis, evitando-se, assim, o caos
discrepancias até agora existentes.

das

Esperamos, todavia, que seja adota

do o melhor sistema possível.

Outra consideração geral a favor do plano é ser ele um
de passo na concretização do sonho dourado de todo erudito
dor; um catalogo universal.

ou pesquisa

Se o sistema tiver sucesso neste país,

mesmo poderá ocorrer em cada país da Europa.

poucos em número

o

Quando tiver sido adotado

e levado a efeito de um modo geral, a reunião dos catálogos
resultantes

graij

, representará o total da

ra existente, o que tornará possível a publicação

de

coletivos
literatu

uma bibliografia

universal. Isto promoveria o progresso da ciência, eis que evidenciaria
o que ja foi tentado ou realizado, e o que falta ser obtido; reduziria

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�ou eliminaria a imprudência dos que escrevem ignorando o que outros ja
escreveram, aumentando, desse modo, a massa de livros, seni nada

acres

centar a scana dos conhecimentos.

expôs

O trabalho, tanto nos setores

tos, como em outros, propiciaria os grandes objetivos que temos em vij
ta, e, assim, deve merecer a atençao de todos os que se interessam por
A
estas questoes"i

Por dificuldades técnicas relativas as laminas de estereótl
po, o plano de Jewett não foi executado com sucesso, mas os benefícios
da catalogação cooperativa e dos catálogos coletivos amplamente

divul

gados nos últimos anos, provam que seu projeto não foi condenado
fracasso.

ao

Vemos, portanto, que os projetos atuais de catalogos coleti

vos, catalogação cooperativa, bibliografias nacionais e internacionais,
não constituem privilégio do nosso século, uma vez que sua origem,
América, remonta à quarta década do século 19.

Eis porque, ao

das tendências atuais da normalização na catalogação, não

na

tratar

poderíamos

deixar de fazer referência ao plano de Jewett, marco inicial das ativi
dades neste campo.

A semente lançada por Jewett frutificou em grandes

messes

nos Estados Unidos graças às atividades conjuntas da American

Library

Association e da Biblioteca do Congresso.
i
Traçar, mesmo em linhas gerais, o desenvolvimento da Catalo
gação naquele país e os estudos a que até hoje se dedicam biblioteca rios dos mais conceituados, seria tarefa longa e desnecessária,
não ha bibliotecário latino-americano que o desconheça.

pois

Salientamos

aqui, ànicamente, o papel de relevo da C.C.R. (Cataloging Code Revision)
comissão que tem a seu cargo a revisão total do codigo de

catalogaçao

da A.L.A., trabalho sobremaneira difícil, pois não se trata apenas

de

uma atualização de regras e sim de nova edição grandemente modificada,
graças aos estudos de Lubetzky

que durante vários anos procedeu

a

exame minucioso e crítica construtiva do código em apreço.
!
Caracteristica importante da nova edição - prometida

para

os primeiros meses de 1964 - é a de ser, como a de 1908, anglo-america
na.

Os Princípios estabelecidos na Conferência Internacional de Cata
0
/
*
logaçao realizada em Paris
nortearão o novo codigo, o que facilitara
sua aplicaçao em âmbito internacional.

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lí

�2. A IFLA e sua influência na Catalogação

Se até outubro de 1961, grande número de bibliotecários igno
rava o papel de relevo da IFLA em todas as questões técnicas e administrativas que direta ou indiretamente afetam as bibliotecas,

a

partir

dessa data não pode existir bibliotecário ou bibliografo que desconheça
7
o seu trabalho no campo da Catalogaçao.

Com suas atividades programadas de acordo com as

diversas

comissoes que articula e supervisiona, o Conselho da IFLA mantém,
anos, a Comissão de Regras de Catalogação, cuja finalidade é

na

promover

e difundir estudos que visam ao aperfeiçoamento da técnica catalografica em todos os seus aspectos.

Foi justamente essa Comissão que,

pelo

seu trabalho, evidenciou a necessidade de uma tentativa de • coordenaçao
dos princípios que regem as entradas no catálogo alfabético de autores,
indispensável em qualquer 'tipo de biblioteca.

Apoiada nas sugestões da Comissão, a IFLA resolveu programar
uma conferência internacional para cuja realização solicitaria o

apoio

do Council on Library Resources (Washington, D.C.) e da UNESCO.

Cumpre esclarecer que a origem da Conferência „L.Ltornaoiónal
Ä
0
sobre Princípios de Catalogação
data de inícios de 1950. Para efeito
do presente trabalho, faremos referência apenas à Reunião Preliminar rM
lizada era Londres em 1959 da qual participaram 20 bibliotecários espe cialmente convidados e que constituíram c grupo referido como " Working
Group on Coordination of Cataloging Principies".

Durante essa

Reunião

foi estabelecida a Agenda da C.I.C. acompanhada das recomendações

acêr

ca da constituição e trabalhos preparatórios do certame. Foi também ipro
posta e aprovada a instituição de uma pequena Comissão Organizadora

in

tegrada por quatro bibliotecários apenas, e que foram, respectivamente:
o Sr. A. H. Chaplin (Grã-Bretanha - designado secretário executivo);
Paul Poindron (França); Ludwig Sickmann (Alemanha); e um membro que
ria indicado por entidade da URSS.

Essa última designação, feita

Conselho Bibliotecário da URSS, recaiu sobre a S.nha N.A. Lavrova,
Gamara da União do Livro, de Moscou.

As recomendações do

se
pelo
da

" Working

Group on Coordination of Cataloging Principies" foram aprovadas

pelo

Conselho da IFLA em setembro de 1959.

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s t e .O"
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�^
/
De regresso aos seus respectivos países, levavam os vários mem
bros do Srupo, entre outras incumbências, a de organizar uma Comissão

Na

cional de Catalogação que, bem articulada, facilitaria o trabalho de

di

vulgação do temário da C.I.C. e o estudo dos documentos de base cuja

ela

boração, de acordo com os tópicos da Agenda, deveria ser logo processada,
a fim de que, por ocasião do certame internacional, os diversos delegados
oficiais não só já conhecessem os trabalhos apresentados, como também, sô
eles, manifestassem a opinião da maioria dos bibliotecários de seus pai ses.

3. A Conferência Internacional sobre Princípios de Catalogação; sucesso e
pro.iecão de um dos maiores empreendimentos da IFLA.
Sob os auspícios da IFLA, mediante subvenção do Council

on

Library Resources e com a colaboração da UNESCO, realizou-se em Paris, de
9

a 18 de outubro de 1961, a primeira Conferência internacional

sobre

princípios de Catalogação, cujo êxito foi assegurado pelo meticuloso

tra

balho preparatório, mormente nos dois anos que precederam o memorável cer
tame.

Dezesete documentos de base foram apresentados, mas o que faci
litou o trabalho da conferência foi a súmula que o Sr. Secretário Executi
vo da Comissão Organizadora elaborou, extraindo de cada trabalho o

essen

ciai para a formulação dos princípios que deveriam ser discutidos e

apro

vados.

Assim, tendo em mãos o Programa no qual figuravam os itens que
9
seriam discutidos em cada dia, bem como o correspondente
no
"Draft
Statement of Principies" e os documentos que a êle correspondiam, cada de
legado dispunha dos elementos necessários para minucioso estudo de

cada

questão.

Seja-nos permitido, nesta oportunidade, enaltecer, uma

vez

mais, a capacidade e alto espírito de organização do Sr., Secretário

Exe

cutivo da C.I.C., ao qual muito devem os participantes da conferência,eis
que seu laborioso e inteligente estudo facilitou sobremaneira a
de todos.

atuação

Basta lembrar que o "Draft" começou a circular dia 4 de

bro de 1961, portanto, um mês antes da C.I.C.

setem

Outrossim, a Comissão Orga

nizadora publicou e distribuiu entre abril de 1960 e agosto de 1961, nove
Boletins informando acerca do desenvolver de suas atividades.

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^Scan
^ ... ur...».,.,.

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1^

�Pormenor que não ficura no Relatório Oficial Preliminar
mas que elucida quanto a eficiência das atividades da C.I.C,,

e

que

após cada sessão, um pequeno grupo de trabalho, escolhido entre os

de

legados que mais se distinguiam durante a discussão do tema, era incuig
bido de estudar todas as propostas apresentadas, cabendo-lhe, então, a
tarefa de elaborar nova redação ou modificação do item do "Draft" rel^
cionado com o assunto tratado.

Êsse texto circulava entre todos

oa

participantes, sendo submetido a votação numa sessão subseqüente.

Os

votos pró ou contra, assim como as abstenções, eram registrados,

A

Comissão Organizadora, que para efeito da conferência*foi acrescida de
11
'
~
/
mais quatro membros,
estabeleceu horário que permitiu nao so a rej
M
M
^
9
00
lizaçao das sessões pela manha e a tarde, como também as reuniões dos
referidos grupos de trabalho e das comissões especiais para estudo

de

determinados topicos como bilingülamo, transliteraçao, glossário

de

têrmos de Catalogação etc, etc.

Mediante êste esquema, a Comissão con

seguiu doscutir todos os itens do "Draft" e aprovar o total dos Princí
pios à luz das discussões e emendas que surgiram.

A Comissão Organizadora reuniu-se varias vezes apos as

ses

sões para discussão de problemas atinentes à marcha dos trabalhos.Alem
disso, um membro, pelo menos, participava das reuniões dos

pequenos

grupos especiais de trabalho, figurando, em geral, na qualidad^

de

coordenador.

4. Aspectos dignos de especial menção

Sabem os bibliotecários, de longa data, que o princípio

da

autoria coletiva não era adotado na Alemanha nem nos países nos quais
~
1?.
~
a Catalogaçao se norteia pelas Instruções prussianas.
Por ocasiao
da Reunião Preliminar, em Londres, tivemos a impressão de que dificilmente a C.I.C, alcançaria êxito neste setor.

Todavia, para

surpresa

e satisfação de todos os delegados, o princípio da autoria coletiva fdt"
aceito por unanimidade, sem maiores lutas ou discussões,
repercussão essa adesão dos grupos acima referidos, 'que
Osborn

Teve tao boa
o

Sr,

, expressando a opinião de todos os delegados, pediu a

A.
pala

vra para dizer que só isso justificaria a realização da C.I,C.

Agrado geral foi também obtido com a aceitação, por

parte

da delegação de Portxigal, do documento no qual os delegados do

Brasil

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lí

�apresentaram as regras de entradas para autores brasileiros e portuguê
ses.

Un dos'delegados,

citando esse exemplo, :

formulou votos

de

que, em futuro não distante, se alcançasse o mesmo nos países onde

há

similaridade de línguas.

5. Modificações mais importantes sob o aspecto da técnica catalografica
até agora em vigor

•

Entre os Princípios adotados pela C.I.C. merecem

especial

atenção os relativos a autores individuais, entidades coletivas, obras
escritas em colaboração e publicações periódicas.

5.1.

Sociedades e Instituições
• *

»
Cumpre ressaltar que entre as grandes modificações na tecn^

ca catalografica decorrente da C.I.C., têm relevo as referentes às

en

tradas de entidades coletivas, uma vez que agora se enquadram total

e

logicamente nos princípios que regem as entradas de autor em geral, i.
e., a entrada se apoia num único elemento; o nome.

Voltamos ao*passado, relembando Cutter

que defendia

ês

te mesmo princípio, embora rejeitando entrada direta para entidades co
letivas, quo não tinham nomes característicos (4a. edição,' p.47)
Fino

, outro grande precursor neste campo.

e

Os participantes da C.I.

C. reconheceram, unanimemente, que o tratamento idêntico para as socie
dades e instituições redunda em maior acessibilidade e torna as regras
mais facilmente aplicaveis.

5.2.

Autores múltiplos

Ponto que suscitou discordância de opiniões (Cf. Princípios
da C.I.C. Votos. p.15) foi o que diz respeito aos autores múltiplos
quando se trata de obras com mais de três autores e não há nenhum
possa ser indicado como o principal.

,
que

Neste caso, de acordo com o prin

cípio aprovado, a entrada principal é pelo título, com secundária pelo
nome do autor citado em primeiro lugar na página de rosto, bem como pe
los outros autores desde que se julgue necessáiíio.

Pessoalmente,

pre

feriríamos que se mantivesse o critério estabelecido no código da A.L.
A. neste setor.

Aliás, na Reunião de Londres

em 1959, já havíamos

exposto êste ponto de vista.

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�5.3.

Coletâneas

Grande polêmica decorreu da discussão da entrada de coleta neas com título coletivo, para as quais os Princípios da C.I.C, determi
nam a entrada pelo título, com secundária para o compilador, desde
este seja conhecido.

que

Embora expressiva, a minoria que defendia a entra

da pelo nome do compilador ou editor nao conseguiu ver aprovada a

sua

proposta.

5.4.

Publicações periódicas

Mereceu aprovação, não só na C.I.C. como também no meio

bi

bliotecário brasileiro, a entrada das publicações periódicas pelo títu
Io corrente.

Esta prática, que também difere da até agora adotada

Io código da A.L.A.

e da VAT

pe

, facilitará sobremaneira o trabalho

dos compiladores e editores de Catálogos Coletivos de Periódicos. Além
disso, a sugestão de que sa "se julgar desejável, a fim de reunir nran só
lugar do catálogo todas as informações relativas a publicação inteira ,
poderá ser feita uma entrada secundária sob um só titulo preferencial"
amenizará a susceptibilidade dos que relutam em abandonar práticas tra
dicionais.

5.5.

Exemplificacão dos Princípios

A UNESCO está interessada em publicar, mediante contrato

,

ma edição dos "Princípios" da C.I.C. acompanhada de exemplos, como foi
sugerido pela Comissão Organizadora na sua reunião em Berna, em
de 1962.

Desse modo, os "Princípios" poderão ser melhor

agosto

assimilados

nos países cujo desenvolvimento catalográfico ainda não alcançou o

pa

drao dos que estão na liderança no concernente a técnica da Catalogação.
A indicação de um editor para essa edição será objeto de estudo durante
a reunião do Conselho da IFLA, em Sofia, em setembro de 1963.

5.6.

Nomes brasileiros e portugueses

Embora expressando a opinião da maioria dos bibliotecários
brasileiros e de constituir belo exemplo de cooperação profissional, eis
que grande número de bibliotecários abriu mão de práticas já consagradas

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�«V
fS*
/
em seu meio para nao prejudicar a possibilidade de uma uniformização ha
anos sonhada, as Regras para entradas de autores brasileiros e portuguê
ses apresentadas e aceitas na C.I.C. ainda não foram adotadas em
os estados do Brasil.

Dai termos öömparecido

todos

à reunião da Comissão Ca

rioca de Catalogação realizada no Rio de Janeiro a 9 de maio de 1963

,

com o proposito de dar resposta verbal a perguntas feitas pela referida
Comissão, ficando, então, estabelecido, que urge incentivar a aplicação,
não so das regras em apreço, como também dos "Princípios" em geral, em
A
^
todas as bibliotecas, escolas de biblioteconomia e centros bibliográficos e de documentação do Brasil.

5.7,

Listas especiais mediante contratos com a ütESCO

Tendo examinado os projetos apresentados pela Sra.

Siizanne

Honore e pelo Sr. Roger Pierrot, e em cumprimento à Resolução IV-A

2

(a, b) da C.I.C., a Comissão Organizadora, reunida em Berna em agosto
de 1962, decidiu solicitar ao Conselho da IFLA que estabelesse contra tos com a UNESCO para a compilação das seguintes listass

5.7.1.

Nomes de estados e outras autoridades territoriais

A Sra. Suzanne Honoré, da Biblioteca Nacional de Paris e

au

tora do documento de base Nß 6 apresentado à C.I.C., foi designada para
a compilação de uma lista padronizada de nomes de estados e outras auto
ridades territoriais.

O contrato, para esse fim, já foi firmado com

a

UNESCO.

5.7.2.

Clássicos anônimos

Caberá ao Sr. Roger Pierrot, diretor do departamento de

im

pressos da Biblioteca Nacional de Paris e autor do documento do base Nö
7 da C.I.C., a edição de lista de títulos uniformes para os
clássicos
A
/
^
anonimos de cada pais, assim como o preparo de uma relação das
obras
que se enquadram nas entradas de forma.

O contrato'com a UNESCO também

já foi estabelecido.

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^ ... ur...».,.,.

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1^

�10.
5.7.3.

Uso nacional para a entrada de nomes de pessoas

O primeiro contrato com a UNESCO, logo após a C.I.C., foi

o

do Sr, A.H. Chaplin, secretário executivo da Comissão Organizadora

d^

quele certame, a quem cabera a tarefa da compilação de uma sumula

da

prática adotada em cada país para as entradas relativas aos nomes

de

pessoas dele procedentes.

Para a execução do seu trabalho o Sr.Chaplin

já elaborou um questionário que foi amplamente distribuído,
entre os membros da Comissão Brasileira de Catalogação.

inolUBive

Na Argentina ,

a S.nha Emma Linares prestara colaboraçao ao projeto, incumbindo-se

do

levantamento de informações relativas aos nomes de autores latino-amer_i
canos e espanhóis.

5.7.4.

Quanto as outras listas mencionadas na Resolução IV (b) da C*

I»C., a Comissão Organizadora decidiu o seguinte; (a) que o preparo de
liâtas das principais entidades coletivas de cada país caberia mais ao
/
9
/
proprio pais do que a um único compilador; seria solicitada a colaborj
gao das bibliotecas da ONU e da UNESCO no que respeita às listas de en
tidades internacionais; (b) que a compilação de listas de autores dás
sicos gregos e latinos não e urgente, podendo ser objeto de consideraçao posterior ao preparo das listas acima referidas.

6»

Outras decisões da C. 0. na reunião de Berna (25/27.VIII.1962)

k Comissão Organizadora da C.I.C. reuniu-se na Biblioteca Na
cional da Suiça no dia 25 de agosto de 1962, a fim de examinar o Relat^
rio elaborado pelo Sr. Secretario Executivo e que seria submetido

à

apreciaçao do Conselho da IFLA durante a reunião que se iniciaria

em

Berna logo a seguir. Ficou estabelecido:

6.1.

que o Relatorio, depois de revisto e atualizado, seria distribuído a todos os participantes da reunião de Berna;

6.2.

que o documento em apreço seria apresentado pelo Sr.

Seorétário

Executivo durante a reunião da Comissão de Regras de

Catalogação

da IFLA no dia 27 de agosto dé 1962.

Digitalizado
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�11.
6.3.

Atividades dos Grupos Especiais constituídos durante a C.I.C.

Tendo alguns membros dos grupos especiais constituídos duran
te a C.I.C, sugerido ao Sr. Secretário Executivo que seria útil a conti
A#
^
^
/
nuaçao de suas respectivas tarefas, a Comissão Organizadora nao so aprg
vou estas sugestões, cotno achou que deveriam ser estimuladas as atlvlda
des nestes setores.

Os relatórios desses Grupos especiais, Incumbidos

de estudar, respectivamente; entradas de nomes arabes, de nomes hebreus,
de nomes indianos, de nomes iranianos, bilingüismo, liturgia e
textos religiosos, transliteraçao, ja

começam a circular.

desses documentos poderia constituir atividade da Comissão

A

outros
traduçao

Braailalra

de Catalogação para uso das escolas de biblioteconomia e das bibliotecas
em geral.

6.4.

Traducões do Relatório Oficial Preliminar

O Relatório Oficial Preliminar da C.I.C,, assim como os

Prin

cíplos adotados, já foram divulgados ou traduzidos em publicações periódicas de vários países, como demonstram os dados que se seguem:
Alemão, 2} Croata, 1; Espanhol, 2; Flamengo, 1; Francês, 4; Húngaro, 1}
Inglês, 9; Italiano, 1; Polonês, 1; Português, 2 (l em tradução mimeo grafada e 1 no Boletim Informativo da FEBAB); Russo, 2} Sueco, 1.

7.

Ação futura da IFLA no campo da Catalogação

A Comissão Organizadora aprovou, por unanimidade, que

fosse

solicitado ao Conselho da IFLA:
7.1.

cm

1

A prorrogação da ação da Comissão Organizadora até serem cum
pridas todas as Resoluções da C.I.C.

7.2.

^ que a IFLA edite todos os relatórios e listas decorrentes das
Resoluçoes da C.I.C. como publicações que seriam vendidas ,
aplicando-se as respectivas somas para financiamento de trabalhos posteriores acerca de problemas de Catalogação;

7.3.

que se iniciassem entendimentos entre a IFLA, a FID, a ISO e
a UNESCO para aplicação dos Princípios da C.I.C. nas bibliografias nacionais e internacionais;

7.4.

que se considerasse a possibilidade de futuros contratos com
a UNESCO para estudos relativos a: (a) dados bibliográficos
descritivos essenciais a serem incluídos nas entradas catalg
graficas; (bj princípios para a organização do material cor
respondente as entradas de autores de grande produção e
ou

Digitalizado
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�tras que, igualmente volumosas, dificultam o manuseio dos ca
talogos;
7.5.

que as organizações nacionais^^mais 'indicadas estudassem
as
. possibilidades da "catalogação na fonte" era seus respecti vos paises.
Informou o Sr. Secretário Executivo já estar em

elaboração

o Relatorio Geral da C.I.C. que incluirá, além dos "Princípios", os

do

aumentos de base e todas as atividades e trabalhos da Conferência.

8.

Passado vs. Presente

A Conferência Internacional de Catalogação, o maior certame,
no gênero, até hoje realizado, evidenciou que as atividades atuais

vi

sando à normalização dos trabalhos de Catalogação, podem ser consideradas consequencia natural da obra pioneira de Jewett, na América, e
Outlet e La Fontaine na Europa.

Nao estão os bibliotecários do

de

século

20 em atalhos que os colocam em posições antagônicas a esses predecesso
res e sim em etapas mais avançadas da rota iniciais a trilha cuja
9
A
e o progresso da ciência em todos os aspectos.

9.

meta

Recomendações;

Considerando que e ordem de comando no campo da Biblioteconp
mia a uniformização de técnicas, tanto no âmbito nacional como no inter
nacional}
Considerando que o almejado código luso-brasileiro de catalo
gação deverá nortear-se pelos Princípios adotados na C.I.C.

RECOMENDAMOS;
1.

Sejam as Regras para entradas de nomes brasileiros
e
portuguêses apresentadas no documento N2 13 da C.I.C. 20
postas em pratica em todas as escolas de biblioteconomia
bibliotecas, serviços de documentação, bibliografias ge
rais ou especializadas, catalogos etc. do Brasil}

2.

Que os Princípios da C.I.C. tenham a mais ampla divulga
ção no Brasil e sejam aplicados não sg nas bibliotecas
e serviços de documentação, como também no preparo
de
bibliografias.

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^Scan

�3.

Que a Comissão Brasileira de Catalogação estabeleça en
tendmentos com as instituições de Portugal para
que
também naquele pais sejam postas em pratica as Reccmen
dações N.s 1 e 2 acima;

4.

Que as secções estaduais da Comissão Brasileira'de »Cata
logação desenvolvam o melhor de seus esforços no senti
do de que as Recomendações N.s 1 e 2 ora apresentadas
tenham rápido cumprimento.

5.

Que se instalem Comissões estaduais da Comissão Brasi
leira de Catalogação nos estados onde ainda não existem.

O o o o o o o o
BIBLIOGRAFIA
1,

JEWETT, C.C. — A plan for stereotyping catalogues by separate
titles.
I Washington, 1851]
p.3

2,

p,g

3«

p, 3

4.

p. 12-14

5.

UJBETZKY, SEYMOUR
Catalogine rules and principies: a critique
of the A.L.A. rules for entry and a proposal design for their
revision»..
Washington, Library of Congress. Processing
Department, 1953.

6.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SÔBRE PRINCÍPIOS DE CATALOGAÇÃO. Ia.,
Paris, 1961 -— Exposição dos Princípios adotados pela Confe
rencia... In; Relatorio oficial preliminar, p.2-10.
Sao Paulo. Universidade, 1962]
Mimeogr.

7.

8.
9.

Relatorio oficial preliminar; trad. de M.L.M. da Cunha.
são Paulo. Universidade, 1962.
17fl.
Mimeogr.
Op. cit.

^

DRAFT STATEMENT OF PRINCIPLES; documento no qual o Sr. A.H. Chaplin,
secretario^executivo da C.I.C.,apresentou um esboço dos ^inci
pios extraidos dos 17 trabalhos de base elaborados para o certame.»

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14

15

16

17

1^

�14.

10.
11.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE FRINCÍPIOS DE CATALOGAÇÃO
p.l4

12.

THE PRUSSIAN INSTRUCTIONS; rules for the alphabetical catalogs of
the Prussian libraries; translated from the second ed.... with
an introduction and notes by Andrew D. Osborn.
Ann Arbor,
The University of Michigan press, 1938.

13.

ANDREW D. OSBORN, bibliotecário da Universidade de Sydney, Austrália.
Autor do documento de trabalho n^ 1 da C.I.C. Membro da Comissão
Organizadora. Eminente bibliotecário, com larga e substanciosa
produção bibliográfica no campo da Biblioteconomia e da Documentação.

14.

CUTTER, C.A.
Rules for a dictionary catalog.
Washington, Govt. Print. Office, 1934.

15;

FINÓ, iT. pílÉDâllC
Enc^ezamientos de entes colectivos.
Buenos Aires, Coni, 1948.

16.

IFLA. WORKING GROUP ON COORDINATION OF CATALOGUING PRINGIPLES.
Londres, 1959.

4th ed.

Grupo integrado por 20 bibliotecários convidados pela IFLA para
a Reunião preliminar da C.I.C. realizada em Londres em julho
de 1959.
17.

AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION
Cataloging rules for author and
title entries.
Chicago, 1949"
~

18.

BIBLIOTECA APOSTOLICA VATICANA
Norme Txsr il catalogo degli
stampati.
Terza ed.
Roma, 1949.

19.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PRUíCÍPIOS DE CATALOGAÇÃO. Ia.,
Paris, 1961.
Exçosição dos Princípios adotados pela Confe
rencia...
Relatorio oficial preliminar, 11.5, p.lO,
I são Paulo, Universidade, 1962j Mimeogr.

20.

CUNHA, M.L.M. da
IParis, 196l|

Treatment of Brazilian and Portuguese names.
19, 2fl.
Mimeogr,

"Working paper'^ n^ 13, apresentado a Conferência Internacional
sobre Princípios de Catalogação realizada em Paris sob os
auspícios da IFLA em outubro de 1961.
Distribuído também
em francês.
Divulgado no Brasil em português.

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lí

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a lit de julho de I96J

TEMA X

-

PROCESSOS TÉCNICOS E INTERCÍMBIO
/
o D ü

*

025,5 I 061,3 (100)

RElAjtfRIO OFICIM, PRSUMINAH
da
TCI^_ INTERNACIONAL DE CATALO(

tradnzido

p-or

MARIA lüISA MONTEIRO DA CUNHA. ♦

«• ANEXO AD TRABALHO!

"NOVAS TENDÊNCIAS DE NORMALIZAÇÃO

DOS TRABALHOS DE CATALOGAÇÃO, da AUTORA.

♦

Delegada Btrasllelra a Conferencia Internacional Sobre
Pi^ncípios de Catalogação
Dltetora da Biblioteca Central da. Universidade de São
Patilo
Pcofessora de Catalogação da Escola de Bibliotecono •»
nda de São Paulo
Pjfostdehtc da Comissão Brasileira de Catalogação

Digitalizado
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�IV

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E
universidade do ceara'

D0CUMENTAgS!0

7 a 14 de julho
1965
coneerencia internacional de CATALOGAÇÂ'0
CDU 025.3:061.3élOO)
Introdução

,

.

,

&gt;

A Conferencia Internacional de Catalogaçao patrocinada pela F,I,A,B,
Federaçao Internacional de ÊBsacinÇDçãvde Bibliotecários - I.F.L.A.) e con o
auxílio de subvenção do American Council o« Library Resources, de Washington,
realizou-se'na UIíESCO (edifício das conferências), en Paris, de 9 18 de outubro de 1961,
A
O bjetivo da Conferencia, expresso na Beunião Preliminar levada a
efeito en Londres em julho de~ 1959, foi "Alcançar acordo nos princípios básicos que govornq.a' a escolha e forna de^'entrada no catalogo alfabético de
autores e títulos
Con esta finalidade en vista, foi solicitado as associações de bibliotecários e outras associações do
interessadas 'en todos
en todos os paizes con os quais . poderia ser etsbalecido contacto,que instituísse conissões nacionais a fin de ques respectivos delegados fosson designados o Snstruidos quanto aos objotovos do certame. Varias organizações innaciohais foran tanben convidadas a p participar- da Conferencia, Documentes
de trabalho sobre assuntos
sugeridos na Reunião Prolininar*- foran elabgrados
e distribuidos anplanento para estuíJos e conentarios. Baseando-se nesses
trabalhos e conentarios recebidos^ o Sr, Secretário í-xecutivo preparou' un
projeto do^ do Exposiçãè dos princípios que foi distrifeuidos aos participantes e as suas organizações antes do início da Conferencia,
A
M
%
As sessões da Conferencia
foran »priuá!±í)aint&gt;nte dedicadas a discussão geral sobre cada sccção do Projeto de Exposição
dos princi-pios
o respectivas enndas, ^epois dc discussão geral sobre cada se.cção do
projeto, durante a qual as delegações apresentavan cnendas,era constituido un grupo do trabalho que juntanontc
con nenbros da Conissão Organizadora anpliada, considerava as enendas o oa problenas ressaltados durante a discussão geral preparando, então, un texto revisto da sessão qtio
era subnetido a votação no decorrer desuna sessão ulterior da Conferencia.
O texto da exposição final decorrente desse procedincnto rccebor aprovação
dc grande naioria dos participantes, Aicn" das sessões gerias
concernentes a
Exposição dos princípios q ^^esoluçõcs gorais, alguns grupos especiais se
reuniran durante a Conferencia elaborando rolatorios quc serão publicados
nais tardo juntanonto
con~ o relatrio conpleto do Certame,
O te;{to da ^xposição de princípios o outras I^esoluçocs aprovadas
pela Confcrcncia, as listas dos delegados e dos grpo's especiais,bcn cone
un resuno dft cotação figuran a' seguir,
RESOLUÇÕES
Resolução I
sição
'
naisi
( 1 )

cm

1

A
^
T
Do acordo con os votos registrados, a Conferencia aprova a Expode ptlaoípios abaixo transcritos,
Solicita aos delegados nacionais oficiais o as Conissões nacio^
que den a nais anpla publicidad ao texto da Exposição de
pios Òntre bibliotecários, editorcsj livfeíros è inutôíidades íèê»
^ôhsavois nos sclis respectivos países';

I Digitalizado
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�-2(2) quo tonen as ncccssarias nodidas no sentido do (a) seren as regras
do catalogação cn seus países estabelecidas ou revistas e postas en prá
tica tão logo quanto possível c do confornidade c'on os princípios adot^
dos pela Conferência; (b) que esses nesnos princípios sejan tonados en
consideração na-conpilação das-bibliografias nacionais.
Pode, ainda, ams delegados oficiais do organizações internacionais^'
que tornen o texto da Exposição do princípios conhecido dos nonböos nacionais de suas organizações.
Solicitada a Secretaria que divulgue o texto da Exposição de principies en todos as países e organizações internacionais não representai
dos na Conferência, nas que se presune interesse na Catalogação,

EXPOSIÇÃO DOS,princípios
adotados pela Conferencia Internacional
sobre princípios de Catalogâção
Paris, outubro de 1961.
1 • Alcance dos principios.
Os principios aqux fornulados se aplica'unicanente a escolha e forna de cabeçalhos e palavras de entrada - i.e.,- aos princi^jais elenentos
que deteminan a orden das entradas nos catálogos de livros inpressoa /
nos quais são conbinados nuna so orden alfabética as entradas pólos
nes de autores c,'quando estas são insuficientes ou inadequadas,
pelos
títulos das obras. No estabolecinento desses principies foran partioalarnente consideradas as grandes bibliotecas gerais, nas sua aplicação
aos catalõgos de outras bibliotecas e listas alfabéticas do livros tanben se redonenda con as nodificaçoes pelas finalidades desses catálogos
01^1 listas,
2» Funções do Catálogo.
,0_catálogo deve ser uu instrunento eficiente para deterninar:
2.1. se a biblioteca contón "deterninado livro caracterizado
(a) pí^lo sou autor e pelo título, _ou
(b) pelo título apenas, se o autor não figura no livro, ^
(o) por un substituto apropiado quando tanto o autor cone o tí, ,
tulo são inadequados ou insuficientes;
2.2. (a) quais as obras de deterninado autor
~
j deterninada
j 1.
j
■, obra
1.^
vbO quais as edições
de

^
existen na biblioteca.

5. Estrutura do Catálogo.
, Para cuaprir essas funções o catálogo deve conter:
3.1. no nínino una entrada para cada livro catalogado o
3.2. nais de unã entrada para cada livro, senpre que o interesse dos •
loitçres ou as -caracteristicas do livro e exijan,cono por exenploi

%

3.21.
'
3.22.
'
'
3.23.
'
3«24»
3.25.

quando o autor e conhecido sob nais do un none ou forna de
none, ^
quando o none do autor foi identificado nas não figura na
pagina de rosto do livro, ou
quando vários autores ou colaboradores contribuíran para
a produção do livro, _ojj
quando o livro e atribuido a diversos autores, ou
quando o livro contcn una obra conhecida sob varies títulos.
é

4* Tipos de entradas.
As entradas poden ser: principais, sodundárias e_ ronissiyas.
1«Nesta exposição de principies a palavra "livro" abrange não 30■ o livro prí
prianonto --''.ito cono tanben outros í^.ocunentos da nesna nnturezQ,
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�■ '
-34»1. Cada livro dovo ser objeto de una entrada conplota . a entrada
•principal - dando todos os pornonoros necessários a identifica,
ção da obra. Outras entradas poden ser feitas quer sob a forna do entradas secundárias (i.e. entradas adicionais baseadas'
na principal o produzindo total ou parcialmente sob outros oa^
beçalhos a infornaçSo contida nesta últina ()., quer cono renis
sivas (que oriontan o leitor levando-o a outros lugares no catalogo . O»
5« Uso de entrada DUltiplas.

*

é

4

t

As duas funções do catálogo (vido 2.1. e 2.2.) são nais efioicntenente executadas por neio de
5.1. una entrada para cada livro sob un cabeçalho derivado do nona
' ' do autor ou do título tal cono inpresso livro ^
5.2. quando ocorren várias fornas do none do autor ou do titulo,por
una entrada para cada livro sob un cabeçalho uniforne constituídò por deterninada forna do none do autor ou determinado tí
tuloj ou, no caso de litros não identificados pelo autor ou p£,
Io título, um cabeçalho uniforne constituido por un substituto
' ' adequado do título ^
5.3. entradas secundárias o/ ou renissivas adequadas.
6. Função dos diferentes tipos de entradas.
6.1. A entrada principal para obras catalogadas pelos nones de autü
res deve ser un cabecaJ^ho uniforne. A entrada principal das
bras catalogadas polo titulo podo ser o título tal cono inproso no livro com entrada secundária sob
titulo uniforne
^
un título unifornó con entradas secundárias ou renissivas para
os outros títulos. Esta últina prática e a reconendada para a
catalogação de obras nuito conhecidas, especialnente'as que se
identificam por un título de uso corrente (vide 11.3«)5
6.2. Entradas sob outros nonos ou fornas de none para un nesno au-~
ter devem, en geral, ter a forna de renissivas; todavia, en traídas secundárias poden ser adotadas en casos especiais«^
6.3. Entradas sob outros títulos para a nesna obra deven en geral ^
ser entradas secundarAas;^entretanto, renissivas poden ser enprogadas quando uma roferencia pode substituir un numero de en
' ' tradas secundárias sob un~so cabeçalho,5
6.4. Entradas secundárias (ou, segundo o caso, renissivas)'deveriam
ser feitas sob nomes de co-autores, colaboradores etc. e sob /
títulos de obras cuja entrada principal e o none do autor sempre que o título constitui alternativa importante para identifi
,
cação.
2» O terno "cabeçalho uniforme" foi adotajjo en substituição ao tôrno
"cabeçalho padronizado" cnprcgado no texto submetido a Confergncia
tendo em vista a objeção que se segue :"'cabeçaH^o padroTiizado"poderia
fazer crer tratar-se de cabeçalho aprovado por um organismo de noraa
' lização.
3« Os principios ..estabelecidos para a catalogação de obras entradas pelo título podem também ser seguidos para o arranjo de entradas sob um
oabeçalho de determinado autor.
4« Por exemplo,qdo, determinado grupo de obras está associado a detern^
' nado none. '
5. Por exünplo, Guan:lo detcrrdnr/ia variante do título foi usada en oer—
toe ■ ' ■ ■
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\Scan
]_'4

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l'í

�7 • Escolha do cnbeQalho Unlforne.«
O cabooalho uniforpe deve en geral sor o nou© (ou a forna do
none) ou o titulo que nais frequontenente figura en edições das obras"
oatalogadàs ou en reforencias a seu respeito encontradas on fontes autorizadas.
9 «

4

7.1» Quando ha edições en vtirias línguas deve ser proferido un oabje
çalho na lingua original; entretanto, se ossa lingua não for
usyalnente enpregada no catalogo, o cabeçalho poderá ser de
aooÄdo con edições o referencias en una das linguas utilizadas
no"catalogo,
*

8. Atttor individual»
8.1. A entrada principal de cada edição de una
no sendo dô autoria de una so pessoa deve
individual, Paz-se una entrada secundária
o título de cada edição na qual o none do
, ^ pagina do rosto.

obra identificada eo»
ser o none do autor
ou una renissiva sob
autor não figura na

8.2. O cabeçalho uniforne deve ser o none pelo qual o autor e
fr^
quontenente identificado nas edições de suas obras,^ na forçia
corrente e nais conjileta sob a qual conunonto apareça, salvo
nos casos seguintes:
8.21. un oujjto nono ou forna de none poderá ser usado cono est
beçalho uniforne desde que se tenha consagrado polo uaõ
geral quer en referencias feitas ao autor en obras biográficas, históricas ou literárias, quer en relação con
suas atividades publicas distintas das que ten cono au'
'
tor;
8,22. una característica para identificação suplenentar deverá
sor acrescentada, caso necessário, paia distinguir o aja
tor do outros que tenhan o nosno none.
4
9« BHtrada de Entidades Coletivas
i I
9.1» A entrada*principal de una obra deve ser o none da entidade~c^
letiva (i.e. una instituição, entidade constituída ou assenbleia de pessoas conhecida por un none corporativo ou colotivõ)
9.11» quando, por sua natureza, a obra e necessarianonte a expressão do pensanento ou atividade coletiva da entidade?#
ainda que assinada por una pessoa na capacidade de funci^
,
nario ou servidor do orgão en questão, ^
9.12,

6;
7.
*
8.

quando os dizeres do título ou da página de rosto conside
rados en relação con a natureza da obra indican de nodo 7"
claro que a entidade e coletivanente responsável pelo conteuc'.o da^obra^
11.^ I II !■ IjlJ—
Sujeito a Socçao 7.1.
Por exenplo, rèlatórios oficiais, regras e regu^açontos, nanifestoa,
progranaa e registros do resultado de obras coletivas.
(xtâa Por exenplo, publicações seriadas cujos títulos oonsisten nun
temo genérico (Bolotin, Transactions, toe.) precedido ou seguido do
none de una entidade coleti-Ç-a e que incluon algun relato ou descrição das atividades do or^ão.

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�9.2» En outros cagos, quanuo una entidado coletiva oxercGU função x
subsidiaria a do autor (tal cono a de editor intelectual) ona
entrada secundaria devera ser feita sob o nona da entidade.
9»5» En casos passiveis de duvida a'entrada principal podo ser quer
pelo none da entidade coletiva, quer pelo título ou o none do
autor individual, con entrada seJunJ.ária en cada'caso sob a aj^
, ternativa não escolhAda para a entrada principal«
9,4« O oabeoalho uniforno para as obras que ton entrada pelo none do
una entidade coletiva, deve ser o none sob o qüal a entidade ©
frequentenentô identificada en suas publicações, exceto nos oa3ÕS seguintes:
9.41« quando en suas publicações ocorren frequentenente variações da forna do none, o oabeçalho uniforno deve ser a f^r
'
'na oficial do none}
9«42« quando a entidade coletiva ten nones oficiais en varias"/
linguas, o cabcçalho deve ser na lingua que nelhor se a4
' dapte aos interesses dos utilizadores do catálogo»
9«43» quando a entidade coletiva e geralnente conhecida por un
nono corrente, esto none (nuna das linguas usualnente e^
'
' pregadas no catalogo) deve ser o cabeçalho unifornej
9»44« para as publicações dos ^stados e outras autoridades tej»
ritoriais, o cabeçalho uniforno deve ser a foma sob a
qual o territorio en questão o conunente designado na liij
gua que nelhor se adapte aos insteresses dos utilizadorea
' do catalogo;
9«45» se a entidade coldJiva usou sucessivanente nones diversos
que não poden ser considerados pequenas variações do no^
no none, o oabeçalho para cada obra deve ser o none"adotado pela entidade no nonento da publicação da obra, re' lacionando-se os diferentes nones por neio de renissivas^i
9.46, acrescenta-se una caracteristica suplonontar de identificação, quando há necessidade de distinguir a entidade
' •
letiva de outras con o nesno nòne.
9»5« As constituições, as leis e os tratados, e outras obras da nesna
natureza, deven ter entrada pelo none do Estado ou da pelo none do
Estado ou da autoridade territorial apropiada con títulos fornais
ou convencionais que indiquen a espécie do docunento. Entradas se
cundárias pelo titulo'verdadeiro deven ser estabelecidas secpre /
' ' que sejan necessárias.
9,6« Una obra de órgão subordinado a entidade superior tera entrada peIç orgão subordi^T^-^r» saTyo nos casos seguijrbes.

^

9.61. se o proprio none inplica subordinação ou função subordinada
ou e insuficiente para identificar o orgão subordinado^ a en
trada principal se faz pela entidade superior, seguida da /
subordinada cono sub-oabeçalho;

9«Desdo que se estabeleça con certeza que os nones sucessivos se aplioãn
ao nesno organisno, todas as entradas po'en ser reagrupadas sob o nono nais recentô, con feniasivas dos denàls.
10« Nesta secção, a palavra autor o enpregado de nodo a se aplicar iguâ^
nente a tina entidade coletiva sob o none da qual se fazen entradas»
(Vide 9),

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I Sc a H
st em
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lí

�10,5 Coletâneas
A entrada principal para ma coletânea enfeixando obras
independentes ou partes de obras de diversos autores

deve

srer feita
10.31» pelo título da coletânea^
.

se se tratar de um título gg

ralj

10*pelo ipme do autor ou pelo título da primeira obra,câ
,

so não haja título geral;

10,33« Nestes dois casos, deve ser feita entrada

secundaria

p^o nome do compilador (isto e, a pessoa que assumiu
a responsabilidade de reunir os textos da coletânea
.

recorrendo a fontes variadas),

10«Exceção:

Se o nome do compilador aparece em evidência

na página de rosto,
.

-

10,1;,

se este for conhecido;

compilador,

a entrada principal pode ser pelo

com entrada secundária pelo título.

Quando partes sucessivas de uma obra são atribuídas a
diferentes autores, a entrada principal deve ser feita pelo autor da primeira parte.

Obras catalogadas pelo título
11»1

Tem entrada principal pelo título:
11,11 obras cujos autores não foram identificados;
11,1Z obras do mais de três crutores não sendo

ne-*

nhum o autor principal (vide 10,22.)
11,13 coletâneas de obras independentes ou de paj;
tes de obras de diversos autores publicadas
sob um título gorai;
llffl/; obras (inclusive as publicações periódicas
e as obras pertencentes a uma série)

conhe-

cidas principalmente, mais pelo título do que
por um noine de autor,

11, Houve minoria importante dr. Conferência que não
o texto que figura ^b (10,3)

aceitou,

c se pronunciou a favor dlo

seguinte»
10,3 ^ entrada principal de uma coletânea enfeixando

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o*-

�- 7 ■feras independentes ou partes de obras de autores diversos deve ser feita
quando a coletânea tem -um título geral t
10,311 pelo nome do compilador (isto éj a pessoa que
assumiu a responsabilidade de reunir os tex tos da coletânea recorrendo a fontes varia
das)}

«-

se o seu nome figurar na página d© ros-

to}
10^312 pelo título da coletânea se o nome do compila
dor não figurar na página de rostoj
quando a coletânea não tem título geraijpelo nome ^
autor ou pelo título da -primeira obra da coletânea •
■Uma entrada secundária deve ser sempre feita pelo no&gt;
ma do compilador (se for conhecido),

caso ele não

Ja escolhido como entrada principal;

e pelo

ti" tulo.

quando a entrada principal é pelo nome do compilador.
Uina entrada secundária ou uma remissiva deve ser fe^L'
ta.pelo título para:
11.21

edições anônimas de obras cujos autores foram
identificados;

11.22

obras cuja entrada principal e pelo nme do ajj
tor, quando o título e outro elemento impor .

tante de Identificação;

11,23# obras cuja entrada principal e pelo nome

d e

■uma entidade coletiva, mas que têm títulos Câ
racterísticos que não incluon o nome da entlll»2ii.,

dade;
coletâneas cuja entrada principal é feita ex-cepcionalmente pelo nome do compilador,

O cabeçalho uniforme (no concernente às entradas prlß
dpais ou às secundárias, vide 6,1,) paras as

obras

cuja entrada e pelo título deve ser o título origi nal ou o mais freqüentemente usado nas edições da o12
bra
, exceto no caso seguinte:
11,31«

se a obra for geralmente conhecida sob um título de uso corrente,

este deve ser escolhidlo

como; cabeçalho uniforme.

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�U.ij.,

o cabeçalho tmiforme para obras ctijas partes suoessl VSLS Ott os volumes têm títulos diferentes deve ser o ti
tolo da primeira parte, a não ser que a maioria das pag;

.

.

11«5«

te» ou volumes tenha um outro título.
Quando uma publicação em série e publicada sucessiva «
mente sob diferentes títulos, uma entrada principal dfi
ire ser feita para cada título abrangendo a serie de faß
oíctúLos que tem esse título, mencionando-.se pelo möms
o imediatamente anterior e imediatamente posterior,T3ma
entrada secundária pode ser feita para as slries em.
preço sob um só título preferencial^^.
Se, entretanto, as variações do título são mínimas,

a

forma empregada mais freqüentemente pode ser usada eo.

.

11«6,

mo cabeçalho uniforme para todos os fascículos'.
Os tratados e as convenções internacionais multilaterâ
ia, e certas categorias de publicações que não tOT título característico, podem ter entrada^ sob um cabeça
lho uniforme,

convencional, escolhido com.o objetivo

de tornar conhecida a forma da publicação#
«
12.

PALAVRA DE ENTRADA PARA OS NOMES DE AUTORES INDIVIDUA/.
IS
Quando o nome de um autor individual inclui várias pa-

lavras,

a escolha da palavra de entrada I determinada, tanto

quanto possível, pelo uso consagrado no país do qual o portador do nome e cidadão, ou,

se isso não puder ser feito,

pelo

ttso admitido na língua que ele em geral emprega.

12

Sujeito à Secção 7»1«

13

se se j'ulgar desejável, a fim de reunir mm só

lugar

do catálogo, todas as informações relativas à pxiblica •
ção inteira.
1/;

se se julgar desejável, a fim de reunir num só

lugar

do catálogo todas estas publicações.

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1^

�mm ^ mê
RESOLUÇÃO

II

A Conferência decide:
1,

que a Comissão organizadora, tal como foi ampliada, permâ.
neça, em funação ate à próxima reunião anual do
da F,I,A,B,,
a)

Conselho

a fira de:

assegurar aos textos adotados pela Conferência as oog
reçoes redacionais que se fizeram necessárias;

b)

incumbir-se da difusão destes textos a todos os delegados e observadores, a todas as comissões

nacionais

e outras organizações participantes, bem como aos periódicos profissionais;
a)

editar e publicar o relatório da Conferência;

d)

garantir a execução de todas as resoluções da Confe rência;

e)

assegurar o prosseguimento^ dos trabalhos iniciados no
decorrer da Conferência, pelos grupos especializados ;

t)

conservar e aproveitar o material documentário reunido no decorrer da preparação da Conferência e durante
a própria ôonferência;

g)

submeter à secretaria da F,I.A.B, uma lista dos asstiß
tos que poderiam ser objeto de estudos ulteriores

no

domínio da catalogação;
2*

que se encarregue a secretaria da F,I.A.B, de estudar os
meios que permitam continuar o trabalho encetado pelaCoji
ferência-e os assuntos de estudo ulterior no domínio
catailogação,

e de esforçar-se por-encontrar os

da

recursos

financeiros que assegurem a execução dos projetos aprov^
dos pela Conferência e dos projetos Justificados por todo programa faturo,

RESOLUÇÃO

III

A Conferência julga necessário que, no interesse do trabalho internacional futuro,

as comissões nacionais criadas era

fimção' da Conferencia sejam.mantidas e continuem a cooperar
can a Comissão organizadora.

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l'í

�- 10 RSSOLUÇiO

IV

Pro.letos a empreender.
A.)

A Conferência propõe que os seguintes projetos sejam

e^reendidos sob a direção da Comissão organizadora»
1»

a publicação, dentro de um prazo mínimo, de uma

sumula

da prática adotada em cada país, para as entradas relat^.
vas aos nomes de pessoas dele procedentes;
2«

a preparação e publicação das listas seguintesi
a) tmia lista dos nomes de estados e outras
territorias,
catálogos,

autoridades

sob a forma adotada para as entradas nos

em conformidade com os nomes oficiais usa-

dos por estas próprias autoridades,

e consignando

os

equivalentes nas principais línguas do mundo;
b) uma lista dos títulos uniformes para os clássicos anô
nimos de cada país, com os equivalentes adotados

nas

línguas de outros países;
c) uma lista limitada de categorias de publicações

que

podem ser catalogadas sob ura cabeçalho convencional ^
correspondendo à forma da obra,
B) A Conferência, reconhecendo ser desejável a elabora ção de certas listas de cabeçalhos uniformes (por

e-

jccnplo dos nomes de autores clássicos gregos e lati nos, dos nomes das principais entidades coletivas e xistentes em cada país, bem como das organizações irtternacionais importantes), propõe, a título de experi
encia,

que se estabeleça um numero limitado destas li^

tas,
RESOLUÇÃO

V

A Conferência recomenda que os países que pertençam, integral ou parcialmente, a uma mesma área lingüística procedam
asr consultas necessárias,

com o fim de unificar suas práticas

respectivas concernentes à forma de entrada dos nomes de pessoas na língua comum.

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^Scan
^ ... ur...».,.,.

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1^

�« 11 R E S o L U Q~l O

VI

A Conferência recomenda que a

em conjunto

as outras organizações internacionais interessadas,

com

esrtude as

incidências que poderia ter sobre as regras de catalogaçãa

a

utilização das máqxiinas eletrônicas e, de maneira geraljde tg^
do processo mecânico,

especialmente nas grandes biblioteca»

gerais,
RESOLUÇÃO

VII

A Conferência deseja que seja estudada a

possibilidade

de se completar posteriormente a Exposição dos princípios» cm
relação a um certo numero de pontos susceptíveis de mera «er
im acordo internacional,
RESOLUÇÃO VIII
A Conferência congratula-se pela vontade de cooperação
reafirmada pelo delegado da ISO e deseja que a mais
ligação seja mantida entre a F,I.A«B:. e a ISO,

estreita

e specialmeß

te m que concerne às referências bibliográficas e à transllto ração»
RESOLUÇÃO

IX

A Conferência faz. questão de lembrar que,

se pôde atln. »

gir com sucesso seus objetivos e chegar a um acôrdo muito extenso sôbre os princípios de catalogação; deve este suce.sso
aos recursos muito importantes postos à disposição da F,I,A«B
pelo "Council on Library Resources", Esta ajuda permitiu
gurar a preparação da Conferência em condições excelentes

e

reunir especialistas responsáveis de. um grande número de países e de organizações internacionais,
A Conferência exprime sua gratidão ao "Council on Ltbra^
ry Resources" por sua ajuda generosa.
Apêndice I
DELEGAÇÕES
O número de participantes foi de IO5, ou seja:

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as delegâ

I Sc a H
st e m
&lt;/

14

15

16

17

lí

�iz çSes de 53 países e de 12 organizações internacionalSj

aléa

das membros da Comissão organizadora designada em Londres

em

1959 6- dos auteres de documentos de trabalho nomeados pela
missão« Assistiram igualmente à Conferência lOij.

obffempadorea

de 20 países.
Delegações nacionais:
Alemanha (República federal)

Iugoslávia

Argentina

Jam

Austrália

Japão

Áustria

Líbano

Bélgica

Luxemburgo

Brasil

México

Bulgária

Nigériaj"Ghana, Sierra L e o ne
(Associação dos bibliotecários
da África Ocidental)

Canadá

Noruega

Ceilão

Nova-Zelândia

Che CO slo vâq-ui a

Pasquitão

Chile

Países BaiTOS (Holanda)

China (República)

Perú

Colombia

Polonia

Coréia (República)

Portugal

Dinamarca

República Sul-Africana

Espanha

Ròdésia e Niassalândia (Federa,
çao;

Estados Unidos da América

Rumênia

Finlândia

Singapura

França

Suécia

Grã-Bretanha

Suiça

Guatemala .

Tailândia

Holanda (V, Países Bai2a&gt;s)

Turquia

Hungria

URSS

índia

Uruguai

Indonésia

VietnaBi (República)

Irã

Vietnam (República demooíática)

Israel
Itália

Digitalizado
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I Sc a H
st e m
&lt;/

14

15

16

17

lí

�** 15 ^
. ilTrb.erpftç^py^g:
Associiação das bibliotecas de Judaica e Hebraica na Eurfi;
pa;
Associação internacional dos bibliotecários e docamentaliatas agrícolas;
Associação das bibliotecas jurídicas;
Associação internacional das bibliotecas musicais;
Associação internacional dos editores;
Bibliotecas das Nações Unidas, Nova Ifork;
Bibliotecas das Nações Unidas, Genebra;
Federação internacional de documentação;
Federação internacional dast associações de bibliotecários;
Organização das Nações Unidas para a alimentação e a a ~
gricultura (biblioteca);
Organização internacional de normalização;
Unesco»
Aat delegações seguintes, que haviam sido designadas, não pude
ram participar da Conferencia;
Cuba;
Alemanha (Republica democrática)5
Republica Árabe Unida;
Comunidade internacional das associações de IIttoItos»
Apêrtdice II
COMISSÃO ORGANIZADORA
Designada na Reunião Preliminar de Londres (julho, 1959)*
M, Paul Poindron, Conservador Chefe - WLrection dos Blblloth^
ques' de France, Paris (Vice-presidente)
*
Senhorinha N,A. Lavrova^

Secretária Científica e bibliogiafö

, chefe - C^ara do Livro da União, Moscou,
Dr. Ludwing Sickmann,, Docente - Bibliothekar-Iehrtnstttat des
. Landes; Nordyhein-V^estfalon, Colônia.
Mr, A, H,

Chaplin,

Conservador - Department of Printed Books^

British Museum, Londres (Secretário execatlvo).

Digitalizado
-gentilmente por:

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14

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16

17

lí

19

�« llt Mqnbi*os aue ampliaremi a Comissão tendo sido designados daraft*
te a Conferência em Paris (outubro, I96I)t
t
Bara, Maria Luisa Monteiro äa Cúríha •• Biblioteca; Central da IInlversidade de Saa Pauloj Brasil*
Dr* Adjro«' Oêíbom, Bibliotecário
tralla*

Univejfslty of Sydliaey, Aua ••

Shri Benoyendra Sexigupta|^'Bibliotecário Assistente « BibQ.lotâ
ca Nacional, Calcuta*
Dr» VJyilis- E, Wírtght, Bibliotecário - Williams College, VELU^
liamstown, Massactasretts,
Apendiee III
VOTOS
Ab resoluções I a IX foram adotadas por unanimidade,
A votação concernente ao texto da Eaqoosição dos principe,
os se processou segundo o solicitado pelos d^egados, ou se •»
ía,

sucção por secçSo, Para todas as secçõe», a maioria

d.o $

votos se pronunciou a favor do texto submetido pelos grupo0
de trabalho;

as cifras de cada.votação figuram abaixo ( a o»-

pecificação dOs votos de oposição e de abstenção,
plicações fornecidas por algumas delegações;

com as ex

serão publicadas

no relatorio completo da Conferência)« Os representantes da P
I.A^B,

e da Associação Internacional de Editores não partici-

param da votação,
Pr&lt;$

Contra

Abstenção

TOTAL

SecçSo 1

6E

1

65

Secção Z

61

2

65

Secção 5

63

Seoção Ii-

62

1

65

Secção 5

59

Secção 6

60

•—»

65

Secção 7

58

il.

1

^3

Secção 8.

58

5

2

^3

Secção 9»1

5^

7

*•

^

Nota^de rodapé
da paginít. da
Secção 9»12

50

6

2

58

Secção 9#2'-

59

3

1

63

Digitalizado
-gentilmente por:

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Secção 10.3

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2

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-

3

Secção 10,3 Texto
altemativo C^idç
nota de rodapé Pâ
glna 6)
Secção 10.U

5
.

3 ^

TOTAL

'5üj. ' ^

"

'^57

Secção 11,11

2

1

60

adotada por tmanimidade
;
Nãa'houve votos por boletins^

Secção 11,1&amp;.11 j.3 Não houve votos C a dedõão
decotre dos votos sob 10,22
e 10,3 respectivamente)
Secção ll,llt

.

55

3

2

Secção ll.S.11.23 60

—

—

Secção 11.2ti.

Não houve votos (a decisão
'decorre do voto sob 10.35

60
60- - «
- ^.

Secção 11,3

57

2

Secção ll.Ii-

60

»i»

Secção li,?

3h

h

'2

60

^cção 11,6

52

5

3

60

3k

5

2

6l

Secção 12.- ; ^

;

■^

vr-

1

60
60

Apêndice
IV
*

.

px,

CJRDPOS ESPECIALIZADOS
/

ly."';";&lt;
-o

a.,'.

1í.

v'
• . c.

•

•
——
•—
—
—.
—

Terminologia
Transliteração
BHigoisno
Nomes indianas
■"' «
Nomes ijuçulmanos na~índia e no Paquistão
Nomes arabes
;
Nomes hebreus
Nomes persas "•
'■ '-ü^.
— Liturgia
■I -

Apendice V

f.

- documentos de trabalho

1« Relação entre os princípios de catalogação e os aplicávo-

õacf.".

Ã

\ Digitalizado
-gentilmente por:

'

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15

16

17

18

19

20

�M 16 m»
Is a oatras foiroas do trabalho "blbliográfloo, Andrew D.Osbom
E,

Função da entradâ principal m catálogo alfabético»
Sgymour- Labetzky.

3*
;

Punçãa da. èntrada principal no catálogo alfabético»
Bva. Verona.

Zu

Função da entrada principal no catálogo alfabéticotcanexi»»
tario öe.r '^inioes «nitidas por Seymour Lubetaicy e Eva Ve
2?om» Leonard J.Jolley^.
,
.

5»

Entidades coletivas,

6»

I, V. A. Vasileydca.1a.

(1)

Limites ao uso de entradas de autores coletivos»

(2)

Catalogação de. leis. e tratados»

Entidades' coletivas»
(1)

II»

Suzanne Homiré.

Forma de cabeçalho para autores coletivos^

.

Tratamento dispensado a órgãos subordinados»
7»

Entra(?a de obras anônimas sob títulos paidronlzadoáforma»
Roger Pierret.

8»

Probleöas da òatalogação de publicações periódicas»
Paul
Dunkin.

9»
-

Catalogação de litutgias e teJctos religiosos no
alfabético»
Ruth. C.Elsenhart^

XO» Autores milltiplos,

ou do

catálogo

Hellnnit Braun»

11» Escolha da èntrada para autores cujos nomes variam»
' Farvle Kalan.
12, Relatório sobre nomes compostos e sobre nomes &lt;xm prefjL ••
. XDS»
Maria Luisa Monteiro da Punha
13» Nomes brasileiros e portuguêsèsí problemas e soluções»
' Maria Luisa Monteiro da Cunha&gt;
Xlu Tratamento de nomes de autores individuais indianos nas
. entradas do catálogo»
Shri Benovendra Senquota.,
15» Entradas de nomes árabes,

Mahmud Sheniti.

16» Trat^ento de nomes em caracterès hebraicôs^e entrada p«. Io título d.e livros hebreus»
R, Edelmann.
17» O impacto da' eletironica no concernente às regras de cata-lo gação» C.D.Gu^l.

8 de novembro de 19ól.
Distídbuido por:
A, H, Chaplin
' '
'
Secretário Executivo C»I»P,C»
a/c The National Central Idbrary
Malet place, London^
WC 1»

Traduzido por Maria Luisa Monteiro da Cunha
Presidente
'
Comissão Brasileira de Catalogação,

Digitalizado
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Novas tendências de normalização dos trabalhos de catalogação</text>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

���IV CONGR^JSSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOOITMENTAÇÃO

Seminário sobre o desenvol^^imento das bibliotecas

univeT-sitá^^ia

por
Maria Lulsa

Monteiro da Cunha

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

^

14

15

16

17

1^

�UNIVERSIDADE DO CEARÄ
IV CONGRESSO BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7a 14 DE JULHO DE 1A63

CDU 027.7

t ,
TEMA III

1,

-

DOCUMENTAÇÃO CIENTIFICA

SEMINÁRIO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DAS BIBLIOTE&lt;U.S
UNIVERSITÁRIAS

por

Maria Luisa Monteiro da Cunha (^

O a.} O foi.&gt;
C?'V?
tfC
.
l'. iP-

Diretora da Biblioteca Central da Universidade^de São Paulo
Presidente da Comissão Brasileira de Catalogação

cm

1

I Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan

�SMINARIO SOBRE O DESEWOLVIlilENTO DAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
le '

•

NA AlffiRICA LATINA

, AITECEDENTES

-

líENDOZA, setc-out2,1962.

.

■

.

%
|.
^Entre as atividades da UNESCO dentro do s-eu programa no setor da edutoaçao, da ciência e da cultura, tem figurado sempre, e com relevo, o estimulo
ao
Jdesenvolvimento das bibliotecas* A iimerica Latina tem sido bem aquinhoada,
sob
f, este aspecto, Vários seminários soore ^ermuta de publicações foram organizados em
f paises latino-americanos, por solicitaçao da UNESCO, culminando cora a Reunião
de
í Especialistas em Permuta Nacional e Internacional de Publicações realizada em Hava
' na em 195^» sob os auspicios do Centro Regioáfal ád UNESCO ^ara o Hemisfério Ocidení tal, ^Inúmeras reuniões de bibliotecários e bibliografos tom sido levadas a efeit"õ
■ na America Latina para^^estudo dos problemas inerentes a bibliografia e a documenta
: çao. As bibliotecas publicas,figuram çntre os primeiros estudos era conjunto neste"
5 hemisferio, cora a realizaçao da Conferencia promovida pela UNESCO em Sao Paulo om
tM951« Entretanto, ate recentemente, nao se havia cogitado de nenhum encontro
de
bibliotecários de bibliotecas universitárias latino-amcrioanas. , Houve, era janeiro
;■ de 1961, era Aller,ton House, em Monticello, Illinois, uma semana de estudos promovi
da pela CHEAR, na qual 10 bibliotecários de renome nos meios universitários ^ dos
Estados Unidos e 10 colegas latino-americanos ospecialricnte convidados para esse
|„,fin, examinaram e^discutiram problemas que afetam as bibliotecas universitárias im
1-, pedindo seu desejável desenvolvimento, _^Com idêntico proposito foi realizada recen
L" temente a Primeira Reunião de bibliotecários universitários da America Central. To
I davia, estas duas reuniões foram parciais, tanto cm numero, como no total de seus
■ objetivos,
■»
; . ^
'
Tendo em consideração a importância crescente da biblioteca universií:, taria face o papel politico-economico-social da universidade latino-americana
em
. nossos dias, a UNESCO, de acordo com o estabelecido na Resolução.!).,512 aprovada pe
Ia 11a, Sessão da Conferencia Geral, e'dentro do Programa Regional do Assistência
Técnica para V^l/62,. deoidiu promover um Seminário Regional que congregasse pela
primeira vez nao so todos os diretores de bibliotecas universitárias da /jnoricá La
tina, como também educadores de renome em nossas universidades,

[

■ LOCAL

r

■

-

'

^
A escolha do Mendoza para sede do Seminário- prendeu-se ao fato de ter
^havido grande interesse do Governo^da Republica.argentina ^ue ofereceu a UNESCO to_
j;, das as facilidades para a realizaçao do certame naquele pais. Outros, fatores que
contribuirara çara a eleição de Mendoza foram as solicitações recebidas dos Estados
membros da America Latina e o desejo demonstrado pólo Magnifico Reitor da Univers^
dade de Cuyo no sentido de roorganiza-^ao do sistema de bibliotecas daquela univer- ^
sidade^ mediante a instalaçoo de uma Biblioteca Central eficiente, funcionando como orgao coordenador de atividades bibliográficas.
Cumpre ressaltar, ainda, que o ^eminario sobre o Desenvolvimento das
Bibliotecas Universitárias na America Latina se .enfe^xa entre os itens do programa
da Aliança para o Progressoj eis que a Conferencia sobre Educaçao e Desenvolvimento Economic o e Social na /tmerica Latina convocada pela UNESCO em Santiago do Chile
/ em março de I962 recomendou que "uma proporção- nao inferior a 15?^ dos fundos publj^
■' COS disponiveis, da Aliança para o Progresso fosse aplicada aos programas da educa' çao o que se melhorassem os serviços de. bibliotecas de qualquer natureza, inclusive os das bibliotecas universitárias".

�Realmcnto, se as universidades latino-americanas tem de cumprir tarefas sumamente importantes com o objetivo fundamental de se situarem em condições
de responder "ao desafio de responsabilidades históricas inevitáveis", nos proxi mos deçenios, essas atribuições, direta ou indiretr.neni&gt;e, afetam a biblioteca universitária, trazendo aos bibliotecários da America Latina novos e mais amplos en cargos,
Tudo isto se evidenciou no Seminário d.e Mendoza, que congregou, duran
te duas seraamas, quarenta e três delegados, quarenta e cinco observadores (com dT
roito a voz) o oito visitantes&gt; num total de 96 participantes representando: iirgen
tina, Bolivia, Brasil, Colombia, Costa Rica, Chile, Cuba, Equador, El Salvador, ~
Guatemala, Haiti, Honduras,'Mexico^.Nicaragua, Panama, Paraguai, Peru, Rep, Domini
cana, Venezuela, Uruguai, a FUndaçaô Ford e os seguintes Organismos internacionai¥:
Associação Internacional de Universidades, CI.50PE, IFUi, OEA, Union de Universidades
de America Latina,
'

MÉTODO DE TR/.B/iLHO
Sob a orientaçao técnica do Sr, Diretor e da Vioo-Diretora e com
a
ooordenaçao administrativa do Sr. Chefe do Centro Regional da UNESCO gara o Hemisfério Ocidental, o Seminário teve seus trabalhos subdivididos em sessões plenarias
e Grupos de Trabalho,
Cada Grupo de Trabalho foi dirigido por um Chefe e um Relator elei
tos por votação doe respectivos participantes, ^Alem das autoridades oficiais
do
Seminário, sempre presentes aos trabalhos, os vários Grupos também contaram
com
a colaboraçao de^assessores especiais,
Nas duas primeiras sessões plenarias foram debatidos os dois primei ros tomas da Agenda^ Os Grupos de Trabalho estudaram e discutiram os temas restan
tes, A sessão plenaria de encerramento apresentou as cr^nclusoes do Seminário
©m
gorai,

AGENDA
1,

Novas tendencias e objetivos da educação superior na ionérica Latina; previsão
para os proxiraos, doz anos,

2,

Funções da biblioteca universitária, considerando' o provável desenvolvimento
do ensino superior na •'»■morica Latina nos proxinos dez anoç,

3,

Recursos e necessidades atuais das bibliotecas universitárias na America Lati
na,

4,

iludanças que deverão efetuar-se em vista do desenvolvimento previsto nas universidades durotnte os proximos dez anos, com^ relação a:
a)
b)
c)
d)
e)
f)

L estrutura das bibliotecas universitárias,
Os fundos bibliográficos e documentários,
Os serviços técnicos e administrativos.
Os edificios o equipamentos^
A cooperação interbibliotecaria,
Financirftiento,

5«

Elaboração de un plano de doz anos para o desenvolvimento de uma biblioteca
universitária, baseado no plano do desenvolvimento da universidade pu de
um
plano nacional par.a o desenvolvimento do ensino superior,

o,

Possiveis fontes de auxilio ec momico exterior ou de outro tipo, para o de
senvolvimento das* bibliotecas universitárias dá America Latina.

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lí

�AUTORIDADES

DO

SMINARIO

Diretor t

JAVIER Li.SSO DE Ui VEGA
Diretor des. Biblioteca
Universidad de Liadrid

Vice Diretora»

W.RIj. LUISA MONTEIRO
GUNH/i
Biblioteca Central
Universidade de Sao Paulo

Representante da UNESCOi

CiiRLOS VICTOR PENNA
Chefe do Centro Regional da UNESCO
para o Henisferio Ocidental

COMISSÃO

ORGANIZADOR/.

Presidente I

HENRlQjUE ZULETA ALVAREZ
Diretor da Biblioteca Central
Universidad do Cuyo

Vio e Pr e s idcnte:

ERNESTO GüSTJ.VO GIETZ
Diretor da Biblioteca da Faculdade de Engenharia
Universidade de ^enos Aires

Secretariai

MERCEDES RODRIGUES GíVLAN
Ohefo de Atividades Culturais
Conissao Nacional Argentina para a UNESCO

Vocais:

GERIM GARCIA
Chefe do Lepartr.rnonto do Bibliotecas e Pu blicaçoes
Faculdade de Ciências Exatas e Naturais
Universidade de Buen-js Aires
HORi'.CIO H, HERNAITOEZ
Diretor da Biblic^teca
Faculdade do Ciências Médicas
Universidade de Buenos Aires
LiiUR/x lI/iRriNEZ rv
AChefe da Divisão Técnica Central
Biblioteca N.^.cional da Argentina
Ri'ii/iON JUAN MORUJA
Secretario Pernanente
Conissao Nacional /irgerítina para a UNESCO

INFORtJE D/.S SESSgES PLENÁRIAS E DOS GRUPOS DE TRx\B..LH) - RECOMENDAÇ^S
(Vor en anexo}
CONCLUSÕES
Concebido o progranado pela UNESCO en seu constante reconhecimento da
iiAportancia das bibliotecas no fomento da cultura e no desenvolvimento econonico e
social dos povos, o Seminário sobre o Desenvolvimento das Bibliotecas Universita rias na /imerica Latina considerou que os problemas relativos as bibliotecas univer

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�'tßitarias nao poden ser solucionados de maneira eficaz sem prévio conhecimento das
tendências do ensino superior,^or uma parte, e, por outra, das funções que as bibliotecas universitárias deverão assumir para fazer frente a tais exigências, NesKte sentido, o Seminário^consider;u que as tendencias da educaçao superior na Ameri
i. ca Latina durante os pr.oximos dez anos se ajustarao aos seguintes principioss
~
; A laissao do ensino superior deve reo.lizar-se através das distintas funções da universidadei
X
'
a)

a função de -ensino, que deve merecer atençao preferencial,

.
b;

/V
/
a função de preparo profissi.mal, o serviço mais visivel que
universidade presta a comunidade,

a

Opinouiyse, neste sentido, que a universidade deve ampliar o qua dro das disciplinas tradicionais chamadas liberais; deve ser re conhecida a existencia de novas ocupaçoes que merecem adquirir n^
vel universitário; o atender as necessidades do estado atual dos
paises latino-americanos no que se refere a fornaçao de pessoal idoneo,
.
c}

/V
&lt;v
/
W
a função de investigação cientifica, que se reconhece^como missão
própria da univ^ersidade, sempre que seu cultivo nao va em detri mento de seus diversos finsj

.
d)

ÍV
^
a função cultural, que também deve ser atendida, uma vez que
a
universidade nao esgota seus objetivos na tarefa da instrução pr_o
fissional. Cabe aceitar o lema contido no documento de base»
"Por meio da profissão ate o mundo da cultura";

.
e)

|S&lt;
•
Aí
^
a função de extensão universitária, que corresponde ao què
se
chamou a universidade trabalhando em direção afora, visando
ao
publico, em seus diversos niveis e interesses.^ Na etaça atual de
desenvolvimento da America Latina esta tarefa e iniludivel. Doven
também merecer atençao os pos-graduados, a fin^de que sejam mant_i
dos em dia quanto ao progresso técnico e cientifico.

*

Ante estas tendencias do ensino superior, o Seminário considerou
as
funções que devem assumir as bibliatecas universitárias e, neste sentido, ratifi oando o ja aprovado na Primeira Reunião de Bibliotecas das Universidades da Ameri»
ça Central, ponderou que elas deverão ser as seguintes;
a)

Constituir um fundo bibliograf iccj em que apíirecan,, adequada e har_
monicamente representadas, as ciências, as letras e as artes»

b)

Organizar e desenvolver os meios e serviços que facilitem e estimulem o estudo, a pesquisa em todos os seus niveis e como forma
de docência, e a formaçao e aperfeiçoamento dos profissionais»

Em relaçao com o desenvolvimento projetado para os dez proximos anos,
que inclui os principies expostos, rual a capacidade atual da jfimerica Latina para
oumpri-los ?
^ ,
I
De acordo com os dados recolhidos no questionário elaborado pela
UNESCO, o Seminário comprovou o seguinte:
l)

Com respeito a cultura;
»
• \
^
a) liia desconcertante variedade de todas as ordens; universidades e^
taduais, livres^ c nfessionais, etc,; numero diferente de faculda^
des, de professores, de aliAnos, etc,j

�r
b)

Falta de bibliotecas centrais ben organizadas e de cooperaçao entre bibliotecas}

c)

Falta de regulamentos eficientes}

d^

Falta de'participação do bibliotecário diretor, tanto nas Juntas
de Governo cDno nas comissoes de Orçanonto da Universidade,
Falta de pessoal técnico e administrativo, en número necessário
para o desempenho cabal dos serviços ®to,

2)

Con respeito aos fundos bibliográficos e coleções;
Grandes lacunas nos fundos destinados a maioria das disciplinas e
num.ero elevado de coleçoes incompletas?
Falta de publicações recentes procedentes de paises estrangeiros,
inclusive as impressas em espanhol e em português}
Presença de livros, ^f olhetos etc, ^inúteis, pela data de sua in ••
pressão, para a docência universitária}

5)

Gon respei o aos serviços técnicos;
Falta de repertórios, catalogos e livros de referencia, capazes
de oferecer ao publico una infornaçao bibliográfica adequada)
A
^
Deficiências de uniformidade e de nornalizaçao nos processos
de
classificaçao, catalogaçao e compilaçao de catalogos}
f
^
*
Ausência,
na maioria
dos ^^estabelecimentos, dos serviços de docu nentaçao técnica e cientifica}
Deficiencia nos serviços de circulaçao ou emprestino urbanos, interurbanos ^ou internacionais, carentes, en sua maioria','da flui dec necessaria para atender as necessidades mais elementares
da
pesquisa}
Ausência de neoanizaçao nos serviços de emprestino, informaçao
distancia, registro, encadernação, preparações, etc,}

a

Falta de meios adequados para"prestar serviços de extensão biblio
tocaria aos pos-graduados}
Falta de ensino quanto ao uso das bibliotecas e da técnica do
trabalho intelectual}

-

A
Numero-nuito reduzido de guias, boletins de novas aquisições, memórias anuais e, en geral, de publicações apropriadas a pemuta,
0
Falta de escolas de bibliotecqnomia que outorguem os graus de licenciado e doutorj

Ij.)

Con respeito ao financianonta
Orçamentos inadequados para a nanutençao nedia dás bibliotecas
universitárias, e salários muito reduzidos e insuficientes para o
pessoal técnico, auxiliar e administrativo»

%
&lt;v
/
/
A vista desta situaçao e con o proposito de alcançar durante os proxi
nos dez anos netas satisfatórias e niveis de trabalho aceitaveis, foram propostas
as seguintes Reconendaçoess
^

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�1.

EM RELi'igIO COM A ESTRUTURA DA BIBLIOTECA DA UNIVERSIDADE

O^Seninario considerou a inprescindÍTCl necessidade da existencia de
una perfeita rede de bibliotecas universitárias coordenadas por ima biblioteca oen
trai e orientada por regulamentos que estabeleçam a estrutura interna das bibliotê"
caa e suas varias funções técnicas e administrativas, assim coíio a participaçao dõ"
bibliotecário no organismo dé governo da universidade ou faculdade,
S.

EM RELAgilO COM OS FUNDOS BIBLIQGRíIfICOS E DOCTOiENTilllIOS

O Seminário consider )u que o Diretor da Bi^blioteöa tem autoridade para decidir sobre_^o material que deve ser incorporado as coleçoos e que para
a
8ua seleção devera fazer-se assessorar pelo corpo-docente da universidade. Ostros
sin, aconselhou a aquisiçao planificada do material bibliográfico o documentário,
i
3.

EM RELílÇÃO AOS SERVIÇOS TÉCNICOS E ADMINISTR^.TIVDS'

A Reunião achou conveniente o estabelecimento de um plano para regu •lar as aquisições, unificar a técnica catalografica, aplicar a classificaçao
de
validez e eficacia mais reconhecidas, elaborar catalogos coletivos, aperfeiçor os
sistemas do emprestimo, da referencia e da documentação, e organizar cursos de uti
lizaçao e manejo de bibliotecas, assim como os de ensino da técnica do trabalho in
tolectual,

EM RELAÇÃO COM A FORIL^ÇÃO DO PESSO/J.
^Considerando que os serviços das bibliotecas dependem en grande medida da formação e qualidade do seu pessoal, o Seminário aconselhou que as ascolas
de^biblioteconomia formem parte da^universidade, e que se fixe como meta para
os
proximos dez anos uma hierarquizaçao nos estudos que permita outorga de graus de
licenciado ou doutor.
Outrossim, a Reunião considerou de grande importancia estudos
aperfeiçoamento para o pessoal docente das escolas de biblioteconomia,

de

No que respeita ao pessoal em serviço, o Seminário aconselhou a organizaçao de cursos para aperfeiçoamento de suas técnicas de trabalho, como também o
estabelecimento de cursos para Pos-graduados a fim de se manter em constante me lhoria o exercicio da profissão,
✓
*
Com o proposito de facilitar as tarefas docentes e oferecer aos bi bliotecarios em serviço adequada informaçao bibliográfica, foi julgada conveniente
a organizaçao de Centros Nacionais de Documentação Bibliotecononica.
No que respeita ao pessoal diretivo das bibliotecas universitárias ,
considerou-se imprescindível que os diretores de ^bibliotecas tenham, alen de e3cpe_
riencia e reconhecido saber, formaçao biblioteconomica cor^ativèl com suas eleva ••
das funções,
^
Por ultimo, e en atençao^aos esforços realizados pelo^Conselho Uni «
versitario Centroanericano en sua politica de integraçao universitária, foi^aprova
do que se recomendasse a criaçao de uma escola de biblioteconomia para a /imerica
Central, tal como opinou a Primeira
Reunião de Bibliotecários das Universidades da
/V
quela zona, com .ç. colaboraçao dos organismos internacionais e em consulta con
a
Escola Interanericana de Biblioteconomia de i&amp;dellin.

5,

EM RELAÇÃO COM OS EDIFÍCIOS E EQjUIPAlfflNTOS

O Seminário reconheceu a urgente necessidade de serem as bibliotecas
universitárias dotada^ do edificioG funcionais adequados ao cumprimento de seus
fins, Para alco.nçar este objetivo, os planos deverão ser preparados pelos arquit^
tos, em estreita colaboraçao e-cjnsulta con os bibliotecários,
/

cm

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�Ha adciptaçao . le edifícios jS-Vv^s-paralíc biblio~
30 _c^o^cne^;u a r.piioaça o, d.)s, i^ríhoipios prsocdentes, na márciraa r.ioi:-ír-offirr;!'"» •«,... r^Qu-i^r:.-çíri;c—-•■
, ? nsideroiv-se q-uc-devorao
rosp-orulex—c.. xiLiO. r-unçao g reuriir ao iiiU2;iri.o.,.o.ondiçoeG do rnodernlvi'".;^ 8 eficacia^
'
6c

I-3H R-^SLAÇÃQ CQII i. GOQPER/iÇÃO xUTaRBIBLIOTECARIA

C Seiniriario comprovou^ a Tist;a d'^^y di)Our.iöii"tos de Laso o io .intuicaa —
bn..o 16 opinioos , quo ha use ossidado dt; una csti: oj t-ti c olaboraçao intcirbiblioteoaria
coir.j o ncio mais eii-jaz para aumento das possll^i] j lidor. individuais das bibliote cas no Gunprirnonto de seus fins. e para qa« so ovitu a duulicação de projetos
de
ÜUStO e.lJT'ACCu
Paru opso
.Coram oonsideradac :.i3ceGsarian e Í!;"ipr.c;sü-j.ndivtíÍB
as
senuintes .iie-;ida,5 • • norinalizaçao die processcc tc-cnic 3, con^jiloçao g publicaçao dc ^c:atc.lo;;oa oole ti-rO'S ■ aquisiçao jjlanificada^^ er.tens-^^ e aperfeiçoamento do em pi'ostino^oi;. Lro b:.biJ.'"t;Gra3 „ criaçao do comiss.Tos de bibliotecaí? univoraitai;! ar nas'
Lss :cíaçoo£ do Bibii-?i-ecrrios, criaçao. de Junt.-.G líaci-onrãs dc biLlioteoarios uni vorsitarios o, ratif-^.oaçaí. das Gonvençoos lut er nacionais de Pcrmuta de Publicações
preparadas p'ola MEr.CO,
"
'

7»

m icvjjjJio íxc; o fieaiíc:íJ£3nto

/S
■'
y
i'. fálT;a do rtcursoj^^cooronücot; nas bibii itecas univors:i.3;r.riri,&amp; da ij:íorioa Latina oonsti^tiiiu pveocupaçao c .■■asta.n^a do Seainr.rio^ eis que c-.sco o fator in
fluente ^na situação doafavcraTel o,r.i quo as mesmas so onoontrarn.
Isto *:er.i incidido
nos salarioa reduzidos o nao raro insuficientes dos bibliotecários, dai resultando
ser condição de ale?, prioridade i"eir?diar es^a anomalia com a maior brovldado pos —
sivsl,
^ -.T
.
^
^ . ' .
.
.
lio es'üudo dec'co to:.ia o oominano consi''or u'necessário^ a fim de de —
terminar bases funcii.o.nais do f'inanciameutö^, qua só iniciem pesquisai que re'velem —
05 recursos economiüoa i'equoridoü polas bibi'i jtocr..-; ^ de .acordo com gu ms o.ircuns tancias ospeoiait: o em vista dé sous obJcti'/oS; pa.ra que possam estender o melho~
rar sous sor-riços^
•
.
iíi.iito üontido, o Ser.iníu-io foi L-.^rulicito ao dev~larar
total de caia^uni .'ersida le oCi, inc-tituiçao ,se detíf.ljie nao menos de
COS bibliotecai'ios,
Os vcncimontos dos dirot.-ri.üi dat' bibliotocas
inferiores aos dos^_;i-ofo&amp;£!orc3 titularei contratados om rof;inio de
siva i3 f em i.roporçac a osfios salarios, dovom tior es b: boieoido.'^ ós
pessoal em c.\orc\cio 2ias bibliotecas.,,-

quo do orçamento
^Jó para os servi
nao dovörao ser
dedicaçao excludo restante do -

iío eonoei'nenti'! a fontes de o.Jadr o&gt;s.tei'ior; o Seminário deixcu ciara mente^esco.b.-leoido que. c esforço principal quanto .ao fi.nanciumento das bibliotecas
devera sei- assumido■ pelos projirios ^)ais3st Nas 3ol.ioitaçoe3 que as un.LVorsidades
f oiTuularoE:. para f in;,', no ir no .ato através de aiuda oxtorior, deverão figurar as dota ç'.)os e j "^nríaicas e x'Cr ':j.xi cs teonicos destinci-ios . ao aperfeiçoament o e de ^^envolvimento das bibliotocac universitárias,
i^ara tal fim^ os diretores das bibliotecas
universitäria.s devoxTi-o coiiiiocer as fontes e modalIdadoo de ajuda exterior;, programar suas neccíssidadnq o e.Laborar o projete de rrca.raento pormenorizado con.3Íderado
nocessario para ccbrí-Ias,
Para quo estes; ob,'jetivos sejam logrados om a necessa
ria eficaciaj o Sominarjo o^^nsidorou quo cs diretores das bi^bliotecas univorsita riatí dovoíii estar j epreí^ontados na^ Juntas do Planojamuntoo

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�F

18.

EM REL/^ÇlO COM A EL/iBOa'iÇÃO DE UM PL/iHO DECENAL PAR/i O DESENVOLVIMENTO DE
.UW» BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA, SOBRE A BASE DO PLuMO DE DESENVOIVIMEMTOA
tiNIVERSIDAÖE OU DE Uli PUiNO INTERNACIONAL PAili», O DESEFTOOTIMENTO DO ENSINO SUPERIOR"
^
:—

Com o proposito de dar cumprimento a este ponto da Agenda, o Soraina rio aceitou a solicitaçao^do sonhor Reitor da Universidade de Cuyo no sentido
de'
que os serviços_^biblióteoariOS"-daquela Universidade fossem considerados como base
para a elaboraçao do referido plano»

\
f;
;

^
Tanto as autoridades do^Serainario oomoos participantes desta Reunião
estavam conscios da dificuldade que este i oxercicio de aplicaçao pratica envolvia,
uma Vez que, ^esar da excelente documentação previamente preparada pela Bibliote—*■
ca Central, nao se dispunha de inforraaçao concreta sobre os recursos economic os que a Universidade estava disposta^a destinar ao seu-financ" amento, nem havia de terminadas informaçoes e valorizações indispensáveis para sustentar as delibera çoes.
,
,
^
Nao obstante, o Grupo de Trabalho levou a cabo una obra ^xcelente
e
meritoria, elaborando um documento que figura em anexo, e cuja extensão e comple xidade impedem seja resumido nestas conclusoes,
'Á
. ^
Considera-se, todavia, que esse documento constitui uma primeira
oxperiencia de formulaçao coletiva de um^plano dessa natureza, e que poderá servir
de guia e orientação paraT'estudos semelhantes,
&lt;
Por outra parte, a Universidade de Cuyo esta de posse de um documento
que reflete a opinião de especialistas de vários paises e que, ao dispor dos ne oespTios elementos complenentares, mormente os de carater economico, poderá aperfeiçoar e aplicar no momento oportuno.
Justo e sublinhar a iiaportancia que_^teve este öxercicio pratico
sob
o asgeoto do planejamento dos serviços bibliotecáriosj-tema que foi estudado ^ era
sessão plenaria e cujos resultados se encontrara incluidos no Informe do Seminário,

.

,

Como final destas CoE'lusoes, as autoridades do Seminário desejam expressar que os principies de planejaraènto foram objeto de constante atençao profis
sional, estiveram sempre presentes e caracterizaram em grande parte^as atividades
dos diferentes Grupos de Trabalho. Dai resultar que, dada a importancia desta
disciplina e o vivo interesse dos participantes era lograr os resulta-dos do-planej^
mento, considerou o Seminário que esta matéria deve receber atençao preferencial por parte das escolas de biblioteconomia e das organizações internacionais interessadas nestes temas.
Por ultimo, em cumprimento de grato dever, termnamos este Informe p_a
tenteando nossa gratidão a todos os que direta ou indiretamente contribuiram com
seu entusiasmo, sua capacidade e dedicaçao, para a obtenção dos resultados aqui as
s inalados,
""

♦

O^presente documento e um resumo do Informe elaborado pelas autoridades do Send
nario e distribuído na sessão de encerramento do certame (Mendoza, 5 de outubro
de 1962)^ sendo que a red,açao dos tres primeiros itens, ou seja, "Antecedentes,
Local, Metodo.de Trabalho", e responsabilidade da Vice Diretoria do Seminário»

. -

'

BIBLIOTECA CENTR/i. DA UNIVERSID/JDE
Sao Paulo, novembro de I962

,

�IV CONGRESSO BR/i.SILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
TEíiA
1.

III

-

INFOmifiÇAO CIENTIFICA

Bibliotecas universitárias,

^unção das Bibliotecas Centrais uni-

versitarias.

RECOMENDAÇÕES baseadas nas que forajp aprovadas no Seminário Regional s.obre o Desen
volvimento das Bibliotecas ^Universitárias na /«nerica ■'-'atina realizado en Lfendoza, sob os auspicios da UNESCO e do Governo argentino de
2i). de setembro a 5 de outubro de I962»
A
^
•
Hue em todas as^universidades brasileiras exista uma perfeita rede de biblio tecas universitárias co.Trdenada por uma Biblioteca Central e orientada çor regulamentos que estabeleçam a estrutura interna das bibliotecas e suas varias funções técnicas e administrativas;

1»

2, ,^e haja uniformização dos processos técnicos em todas as bibliotecas universi
tarias para melhor aproveitamento de verbas, de tempo e de pessoalJ
3»

HUe se incentive a aquxsiçao planificada do material bibliográfico e documenta
rio;

I4.,

Que se organizem cursos de utilizaçao e manejo de bibliotecas', assim como os de ensino da técnica do trabalho intelectual?

5,

i^ue as escolas de Biblioteconomia e Documentação formem parte da Universidadee que se fixe como mota para os proximos dez anos uma hierarquizaçao nos estudos que permita outorga de graus de licenciado ou dcutorj

6,

Que haja cursos para Pos-graduados era Biblioteconomia e Documentação a fim de
se manter em constante melhoria o exercício da profissão;

7,

Que os planos para á construção de ed^fioios para bibliotecas universitárias sejam preparados pelos arquitetos em estreita colaboraçao e consulta com os bi
biiotecarios;
t
*
hà ^
t*
Que o recomendado no item
acima, se aplique tambem^com relaçao a adaptação
de edificios para instalação de bibliotecas universitárias;

8»
9.

Que sejam ratificadas as Convençoes Internacionais de Permuta de Publicações»

10»

o orçamento botai de cada universidade ou instituição se destine nao me
nos de 3% pc-ra os serviços bibliotecários;

—

11, (^ue nas solicitaçoes-^de ajuda .exterior, formuladas pelas universidades, figu rem as dotaçoes economicas e os auxilios técnicos destinados ao aperfeiçoamento e desenvolvimento-das bibliotecas universitárias;
12, Que
de bibliotecas universitárias
&lt;v os vencimentos dos bibliotecários diretores
/\
nao devem ser inferiores aos dos.professores titulares contratados em regime de dedicação exclusiva e, em proporção a esses salarios, sejam estabelecidos . os do restante do'*pessQal em exercicio naa bibliotecas;
A»
^
,
15» Que-^haja participação do'bibliotecario-'diretor no orgaiiismo de governo da umversidade ou faculdade;
I
A
li(.« Que em todas as universidades se estabeleçam' Comissoes Centrais de Bibliotecas
integradas por bibliotecários {2/j&gt;) o membros do Corpo Docente (1/5);
*
*
15» Qwe sejam criadas Juntas -"^^lacionais de bibliotecários universitários;
'
16. Que os bibliotecários diretores de bibliotecas façam parte das Comissoes de
i'lanejamento das Universidades,.
■ .

■

-

são Paulo, 2O de junho de 1963«
M/JIIA LUIS/i I.©NTEIRO DA CUNH/i
Diretora da Biblioteca Central
da Universidade do Sao Paulo

n

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gentilmente por:

�. j.'
f!k,- i

16

17

18

19

2Í

��IV

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA S DOCUMENTAglO

4

Conferência Internacional de Catalogação
Relatório oficial preliminar

Traduzido por
Maria Luisa Monteiro da Cunha
"I

£? 9.loé f-3 C?i3, jj
c=hm
11

.

'•

Fortaleza
1963

�T

ri '
'

f^A^O'v^^ßjUx^
cÁo^
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE CATALOGAÇÃO
PELATÓRIO OFICIAL PRELBÍINAR

Introdução

A Conferência Internacional de Catalogagao patrocinada pela F.I.A.B.
(Federação Internacional de Associações de Bibliotecários - I.F.L.A.) e com o
auxílio de subvenção do American Council on Library Resources, de Washington,
realizou-se na UNESCO (edificio das conferências), em Paris,

de 9 a 18 de ou

tubro de 1961.

O objetivo da Conferência, expresso na Reunião Preliminar levada

a

efeito em Londres em julho de 1959, foi "alcançar acordo nos princípios basi
r
f
COS que governam a escolha e forma de entrada no catalogo alfabético de auto
res e títulos".

Com esta finalidade em vista, foi solicitado as

associações

de bibliotecários e outras associações interessadas em todos os países com os
quais poderia ser estabelecido contacto, que instituíssem comissoes nacionais
a fim de que seus respectivos delegados fossem designados e instruídos quanto
aos objetivos do certame.

Varias organizações internacionais

convidadas a participar da Conferência.

foram

Documentos de trabalho

também

sobre

assun

tos sugeridos na Reunião Preliminar foram elaborados e distribuídos amplamen
^
A
f
te para estudo e comentários. Baseando-se nesses trabalhos e nos comentários
recebidos, o Sr. Secretário Executivo preparou um projeto de

Exposição

dos

princípios que foi distribuído aos participantes e as suas organizações antes
do inicio da Conferencia.

As sessões da Conferência foram principalmente dedicadas

a

discus

são do projeto de Exposição dos princípios e respectivas emendas.

Depois

discussão geral sobre cada secção do projeto, durante

delegações

a qual

as

de

aprevsentavam emendas, era constituído um grupo de trabalho que juntamente cora
membros da Comissã» Organizadora ampliada, considerava as emendas e os proble
mas ressaltados durante a discussão geral, preparando, então, um texto
to da sessão que era submetido a votaçao no decorrer de uma
da Conferência.

sessão

revis

ulterior

O texto da Exposição final decorrente desse procedimento

cebeu aprovaçao de grande maioria dos participantes.

re

Além das sessões gerais

concernentes a Exposição dos princípios e Resoluções gerais, alguns grupos es
peciais se reuniram durante a Conferência elaborando relatórios que serão

pu

blicados mais tarde juntamente com o relatório completo do Certame.

O texto da Exposição de princípios e outras Resoluções aprovadas pe
Ia Conferência, as listas dos delegados e dos grupos especiais, bem
resumo da votaçao figuram

como

um

a seguir.

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-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

�2.

RESOLUÇÕES
Resolução I

De acordo com os votos registradosj a Conferencia anrova

a Exposi

çao de princípios abaixo transcritos.
Solicita aos delepados nacionais oficiais e as CoMssoes nacionais;
(1)

que dêm a mais ampla publicidade ao texto da

Expo-sição

pios entre bibliotecários, editores, livreiros e

de princi

autoridades

res

ponsaveis nos seus respectivos paises;
(2)

que tomem as necessarias medidas no sentido de (a) serem as regras
de catalogação em seus paises estabelecidas ou revistas

e

postas

em prática tao logo quanto possivel e de conformidade com os
cípios adotados pela Conferência; (b) que esses mesmos

p^^in

princípios

sejam tomados em consideragao na compilaçao das bibliografias

na

cionais.
Pede, ainda, aos delegados oficiais de organizações internacionais,
que tornem o texto da Exposição de princípios conhecido dos

membros

nacio-

*
Solicita a Secretaria aue divulgue o texto da Exposição de

í
princi

nais de suas organizações.

pios em todos os países e organizações internacionais nao representados

na

Conferência, mas que se presume tenham interesse na Catalogaçao.

EXPOSIÇÃO DOS PRINCÍPIOS
adotados pela Conferência Internacional
sobre Princípios de Catalogaçao
Paris, outubro de 1961.
1. Alcance dos princípios
Os princípios aqui formulados se aplicam unicamente a
forma de cabeçalhos e palavras de entrada - i.e., aos

escolha

e

principais

elementos
1
que determinam a ordem das entradas nos catalogos de livros impressos
nos
quais sao combinadas numa só ordem alfabética as entradas peloa nomes de
tores e, quando estas sao insuficientes ou inadequadas, pelos titulos
obras.

au
das

No estabelecimento desses princípios foram particularmente considera

das as grandes bibliotecas gerais, mas sua aplicação aos catalogos de outras
bibliotecas e listas alfabéticas de livros também se recomenda com as modifi
cações exigidas pelas finalidades desses catálogos ou listas.

1.

cm

1

Nesta Exposição de princípios a palavra "livro" abrange nao so o livro
propriamente dito como também outros documentos da mesma natureza.

Digitalizado
-gentilmente por:

�o catalogo deve ser um infitruraento eficente para determinar;
2.1,

se a biblioteca contém determinado livro caracterizado
(a)

pelo seu autor e pelo titulo,

.gu

(b)

pelo título apenas, . se o autor não fifrura no livro,

(c)

por um substituto apropriado quando tanto o autor como

ou
o

título são inadequados ou insuficientes,
2.2.

(a)

quais as obrns de determinado autor

(b)

quais as edições de determinada obra

o.
existem na biblioteca.

Estrutura do Catalopo
Para cumprir essas funções o catalogo deve conters
3.1.

no mínimo uma entrada para cada livro catalopado e

3.2.

mais de uma entrada para cada livro, sempre que o interesse dos lei
tores ou as características do livro o exijam, como por exemplos
3.21. quando o autor é conhecido sob mais de um nome ou
nome,

forma

de

ou

3.22. quando o nome do autor foi identificado mas nao figura na
gina de rosto do livro,

ou

3.23. quando vários autores ou colaboradores contribuíram
produção do livro,

pa

para

a

ou

3.24. quando o livro e atribuido a diversos autores

ou

3.25. quando o livro contém uma obra conhecida sob vários titulos.
Tipos de entradas
às entradas podem ser; principais, secundarias, e remissivas.
4.1.

Cada livro deve ser objeto de uma entrada completa - a entrada prin
cipal - dando todos os pormenores necessários a identificação da
bra.

o

Outras entradas podem ser feitas quer sob a forma de entradas

secundarias (i.e. entradas adicionais baseadas na principal e repro
duzindo total ou parcialmente sob outros cabeçalhos

a

inforraaçao

contida nesta últiraa), quer como remissivas (que orientam o

leitor

levando-o a outros lugares no catálogo).

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

�4.
5. Uso de entradas múltiplas
As duas funções do catalogo (vide 2.1. e 2.2.) sao mais eficientemen
te executadas por meio de
5.1.

una entrada para cada livro sob um cabeçalho derivado do nome
tor ou do título tal como impresso livro

5.2.

do au

e

quando ocorrem varias formas do nome do autor ou do titulo, por uma
2
entrada para cada livro sob um cabeçalho uniforme
constituído por
/
determinada forma do nome do autor ou determinado titulo, ou, no ca
so de livros não Identificados pelo autor ou pelo titulo, um

cabeça

lho uniforme constituído por un substituto adequado do titulo
5.3.

e

entradas secundárias e/ou remissivas adequadas.

6• Função dos diferentes tipos de entradas
6.1.

à entrada principal para obras catalogadas pelos nomes do autores de
ve ser um cabeçalho uniforme.

A entrada principal das obras

catalo

gadas pelo titulo poder ser o titulo tal como impresso no livro com
f
f
/
entrada secundaria sob um titulo uniforme ou um titulo uniforme com
entradas secundarias ou remissivas para os outros titulos.

Esta

ul

tima prática é a recomendada para a catalogaçao de obras muito conhe
cidas, especialmente as que se identificam por um titulo de uso

cor

rente (vide 11.3.)^
6.2.

Entradas sob outros nomes ou formas de nome para ura mesmo
vera, em geral, ter a forma de remissivas; todavia, entradas
4
rias podem ser adotadas em casos especiais.

6.3.

autor

de
/
secunda

Entradas sob outros títulos para a mesma obra devera em geral ser

en

tradas secundárias; entretanto, remissivas podem ser empregadas quan
A
^
/
do uma referencia pode substituir um numero de entradas secundarias
sob um so cabeçalho
6.4.

Entradas secundárias (ou, segundo o caso, remissivas)

deveriam

ser

feitas sob nomes de co-autores, colaboradores etc. e sob titulos de
/
/
obras cuja entrada principal e o nome do autor sempre que o titulo
constitui alternativa importante para identificação.

2. O termo "cabeçalho uniforme" foi adotado en substituição ao termo "cabeçalho
padronizado" empregado no texto submetido à inferência tendo em vista
a
objeção que se segue: "cabeçalho padronizado" poderia fazer crer tratar-se
de cabeçalho aprovado por um organismo de normalização.
3. Os princípios^estabelecidos para a catalogaçao de obras entradas pelo titu
Io podem tamben ser seguidos para o arranjo de entradas sob um cabeçalho de
determinado autor.
4. Por exemplo, quando determinado grupo de obras está associado a determinado
nome.
5. Por exemplo, quando determinada variante do título foi usada em certo
ro de edições.

Digitalizado
-gentilmente por:

nume

�5.
'7» Escolha do Cabeoalho Uniforme
O cabeçalho uniforme deve em geral ser o nome (ou e forma do nome)
ou o titulo que mais freqüentemente figura em edições das obras catr.logadas
ou em referencias a seu respeito encontradas em fontes autorizadas.
7.1.

Guando há edições em várias linguas deve ser preferido

un cabeça-

lho baseado na língua original; entretanto, se essa lingua nao for
/
&lt;
A
usualmente empregada no catalogo, o cabeçalho poderá ser de acordo
com edições e referências em uma das línguas utilizadas no

catalo

go.
8. Autor Individual
8.1.

A entrada principal de cada edição de uma obra identificada como
/
sendo de autoria de uma so pessoa deve ser o nome do autor indivi
dual.

Faz-se uma entrada secundária ou uma remissiva sob o título

de cada edição na qual o nome do autor não figure na página de ros
to.
8.2.

O cabeçalho uniforrae deve ser o nome pelo qual o autor é freqüente
6
mente identificado nas edições de suas obras,
na forma corrente
e mais completa sob a qual comumente apareça, salvo

nos

casos se

guintess
8.21.

um outro nome ou forma de nome poderá ser usado como
çalho uniforme desde que se tenha consagrado

cabe

pelo uso

ral quer em referências feitas ao autor em obras

ge

biográfi

cas, históricas ou literarias, quer em relaçao cora

suas

atividades publicas distintas das que tem como autor;
8.22.

uma característica para identificação

suplementar

deverá

ser acrescentada, caso necessário, para distinguir o autor
de outros que tenham o mesmo nome.
9. Entrada de Entidades Coletivas
9.1.

k entrada principal de uma obra deve ser o nome da entidade coleti
va (i.e. uma instituição, entidade constituída ou assembléia
pessoas conhecida
9,11.

de

por um nome corporativo ou coletivo)

quando, por sua natureza, a obra e necessariamente a
ex
~ do pansamente ou atividade coletiva da entidade 7 ,
pressão

6. Sujeito à Secção 7.1.
7. Por exemplo, relatorios oficiais, regras e regulamentos, manifestos,
gramas e registros do resultado de obras coletivas.

Digitalizado
-gentilmente por:

pro

�ainda que assinada por uma pessoa na capacidade de
nario ou servidor do orgao em questão,
9.12.

funcio

ou

quando os dizeres do título ou da página de

rosto conside

rados era relaçao com a natureza da obra indicam
f
/
claro que a entidade e coletivamente responsável

de

modo

pelo con

teúdo da obra
.9.2.

Em outros casos, quando uma entidade coletiva exerceu

função subsi

diária a do autor (tal como a de editor intelectual) uma entrada se
cundária devera ser feita sob o nome da entidade.
9.3.

Em casos passíveis de dúvida a entrada principal pode ser quer pelo
nome da entidade coletiva, quer pelo titulo ou o nome do autor indi
vidual, com entrada secundária em cada caso sob a" alternativa

nao

escolhida para a entrada principal.
9.4.

O cabeçalho uniforme para as obras que têm entrada pelo nome de uma
entidade coletiva, deve ser o nome sob o qual a entidade e

freqüen

temente Identificada em suas publicações, exceto nos casos

seguin-

tes:
9.41.

quando em suas publicações ocorrem

freqüentemente

varia

çoes da forma do nome, o cabeçalho uniforme deve ser a for
ma oficial do nome;
9.42.

quando a entidade coletiva tem nomes oficiais em
varias
/
/
línguas, o cabeçalho deve ser na língua que melhor se adap
te aos interesses dos utilizadores do catalogo;

9.43.

quando a entidade coletiva e geralmente conhecida por
A
/
f
nome corrente, este nome (numa das línguas usualmente

um
em

pregadas no catálogo) deve ser o cabeçalho uniformo;
9.44

para as publicações dos Estados e outras autoridades terri
toriais, o cabeçalho uniforme deve ser a forma sob
/
rs» f
O territorío em questão e comumente designado na

a qual
/
língua

que melhor se adapte aos interesses dos utilizadores do ca
talogo;
9.45.

se a entidade coletiva usou sucessivamente nomes

diversos

que nao podem ser considerados pequenas variações do mesmo
nome, o cabeçalho para cada obra deve ser o

rome

adotado

pela entidade no momento da publicação da obra, relacionan
9
do-se os diferentes nomes por meio de remissivas ;
Por exemplo, publicações seriadas cujos títulos consistem num termo gene
rico (Boletim, Transactions etc.) precedido ou seguido do nome de uma en
tidade coletiva e que incluem algum relato ou descrição das atividades do
orgao.
Desde que se estabeleça com certeza que os nomes sucessivos se aplicam ao
mesmo organismo, todas as entradas podem ser reagrupadas sob o nome mais
recente, com remissivas dos demais.

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

�9.46.

acrescenta-se uma caracteristicn suplementar,de identifica
gao, quando ha necessidade de distinguir a entidade coloti
va de outras com o mesmo nome.

9.5.

As constituições, as leis a os tratados, e outras obras da mesma n^
tureza, devem ter entrada pelo nome do Estado ou da autoridade
ritorial apropriada com títulos formais ou convencionais
quem a especie do documento.

que

ter
indi

Entradas secundarias pelo titulo

ver

dadeiro devem ser estabelecidas sempi-e que sejam necessárias.
9.6.

Uma obra de orgao subordinado a entidade superior terá entrada pelo
orgao subordinado salvo nos casos seguintes;
9.61.

se o próprio nome implica subordinação ou função subordina
/
f
da ou e insuficiente para identificar o orgao subordinado,
a entrada principal se faz pela entidade superior, seguida
da subordinada comr sub-cabeçallio;

9.62.

se a entidade subordinada é um órgão administrativo, judi
*
A
/
ciario ou legislativo de um governo, a entrada principal e
o nome do Estado ou da autoridade territorial

apropriada

seguido do nome do orgao como sub-cabeçalho.
10.

Autores múltiplos
Quando dois ou mais autores

colaboraram na criaçao de uma obras

10.1. se um dos autores figura no livro como autor principal,

tendo

demais papel subordinado ou auxiliar, a entrada principal da

os
obra

se faz pelo nome do autor principal;
10.2. se nenhum dos autores figura no livro como autor principal,

a

en

trada principal se faz
10.21.

pelo nome do autor citado em prirrieiro lupar na pagina
^
/a
/
rosto quando ha dois ou tres autores, com entradas secunda
rias pelo(s) nome(B) do ou dos outro(s) autor(es)5

10.22.

pelo titulo da obra quando o numero dos autores e superior
A
f
a tres, fazendo-se entrada secundaria pelo nome do autor
citado em primeiro lugar na pagina de rosto bem como pelos
outros autores desde que se julgue necessário.

10.

Nesta secçao, a pala' ra autor e empregada de modo a se aplicar igualmente
a uma entidade coletiva sob o nome da qual se fazem entradas (vide 9).

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lí

�8.
10.3. Coletâneas

^ entrnda principal pw.rn una coletanea enfeixondo obras, independen
tes ou pertes de obras de diversos autores deve ser feita

10.31.

pelo titulo da coletanea, se se trntar de um titulo geralf

10.32.

pelo nome do autor ou pelo título da primeira obra,

caso

nao haja título geral;
10.33.

Nestes dois casos, deve ser feita entrada secundaria
none do compilador (isto e, a pessoa que assumiu a
snbilidade de reunir os textos da coletanea

pelo
respon

recorrendo

a

fontes variadas), se este for conhecido?
10.34.

Exceção; Se o none do compilador aparece en evidência

na

pagina de rosto, a entrada principal pode ser pelo compila
dor, com entrada secundaria pelo titulo.

10.4. Quando paitp sucessivas de una obra sao atribuidas

a

autores, a entrada principal deve ser feita pelo autor da

diferentes
primeira

parte.

11.

Houve minoria importante da Conferência qu.e não aceitou o texto que figu
ra sob (10.3.) e se pronunciou a favor do seguinte;
10.3.

10.31.

cm

1

k entrada principal de uma coletanea enfeixando obras independen
tes ou partes de obras de autores diversos deve ser feita
quando a coletanea tem um titulo geral;
10.311

pelo none do compilador (isto é, a pessoa que assumiu
a
responsabilidade de reunir os textos da coletanea^recorren
do a fontes variadas), se o seu nome figurar na pagina de
rosto;

lO.BlS.

pelo titulo da coletanea se o nome do compilador não figu
rar na pagina de rosto;

10.32.

quando a coletanea nao tem título geral, pelo none do autor ou
Io titulo da primeira obra da coletanea.

10.33.

Uma entrada secundaria deve ser sempre feita pelo nome do compilador (se for conhecido), caso ele nao seja escolhido como
entrada
principal; e pelo ;ytulq quando p pntrada p'-incipal e pelo nome do
compilador.

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pe

�Obras cataloradas pelo título
11.1.

Tem entrada principal pelo titulos
11.11.

obras cujos autores nao foram identifiçados|

11.12,

obras de mais de tres autores nao sendo nenhum o au
tor principal (vide 10.22.)

11.15.

coletaneas de obras independentes ou de partes
obras de diversos autores publicadas sob um

de
/
titulo

geral,
11.14.

obras (inclusive as publicações periódicas e as

o

bras pertencentes n uma série) conhecidas principal
mente mais pelo título do que por un noíne de autor.
11.2. Uma entrada secundária ou uma remissiva deve ser feita pelo título
para s
11.21.

edições anônimas de obras cujos autores foram identificadosj

11.22.

obras cuja entrada principal e pelo nome do autor ,
quando o título é outro elemento importante de iden
tificaçao;

11.23.

obras cuja entrada principal e polo nome de ui'aa

en

tidade coletiva, mas que tem titulos característicos
que nao incluem o nome da entidade;
11.24-.

coletaneas cuja entrada principal e feita excepcionalmente polo nomo do compilador.

11.3. O cabeçalJho uniforme (no concernente às entradas principais ou

as

secundarias, vido 6.1.) para as obras cuja entrada o polo
titulo
/
deve ser o titulo original ou o mais freqüentemente usado nas edi
12
çoes da obra
, exceto no caso seguintes
11.31.

se o obra for geralmente conhecida sob um título

do

uso

corrente, esto deve ser escolhido cono cabegalho uniforme.
11.4. O c^'becalho uniforme para obras cujrs partos sucessivas ou os volu
A
/
/
mes tem titulos diferentes devo ser o titulo da primeira parte, a
nao ser que a maioria das partos ou volumes tenha um outro título.

12.

Sujeito a Secção 7.1.

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&lt;/

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�11.5. Quando uma publicação era sério é publicada sucessivamente sob dife
rentes títulos, uma entrada principal deve ser feita para cada
tulo abrangendo a serie de fasciculos que tem esse titulo,

ti

mencio

nando-se pelo nenos o imediatamente anterior e imediatamente pos/
/
terior. Uma entrada secundaria pode ser feita para as series em a
A
r
13
prego sob un só título preferencial
. Se, entretanto, as variações do título são mínimas, a forma empregada mais

freqüentemente

pode ser usada como cabeçalho uniforme p«tra todos os fascículos.

11.6. Os tratados e as convenções internacionais multilaterais,

e

cer

tas categorias de publicações que não têm título característico ,
14
podem ter entrada
sob um cabeçalho uniforme, convencional, asco
Ihido com o objetivo de tornar conhecida a forma da publicaçao.

12.

PALAVRA DE ENTRADA PARA OS NOMES DE AUTORES INDIVIDUAIS

Quando o nome de um autor individual inclui varias palavras, a
colha da palavra de entrada é determinada, tanto quanto possível, pelo '

es
uso

consagrado no pais do qual o portador do nome e cidadao, ou, se isso nao

pu

der ser feito, pelo uso admitido na língua que êle em geral emprega.

13.

14.

y
/
^
se se julgar desejável, a^fim de reunir num so lugar do catalogo
as informações relativas a publicação inteira,

A
todas

se se julgar desejável, a fim de reunir num sn lugar do catálog;o
estas publicações.

todas

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�11.
RESOLUÇÃO II

A Conferencia decide;
1.

que a Comissão organizadorn, tal cono foi ampliada, permneçf em função
ato a próxima reunião anual do Concelho da F.I.u.B., a fim dos
a) assegurar aos textos adotados pela Conferenci-^ as correções

redacio

nais que se fizerem necessárias;
b) incumbir-se da difusão destes textos a todos os delegados e

ob serva

dores, a todas as comissoes nacionais e outras organizações

partici

pantes, bem como aos periódicos profissionais;
A
editar e publicar o relatorio da Conferencia;
d) garantir a execução de todas as resoluções da Conferência;
e) assegurar o proseguimonto dos trabalhos iniciados no decurrer da Con
ferenda pe^los grupos especializados;
f) conservar o aproveitar o material documentário reunido no decorrer
da preparaçao da Conferência e durante a própria Conferencia;
g) submeter a secretaria da F.I.A.B, uma lista dos assuntos

que

pode-

riam ser objeto do estudos ulteriores c.o domínio da catalogaçao;

2.

que se encarregue a secretaria da F.I.â.B. de estudar os meios que
mitam continuar o tr'^balho encetado pela Conferencia e os

per

assuntos

estudo ulterior no domínio da catalogaçao, e de esforçar-se por

de

encon

trar os recursos financeiros que assegurem a execução dos projetos apro
vados pela Conferência e dos projetos justificados por todo programa fu
turo.

RESOLUÇÃO III
!
k Conferencia julga necessário que, no interesse do tr íbalho internacio
nal futuro, as coraissões nacionais

criadas em função da

Conferência

sejam

mantidas o continuem a cooperar com a Comissão organizadora.

RESOLUÇÃO IV

Pro.ietos a empreender.
a) a Conferência propoe que os seguintes projetos sejam empreendidos sob
a direção da Comissão organizadora;
1.

a publicaçao, dentro de \im prazo mínimo, de uma súmula da prática
da em cada país, para as entradas relativas aos nomes
procedentes;

cm

1

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de

pessoas

adota
dele

�2.

a preparação e publicação das listas seguintes:
a) uma lista dos nomes'de Estados e outras autoridades territoriais, sob
a forma adotada para as entradas nos catálogos,

em conformidade

os nomes oficiais usados por estas próprias autoridades, 9

com

consignan

do os equivalentes nas principais línpuas do mundo?
b) uma lista dos titulos uniformes para os clássicos anonimos

de

cada

país, cora os equivalentes adotados nas línguas de outros países;
c) uma lista limitada de categorias de publicações que podem ser

catalo

gadas sob um cabeçalho convencional, correspondendo a forma da obra.
B) A Conferencia, reconhecendo ser desejável a elaboragao de certas

lis

tas de càboçQlhcs" uniforno3"(por exe-plo dTS ncnes de autores clapnicos

gre

gos e latinos, dos nomes das principais entidades coletivas existentes em

ca

da país, bem como das organizações internacionais importantes), propoe, a
A
t
tulo de experiencia, que se estabeleça um numero limitado destas listas.

tí

RESOLUÇÃO V
A
^
A Conferencia recomenda que os paises que pertençam, integral ou parcial
mente, a u'a mesma area lingüística procedam as consultas necessárias,

com o

fim de unificar suas praticas respectivas concernentes a forma de entrada dos
nomes de pessoas na língua comum,

RESOLUÇÃO VI

A Conferência recomenda que a F.I.A.B», em conjunto com as outras
nizações internacionais interessadas, estude as incidências que

orga-

poderia

sobre as regras de catalogaçao a utilizaçao das maquinas eletrônicas e,

ter
de

maneira geral, de todo processo mecânico, especialmente nas grandes bibliotecas gerais.

RESOLUÇÃO VII

A Conferencia deseja que seja estudada a possibilidade de

se

posteriormente a Exposição dos princípios, em relaçao a um certo

completar
número

do

pontos susceptíveis de merecer um acordo internacional.

RESOLUÇÃO VIII
A Conferencia congratula-se pela vontade de cooperação reafirmada
delegado da ISO e deseja que a mris estreita ligaçao seja mentida

pelo

entre

a

F.I.A.B, e a ISO, especialmente no que concerne as referencias bibliográficas
%
»S*
e a transliteraçao.

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lí

�13
RESOLUÇÃO IX

A Conferencia faz questão de lembrnr que,

uc

pode atingir com suces

so seus objetivos e chegar a um acordo muito exterivso sobre os princípios

de

catalogaçao, deve este sucesso aos recursos muito importantes postos a dispo
siçao da F.I.à.B.

pelo "Council on Library Resources".

Esta ajuda

tiu assegurar a preparação da Conferência em condições excelentes e

permi
reunir

especialistas responsáveis de un grande numero de paises e de organizações
internacionais.

A Conferencia 'exprime sua gratidao ao "Council on Library Resources"
por sua ajuda generosa.

Apêndice I
DE LBC-AÇÕES

O numero de participantes foi de 105, ou sejas as delegações de 53 pai
ses e de 12 organizações internacionais, alem dos membros da Comissão organizadora designada em Londres em 1959 e dos autores de documentos de trabalho nomeados pela Comissão.

Assistiram iguelmente a Conferência 104 obser-

vadores de 20 países.
Delegações nacionais;

Alemanha (República federal)
Argentina
Austrália
Áustria
Belgioa
Brasil
Bulgária
Canada
Ceilão
Checoslovaauia
Chile
^
China (Republica)
Colombia
Coréia (República)
Dinamarca
Espanha
Estados Unidos da America
Finlândia
França
Grã-Bretanha
Guatemala
Holanda (V, Paises Baixos)
Hungria
índia
Indonésia
Ira
Israel
Itália

cm

1

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Iugoslávia
Jamaica
Japao
Líbano
Luxemburgo
Mexico
Nigeria^ Ghana, Sierra Leone (Asso
ciaçao dos bibliotecários da
Africq Ocidental)
Noruega
Nova-Zelandia
Paquistão
Paises Baixos (Holanda)
Perú
Polonia
Portugal
República Sul-Africana
Eodssia e Niassalandia (Federação)
Rumenia
Si^apura
Suécia
Suíça
Tailandia
Turquia
URfS
Uruguai
Vietnam (Republica)
Vietnam (Republica democrática)

�Organizações internacionaisi
ássociagão das biblioteco.s de Judaica e Hebraica na Europa?
Associagf^o internacional dos bibliotecários o docamentalistas agricolasi
Associação das bibliotecas juridicas;
Associação internacional das bibliotecas musicais?
Associaçao internacional dos editores;
Bibliotecas das Nações Unidas, Nova York|
Bibliotecas das Nações Unidas, Genebra,
Federação internacional de docunentagaoi
Federação internacional das associaçoes de bibliotecários^
Organizaçao das Nações Unidas para a alimontaçno e a agricultura (biblioteca)
Orç-anização internacional de normalização;
Unesco.
As delerações seguintes, que haviam sido designadas, nao puderam participar da
Conferência;
Cuba;
Alemanha (Republica democratica);
Republica árabe Unida;
Comunidade internacional das associaçoes de livreiros.
Apendice II
COMISSÃO ORGANIZADORA

Designada na Reunião Preliminar de Londres (julho, 1959)s

M. Paul Poindron, Conservador Chefe - Direction des Bibliothèques de France,
Paris (Vice-presidente)
Senhorinha N. A. Lavrova, Secretaria Cientifica e bibliófrafa chefe - Gamara
do Livro da União, Moscou.
Dr. Ludwip Sickmann, Docente - Bibliothekar-Lehrinstitut des Landes
Nordyhein-Westfalen, Colônia.
Mr. A. H. Chaplin, Conservador - Department of Printed Books, British Museum,
Londres (Secretario executivo).
Membros que ampliaram a Comissão tendo sido desipnados
durante a Conferência em Paris (outubro, 1961);
S.ra Maria Luisa Monteiro da Cunha - Biblioteca Central da Universidade de
Sao Paulo, Brasil.
Dr, Adrew Osborn, Bibliotecário - University of Sydney, AustralJ.a.
Shri Benoyendra Senpupta, Bibliotecário Assistente - Biblioteca Nacional,
Calcutá.
Mr. Wyllis E. V/rÍ£'ht, Bibliotecário - V/iiliams College, Williarastown,
Massachusetts.

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.O"
14

15

16

17

lí

�Apendice III
VOTOS

Äs resoluções I a IX for.am adotadas por unaninidado.

A votação concernente ao texto da Exposição dos princípios se processou
segundo o solicitado pelos dalepndos, ou seja, secção por secgao.

Para

tô

das as secções, a maioria dos votos se pronunciou a favor do texto submetido
pelos e-rupos de trabalho; as cifras do cada votação figuram abaixo (a especi
ficação dos votos de oposição e de abstenção, com as explicações fornecidas
^
A
por algumas delegações, serão publicadas no relatorio completo da Conferen cia).

Os representantes da F.I.A.B, e da Associação Internacional de Edito-

res não participaram da votação.

Pro

Contra

TOTAL

Abstenção

Secção 1

62

1

63

Secçao 2

61

2

63

Secção 3

63

63

Secçao 4

62

63

Secção 5

59

4

63

Secçao 6

60

3

63

Secçao 7

58

4

1

63

Secçao 8

58

3

2

63

Secção 9.1

56

7

63

Nota de rodapé
da pagina da
secçao 9.12

50

6

58

Secçao 9.2

59

3

1

63

Secçao 9.3

57

3

3

63

Secção 9.4

54

3

6

63

Secçao 9.5

47

3

11

61

Secçao 9.6

59

3

1

63

Secçao 10-10.21

58

2

Secçao 10.22

44

14

1

59

Secção 10.3

35

22

2

59

Secçao 10.3 Texto
alternativo (vide
nota de rodapé,
pagina 10).

25

26

3

54

Secgao 10.4

57

1

60

Secgao 11.11

adotada por unanimidade.
Não houve votos por boletins.

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60

I Sc a n
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14

15

16

17

1

�16.
Pró
Socçao 11.12-11.13

Contra

Abstenção

TOTAL

Não houve votos (a decisão
decorre dos votos sob 10.22
e 10.3 respectivamente)

Secçao 11 .'14

55

3

2

60

Secçao 11.2-11.23

60

—

—

60

Socgão 11 .'24

Não houve votos (a decisão
decorre do voto sob 10.3)

Secçao 11 .'3

57

2

1

60

Secçao 11.4

60

—

—

60

Secçao 11.5

54

4

2

60

Secçao 11.6

52

5

3

60

Secçao 12.

54

5

2

61

Apêndice IV
GRUPOS ESPEClàLIZ/IDOS

Terminologia
Transliteração
Bilingüismo
Nomes indianos
Nomes muçulmanos n." índin e no Paquistão
Nomes árabes
Nomos hebreus
Nomes persas
Liturpia

àpondice V

DOGUÍÍENTOS DE TRABALHO

cm

1

1.

Relação entre os princípios de cntalogaçao e os aplicaveis a outras for
mas de trabalho bibliog^rnfico.
Andrew D. Osborn.

2.

Função da entrada principal no catalogo alfabético.

Seyiaour I.ubetzky.

3.

Função da entrada principal no catalogo alfabético.

Eva Verona«

4.

Função da entrada principal no catálogo alfabético; comentário das opiniões emitidas por Seymour Lubetzky e Eva Verona.
Leonard J. Jolley.

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&lt;/

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16

17

lí

�17.
5.

Entidades coletivas.
(1)
(2)

I.

V. A» Vasilewska.in.

Limites ao'uso de entradcTS de autores coletivos.
Ce,talo£:açao de leia e trntndos.

G.

Entidades coletivos»
II.
Suznnne Honoré.
(1)
Fom'i de ccbeçalho p&lt;jrn autores coletivos.
(2)
Tratamento dispensado a orpaos subordinados.

7.

Entrada de obras anônimas sob títulos padronizados ou de forma.
Pierrot.

8.

Problemas da catalogação de publicações periódicas.

9.'

Catalogação de liturgias e textos religiosos no catalogo alfabético.
Ruth C. Eisenhart.

Roger

Paul S. Dunkin.

10.

Autores múltiplos.-

Hellmut Braun.

11."

Escolha da entrada para autores cujos nomes variam.

12.

Relatorio sobre nomes compostos e sobre nomes com prefixos.
Ascarelli.

13.

Nomes brasileiros e portugueses? problemas e soluções.
Monteiro da Cunha.

14é

Tratamento de nomes de autores individuais indianos nas entradas do
catalogo.
Shri Benovendra Senrupta»

15.

Entradas de nomes arabes.

16è

Tratamento de nomes era caracteres hebraicos e entrada pelo título de
livros hebreus.
R. Edelmann»

17.

O impacto da eletrônica no concernente às regras de catalogaç-ão.
C» D» Gull.

Pavle Kalan.
Fernanda

Maria Luisa

Mahmud Shenlti.

8 de novembro de 1961.
Distribuido por:
A» íi» Chaplin
Secretario Executivo C.I.P.C.
a/c The National Central Library
Malet place, London, WC 1.
Traduzido por

Maria Luisa Monteiro da Cunha
Presidente
Comissão Brasileira de Catalogação
Sao Paulo, fevereiro de 1962.

cm

1

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14

15

16

17

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3

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I Digitalizado
^A^ca
Syst e m
-gentilmente por:

17

18

19

20

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                <text>IV Congresso Brasileiro de Bblioteconomia e Documentação</text>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

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2(

��IV C0NGHKS30 BRüSILSIRO D3 BIBLIOTECONO-IIÄ S DOCUMENTAV^ÃO

M,
-A
o 'Institõtà 'N^cTonãji^ do "Liví^e o seu programa para
o desenvolvimento das blbD.iotecas brasi3.eiras
por
Gacilda Basilio de Sousa Reis

Digitalizado
-gentilmente por:

�UNIVERSIDADE DO

CEARA

IV CONCRESSO "Rj-.SILEIPiC DE BIBLICTECCNCi'IA E DCGUlíENTA^
Fortaleza,

7 a

de

julho do 1963

-i
Tc^-^a II — Bibliotecas I^úblicas,

Infanto- Juvenis, Ambulantes

e Escolares

Ao INSTITUTO NACICN-iL DO LIVRC E O SEU PROGRAMA PARA
l.
O DESENVOLVIMEFTO DAS BIBLIOTECAS BRASILEIRAS

por

Cacilda
Basílio
de
Sousa Reis
Professora de Práticas Educativas e Assistente
Regional do INL em
São Paulo

�o INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO E 0 SEU PROGRAí^A
FARA

O

DESENVOLVIMENTO

DAS

BIBLIOTECAS

BRASILEIRAS

^
J
.**

A) CRIAÇÃO DO INSTITUTO NACICNAL DO LIVRO
B) sáÇÕES TÉCNICAS
a)sá^ão da Enciclopédia e do Dicionário
b)S^ão das Publicações
G)Se%ão das Bibliotecas

A) CRIAÇÃO DO INSTITUTO NACIONAL DC LIVRO
Decreto-lei n2 93

21 de dezembro de 1937

B) sé^ES TÉCNICAS
^

'

\

dg Enciclo-pódia e do Dicionário —
a qiial compete

"organizar e publicar a Enciclopédia Brasileira

e o Dicionário da LÍngua Nacional, revendo-lhes as sucessivas
edições", vem se dedicando à publicação das obras subsidiárias
que servirão de fpntoj principalmente^no que se refere aos assuntos brasileiros, para a confecção da Enciclopédia

do Di -

cionário.
O rendimento desta stfçSo, para ser critério samente interpretado, depende de análise cuidadosa o do conhecimento direto da

sua situação interna.

Toda sorte de obstá -

culos - naturais e circunstanciais - v^ta dificultando-lhe
cumprimento final de suas atribuições.

o

O volume de trabalho ,

problemas de ordem técnica, problema de pagamento regular

aos

especialistas e, destacadamente,

in-

o lugar comum das verbas

suficientes^ para manter um ritmo normal de produção,

são

os

primeiros fat éres a serem apontados como responsáveis pelo retardamento da entrega ao publico"da Enciclopédia Brasileira#

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Exemplos de obras subsidiárias

ja publicadasí

Memórias sobre a paleontologia brasileira, por Peter Wilhelm
Lundy Revi'^e' comti^^^r Carlos de Paula Couto.
Os roedores do Brasil, por João Moojen.

1950.

1952*

Paleontologia brasiloira;mamíferos, por Carlos de Paula Couto.
1953.
Moluscos tés seis do Brasil, por JÚlio Magalhães e'Sergio Mazz£
lira.

1953.

Dicionário do folclore brasileiro, por Luís da Camara Cascudo.
1953

(ja saiu a 2?' ed.)

Frutas do Brasil, por Eurico' Teixeira da Fonseca.

Publicações

—

1953.

à qual compete

"editar toda sorte do obras raras ou preciosas, que sejam

de

grande interesse para a cultura nacional" e "promover as me didas necessárias para aumentar, melhorar e baratear a edição
de livros no país, bom como facilitar a importação de livros
estrangeiros", vera, dentro das limitações que lhe são impostas
por fctores vários,

cimiprindo tão . alta incumbência.

Promover a publicação de obras de grande valor
cultural e de restrito valor comercial, não permitindo

que

g sua atividade editorial ponha em perigo o comércio de livros
ou amoaoe a iniciativa* privada,

são critérios estabelecidos

pelo INL.
Quando foram publicadas as "i'-ormas para cata
logaçao de impressos", da Biblioteca Apostolica Vaticana, e
a
"Bibliografia de fl^iteratura infantil em língua portuguesa", do
Lenyra C. Fraccaroli, por serem do limitado interesse comercial,
o INL garantiu, aos respectivos editores,

a. aquisição de 2.000

exemplares de cada obra.
Destacamos, a título de exemplo, algumas coleções
ja colocadas ao alcance do públicos
Biblioteca Científica Brasileira
Biblioteca Filologica
Biblioteca Histórica
Biblioteconomàa
Coleção do Obras Raras
Coleção do Estudante
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Exemplos de obras subsidiárias

já publicadas:

Memórias sobre a paleontologia brasileira, por Peter Wilhelm
Lundy Rev4*^e comV^'^or Carlos de Paula Couto.
Os roedores do Brasil,

por João Mooõen.

1950.

1952»

Paleontologia brasiloira;mamíferos, por Carlos de Paula Couto.
1953.
Moluscos fé sseis do Brasil, por JÚlio Magalhães e'Sergio Mazz^
lira.

1953.

"

Dicionário do folclore brasileiro, por Luís da câmara Cascudo.
1953

(js saiu a 2Í' ed.)

Frutas do Brasil,

por Eurico* Teixeira da Fonseca.

Publicações

—

1953.

à qual compete

"editar toda sorte do obras raras ou preciosas, que sejam

de

grande interesse para a cultura nacional" e "promover as me didas necessárias para aumentar, melhorar e baratear a edição
de livros no país, bem como facilitar a importação de livros
estrangeiros",

vem, dentro das limitações que lhe são impostas

por fatores vários,

cumprindo tão.alta incumbência.

Promover a publicação de obras de grande valor
cultural e de restrito valor comercial, não permitindo

que

ê sua atividade editorial ponha era perigo o comercio de livros
ou amosoe a Iniciativa* privada,

são critérios estabelecidos

pelo INL.
Quando foram publicadas as "^•ormas para cata
logação de impressos", da Biblioteca Apostolica Vaticana, e
a
"Bibliografia de fl^iteratura infantil em língua portuguesa", do
Lenyra C. Fraccaroli,

por serem de limitado interesse comercial,

o INL garantiu, aos respectivos editores, a aquisição de 2.000
exemplares de cada obra.
Destacamos,

a título de exemplo, algumas coleções

já colocadas ao alcance do publico?
Biblioteca Científica Brasileira
Biblioteca Filologica
Biblioteca Histórica
Biblioteconomia
Coleção de Obras Raras
Coleção do Estudante

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�3

Destcícamos, oinda, r. título do exemplo, algumas
puTDlicrções de particular interesso do bibliotecarioi
Instruções para a organização das bibliotecas municipais.

19^0»

;

Bibliografia brasileira, 1938Guia das bibliotecas brasileiras,

19'-i-l (3»cd.

1955)

Bibliografia das bibliografias brasileiras, por Antônio Simões
dos Reis.

19^2.

Classificação^ sistemas de classificação bibliográfica, por Jos6 Soares de Sousa,

i

19^3*

Guia das livrarias brasileiras.

19^+3•

'

Compêndio do classificação decimal e Índico alfabético, por Antonio Caetano Dias o Luís Cosme,

19^^ (2,ed,

1950)

Relação do cabeçalhos de assuntos para fichas, por Wanda Ferraz,
19^^.
Manual de classificação o catalogação do discos musicais, por
Luís Cosme.

19^9»

Como organizar o catálogo dicionarj.o, por Adelfa S.R. Figueiredo.
1950.
Editoras e livr^ias,

1953*

Bibliotecas do ^cntro-^^ste do Brasil, por Humberto Soares da Costa.

j

1953.
A "Revista do Livro" começou a ser publicada em

junho de 1956 e ja está no n2 2h,

É por ela responsável

a

j

Redação da Revista do Livro.

c) Seção das Bibliotecas —

à qual compete "incen-

tivar a organização e auxiliar a manutenção de bibliotecas publi«»
cas cm todo o territorio nacional", visa, ainda, organizar um cadastro geral &lt;3as bibliotecas brasileiras e contribuir para a cria
ção de novas bibliotecas no país, fazendo-lhes doações periódicas,
tanto de publicações ^o líIL como de livros comprados diretamente
aos editores, a fim de que cresçam e se desenvolvam, dentro do po^
sível, atualizadas ,

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�Des suas otribuições, dostecGinoss
1. Registro do bibllotocas '.t^CBar-nnêxo ng 30
2.

Sclcçro o aquisição do obras a

serem distribuídas

entre as bibliotecas.
A
✓
%
3» Assistência técnica regional, 19^9 rnfõíTTnoxa-nO V)
o) Visitas feitas por assistentes técnicos —•
i

Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceara, Guaporé,
Maranhão, Mato Grosso, Para, Paraíba, Parana,

Pernambuco,

Piauí, Rio de Janeiro ,

Rio Grande do Norte, Rio Grande do

Sul ,

Santa Catarina, São Paulo e Sergipe,
b) Cursos intensivos - foram dados em Alagoas,
Minas Gorais, Parana, Perrbuco

c) Escolas de biblioteconomia —^2Tam criadas
duas;

Minas Gerais e Parana«

d) Bolsas de estudo, 1955-

*

^ 18 bolsis-

tas, vindos dos diferentes Estados, fro
qtContaram o Curso do Biblioteconomia

-x
da

Biblioteca Nacional do Rio do Janeiro.
Convênio com as Prefeituras*■í3ôzEZ2:,no_3co nß 5)
5.

Convênio com o SIC":tvgY

6.

Biblioteca Defr/rnstrativa Castro Alves —
criada, no Rio de Janeiro, para servir do modelo às bibliotecas publicas»

Recebe estagiá-

rios.

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CONSIDERANDO

que o Instituto Nceionol do Livro

1) É uma entidade perfeitamente definido, de tradição e de
completa penetração nacional5
2) É uma entidade construída com sacrifícios,
vulto das suas obrigações

em virtude do

em relação à extensão territo

rial do país e à precariedade de meios com que contasn os
movimentos culturais;
3) É uma entidade que planejou e ^m executando amplo progra
ma do ajuda positiva à. bibliotecas5
É uma entidade que,

com as suas doações gratuitas, muito

beneficia as bibliotecas do interior, especialmente as de
parco recursos, que inúmeras vezes tem as suas coleções
constituídas aj)cnas por livros remetidos pelo INL5
5) Ê uma entidade que,

ate 31 de maio de 1963» recebeu a in_s

crição de 10,800 biblio'tecas, às quais distribui livros ,
gratuitamente,

todos os anos5

6) É uma entidade iq^ue, ate 31 de maio de I963» doou um total
do 2.758*5^8 volumes5
7) É uma entidade que criou duas escolas do biblioteconomia5
8) É uma entidade que não tem recebido das Escolas de Biblio
teconomia do país a justa referencia,

inclusive em benefí-

cio delas .próprias;
9) É uma entidade que lançou a idéia das feiras anuais de livros,

tendo organizado e coordenado a primeira^

IA) É uma entidade que, por solicitação da FEBAB,

conseguiu o

decreto que instituiu a Semana Nacional da Biblioteca;
11) É uma entidade que apoia a FEBAB
Informativo;

custeando-lhe o Boletim

�6

pedimos vcnic pcrc

sugerir que o IV Congresso Brasileiro do

Bibliotoconomir. o Documentcção, dando apoio ao valioso e im
portanto programa do INL paiA?, o desenvolvimento das bibliotecos brasileiras, recomende que
»
1) As Associações de Bibliotecários^enviem à FEBA!^ informações
calcadas nas necessidcdes das bibliotecas de seus Estados ,
dentro dos /tens que possam merecer a atenção do INL3
2) A FEBAB

apresente ao INL sugestões bcsoadas nos problemas

o estudos focalizados pelas Associações de Bibliotecários5
3) As Associações de Bibliotecários incluam, anualmente,

om

seus programas comemorativos do Semana Niioional da Bibliot_o
ca, assuntos referentes aos trabalhos da competência do INL5
^)As Escolas de Biblioteconomia doem om seus programas escolares maior ênfase aos serviços prestados polo INL às bibliotecas 5
5) Os bibliotecários dêem ao INL apoio integral, mantendo

ag

sues bibliotecas era contato com aquela instituição para dela recebereiffapcrcola de serviço que lhos c devida*,
6) Os bibliotoccrios de todo o país procurem informar às bi bliotecas de suas cidades o de lugares circunvizinhos

das

vcntcgens om se inscreverem t.n INL.

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�DEGRETO-I^I

93 de 21 de Dezembro de 1937

Cria o Instituto Nacional do Livro

O Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil, usando das a— •
tribuiçSes q^ue lhe confere o arti^jo 180 da Constituição,
Decreto:
Artf15 - O Instituto Cairá fica transformado em Instituto Nacional do
Livro,
§í}nico - O Instituto Nacional do Livro torá a sede de seus serviço^o
Edifício da Biblioteca Nacional.
Art92s - Competirá ao- instituto Nacional do Livro;
a) - organizar e publicar a Enciclopédia Brasileira e o Dicionário da
LÍngua Nacional,

rovendo-lhes as sucessivas edições^

"b) - editar i:3da sorte de obras raras ou preciosas,

que sejam de gron

de interesse para a cultura nacional^
c) - promover as medidas necessárias para aumentar, melhorar e bara tear a edição de livros no paJ's,

bem como facilitar a importação de livros

estrangeiros^
d) -• incentivar a organização e auxiliar a manutenção de bibliotecas
piíblicas em todo torritário nacional.
Art«.3s - O Instituto Nacional dò Livro tera,
de administração;

allm dos serviços gerais

três secçSes técnicas e um Conselho de Orientação,

Art«42 - As trás SecçÕQs .técnicas se denominarão;
X&gt;édia e do Dicionário,

Secção de Enciclo -

Secção das Publicações e Secção das Bibliotecas,

ca-

bendo h. primeira as funções da letra a , h segunda as funções das letras b
0 0 0» terceira as funções da letra d,

do" artido 22 dêste decreto-lei.

§12 - Cada Socção será dirigida'por um chefe.
§2 2 - Os chefes de Secção,

bem como o demais pessoal do Instituto Na-

cional do Livrc^ serão admitidos na foriáã do decreto n2 671, de 19 de junho
de 1936o
Artr5'' - A.0 nonRelho de Orientação caberá o plano de organização
I]r.oicl:-j-.ödia Brasileira e do Dicionário da LÍne:ua Nacional,

da

bem como dar pa

recer sôbre as medidas q.ue devam ser tomadas para que os objetivos do Inst_i
tuto Nacional do Livro sejam conseguidos,
.yl2 - O Conselho de Orientação sera composto de cinco membros nomeados
pelo Prüsldente da Repiíblica.

cm

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�§20 - A fxmção dô' membro do Conselho de Orientação será í_;ratülta e con£
tituird serviço pdblico relevante.
§32 - O Conselho de Orientação funcionará na sede do Instituto Nacio uai do Livro.
§42 - Tomará parte nas discussões do Conselho de Orientação o diretor
do Instituto Nacional do Livrq^e fu^^ionara como seu secretário,

podendo

igualmente discutir as matériaso chefe da Secção da Enciclopédia e do Dicionário,
§52 - líenhuma reunião do Conselho de Orientação se realizará sem que pa
á
""
ra a mesma sejam convocados o diretpr do Instituto Nacional do Livro e o ch^
fe

da Secção da Enciclopédia e do Diconário.
Art.ós - As publicações do Instituto Nacional do Livro não serão dis -

tribuiaas

gratuitamente senão "Ls bibliotecas piíblicas a Ôle filiadas, mas

se colocarão

a venda em todo o país por preços que apenas bastem para com-

pensar total

ou parcialmente o seu custo,

Art.79 - O Poder Executivo baixará o regulamt&gt;nto do Instituto Nacional
do Livro,
Art.82 - 'éste decreto-lei entrará em vigor no dia I2 do janeiro

de

193^ ficando revogadas as disposições em contrário,
ilio de Janeiro,
República. Ass.

21 de dezembro de 1937; 116® da Independência e 40« da

Ge túlio "Vargas - Gustavo Capanema.

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�III3TRUQ0E3 PARA R5GI3T0 DE 3IBLI0TS0A"~~"77Í&gt;D^
Para obtenção do regisl^ no Instituto Nacional do Livro (I.K.L.) é
necessário que as bibliotecas 'interessadas o solicitem por escrito, atravás
de
seus responsáveis imediatos ou da autoridade superior. Para efeito do
auxí lio em doações de livros e assistência técnica é observado o seguinte
critério :
^
Biblioteca Particular
por particular, entende-se a biblioteca pâát|||#.iaé"6'^pessoa física, isto é, aquela que qualquer cidadão pode possuir para'üso exclusivamente
pes soai. O I.n.L. não toma conhecimento de pedidos de auxílio a bibliotecas dessa natureza. Os particulares interessados, entretanto, poderão diri^^ir-se
ao
Serviço de Vendas, para aquisição de noss^ ediçSes. Portanto,
bibliotecas
instaladas em prédios particulares (resid^ciais) sob pretexto algum^
terão
direito a qualquer auxílio.
Biblioteca
■I.II1...I ■ Privativa
É .11
■-!
É considerada privativa a biblioteca qu^ mantida por associação, grêmio,
sindicato, sociedade ou repartição pilblica, não á franqueada ao público
em
(^eral, limitando as facilidades de leitura e consulta aos assáciados ou fun cionários. Para seu registo, exige o I.N.L. a devolução do questionário anexo,
■ devidamente preenchido e assinado por pessoa responsável, bem como o envio de
um documento passado por autoridade local (prefeito ou delegado de polícia) ,
atestando a sua idoneidade. Ho caso de repartição pdblica fica dispensado êsse atestado, bastando que o questionário anexo seja assinado pelo chefe
do
serviço ou por funcionário responsável. A biblioteca privativa sc5 tem direi to hs publicações oficiais do Ministério da Educação e Cultur^ não podendo
ser-lhes assegurada regularidade de doações, nem quanto a periodicidade
nem
quanto ao número de volumes.
Biblioteca Franqueada ou Escolar
Consideram-se franqueadas as bibliotecas mantidas por qualquer das entidades acima menciondas que permitem o acesso do público em geral íis suas
ocf«
leções, através de leitura e consulta e leitura na sede ou de empréstimos
de
livros a domicílio. Para o seu registo, exige o I.N.L. a devolução do questi£
nário anexo, devidamente jDreenchido e assinado por pessoa responsável, acom i^onhado de lom atestado de acôrdo com o modêlo anexo^ Deve-se notar que,
para
obtenção de registo, é indispensável,^steJa a biblioteca instalada e já em
pleno funcionamento, sendo ainda de ^&amp;a a conveniôncia constar da âocumen tação um recorte do jornal da localidade no qual anuncie ao público em geral
as facilidades de seus serviços. A condição de franquia ao público em geral
não exclui, naturalmente, o direito que assiste h. biblioteca de estabelecer
norários e quaisquer medidas de ordem interna. No caso de repartição pública,
e exi^jido, apenas, a devolução do questionário anexo,
assinado pelo chefe de
serviço ou por funcionário responsável,, encaminhado por ofício da autoridade
competente.
Xs bibliotecas escolares, não importando o número de secçõeg em que forem divididas, é concedido, tão sbmente, um rei^isto ^^eral, não lhe concedendo
o I.N.L., por desaconselhável, a iniciativa de franquear seus acervos
ao público. Quanto ^s formalidades para registo, devom obedecer hs instruções re ferentes ao caso anterior. Em qualquer dos casos, informações incorretas vi sando li obtenção de privilégios j.jara a biblioteca solicitante poderão acarretar, a-critério do I.N.L., sanções diversas.
Uma vez registada, a biblioteca terá direito a doações rej^ulares, cong ,tituidas de publicações oficiais do Ministério da Educação e Cultura e de ouras adquiridas no mercado,
rei^ularidade de remessas e o número de volumes
íie cada uma, a critério do I.N.L., condicionam-se h. categoria da biblioteca e hs possilDilidades orçamentárias. A biblioteca que deixar de acusar o recebimento de qualquer doação, não importando os motivos, terá os auxílios su£
pensos até regularizar.a situação. Também, anualmente, as bibliotecas obri
gam-se a informar o número de volumes do seu patrimônio ao I.N.L.

Augusto Meyer

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�Anexo nf 2

DA SDUCAÇlO E CULTURA

MovliiientQ.jia-_3eo&lt;^q^as Bibliotecas desde a criação do ■ .I-,JíJ.»I»*.-atl
31/12/1962

NQ DE VOLUl^IES

We DS BIBLIOTECAS

ESTADOS

DOADOS

-TIEGISTADAS

SÂO PAULO

950

1^92 671

MINAS GEEAIS

612

i;01 950

SANTA CAT.miKA

271

^b^ kSZ

RIO GRAllD^'DO SUL''

105

zLüx 505

GU.U1ABAEÁ

QU3

183 979

651

162 672

k95

151 175

579,

159 367

331

81 529

PARAÍBA

230

79 921

CEARxí

285

72 567

^íilRAI^IHÄO

17Í;

k3 256

ESPÍRITO SANTO

158

U3 817

RIO GRANDE DO NORTE^

153

hz 5hl

PIAUÍ

9^

35 237

GOIiíS

126

3h 255

ALAGÔ.\S

loZi

27 323

MATO GROüSO

■91

25 173

SERGIPE

79

21 387

AMZONAS

76

20 167

PARÁ

91

19 905

ACRE

12

6 130

TERRITÖRIO DO AMiVPÄ

16

U UQk

14

-"-"■3 179

22

1 768

6

957

10 568

2 601 I1I3

:0 DE''JANEIRO
ÍÂ
lÃTTTA

,

PERNAMBUCO

"

"

DE RONDÔNIA

.

DISTRITO FEDEML
TSRIUTÓRIÜ-DO RIO BRANCO
TOTAL (BRASIL)

Livros distribuídos para prêmios como incentiTO.a
20 088

"•"rLai&gt;CLLaíi3£a^ culturais-.,..,,;^,...

2 621 501
A Bibliotecas e Instituições.no estrangeiro.a..
título de intercâmbio

;

62 997
Z 68U Í|98

TOTAL GEPulL

cm

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�Anexo n9 3

INSTRUÇÕES PARA RIi,GI3T0 DE 3IBLI0TBCA
Para obtenção do registo no Instituto Nacional do Livro (I.N.L.) ê necessário que as bibliotecas interessadas o solicitem por escrito, através
de
seus responsáveis imediatos ou da autoridade superior. Para efeito do
auxí lio em doações de livros e assistência técnica é observado o seguinte
critério:
Biblioteca Particular
por particulari entende-se a biblioteca pa|;t^®âiaé'é ^ pessoa física, isto é, aquela que qualquer cidadão pode possuir par^a' üSo exclusivamente
pes soai. O I.II.L. não toma conliecimento de pedidos de auxílio a bibliotecas dessa natureza. Os particulares interessados, entretanto, poderão dirii_ir-se
ao
Serviço de Vendas, para aquisição de nossas ediçSes, Portanto,
bibliotecas
instaladas em prédios particulares (residenciais) sob pretexto al^,um
terão
direito a qualquer auxílio.
Biblioteca
■I I I I
■ I ■! I I " Privativa
»■■■■■
Ê considerada privativa a biblioteca que mantida por associação, grêmio,
sindicato, sociedade ou repartição pilblica, não é franqueada ao páblico
em
,,eral, limitando as facilidades de leitura e consulta aos assãciados ou fun ciondrios. Para seu registo, exige o I.N.L. a devolução do questionário anexo,
devidamente preenchido e assinado por pessoa responsável, bem como o envio de
um documento xjassado por autoridade local (prefeito ou delegado de polícia) ,
atestando a sua idoneidade. No caso de repartição pdblica fica dispensado èsse atestado, bastando que o questionário anexo seja assinado pelo chefe
do
serviço ou por funcionário responsável. A biblioteca privativa sé tem direi to hs publicações oficiais do Ministério da Educação e Cultura não podendo
ser-lhes assegurada regularidade de doações, nem quanto a periodicidade nem
quanto ao número de volumes.
Biblioteca Franqueada ou Escolar
Consideram-se franqueadas as bibliotecas mantidas por qualquer das entidades acima menciondas que permitem o acesso do público em geral hs suas
acf^
leções, através de leitura e consulta e leitura na sede ou de empréstimos
de
livros a domicílio. Para o seu registo, exige o I.N.L. a devolução do que3ti£
nário anexo, devidamente jpreenchido e assinado por pessoa responsável, acom i&gt;anhado de um atestado de acôrdo com o modôlo anexo, Deve-se notar que,
para
obtenção de registo, é indispensável, esteja a biblioteca instalada e já em
pleno funcionamento, sendo ainda de otda a conveniência constar da âocumen tação um recorte de jornal da localidade no qual anuncie ao público em geral
as facilidades de seus serviços. A condição de franquia ao público em geral
não exclui, naturalmente, o direito que assiste h. biblioteca de estabelecer
norários e quaisquer medidas de ordem interna. No caso de repartição pública,
é exiijido, apenas, a devolução do Questionário anexo,
assinado pelo chefe de
serviço ou por funcionário responsável, encaminhado por ofício da autoridade
competente.
Xs bibliotecas escolares, não importando o número de secçSes em que forem divididas, é concedido, tão sbmente, um re^^isto ^eral, não lhe concedendo
o I.N.L., por desaconselhável, a iniciativa de franquear seus acervos
ao público. Quanto as formalidades para registo, devem obedecer hs instruções re ferontes ao caso anterior. Em qualquer dos casos, informações incorretas vi sando h obtenção de priviléi^ios para a biblioteca solicitante poderão acarretar, a-critério do I.N.L., sanções diversas.
Uma vez registada, a biblioteca terá direito a doações re^^ulares, cons tituidas de publicações oficiais do Ministério da Educação e Cultura e de ouras adquiridas no mercado,
regularidade de remessas e o número de volumes
úe cada uma, a critério do I.N.L., condicionam-se b. cate-^oria da biblioteca e hs possibilidades orçamentárias. A biblioteca que deixar de acusar o recebimento de qualquer doação, não importando os motivos, terá os auxílios su£
pensos até regularizar a situação. Também, anualmente, as bibliotecas obri
gam-se a informar o número de volumes do seu patrimônio ao I.N.L.

Aug-usto Meyer
Diretor

�MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

REGISTO

DE

BIBLIOTECAS

Nome completo da biblioteca
Rua
ENDERÊÇO
POSTAL

N.°..

Localidade
Município
Estado

1) Data da fundação
2) É oficial?

da instalação

acervo atual..

Federal, Estadual ou Municipal?

Subordinada o que instituição?
Não sendo oficial, qual a instituição que a mantém?

3) É pública ?

Privativa ?

Geral ou especializada ?

Qual a especialização?
4) Em que dias funciona?

Qual o horário?

5) Qual a média mensal de consulentes?

Quais os assuntos

mais lidos?
6) N.° de funcionários
7) Tem

verba

própria ?.

8) Há livro inventário?
Há catálogos

de técnicos
Quanto ?

Na classificação, adota o sistema decimal?
Quais?

O leitor tem livre acesso às estantes?

9) Quais as

São remunerados?

Há empréstimo domiciliar?

iniciativas culturois (exposições, conferências, etc.,)?

10) Que espécie de obras interessa receber?

Data
•Assinatura
Cargo ou função

cm

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�LIINUTA DE ATESTADO
Para biblioteca privativa;
Atesto que a biblioteca ....
mantida por
aeáiada na

.•

ín°í'?.??.iÇ?íiW9?°.')í?.í'.???íf?;
Íí-íí.f.çfffí"?)

é idônea e está em ^'leno funcionamento, merecendo,

pois,

o auxílio que

so-

licita do Instituto Nacional do Livro em doaçSes de livros e assistência
técnica.
(Pausado í&gt;or prefeito ou Delegado de Polícia

com

fârma reconiiecida).

Para biblioteca pdblica ou franqueada;
Atesto aus a biblioteca .... ííííf.íí.íííHíí???!..
mantida por

jÇfí jíV4Ç?-9. ^■V'?.

sediada na
á idônea e está em pleno funcionamento,

merecendo,

pois,

o auxílio que

so-

licita do Instituto Nacional do Livro em doaçSes de livros e assistência
técnica,

o que a consulta e leitura de obras na sede 6 franqueada ao públi-

co em geral.
(Passado por Prefeito ou Delsgado fáe Polícia

com

firma reconliocida).
Para biblioteca escolar;

Atesto que a biblioteca.
mantida por
,. ,
sediada na

(Nome da biblioteca)

ÍÇÇíiÇ.da.instiíWÇÇÇ.WÇ.^i.iíiWÍw)
(rua e número)
;

6 idônea e está em pleno funcionamento, merecendo, pois,

o auxílio que

so-

licita do Instituto Nacional do Livro em doações de livros e assistência
técnica,

e que a consulta e leitura de obras na sede é franqueada aos alu -

nos e professores do estabelecimento.
(Passado por Prefeito
cal de Ensino com firma reconhecida).

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Delegado de Polícia ou Fis-

�Anexo n? 4
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E SAÚDE
INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

ASSISTÊNCIA REGIONAL ÀS BIBLIOTECAS

Biblioteca

N.° de registro no I. N. L.

Localidade

Município

Estado
VISITADA EM

DA LOCALIDADE: N.° de habitantes
Assistência hospitalar

Situação econômicaboa, regular, máhigiênica
boa. regular, má

DA BIBLIOTECA; Subvenção
Responsável

Nível intelectual

sim ou não

federal (Ministério?), estadual ou municipal (Secretaria?), não oficial (InstituiçSo ?)

bibliotecário (quais títulos), professor, etc.

N." de funcionários ... de técnicos . . . Localização
Instalação

elevado, médio, baixo

Acervo

boa, inadequada, deficiente, má

Estado de conservação dos livros

zona comercial, industrial, rural ou residencial (pobre, rica, remediada)

bom, regular, mau

Especialização

n.® de obras e de vols.

Caráter

público ou privado

geral ou especializado

Há livro inventário?

Classificação

decimal, de Bruxelas, própria (se satisfaz)

Quais os catálogos existentes?
Qual o padrão técnico de catalogação?
O leitor tem livre acesso às estantes?

Consultas

Freqüência (em relaçãc à população)
Freqüentadores (cálculo percentual aproximado)

na sede, empréstimo domiciliar

grande, regular, pequena
adultos, jovens e crianças

Limpeza e desinfecção dos livros (como são feitas)
Há livros em alfabeto Braille?

Quantos?

Observações — (quais as iniciativas culturais; se possui livros raros manuscritos, jornais e revistas (de onde), gravuras; que espécie
de obras interessaria à biblioteca, orientarão dada; que sugestões foram apresentadas; anormalidades' verificadas;
proposta de suspensão temporária, dc cancelamento definitivo, de fusão com outra biblioteca da localidade, se
encontrou na localidade pessoas interessadas no aprendizado de biblioteconomia, etc.).

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�Anexo n? 5

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

Sr» Prefeito:

Estando o Instituto Nacional do Livro vivamente empenhado
em promover relevante movimento cultural em todo

território nacional,

tenho o prazer de solicitar a indispensável colaboração de V.S.,

a ser

representada pela criação, nesse município, de uma biblioteca pública.
Ü lícito confiar-se nos benefícios que adviriam dessa experiência,

a comprovarem-se por manifestações inequívocas na vida

so-

cial e econômica cotidiana dessa comimidade.
Assim,
ministerial,

informo que êste Instituto,

daria, permanentemente,

com o necessário apôio

smbstancial aiixílio

h iniciativa,

através de doações de livros e assistência técnica conforme os

têrmos

do convênio ora submetido a V.S.
Aguardando com interâsse sua breve comunicação,

subscrê -

vo-me atenciosamente.

José Renato Santos Pereira
Diretor

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�(Instruções)

Sr♦Prefeito:
Em aditamento h circular nexa,

cumpre—ma ö-sclarecer qu©

a©

tomam indispensáveis aa seguintes oondiçõaa prévias para execução

do

mencionado auxílio:
a) comunicação oficial de V.S.

ao Instituto Nacional do Li-

vro da fundação o instalação da biblioteca pública muni* cipal; por instalação, nesse caso,

entende-se um mínimo

de estantes, mesas e cadeiras para os consulentes,

dis -

postos em sala ou salas especiais;
b) comunicação ao Instituto Nacional do Livro do ato

que

criou a biblioteca pública municipal;
c) designação de um ou mais funcionários para os serviços
da biblioteca;
d) compromisso,

da parte da Prefeitura,

de promover a consig

nação em orçamento de uma verba, modesta embora,

especial

mente destinada b.s despesas da biblioteca.

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CONVÊNIO CEIEBRilDO EN TBE A PRICFSITURA WICIPAL EE
E O INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO PABA A INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO

EE

UMA

BIBLIOTECA PÚBLICA.
A Prefeitura Municipal do
representada polo limo,Sr, Prefoito
e o Instituto Nacional do Livro,

(5rgão do Ministério da Educação © Cultu-

ra, roprosontado por seu Diretor
pelo prosento convênio ajustam o seguinte;
1Ö
A Profoitura M'unicipal do

, &lt;., , »«. . , . oc

obriga-se. mediante resolução da respectiva Câmara do Vereadores,
instalar e manter,

ou a continuar mantendo5

a criar,

caso já tenha existência efe-

tiva entre os serviços da Municipalidade, uma Biblioteca Pública destinada a desenvolver o gôsto pela leitura o a disseminar a cultura entre

os

munícipeso
22
Al6m do sediamento da biblioxeca,
zê-la instalar com mobiliário,
dispensável aos serviços,

a Prefeitura se obrigará a fa-

material bibliográfico e d© expediente in-

bem como proverá a sua direção por pessoa do re

conhecida capacidade para o cargo,

garantindo-lhe remiineração condigna«
3u

A Prefeitura Municipal louvar-se-á na orientação do Instituto Na
cional do Livro para a organização da biblioteca,

o atenderá as sugestões

do referido &gt;5rgão tendo em vista a pàanificação técnica dos serviços,
benefício de sua maior eficiência,

em

i^endimontos o amplitude de raio d© al:'^

canco da respetiva ação educativa e culturalo
42
O Instituto Nacional do Livro,
teca,

logo apds a instalação da biblio-

far-lhe-a doaçao inicial de 800 (oitocentos) volumes,

enviará 500 (quinhentos) volum;s entro livros recreativos,
referência,

ifí-Yinl

mento do acervo,

fi rndP" " r^itnl n^ndnr;.

e anualmente,
didáticos o d©

visando ao enriqueci

uma vez cumpr idas as formalidades do praxe, pela interes-

sada.
5^
O Instituto Nacional Jo Livro proporcionará,

em tempo oportuno,

bolsa dü estudo ao bibliotecário local, no intiíito de dar-lhe formação
profissional adeqaada,

devendo a Prefeitura Municipal satisfazer as

con-

venções que forem fixadas para a concessão de tal benefício.

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�í-''
V

6ß
O Instituto Nacional do Livro prestará assistência tdcnica h
blioteca,

bi-

sempre que isao lhe seja solicitado ou julgue oonvonicij.te;

a

título,, de fiscaJ I Ilação ou aprimoramonto de trabalho.
75
A Prefeitura Municipal atribuirá,

anualmente,

em sou orçamento

,

verba mínima de Cr 20 000,00 (vinte mil cruzeiros) para aquisição do
vros destinados ao acervo da biblioteca,

comprometendo-se o Instituto Na

cional do Livro a fazer chegar li mesma o Boletim Bibliográfico Brasileiro, para,

como fonte autorizada de informaçSes, habilitá-la a escolha

e

compra de obras.
8ß
A Prefeitura Municipal compromete-se a organizar uma "Sociedade do
Amigos da Biblioteca",

constituída de pessoas gradas,

alheias aos sorvi -

viços municipais e dotadas do espírito de cooperação o de boa vontade com
a incumbência de zolar por tudo quanto represente interôsse para os objetivos da biblioteca.
92
Na biblioteca serão realizadas exposições de livros,
-se-á,

em sua sede,

as, palestras,
lias,

etc.,

atividades culturais diversas,

e permitir -

tais como conferênci-

debates de assuntos de interêsse para a comunidade,

tertá

sob orientação da "Sociedade de Amigos da Biblioteca".

O Instituto Nacional do Livro, notificando em tempo sôbre os programas 5

dará sua melhor colaboração "ha iniciativas.
105
Com o desenvolvimento dos serviços da biblioteca,

as possibilidades do erário municipal,

e do acôrdo com

a Prefeitura cogitará da criação

do filiais nos diversos distritos de sua jurisdição. Essas bibliotecas
distritais terão,

de parte do Instituto Nacional do Livro,

todas as van-

tagens asseguradas h. matriz do presente convênio.
112
Caberá a Prefeitura Municipal.
a]

'^onvênio,

Biblioteca,

30 dias ap&lt;5s a assinatura do atu-

ter elaborado e posto em vigência o Regulamento interno
do qual constem horário de fimcionamento

,

da

obrigações do fim

cionalismo e do público para com a instituição.

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�12 ö
O presente conv$nio vigorará por tempo indeterminado,

o sua regc^

são far-ee-á mediante aviso com 30 diaa do antecedôncia, por qualquer
partes,

das

o que sd poderá ocorrer por motivos relevantes ou excepcionais»
13«
Os entendimentos entro as partes serão feitos pelo Sr.

Municipal e pelo Sr,Diretor do Instituto Nacional do Livro

Prefeito

ou por pesso-

as por ôles designadas.

Èste convênio, depois de lido e achado conforme, para sua firmeza e validade,
as,

é assinado pelas partes e pelas testemunhas em duas (2) vi-

ficando uma em poder da Prefeitura Municipal de

*

e outra com o Instituto Nacional do Livro.

Testemunha

Prefeito Municipal

Testemunha

Diretor do I.N.L,

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s t e .O"
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�Anexo n? 6

IUNIStóRIC DA EDUCAÇ2Í0 E OuLTURA
INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

Senhor bihliooecdrio:

Estando o Inst'^'v-ito

Livro vivamente empe-

nhado em facilitar o servino das várias bibliotecas em todo o território na
oional, resolveu,

através do Serviço de Intercâmbio de Catalogação,

buir agora não sd com a doação dos livros,

como também com a Catalogação ©

a Classificação dos mesmos. Assim sendo, poderá V.S.
Avenida General Justo,

contri-

dirigir-se ao S.I.C» ~

171 - 3® e 42 andares - Guanabara,

chas catalogadas não só das obras ora remetidas,

solicitando as

como também das

demais Já

existentes nessa bibli^oteca, que aquele Serviço estará habilitado a atender,
^^íor fôrça de um convênio com o Instituto Nacional do Livro,
Cordiais saudaçSes.

Augusto Meyer
Diretor

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                  <text>Biblioteconomia</text>
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                  <text>IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação</text>
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                    <text>Digitalizado
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Digitalizado
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■^gentilmente por:

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��^

•

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCU?íENTAÇr.O

FIüB/SüL
Secçao ümerica Latina da
Federação Internacional de iissocia-}õ,es de Bibliotecários
por
Laura Garcia Moreno Russo

C9-V7
ct
v.p.

Fortaleza
1963

�UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMJlíTAÇÃO

L

FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1563

TEMA IV

-

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECÄRIO-DOCUMENTALISTA

3. FIAVSAL
SECÇÃO AMÉRICA LATINA DA
FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS

por
Laura Garcia Moreno Russo(*)

CDU 02:61.25(100:8=6)

(*) Presidente da Federação Brasileira dç Associações de Bibliotocários
Soepotária Geral da Seeção América Latina da Federação Internacional
de Associações de Bibliotecários
Chefe da Secção de Aquisição e Registro da Biblioteca Municipal de
são Paulo

'I Digitalizado
-gentilmente
por:
I

^ ... '''

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lí

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�fiab/sal

-1-'

sECçÂo amSrica latina m federação internacional de associações
DE bibliotecários

HISTÓRICO - Durante a 24a. Reunião Anual da FIAB, realizada em 1958, na Ci
dade de Madrid, Espanha, alguns bibliotecários espanhóis,
os
representantes de Portugal, do Brasil, da Colombia, do Peru,do
Panamá, de Cuba, de Santo Domingo e do Urugua^,
propuseram a
criação de uma Comissão Iberoamericana de Associações de
Bibliotecários,
2.
A proposição foi aceita e os bibliotecários a seguir relacionados,
concordaram em trabalhar para levar a efeito um programa de iaiercambio on
tre Espanha, Portugal, Brasil e todos os países aue compõem a Hispano-América,
3.

BIBLIOTECÁRIOS PRESENTES
BERTA BECHRRA, Asociaciõn Cubana de Bibliotecários,
ERNESTO J. CASTILLIERO, Asociación Panamena de Bibliotecários.
BENITO REYES TESTA, en representación de Panamá,
CARLOS SERRATE REICH, ex-Director Nacional de
Bolivia,

Cultura

de

LUCILA VALDERRAMA, Asociación Peruana de Bibliotecários,
LAURA GARCIA MORENO RUSSO, Associação Paulista
tecários»
MARUJA GONZALEZ ARCOS, Asociación Uruguaya
rios,

^

de Biblio-

de Bibliotecá-

LUIS FLOREN LOZANO, Asociación Colombiana y
de Bibliotecários,

Costarricense

LUIS SILVEIRA, Inspetor Geral das Bibliotecas
de Portugal,

e

Arquivos

VESTILIO ALFAU DURÄN, Director de Ia Biblioteca de Ia Universidad de Santo Domingo,
JAVIER LASSO DE LA VEGA, de Ia Anaba - Espanha.
AMADEO TORTAJADA, Vicepresidente de Ia Anaba - Espanha.
RICARDO BLASCO GfclNOVA, Inspector Central de
Espanha,
JUSTO GARCÍA MORALES, Miembro de Ia Junta
Anaba - Espanha,

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Bibliotecas
Directiva

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de

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lí

�JOSB IBAÍffíZ CERDÄ, de Ia Anaba - Espanha.
JOSÉ DE LA PEÍÍA CAMARA, Biblioteca dei Archivo
Espanha,

de

índias

4.
Durante a última reunião, realizada na Biblioteca Nacional de Ma
dri&lt;ä, estudou-se o programa de trabalho e foram escolhidos os membros d
diretoria da nova Secção da FIAB;
BERTA BECERRA - Presidente - Cuba.
LUIS SILVEIRA - Vice Presidente - Portugal,
JOSE IBÄNEZ CERDÄ - Secretario - Espanha,
5,

PROGRAMA PROPOSTO \ FIAB
a - "Formar Ia Comisión Iberoamericana de Asociaciones de
Bibliotecários, cora el fin específico de incorporar al
movimiento bibliotecário universal, Ias distintas Asociaciones de Bibliotecários de los países iberoamericanos.

;

b - Invitar a Filipinas para que se incorpore a esta Comi»
sión,
e - Designar como presidente de Ia Comisión Iberoamericana
a Da, BERTA BECERRA y como vicepresidente a Ias personas que designen Portugal y Ia Asociación Nacional de
Archiveros, Bibliotecários y Arqueólogos de Espana, Co
mo Secretario actuará D, JOSÉ IBÀIÍEZ CERDÄ, de Ia mis•
ma Asociación,
d - Esta Comisión formará Ias secciones de trabajo nue cor
mm
respondan a Ias comisiones de Ia FIAB, para oue parale
lamente Iberoamérica se incorpore a Ias tareas de Ias
mismas, teniendo muy presentes Ias peculiaridades y ne
cesidades de cada país,
e - Los miembros que constituyen esta Comisión, consideran
con especial interés como una de Ias finalidades
mas
importantes de Ia misma, Ia elaboración cooperativa de
Ia bibliografia de Ias lenguas iberoamericanas,
f - La Comisión promoverá y desarrollará un programa
de
trabajo y Ia organización de reuniones periódicas
en
alguna de Ias naciones iberoamericanas que se integren
en esta Comisión".
6«
Condições adversas, provenientes da mudanga de reçime em Cuba,pa
onde deveria atuar a presidente, senhora BERTA BECERRA, fez com que a Se
ção Iberoamericana não funcionasse satisfatoriamente.

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�7.
Em 1962, pRlo ofício n5 131 de 10 de junho i presidente da FEBAB .«^u
geriu ao senhor, presidente da PIAB a reestruturação da -Seccão Iberoamericã
na em Secçao América Latina, incluindo países da América Latina
sòmente7
uma vez que Espanha e Portugal, membros da FIAB, têm problemas diversos da
queles com que se defrontam os países americanos»
"
8.
A idéia da reestruturação foi aceita e a FEBAB recebeu
Hofmann o ofício
3 41, de 10 de julho de 1962, dando completo
causa.

do
Dr.
apoio
a

9.
Aproximava-se a realização do "Seminário Regional sobre o
Desenvolvimento das Bibliotecas Universitárias na América Latina" que teve lugar em Mendoza, de 24 de setembro a 5 de outubro de 1962,
(,
10.
ótima oportunidade se apresentou para reunir os membros das várias
AssociaçS«8 Latinoamericanas e a FIAB designou o Professor Lasso de Ia Veg^
diretor do referido Seminário, para coordenar os trabalhos da Reunião«
11.
Antes da realização do Conclave o Dr, Carlos Victor íenna,
Chefe
do Centro Regional^da UNESCO, no Hemisfério Ocidental, enviou à FEBAB cópias de correspondência trocada com a presidencia e secretaria éa TIAB, em
janeiro e julho de 1962, pela qual se depreende a identidade de pontos do
viat^sobre a necessidade de se reestruturar a Comissão Iberoaaericana,
12,
Os delegados de países latinoamericanos tiveram todo o apoio e aju
da por parttt do Dr^ Lasso de Ia Vega e Dr* Carlos Victor Penna, atitude es
sa que facilitou o encaminhamento dos trabalhos, A Reunião se realizou nÕ
dia 11 de outubro do I962,
13.

cÒmpon&gt;jntes da reunião de MENDOZA

AR6ENTINA - Cecilio Zelicman, Ercilia Sagastume Berra,
Ricardo
Loi^
Jorge Luis Rougés, Hortensia B,M, de Viilars, Ricard« "A&lt; Gietr^
Eva B . de Miro sin skj*, Rebeka Marehevsky, Berta Alicia
Vélez
de RodrÜguez, Pablo D, Parodi, Hans Gravenhorst,
Nicolas Matijevic, Carlos AJ.berto Giuffra.,
BRASIL

- Laura Garcia Moreno Russo

CHILE

- Maria Teresa Sanz-, Helly S. de Vtllaloa^ Bianca Matas..

COLOMBIA

— Luis Floren Lo2rai\i^, Ernssto Delgado

COSTA RICA«« Efraim Rojas
EQUADOR

- Victor M. Guerra T.

GUATEMALA - Gonzalo Dardón Córdoba
PANAMA

- Carmen D. Herrera

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-4-

PERU

- Cristina Duarte de Morales

REPUBLICA DOMINICANA - Próspero José Mella Chavier
URUGUAY

- Ermelinda Acerenza, Ricardo Casanello, Margarita Montedónico,
Hebe Bollini Folchi, Haydée Asenjo

VENEZUELA - Pedro Barbosa de Ia Torre

ORGANISMOS INTERNACIONALES - OBSERVADORES
UNESCO DO HEMISFERIO OCIDENTAL - Dr.

Carlos Victor Penna

ORGANIZACIÕN DE LOS ESTADOS AMERICANOS - Marietta Daniels

14.

"ACTA DE LA REUNIÓN"

Abierto el acto a Ias diez horas, el seiíor Presidente pasó a expli
car el motivo de Ia reunión, expreaando primero su satisfacción por el in
terés demostrado por los delegados latinoamericanos en concurrir al acto.
Leyó un telegrama dei Presidente de Ia FIAB :Jr, Hofr;anni, que fué seguido
dei aplauso de los asistentes y por último se acordo contestarlo agradeeiéndolo.
Luego puso de relieve Ia necesidad de reactivar Ia sección latinoamericana de asociaciones de bibliotecários como parte integrante de
Ia FIAB, tomando parte activa en sus trabajos.
Explico Ia estructura de
Ia FIAB y sus contribucioneS para el progreso de Ia bibliotecología universal.
En seguida el senor Presidente concedió Ia palabra a Ia delegada
dei Brasil, Sra. Laura Garcia Moreno Russo oue hizo un breve relato histó
rico de Ia constitución de Ia FIAB, creada en 1927 y Ias secciones
rue
constituyen este organismo internacional.
Despues explico como se había
constituído Ia Sección Iberoamericana em Madrid, en 1958 durante Ia
24a
Rôunión Anual de Ia FIAB.
Posteriormente el profesor Lasso de Ia Vega hi
zo una relación de Ia 28a. Reunión Anual de Ia FIAB realizada en Berna, en
agosto último, exponiendo los programas planeados a largo y corto plazo y
Ias actividades de Ias diversas secciones y su vinculación con UNESCO y
otros organismos internacionales.
Luego el senor Presidente
indico al
seiíor Ricardo J. Lois, Presidente de Ia Asociación de Bibliotecários Graduados de Ia República Argentina, que pusiera a consideración de Ia Asamblea, el anteproyecto documento constitutivo de Ia Sección Latinoamericana, el que, despues de un cambio de opiniones, quedo relatado de Ia
siguiente manera:
Los delegados y representantes de Asociaciones de Biblio
tecarios de América Latina, presentes a Ia reunión de Ia FIAb/sAL en Ia
ciudad de Mendoza, República Argentina, el 4 de octubre de 1962,
CONSIDERAN:
Que al crearse Ia Sección Iberoamericana de Ia FIAB, Ia idea original fué, desde un principio, concebida como asociación regional federativa e independiente dentro de Ia FIAB, representativa solamente de países
latinoamericanos;

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�-5Que las tendencias modernas de racionalizar Ias inruietudes o con
vonienoias de los grupos internacionales en razón de su situación geográfica, ligados por lazos históricos, lengüas, costumbres y raza;
Que Ia necesidad de coordinación de labores de los bibliotecários
en los mismos países se ve facilitada por agrupamientos geográficos;
Que Ia conveniência de formar estos grupos geográficos Io demuestra el mismo hecho de que Ia organización internacional UNESCO adoptó este critério para celebrar el Seminário Regional sobre el desarrollo de Ias
Bibliotecas Universitárias en America Latina, en Mendoza, República Argen
tina,
En consequencia,
ACUERDAN;
1Ö - La conveniência de reconstruir Ia Comisión Iberoamericana de Asoeiaciones de Bibliotecários en Sección Latinoamericana de Asociaciones
de Bibliotecários con Ia sigla FIAb/saL, compuesta actualmente
por
los siguientes países: Argentina, Brasil, Colombia, Costa Rica,Cuba,
Méjico, Uruguay, Venezuela»
PROPÓSITOS;
Son propósitos de esta Sección:
a - Realizar y secundar en el continente Latinoamericano los propo—
sitos y programas de Ia FIAB y participar en los benefícios propios de Ias actividades de dicha institución y de otras institucionea internacionales relacionadas con Ia profesión«
b - Tratar de incorporar a los países Que aun no están afiliados.
e - Mejorar el intercâmbio técnico, cultural y científico entre asociaciones y escuelas de bibliotecología.
d — Defender y apoyar Ia profesión bibliotecária y a los bibliotecários en todos los campos donde sean necesarios»
9 — Promover mediante publicaciones y en toda otra forma posiblo, 1«
actividad profesional,
f - Conseguir que se valorice Ia biblioteca como principal vehiculo
de difusión de ideas indispensables al progreso cultural dei pue
blo.
g — Organizar a su semejanza Ias distintas secciones de Ia FIAB.
h - Para Ia obtención de sus propósitos comunos. Ia FIAB/saL actuará
en estrecha relación con el secretariado de Ia FIAB,
i - Servir de órgano de comunicación entre los afiliados y celebrar
congresos, reuniones, mesas redondas y establecer nexoS de amistad y correspondência fraterna universal«
j — Intervenir y participar en Ias reuniones internacionales relacio
nadas con Ia profesión.

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�-6Que para Ia asignación de Ia sigla conocida por IFLA, los present«s acordaron que se debería preferir FIAB por responder a Ia
denominación en lengua espanola y portuguesa. En cuanto a Ia sigla de Ia sección
fue preferida Ia SAL, cuyo significado contiene Ias iniciales dei nombre
Sección América Latina, siendo en consecuencia adoptada FIAB/sal para designar a Ia sección ahora reestructurada,
El delegado por Costa Rica Sr, Efraim Rojas hiE0 presente su preocupación por Ias dificultades que habría en algunas Repúblicas para poder abonar Ia anualidad Ia cuota anual de Ia FIAB, teniendo en cuenta Ia
diferencia de cambio que hace muy elevada esta contribución.
Otros delegados secundaron esta preocupación.
El profesor Lasso
de Ia Vega prometió a los reunidos hacer gestiones acerca de Ia FIAB, pa
ra resolver el problema de Ia cuantía de Ia cuota y Ia obteneión de Ias
divisas«
Los senores Lois y Floren Lozano, presidente de Ia Asociaeión de
Bibliotecários Graduados de Ia República Argentina y Direetor de Ia Escue
Ia de Bibliotecología de Medellín, respectivamente, proponen Ia creación
de una revista regional colectiva para Ia FIAb/saL, que recogiera Ias inquietudes y trabajog de Ias asociaciones y personas que componen.
El Sr.
Floren ofrece financiaria y distribuiria con los fondos de Ia institución
que dirige, obligándose los países miembros a remitirle el material infor
mativo a través de Ia Secretaria.
El profesor Lasso de Ia Vega propone que el producto de Ias suseripciones pase a reforzar los fondos para abonar una cuota de
suscripción, pese a su caracter gratuito para destinarlo a cubrir los gastos de
Ia Secretaria de FIAB/saL, propuestas que son aceptadas por unanimidad,
Inmediatamente el profesor Lasso de Ia Vega provoco un cambio do
opiniones para interesar a todos los países en Ias actividades de Ia FIAB
y a este fin distribuir entre ellos Ias diversas secciones de Ia
FIAB,
Aaí Ias cosas, se pasan a considerar Ia distribución de ellas,
ouedando
repartidas de Ia forma siguiente;
SECCIÓN 1,-Bibliotecas Nacionales, México
SECCIÓN 2.-Bibliotecas Universitárias, Uruguay
SECClON 3.-Bibliotecas Públicas, Bolivia
SECCIÓN 4.-Bibliotecas Infantiles y Escolares, Brasil
SECCIÓN 5.-Comisión de Periódicos y Publicaciones Seriadas, Argentina
SECCIÓN 6.-Comisión de Entrenamiento Profesional, Colombia
SECCIÓN 7.-Comisión de Canje de Publicaciones, Argentina
SECCIÓN 8,-Comisión de Bibliotecas Parlamentarias....
SECCIÓN 9»-Comi3ión do Bibliotecas Hospitalarias, Venezuela

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�SECCIÓN 10.-Comisión de Estadísticas, Chile
SECCIÖN 11,-Comisión de Construcción y Equipos de
Bibliotecas, Panamá
SECCIÓN 12.-Comisión de Regias de
Argentina y Brasil

Catalogación,

SECCIÖN 13.-Comi3i6n de Libros y Documentos
ros y Preciosos, Peru

Ra-

SECCIÓN 14.-Comisión de Bibliotecas Administrativâ. s « • « • •«
Por último se reaolvió proponer a Ia FIAB adoptar también
como
idioma oficial el espanol en congressos, reuniones e impresos, habida Ia
cuenta de Ia extensión dei idioma en Ia aotualidad.
Continuada Ia sesión,
el profesor Lasso de Ia Vega propuso Ia constitución de Ia comisión
direetiva de Ia FIAB/sAL y luego, de un cambio de opiniones, se aeordó que
los cargos a cubrir son los que se mencionan a continuación y a
distribuir en los diversos países miembros por el término de tres aiíos:
1
2
1
1
15.

presidente
vicepresidentes
secretario general
tesorero

DIRECTIVA - 1962-1965
Presidente:
ARGENTINA; Carlos Alberto Giuffra, en repree^ntaeionfje la
ii-sociación de Bibliotecários Graduados de Ia República
iiTgentina,
Vicepresidente 1°:
CHILE:

Sergio Salas, por Ia Aaoeiación
de Bibliotecários

Chilena

Vicepresidente 2^:
MÉXICO:

Antonio Alcalá, Director de Ia Biblioteca
Nacional de ívíqxíco

Secretaria General;
BRASIL:

Laura Garcia Moreno Russo,
Ia Federación Brasileíia de
de Bibliotecários

presidenta de
Asociaciones

Tesorera;
BRASIL:

Maria Alice de Toledo Leite,
Tesorera de
Ia Federación Brasilena de
Asociaciones
de Bibliotecários

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lí

�Finalmente, so acordo Que el Sr. Lasso de Ia Vega se
encargar»,
como vicepresidente de Ia PIAB y director de Ia presente »esión,de llevar
el acta y realizar Ias gestiones prometidas, relacionadas con Ias cuotas
y otros piintos tratados,
En médio de gran entusiasmo y prometiendo los presentes realizar
en su esfera de acción todo Io necesario para que Ia FIAB/sal
sea
una
efeetiva contribución a Ia obra de Ia FIAB y sacaria de Ia inaetividad en
que había estado hasta ahora, se levanto Ia sesión firmando a
continuaeión los componentes de Ia mesa de trabajo y por planilla separada que se
acompana, los concurrentes a Ia sesión.
15.

Filiaram-ae à FIAB, até a presente data os seguintes paísesj
ARGEiíTIlIA, Blü.SIL, G0Lüàii3Ii., QOôaVi RIC;., MEXICO, UxiÜGUivI E VEJEZtEU^
•

17.
A Secretária Geral da FIAB/sAL desenvolve grande atividade no sen
tido de coordenar os trabalhos de execução dos primeiros
questionários
que devem circular, colhendo os dados e informações necessárias para a or
ganização de um relatório geral que
sôf 'àlüíesentãdõ a Fèdoi-stçãó^
íixl
ternacional de Documentação em sua 29a. Reunião a se realizar em
Sofia,
Bulgaria de 2 a 7 de setembro próximo,
18.
O Boletim n" 3, de 15 de dezembro de 1962, da FIAB, traz amplo no
ticiário aobre a organização da FIAB/saL.

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Situação atual da permuta de publicações no Brasil
por
Abnef Lellis Corrêa Vicentini

Fortaleza
1963

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�TV CONGEE^ mSIIEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCIMINTAQÍlO
UNIVERSIDADE DO CE.'^A
7 a 14. de julho de 1963

TEMA I

-

PROCESSOS TÉCNICOS E INTERCÂMBIO

SITUAÇÃO ATUAL DA PERMOTA DE PUBLICAÇÕES NO BR.ISIL

por

ABNER LELLIS CORRÊA VIGENTINI »

CDU

021.85(81)

vAt.ce.
V.1

Bibliotecario-Chefe do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, de S, Jose dos Campos, S,P,
Presidente da Comissão Brasileira de Classificação Decimal Universal (IBBD/cDU)
^fembro da Comissão Central de Classificação da Federaçao Internacional de Documentação
(fid/ccc)

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�SINOPSE
Historico do tratamento dado a permuta de publicações nos congressos
A
M
de Biblioteconomia realizados no Brasil, A importancia e as decisões do Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Publicações realizado em
1956. A contribuição da Biblioteca Nacional, do IBED e dos centros regionais
de informaçao bibliográfica no programa nacional de permuta. Necessidade do
centro nacional e fontes bibliográficas adoquadas para coordenaçao da permuta. Conclui afirmando que a permuta de publicações no Brasil esta circunscri
ta ao esforço isolado das entidades interessadas, que realizam a operação de
biblioteca para biblioteca, e recomendo algumas soluções de caráter provisório ate que possam ser cumpridas as resoluçoes do Seminário de Permuta de
1956.

CONTEÚDO
1, Histórico
1.1 12 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
1.2 Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Publicações no
Brasil
1.3 20 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
1,4. 3° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
2, Organismos que ativam a permuta no Brasil
2.1 Biblioteca Nacional
2.2 Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
2.3 Centros Regionais de Informaçao Bibliográfica^
3, Situação atual
3.1 Centro Nacional de Permuta
3.2 Lista de publicações oficiais
3.3 Bibliografia corrente brasileira
3,4. Bibliografia das publicações de Associaçoes e Instituições Científicas
3.5 Contribuição do U,3,B,E,
3.6 Conclusão
3.7 Recomendações

4.. iinexo
Bibliografia sobre permuta de publicações no Brasil

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�1,

Histórico

11

10 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
O ano de 1954- constituiu üm marco histórico na biblioteconomia brasilei-

ra, pois, pela primeira vez, os bibliotecários brasileiros tiveram oportunida-.
de de se^reunir para tratar dos assuntos comuns.
Sob os auspícios da Universidade do Recife e da Diretoria de Documenta çao da Prefeitura limicipal, realizou-se o lö Congresso Brasileiro de Bibllote
conomia.
Nessa ocasião os bibliotecários brasileiros tiveram ocasião de discutir,
A
em conjunto, pele primeira vez, os problemas de permuta e intercâmbio de publi
caçoes, tendo sido aprovadas as seguintes resoluções:
1) Que se desenvolva o intercâmbio entre as bibliotecas nacionais e en tre estas e as estrangeiras.
2) Que todas as bibliotecas especializadas participem do programa de per
muta da U^ICSCO,
3) Que se obtenha para as bibliotecas redução ou até isenção de tarifas
postais, para remessas e intercâmbio de material bibliográfico,

1,2

^
A
00
Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Publicações

.•■ste seminário foi realizado sob os auspícios da Universidade de Sao Pau
Io, com a colaboração da Associação Paulista 'de Bibliotecários e do Instituto
Brasileiro de Uducaçao, Ciência e Cultura (IBECC), no período de 26 a 30 de ju
nho de 1956, por sugestão do Centro Regional da UNESCO no Hemisfério Ocidental,
Para organização do certame foi encaminhada uma circular a todos os dlre
tores de orgaos governamentais, solicitando o comparecimento de um representan
te da instituição, especialista no serviço de permutas.
O temario do certame abrangeu os seguintes tópicos;
1) Permuta de publicações no Brasil, &gt;fetodos usados e resultados obtidos,
Situaçao atual.
2) Acordos e tratados firmados pelo Governo para permuta de publicações,
3) Bibliotecas e instituições que oferecem as publicações que editam

e

desejam permuta.

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�4.) Permute de duplicatas e material dispensável.
5) Ba.seg para organização de um centro coord.enador de permuta de publica
goes.
0 seminário alcançou amplo sucesso e varias recomenr^ações foram feitas
ao Governo brasileiro, principalmente no que diz respeito a criação;
a) de um Centro Coordenador de Permutas (resultante da reestruturação do servi
ço existente na Biblioteca Nacional);
b) rede de centros regionais de intercâmbio de publicações, subordinados ao
Centro Coordenador.,

1.3

20 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Realizou-se em Salvador, sob os auspícios da Universidade da B*hlo,

julho

em

de 1959, o 2fl Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
O tema 8fi deste Congresso tratou de "Intercâmbio Biblioteconômico", com

os seguintes subtópicos:
a) catalogação cooperativa;
b) catálogos coletivos;
c) empréstimo inter-bibliotecas;
d) permuta.
•»

Durante as sessões plenarias foram ventiladas as teses debatidas em Sao

Paulo, por ocasião do Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Pu0»
A
V
blicaçoes," e mais uma vez recomendadas ao Governo brasileiro as sugestões

a-

provadas naquele conclave,

1«4.

3° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
A Biblioteca Publica do Parana patrocinou a realização do Illß Congresso

Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação que se reuniu em Curitiba, de 8 o
15 de janeiro de 1961.
O tema V do Congresso foi dedicado a "Relações Publicas e Intercâmbio",
e foi aprovada a seguinte recomendação;
NO /ß - Que se recomende ao Poder Executivo e ao Poder Legislativo o es-.
tudo das possibilidades de ser concedida isenção de tarifas postais para a realizaçoo de intercâmbio de material bibliográfico
entre bibliotecas e serviços de documentação.

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�-3-

2.

Organismos que otivom a permuto_ _no Brasil

Apesar de não termos ainda no Brasil um centro coordenador de pemuta
de publicações, alguns organismos oficiais vêm preenchendo, legal ou informalmente, aquela lacuna. Entre outros:

2,1

Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
O Decreto nO 197 de lo de fevereiro de 1890 criou, em anexo a Bibliote-

ca Nacional, uma repartiçao de permutas internacionais.
A fusão desta repartição com a Biblioteca Nacional foi efetuada

pelo

Decreto nO 856, de 13 de outubro de 1890, que estabeleceu a Seção de Administração de Permutas,
A partir de então a Biblioteca Nacional vem se encarregando do setor de
pgrmutas Internaçionais, e como tal cumpre cem regularidade os compromissos as
sumidos pelo Governo brasileiro na Conveção de Bruxelas e nos demais acordos
interamericanos, isto e:
a) Remete ao Exterior, com regularidade e sistematicamente, as publicações ofi
ciais que recebe para tal fim.
b) Por troca de correspondência tem acrescido o número de instituições com as
quais permuta, e portanto, enriquecido o seu próprio acervo.
c) Distribuir no Brasil todas as publicações que recebe do Exterior.
d) Atender as solicitações de instituições científicas na troca de publicações
A
M
congcneres, para cujo fim requisita publicações,
e) Distribuir a instituições especializadas publicações que recebe do Exterior
e que não interessam a seu acervo,
Para tal a Biblioteca Nacional possui: a) fichario que contém nomes das
instituições nacionais e estrangeiras com quem mantém permuta, constando de cada ficha o que a instituição recebe, e no verso, o que a Biblioteca Nacional rc
eebe em trocaj

b) fichario das publicações oficiais que distribui, estando men

cionadas, em cada ficha, as instituições que as recebem:

c) fichario de lança-

mentos das publicações oficiais que recebe e das remessas feitas es instituições.

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�2,2

Instituto Brasileiro de Bibllo,grafia c Dooumentgogo

Em 27 de fevereiro de 195Uf pelo Decreto n2 35.124., nos termos da Lei
nO 1.310 de 15 de janeiro de 1951, foi criado o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD), dentro da estrutura do Conselho Nacional de Pes
quisas, com os seguintes finalidades:
a) Promover a criaoao e o desenvolvimento dos servinos especializados dc bibli
ografio e documentação.
b) Estimular o intercâmbio entre bibliotecas e centros de documentação, no âmbito nacional e internacional.
c) Incentivar e coordenar o melhor aproveitajnento dos recursos bibliográficos
e documentários do Pais, tendo em vista, em particular, sua utilizaçao no informaçao cientifica e tecnologica destinada aos pesquisadores.
Devido a dispersão e ao desamparo do trabalho intelectual no Brasil

»

Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação reúne as funções próprios
dos centros de documentação especializados e aquelas peculiares aos centros
bibliográficos gerais, a fim de tornar mais fácil, nao somente o trabalho das
instituições cientificas, técnicas e industriais, mas, ainda, o aperfeiçoamen
to dos trabalhos biblioteconomicos e bibliográficos, que são de interesse básico para o desenvolvimento da pesquiso científica e da educaçao de nível superior no Brasil.
Através da Seção de Informações e Intercâmbio do Seirviço de Informações
Tecnico-Científicas, o IBBÍD vem procurando desenvolver a troca de informações
6 publicações entre as instituições de pesquisas científicas e tecnológicas e
centros de documentação nacionais e internacionais.
A contribuição do IBED para o programa de permuta de publicações se evi
dencia:
a) pela organizaçao do Catalogo Coletivo Nacional de Livros e Periódicosj
b) pela publicação da Bibliografia corrente brasileira nos campos das ciencias socieis, matematica, física, quimica, medicina, botânica., zoologia,
energia nuclear e documentaçãoj

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lí

�c) pela publicaçao de "Periódicos Brasileiros de Cultura", obra que relacionou
a grande maioria das publicações periódicas brasileiras, constituindo-se em ver
dadeira fonte de referência para a permuta no setor de periódicos;
d) pela publicação em 1962 de "Bibliotecas Especializadas Brasileiras: guia de
A
/
/A
m
intercaiiibio bibliográfico", em cujo prefacio se le: "Para facilitar a ampliaçao
dos diferentes tipos de cooperação, que devem existir entre as bibliotecas,
tais como - troca de informaçoes bibliográficas, emprestirao-entre-bibliotecas,
troca de microfilmes ou de outros tipos de reprod,uções, catalogação cooperati^
iV
tf#
va, compra centralizada, deposites conjuntos, permuta de publicações, aquisiçao
cooperativa, catalogos coletivos, etc, - publica o IBBD, agora, esta relação
das Bibliotecas Especializadas Brasileiras, a. guisa de Guia para o Intercâmbio
inter-bibliotecario,
A
*
m
^ste guia será publicado anualmente, com novas edições, atualizadas

e

corrigidas por uma permanente colaboração das bibliotecas que desejarem participar dos trabalhos de informação científica ou de informação bibliográfica no
Brasil, e serviró como fonte positiva para o intercâmbio de publicações.

3•

Centros P^gionals d^_ Informação Bibliográfica

Com o desenvolvimento do ensino universitário brasileiro, quase todas
as unidades da Federação Brasileira já possuem a sua Universidade,
O I,B,B,D,, através de convênios com as Universidades Federais, organizou uma rede de centros regionais de informações bibliográficas, que, alem de
manter o catalogo coletivo de livros e periódicos da região, têm se constituído, informalmente, em órgãos coordenadores de permuta no setor regional,
âstes centros recebem constantemente publicações nacionais e estrangeiras, e as redistribuem entre as bibliotecas de sua esfera regional.

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lí

�-6-

Os centros regionais são os seguintes:

Amozonas
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Rua Guilherme ^forei^a, s/nO
MANAUS, AM
Bahia
Serviço Central de Informações Bibliográficas
Universidade da Bahia
Rua João das Botasj s/nö
S ALVADOR, BA
Ceará
Serviço Central de Informações Bibliográficas
Universidade do Ceorá
Av, Visconde do Cauípe, 28
FORTALEZA, GHi
Guanabara
Biblioteca Central da
Universidade do Brasil
Av. Pasteur, 250
RIO DE JilI^miRO, GB
Minas Gerais
Serviço Central de Informaçoes Bibliográficos
Universidade de Minas Gerais
BELO HORIZOMTEÍ, MG
Fará
Museu Paraense Emílio Goeldi
Av, Independência, s/nS
BSIÍM, PA
Paraná
Centro de Bibliografis, e Documentação
Universidade do Paraná.
Av, 15 de Novembro, s/no
CURITIBA, PR
Pernambuco
Serviço Central das Bibliotecas
Universidade do Recife
Rua do Hospício, 6l9~A
RECIF2, PE-

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�-7Rio Grande do Sul
Serviço Central de Informações Bibliográficos
Universidade do Rio Grande do Sul
Av. Paulo Gama, s/nS
PÔRTO ALSGRB, RGS
Sao Paulo
Biblioteca Central da
Universidade de Sao Paulo
Cidade Universitário - Butanta
SÃO PAULO, SP

3.

Situação atual

3•1

Centro Nacional de Permutas
No Brasil ha necessidade, no momento, de luna coordenaçãa das atividades

nacionais em matéria de permuta.
lia centro nacional coordenador da permuta e o que se deseja. Entretanto
nada foi feito alem das recomendações dos congressos,
O Serviço de Permutas da Biblioteca Nacional nao preenche, dentro

da

sua atual estrutura, falta de verbo e de pessoal, suas finalidades, ou melhor,
não coordena,'realmente, no Brasil, o*programa de permutas.

3.2

Lista de publicações oficiais

Para uma verdadeira cooperaçao internacional no setor de permuta, a base nacional é cond-içao indispensável.
As publicações oficiais ocupam lugar de destaque no intercâmbio bibliográfico.
No Brasil não existe uma lista ou bibliografia das publicações oficiais
e semi-oficiais,
Na situação atual e necessário consultar todas as bibliografias existen
tes paro se ter uma idéia das publicações oficiais da União e dos "stados fede
rados, e mesmo assim a informaçao sera incompleta e precaria.

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3.3

Bibliogrgfio corrente brasileira

O repertório da produção bibliográfica corrente de um país e essencial
a permuta,
Não existe no Brasil uma bibliografia corrente brasileira nos moldes
"British National Bibliography" ou do "Gummulative Book Index",
As bibliografias do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
cobrem apenas campos determinados, como foi dito em "2,2, b",
O Boletim Bibliográfico da Biblioteca Nacional registra somente as obras
entradas naquela biblioteca, em virtude da le,i do depósito legal, e sua publicaçao e feita sempre com muito atraso,
Temos que nos contentar no Brasil com as publicações do Sindicato Nacio
nal das Smprêsas Editoras de Livros e Publicações Culturais, que têm servido
como guio para a permuta, a saber:
3.3.1

BBB - Revista dos Editores

O Boletim Bibliográfico Brasileiro foi fundado em 1952, tendo completado
com o nC 76 (Jan.-Fêv, 1963) seus dez (lO) anos de publicação.
Fundado inicialmente para divulgar a realidade editorial brasileira,
afirma, no seu número comemorativo do décimo aniversário, que é a "única publi
caçao brasileira a trazer, mensalmente, a bibliografia brasileira, completa,
atual e rigorosamente técnica",
êgto boletim deveria ser uma publicação mensal, no entanto o último fas
'
m
ciculo publicado em Janeiro de 1963, constitui uma acumulaçao de Junho a Dezera
bro de 1962, á classificado por assunto, de acordo com a classificação decimal
de Dewey, apresentando índice de títulos, não tendo, porém, índice de autores,
3.3*2

Bdicoes Brasileiras
Esta publicação surgiu em janeiro de 1963, e constitui um catálogo tri-

mestral de livros publicados no Brasil, De acordo com seu prefácio "é o primei
ro catalogo de livros que se publica neste País com o objetivo de registrar

a

totalidade ou o maior numero possível de obras impressas no Brasil, reunindo,
para isso, expressivo grupo de editores, A ausência de uma publicaçao assim,
todos reconhecem, vinha constituindo séria lacuna para a atividade editorial
e para a própria difusão cultural no Brasil".

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�Trí?to--se, portanto, de um catálogo cumulativo dos editores brasileiros,
reunindo as obras em dez grandes classes, de 0/9, com índices separados de autor e de títulos, dando endereço dos editores, preço e outras especificações,
O primeiro numero registrou 2,17/4. obras de 43 casas editoras diferentes,

3• 4-

Publicações de Associações e Instituições Cientificas
As pesquisas científicas levadas a efeito pelas entidades e associações

sao divulgadas em seus boletins, anais e relatorios técnicos. No Brasil

noo

existe uma bibliografia especial abrangendo este tipo de publicação, ou

seja,
' ■

as emanadas das associações e entidades científicas.

A Bibliografia Brasileira de Educação, o índice Tecnológico, as Bibliografias do I.B.B.D,, etc., não se restringem a este aspecto de selecionar

as

publicoçaoes das entidades de pesquisas,

3.5

Contribuição do U,S.B.l?.
O "United States Book Sxchange" tem colaborado de maneira positiva com

o programa de permuta no Brasil, I-feis de uma centena de bibliotecas brasileiras estão filiadas ao USBB e recebem mensalmente suas listas de publicações
disponíveis.
A título de exemplo, citamos a Biblioteca Central do Instituto Tecnoló
gico de Aeronautica, que conseguiu, com o auxílio do USBE, organizar coleções
coBçletas' de periódicos no caiiçio da Aeronáutica.
3.6

Conclusão
A permuta d.e publicações no Brasil esta. circunscrita ao esforço isolado

das entidades interessadas, que realizam a operacao de biblioteca para biblioteca, sem uma coordenaçao de âmbito nacional. A falta de guias para permuta,
tais como, lista de publicações oficiais, e de bibliografia das publicações c-mo
nadas de associocões e instituições científicas, vem sendo siçjrida pelas bibliografias publicadas pelo IBBD, pelas bibliografias isoladas (como a Bibliografia
Brasileira de Educação, publicada pelo Centro de Pesquisas Educacionais) e pelas
edições do Sindicato Nacional dos Editores de Livros.

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No que diz respeito o tarifrs postais para remesso de material perrautodo,
todas as entidades públicas federais ja contam com franquia postal dentro do ter
ritório brasileiro, Para remessa de publicações para o Exterior as tarifas

são

reduzidas.
As entidades do âmbito estadual, no entanto, não gozam do benefício

ds

franquia postal.
Em suma, não existe no Brasil um programo governamental de permuto

de

publicações, nem no plano federal, nem no setor estadual.

3.7

Recomendações

Tendo em vista as considerações acima e a impossibilidade de se concretizar as resoluções do "Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Pu
blicações", recomendo ao plenário do IV Congresso, solicitando aprovação;
3.7.1

Que o Serviço Nacional de Bibliotecas funcione provisoriamente

como

centro nacional de permuta,
3.7.2

Que as futuros edições de "Bibliotecas Especializadas Brasileiras",
publicação do IBBD, relacione também os titulos das publicações»periódicas ou nao, editadas pelo.3 instituições relacionadas.

3.7.3

Que'se recomende ao IBBD a publicaçao dos seguintes bibliografias noci
onais:
a) Lista de publicações oficiais brasileiras;
b) Bibliografia das publicações de Associações e Entidades Científicas;
c) Edição atualizada de "Periodicos Brasileiros de Cultura",

3,7,4.

Que 03 Bibliotecas Centrais dos Universidades coordenem o permuta nos
respectivos Estodos, otuondo como orgao regional de permuta de publicações.

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ANEXO

A»

Biblionraflo sobre perrauto de mblicocõcs no Brasil

/jLMSIDA, Rcnsto - Permuta de publicações como instrumento de cultura, In; SEÍÍTnAfJO sobre PEIRMIJTA NACION/iL E INTERNACIONAL DE PUBLICAÇÕES - Informe fi
nol; 37-43, são Paulo, Reitoria da Universidade de São Paulo, Biblioteca
Central, 1956,

3 f.p,, 53 p, 23cm,

B.IRROS, Maria ilntonieta de Mesquita - Bases paro organização de um centro coordenador de permuta de publicações, - In: SEMIN/íRIO SOBRE PERMTTTA NACIO NiiL E INTSRNACION/iL DE PUBLIC.i.gÕES, tema 5, p.1-20, são Paulo 1 Seção Grá
fica da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de Sao
Paulo 11956| 78 p, |pag. irreg.l 32cm.
BIBLIOTEC/iS PÚBLICAS: franquia postal para os livros e publicações oficiais a
elas remetidos; legislação.

Revista de Direito Administrativo, Rio de

Janeiro, 10:^16, abr, 194-9,
BUSSE, Gisela von - Bresil, In: Handbook on the international exchange

of

publications, 2nd edition, Paris, Unesco, 1956, p.24-8-55,
CAVALC.UITI, Jayne rjccoverd.c de -llbuquerque - Discurso, In: SEMIN/iRIO SOBRE PERMUTA NACIONAL E INT:íIRNxICION;iL de PUBLICAÇÕES - Informe final: UU-50
[Pronunciado na sessão plenária de abertura do Seminário]

São Paulo,

Reitoria da Universidade de São Paulo, Biblioteca Central. 1956, 3 f.p.»
53 p, 23cm,
CUNHA, ^feria Luísa (Pereira) Ifonteiro da - Pteunião de especialistas sobre permuta internacional de publicações na .\merica Latina, realizado Isic] em
Havana, de 1 a 5 de outubro de 1956, sob os auspicios da UIESCO, com a
colaboraçao

do Governo de Cuba, Relatorio,,, Sao Paulo, Universidade

de são Paulo, Biblioteca Central, 1956, Capa, 12 p, 22cm |^illtilitado|
CONFERÊNCIA INTER/JfiRIc;iNA DE CONSOLIDAÇÃO DA P/iZ, 1,, Buenos ."ares, 1936
Convenção sobre o intercâmbio de publicações,..
nistério das Relações Exteriores, 194-0, 14- P.

-

Rio de Janeiro, Mi-

(Coleçao de atos inter-

nacionais, n, 14/-). - Apud "Boletim Bibliográfico", Rio de Janeiro,
3(2): U, Jun./Dez, 1953.

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1

�D'/iPICE, Virginio Buff - Perniuta de publicações no Brasil. In; íSEMEnArIO SOBF®
PERlilTTA NACIONAL E INTERNACIONilL DE PUBLICAÇÕES, temo I, p.1-10.

Bso

Paulo, 1 Seção Gráfica da Foculdode de Filosofia, Ciências e Letras da
Universidade de São Paulo 1 1956.
DI DIO, Dulce Carmen Philomena - Permuto de duplicatas e de material dispensável, In; ^MN/íRIO sobre PERMÜTA NACION;iL S INTERNACIONilL DE PUBLICAÇÕES,
temo

p^i^—lj^.

DÔRIA, Irene de Ifenezes - Bases para a organizaçao de um centro de permuta

de

publicações, IBBD Boletim Informativo, Rio de Janeiro - 2(6);34i-3A9,
nov./dez, 1956 li.e. 1957|.
A Seção de Permutas da Divisão de Aquisição da Biblioteca Nacional, sua
^
historia e piano para sua ampliaçao e desenvolvimento? cooperaçao com
outros serviços, investigação e informaçao bibliográfica, sistematizaçao
A
M
do intercâmbio, acordos internacionais, pessoal, administraçao, orçamento, regimento,
FONSECA, Edson Nery - Permuta; o Seminário Internacional de Havana, Tribuna da
Imprensa, Rio de Janeiro, 27/28 set, 1957, supl. Tribuna dos Livros: 3.
Problemas da permuta nacional e internacional de publicações, O Informe
final do Seminário realizado em Sao Paulo e o Relatório de Iferia Luisa
ífonteiro da Cunha sobre a reunião internacional em Havana,
FREITAS, Idelraa - Bibliotecas e instituições que oferecem as publicações

que

editam e desejam estabelecer permuta, In: SEIÍINÀRIO SÔBI® PERMITTA NACIO
NAL E INTERNACIONAL DE PUBLICAÇÕES, tema 3, p.1-18. São Paulo 1 Seção
Grafica da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade
de são Paulol 1956 |78| p, jpag. irreg,] 32cm,
FURTADO, AÍda - Acordos e tratados firmados pelo Governo para permuta de publicações, In: SEfflNÂRIO SOBRE PSRIÍUTA NACIONAL B IlfTERNACIONAL DE PUBLICA^
OÕES, tema 2, p,l-7, São Paulo |Seção Gráfica da Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras da Universidade de Sao Paulo] 1956 l78| p, |pag, irreg,|
32cm,

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SEHEnXrIO SÖHRE PERÍÍUTA NACIONAL E INTERNACIONAL DB PUBLICAÇÕES, são Paulo,
1956 - Informe final. São Paulo, Reitoria da Universidade de são Paulo,
Biblioteca Central, 1956, 3 f.p.» 53 p. 23cm,
SSMINÄRIO SÔBRS PSRMUTA NACIONAL E INTERNACIONAL DE PUBLICAÇÕES, .sl^o Paulo,
1956 - Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Publicações,
sob os auspícios da Universidade de Sao Paulo com a colaboração da Associação Paulista de Bibliotecários e do Instituto Brasileiro para Edu
cação, Ciência e Cultura, em Sao Paulo, de 26 a 30 de junho de 1956,
\
Seo Paulo |Seção Grafica da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras
da Universidade de são Paulo] 1956 |78| p, jpag.irreg,| 32cm,

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Situação atual da permuta de publicações no Brasil</text>
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                <text>Histórico do tratamento dado a permuta de publicações nos congressos de Biblioteconomia realizados no Brasil. A importância e as decisões do Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Publicações realizado em 1956. A contribuição da Biblioteca Nacional, do IBBD e dos centros regionais de informação bibliográfica no programa nacional de permuta. Necessidade do centro nacional e fontes bibliográficas adequadas para coordenaçao da permuta. Conclui afirmando que a permuta de publicações no Brasil esta circunscrita ao esforço isolado das entidades interessadas, que realizam a operação de biblioteca para biblioteca, e recomendo algumas soluções de caráter provisório até que possam ser cumpridas as resoluções do Seminário de Permuta de 1956.</text>
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                    <text>Digitalizado
gentilmente por:

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�44

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DB BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Tendencias modernas para normalização dos trabalhos

de

classificação: Histórico e atividades da Comissão
Brasileira de Classificação Decimal Universal (IBBD/CDU)
por
Abner Lellis Corrêa Vicentini

Fortaleza
1963

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�IV CONGRESSO BR.1SILEIR0 DB BIBLIOTECONOMIA E DOCUÍfimAÇAO

UNIVERSm.'iDE DO GB.iRA

7 a 14 de julho de

1963

TERi I • PROCESSOS tócNIGOS E INTSRClíffilO

CDU

025.4-5:06.04.9(81)

Tendências modernas para normalização dos trabalhos de classificacão;
Histórico e atividades da Comissão Brasileira de Classifieacãd
Decimal Universal (IBED/GDü)

por

Abner Lellis Corres Vicentini

D d-^ O

\ .5 ( g 1

n
Presidente da Comissão Brasileira de Classificação Decimal Universal (IBBD/cDü)
lembro da Comissão Central de Classificação da FID (FID/cCG)
Bibliotecario-Chefe

cm

1

do

Instituto

Tecnológico

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Aeronáutica

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO HE BIBLIOTECONOMIA E DOCUIffiNTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a IA de julho de 1963

Sinopse

íielatório minucioso das atividades levadas a efeito pela Comissão
Brasileira da CDU nos seus cinco anos de existência, de outubro de 1958
té
^
a junho de 1963, dando o seu regulamento, especificando as traduções ja
realizadas, traçando planos para o futuro. Relaciona as propostas de extensão encaminhadas a PID/CCC e transcreve os comentários sobre o Relato
rio do Comitê Ad Hoc nomeado pelo Bureau da FID para estudo da CDU,
&lt;&gt;
Conteúdo

1.

Criaçao

2.

I^fembros

3.

Regulajnento

4..

Reuniões realizadas
4..1

Reuniões nacionais

4.»2

Reuniões conjuntas

5,

Comissão Central de Classificação

6,

Representação em certames internacionais

7,

Traduções elaboradas no Brasil

8,

Traduções elaboradas em Pcftrtugal

9,

Projetos Brasileiros de Ejctensão (Pbr)

10,

Divulgaçao da CDU no Brasil

11,

Utilizadores da CDU no Brasil

12,

Planos para o futuro

Anexos;

1,

Regimento Interno da IBBD/cDU,

2,

Report of the Ad Hoc Committee on UDC and Comisnnts on it by GCC

3,

Projetos de extensão a CDU (Pbr)

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�Tendencias modernas pars normalizacao dos trabalhos de classificação;
Hlstorlco e atividades da Comissão Brasileira de Classificacao
Decimal Universal (IBBD/cDU)

por

Abner Lellis Corrêa Vicentini

Para se falar em tendências modernas de normalização dos trabalhos de
classificação, temos que, forçosamente, nos reportar ao sistema de Classificação
Decimal Universal.
A CDU já Q considerada classificaçao normalizada em vários países,

e

no Brasil og assuntos a ela referentes sao da competencia exclusiva da Comissão
Brasileira de Classificaçao Decimal Universal, mais conhecida pela sigla IBBí/CDÜ,
Em cumprimento a Resolução nS 15 da 16&amp; Reunião da IBBD/cDU, realizada
no Rio de Janeiro, no período de 20 a 22 de maio de 1963, encaminho ao plenário
do IV Congresso Hrasileiro de Biblioteconomia e Documentação um relatorio das ati
vidades da Comissão, focando a contribuição brasileira para o aperfeiçoamento e
divulgação do sistema CDU.
1.

CRIAfÃO
A Comissão Brasileira de Classificaçao Decimal Universal, IBH)/CDU, foi

criada no Brasil, pela Resolução n^ 70, de 8 de março de 195Ö, do Conselho Dire*.
tor do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, em sua 30â

Reunião

Extraordinária, tendo em vista o disposto no Art2.9 do Regimento aprovado

pelo

Decreto nö 35.430» de 29 de abril de 1954&gt; com aprovação da Federação Internado
nal de Documentação.
2.

hEMBROS
Os Artfis 4'® e 5^ do Regimento Interno da IBED/cDU estabelecem que

a

Comissão 1 constituída por técnicos e representantes de Bibliotecas e outros orgaos que utilizam a CDU, podendo também solicitar a colaboração de professores
universitários e especialistas sempre que necessário ou aconselhável, é integrada por representantes dos Estsdos da Bahia, Guanabara, Tíinas Gerais, Paraná, Per
nambuco. Rio Grande do Sul, São Paulo e Distrito Federal,
3.

REGULAIENTO
Em sua 6s Reunião, realizada nos dias 2, 3 e 4- d® maio de i960,

a

IBH)/CDU, pela Resolução 6.3, discutiu e aprovou o seu Regimento Interno, estabelecendo os seus fins, a sua sede, a sua competência, os seus membros e a sua
organização. (ANEXO l).

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�.2

4,

REUNIÕES
No período de outubro de'1953 a junho de 1963» ou. seja, nos seus cinco

anos de existencia, a IBBD/cDU realizou 16 (dezesseis) reuniões, sendo três

em

conjunto com a Comissão Portuguesa da CDU, e uma extraordinária parcial em conjunto com a Comissão Portuguesa da CDU, tendo sido tomadas 319 Resoluções.
J+,1

Reuniões Nacionais
16 Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 27 a 29 de outubro de 1958,
22 Resoluções.

•

2S Reunião (RIO IE J.A1EIR0)
Realizada no período de 15 a 17 de dezembro de 1958.
10 Resoluçõesc
3&amp; Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 28 a 30 de abril de 1959.
20 Resoluções.
A&amp; Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 29 a 31 de julho de 1959.
17 Piesoluçoes.
5&amp; Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 2^, a 25 de novembro de 1959.
23 Resoluções.
6a Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 2 a 4- de maio de i960.
15 Resoluçoes,
75 Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 22 a 24, de julho de i960.
19 Resoluções.

,

8&amp; Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 24 a 26 de outubro de i960,
21 Jíesoluçoca,
96 Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 23 a 25 de abril de 1961.
19 Re soluço'" &lt;3,

•

106 Reunião (POÇOS DE CALDAS)
Realizada no período de 10 a 13 de julho de 1961.
18 Resoluçõesr.
116 Reunião (LI330A)
Realizada no período de 25 a 27 de setembro de 1961.
17 Resoluçoes.
126 Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 22 a 24 de janeiro de 1962.
26 Ptesolunòes,

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�,3

13a Reunigo (SÃO J0S6 DOS CAMPOS)
Realizada no período de 28 a 30 de maio de 1962.
34. Resoluções.
IAS Reunigo (CURITIBA)
Realizada no período de 9 o 11 de julho de 1962,
23 Resoluções.
15&amp; Reunião (RIO DE JANEIRO)
Realizada no período de 21 a 23 de janeiro de 1963.
32 Resoluções,
16a Reunigo (RIO DH JANEIRO)
Realizada no período de 20 a 22 de maio de 1963,
18 Resoluções.

4.,2

Reuniões Conjuntas

,

la Reunião
A 4-- Reunião do IBH)/CDU, realizada de 29 a 31 de julho de 1959»
no Rio de Janeiro, foi a ia Reunião Conjunta realizada com a Comissão Portuguesa
da CDU, que esteve representada pelo Dr, Zeferino Ferreira Paulo, Presidente da
CP/CDU, e por D. ^feri8 Laurinda Vasconcellos, do Centro de Documentação Cientí«
fica de Portugal. - Especialmente convidado,compareceu e abrilhantou a reunião
o Prof, Dr, Javier Lasso de la Vega y Jimenez Placer, Presidente da Comissão Espanhola da CDU,
2a Reunião
A 7a Reunião da IBBD/cDU, realizada no período de 22 a 24- de julho de i960, no Rio de Janeiro, foi a 2â Reunião Conjunta com a Comissão Portuguesa da CDU, que esteve representada pelo Dr, Zeferino Ferreira Paulo, Presi dente da CP/CDU, e pelo Eng, João Fernando Cansado Tavares, do Laboratório de En
genharia Civil de Portugal, - Nesta reunião foi feito o levantamento do estado
da Edição Abreviada em LÍngua Portuguesa em agosto de i960, aprovado o protocolo
a ser observado para as traduções das diversas classes da Edição Desenvolvida, e
estabelecidas as normas gerais para a edição da Classe O, Obras Gerais,
í
,
3a Reunião
A lia Reunião da IBBD/cDU, realizada no período de 25 a 27

de

setembro de 1961, em Lisboa, Portugal, foi a 3a Reunião Conjunta com a Comissão
Portuguesa da CDU, que esteve representada pelo Dr, Zeferino Ferreira Paulo,
Sra, Maria Laurinda Vasconcellos, Dr. Enrique Pessoa Lobato Cortesão, Eng, João
Cansado Tavares, Dr. Rogério Lopes de Souza e Sr, Jaime Jorge Ribeiro Caseiro,Nesta reunião foi aprovada a "Norma de apresentaçao grafica da Edição Desenvolvida em LÍngua Portuguesa", Classe 0/9

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e Tabelas Auxiliares,

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�Reunião Parcia1 Extraordinária
Tendo sido reestruturada a Comissão Portuguesa da CDU e tendo sido designado diretor do Centro de Documentação Cientifica do Instituto de Alta Cultura o Prof, Dr, Antonio Modeiros de Goveia, foi decidida a realização de uma reunião parcial extraordinária entre as Comissões Portuguesa e Brasileira da CDU,
Tal reunião teve lugar em Lisboa, no período de 13 a 23 de novembro de
1962, Representaram a IBBD/cDU o seu Presidente e o Rev. Pe, Dr, Astério Campos,
S,D,B,, - A Comissão Portuguesa esteve representada pelo Dr, Antonio de Medeiros
Gouveia, Dr, Rogério Lopes de Souza, e Sr. Gabriel O, Ramos da Cunha,
Esta reunião teve a seguinte Agenda:
1.

Aprovação da ilgenda.

2.

Anteprojeto de acordo para publicação das classes da CDU da
Edição desenvolvida e assuntos afins,

â*l

Aspecto gráfico,

2.2

Tradução das tabelas e das publicações da FID sobre dóítunentaçao consideradas de interesse.

2.3

Fixação das classes a traduzir pelo Brasil e Portugal.

2.4.

Sistema de revisão dos textos traduzidos.

2.5

Ortografia das tabelas publicadas no Brasil.

2.6

Problemas filológicos (Diferenças de terminologia),

2.7

Condições de venda da CDU - edição abreviada e classe O da
Edição desenvolvida - no Brasil,

2,7.1

Modo de pagamento dos exemplares vendidos ao Brasil.

3.

Ressalva dos direitos de edição de Portugal, Compensação pelo Brasil.

4-.

Divulgaçao no Brasil e em Portugal das tabelas da CDU, Plano
conjunto.

5.

Próxima reunião conjunta da IBBD/cDU e da CP/CDU, Estudar a
possibilidad.e de integração no "V Colóquio Internacional
de Estudos Luso-Brasileiros",

6,

5.

Outros assuntos.

COMISSÃO CEMTRAL DE GL.ISSIFICAÇÃO (FIP/CCC)

Durante a 27^ Conferencia Geral da Federação Internacional de Dooum»
mentaçao, realizada era Londres, em setembro de 1961, o Presidente da IBBD/cDU
foi eleito membro efetivo da Conissão Central de Classificação (FID/cCC),
A FID/cCC e formada pelos editores das edições internacionais da CDU,
sendo a autoridade maxima dentro da FID para assuntos de classificação,

6•1

Coloquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros
A IBBD/cDU esteve representada no 4-® Coloquio Internacional de

Estudos Luso-Brasileiros por dois de seus membros, Abnqr Lellis Corrêa Vicen-

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�.5

tini e édson Nery ds Fonseca, que apresentaram informes sobre as atividades

e

realizações da Comissão.
6,2

26s Conferencia Geral da FID
De acordo com Resolução 6,12, o Autor foi designado para repre-

sentar a IBBD/cDU na 26ê Conferência Geral da FID, realizada no Rio de Janeiro,
de 21 a 31 de julho de i960,
A Sessão dedicada a Classificação Decimal Universal foi realizada
no dia 26 d© julho, estando a mesa dirigente dos trabalhos assim constituída;
Presidente:

Dr, Zeferino Ferreira Paulo (Portugal)

Coordenador de Debates:

Dr. Abner L, C» Vicentini (Brasil)

Relator: Dr, M, Schuchmann (Alemanha).
As conclusões da 26s Assembléia Consultiva da FID, estabeleceram
em sua letra E:
A Edi.ção abreviada em, língua portuguesa, traduzida pelo Centro de
Documentação Científica (de Portugal), será editada no fim de i960
pelo Centro de Documentação Científica.
2«

A Classe O da Edição desenvolvida em língua portuguesa, traduzida
pelo Centro de Documentacao Científica (de Portugal), será editada
em princípios de 1961, pelo Centro de Documentação Científic? e
pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (do Brasil), de comum acordo.

3«

As Classes 1 e 8, traduzidas pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, e revistas pelo Centro de Documentação Científica, serão publicadas o mais rapidamente possível,

U»

As Classes 2, 4., 61, 7 e as Classes 5, 62/69 e 9&gt; da Edição desen
volvida, estão a ser traduzidas, respectivamente, pelo Instituto
Brasileiro de Bibliografia e Documentação e pelo Centro de Documentação Científica,

^•3

27s Conferência Geral da FID
De acordo com Resolução 10,17, o Autor foi designado para repre-

sentar a IBED/cDTJ na 27- Conferência Geral da FID, realizada em Londres, de 9 a
16 de setembro de 196?..
Nessa reunião o Brasil foi eleito membro efetivo da FID/cCC,
6,4.

285 Conferência Geral da FID
Em curaprimento a Resolução 14.,21, o Autor representou a IBED/CDU

na 28fi Conferencia Geral da FID, realizada em Haia, em setembro de 1962,
6,5

Reunião Anual da FIP/CCC de 1962
O Presidente da IBHJ/CDU compareceu a reunião anual da Comissão

Central de Classificação, que se realizou poí- ocasião da 28s Conferencia Geral
da FID,

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�.6

Nessa reunião foi apresentado o relatorio contendo os comentários
fV
^
90
brasileiros sobre as conclusoes do "Gomite Ad Hoc para Glassificsçao", e as conclusões da FID/cGC sobre o mesmo (Anexo 2), e foi feita s entrega das Classes Uj
55 e 8, traduzidas no Brasil, para a revisão da CBC,
Entre as decisões importantes dessa Reunião, figurou a transferen
cia da Classe 4 para a Classe 8,

7.

TRADUÇÕES ELABORADAS NO BRASIL
Foi bastante profícua a atividade da IBBD/cDTT nestes cinco anos. Entre

as classes que mereceram atenção especial estão a Filosofia, Filologia, Literatu
ra. Religião, Belas Artes, Geologia e Ciências Sociais,
7.1

Classe 1; Filosofia
A Classe 1 foi traduzida no Instituto Teológico Pio XI CFaculdade

de Teologia da Congregação Salesiana), sob a direção do Rev, Pe, Qr, Astirio Cam
pos, S.D.B.,
Traduzida diretamente da Edição Desenvolvida Alemã (3^ Edição Internacional da CDEU), teve o seu índice alfa bit ioo-remissivo totalmente rereit© e
cuidgKdoeameiite eloboredo, de e&lt;jordo com e mais moderna técnica,
A Classe 1 foi revisto pela- •Comissão Rartuguíacr que enviou algumas
sugestões a mesma,
O texto definitivo da Classe 1 foi aprovado e remetido a FID/CCC,
de acordo com ?£solução 8.11, tomada na 8s Reunião, A edição mimeografada foi
distribuída pelo IBBD. Após ter sido aprovada pela FID/cCC, está sendo impressa
pela Grafica Editora Vida Domestica.
7.2

Classe 2; Religião. Teologia
A Classe 2 (Religião, Teologia) foi traduzida no Instituto Teoló-

gico Pio XI, pelo Rev, Pe. Dr. Antonio Charbel, S.D.B,, professor de Sagrado Escritura da Faculdade de Teologia da Pontifícia Universidade Católico de Sso PoUp.
Io e Reitor daquele Instituto,
A Comissão Portuguesa fez a revisão do texto, e a FID/cCG já
aprovou sua publicaçao, No momento se acha em fase de impressão na Gráfica Editora Vida Domestica, devendo ser distribuído no 22 semestre,
7.3

Classes Z. e 8; Filologia e Literatura
As Classes 4- (Filologia) e 8 (Literatura) foram traduzidas na Es-

cola de Biblioteconomia e Documentação "Santo Örsula" da Pontifícia Universidade
Católica do Rio de Janeiro, por D, Ulrike Tfehmeier e D, &gt;ferio Antonietta Requião
Piedade.
As duas classes já foram revistos pela IBED/cDU, tendo sido enviadas a CP/CDU pora o revisão de Portugal.
Os índices destas classes encontram-se em preparo. A IBBD/CDU remeteu o texto definitivo a FID/cCC em 1962,
As edições mimeografodos, sem Índices, forom distribuídas pelo
IBBD,

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7,4.

Classe 55; Geologia
Pela Resolução 9.14.» « Serviço Central de Informa.ções Bibliográ-

ficas da Reitoria da Universidade do Rio Grande do Sul, foi incumbida de traduzir a Classe 55, Geologia, - O trabalho foi feito pela Bibliotecária Lia Becker,
e revista pelo Prof, Adolpho Kurth Hanke, da Escola de Geologia daquela Universidade.

I
Pela Resolução 13.23, a IBBD/GDU solicitou ao Instituto Geográfi-

co e Geológico de São Paulo e cotejainento das revisões feitas para a Classe 55»
encarregando a Bibliotecária Zenobia Pereira da Silva para a coordenação desse
trabalhe,

i
Pela Resolução 14..7, a IBBD/CDU recebeu a tradução dos PB 713,

733 e 74.5f referentes ao número 551.46, Oceanografia'físic." e Topografia submarina, para inclusão na Classe 55j e pela Resolução 14«o texto definitivo cem
a revisão do Dr, Jesuino Felicíssimo Jr,, Chefe da Divisão de Ge-ologia do Instituto Geográfico e Geológico de São Paulo.
O texto, depois de aprovade pela IB3!)/CDU, foi encaminhado

a

FID/cCC, para aprovação final, A IBBD/gDíJ eapejja iraprtmir a Classe 55, na-Z^ semestre de 1963.
7.5

Classe 7; Belas Artes
Na sua 6â Reunião, pela Resolução 6,11, a IBBD/cDU encarregou

D, Noemia Lentine, Professor de Classificação da Escola de Biblioteconomia da
Fundaçfo Escola de Sociologia e Política, da tradução da Classe 7, Belas Artes,
O texte da tabela, incluindo todas as extensões e correções até 1962 (inclusive
a grande ampliação da Classe 77, Fotografia), já se encontra pronto, devendo ser
reviste pela Comissão em suas próximas reuniões,
7.6

Tabelas Auxiliares da Edição Desenvolvida
As Tabelas Auxiliares da Edição Desenvolvida foram traduzid;is por

D, Vera Fursternau, da Escola de Biblioteconomia e Documentação "Santa Örsula",
sob a supervisão da Profâ ^í^ria Antonietta Requião Piedade,
Pela Resolução 13.22, o Prof, élton Eugênio Volpini foi encarregado de cotejar a tradução com as edições desenvolvidas inglesa e alemã.
O texto definitivo sera aprovado pela IBBD/cDU no 20 semestre de
1963,
7.7

Classe 3; Ciências Sociais
A Classe 3, Ciências Sociais, está sendo traduzida no Instituto

de Ciências Sociais da Universidade do Brasil por um Grupo de Trabalho, sob a
direção de D, Irene de Ifenezes DÓria.
Classe 61; ífedicina
Pelas Resoluções 13.13 e 13.19 foi criado um Grupo de Trabalho
para rever a tradução da Classe 61, ífedicina, tendo sido designado relator
o Dr. Luiz Rey, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

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8»

TRADUÇÕES ELABORADAS BM PORTUGAL
A Comissão Portuguesa da. CDU publicou em 1954 ^ Edição preliminar da Edi-

çã® Abreviada da C5DÜ em Língua P«i-tugtte&amp;a, Deade então, -brebelbou -»tiveunente^ nao
na ediçãf definitiva, mas também na Classe O, e na revisão das traduções elalj«
radas pela IBBD/cDU,
8^1 Classe O? Obras. Gerais
Ö te:cta da Classe O (Gexißrjtlidades) foi traduzido pela CP/CDU, tend^
C^missl^ Brasileira revisto-• mesmo^ e

reapecti"*^

a

de Aeosrdo

com as Resoluções 1,7 e 2í1.
O tepct^ impresso foi publicada em 1962, contendo as extensões até 31 de
deaembr# de i960 (PE 723)*
8,2 Edição Abreviada em Língua Portuguesa
esforços da GP/CDU f^am ««acentrados na publicaçfo da Edição
Abrevisda^m Língua Pörtuguesa, que saiu em 1961, atualizada até deríiembJro de
1958, Incluindo s PE 658, Números geográficas do JSnajBAI»
9è

PROJETOS BRASIL3IR0S PS ECT3NSÃ0 DA CPU (Phr)
De a

com o Aftö 3&gt; letra "d" e

d&lt;v Jiegimento Interno, confete à

IBBD/GDTJ protnnver a revisão das divisões particulare« der CJilI, «rpreaootaa^ pjr«»
pastas de extensão ou correção do sistema a Comissão Centr»! de Glssslfloaçffo
(fid/ccc)^
A IBBD/CDU Ja qpresentou à FID 35 projetos de extensão, qUe tomarem^ ftös
Pbr 1

a

Pbr 35» e que se acham relacionados no Anexo 5,
projetos brasileiros de extensão foram ja aprovados pela FID oa seguin

tes:
(öl)

Divisão Geográfica do Brasil (Pbr&gt;763)

141432

Existencialismo (Pbr 6ÖI)

^060(8)

Literatlira sulsmericana em língua espanhola (Pbr 739)

869«0(8)

Literatura sul-americana em língua portuguesa (Pbr 739)

869»0(8l)

Literatura brasileira (Pbr 739)

271,789

Salesianos de Dom Bosco (Pbr 758)

10^ DIVULGAÇÃO DA CDU NO BRASIL
Entre as atribuições da IBBD/cDU figura a divulgaçao da Classificação Decimal Universal no Brasil (ArtQ 3^, letra "a", do Regimento Interno),
Elm sua 6s Reunião, e pela Resolução 6,6, a IBBD/cDU sugeriu ao IBBD

a

tradução para o português, do artigo de B. Jacquemin: "La CI.assification Decimale Universelle; description et commentaire des regles en usage", publicado
na Revue de» Documentation, 26(4.); IOI-IO4, 1959.

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�.9

Atendendo àquela sugestão o IBBD publicou, em agosto de i960, em folheto
de 32 páginas, o referido artigo, em esmerada tradução de Laura Ifeia de Figueiredo e édson Neiy da Fonseca.
O artigo de B. Jacquemin, que em português tem o título "A Classificação
Decimal Universal: descrição e comentários das regras em uso", é a publicação
nO 312 da FID, e é distribuído gratuitainente pelo IBBD,
11, UTILIZADORES DA CPU NO ERASIL
A IBH)/C!DU, em sua lâ Reunião, encarregou Édson Ifery da Fonseca de elaborar 8 lista dos utilizadores da CDU no Brasil,
A 1&amp; lista foi publicada em 1959 e incluiu bibliotecas e publicações.

Em

i960 foi publicado o primeiro Suplemento,
é intenção da IBBD/CDU publicar anualmente a lista dos "Utilizadores da CDU
no Brasil", contribuindo assim para a atualização de "Periodicals using the UDC",
da FID,
12. PLANOS PARA O FUTURO
O Programa de Trabalho a Longo Prazo da FID, no setor referente a Classificação, estabeleceu que a CDU deve ser mantida e melhorada, para "servir de estrutura básica do saber",
Tendo por base o programa da Federação, a IBBD/cDU procurará, ^empre

em

estreita colaboração com Portugal:
12.1

Entregar ao público luso-brasileiro, no 20 semestre de 1963» as Classes 1,
Filosofia e 2, Religião, que ja se encontram em fase de Impressão,

12.2

Ultimar a tradução das classes faltantes para completar a 3dição Desenvol
vida em Língua Portuguesa, 9^ Edição Internacional da CDU.

12.3

Continuar a difusão da CDU nos diversos Estados brasileiros, incrementando a formação de subcomissões estaduais.

12,4.

Conseguir que os periódicos, relatórios, teses e informes, enfim, todos

12.5

os trabalhos científicos publicados no Brasil, adotem o uso da CDU,
%
M
Enviar a FID extensões relativas ao Brasil, tendo em vista as classes ou
subdivisões de assuntos que apresentem peculiaridades nacionais, como
por exemplo, direito brasileiro, administração pública, forças armadas'^
literatura, histórica, etc,

12.6

Publicar manuais sobre a aplicação e uso da CDU,

12.7

Incentivar as Escolas de Biblioteconomia a concederem mais tempo em seus
currículos ao ensino da CDU,

12.8

Levantar a bibliografia tão completa quanto possível sobre a CDU,

12.9

Conseguir sejam consideradas normas brasileiras as ediçÕes da CDU

em

língua portuguesa.

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�ANEXO

NO

1

REGII'flOTO INTERÍIO DA IBBD/CDU
Capítulo

I

^
A
M
Dos fins, da sede e da competencia da Comissão

Art, 12 - Criada pela Resolução nß 70, do Conselho Diretor do Instituto
Brasileiro de Bibliografia e Documentação, como um de seus orgaos técnicos conV
M
y
sultivos, em sua Trigesima Reunião Esctre ordinär ia, realizada em 8 de março de
1958, e confirmada pela Federação Internacional de Documentação, era 19 de agosto
de 1958, a Comissão Brasileira da Classificação Decimal Universal (IBBD/CDU) tem
como finalidade precípua a difusão da CDU no Brasil e demàis paises da America
Latina, colocando-a ao alcance do maior número possível de estudiosos,
Art, 2fi - A sede da IBBD/cDU é o Instituto Brasileiro de Bibliografia
e Documentação, membro nacional da FID para o Brasil (Av. General Justo, 171 andar. Rio de Janeiro),
Art, 30 - Compete a IBBD/cDU:
a) difundir o emprego da CDU nas bibliotecas e centros de documentação do Brasil?
b) congregar os esforços das entidades que já se utilizam da CDU
no Brasil;
c) contribuir para a edição da CDU em língua portuguesa;
d) promover a revisão das divisões particulares da CDU, apresentando propostas de extensão ou correção a Comissão Central
de Classificação da FID (CCC/FID);
e) estudar os projetos de extensão e correção apresentados peles
Comissoes Nacionais dos demais paises membros da FID e emitir parecer sobre os mesmos?
f) estudar as extensões da CDU relativos ao Brasil, tendo em vista
as classes ou subdivisões de assuntos que apresentarem peculiaridades nacionais;
g) colaborar com a Comissão Portuguesa da Classificação Decimal
Universal (CP/CDU).

Capítulo II
Da 0rp:ani7.ação da Comissão
ilrt. 4° - A IBBD/cDU seró. constituída por técnicos e representantes
de Bibliotecas e outros órgãos que utilizam a CDU,
§10-0 total de membros não deverá exceder a 25.
5 22 T Os novos membros serão eleitos pela IBBD/cDU e designados pelo
IBBD.

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Art, 5® - A IBBD/cDU poderá solicitar também o colsboração de professores universitários e especialistas, sempre que necessário ou aconselhável.
Art, 6ß - A IBBD/cdU terá um Presidente, eleito, por período de

um

ano, por votação dos seus membros na último Reunião anual da Comissão.
Art, 72 - são atribuições do Presidente;
a) presidir, orientar e dirigir os trabalhos da IBBD/cDU}
b) zelar pela fiel observância do Regimento e das Resoluçoes do
Comissão;
c) representar a IBED/CDU em atos, visitas, solenidades e cerimonias 3 que deva comparecer, ou designar quem o representes
d) exercer todas as atividades compatíveis com o Regimento?
e) resolver os casos omissos neste Regimento.
Art, 82 - Sm caso de impedimento, do Presidente, os membros da Comissão elegerão seu substituto.
ilrt, 9® - Os trabalhos de secretaria da IBBD/cDU ficarão acargo

do

Serviço de Informações Tecnico-Científicas (SITC) do IBED,

Capítulo III
Das disposicoes gerais
Art, 10Ö - As Resoluções da Comissão serão redj.gidas em forma articulada e indicadas pelo respectivo número de ordem,
Art, 11

- As Resoluções serão aprovadas pelos membros da Comissão

presentes a cada Reunião, cabendo ao Presidente o voto de desempate,
Art, 122 _ Para facilitar seu trabalho, a IBBD/cDTJ poderá organizar
subcomissões estaduais que deverão fazer-se representar nas Reuniões do Comissão e prestar contas de seu trabalho.
Art, 132 - Os membros da IBBD/cDIJ, residentes fora do Rio^.de Janeiro,
convocados para as reuniões terão sua hospedagem e diárias pagas pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação durante h o período da Reunião,

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�A N E X O

Nfi 2

RBPORT OF THE iiD HOC COMMITTEB ON UDC AND COMÍ^NTS ON IT BY GCC

The Brazilian UDC Committee (iBfeD/tíDU) after having carefully studied
the Report of the Ad Hoc Committee on UDC, together with the Commcnts mede on
it by FID/cGC during its Meeting of íferch 25/26 at The Hague, decided to point
outí
1.

To agree with FID/cCCs Resolutions and not to approve "in totum"

the Report of the Ad Hoc Committee, and to make some remarks, vrfiich will be
listed bellow,
2.

To state that this is the right moment for the total and fundamental

reviewing of UDC's structure.
3.

To express the opinion that such a reviewing is of CCCs exclusive

competence, which may be delegated to special committees and, if CCC finds it
necessary, experts may be invited to perform the work, but, evenso, under its
supervision,
4..

To agree entirely vrith the transference of Class 4. to Class 8, as

per the Draft Proposal contained in the Document C 62-5» of April 13, 1962.
5è

To express the opinion that Mr, G, A, LLOYD's proposal, contained

in the Document C 62-9, of August 15, 1962, may be accepted as a starting point
towards the re-allocstion of Class 4-&gt; since besides liberating several overcrovded sections of Classes 5/6, it gives a structural systematization to the
re-allocation of said classes and also a logical sequence (idiat does not happens
on lír. Engel's proposal)
O

Generaiities

1/2

Man and the cosmos

3

Man and his fellow men

4.

Man and his natural evironment and material resources

6,

To agree with the suggestion for a complete revision of the double

annotations (Ad hoc 2.2.13), which must be done together with a re-allocation
grouping of 55+622 and 30+629+656, and to suggest other ones such as:
533.6+629.13,
7,

539.1+621.039, etc.
To disapprove entirely the Recommendation 2,4.,2 of the Ad Hoc

Committee, and to state that UDC needs detailed and expanded indexes, and to
seize the opportunity to praise the Index of the English 3rd abridged edition,
(British Standard lOOOA: 1961).
8,

To agree entirely with the idea of giving permission to the Clas-

sification Department to indicate, on an exclusive basis, the temporary numbers
for the new subjects.
Mot to agree, by any means, with the temporary use of letters (Ad hoc
2.2.5), considering the fact that such practice would make the annotation more
complicatçd, and to recommend, instead, the use of the asterisk. *

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10,

To recommend that Class U be reserved for Electrica1 Engineering,

Blectronica &amp; Telecommunicetions (present

621.3), and Nuclear, Atonic Physic and

Engineering (present 539.1+621.039), and, possibly, the Transportation, including
Space Science.
11,

' ,
Finalljr, to endorse the recoranendation that an intrinsic reVision

should be mede of each class and not only a "redistribution of overcrowded
sections".
QIVING EXAMPLBS:
Class 61

^fedica.l Sciences

The simple reeding of the text of class 61 immediately leads any expert
to the conviction that extensive modification are being required in such class,

•

in Order to overcome its anachronism and to put it in condition to attend to the
needs of modern medicai documentation,
Therefore, it is indispensable to re-exa.mine its structure and to
propose the adding of extensions, the making of alterations and suppresions, thus
inaklng it a practical and up-to-date Classification system,
Let US take, for instance, the case of the anatomic vocabulary,
Anatomics names vrere coflified in 1895, at an international conference on Anatomy,
\^ich was held in Basel in that year. The vocabulary adopted then became known
by the sigla BNA (Basel Nomina Anatômica). It was largely used, notwithstanding
being subjected to much criticism.
In view of its defects, the German authors a.nd some of other nations
compiled a new list and had it presented,

Professor H. Stieve, at a German

Anatomic Society, in 1935, in lena (lens Nomina Anatômica).

.

Said vocabulary was adopted by ÜDC for Latin names, being accompanied
by the respective translations, or by the names usually given in the languages
in Vilich DDG is published.
However, the lena Vocabulary was never officialy adopted. The Fifth
International Conference on ilnatomy.v held in 1950 in Oxford, thought it would
be best to constitute an International Committee for the compiling of the
Anatomic vocabulary , which is working on this ^:ask since then, and that, in 1955,
presented in Paris, at the Sixth International Conferenee, an official list on
the subject, today known by the sigla PNA (Parisiensis Nomine Anatômica),
Such vocabular^'', which is the only one now accepted as official, was
reviewd.at the Seventh International Conference, \Aich was held in New York, i960.
It is indispensable thet UDC should contain both in its text and in its
Index, at least as for synonymous use, said vocabulary, in v^ich almost all
anatomic works appear nowadays.
12,

To suggest to FID the necessary financial resources for the revicw

ing of TE)C and to approve a three-year-plan of work.
OBSERVATION; -

In order that the Report of the Ad Hoc Committee should be

largely discussed, and according to its Resolution 12.22, IBBD/cDU had it
distributed in Portuguese to tis members. Copies of its translation are annexed.

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�A N E X O

PROPOSTAS

DZ

N a

atTENSÄO

^

A

CDU

FOM'JLiüJAS PELA I3BD/3BU

(Resolução nS 1,16)
Acrescentar na Cia =3se 2:
271.789

Salesianos de Dora Bosco (1859)

| S.D.B,|

(Resolução nö 1,16)
Acrescentar na Classe 2;
23.01

Introdução à Teologia Dogmática

(Resolução n2 4.. 12)
(81)
(811)

Números auxiliares de lugar para o Brasil
RSGI-IO NORTE

(811.1) Território de Rondônia (antigo Guaporé)
(811.11) Município de Porto Velho (capital)
(811,12) Outros municípios, Subdividir A/Z

(811.2) Território do Acre
(811.21) Município de Rio Branco (capital)
(811.22) Outros mixnicípios. Subdividir A/Z
(811.3)

Estado do Amazonas

(811.31) Mmicípio de Manaus (capital)
(811.32) Outros municípios. Subdividir A/Z
(811,4.)

Território do Rio Branco

(811.4.1) Município de Boa Vista (capital)
(811.4.2) Outros mvinicípios. Subdividir A/Z
(811.5)

Estado do Pará

(811.51) Mmicípio de Belém (capital)
(811.52) Outros municípios. Subdividir k/Z
(811.6)

Território do Amapá

(811.61) Municípios de Macapá (capital)
(811.62) Outros miinicípios. Subdividir A/Z

(812/813) REGIÃO NORDESTE
(812)

Região Nordeste Ocidental

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3^4
^5
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�. nö 2

(812.1)

ICstado do iiaranhão

(812.11)

Município de São Liixs (capital)

(812.12)

Outros oiunicípios. Subdividir A/Z

(812.2)

Estado do Piaiix

(812.21)

Município de Teresina (capital)

(812.22)

Outros municípios. Subdividir k/Z

(813)

Região Nordeste Oriental

(813.1)

Estado do Ceará

(813.11)

Município de Fortaleza (capital)

(813.12)

Outros municípios. Subdividir á/Z

(813.2)

Estado do Rio Grande do Norte

(813.21)

Miinicípio de Natal (capital)

(813.22)

Outros municípios. Subdividir A/Z
%

(813.3)

Estado da Paraíba

(813.31)

Mianicípio de João Pessoa (capital)

(813.32)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(813.4-)

Estado de Pernambuco

(813.4-1)

Município de Recife (capital)

(813.4-2)

Outros municípios. Subdividir li/Z

(813.5)

Estado de Alagoas

(813.51)

Município de Maceió (capital*)

(813 ."52)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(813.6)

Territótio Fernando de Noronha

(8U/815)

REGIÃO LESTE

im)

Região Leste Setentrional

(8U.1)

Estado de Sergipe «

(8U.11)

Mtinicípio de Aracaju (capital)

(8U.12)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(814-, 2)

Estado da Bahia

(814.,21 Município de Salvador (capital)

cm

1

(814.,22)

Outros m\inicípios. Subdividir A/Z

(815)

Região Leste Meridional

(815.1)

Estado de Minas Gerais

(815.11)

Miinicípio de Belo Horizonte (capital)

(815.12)

Outros municípios. Subdividir A/Z

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20

�. nö 3.

(815.2)

Estado do Espírito Santo

(815.21)

iMunicípio de Vitória (capital)

(815.22)

Outros miinicípios. Subdividir A/Z

(815.3)

Estado do Rio de Janeiro

(815.31)

Município de Niterói (capital)

(815.32)

Outros municípios. Subdividir k/Z

(815.4)

Estado da Guanabara (desde 21/4./196O)

(815.4-1)

Município do Rio de Janeiro (capital)

(816)

REGIÃO SUL

(816.1)

Estado de São Paulo

(816.11)

Município de São Paulo (capital)

(816.12)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(816.2)

Zstado do Paraná

(816.21) Município de Curitiba (capital)
(816.22)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(816.3)

Território do ■'■guaçu (extinto) (Existiu desde 13/9/43
ate' 18/9/1946)

(816.31)

Município de Iguaçu Capital)

(816.32)

Outros municípios. Subdividir a/Z

(816.4)

Estado de Santa Catarina

(816.41)

Município de Florianópolis (capital)

(816.42)

Outros mxinicípios. Subdividir A/Z

(816.5)

Estado do Rio Grande do Sul

(816.51)

Mvinicípio de Porto Alegre (capital)

(816.52)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(817)

REGIixO CENTRO OESTE

(817.1)

Território de Ponta Porã (extinto) (Existiü desde
13/9/43 ate' 18/9/1946

(817.11)

Município de Ponta Porã (capital)

(817.12)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(817.2)

Estado de ^^to Grosso

(817.21)

Município de Cuiabá (capital)

(817.22)

Outros municípios. Subdividir A/Z

(817.3)

Estado de Goiás

(817.31)

Município de Goiânia (capital)

(817.32)

Outros municípios. Subdividir A/Z

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�• nO A,

(817.4-)

Brasília, Distrito Federal (desde 21/4/I96O)

(Resolugão nfi 4.12)
Transferir "Existencialismo" de 14.1.319.8

para 141.32

is Observação;
A filosofia existenciail ou existencialismo, classificada em
141.319.8, aparece como subdivisão da Escolástica, cuja clâs
sificação é 141.31
2&amp; Observação
A pbr 4 já foi aprovada pela FID, que a transformou em Pbr
681, tendo sido publicada na "Sxtensions &amp; Gorrections to UDC,
séries 4, nQ 2 ".

(Resolução NO 5.L;)
Acrescentar as seguintes subdivisões ao número 159.9.01
159.9.011

Generalidades filosóficas sobre a alma humana

159.9*011.1

Existência da alma humana

159.9.011.2

Simplicidade da alma humana

159.9.011.3

Espiritualidade da alma humana

159.9.011.4

Substancialidade da alma hximana.ünião substancial entre alma e corpo

159.9.011.5

Unidade da alma hujnana

159.9.011.6

Origem da alma humana

159.9.011.7

Imortabilidade da alma hmana. Traducianismo

159.9.011.8

Imortabilidade da alma hu lana. Vida futura.
Reincarnação. Metempsicose. Potências e faculdades
da alraa

(Resolugão nfi 5.14-)
Acrescentar a seguinte nota após o número
860(8)

Literatura sul-americana
Para as literaturas dos diversos

países sul-amerj^

canos de língua espanhola, subdividir como (8^/899)
Ex; Literatura argentina 860(82)

(Resolução nO 5.14-)
Acrescentar na Classe 8;
869.0 (81)

Literatxira brasileira

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
]_4
]_5
16
17
lí

�Pbr 8

(Resolução rtö 6.7)
Substltiiir, em facá da mudança da capital brasileira

Pbr 9

815.4-

Distrito Federal (atual), por

815.^;

Estado da Guanabara

(Resolução n2 6.7)
Substituir, em face da mudança da capital brasileira

Pbr 10

Pbr 11

817,4-

Brasília (futura distrito federal), por

817.4

Brasília, Distrito Federal

(Resolução n2 10.10)
230.111

Acrescentar: V. tb. 231.74-1 Conceito de revelação

234.2

Fe'

(Resolução lO.lO)
231.742.1

Pbr 12

«

Acrescentar V. tb. 262.7

"Tradição^' na Igreja

(-"«solução nö 10.10)
232.37

Acrescentar: V, tb. 239.61

Instituição divina da

Igreja
260.113

Instituição da Igreja

«

(Resolução nö 10.10)

Pbr 14

260.312

Acrescentar: V, tb. 262.131.3

262.8

Autoridade ou poder da Igreja

(Resolução n) 10.9)
261.8

P^r 15

Poder de governar

Acrescentar; Ecumenismo ( após Malinaa)

(Resolução nö 10.9)
261.8

Substituir 283.3

Movimento de Oxford por

283 (42)- 22 Movimento Oxford

Pbr 16

(Resolução nö 12.23)
869.9

Pbr 17

(Resolução nö 12.23)
378.9

cm

1

2

3

Literatura galega

Estabelecimentos de ensino superior

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�nö 6

Estabelecimentos de ensino superior
Os números dos assvintos devem ser relacionados por j.
em vez de anexados, como indicam as Tabelas, Assim,
em vez de 378,938, 378, 962, 378,963 etc. deve figurar; 378.9:38, 378.9:62, 378.9:63 etc.

Justificação:

A relação possibilita a entrada dos docvunentos que
tratam do ensino superior especializado, tanto

em

378.9 como nos assuntos da especializarão, Ex:
38:378.9, 62.378.9, 63:378.9 etc.

(Resolução n^ 13.31)
22,01

Introdução à Biblia

Interpretação bíblica

Acrescentart Iniciação bíblica

(Resolução nö 13,31)
22,015

Crítica Literária. Fontes dos escritores sagrados.
Acrescentar! Gêneros literários.

(Resolução 13,31)
Deixar em 22.017 somente

Doutrina dos Livros Santos,

Teologia bíblica
Transferir para 22.06

Sentido e interpretação. Métodos de inter-

pretação, Exegese,

(Resolução nö 13,31)
296.65

Essênios, Comunidade Gumran

296.66

Fariseus e saduceus

Transferir

Essênios de 299»235 (outras religiões) para 296.65

(Judaismo, Mosaismo)

(Resolução 14,16)
Acrescentar:
811.2

Território do Acre (Texto existente)

por
811.2

Estado do Acre (desde 22/6/1962)

(Resolução 14-. 16)
234..124

Inabitação da Santíssima Trindade
V. tb. 24.8.159.1

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Devoção à Santíssima Trindade

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lí

�nö 7

(Resolução 15.16)
159.961.7
Acrescentar ao texto existente: Metafísica
•
(Resolução 15.16)
159.923
Acrescentar ao texto existente; Psicotipologia

(Resolução 15.16)
159.923.A
Acrescentar ao texto existente; 3iotip)ologia

(Resolução 15.16)
159.922.S

Psicologia do adolescente, Efebologia
Subdividir como 159.922.7

(Resolução 15.16)
232.842
Acrescentar ao texto já existente: Teologia do Sagrado Coração de
J esug

(Resolução 15.16)
(811.2)

\

Território do Acre

Acrescentar ao texto existente; Estado do Acre (desde 22 de junho
de 1962

(Resolução 15.16)
(811.4.)

Território do Rio Branco
Acrescentar ao texèo já existente; Território Federal
de RORAIM/l (desde 13 de dezembro de 1962)

(Resolução 15.16)
660(7/8)

Literatura hispano-americana

(Resolução 15.16)
=765

Arcade. Gipriota. Micênico

= 761,1

Arcade

= 765.2

Gipriota

= 765.3

MicSnico

(Resolução 15.16)
930.271

Epigrafia, Insórições

Acrescentar ao texto existente; Use, se necessário o número auxiliar para língua
Ex; 930^271 = 765«3
I Digitalizado
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Epigrafia micSnica

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'

16

11

18

19

�(Resolução 16,8)
Cancelar: salesianos

(Resolução l6,8)
271.975

Cancelar: salesianas.

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                <text>Relatório minuciosa das atividades levadas a efeito pela Comissão Brasileira da CDU nos seus cinco anos de existência, de outubro de 1958 a junho de 1963, dando o seu regulamento, especificando as traduções já realizadas, traçando planos para o futuro. Relaciona as propostas de extensão encaminhadas à PID/CCC e transcreve os comentários sobre o Relatório do Comite Ad Hoc nomeado pelo Bureau da FID para estudo da CDU.</text>
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20

�IV CONGRESSO BHüSILSIRG DE BIBLIOTECONOMIA S DOCIJI-ÍENTAÇ-ÀO

Bibliotecas especializadas
por
Dinora Mendonça Luna

b

Margarida Pinto Oliveira

Fortaleza
1965

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st e m

♦

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lí

�TEMA

III

-

Informação Científica

Bibliotecas

Especializadas
«

-s

por

Dinora Mendonça Luna*
e
Margarida Pinto Oliveira
SÃO PAUL"0

°]

Mtce

* Professora da Escola de Biblioteconomia e Documentação
Universidade da. Bahia - Cadeira
/

da

"Classificação". Cheíe '

da Biblioteca da Procuradoria da Fazenda do Estado
♦
Bahia

da

*♦ Bibliotecária da Secretaria de Saúde e Assistência Social do
Estado da Bahia e Bibliotecária Assistente da Fundaçao
Gonçalo Moniz

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NN|III
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�S U M if R I o

Sinopse

1

1 - Bibliotecas especializadas - Situação
das Bibliotecas Universitárias Bra
sileiras •

2

2 - Uma experiência na Biblioteca da Fa culdade de Medicina da U, Ba....t.

3

3 - Condiçoes mínimas para o bom funciona
mento da Biblioteca

8

h - Referências bibliográficas

10

Recomendaçoes

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^Scan

�SINOPSE

A Biblioteca Especializada,
organização e administração»

À biblioteca universitá-

ria como biblioteca especializada,
sil.

suas coleções,

sua posição no Bra-

Dados relativos a trabalhos realizados numa bi -

blioteca universitária - A Biblioteca da Faculdade

de

Medicina da Universidade da Bahia - transformando-a nu
ma biblioteca ativa.

Apresentação de sugestões para

um funcionamento ideal.

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- £ «

1 - BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS - SITUAÇÃO DAS BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS BRASIJIICIRAS,

Através da história o homem tem buscado informação
sobre si mesmo, o segredo da vida, os mistérios da medicina, enfim o conhecimento mais complexo de tudo que o cerca.

Daí o pro-

gresso que vemos hoje, a imensidão de livros, revistas e documen
f
tos outros dos assuntos ma'is diversos»

Surgiram as bibliotecas

*

e, cora o grande desenvolvimento das ciências, a biblioteca especializada, destinada especialmente a um determinado público.
Suas coleções se referem na maior parte' a u'a matéria ou um campo particular do conhecimento, constando principalmente de revistas, índices, coleções^especiais

(teses, patentes,

relatórios, catálogos comerciais, separatas, cópias fotostatica^
•f*
,
.
microfilmes, etc.).
.

^

A biblioteca pode depender de diversos organismos
tais comoí

serviços de administração pública, instituições ei-

f
^
entificas, sociedades culturais, associáçoes profissionais, museu,, entidades ind^istriais, comerciais e similares-.
, ,

Sua organização e administração para que possam cum

prir bem a sua missão, não são coisas acidentais senão o resulta
do de uma feliz conjunção de circunstâncias»

A experiência tem

provado que as bibliotecas devem ser planejadas levando-se

em

conta seus mínimõs detalhes, características, extensão, modalida
de de organização, fins e procedimentos para que possam atingir

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'

�„ 3 -

seus objetivos de bem servir aos leitores.
Masj nab basta somente isto, requesito essencial ne^
ta combinação de circunstancias é um pessoal preparado com boa ba
se cultural, lingüística e técnica uma vez que, para a biblioteca
especializada, muito mais.importante que seu acervo material, e a
informação.

Portanto torna-se justo que uma biblioteca especiali^

zada esteja em condições de informar dentro de sua especialidade
cora muito mais rigor que a geral, destinada a fazê-lo nos vários
ramos do conliecimento humano.
Dentro de um estudo de biblioteca especializada pode
mos situar a biblioteca universitária como a que, esta.ndo ligada
as varias unidades da Universidade, atende, cada uma delas a

m

determinado setor das ciências, artes e técnicas.
No Brasil a situação destas bibliotecas não é aquela desejada.

Quase todas apresentam as mesmas dificuldades desde

as instalações muitas vezes inadequadas, e ate improvisadas, as
verbas insuficientes para a aquisição de m bom acervo e, princi
palmente o problema de escassês de pessoal técnico à frente dêstes serviços.

Comprovando o exposto, citaremos uma experiência,

vivida numa biblioteca universitária.

2 - UMA EXPIiRIÊKCIA NÂ BIBLIOT-clCÀ DA FACULDADE DE FiSDICINA DA UNI
VERSIDADE DA BAHIA ■

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�" u -

A Faculdade de Medicina tradicional e pioneira dos
estudos médicos no Brasil, possui como imidade complementar

de

seu programa educacional uma Biblioteca que, embora contando com
um acervo numeroso e composto de valiosas e preciosas coleções,
##
^
»
nao oferece ainda mn fumcionamento condigno a uma biblioteca espe
cializada.
Instalada era 1836 conservou-se até bem pouco tempo
em métodos arcaicos, com um acervo de i^O.OOO livros e 2.000 titu
los de periódicos desatualizados, praticamente sem catalogos que
permitissem as consultas.
Naturalmente, tal situação não poderia continuar

e

foi sentida a necessidade de reorganiza-la, atualiza-la, rompendo
destarte as barreiras que as separavam dos modernos meios de fun
cionamento, transformando-a, conseqüentemente num organismo ativo
em correlação com as atividades da Universidade, tornando-a enfim
A
»V
^
uma verdadeira "agencia de serviços", onde nao somente a atuali%
zação de seu acervo era sentida, mas, principalmente, a presença
de bibliotecários capazes.
\

Uma equipe de bibliotecários prontificou-sc a isto»

Convém notar que problemas comvms a quase todas as bibliotecas
brasileiras, aqui taijibém apareceram!

restrições de verbas, espâ

ço reduzido para instalações adequadas, falta de pessoal capacife
do em numero suficiente para o atendimento nos vários departamen
tos da Biblioteca,, e, mais ainda, a impossibilidade do suspensão
total de funcionamento das atividades da mesma, para a sua reor-

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�ganização completa.

a

'

'

Por tudo isto teve de se pensar numa forma quo possj^
bilitasse a solução das maiores dificuldades,

sem fechar a Biblio

teca, sem privar os corpos docente e discente do serviço que lhe
prestava mesmo em carater precário aquela Instituição«
«
^
Como ponto de partida de'ste trabalho foi dedicado Um
estudo especial aos objetivos da Biblioteca, levando-se em consideração os vários tipos de leitores:

alunos, professores das di-

versas cadeiras e, mais ainda,todo estudioso no campo das ciências
1
*
médicas.
Considerando que o curriculo médico se encontra cons
*
tituido de cadeiras de estudo básico (em funcionamento no proprio
prédio,da'Escola) e cadeiras de clinicas especializadas, fxmcio nando no Hospital anexo a esta, ficou decidido que aquele material
específico das clínicas, para ali se deslocaria, enquanto as obras
ligadas as cadeiras básicas, bem assim a secção de referência mé^ t
dica geral, as coleções de periodicos mais gerais, deveriam perma
necer na Biblioteca da /5scoÍa.

.

'

Do mesmo modo a equipe teve do se dividir para atenter o fimcionamento em dois locais.

Embora a divisão fosse exigj.

da, o trabalho permaneceu um so e em comum, pois a Biblioteca era,
uma so e os objetivos os mesmos.

,

,

Uma plano de traba,lho foi cuidadosamente preparado e
começou a ser executado.

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Fase iniciais

Seleção

do material encontrado.

Uma vista d'olhos inicial permitiu constatar que o
mesmo era variadíssimo- o mais de sua metade por nenhum modo esta
va sendo utilizada pelos leitores.

Do pronto forain selecionadas

todas as obras existentes que não ofereciam nenhuma ligação com
as ciências médicas tais como:

filosofia, direito, engenharia,

literatura, historia, sendo em seguida compiladas listas das rae^
mas e encaminhadas a Direção da Sscola sugerindo fossem aquelas
coleçoes enviadas as demais unidades da Universidade onde tives~
sem melhor aproveitamento.

Com isto estava-se de um modo, colo-

cando o livro onde ele fô^se mais,procurado e do outro modo, de^
congestionando o acervo do material perfeitamente dispensável,
resultando por certo ainda a vantagem da aquisição de novos espa
ços que poderiam ser aproveitados e utilizados nas instalações de
secções de funcionamento indispensável,

,

.

lilxecutada esta primeira tarefa, com a ajuda de pro fessores da Escola, começou a seleção propriamente dita do mate»
rial cm condições de circular.

Êste, foi colocado em sala com li

vre acesso aos leitores e de cada obra recolheu-se um exemplar pa
ra consulta no local, ficando.assim uma espécie de secção fixa.
Atenção especial presidiu o trabalho de atualização
revisão de fichários.

Um catálogo sistemático começou a ser £

laborado e a reclassificação deste material seguiu-se paralelamen
te utilizando-se a Classificação Decimal Universal (CDU)

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�Os periódicos por sua vez tiveram também uni tratamon
to especial, com a elaboração dos catálogos de título, assunto, on
tidade e geográfico.
0
\
A instalação da secção de referencia, constituiu a
etapa seguinte.

Com as coleções neste genero retiradas do acer-

vo geral, procurou-se atualizá-la completando suas coleções de ín
dices e "Abstracts" sobre a-especialização da Biblioteca, elabo rando catálogos.

Esta secção passou a funcionar em sala a parte,

com mesas para estudos isolados e em grupo.
Outra secção já em funcionamento é a tíe teses, composta nao somente daquelas defendidas na própria Escola mas, tam
bem em Escolas congeneres, no pais e no estrangeiro.
Igualmente vem se processando a catalogação e classi
ficação do referido material facilitando assim qualquer informa ção neste setor.
Parte curiosa e atrativa da Biblioteca e a secção de
livros raros, que embora separados ainda não foram instalados por
falta de espaço adequado ao seu funcionamentoo
No setor de carater informativo, a Biblioteca começou a organizar exposições sobre temas especiais ou aqueles de
mais utilização ou interesse aos trabalhos e estudos

de seus lei-

tores.
Em colaboração do o Serviço Contrai de Informações
Bibliográficas da Universidade da Bahia (SCIB) a Biblioteca vem
mantendo o atendimento de compilações bibliográficas, orientações
e assistência na prepa.ração e apresentação de trabalhos científicos.

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lí

�Pela doficiencia de verbas para a atualização do seu
acervo de livros e complementação das coleções de periódicos esta
beleceu o serviço de interc^bio com as bibliotecas de medicina
e centros de documentação nacionais e estrangeiros»
Doações importantes foram recebidas inclusive- aquelas feitas pela Kellogg Foundation e mais ainda obtenção de micro
filmes, fotocópias, etc.
Merece destacar ainda a colaboração que a Biblioteca
vem meintendo com o Catálogo Coletivo Regional.
i^mbora todo esforço empreendido, e o .razoavel

rendi,

mcnto apresentado, consideramos que há muito o que fazer, acrescen
do que os trabalhos -foram interrompidos a cerca de quase dois anos,
dispersa a equipe por falta de verbas.

3 - CONDIÇÕES MÍNIlylÁS PíÍRá O BOM FUIíCIONAMi^NTO DA BIBLI0T3CÁ.
$
3*1 - Atualização do antigo regimento da Biblioteca, inclu
I
indo no mesmo entre outras inovações, um"Conselho de Biblioteca"» '
5*2 - Atualização geral de seu acervo ^ esta poderá ,ser fei^
ta pelos meios normais de aquisição: compra, através de doações
por instituições ou ainda através de permutas, utilizando-se para
isto de duplicatas, Boletim do Hospital das Clinicas, ou mesmo pu
blicações outras da entidade.

i

3.3 - Ampliação das instalações principalmente para atender

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lí

�- 9 "

ê
a expansão da biblioteca com a atvialização das suas coleções 5
\araa da.3 previsões neste sentido c o deslocamento do acervo morto para o depósito do SCIB, tão logo seja instalado«
3»h - Elaboração de um Manual de Serviço que sem dúvida
virá facilicar enormeracnto a continuação dos serviços iniciados
e a instalação de outros seguindo o ritmo normal de trabalho.
3»5 - r^ditar um Guia da Biblioteca.
3.6 ~ instituir m curso anual de 6 a 10 aulas sobre a ma\
neira de se utilizarem os estudantes, dos recursos da Biblioteca.
3.7 " Integração da Biblioteca com o Corpo Docente da iis cola.

O bibliotecário deve procurar entrar em cohtácto mais dire-

to com os professores, convidando-os a se valerem dos recursos da
Biblioteca5 aliás este contácto, será muito benefico ao trabalho
*
, V
do bibliotecário pois conhecendorse os objetivos do professor e o
material que lhe inter'essaj

será muito mj.is fácil atender aos pe-

didos de estudantes, para aquisição de livros.

Uma experiência

pioneira neste setor no Brasil, é a da J^scola Técnica de Aeronáutica de São José dos C.,vpos onde o bibliotecário faz parte da Congrega.ção da referida Li-cola.
3.8 - Integração da Biblioteca com as riais modernas tecni~
cas biblioteconômicas através de contáctos com instituições conge-^
neres, tanto no plano nacional como internacional.
3.9 -■ Publicação de um boletim da Biblioteca.

lílm conclusão, temos que, para ujii eficiejite fiinciona-

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mento da Biblioteca que foi objeto do nosso estudo, dada a expericncia que lá vivemos, alem dos itens acima referidos,

se fa.ria

mister una certa liberdade de ação, urn pouco meno de burocracia,
inclusive na seleção dos auxiliares mais modestos, como mensageiros, serventes, etc»

h « REFERÊNCIAS BIBLIOGR.ÍPICAS

U»! - COBLANS, Herbert-- Algumas notas sobre Ia organización de bibliotecas especializadas.

Boi»Unes-

co Bibl., ^(11-12): 261-266, nov./dic. 1958.
U»2. " FUSSLER, Herman H. - Rela.tório de um levantamento
geral das bibliotecas da Universidade de São
Paulo.

12p.

(datilografado)

U*3 - GUKTÍE^R, Alfred " La microfotografía en Ias biliotecas.

Boi« Unesco Bibl.^ ^Cl): 1-23&gt; enero/

feb. 1962.
ll*U

LASSO DE LA VEGA, Javier - La biblioteca central
universitária y Ias de faculdades.
co Bibl.^

195-200,

Boi. Unes-

jul./ago. 1961.

il.»5 ••• SEMINÁRIO regional sobre el desarrollo de Ias bi"
bliotecas en x\sia Meridional? informe resumido.
Boi, Unesco Bibl.. 15.^2): 75-83? mar./abr. 1961

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�- 11 ~

rscom::;ITOAÇOES

1 - Que o IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
e Documentação, envie um memorial aos M, Reitores da Universidades
Brasileiras,

sugerindo üma reorgaixização de base nas Bibliotecas

Universitárias•

2 - Que façam ver aos mesmos Reitores as

vantagens da

aquisição planifiçada em termos nacionais, apos o devido preparo
em suas respectivas Universidades.

3 - Que a questão de pessoal

soja dada prioridade nu-

mero um como fator decisivo ao bom funcionamento da Biblioteca.

U - Que sejam enviadas cópias da Lei L\.»OQU de 30.6.962
para que não continuem leigos nas chefias dos "Serviços de Biblio
teconomia e Documentação das Universidades Brasileiras".

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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>IV Congresso Brasileiro de Bblioteconomia e Documentação</text>
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                <text> Oliveira, Margarida Pinto </text>
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gentilmente por:

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��IV CONGRIiSSO BRiiSILEiRC DT5 BIBLIOTECONOMIA E DOCUMTAÇÃO

Utilidade dos Centros de Docjnentaçao:
Fundação de um Centro de Documentarão Infanlío-Juvenil
por
Alice Camargo Guarnieri

Fortaleza
1963

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UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1965

Tema III

-

Informação Científica

Utilidade dos Centros de Documentação:
Fundação de um Centro de Documentação Infanto-Juvenil
por
Alice Camargo Guarnieri (*)
CDU 002.6.012-053.2-.7

V/. L

(*) Bibliotecária Chefe do Instituto de Eletrotécnica da
Universidade de São Paulo.

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�EXPLICAÇÃO

Nao me dispvinha a escrever
convite, a meu ver," ponco tarde.
■útil ao nosso país,

na

sobre

o item 3 do Tema III por ter recebido

Gostaria de poder-apresentar trabalho realmente

profissão

que

exerço. Mudei pore'm, meu modo de pensar,

quando me dei conta dos gastos que a Universidade do Ceará está tendo comigo e me
senti, então, com novas forças para lançar idéia l:^á muito acalentada., exposta nês,te trabalho preliminar.
Espero

poder

rever e completar tudo quanto já escrevi, pois tenho tido

pouquíssimo tempo para estudo aprofundado de qualquer problema para o qual me sin
■to inclinada a conhecer.O vastíssimo campo à minha frente desperta meus entusiasmos juvenis, sempre me acena com ilusões sobre a possibilidade de vir ainda a ajudar a resolver os graves problemas educacionais do Brasil. No meu íntimo, continuo
a ser a professora inconformada com suas próprias faculdades, desconfiada dos seus
próprios recursos e ávida de conhecer mais sobre muita coisa. Nem sempre porem, me
tem

sido

possível conseguir meu intento. Êste trabalho e esboço que, apresento a

fim de me

desincumbir da tarefa a qual fui chamada a colaborar e aceitei levar a

termo.
Não poderei deixar de mencionar o motivo básico pelo qual não me' detenho
•»
nas informações gerais sobre centros de documentação e informações - a lembránça
daquele

pensamento

de Charles Jewett: um livro uma vez catalogado jamais deverá

se-lo outra vez; o que se gastou no primeiro catalogo de traia biblioteca,jamais deverá ser gasto outra vez tanto por essa mesma biblioteca, como por outra.
Muito já foi escrito sobre o assunto, de modo que sinto ser

redundância

repetir as mesmas informações. Prefiro citar a bibliogra^fia que me ocorre neste momento, remetendo os leitores às fontes existentes.
Remeto portanto os leitores para

os trabalhos de I^ia Sambaquy sobre o

I.B.B.D., pois alem da sua qualidade de presidente desse órgão nacional, possue o
*
entusiasmo e competência ne*cessária3 a quem real, sincera e honestamente se propõe
a orgard-zar, dirigir e desenvolver serviços de ajuda ao leitor; aos inúmeros trabalhos .apresentados, em Congressos anteriores, muitos dos quais publicados nos Boletins Informativos do I.B.B.D. Acredito ser preciso sim, procurarmos de agóra em
diante, as nossas falhas, a fim de iniciarmos luta no sentido de atingir os alicer-

�ces da educação, cujo edifício ruirá se não lhe injetarmos o cimento que o sustente e reerga.
êste trabalho

foi escrito com o pensamento voltado para as crianças e os

jovens, aos quais homenageio nesta oportunidade.

�S U M JÍ R I o

1. Bibliotecas e Centras de Documentação, como instituições sociais

1»1 Centro de Docximentação Infanto-Juvenil e Campanha da Educação- através da
'

Biblioteca

2. Serviços de Informação e Centros de Documentação *

3» Serviços prestados por Bibliotecas Especializadas nesse setor

4« Conclusões e Recomendações

5« Referências Bibliográficas

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^ ... ur...».,.,.

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�BIBLIOTECAS E CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO COMO INSTITUIÇÕES SOCIAIS
«■
"
sendo

O

cientista

pesquisado,

moderno

&gt;»

•

I

'

precisa saber o que já foi feito, o que está

o que está sendo planejado e o que não está sendo estudado.

Neste último aspecto, a informação negativa será de imensa utilidade, pois sig-,
nifica,

para

o

cientista, a " luz verde " que o estimula a continuar em suas
1

tentativas ".

•

Estas palavras encontradas num trabalho da Prof§^. Maria Laura da Cunha
Lion foram minha " luz verde " pois me impressionaram pela verdade que exprimem,
Na realidade, o que não está sendo estudado deve ser objeto de atenção^
dos estudiosos, em todos os campos do conhecimento humano, e em nosso caso, especialmenté no que se relaciona com os problemas da situação real da Biblioteca
no Brasil, sua

participação na vida do povo brasileiro, não apenas dos grandes

centros, mas principalmente das pequenas cidades.
Se aceitamos como verdade que só a educação e capaz de fazer surgir em "
cada

ser a parcela de infinito que ele traz em si mesmo; que essa parcela res-

plandecerá como estrela se a alimentarmos convenientemente; que o livro e' parte
imensa
todas

desse alimento.e que a biblioteca e seu guardião em todos os tempos, em
as latitudes e longitudes da terra, então e chegado o tempo de „chamarmos

os nossos Governos, nossas Universidades, nossas Instituições de Ensino, nossas
Indústrias, nosso Comercio, nossas Empresas Editoriais, nossas Fundações, enfim,
TÔDAS as instituições ' int^eäsadas em minorar os sofrimentos do nosso povo, em
desenvolver

as aptidões latentes, e aproveitar as massas aperceptivas, em desi ^
pertar do seu torpor capacidades adormecidas, em trazer para a luz a fim de podei^m «enxergar,
recursos,

não.

utilização

aqueles cegados pelas doenças g ignorancia, para cue nos deem
*
apenas financeiros, mas primordialmente humanos, necessários à

das bibliotecas de todos os tipos, como coadjuvantes das atividades

educacionais em nosso• país.
Não se
mente ao
;de

espaço

admite mais, num mundo de homens capazes de se lançarem ativana

desenvolvimento

país
fusão

.

ânsia de devassá-lo, demonstrando dessa forma o alto grau .
econômico,

científico,

técnico, cultural e social do seu

de origem, que em nossa TERíLA, as atividades chaves, responsáveis pela didos conhecimentos, ainda permaneçam desconhecidas, paralisadas, estagna-

nadas, relagadas à estaca zero nos planos educacionais dos nossos GOVERNOS.

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�Pois não são as Bibliotecas, as depositárias vivas do pensamento ?
i
Não estão guardados nos docmentos (sejam eles livros, revistas, folhetos, relatórios, selos,

gravxiras, pinturas, esculturas, partituras rausicaiß, filmes
m
e tantos outros), os pensamentos, as diretrizes, os ideais, as tendâncias, o
trabalho enfim

de

uma sociedade ? Não são essas manifestações do pensamento

científico, tecnológico, artístico, filosófico, sociológico reflexo das atividades do homem, reflexo do seu desenvolvimento, reflexo da sua cultura ?
Por que então ignorar os meios de tornar tudo isso conhecido de -todos
para uso de todos.

'

Os meios capazes de levar ao homem o conhecimento da produção do seu
e de outros povos, são preconizados também pelas Bibliotecas, desde_a antigüidade, A Biblioteca e instituição educativa, a partir dos jardins de infância,
e,'à falta destes,

os próprios centros de saúde, os quais começam a educar a,

infância através da educação das mães 1 E

nada

mais necessário e acertado 1

Educar a infância começando pelas mães, pois só a educação poderá, por certo,
salvar

da

pobreza

física, moral e intelectual a população abandonada à sua

própria condição de sub hc»ncns, sem direitos, sem assistência.
Esta

a realidade brasileira l Mlhares de crianças morrem por hora,

em todo o país pelos mais diversos motivos, incluindo o mais constrangedor, o
mais terrível, a fome. Sim l Estatísticas são publicadas 'pelos Serviços do
't
&gt;
Estatísticas dos Estados, e se nós atentarmos para as causas da mortalidade in
fantil, vamos

encontrar

a sub-alimentação ceifando vidas nos dois primôiros

anos, apesar das cruzadas contra a fome 1
' Êste aspecto negativo da influencia educativa da escola e da biblioteca deve ser estudado.

Cremos ser

desníveis culturais do .nosso

urgentíssimo que nós nos apercebamos dos

povo, a fim de, por todos os meios ao nosso al-

cance, lançarmos a " Campanha da Educação

através da Biblioteca

em todó o

território nacional.
Sem dúvida, aqui se evidencia -o imenso papel dos centros de dociamentação, nacionais

e

regionais

para a conquista dos objetivos dessa Campanha

Nacional.
Precisamos sim analisar esse aspecto negativo da educação a apressar
o seu desaparecimento, Mas^nos perguntarão, Como ? e responderemos;

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í

�- Procurando e sentindo a verdade, agindo

com coragem o amor l Verda-

de sobre o estado mise'rrimo em que vivem nossas crianças;

verdade

sobre o a¥
bandono em oue se encontram os seus pais; verdade sobre a ignorancia total de
grande parte da nossa população; verdade sobre a desesperança que vive no coração dos nossos caboclos e nossos caiçaras; verdade sobre o descaso de grande raímero de brasileiros responsáveis pela real aplicação dos dinheiros públi
COS no ataque a piór de ,t3das as doenças - o analfabetismo e o semi-alfabetis

mo; verdade sobre a tendencia que quase sempre temos,de nos acomodarmos à situação, sem coragem para com audácia, forçarmos as mudanças que o meio exige;
verdade sobre o êxodo de brasileiros do norte para o sul, do campo para as cidades, onde muitas vozes perecem â mingua de recursos e assistência.
Esta verdade,dura de ouvir mas que deve ser ouvida, verdade- sobre as
falhas do nosso sistema educativo

e assistencial, responsáveis pela situação

deplorável em que se encontra grande pí?.rte do povo brasileiro semi-alfabetiza
do, atinge

em sua essência, a organização das bibliotecas e centros de docu-

mentação . Se aceitarmos

a

premissa de que a biblioteca tem obrigação de "ir

ate o usuário ou possível usuário e não esperar que ele venha ate ela, precisamos

dar

a

mão à palmatória 1 O sistema bibliotecário ainda está falho no

Brasil« O que não está sendo feito ? Onde está errado ou falho ?
Estamos diante de problema, de

grande complexidade. Não pretendemos

apresentar solução imediata, pois isso demonstraria ingenuidade da nossa parte, tanto quanto o medico que pretendesse curar sem antes fazer o diagnostico
da doença. O que estamos sentindo, pöre'm, nos leva a concluir que se o Estado
ainda não está devidamente aparelhado para solucionar os problemas economicos,
administrativos e da educação do povo, isso pãéftpode impedir que o tempo continue a passar e os problemas continuem a s\jrgir e se agravarl Portanto,e ne*
cessário, de qtolquer forma, proc\irar honestamente, onde estão os doentes ,
qual a doença, como combatê-la para curá-los l_A

nosso ver a solução está na

infancia e juventude. Nestas duas forças, tão maltratadas nesta vastidão bra*
sileira, repousa a vida, a saúde, a beleza T Demos portanto a atenção necessária a esses dois sustentáculos de um povo, a fim de conseguirmos, a' curto pra
zo, diminuir as discrepâncias existentes, extinguir êsse iáto na nossa cultvira,
"representado pelo semi-alfabetismo, doença do brasileiro que precisa ser curada.

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l'i

�o semi-alfabetizado, pensa

que

sabe

forças para vencer, acredita que tem capacidade
tas, porque não está preparado para
sua família,

a

enxergar

alguma coisa, julga que tem
para enfrentar todas as lu
a realidade, expondo-se, e à

toda sorte de dificuldades. Por essas estradas brasileiras

ainda caminham crianças e velhos maltrapilhos e esfomeados' que são obrigados
a acompanhar os mais moços no seu desejo de encontrar a terra prometida 1 A
terra prometida está em toda parte,mas o engano lhes acena com promessas de
dias melhores em lugares desconhecidos,,E a natioreza continua a aplicar ine
xoràvelmente a lei do mais fortel Os que se livram da morte chegam ao desti
no estropiados, para reiniciarem a sua batalha cotidiana - miséria l
Não vamos apresentar solução para este problema social. O que dese
jcunos e poder alertar os educadores (incluindo os bibliotecários) para essa
realidade, a fim de que nossa atenção seja atraída para os problemas da infancia

e juventude no sentido de com elas prepr.rarmos os degraus seguintes

da nossa emancipação total.
Lembremo-nos das palavras proferidas, em meados do se'culo dezenove
pelo grande educador americano Horace Mnn, que ate' os quinze anos não havia
cursado escola devido a extrema pobreza da sua família, são palavras saídas
do cerebro

e aquecidas pelo coração de quem conheceu a miséria e chegou ao

poder, sem jamais abusar dele.
t
" Nada, por certo, salvo a educação universal, pode contrabalançar
a tendência à dominação do capital e à servilidade do trabalho. Se uma cla£
se possui toda a riqueza e toda a educação, enquanto o restante da sociedade
6 ignorante

e pobre, pouco importa o nome que dermos à relação entre uns e

outros; em verdade e de fato, os segundos serão os dependentes servis e sub
jugados

dos primeiros. Mas, se a educação for difundida, por igual atrairá

ela, com a mais forte de todas as forças, posses e bens, - pois nunca aconteceu e nunca acontecerá que um corpo de homens inteligentes e práticos, ve
nha a

se conservar permanentemente pobre...A

educação, portanto, mais que

qualquer outro instrumento de origem htmiana, e a grande igualadora das condi
ções entre os homens- a roda de equilíbrio da maquinária social... Da a cada
homem

a independencia e os meios de resistir ao egoismo dos outros homens.
%
Faz mais do que desarmar os pobres de sua hostilidade para com os ricos; im

pede-os de ser pobres

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l'i

�.5
Esta, a fimção social da educação. Se nós, bibliotecários^^ que temos o alimento
valor

e

da

nas nossas ferramentas de trabalho, nao nos dermos conta do
força dessas ferramentas, faremos como o ferreiro que malha o

ferro sem a forja 1
A infancia e a juventude aí estão, à espera de
mos t As
guerra,
mento

bruscas mudanças verificadas

que os compreenda-

na estrutura das sociedades de após

trouxe, como conseqüência dos desiquilíbrios sociais, o desajustados

jovens e o retardamento educacional da infancia. Embora não te-

nhamos sofrido o que outros paises sofreram, os problemas de ordem economica, moral e social indiretamente nos abalaram.
Ate hoje, dezoito anos do termino da guerra, ainda se fazem sentir
os seus efeitos

nefastos. Façamos nós, o esforço necessário para fazer ca-

minharem peralelos os sustentáculos de um povo - cultura e saúde l
Abrir bibliotpcas, escolas, jardins de infancia e centros de saúde
para que

sejam

preensão

das

inoculados

nas mãos os germens do desenvolvimento e com-

suas necessidades fundamentais como ser humano com direito à

educação, saúde e bem estar.
Façamos
ao

lad«

para que haja em nosso país, orgão documentário capaz de,

da escola, atender- a infancia e juventude, tanto quanto nós vimos

fazendo no sentido de impulsionar o desenvolvimento científico e industrial.
Começamos

pelo telhado do edifício; desçamos agora ao terreno ainda virgem

e preparamo-lo

para as construções futuras. Pensamos que a criação de cen-

tro de documentação infanto-juvenil

com

serviço de informação

organizado

será poderosa arma no combat-e ao semi-alfabetismo l
Toda a atenção e gastos com a infância e juventude terá, em futuro
próximo, compensações imprevisíveis no sentido beae&amp;co» A hora e propícia }
A estabilidade

da escola e biblioteca condiciona os meios para as mudanças

que o povo exige, refletidas na segurança economica, saúde e educação.

CENTRO NACIONAL DE DQCUMEMTAÇXo INFANTO-JUVENIL

Os centros
t
para atendimento

\
•
de documentação, não devem ser tão somente organizados
'
•

dos cientistas e industriais, mas sim existirem também

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ao

l'i

�6
nível da inf^cia e juventude, especialmente no Brasil,Organizados exclusivamente para atender às suas necessidades e à dos responsáveis pelo seu desenvolvimento, caber-lhes-á o papel de orientadores, divulgadores, organizadores
de rede de informações infanto-juvenil. Não é utópica esta nossa

sugestão I

Todos os centros de documentação no mundo, tiveram quase sempre sua
I
origem numa pequena l^iblioteca especializada a qual, pela pressão do meio,
foi ampliando sua ação, atingindo círculos cada vez mais vastos, incluindo o
internacional.
,Todos estamos lembrados do imenso valor, e do papel de .orientadora,
organizadora e divulgadora desempenhado pela Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato de são Paulo, Não e regionalismo falarmos aqui dessa Biblioteca,
podemos

afirmar

que

os atuais Diretores e chefes das Bibliotecas Infantis

brasileiras, de norte a sul, tiveram ocasião de ver, ler, solicitar ajuda

a

D. Lenyra Camargo Fraccarolli, agora aposentada.
f
A Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato de São Paulo não têm o
nome de Centro de Documentação Infanto-Juvenil, porem, na sua essencia, organização e funções e o maior existente em nossa patria. Salvador se orgulha cfe pos
suir sua bela, útil e eficiente Biblioteca Infantil com Denise Tavares à fren
teils de Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro,Brasi
lia para citar algumas, poderão dentro de algum tempo, caminhar

para centros

regionais de informações ou documentação infantil aos. quais caberão as mesmas
fiinções dos centros que trabalham para a ciência, indústria, arte etc.*
Esta ide'ia,
muitos

hoje

bibliotecários

lançada, já deve ter sido objeto de cogitaçao de

das bibliotecas infantis e juvenis do Brasil, porem,

pensamos, não havia sido publicamente exposta.
Um centro nacional de informação ou documentação infanto-júvenil ,
poderá servir como viga mestra do sistema bibliotecário nesse importantíssimo estágio da educação,

E seria justo que a Biblioteca Infanto-Juvenil Mon-

teiro Lobato de São Paulo fosse o primeiro Centro de Documentação Infanto-Ju
venil do Brasil.

*

á na, infância e juventude que repousam os alicerces da cultura e de
senvolvimento de \jm povo.

Se

atendermos mais, agora, neste momento da vida

nacional, de arrancadas para o progresso, à infância e juventude, dando-lhes

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�imediatamente a atenção devida por direito, haveremos de atingir o Homem dentro de poucos anos, E, se Deus o quiser, nos todos estaremos vivos para sentir

os

benefícios

do nosso esforço, entusiasmo e sobretudo nosso amor, em

prol da criança e do jovem !
Nao esqueçamos

que qualquer centro de documentação representa con-

'junto de serviços organizados metòdicamente para serem postos ao alcance dos
interessados, oferecendo-lhes documentos especializados ou gerais.
Èsses serviços definem as funções dos centros de documentação e informação, resijmidas na procura, reunião, produção e difusão de documentos ou
informações. Tudo quanto se exige de centros destinados aos cientistas, também será exigido dos que se dispuzerem a atender a infancia e juventude.
^

Naturalmente, se tanto a investigação como a comunicação cientifica

da informação estão

condicionados e se vem cortinados pelos recursos dispo-

níveis, financeiros e himanos, um centro de'documentação infanto-juvenil também encontrará as mesmas dificuldades. Pore'm, tudo serã resolvido se as próprias Bibliotecas Infantis forem, gradativamente agindo sobre o meio através
de tare'fas básicas preliminares no molde dos centros de documentação existen
tes. Essas tare'fas podem ser resumidas no preparo de:
1» Guia das bibliotecas infanto-juvenis brasileiras
2, Catatlogos coletivos
3» Listas de instituições ligadas à infância e a juventude
4» Bibliografia infanto-juvenil
Em nosso pais, estamos inclinados a crer, a Biblioteca Infanto-Jiívenil Monteiro Lobato de São Paulo já constitue centro de docmentação, desempe
nhando as tare'fas acima expostas, já existe Bibliografia especializada sobre
literatura infantil.vários trabalhps foram, em Congressos anteriores, apresen
tados,'versandö sobre organizaçao de Bibliotecas infantis.'Na Bibliografia Brasileira de Docxmentação publicada pelo I.B.B.D, estão devidojnente inde'xados«
O livro de Lenyra Camargo Fraccarolli- "Bibliografia de literatura infantil"e realmente obra básica, ponto de partida

para novos caminhos, os quais po-

derão ser descobertos por tantos outros bibliotecários capazes, já conhecedores dos problemas existentes nas Bibliotecas Infantis e Juvenis".

SERVIÇOS DE INFOmiAÇÕES E CENTROS DE DOCUÍffiNTAÇÃO^CIENTÍFICA

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I Sc a n
Syst em
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lí

�Falar sobre

serviços

de informaçoes implica em saber, não somente,

quais são esses serviços, mas também onde existem, sobre que assuntos, o como
utilizá-los.
Foge às nossas possibilidades, devido ao restrito tempo para a busca
dos dados necessários, dar todas as informações acima. Trabalhos desta natureza

implicam no conhecimento pormenorizado de cada instituição que os possua,

tal como feito pelo I.B.B,D. antes da publicação em 1962, do livro " Bibliotecas Especializadas: Guia pa-ra intercâmbio bibliográfico ".
Entretanto, gostaríamos de recordar como introdução a este trabalho,
alguns

dos

centros mais importantes, como orgaos internacionais e regionais

de documentação,
1» Federação Internacional de Documentação

(FIP) Representa o orgão prin-

cipal da documentação, desde que promove o entrosamento dos centros bi'S
*
bibliográficos do mundo todo a ele filiados. Com sede atual em Haia te
ve sua origem em Bruxellas em lt95. Das suas Ö comissoes de estudo a quo
merece atenção.especial é sem dúvida ò "Comitê Internacional de Classificação

Decimal Universal " a fim de anipliá-la e corrigi-la constante-

mente .
2, Organização

Internacional

dardisation

de

Normalização (ISO - International Stan-

of'Organization) ■- Fundada em New York, em 1926 e com sede

atual em Genebra, preocupa-se com problemas da normalização da Documentação, A

A.B.N.T., no Brasil e membro nacional da ISO, tendo sido, por

sugestão do I.B.B.D,, criada entre suas Comissões, a de Documentação.
3» Conselho
of
nou

Internacional

das Uniões Científicas - International Council

Scientific Unions - ICSU) - Fundado em Haia em 1931» A Unesco assiacordo

com

a ICSU que a reconheceu como orgão coordenador das U-

niões Científicas Internacionais. Sao membros 43 paises e 13 Uniões Internacionais i entre

as

quais, Radioeletricidade. Física, Química etc.

Seu objetivo principal e âssegurar
a preocupação de ftindar

o

a rapidez da informação, tendo tido

Bioreau de Resiomos Analíticos, cujo programa

inclue normas para a publicação de trabalhos científicos. Duplicação da
Informação Científica, Cooperação ^ no Setor dos Resumos, e Troca de Informações

em caráter internacional. Neste sentido estabeleceu coopera-

ção entre Estados Unidos, Rússia, França e Grã-Bretanha, de modo que es-

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20

�SOS paises enviassem listas das publicações periódicas, seriadas ou nSo,
neles editadas, ,com indicação do editor, endereço etc.
4. UNESCO -(United Nations Education Scientific and Cultural Organization)
Fundada com a finalidade de promover a cooperação entre os povos, através a educação, ciência e cultura vem contribuindo para o desenvolvimento biblioteconomico no mundo, tanto pela promoção de Conferências internacionais

para

organização

o aperfeiçoamento dos Serviços Bibliográficos, como na

de Centros de Documentação, ta.is como os do Mexico, índia,

Uruguai, lugoslavia, Egito, Argentina, Brasil e outros»
Dentre os Centros Regionais podemos destacar:
1« Centro de Documentação Científica e Técnica de Mexico que edita o Boletin dei Centro para indexação de todos os periódicos científicos e técnicos publicados na America Latina e artigos de valor da literatura mun
dial.
2, Indian Scientific Documentation Centre (INSDOC) - Fundado em Nova Delhi
em 1951

para

promover o progresso científico do Sul da Ásia. Possue»©

Catálogo Coletivo do Ceilão, índia, Birmânia, Malaia e Indone'sia.
3« Centro Nacional para a Pesquisa Científica- em Paris, destinado a incrementar os serviços de informações e documentação da França.
4. Instituto de Informações Científicas da Academia de Ciências de Moscou»
Estabelecido

em 1952, tem por função principal, o preparo e publicação

do jornal de Referencias, constituído de resmos analíticos sobre matemática, mecânica, física, química, astronomia
tigos

científicos e copilação de dicionários,

etc.;

traduções do ar-

e a publicação de obras

e monografias das instituições e orgãps científicos dependentes da Academia «
5« Centro de Investigações e Desenvolvimentos Técnicos substituído pela kcademia

Checoslóvaquia de Ciências, cujas atividades são desempenhadas

por três centros; Biblioteca das Universidades Técnicas que edita o Boletim de novas publicações classificadas sistematicamente fçla CDU; Instituto de Inform.'^.ções Técnicas e Economicas publicador de folhetos sobre
as

experiências checoslovaquias e estrangeiras nos diferentes ramos da

produção; Oficina de Invensões e de Normalização que também edita o Bo-

om

1

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Syst em

�J.«
letim de Infornirições sobre p?.tentes etc.
6, Biblioteca da Academia de Ciências da Hungria fundada em 1Ö26 pelo Conde
Joseph Teleki

que fez doação à Academia de 30,000 volumes. O Serviço de

Informações Bibliográficas aos investigadores inclue a publicação de bibliografias e o intercâmbio com 1,260 instituições científicas de 72 pai
ses«
Italiano de Documentação (CID)em Milão, responsável pela publicação

do

bibliografias

especializadas de obras italianas e estrangeiras

(resumos)
Ö. Instituto de Engenheiros Eletrotécnicos de Londres, publica a Science AbstractS) resumos sobre todos os artigos no campo da Física e Eletrotécnica Section A - Physics Abstracts - Section B - Electricàl Engineeiring Ab_s
tracts)
9» Biblioteca do Congresso de Washington
Marietta Danielg
cios de información
sou

no

seu trabalho " La evolucion de los servi»ios

cientifica

de los Estados Unidos, " informa que no

país o desenvolvimento dos serviços do informações científicas pode

dividir-se em dois períodos: o primeiro ate 1950 de organização e fundos
bibliográficos, e o segundo, a partir daquele ano, de ampliação de meios
mecânicos (com base na maquina de escrever) para oferecer as informações
cora maior rapidez. Realmente a necessidade de obter informação mais rápida acerca dos

acervos

fês com que fossem adotados processos novos de

catalogação, surgindo especialmente na Biblioteca do Congresso em VJashing
gton, a^ catalogação cooperativa. Sob os auspicios da Association öf Research

Libraries, foram publicadas em forma de livro, as fichas impres-

sas da Biblioteca do Congresso, Depois dessa primeira
editados
ries,

suplementos

pai-a m?,nto-la

publicação

foram

atualizada, aparecendo em duas se-

uma para assuntos e outra para autores. Deste modo os bibliotecá-

rios conseguiram uma fonte de referência excelente.
Entretanto
quanto

desejam

relevante
cas,

em

e

ccmum

que nem sempre os leitores encontram tudo

uma única biblioteca. Aqui portanto aparece o papel

dos serviços de informações e dos emprestimos-entre-bibliote-

juntamente com o dos Catálogos Coletivos regionais, para localiza-

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.

I Sc a H
s t e .O"
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lí

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�11
çãó de daHos necessários â investigação. A descentralização desses serviços, mormente no Brasil, e absolutamente necessária.
Sem dúvida
nar

problema

bliotecas,

a

velha lei da oferta e procura ajudou a solucio-

criado pelo aumento dos pedidos de emprestimos-entre-bi-

originados pelo'desenvolvimento técnico-cientxficot Em fins

da década

de 1930 muitas bibliotecas norte americanas já haviam desço•
í
%
aw
*
berto as aplicações dos microfilmes.
•
Com
tecnologia
sa. De

a

segunda

A
*
grande guerra,' a eletrônica e .outros ramos da

foram chrjnadas a cooperar no controle da informação impres-

1930 a 1950 o preparo de bibliografias especializadas, serviços

de

consulta e ajuda aos leitores e emprego de processos mecânicos para
4
rehaver as informações, alcançaram grande desenvolvimento.
'

O uso automático da máquina de escrever, ou seja, sistema Flexo-

Writer, combinado com equipamentos IBM e outros, veio dar grande impulso
aos métodos automáticos usados pelas bibliotecas.
»/
Atenção tajnbém foi dada aos processos fotográficos, O bibliote
cario Ralph Schaw inventor do sistema " Photoclerk " para simplificação
dos empréstimos também criou o aparelho " Rapid Selector " para armazenagem das informações em microfilmes. Depois dêle a telecomunicação e a
televisão vem sendo usadas com objetivo de transmitir informações do lu
gar onde se encontre a um receptor situado em lugar distante. Êstes dois
últimos métodos serão o próximo passo enquanto são terminados os estudos
sobre automação que estão sendo feitos na Biblioteca do Congresso,
V
•

.
grandes

A

Biblioteca

centros

do Congresso de Washington encabeça q. lista dos
'
'

de informações dos Estados Unidos. Seguindo-a, encon-

tramos :
Biblioteca e^s Sociedades de
ry) que
ções etc.

Engenheiros (Engineering Societies Libra-

faz empréstimos, tem serviço de fotoduplicação, prepara traduNÓs já utilizambs êstes

serviços mas confessamos, são muito

caros.
11. Chemical

Abstracts

Services que também realiza buscas bibliográficas,

responde a perguntas técnicas e prepara resumos.
12, Serviços

da

Comis^^o de Energia Atômica que copila e resume a coleção

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1

�12
de informações cientificas mais completa do mundo em matéria de ciênci"I

•»
as nucleares.

13» Escritório de Patentes dos Estados Unidos, desenvolve sistema mecanizado de armazenagem e

localização de patentes, bem como informação sobre

elas com a cooperação da I.B.M.
14« Centro de Documentação e Investigações sobre Ccmunicaçoes, da Universidade V/estern Reserve que faz pesquisas bibliográficas por meios automáticos, especialmente no campo metalúrgico.
15* Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
Chegamos agora
janeiro

de

1951*

ao nosso pais. Desde a fundação do I.B.B.D., em 15 de

e depois dêsses catorze anos de lutas para angariar a con-

fiança

dos cientistas e estudiosos nos ^serviços que se propõe a prestar, mui-

tr*

conseguiu. Do Norte ao Sul, de Este a Oeste novos pequenos centros

se

informações

foram

mesmas - informar
mento

de

da

surgindo. Embora com deficiências, suas finalidades são as
com

bibliotecas

cializadas,

rapidez

pelos meios adequados, auxiliar o desenvolvi-

de pescuisa e promover a formação de bibliotecas espe-

Naturalmente,

alçada

de

como

é lógico, estas duas últimas finalidades são

quase exclusiva do I.B.B.D., porem, as novas Escolas de Biblioteco

nomia surgidas, sempre promovem a formação de novas bibliotecas»
O I.B.B.D,, a fim de facilitar o intercâmbio entre as bibliotecas bra
sileiras,

possue

o Catálogo Coletivo Nacional de

Livros e o Catálogo de Pe-

riódicos, cuja publicação em livro estava já programado desde 195Ö.
As

principais vantagens

dêsses

catálogos a todos que pesouisam e a

nós que precisamos ajudá-los, resumem-se em:
a) facilijrar a localização de publicações, onde quer que estejam;
b) facilitar a identificação das obras que já possuem fichas impressas pelo
Serviço de Intercâmbio de Catalogação (S.I.C.)
c) evitar a duplicação
ca

poderá

tecas

com

de obras nas bibliotecas, uma vez que cada bibliot^

facilmente verificar que obras ainda não existem nas biblioas

quais

costuma manter intercâmbio e, portanto, que obras

deverá, realmente adquirir por compra;
d) facilitar o Serviço de Permutas de publicações;
e) incrementar o emprestimo-entre-bibliotecas.

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11

1

�13
Sobre
apresentado

o emprestimo-entre-bibliotecas já existem dois ante-projetos, am

por

Odete Oliveira Penna e publicado no IBBD, Boi, Inform., Rio de

Janeiro, 3(5)*.293-303, set./dez., 1957, e outro pela A.P.B, que aceitou o trabalho preliminar apresentado por Alice Camargo Guarnieri e Maria Antonieta Ferraz,
publicado no - Boletim Informativo da F'.E.B.AAB., São Paulo, 5(3/4):36-3Ö, mar./
abr,, 1962,
Tão

necessária

quanto a existência do I.B.B.D, é a instituição do em-

prestimo-entre-bibliotecas

dentro do território nacional, tí urgente que se con-.

siga a isenção de taxas do correio ou redução apenas para esse SERVIÇO.
Ale'm

de ser a se'de do Catálogo Coletivo Nacional,

pelo seu Serviço de

Bibliografia é autor de dezenas de bibliografias especializadas.
r
Através

do

Serviço

de publicações vem editando não só bibliografias,

mas igualmente Guias, Catálogos, índices,. Folhetos, Sumários de energia nu/
clear. Lista selecionada de livros, folhetos e periódicos da sua Biblioteca» Além

disso

promove a edição e distribuição das fichas de catalogação do Serviço

de Intercâmbio de Catalogação (S.I.C.), que já reviu quasi 50.000 fichas das bibliotecas cooperantes,
Pelo

Laboratório de reproduções fotográficas vem o I.B.B.D. permitindo

que as bibliotecas especializadas possam atender melhor seus usuários pela procu
ra de 'material não existente nos seus acervos,
Infelizmente

a demora entre o pedido do leitor e o atendimento pelo I,

B.B.D», ainda e

muito grande, provocando reclamações. Entretanto, a culpa não é
i
propriamente do I.B.B.D. Cremos que" a procura por parte de usuários e outros cen
tros tem aumentado nestes'dez anos, sem que aumentasse na mesma proporção os fun
cionários para atendê-la com a necessária rapidez*
Êste mal não é previlegio do I.B.B.D. Sentimo-lo igualmente, desde 1950,
por isso sabemos compreendê-lo.
*
«
Com serviços de informações organizados no molde

do

I.B.B.D,

podemos

destacar;
Amazonas

- Instituto Nacional de Pesquisas da àmazonia (ainda em or^nização);

Bahia

- Serviço

de Informações Bibliográficas da Reitoria da Univer-

sidade ;
Ceará

cm

1

;

-Serviço Central de-Informáções Bibliográficas da Universidade;

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�14
Goiás .......... - Serviço

de Informações Bibliográficas da Universidade Federal

de Goiás;

'

Guanabara ...... - Instituto
Nacional

Brasileiro de
de

Bibliografia e Documentação e Centro

Informação Científica em Microbiologia(lnstituto

de Microbiologia);
Minas Gerais

- Serviço

Central

de Informações Bibliográficas da Reitoria da

Universidade;
Pará

- Museid

Paraense " Emilio Goeldi " e Serviço Central de Infor-

mações Bibliográficas da Reitoria da Universidade;
Parama ......... - Centro

de Bibliografia e Documentação da Universidade;

Pernambuco ..... - Serviço Central das Bibliotecas da Universidade do Recife;
Rio Grande do Sul- Serviço Central de Informações Bibliográficas da Universidade;
Santa Catarina.. - Serviço Central de Informações Bibliográficas da Universidade;
são Paulo

- Divisão

de Documentação da RUSP,

Biblioteca Central da RUSP,

Serviço de Documentação da Secretaria da Saúde, Serviço de Biblioteca e Docmentação do Instituto

de Eletrotécnica da Uni-

, versidade e outros,
3. SERVIÇOS PRESTADOS POR BIBLIG1T:CAS ESPECIALIZADAS NÊSTE SETOR
De que

devem se ocupar basicamente as bibliotecas especializadas que

reúnem as funções de centros de informações? Tomando por exemplo, não o I.B.B.
D., orgão nacional, mas um pequeno centro, nascido de biblioteca especializada
que possuía apenas 800 volmes em 1945&gt; podemos afirmar, são as seguintes ás ta
refas fundamentais:
a) atendimento rápido tanto na sede,como por telefone e fora dela (acesso li
vre);
b) empréstimos domiciliares e entre-bibliotecas(se possível, fora da sede tam
be'm);
o) respostas a perguntas dos consulentes com os recvirsos que possue;
i) fichário de indústrias (endereços e linha de fabricaçãp);
li) fichário de endereços de outros centros e bibliotecas;
iii) fichário de catálogos técnicos das indústrias nacionais e estrangeiras ;

■

iv) fichário

das retiradas individuais dos cientistas, técnicos e enge-

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
]_4
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16
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lí

�nheiros;
v) fichário das entidades permutadoras;
d) resume artigos de revistas. Cataloga-os;

.

. ' ■

'

e) encarrega-se de localizar e ir buscar publicações de interesse dos pesquisado-res, existentes em outras bibliotecas;

'

:j|

f) prepara bibliografias a pedido e ajuda no pie par o delas quando solicitado;

J

s) procura, localiza e manda traduzir artigos de revistas;
h) prepara e distribue listas de obras sobre o assixnto;
i) ajuda na redação de trabalhos quando solicitado;
j) encarrega-se de procurar obras de interesse dos leitores, tanto nas
como nas livrarias;

,

editõras

-

-

i I;
k) ajuda os usuários na escolha de obras básicas sobre a especialização;
í j1
1) prepara microfilmes, ampliações e fotocópias;
m) prepara comunicados para a. imprensa;
n) ajuàa na revisão das sinopses e referências bibliográficas dos trabalhos dos
especialistas quando solicitado;
o) publica trabalhos sobre biblioteconomia e documentação;

.

•

p) organiza exposições, conferências, palestras e cursos rápidos sobre documentação »

'
Para conseguir levar a bom termo essas tarefas a biblioteca especializada

que, através seu desenvolvimento e por imposição do meio, se ampliôü de modo a ccns
titu2.r centro de informaçao, precisa:
1. Procvrrar os documentos necessários â sua especialização e de interesse dos seus
usuários;
2# Reunir os documentos organizando-os de modo a serem usados nas suas se'des e fó-.
'
s
y
ra dela.
i
^

3» Produzi-los»
4» Difundi-los entre os técnicos da sede, do país e fora dele, através .seus setores de Permutas e doações, e Intercâmbio de informações e fotoreprodução.
4. CONCLUäOES E RECOtíENDAÇÕES .

.

-

.

Pelo exposto e face a um novo Congresso que se realizará no Brasil em data a sex" determin?.da, solicitiamos seja encaminhada às autoridades competentes su
I
gestão para que considerem imprescindível;

cm

1

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^5

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20

�■

•
1. Seja fundado

o

16

Centro Nacional de Docimentação Infanto-Juvenil com sede

na cidade de São Paulo.
2» Seja dado

o

nome de Centro Nacional de Documentação Infanto-Juvenil Mon-

teiro Lobato à

atual

Biblioteca

Infanto-Juvenil Monteiro Lobato de São

Patilo,
apresentado,

no

próximo Congresso plano de Organização desse Cen-

tro, e, se a ide'ia

se

concretizar antes

3» Seja

destes dois anos, trabalho so-

bre o mesmo»

Sugerimos igualmente aos organizadores dos próximos Congressos;

1. Sejam revistas, Eeestudadas e postas em prática.as conclusões e recomenda
ções aprovadas nos congressos anteriores;
2, Sejam
dência

solicitadas teses

originais sobre os temas propostos, com antece-

de no mínimo, um-ano,-a fim de que, não sejam debatidos trabalhos

idênticos e se evite duplicata de esforços;
3» Sejam

permitidas

inscrições

para apresentação desses trabalhos com tí-

tulos provisórios, com antecedência também de um ano;
4* Seja

estudado

•

questionário sobre empre'stimos-entre-bibliotecaa ccano su-

gerido no trabalho da A.P.B, a ser enviado às bibliotecas dos cursos seA
cxmdários, universitários, especializadas e públicas;
■ k
5» Sejam debatidos os ante-projetos de códigos de Emprestimos-entre-Bibliotecas,

'se

não

neste, mas, em reuniões no I.B.B.D,, à qual deverão com-

parecer não apenas os autores,

pore'm,

como já sugerido, comissões esta-

duais para sua redação;
6» Sejam feitas reuniões anuais para debate de problemas da profissão;
7. Seja lembrado o rlome de Lenjo-a Camargo PVacçarolli para presidente Ou diretor de honra do Centro Nacional de Documentação Infanto-Juvenil,

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lí

�,

REFEEÍ^NCIAS BIBLIOGRiÍFICAS
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LDRENZ, J,G. - La función de Ias bibliotecas, en el desarrollo econoraico y social.
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SAMBAQUY, L.Q. - O IBBD e os serviçQs que se propoe prestar.
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Informe apresentado ao I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, Recife, julho, 1954.

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                <text>Utilidade dos Centros de Documentação: fundação de um Centro de Documentarão Infanto-Juvenil</text>
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gentilmente por:

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��IV CONGRP^SSO

BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA S DOCIJ^/IENTAÇáO

Notas sobre o problema da informação nas bibliotecas especializadas
por
Alice Camargo Guarnieri

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a 14 de julho de 1965

Tema

III

-

Informação Científica

Notas sobre o Problema da Infoirmação nas Bibliotecas Especializadas
por
Alice Cajnargo Guamieri (♦)

CDU 002:026

SÃO PAULO
o^y

(♦) Bibliotecária Chefe do Instituto Eletrotécnico

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-gentilmente por:

I Sc a H
st e m

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lí

�RESUMO

Funções

primoirdiais das bibliotecas especializadas e requesitos

básicos à organização dos seus serviços de informações. Fatores negativos
coadjuvantes na influencia negativa dos atuais serviços de informações di»
bibliotecas especialiiadas.
A cultvira especializada dos bibliotecíírios como condição fundamen
tal ao êxito desses serviços.

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s t e .O"
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lí

�NOTAS SOBRE 0 PROBI.EMA DA INFORMAÇÃO NAS
BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS

O que importa verdadeiramente em uma biblioteca especializada e o USO
e ACESSIBILIDADE do seu acervo; a

RAPIDEZ

no

atendimento; a ATUALIZAÇÃO das suas

coleções e processos de trabalho; a SBíPLICIDADE da sua organização e seus SERVIÇOS
de INFORMAÇÃO.
Ccan estas palavras

iniciámos relatório apresentado em maio de 1961 â

Comissão de Bibliotecas da Universidade de São Paulo,
sição com respeito â organização e funcionamento

a fim de firmarmos nossa po-

dessas

bibliotecas, que, a nosso

ver, são orgãos, governamentais ou não, destinados a colecionar, conservar, classificar, ajialisar e divulgar toda espécie de documentos sobre determinado assunto, oferecendo

informações

mais completas e atualizadas sobre ele. Assim, para atingir

esses objetivos é absolutamente necessário que;
1. o controle
mas

documentário cujas unidades são livros, revistas, separatas, nor-

te'cnicas,

gráficos,

relatórios de pesquisa, gravuras, filmes etc. seja

entregue a pessoal preparado para operar no ramo especifico, e técnico em biblioteconomia;
2. o preparo

desses

biblioteconomia,
3. a análise
cas

e

documentos

para uso do leitor seja confiado a técnicos em

com razoáveis conliecimentos básicos sobre a especialização;

dos docvurientos chegue ao estudioéo por meio de listas bibliográfi-

resumos

com

a

máxima rapidez, preferivelmente no momento em que vim

trabalho tenha sido projetado a fim de que sejam evitadas duplicatas de estudos ou pesquisas e reduzidos ao máximo os atrazos, tanto com relação â compra
de novas obras, como com relação ao emprestimo das existentes;
4. a reprodução

dos documentos essenciais seja assegurada por serviços de foto-

reprodução, a preços reduzidos, e, qiiando possível, gratuitos;
5* a impressão

de originais das instituições seja facilitada pelo uso de apare-

lhos simples (multilith, ditto, cópias off-set

e outros) à falta de máquinas

de alto custo;
6. a diAnilgação desses documentos essenciais seja garantida

de modo amplo e sem

entraves por serviços de permutas e doações e emprestimos entre-bibliotecas;

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Digitalizado
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I Sc a n
st em

�7« o uso do acervo total, seja garantido por uma política de ampla confiança entre
os usuários

e

bibliotecários, de modo que, tanto a consulta nas sedes como a

que e feita pelo emprestimo domiciliar e entre-bibliotecas, seja permitida sem
restrições desnecessárias.
As possibilidades
ficiênciàs da informação,

de

dependem

êxito desses serviços, capazes de reduzir as deda

organização das bibliotecas

como organismos

vivos,

centros de estudo e pesquisa nas instituições em que estão sediadas; da capa-

cidade

e

vel

e

capaz de, se não pesquisar, pelo menos compreender os problemas dos pesquisa-

dores;

da aproximação entre leitores e bibliotecários para que sejam sanados os gra-

ves

número do pessoal empregado que deve ter formação profissional de alto ní-

problemas

profissional

com

os quais ambos defrontam, nem sempre por deficiência da formação

especializada

dos segundos, porem, muitas vezes decorrentes do precon-

ceito ainda existente, de que os bibliotecários não

podem alcançar o âmago das ques-

tões, nem sabem informar.
Como
formações

o

problema

ftindamental e finalidade principal do serviço de in-

nas bibliotecas especializadas e " colocar as informações técnicas tão ra-

pidamente quanto

possível, nas mãos do quem precise delas, " o mais importante e en-

contrar e desenvolver os meios para atingir esses objetivos.
Primeiramente

e necessário organização aberta, de livre acesso aos do-

cumentos, porque este promove intercâmbio de conhecimentos entre leitores e bibliotecários,

facilitando a estes a tarefa de descobrirem exatamente os problemas dos con-

sulentes,

os q\iais, inúmeras vezes, pedem ajuda de modo vago, impreciso ou demasiado

geral, quando tem em mente, pormenores de uma questão.
Alem

disso,

a

acessibilidade do recinto, responsável pela maior fre-

^
^
K&gt;»
quencia as bibliotecas, permite maior utilizaçao dos acervos e maior difusão dos serviços que podem prestar.
Em segundo lugar destacamos os emprestimos domiciliares e entre-bibliotecas

pelos quais são beneficiados todos quanto trabalham ou moram fora do local on-

de

estão instaladas. Dentro da nossa realidade social e necessária a mais ampla aju-

da

por emprestimos, com restrições mínimas, especialmente aos leitores que pertencem

a industria, quase sempre distanciadas da capital e centros culturalmente mais elevados,

Felizmente esta muito claro o papel que às instituições universitárias cabe, no

tocante

ao

desenvolvimento científico e industrial de um país. Se, como destacaaü E.

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�3
Egger, " o auge econômico significa desenvolvimento da indústria e este depende, em
grande parte, da investigação piira e da documentação

a organização da documenta-

ção e imprescindível ao progresso cientifico e tecnológico, o qual e consequencia da
combinação de inúmeros impulsos

individuais passados, presentes e futuros, cada um

resultpjido da combinação dos conhecimentos pessoais de \mi cientista ou estudioso com
os que adquiriu de outros. É necessário compreendermos que, a despeito da
lização

cada

especia-

vez mais marcada da ciência, do desenvolvimento da pesquisa em maior

número de países e da difusão em línguas sempre mais diversas, a informação científica

e

técnica

permanece um todo, cujos fragmentos são permutados entre iniímeros

técnicos com a ajuda dos serviços existentes em bibliotecas e centros de documentação. A

informação

organizada continuará a representar o único fator que permite a

unidade da ciência.Toda a ciência, toda produção científica, todo o progresso e todo benefício que a humanidade espera dele, depende em princípio, da informação; mas,
o paradoxo

está

evidente. Quanto mais se ampliam os conhecimentos maàs escasseia

a informação para os usuários.
A
^
" A abundancia de conhecimentos aumenta a produção intelectual, imundando a informação, ameaçando-a de caos", disse M.Hans Rotters, por ocasião
nião Europea

sobre

Informação

da Reu-

Científica, porem, mais grave, " e' a crise pessoal

dos

próprios técnicos, os quais, assoberbados com tanto material bibliográfico que

não

têm

tempo de estudar, dissimulam as suas lacunas, mesmo perante os colegas

As conseqüências deste estado de coisas são imprevisíveis, a menos que a informação
seja

organizada e melhorada. Os esforços, portanto, devem ser dirigidos no sentido

de melhorar a informação de modo que os usuários
lhes

sejcim beneficiados com aquilo que

for possível assimilar. Êste ponto, pensamos, e fundamental e deve ser objeto

de atenção por parte dos responsáveis pela organização das informações técnicas.
Que informações são essas, poderão nos perguntar ? As informações que
as bibliotecas especializadas devem

o

podem dar, dividem-se ao nosso ver, em dois

grandes grupos;
1. informações puramente bibliográficas, isto e', sobre autores, títulos, assuntos,
editores, datas do edições etc., as quais entretanto, precisam ser pesquisadas ;
2. informações técnicas,
mvdto experientes

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e

isto e, sobre a especialização. Somente bibliotecários
possuidores de conhecimentos do assunto poderão dá-las;

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�porem, todos podem pedi-las aos especialistas.
Exemplifiquemos.
No primeiro caso teríamos perguntas tais como:
- A biblioteca possue a obra intitulada - Pulse Techniqxieç, editada

pela Prentice-

Hall, em 1951 ?
V
- A biblioteca pode informar qxiais os manuais de eletrotecnica existentes no seu acervo ?
- Possue o acervo os folhetos do Research Laboratory of the British Thomson-Houston?
Quais ?
- Em 1956 foi publicado
sistemas

de

artigo

í
na revista Electronics sobre Redução de ruidos nos

comunicação. Poderá a biblioteca informar o título, o autor, em que

mês e página foi publicado ?
- Nas referências bibliográficas de uma obra foi citado o autor tal,que publicou em
maio de i960, artigo na revista Electrical Engineering, Poderá a biblioteca verificar o título e determinar o assunto do mesmo ?
- Poderá a biblioteca verificar se no Rider- Television Manual foi publicado o circuito do aparelho dc Televisão Stropiberg-Carlson, modelo 321 CD 2m ?
- Qual firma brasileira, paulista, estrangeira, fabrica ou representa tal produto ?
- Ejcistcm catálogos da G.E., Westinghouse etc. sobre características de motores ?
- Possue a biblioteca tal revista ? o artigo

V
desejado pode ser solicitado a outros

centros ? etc. etc. etc.
No segundo caso teríamos perguntas mais ou menos como estas:
- A Norma VDE

n2

530 apresenta tabela

com os dados sobre tolerâncias

para moto-

res de c.c. A biblioteca poderá verificar a percentagem citada para o item 4 ?
- A American Standards Association já publicou o código eletrico da NFPA. Qual o numero recebido ?
- Qual o número recebido na ASA pela norma IPCEA da NEMA ?
- A biblioteca possue normas sobre ruidos ? De que sociedade ?Qual seu número edata?
- O que significam as siglas IRE, UL, ASE, IRAM ?
- Poderá a biblioteca dar a equivalente da válvula 12BE6 ?
- Possue a biblioteca publicações sobre motores Schräge ?
- Como se deve preparar a sinopse de xim trabalho ?

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- Como se classificam artigos de revistas ?
- Qiiais as obras que pessoalmente li, sobre Mica, em 1959 ?
- Sei que em 1950 li artigo sobre isolantes numa revista da biblioteca« Poderá a biblioteca informar o autor, titulo, qual a revista ?
- Poderá a biblioteca lêr o item 19 da secção 4 da Norma BS-196: 1961 ?
E inúmeras
tas. Entretanto; surgem

desse tipo. Para tpdas temos possibilidades de dar resposalgumas que devem ser dadas exclusivamente por especialista,

ou com ajuda deles.
Exemplo;

*
-

No relatório tal, quando se fala da Usina Nogueira Garcoz aparece o se-

guinte; A demanda foi da

ordem de

7Ö.ÖA4 kvh/h e o consumo 310.Ö70.690 lcvh.Pergun-

ta-se: - Porque na demanda aparece barra h (/h) depois de kvh, e no consumo não ?
- Qual a constante dieletrica do óleo isolante de origem vegetal ?
- Como se determina a velocidade no motor Schräge ?
- Qual a diferença entre resistência e resistividade ?
- O que significa " Capacitor " ?
- Qual o significado de " Jitter " ?
- Qual a resistência em ohms por Km a 25^ do cabo nO 250.000 C.M. da Brovm &amp; Sharpe?
- Qual a carga máxima, em ampéres, para condutores isolados ?
- Qual

o tamanho mínimo de eletroduto para um ou mais fios de borracha, sem capa de

chumbo ?
Como organizar

serviço

que preste essas informações ? Nao cabe neste

artigo relato sobre organização, porem, como o seu funcionamento e eficiência se mede

pelas respostas dos profissionais (bibliotecários) torna-se necessário que estes

possam

poiatesponder a confiança depositada neles. Assim em terceiro lugar, destaca-

mos a necessidade de os profissionais diplomados, posstdrem preparo adequado ao ramo
onde irão trabalhar, desde que em nosso país, nós,

bibliotecários

nem sempre sânos

tambón médicos, dentistas, engenheiros etc.
Todo pesquisador sabe a ajuda

que lhes presta o bibliotecário bem in-

formado, não só no tocante aos princípios de administração e organização de bibliotecas

e serviços de informação, mas também possuidor de conhecimentos fundamentais da

especialização» êste e o itbío mais eficiente e necessário para aproximar o leitor do

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bibliotecário.
Assim, a primeira qualificação do bibliotecário para bibliotecas especializadas e a de
ganização

ser técnico em fontes de informações no campo de interesse da or-

para a qual trabalha. Precisa saber onde, como e quando encontrar ou pro-

curar a informação; precisa saber usar as fontes de referência, suas' ferramentas mestras de trabalho, no momento em que um problema
perspicácia

lhe

fôr apresentado; precisa ter a

necessária para descobrir o que realmente o leitor deseja saber, procu-

rar ou conhecer,

desde que a maioria solicita ao bibliotecário de modo extremamente

especializado ou muito vago, como já dissemos.
Mais de uma vez

atendemos

leitores que, precisando saber as fases de

ensaio de rigidez dieletrica de óleo isolante
sem dúvida, representava

o

m

pediram obras sobre isolantes, o que,

problema, porem, em caráter geral. A rigidez dieletrica

era o ponto principal, no entanto nem foi mencionada, Inqucrindo pacientemente, conseguimos chegar ate o problema a ser resolvido. Esta
questão por iniciativa do bibliotecário
serem indicados para

atitude, de

ir ate o âmago da

diferencia os profissiomis e os capacita a

bibliotecas especializadas. Por outro lado, precisa conhecer a

terminologia, geralmente ainda confusa entre nós, do

ramo

científico, artístico ou

técnico onde estiver trabalhando. Precisa ser capaz de relacionar e preparar bibliografias antes da pesquisa propriamente, a fim de informar os interessados

com ante-

cedência sobre que material terão â disposição para estudar. Esta antecipação permite igualmente que a biblioteca possa tomar as providências necessárias, mandando vir
o material que não possue, por meio do microfilmes ou emprestimos.
Em i960 oferecemos a um

pesquisador

deste Instituto ajuda no sentido

de prepararmos bibliografia necessária ao estudo do projeto e constinição de mesa de
corrente continua para exame das condiçoes

de

operação

de rede eletrica qualquer

particularmente destinada ao estudo de uma, que seria construida no Brasil na região
centro-sul» Aceito
dos

o oferecimento iniciámos as buscas bibliográficas, arrolámos to-

os títulos desde 1943, separámos todo material aqui eidLstente em livros, folhe-

tos, artigos de revistas, catálogos técnicos, normas relacionados com o assunto e copilamos a bibliografia " Analisadores
estrangeira) " que

foi

de circuitos de corrente cont5!nua (literatura

publicada sob ns 22 da serie bibliotecológica do Serviço de

Documentação, já distribuída aos centros congêneres»

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�Desta bibliografia, com total de 66 títulos de artigos de revistas,
foram encomendados dez ao estrangeiro como microfilmes por intermedio do I.B.B.D,
e, no laboratório fotográfico do I.E., ampliados para o pesoiiisador.
Conversando
o

com

o

interessado, tivemos a satisfação de saber que

projeto dessa rede dependeu, indiretamente, da ajuda antecipada da biblioteca.
Para que, pessoalmente pudessemos preparar bibliografia especializa

da sem possuirmos diploma de engenheiro eletricista, foi preciso:
1. conhecimento dos fundamentos desse ramo da engenharia,adquirido,desde 1945»
com a leitura de obras básicas de física, matemática e fundamentos da elotro
te'cnica, quando sentimos que, para compreendermos os problemas dos engenhei
ros e do próprio

Instituto, terícimos que conhecer os princípios básicos da

especialidade j
2. conhecimento das fontes de referência;
3. conhecimento do problema a ser resolvido.
Com
trato diário com
daílos

os

conhecimentos

básicos

dos

fundamentos da especialização,

os leitores e seus problemas, interesse real, verdadeiro em aju-

e muito esforço pessoal, conseguimos levar avante nosso plano de organiza-

ção de centro vivo dentro da institiiição em que está nossa biblioteca.
Se nós
capaz de entender

os

podemos ajudar, (não como especialistas) mas como alguém

os problemas dos especialistas, todos os bibliotecários poderão

fazê-lo também.
Ainda

aqui destacamos a necessidade de as Escolas de Biblioteconomia

se encarregarem de dar aos seus al\inos esses fundamentos essenciais.
O problema repousa nos conhecimentos

especializados

adquiridos

em

ciarso

adequado. Sobre esta questão tivemos pessoalmente oportunidade de enviar em

1959»

acompanhando

carta, aos Senhores Dr. Abner Lellis Vicentini, Presidente da

A.P.B., Antonio Francisco de Azevedo, Diretor da Biblioteca Municipal Mário de Andrade e Senhora Maria Antonieta Mesquita

Barros,

Professora

do

Rio de Janeiro,

sugestões sobre o Ensino da Biblioteconomia e Documentação. Para o curso e sua duração

propuzemos que: " Nas Escolas de Biblioteconomia e Dociimentação fossem rea-

lizados, em nível superior, entre outros, os seguintes:
a) Cursos de Graduação ou Normais em 3 (três) anos;

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b) Cursos de Especialização destinados a aprofundar em " ensino intensivo e sistemático

conhecimentos atinentes a finalidades " científicas,

artísticas ou

industriais " das bibliotecas especializadas, em 1 (um) ano;
c) Cursos de PÓs-Graduação ou aperfeiçoamento para estudo aprofundado de qualquer
disciplina. "
A escolha da especialização deveria ser feita na Escola de Biblioteconomia para que,

ao término do curso básico,

zação escolhida. Se a sua escolha recaisse,

os alunos fizessem um ano de especialipor exemplo sobre a eletrote'cnica, a Es**

cola de Biblioteconomia oferecer-lhes-ia axilas das matérias fundamentais, como física,

mateniatica e fundamentos de eletrotécnica, familiarizando-os com os conceitos do

campo, as quais poderiam ser assistidas em qualquer das nossas Escolas Superiores.
As Escolas de Biblioteconomia ensinam princípios básicos da administra
ção de Bibliotecas incluindo as especializadas, porém, deveriam

ensinar, não só

ganização e administração particularmente destas, mas suas relações com

or-

organizações

das quais são parte e orgãos vitais.
Deveriam ensinar, e nisto insistimos, as relações entre leitores e bibliotecários dando a estes treino sobre

aquela

atitude

especial e particular

precisam ter diante dos problemas dos consulentes, decorrente do conhecimento
sunto,

que
do as-

não tanto como especialistas, mas como aqueles que entendem as questões

pos-

tas por eles.
Finalizamos afirmando que cabe às
centros

de

bibliotecas

aos

Porque há fatores negativos impedindo-as de se desenvolve-

rem convenientemente. E esses fatores negativos
atuais

e

docximentação, o forneeimento organizado da informação. Por que nem todas

os possuem ? Respondemos,

dos

especializadas

coadjuvantes

na influencia negativa

serviços de informação das bibliotecas especializadas e centros de docu-

mentação podem ser resumidos nos seguintes itens;
1. falta sistematização no controle documentário;
2. faltam meios para seleção daquilo aue deve ser impresso;
3. faltam meios para reprodução de publicações básicas;
4. falta organização de setores para distribuição dos trabalhos impressos;
5. falta destinar os acervos a todos os interessados;
6.

falta dar-lhes organização que permita o livre acesso a todos os documentos;

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7. faltam serviços de informações indiretas, isto e, de listas e resiimos bibliográficos dor.material já publicado

ou manuscrito, na língua original ou tra-

4uzidos;
Ö. falta ainda quem controle, sistemâticcmente, como vem tentando fazer o I.B.B.
D., todas as pesquisas em andamento e estudos projetados num detemánado ramo científico;
9. falta o incentivo aos esforços dos responsáveis pelos serviços de informação;
10, falta também o mínimo de conliecimento,

por parto dos próprios pesquisadores

sobre os problemas de documentação com

os quais deparam hoje os bibliotecá-

rios;
11. falta fe no trabalho que realizam os bibliotecários, por parte dos dirigentes de muitos institutos universitários.
Enquanto
vencerem de que a
controlam,

os

responsáveis pela direção desses institutos riao se con

informação científica e técnica depende dos profissionais que a

selecionam,

classificam, preparam e difundem; enquanto

não dedicarem

mais do seu tempo â compreensão dos problemas com os quais defrontam esses profissionoás; enquanto não separoj?em as atividades de rotina administrativa das que são
específicas

da informação científica; enquanto continuarem a relegar as bibliote-

cas a plano inferior,

em vez de traze-las para o contacto direto com a pesquisa e

os pesquisadores; enquanto não

se convencerem de cue as bibliotecas são laborató-

rios onde os instrumentos de trabalho são as fontes de referência bibliográfica, cujo uso

depende da capacidade dos bibliotecários em torná-las conhecidas dos usuá-

rios; enquanto destinarem às bibliotecas o mínimo dos seus orçamentos; enquanto negarem

a admissão de pessoal profissionalmente preparado para execução

dos traba-

lhos específicos de biblioteconomia e doctunentação, não será positiva (com raras e
honrosas exceções) a

influencia das bibliotecas sobre o meio em que estiverem se**

diadas.
Entretanto, inúmeros proeminentes

homens do governo da ciência e da

indústria tem sido alertados sobre os graves problemas da ineficiência e inadequabilidade dos métodos existentes em nossas

bibliotecas

para a busca bibliográfica

ou dos documentos.
Embóra saibam que a proporção pela qual o desenvolvimento científico

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e tecnologico pode prosseguir depende, como

ja dissemos, freqüentemente da facili-

dade, exatidão e.rapidez com a qual a informação técnica chega
ser conseguida e disseminada, auase nada têm

feito

ao

usuário

e pode

no sentido de resolver, com os

bibliotecários responsáveis por bibliotecas especializadas os problemas da informação organizada.
Podemos repetir, como refrão, a celebre frase do cientista Dr, Vannevar Bush; " Um documento, se útil à ciência, deve ser continuamente propagado, deve
ser conservado, e, acima de tudo, consultado

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Boi. de Ia Uncsco para Ias Bibl.

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gentilmente por:

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1

\^

Digitalizado
^ä^s'tem
-gentilmente por: ^^Jl._!"

^4

15

16

11

18

19

20

��IV CONGRESSO BRaSILEIRO DB BIBLIOTECONOMIA E DOGUI^INTAÇÃO

Entradas de entidades governamentais do Brasil
por
Laura Garcia Moreno Russo

1'

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

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st e m

♦

14

15

16

17

lí

�UNIVERSIDADE DO CEARA
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBUOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a I4 DE JULHO DE 1963

TEMA I - PROCESSOS TÉCNICOS E INTERCÂMBIO
3. ENTRADilS DE ENTIIUlDES GOVERNi'JffiNTAIS DO BRASIL
por
Lfeura Garcia Moreno Russo (l)
cixj

025.323:354(81)

(1) Presidente da Federaçao Brasileira de Associaçoes de^Bibliotecários
Secretária Geral da Secçao América Latina da Federaçao Internacional
de Associaçoes de Bibliotecários
Chefe da Secçao do Aquisição e Registro da Biblioteca Municipal de
Sao Paulo

Digitalizado
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�i

APRESENTAÇÃO

êste trabalho ó uma lista das Repartições Fedarais, algiiraas Au
tarquias e Universidades Federalizadas»

Nele observamos a

estrutura

de eada uma e incluimos aa alterações verificadas até 31 de

dezembro

de 1962,

2.

Dentro de oada Organismo as entidades foram entradas em

ordem

a-lfabética, obedecendo-se a uma classificação progressiva e seguindo99 a entrada catalográfica com o símbolo jç.

3.

Apesar de serem adotados dois Códigos nas bibliotecas brasilei

rasj A.L,A.

e

B.A.V,, são enormes as dificuldades com que ae defr-on

tam os catalogadorea para eatabeleceer as entradas de entidades

cor-

porativas f

4.

Durante a execução deste trabalho^ nos deparamos com

localidades completamente desconhecidas,
das tivemos que recorrer à pesquisa,

Para estabelecer as

Essas dificuldades

entra-

não

ocorrido se se tratasse de dar uma entrada certa a Cidade do
Janeiro, de Petrópolis, etc.

inúmeras

teriam
Rio

Vimos, então, que o critério de

de

consi-

derar esta ou aquela cidade mais conhecida ou menos conhecida é falh«^
porquanto não existiriam as mesmas dificuldades para os

bibliotecá-

rios residentes naouelas cidades ou em suas proximidades,

5.

Existindo no Braail, atualmente, 3144 municípios e,

tendo-«:©

em conta que esse número tende a elevar-se, surge a necessidade de se
pospor a qualquer entrada de cidade, o Estado a que pertence,

exemplos;

Parnaíba, Piauí, Delegacia do Trabalho Marítimo .
Uberlândia, Minas Gerais, Escola de Engenharia.
Manca, Acre, Agência Aduaneira,
Xiborena, Amazonas, Posto Fisoal,

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lí

�ii

6.

A mesma dificuldade não ocorre em íse tratando de entradas

las capitais dos Estados.

Não será necessário segui-las do nome

peEs-

tado, porquanto são apenas 26, contando-se nesse número as 4 capitais
dos Territórios.

7.

Com relação a regra n2l27, do B.A.V., onde são

especificadas

algumas entidades, podemos observar o seguinte:
... as instituições devem ser catalogadas
lugar em que estão situadas, seguindo-se

pelo nome do
seu nome par-

ticular. ,«
exemplos: Rio de Janeiro. Museu da República.
são Paulo» Museu de Arte Moderna.
Salvador. Museu de Arte Sacra.
Rio de Janeiro. Casa de Rui Barbosa,
Não há dificuldade na identificação, nem localiaÂQão,por se tra
tarem de «ntidade» localizadas em capitais.

Tal eousa não

«contece,

entretanto, com as cue se situam em qualquer cidade brasil«ii&gt;a, cujas
entradas devem ser mais esclarecedoras.
exemplos! Brodosqui, São Paulo. Museu Portinari,
são José do Rio Pardo, São Paulo.
Cunha.

Mus-eu Euclid«» da

Campinas, São Paulo. Museu Carlos Gomes.
Petrópolis, Rio de Janeiro. Museu Imperial.

8.

Um programa nacional de uniformização das técnicas

catalográ«»

ficas é desenvolvido pela Comissão Brasileira de Catalogação que coni*
ta com representantes de Escolas de Biblioteconomia e
Bibliotecários e tem na presidência a bibliotecária
teiro da Cunha.

Associações de
Maria Luisa Mon-

Essa Comissão está vivamente empenhada no

estabele«»

cimento de regras que integrarão o Código-Luso-Brasileiro de

Catalo-

gação, cuja necessidade é sentida há muitos anos e vem sendo apontada
em nossos Congressos de Biblioteconomia, desde 1954.

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lí

�III

9.

Atualmente, a referida Comissão, aguarda a nova edição

do có-

digo anglo-americano, prometida para os primeiros meses de lo64.

Do

estudo comparativo entre as novas regras nele estabelecidas»com as do
B.A.V, e os princípios aprovados pela Comissão Internacional de Catalogação, onde figuram as adaptações que satisfazem às necessidades do
Brasil e Portugal, sairá o almejado Código.

Esperamos que

tal

fato

se concretize.

10.

O Brasil com sua vasta extensão territorial e milhares de muni

cípios, tem problemas diferentes de outros países,

É, pois,

oportuna de se estudar a maneira rápida de identificar,

ocasião

através

dos

catálogos das bibliotecas, esta ou aquela cidade brasileira,

A tare-

fa do eatalogador aerá grandemente facilitada, pois, saberá

que

a

qualquer nome de cidade deverá pospor o do Estado a que ela pertence,
excluidas as capitais.

são esses os subsídios que levamos à considera^jão do

IV

CON-

GRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO e da COMISSÃO BRA
SILEIRA DE CATALOGAÇÃO.

ooo

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lí

�iv
S U M X R I o

X.

PODER LEGISLATIVO

1.1

Congresso Nacional

1.1.1

câmara dos Deputados

1.1.2

Senado Federal

2.

PODER EXECUTIVO

2.1

Presidência da República

2.2

Ministério da Aeronáutica

2.3

Ministério da Agricultura

2.4

Ministério da Educação e Cultura

2»5

Ministério da Fazenda

2.6

Ministério da Guerra

2.7

Ministério da Indústria e Comérnio

2.8

Ministério da Justiça e Kegéeios Interiores

2.9

Ministério da Marinha

2.10

Ministério das Minas e Energia

2.11

Ministério das Relações Ext^rdLo-res

2.12

Ministério da Saúde

2.13

Ministério do Trabalho e Previ'dincia Soetai

2.14

Ministério da Viação e Obras Públicas

3.

PODER JUDICIÁRIO

4.

ÖRGXOS AUXILIARES

5.

AUTARQUIAS FEDERAIS

BIBLIOGRAFIA

APÊNDICES

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-gentilmente por:

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st em
14

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16

17

lí

�- 1 1.

PODER LEGISLATIVO

1.1

Congresso Nacional,

c.

Brasil, Congresso Nacional,

1»1»1

câmara dos Deputados.

C«

Brasil, Gamara doa Deputados

1.1.2

Senado Federal,

c.

Brasil, Senado Federal#

2,

PODER EXECUTIVO

2,1

Presidencia da República,

c.

Brasil, Presidencia.

2.1.1

Comissão de Readaptaçao dos Incapazes das Forças Armadas,

c,

Bmsil» Comissão de Readaptação dos Incapaee» -das Forçfts Ar»»4as,

2.1.2

Comissão do Vale de São Francisco,

c.

Brasil, Comissão do Vale de São Francisco,

2.1.3

Conselho de Ministros.

c.

Brasil, Conselho de Ministros.

2.1.4

Conselho de Segurança Nacional,

e.

Brasil, Conselho de Segurança Hacional.

2.1.5

Conselho Nacional de Pesquisas.

e.

Brasil, Conselho Hacional de Pesquisas,

2,1,5.1

Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação,

c.

Brasil, Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação«

2.1.6

Departamento Administrativo do Serviço Públieo",

c.

Brasil. Departamento Administrativo do Serviço Público.

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17

lí

19

20

�- 2 2.1.7

Estado Maior das Forças Armadas.

c.

Brasil» Estado Maior daa Forças Armadas.

2.1.8

Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste.

c»

Brasil. Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste,

2.1.9

A
A
A
Superintendencia do Plano de Valorizaçao Economica da Amazônia,

e.

Brasil. Superintendencia do Plano de Valorização Eeonomiea da Ama
zonia.

2.1.10

Superintendência do Plano de Valorização Eeohõaioe da
Fronteira Sudoeste do País.

c.

Brasil. Superintendência do Plano de Valorização
Região da Fronteira Sudoeste do País.

2,2.

MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA

c.

Brasil, Ministério da Aeronáutica,

2.2.1

Biblioteca do Ministério da Aeronáutica.

c.

Brasil. Ministério da Aeronáutica. Biblioteca.

2.2.2

Centro Técnico da Aeronáutica,

c,

são José dos Campos, São Paulo, Centro Técnico da Aeronáutlcii,

2.2.3

Diretoria de Aeronáutica Civil,

c.

Brasil. Diretoria de Aeronáutica Civil.

2.2.4

Diretoria de Engenharia Aeronáutica.

c.

Brasil. Diretoria de Engenharia Aeronáutica,

2.2.5

Diretoria de Intendência da Aeronáutica,

C«

Brasil» Diretoria de Intendência da Aeronáutica,

2.2.6

Diretoria do Ensino da Aeronáutica.

c.

Brasil. Diretoria do Ensino da Aeronáutica,

Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan

Região

Econômica

da
da

�- 3 2.2*7

Diretoria do Material da Aeronáutica,

c.

Brasil, Diretoria do Material da Aeronáuticai

2.2.8

Diretoria de Rotas Aéreas.

e.

Brasil. Diretoria de Rotas Aéreas.

2.2.9

Diretoria de Saúde da Aeronáutica.

c.

Brasil. Diretoria de Saúde da Aeronáutica»

2.2.10

Escola de Aeronáutica.

e»

Rio de Janeiro. Escola d» Aeronáutica.»

2.2(11

Estado Maior da Aeronáutica,

c.

Brasil, Aeronáutica. Estado Maior»

2.2.12

Zonas Aéreas.

2.2.12.1

Primeira Zona Aérea.

c»

Brasil. Aeronáutica. Ia. Zona Aérea. Beisaif Pará»

2.2.12.2

Segunda Zona Aérea.

c.

Brasil, Aeronáutica. 2a. Zona Aérea. Pi&amp;dade, Recif©«

2.2.12.3

Terceira Zona Aérea.

c.

Brasil. Aeronáutica, 3a. Zona Aérea. Rio de Janeir0| Guanabara,

2.2.12.4

Quarta Zona Aérea.

c.

Brasil, Aeronáutica,

2.2.12.5

Quinta Zona Aérea.

c.

Brasil. Aeronáutica, 5a* Zona Aérea, Canoas, Rio Grande do Sul*

2.3

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

c.

Brasil» Ministério da Agricultura,

Digitalizado
-gentilmente por:

4a. Zona Aérea, sSo Paulo*

�Departamento de Administração do Ministério da Agricultura»
Brasil. Ministério da Agricultura. Dspartamento d® Administrsçacw
A
^
Departamento Economico do Ministério da Agricultura,
Brasil« Ministério da Agricultura, Departamento Eeonomico,

Secção de Segurança Nacional do Ministério da Agricultura.
Brasil. Ministério da Agrieultura. Se-eção de Segurança. ÍIa«ton*l«
A
Centro Nacional de Ensino e Pesquisas Agronomieas,
Brasil, Centro Nacional de Ensino » Pesquisaa Agronômicasr

Conselho de Fiscalização das Expedições Artísticas © Científicas
no Brasil.
Braoil, Cons«lho de Pi««ali«Â-ÇÂotíficas no Brasil.

Expediç»«a Artiatieaa « GLcn

Conselho Nacional de Protocção aos índios.
Brasil. Conselho Nacional de Protecçao aos Índios.

Conselho Florestal Federal.
Brasil. Conselho Florestal Federal,

Departeuaento de Defeí?a e Inspecção Agropecuárias.
Brasil» Departamento de Defesa e InspecçSo Agropecuárias.

Departamento de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias.
Brasil, Departamento de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias.

Departamento de Promoções Agropecuárias,
Brasil. Departamento de Promoções Agropecuárias.

Departamento de Recursos Naturais Renováveis,
Brasil, Departajnento de Recursos Naturais Renováveis»

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I Sc a n
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lí

19

�- 5 2,3.12

Instituto de Ecologia e Experimentação Agrícolas.
brasil. Instituto de Ecologia e Experimentação Agricolas.

2»3»13

Instituto de Fermentação»
Brasil, Instituto de Fermentação»

2.3.14

Instituto d© ólsos.

c.

Brasil. Instituto de óleos.

2.3.15

Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias do Lost«
Brasil» Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropeeuaria«
Leste.

2.3.16

do

Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias do Nordost«,
Brasil. Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias
Hordeste.

2.3.17

Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias do Norte.

®*

Brasil. Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias
Norte.

2.J.18

Instituto de Pesouisas e Experimentação Agropecuárias do Oeste.

c.

Brasil, Instituto de Pesouisas e Experimentação Agropeouórlaft
Oeste,

2,3,19

Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias do Sul,

c.

Brasil. Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias
Sul.

2.3.20

Serviço de Informação -Agrícola.

c»

Brasil, Serviço de Informação Agrícola.

2.3.21

Serviço de Metoreologia.

c.

Brasil. Serviço de Meteorologia.

2,3*22

Serviço de Proteção aos índios,

c.

Brasil, Serviço de Proteção aos índios,

2.3*23

Superintendencia do EInsino Agrícola e Veterinário.

do

do

do

do

Brasil, Superintendencia do Ensino Agrícola o Veterinário«

cm

1

2

3

'I Digitalizado
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17

18

19

20

�%

-62,4

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA

c»

Brasil, Ministério da Educação e Cultura,

2,4.1

Biblioteca da Secretaria de Estado,

c.

Brasil, Ministério da Educação e Cultura. Biblioteca.

2« 4.2

Biblto"teca Nacional do Rio de Janeiro,

c.

Rio d« Janeiro» Bi.blicrt«oa Nacional,

2;»4'.3

Casa de Rui Barbosa.

c»

Rio d«- jÄÄ^iro. Co-SÄ -de Rui Burboati^

2.4.4

Colégio Pedro II,

c.

Rio de Janeiro, Colégio Pedro 11^

^4*^

Comissão Nacional de Belas Artes,

c»

Brasil. Comissão Nacional de Bel«s Ajrt«.»,

Comissão Nacional do Livro Didático,
C»

BxaJSil» C«mi^íS«Lô Nacioiml do LIvto- -líldátieo»

2.4.7

Conselho Federal de Educação,

c.

Brasil, Conselho Federal de Educação.

2.4.8

Conselho Nacional de Desportos.

c.

Brasil, Conselho Nacional de Desi&gt;ortoß.

2.4.9

Conselho Nacional de

c.

Brasil. Conselho Nacional de Serviço Social^

2.4.10

Departamento de Administração do Ministério da Educação e Cultura,

c.

Brasil, Ministério da Educação e Cultura, Departamento de Admlnis
tração.

2»4,11

Departamento Nacional de Educação,

c.

Brasil, Departamento Nacional de Educação#

Serviço Social,

Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan

�Diretoria do Ensino Comercial.
Brasil. Diretoria do Ensino Comercial.

Diretoria do Ensino Industrial,
Brasil. Diretoria do Ensino Industrial.

Diretoria do Ensino Secundário»
Brasil. Diretoria do Ensino Secundário»

Diretoria do Ensino Superior.
Brasil. Diretoria do Ensino Superior.

Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico NaeimiAl.
Brasil. Diretoria do Patrimônio His1&gt;órico e Artístico Nacional#

Instituto Benjamin Constant»
Rio de Janeiro. Instituto Benjamin Con.stant.

Instituto Nacional de Educação de Surdos.
Rio de Janeiro. Instituto Nacional de Edu-caçSo de Surdos,

Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos.
Brasil. Instituto Nacional de Estudos Pt^agógi-coa.

Instituto Nacional de Cinema Educativo.
Brasil. Instituto Nacional de Cinema Educativo»

Instituto Nacional do Livro»
Brasil. Instituto Nacional do Livro.

Museu da República.
Rio de Janeiro» Museu da República,

Museu Histórico Naoional»
Rio dô Janeiro. Museu Historico Nacional.

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lí

�- 8 2.4*24

Museu Imperial de Petrápolia,

c.

Petrópolis, Rio de Jainelro« Museu Imperial^

2.4»25

Museu Nacional de Belas Artea«

c»

Rio de Janeiro. Museu Nacional de Belas ArWs.

2»4«26

Observatório Nacional,

c»

Rio de Janeiro» Observatório Nacional,

2«4i27

Secção de Seguwmça Nacional do Ministério da Eduoaeção e Cultujwi»

c.

Brasil, Ministério da Educação e Cultura. Seoçfio d« Segurança Na
cional,
"

2,4.28

Serviço de Documentação do Ministério da Educação e Cultura,

o.

Brasil, Ministério da Educação e Cultura^ Serviço de
ção,

2r4»29

Serviço de Estatística da Educação a Cultura,

•C».

&amp;r-asiL» Ministéria da Educação e Cultura-, _5r®*vi-ço_de_JBat«tí**Íjo«w

2,4.30

Serviço de Radiodifusão Educativa,

c.

Brasil, Serviço de Radiodifusão Educativa,

2,4»31-

Serviço Nacional de Teatro,

c»

Brasil, Serviço íacional de Teatro,

2,4,32

ESTABELECIMENTOS DE ENSINO 6UPSRI0R SOB A ADMINISTRAÇXO DIRETA DA
UNiXO,

2»4*32,1

Conservatório Mineiro de Música,

e.

Belo Horizonte, Conservatório Mineiro de Música.

2.4*32,2

Escola de Engenharia Industrial de Rio ftrande,

c»

Rio Grande, Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia Industrial*

2»4,32»3

Escola de Engenharia de Uberlandia.

c»

Uberlândia, Minas Gerais, Escola de Engenharia.

2,4,32.« 4

Escola de Farmácia de Ouro Preto,

c»

Ouro Preto, Minas Gerais, Escola de Farmácia.

Digitalizado
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16

DocuHi«n.ta-

17

1^

�2.4.32.5

Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro,

c.

Rio de Janeiro, Escola de Medicina e Cirurgia,

2.4.32.6

Faculdade de Direito do Amazonas,

e,

Manaus, Faculdade do Direito»

2.4.32.7

I^euldade d© Direito de Sao Luis do Maranhão,

e,

são Luis do Maranhão. Faculdade de Direito,

2.4^32,8

Faculdade de Diroito de Mato Gro«»o»

c.

Cuiabá, Faculdade de Direito,

2.4.32.9

Faculdade de Direito do Piauí,

c.

Tereaina, Faculdade de Direito,

2.4.32.10

Faculdade de Direito de Sergip«»

C«

Aracaju. Faculdade de Direito.

2.4.32.11

Faculdade de Farmácia e Odontologia de São Luis do MaranhÄ^""^

c,

são Luis do Maranhão. Faculdade de Farmácia -o- Odcntologia,

2.4.32.12

Faculdade de Farmácia e Odontologia de Alfonas,

c*

Alfenas, Minas Gerais, Faculdade de Farmácia « Odontologia.

2.4.32.13

Faculdade de Medicina do Triângulo Minsiro,

c»

Uberaba, Minas Gerais, Faculdade d» Modieina do Triângulo MIuaI
ro,

2.4.32.14

Faculdade de Odontologia de Diamantina.

c.

Diamantina, Minas Gerais, Faculdade de Direito.

2,4,32«15

Instituto de Belas Artes do Rio ö-rande do Sul,

c.

Porto Alegre, Instituto de Belas Artes.

2,4,32.16

Instituto Eletrotécnico de Itajubá,

c,

Itajubá, Minas Gerais. Instituto Eletrotécnico,

Digitalizado
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^

V

I Sc a n
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lí

19

�- 10 2.5

'

Ministério da fazenda

c»..

Brasili Ministério da Fazènda,

2*5il

Administração do Sdifíoio á&amp; Fatehdai

'óè

Brasil. Ministério jda Fazeilda. Admitilâii^açâlo ào Êdlfieie ék fktén
daj
"

24 5.2

AGÊNCIAS ADUANEIRAS

cé

À
f
Agencia Aduaneira de Cojibai
*
.A
Cojiba, Acre. Agancia Adüànaira»

2.5*2»2

Agencia Aduansifa em Maneà.

c.

Manca, Acre. Agencia Aduaneira.

2,5-i2,3

Agencia Aduaneira em Güajará-Mirim»

C«.

Guajará-41irim, Rondônia, Agência Adxianeira,..

2.5»3

Biblioteca do Ministério da Fazenda»

c.

Brasil. Ministério da Fazenda. Biblioteca«

2.5»,4

Caixa de Amortização.

c» .■

Brasil. Caixa de Amortização.

2..5.5

Casa da Moeda.

C«

Brasil* Casa da Moeda»

2i5*6

Coletorias Federais.

2i546»l

Coletoria Federal no Acre.

c.*

Acre. Coletoria Federal.

2»5*6.2

Coletoria Federal no Àftazohas,

c»

Amazonas» Coletoria Fedorkl*

2*5*2.1

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&lt;/

14

15

16

17

lí

19

�- 11 ~
2.5.6.3

Coletoria Federal na Bahia,

c.

Bahia, Coletoria Federal,

2.5.6.4

Coletoria Federal no Ceará,

c.

Ceará. Coletoria Federal.

2.5.6.5

Coletoria Federal no Espirito Santo»

c.

Espírito Santo. Coletoria Ped-eral.

2.5.6.6

Coletoria Federal em Goiás,

c.

Goiás. Coletoria Federal.

2.5.6.7

Coletoria Federal no Maranhão,

c.

Maranhão, Coletoria Federal,

2.5.6.8

Coletoria Federal em Mato Grosso,

c.

Mato Grosso. Coletoria Federal.

2.5.6.9

Coletoria Federal em Minas Gerais,

c.

Minas Gerais, Coletoria Federal.

2.5.6.10

Coletoria Federal no Pará.

c.

Pará. Coletoria Federal.

2.5.6.11

Coletoria Federal na Paraíba,

c.

Paraíba. Coletoria Federal.

2.5.6.12

Coletoria Federal no Paraná,

c.

Paraná. Coletoria Federal no Paraná.

2.5.6.13

Coletoria Federal em Pernambuco,

c,

Pernambuco. Coletoria Federal.

2,5»6.14

Coletoria Federal no Piauí,

c.

Piauí. Coletoria Federal,

Digitalizado
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I Sc a n
Syst em
&lt;/

�- 12 2.5.6.15

Coletoria Federal no Rio de Janeiro,

c.

Rio de Janeiro (estado)» Coletoria Federal»

2.5.6*16

Coletoria Federal no Rio Grande do Norte,

c»

Rio Grande do Norte. Coletoria Federal,

2.5.6«17

Coletoria Federal no Rio Grande do Sul.

c.

Rio Grande do Sul.

2,5.6«18

Coletoria Federal em Santa Catarina,

c»

Santa Catarina. Coletoria Federal.

2.5.6.19

Coletoria Federal em São Paulo,

c»

são Paulo, Coletoria Federal,

2.5.6.20

Coletoria Federal em Sergipe,

c»

Sergipe. Coletoria Federal.

2.5.6.21

Coletoria Federal em Rondônia,

c.

Rondonia (território) Coletoria Federal.

2.5.6.22

Coletoria Federal no Amapá,

e,

Amapá (território) Coletoria Federal»

2.5»6,23

Coletoria Federal em Rio Branco,

c*

Rio Branco (território) Coletoria Federal,

2.5.7

Conselho de Contribuintes,

c.

Brasil, Conselho de Contribuinte»,

2.5.8

Conselho de Terras da União,

c.

Brasil, Conselho de Terras da União.

2.5.9

Conselho de Política Aduaneira,

Cf

Brasil, Conselho de Política Aduaneira,

Coletoria Federal.

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

1

�- 13 2.5.10

Conselho Superior de Tarifa,

c.

Brasil, Conselho Superior de Tarifa.

2.3.11

Conselho Técnico de Economia e Finanças»

c.

Brasil. Conselho Técnico de Economia e Finanças.

2.5.12

Contadoria Geral da República,

c.

Brasil, Contadoria Geral da República.

2.5.13

Delegacia do Tesouro Brasileiro no Exterior,

c*

Brasil, Ministério da Fazenda. Delegacia do Tesourn
no Exterior,

2,5.14

DELEGACIAS FISCAIS

2,5.14,1

Delegacia Fiscal em Alagoas,

Cm

Alagoas, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional.

2.5*14.2

Delegacia Fiscal no Amazonas.

c,

Amazonas. Delegacia Fiscal do Tesouro KaeirmaJ.».

2.5.14.3

Delegacia Fiscal na Bahia.

c»

Bahia. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional»

2.5.14.4

Delegacia Fiscal nd Ceará.

c.

Ceara. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2.5.14.5

Delegacia Fiscal no Espírito Santo.

BMi*il»lro

Espírito Santo. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional»

2.5.14.6

Delegacia Fiscal em Goiás.

c.

Goiás, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2.5.14»?

Delegacia Fiscal no Maranhão.

c.

Maranhão. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2

3

I Digitalizado
-gentilmente por:

MScan
14

15

16

17

i&lt;

19

20

�- 14 2.5.14,8

Delegacia Fiscal em Mato Grosso.

c.

Mato örosso. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2.5.14.9

Delegacia Fiscal em Minas Gerais,

c.

Minas Gerais.

2.5.14.10

Delegacia Fiscal no Pará,

c»

Pará. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional.

2.5.14.11

Delegacia Fiscal na Paraíba.

ç»

Paraíba, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional.

2.5.14.12

Delegacia Fiscal no Paraná.

c.

Paraná. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional.

2,5.14*13

Delegacia Fiscal em Pernambuco,

c*

Pernambuco, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2,5.14,14

Delegacia Fiscal em Piauí.

c,

Piauí, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2,5,14,15.

Delegacia Fiscal no Rio do Janeiro,

c.

Rio de Janeiro (estado) Delegacia Fiscal do Tesouro Haelonal».

2,5.14,16

Delegacia Fiscal no Rio Grande do Norte.

c.

Rio Grande do Norte. Delegacia Fiscal do Tesouro Naelonalr

2,5.14*17

Delegacia Fiscal no Rio Grande do Sul.

c.

Rio Grande do Sul, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2.5.14.18

Delegacia Fiscal em Santa Catarina,

e.

Santa Catarina, Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

2.5.14.15

Delegacia Fiscal em São Paulo.

c.

são Paulo. Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional,

Delegacia

Digitalizado
-gentilmente por:

Fiscal do Tesouro Nacional,

�- X5 -

cm

1

2.5.14.20

Delegacia Fiscal em Sergipe»

c.

Sergipe. Delegacia Fiscal âo Tesouro Nacional,

2«5.15

Departamento Federal de Compras,

C«

Brasil, Ministério da Fazenda» Departamento Federal de Compras«

2,5*16

Direção Geral da Fazenda Nacional,

c.

Brasil» Direcçao Geral da Fazenda Nacional,

2,5.17

Diretoria da Despesa Pública,

e.

Brasil, Diretoria da Despesa Pública,

2«5*18

Diretoria da8 Rendas Internas,

e.

Brasil, Diretoria das Rendas Internas.

2,5«19

Diretoria de Rendas Aduaneiras,

c.

Brasil, Diretoria de Rendas Aduaneiras,

2,5.20

Divisão do Imposto de Renda,

c.

Brasil, Divisão do Imposto de Renda,

2.5*21

Divisão de Obras do Ministério da Fazenda,

c.

Brasil, Ministério da Fazenda. Divisão &lt;ie Obras*

2.5.22

Divisão do Material do Ministério da Fazenda«

c.

Brasil, Ministério da Faz-enda, DãvisÃo- ^ ObrJM,

2.5.23

ESTAÇÕES ADUANEIRAS

2.5.23.1

Estação Aduaneira em Maceió,

c.

Maceió. Estação Aduaneira,

2.5.23.2

Estação Aduaneira em Manaus,

e,

Manaus, Estação Aduaneira,

Digitalizado
-gentilmente por:

�- 16 -

cm

1

2.5.23.3

Estação Aduaneira em Salvador,

c.

Salvador. Estação Aduaneira,.

2.5.23.4-

Estação Aduaneira em Fortaleza,

c.

Fortaleza. Estação Aduaneira.

2.5.23i5

Estação Aduaneira em Vitória,

c.

Vitória, Estação Aduaneira,

2.5.23.6

Rstação Aduaneira no Rio de Janeiro,

c.

Rio de Janeiro. Estação Aduaneira.

2.5.23.7

Estação Aduaneira em Corumbá,

c.

Corumbá, Mato Grosso. Estação Aduaneira.

2.5.23.8

Estação Aduaneira em Belém,

c*

Belém. Estação Aduaneira.

2.5.23.9

Estação Aduaneira «m João Pessoa,

c,

João Pessoa, Estação Aduaneira.

2.5.23.10

Estação Aduaneira em Paranaguá,

c.

Paranaguá, Paraná, Estação Aduaneira.

2.5*23.11

Estação Aduaneira em Recife,

c,

Reeife. Estação Aduaneira.

2.5.23.12

Estação Aduaneira em Paranaíba.

c.

Paranaíba, Piauí. Estação Aduaneira«

2.5.23.13

Estação Aduaneira em Niterói.

c,

Niterói, Rio de Janeiro, Estaçao Aduaneira»

2.5.23.14

Estação Aduaneira em Natal»

c.

Natal* Estação Aduaneira.

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
st e m
&lt;/

14

�- 17 2»5.23»15

Estaçao Aduaneira em Jaguarão»
Jaguarao, Rio Grande do Sul* Estação Aduaneira.«

2.3&gt;23*16

Estação Aduaneira em Pelotas,
Pelotas, Rio Grande do Sul» Estaçao Aduaneira,

2.5»23»17

Estação Aduaneira em Porto Alegre,

c»

Porto Alegre, Estação Aduaneira,

2,5»23.18

Estação Aduaneira em Rio Grande,

C«

Rio Grande, Rio Grande do Sul« Estaçao Aduaiveira»

2#5»23.19

Estaçao Aduaneira em Uruguaiana»

c»

Uruguaiana, Rio Grande do Sul, Estaçao Aduaneira.

2.5&lt;23»20

Estaçao Aduaneira em Florianópolis,

c»

Florianópolis, Estação Aduaneira,

2,5,23»21

Estação Aduaneira em Itajaí,

C«

Itajaí, Santa Catarina, Estação Aduaneira,

2i5»23»22

Estação Aduaneira em São Francisco do Sul,

C«

são Francisco do Sul, Santa Catarina, Estaçe« Aduaneira«

2,5»23»23

Estação Aduaneira em Santos,

c.

Santos, são Paulo. Estação Aduaneira.

2,5»23»24

Estação Aduaneira em Aracaju,

c,

Aracaju. Estação Aduaneira,

2.5.23.25

Estação Aduaneira de Importação Aérea em São Paulo*

c,

são Paulo. Estação Aduaneira de Importação Aérea.

2.5.24

Laboratório Nacional de Análise.

c.

Brasil. Ministério da Fazenda, Laboratório Nacional do Análise,

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st e m
&lt;/

14

15

16

17

lí

�- 18 -

cm

2.5.25

MESAS DE RENDAS

2.5.25.1

Mesa de Renda em Rio Branco»

c.

Rio Branco (cidade) Mesa de Renda,

2,5»25.2

Mesa de Renda em Penedo,

c.

Penedo, Alagoas» Mesa de Renda.

2.5.25.3

Mesa de Renda em Capacete.

c.

Capacete, Amazonas. Mesa de Renda.

2.5.25.4

Mesa de Renda em Alcobaça.

c.

Alcobaça, Bahia. Mesa de Renda,

2.5.25.5

Mesa de Renda em Caravelas.

c.

Caravelas, Bahia, Mesa de Renda.

2.5.25.6

Mesa de Renda em Ilhéu».

c.

Ilhéus, Bahia, Mesa de Renda,

2.5.25.7

Mesa de Renda em Camoein,

o.

Camoein,

2.5.25.8

Mesa de Renda em Tutóia,

c.

Tutóia, Maranhão, Mesa de Renda,

2.5.25.9

Mesa de Renda em Bela Vista.

c.

Bela Vista, Mato Srosso. Mesa de Rend*.

2.5.25.10

Mesa de Renda em Ponta Porã,

c.

Ponta Porã, Mato Grosso. Mesa de Renda«

2.5.25.11

Mesa de Renda em Porto Esperança,

c.

Porto Esperança, Mato Grosso. Mesa de Renda.

2.5.25.12

Mesa de Renda em Porto Murtinho.

c»

Porto Murtinho, Mato Grosso, Mesa de R«nda,

12

3

5

Ceará, Mesa de Renda.

6

Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

ig

17

13

19

20

�- 19 2»5«25.13

Mesa de Renda em Antonina.

c«

Antonina, Paraná, Mesa de Renda«

2.5.25.14

Mosa de Renda na Foz do Iguaçu,

c.

Foz do Iguaçu, Paraná, Mesa de Renda,

2.5.25.15

Mesa de Renda era Angra doa Reis,

c»

Angra dos Reis, Rio de Janeiro, Mesa de Renda,

2.5.25.16

Mesa de Renda em Areia Branca,

c»

Areia Branca, Rio G-rande do Norte, Mese de Renda,

2.5.25.17

Mesa de Renda em Macau,

Cf

Macau, Rio Grande do Norte, Mesa de Renda,

2.5.25.18

Mesa de Renda em Aceguá,

c,

Aceguá, Rio Grande do Norte, Mesa de Renda,

2.5.25.19

Mesa de Renda em Dom Pedrito,

o»

Dom Pedrito, Rio Grande do Sul, Mesa de Rend^,

2.5.25.20

Mesa de Renda em Itaquí,

c,

Itaquí, Rio Grande do Sul, Mesa de Renda.

2.5.25.21

Mesa de Renda em Laguna,

c.

Laguna, Rio Grande do Sul, Mesa de Renda.

2.5.25.22
c.

Mesa de Renda em Porto Lucena,
A
Porto Lucena, Rio Grande do Sul, Mesa de Renda,

2.5.25.23

Mesa de Renda em Quaraí,

c,

Quaraí, Rio Grande do Sul, Mesa de Renda,

2.5.25.24

Mesa de Renda em Santa Vitória do Palmar,

e.

Santa Vitoria do Palmar, Rio Grande do Sul^ Mesa de Renda,

Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan

�- 20 2.5f25.*25

Mesa de Renda em São Borja»

c.

SÜo Borja, Rio G-rande do Sul» Mesa de Renda,

2.5.25«26

Mesa de Renda em Sao Sebastiao.

c.

são Sebastião,

2.5»25.27

Mesa de Renda em Macapá,

c.

Macapá. Mesa de Renda.

2.5.25.28

Mesa de Renda em Boa Vista,

c.

Boa Vista, Rio Branco, Mesa de R®nda.

2.5.25.29

Mesa de Renda em Porto Velho,

c.

Porto Velho. Mesa de Renda,

2.5,26

Procuradoria Geral da Fazenda Nacional,

c.

Brasil. Procuradoria Geral da Fazenda Nacional,

2.5,27

POSTOS FISCAIS,

2.5.27.1

Posto Fiscal em Xiborena,

o.

Xiborena, Amazonas, Posto Fiscal,

2.5.27.2

Posto Fiscal em Alegrete,

c.

Alegrete, Rio Grande do Sul. Posto Fiscal,

2.5.27.3

Posto Fiscal era Bagé,

c,

Bagé, Rio Grande do Sul, Posto Fiscal,

2.5.27.4

Posto Fiscal em Cachoeira do Sul.

c.

Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul. PoBto 7isc«l*

2.5,27»5

Posto Fiscal em Cruz Alta.

c.

Cruz Alta, Rio Grande do Sul, Posto Fiscal,

2.5.27,6

Posto Fiscal em Rosário do Sul,

c.

Rosário do Sul, Rio Grande do Sul* Posto Fiseal,

2

3

São Paulo. Mesa de Renda«

'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

20

�- 21 -

cm

1

2.5.27.7

Posto Fiscal em Santa Maria.

Cm

Santa Maria, Rio G-rande do Sul. Posto Fiscal,

2.5.27.8

Posto Fiscal em Santo Ângelo.

c.

Santo Ângelo, Rio Grande do Sul, Posto Piscai.

2.5.27.9

Posto Fiscal era São Gabriel.

c.

são Gabriel, Rio Grande do Sul. Posto Fiscal.

2.5.27.10

Posto Fiscal em Sambaquí.

c,

Sambaquí, Santa Catarina. Posto Fiscal,

2.5.27.11

Posto Fiscal era Oiaporue.

c.

Oiapoque, Amapá, Posto Fiscal,

2.5.27.12

Mesa de Renda em Ponta dos índios.

c.

Ponta dos Índios, Amapá, Posto Fiscal.

2.5.28

RECEBEDORIAS FEDERAIS

2.5.28.1

Recebedoria Federal no Estado da Guanabara,

0«

Guanabara, Recebedoria Federal,

2.5.28.2

Recebedoria Federal em Minas Gerais,

c.

Minas Gerais. Recebedoria Federal.

2.5.28.3

Recebedoria Federal em São Paulo,

c.

são Paulo, Recebedoria Federal,

2.5.29

REGISTROS FISCAIS

2.5.29.1

Registro Fiscal era Antimarí.

c,

Arttimarí, Acre. Registro Fiscal.

2.5.29.2

Registro Fiscal em Campinas,

c»

Campinas, Acre, Registro Fiscal.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

19

20

�1

- 22 2.5.29.3

Registro iTiscal em Feijó.

c.

Feijó, Acre. Registro Fiscal.

2.5.29»4

Registro Fiscal em louirí.

c.

Iquirí, Acre, Registro Fiscal.

2,5.29»5

Registro Fiscal em Juruparí,

c.

Juruparíj Acre. Registro Fiscal.

2.5.29.6

Registro Fiscal em Liberdade.

c.

Liberdade, Acre. Registro Fiscal.

2.5.29.7

Registro Fiscal em Abunã.

c.

Abunã, Rondonia. Registro Fiscal.

2.5.30

Secção de Segurança Nacional do Ministério da Fn*enda.

c.

Brasil. Ministério df? Fazenda, Secoão de Segurança líacion^l»

2.5.31

Serviço de Comunicmões do Ministério da Fazenda,

c.

Brasil. Ministério da Fazenda. Serviço de Comimicaçãaa«

2.5.32

Serviço de Estatística Econômica e Financeira do Ministério
Fazenda.

c.

Brasil. Ministério da Fa*enda, Sarviço de Estatíetlca
e Financeira.

d«

Econ^aiio^

c.

A
^
Serviço do Patrimonio da União.
A
M
Brasil. Serviço do Patrimonio da União.

2.5.34

Serviço do Pessoal do Ministério da Fazenda,

c.

Brasil. Ministério da Fazenda, Serviço do Pessoal.

2.5.35

Superintendência do Serviço de Repressão ao Contrabando«

e.

Brasil. Superintendencia do Serviço de Repressão ao Contrabando,

2.6

MINISTÉRIO DA GURRRA

c.

Brasil. Ministério da Guerra.

2.5.33

�- 23 -

cm

1

2.6.1

Ministério da Guerra, Exército,

G.

Brasil. Exército.

2.5.1.1

I Exército,

c.

Brasil, lo Exército. Rio de Janeiro.

2.6.1.2

II Exército.

C«

Brasil. 2® Exército, São Paulo,

2.6.1.3

III fiklrcito,

c.

Brasil, 3® Exército. Porto Alegre,

2.6.1.4

IV Exército,

c.

Brasil.

2.6.1.5

Ia, Região Militar.

c.

Brasil, Exército, Ig, Região Militar» Rio de Janeiro.

2.6.1.6

2a, Região Militar,

c.

Brasil. Exército, 2a, Região Militar, São Paulo*

2.6.1.7

3a, Região Militar.

c.

Brasil. Exército. 3a. Região Militar. Porto JllsgjM,

2.6.1.8

4a. Região Militar,

c.

Brasil. Exército,

2.6.1.9

5a. Região Militar.

c.

Brasil, Exército, 5a. Região Militar, Curitiba,

2.6.1.10

6a. Região Militar.

c.

Brasil, Exército. 6a, Região Militar, Salvador,

2.6.1.11

7a. Região Militar.

c.

Brasil. Exército. 7a. Região Militar, R«eife,

4° Exército. Reoife.

4a, Região Militar» Jui« d® Fora,

Digitalizado
-gentilmente por:

�- 24 2.6.1.12

3a. Região Militar.

c«

Brasil, Exército, 8a. Região Militar, Belém.

2.6.1.13

9a. Região Militar,

c.

~

Brasil. Exército. 9a. Região Militar. Campo Grande«

2.6.1.14

10a. Região Militar.

c.

Brasil, 10a. Região Militar, Portale-^a.

2.7

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E DO COMERCIO

c.

Brasil, Ministério da Industria e do Comércio«

2,7.1

Centro de Estudos Econômicos do Ministério da Indústria e do Comércio.
Brasil, Ministério da Indústria (3 do Comércio, Centro de Estudos
Economicos.

2.7.2

Consultoria Jurídica do Ministério da Indústria « do Comércio.
Brasil, Ministério da Indústria e do Comércio, Consultoria Jurídica .

2,7.3

DELEGACIAS ESTADUAIS DO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO

2.7.3.1

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Alagoas.

em

c.

Alagoas. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do
mércio.

Co-

2.7.3.2

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comercio
Amazonas.

no

c,

Amazonas- Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio.

2.7»3.3

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comercio
Bahia,

c,

Bahia, Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio,

2,7.3.4

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comercio
Ceará.

c.

Ceará. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio .

2

3

'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

17

na

no

18

19

20

�- 25 2.7.5.5

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Espirito Santo.

c.

Espirito Santo. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria
do Comércio.

2.7.3.6

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Goiás.

c»

Goiás. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comer»
cio.

2,7»3.7

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Guanabara,

c,

Guanabara. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Co
mércio.

2.7.3.8

Delegacia Estadual do Ministério da Industria e do. Comércio
Maranhao.

c.

Maranhão. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio.

2.7.3.9

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Mato Grosso.

c.

Mato Grosso. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria
Comércio.

2.7.3.10

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Minas Gerais.

c.

Minas Gerais. Delegacia Estadual do Ministério da Industria e do
Comércio.

2.7.3.11

Delegacia Estadual do Ministério de Indústria e do Comércio
Pará.

c,

Pará. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria © do
cio,

2.7.3.12

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Paraiba.

na

e.

Paraiba, Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do
mércio.

Co-

I Digitalizado
-gentilmente por:

no
m

em

na

no

em
e do

em

no

Comér-

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

19

20

�- 26 2.7.3.13

Delegacia Estadual do Ministério da Industria e do Comércio
Paraná,

c.

Paraná. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do
mércio.

2.7.3.14

Delegacia Estadual da Industria e do Comércio em Pernambuco.

C«

PernaibuGo. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e
Comércio.

do

2.7.5.15

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Piauí.

no

c.

Piauí. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do
mércio .

2.7.3.16

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Rio Grande do Norte.

c.

Rio Grande do Norte. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio.

2.7.3.17

Delegacia listadual dó Ministério da Indústria e do Comércio
Rio Grande do Sul.

o.

Rio Grande do Sul, Delegacia Estadual do Ministério da
tria e do Comércio,

2.7.3.18

Delegacia Estadual do Ministério da Induptria e do Comércio
Santa Catarina,

c.

Santa Catarina, Delegacia Estadual do Mini.Ttério da Indústria e
do Comércio.

2.7.3.19

Deleg8.cia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
são Paulo.

Rm

c.

são Paulo. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria
Comércio.

e

do

2.7.3.20

Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio
Sergipe.

em

c.

Sergipe. Delegacia Estadual do Ministério da Indústria e do Comércio .

Digitalizado
-gentilmente por:

no
Co-

Co-

no

no

Indú??-

em

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

�- 27 -

cm

1

2.7.3.21

Delegacia Regional do Ministério da Indústria e do Comércio
Distrito Federal.

c,

Brasília» Delegacia Regional do Ministério da Indústria e do Comércio.

2.7.4

Departamento de Administração do Ministério da Indústria e do Co
mércio.

e.

Brasil, Ministério da Indústria e do Comércio. Departamento
Administragão.

2t7.5

Departamento Hacional da Indústria,

e«

Brasil. Departamento Wacional da Indústria,

2.7.6 .

Departamento Nacional da Propriedade Industrial.

c.

Brasil. Departamento Nacional da Propriedade Industrial.

2.7.7

Departamento Nacional de Registro do Comércio»

C«

Brasil, Departamento Nacional de Registro do Comércio.

2.7.8

Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalizaçao»

c.

Brasil. Departamento Nacional de Seguros Privados e
ção.

2.7»9

Departamento Nacional do Comércio,

c.

Brasil. Departamento Nacional do Comércio,

2»7.10

Departamento Nacional de Pesos e Medidas,

e.

Brasil. Departamento Nacional de Pesos e Medidas

2.7.11

Instituto Nacional de Tecnologia.

c»

Brasil. Instituto Nacional de Tecnologia.

2.7.12

Secção de Segurança Nacional do Ministério da Indústria e do Comércio .

c.

Brasil. Ministério da Indústria e do Comércio.
rança Nacional,

Digitalizado
-gentilmente por:

no

d©

Capitaliza-

Secção de

Segu»

�- 28 2.7.13

Secretaria da Indústria do Ministério da Indústria e do Comércio,

«.

Brasil, Ministério da Indústria e do Comércio, Secretaria da
dústria.

2,7tl4

Secretaria do Comércio do Ministério da Indústria e do Comércio,

C«

Brasil. Ministério da Indústria e do Comércio. Secretaria do
mércio .

2.8

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E NEGÓCIOS INTERIORES

c»

Brasil. Ministério da Justiça e Negócios Interiorés.

Co-

c.

A
Agencia Nacional.
A
Brasil, Agencia Hacional,

2.8.2

Arquivo Nacional.

c.

Brasil. Arquivo Nacional,

2.8.3

Conselho Nacional de Transito.

c.

Brasil. Conselho Nacional de Transito,

2.8.4

Conselho Penitenciário,

c.

Brasil. Conselho Penitenciário.

2.8.5

Departamento de Administração do Ministério da Justiça e Negócios
Interiores,

c.

Brasil, Ministério da Justiça e Negócios Interiores, Departamento
de Administração,

2.8.6

Departamento de Imprensa Nacional,

c.

Brasil. Departamento de Imprensa Nacional,

2.8.7*

Departamento do Interior e Justiça,

c.

Brasil. Departamento do Interior e Justiça,

2*8«8

Departamento Federal de Segurança Pública,

ç.

Brasil. Departamento Federal

2.8.1

cm

In-

1

Digitalizado
-gentilmente por:

de Segurança Pública,

�- 25 2.0»9

Ministério Público Federal.

c«

Brasil. Ministério Público»

2.8.9.1

Ministério Público em Alagoas.
Alagoas, Ministério Público.

2.8.9.2

Ministério Público no Amazonas.
Amazonas. Ministério Público.

2.8.9.3

Ministério Público na Bahia,
Bahia. Ministério Público,

2.8.9.4

Ministério Público no Ceará,
Ceará, Ministério Público.

2.8.9.5

Ministério Público no Distrito Federal,
Brasília. Ministério Público,

2.8.9.6

Ministério Público no Espírito Sant»,
-CíSpírito Santo, Ministério Público»

2.8.9.7

Ministério Público em Goiás.
Soiás. Ministério Público,

2.8.9.8

Ministério Publico na Guanabara,
Guanabara. Ministério Público.

2.8.9.9

Ministério Público no Maranhão»
Maranhão. Ministério Público»

cm

2.8.9.10

Ministério Público em Mato Grosso.

e*

Mato Grosm

1

Público,

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em

�- 30 2.8.9.11

Ministério Público em Minas Gerais.

c.

Minas Gerais. Ministério Público»

2.8.9.12

Ministério Público no Pará,

c.

Pará, Ministério Público»

2.8.9.13

Ministério Público na Paraíba,

c.

Paraíba, Ministério Público.

2.8.9.14

Ministério Público no Pernambuco»

c,

Pernambuco, Ministério Público.

2.3.9.15

Ministério Público no Paraná,

c»

Paraná, Ministério Público,

2.8.9.16

Ministério Público no Piauí.

C«

Piauí, Ministério Público.

2.8.9.17

Ministério Público no Rio de Janeiro»

c.

Rio de Janeiro, Ministério Público,

2.8.9.18

Ministério Público no Rio Grande do Korte.

c.

Rio Grande do Norte. Ministério Públioo.

2.8.9.19

Ministério Público no Rio Grande do Sul.

c.

Rio Grande do Sul. Ministério Público.

2.8.9.20

Ministério Público em Santa Catarina,

c.

Santa Catarina, Ministério Público,

'

2.8.9.21

Ministério Público em Sao Paulo,

c.

são Paulo, Ministério Público,

2.8.9.22

Ministério Público em Sergipe,

c.

Sergipe. Mi nist«^-io Público.

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

1

�- 31 -

cm

1

2.8.10

Procuradoria Geral da República.

c.

Brasil, Procuradoria Geral da República.

2.8.11

Serviço de Assistência a Menores.

c.

Brasil. Serviço de Assistência a Menores,

2,8.11.1

Escola Agrícola de Artur Bernardes.

c.

Viçosa, Minas Gerais. Escola Agrícola Artur Bernardea,

2.8.12

Serviço de Docianentaçao do Ministério da Justiça e Negócios
teriores.

e.

Brasil. Ministério da Justiça e Negócios Interiores, Serviço
Documentação,

2.8.13

Serviço de Estatística Demográfica, Moral e Política.

c.

Brasil. Serviço de Estatística Demográfica, Moral e Política,

2,9

MINISTÉRIO DA MARINHA

c.

Brasil. Ministério da Marinha,

2.9.1

Comando Naval em Brasília,

c.

Brasil. Marinha, Comando Naval em Brasília.

2.9.2

Conselho do Alrairantado.

e.

Brasil. Marinha. Conselho do Almirantado.

2.9»3

Corpo de Fuzileiros Navais,

c.

Brasil. Marinha, Corpo de Fuzileiros,

2.9.4

Diretoria de Aeronáutica de Marinha,

c.

Brasil, Marinha, Diretoria de Aeronáutica,

2.9.5

Diretoria de Armamentos de Marinha.

c.

Brasil. Marinha, Diretoria de Armameaato,

Digitalizado
-gentilmente por:

Inde

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

�- 32 2,9,6

Diretoria de Eletrônica,

c»

Brasil. Marinha, Diretoria de Eletrônica,

2.9«7

Diretoria de Engenharia de Marinha,

c.

Brasil. Marinha. Diretoria de Engenharia.

2,9.8

Diretoria de Hidrografia e Navegagão.

c.

Brasil, Marinha, Diretoria de Hidrografia e Navegaçao,

2,9«9

Diretoria de Intendencia da Marinha,

c.

Brasil. Marinha, Diretoria de Intendencia.

2.9,10

Diretoria de Portos e Costas,

c.

Brasil. Marinha. Diretoria de Portoô © Costas,

2,9»11

Escola de Marinha Mercante,

c»

Rio de Janeiro, Escola de Marinha Mercante.

2,9,12

Estado Maior da Armada,

e,

-

Brasil. Marinha, Estado Maior.

2,9«13

Tribunal Marítimo,

c.

Brasil. Tribunal Marítimo,

2,10

MINISTÉRIO DAS MINAS E EHERGIA

e.

Brasil, Ministério das Minas e Energia.

2.10.1

Conselho Nacional de Águas e Energia Elótrio«..

c.

Brasil, Conselho Nacional de Äguas e Energia El«+rlea«

2.10.2

Conselho Nacional de Minas e Metalurgia,

Cm

Brasil, Conselho Nacional de Minas e Metalurgia,

�- 33 -

cm

1

2»10,3

Conselho Nacional de Petróleo,

C«

Brasil, Conselho Nacional do Petróleo,

2.10.4

Departamento Nacional da Produção Mineral,

c.

Brasil. Departamento Nacional da Produção Minaral,

2.11

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

c.

Brasil, Miniatério das Relações Exteriores,

2.m.

CcHuiaeão Brasileira Demarcadora de Limites.

C«

Brasil. Comissão Brasileira Demaroadora de Limites»

2.11.2

Instituto Rio Branco.

e.

Rio de Janeiro. Instituto Rio Branco.

2.12

MINISTÉRIO DA SAÚDE

c.

Brasil, Ministério da Saude.

2.12«!.

Comissão Nacional de Alimentação,

c.

Brasil. Comissão Nacional de AllmentaoSo,

2.12,2

Conselho Nacional de Saúde,

c.

Brasil.

2.12.5

Qepart-amento de Administração do MinLstério d&amp; Saúde,

c.

Brasil. Ministério da Saúde. Dejjartamento de Administração»

2.12.4

Departamento Nacional da Criança.

c.

Brasil. Departamento Nacional da Criançô,

2.12.5

Departamento Nacional de Endemias Rurais,

c.

Brasil. Departamento Nacional de Endemias Rurais»

Conselho Nacional de Saúde,

Digitalizado
-gentilmente por:

�- 34 2.12.6

Departamento Nacional de Saúde.

c.

Brasil. Departamento Nacional de Saúde»

2,12,7

Instituto Oswaldo Cruz.

c.

Rio de Janeiro. Instituto Oswaldo Cruz»

2«12,8

Secção de Segurança Nacional.

c.

Brasil. Ministério da Saúde. Secção de Segurança Nacional#

2.12»9

Serviço de Biometria Médica,

c.

Brasil. Serviço de Biometria Médica,

2»12.10

Serviço de Documentação do Ministério da Saúde,

c.

Brasil. Ministério da Saúde, Serviço de Documentação.

2.12.11

Serviço de Estatística da Saúde.

c.

Brasil. Serviço de Estatística da Saúde.

2.12.12

Serviço Federal de Bioestatíatica.

c.

Brasil, Serviço Federal de Bioestatíatica.

2.12.13

Serviço Nacional de Doenças Mentais.

e.

Brasil.

2.12.14

Serviço Nacional de Educação Sanitária,

c.

Brasil. Serviço Nacional de Educação Sanitária,

2.12.15

Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmácia,

c.

Brasil. Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmáclfl,

2,12.15

Serviço Nacional de' Fiscalização da Odontologia,

c.

Brasil, Serviço Nacional de Fiscalização da Odontologia,

Serviço Nacional de Doenças Mentais,

Digitalizado
-gentilmente por:

�- 35
2*12.17

Serviço Nacional de Lepra,

C«

Brasil. Serviço Nacional de Lepra,

2.12.18

Serviço Nacional de Saúde dos Portos.

c.

Brasil, Serviço Nacional de Saúde dos Portos,

2.12.19

Serviço Nacional de Tuberculose»

c.

Brasil. Serviço Nacional de Tuberculose,

2.12.20

Serviço Nacional do Cancer.

c.

Brasil. Serviço Nacional do Cancer,

2»13

MINISTÉRIO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL

c.

Brasil. Ministério do Trabalho e Prevideneia Social.

2.13»1

Comissão do Imposto Sindical,

c.

Brasil. Comissão do Imposto Sindical,

2.13.2

Comissão Permanente de Direito Social,

c.

Brasil. Comissão- Fermanente^ de Direito Sooia.1«

2.13.3

Comissão Técnica de Orientação Sindical,.

c.

Brasil. Comissão Técnica de Orientação Sindicalt

2.13.4

Conselho Superior da Previdência Social,

c.

Brasil. Conselho Superior da Prevideneia Social»

2.13.5

DELEGACIAS DO TRABALHO MARÍTIMO

2,15»5»1

Delegacia do Trabalho Marítimo em Aracaju,

c». •

Aracaju. Delegacia do Trabalho Marítimo,

2.13.5.2

Delegacia do Trabalho Marítimo em Belém,

c.

Belém. Delegacia do Trabalho Marítimo.

Digitalizado
-gentilmente por:

�- 36 2.13.5.3

Delegacia do Trabalho Marítimo em Corumbá,
Corumbá, Mato Grosso, Delegacia do Trabalho Marítimo«

2.13.5.4

Delegacia do Trabalho Marítimo em Florianópolis,

c.

Florianópolis. Delegacia do Trabalho Marítimo.

2.13.5.5

Delegacia do Trabalho Marítimo em Fortaleza,

c.

Fortaleza. Delegacia do Trabalho Marítimo»

2.13.,5.6

Delegacia do Trabalho Marítimo em Foz do Iguaçu,

c.

Foz do Iguaçu, Paraná, Delegacia do Trabalho Marítimo,

2.13..5,7

Delegacia do Trabalho em João Pessoa,

c.

João Pessoa, Delegacia do Trabalho Marítimo,

2.13.5.8

Delegacia do Trabalho Marítimo em Maceió.

Q,

Maceió. Delegacia do Trabalho Marítimo.

2.13.5.9

Delegacia do Trabalho Marítimo em Manaus,

e,

Manaus, Delegacia do Trabalho Marítimo.

2.13.5.10

Delegacia do Trabalho Marítimo em Natal,

c.

Natal, Delegacia do Trabalho Marítimo.

2.13.5.11

Delegacia do Trabalho Marítimo em Paranaguá,

ç,

Paranaguá, Paraná, Delegacia do Trabalho Mariliimo,

2.13.5.12

Delegacia do Trabalho Marítimo em Parnaíba.

c.

Parnaíba, Piauí. Delegacia do Trabalho Marítimo,

2.13.5.13

Delegacia do Trabalho Marítimo em Pirapora,

c,

Pirapora, Minas Gerais. Delegacia do Trabalho Marítimo,

2.13.5.14

Delegacia do Trabalho Marítimo no Recife,

c.

Recife. Delegacia do Trabalho Marítimo,

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em

�- 37 Delegacia do Trabalho Marítimo no Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro« Delegacia do Trabalho Marítimo,

Delegacia do Trabalho Marítimo em Rio Grande,
Rio Grande, Rio Grande do Sul, Delegacia do Trabalho Marítimo.»

Delegacia do Trabalho Marítimo em Salvador.
Salvador, Delegacia do Trabalho Marítimo,

Delegacia do Trabalho Marítimo em Santos,
Santos, são Paulo, Delegacia do Trabalho Marítimo»
X
Delegacia do Trabalho Marítimo em São Luis do Maranhão.,
são Luis do Maranhão, Delegacia do Trabalho Marítimo,

Delegacia do Trabalho Marítimo em Vitória,
Vitória, Delegacia do Trabalho Marítimo,

DELEGACIAS REGIONAIS DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL
A
Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social em Alagofifc
A
Alagoas, Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social«
A
Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social no Amazonas,
A
Amazonas, Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social,

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social na Bahia,
Bahia, Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social,

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social no Ceará,
Ceará, Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social,

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social no Espírito Santo.
Espirito Santo, Delegaci?. Regional do Trabalho e Previdência So
ciai.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

19

�- 38 2.13.6.6

Delegncia Regionnl do Trab'alho e Previdência Sociil em Goiás.

c.

Goiás. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

2.13.6.7

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social no Maranhao,

c.

Maranhão, Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

2.13.6.8

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social em Mato Gros
so.
A
Mato Grosso. Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia
Social.

c.

2.13.6.9

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social em Minas Ge
rais.
"

c.

Minas Gerais. Delegacia Reg'ional do Trabalho e Previdência
cial,

2.13.6.10

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social no Pará.

c.

Pará. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

2.13.6.11

Delegacia Regional do Trabalho « Previdência Social na Paraíba,

c.

Paraíba. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

2.13.6.12

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social no Paraná»

c.

Paraná, Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

2.13.6.13

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social em
buco.

c.

Pernambuco. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social»

2.13.6.14

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social no Piauí. .

c.

Piauí. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social,

2.13.6.15

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social no
Janeiro.

c.

Rio de Janeiro (estado) Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social.

2.13.6.16

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social do Rio Gran
de do Norte.
~

c.

Rio Grande do Norte. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

2

3

I Digitalizado
-gentilmente por:

So-

Pernam-

Rio

do

I Sc a n
14

15

16

17

18

19

20

�Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social
Grande do Sul,

no

Rto

A
Rio Grande do Sul. Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social.

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social em
Catarina,
Santa Catarina. Delegacia Regional do Trabalho e
Social.

Santn

A
Previdencia

Delegacia Regional do Trabalho e Previdência Social em
Paulo.

São

são Pa'ulo. Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia
cial,

So-

Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social em Sergipe.
Sergipe. Delegacia Regional do Trabalho e Previdencia Social»

Departamento de Administração do Ministério do Trabalho e Pre
videncia Social.
Brasil. Ministério do Trabalho e Previdência Social. Departamento de Administração.

Departamento Nacional de Previdencia Social.
Brasil-. Departamento Nacional de Previdencia Social,

Departamento Nacional do Trabalho.
Brasil. Departamento Nacional do Trabalho,

Ministério Público Junto à Justiça do Trabalho,
Brasil. Ministério Público Junto à Justiça do Trabalho.

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho em Belo Horis©nte.
Belo Horizonte, Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho,

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho em Fortaleza,
Fortaleza. Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho,

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

19

�- 40 2.13»10.3

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho em Porto Alegre,

C«

Porto Alegre. Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho,

2.13.10,4

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho no Recife,

c»

Recife, Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho.

2,13,10,-5

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho no Rio de Janeiro,

c.

Rio de Janeiro. Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho,

2.13»10«6

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho em Salvador,

c»

Salvador, Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho.

2.13.10.7

Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho em São Paulo,

c,

são Paulo. Procuradoria Regional da Justiça do Trabalho.

2.13.11

Secção de Segurança Nacional do Ministério do Trabalho e
videncia Social,

c*

Brasil. Ministério do Trabalho e Previdência Social. Secçao àe
Segurança Nacional.

2.13.12

Serviço Atuarial do Ministério do Trabalho e Previdencia
cial .

c.

Brasil. Ministério do Trabalho e Previdência Social,
Atuarial,

2..13.13

Serviço de Documentação do Ministério do Trabalho e
cia Social.

c.

Brasil. Ministério do Trabalho e Previdência Social,
de Documentação,

2,13.14

Serviço de Estatistica da Previdencia Social.

c.

Brasil, Ministério do Trabalho e Previdência Social.
de Estatística,

2,14

MINISTÉRIO DA VIAÇÃO E OBRAS PÚBLICAS.

c.

Brasil. Ministério da Viaçao e Obras Públicas,

2,14,1

Biblioteca do Ministério da Viação e Obras Públicas,

0-

Brasil. Ministério da Viação e Obras Públicas. Blioteca,

2

3

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em

Pre«

So-

Serviço

PrevidênServiço

Servl'^o

NN|III
15

16

17

18

19

20

�- 41 2.14.2

Comissão Executiva do Plano Postal»

c.

Brasil.

2.14.3

Departamento de Administração do Ministério da Viação e
Públicas.

c.

Brasil. Ministério da Viação e Obras Públicas, Departamento
Administração.

2,14»4

Departamento de Correios e Telégrafos,

c»

Brasil, Departamento de Correios e Telégrafo^s#

2.14.5

Departamento Nacional de Obras Contra as Secas.

c»

Brasil, Departamento Nacional de Obras Contra as Secas.

2.14.6

Departamento Nacional de Portos, Rios e Canais,

c.

Brasil. Departamento Nacional de Portos, Rios e Canais,

2.14.7

Secção de Segurança Nacional do Ministério da Viação e Obras Pub li
cas.

c.

Brasil, Ministério da Viaçao e Dbra.s Públicas. Secçao de
rança. Nacional,

2»14.8

Serviço de Documentação do Ministério da Viai^ão e Obras Pública&amp;

c.

Brasil, Ministério da Viação e Obras Públicas, Serviço de Documen
tação.

3,

PODER JUDICIÁRIO

3.1

Justiça do Distrito Federal.

c.

Brasil. Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

3.2

Justiça do Trabalho.

e.

Brasil. Justiça do Trabalho.

3.3

Justiça dos Territórios,

c.

Brasil, Justiça dos Territórios.

Comissão Executiva do Plano Postal,

Obras
de

Segu-

�- 42 3.4

Justiça Eleitoral.

c.

Brasil. Justiça Eleitoral.

3.5

Justiça Militar,

c.

Brasil. Justiça Militar.

3.6

Supremo Tribunal Federal,

c.

Brasil. Supremo Tribunal Federal.

3.7

Tribunal Federal de Recursos.

c.

Brasil. Tribunal Federal de Recursos,

3.8

Tribunal Superior Eleitoral.

c

Brasil. Tribunal Superior Eleitoral,

4.

ORGÂOS AUXILIARES

4.1

Conselho Nacional de Economia,

o.

Brasil. Conselho Nacional de Economia.

4-,2

Tribunal de Contas.

c

Brasil. Tribunal de Contas.

•

AUTARQUIAS

Caixa de Crédito Cooperativo.
Brasil. Caixa de Crédito Cooperativo.

Caixa de Crédito de Pe'sca.
Brasil.

Caixa de Crédito de Pesca.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em

�- 43 5.3

Caixa de Mobilização e Fiscalização Bancária,

c.

Brasil. Caixa de Mobilização e Fiscalização Bancária.

5#4

Departamento Nacional de Estradas de Rodagem,

c.

Brasil, Departamento Nacional de Estradas de Rodagem.

5.5

Estrada

c.

Brasil, Estrada de Ferro Central do Brasil.

5.6

Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

c.

Brasil, Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

5.7

Estrada de Ferro Santos-Jundiaí.

c.

Brasil. Estrada de Ferro Santos-Jundiaí.

5.8

Instituto Brasileiro de G-eografia e Estatística.

Cl

Brasil, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística«

5.9

Instituto Brasileiro do Café.

c»

Brasil, Instituto Brasileiro do Café,

5.10

Instituto de Aposentadoria e Pensoes da Estiva,

c.

Brasil, Instituto de Aposentadoria e Pensoes da Estiva,

5.11

Instituto de Aposentadoria e Pensoes dos Bancários,

Cm

Brasil, Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários,

5.12

Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários.

c.

Brasil. Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários,

5.13

Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes ô
Cargas,

c.

Brasil, Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Trans
portes e Cargas,

de Ferro Central do Brasil.

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
st e m
&lt;/

14

15

16

17

lí

�- 44 5.14

Instituto de Aposentadoria e Pensoes dos Ferroviários e
em Serviços Públicos.

Eupregado^

Brasil, Instituto de Aposentadoria e Pensoes dos Ferroviários e Em«
pregados em Serviços Públicos.

5.15

Instituto de Aposentadoria e Pensoes dos Induatriârios.

e«

Brasil. Instituto de Aposentadoria e Pensoes dos Industrlários.

5.16

Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos.

C«

Brasil* Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimosj

5.17

Instituto de Providencia e Assistência dos Servidores do Estado,

c.

Brasil, Instituto de Prevideneia e Assistência dos Servidor^js do Es
tado.
-

5.18

Instituto do Açuoar e do Álcool.

c.

Brasil. Instituto do Açúcar e do Álcool.

5.19

Instituto Nacional do Mate,

c.

Brasil, Instituto Nacional do Mate.

5.20

Instituto Nacional do Pinho,

c.

Brasil, Instituto Nacional do Pinho.

5.21

Instituto Nacional do Sal,

c.

Brasil, Instituto Hacional do Sal

5.22

Lóide Brasileiro

c.

Brasil. Lóide Brasileiro

5.23

Serviço de Alimentação da Previdência Social,
Brasil, Serviço de Alimentação da Previdência Social»

cm

1

5.24

Serviço de Navegação da Bacia do Prata.

c.

Brasil. Serviço de Navegação da Bacia do Prata,

5.25

Serviços de Navegação da Amaisonia e de Administração do Porto do Pa
rá,
.
•

cs.

Brasil, Serviços de Navegação da Amazônia e de Administração do PÔr
to do Pará.
~

2

3

'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

20

�-456,

UNIVERSIDADES FEDERAIS

6.1

Universidade de Alagoas,

c.

Alagoas. Universidade,

6.2

Universidade da Bahia,

c,

Bahia, Universidade»

6.3

Universidade do Ceará,

c.

Ceará. Universidade.

6.4

Universidade do Espírito Santo,

c.

Espírito Santo. Universidade»

6.5

Universidade de Goiás,

c,

Goiás, Universidade,

6.6

Universidade de Juiz de Fór«.,

c»

Juiz de Fora, Universidade,

6.7

Universidade de Minas Gereiie#

e.

Minas Gerais. Universidade,

6.8

Universidade do Pará,

e.

Pará. Universidade.

6.9

Universidade da Paraiba,

c.

Paraiba, Universidade.

6.10

Universidade do Paraná,

c#

Paraná, Universidade,

6.11

Universidade do Recife»

c»

Recifei Universidade.

I

Digitalizado
gentilmente por:

""
^

�- 46 -

Universidade do Brasil.
Rio de Janeiro. Universidade.do Brasil.

6.13

Universidade do Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro

6.14

(estado) Universidade.

Universidade do Rio Grande do Norte.
Rio Grande do Morte. Universidade.

6.15

Universidade do Rio Grande do Sul.
Rio Grande do Sul, Universidade.

6.16

Universidade de Santa Catarina,

c.

Santa Catarina, Universidade.

6.17

Universidade de Santa Maria,

c.

Santa Maria. Universidade,

6.18

Universidade Federal de São Paulo,

c-

São Paulo. Universidade Federal,

— ooo

cm

1

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
&lt;/

�- 47

BIBLIOGRAFIA

CONSULTADA'

1 - American Library Association,
,

and title entries«

Cataloging rulea for author and

Chicago,A.L.A., 1949«

2 - Biblioteca Apostólica Vaticana.
pressos«

3 - Brasil,

Normas para catalogagão de im

Rio de Janeiro, I.B#B.D», 1962,

Lei 4.177. de 11 de dezembro de 1962t receita e des-

pesa»

4 — International Federation of Library Associations»

Relatório o

ficial da Conferencia Internacional de Catalogação»

Paris^

IFLA, 1961.

5 - Musso, Luis Alberto.

Guia de encabezamientos de autores cor-

porativos uruguayos»

Montevideo, Agrupacion Bibliotecolo—

gica del Uruguay, 1961« 71f,

6 — Ossorguino, Mme,

Les regles de catalogage des

auteurs en U,R,S.S.

collectivitéfl

Bulletin des Bibliotheques de France,

2(6): 423-427, juin 1958,

7 - Wasilevskaja, V.A«

Collectivites-auteurs.

Bulletin des Bi-

bliotheques de France, ^(9-10)sep,1961,

8 - Informações conseguidas através de cartas e telefonemas,

Con-

sulta ao Catálogo Coletivo Rdgionftl da Universidade de

São

Paulo,

ooo

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�- 48 APÊNDICE

1

PODER LEGISLATIVO
Brasil,

Congresso Nacional.

O poder legislativo é exercido pelo Congresso Nacional,
compete,

com a sanção do Presidente da República: votar o

A este

Orçamento;

votar os tributos próprios da União e regular a arrecadação e a

dis-

tribuição das suas rendas; dipor sobre a dívida pública federal

e os

meios de solvê-la; criar e extinguir cargos públicos e fixar-lhes

os

vencimentos, sempre por lei especial; votar a lei de fixação das forças armadas para o tempo de paz; autorizar a abertura e operaçoes

de

crédito e emissões de curso forçado; transferir temporariamente a sede do Governo Federal; resolver sobre limites do território nacional;
legislar sobre bens do domínio federal e sobre todas as matérias de
A
^
competencia da União, ressalvada a matéria a que se refere sua compeA
tencia exclusiva.
Exclusivamente; resolver em definitivo sobre os tra
tados e convenções celebrados com os Estados estrangeiros pelo Presidente da República; autorizar o Presidente da República a

declarar

guerra e a fazer a paz; autorizar o Presidente da República a

permi~

tir que forças estrangeiras transitem pelo território nacional;

ou^

por motivo de guerra, nele permaneçam temporariamente; aprovar ou sus
pender a intervenção federal, quando decretada pelo Presidente da República; conceder anistia; aprovar as resoluções das assembléias

le-

gislativas estaduais, sobre incorporação, subdivisão ou desmenbramen—
to de Estados; autorizar o

Presidente da República e o Vice-Presiden

te da República a se ausentarem do país; julgar as contas do Presiden
te da Republica; fixar a ajuda de custo dos seus membros bem

como

9

Subsidio d©s"t8s e os do PrGsídônije e do Vic©—PrGSxdente dp. RGpúblxcs.}
reformar a Constituição de acordo com a forma prevista em seu próprio
texto.
ORGANIZAÇÃO
a) Camara dos Deputados
b) Senado Federal
ENDERÉCO
Praça dos Tres Poderes
Brasília - D.F.

cm

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�- 49 APÊNDICE

CÂMARA
Brasil,

DOS

2

DEPUTADOS

Gamara dos Deputados.

FINALIDADE;

Compete a declaração, pelo voto da maioria absoluta

dos seus membros, da procedência ou improcedíncia da acusação contra o
Presidente da República e contra os Ministros de Estado, nos crimes co
nexos com os do Presidente da República; a iniciativa da tomada de con
tas do Presidente da República, mediante designação de comissão

espel

cial, quando não forem apresentadas ao Congresso Nacional dentro de ses
senta dias apo's a abertura da sessão Legislativa.

ORGANIZAÇÃO;

Comp5e-se de representantes do povo, eleitos segun

do o sistema de representação proporcional, pelos Estados, pelo DistrI
to Federal e pelos Territórios.

O número de deputados será fixado por

Lei, em proporção que não exceda um para cada cento e cinqüenta mil ha
bitantes até vinte deputados, e, além desse limite, um para cada du^en
tos e cinqüenta mil habitantes. Cada Território terá um deputado e
de sete deputados o número mínimo por Estado e pelo Distrito Federal.

ENDEREÇO;

Praça dos Três Poderes
Brasília - D.F,

cm

1

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-gentilmente por:

é

�- 50 APÊNDICB

SENADO

5

FEDERAL

Brasil.

Senado Federal,

FINALIDADE;

julgar o Presidente da República nos crimes de res-»

ponsabilidade e os Ministros de Estados nos crime» da mesma

naturesa

conexos com os daquele} processar e julgar o» Ministros do Supremo Tri
bunal Federal e o Procurador Geral da República, nos crimes de responsabilidade; aprovar, mediante voto secreto, a escolha de

magistrados,

nos casos estabelecidos pela ConstituigSo, do Procurador (Jeral da Repú
blica, dos Ministros do Tribunal de Contas, do Prefeito do Distrito Fe
'
wm
deral, dos membros do Conselho Nacional de Economia e dos Chefes de mis
aão diplomatica de caráter permanente; autorizar os empréstimos externos dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios»

Incumbe-lhe,

ainda, suspender a execução, no todo ou em parte, de lei ou decreto d®
clarados inconstitucionais por decisão definitiva do Supremo

Tribunal

Fed,eral,

OR&amp;ANIZAÇXO;

compõe-se de representantes dos Estados e do Distrito Fe

deral, eleitos segundo o princípio majoritário.
sim o Distrito Federal, elegerá três senadores.

ENDERÊÇOt

Praça dos Tres Poderes
Brasília - D.F,

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Cada Estado, e bem as

�- 51 APÊNDICE

4

PRESIDÊNCIA DA REPÜBLICA
Brasil.

Presidência,

residente d= HepubXioa é o Chefe do Poder Eiceoutivo.

Compete

lhe sancionar, promulgar e fazer puMioar aa leis e expedir decretos I
regulamentos para a s„a fiel execuçSo, vetar, „„3 termoa do Art= 70, §
1". da Constituição, os projetos de lei, nomear e demitir os Ministes
ae Estados, nomear e demitir o Prefeito do Distrito Federal

(Arf 26,

1» e 2«) e os membros do Conselho Nacional de Economia (Art» 205

§

l=)i promover, na forma da lei e com as ressalvas estatuídas pela cóns
tituiçao, os cargos públicos federais, manter relasSes com o.
estrangeiros, celebrar tratados e oonvençSes internacionais

Estado!
"ad refe.

rendum" do Congresso Nacional, declarar guerra depois de autorizado pe
Io Congresso Nacional, ou sem essa autorizaçSo no caso da agressio .si
trangeira, ,uando verificada no intervalo das sesso-es legislativas, fa
zer a paz, com autorização e "ad referendum" do Congresso Nacion.üper
mitir, depois de autorizado pelo Congresso »acionai, ou sem essa

autõ

rizaçao no intervalo das seasSes legislativas, que fírças estrangeiras
transitem pelo territárlo do país ou, por motivo de guerra, nele perma
neçam temporariamente, exercer o comando supremo das firças

armadas!

administrando-as por intermédio dos o-rgSos competentes, decretar a mobilização^total ou parcial das forças armadas, decretar o estado de s£
tio nos termos da Constituição, decretar e executar a intervenção

fel

deral, nos termos dos Arts. 7 a 14 da Constituição, autorizar brasilei
ros a agitarem pensão, emprSgo ou comissão de governos

estrangeirosi

enviar à CÍmara dos Deputados, dentro dos primeiros dois meses da sessão legislativa, a proposta

de orçamento, prestar anualmente ao

Con-

gresso Nacional, dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa, as contas relativas ao exercício anterior, remeter mensagem
ao Congresso Nacional por ocasião da abertura da sessão

legislativa,

dando conta da situação do país e solicitando as providencias cue jul«ar^necessárias, conceder indulto e comutar penas, com audiáncia

dos

Órgãos instituídos em lei,
ENDERÉCOi Palácio do Planalto
Praça dos Três Poderes
Brasília - D,F,

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gentilmente por:

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ÍSÂRSI-

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ij^ &gt;1

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLI0TSG0N0MI4 E DOCUIÍENTAÇÃO

Escolas de Biblioteconoraia do Brasil
por
Laura Garcia Moreno Russo

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

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UNIVERSIDADE DO CEARÄ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1963

TEMA IV

-

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA

1, ESCOLAS DE BIBLIOTECONOMIA DO BRASIL

par

Laura Garcia Moreno Ru»äo {♦)

CDU 578,9 s 02+002

^'iCt
V. 3&gt;

Presidente da Federação Brasileira- de Associações de^Biblioteeários
Secretária Geral da Seeção America Latina da Federagao Internacional
de Associações de Bibliotecários
Chefe da Secção de Aquisição e Registro da Biblioteca Municipal de
são Paulo

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1

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-gentilmente por:

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ESCOUS DE BIJLIOTECONÜI.JA DO 3R;\SIL
191^

-

1963

A BIBLIOTECONOMIA brasileira adquiriu un nivel bem elevado, em
^
/V
comparaçao con o que se observa em muitos outros paises. Investigações
realizadas para levar a efeito este trabalho determinaram a situação
desse setor cultural em nosso pais.

Os levantamentos revelaram a exis-

teneia de onze eseolag de biblioteoonoi.úa e documentação, sendo oito
vinculadas a Universidades, uma diretamente ao HEC e duas autonomas.

Ha 52 anos, justamente, foi fundado no Brasil o primeiro curso
de biblioteconomia, na cidade do Hio de Janeiro, pelo Dr« Manuel Gi'cero
Peregrino da Silva,

O üecreto Federal nß 8835» de 11 de julho de I9II, que aprovou
o Regulamento da Biblioteca Nacional, estruturou o curso que começou
funcionar em abril de 1915»

Ê interessante notar no Capítulo IX,

a
do

referido Decreto, a atualidade de objetivos que hoje trazem as organiza
ções nacionais e internacionais profundamente interessadas o que sãoí

a) - permutas internacionais;
b) ~ organização, segundo o sistema de classificação docima e
por meio de fichas, do repertório bibliográfico brasilej^
ro j
.
*w
*
c) - impressão dessas fichas, para serem expostas a venda)
dj - organizaçao do catalogo coletivo das bibliotecas brasa. leiras;
eJ " uso publico dos repertorios e do catalogo coletivo

vários Decretos reestruturaram os ^rsos da Biblioteca Nacional
e sao elesj 15*596, de 2 de agosto de 1922; I5.67O, de 6 de setembro

de

1922; 20«673j de 17 de novembro de 193l&gt; J3ecreto-Lei 6.Í1Í4O, de 27 de
abril de I9ÍU+» 15»395» de 27 do abril de 19kU e, finalmente, o de numero
550^ do 10 de fevereiro de 1962.

• • •

�SÃO PA'uLO E A BIDLIOTECOWüLnA

Data de 1929 o primeiro curso elenentar, ministrado no "MackenII
*
zie College , pela bibliotocaria americana Kiss Dorothy i'juriel Geddes,

Ein 23 de janeiro de 1930 ouviu-se, novamente, falar da necessidade da formação de técnicos para as nossas bibliotecas.

Sob a direção

do Dr, Eurico de Goes, diretor da :]i.'lioteca líunicipal, foi organizado
um curso sob os auspicios do Instituto Historico e Geográfico

de

são

Paulo,
\
Estavam assim lançadas as bases para um curso regular de biblio
teconomia, que viria a ser criado pelo Departamento de Cultura, tendo cm
vista as exigenoias do -^rtß 195» letra o do Ato III1.6, de 4 de julho
.
A
^
1956, da Prefeitura do ilinicipio de Sao i-aulo.

de

Ha 27 anos, pois, a escola foi saudada com expectativa confiante,
4%
ã
por todos aqueles que se dedicavam ao mister de cuidar dos acervos biblio
gráficos das bibliotecas paulistas,

Foi grande o interesse despertado pelo curso e isto demonstra o
nunero de matrículas que, em maio do 1937» atingiu a 215 alunos.

Em 20 do dezembro de 1938

Efefeitura Ilunicipal formou a

sua

primeira turma do bibliotecários, constituída de 59 alunos, que consegui
ram terminar o curso,

Á Escola dc Biblioteconomia do ^ao Paulo contou, nos primeiros
anos de sua fundação, com a competência profissional do ^bens Borba
ves de Lioraes o Adelpha Silva •'■'odrigucs de Figu&amp;:.redo, dois entre os
maiores, bibliotecários brasileiros.

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-gentilmente por:

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.O"
14

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16

1

�-3E&gt;:TINÇÃ0 do curso da Pj-EFEIIUII/. MUI-nCIpAL de são Pi.ULO

1939 i'oi cancelada a subvenção dada ao Curso de Bibliotoconinia
o, em seguida, suprimido»

Não desaninaran os funf'adores da í&gt;scola, que procuraram o apoio
da Escoja Livre de Sociologia e •Política dò Sao' Paulo,

O curso foi reinsta

lado em maio de I9Í4O, no Edifício da ^scola Alvares Penteado, onde funcio nou ate 28 de setembro de 195^» Dessa data em diante a Escola do 3ibliotoco
nomia passou a funcionar a Rua ^^enoral Jardim 522, en ediiicio proprio

da

Escola do Sociologia e Politica de «ao -^aulo^

Ümo. das cousas que mais contribuiram para a propÂ-^uçao da ciência
biblioteconôraica no i3rasil foi a' conocssao do bolsas de estudos, fornecidas
pelos Cursos da Biblioteca iíaeional em número de 84 até I96I e 10 do Sao
Paulo, do I9Í+3 a I9Í46«

LEGISLAÇÃO gÔ3RE O RECJHHECEiENIO Di.S ESCOU^S Pi^ULISTi^S

1) « O DECRETÄ-LEI 17.10^, de 12 de mrço de 19Í+7 reconhooou o Curso de BiM
bibliotecononia do Sao PauloJ

2) • O DECRETO 22,835í fio 28 de outubiK) de 1953» rof;ulanent.ou o Docrcilo Lei
l7»lQii/i+7;

3) — o DECRETO 23»Í4Í4-3*-B» de

de julho de. 1954 reconheceu o Curso de BibHo

tecononia da •'''aculdado Sedes Sapientiaej

h) - O DECRETO 25«570"'D» de 19 do agosto de 1954» reconheceu os diplomas
expedidos pelo ^rso de biblioteconomia, do Instituto Caetano de Camposf

5) - O DECRETO 23,570-B, de 20 do agosto de 1954» reconheceu o Curso de Bi «
biblioteconomia "Nossa ^onhora do Sion";

�6) - A LEI 2817, do 30 de novcnbro de 1954» reconlaeoeu os Cursos de Bibliotc
cononia da faculdade do Filosofia Sedos Sapientiae, da Universidade

do

Canpinas, da irefeitura Municipal do "ao •t'aulo o do Instituto Caetano
de Canpos;

7) - O DECRETO 39«162, de 3 de outubro de I96I, roconhoceu a Escola de Biblio
ÍW
_ /w _
tocononia e Docuncntaçao de oao Carlos;

8) - O DECRETO FEDE.i.tii n^ 52.055» de 81 de maio de 1963» reconheceu a Escola
de 3ibliotoOononia do Sao Paulo, eono instituto de ensino superior.

CRONOLOGIA DA IHSTiJgi.ÇAQ DOS CURSOS REGUL.RES DE Bi:3LIöTEC lTOl4K

1915 - Cursos da Biblioteca ^^acional

A/
1936 - Escola de Biblioteconomia do Sao raulo
19^2 - Escola do Biblioteconomia o "^ocuinentaçao da ühiversid;; de da Bahia
I9I4Í). - i^scola do Bibliotoconoraia da ■''aculdade dc -filosofia Sedes Sapiontiao
(extinta)
19i;5 ~ Escola de Biblioteeonor.iia da Universidade '-'atolica de Campinas
19i^7 -

scola do Biblioteconomia c -^oouiiicntaçao da Universidade do fiio ^raado do Sul

I9Í+8 - ^scola de Bibliotooonomia da -"^refeitura do Recife (extinta^
I9Í18 - Escola dc Biblioteconomia Nossa '\iiihora do Sion (extinta)
1950 - Escola de Biblioteconomia e documentação da líniver-sidade do -t^ecife
1950 - ■'^scola de Biblioteconomia da Universidade d» llinas Gerais
1951 - Curso de Biblioteconomia do Instituto Caetano do Garços (extinto)
1952 - ^urso do Bibliotooonomia o Documcntaçao da Universidade do ■t'arana
1957 ~ *^urso de Biblioteconomia e ■'^ocumentaçao do Instituto Santa '^rsula
1959 ~ i^scola de Biblioteconomia o Documentação do "^ao Carlos
1962 - Curso deBiblioteoonomia o Docuncntaçao da Faculdade de Filosofia,
Ciências e ■'-'etras de -"-ssis.

«

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�-5
EVOLUÇÃO DOS CURRICbLOS

Os currículos das escolas de bibliotccononia, nos ultinos 25 anos,
tcn sofrido alterações, tanto no que sc refere ao nunero de anos do dura
çao, cono do natcrias ensinadas, Darcnos, a seguir, alguns dados sobro

as

escolas da Biblioteca Nacional o de Sao ■'•'auloJ
1915 - BIOLIüTEOa ili.CIOlJAL
Bibliografia
Paleografia o üiplomtica
Iconografia
líurnisnática

3ibliof,raf ia

1951 -

Paleografia o Diplomática
Historia Liter ar la
Iconografia e Cartografia

I9hk - a

1962 -

rganizaçao e -^dninistraçao do Bibliotecas

b

Gatalqg açao e Classif icaqao

c

Bibliografia e itefor«!»ucia

d

Historia do Livro o das Bibliotecas

e

História da Literatura (aplicada a bibliografia^

f

Noçoes do taleografia

Técnica de Rofercacia
Bibliografia Geral
Catalogaçao c Classificação
Orgonizaçao o Jidninistraçao de Bibliot&amp;cas
Historia do l^ivro o das bibliotecas
Organização e Teenica da J^ocur.acntaçaa
Literatura o Bibliografia Literária
Introdução a "ultura -üistorica e '^ooiologica
lieprodução do Docunentos
Paleografia
«V % &lt; '1
^
^
Introdução a ^altura Filosofica e -^rtistica

cm

1

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lí

�1929 - SÃO PÁULO
a) Catalogação
b) Clc ssificaçao
cj Referencia
d) "^rganizaçao

1938-191+0
a) CataiOf;açao
b) Glassifiorçao

'

c) Historia do Livro
d) Organizaçao de Bibliotecas

19ia-19it2
\
M
aj Catajogaçao
b) Classificaçao
c) Bibliografia
d) Historir do Livro
e} ^ganizaçao do Bibliot'OCM

1943-1959
a) Cotalogaçao
b) Classificação
' c) Bibliografia
d) Organização do Bibliotecas
e) Hj^stória do Livro e Paleografia

i960 -a) Catalogaçao
b) Classificação
c) Bibliografia
d) Organizaçao
c) Historia do Livro e Paleografia
f) Qocunontaçao

cm

1

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�1961-1962
0.) Catalogação
b; Classificação
c) Referoncia e Bibliografia
d) História do Livro
e) Paloografia
f) Organização g -íi-dministraçao dc Bibliotecas
g) ■^ocunentaçao
h) Scloçao de Livros
i) Introdução a Cultura Artistioa
ÍV ^
/
j) Introdução r. Cultura Filosofica
k) Introdução a Cultura Histérica
l) Introdução as Ciências Sociais

CURRÍCULO MÍNIMO APRQYj.DO PELO Cüu'SELHO FEDER.iL DE EDUCAÇÃO E CULTJRiV

História do Livro e das Bibliotecas
2, História da Literatura
5, Historia da /^rto
h* Introdução aos Lstudos Historicos e Sociais
5, Evolução do Pensancnto Filosofioo o Cientifico
J /V^
6» Organizciçao o ixdninistraçao de i3iblioteoas
7» Catalog çao o Classificação
A
8, Bibliografia o Rcforenoia
9« Documentação
10, Paieografia

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�-8RECüNH&gt;:GI: Ji:HTO Di'.S ESCOI^iS Bi híyel SüPFRIOR
A
^
Durante todo esso poriodo dc tcrpo, as escolas tcntarcim

o indispen

savol rcoonhocinento, pela Diretoria do -l^nsino Superior, do lunistcrio

da

Educação g Cultura, entretanto, o exceção da Biblioteca i'iacional c Santa ^rA
sula, todas elas lutarnn con grandes dificuldades parn concretizar ossa Justa nedida, O ingresso- dc oito escolas nas '-'niversidadea foi tanbem nuito dificil do ser conseguido o, ainda hoje, a situação não c, para algunas, plena
nente satisfatória,

Líuito deve a classe bibliotecária do Brasil, ao atual ^iretor

de

Ensino Superior, Dr. Durneval Trigueiro Mendes, pelo que ten feito para re fé
gularizar a situação das escolas de bibliotocononia o pelo apoio que ten dado a classG,

Interessou-se, principalnente, en convocar una. conissao consti

tuida polos bibliotecários I Abncr LfIIís Corroa Vioentini, Cordelia Roba

-

linho de Oliveira Cnvaícanti, Edson Nery da i'onseca, Etclvina Lina, Nancy
TTostfallen Corrêa, Sully

rodbeck e Zilda Galhardo de Araújo, para estudar a

nova estrutura do Curso, O trabalho realizado foi subnctido a aprcciaçao

do

Conselho Federal de Mucaçao en 1962« Infolizncnte, parece nao ter sido ele
ben interpretado pelo Conselho que o nodificou do nrnoira substancial, tendo
\
^
^
«V
aprovado sonunto o Curriculo Mnino, con 3 Q-nos de duraçao do curso, (Pare cer nß 526, Separata dc Docuncnta n^s lO c 11, 19^2, Currículos dos Cursos
Superiores)

CURRÍCULO MÍHIIjO PaR/". AS ESCODiS DE jBIBLIQTECOIJOÍUA, APRESENTaDQ PEU. COMIS
SÃO DESIGNiJ)A PELi^ DIRETORIA DO ENSINO SUPERIOR

1 - Curso do Grraduação
é
«w
2 - Curso dc Pos-Graduaçao
3 - Curso do Doutorado

cm

1

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�1 - CJRSQ DE Gi&lt;..DU..Çi.O

O Curso do Grcduaçíio con a durnQcio nininr. dc 6 (seis) senestros
destina-so a fomar bibliotocarios c docunontalistas»
O ingresso no Curso do Graduaçao far»«se-a nediantc aprovaçao cn
M
concurso dc habilitaçr.o,
**
0
04
Ao concurso dc habilitaçno so scrao admitidos os portadores dc
M
eortificado dc conclusão do ciclo colef;ial conplcto, ou cquivalente, do acordo con a Icgislaçao er.i vigor»
M
é
O colicurso dc habilitagao constara de provas das seguintes disciplinas t
A
Língua portuguesa
b) Literaturas brasileira c portuguesa
c) Lingua inglesa
d/ Outra lingua a escolher entre o clenao, o frraiccs e o italiano
c) Historia Grcral e do Brc.sil

O Curso de Graduaçao ter: as seguintes disciplinas obrigatórias*
a) Bibliografia
b) Ciitalogaçao
e) ^lassificaçao
d) ^ocunenta quo
c} Historia da j-rte
f) lüstoria da Ciência c dci 'tecnologia
g) Historia da Literatura
h) Historia do Livro e das bibliotecas
\
IV ^
^
i; Introdução a Filosofia
j) Introdução as í^iencias Sociais
k) Organização e Adninistraçao das Bibliotecas o Serviços do öoeu
fw
nenta çao
1) Referencia
n) Seleção dc Livros

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�-10disciplinas poderão sei* desdobradas pcra efeito didaticoí
f&gt;4
^
tu
Os regulrsncntos disporao So^re o repine parcelado ou nao^

a

ser adotado pela Escola para a distribuição das disciplinas,
L&amp; disciplinas Bibliografia, Crtalogaqao, Classificação e ^
ganizaçao o j^driinistraçao das Bibliotecas e Serviços do Docu
nontação serão lecionadas cn 6 (seis) senestrcs»
u disciplina Documentação sera lecionada no rnínino on I4. (qiic^
tro) senestres.
Áos concluintos do ^urso de Graduaçao sera comerido o grau
dc Bacharel er.i Bibliotocononia, condicionada a prestaçao

do

estagio rnínino do 500 horas, en biblioteca designada pela
Escola,

2 - ÜUHSO DE PÔS^GjEL.DÜAçJIO

O Curso do PÓs«»Graduaçao, con a duração mínina do 2 (dois) se_
nestros destina-se a ai.pliar o atualizar conhocinontoa "toCJiiM
COS do Biblioteconomia, Bibliografia o Dokumentaçao o a for /s
Jj
^
ncr professores do Bibliotecononiia o ocuncntaçao,
O ingresso no Curso dc Pos-Graduaçao far-ÄJ-»u. nediante apre «
sentaçao de diploma de conclusão do Curso de 'Jraduaçao,
O '«Kirso do FÓs-Graduação poderá ser feito en una das soguin tes especializaçõesi Bibliologia, Bibliotecas Infanio-Juvenis,
M
/
Docuncntaçao, Bi^iHotecas Especializadas o Didatica,
é
*
O Curso dc Bibliologia torn as seguintes disciplinas obrigatórias t
a) Patologia do Livro
V
é
b; -lirtcs Graficas
e) Encadernaçao o ^»-ostauraçao de ^^torial Bibliográfico
d) Historia do Livro
o) Palcografia
f) Iconografia
g) Critica do textos

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1

�o Ciirso do iibliotccae Infant o-Juvenis tcra as seguintes discipli
nas obrif^atorias t
a) Psicologia Infantil c do iidolesconto
b) Literatura Infantil c Juvenil
c) Organização e •'"àninistraçao do Diblioteoas InfantcWuvenis
Escolares
\
A
d; ii.I Bibliografia e lícforoacia
em Bibliotecas Escolares
c) iitividadcs en Grupo
O Curso de ^ocunentação o bibliotecas Especializadas terá as se
guintes disciplinas obrigatórias i
a) Nornalizaçao
\
^
b) Catalogaçao Especializada
Classificação Docinal Universal
d) Técnica do Indexação o ^'•esuno
o) Pesquisa Bibliográfica

'

f) Ámazenagcn o Hccuperrçao de Infornaçocs
g) Organizaçao o Ádninistraçao de 3ibliot£*OÄ5 Especializadas
Serviços do üocuncntaçao
\
^
h} Reprodução do Docuiiiontos
x) Teoria da Inforriaçao e &lt;libcrnotiea
As disciplinas do Curso do PÓs-Graduação poderão ser desdobrada«
para efeito didático.
Os rogulanentos disporao sobre o regino parcelado ou nao, a sof
adotado pela Escola pora a distribuição daa disciplinas,
Ao eoneluintc do Curso dePos-Gr uluaçao será conferido o grau de
Liccnoiado na especialização escolhida.

3 - CURSO DE DOÜTOP.^DO

Aa Escolas de Bibliotocononia poderão promover, na nedida do suas
possibilidades. Cursos de Doutorado,

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^Scan

�-123.2

-

O ingresso nos Cursos dc Doutoradc; v privritivo dos liconcitidos
cn Curso do i^os-Graduanao,

3*3

••

O grc-u dc Doutor on Dibliotocononia será conferido a.o ooncluin
te do ,Curso do Doutorado que apresentar c defender toso, dc
acordo con v.s fornr.lidüdcs le(:,ais.

JUSTIFICy.Çi^ÜQ •
i

0 ensino da 3ibliotcoono:nia esta en crise, Contando noio século

de

existência (o prineiro curso desta especialização foi fundado pela ^iblio
toea Uaeional do Üio dc tír.neiro, en 1915) o ensino dc biblioteconomia dci^
xou dc ser cninentenento erudito para tornar-se, no decorrer dos anos,
^
n
*
'
exolusivancnte técnico» "isto resultou ur.i visivol rebaixaraento do nivcl
do bibliotecário, reduzido a produzir fichas c a ordenar livros para es tantos, som participar das responsabilidades do direção das bibliotecas
M
«W
/
que estão a roclanar,cm escala crescente,a oríentaçao dc pessoas tocaxoo»
mente habilitadas»
0
A
O extraordinário deseuvolviiionto da ciência e da tecnologia tevo c_o
no conseqüência um aumento vertici^ioso da produção de documentos, êste
se constituiu num dos problemas cruciais do estudioso moderno, sen tenpo
A
para tomar conhecimento de tudo o que se divulga no setor do seu inter&amp;a-*
SC,

íci "lilSlÓN DEL ;3I;3LIOTEC^-RIO", O^tcga y Gasset analisou magistralneri
^
IV
/
"to esto problema, propmdo uma função mais elevada para o Bibliotecárioj
a de intermediário entre o mundo dos leitores o o rriundo dos livros, -t-^ara
isto, ha que dar ao Jibliotecurio uma fonnaçao condigna, ao mesmo tempo
eultural c técnica,

íia que preparar bibliotecários capazes do organizar

c dirigir bibliotecas e serviços dc documentação, selecionar material bi^
f
bliografico altamente especializado, redigir resumos de trabalhos científicos, realizar pesquisas bibliográficas, orientar leitores, lidar

com

processos clctronicos do armazenagem e recuperaçao de infarmações»

Ve-sc

claramente que, na formação do bibliotecário, as disciplinas culturais
a'
sao tao instriinentais quanto as técnicas.

u rcform que ora aproscntonoís ao Conselho Fcdoral dc Educação foi
inspirada por esta prcocupaçao.

cm

1

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lí

�SITUAÇÃO

ATUAL

DAS

ESCOLAS DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

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14

�-14X.l - Nomes- CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA BIBLIOTECA NACIONAL,
Direçãot- Avenida Rio Branco,219
Rio de Janeiro - Estado da Guanabara
Brasil
Diretor;- Antonio Caetano Dias

1.2 - Data da fundação;- 1910
Currículo - 3 anos

1.3 - Dependencia;- Biblioteca Nacional, Ministério da Educação
e Cultura.

1.4 - Título que outorga;- Diploma de bibliotecário, reconhecido
pelos Decretos nö; 15.395/944 e 550
de 1 2-1962,

1.5 - Condições de ingresso;- Exame vestibular, constante das matérias;
Português
Inglês
Francês ou Espanhol
Literatura
Geografia Geral e do Brasil
História da Civilização e do Brasil
Conhecimentos Gerais

1.6 - Plano de Estudo
Organização e Administração de Bibliotecas
Catalogação
Bibliografia
Classificação
Referência
História do Livro e das Bibliotecas
Organização e Técnica de Documentação
Literatura e Bibliografia Literária
Introdução à Cultura Histórica e Sociológica
Reprodução de Documentos
Paleografia
Introdução à Cultura Filosófica e Artística

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lí

19

20

�15-

PROSRAMA DE ESTUDO;Iß Ano - l)
2)
3)
4)
5)

Organização e Administração de Bibliotecas
Introdução à Catalogação e Classificação
Biblioteca Geral
Técnica do Serviço de Referência
História do Livro e das Bibliotecas

2® Ano - 1)
2)
3)
4)
5)
5)

Organização e Técnica da Documentação
Bibliografia especializada
Catalogação
Classificação
Literatura e Bibliografia Literária
Introdução à Cultura Histórica e Sociológica

30 Ano - 1)
2)
3)
4)
5)

Catalogação
Classificação
Reprodução de Documentos
Paleografia
Introdução à Cultura Filosófica e Artística

1.7 - Número de alunos inscritos: 1° ano - 37
2 0 ano - 28
3® ano - só em 19^4

1.8 - Número de alunos formados; 983
m
1.9 - Biblioteca especializada 1.500 volumes - As obras que tem
relação com as disciplinas foram destacadas do acervo da
Biblioteca Nacional, formando uma coleção especializada,
destinada aos professores e alunos do Curso de Biblioteco
nomia.

1.10 -Programa e Apostilas Mimeografados

1.11 -Corpo Docente;Afrânio dos Santos Coutinho
Antonio Caetano Dias
Ibany da Cunha Ribeiro
Josué de Souza Montello
Lydia de Queiroz Sambaquy
Maria Carmelita de Gouvea Rego
Oséa Botelho Fernandes
Xavier Placer
Laura Maia de Figueiredo
Raymundo Magalhães

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17

lí

�1.1

-

ííome:^ ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA DE SÃO PAULO
Direção:- Rua General Jardim, 522
são Paulo - Brasil

'•'ice-üiretora: - Zilda Machado Taveira

1.2

-

Data da fundação:- 1030
Currículo - 3 anos

1»5

-

Dependência:- Fundacjao Escola de Sociologia e Política de
são Paulo,
Instituição Complementar da Uni
versidade de São Paulo.

1«4

-

Títulos que outorga;- Diploma de Bibliotecário; reconheci
do pelo Governo do Estado
de Sãõ
Paulo,Deeretosil7104/47 e 22.833/53.
Decreto Federal n® 52»035'ide 21-5-63

1,5

-

Condições de ingressor- Exame vestibular, constante das se
guintea matérias;
"
Português
Francês
Inglês
História do Bi»ftsil e Geral

1*6

-

Plano de estudo
Catalogação
Classificação'
Referência o Bibliografia
História do Livro
Paleografia
Organização e Adm,inistração de Bibliotecas
Documentação
Seleção de Livros
Introdução
Introdução
Introdução
Introdução

à
à
à
às

Cultura Artística
Cultura Filosófica
Cultura Histórica
Ciências Sociais

PROGRAMA DE ESTUDO
10 Ano - 1)
2^
3)
4)
5)
6)
7)
8)

Organização e Administração de Bibliotecas
Catalogação
Classificação
Referência e Bibliografia
Paleografia
Introdução à Cultura Histórica
Introdução à Cultura Artística
Literatura

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st ei
14

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16

17

�28 Ano - l)
2)
3)
4)
5)
6)
7)

Organização
Catalogação
.
Classificação
Bibliografia especializada
História do Livro
Introdução às Ciências Sociais
Psicologia

3° Ano - 1)
2)
3)
4)
5)
6)

Catalogação de material espoeiali7;ado
Classificação especializada
Documentação
Introdução à Cultura Filosófica
Seleção de Livros
Organização

-17-

1.7

-

Nilmero de alunos inscritos; 1^ ano: 53
2 2 ano: 15
3° ano: 15

1.8

-

Número de alunos formados: 562

1.9

-

Bibliotecas especializadas: 850 volumes
200 volumes para práticas de
classificação

1.10 -

Publicações editadas p«la Escola;
1) Cunha, Maria Luisa Monteiro da
Nomes brasileiros, um problema da catalogação»São Paulc^
Escola de Biblioteconomia, 1948.
2) Lentino, Noemia
Classificação decimal; teórica, prática, comparada. São
Paulo, Leia, 1959.

1.11 -

Corpo Docente
Abner Lellis Corrêa Vicentini
Adelpha S. Rodrigues de Figueiredo
Giulio David Leoni
Heloisa de Almeida Prado
Josué Spina França
Maria Antonieta Ferraz
Maria de Lourdes Figueiredo
Maria Luiza Monteiro da Cunha
Noemia do Vai Penteado
Noemia Lentino
Odilon Nogueira de Matos
Oswaldo de Andrade Filho
Petronio Matos Coutinho
Regina Carneiro
Zilda Machado Taveira
Lourdes Mesquita Siquoira
Sara Corrêa
Dinah Aguiar Poblacxón

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I Sc a n
Syst em
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17

lí

19

20

�ESCOL.. .")E i-I. LI'jTEC&lt;.1I-Í.IA E -'^jCÜI-ENTixÇiro

HJi; Ii4

üii-açno;:» iibitoria cta Ünirersidade da $ahia '
36-liifeä'6'r ^W. Jífthià-

^

äräa'ii
Tiirct rir.:- Folisbola L, de Ij?.t s Cnrvr.lho

On.ta Ja funlr.çao:- 19^2
Currículo - i; n.n

r^cx^on lônoia :•»
t
Titulo quo

Univorsi trvJe Ic. .^ahir.

jut &gt;rc°-*~

'
-)ipl ^na de .jibli ■'tcenri:) j) &gt;cunonta.rista;
reo jnhcoido pclo
Lei 675, de 25-11-54
Pec. 43.804, de 23-5-58,

Cwiicliç^eB de iní-rcssoí-

Extvne vostiLulnr c-nstr^nte clr.s sof^in»
t&amp;&amp; mr.tcric.6i ^
Linr •un i ortu uoaa ^
Literatura a rtuijuoaa e ..taaileira
iüst ria Grcrfti o íTcr .-irfradi,
Gr^3{;rafiG ío rasil
^
^
Lin^;ua
au Francoaa

ilano de E&amp;tudai^
M
Catalogaçao^
Classificacao
• eé
«V
•ii-lninistraçao o Orf;aniza'çao de -dbliotceas
Hist ria do Livro e das -^ibli^tceaa
ribli-irraf ia e iief crcnoia
Seleqao
iroblems Especiais le D^cuneiitaçao
r'iMi'irraf ia Especializada en grupos i.
^
a) Literatura» ^^.rte, i'iloaofia e^Ueliciao
b) Ciências exatas, naturais e toonieas
c; Ciências s )oiais
Cionoia da ^víninistraçao
^
Ilist ria da Literatura o Literatura * ortu(;ucsa
Literatura -rasileira
A
Literatura Geral Contenporanca
isicolof^ia das liolaçoes Hunr.nas
ilelaçoes iubliças e .^ublici"a-íe
Linrua ^ nrtu,-uesa
Lin»"ua Francesa ou i^lem
Lingua Inßleaa
ialeoprafia
Historia da i^rte
^
^
Evolução d ) j.ensancnto Filos )fieo c Cientifico
Introdução a is Estudos Histéricos o Sociais

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

�PiiUGju'xlui. DB ESTUiOü»Ifl ano - 1V Catalí^f.nçao
2) Glcissifioaçao
5) Eist )ria d) Livro o das üiMijtooas
J4.) Ciência da i^dninistraçào
5) Língua l ortu ueaa
6) Hiat -ria da Litera'^ra
7) Literatura lortu,';uesa
2c ano - IJ
2)
5)
I4.)
5)
6)
\
7)

Gatalof^açao^
Classificação
iuüninistraQao e Jrf:;anitaçno de .^ibliotcoaa
.3iV;lioj;;rafia o iicforeneia
iraleo(;rafia^
Linrua Inrlosa
'
1-1
"
"
Lin(;ua l'ranoGaa ou i^.leraa

3® ano - 1)
2)
3)
li)
5)
Oj
\

xroblfcnas especiais de docunontaçao
;Ublio.~rafia especializada
Literatura brasileira
Linpi^a francesa ou alem
Historia da i^rte
Evolução do lonsanento Filosofico e Cicntifieo
7•
'
t.5tu''oa Históricos o Síciaia

Í4,c ano • 1)
2)
3)
I4.)
5)
6)
7)

Seleção
i sicolof-ia^das iCelaçoes Bananas
itelaçoes *ubli®as e iublic3,lade
Literatura Geral Contemporânea
Lingua Innlêsa
Lingua Finmcesa ou Jilena
^
^
Evolução dí' pensamento filosofico e eientifioo

1,7

-

NÚnero de alunos inseritosIß
2^
"
3®
J4.®

1.8

•

Numero de alunt^s firmados í»»

1.9

•

Ji'1 li 'teca eapecializadai» 7,200 volumes

1,13 •

ano
ano
f'-no
ano

••
-

h7
ii.5
21
10

82

Corpo 'ioccntot«»
Fclisbela Liberato de Latos Carvalho
Oswaldo lubassahy da Silva
Esmeralda ^--^aria de ivraf-ao
Marinha de Andrade
Burydiee iires do Sant'Anna
Karia Stela Santos iita Leite
mi
Lourdes do Camo C onceição
Franoiseo J. Liberato de ^-«.tos Carvalho
Dinora lúendonça l^ona
^ilzira i'assos de Oliveira

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em

�1»1

-

Nomei- FACULDiiDE DE BIBLIOTECONOMIA
Direção»- Universidade Católica de Campinas
Rua Marechal Deodoro, 1C99
Campinas - são Paulo
Brasil
Diretor:*-

1,2

-

Padre Jose Narciso Vieira Ehrenberg

Data de fundaçãoi-

Z-h-lShd

Purriculo - 5 anos

1,5

1«Í4.

««

Dependenoia»-

Universidade Católica de Cí^rapinaii

-

V
' ■ ü ■ ■ "'Ví !
Diploma de bibliotecário; reconhecido polos Decreto«
17. lÖtA?' e 22i 833/53 e ■ o Doere
to Lei 25.l4Í;3 de l/7/5Ífi
I

1.5

-

Condiçoes de ingresso«-

1.6

*•

Plano de Es tudo »-

Examg vestibular das seguinte# materiaM
Inglèsr
L^ngrra Portuguesa
^
Literaturas t Portuguesa e Drasile ira
Historia Geral é do Brasil
^ ■
Lingua optativai Franoefl* Alemao&gt; Italiano

Catalogação^
Classificação
Referencia e Bibliografia
I^storia do Livro e das Bibliotecas
Oganizaçao e Administração de Bibliotecas
iPaleografia
Ética Profissional
Historid,da Literatura
Documentação
^
Introdução aos Estudos Historicos e Sociais
Historia da Arte
Evolução do Pensamento Filosofico e Cientifico
Cultura Religiosa
PROGR/Já/. DE ESTUDO»Ia, serie - 1;
2)
i)
3}
i).)
5)
6)
7)
8)

Catalogaçao^
Classificaçao
Bibliografií
Bibliografia
Historia do Livro e das Bibliotecas
Organização o Administração do Bibliotecas
História da Literatura
Historia da Arte
H^.
?aleografia
Pc

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em

�2a, serie — l) Catalogaçao^
2) Claesifioaçao
Bibliografia
If.) Historia do Li^o e daa Biblioteoa#
5) ürganizaçao e Actainisiíração de Bibliotecas
6) Documentação
7) Referencia
3a, serie " 1)
2)
5)
I4.)
5)
6)
7)
8)

Cataiogaçao
Classifioaçao
Ética Profissional
Bibliografia
Documentajao
Qrganizajao e Administração de Bibliotecas
Introdução aos ^studos Historicos e Soeiai«
Evolução do Pensamento Filosofico e Científico

1,7

-

Numero de alunos inscritos:-

1,8

«

Numero de alunos formados;-

1,9

-

Biblioteca especializada 1-

Ia, serie - 18
2a, s^rie - 11
3a, «erie - em 1961;

206

]

200 volumes

1,10 -

Publicações editadas pela escola» colabora ra Revista da üniveraj-dade
Católica de Campinas,

1,11 -

Corpo DocentetÁna Lucia Maia Bonato
Antonio Teixeira de Assunção (Dr,)
Ernesto Manuel Zink
Luiza aizana Ernostina Herrmann
Maria •^itonia Ribas Pi^lTa
Mercedes de Jesus Thome Forti
Jose Narciso Vieira Ehrenberg (padre)
Ricardo Roman Blanco (Dr,)
Roberto Pinarello de Almeida (padre)

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

�1.1

-

Nomes- ESCOU DE BIBLIOTECONOMIA B DOCUtíENTAÇAO

^22«

Universidade do Rio Srande do Sul
Porto Alegre - Rio Grande do Sul
Direção;- Caixá&gt;'Postal, 2394
Coordenadora»-

1.2

-

ß
Zenaira Garcia Marquez

Data da fundação«-

19k7

Currículo - 3 anos

1,3

-

Dependenciai-

Faculdade do Ciências Economioaa, da Universidade do
Rio Gb:ande do Sul,

l.ij.

-

TÍtulo que outorgas- Diploma de Bibliotecário Documentarista

1,5

-

Condições de ingressos-

1,6

-

Plano de EstudosM
Catalogaçao^
Classificação
^
Bibliografia e Referencia
Historia do Livro e das Bibliotecas
Organização e Adninistraçao de Bibliotecas
Documentação
Paleografia
^
Introdução aoe Estudos Historicos e Sociais
Historia da Literatura
Historia da Arte
^
^
Evolução do Pensamento Filosofico e Cientifico

Exai^e vestibular constante da« seguintes matériusí
?»■; X r
j
Português
Ingles Francês
Datilografia

PROGR/iWv DE ESTUDOsla, série - l)
2)
3)
ij.)
5)
6)

Catalogação^
Classificação
Bibliografia e Referencia^
Organização e Administração de Bibliotecas
História do Livro e das Bibliotecas
Introdução aos Estudos Historicos e Sociais

2a* serie - 1^
2)
3)
k)
5)
6)
7)

Catalogação^
Classifioaçao
^
Bibliografia e Referencia
Organização o Administração de-Bibliotecas
História do I^ivro e das Bibliotecas
História da Literatura
Historia da lirte

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
st em
14

15

16

17

1^

�5a, série - l) Catalogação
2)
5)
í(.)
5)
6)

1,7

Claesifica^áo
'
Doouínentaço.0
Paleografia
Organização o Administração de Biblioteca»
Evolução do Pensamento Filoaofico e CÍiehtífiôo

Numero do alunos inscritos».

Ia, série» I4.6
2a, serie» 36
3^* serie» 2?

1.8

-

Numero de alunos formados»

112

1.9

-

Biblioteca Especializada» os alunos usam a^Biblioteoa da Faculdade
de Ciêa&amp;ias Boonomica»,
I

1.10 •

Corpo Docente»Jahyra Corroa Santos

■

Selna ^ern
Talita Teresa Bogo

'

t

Lucilla Minssen
Minda Oroiscian
Maximiliano Bottari
Zahyra do Albuquerque Petry

•

Edi Madalena Fracasso

i

Carlos Antonio Mancuso
iidda Drflgg de Freitas
Zenaira Garcia llarquez

✓

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

1

�1.1 - Nome;- CURSO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Universidade do Recife
Recife - Pernambuco
Direção:- Avenida Conselheiro Rosa e Silva, 1350

-24-.

Diretor:- Yves da Mota e Albuquerque

1.2 - Data da fundação;- 1950
Currículo - 3 anos

1.3 - Dependência;- Universidade do Recife

1.4 - Título que outorga: diploma de Bibliotecário-Documentalista

1.5 - Condiçoes de ingresso« Exame vestibular, constante das
guintes matérias:

se-

Português
Literatura Brasileira e Portuguesa
Inglês
Francês, Alemão ou Italiano
(opção no ato da inscrição)
História Geral.

1.6 - Plano de Estudo;Administração dç Bibliotecas
Bibliografia
Catalogação
Classificação
Documentação
Evolução do Pensamento Filosófico e Científico
História da Arte
História da Literatura
História do Livro e das Bibliotecas
Introdução aos Estudos Históricos e Sociais
Organização
Paleografia
Psicologia
Referencia
Seleção de material bibliográfico

PROGRAMA DE ESTUDO
Ia, série - l)
2)
3)
4)
5)
6)
7)

Catalogação (l)
Classificação (l)
Evolução do Pensamento Filosófico e Científico
História da Arte
História do Livro e das Bibliotecas
Organização
Referência

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
s t e .O"

14

15

16

17

lí

19

20

�-252a, série - 1)
2)
3)
4)
5)
6)
7)

Administração de Bibliotecas
Bibliografia
Catalogação (2)
Classificação (2)
História da Literatura
Introdução aos estudos históricos e sociais
Psicologia

3a, série - 1)
2)
3)
4)
5)

Bibliografia especializada
Catalogação
Classificação de material espeeialieado
Documentação
Paleografia
Seleção de material bibliográfico

1.7

- Número de alunos inscritos: Ia. série; 27
2a. série:
8
3a. série:
6

1.8

- Número de alunos formados:

1.9

- Biblioteca especializada:

1.10 - Corpo Docente;-

1;45

895

,
Aida Nery da Fonseca de Aquino
Ana Paes Barreto
Carmen de Andrade Trajano
Cordelia Robalinho de Oliveira Cavalcanti
Eunice Coutinho Robalinho de Oliveira Cavaloanti
Gadiel Perruci
Graciette Glasner da Rocha Araújo
Ivanilda Fernandes da Costa
João Alexandre Barbosa
José Antonio Gonçalves de Mello Netto
José Glaucio Veiga
Orlando da Costa Ferreira
Maria Leticia de Andrade Lima
Maria Thereza Amorim Pacopiio
Milton Ferreira de Mello
Myriam Gusmão de Martins
Lilian Glasner de Barros
Sebastião Uchoa Leite
Yves da Mota e Albuquerque

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

�1.1

-

Nome:- ESCOLA. DE BIBLIOTECONOMIA DE iíINAS GERAIS

-26-

Direçãoí- Rua Carangola, 288
A
Santo Antonio
Belo Horizonte - L.íinas Gerais
n
' Brasil

■

■

■

.

Diretoraí- Etelvina Lima (licenciado)
Substituta I-

1.2

-

Data de fundaçao;-

liíaria Martha de Carvalho

1950

Currículo - 3 anos
*
1,5

-

Dopehdência:-

Universidade de Minaa Gerais
i

1,U

-

Titulo que outorgai-

Diploma de Bibliotecário

1.5

-

Condições de ingresso«-

1.6

-

Plano de Estudo»-

Exarao vestibular, organizado e aplicado
pelo Serviço de Orientaçao e Seleção •
Profissional do Estado de Minas Geràis»
(SOSP).

-

Organizaçao e Administração de Bibliotecas
Classificação de Livros
.
Catalogaçao
Bibliografia e Referencia
História da Litoratufa
'
Paleografia
^
Prática Bibliotecária
'
, Historia da Arte
'
Documentação
^
Introdução aos Estudos Historie os e Soôiaia
Evolução do Pensamento Filoeofioo e Cientifico
PROGRAMA DE ESTUDO»-

cm

1

■

"t

'

Organização^e Administração de Bibliotecas
Classificação de Livros
Catalogaçao
^
Bibliografia o Referencia
História da Literatura
Paleografia
^
.
Prática Bibliotecária
'
'

2« ano - 1)
2)
3)
i;)
5)
6;
7)

Organização^e /uiministração de Biblioteoa«
ClassifiCfGção de Livros
Catalogação
Bibliografia e Referência
História do. Livro e d'as Bibliotecas
História da iirte ^
Píática Bibliotecária

'I Digitalizado
-gentilmente por:

'

/
■ • ,
'

'

10 ano - l)
2)
3)
i;)
5)
6)
7)

-

'

.
^

•

14

15

16

17

18

19

20

�Jß arxo •• l)
2)
3)
Í4)
5)
6)

Organização e Administração de Bibliotecas
Classificação de Livros
Catalogação
Bibliografia e Referencia
Documentação
^
Introdução aos Estudos Historicos e Sociais
Evolução do Pensamento Filosofico e Cientifico
Pratica Bibliotecária

0
0
Numero de alunos»- Ia, sende 1 21
2a. serie» 11
3a« serie» 12

1,7

-

1,8

•

Numero de alunos formados*-

1.9

-

Biblioteca especializada»—

1.10 -

152

1*2C# voj-umee

Corpo Docente
Ana Lucia Pereira Leite
Annaiz Maria Pereira Vial
Antonio Ribeiro de Almeida
Elton Eugênio Volpini
Henriqueta Lisboa
Ismailia Nunes
Maria Lucia de Andrade Garcia
Maria Romano Schreiber
Marília Nazareth Paula de Carvalíio
Marina Camargo l^buriba
Paulo Kröger Corrêa Mourao
Vera /onália Amarante Macedo

cm

1

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em

�1,1

-

Nomei- CURSO DE BIBLIOTECONOMIA E DuCUIvíENTAÇÃO
Direçãoí- Reitoria da Universidade do Parana
Caixa Postal, i|l;l
Curitiba - Paraná
Brasil
Diretora-Coordenadora»-

1,2

-

Data de fundação»-

Maria de Lourdes Tavares

1952

Curriculo - 5 anos
I
1.5

-

Dependenciat-

Universidade do Parana

1»Í4.

-

Titulo que outorga»-

1,5

-

Condiçoos de ingresso»-

Diploma de Bibliotecário Documentarista

Exame vestibular com as seguintes in2äb.eriaw
Lingua Portuguesa
Literatura Brasileira e Portuguesa
Lingua Inglesa
Lingua Francesa, Espanhola ou Alemã
Hj^storia Geral e do Brasil

1,6

-

Plano de Estudo»Catalogaçao
Classificação
^
Bibliografia e Referencia
Organizaçao e Administração do Biblioteca
Historia do Livro
Documentação
H» storia
«tf da Literatura
»
*
Evolução do Pensanionto Filosofico e Gientifioo
Introdução aos Estudos Historicoa o Sociais
Historia da Arte

PROGR/J.IA DE ESTUDO»Ia, serie - i; Classificaçao
2) Catalogação
^
3) Bibliografia e Referencia
Í4.) Organizaçao e Administração de Bibliotecas
5) Historia da Literatura
t'
6) História da /urte
^
A
&lt;V
2a, serie - l) Classificação
2) Catalogação
3) Bibliografia e Referencia^
Í4.) Organizaçao e Administração de Bibliotecas
5) Historia do Livro
6) Evolução do Pensamento Filosofico o Cientifico

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

�Ja, série - liClassifieaçao
2;Catalogaqão
5)Dooumentaçao
l^)Adninl»traQao e Ürgoniraçao^de Biblioteeaa
5)lntrodu&lt;jao aoa Estudos Hist.)rico8 o Sociais

»
Numero do alunos inscritosi-

*
Ia, serie - 15
2a, serie - 7
3a» serie - 11

1,7

-

1,8

-

1.8

- Número de alunos formados: 111,

1.9

-

Numero de alunos formados» Esto ano (I963) e a primeira turma
do curso de J anos,

Biblioteca especializada 1

1,1^ *-

1,11

800 volumes

Publicações editadas pela Escola»

Regiment o ^aprovado pelo CoáoeUio
Ifeiiversltario era IQA^IÇÀI«

«. Corpo Docente i»
Eduardo Virraond
Euelide8 Migliari

'

Maria Dorothea Darbosa
Maria de Lourdes Tavares
Maria Jose Hiereza de iünorim
Havia Rubens Accioli Prado
Nancy Westefalen Corrêa
Regina Duffara
Thereza Feijo
Suzana Castilho
Relindes Köhler

cm

1

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
14

15

16

17

lí

�-30
1,1

-

Home:- ESCOU DE lilBLIGTECONülvilii E QOCUliENTAÇiíO DO INSTITUTO
SANTA fcsULA.
Direçãoi- Rua Farani, 75 *• Botafogo
Rio de Janeiro - Guanabara
Diretorat- Madre Emmanuel Petersen,

1,2

-

Data de fundaçaoi-

O,S.U.

1957

Currículo - 5 anoe

1,3

-

DependênciaI-

Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, do
Instituto Santa ^rsula.

l,i|

-»

Diplom de Bibliotecário e Documentai ist a.

1,5

-

Condições de ingresso»-

1,6

-

Plano de iistudo»-

Exame vestibular com as seguintes ma»
teriasi
A
Português
Francês
Inglçs
Historia Geral

Religiao
^
Bibliografia e ^^ferencia^
Catalogaçao e Ci&amp;ssificaçao
■'^ocumentaçao ^
Doutrina Católica
^
^
Evolução do Pensanento Filosofico e Cientifico
Historia da Arte
Historia da Literatura
Historia do
IV Livro e das Bibliotecas
Organizaçao e Administração de Bibliotecas
Paleografia
líatérias optativas (obrigatórias 2 espetialjeaçoes)
Bibliotecas Infantis e Escolares
Bibliotecas de liusica^e Discoteca
BibliotecasM Universitárias
Lncadernaçao
Iconografia
Livros Raros e ^%stauraçao
ííapoteca
Psicologia

I

cm

1

'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

17

1

�PROGR^M/i Dg ESTUDO
Ifi Ano - 1,
2,
3«
Í4.,
5.
y
6.

fíelicião
Bibliografia e Referencia
^atalogaçao e *^lassificaçao
Historia da Literatura
,
*
Historia
do
Livro
e
das
bibliotecas
.
A»
'
«V
^^anizaçao e -íj-dministraçao do Bibliotecas
^
2fi i^o «» 1, Relifjiao
^
o í "• lioferencia
_2, Bibliografia
**
■
3, Catalogação e
ssificaçao
■ ^
li, flistoria da Arte
5. Introdução aos i^studos Historicoa e Sociais
6,. .Organi^zaçao
■''■dninistraçao de Bibliotecas
5® Ano -'1,
2,
3»
ii,
5«
6.
7»

1.7

~
■

^

-

-

,•

. _

líeligiao ^
^
•
Catalogação e ^lassificaçao
^ocuLicntaçao ^
^
'
Ooutrina Católica
^
^
*
Evolução do rensanento Filosofiao e Cientifico
Ürganizaçao e ^uininistraçao^dc Bibliotecas Especializadas
Seleção de Livros e^ientaçao de Leitura
liaterias optativas (2)
^
«•

Nunoro de alunos inscritos»- Iß ano - 10
20 ano - 10
'
^
3° Gno - Iii

,

1.8

-

Nunero de alünos formados!-

40

1.9

-

Biblioteca especializadas-

1.10

-

Publicações editadas;- Artigos publicados gela Revista "SERVI/Jí
do Instituto Santa t^rsula.

1,11

-

.Corpo Docentos-

1,000 volumes

.Afranio Coutinho
./^ssibtentes iielena Lapa líaranhao .
Anerico Lourenço «^acobina Lacoinbè
^
Assistente: Vicente Costa Santos Tapajós
Manoel Adolphe Vi^^nderley
Marcilio Teixeira ioarinho
liaria Antônieta ■'■^equiao Piedade
•í^ssistente í Iviaria ^molia líartins de Araújo
Maria ^^ntonieta de ^'esquita Barres
Assistente! Rosy Bleggi Peixoto
Assistente! Lolia Galvao Caldas da Cunha
Pedro Socondi (frei)
Assistente? "^ader Denuzzi i'^artins
' •
Ruth Villela Alves de Souza
Substituta: Anelia Roöaura de Ji^lneida
Tasso da Silveira
Zilda Galhardo de ij'aujo
César Valente
Madre J-^ria Inaoulada de Carvalho
í.'iadrc ^'laria das liâercos Liguori
liadre i'-iaria Tarcisio Sicard
. ■ ■

Digitalizado
-gentilmente por:

�r

1.1

-

-32,

Nomei- ESCOL/i DE DIBLIOTECONOMI/i E DOCUiíENX/iÇlo DE S^O C/iRLOS
DireçãoI- Escola de Engenharia de Sao Carlos
Caixa Postal, 359
são Carlos - Sao Paulo

' '

Brasil

,

Diretor»- Alfredo /«nerico Hamar

1.2

-

Data de fundação:-

■

.

/

. ,

25-Í+-1959

Curriculo - 5 anos

cm

1

^
^
DependenciaAutonoma

...

1.3

"

l.il;

-

Titulo que outorga»- Diploma de Bibliotecaràc®rDocumentariírtaí:^
rcconhccido pelo ffoverno do Estado de Sao
Paulo,Decretos 17.10Í4./4).7 e 22^033/5^
e
pelo Decreto Estadual
dà'jU04/6i.

1,5

-

Condiçoes de ingressoi-

1*6

—

Plano de Estudot

Examc vestibular ccnstanto das seguin
tos matérias t
Inglês
Fnanços
Historia Universal e do Brasil ^
Literatura Brasileira e Portuguefia

M
A/
Teoria da Organizaçao e iidministraçao
Catalogaçao^^
Classificação
,Referencia e Bibliografia
Historia do Livro
Orgeinização e Administração de Bibliotecas
Paleo^rafia
Seleção de^Livros
Documentação
Fçtoreproduçao de Documento^
Lingua o Literatura Portuguesa e Brasileira
Encadernação
Relações Publicas e Ética Profissional
Psicologia
Cultura Histórica
Cultura
"Artistioa
/%
Ciências Sociais
Cultura Cientifica
Cultura Filosofica

'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

17

lí

19

20

�PROGR/iMA DE ESTUDOíIa* serie - IJ
2)
3)
JL|.)
5)
6)
1)
8)
9)

Paleografia
Teoria da^Organizaçao o Administração
Catalogaçao^
Classificação
Reforoncia
Bibliografia
Cultura Histórica
Cultura Artistioa
Literatura ^-Brasileira e Portugüesa
Encadernação

2a, serie - 1)
2)
5)
i;)
5)
6)
7)
8)
9)

Bibliografia Especializada
Catalogaçao^
Classificação
Organizaçao o Administração do Bibliotecas
Seleção de Livros
Historia do Livro
Psicologia
Ciências Sociais
Encadernação

Ja, serie - 1)
2)
3)
i+)
5)

Documentagao
Catalogaçaç de Material Especializado
Relações Publicas e Ética Profissional
Cultura Cientifica
\
Cultura Filosofica
»V
Fotoreproduçao de Documentos
Trabalhos Práticos e Estagios ©m Biblioteek«

1.7

-•

Numero de alunos inscritos:- 1° ano» 9
&gt;
20 ano* 12
5® ano» ♦
M /
0
♦ No 3^ n.no naoha alunos inscritos devido mudança de currioulo de
2'para J anos».

1.8

-

Numero de alunos formados:13

1.9

••

Biblioteca especializada:

1.10 •-

58U'

Corpo Doconta
Alfredo Américo Hamar
Elza do Angelis
Jacy Gioxigo
Eunice Diva Garcia
Ina Bentim
Laila Haddad
Maria Helena ^ucchese
Maria de Lourdes Malerba
Maria de Lourdes Serafim
Oswaldo Oarrao
Sônia Corrêa

I Digitalizado
-gentilmente por:

'

.
■

I Sc a n

^
.

.

.O"
14

15

16

17

�Nome:- CURSO DE-BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTACAO DE ASSIS
i
Diroçaot- Faculdade de Filosofia, Ciência'? e Letras
Assíd - são Paulo
• Brasil
Diretor:- Dr. Abner Lellis Corrêa Vicentini

Data de fundação;- 19-12-1962
Currículo -.*3 anos.
A
A
Dependencia;- Faculdad© de Filosofia, Ciências e Letras de Assis

Diploma de Bibliotecário; reconhecido pelo Decreto 41.227,
de
18-12-62 e Diretoria do Ensino Superior do Ministério da Educação e Cultu
rp..

Condições de ingresso:- Exame vestibular constante das seguintes disciplinas:
i '
a) Português
b) Inglês
c) Outra língua a escolher•entre francês,
o alemão e o italiano.
«
d) História Geral e do Brasil

Plano de Estudo:
Bibliografia
"
Catalogação
.'
,
Classificação
Docijmentação
Evolução do Pensamento Filosófico e Científico
História da Arte
História da Literatura
História do Livro e das Bibliotecas
Introdução aos Estudos Históricos -e Sociais
Organização e Administração de Bibliotecas
Paleoçrafia
Referencia
Seleção de Livros

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-gentilmente por:

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.O"
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19

�PROGRAMA DB ESTUDO

-35

12 Ano - 1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.

Bibliografia e Técnica de Referência
Catalogação
Classificação
Evolução do Pensamento Filosófico e Científico
História da Literatura
Organização e Administração de Bibliotecas
Paleografia

22 Ano - 1.
2i
3«
4.
5.
6.
7.

Bibliografia o Técnica de Referência
Catalogação
Classificação
História do. Livro e das Bibliotecas
Introdução aos Estudos Históricos e Sociais
Organização e Administração de Bibliotecas
Matéria Optativa

3® Ano - 1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.

Catalogação
Classificação
Documentação
HiStórig, da Arte
Organização e Administração de Centros d© Documentação
Seleção de Livros e Bibliografia Especializada
Matéria Optativa

1.7

-

Números de alunos inscritos:- prejudicado

1,8

-

Húmero de alunos, formados:- prejudicado

1.9

-

Biblioteca especializada;-

ri,

300 volumes

1.10 -

r.bliCKÇüos

1.11 -

Corpo Docente;- Os ooaponentés estão sendo convidados.

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p '-Ji

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�- 36
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO DA
FACULDADE DE FILOSOFIA. CIÊNCIAS E LETRAS DE ASSIS
- Anteprojeto de Regulamento TÍTULO

I

DO CURSO, SEUS FINS E ORGANIZAÇÃO
■ CAPÍTULO

I

Dos fins
Artigo 1Ö • O Curso de Biblioteconomia q Documentação da Faculdade de Fi«.
losofia, Ciências e Letras de Assis (CBD) a que se refere

o

Título I, Capítulo II, Artigo 4^, Item I do Regimento da Faculdade, apr^
vado pelo Decreto n® 41.227, de 18 de dezembro de 1962 (Diário Oficial
do Estado de São Paulo, n° 276, de 19 de dezembro de 1962, p»2-4)»

tom

como finalidades i
a) formar,bibliotecários e documentalistas de acordo com o
que dispõe a Lei n° 4.084 de 30 de junho de 1962 ( Diário Oficial da U«
nião n° 123, de 2 de julho de 1962);
b) criar pesquisadores no campo da biblioteconomia e documen
t. çtação;

0

c) formar professores de biblioteconomia e documentação;
d) promover o aperfeiçoamento e a especialização de bibliotecários e documentalistas;
e) colaborar no desenvolvimento dos arquivos, das bibliotecas o dos centros de documentação.
CAPÍTULO

II

Da Organização
Artigo 2" - Para preencher as finalidades do.artigo anterior, o Curso
de Biblioteconomia e Documentação da Faculdade de Filosofiaj
Ciências e Letras de Assis tera os seguintes níveis;
I - o de Graduação
II - o de Pos-Graduação,
III - o de doutoramento

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�§ 1® - Ö nível de graduação é o quo concede di^l^ma/de B^har^l. eá Biblioteconomia, e tera a duração de três (3) anos»§ 2® « O nível de pôs-graduação, com duração mínima 4e dois anos,

é

o que'concede'os diplomas de, especialistas e^ de; práfessor de sBi
blioteconomia e documentação»

^
1
"■^.4
.§ 32 _ Para obtenção de diploma de doutor hayeráyex^encia.^ -.a serem
xadas em regulamento pro'prio,

/

,/

" ,
'•

"""■
'

' ' CAPÍTULÒ.1 Iii
V
.
• •
:
' / '
'
~
Do Curso om NÍvel do Graduac^ão

Artigo

L ^
•
i
■
&gt;: ..
* ' "i.'
^ - O currículo do curso em nível do grad.ua^ão,' de acordo ,rcom a Resolução do Conselho Federal de Educação

de 20 de novembro de 1962, compreendera as seguintes'disciplinas»
l|,,;Bibliogja:fia

.

2&gt; Catalogação
3. Classificação
Documentação

.

,

|

■

,
.

'

,

5&gt; Evolução do Pensamento Pilosofico e Sientífico
6» Historia da Arte

- .

Historia da Litera^tura,
8. Historia do Livro o das Bibliotecas

^

9. Introdução aos Estudos Historicos e Sociais

.

'' ' •

10. Organização e Administração dc Bibliotecas
11, Paleografia
12V Referência

*

_

'

13» Seleção de Livros.
(
A•
Artigo 4® - Em atenção a conveniências de ensino, as discipli- .
nas poderãoser reunidas, por afinidades, em uma
Cadeira, e também desdobradas.
Artigo 5® - A duração ,e a distribuição das disciplinas por sé
ries sera da alçada do CBD, ouvidos os professores
cujas cadeiras, de outros Departamentos, tem de ser dadas no curso» ,

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�- 58
Artigo

6®- Aos concluintes do curso em nível de graduação será conferido o grau de Bacharel em Biblioteconomiaj

condicionado à prestação de estagio mínimo de 300 horas na Biblioteca
Central da Faculdade e apresentação de um trabalho em uma das discipl^
nas do curso.
CAPÍTULO

IV

Do curso em NÍvel de Pos-Graduação
Artigo

7®~0 curso em nível de po's-graduação, com a duração mínima de quatro (4) semestres destina-se a ampliar cj^

nhecimentos técnicos de Biblioteconomia, Bibliografia e Documontaçao e
a formar professores de Biblioteconomia e Documentação.
ARTIGO

8® -O ingresso no curso em nível do pos-graduação

far-

-se-a mediante apresentação do diploma de Bacharel
em Biblioteconomia.
Artigo

9® -O curso em nível do pos-graduação po4era ser feito
A
^
em termos de especializaçao em qualquer disciplina

do curso de graduação, ou em outro campo de estudo comoí Bibliologia,
Bibliotecas Infanto-Juvenis, Documentação e Bibliotecas Especializadas,
e Ensino de Biblioteconomia e Documentação«
Artigo

10° - O ourso de especialização em Bibliologia poderá ter
entro outras as disciplinas seguintes;

a) Patologia do Livro
b) Artes Graficas
c) Encadernação e Restauração de Material Bibliográfico
d) Historia do Livro
e) Paleografia
f) Organização e Administração de Bibliotecas Nacionais
g) Crítica de textos
Artigo

11° - O curso de especialização em Bibliotecas Infanto-Ju
venis poderá ter entre outras as disciplinas seguin
tes:

a) Psicologia Infantil e do Adolescente
b) Literatura Infantil e Juvenil
c) Organização e Administração de Bibliotecas Infanto-Juvenis
e Escolares

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�39

^

d) Bibliografia e Referencia em Bibliotecas Escolares
e) Atividades em Grupo
f) Processos Técnicos Especiais
Artigo

12^ - O Curso de Especialização em Docunentação e Biblijo^
tecas Especializadas poderá ter as disciplinas ao»

guintos:
a) Normalização
b) Catalogação Especializada
c) Classificação Decimal Universal
d) Pesquisa Bibliográfica e Técnica de Indexação e Resumo
e) Armazenagem e Recuperação de Informações
f) Organização e Administração de Bibliotecas Especialisadas
e do Serviços de Bocunentação.
g) Reprografia
Artigo

13* - O curso de formação de Professor de Biblioteconomia e Documentação constará de especialização, no

mínimo por dois (2) anos, em uma ou duas disciplinas, mas nesto caso
afina, dos cursos de graduação e pos-graduação, e, ainda, da conclui
são do Curso de Didática Geral exigido aos licenciados da Faculdade.
Parágrafo línico - A prática de ensino, em forma do estágio supervisia
nado pela disciplina de Didática Geral, far-se-á no
Curso de Graduação em Biblioteconomia,
Artigo

14' - Em atenção a conveniência do ensino, as discipli •.
nas poderão ser reunidas, por afinidade, em una Cá

deira, e também desdobradas.
Artigo

15® - Aos concluintes do curso em nível de pos-graduação será conferido o diploma de Especialista e,

no caso de atendido ao que preçeitua o Artigo 13®, o de Professor de
Biblioteconomia o Documentação,
CAPÍTULO

V

Das Condições do Admissão
Artigo

16® - O ingresso no curso em nível de graduação far-se-á
mediante a aprovação em concurso do habilitação,'

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^Scan
^ ... ur...».,.,.

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1^

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• "T'i fV"j •' j;T"^rf-TiTfnrf &gt;^
Tíí

- 40 Art l g t) 17" - O concurso de habilitação constara de provas das
I

seguintes disciplinasí

a) Português
b) Inglês
c.) Outra língua a escolher, entre

i,taliano

d) Hlst^oria Geral o do Brasil.
Artigo

18® - Ao concurso de habilitação so serão admitidos

os"

portadores de certificado de conclusão do ciclo co»
A
legial completo, ou equivalente, àe acordo con a Ipgislaçao om vigor»
í
TÍTULO

II

'

no GOaPO DOCMIE, do coepo discente, e do regime, escolar
A r t i; g o

19® - o corpo docente, o corpo dleooàte o o regine escolar reger-soião pelo Reginento da Faculdade de Filo,

sofia, Ciências e Letras de Assis, aprovado pelo Decreto n° 41.227»
de 18 de dezembro de 1962 (d.O, do Estado de São Paulo n® 27^, de 19.
de dezembro de 1962).
TÍTULO
DISPOSIÇÕES
Artigo

III
tiunsit(5rias

20ß - O Curso de Biblioteconomia e Documentação tera injCcio no anç letivo do 1964, com o curso em nível de
graduação.

Parãgrafo Ünico - O Curso de Nível do pos graduação funcionara somente
a partir do ano letivo de 1967*
Artigo

21° - O Curso de Biblioteconomia o Documentação sera mini^
trado pelo Departamento de Biblioteconomia e Documen
^
A
taçao da Faculdade de Filosofia, Ciências e Lotras

de Asais, enquanto não se criar a Escola de Biblioteconomia e Documentação.

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3

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�FACULDADE PS FILOSOFIA» CIÊNCIAS E LETRAS DE ASSIS
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇlO
Currículo do Curso de Graduação
ic

ANO

^
A
Bibliografia e Tocnica de Roferoncia
2* Catalogação
5» Classificação
4»- Organização e Administração de Bibliotecas
5» Evolução do Pensamento Filosofico e Ciontífico (S)
5* Historia da Literatura (s)
ga

ANO
tt

,
1. Bibliografia g Tocnica dc Referencia
2» Catalogação
3-» Classificação
4» Organização e Administração do Bibliotecas
5. Historia do Livro e das Bibliotecas (S)

6. Introdução aos Estudos Históricos e Sociaiar (s)
3°

ANO

1(, Catalogação
2. Classificação
3« Documentação
4« Historia da Arte (s)
5. Paleografia (s)
6f Organização e Administração de Centros do Documentação (s)
7» Seleção de Livros e Bibliografia Especializada (s)

OBSERVAÇÃO :

(s)

Curso de duração de un semestre

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st e m
&lt;/

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lí

�C o N C L.u SÃO

Através doste relatorio, podenos observar que o ourrioulo
ninino esta sendo observado pelas escolas e que todaa elas ditan
outras naterias, julgadas necessárias a forriaçao integral do bi ^
4
'
•
bliotecario.

PROPOSIÇOES

'

a) - que as escolas pronovan lina reunião de pro ••
rs
fessores, a fim de estudaren a possiblidade
"

de coincidência das mterias, atravas da seriaçao no que concerne ao curriculo ninino,
pelo menos,

^erá desta form facilitada

a

transferencia de alunos de una para outra es
cola;

,

,

b) - que os professores estudon a possibilidade
de fundar una Jissociação Brasileira de Pro /&gt; •
.
fessores de Biblioteconomia e "ocunentaçao »
'

Sonente através do elo associativo poderão
* V
as escolas manter senpre harmonizados os

«

seus curriculoa, conforme a evolução da eien
A
. &gt;
cia biblioteconomica.

A autora deste trabalho, apresenta as sugestões acima enumeradas,
*
^
no sentido de contribuir para um melhor intercâmbio entre as escolas
e
A
melhoria do ensino bibliotecononico no Braáil,

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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